Fiscalização de Recebimento Indevido de Benefícios. Secretaria Nacional de Renda de Cidadania - Senarc Curitiba - PR, agosto de 2013

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1 Fiscalização de Recebimento Indevido de Benefícios Secretaria Nacional de Renda de Cidadania - Senarc Curitiba - PR, agosto de 2013

2 Definições Fiscalização Polícia administrativa Fiscalização PBF

3 Alteração Legal Antiga redação da Lei /2004 Art. 14. A autoridade responsável pela organização e manutenção do cadastro referido no art. 1º que inserir ou fizer inserir dados ou informações falsas ou diversas das que deveriam ser inscritas, com o fim de alterar a verdade sobre o fato, ou contribuir para a entrega do benefício a pessoa diversa do beneficiário final, será responsabilizada civil, penal e administrativamente. 1o Sem prejuízo da sanção penal, o beneficiário que dolosamente utilizar o benefício será obrigado a efetuar o cimento da importância recebida, (...) Lei /2004 alterada pela Lei /2011 Art. 14-A. Sem prejuízo da sanção penal, será obrigado a efetuar o ressarcimento da importância recebida o beneficiário que dolosamente tenha prestado informações falsas ou utilizado qualquer outro meio ilícito, a fim de indevidamente ingressar ou se manter como beneficiário do Programa Bolsa Família. (...)

4 Recebimento indevido Agentes públicos Inserção de informações falsas ou diferentes das que deveriam constar no Cadastro Único; Ø Contribuição para que pessoa diferente do beneficiário receba o benefício. Ø Art. 14 Famílias no PBF Art A Prestação de informações falsas; Ø Utilização de meio ilícito para recebimento/permanência no PBF. Ø

5 Fluxo do Processo Administrativo Decreto 5.209/2004 Art. 34 Comprovou-se dolo? sim Geração de GRU para ressarcimento em 60 dias após a notificação não Notificação ao beneficiário. Apresentou defesa em 30 dias? não sim Defesa aceita? não sim Notificação ao beneficiário. Recorreu à Ministra em 30 dias? não sim Recurso aceito? não Arquivamento do processo sim Apresentação de recurso à Ministra tem efeito suspensivo no pagamento da GRU.

6 Fluxos Demanda Recebida Instauração de Processo Diligência ao Município Providências SENARC

7 Competências Competências da fiscalização Recebimento indevido por inserção de informações falsas pelo beneficiário Competências da fiscalização Recebimento indevido por inserção de informações falsas por agente público Competência da SENARC Político eleito e empossado recebendo benefício Cartão em posse da Caixa Cartão em posse de agente público

8 Competências Fornecimento de senha a terceiros Não é competência da fiscalização Fornecimento de cartão a comerciante Forma de uso do benefício Venda de senha de atendimento/ cadastramento

9 Casos concretos É fiscalização Servidores públicos introduzindo informações falsas para obter recebimento indevido de benefício.

10 Casos concretos Em termos Nem todas as constatações dos relatórios da CGU são relativas à fiscalização, somente aquelas referentes à recebimento indevido.

11 Casos concretos Não é fiscalização A fiscalização atua sobre o recebimento do benefício e não sobre a sua utilização.

12 Casos concretos Não é fiscalização Embora o fato possa constituir crime, não se trata de um caso de fiscalização, uma vez que o recebimento do benefício está dentro das normas, no entanto, o uso do cartão prestase para um ilícito penal, por isso, trata-se de demanda da polícia judiciária e do MP.

13 Casos concretos Não é fiscalização A venda de senha para atendimento não se constitui em fato que gere recebimento indevido. A existência de ilícito ou não neste caso deve ser verificado pela autoridade competente (gestor municipal ou polícia civil).

14 Procedimentos Necessidade de apoio aos municípios Ofício enviado ao município requerendo informações para procedimento

15 Procedimentos Necessidade de apoio aos municípios Resposta enviada pelo município

16 Procedimentos Silêncio administrativo O descumprimento de prazos administrativos poderá ser caracterizado como contribuição para que uma pessoa receba indevidamente o benefício. Multa ao Gestor Municipal do PBF, no valor de 2 a 4 vezes à quantia paga indevidamente ( 2º do art. 14 da Lei nº , de 2004), sem prejuízo de outras sanções penais.

17 Perguntas?

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