REGULAR PARA CAPACITAR

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1 SÉRIE DE WORKSHOPS: INDUSTRIALIZAÇÃO, GEOGRAFIA E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO WORKSHOP REGULAR PARA CAPACITAR CENTRO DE CONGRESSOS DO IST (PAV. ENGENHARIA CIVIL) LISBOA, 8-9 NOVEMBRO 2012 DIA 1: REGULAÇÃO E CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA: O CASO DA INDUSTRIA DE PETRÓLEO NO BRASIL DIA 2: INDUSTRIALIZAÇÃO E MUDANÇA TECNOLÓGICA: MÉTODOS E FERRAMENTAS Em colaboração com: Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Brasil (ANP) Instituto de Economia Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE- UFRJ) Instituto de História Contemporânea, FCSH- UNL The MIT/Harvard Observatory for Economic Complexity Programas de Doutoramento do IST em: Sistemas Sustentáveis de Energia (SSE) Engenharia e Políticas Públicas (EPP) Organização e Coordenação: Centro de Estudos em Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento, IN+ Instituto Superior Técnico, Lisboa International Risk Governance Council Portugal, portugal.org/ 1

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3 OBJECTIVO Pretende- se aprofundar o debate sobre recentes avanços conceptuais e empíricos relativamente a dinâmicas de desenvolvimento industrial e capacitação de recursos humanos, designadamente em termos científicos e tecnológicos, de modo a contribuir para clarificar de que forma a regulação e o desenvolvimento de estratégias, públicas e privadas, de ciência e de tecnologia podem acelerar o desenvolvimento industrial, a criação de emprego e a resiliência socioeconómica. É hoje bem conhecido que a competitividade da maioria dos sectores industriais reside na capacidade de aceder a e usar conhecimento e tecnologias desenvolvidos numa gama alargada e diversificada de instituições, que se constituem como bases distribuídas de conhecimento, requerendo a existência de infraestruturas capazes de desenvolver atividades científicas e tecnológicas, assim como estimular a interface entre a indústria e essas instituições. As interações entre os diferentes atores estão associadas a elevados níveis de complexidade que se traduzem não apenas nas cadeias de fornecedores, mas também nas cadeias de conhecimento associadas a cada sector industrial. REGULAÇÃO E CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA: O CASO DA INDUSTRIA DE PETRÓLEO NO BRAZIL No contexto das perspectivas de evolução da industria do petróleo no Brasil e no quadro da atual regulamentação de pesquisa e desenvolvimento (i.e., P&D) no Brasil, sobretudo da ANP, pretende- se identificar oportunidades e instrumentos para estimular a inovação industrial e o desenvolvimento do Brasil, articulando a necessidade de capacitação científica e tecnológica com a promoção de uma base industrial dinâmica e moderna. A regulamentação da ANP sobre a aplicação de 1% das receitas de petróleo em investimentos na produção e difusão de conhecimento constitui um instrumento particularmente critico e inédito a nível global para estimular esse desenvolvimento. Tem por base os desafios e as novas oportunidades que se perspetivam para as próximas décadas e que estarão, em grande parte, associados à prospecção e exploração de reservas de petróleo e gás que se situam em zonas de mar profundo e protegidas por uma camada de sal que pode ter 2 km de espessura. Neste âmbito, a regulamentação tem por objecto estimular o desenvolvimento de uma forte base de competências que permita explorar reservas que, até agora, não eram conhecidas ou eram consideradas inacessíveis, assim como alavancar a competitividade de um sector industrial que é critico para a sustentabilidade social e económica do Brasil e do mundo. INDUSTRIALIZAÇÃO E MUDANÇA TECNOLÓGICA: MÉTODOS E FERRAMENTAS Embora se assuma muitas vezes, tanto em termos académicos, como no exercício da pratica dos decisores públicos e privados, que há uma relação linear entre avanços científicos e a inovação tecnológica, a verdade é que o relacionamento entre a ciência e a valorização económica das novas tecnologias é de grande complexidade e subtileza. Perceber os contornos deste relacionamento em qualquer contexto, incluindo o brasileiro, é crucial para se garantir que não se exija da ciência o que esta não pode proporcionar em desenvolvimento empresarial nem, do outro lado, se peça às empresas que se envolvam em ciência quando são ténues as razões económicas para o fazer. Como exemplo, considere- se a utilização do número de patentes como indicador do grau de inovação tecnológica. Em princípio, a utilização do número de patentes parece razoável, especialmente se considerada no contexto do entendimento linear da inovação. As patentes surgem como consequência de esforços de produção de novo conhecimento que originam novos resultados com possibilidade de aplicação prática e de comercialização. Assim, o número de patentes (ou alguma medida de intensidade) poderá refletir, numa primeira abordagem, o esforço dedicado à atividades orientadas para a inovação tecnológica. No entanto, esta perspectiva é redutora, na medida em que simplifica excessivamente a complexidade do processo de inovação. A utilização de patentes varia fortemente de sector industrial para sector industrial, só para considerar uma dimensão desta complexidade. Na indústria farmacêutica, por exemplo, a utilização de patentes pode seguir, de facto, a perspectiva linear. Mas o mesmo já não acontece na indústria da microelectrónica, em que as patentes são utilizadas como arma negocial em disputas comerciais. E há ainda outros sectores, 3

4 tradicionalmente menos sofisticados, em que não há qualquer recurso a patentes mas sim a outras formas de proteção de ideias, sem que isso implique que não haja introdução e adopção de inovação tecnológica. Na indústria do petróleo tem ocorrido, também Brasil, a introdução de que grande número de inovações tecnológicas, apesar dessas atividades não se refletirem necessariamente em patentes. Desta forma, um país como o Brasil, com uma estrutura industrial em que a inovação tecnológica nem sempre se reflete em patentes, estará condenado a apresentar baixos índices de indicadores de inovação tecnológica baseados em patentes, não refletindo portanto a dimensão real das atividades de produção de novo conhecimento e inovação tecnológica. A intensidade do esforço na produção e difusão de novo conhecimento (vulgarmente quantificada em termos do nível de I&D) que é feito nas empresas é outro indicador que deve ser analisado com cautela. Partindo da perspectiva linear da inovação, é evidente que quanto maior esforço em I&D pelas empresas maior a inovação tecnológica. No entanto, mais uma vez, esta é uma visão redutora. As razões pelas quais as empresas fazem I&D vão muito para além da introdução de inovação tecnológica, e incluem a formação de pessoas e atividades de acompanhamento de novos desenvolvimentos tecnológicos. Há sectores em que, de facto, o esforço de I&D se orienta diretamente para a inovação tecnológica, e aqui a indústria farmacêutica é, mais uma vez, um exemplo de um sector em que a perspectiva linear se aplica. Mas há igualmente casos em que tal não ocorre. Por exemplo, o desafio tecnológico do pré- sal vai exigir formar muitos quadros altamente especializados a vários níveis e incluindo o desenvolvimento de competências hard em ciências e engenharia, mas também competências soft ao nível da gestão de engenharia e dos processos industriais, incluindo logística e redes de fornecedores. Adicionalmente, exige a formação de competências operacionais, a vários níveis de sofisticação. A formação destes quadros altamente especializados exige naturalmente uma rede diversificada de diferentes instituições académicas e de investigação, assim como praticas de formação variadas, incluindo atividades de I&D a vários níveis de sofisticação. Por exemplo, é hoje claro que as universidades com atividades de I&D a nível de excelência em ciências e engenharia estão particularmente apropriadas para a formação de competências em ciências e engenharia, enquanto competências operacionais são preferivelmente desenvolvidas em empresas e/ou outro tipo de instituições de formação especializadas. Por outro lado, competências ao nível da gestão de engenharia e dos processos industriais, incluindo logística e redes de fornecedores, exige redes de colaboração entre ambientes universitários e empresariais. Adicionalmente, os resultados de I&D tendem a ser caracterizados por fortes efeitos colaterais (i.e., spill over effects na literatura anglo- saxónica), ou seja, os benefícios de quem faz I&D estendem- se para além da entidade que tem a despesa. Do ponto de vista das empresas, esta característica leva a um sub- investimento em I&D, já que não há apropriação total dos benefícios do investimento. A conclusão é que os mecanismos de regulação e as políticas públicas orientadas para o aumento da despesa privada em I&D devem passar pelo aumento da despesa pública, o que é contraintuitivo á luz de numa interpretação linear da inovação. Mas correto atendendo á complexa relação entre a economia, a inovação tecnológica e o desenvolvimento científico. Aliás, observando a trajetória dos países que hoje mais investem fundos privados em I&D, verifica- se que, historicamente, este surto foi precedido por elevados e sustentados investimentos públicos. Ainda outro fator a ter em conta na análise da despesa em I&D, seja ela privada ou pública, é que a despesa em I&D serve, na sua grande maioria, para pagar o salário a investigadores e técnicos qualificados. Este aspecto levanta a condição necessária á atração de recursos humanos qualificados, assim como á necessidade de estimular nos mais jovens o interesse pelas formações técnicas e científicas. De uma forma geral, este tipo de considerações tem levado países industrializados a apostar na divulgação de cultura científica, assim como, em politicas de incentivos diretos para atrair investigadores qualificados no âmbito de mecanismos de regulação e financiamento. COORDENAÇÃO CIENTÍFICA MANUEL HEITOR, Centro de Estudos em Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento, IN+ Instituto Superior Técnico, Lisboa ORGANIZAÇÃO FRANCISCO CUNHA International Risk Governance Council - Portugal 4

5 PROGRAMA (PRELIMINAR DETALHES A CONFIRMAR) DIA 1: REGULAÇÃO E CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA: O CASO DA INDUSTRIA DE PETRÓLEO NO BRASIL 5ªf, 8 de Novembro 9h15: Café Sessão 1: 9h30-11h00 Abertura: Regulação, capacitação tecnológica e industrialização Manuel Heitor (IN+/IST- UTL), Coordenação João Ferreira do Amaral (ISEG- UTL) Durval Carvalho de Barros (ANP, Superintendente de Comunicação e Relações Institucionais) A Indústria de Petróleo e Gás no Brasil desafios e oportunidades da regulação Olavo Colela Junior (ANP, Assessor de Diretoria) Hidrocarbonetos Não- Convencionais: a Visão da ANP como regulador" Daniel Elias (GALP Energia SA) A Indústria de Petróleo e Gás no Brasil a regulação vista pelas empresas operadores Discussão: Adilson de Oliveira (Instituto de Economia, UFRJ) Amílcar Soares (CERENA/IST- UTL) Debate Café Sessão 2: 11h30-13h00 Elias Ramos de Souza (ANP, Superintendente de Planeamento e Pesquisa) Desenvolvimento Tecnológico e Formação de Competências para o Petróleo no Brasil: desafios da regulação Discussão: João Sentieiro (ISR/IST- UTL; Presidente da FCT entre 2007 e 2012) João Nuno Mendes (GALP Energia SA); Luís Guerreiro (Partex Oil and Gas) Joana Mendonça (Direcção- Geral de Estatísticas, MEC) Recursos humanos, capacidades tecnológicas e dinâmicas de inovação industrial Portugal Discussão: Elias Ramos de Souza (ANP, Superintendente de Planeamento e Pesquisa) Durval Carvalho de Barros (ANP, Superintendente de Comunicação e Relações Institucionais) António Sousa Nunes (GALP Energia SA); Debate Almoço Sessão 3: 13h45-15h15 Fernanda Rollo (Instituto de História Contemporânea, IHC/FCSH- UNL) Dinâmicas industriais, a indústria de petróleo e gás em Portugal e as relações com o Brasil Discussão: António Ferreira (GALP Energia SA) Adilson de Oliveira (Instituto de Economia, UFRJ) A Indústria Para- Petrolífera Brasileira e as relações Atlânticas: Competitividade, Desafios e Oportunidades Discussão: Mauro Rosa (INESC P&D Brasil, Diretor) Fernando Bianchi de Aguiar (GALP Energia SA) Dinâmicas de inovação industrial nos biocombustíveis - Desafios e Oportunidades nas relações com o Brasil Discussão: Elias Ramos de Souza (ANP, Superintendente de Planeamento e Pesquisa) Café Sessão 4: 15h45-17h30 Mesa Redonda: Desafios e oportunidades da regulação para a capacitação tecnológica e industrial no Brasil Carlos Costa Pina (GALP Energia SA; Administrador); Luís Guerreiro (Partex Oil and Gas, New Ventures Manager) José Freitas (Petrobras, Representante em Portugal) Rodolfo Condessa (FinInventa, CEO) Vladimir Miranda (INESC TEC; INESC P&D Brasil, Presidente) Agostinho Pereira de Miranda (Sociedade de Advogados Agostinho Miranda) Elias Ramos de Souza (ANP, Superintendente de Planeamento e Pesquisa) Fecho: 17h30 5

6 DIA 2: INDUSTRIALIZAÇÃO E MUDANÇA TECNOLÓGICA: MÉTODOS E FERRAMENTAS 6ªf, 9 de Novembro 9h15: Café Abertura: 9h30-10h00 Abertura: Industrialização, mudança tecnológica e geografia Manuel Heitor (IN+/IST- UTL) Sessão 1 Análise: 09h45-11h30 Adilson de Oliveira (Instituto de Economia, UFRJ) O caso da indústria de petróleo no Brasil: dinâmicas e cadeias de valor Helena Ramos (AEP, Diretora da Área Internacional e de Serviços às Empresas) A evolução das exportações portuguesas e do seu conteúdo tecnológico Fernanda Rollo (Instituto de História Contemporânea, IHC/FCSH- UNL) Dinâmicas industriais e a evolução do conteúdo tecnológico das exportações portuguesas Rodolfo Condessa (FinInventa) A evolução e conteúdo tecnológico das patentes portuguesas Discussão: Miguel Preto (IST) Joana Mendonça (Direcção- Geral de Estatísticas, MEC) Debate Café Sessão 3: Observing industry and economic complexity at a world level - 1, 12h00-13h00 César Hidalgo (The MIT/Harvard Observatory for Economic Complexity) Understanding and visualizing economic complexity to assess industrialization - 1 Discussão: Paulo Ferrão (IN+/IST- UTL) Rodolfo Condessa (FinInventa, CEO) Almoço Sessão 3 Casos de Estudo: 14h00-15h30 Eduardo Beira (Universidade do Minho) O caso da Indústria de moldes e ferramentas - evolução das exportações Manuel Carlos (APICCAPS) O caso da indústria do calçado - evolução das exportações Carlos Noéme (ISA- UTL) O caso da indústria agroalimentar - evolução das importações e exportações Júlio Pertuze (MIT- ESD) O caso da indústria de produtos da floresta casos de empresas exportadoras Discussão: César Hidalgo (The MIT/Harvard Observatory for Economic Complexity) Debate Café Sessão 4: Observing industry and economic complexity at a world level - 2, 16h00-17h00 Cesar Hidalgo (The MIT/Harvard Observatory for Economic Complexity) Understanding and visualizing economic complexity to assess industrialization - 2 Discussão: Paulo Ferrão (IN+/IST- UTL) Joana Mendonça (Direcção- Geral de Estatísticas, MEC) Miguel Amaral (IN+/IST- UTL) Debate Fecho: 17h00 6

7 ENGLISH VERSION A RESEARCH WORKSHOPS SERIES: INDUSTRIALIZATION, GEOGRAPHY AND POLICY understanding the risks of deindustrialization and the dynamics of technological change to build socioeconomic resilience WORKSHOP REGULATE TO BUILD CAPACITY DAY 1: REGULATION AND TECHNOLOGICAL CAPACITY BUILDING: THE OIL INDUSTRY IN BRAZIL DAY 2: INDUSTRIALIZATION AND TECHNICAL CHANGE: METHODS AND TOOLS IST, Lisbon, 8 and 9 November 2012 organized in collaboration with: Brazil s National Agency of Petroleum, Natural Gas and Biofuels (ANP) Instituto de Economia Universidade federal do Rio de Janeiro (IE- UFRJ) Institute of Contemporary History (FCSH- UNL) The MIT/Harvard Observatory for Economic Complexity Organization and coordination: Center for Innovation, Technology and Policy Research, IN+ Instituto Superior Tecnico, Lisboa International Risk Governance Council - Portugal 7

8 Goals of the workshop This workshop is intended to approach industrialization from complementary viewpoints in order to allow the development of a comprehensive perspective on this phenomenon, related risks, strategies, and tools to assess and monitor it. The workshop will be divided into two parts, the first focusing on regulation as a tool to mitigate risks and foster industrial development using the case of the Oil & Gas industry in Brazil. The second part will assess the available tools and methodologies to visualize and analyze industrialization patterns. Several case studies will be discussed. Part 1 - Building capacity in unconventional Oil & Gas through Regulation: the case of Brazil This part of the workshop is aimed to frame the current challenges involved in developing and enforcing regulation for the Oil & Gas industry in Brazil, maximizing the conditions for developing competiveness within the industry and the scientific performance of related academic actors. Main emphasis will be on the lessons learned from the experience from the Brazilian regulatory framework, but reference to other systems will be made. The fast rate of technological change and the need for adaptive policies that can cope with change will set the background for addressing these issues. To achieve these goals, the workshop will bring together researchers, business decision makers, regulators and policy makers to allow for a crosscutting analysis of the regulation challenges and for a constructive approach to common pathways for future collaborations. Issues covered during the workshop will include issues involved in ensuring: Availability of and access to geological, engineering and operational data. Appropriate technology and skilled workforce. Appropriate regulation for environmental risk management. Appropriate economic and regulatory frameworks for investment, fostering good practices and address market and pricing conditions, as well as local socioeconomic development. Appropriate infrastructure and operational environment. Stakeholder engagement. Resource management, including Water and access to water and waste water processing and disposal. Part 2 - Methods and Tools to observe Industrialization patterns and Risks of deindustrialization The main goal of this part is to assess methods and tools to study the dynamics and geographies of industrialization and technological change, as well as to assess risks of deindustrialization. It is oriented towards setting up an Observatory for Industrialization, Scientific development and Technological change to help monitoring main variables influencing industrialization, including macro- level geographies, regional dynamics and sectorial strategies. The discussion will encompass the analysis of the relative adequacy of existing frameworks for analyzing business companies, namely in terms of their ability to capture complexities of current supply chains and competitive environments. The approach recently established through The Observatory for Economic Complexity, a joint initiative of the MIT Media Lab and the Harvard Kennedy School, will be presented and discussed with emphasis on the on- line generation of visual narratives about countries and the flows between them. The concept of economic complexity will be discussed, together with the proxies allowing to measure and visualize complexity. Besides assessing 8

9 existing tools, data and its visualization will allow to analyze and discuss the patterns of industrial activity, international flows and their evolution over time and geographies. Beyond the workshop: Governance framework for deindustrialization risks Deindustrialization risks are slow- developing risks impacting economies and societies in their various dimensions. These risks are all but obvious since many have considered in the past deindustrialization as a sign of development. In this context, this workshop is aimed to launch a set of research tasks oriented towards the definition of a framework allowing to identify those risks, assess their potential impact and outline strategies for managing and communicating them. Analyzing industrialization patterns and technical dynamics requires methodologies able to encompass the complexities of the current global competitive framework. This requires considering technologies, markets, and firm relative positions in sectorial global value chains. The workshop will address these issues, by facilitating a discussion about tools and methods to facilitate an observatory for industrialization. Scientific Coordination Manuel Heitor, Center for Innovation, Technology and Policy Research (IN+/IST) Organization Francisco Cunha, International Risk Governance Council - Portugal 9

10 A RESEARCH WORKSHOPS SERIES: INDUSTRIALIZATION, GEOGRAPHY AND POLICY understanding the risks of deindustrialization and the dynamics of technological change to build socioeconomic resilience NEXT WORKSHOP INDUSTRIAL INNOVATION DYNAMICS: CHALLENGING INDUSTRIALIZATION AND DEVELOPMENT IST, Lisbon, 29 and 30 November 2012 Main speakers: Keith Smith, Imperial College, UK (Former STEP Oslo) Sérgio Salles Filho, Unicamp, BR Allan Dahl Andersen, Technical University of Denmark, DK Sasa Jovanovic, CEO, EU- VRi (European Virtual Institute for Integrated Risk Management), Director of Steinbeis Advanced Risk technologies (R- Tech) Group Scientific Coordination: Manuel Heitor, Center for Innovation, Technology and Policy Research (IN+/IST) The workshop series on INDUSTRIALIZATION, GEOGRAPHY AND POLICY is aimed to help understanding the risks of deindustrialization and the dynamics of technological change to build socioeconomic resilience. This is because there is a raising - and justified - concern that deindustrialization is hampering growth and undermining the competitiveness of developed economies leading to loss of jobs. Understanding deindustrialization processes over the last decades in many regions worldwide and related risks associated with the dynamics of the geography of innovation will allow framing new industry and technology policies leading to socioeconomic development and resilience. Organization and coordination: Center for Innovation, Technology and Policy Research, IN+, Instituto Superior Tecnico, Lisboa International Risk Governance Council Portugal IRGC Portugal is based at: IN+, Center for Innovation, Technology and Policy Research Av.Rovisco Pais, Lisboa, Portugal Tel.: (+351) Fax.: (+351) portugal.org Contacts: Francisco Vilhena da Cunha with the support of 10

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