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1 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :33 Page 01

2 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :33 Page 02 Editorial Caminho próprio A resposta ideal às necessidades específicas ligadas ao seu setor de atividade. Solução tecnológica de gestão de armazém (WMS) voltada aos mercados: Bens de consumo Varejista Indústria tétil Luo Cadeia do frio Químico Farmacêutico Cosmético Granel... Uma modularidade otimizada para diferentes modos de aplicabilidade : Fluo de estocagem Fluo de troca Breakdown Cross-docking Rastreabilidade Copacking Voice picking RFID Gestão dos recursos Sistemas de manutenção... Mais de 700 sites em operação no mundo. Do abastecimento à distribuição, o Infolog oferece as ferramentas ideais para a melhor modelagem do seu Supply Chain. Ao seu lado, uma equipe de especialistas assessora sua empresa na melhor maneira de adaptar nossa solução às necessidades de seu negócio com o objetivo de otimizar os fluos reduzindo custos. Com acesso via internet, adaptado ao RFID e integrado com as tecnologias mais modernas, as soluções INFOLOG Suite são evolutivas e estão disponíveis em vários ambientes informáticos. Além do mais, sua empresa aproveita-se do fato da solução estar continuamente atualizada para continuar competitiva, agora e sempre. O sucesso logístico ao seu alcance. Editorial Recentemente, uma sigla chamou a atenção do mundo: BRIC iniciais dos países Brasil, Rússia, Índia e China, países emergentes que, percebem os analistas internacionais, vão transformar a economia mundial. Certamente em algumas décadas teremos um panorama muito diferente de hoje, alertam, acrescentando o peso das decisões econômicas em cada uma das nações. Para começar, os milhões de novos consumidores inseridos no mercado global certamente alterarão e muito não só a economia como um todo, mas particularmente as atividades logísticas. Elas necessitarão ser eficientes, mais do que nunca globalizadas, e sensíveis às mudanças. O professor da Universidade de Michigan e um dos maiores teóricos da administração, C.K. Prahalad declarou à revista Eame, em agosto deste ano, que a China ou a Índia não devem servir de modelo para os rumos brasileiros. Nós também acreditamos nisso e contribuímos, dentro do que consideramos ser nossa missão editorial com informações novas e analisadas sobre o que acontece no mundo e aqui, naturalmente. Por isso também, vamos ao mundo e trazemos o mundo aqui, logisticamente falando. A 1ª Missão Técnica TODAY Logistics & Supply Chain Benchmarking Internacional TODAY justifica-se perfeitamente dentro deste espírito. Convidamos profissionais interessados nas melhores práticas logísticas, neste caso nas da França, a conhecer as logísticas de empresas como Ferrero Rocher, Carrefour, ID Logistics Sephora e Louis Vuitton. O grupo ainda oferece vagas e é bom lembrar que um bom número garante vantagens adicionais na aquisição de produtos e serviços. Outras viagens virão, certamente, mas, como diz o jargão: a primeira é inesquecível. Além de planos futuros, esta edição traz como atrações A certificação do profissional de logística, por Paulo Sérgio de Arruda Ignácio e Orlando Fontes Lima Jr., do Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes (LALT), da Unicamp que atenderam ao pedido da Aslog, e baseando-se em pesquisas internacionais criaram o programa de certificação; MES, Manufacturing Eecution System de Ronaldo Barros, cpim, Supervisor de PCP da Niasi, empresa do ramo de cosméticos, que escreveu este artigo, fundamentando-se em sua bem-sucedida eperiência na aplicação do MES; Realizing Supply Chain Value through Visibility, ou Entendendo o Valor da Cadeia de Suprimentos por Meio da Visibilidade de Mattew Milas; e Avaliação da Cadeia Logística de Eportação de Perecíveis É Possível Eportar Peies, Flores e Frutas Perecíveis através dos Aeroportos Brasileiros com Qualidade?, de Luiz Antonio Tozi, Carlos Muller e Anderson Correia, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP). A matéria de capa traz considerações sobre os Aeroportos Industriais. Assim, se essa é sua primeira leitura, welcome on board, bienvenue à bord, benvenuti a bordo, bienvenido a bordo, bem-vindo a bordo! Leiam, critiquem, contribuam, a revista é vossa! Boa leitura! Cecília Borges Editora Rua da Paz, São Paulo SP Tel.: website: TODAY Logistics & Supply Chain - 03

3 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :33 Page 04 Sumário Sumário EPEDIENTE Matéria de Capa: Aeroportos industriais, por Eduardo Fiora. Avaliação da Cadeia Logística de Eportação de Perecíveis É Possível Eportar Peies, Flores e Frutas Perecíveis através dos Aeroportos Brasileiros com Qualidade?, por Luiz Antonio Tozi, Carlos Muller e Anderson Correia, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos Realizing Supply Chain Value through Visibility, ou Entendendo SCM por Meio da Visibilidade, por Mattew Milas O LALT, da Unicamp e a Aslog elaboraram A certificação do profissional de logística, por Paulo Sérgio de Arruda Ignácio e Orlando Fontes Lima Jr. MES, ou Manufacturing Eecution System é o tema do artigo de Ronaldo Barros, Supervisor de PCP da Niasi, empresa do ramo de cosméticos Epress As novidades dos segmentos de logística e supply chain management ano I - nº 07 - agosto 2006 Thelma Almeida Santos - Diretora Eecutiva Cecília Borges - Editora - MTb SP Antonio Neto - Editor de Arte Anna Claudia Oliveira - Assistente de Produção Antonio Carlos Perreto - Publicidade Tradutores: Luiz Macedo - Inglês Agenda Cartas/Glossário Conselho Editorial: - Cristiano Cecatto - Laurent-Frédéric Bernard - Luiz Otávio Gazineu Abdenur, CPIM - Nelson Rosário, CPIM, CSCP - Rubens E. Brambilla, CPIM, CSCP, P. Eng. Contatos: R. Fernandes Moreira, 1166 cep São Paulo - Brasil Tel: 55 (11) TODAY Logistics & Supply Chain - 04 vó teresa

4 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :34 Page 06 Capa Aeroporto industrial, alternativa de redução dos custos logísticos Cidades de perfis tão distintos como Petrolina, Campinas e Rio de Janeiro teriam algo em comum? Se formos levar essa pergunta para o campo da logística, a resposta é positiva e a presenta como elemento de ligação o conceito de Aeroporto Industrial, lançado em 2001 pela Infraero, como alternativa logística e alavanca de comércio eterior Trata-se de uma modalidade que permite a instalação no sítio aeroportuário de indústrias voltadas para a eportação, promovendo a diminuição dos custos com armazenagem, transporte e impostos. A epectativa é que o aeroporto industrial também seja, brevemente, uma realidade em Petrolina. Em 2004, a Infraero implementou obras de ampliação da pista, o que permite a operação de vôos cargueiros. Após as melhorias, as companhias aéreas demonstraram interesse em manter rotas para o aeroporto, estratégico para escoar a produção do Vale do São Francisco. O mecanismo é semelhante ao de uma zona franca. As empresas instaladas nesse equipamento recebem tratamento tributário diferenciado, tanto para a importação de componentes, como para a eportação de produtos acabados de alto valor agregado, montados no espaço do Aeroporto Industrial. É uma idéia já difundida nos Estados Unidos, Ásia e Europa, eplica coordenador do Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes (LALT), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Orlando Fontes Lima Júnior. A Instrução 241/2002 da Receita Federal normatiza a instalação de plantas industriais de alta tecnologia eportadoras e consumidoras de insumos importados dentro de aeroportos de grande porte. Nesses casos há a isenção de Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS, Cofins e ICMS desde que com autorizações específicas, acrescenta ele. Para se instalar nas zonas industriais é preciso participar de concorrência pública e não eercer atividades que comprometem o meio ambiente, nem prejudiquem a segurança das operações aeroportuárias. Também não são permitidas a produção de fumo, de armas e munições. Outra eigência é que os produtos sejam montados com os componentes importados dentro da área da zona aeroportuária e vendidos a clientes de outros países. A área de entreposto aduaneiro fica dentro dos sítios aeroportuários. A instalação de indústrias voltadas para a eportação em sítios aeroportuários traz grandes benefícios para empresários. Reduz custos com armazenagem, transporte, impostos e segu- rança. Além disso, não eige a manutenção de grandes estoques. A desvantagem é que esse sistema gera perda de arrecadação por parte dos governos estadual e esfera federal, pondera Lima Júnior. O docente da Unicamp lembra que alguns aeroportos brasileiros já estão se estruturando no sentido de operacionalizar este conceito. Um dos principais eemplos é o aeroporto de Confins em Minas Gerais, com uma grande ociosidade hoje (movimenta 27 mil t com capacidade de 40 mil t) está disponibilizando lotes de 5000 m2 em uma área de m2, que pode epandir até 1 milhão de m2, para industrias dos setores de biotecnologia, micro eletrônica, jóias, médico-hospitalar, alimentos, farmacêutico. Este projeto estima uma redução de 35% nos custos destas produções e prevê a instalação de 50 industrias quando implantado, eplica Lima Júnior. Segundo ele, o uso do transporte aéreo de cargas no Brasil ainda é muito inepressivo se comparado com as operações mundiais. Para ser ter idéia, o aeroporto de Memphis nos EUA movimenta t por ano, o que corresponde ao triplo do total movimentado em todo o Brasil em carga aérea, no mesmo período. Se considerarmos que este aeroporto americano é a base da maior empresa logística do segmento courier mundial, temos a dimensão das operações neste ramo e podemos imaginar o potencial de epansão do mercado brasileiro. Na região de Campinas, interior de São Paulo, o Aeroporto de Viracopos também se prepara para operar nesse tipo de modalidade logística. Distante 80 km da capital do Estado e ligado a ela por meio de modernas rodovias no sistema Anhanguera-Bandeirantes, Viracopos ganhou um novo Plano Diretor, contemplando obras de ampliação do terminal aeroportuário, com um espaço no atual sítio aeroportuário de 30 mil metros quadrados reservados para área industrial. Para o diretor Financeiro da Infraero (Empresa Aeroporto de Viracopos, Campinas Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), Adenauer Figueira Nunes, Capinas será beneficiada com essa transformação aeroportuária. O projeto de aeroporto industrial permitirá a instalação de empresas de alta tecnologia no seu entorno, sob um regime especial de tributação. O que pretendemos é incrementar ainda mais o volume de eportações e atender a uma reivindicação justa do setor industrial de Campinas, que quer produzir mais e, por conseqüência, trazer mais riqueza, mais progresso e mais desenvolvimento para o Brasil, afirma Figueira Nunes. A região de Campinas tem o PIB equivalente ao do Chile e a renda per-capita de seus habitantes e duas vezes superior a da Capital. A agência do Banco do Brasil no Aeroporto de Viracopos é responsável por 51% da arrecadação de taas de importação de todo o país. Com as obras de ampliação e modernização, Viracopos será, em breve, o maior aeroporto do Hemisfério Sul, com capacidade para 55 milhões de passageiros/ano, 470 mil operações e dois milhões de toneladas de carga aérea de eportação e importação, acrescenta o dirigente da Infraero. De acordo com ele, em termos aeroportuários, mais especificamente da região Sudeste, este é o único aeroporto localizado em um sítio aeroportuário que permite sua epansão. Guarulhos nasceu asfiiado pela Serra da Mantiqueira e pela cidade que o envolveu. E Congonhas, mesmo com as obras que estamos fazendo, não tem condições de operar mais do que oito milhões de passageiros/ano, o que para um aeroporto central, em termos internacionais já é uma enormidade. Integração estratégica A nova proposta de área para a construção da segunda pista de pousos e decolagens de Viracopos também foi anunciada pela Infraero. A relocação da nova pista irá manter o potencial do sítio aeroportuário de Campinas, que deve se tornar o principal centro cargueiro da América Latina; e irá minimizar o impacto social na região, decorrente da desapropriação necessária para a epansão do aeroporto. Foi realizado um trabalho técnico etremamente sério onde ficou definido o novo posicionamento da segunda pista de Viracopos, e com isso milhares de pessoas não serão retiradas das suas casas, assegura o presidente da Infraero, José Carlos Pereira. Para a prefeitura de Campinas, o projeto de um Aeroporto Industrial na cidade é visto com bons olhos. De acordo com o secretário de Finanças, Francisco Esquef, o município não pode perder a competitividade necessária de ser um pólo de inteligência. A lei, que vem sendo estudada junto ao empresariado, irá trazer incentivo fiscal e será um chamativo aos pólos de tecnologia. A cidade tem esta vocação e é necessário TODAY Logistics & Supply Chain - 06 TODAY Logistics & Supply Chain - 07

5 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :34 Page 07 Capa Cursos Aeroporto de Confins, Minas Gerais eplorá-la., avaliou. Várias empresas de diferentes setores da economia estão procurando informações da administração municipal para futuras instalações. A integração entre Viracopos, Companhia de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas, Ciatec I, e a futura Ciatec II mostra a vocação da cidade, que já é de interesse nacional, garantiu Esquef. O modelo idealizado pelo governo de Campinas para licitação das empresas aptas a ingressar no Aeroporto Industrial de Viracopos prevê que tais companhias cumpram uma série de características, que serão pontuadas e enquadradas em uma tabela que definirá qual o percentual do benefício a usufruir. Como pré-requisito, deverão atuar com prestação de serviço de biotecnologia, pesquisa, desenvolvimento, eletrônica, telecomunicações e áreas afins. Será considerado no somatório da pontuação final o fato da empresa ter recebido recursos provenientes de centros de pesquisas ou instituições como CPqD (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo); possuir patente e registro de software, entre de outras características legais. Alta Tecnologia Em Minas Gerais, o Aeroporto Industrial já é uma realidade em fase assistida. Em Confins, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves opera com esse conceito. A idéia é instalar empresas com alto valor agregado em tecnologia, que necessitam de logística para tornar ágil os processos de importação e eportação, armazenagem, montagem, manutenção e reparo. A primeira etapa do projeto do aeroporto industrial deverá envolver dez empresas. Três dessas companhias são pilotos do projeto e fabricantes do setor elétrico/eletrônico. Desde o dia 10 de julho, a Clamper, fabricante de componentes para sistema de proteção contra raios e picos de voltagem, opera a sua linha de produção no aeroporto industrial. A maior vantagem é a superlogística, a redução do tempo do processo industrial e comercial e a redução da burocracia de importação de insumos e eportação dos produtos, comemora o presidente da empresa Clamper, Aílton Ricaldoni. Os dirigentes da empresa norte-americana First Wave Brasil Comercial e Serviços, especializada em manutenção de aeronaves, já discutiram com o governador do Estado, Aécio Neves, a implantação de uma unidade no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. A planta da nova empresa, com investimentos previstos de R$ 40 milhões, faz parte do conjunto de ações do Governo de Minas para impulsionar a transformação de Confins em um aeroporto industrial. O objetivo da First Wave é instalar um centro de inspeção, manutenção e recuperação de aeronaves e componentes. O projeto deve ter início em janeiro de 2007 e a epectativa é a geração de 200 empregos diretos e outros 200 indiretos. Segundo os dirigentes da First Wave, caso o empreendimento seja mesmo concretizado, outras empresas devem se instalar no aeroporto, gerando mais postos de trabalho. Segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), Reginaldo Arcuri, os dirigentes da empresa vieram ao Brasil acompanhados do governador de Oklahoma (EUA), Brad Henry e do senador Ted Fisher. O objetivo foi o de conhecer o Aeroporto de Confins e classificaram o local como muito apropriado para o tipo de trabalho que desenvolvem. O presidente do Indi eplicou que a conclusão das negociações depende de um conjunto de avaliações econômicas específicas. Há 15 anos no mercado aeroespacial, a First Wave é considerada a número um no mundo em seu segmento, com todas as certificações e padrões de qualidade eigidos para esse tipo de indústria. Em 2005, seu faturamento chegou a U$ 170 milhões. A empresa presta serviços a todas as companhias aéreas do mundo e até para a Nasa. Além da matriz, tem filiais em Miami, Dubai, Hong Kong e Taubaté. O negócio da First Wave constitui-se no fornecimento de bens e serviços para o setor aeroespacial, comercial, eecutivo, agrícola e de defesa, por meio da comercialização e suporte de produtos químicos e lubrificantes, peças de reposição, prestação de serviços, inspeção e manutenção em estruturas aeronáuticas. O Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), já finalizou os projetos eecutivos de infra-estrutura para o aeroporto industrial (asfaltamento, água, esgoto, cercamento da área e pontos para ligações de eletricidade). A Infraero deverá, agora, realizar licitação para as obras de urbanização e construção de um galpão. Nele funcionarão as atividades administrativas e de fiscalização da Infraero e da Receita Federal. Fontes: PROGRAMA Faça um curso no Brasil com conteúdo internacional (APICS) GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Objetivos e Estratégias Estratégia Corporativa Cadeia de Suprimentos Funçőes da Gestăo Planejamento de Recursos Histórico Hierarquia do Planejamento Demanda S&OP e MPS Planejamento de Materiais Estrutura de Produtos Cálculo do MRP Planejamento de Capacidades Capacidade e Carga Roteiros e Operaçőes Programaçăo Eecuçăo do Plano Programaçăo e Controle Compras Estoques Funçoes ~ e Custos dos Estoques Análise e Auditoria dos Estoques Qualidade Custos da Falta de Qualidade Produçăo Just-in-Time Conceitos do JIT Elementos do JIT ERP Características Integraçăo a Empresa Processos Mudanças Otimizaçăo da Cadeia Cenário Atual e Desafios Estratégia para o Gerenciamento da Cadeia Participaçăo das Pessoas Aplicabilidade imediata Ministrado por instrutor certificado CPIM (Certified in Production and Inventory Management) e CSCP (Certified Supply Chain Professional) Material didático com bolsa Almoço, coffee-break e estacionamento Certificado de participaçăo Local : Transamerica Flat Naçoes ~ Unidas - R. Américo Brasiliense, Chácara Sto. Antônio Data : 5, 6 e 7 / outubro / Informaçoes ~ : ou (11) Realizaçăo Conteúdo Educacional Corpo Docente Apoio Vagas Limitadas! TODAY Logistics & Supply Chain - 08

6 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :34 Page 10 Eportação Eportaçăo Eportaçâo de perecíveis Objetivos e Focos do Trabalho Luiz Antonio Tozi, Carlos Muller e Anderson Correia, os qualificados pesquisadores do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, de São José dos Campos (SP), prepararam o artigo que tem, em sua forma original, o título Avaliação da Cadeia Logística de Eportação de Perecíveis É Possível Eportar Peies, Flores e Frutas Perecíveis Através dos Aeroportos Brasileiros com Qualidade? Figura 1: Evolução da matriz da eportação aérea de perecíveis - Fonte: Aliceweb Este trabalho busca avaliar a capacidade e o desempenho dos processos logísticos orientados para eportação, por via aérea, de produtos perecíveis termicamente sensíveis. É fato, que no passado recente, as frutas tem sido o mais epressivo grupo de perecíveis a utilizar este modal eportador no Brasil. Particularmente o mamão papaia é a fruta que mais tem demandado transporte aéreo nos últimos anos (Figura 1). Dessa forma o foco dessa pesquisa será identificar as impedâncias nos processos logísticos envolvidos na eportação por via aérea de mamão papaia, através da verificação do grau de comprometimento dos agentes logísticos com a manutenção da cadeia do frio, e da análise das capacidades dos componentes da cadeia logística. Por fim, pretende-se confrontar o desempenho dos agentes aeronáuticos TODAY Logistics & Supply Chain - 10 com o desempenho dos demais agentes da cadeia de eportação por via aérea do mamão papaia brasileiro. Figura 3: Modelo EPC simplificado da cadeia de suprimentos do mamão papaia eportado via aeroportos brasileiros. Introdução As eportações agroindustriais brasileiras são caracterizadas pelas grandes distâncias aos principais mercados consumidores, e, neste caso, o transporte aéreo é considerado um ecelente modal de transporte para a eportação de produtos perecíveis (Gayet et al.,1995). Frutas, legumes, verduras, carnes resfriadas e flores são eemplos de produtos agro-industriais perecíveis. Entende-se por carga perecível aquela de valor comercial limitado pelo tempo, podendo estar sujeita à deterioração ou se tornar inútil se houver atraso na entrega. A carga perecível pode eigir armazenamento e transporte em condições de refrigeração para estender sua vida comercial. O transporte de perecíveis e produtos sensíveis à temperatura representa um dos três segmentos de carga aérea que apresentam maior crescimento no mundo. O desenvolvimento sócio-econômico mundial tem formado uma cultura de valorização dos produtos agroindustriais frescos gerando demanda por produtos frescos e com maior valor agregado (Van der Vorst, 2000). Também no Brasil essa tendência se revela verdadeira. Conforme mostra a Figura 2, o transporte aéreo destes produtos representou mais de 16% de toda carga aérea Figura 2: Comparação entre perecíveis e carga aérea total. - Fonte: Aliceweb e Infraero TODAY Logistics & Supply Chain - 11 embarcada ao eterior em 2003; o segmento de transporte aéreo de perecíveis com destino internacional também cresce com taa anual de 10,13%, superior à carga aérea em geral, que tem crescido 6,05% ao ano. O propósito de uma cadeia de suprimentos é gerar valor para o consumidor final, satisfazendo também os outros integrantes da cadeia. Simultaneamente à criação de valor ao consumidor, é essencial criar valor para os acionistas, ou seja, gerar lucro e crescimento. Nesse conteto, é cabível procurar avaliar se a atual estrutura logística que atende ao modal aéreo eportador brasileiro está adequada para responder de forma eficiente à demanda por transporte aéreo gerada pelo incentivo à eportação de produtos agroindustriais perecíveis e termicamente sensíveis. O Desenvolvimento da pesquisa A metodologia empregada nesta pesquisa evoluiu através de duas fases distintas: 1) Para o mapeamento dos sistemas logísticos envolvidos na eportação via aérea do mamão papaia Brasileiro, baseado em uma ampla e minuciosa pesquisa de campo, foi empregada a ferramenta chamada Event Process Chain (EPC). Esta técnica de modelagem

7 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :34 Page 12 Eportação baseia-se no tempo e local em que decisões sobre processos que afetam a satisfação do cliente final são tomadas. O uso do EPC é particularmente útil para determinar quais os principais processos, e em quais momentos da cadeia ocorrem eventos que afetam a qualidade do produto eportado. Tais processos aparecem em destaque na Figura 3. 2) Para avaliar as incertezas internas aos processos logísticos envolvidos na eportação via aérea de mamão papaia e quantificar a qualidade da cadeia do frio nestes processos utilizou-se o Cool Chain Quality Indicator (CCQI), publicado pela Cool Chain Association e pela certificadora Germanischer Lloyd, em julho de O CCQI estabelece um ferramental auditável, focado nas medidas gerenciais desejáveis para se manter as condições ambientais adequadas para a correta preservação dos PPTS (produtos perecíveis termicamente sensíveis). Sua metodologia permite a realização de benchmarking entre os mesmos tipos de operações em diferentes organizações. Os índices possuem valores que variam de 0 a 100. Valores menores indicam baia qualidade da cadeia do frio durante as operações, resultando em alto risco de desvio de temperatura, e valores mais altos sinalizam que eiste alta qualidade da cadeia do frio, com baio risco de desvio de temperatura. A Tabela 1 eprime os valores mínimos de pontos que devem ser alcançados para que um processo seja considerado suficientemente adequado, pelos critérios adotados pelo CCQI, à manutenção da cadeia do frio. As tabelas, contendo os questionários completos, podem ser acessadas pelo site da Internet: Tabela 1: Benchmark proposto pelo CCQI Processo Armazenagem de curto prazo; 65 Armazenamento de longo prazo (>24h); 60 Transporte em caminhões; 60 Apron Handling em aeroportos; 55 Transporte em aeronaves; 65 A coleta de dados foi realizada através de uma pesquisa detalhada, envolvendo entrevistas diversas com os principais agentes do segmento eportador de mamão papaia, a saber: Produtores/eportadores - Caliman Agrí cola S/A. e Gaia Importação e Eportação Ltda.; Transportadores rodoviários - Martin Brower Comércio, Transporte e Serviços Ltda e Rodoviário Schio Ltda; Operadores logísticos Infraero e VARIG Logística S/A; Empresas aéreas TAM Linhas Aéreas S/A e VARIG Viação Aérea Riograndense. Porém, embora o CCQI seja uma ferramenta capaz de quantificar as precauções tomadas para garantir a manutenção da cadeia do frio, ele não prevê em seus questionários meios de mensuração da capacidade de armazenamento instalada. Assim foram adicionadas algumas questões às tabelas-mestre propostas pelo CCQI a fim de capacitálas a capturar essa informação, resultando na Tabela 3. Conclusões A pesquisa revelou que colocar a indústria brasileira do transporte de carga aérea em condições de igualdade com o desenvolvimento logístico e tecnológico alcançado pela agro-indústria eportadora do país será um desafio para o futuro. Sob o ponto de vista da manutenção da cadeia do frio o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, Galeão, através da Variglog, de acordo com os resultados estampados nas Tabelas 2 e 3, é o aeroporto brasileiro que, no período avaliado, reuniu as condições mais favoráveis para a eportação do mamão papaia, agregando CCQI - Benchmark Fonte: Cool Chain Quality Indicator Standard de 01 de junho de 2004 mais valor ao produto eportado para o consumidor final. A cobrança de tarifas aeroportuárias de armazenagem e de TODAY Logistics & Supply Chain - 12 Tabela 3: A capacidade volumétrica para armazenamento refrigerado disponível EPORTADORES DE FRUTAS Capacidade de armazenamento refrigerado Eportador 1 Eportador 2 m 3 m VEÍCULOS DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE LONGA DISTÂNCIA capatazia sobre o quilograma de carga que adentra o terminal de eportação da Infraero merece ser alvo de estudos futuros. Tais tarifas, cobradas com base no peso da carga eportada, não levam em consideração a reduzida densidade de valor das frutas, o que encarece ainda mais o preço do transporte e reduz a sua competitividade internacional. Assim, progressivamente, o preço pago pelo transporte aéreo passa a avançar ainda mais sobre a lucratividade dos eportadores o que pode desestimular o uso desse modal eportador. Para que o crescimento da carga aérea perecível seja sustentável, faz-se necessário apressar o desenvolvimento de novos conhecimentos e técnicas. O uso da inovação tecnológica a serviço da manutenção da cadeia do frio, pode resultar no aumento da competitividade da carga aérea perecível frente ao modal marítimo, através de maior agregação de valor à carga. Porém, mesmo se tratando de um tema de estudo relativamente novo, o transporte aéreo de produtos perecíveis é importante para o fortalecimento do mercado eportador brasileiro, pois setores da agroindústria do país dependem da evolução deste modal eportador. Positivamente, o desenvolvimento do mercado de perecíveis aponta novas oportunidades no futuro. Pode-se citar, por eemplo, a crescente demanda por produtos frescos prontos para o consumo, préembalados com alta agregação de valor, que pode fortalecer o mercado eportador que abastece o hemisfério norte. Referências Gayet et al (1995) Mamão para eportação: Procedimentos de Colheita e Pós Packing House - Instalações para armazenagem de curto período (< 24h) ma Eportador 1 Eportador 2 Total Packing House - Instalações para armazenagem de longo prazo (> 24h) ma Eportador 1 Eportador 2 Total Transporte Rodoviário - veículos de transporte de longa distância Transportadores ma Eportador 1 Transportador 1 Transportador 2 Total Terminal de eportação aérea INFRAERO Varig Log Instalações para armazenagem de curto período (menos de 24h) ma Fortal Natal Recife Salvador Galeão Virac. Guarulhos Galeão Total Área de aproimação de aeronaves - Apron Handle ma Fortal Natal Recife Salvador Galeão Virac. Guarulhos Total Transporte em aeronaves Cias Aéreas ma VARIG TAM Total Número de veículos ofertados, que possuem capacidade de refrigeração do compartimento de carga. Transportadores Eportador 1 Transportador 1 Transportador 2 3 conjuntos 67 (cavalos/carreta), 360 cavalos/ trucks cavalos/carretas 1 bi-trem, 19 trucks e carretas e veículo leve de carga. Capacidade de carga individual desses veículos 4 posições ou 4 posições ou 14 ton.; 4 posições ou 14 ton.; e 14 toneladas 8 posições ou 24 ton.; 2 posições ou 7 ton. e 2 posições ou 7 ton. Obs:Cada carreta leva 4 posições (4 paletes aeronáuticos P1P) ou 14 toneladas e cada truck (caminhão trucado, com terceiro eio) leva 2 posições ou 7 toneladas de papaia. Uma posição = 11,7m3 INSTALAÇÃO DE ARMAZENAGEM E MANUSEIO DOS AEROPORTOS Eiste área refrigerada disponível para eportação. INFRAERO Varig Log Fortaleza Natal Recife Salvador Galeão Viracopos Guarulhos Galeão sim sim não Misto não sim não Sim flores peie Eportação A capacidade de armazenamento refrigerado para eportação m 3 m 3 m 3 m 3 m 3 m 3 m 3 m , P1P 10 P1P Colheita. Frupe-EMBRAPA, Brasília. Van Der Vorst, J.G.A.J.(2000) Effective Food Supply Chain: Generating, Modeling, and Evaluating Supply Chain Scenarios. Tese de Doutorado em Administração. Departament of Social Sciences, Wageningen University, Holanda Instituto Tecnológico de Aeronáutica - CTA TODAY LOGISTICS & SUPPLY CHAIN - 13 Praça Mal Eduardo Gomes, 50 São José dos Campos, SP, Brasil Tel Fa Autores: * Luiz Antonio Tozi, Engenheiro Naval Escola Politécnica - USP Mestre em Transporte Aéreo e Aeroportos ITA * Carlos Muller, Engenheiro de Infra-Estrutura Aeronáutica ITA Mestre em Transportes Escola Politécnica USP Doutor em Engenharia de Transportes University of Berkeley Estados Unidos Professor de Logística e Transportes ITA * Anderson Ribeiro Correia, Engenheiro Civil Unicamp Mestre em Transporte Aéreo e Aeroportos ITA Doutor em Engenharia de Transportes University of Calgary Canadá Professor de Logística e Transportes ITA

8 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :34 Page 14 SCM Entendendo o valor da Cadeia de Suprimentos por meio da visibilidade Os dirigentes da indústria e do varejo obtiveram uma vantagem competitiva compreendendo o valor da colaboração estratégica com seus fornecedores. Mas como essas empresas compreendem os efeitos de suas cadeias de fornecimento? As principais empresas reconhecem a crescente necessidade da obtenção de visibilidade em suas cadeias de fornecimento. Entretanto, a visibilidade da cadeia de fornecimento é um especial desafio com a crescente compleidade e com as dimensões da economia global. Sem ver e compreender algo tão compleo como as cadeias de fornecimento global, algumas empresas estão trabalhando basicamente no escuro. Mesmo com o advento do RFID, as empresas enfrentam o desafio de ver suas cadeias de fornecimento como sistemas, ao invés de Realizing Supply Chain Value through Visibility Industry and retail leaders have gained a competitive advantage by realizing the value of strategic collaboration with suppliers. But how do these companies understand the effects of their supply chains? The top companies recognize the growing need for gaining supply chain visibility. Supply chain visibility, however, is a challenge especially with the increasing compleity and size of the global economy. Without seeing and understanding something as comple as global supply chains, some companies are basically working in the dark. peças individuais. Algumas empresas líderes empregaram duas poderosas práticas para a obtenção da visibilidade, usando o mapeamento estratégico das cadeias de fornecimento e fazendo a medição adequada dos parâmetros da cadeia de fornecimento. Dois dos métodos mais amplamente usados para dar suporte a essas práticas são o Supply Chain Value Stream Mapping (SCVSM) [Mapeamento da Seqüência de Valores da Cadeia de Fornecimento] e o modelo Supply Chain Operations Reference (SCOR) [Referência das Operações da Cadeia de Fornecimento]. A base desses conceitos é que, para obter a máima vantagem das cadeias de fornecimento, as empresas devem em primeiro poder ver e compreender o fluo da seqüência de valores do sistema. Even with the advent of RFID, companies are challenged by seeing their supply chains as systems instead of individual pieces. Some leading firms have employed two powerful practices for gaining visibility using strategic supply chain mapping and measuring appropriate supply chain metrics. Two of the most widely used methods for supporting these practices are Supply Chain Value Stream Mapping (SCVSM) and the Supply Chain Operations Reference (SCOR) model. The foundation of these concepts is that to gain the most value from supply chains, companies must first be able to see and understand the system s value stream flow. Este artigo representa nossa primeira iniciativa em publicar artigos escritos em inglês, atendendo ao desejo da maioria dos nossos leitores, conforme enquete realizada no primeiro semestre deste ano. Escrito por Mattew Milas tem sua introdução traduzida somente para o conhecimento inicial Strategic Supply Chain Mapping Strategic supply chain mapping is a practice used by companies to improve supply chain visibility by mapping the interactions with suppliers and sub-tier suppliers, potentially down to raw materials. The visibility provided by Strategic Supply Chain Mapping enables an understanding of supply chain issues that are not apparent from looking at suppliers individually. The act of creating a strategic supply chain map provides the benefit of learning and seeing how the supply chain is structured. The supply chain map can be used to identify targets for improvements such as addressing bottlenecks, fiing communication or material flows, eliminating redundant or unnecessary processes, and identifying other efficiency concerns. Typically strategic supply chain mapping is used to represent the supply chain for a specific product or class of products, though it can be used to describe entire supply chains. Supply chain maps are typically created to highlight a certain area of interest by taking a restricted view, ignoring certain non-strategic subsystems, or only going a few levels down the chain. Regardless of the scope, strategic supply chain mapping practices help to increase visibility and understanding of companies supply chains. Measuring Appropriate Supply Chain Metrics The practice of measuring appropriate supply chain metrics is used to measure performance outcomes and processes across an enterprise, both within the organization and at the aggregate level of the supply chain. Outcome metrics assess cost, quality, and timing outcomes. Process metrics assess the processes, mechanisms, and systems of the supply chain. Supply chain metrics should take an aggregate supply chain view of outcomes and processes that relate to the end product; looking at how the enterprise is meeting customer requirements. In addition to long-term performance, short-term and operational metrics must be monitored as well to provide visibility into the progress of programs. Appropriate supply chain metrics define measurable elements for the supply chain that enable analysis and evaluation of strategies, practices, and overall performance. Similar to how individual supplier performance metrics describe suppliers, supply chain metrics provide a means to describe supply chains. Generally, it is helpful to define common metrics with a set taonomy so the supply chain can be described and understood by all members. An eample of a standard set of supply chain metrics is the Supply Chain Council s Supply Chain Operations Reference (SCOR) model. Once a set of metrics are determined that can accurately capture necessary supply chain information, both long and short term, the measurements must be made available to all potential users. Metrics can be shared within the organization to determine the impact of supplier management activities, and to make decisions about resource allocation and new initiatives. Sharing metrics with suppliers is useful to provide a view of their role and performance within the greater system. Metrics can also be compared to historical and benchmark data to determine how the enterprise is performing compared to previous performance and the performance of other, similar enterprises. The Value of Visibility The real opportunity for realizing the value of supply chains through visibility is by applying both mapping and metric practices. The convergence of SCVSM with SCOR can provide complementary strengths at micro and macro levels in mapping and metrics. The ability to find areas for improvement opportunities across the supply chain is a strength of SCOR, while implementing the improvements is a strength of SCVSM. Together, these methodologies provide great synergy in realizing the value of supply chains. Value Stream Mapping is traditionally applied to factory manufacturing processes and more recently business processes. However, the value within a factory is overshadowed by the value within the supply chain. In fact, the value within the supply chain typically eceeds 60-75% of total value. More companies are now looking at gaining more value from their supply chains. Value Stream Mapping has likewise been etended to better enable supply chain visibility. Some users have named this practice Supply Chain Value Stream Mapping (SCVSM), and it is very effective at showing value across supplier boundaries. Nevertheless, SCVSM is mainly a micro-level visibility tool for identifying specific opportunities within a relatively narrow scope. A complementary methodology for mapping supply chains is through the application of the Supply Chain Operations Reference (SCOR) model. The SCOR model, similar to SCVSM, maps processes beyond factory and supplier boundaries. However, the SCOR model is a macro-level mapping tool that provides visibility at an aggregate system s view. The macro view of the supply chain offered by the SCOR model enables companies to identify their best opportunities for investing in improvements, which are then in turn addressed by SCVSM. Organizations can use these methodologies to measure appropriate supply chain metrics to increase visibility and awareness of enterprise performance. STRENGTH SCOR VSM Common language from supply chain to supply chain Ability to see the supply chain system as a whole Supply chain level metrics for system performance Benchmarking Fleible representation of process flow Highlights waste Implements process improvements Disseminates process improvements Supply chain visibility enables organizations to identify supply chain gaps and implement corrective actions to create efficient operations. The convergence of these methodologies is intuitive because they both provide visibility at different levels. Using both pro- TODAY Logistics & Supply Chain - 14 TODAY Logistics & Supply Chain - 15

9 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :35 Page 16 SCM Certificação vides micro and macro level views, enabling systems to advance. Visibility and understanding are necessary to make significant improvements in the increasingly comple world of global supply chains. Once the opportunities within the supply chain are visible, the real value of supply chains can be realized. Fill Rate Optional material on SCOR SCOR Level 1 Metrics SCOR A methodology designed to facilitate strategic supply chain mapping is the Supply Chain Operations Reference model (SCOR), developed by the Supply-Chain Council. SCOR is a process reference model that has an established methodology and schema for mapping supply chains. SCOR defines interactions in five main processes: Plan, Source, Make, Deliver, and Return. SCOR is a structure that can be used to develop a supply chain map and use common metrics to benchmark performance against industry standards. It enables organizations to improve their supply chains by measuring standard metrics, locating operational gaps, and identifying a future supply chain structure to work towards. By describing supply-chains using these process building blocks, SCOR can be used to describe supply-chains that are very comple (or very simple) using a common set of definitions. As a result, disparate industries can be linked to describe the depth and breadth of virtually any supply-chain. SCOR provides standard metrics that were developed with the intent of monitoring and measuring supply chain performance, with the ability to easily benchmark against other enterprises. The SCOR metrics are aligned around five main performance attributes that describe standard supply chain charac- teristics. The attributes are: Supply Chain Delivery Reliability - The performance of the supply chain in delivering: the correct product, to the correct place, at the correct time, in the correct condition and packaging, in the correct quantity, with the correct documentation, to the correct customer. Supply Chain Responsiveness - The velocity at which a supply chain provides products to the customer. Supply Chain Fleibility - The agility of a supply chain in responding to marketplace changes to gain or maintain competitive advantage. Supply Chain Cost - The costs associated with operating the supply chain. Supply Chain Asset Management Efficiency - The effectiveness of an organization in managing assets to support demand satisfaction. This includes the management of all assets: fied and working capital. Associated with the Performance Attributes are Level 1 Metrics. The Level 1 Metrics enable an enterprise to measure the performance and success of implementing their supply chain strategy and practices. The association of Level 1 Metrics and Performance Attribute is illustrated below. SCOR Performance Attributes and Associated Level 1 Metrics The SCOR Level 1 Metrics that are used to measure and describe the Performance Attributes are created Customer-Facing Internal-Facing Performance Attribute Reliability Responsiveness Fleibility Cost Assets Delivery Performance Perfect Order Fulfillment Order Fulfillment Lead Time Supply-Chain Response Time Production Fleibility Total Supply Chain Management Cost Cost of Goods Sold Value-Added Productivity Warranty Cost Or Returns Processing Cost Cash-To-Cash Cycle Time Inventory Days Of Supply Asset Turns from lower level calculations. Lower level calculations (Level 2 Metrics) are generally closer to operational activities, but can also be used alone for supply chain level measurement. SCOR Level 1 Metrics can be benchmarked against industry averages to have a point of reference for supply chain performance. The SCOR model has been used by numerous organizations to measure and analyze their supply chains. The US Navy, US Marine Corps, Raytheon Missile Systems (RMS), United Space Alliance, Intel, Compaq, and many other world class organizations are members of the Supply Chain Council and users of the SCOR model. Matthew Milas é engenheiro-analista-de supply chain no Altarum Institute. Atualmente pesquisa, desenvolve e aplica melhores práticas de supply chain em grandes e compleas companhias norte americanas. Além disso, Milas dirige o comitê de convergência dos modelos SCOR/Si Sigma/Lean do Supply Chain Council e é pesquisador do International Motor Vehicles Program, cujo trabalho foca o estudo das relações colaborativas entre indústrias e fornecedores. As diferentes formações e competências dos profissionais de logística, mais a baia oferta de cursos superiores específicos para esta profissão, evidenciam a necessidade da criação de mecanismos formais visando à certificação da profissão. Ao perceber esta situação, a Associação Brasileira de Logística (Aslog), em conjunto com o Laboratório de Aprendizado em Logística e Transportes (LALT), do Departamento de Geotecnia e Trans- portes da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC), da Universidade de Campinas (Unicamp), desenvolveu o Programa de Certificação do Profissional em Logística. A iniciativa conta com um conjunto de avaliações distribuídas por módulos, que compreendem questões relativas a conceitos básicos de logística e Supply Chain Management, eperiência na gestão de recursos humanos, logística internacional, projeto de sistemas logísticos, entre outros. O profissional poderá se certificar em um dos módulos ou no conjunto, tendo para isto que ser aprovado nas avaliações de cada módulo. O programa completo para a certificação eigirá que o candidato tenha nota mínima de 8 em cada prova, sendo a mesma renovada a cada quatro anos. Os candidatos deverão ter no mínimo uma formação em nível médio/técnico, independentemente da sua função na organização que trabalha. O mencionado programa foi encomendado pela ASLOG ao LALT em 2004 e baseou-se em pesquisa internacional conduzida pelos autores deste artigo. De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), a certificação é um conjunto de atividades desenvolvidas por um organismo independente da relação comercial, com o objetivo de atestar publicamente, por Paulo Sérgio de Arruda Ignácio e Orlando Fontes Lima Jr., do Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes (LALT), da Unicamp atenderam ao pedido da Aslog, em 2004, e baseando-se em pesquisas internacionais criaram o programa de certificação. A seguir, os detalhes escrito, que determinada pessoa ou serviço está em conformidade com os requisitos especificados. Esses requisitos podem ser nacionais ou internacionais. Normalmente, o processo de certificação pode envolver as seguintes atividades, com o objetivo de avaliar a sua conformidade e manutenção: Análise de documentação Realização de eames e testes Auditorias/inspeções na empresa Coleta e ensaios de produtos, no me cado e/ou na fábrica A certificação para o profissional em logística não é somente um documento emitido, mas sim um processo que se inicia com a conscientização da necessidade da logística e as habilidades para a manutenção da competitividade e conseqüente permanência no mercado. Passa pela utilização de normas téc- TODAY Logistics & Supply Chain - 16 TODAY Logistics & Supply Chain - 17

10 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :35 Page 18 Certificação Sistema produtivo nicas e pela difusão do conceito de logística por todos os setores da empresa. Abrange os aspectos operacionais internos do profissional e o relacionamento com a sociedade e o ambiente. No Brasil o maior destaque da certificação profissional é para a área de tecnologia ou qualidade, enquanto internacionalmente eistem diversas organizações condutoras da certificação de profissionais em logística e áreas afins, como descritas abaio. Nessas outras áreas há reconhecimento e credibilidade no profissional certificado, assegurando que o mesmo contribui para o aumento da criatividade, produtividade e conseqüente redução de custos dos processos de negócios. No mundo eistem muitas instituições que certificam profissionais que atuam nas áreas produtivas e de logística. As principais organizações internacionais do profissional em logística são: American Society of Transportation & Logistics (AST&L) APICS The Educational Society for Resource Management Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP) Certified Claims Professional Accreditation Council (CCPAC) Institute for Supply Management (ISM) Institute of Certified Management Accountants (IMA) Institute of Management Consultants (IMC) Institute of Packaging Professionals (IoPP) Institute of Logistical Management Materials Handling & Management Society (MHMS) National Private Truck Council (NTPC) SOLE - The International Society of Logistics International Warehouse Logistics Association European Logistics Association (ELA) Como referências ao processo de certificação internacional, destacam-se a ELA e a APICS. A ELA faz a certificação em três níveis: Supervisor Operacional, Sênior e Estratégico. O nível de Supervisor Operacional (EJlog) deve atender até as habilidades de gerenciamento do essencial: compras, fornecedores, inventário, armazém e produção. O nível Sênior (ESlog) deve atender os requisitos do Supervisor Operacional e também os dos fluos da cadeia de suprimentos e seus relacionamento. O nível Estratégico (EMlog) deve atender todos os requisitos anteriores, conhecer as estratégias de negócios e da cadeia de suprimentos, bem como desenvolver habilidades em inovação e mudança no comportamento organizacional. Já a APICS mantém também três níveis de certificação: CPIM Certified in Production and Inventory Management, CIRM Certified in Integrated Resource Management. O CFPIM Certified Fellow in Production and Inventory Management é considerado como uma evolução do CPIM, habilitando o profissional como instrutor e dentro da elite dos profissionais certificados APICS. Em março de 2005, a APICS anunciou a sua terceira e nova categoria de certificação, a CSCP Certified Supply Chain Profissional, direcionadas para àqueles profissionais que trabalham no desenvolvimento e gerenciamento da cadeia de suprimentos e com softwares de planejamento dos recursos empresariais (ERP). No Brasil, a participação em um mercado competitivo como o que vivemos neste momento eige que o profissional de qualquer área esteja amplamente habilitado, de tal forma que a realização das suas atividades obtenha a satisfação de todas as partes interessadas, tais como os clientes, os fornecedores, os colaboradores, os acionistas e a sociedade. É fundamental que a iniciativa conjunta LALT/ASLOG prospere. Eng. Msc Paulo Sérgio de Arruda Ignácio Prof. Dr. Orlando Fontes Lima Jr LALT Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes da UNICAMP Cada vez mais a Cadeia de Suprimentos pressiona as empresas de manufatura a melhorarem os controles de onde estão seus produtos e materiais durante todo o ciclo produtivo, para que efetivamente atendam seus clientes no prazo acordado. A capacidade de obter informações rápidas e precisas dos status produtivos e das mudanças de programação, cada vez mais freqüentes na produção, se tornam fundamentais para a garantia do adequado suprimento aos clientes, no mercado atual. Como resultado, muitas companhias estão transferindo seus controles manuais por sistemas informatizados de MES. MES, que significa Manufacturing Eecution System, é um sistema de controle de chão-de-fábrica que fornece informações permitindo à otimização dos processos pertinentes as atividades produtivas. Com base nas informações atuais e históricas, é possível atuar nas reduções de atividades que não agregam valor ao processo. De acordo com a MESA International (www.mesa.org), conceitualmente, eistem 11 funções chaves para o MES: Programação e alocação dos recursos Programação detalhada das operações MES, Manufacturing Eecution System Ronaldo Barros, Supervisor de PCP da Niasi, empresa do ramo de cosméticos, escreveu este artigo, fundamentando-se em sua bemsucedida eperiência na aplicação do MES e divide com os leitores da TODAY Logistics & Supply Chain Gerenciamento do fluo das unidades em produção Controle de documentos Coleta de dados Gerenciamento da MDO Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento dos Processos Gerenciamento da Manutenção Rastreabilidade dos produtos Analise de performance As vantagens do MES vão além de permitir gerenciamento on-line e em real-time dos recursos da fábrica. Ele se torna incrivelmente importante durante todo o ciclo produtivo, onde além de ser possível monitorar a produção e os recursos em tempo real, permite benefícios, tais como: Benefícios no processo de manufatura: Redução do ciclo de manufatura Redução/Eliminação dos erros de apontamento das ordens de produção Redução dos tempos de setups Identificação de gargalos Redução de lead-times Redução dos backlogs Redução/Eliminação dos papéis de escritórios entre os turnos de produção TODAY Logistics & Supply Chain - 18 TODAY Logistics & Supply Chain - 19

11 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :35 Page 20 Sistema produtivo Redução/Eliminação dos controles manuais Redução do tempo de coleta de dados Redução de retrabalhos Redução de itens reprovados Aumento da capacidade produtiva (utilização de equipamentos) Redução do WIP (Work in Process) Aumento do empowerment do pessoal operacional Redução de custos operacionais Benefícios no processo de planejamento: Permite fleibilidade para respostas rápidas à demanda Consolida as bases dos padrões produtivos para o planejamento de produção Fornece dados em real-time aos sistemas APS, permitindo maior aderência e eficiência Benefícios aos demais processos da companhia: Redução dos estoques de produtos acabados e de insumos Redução das transações de inventarios Redução dos custos do capital parado em estoques Otimização do espaço fisico Melhoria do Customer Service Level Redução do custo da operação em aumento das margens Sincronização entre produção demanda Redução do time-to-market Rápido retorno sobre o investimento Eistem várias atividades e indicadores que são direta ou indiretamente afetados com a implementação e utilização do sistema MES, com resultados operacionais e financeiros epressivos. O gráfico ao lado ilustra a estrutura dos indicadores de performance onde o MES atua para estruturar e identificar atividades que não agregam valor ao processo produtivo, permitindo melhorias como as citadas anteriormente: É evidente que como todo sistema, o sucesso não está no software, mas sim em como está estruturado o seu escopo e em como ele é implementado, bem como a profundidade dos conhecimentos e dos interesses dos envolvidos no projeto e na utilização das informações que o sistema irá oferecer. O tempo de implementação varia de empresa para empresa, do seu porte e da compleidade da operação, mas em geral, é de aproimadamente 3 a 6 meses, com retorno sobre o investimento entre 6 meses a 2 anos, após a implementação. É enorme as vantagens e os ganhos que o MES pode oferecer, mas para isto, é fundamental que a gestão do projeto de implementação seja realizada por uma pessoa com pleno domínio das atividades operacionais da companhia, na qual possa vislumbrar os potenciais de ganhos que ele pode oferecer, através de uma análise sistêmica de todo o processo. Neste caso, a melhor pessoa para gerenciar o time de projeto deva partir da área de Logística ou Operações, com forte atuação e envolvimento do pessoal da área de Tecnologia e Informação (TI), além é claro, de todos os usuários chaves envolvidos no processo, sob o risco de ter um produto final que não atenda às necessidades reais dos usuários e que seja posteriormente obsoletado por ineficiência ou desuso. Consultores eperientes podem (e sempre devem dentro do possível) fazer parte do time de projeto, pois além de agregar valor, oferecendo novas perspectivas em melhorias nos processos atuais, com suas eperiências eternas, asseguram que o novo sistema seja configurado de acordo a atender ao interesse geral da companhia e não apenas às necessidades individuais de um ou outro departamento específico. Hoje, a grande maioria dos ERPs tem incorporado em seus produtos, ferramentas de MES e é comum as empresas se apegarem a estes sistemas e não energarem e/ou não reconhecerem que muitas vezes, algumas ferramentas oferecidas no pacote, são ineficientes ou sem epertises suficientes para tratar todas as variáveis do processo na qual se destinam a resolver. Não que os ERPs não tenham ferramentas apropriadas, mas as softwareshouses estão percebendo a importância que ferramentas específicas como o MES tem para o sucesso das companhias e a cada dia mais, ou estão incorporando e/ou se associando a empresas fabricantes de softwares de gestão ou estão atualizando seus ERPs para terem estes softwares integrados facilmente, no que hoje são chamados de módulos-plugins, ou seja, o que antes eram chamados de sistemas paralelos, hoje passam a incorporar e a trabalhar juntos com total sintonia aos ERPs, agregando valor e praticidade aos usuários. Neste sentido, os maiores fornecedores de softwares do mundo colaboraram para a criação do Open Application Group (www.openapplications.org), visando a definição de um conjunto de padrões para os módulos de seus pacotes, permitindo a combinação de módulos de vários fornecedores numa solução integrada de MRP II (neste caso específico) que melhor se encaie às necessidades das empresas. Normalmente a arquitetura de instalação de um sistema MES é conforme mostrado na figura abaio: Os departamentos que geralmente são integrados à implementação de MES, são: Controle de Qualidade Logística Manutenção PCP Produção Tanto a arquitetura de instalação, quanto os departamentos descritos servem apenas como eemplo da ampla abrangência de atuação do MES dentro da área operacional, pois podem variar de empresa para empresa, dependendo do seu segmento industrial e porte, mas, o mais importante, é ressaltar que o MES consegue integrar diferentes áreas, fornecendo indicadores de performance para melhorias dos processos, de forma estruturada, precisa, transparente, de fácil e rápido acesso, o que o torna uma ferramenta essencial para as tomadas de decisões rápidas, precisas e principalmente onde é mais prioritárias, além de permitir a visualização dos status dos recursos produtivos, sem perda de tempo e esforços humanos que geralmente são gastos em processos deste tipo, realizados de forma manual. O próprio sucesso do APS (Advanced Planning and Scheduling) está diretamente ligado nas informações on-line de chão-de-fábrica e nos tempos padrões de produção confiáveis, portanto, o MES é a base para consolidar o sucesso do APS e o sucesso do planejamento e controle de produção como um todo, surtindo efeitos positivos em toda a cadeia logística e operacional da companhia. Mesmo após todo o eposto nos tópicos anteriores, você ainda pode estar se perguntando: Será que o MES realmente funciona? Antes de responder a esta pergunta, é importante buscar informações de mercado e empresas que fizeram implementações de MES, visando energar quais foram as epectativas de cada uma e os seus respectivos resultados obtidos para tirarem suas próprias conclusões. Esta pesquisa, além de dar maiores subsídios a resposta da pergunta anterior, fornece um benchmark para futura implementação na sua companhia. Hoje em dia, eistem várias empresas com ferramentas de MES implementadas e operacionalmente funcionais, onde as mesmas estão tirando o máimo proveito das informações e dos indicadores que os mesmos oferecem, agregando valores aos seus processos produtivos e com isto, tornando-se mais competitivos nos mercados onde atuam. Particularmente, a minha resposta para a esta pergunta é SIM, pois atuei na implementação desta ferramenta em 2003 e em apenas 1 ano de operação, conseguimos um aumento de mais de 10% na produtividade média da fábrica e hoje, a mesma chega a picos acima de 80%, além de ter ajudado nas reduções de estoques, mão-deobra, etc. Tendo naturalmente em seu próimo passo, a implementação do projeto de sistema APS. Portanto, não é algo inimaginável ou limitada às grandes companhias, pensar que podemos ter a fábrica on-line no desktop dos gerentes, supervisores e analistas das mais diversas áreas da companhia, visualizando em tempo real, as atividades operacionais, bem como seus indicadores e buscando melhorias contínuas, eatamente como pregam as melhores práticas de Supply Chain. Para isto, basta apenas acreditar no sucesso, colocar à mão na massa e fazer acontecer, pois com certeza sua empresa irá agradecer e o mercado também. fontes: APICS (www.apics.org) MESA International (www.mesa.org) Open Application Group (www.openapplications.org) Livro: Planejamento e Controle de Produção (Gianesi Corrêa e Associados) O autor, Ronaldo Barros: Tem treze anos de eperiência em logística e suprimentos, com epressiva atuação em empresas nacionais e multinacionais de médio e grande porte, como Revlon, Eurofarma, Warner-Lambert, AstraZeneca e Niasi. Atualmente atua como supervisor de PCP na Niasi. Ele é CPIM e graduado em Qualidade e Produtividade, pela Fundação Vanzolini/USP. Freqüenta um curso de MBA em Gerenciamento de Projeto, pela FGV. Tem participação em vários projetos de melhoria de produtividade e implementações de ERPs, como SAP e BPCS. Ronaldo Barros, CPIM Supervisor de PCP Niasi S/A (011) TODAY Logistics & Supply Chain- 20 TODAY Logistics & Supply Chain - 21

12 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :35 Page 22 Epress United Airlines: mais 44,15% no transporte de cargas O índice refere-se principalmente a autopeças, têteis, calçados e produtos perecíveis, como manga, papaia e peie fresco para os países do eterior em geral. Especificamente para o Etremo Oriente, os itens mais enviados são as revistas e os CDs de música brasileira. Os aviões da United fazem a rota para o Brasil têm capacidade de aproimadamente 15 toneladas de carga. De janeiro a junho deste ano, toneladas de produtos brasileiros foram embarcados para o eterior nos aviões da United Airlines. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o número de carga transportada teve um aumento de 44,15%. Já o índice de ocupação referente aos seis primeiros meses de 2006 ficou entre 85% e 90%, o que demonstra um crescimento se comparado aos 75% registrados em 2005, de janeiro a junho. O ecelente desempenho das eportações brasileiras neste ano tem causado um aumento na demanda do transporte de cargas pela United, afirmou o diretor-geral da empresa no Brasil, Michael Guenther. Vale destacar que nem todo o material eportado fica nos Estados Unidos. Uma parcela importante segue em aviões da própria United para outros países, especialmente, do Etremo Oriente. Spencer e SP Equipamentos TODAY Logistics & Supply Chain- 22 A automação está implícita nos processos de manter a competitividade das empresas, que necessitam de um processo logístico ágil e confiável, o que, hoje em dia, é praticamente impossível sem o uso da automação. A automatização das áreas de inventário, recebimento, estoque e epedição da SP Equipamentos, que ainda está em curso, é responsabilidade da Spencer, distribuidora com atuação no mercado de coleta de dados. A automação, que ainda está em andamento, começou em dezembro de 2005, com a instalação de coletores de dados Workabout Pró - 64 M. O investimento troue agilidade e precisão ao processo (que anteriormente era manual), ultrapassando as epectativas iniciais, além de abrir novos horizontes para a epansão do uso desta tecnologia. Os aparelhos adquiridos pela SP Equipamentos foram prontamente utilizados pela empresa no seu inventário, em dezembro de 2005, assim como no recebimento de produtos. Antes, todo o processo era feito manualmente com ajuda de alguns computadores instalados em alguns pontos-chave da empresa. O investimento troue agilidade e precisão ao processo, ultrapassando as epectativas iniciais, além de abrir novos horizontes para a epansão do uso desta tecnologia. Para Hélton Silva, Controller e Gerente de TI da SP Equipamentos, o emprego dos coletores atendeu à necessidade da empresa: Somos uma grande distribuidora e em nossos depósitos manipulamos mercadorias de fabricação própria e de diversos fornecedores, movimentando cargas de maior e menor volume para os mais diversos lugares do Brasil. Precisávamos de um suporte de tecnologia adequado para controlar todos os itens que eram produzidos e distribuídos, com um sistema eficiente e sem erros e também uma ferramenta que pudesse ajudar a melhorar a performance e acuracidade dos inventários. O aparelho selecionado, o Workabout Pró - 64 M combina tecnologia, fleibilidade e custo. Uma das grandes vantagens do coletor escolhido, segundo Hélton, é o uso do sistema operacional Windows, que permite o acesso a um navegador de Internet. Com isso, desenhamos nossa solução para Web, usufruindo todo o conforto e agilidade oferecidos pelas ferramentas de desenvolvimento.net, o que nos permitiu usar uma Intranet específica para as transações feitas com os coletores. O próimo passo será adquirir placas de rádio e antenas para os seus coletores, o que permitirá uma ainda maior integração com os computadores da empresa. Mesmo com a implantação em curso, Hélton mostra que a empresa está satisfeita com os resultados já alcançados. Ainda não temos números concretos, porém já percebemos que os coletores Workabout Pró - 64 M troueram maior agilidade e confiabilidade nos inventários. (11) Total Epress investe em ferramentas para identificar erros de destino das encomendas A Total Epress - empresa do segmento de logística de distribuição especializada em entrega de produtos comercializados via Internet acaba de completar mais uma fase no aprimoramento de seu sistema de rastreamento online. A empresa desenvolveu a ferramenta Onde Estou, que auilia na identificação de erros de destino das encomendas. Caso um pacote vá para o destino errado, no momento em que ele chega lá o sistema identifica o equívoco e gera um e-ticket - aviso eletrônico que alerta o cliente sobre o erro ocorrido - informando que a encomenda que era para determinada cidade está em outra. Com isso, o problema é resolvido com rapidez, evitando atrasos nas entregas. O gerente de TI da Total Epress, Sérgio Monteiro Júnior, eplica que o Onde Estou funciona como uma segunda trava no sistema de identificação de destino das encomendas. A primeira é no momento do embarque, quando as encomendas estão sendo separadas por lotes de destino. Se um pacote para o Rio de Janeiro é colocado no lote de Salvador, o sistema emite um aviso na tela, alertando para o erro. Mesmo assim, se a encomenda embarcar para Salvador, chegando lá nós ficamos sabendo imediatamente, por meio do e-ticket. Atualização em tempo real TODAY Logistics & Supply Chain - 23 Outra ferramenta que agiliza o rastreamento das encomendas é o Te Mobile. Com ela, os funcionários da empresa responsáveis pelas entregas passam a atualizar em tempo real o status de cada encomenda acessando diretamente o site da Total Epress (www.totalepress.com.br) por meio de um aparelho de comunicação móvel. O novo sistema foi totalmente desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da própria empresa e é inédita no mercado de logística de distribuição. Entre as facilidades de utilização do Te Mobile estão a alta velocidade de transmissão de dados e a simplicidade de operacionalização. No início do dia, antes de sair com as encomendas da empresa, cada funcionário se conecta ao seu aparelho de comunicação móvel, digitando um código de identificação pessoal e o número do roteiro de entregas em seu poder. Assim que isso é feito, o sistema automaticamente registra a hora em que as encomendas listadas naquela relação estão indo para a rua. Ao chegar em cada endereço de entrega, o funcionário acessa o sistema de rastreamento e informa se a encomenda foi entregue ou houve algum problema, como por eemplo, endereço errado ou ausência de alguém para receber a mercadoria. Se a entrega foi realizada com sucesso, o sistema pede que o funcionário informe a quem a encomenda foi entregue. Já em casos de não conformidade, assim que o rastreamento é atualizado com a causa do problema informada pelo entregador, o sistema gera um e-ticket avisando sobre o erro ocorrido. Com essa ferramenta, o cliente pode, muitas vezes, corrigir o erro em poucos minutos, entrando em contato com a base operacional da Total Epress e passando as novas instruções. Ao final do dia, todos os dados atualizados via comunicação móvel são validados e a baia definitiva é dada pelos supervisores de entrega. Com a nova ferramenta, os clientes da Total Epress ganham em agilidade. Antes disso, as atualizações não eram feitas da rua, mas apenas quando o motorista chegava à base, no final do dia. Portanto, o cliente recebia a informação apenas no final do dia ou no dia seguinte à entrega, lembra Sérgio Brito, gerente comercial e de marketing da empresa. Além da agilidade, o grande diferencial do Te Mobile é que ele foi desenvolvido internamente e com ótica voltada e customizada para a operação da Total Epress, diz Sérgio Monteiro Júnior, responsável pelo projeto. Isso porque as empresas de distribuição costumam terceirizar esse tipo de serviço e a conseqüência é que dados confidenciais acabam trafegando em vários canais e a informação nunca acontece em tempo real. No nosso caso, todas as informações geradas passam diretamente do aparelho portado por nosso courier para o nosso sistema, sem intermediários. Dados seguros Já para aumentar a segurança na transmissão de dados pela Internet, a Total Epress instalou a mais moderna e conceituada ferramenta de criptografia disponível no mercado, a VerisignSecured 128 bits. Com ela, as atualizações de dados dos pedidos realizadas pelos clientes no site da empresa trafegarão com maior segurança pela Internet. A criptografia permite que apenas o computador que recebe os dados digitados possa decifrar seu conteúdo, eplica Monteiro Júnior. O sistema de rastreamento desenvolvido pela Total Epress é totalmente on-line, baseado em plataforma WEB. O objetivo é proporcionar a completa interação entre os clientes e os centros de distribuição da empresa e permitir aos usuários acompanhar todo o trajeto da encomenda via Internet totalmente em tempo real.

13 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :35 Page 24 Agenda ATECH LANÇA ARES FROTAS De olho na potencialidade do segmento de logística, a Atech Tecnologias Críticas, lança o Ares Frotas, desenvolvido para controlar todo processo operacional na área de transportes de cargas. Essa nova solução permite o controle de todo o ciclo de manutenção preventiva e corretiva dos veículos e seus componentes, incluindo a consolidação dos indicadores de desempenho da frota. Do ponto de vista prático, a solução possibilita, por eemplo, que o cliente controle até mesmo a vida útil dos pneus e o gasto com combustíveis e lubrificantes. A solução é integrável a outros sistemas de gestão corporativa ou operacional eistentes em sua empresa, eplica o líder de negócios da Atech, Elbson Quadros. O Ares Frotas possibilita o uso de dispositivos portáteis (PDAs, Palms, entre outros coletores de dados) e a integração das mais diversas informações desde manutenção preventiva e corretiva de cada veículo e de seus componentes; monitoramento de prazos e pagamentos de licenças, taas, multas, seguros até o controle detalhado do uso de combustíveis e lubrificantes por meio de indicadores de consumo e suas médias. A linha Ares da Atech já é conhecida no mercado. Entre as empresas que já utilizam o Ares para o gerenciamento de suas operações está a Gafor Logística. Fundado em 1951, o grupo - proprietário de uma frota composta por mais de 1000 veículos e equipamentos - encontrou no ARES a resposta para sua demanda por uma solução inovadora em termos de logística que viesse a aprimorar os serviços já oferecidos a sua carteira de clientes que inclui empresas do porte da: Air Liquide, Aracruz Celulose, Basf, Coca-Cola, Esso, Shell, Suzano e Wal-Mart, entre outras. Para Elbson Quadros, o Ares Frotas deve trilhar o mesmo caminho de sucesso do Ares. Estamos ampliando cada vez mais nossa linha de atuação no mercado de logística e transporte. O objetivo é que a família Ares atenda todas as necessidades do setor. O líder ressalta que todas as versões do Ares são independentes, mas podem ser integradas entre si e a outros sistemas legados. TNT Logistics amplia contato com General Motors A TNT Logistics está investindo R$ 15 milhões para atender novo contrato com a GM, dos quais R$ 12 milhões são para a construção de um armazém de m² em Gravataí (RS) e R$ 3 milhões são para equipamentos, estruturas de armazenagem e implementação de WMS. Em agosto serão transferidos para a nova estrutura todo o armazenamento, consolidação e seqüenciamento de materiais da GM provenientes do Sudeste, como motores, baterias, chicotes elétricos e tapetes. Estas atividades são atualmente feitas na fábrica da montadora, localizada no mesmo condomínio industrial. No novo armazém, a TNT Logistics também será responsável pela integração das atividades logísticas com a atividade de submontagem de motores da GM, que será realizada por uma empresa terceirizada. Desde 2000, a TNT Logistics é responsável pelo manuseio de materiais e abastecimento da linha de montagem da unidade da GM em Gravataí. Em 2003, a montadora começou a sinalizar que a planta ficaria mais complea e que a empresa precisaria de mais espaço, tanto para armazenamento como para a ampliação das linhas de produção. A partir da identificação dessa necessidade, a TNT Logistics, em parceria com a GM, começou a estudar uma solução que fosse de encontro aos planos de epansão da montadora. A qualidade da proposta técnica, a capacidade da TNT Logistics em se adequar ao cliente e o relacionamento mundial foram fatores importantes na negociação. Além disso, vamos fazer a integração das atividades logísticas com a submontagem de motores, o que representa um novo desafio para a TNT Logistics, eplica Giuseppe Chiellino, Diretor Geral da TNT Logistics América do Sul. A sugestão da TNT Logistics em transferir todo o estoque, mais a consolidação e seqüenciamento de materiais e a submontagem de motores de dentro da planta para um novo armazém próimo à fábrica, além de liberar espaço para as linhas de produção da GM, troue ganhos de sinergia. A operação ficou mais racional, econômica e segura, já que a movimentação de pessoal e estoques, antes espalhada pela unidade da GM, passou a ser concentrada em um só local, complementa Chiellino. ISO para a Ryder A Ryder Logística de Indaiatuba (SP) começou o processo de implantação do Sistema de Gestão Ambiental ISO No ambiente corporativo, essa certificação atesta padrões que auiliam as companhias a protegerem o meio ambiente, com redução de custos operacionais. Segundo o gerente de supply chain da Ryder, Neuton Karassawa, a meta é concluir este processo até meados do próimo ano. Nesta unidade da Ryder, os trabalhos de implantação da ISO têm colaboração da Sigma Consultores e a certificação ficará a cargo da Fundação Vanzolini. Recorde na MRS O resultado transporte de 10 milhões de toneladas de carga deu à ferrovia MRS Logística o recorde em julho. Foi atribuído à retomada da produção do alto-forno 3 da Companhia Siderúrgica Nacional - CSN, que, desde janeiro estava paralisado por problemas técnicos, mas voltou a operar no final de junho. A CSN é uma das principais clientes da MRS Logística. Nos segmentos de siderurgia, minério de ferro e carvão, a MRS transportou 1,15 milhão de toneladas da siderúrgica. O contrato de transporte de 1 milhão de toneladas anuais de minério de ferro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro deve intensificar a movimentação de carga na malha da MRS Logística, que cobre a região Sudeste do País (Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais). A genda Agosto A genda Today Logistics data: 17 de agosto tema: Introdução à Logística local: Rio de Janeiro organização: data: 17 de agosto tema: III fórum Nacional de e-procurement local: WTC Hotel São Paulo- SP organização: data: 19 e 26 de agosto e 2 de setembro tema: Basics of Supply Chain Management (CPIM - APICS) local: Fundação Vanzolini - SP organização: data: 21 de agosto tema: Conhecimento de Embarque Marítimo local: São Paulo organização: data: 21 e 22 de agosto tema: Gerenciamente de Frotas local: Tryp Nações Unidas São Paulo-SP organização: data: 21, 22, 28 e 29 de agosto tema: Strategic Management of Resources (CPIM - APICS) local: Fundação Vanzolini - SP organização: www. abai.com.br data: 21 a 24 de agosto tema: Produtividade em Gestão e Operações de Pátios de Contêineres local: Fortaleza CE organização: data: 22 e 23 de agosto tema: Logística Empresarial local: av. Paulista São Paulo-SP organização: data: 23 a 26 de agosto tema: Detailed Scheduling and Planning (CPIM - APICS) local: Fundação Vanzolini - SP organização: data: 26 de agosto tema: Gestão de Transporte Aéreo local: av Paulista- São Paulo SP organização: data: 28 de agosto tema: Inteligência na Supply Chain local: Campinas SP organização: data: 28 a 30 de agosto tema: Gestão de Armazenagem local: av Paulista São Paulo-SP organização: data: 30 de agosto tema: Gestão de Transporte Modal local: Campinas SP organização: data: 30 e 31 de agosto tema: Logística, Transporte e Armazenagem de Produtos Perigosos local: Marriott Eecutive Apartaments São Paulo SP organização: data: 30 e 31 de agosto e 1 e 2 de setembro tema: Eecution and Control of Operations (CPIM - APICS) local: Fundação Vanzolini - SP organização: data: 31 de agosto e 1 e 2 de setembro tema: Basics of Supply Chain Management II (CPIM - APICS) local: Fundação Vanzolini - SP organização: data: 15 e 16 de setembro tema: Inspeções e Reparos de Contêineres Marítimos local: Rio de Janeiro RJ organização: data: 19 e 20 de setembro tema: III Mobile Strategies Fórum local: WTC Hotel São Paulo SP organização: data: 21 e 22 de setembro tema: Gestão de Frotas de Veículos local: Rio de Janeiro- RJ organização: data: 23 de setembro tema: Eame da APICS / ABAI local: Hotel Century Paulista - SP organização: data: 25 e 26 de setembro tema: ELLO- 4º Encontro de Negócios e Suprimentos local: Hotel Blue Tree Morumbi- São Paulo-SP organização: data: 5, 6 e 7 de outubro tema: Curso TODAY - Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos local: Transamerica Flat Nações Unidas - SP organização: TODAY Logistics & Supply Chain - 24 TODAY Logistics & Supply Chain - 25

14 revista_today logistics_07.qp 23/08/ :36 Page 26 Leitores/Glossário Leitores * Caros senhores, Sou Supervisor de PCP, Administrador, e Pós-graduando em Gestão Empresarial e Logística. Através de um amigo li a revista TODAY - Logistics & Supply Chain e a achei muito interessante, uma linguagem muito clara e objetiva do assunto. Gostaria de saber como faço para receber esta publicação. Agradeço e aguado vosso retorno, Emerson De Conti Superv. Planej. e Contr. da Produção Sylvania do Brasil R: Emerson, agradecemos os elogios e para receber nossa revista acesse e preencha o cadastro online * Meu nome é Rodrigo Rissoli Gimenes, trabalho como Eecutivo de Negócios na área de E-Business - Supply Chain Management na empresa TIVIT (fusão das empresas Proceda & Optiglobe), empresa do Grupo Votorantim. Tenho acompanhado as ecelentes matérias publicadas pela revista TODAY LOGISTICS e como profissional de E- Business/Supply Chain gostaria, se possível, de compartilhar com a revista um pouco da minha eperiência em alguns projetos. Rodrigo Rissoli Gimenes TIVIT Tecnologia da Informação. Uma empresa do Grupo Votorantim. R: Rodrigo, agradecemos a sugestão e certamente elaboraremos algum material em conjunto. * Gostaria de agradecer o recebimento da Revista TODAY - Logistcs & Supply Chain. Gostei das abordagens e principalmente do editorial. Parabéns pelo conteúdo, pelo design gráfico, tudo muito clean. Abraços Eduardo Petta Suprimentos Usina Batatais Glossário Técnico Este material continuará a ser publicado nas próimas edições. Família Composite Symbology da EAN/UPC Uma família de símbolos de código de barras composta pelo seguinte: Composite Symbology UPC-A, Composite Symbology UPC-E, Composite Symbology EAN-8 e Composite Symbology EAN-13. Família RSS Composite Symbology Uma família de símbolos composta por RSS- 14 Composite Symbology, RSS-14 Stacked Composite Symbology, RSS Limited Composite Symbology e RSS Epanded Composite Symbology. FNC1 Abreviação de Function 1 Character. Formato GTIN Formato de 14 dígitos em que os Números Globais de Itens Comerciais devem ser representados como campo chave nos arquivos de computador para assegurar a eclusividade dos números de identificação Fornecedor Parte que produz, provê ou fornece um item ou serviço Ganho/perda de barra O aumento/diminuição na largura de barra devido aos efeitos dos processos de reprodução e impressão. GDSN A GDSN é uma rede de pesquisas de dados interoperáveis e de Registros Globais conectada pela Internet, a GS1 Global Registry, que permite às empresas de todo o mundo trocarem dados da cadeia de suprimentos padronizados e sincronizados com seus parceiros comerciais. GIAI Abreviação de Global Individual Asset Identifier (Identificador global de ativo individual). GID Identificador Geral (GID). GLN Abreviação para EAN/UCC Global Location Number (Número Global de Localização EAN/UCC), que utiliza a estrutura de numeração padrão EAN/UCC-13 GRAI Abreviação de Global Returnable Asset Identifier (Identificador global de ativo retornável). GS1 Organização sediada em Bruelas, na Bélgica, a qual as Organizações Membros GS1 estão filiadas. A GS1 gerencia o Sistema EAN.UCC. Fonte: Ean Brasil TODAY Logistics & Supply Chain - 26

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