Acessibilidade e Segurança

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1 Acessibilidade e Segurança Composição Web Engenharia Informá<ca / Informá<ca Web 2014/15 Artur M. Arsénio

2 Ul<ma Aula: PHP+SQL Conjunto de vídeos de suporte: hnp://www.youtube.com/watch?v=4rfewzpszqu hnp://www.youtube.com/watch?v=m- X- - _0Z6xs hnp://www.youtube.com/watch? feature=endscreen&v=hj0- jw8tfu8&nr=1 2

3 Adaptado do documento Acessibilidade Web do Prof. Joel Rodrigues

4 Acessibilidade Web Significa não apenas permi<r que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida par<cipem de a<vidades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população, visando sua adaptação e locomoção, eliminando as barreiras. Na Internet o termo acessibilidade refere- se a recomendações do W3C, que visam permi<r que todos possam ter acesso aos websites, independente de terem alguma deficiência ou não. As recomendações abordam desde o <po de fonte a ser usado, bem como seu tamanho e cor, de acordo com as necessidades do u<lizador, até a recomendações rela<vas ao código (HTML e CSS, por exemplo). adaptado de wikipedia 4

5 Introdução A preocupação em tornar a Web acessível a toda a gente e, em par<cular, às pessoas com deficiência surgiu no seio do W3C Neste sen<do, em 5 de Maio de 1999, o W3C publicou recomendações para dar resposta a este problema com o otulo Web Content Accessibility Guidelines 1.0. hcp://www.w3.org/tr/1999/wai- WEBCONTENT / hcp://www.utad.pt/wai/wai- pageauth.html (traduzido para PT) Este documento foi produzido no contexto da inicia<va para a acessibilidade na Web, do W3C e tem de forma bem detalhada, toda a descrição das direc<vas produzidas. Mais recentemente, em 11 de Dezembro de 2008, o W3C publicou recomendações para dar resposta a este problema com o otulo Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0. hcp://web4.w3.org/tr/wcag20/ O principal objec<vo destas direc<vas é promover a acessibilidade Tendo em conta os seus contributos, faz- se com que conteúdo da Web se torne universal, de mais fácil acesso para todos os u<lizadores Também fazem com que as pessoas encontrem informações na Web mais rapidamente 5

6 Direc<vas Web Content Accessibility Guidelines Fornecer alterna<vas equivalentes ao conteúdo sonoro e visual 2. Não recorrer apenas à cor 3. U<lizar correctamente anotações e folhas de es<lo 4. Indicar claramente qual a língua u<lizada 5. Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa 6. Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam transformadas harmoniosamente 7. Assegurar o controlo do u<lizador sobre as alterações temporais do conteúdo 8. Assegurar a acessibilidade directa de interfaces do u<lizador integradas 9. Pautar a concepção pela independência face a disposi<vos 10. U<lizar soluções de transição 11. U<lizar as tecnologias e as direc<vas do W3C 12. Fornecer contexto e orientações 13. Fornecer mecanismos de navegação claros 14. Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos 6

7 Princípios Web Content Accessibility Guidelines Perceivable - Informa<on and user interface components must be presentable to users in ways they can perceive. 2. Operable - User interface components and naviga<on must be operable. 3. Understandable - Informa<on and the opera<on of user interface must be understandable. 4. Robust - Content must be robust enough that it can be interpreted reliably by a wide variety of user agents, including assis<ve technologies. 7

8 Símbolo de Acessibilidade na Web Como usar este símbolo: U<lizar o Símbolo de Acessibilidade na Web para indicar que o sí<o contém funcionalidades de acessibilidade para cidadãos com necessidades especiais, para diferentes ambientes, situações, equipamentos e navegadores. O símbolo deve incluir a definição ALT="Símbolo de Acessibilidade na Web", e ser colocado na página de entrada do sí<o. Símbolo de acessibilidade na web. Recomenda- se que acompanhe o símbolo da sua respec<va descrição "Um globo inclinado, com uma grelha sobreposta. Na sua super8cie esta recortado um buraco de fechadura" A afixação do Símbolo de Acessibilidade não garante que um sí<o seja 100% acessível, nem o cumprimento das Regras de Acessibilidade. A u<lização deste Símbolo é um acto voluntário que demonstra, unicamente, um esforço em aumentar a acessibilidade de um sí<o. 8

9 Adaptado do documento Acessibilidade Web do Prof. Joel Rodrigues

10 Aspectos da Segurança em Redes Auten;cidade: Capacidade de garan<r que uma dada en<dade é quem afirma ser. É par<cularmente importante no acesso remoto a recursos sensíveis. Confidencialidade: capacidade de impedir o acesso à informação a en<dades (pessoas, processos, máquinas, etc...) não autorizadas. É par<cularmente importante na troca de mensagens de e no acesso à Web. Integridade: Capacidade de garan<r a não alteração da informação transportada ou armazenada É importante nos downloads de soxware de servidores públicos. Controlo do acesso: Capacidade de impedir o acesso não autorizado a um recurso ou a sua u<lização além dos limites autorizados. É importante no acesso a sistemas remotos através da Internet. Não repudiação: Capacidade de impedir que uma en<dade envolvida numa transacção negue a sua par<cipação no evento (total ou parcialmente). É par<cularmente importante em sistemas de comércio electrónico e aplicações bancárias. Disponibilidade: Capacidade de garan<r a disponibilidade dos recursos, mesmo depois de ataques a redes ou sistemas informá<cos. Geralmente, a disponibilidade não é garan<da imediatamente, dado que após um ataque, há que avaliar os danos e repor os sistemas num estado coerente. É importante em serviços com exigência de elevado grau de disponibilidade. 10

11 Segurança na Troca e no Acesso a Informação Remota S- HTTP - Secure HTTP Proposto pela EIT corp. Extensões de segurança ao HTTP. Garante: auten<cação do emissor, confidencialidade e integridade das mensagens, não repudio da origem. Permite a negociação de uma grande variedade de mecanismos de cifragem (DES, RSA, RC- 4, etc). SSL - Secure Sockets Layer Desenvolvido pela Netscape. Cria canais seguros entre clientes e servidores HTTP. Suporta outros protocolos para além de HTTP. Pode negociar uma grande variedade de algoritmos de cifragem: RC- 4, RC- 2 com chave de 128 bits, DES com chave de 56 bits, IDEA com chave de 128 bits. 11

12 Protecção de Sistemas e de Domínios Administra<vos Firewalls Permitem o controlo dos acessos aos sistemas de comunicação e aos domínios administra<vos. As firewalls são u<lizadas para controlar os acessos a uma Intranet, protegendo- a de acessos não autorizados, oriundos da Internet. As firewalls podem ainda fornecer funcionalidades de auten<cação, privacidade, redireccionamento e equilíbrio de carga, suporte de redes virtuais privadas, tradução de endereços e manutenção de históricos de acesso. Existem três <pos de firewalls: filtros de pacotes, proxies (ou firewalls de aplicação) e firewalls baseados em inspecção de estados. Existem muitos produtos no mercado (exemplo: Firewall- 1, PIX, CyberGuard firewall, IBM Firewall v3, Raptor Firewall, Firewall/Plus, SecurIT, Firebox, Interceptor, Gauntlet Internet). 12

13 Monitorização e Auditoria de Segurança Algumas ferramentas: SATAN - Security Administrator Tool for Analizing Network Realiza auditorias de segurança em servidores UNIX e na rede. Examina os servidores e procura as suas fragilidades. Dispõe de interface WWW. Contém explicações sobre as principais vulnerabilidades. ISS - Internet Security Scanner - Ferramentas para a detecção de vulnerabilidades em servidores de comunicação. - Ferramentas de auditoria de segurança em sistemas UNIX. Realiza auditorias de segurança em servidores UNIX procurando as vulnerabilidades mais vulgares. É inferior ao SATAN. COPS - Computer Oracle and Password System Conjunto de programas para detecção de vulnerabilidades em sistemas de comunicação. Funções semelhantes ao SATAN e ao ISS. NETLOG Permite o log completo de ligações TCP e UDP em máquinas UNIX.! Permite a definição e ac<vação de alarmes. TRIPWIRE Usando técnicas de assinatura digital, permite a detecção de alterações nos ficheiros crí<cos de um sistema de ficheiros (filesystem). Verifica as assinaturas dos ficheiros periodicamente, alertando o administrador se encontrar diferenças rela<vamente às assin. iniciais. Crack e Crabklib O Crack verifica os ficheiros /etc/passwd em sistemas UNIX, iden<ficando as passwords frágeis. Cracklib permite a modificação dos comandos de alteração de passwords de modo a impedir a escolha, 13 por parte dos u<lizadores, de passwords frágeis.

14 Observações e Fontes Sobre Segurança Nenhum sistema informá<co é 100% seguro. É necessário explorar a complementaridade dos mecanismos e ferramentas disponíveis. É necessária uma vigilância constante dos sistemas de comunicação. É necessária uma atenção constante às fontes da informação sobre segurança. Não esquecer que os crackers também acedem às fontes de informação sobre segurança... Fontes de Informação Sobre Segurança CERT - Computer Emergency Response Team (URL: FIRST - Forum of Incident Response and Security Teams (URL: Bibliografia base Edmundo Monteiro e Fernando Boavida, Engenharia de Redes Informá<cas, FCA Editora de Informá<ca, Edmundo Monteiro, Segurança em Redes, VIII Jornadas de Informá<ca da Universidade da Beira Interior,

15 Segurança em Sites PHP+SQL Conjunto de vídeos de suporte: hnp://www.youtube.com/watch?v=mhjfjyk0fjs hnp://www.youtube.com/watch?v=qelbygfnjse hnp://www.youtube.com/watch? v=mtw8tjfd4rq hnp://www.youtube.com/watch?v=0imktddruj8 hnp://www.youtube.com/watch?v=jqzwplq7bjy 15

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