Princípios para a supervisão de nanotecnologias e nanomateriais

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1 Princípios para a supervisão de nanotecnologias e nanomateriais NanoAction Um projeto do International Center for Technology Assessment

2 Produzido com financiamento da Fundação CS-Fund Traduzido por Rel-UITA Secretaría Regional Latinoamericana de la Unión Internacional de Trabajadores de la Alimentación, Agrícolas, Hoteles, Restaurantes, Tabaco y Afines (UITA)

3 Princípios para a supervisão de nanotecnologias e nanomateriais NanoAction Em janeiro de 2007, o International Center for Technology Assessment (Centro Internacional para a Avaliação da Tecnologia) e a organização Friends of the Earth (Amigos da Terra) organizaram em conjunto a primeira cúpula estratégica de ONGs sobre nanotecnologia em Washington, DC, que atraiu o interesse público e das organizações de trabalhadores, de saúde da mulher, da sociedade civil, de ambientalistas, e de organizações de base formadas por cidadãos da América do Norte para debater e chegar a acordos sobre os princípios fundamentais para a avaliação e supervisão da nanotecnologia. Durante os seis meses seguintes, os participantes desenvolveram princípios liderados pelo projeto NanoAction do International Center for Technology Assessment. Este documento é o resultado desses seis meses de trabalho. Até agora, cerca de 70 grupos procedentes de seis continentes já o aprovaram.

4 2 Princípios para a supervisão de Princípios para a supervisão de Os abaixo-assinados, em uma ampla coalizão de organizações de trabalhadores, de ambientalistas, de interesse público e da sociedade civil, motivados pela preocupação com os diferentes aspectos dos impactos éticos, sociais, ambientais e na saúde humana, entre outros, decorrentes das nanotecnologias, apresentam a declaração Princípios para a Supervisão de Nanotecnologias e Nanomateriais.

5 Princípios para a supervisão de 3 Introdução Os governos, universidades e empresas de todo o mundo deram início a uma corrida pela comercialização de. Na verdade, centenas de produtos de consumo contêm nanomateriais (produtos químicos em nanoescala) no produto acabado ou os produtos são fabricados usando nanotecnologia. Entretanto, evidências indicam que esta nova revolução dos materiais apresenta riscos significativos para o meio ambiente, para a saúde e para a segurança, bem como profundos desafios sociais, econômicos e éticos. São as empresas, governos e universidades que aceleram a comercialização de nanotecnologias, sem esperarem pelo resultado daspesquisas necessárias para esclarecer e reduzir os riscos, nem pelos necessários mecanismos de supervisão regulatória, legal e ética. Estes mecanismos são fundamentais para evitar a repetição dos fracassos de tecnologias e materiais mágicos do passado. A situação atual não nos dá qualquer esperança de que acertaremos com a nanotecnologia. A fabricação e as condições de laboratório são desenvolvidas sem medidas de proteção nem pautas de segurança adequadas. Os consumidores estão expostos de forma involuntária aos ingredientes de nanomateriais sem haver avisos nos rótulos dos produtos e sem os consumidores serem informados dos possíveis riscos. Os nanomateriais são descartados ou liberados no meio ambiente, embora seja desconhecido o impacto que isso terá e a falta de meios adequados para detectá-los, para realizar um acompanhamento ou para eliminá-los. Os governos e os criadores de nanotecnologias oferecem escassas oportunidades reais para uma participação informada do público nos debates e decisões sobre a forma ou mesmo se é conveniente seguir com a nano -nização do mundo. Este documento apresenta oito princípios fundamentais que acreditamos devem proporcionar a base para uma avaliação e supervisão adequadas e eficazes do campo emergente da nanotecnologia, incluindo aqueles nanomateriais cuja utilização comercial é generalizada. OS PRINCÍPIOS I. Princípio da precaução II. Princípio sobre a Regulamentação Mandatória Nanoespecífica III. Princípio da proteção à saúde e segurança para o público e trabalhadores IV. Princípio da sustentabilidade ambiental V. Princípio da transparência VI. Princípio da participação do público VII. Princípio da inclusão de amplos impactos VIII. Princípio da responsabilidade do produtor Uma abordagem de precaução exige a existência de mecanismos de supervisão nanoespecífi cos obrigatórios que considerem as características típicas dos materiais. Uma abordagem de precaução é fundamental. A abordagem preventiva exige a presença de mecanismos de supervisão nanoespecíficos obrigatórios que considerem as características típicas dos materiais. Dentro desses mecanismos, a proteção da saúde pública e a segurança dos trabalhadores requerem um enfoque comprometido com a pesquisa de risco crítico e uma ação imediata para mitigar as possíveis exposições até que fique provada a sua segurança. Deve ser colocada a mesma ênfase nas medidas que salvaguardem o meio-ambiente. A supervisão deve ser sempre transparente e oferecer acesso público à informação com respeito à tomada de decisões, aos testes de segurança e aos produtos. É essencial que a participação do público seja aberta, significativa e completa em todos os níveis. Essas discussões e análises devem considerar os efeitos de amplo alcance da nanotecnologia, incluindo os impactos éticos e sociais. Finalmente, desenvolvedores e produtores devem garantir a segurança e a eficácia dos seus processos e produtos, assim como assumir a responsabilidade por quaisquer consequências negativas daí decorretes. Os órgãos governamentais, as organizações e participantes relevantes deverão implementar amplos mecanismos de supervisão que promovam, incorporem e interiorizem estes princípios básicos o mais rápido possível. 1

6 4 Princípios para a supervisão de I. Princípio da precaução O princípio da precaução deve ser aplicado às nanotecnologias porque a pesquisa científica atual sugere que a exposição a alguns nanomateriais, nano-aparelhos ou produtos derivados da nanobiotecnologia, pode causar sérios danos à saúde ou ao meio ambiente. O princípio da precaução, 2 integrado em várias convenções internacionais, 3 foi descrito da seguinte maneira: Quando alguma atividade ameaça a saúde humana ou o meio ambiente, medidas de precaução devem ser tomadas, inclusive quando as relações de causa e efeito não são totalmente estabelecidas de maneira científica. 4 Com as nanotecnologias existe um elemento importante de ameaça, que requer ações preventivas ou de precaução, atribuindo uma carga de responsabilidade àqueles que realizam atividades com as nanotecnologias que possam gerar danos, que considerem alternativas para os seus novos processos e atividades, e que promovam a participação pública nos processos de decisão de suas aplicações. Isto também deveria incluir a proibição da comercialização e uso de nanomateriais não provados, assim como requerer dos fabricantes e distribuidores a garantia de que estes produtos sejam de baixo risco. Em outras palavras, sem informação sobre saúde e risco, não há mercado. Um ciclo adequado de avaliação dos nanomateriais deve de ser definido e conduzido muito antes de sua comercialização. Adicionalmente, recursos adequados devem ser destinados para pesquisar os processos, produtos e uso de materiais que impliquem em menor risco. O princípio da precaução deve ser aplicado às nanotecnologias porque a pesquisa científica atual sugere que a exposição a alguns nanomateriais, nano-aparelhos ou produtos derivados da nanobiotecnologia, pode causar sérios danos à saúde ou ao meio ambiente. O tamanho diminuto dos nanomateriais engenheirados pode dotá-los de propriedades físicas, químicas e biológicas inovadoras e úteis; entretanto, a alta reatividade, mobilidade e outras propriedades, que acompanham a matéria em nível molecular, podem gerar de maneira paralela níveis de toxicidade desconhecidos. 5 Pesquisas e estudos recentes, sobre os impactos dos nanomateriais na saúde humana e no meio ambiente, levantaram o alarme que legitima ações precautórias e a execução de mais estudos em profundidade. 6 As regulamentações devem ser rigorosas, precisas, compreensíveis e implementadas antes da comercialização; assim como devem ser consideradas as propriedades exclusivas dos nanomateriais em sua avaliação sobre os riscos. 6 Sendo assim, o potencial de toxicidade dos materiais na nano-escala não pode ser estudado e prognosticado com relação ao perfil de massa total (bulk) dos compostos, isto é, sem estar em nano-forma. As regulamentações baseadas no princípio da precaução são críticas para os novos desenvolvimentos tecnológicos, onde os impactos na saúde e no meio ambiente são desconhecidos a longo prazo, estudados de maneira inadequada e/ou imprevisíveis. 7 A falta de dados ou de evidência sobre riscos ou danos específicos, não pode ser motivo para se menosprezar o princípio da precaução

7 Princípios para a supervisão de 5 II. Começando sobre os regulamentos e obrigações específicas para os nanomateriais A legislação atual prevê uma regulamentação inadequada para os nanomateriais. Um regime regulatório específico, modifi cado ou sui generis, para o caso dos nanomateriais, deve ser parte integral no desenvolvimento das nanotecnologias. A legislação atual prevê uma regulamentação inadequada para os nanomateriais. Um regime regulatório específico, modificado ou sui generis, para o caso dos nanomateriais, deve ser parte integral no desenvolvimento das nanotecnologias. Considerando o já avançado desenvolvimento e a contínua comercialização de nanomateriais, é urgente e necessário criar mecanismos de avaliação e regulamentação governamental, levando em conta as propriedades exibidas pelos nanomateriais. Mesmo quando existe uma autoridade legal, provavelmente são necessárias mudanças regulatórias substanciais nas legislações atuais, a fim de se adequar e efetivamente regulamentar o uso das diferentes propriedades dos nanomateriais e os novos desafios que os nanomateriais apresentam. 8 As legislações atuais não estão equipadas para supervisionar os produtos e processos atualmente em desenvolvimento, como os nanossistemas ativos e as nanoestruturas. 9 As agências governamentais falharam até agora no uso da sua qualidade de autoridade reguladora da matéria. 10 Os atuais sistemas reguladores devem ser adaptados e aplicados como uma resposta temporária aos nanomateriais, até a geração de mecanismos que possam ser aplicados de acordo com as especificidades dos nanomateriais. 11 Finalmente, ações reguladoras retroativas devem abranger todos os produtos de nanomateriais que existem atualmente no mercado. Os efeitos adversos dos nanomateriais não podem ser previstos com confiança a partir da conhecida toxicidade do material em massa (bulk). 12 Alguns especialistas recomendam que, acima de dezesseis parâmetros físico-químicos, devem ser avaliados muito longe dos dois ou três parâmetros geralmente medidos em materiais em massa. 13 Devido às suas novas As iniciativas voluntárias são completamente insufi cientes para supervisionar a nanotecnologia. propriedades e riscos associados, os nanomateriais devem ser classificados como novas substâncias para sua avaliação e para qualquer propósito regulatório. 14 As iniciativas voluntárias são completamente insuficientespara supervisionar a nanotecnologia. Os programas voluntários não têm incentivos de participação para os atores ruim ou aqueles que fabricam produtos com risco, deixando de fora os compostos que requerem regulamentação exaustiva. 15 Além disso, no âmbito das iniciativas voluntárias, as companhias carecem de motivação para avaliar em longo prazo os efeitos crônicos sobre a saúde e o meio ambiente. 16 Finalmente, as iniciativas voluntárias muitas vezes atrasam e enfraquecem as regulamentações adequadas, limitam a participação do público e restringem o acesso a informações vitais sobre o meio ambiente ou a saúde. Por estas razões, o público prefere as regulamentações emitidas pelo governo ao invés de iniciativas voluntárias. 17 Devido às suas novas propriedades e riscos associados, os nanomateriais devem ser classifi cados como novas substâncias para sua avaliação e para qualquer propósito regulatório.

8 6 Princípios para a supervisão de III. Princípio de proteção e saúde do público e dos trabalhadores A regulamentação adequada e eficaz dos nanomateriais requer uma ênfase imediata na prevenção da exposição conhecida ou potencial dos nanomateriais perigosos ou daqueles que não foram comprovados como seguros. Tanto os trabalhadores como os seus representantes devem estar envolvidos em todos os aspectos relacionados com o ambiente de trabalho seguro, com relação às nanotecnologias, sem medo de represálias ou discriminação. A regulamentação adequada e eficaz dos nanomateriais requer uma ênfase imediata na prevenção da exposição conhecida ou potencial dos nanomateriais perigosos ou daqueles que não foram comprovados como seguros. Isto é essencial para o público e os trabalhadores da indústria, porque alguns nanomateriais representam ameaças potenciais e muitos outros não estão sendo estudados. As nanopartículas livres (nanomateriais que estão no ar) merecem especial preocupação, pois é provável que possam entrar no corpo, reagir com as células, e causar danos aos tecidos. 18 As nanopartículas integradas ou encapsuladas em massa também são uma preocupação. Os trabalhadores podem estar expostos a esse tipo de partículas ou materiais durante o processo de produção, enquanto o público e o meio ambiente podem ficar expostos aos resíduos destinados ao descarte ou à reciclagem. Por causa de seu tamanho, as nanopartículas podem atravessar as membranas biológicas, células, tecidos e órgãos mais facilmente do que as partículas maiores. 19 Quando essas partículas são inaladas podem, por exemplo, passar dos pulmões para o sistema sanguíneo. 20 Além disso, há crescentes evidências sobre a forma como alguns nanomateriais podem penetrar a pele, 21 especialmente na presença de tensoativos 22, e assim ter acesso ao sistema circulatório. 24 Quando ingeridos, estes nanomateriais podem atravessar as paredes gastrointestinais e chegar ao sistema circulatório, sem problemas. 25 Uma vez que as nanopartículas cheguem ao sistema circulatório, elas podem aderir e se infiltrar em vários órgãos e tecidos, incluindo o cérebro, o fígado, o coração, os rins, o baço, a medula óssea e o sistema nervoso. 26 E uma vez dentro das células, as nanopartículas podem interferir no funcionamento celular normal, causar oxidação e, eventualmente a morte celular. 27 O financiamento inadequado e a falta de ênfase governamental na pesquisa sobre os riscos para a saúde têm sido os fatores que permitiram a atual situação em que algumas pessoas estão expostas diariamente aos nanomateriais, apesar da variada informação sobre os riscos crônicos e a longo prazo decorrentes da exposição a esses materiais. 28 As pessoas que pesquisam, desenvolvem, fabricam, embalam, manuseiam, transportam, usam e descartam nanomateriais serão os mais expostos e, consequentemente, os mais propensos a sofrer os danos potenciais à sua saúde. Por esta razão, a proteção do trabalhador deve ser um componente essencial previsto em qualquer regime regulatório. A Fundação Nacional para a Ciência dos Estados Unidos estima que, para 2015, a indústria da nanotecnologia empregará dois milhões de trabalhadores em todo o mundo. 29 Além disso, muitos pesquisadores e estudantes trabalham com nanomateriais em laboratórios Por esta razão, a proteção do trabalhador deve ser um componente essencial previsto em qualquer regime regulatório. acadêmicos. Apesar do crescimento da nano-mão-de-obra, não existe regulamentação, nem nenhum padrão de saúde, que observe os riscos associados com as nanotecnologias e os nanomateriais, e ainda não há métodos aceitáveis para medir a exposição aos nanomateriais no ambiente de trabalho. Qualquer regime destinado a proteger os trabalhadores contra os riscos de saúde associados aos nanomateriais exige estatutos que, com clareza, protejam a saúde e a segurança do local de trabalho onde existam nanomateriais. Os empregadores devem utilizar o princípio da precaução como base para a aplicação de medidas cautelares para garantir a saúde e o bem-estar dos trabalhadores. A hierarquização dos controles de exposição - eliminação, substituição, engenharia de controle, os aspectos do trabalho e/ou administrativos, e equipamento de proteção individual - deve ser implementada. Da mesma forma, a monitorização da exposição, a vigilância médica e o treinamento dos trabalhadores são essenciais para garantir que os trabalhadores recebam as últimas informações sobre nanomateriais. Tanto os trabalhadores como os seus representantes devem estar envolvidos em todos os aspectos relacionados com o ambiente de trabalho seguro, com relação às nanotecnologias, sem medo de represálias ou discriminação. Finalmente, os procedimentos e os padrões de proteção e saúde atuais devem ser objeto de pesquisa para a sua adequação no que diz respeito aos nanomateriais. 30

9 Princípios para a supervisão de 7 IV. Princípio da sustentabilidade ambiental Para a avaliação do ciclo 31 de um nanomaterial incluindo fabricação, transporte, uso do produto, reciclagem e eliminação dos resíduos é necessário entender quando se aplicam os estatutos do sistema e onde existem lacunas regulatórias. 32 Os efeitos do ciclo completo sobre o meio ambiente, a saúde e a segurança devem ser avaliados antes da comercialização. Uma vez dissolvidos na natureza, os produtos fabricados com nanomateriais representam uma classe sem precedentes de contaminantes fabricados. Novos impactos e danos ambientais podem ser esperados a partir da natureza inovadora dos produtos fabricados com nanomateriais, incluindo a mobilidade e a persistência no solo, água e ar, bioacumulação e interações antecipadas com materiais químicos e biológicos. 33 O número limitado de estudos existentes têm levantado algumas luzes vermelhas, como a alta exposição de alumínio a nível de nanoescala aderidos ao crescimento de cinco tipos de grãos, 34 por produtos associados com a fabricação de ligas simples de nanotubos de carbono, causando um aumento na mortalidade e no desenvolvimento tardio de estuarine crustacean de pequeno porte, 35 e danos aos microorganismos benéficos por parte das nanopartículas de prata. 36 A Real Sociedade do Reino Unido recomendou que a liberação de nanopartículas e nanotubos no meio ambiente deve ser evitada sempre que possível e que as empresas e laboratórios de pesquisa devem tratar as nanopartículas e os nanotubos fabricados como perigosos, e também devem procurar reduzir o seu uso ou eliminá-los dos sistemas de resíduos. 37 Os riscos potenciais para o meio ambiente não foram identificados por não ter sido dada prioridade à pesquisa dos impactos sobre o meio ambiente, bem como, ao déficit nos recursos designados para a pesquisa dos riscos relevantes. 38 Os fundos governamentais para estudos ambientais, de saúde e segurança devem ser aumentados dramaticamente e deve ser delineado um plano estratégico sobre os riscos. 39 Os nanomateriais criam imensas dificuldades na aplicação dos sistemas de proteção ambiental. 40 As agências carecem de ferramentas e mecanismos adequados para detectar, monitorar, medir e controlar a produção de nanomateriais, e muito menos os meios para removê-los do meio ambiente. As empresas, usando o argumento do segredo industrial e da confidencialidade da informação empresarial, não fornecem os dados necessários ao governo e ao público em geral. A avaliação dos riscos, a negligência, os parâmetros da toxidez e os limites mínimos de regulação utilizados pelas leis ambientais em muitos países, incluindo os Estados Unidos, a União Europeia e o Brasil, são projetados com base nos parâmetros de toxidez de material em massa (Bulk). As medidas utilizadas na legislação vigente, tais como a relação entre massa e exposição, são insuficientes para os nanomateriais. As leis existentes não dispõem de uma análise do ciclo e não conseguem identificar e regular as lacunas legais. A gestão da sustentabilidade ambiental dos nanomateriais envolve a direção e a correção destas falhas. Os efeitos do ciclo completo sobre o meio ambiente, a saúde e a segurança devem ser avaliados antes da comercialização. Os fundos governamentais para estudos ambientais, de saúde e segurança devem ser aumentados dramaticamente e deve ser delineado um plano estratégico sobre os riscos.

10 8 Princípios para a supervisão de V. Princípio da transparência O público não pode tomar decisões informadas sobre os produtos com nanomateriais. A avaliação e regulação dos nanomateriais exigem mecanismos que assegurem a transparência, o que inclui adequada rotulagem dos produtos que contenham nanomateriais, o reconhecimento do direito, especialmente no local de trabalho, do conhecimento das leis e das medidas de proteção e acesso público a um inventário de informações sobre saúde e segurança. O direito público ao saber inclui o direito de estar bem informado para tomar decisões bem informadas. Pesquisas mostram que a maioria das pessoas carece das mais simples informações sobre a nanotecnologia ou sobre a presença de nanomateriais em produtos de consumo. 41 Em muitos casos, os produtores não informaram ao público sobre os riscos e testes de toxicidade de seus artigos, bem como, ainda não rotularam seus produtos avisando quando estes contêm nanomateriais. 42 Como resultado, o público não pode tomar decisões informadas sobre os produtos com nanomateriais. 43 O direito do público de saber o que consome requer adequada rotulagem que informe os consumidores sobre aqueles produtos que contêm nanoingredientes. As Informações sobre os testes de segurança e riscos devem ser colocadas à disposição para o escrutínio público. Os escassos antecedentes em relação ao papel da indústria e seus esforços para prevenir exposições no local de trabalho e a eliminação de substâncias químicas daninhas no meio ambiente, dão espaço para se fazer um by pass sobre a confidencialidade da utilização secreta de nanomateriais. As orientações e as previsões de diversas convenções internacionais sobre o acesso público à informação devem ser respeitadas. 44

11 Princípios para a supervisão de 9 VI. Princípio da participação do público O potencial de transformação que as nanotecnologias oferecem a nível global em termos sociais, econômicos e políticos faz com que a participação do público se torne um elemento essencial no seu processo de desenvolvimento. 45 A participação do público deve ser aberta, facilitando a contribuição dos diferentes atores e interessados. As parcerias entre o governo e as corporações (as PPP, Parcerias Público-Privadas) ignoram os princípios democráticos quando deixam de ser transparentes ou deixam de ser responsáveis e prestar contas à sociedade. O público em geral de todas as nações, bem como as futuras gerações, devem ser considerados como agentes ou interessados nestas questões. A participação do público deve ser signifi cativa, ou seja, deve contribuir na formação da política e na tomada de decisões, ao invés de simplesmente ser um agente de eventos ex post ou de diálogos unilaterais em que a indústria ou o governo educam o público para reduzir ao mínimo o debate, ou para assegurar a aceitação pública do assunto em questão. A participação significativa da opinião pública requer, da mesma forma, um compromisso sério por parte dos governos e suficientes recursos para a sua consideração. Finalmente, a participação pública exige procedimentos democráticos, a serem considerados em todos os processos em que as nanotecnologias são desenvolvidas e utilizadas; e é necessário que, em cada fase do desenvolvimento, as preocupações do público e seus valores informem e terminem guiando a regulamentação da nanotecnologia. E, em vez de partir da falsa alegação de que as mudanças tecnológicas são inevitáveis e / ou sempre benéficas, o processo de desenvolvimento das nanotecnologias, seus produtos e sistemas deverão submeter-se às necessidades sociais que devem ser identificadas a partir do debate e dos processos de decisão abertos, nos quais o público interessado participe. Os esforços devem ser feitos especialmente para incluir as pessoas que vivem em comunidades pobres, que sofreram o impacto desproporcional do desenvolvimento de novas tecnologias no passado. O potencial de transformação que as nanotecnologias oferecem a nível global em termos sociais, econômicos e políticos faz com que a participação do público se torne um elemento essencial no seu processo de desenvolvimento.

12 10 Princípios para a supervisão de Além de representar riscos potenciais para a saúde, segurança e meio ambiente, os nanomateriais geram preocupações sócioeconômicas. Impactos sociais, avaliações éticas, equidade, justiça e preferências individuais da comunidade deverão orientar a distribuição de fundos públicos para a pesquisa. VII. Princípio sobre a consideração de outros impactos É importante considerar o amplo espectro de efeitos associados com o surgimento da nanotecnologia, tais como impactos éticos e sociais. É essencial para a correcta avaliação tanto das importações quanto das exportações que contêm nanomateriais. Além de representar riscos potenciais para a saúde, segurança e meio ambiente, os nanomateriais geram preocupações sócio-econômicas. Por exemplo, quando é difundida a utilização de um novo nanomaterial, este altera o mercado dos produtos existentes, com consequências potencialmente devastadoras para as economias dependentes de bens primários ou os países subdesenvolvidos. 46 Os impactos adversos do patenteamento de materiais fundamentais podem causar a privatização da essência da natureza. Além disso, as próximas gerações de nanotecnologias, incluindo a produção de nanoequipamentos mais sofisticados para a indústria manufatureira, para a polícia ou em usos médicos incluindo a modificação do desempenho humano podem chegar a representar riscos complexos assim como desafios éticos e sociais. Alguns laboratórios criaram vírus, agentes e bactérias para fazer nanomateriais. O debate público sobre esses pontos será crucial. Como acontece com qualquer nova tecnologia, a alocação de fundos para a pesquisa determinará a trajetória percorrida no desenvolvimento das nanotecnologias. A análise das ciências sociais sobre as implicações da nanotecnologia será realizada em paralelo com os estudos das ciências da saúde e do meio ambiente. Impactos sociais, avaliações éticas, equidade, justiça e preferências individuais da comunidade deverão orientar a distribuição de fundos públicos para a pesquisa. Uma proporção significativa desta pesquisa deverá estar baseada na comunidade e pensada para motivar o público a participar. 47 São inaceitáveis os fundos excessivos na pesquisa militar e os escassos fundos para a pesquisa sobre os desafios sociais da nanotecnologia, assim como também são inaceitáveis os possíveis riscos para a saúde pública, os trabalhadores e o meio ambiente. 48 É essencial desenvolver mais pesquisas de impactos sobre o meio ambiente, saúde, segurança e aspectos econômicos das nanotecnologias. Isto deverá incluir a pesquisa de ação comunitária para ajudar os cidadãos a entender os potenciais benefícios e prejuízos dos projetos das nanotecnologias. Esta pesquisa deverá ser financiada e conduzida pelas agências governamentais com mandatos claros sobre a atenção e a pesquisa dos impactos ambientais, da saúde, da segurança e dos aspectos sócioeconômicos. Todos os resultados devem estar disponíveis para o público. Basel Action Network 2006.

13 Princípios para a supervisão de 11 VIII. Princípio da responsabilidade do produtor Os nanomateriais explodiram no mercado, são vendidos como substâncias milagrosas de características peculiares, o que faz dessas substâncias objetos de desejo em todos os setores da economia. Como no caso do amianto, quando foi introduzido no mercado, os impactos sobre a saúde e o meio ambiente destes produtos foram pouco estudados. Hoje em dia, as características que os nanomateriais possuem superam aquelas do amianto (em forma, tamanho e reação química) o que faz com que sejam potencialmente perigosos. Os nanomateriais estão sendo vendidos maciçamente ao público e estão presentes nos produtos de consumo corrente, sem qualquer advertência ou informação sobre seus riscos. Além disso, como na indústria do tabaco, a nanoindústria parece satisfeita por estar comercializando os seus produtos sem um profundo conhecimento dos riscos e sem informar ao público sobre os mesmos. Qualquer pessoa que comercializa nanoprodutos, incluindo as pessoas que desenvolvem nanomateriais, as que os operam, os seus fabricantes e as pessoas envolvidas em sua venda devem ser responsabilizadas por quaisquer danos causados pelos seus produtos. Embora a responsabilidade por danos causados pelos produtos da indústria da nanotecnologia seja a mais provável de sofrer mecanismos legais de responsabilisação, outras formas de responsabilidade, como a negligência, danos causados a terceiros, danos em primeiro grau e fraudes também são relevantes. Além disso, os regimes regulatórios dos nanomateriais devem incluir mecanismos de financiamento, financiados pelos fabricantes e distribuidores, que garantam e permitam o acesso a compensações e / ou apoio para resolver quaisquer problemas de saúde ou do meio ambiente causados por estes produtos. Os grupos potencialmente sujeitos a este tipo de risco incluem indivíduos do público em geral, as classes de indivíduos que experimentam danos semelhantes como, por exemplo, trabalhadores ou consumidores, governos locais, estaduais ou federais, as nações estrangeiras, investidores, seguradoras e sindicatos. Por conseguinte, ambos os atores, os que financiam a comercialização e os ativamente envolvidos em nanotecnologia e seus setores devem ser responsáveis pela segurança de seus produtos e por quaisquer danos decorrentes da ausência de medidas de precaução para proteger o público ou o meio ambiente. Conclusão Proponentes da revolução nanotecnológica prevêem que ele irá causar mudanças dramáticas e radicais em todos os aspectos da vida humana. Acreditamos que ação no campo da precaução é necessária a fim de: a) salvaguardar a saúde e a segurança do público e dos trabalhadores; b) conservar nosso meio ambiente natural; c) assegurar a participação pública e o alcance de metas decididas democraticamente; d) restaurar a confiança pública e apoio a governo e a pesquisa acadêmica ; e) permitir a viabilidade comercial de longo prazo. Apelamos a todas as instituições e atores a tomar medidas para implementar, incorporar e internalizar imediatamente os princípios acima referidos para a supervisão das nanotecnologias e nano-material. Qualquer pessoa que comercializa nanoprodutos, incluindo as pessoas que desenvolvem nanomateriais, as que os operam, os seus fabricantes e as pessoas envolvidas em sua venda devem ser responsabilizadas por quaisquer danos causados pelos seus produtos.

14 12 Princípios para a supervisão de References 1 This This declaration in in no manner limits or binds the signatories from any other relevant actions or statements, from including any unilateral other relevant or joint actions superseding or statements, on nanotechnology policy. Each organization continues including to fulfill unilateral their respective or joint mission superseding statements statements in accordance on nanotechnology with their own policy. fundamental Each organization guiding principles. continues to fulfill This joint their declaration respective supplements mission statements our organizations in accordance work with in this their and own related fundamental areas. This guiding declaration principles. is not This intended joint declaration to be a comprehensive supplements statement our organizations of all possible work oversight in this and principles related or areas. to encompass This declaration all subsequent is not intended steps needed to be a for comprehensive their implementation; statement rather, of all it possible is a starting oversight point from which future implementations of principles oversight policy or to can encompass build. all subsequent steps 2 Veja needed em inglês, for their generally implementation; Perspectives on rather, Precautionary it is a starting Principle point from (Ronnie which Harding future & implementations Elizabeth of oversight Fisher, policy eds., 1999). can build. 3 Veja em inglês, e.g., Declaration on Environment and Development, Junho 14, 1992, 31 I.L.M. 874, See generally PERSPECTIVES ON THE PRECAUTIONARY PRINCIPLE (Ronnie Harding & Elizabeth Fisher, eds., 1999). ( Where there are threats of serious or irreversible damage, lack of full scientific certainty shall not be used as 3 See, e.g., RIO DECLARATION ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT, June 14, 1992, 31 I.L.M. 874, 879 ( Where a reason for postponing cost-effective measures to prevent environmental degradation. ); Cartagena Protocol there are threats of serious or irreversible damage, lack of full scientific certainty shall not be used as on Biosafety, Janeiro 29, 2000, 39 I.L.M Art. 10(6) ( Lack of scientific certainty due to insufficient a reason for postponing cost-effective measures to prevent environmental degradation. ); CARTAGENA relevant scientific information and knowledge regarding the extent of the potential adverse effects of a living PROTOCOL ON modified organism BIOSAFETY, on the Jan. conservation 29, 2000, 39 and I.L.M. sustainable 1027 Art. use of 10(6) biological ( Lack diversity of scientific in the certainty Part of import, due to taking insufficient also into account relevant risks scientific to human information health, shall and not knowledge prevent that regarding party from the taking extent a decision, of the potential as appropriate, adverse effects with regard of a living to the import modified of the organism living modified on the conservation organism in and question sustainable... order use of to biological avoid or minimize diversity such in potential the Part adverse of import, effects. ); taking U.N. also Framework into account Convention risks to on human Climate health, Change, shall Maio not 9, prevent 1992, 21 that I.L.M. party 849, from ( The taking Parties a should decision, take as precautionary appropriate, measures with regard to anticipate, to the import prevent of or the minimize living modified the cause organism of climate in change question and mitigate... in order its adverse to avoid effects. or minimize Where there such are potential threats of adverse serious effects. ); or irreversible U.N. damage, FRAMEWORK lack of CONVENTION full scientific ON certainty CLIMATE should CHANGE, not May be used 9, 1992, as a reason 21 I.L.M. for postponing 849, ( The such Parties measures. ); should take The precautionary World Charter measures on Nature, to G.A. anticipate, Res. 37/7, prevent 11, U.N. or minimize Doc. A/RES/37/7 the cause (Oct. of climate 28, 1982) change ( Activities and mitigate which its might adverse have effects. an Where impact on there nature are shall threats be of controlled, serious or and irreversible the best available damage, technologies lack of full that scientific minimize certainty significant should risks not to be nature used or as other a reason adverse for effects postponing shall be such used. ); measures. ); The London THE Convention WORLD CHARTER on the ON Prevention NATURE, G.A. of Marine Res. 37/7, Pollution by 11, Dumping U.N. Doc. Wastes A/RES/37/7 and Other (Oct. Matter, 28, ) Protocol ( Activities to the Prevention which might of Marine have an Pollution impact by on Dumping nature of Wastes shall be and controlled, Other Matter, and the Março best 24, available 2006, art. technologies 3, p. 1 ( Appropriate that minimize preventative significant measures risks to are nature [to be] or taken when other there adverse is reason effects to shall believe used. ); that wastes THE or LONDON other matter CONVENTION introduced ON THE into PREVENTION the marine OF MARINE environment POLLUTION are likely BY DUMPING to cause harm WASTES even AND when OTHER there MATTER, is não 1996 conclusive Protocol evidence to the to Prevention provide a of causal Marine relation Pollution between by inputs Dumping and of their Wastes effects. ); and Other Agreement Matter, for Mar. the Implementation 24, 2006, art. 3, of para. the Provisions 1 ( Appropriate of the United preventative Nations measures Convention are on the [to Law be] of the taken Sea when of 10 Diciembre there is reason 1982 to Relating believe to that the wastes Conservation or other and matter Management introduced of Straddling into the Fish marine Stocks environment and Highly Migratory are likely Fish to Stocks, cause harm. A. 164/37, even when art. 6, there U.N. is Doc. no A/CONF164/37 conclusive evidence ( States to provide shall apply a causal the relation precautionary between approach inputs widely and their to conservation effects. );.... ). AGREEMENT FOR THE IMPLEMENTATION OF THE PROVISIONS OF THE 4 Wingspread Statement on the Precautionary Principle, UNITED NATIONS CONVENTION ON THE LAW OF THE SEA OF 10 Janeiro 1998; DECEMBER 1982 veja também Nancy Myers, Anne Rabe RELATING TO THE CONSERVATION AND & Katie Silberman, Louisville Charter for Safer Chemicals: Background MANAGEMENT OF STRADDLING FISH STOCKS AND HIGHLY MIGRATORY FISH STOCKS, Paper G. A. for 164/37, Reform Não. art. 6, 4 (2005) U.N. Doc. disponivel em: A/CONF164/37 ( States shall apply the precautionary approach widely to conservation.... ). 5 Veja em inglês, e.g., Andre Nel et al., Toxic Potential of Materials at the Nanolevel, 311 Science , 4 WINGSPREAD STATEMENT ON THE PRECAUTIONARY PRINCIPLE, January 1998; see also NANCY MYERS, 622, 623 Fig. 1 (2006). ANNE RABE & KATIE SILBERMAN, LOUISVILLE CHARTER FOR SAFER CHEMICALS: BACKGROUND PAPER FOR 6 Veja em inglês várias fontes, e.g., The Royal Society and the Royal Academy of Engineering, Nanoscience and REFORM Nanotechnologies: NO. 4 (2005) Opportunities available at and Uncertainties (2004); Andre Nel et al., Toxic Potential of Materials at 5 See, the Nanolevel, e.g., Andre 311 Nel Science et al., 622, Toxic Potential (2006); of Materials Holsapple at et the al., Nanolevel, Research Strategies for Safety Evaluation of 311 SCIENCE Nanomaterials, , Part II: 622, Toxicological 623 Fig. and 1 (2006). Safety Evaluation of Nanomaterials, Current Challenges and Data Needs, 6 See, 88 Toxicological e.g., THE ROYAL Sciences SOCIETY 12 AND (2005); THE ROYAL Oberdörster ACADEMY et OF al., ENGINEERING, Nanotoxicology: NANOSCIENCE an Emerging AND NANOTECHNOLOGIES: Discipline from Studies of OPPORTUNITIES Ultrafine Particles, AND UNCERTAINTIES 113 Environmental (2004); Health Andre Perspectives Nel et al., Toxic 823 (2005); Potential Tran of et Materials al., Institute at the of Occupational Nanolevel, 311 SCIENCE Medicine, 622, A Scoping Study (2006); to Identify Holsapple Hazard et al., Data Research Needs For Strategies Addressing for The Safety Risks Evaluation Presented By of Nanoparticles Nanomaterials, and Part Nanotubes II: Toxicological (2005); and European Safety Evaluation Commission s of Scientific Nanomaterials, Committee Current on Emerging Challenges and and Newly Data Identified Needs, 88 TOXICOLOGICAL Health Risks (SCENIHR), SCIENCES 12 Opinion (2005); on Oberdörster the appropriateness et al., Nanotoxicology: of existing methodologies an Emerging to assess Discipline the potential from Studies risks associated of Ultrafine with engineered Particles, 113 and ENVIRONMENTAL adventitious products HEALTH of PERSPECTIVES nanotechnologies 823 (2005); 6 (2005); TRAN Andrew et al., INSTITUTE Maynard, OF OCCUPATIONAL Nanotechnology: MEDICINE, The Next A SCOPING Big Thing, STUDY or Much TO IDENTIFY Ado about HAZARD Nothing?, DATA NEEDS 51 Annals FOR ADDRESSING of Occupational THE RISKS Hygiene PRESENTED 1, 4-7 BY (2006); NANOPARTICLES J. Sass, Natural AND NANOTUBES Resources (2005); Defense Council, EUROPEAN Nanotechnology s COMMISSION S SCIENTIFIC Invisible COMMITTEE Threat, (2007); ON EMERGING Friends AND of the Earth, NEWLY Nanomaterials, IDENTIFIED HEALTH Sunscreens RISKS (SCENIHR), and Cosmetics: OPINION Small ON THE Ingredients, APPROPRIATENESS Big Risks OF EXISTING (2006). METHODOLOGIES TO ASSESS THE 7 POTENTIAL Veja o que RISKS foi ASSOCIATED estabelecido WITH pela ENGINEERED Comissão AND ADVENTITIOUS Europeia, que PRODUCTS pretende OF NANOTECHNOLOGIES aplicar o princípio 6 (2005); de precaução Andrew a Maynard, tudo o Nanotechnology: que gerar efeitos potencialmente The Next Big Thing, nocivos or ao Much meio ambiente, Ado about ou Nothing?, à saúde humana, 51 ANNALS animal OF OCCUPATIONAL e vegetal. European HYGIENE 1, Commission, 4-7 (2006); Communication J. SASS, NATURAL from RESOURCES the Commission DEFENSE COUNCIL, on the Precautionary NANOTECHNOLOGY S Principle INVISIBLE (2000). THREAT, (2007); 8 FRIENDS Veja em OF inglês, THE EARTH, J. CLARENCE NANOMATERIALS, DAVIES, SUNSCREENS WOODROW AND WILSON COSMETICS: INTERNATIONAL SMALL INGREDIENTS, CENTER BIG RISKS FOR (2006). SCHOLARS, 7 The PROJECT European ON EMERGING Union plans NANOTECHNOLOGIES, to apply the precautionary MANAGING principle THE to EFFECTS issues OF that NANOTECHNOLOGY may have (2006); J. CLARENCE DAVIES, WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER FOR SCHOLARS, PROJECT

15 Princípios para a supervisão de 13 potentially ON EMERGING dangerous NANOTECHNOLOGIES, effects on the environment, EPA AND NANOTECHNOLOGY: human, animal or OVERSIGHT plant health. EUROPEAN COMMISSION, FOR THE 21ST COMMUNICATION CENTURY, (2007); FROM THE MICHAEL COMMISSION TAYLOR, ON THE WOODROW PRECAUTIONARY WILSON PRINCIPLE INTERNATIONAL (2000). CENTER. 8 J. FOR CLARENCE SCHOLARS, DAVIES, PROJECT WOODROW ON WILSON EMERGING INTERNATIONAL NANOTECHNOLOGIES, CENTER FOR SCHOLARS, REGULATING PROJECT ON THE EMERGING PRODUCTS OF NANOTECHNOLOGIES, NANOTECHNOLOGY: MANAGING DOES FDA THE EFFECTS HAVE THE OF NANOTECHNOLOGY TOOLS IT NEEDS? (2006); J. American CLARENCE DAVIES, WOODROW WILSON INTERNATIONAL Bar Association, CENTER Section FOR of SCHOLARS, Environment, PROJECT Energy, ON EMERGING and Resources, NANOTECHNOLOGIES, Nanotechnology EPA AND Project, NANOTECHNOLOGY: OVERSIGHT at FOR THE 21ST CENTURY, (2007); MICHAEL George TAYLOR, Kimbrell, WOODROW The WILSON Environmental INTERNATIONAL Hazards CENTER. of FOR Nanotechnology SCHOLARS, PROJECT and ON the EMERGING Applicability NANOTECHNOLOGIES, of Existing Law, REGULATING in NANOSCALE: THE PRODUCTS ISSUES OF AND NANOTECHNOLOGY: PERSPECTIVES FOR DOES THE NANO FDA HAVE CENTURY, THE TOOLS (Nigel IT NEEDS? Cameron, (2006); ed. American 2007); George Bar Association, Kimbrell, Nanomaterial Section of Environment, Consumer Products Energy, and FDA and Regulation: Resources, Regulatory Nanotechnology Challenges Project, and Necessary at Amendments, 3 NANO L. & BUS. 329 (2006); George Steffen Hansen Kimbrell, et al., The Limits Environmental and prospects Hazards of the of incremental Nanotechnology approach and and the Applicability the European legislation of Existing on Law, the management in NANOSCALE: of risks relating to nanomaterials, 48 REGULATORY ISSUES AND PERSPECTIVES FOR THE NANO CENTURY, (Nigel TOXICOLOGY Cameron, ed. AND 2007); PHARMACOLOGY George Kimbrell, (2007). Nanomaterial Consumer Products and FDA Regulation: Regulatory Challenges 9 Veja de maneira geral em inglês, Mihail C. Roco, National Science Foundation and National Nanotechnology and Necessary Amendments, 3 NANO L. & BUS. 329 (2006); Steffen Hansen et al., Limits and Initiative, Presentation at Science and Technology for Human Future, April 28, 2006; M. C. Roco, prospects of the incremental approach and the European legislation on the management of Nanotechnology s Future, SCIENTIFIC AMERICAN Aug risks relating to nanomaterials, 48 REGULATORY TOXICOLOGY AND PHARMACOLOGY (2007). 10 Veja em inglês, J. CLARENCE DAVIES, WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER FOR SCHOLARS, 9 See generally Mihail C. Roco, National Science Foundation and National Nanotechnology PROJECT ON EMERGING NANOTECHNOLOGIES, EPA AND NANOTECHNOLOGY: OVERSIGHT FOR THE Initiative, 21ST CENTURY Presentation 32 (2007) at Science ( What and I have Technology described for in this Human section Future, is the April entire 28, experience that EPA has 2006; M. C. Roco, Nanotechnology s Future, SCIENTIFIC AMERICAN reported to date with regulating nano. One would not guess, Aug. based on this experience, that nano is a major 10 J. CLARENCE DAVIES, WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER FOR SCHOLARS, PROJECT ON EMERGING new technology being commercialized at a very rapid pace. Rather, it refl ects the rapidly widening gap NANOTECHNOLOGIES, between the adoption EPA of AND the NANOTECHNOLOGY: technology in the OVERSIGHT private sector FOR THE and 21 the ST CENTURY government s 32 (2007) lagging ( What attempts to I understand have described nano in and this to ensure section that is the it does entire not experience harm humans that and EPA the has environment. ); reported to date George with Kimbrell, regulating Nanomaterial nano. Consumer One would Products not and guess, FDA based Regulation: this Regulatory experience, Challenges that nano and is a Necessary major new Amendments, 3 technology NANO L. & BUS. being 329 commercialized (2006). at a very rapid pace. Rather, it reflects the rapidly widening 11 gap Veja between a nota 8 anterior. the adoption of the technology in the private sector and the government s 12 lagging Veja em attempts inglês, THE to ALLIANZ understand GROUP nano AND and THE to ensure ORGANISATION that it does FOR not ECONOMIC harm humans CO-OPERATION and the AND environment. ); DEVELOPMENT, SMALL George SIZES Kimbrell, THAT Nanomaterial MATTER: OPPORTUNITIES Consumer Products AND RISKS and OF FDA NANOTECHNOLOGIES, Regulation: Regulatory 6.4 (2005) Challenges ( Experts are and overwhelmingly Necessary Amendments, of the opinion 3 NANO that the L. & adverse BUS. 329 effects (2006). of nanoparticles cannot be 11 See reliably note predicted 8 supra. or derived from the known toxicity of the bulk material. ); EUROPEAN COMMISSION S 12 THE SCIENTIFIC ALLIANZ GROUP COMMITTEE AND THE ON ORGANISATION EMERGING FOR AND ECONOMIC NEWLY CO-OPERATION IDENTIFIED AND HEALTH DEVELOPMENT, RISKS (SCENIHR), SMALL SIZES OPINION THAT MATTER: ON THE OPPORTUNITIES APPROPRIATENESS AND RISKS OF OF EXISTING NANOTECHNOLOGIES, METHODOLOGIES 6.4 (2005) TO ASSESS ( Experts THE POTENTIAL are overwhelmingly RISKS ASSOCIATED of the WITH opinion ENGINEERED that the AND adverse ADVENTITIOUS effects of nanoparticles PRODUCTS cannot OF NANOTECHNOLOGIES, be reliably predicted 6 or (2005) derived ( Experts from are the of the known unanimous toxicity opinion of the that bulk the material. ); adverse effects EUROPEAN of nanoparticles COMMISSION S cannot SCIENTIFIC be predicted COMMITTEE (or ON derived) EMERGING from AND NEWLY the known IDENTIFIED toxicity HEALTH of material RISKS (SCENIHR), of macroscopic OPINION size, ON which THE APPROPRIATENESS obey the laws OF EXISTING of classical METHODOLOGIES physics. ); TO ASSESS Royal THE Society POTENTIAL Report, supra RISKS ASSOCIATED note 6 at WITH 49 ENGINEERED ( Free particles AND ADVENTITIOUS in the nanometre PRODUCTS OF size NANOTECHNOLOGIES, range do raise 6 health, (2005) environmental, ( Experts are and of the safety unanimous concerns and opinion their that toxicology the adverse cannot effects be inferred of nanoparticles from that of cannot particles be of predicted the same (or chemical derived) at a from larger the size. ); known TRAN toxicity ET AL., of A material SCOPING of STUDY macroscopic TO IDENTIFY size, which HAZARD obey DATA the NEEDS laws of FOR classical DRESSING physics. ); THE RISKS PRESENTED BY NANOPARTICLES AND NANOTUBES, INSTITUTE OF OCCUPATIONAL MEDICINE 34 Royal Society Report, supra note 6 at 49 ( Free particles in the nanometre size range do raise health, (2005), at 34 ( Because of their size and the ways they are used, [engineered nanomaterials] have specific environmental, and safety concerns and their toxicology cannot be inferred from that of particles of the physical-chemical properties and therefore may behave differently from their parent materials when released same chemical at a larger size. ); TRAN ET AL., A SCOPING STUDY TO IDENTIFY HAZARD DATA NEEDS FOR ADDRESSING and interact differently with living systems. It is accepted, therefore, that it is not possible to infer the safety of THE RISKS PRESENTED BY NANOPARTICLES AND NANOTUBES, INSTITUTE OF OCCUPATIONAL MEDICINE 34 (2005), at nanomaterials by using information derived from the bulk parent material. ) Veja ( Because em inglês, of Andrew their size Maynard, and the Nanotechnology: ways they are The used, Next [engineered Big Thing, or nanomaterials] Much Ado about have Nothing?, specific 51 physical-chemical ANNALS OF OCCUPATIONAL properties HYGIENE and therefore 1, 7 (2006); may behave Nel et differently al., supra note from 6; Oberdörster their parent et materials al., Principles when released for Characterizing and interact the Potential differently Human with Health living Effects systems. From It is Exposure accepted, to therefore, Nanomaterials: that it Elements is not possible of a to Screening infer the Strategy, safety 2 of PARTICLE nanomaterials AND FIBRE by using TOXICOLOGY information 8, 1.0 derived (2005). from Additional the bulk tests parent should material. ). include 13 Andrew testing for Maynard, pharmacological Nanotechnology: properties; The absorption, Next Big distribution, Thing, or metabolism, Much Ado about excretion Nothing?, studies; 51 genotoxicity; ANNALS OF effects OCCUPATIONAL on the development HYGIENE 1, of 7 embryonic (2006); Nel and et fetal al., organisms, supra note immunotoxicity, 6; Oberdörster and et al., carcinogenicity. Principles for Physicochemical properties the Potential additional Human to size, including Health Effects shape, From surface Exposure structure, to polarity Nanomaterials: etc, infl uence Elements the toxicity of a Characterizing Screening of nanomaterials Strategy, and 2 therefore PARTICLE AND must FIBRE also TOXICOLOGY be assessed. 8, Exposure 1.0 (2005). metrics Additional must include tests surface should area, include number testing and for concentration pharmacological of particles properties; not just mass. absorption, Jaydee Hanson, distribution, Nano metabolism, Matters: Environmental excretion and studies; Safety genotoxicity; Concerns, effects Speech on to Nanotechnology the development and of Biotechnology embryonic and in Society fetal organisms, Conference, immunotoxicity, (Mar. 29, 2006). and Physico-chemical carcinogenicity. Physico-chemical properties additional properties to size, including additional shape, to size, surface including structure, shape, polarity surface etc, infl structure, uence the polarity toxicity etc, of influence nanomaterials the toxicity and therefore of nanomaterials must also be assessed. and therefore Exposure must metrics also be must assessed. include Exposure surface area, metrics number must and include concentration surface of area, particles number not just and mass. concentration of particles not just mass. Jaydee Hanson, Nano 14 Matters: Veja o exemplo Environmental em inglês, and THE Safety ROYAL Concerns, SOCIETY Speech AND THE to Nanotechnology ROYAL ACADEMY and OF ENGINEERING, Biotechnology in Society Conference, NANOSCIENCE (Mar. AND 29, NANOTECHNOLOGIES: 2006). Physico-chemical OPPORTUNITIES properties additional AND UNCERTAINTIES to size, including 6, 43, shape, 73, surface structure, 83 (2004); polarity NRDC et etc, al., influence Comments the to toxicity EPA, Re: of EPA nanomaterials Proposal to regulate and therefore nanomaterials must also through be assessed. a Exposure voluntary metrics pilot program, must include Docket ID: surface OPPT , area, number July and 5, concentration 2005; ICTA et of al., particles Petition not to just mass. 14 See, FDA e.g., on Regulation THE ROYAL of SOCIETY Nanomaterial AND THE ROYAL Products, ACADEMY FDA OF Docket ENGINEERING, 2006P- NANOSCIENCE 0210/CP1, May AND 2006, NANOTECHNOLOGIES: at OPPORTUNITIES AND UNCERTAINTIES 6, 43, 73, 83 (2004); NRDC al., Comments to EPA, Re: EPA Proposal to regulate nanomaterials through a voluntary pilot program, Docket ID: OPPT , July

16 14 Princípios para a supervisão de 15 5, Veja 2005; o exemplo ICTA et em al., inglês, Petition British to FDA Department on Regulation for Environment, of Nanomaterial Food, and Products, Rural Affairs, FDA Docket 2006P- 0210/CP1, May 2006, at (voluntary program launched in September 2006, 15 See, and as e.g., of April British 2007, Department has received for Environment, only six submissions) Food, and Rural Affairs, 16 gov.uk/environmental/nanotech Veja em inglês, J. CLARENCE DAVIES, (voluntary WOODROW program WILSON launched INTERNATIONAL in September CENTER FOR SCHOLARS, 2006, PROJECT and ON as EMERGING of April 2007, NANOTECHNOLOGIES, has received only six EPA submissions). AND NANOTECHNOLOGY: OVERSIGHT FOR THE 16 J. 21ST CLARENCE CENTURY. DAVIES, 18 WOODROW (2007) ( It WILSON is hard INTERNATIONAL to see what CENTER will motivate FOR SCHOLARS, manufacturers PROJECT ON to carry out chronic and EMERGING environmental NANOTECHNOLOGIES, testing if regulation EPA AND does NANOTECHNOLOGY: not require it. ). OVERSIGHT FOR THE 21 ST CENTURY 17 Veja 18 (2007) em inglês, ( It JANE is hard MACOUBRIE, to see what WOODROW will motivate WILSON manufacturers INTERNATIONAL to carry CENTER out FOR SCHOLARS, chronic and PROJECT environmental ON EMERGING testing if NANOTECHNOLOGIES, regulation does not require INFORMED it. ). PUBLIC PERCEPTIONS OF 17 NANOTECHNOLOGY JANE MACOUBRIE, AND TRUST IN GOVERNMENT 14 (2005). WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER FOR SCHOLARS, PROJECT ON EMERGING 18 Veja em inglês por ex., The Royal Society and the Royal Academy of Engineering, Nanoscience and NANOTECHNOLOGIES, INFORMED PUBLIC PERCEPTIONS OF NANOTECHNOLOGY AND TRUST IN GOVERNMENT 14 (2005). nanotechnologies: Opportunities and uncertainties 36, (2004); Oberdörster et al., Principles for 18 See, e.g., THE ROYAL SOCIETY AND THE ROYAL ACADEMY OF ENGINEERING, NANOSCIENCE AND NANOTECHNOLOGIES: Characterizing the Potential Human Health Effects From Exposure to Nanomaterials: Elements of a Screening OPPORTUNITIES AND UNCERTAINTIES 36, (2004); Oberdörster et al., Principles for Strategy, 2 Particle and Fibre Toxicology 8, 29 (2005). Characterizing the Potential Human Health Effects From Exposure to Nanomaterials: 19 Veja em inglês, Holsapple et al., Research Strategies for Safety Evaluation of Nanomaterials, Part II: Elements of a Screening Strategy, 2 PARTICLE AND FIBRE TOXICOLOGY Toxicological and Safety Evaluation of Nanomaterials, Current Challenges 8, 29 (2005). and Data Needs, 88 Toxicological 19 See, Sciences e.g., 12 Holsapple (2005) et al., Research Strategies for Safety Evaluation of 20 Nanomaterials, I d. at 829, 837. Part II: Toxicological and Safety Evaluation of Nanomaterials, 21 Current Veja em inglês, Challenges Monteiro-Riviere and Data Needs, N. et al., 88 TOXICOLOGICAL Penetration of SCIENCES Intact Skin 12 by (2005). Quantum Dots with Diverse 20 Id. Physicochemical at 829, 837. Properties, 91 Toxicological Sciences 159 (2006); Rouse J et al., Effects of Mechanical 21 Monteiro-Riviere Flexion the Penetration N. et al., of Penetration Fullerene Amino of Intact Acid-Derivatized Skin by Quantum Peptide Dots Nanoparticles with Diverse through Skin, 7(1) Physicochemical Nano Letters 155 (2007). Properties, 91 TOXICOLOGICAL SCIENCES 159 (2006); Rouse J et al., 22 Effects Veja em of inglês, Mechanical Monteiro-Riviere Flexion on N. the et al., Penetration Skin Penetration of Fullerene of Fullerene Amino Substituted Acid-Derivatized Amino Acids and their Peptide Interactions Nanoparticles with Human through Epidermal Skin, Keratinocytes, 7(1) NANO LETTERS 827 The 155 Toxicologist (2007). 168 (2006) Monteiro-Riviere Veja em inglês, Rouse N. et J. et al., al., Skin Effects Penetration of Mechanical of Fullerene Flexion Substituted on the Penetration Amino of Acids Fullerene and their Amino Acid- Interactions Derivatized Peptide with Human Nanoparticles Epidermal through Keratinocytes, Skin, 7(1) NaNo 827 THE Letters TOXICOLOGIST 155 (2007). 168 (2006) Rouse Veja em J. inglês, et al., Toll Effects R. et of al., Mechanical Penetration Flexion Profile on of Microspheres the Penetration in Follicular of Fullerene Targeting Amino of Acid- Terminal Hair Derivatized Follicles, 123 Peptide The Journal Nanoparticles of Investigative through Dermatology, Skin, 7(1) 168 NANO (2004). LETTERS 155 (2007) Toll Veja R. em et inglês, al., Penetration Florence A. Profile et al., Transcytosis of Microspheres of Nanoparticle in Follicular and Targeting Dendrimers of Terminal Delivery Systems: Evolving Hair Vistas, Follicles, 50 Adv Drug 123 THE Deliv JOURNAL Rev S69 OF (2001); INVESTIGATIVE Hussain DERMATOLOGY, N. et al., Recent 168 (2004). Advances in the Understanding of Uptake 25 Florence of Microparticulates A. et al., Transcytosis Across the Gastrointestinal of Nanoparticle Lymphatics, and Dendrimers 50 Adv Delivery Drug Deliv Systems: Rev 107 Evolving (2001); Vistas, Hillyer J. F. 50 et al., ADV Gastrointestinal DRUG DELIV REV persorption S69 (2001); and Hussain tissue distribution N. et al., Recent of differently Advances sized in the colloidal Understanding gold nanoparticles, 90 J of Pharm Uptake Sci of Microparticulates (2001). Across the Gastrointestinal Lymphatics, 50 ADV DRUG DELIV 26 Veja REV 107 em inglês, (2001); Oberdörster Hillyer J. F. et et al., al., Nanotoxicology: Gastrointestinal An persorption Emerging Discipline and tissue From distribution Studies of of Ultrafine Particles, differently 113 Environmental sized colloidal Health Perspectives gold nanoparticles, (2005). J PHARM SCI (2001). 27 Veja em inglês, Borm PJ, Kreyling, W, Toxicological hazards of inhaled nanoparticles--potential implications for 26 See, e.g., Oberdörster et al., Nanotoxicology: An Emerging Discipline From Studies drug delivery, 4 J Nanosci Nanotechnol (2004). of Ultrafine Particles, 113 ENVIRONMENTAL HEALTH PERSPECTIVES (2005). 28 Veja em inglês, Rick Weiss, Nanotechnology Risks Unknown; Insufficient Attention Paid to Potential Dangers, 27 Borm PJ, Kreyling, W, Toxicological hazards of inhaled nanoparticles--potential Report Says, Wash. Post, Sept. 26, 2006, at A12. implications for drug delivery, 4 J NANOSCI NANOTECHNOL (2004). 29 Veja em inglês, Mihail C. Roco, Nanotechnology s Future, Scientific American, Aug See, Veja em e.g., inglês, Rick Weiss, Occupational Nanotechnology Safety and Health Risks Unknown; Act (OSHA) Insufficient standards (29 Attention CFR). Specific Paid attention should to be Potential given to Hazard Dangers, Communication Report Says, WASH. ( ), POST, Sept. Respiratory 26, 2006, Protection at A12. ( ), Personal Protective 29 See, Equipment e.g., Mihail ( ), C. Roco, Access Nanotechnology s to Medical And Future, Exposure SCIENTIFIC Records AMERICAN, ( ), Aug Hazardous Chemicals in 30 See Laboratories Occupational ( ), Safety and and Health Chemical-specific Act (OSHA) standards where (29 CFR). applicable Specific (1910, attention Subpart should Z). be given 31 to Veja Hazard em inglês, Communication A lifecycle assessment ( ), is the systematic Respiratory analysis Protection of the ( ), resources usages Personal (e.g., Protective energy, water, Equipment raw materials) ( ), and the emissions Access over to Medical the complete And Exposure supply chain Records from ( ), the cradle of primary Hazardous resources Chemicals to in the Laboratories grave of recycling ( ), or disposal. and THE Chemical-specific ROYAL SOCIETY standards AND THE where ROYAL applicable ACADEMY (1910, OF ENGINEERING, Subpart Z). 31 A NANOSCIENCE lifecycle assessment AND NANOTECHNOLOGIES: is the systematic analysis OPPORTUNITIES of the resources AND usages UNCERTAINTIES (e.g., energy, 32 water, (2004). 32 raw Veja materials) o exemplo em and inglês, the emissions THE ROYAL over SOCIETY the complete AND THE supply ROYAL chain ACADEMY from the OF cradle ENGINEERING, of primary resources NANOSCIENCE to the AND grave NANOTECHNOLOGIES: of recycling or disposal. OPPORTUNITIES THE ROYAL SOCIETY AND AND UNCERTAINTIES THE ROYAL ACADEMY 46 (2004) OF ( Any ENGINEERING, widespread use NANOSCIENCE of nanoparticles AND NANOTECHNOLOGIES: in products such OPPORTUNITIES as medicines AND (if the UNCERTAINTIES particles are 32 excreted (2004). from the body 32 See, rather e.g., than THE biodegraded) ROYAL SOCIETY and AND cosmetics THE ROYAL (that ACADEMY are washed OF ENGINEERING, off) will present NANOSCIENCE a diffuse AND source NANOTECHNOLOGIES: of nanoparticles to OPPORTUNITIES the environment, AND UNCERTAINTIES for example 46 through (2004) the ( Any sewage widespread system. Whether use of this nanoparticles presents a risk in products to the environment such as medicines will depend (if on the particles toxicity of are nanoparticles excreted from to organisms, the body rather about than which biodegraded) almost nothing and is cosmetics known, and (that are the quantities washed off) that will are present discharged. ) a diffuse (emphasis source added); of nanoparticles see, also Wardak to the et environment, al., The Product for Life example Cycle through and the Challenges sewage to system. Nanotechnology Whether this Regulation, presents 3 a NANOTECHNOLOGY risk to the environment LAW will & BUSINESS depend on 507 the (2006). toxicity Scientifi of nanoparticles c experts estimated to organisms, that it might about take which until almost 2012 nothing to have is known, the ability and the to evaluate quantities the that impact are of discharged. ) engineered (emphasis nanomaterials added); from cradle see, also to Wardak grave. Maynard et al., The et al., Product Safe Handling Life Cycle of and Nanotechnology, Challenges to Vol Nanotechnology 444 NATURE 267- Regulation, 69 (November 3 16, 2006). NANOTECHNOLOGY LAW & BUSINESS 507 (2006). Scientific experts estimated that it might 33 take Veja o until exemplo 2012 em to inglês, have the U.S. ability ENVIRONMENTAL to evaluate the PROTECTION impact of engineered AGENCY, NANOTECHNOLOGY nanomaterials from WHITE cradle PAPER 11 (2006). to grave. Maynard et al., Safe Handling of Nanotechnology, Vol 444 NATURE (November 16, 2006). 34 Veja em inglês,yang L. et al., Particle surface characteristics may play an important role in phytotoxicity of 33 See, e.g., U.S. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY, NANOTECHNOLOGY WHITE PAPER 11 (2006). alumina nanoparticles, 158(2) TOXICOL LETT (2005).

17 Princípios para a supervisão de Yang Veja em L. et inglês,templeton al., Particle surface R. et characteristics al., Life-cycle Effects may play of Single-Walled an important Carbon role in Nanotubes (SWNTs) on an phytotoxicity Estuarine Meiobenthic of alumina Copepod, nanoparticles, 40 ENVIRONMENTAL 158(2) TOXICOL SCIENCE LETT AND TECHNOLOGY (2005) (2006) Templeton R. SENJEN, FRIENDS R. et al., Life-cycle OF THE EARTH Effects AUSTRALIA, of Single-Walled NANOSILVER Carbon A Nanotubes THREAT TO (SWNTs) SOIL, WATER on an AND HUMAN Estuarine HEALTH?, Meiobenthic (2007) available Copepod, at 40 ENVIRONMENTAL SCIENCE J. SASS, AND NATURAL TECHNOLOGY RESOURCES DEFENSE. (2006). COUNCIL, 36 R. NANOTECHNOLOGY S SENJEN, FRIENDS OF THE INVISIBLE EARTH AUSTRALIA, THREAT NANOSILVER (2007). A THREAT TO SOIL, WATER AND 37 HUMAN Veja o exemplo HEALTH?, em (2007) inglês, available THE ROYAL at SOCIETY AND THE ROYAL J. ACADEMY SASS, NATURAL OF ENGINEERING, NANOSCIENCE AND RESOURCES DEFENSE COUNCIL, NANOTECHNOLOGIES: OPPORTUNITIES NANOTECHNOLOGY S INVISIBLE THREAT (2007). AND UNCERTAINTIES 46 (2004) See, Veja e.g., o exemplo em inglês, Rick Weiss, Nanotechnology THE ROYAL SOCIETY AND THE ROYAL ACADEMY OF ENGINEERING, Risks Unknown; Insuffi cient Attention Paid to NANOSCIENCE Potential AND NANOTECHNOLOGIES: Dangers, Report Says, WASH. POST, Sept. 26, 2006, OPPORTUNITIES AND UNCERTAINTIES 46 (2004). at A Veja em geral, ANDREW MAYNARD, WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER. FOR SCHOLARS, 38 See, e.g., Rick Weiss, Nanotechnology Risks Unknown; Insufficient Attention Paid PROJECT ON EMERGING NANOTECHNOLOGIES, NANOTECHNOLOGY: A RESEARCH STRATEGY FOR to Potential Dangers, Report Says, WASH. POST, Sept. 26, 2006, at A12. ADDRESSING RISK (2006). 39 See generally ANDREW MAYNARD, WOODROW WILSON INTERNATIONAL CENTER. FOR SCHOLARS, PROJECT ON 40 Veja em inglês,george Kimbrell, The Environmental Hazards of Nanotechnology and the Applicability of EMERGING NANOTECHNOLOGIES, NANOTECHNOLOGY: A RESEARCH STRATEGY FOR ADDRESSING RISK (2006). Existing Law, in NANOSCALE: ISSUES AND PERSPECTIVES FOR THE NANO CENTURY, (Nigel Cameron, ed. 40 George 2007); J. Kimbrell, CLARENCE The DAVIES, Environmental WOODROW Hazards WILSON of Nanotechnology INTERNATIONAL and CENTER the Applicability FOR SCHOLARS, of PROJECT ON Existing Law, in NANOSCALE: ISSUES AND PERSPECTIVES FOR THE EMERGING NANOTECHNOLOGIES, EPA AND NANOTECHNOLOGY: CENTURY, OVERSIGHT (Nigel Cameron, FOR THE 21ST CENTURY ed. (2007); 2007); American J. CLARENCE Bar Association, DAVIES, WOODROW Section WILSON of Environment, INTERNATIONAL Energy, CENTER and FOR Resources, SCHOLARS, Nanotechnology PROJECT Project, ON (2006), EMERGING at NANOTECHNOLOGIES, EPA AND NANOTECHNOLOGY: OVERSIGHT FOR THE 21ST CENTURY 41 (2007); Veja em inglês, American DAN Bar KAHAN Association, et al., WOODROW Section of Environment, WILSON INTERNATIONAL Energy, and Resources, CENTER FOR SCHOLARS, Nanotechnology PROJECT ON EMERGING Project, NANOTECHNOLOGIES, (2006), at NANOTECHNOLOGY RISK PERCEPTIONS 2 (2006) 41 DAN ( Consistent KAHAN ET with AL., WOODROW past surveys WILSON (Peter INTERNATIONAL D. Hart Research CENTER Associates, FOR SCHOLARS, 2006), PROJECT the results ON EMERGING suggested that Americans NANOTECHNOLOGIES, are largely uninformed NANOTECHNOLOGY about nanotechnology: RISK PERCEPTIONS 81% of 2 (2006) subjects ( Consistent reported having with heard past either surveys nothing (Peter at D. all Hart (53%) Research or just Associates, a little (28%) 2006), about the nanotechnology results suggested prior that to Americans being surveyed, are largely and only uninformed 5% reported about having nanotechnology: heard a lot. ). 81% of subjects reported having heard either nothing at all (53%) or just a little 42 (28%) Veja em about inglês, nanotechnology CONSUMER REPORTS, prior to NANOTECHNOLOGY: being surveyed, and UNKNOWN only 5% reported PROMISE, having UNKNOWN heard a RISK lot. ) See. (2007) e.g., (Consumer CONSUMER Reports REPORTS, asked an NANOTECHNOLOGY: outside lab to test UNKNOWN for nanoparticles PROMISE, UNKNOWN of zinc oxide RISK and 40 titanium dioxide in (2007) eight sunscreens (Consumer that Reports listed either asked compound an outside on lab their to label. test for All nanoparticles eight contained of the zinc nanoparticles, oxide and yet only one titanium disclosed dioxide that use of in nanotechnology). eight sunscreens that listed either compound on their label. All eight 43 contained Veja em inglês, the nanoparticles, Paraco Inc v. Dept yet of only Agriculture, one disclosed 118 Cal. that App. use 2d of 348, nanotechnology) (1953) (holding that the 43 See, public e.g., have Paraco a right Inc to v. know Dept of what Agriculture, they are buying ); 118 Cal. Fredrick App. 2d H. 348, Degnan, The (1953) Food Label (holding and the Rightto-Know, the public 52 Food have & Drug a right L.J. to 49, know 50 (1997) what they (Pursuant are buying ); to the consumer s Fredrick right H. Degnan, to know, The the public has a that Food basic right Label to and know the any Right-to-Know, fact it deems important 52 Food & about Drug food L.J. 49, or a 50 commodity (1997) (Pursuant before being to the forced to make a consumer s purchasing decision. ). right to know, the public has a basic right to know any fact it deems important 44 about United food Nations or a Economic commodity Commission before being for Europe forced (UNECE), to make a AARHUS purchasing CONVENTION, decision. ). CONVENTION ON ACCES TO INFORMATION, PUBLIC PARTICIPATION IN DECISION-MAKING AND ACCES TO JUSTICE IN 44 United Nations Economic Commission for Europe (UNECE), AARHUS CONVENTION, ENVIRONMENTAL MATTERS, adopted June 25, CONVENTION ON ACCESS TO INFORMATION, PUBLIC PARTICIPATION IN DECISION-MAKING AND 45 Veja em inglês, National Science and Technology Council, National Nanotechnology Initiative, ACCESS TO JUSTICE IN ENVIRONMENTAL MATTERS, adopted June 25, Nanotechnology: Shaping the World Atom by Atom 4 (1999) (proclaiming nanotechnology as a likely 45 See, e.g., NATIONAL SCIENCE AND TECHNOLOGY COUNCIL, NATIONAL NANOTECHNOLOGY INITIATIVE, NANOTECHNOLOGY: launch pad to a new technological era because it focuses on perhaps the final engineering scales people SHAPING THE WORLD ATOM BY ATOM have yet to master. ); id. at 8 ( If present 4 (1999) trends (proclaiming in nanoscience nanotechnology and nanotechnology as a likely continue, launch most pad aspects to of a everyday new technological life are subject era to because change. ); it focuses id. ( The on total perhaps societal the impact final engineering of nanotechnology scales people is expected have to yet be much to master. ); greater than id. at that 8 ( If of the present silicon trends integrated in nanoscience circuit because and it nanotechnology is applicable in many continue, more most fields than aspects just electronics. ); of everyday id. life at 1 are (stating subject the to nanotechnology change. ); id. ( The revolution total will societal result impact in unprecedented of nanotechnology control is over expected the material to be world. ); much greater see also than Asia-Pacific that of the Economic silicon integrated Cooperation circuit Industrial because Science it is and applicable Technology in many Working more Group, fields Nanotechnology: than just electronics. ); The technology id. at 1 for (stating the 21st the Century. nanotechnology Vol II: The Full revolution Report 24 will (2002), result in ( If unprecedented nanotechnology control is going over to revolutionize the material manufacturing, world. ); see also health ASIA-PACIFIC care, energy ECONOMIC supply, COOPERATION communications INDUSTRIAL and probably SCIENCE defense, AND TECHNOLOGY then it will transform WORKING GROUP, labor and NANOTECHNOLOGY: the workplace, THE the medical TECHNOLOGY system, FOR THE the 21ST transportation CENTURY. VOL and II: power THE FULL infrastructures REPORT 24 and (2002), the military. ( If nanotechnology None of these latter is going will be to changed revolutionize without manufacturing, significant social health disruption. ). care, energy supply, communications and probably defense, then it will transform labor 46 and Veja the o exemplo workplace, em inglês, the medical THE SOUTH system, CENTRE, the transportation THE POTENTIAL and IMPACT power OF infrastructures NANOTECHNOLOGIES and the ON military. COMMODITY None MARKETS: of these THE latter IMPLICATIONS will be changed FOR without COMMODITY significant DEPENDENT social disruption. ). DEVELOPING COUNTRIES 46 See, (2005). e.g., THE SOUTH CENTRE, THE POTENTIAL IMPACT OF NANOTECHNOLOGIES ON COMMODITY 47 MARKETS: Veja em inglês, THE IMPLICATIONS Richard E. FOR Sclove COMMODITY et al., Community-Based DEPENDENT DEVELOPING Research COUNTRIES in the (2005). United States: An Introductory 47 Richard Reconnaisance E. Sclove (1998). et al., Community-Based Research in the United 48 States: Veja em An inglês, Introductory 2006, Reconnaisance the United States (1998). government allocated 33% of the US$1.3 billion National 48 In Nanotechnology 2006, the United Initiative States budget government to military allocated applications. 33% of However the US$1.3 the Woodrow billion National Wilson Nanotechnology Center estimated Initiative that only US$11 budget million to military (0.85% applications. of the 2006 However NNI budget) the Woodrow was dedicated Wilson to highly Center relevant estimated research that into only health US$11 and environment million (0.85% risks. of At the a nanotechnology 2006 NNI budget) workshop was dedicated held in 2005 to highly by the United relevant Kingdom s research Royal into Society health and and the Science environment Council risks. of Japan, At a nanotechnology representatives from workshop the United held States in 2005 National by the Science United Foundation indicated that they would spend only US$7.5 million (0.58% of the 2006 NNI budget) on research into Kingdom s Royal Society and the Science Council of Japan, representatives from the United States nanotechnology s ethical, legal and social issues National Science Foundation indicated that they would spend only US$7.5 million (0.58% of 49 See note 45 supra. the 2006 NNI budget) on research into nanotechnology s ethical, legal and social issues.

18 16 Princípios para a supervisão de Original Signatories Acción Ecológica (Ecuador) African Centre for Biosafety American Federation of Labor and Congress of Industrial Organizations (U.S.) Bakery, Confectionery, Tobacco Workers and Grain Millers International Union Beyond Pesticides (U.S.) Biological Farmers of Australia Canadian Environmental Law Association Center for Biological Diversity (U.S.) Center for Community Action and Environmental Justice (U.S.) Center for Food Safety (U.S.) Center for Environmental Health (U.S.) Center for Genetics and Society (U.S.) Center for the Study of Responsive Law (U.S.) Clean Production Action (Canada) Ecological Club Eremurus (Russia) EcoNexus (United Kingdom) Edmonds Institute (U.S.) Environmental Research Foundation (U.S.) Essential Action (U.S.) ETC Group (Canada) Forum for Biotechnology and Food Security (India) Friends of the Earth Australia Friends of the Earth Europe Friends of the Earth United States GeneEthics (Australia) Greenpeace (U.S.) Health and Environment Alliance (Belgium) India Institute for Critical Action-Centre in Movement Institute for Agriculture and Trade Policy (U.S.) Institute for Sustainable Development (Ethiopia) International Center for Technology Assessment (U.S.) International Society of Doctors for the Environment (Austria) International Trade Union Confederation International Union of Food, Agricultural, Hotel, Restaurant, Catering, Tobacco and Allied Workers Associations Loka Institute (U.S.) National Toxics Network (Australia) Public Employees for Environmental Responsibility (U.S.) Science and Environmental Health Network (U.S.) Silicon Valley Toxics Coalition (U.S.) Tebtebba Foundation - Indigenous Peoples International Centre for Policy Research and Education (Philippines) The Soils Association (United Kingdom) Third World Network (China) United Steelworkers (U.S.) Vivagora (France) Post-release Signatories (as of October 8, 2008) Institute for Inquiry (U.S.) Mother Earth Foundation - Philippines International Science Oversight Board (U.S.) International Environmental Intelligence Agency (U.S.) Physicians and Scientists for Responsible Genetics (New Zealand) Center for Encounter and active Non-Violence (Austria) Observatori del Deute en la Globalització (Spain) Centro de Información y Servicios de Asesoria en Salud (Nicaragua) Comité Regional de Promoción de Salud Comunitaria, Centroamérica Movimiento de MOMS - Making Our Milk Safe (U.S.) Salud de los Pueblos (Latin America) Partners for the Land and Agricultural Needs of Traditional Peoples (U.S.) Sustainlabour - International Labour Foundation for Sustainable Development (Spain) Agricultural Missions (U.S.) Greenpeace International The Latin American Nanotechnology & Society Network (ReLANS - Red Latinoamericana de Nanotecnología y Sociedad) Citizens Against Chemicals Pollution (Japan) Citizens Coalition on Nanotechnology (U.S.) Australian Council of Trade Unions Saskatchewan Network for Alternatives to Pesticides (Canada) Foundation Sciences Citoyennes (France) South African Council of Churches Bund für Umwelt und Naturschutz Deutschland (BUND) Bundesverband Bürgerinitiativen Umweltschutz (BBU) Canadian Institute for Environmental Law and Policy (CIELAP) Public Interest Lawyers (UK) European Environmental Bureau (EEB) Organic Consumers Association (U.S.) Food and Water Watch (U.S.) Rede Brasileira de Pesquisas em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente (Brasil)

19

20 NanoAction Project International Center for Technology Assessment 660 Pennsylvania Avenue, SE Suite 302 Washington DC (202) Printed on 100% recycled paper

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