3 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS E DESPACHOS DO PRESIDENTE

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1 3 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS E DESPACHOS DO PRESIDENTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO NORMATIVO 68/2007 O Excelentíssimo Senhor Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Vice Presidente no Exercício da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os termos do Ofício nº 220/07, datado de 10 de julho de 2007, da lavra da Excelentíssimo Senhor Juiz de Direito Diretor do Fórum de Venda Nova do Imigrante, protocolizado neste Tribunal de Justiça sob o número ; CONSIDERANDO o disposto no Art. 58 da Resolução nº 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: AUTORIZAR o fechamento do prédio do Fórum da Comarca de Venda Nova do Imigrante, no dia 20/07/2007 (sexta-feira), para realização de dedetização, desratização, descupinização, limpeza de calha e lavagem das caixas d'águas, quando, por este motivo, os prazos processuais ficarão suspensos. DETERMINO que afixe-se em local visível e de acesso ao público, mesmo estando o Fórum fechado, os nomes do Juiz de Direito Diretor do Fórum e do servidor por ele designado, onde possam ser encontrados, inclusive com telefones, para apreciação de causas urgentes. Publique-se. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em Exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO NORMATIVO 69/2007 O Excelentíssimo Senhor Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Vice Presidente no Exercício da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os termos do Ofício nº 260/07, datado de 10 de julho de 2007, da lavra da Excelentíssimo Senhor Juiz de Direito Diretor do Fórum de Marechal Floriano, protocolizado neste Tribunal de Justiça sob o número ; CONSIDERANDO o disposto no Art. 58 da Resolução nº 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: AUTORIZAR o fechamento do prédio do Fórum da Comarca de Marechal Floriano, no dia 25/07/2007 (quarta-feira), para realização de dedetização, desratização, descupinização, limpeza de calha e lavagem das caixas d'águas, quando, por este motivo, os prazos processuais ficarão suspensos. DETERMINO que afixe-se em local visível e de acesso ao público, mesmo estando o Fórum fechado, os nomes do Juiz de Direito Diretor do Fórum e do servidor por ele designado, onde possam ser encontrados, inclusive com telefones, para apreciação de causas urgentes. Publique-se. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em Exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO NORMATIVO 70/2007 O Excelentíssimo Senhor Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Vice Presidente no Exercício da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os termos do Ofício nº 167/07, datado de 10 de julho de 2007, da lavra da Excelentíssimo Senhor Juiz de Direito Diretor do Fórum de Muniz Freire, protocolizado neste Tribunal de Justiça sob o número ; CONSIDERANDO o disposto no Art. 58 da Resolução nº 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: AUTORIZAR o fechamento do prédio do Fórum da Comarca de Muniz Freire, no dia 27/07/2007 (sexta-feira), para realização de dedetização, desratização, descupinização, limpeza de calha e lavagem das caixas d'águas, quando, por este motivo, os prazos processuais ficarão suspensos. DETERMINO que afixe-se em local visível e de acesso ao público, mesmo estando o Fórum fechado, os nomes do Juiz de Direito Diretor do Fórum e do servidor por ele designado, onde possam ser encontrados, inclusive com telefones, para apreciação de causas urgentes. Publique-se. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em Exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 689/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador JORGE GOES COUTINHO, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2006, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício

2 4 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 690/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador JORGE GOES COUTINHO, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 691/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador ALEMER FERRAZ MOULIN, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 692/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador ADALTO DIAS TRISTÃO, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2006, para gozo oportuno. TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 693/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador ADALTO DIAS TRISTÃO, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 694/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador MAURÍLIO ALMEIDA DE ABREU, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 695/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador FREDERICO GUILHERME PIMENTEL, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2006, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício

3 5 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 696/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador MANOEL ALVES RABELO, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 697/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador PEDRO VALLS FEU ROSA, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 698/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador SERGIO BIZZOTO PESSOA DE MENDONÇA, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 699/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão UNÂNIME do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 700/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador RÔMULO TADDEI, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 701/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador SÉRGIO LUIZ TEIXEIRA GAMA, 60 (sessenta) dias de férias, relativas ao primeiro e segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício

4 6 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 702/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador ARNALDO SANTOS SOUZA, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 703/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador ALINALDO FARIA DE SOUZA, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 704/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador CARLOS HENRIQUE RIOS DO AMARAL, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 705/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 706/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador CARLOS ROBERTO MIGNONE, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 707/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER à Exmª. Srª. Desembargadora CATHARINA MARIA BARCELOS NOVAES, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício

5 7 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATO ESPECIAL Nº 708/07 O Exmº. Sr. Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA, Presidente em exercício do Egrégio Tribunal de Justiça, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão unânime do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data, RESOLVE: CONCEDER ao Exmº. Sr. Desembargador RONALDO GONÇALVES DE SOUSA, 30 (trinta) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2007, para gozo oportuno. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de julho de Desembargador ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em exercício COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA AVISO DE RESULTADO DE JULGAMENTO DE LICITAÇÃO Edital de Pregão nº 078/07 Processo nº TJ - 038/07 e apensos Objeto: Contratação de empresa para fornecimento, instalação e manutenção preventiva de aparelhos condicionadores de ar do tipo split, para atender ao Poder Judiciário. O Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, HOMOLOGA, na conformidade do disposto no inciso XXII do art. 4º da Lei /02, o resultado do pregão de que tratam os autos do processo em referência, em que o objeto de seu item único foi ADJUDICADO pela Pregoeira à seguinte licitante vencedora: LOTE ÚNICO - PROMAC CONDICIONAMENTO E TRATAMENTO DO AR LTDA., pelo valor global de R$ ,60 (cento e dezessete mil, duzentos e oitenta e um reais e sessenta centavos). Vitória/ES, 12 de julho de Des. ANNIBAL DE REZENDE LIMA Presidente em Exercício SECRETARIA DO PLENO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL PLENO INTIMAÇÕES INTIMO: 1 NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA ISAIAS SIMAS DAS VIRGENS, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS RS OSCAR MARTINS PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR E OUTROS.DE FLS. 143/ NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA EMIDIO COUTINHO, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES JAQUES MARQUES PEREIRA ES EDUARDO THIEBAUT PEREIRA ES ZELIO GUIMARAES SILVA ES ESTEFANIA APARECIDA MACHADO ES ELIANE FRANCA CONTI SP ANDRE FABIANO BATISTA LIMA ES CAMILA DE OLIVEIRA ES IGOR SOARES CAIRES ES RICARDO DETONI NEVES SECRETÁRIO DE GESTAO DE REC HUM DO ES, ONDE É AUTORIDADE COATORA POR SEU ADV. DR ES CAROLINA BONADIMAN ESTEVES DIRETOR PRESIDENTE DO IPAJM, ONDE É AUTORIDADE COATORA POR SEUS ADVS. DRS BA AUDIONETE ALVES PINHEIRO DA ROCHA ES ROSANGELA RODRIGUES MAIA PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 223/226.DECISÃOVERSAM ESTES AUTOS SOBRE MANDADO DE SEGURANÇA, COM PEDIDO DE LIMINAR, IMPETRADO POR EMÍDIO COUTINHO, CONTRA ATO DO SECRETÁRIO DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA JERÔNIMO MONTEIRO.O ORA IMPETRANTE ALEGA TER DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL PREVISTA NA LEI Nº 51/85, QUE CUMPRIRIA O PAPEL RESERVADO À LEI, CONFORME PREVISÃO DO ART. 40, 4º DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA.SUSTENTA QUE O INDEFERIMENTO DE SEU PEDIDO OFENDE AOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E REQUER A CONCESSÃO DE MEDIDA LIMINAR COM A DETERMINAÇÃO ÀS AUTORIDADES IMPETRADAS QUE PROMOVAM A SUA APOSENTADORIA. COM A INICIAL VIERAM OS DOCUMENTO DE FLS. 10/173.É O BREVE RELATÓRIO. PASSO A DECIDIR.ALEGA O IMPETRANTE QUE AS AUTORIDADES DITAS COATORAS TERIAM PRATICADO UM ATO ILEGAL AO NEGAR-LHE A CONCESSÃO DE APOSENTADORIA ESPECIAL PREVISTA NA LEI Nº 51/85. A JURISPRUDÊNCIA MAIS RECENTE DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL, BEM COMO A DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, TEM ENTENDIDO QUE NÃO TENDO SIDO EDITADA PELO CONGRESSO NACIONAL LEI COMPLEMENTAR DEFININDO AS ATIVIDADES CONSIDERADAS PREJUDICIAIS À SAÚDE OU À INTEGRIDADE FÍSICA, INAPLICÁVEL A LEI COMPLEMENTAR FEDERAL Nº 51, DE 1985, EDITADA SOB A VIGÊNCIA DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTERIOR, PORQUE NÃO FORA RECEPCIONADA PELA ATUAL CARTA CONSTITUCIONAL.ASSIM, NESTA ANÁLISE PRELIMINAR, ENTENDO QUE INEXISTE O FUMUS BONI JURIS A JUSTIFICAR A CONCESSÃO DA LIMINAR PLEITEADA.DESTE MODO, INDEFIRO A LIMINAR PLEITEADA.NOTIFIQUEM-SE AS AUTORIDADES DITAS COATORAS DESTA DECISÃO, SOLICITANDO AINDA QUE PRESTEM INFORMAÇÕES NO PRAZO LEGAL.INTIME-SE O IMPETRANTE.INTIME-SE AINDA A PROCURADORIA GERAL DO ESTADO (ART. 3º DA LEI Nº 4.348/64, COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº /2004,).APÓS, REMETAM-SE OS AUTOS À DOUTA PROCURADORIA DE JUSTIÇA.CUMPRIDAS AS DILIGÊNCIAS, REMETAM-SE OS AUTOS CONCLUSOS A ESTE GABINETE.VITÓRIA, 15 DE MAIO DE 2007.DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE RELATOR 3 NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA INST DE PREVIDENCIA E ASSIST DOS SERV DO ESTADO DO ES IPAJM, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES ROSANGELA RODRIGUES MAIA ES ERICA VERVLOET BA AUDIONETE ALVES P DA ROCHA ES MARCELO BENETELE FERREIRA RS RODRIGO DA ROCHA RODRIGUES MG PILAR LUCAS SILVA NUNES ES RODRIGO ANTONIO GIACOMELLI PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 454/ NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA CRISTIANO DA SILVA AGOSTINHO, ONDE É REQUERENTE

6 8 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO POR SEU ADV. DR RS OSCAR MARTINS PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 59/61. 5 NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA HELDER LEONARDO DE SOUZA, ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES SANDRA HELENA DE SOUZA ES CARLOS VINICIUS DA COSTA AZEVEDO PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 37/41. VITÓRIA, 13 DE JULHO DE 2007 LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL PLENO NOTIFICAÇÕES 1 - Nº RECURSO ESPECIAL MAND SEGURANÇA RECTE.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: LUIS FERNANDO NOGUEIRA MOREIRA RECDO.: SINDIPOL ADVOGADO: ALEX NASCIMENTO FERREIRA NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 2 - Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: GERALDO MERCIER ADVOGADO: ALEX NASCIMENTO FERREIRA RECDO.: O ESTADO DO ESPIRIT0 SANTO ADVOGADO: CESAR EDUARDO BARROS DE SIQUEIRA NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 3 - Nº RECURSO ESPECIAL MAND SEGURANÇA RECTE.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: JOSE ALEXANDRE RESENDE BELLOTE RECDO.: BARBARA ROSANA LOYOLA FRAGA ADVOGADO: SANDRO DE MATOS ZAGO ADVOGADO: WALTER JOSE MIRANDA NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 4 - Nº RECURSO ESPECIAL AGV REG AC RESCIS ACÓRDÃO RECTE.: EDSON LIBERATO ADVOGADO: RENATO DEL SILVA AUGUSTO RECDO.: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: NAMYR CARLOS DE SOUZA FILHO NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ E OUTRO. 5 - Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: ETELVINA ABREU DO VALLE RIBEIRO ADVOGADO: MARCIO DELL SANTO ADVOGADO: JOUBERT GARCIA SOUZA PINTO ADVOGADO: ANTONIO AUGUSTO GENELHU JR RECDO.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: CEZAR PONTES CLARK NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 6 - Nº RECURSO ESPECIAL PREST CONTAS RECTE.: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: ERFEN JOSE RIBEIRO SANTOS RECDO.: MUNICÍPIO DE IBITIRAMA ADVOGADO: VALMIR DE MATOS JUSTO ADVOGADO: BRUNO RIBEIRO GASPAR NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 7 - Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: CALBIR VALENTE SANDRINI ADVOGADO: ROGERIO ALVES MOTTA RECDO.: 0 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: JOSÉ RICARDO DE ABREU JUDICE NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 8 - Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: LUIZ CARLOS BORGES BISPO ADVOGADO: CELIO ALEXANDRE PICORELLI DE OLIVEIRA ADVOGADO: ANA IZABEL VIANA GONSALVES ADVOGADO: LUIZ CLAUDIO DIAS DA SILVA ADVOGADO: DANIELLE PINA DYNA ADVOGADO: NEUZA ARAUJO DE CASTRO RECDO.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: DANILO DAVID RIBEIRO NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 9 - Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: MUNICÍPIO DE MARATAIZES ADVOGADO: MARCO CESAR NUNES DE MENDONÇA ADVOGADO: VANDA B PINHEIRO BUENO ADVOGADO: WESLENE BATISTA GOMES ADVOGADO: JULLIANA AMARAL DE AGUIAR PIAZZI RECDO.: 0 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: GUSTAVO CESAR DE M C HOLLIDAY NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 10 - Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: 0 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: EVELYN BRUM CONTE RECDO.: CLAUDIA FLORES MARTINS ADVOGADO: ADRIANE MARY DA SILVA VIEIRA NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO EXCELSO STF E OUTROS. VITÓRIA,13 DE JULHO DE 2007 LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA TRIBUNAL DE JUSTIÇA SECRETARIA DO PLENO ERRATA DE CONCLUSÃO DE ACÓRDÃO PARA EFEITO DE RECURSO OU TRÂNSITO EM JULGADO PUBLICADA NO DIÁRIO DA JUSTIÇA DO DIA 15 DE FEVEREIRO DE 2006 ONDE SE LÊ: 20 RECURSO DO CONSELHO Nº RECURSO DO CONSELHO - SERVIDOR EFETIVO - LOCALIZAÇÃO - ACOMPANHAMENTO DE CÔNJUGE - ART DA LC 46/94. 1) O ART. 146 NO SEU PARÁGRAFO 2º DA LEI COMPLEMENTAR N 46/94 PREVÊ A POSSIBILIDADE DE EXERCÍCIO DO CARGO DE SERVIDOR PÚBLICO EFETIVO NO LOCAL PARA ONDE SEU CÔNJUGE FOR TRANSFERIDO. 2) RECURSO A QUE SE DÁ PROVIMENTO. CONCLUSÃO: ACORDA O EGRÉGIO TRIBUNAL PLENO NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, POR MAIORIA DE VOTOS, DAR PROVIMENTO AO RECURSO. LEIA-SE:

7 9 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO 20 RECURSO DO CONSELHO Nº RECURSO DO CONSELHO - SERVIDOR EFETIVO - LOCALIZAÇÃO - ACOMPANHAMENTO DE CÔNJUGE - ART DA LC 46/94. 1) O ART. 143 NO SEU PARÁGRAFO 2º DA LEI COMPLEMENTAR N 46/94 PREVÊ A POSSIBILIDADE DE EXERCÍCIO DO CARGO DE SERVIDOR PÚBLICO EFETIVO NO LOCAL PARA ONDE SEU CÔNJUGE FOR TRANSFERIDO. 2) RECURSO A QUE SE DÁ PROVIMENTO. CONCLUSÃO: ACORDA O EGRÉGIO TRIBUNAL PLENO NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, POR MAIORIA DE VOTOS, DAR PROVIMENTO AO RECURSO. VITÓRIA, 13 DE JULHO DE LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL CONCLUSÃO DE ACÓRDÃOS PARA EFEITO DE RECURSO OU TRÂNSITO EM JULGADO 1- Habeas Corpus Nº VILA VELHA - 5ª VARA CÍVEL PACTE IRINEU MENDES DE VASCONCELOS Advogado(a) REQUERIDO EM CAUSA PROPRIA A COATORA JUIZ DE DIREITO DA 5ª VARA CIVEL DE VILA VELHA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO HABEAS CORPUS PREVENTIVO - AMEAÇA DE PRISÃO CIVIL - PACTO SÃO JOSÉ DA COSTA RICA - FATOS OCORRIDOS ANTES DA VIGÊNCIA DO NOVO CÓDIGO CIVIL - FALTA DE PREVISÃO LEGAL EM VIGOR - ORDEM CONCEDIDA. 1 - Sob a égide do Código Civil de 1916 encontrava-se suprimida do ordenamento jurídico pátrio a imposição da prisão civil ao infiel depositário, que foi suplantada pelo Pacto de São José da Costa Rica, embora admitida pela Carta Magna. Com o advento do Código Civil de 2002, notadamente no que tange aos fatos ocorridos após a sua entrada em vigor, restabeleceu-se a possibilidade de prisão civil do depositário infiel. 2 - Vislumbra-se a ilegalidade da decretação da prisão do impetrante em razão dos fatos terem ocorrido antes do advento do Novo Código Civil. 3 - Concessão da ordem. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, conceder a ordem pleiteada. 2- Agravo de Instrumento Nº BARRA DE SÃO FRANCISCO - 1ª VARA CÍVEL AGVTE BANCO BANESTES S/A Advogado(a) ALEXANDRE PANDOLPHO MINASSA Advogado(a) CLAUDIA VALLI CARDOSO Advogado(a) ELSEANA MARIA VALIM DE PAULA Advogado(a) FERNANDA ALVES DE MATTOS MENEGUSSI Advogado(a) FRANKLIN DELMAESTRO Advogado(a) GISLAINE DE OLIVEIRA Advogado(a) JOSE ALOISIO PEREIRA SOBREIRA. Advogado(a) JOSE CARLOS SAID Advogado(a) LUIZ ALFREDO PRETTI Advogado(a) NELZA SCHULTHAIS ANDRADE Advogado(a) OMAR DE ALBUQUERQUE MACHADO JÚNIOR Advogado(a) PATRÍCIA RAGAZZI Advogado(a) RENATO BONINSENHA DE CARVALHO Advogado(a) SANDRA MARIA DE OLIVEIRA BAPTISTA Advogado(a) SERGIO BERNARDO CORDEIRO Advogado(a) THEREZA MARIA SEIDL NICOLETTI Advogado(a) VALMIR CAPELETO GUARNIER AGVDO D DALLA BERNARDINA & IRMAOS LTDA Advogado(a) AMABILIA ROSA GUARÇONI PIUMBINI Advogado(a) IDIVALDO LOPES DE OLIVEIRA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 A C Ó R D Ã O AGRAVO DE INSTRUMENTO. REDISCUSSÃO DE MATÉRIA JÁ DECIDIDA. PROCEDIMENTO VEDADO. PRECLUSÃO. 1 O ataque a provimento que busca atacar os efeitos decorrentes de entendimento já firmado no julgamento de outro recurso (agravo de instrumento) é inviável em razão da preclusão que acomete a matéria. 3 Recurso conhecido e desprovido. Vistos relatados e discutidos os presentes autos em que são partes as acima mencionadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar argüida, para quanto ao mérito e por igual votação, negar provimento ao recurso. 3- Agravo de Instrumento Nº CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 4ª VARA CÍVEL AGVTE CASEMIRO COSTA FILHO Advogado(a) ANDRE LUIZ DE BARROS ALVES Advogado(a) EVERALDO VASQUEZ LOPES BUTTER Advogado(a) JOAO CARLOS ASSAD Advogado(a) SAULO BATISTA CALASANS DOS SANTOS AGVDO MINERACAO ROCHEDO LTDA Advogado(a) ALESSANDRA SARA DA COSTA LEAL RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO POSSESSÓRIA - LIMINAR (CPC, 927) - CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA - INADIMPLEMENTO - RESOLUÇÃO - DILAÇÃO PROBATÓRIA - NECESSIDADE. 1. Embora não seja inviável o ajuizamento, pelo titular do domínio, de ação de reintegração liminar na posse do bem prometido, por alegada inexecução contratual da promessa de compra e venda, a complexibilidade da discussão acerca do real descumprimento desaconselha a concessão da medida provisória e precária antes mesmo de maior dilação probatória e do reconhecimento prévio da resolução do contrato, sob pena de esgotar o objeto da avença. 2. Na dúvida sobre o inadimplemento, Importa proteger o possuidor que desenvolve atividade econômica na área. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, dar provimento ao recurso. 4- Agravo de Instrumento Nº VITÓRIA - 12ª VARA CIVEL AGVTE MOUSSALLEM E FILHOS LTDA Advogado(a) FRANCISCO BOWEN DE OLIVEIRA Advogado(a) MARCO ANTONIO G. BARRETO Advogado(a) RICARDO CAMPOS Advogado(a) RONALDSON FERREIRA Advogado(a) TAREK MOYSES MOUSSALLEM AGVDO MUNICIPIO DE VITORIA Advogado(a) LUIZ HENRIQUE ANTUNES ALOCHIO Advogado(a) TERESA CRISTINA PASOLINI RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007

8 10 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO ACÓRDÃO TRIBUTÁRIO/PROC. CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE - EXECUÇÃO FISCAL - ALEGAÇÃO DE INVIABILIDADE DA EXECUÇÃO - SUPOSTA SUSPENSÃO DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS - INCISO II DO ART. 151 DO CTN - NÃO DEMONSTRAÇÃO DA EFETIVAÇÃO DO DEPÓSITO INTEGRAL - DEMANDA DE INSTRUÇÃO - INVIABILIDADE NA VIA DA EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE - RECURSO DESPROVIDO. 1 - As matérias passíveis de conhecimento, por meio da denominada "exceção de pré-executividade", são aquelas de ordem pública ou mesmo de natureza dispositiva, cuja cognição possa se dar de forma exauriente mediante simples análise de prova exclusivamente documental (secundum eventum probationis). A necessidade de dilação probatória inviabiliza o manejo da via exceptiva. 2 - No caso de execução fiscal, provada a suspensão da exigibilidade do crédito tributário em virtude do implemento do depósito integral, apresenta-se como viável a procedência do pedido contido em exceção de pré-executividade; diversamente, caso a aferição do depósito integral demande dilação probatória, deve-se manter a r. decisão que rejeitou o expediente apresentado pelo executado. 4 - Recurso desprovido. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento ao recurso. 5- Agravo de Instrumento Nº VITÓRIA - 3ª VARA CÍVEL AGVTE CODESA - COMPANHIA DOCAS DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) ESMERALDO AUGUSTO LUCCHESI RAMACCIOTTI Advogado(a) EUSTACHIO DOMICIO LUCCHESI RAMACCIOTTI AGVDO CARLOS ALBERTO NASCIMENTO FILHO Advogado(a) CASSIO DRUMOND MAGALHÃES Advogado(a) RICARDO LEAO DE CALAIS ROLDAO RELATOR DESIG. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 05/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO - CONCURSO PÚBLICO - CARGO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO COM LOTAÇÃO NA GUARDA PORTUÁRIA - LIMINAR CONCEDIDA PELO JUÍZO A QUO - ATRIBUIÇÕES E EXIGÊNCIAS DO CARGO - USO, MANUSEIO E PORTE DE ARMA DE FOGO - LEI /03 E DECRETO 5.123/04 - COMPROVAÇÃO DE APTIDÃO PSICOLÓGICA - EXAME PSICOTÉCNICO - EXIGÊNCIA LEGAL - DESNECESSIDADE DE PREVISÃO EM EDITAL - PERICULUM IN MORA E FUMUS BONI IURIS PRESENTES - EFEITO SUSPENSIVO CONCEDIDO - AGRAVO CONHECIDO E PROVIDO. 1 - Em razão da própria natureza das funções, atribuições e tarefas exercidas por guarda portuário (precipuamente, vigilância e segurança das áreas portuárias), permite-se o porte, o uso e o manuseio de armas de fogo e munição. 2 - Para o porte de armas de fogo de uso permitido, a lei exige a aptidão psicológica aferível por exame psicotécnico, bem como psicológico, nos termos dos arts. 4º e 6º, da Lei do Desarmamento (Lei nº /03) e do art. 12, do Decreto nº 5.123/ A realização do exame psicológico está acobertada não apenas pela legislação, mas, essencialmente, pela lógica e pela racionalidade, em face das peculiaridades da função policial. 4 - Se disposta em lei a necessidade e exigência de exame psicotécnico para o desempenho das funções da guarda portuária, porque a mesma está, legalmente, instituída como armada, desnecessária e inócua a sua previsão em edital de concurso; até mesmo porque se a lei exige este exame, o edital jamais poderia rejeitá-lo. 5 - Recurso conhecido e provido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, por maioria de votos, dar provimento ao recurso. 6- Agravo de Instrumento Nº VITÓRIA - VARA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL AGVTE MUNICIPIO DE VITORIA Advogado(a) ROSMARI ASCHANER CRISTO REIS AGVDO SARAH MARIA FERNANDES DE SOUZA Advogado(a) MARCELO PEREIRA MATTOS Advogado(a) VINICIUS PANCRACIO MACHADO COSTA RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA REJEITADA - MÉRITO - LIMINAR CONTRA A FAZENDA PUBLICA - POSSIBILIDADE - DECISÃO MANTIDA 1 - Não há que se falar em ilegitimidade passiva do Município em razão do incontestável vínculo que atrela o Chefe do Poder Executivo Municipal ao IPAMV, mera fonte pagadora, e responsável direta pelos descontos tidos por ilegais. 2 - Os pedidos liminares, em desfavor da Fazenda Pública, no que se referem aos efeitos financeiros de ordem salarial, são juridicamente possíveis, já que em tese ali estão para recompor direito líquido e certo, que foi retirado do titular. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar argüida, para quanto ao mérito e por igual votação, negar provimento ao recurso. 7- Agravo de Instrumento Nº VILA VELHA - 1ª VARA CÍVEL AGVTE CHOCOLATES GAROTO S/A Advogado(a) EDUARDO CASTELO BRANCO Advogado(a) JAVERT BONINO DE BARROS Advogado(a) MARIANA PINHO PERIM Advogado(a) PAULO SERGIO RAGA Advogado(a) RAFAEL TONELI TEDESCO Advogado(a) RODRIGO LOUREIRO MARTINS Advogado(a) RODRIGO SANZ MARTINS AGVDO FILHINHA MARIA COZER Advogado(a) LUIS FERNANDO NOGUEIRA MOREIRA Advogado(a) MARIA DA CONCEIÇAO S. B. CHAMOUN RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - PRELIMINAR DE NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO REJEITADA - RELAÇÃO CONTINUATIVA - REVISÃO DO BENEFÍCIO - NECESSIDADE DE AÇÃO AUTÔNOMA - MULTA DO ART. 475-J do CPC - INCIDÊNCIA PARCIAL - CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL - COISA JULGADA - RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO 1 - Em se tratando de relação continuativa, é possível revisar decisão transitada em julgado desde que tenha ocorrido a modificação no estado de fato - CPC art. 471, I. 2 - Necessidade de ação autônoma para a revisão do benefício. 3 - A decisão agravada aplicou a multa prevista no art. 475-J do CPC sobre o montante da condenação, em detrimento do disposto no 3º, eis que a multa não deve incidir sobre a parte que foi depositada em juízo. 4 - O pedido de substituição da condenação na constituição de capital por inclusão em folha de pagamento já se encontra acobertado pela coisa julgada. 5 - Agravo interno conhecido e parcialmente provido apenas no que tange à incidência da multa. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar argüida, para quanto ao mérito e por igual votação, dar provimento parcial ao recurso. 8- Agravo de Instrumento Nº VILA VELHA - 6ª VARA CÍVEL AGVTE LATTORRE INCORPORAÇAO LTDA Advogado(a) ENRICO SANTOS CORREA Advogado(a) FILIPE CARVALHO DE MORAIS SILVA

9 11 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO Advogado(a) FRANCISCO CARLOS MORAIS SILVA Advogado(a) JULIANA NASCIMENTO MIRANDA AGVDO ROSALIE MOREIRA RANGEL Advogado(a) DANIEL LOUREIRO LIMA Advogado(a) EMILIANO CARLOS LOUREIRO NETTO Advogado(a) GUILHERME GERRA REIS RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL/PROC. CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - DECISÃO QUE INDEFERIU O PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA PLEITEADA - PROVA INEQUÍVOCA - HIPÓTESE QUE AS PARTES não controvertem quanto à versão apresentada sobre os fatos - INDAGAÇÃO ACERCA DA exigibilidade Do dever contratual IMPUTADO À agravada - RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. 1 - Inexistência de controvérsia quanto à versão apresentada sobre os fatos, mas sobre o direito em si, isto é, sobre a exigibilidade do dever contratual imputado à agravada. 2 - O contrato deve ser executado nos exatos termos de suas cláusulas, tal como se as mesmas fossem disposições legais para os que o estipularam, não sendo lícito que uma parte exija da outra, que já implementou sua parte na avença, aquilo que não prevê o contrato. 3 - Presença dos pressupostos autorizadores para a concessão da antecipação dos efeitos da tutela pretendida. 4 - Recurso conhecido e provido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, dar provimento ao recurso. 9- Apelação Civel Nº COMARCA DE ANCHIETA APTE/APDO SAMARCO MINERACAO S/A Advogado(a) FRANCISCO AMERICO FRANCA Advogado(a) LUCIANA COTTA MACHADO Advogado(a) MARIA ALICE DE SOUZA Advogado(a) MILTON JOSE S B DA COSTA APDO/APTE ROSEANE PIRES VASCONCELLOS Advogado(a) ANA REGINA MAROCHIO CIPRIANI Advogado(a) JOSE EDUARDO C SOARES Advogado(a) PAULO ROBERTO ASSAD RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL - ACIDENTE DE TRABALHO - APELAÇÃO DA EMPRESA EMPREGADORA - RESPONSABILIDADE CIVIL - REQUISITOS - EXISTENTES - LESÃO INCONTROVERSA - CONDUTA NEGLIGENTE - NEXO CAUSAL ENTRE DANO E ATIVIDADE LABORATIVA - APELO CONHECIDO E DESPROVIDO. APELAÇÃO DA EMPREGADA - PENSÃO VITALÍCIA - DEVIDA NA PROPORÇÃO DA REDUÇÃO DA CAPACIDADE LABORATIVA E DOS GANHOS DO EMPREGADO - TERMO A QUO - DATA DO DESLIGAMENTO COM A EMPRESA - JUROS DE MORA - SÚMULA 54, STJ - EVENTO DANOSO - RELAÇÃO EXTRACONTRATUAL - CORREÇÃO MONETÁRIA - DATA DO EVENTO - PAGAMENTO COM AS DESPESAS FUTURAS - INDEVIDO - DANO MORAL - MAJORAÇÃO QUANTUM - DESNECESSIDADE - JUROS DE MORA - EVENTO DANOSO - CORREÇÃO MONETÁRIA - CONDENAÇÃO - RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1 - Fundando-se a ação em responsabilidade da empresa empregadora baseada na legislação civil, exige-se, para a procedência do pedido inicial, a presença de três elementos, quais sejam, o dano ou prejuízo, a culpa do apontado ofensor e o nexo causal dessa conduta com o fato. Apelação conhecida e desprovida. 2 - No caso do empregado sofrer lesão que lhe reduza, total ou parcialmente, a capacidade laborativa, é-lhe devida, pelo empregador, uma pensão mensal vitalícia, a ser fixada com base nos ganhos da vítima e da proporção da redução de sua capaciidade laboral. 3 - Vivo o ofendido, a pensão é vitalícia e deve iniciar a partir do rompimento do vínculo empregatício entre as partes. Sobre os valores devidos devem incidir juros de mora, a partir do evento danoso, nos termos da Súmula 54, do STJ. 3 - O quantum da indenização por dano moral deve levar em consideração os critérios de razoabilidade e proporcionalidade, bem como parâmetros já consagrados pela doutrina e pela jurisprudência - quais sejam, a natureza e a gravidade da ofensa, a posição social, política, social, profissional e familiar da vítima, a intensidade do grau de culpa do ofensor, o desestímulo à procura de meio de enriquecimento ilícito ou sem causa -, a fim de que a indenização sirva de consolo para a vítima e estimule a não reincidência por parte de quem ocasionou o dano e o nível de propagação da ofensa. Manutenção do quantum em R$ ,00 (dez mil reais), devendo incidir sobre este juros de mora, a partir do evento danoso, e correção monetária, a partir da condenação (sentença). 4 - Apelação concedida e parcialmente provida. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, conhecer do recurso da Samarco Mineração S/A para negar-lhe provimento e, ainda, conhecer do recurso de Roseane Pires Vasconcelos e dar-lhe provimento parcial. 10- Apelação Civel Nº CARIACICA - VARA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL APTE GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) REQUERIDO EM CAUSA PROPRIA APTE ADOREMIA DELBONI BORGES Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE DALVA ORESMIR LARANJA PINTO Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE MARGARIDA MARIA FOLADOR Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE ANTONIO DA ROCHA PIMENTEL Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE REGINA LUCIA DA SILVA PIMENTEL Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE EDISIO CORREA PINTO Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE JOELSON FERREIRA SCHUWAB Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE ZAILDES AMORIM DALLEPRANI Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APTE MARIA DA PENHA SANTOS FARIAS Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS Advogado(a) GABRIEL VIRGILIO SCHWAB RODRIGUES APDO MUNICIPIO DE CARIACICA Advogado(a) LUCIANO KELLY DO NASCIMENTO RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO PROCESSO CIVIL - APELAÇÃO CÍVEL - GRATIFICAÇÃO DE REPRESENTAÇÃO - APLICAÇÃO DE CORREÇÃO MONETÁRIA SOBRE DÉBITOS VINCENDOS DO PODER PÚBLICO - IMPOSSIBILIDADE - DECISÃO ANTERIOR ACOBERTADA PELA PRECLUSÃO - AÇÃO DE EXECUÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER - EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DO MÉRITO - DÉBITOS QUITADOS

10 12 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO PELO MUNICÍPIO - GRATIFICAÇÕES INCORPORADAS - CORREÇÃO MONETÁRIA DE VENCIMENTOS OU PROVENTOS VINCENDOS - INVIABILIDADE. RECURSO DESPROVIDO. 1 - A correção de valores integrantes de vencimentos ou proventos só pode ser efetuada mediante lei específica da pessoa jurídica de direito público, inviável a majoração dessas parcelas mediante índice de correção monetária. 2 - Conforme posicionamento adotado pelo TJES, a correção monetária incide apenas sobre os débitos já vencidos da Fazenda Pública, não sobre os vincendos, razão pela qual não há de se acolher a pretensão dos apelantes no sentido de ver corrigido monetariamente os valores a serem recebidos mensalmente à título de gratificação de representação. 3 -O cumprimento (satisfação) dos comandos mandamentais das sentenças efetivam-se mediante ordens e/ou determinações de fazer ou não fazer, exaradas como atos seriais ao próprio processo de mandado de segurança e não na forma de ação e processo de execução, dispensados para a concreção destes capítulos da sentença. 4 - Recurso desprovido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento ao recurso. 11- Apelação Civel Nº VITÓRIA - 11ª VARA CÍVEL APTE BANCO DO BRASIL S/A Advogado(a) ADILSON GUIOTTO TORRES Advogado(a) ADOLFO DE OLIVEIRA ROSA Advogado(a) ANDREA NEVES REBELLO Advogado(a) BENTO MACHADO GUIMARAES FILHO Advogado(a) CLAUDINE SIMOES MOREIRA Advogado(a) EMIR JOSE TESCH Advogado(a) FRANCISCO DE A DOS S SOARES Advogado(a) GILMAR ZUMAK PASSOS Advogado(a) LUCIANA BEATRIZ PASSAMANI POLEZE Advogado(a) PAULO CESAR BUSATO Advogado(a) RAFAEL ERNESTO LIMA Advogado(a) RONALDO GIARETTA APDO VITA SAUDE ADM HOSP E DE SISTEMA DE SAUDE LTDA Advogado(a) FABÍOLA BARRETO SARAIVA Advogado(a) JOAO MANOEL DE SOUSA SARAIVA Advogado(a) VINICIUS ALVES RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE REVISOR DES. SAMUEL MEIRA BRASIL JUNIOR JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO ORDINÁRIA - PRELIMINAR - NULIDADE DA SENTENÇA - REJEITADA - NOVAÇÃO - PROTESTO INDEVIDO. 1). A decisão com fundamentação sucinta, como ocorreu nos autos, não enseja nulidade, não se confundindo com as decisões sem qualquer fundamentação. 2). Os protestos dos títulos foram feitos indevidamente visto que as partes, novaram quanto a obrigação. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar argüida, para quanto ao mérito e por igual votação, negar provimento ao recurso. 12- Apelação Civel Nº VITÓRIA - 9ª VARA CÍVEL APTE COIMEX ADMINISTRACAO DE CONSORCIO LTDA Advogado(a) MARIA BERNADETH DEPIANTE Advogado(a) RODRIGO DA CUNHA NEVES APDO NILTON PEREIRA LIMA Advogado(a) RONALDO LOUZADA BERNARDO SEGUNDO RELATOR DES. ALINALDO FARIA DE SOUZA REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 01/08/2006 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL- PRISÃO CIVIL- SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS - CONVERSÃO DA AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO EM DEPÓSITO - ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIO - AUSÊNCIA DE DEPÓSITO TÍPICO - IMPOSSIBILIDADE DE EQUIPARAÇÃO AO DEPOSITÁRIO INFIEL - PRECEDENTES - PACTO DE SÃO JOSÉ DA COSTA RICA - TEORIA DA INCORPORAÇÃO - NORMA DE NATUREZA - MATERIALMENTE CONSTITUCIONAL - RECURSO IMPROVIDO. 1 - É firme o entendimento de que a prisão civil apenas pode ser decretada em situações excepcionais, como medida extrema, por ferir o direito constitucional de liberdade, sendo inviável, em caso de conversão da ação de busca e apreensão em ação de depósito, a prisão civil do devedor fiduciário, por não se tratar de depósito típico e, em razão disso, não se lhe podendo equiparar ao depositário infiel. 2 - Como não poderia deixar de mencionar, o Brasil é signatário do Pacto de São José da Costa Rica, o qual ostenta natureza de norma materialmente constitucional, a despeito do entendimento dos Tribunais Superiores de que ingressaria no ordenamento pátrio com a roupagem de lei ordinária. 3 - Recurso improvido. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, em negar provimento ao recurso. 13- Apelação Civel Nº VITÓRIA - 4ª VARA CÍVEL APTE PEDRO HENRIQUE MARQUES Advogado(a) LUIZ RENATO G DOS SANTOS APDO CONDOMINIO DO EDIFICIO MEDICAL CENTER Advogado(a) DANIELLE REIS MACHADO Advogado(a) TATIANA MARETO SILVA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL/PROC. CIVIL - APELAÇÃO CÍVEL - COBRANÇA DE COTAS CONDOMINIAIS - PRELIMINAR DE EXTINÇÃO POR ILEGITIMIDADE PASSIVA - SITUAÇÃO CORRIGIDA QUANDO DA AUDIÊNCIA PRELIMINAR - FORMA ANÔMALA - INSTRUMENTALIDADE - SÓCIO-GERENTE FIGURANDO COMO DEVEDOR NOS CADASTROS - PRELIMINAR REJEITADA - PRELIMINAR DE NULIDADE - CERCEAMENTO DE DEFESA - NÃO OFERTADA A OPORTUNIDADE DA PRODUÇÃO DA PROVA PERICIAL (NA VERDADE, NÃO APRECIADO O PEDIDO) - MODALIDADE PROBATÓRIA NECESSÁRIA PARA O DESLINDE DA QUESTÃO - NULIDADE CONFIRMADA - PRELIMINAR ACOLHIDA. 1 - Rejeita-se a preliminar de extinção sem resolução do mérito por suposta ilegitimidade quando ficar demonstrado que, quando da audiência preliminar, com a anuência do requerido, operou-se o acertamento do pólo passivo. 2 - Apesar de anômalo, aceita-se o expediente pois, num juízo de instrumentalidade, deve-se levar em consideração que a pessoa inicialmente arrolada no pólo passivo era sócio da empresa proprietária do imóvel (da fração), sendo que a mesma pessoa física constava com condômino para fins de emissão dos boletos de cobrança. 3 - Recebido o questionamento deduzido a título de pedido contraposto ( 1º do art. 278 do CPC) como matéria de defesa, não se pode cercear o direito do requerido de produzir a prova pericial necessária para demonstrar eventual equívoco na formatação do cálculo das cotas condominiais que, em caso de êxito, pode influir, modificando o direito do autor. 4 - Acolher a preliminar para anular a r. sentença, assegurando ao direito da produção da prova pericial. indicadas. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar de extinção do processo sem julgamento de mérito face a ilegitimidade da parte

11 13 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO requerida, e acolher a preliminar de nulidade processual por cerceamento do direito de defesa, decretando a nulidade da r. sentença combatida. 14- Apelação Civel Nº VITÓRIA - VARA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL APTE IPAMV Advogado(a) HELOISA MARIA DUARTE BARCELLOS APTE MUNICIPIO DE VITORIA Advogado(a) SANDRO VIEIRA DE MORAES APDO ELIZABETH DA ROCHA NEVES Advogado(a) GIOVANNI ROCHA DAS NEVES RELATOR: DESEMBARGADOR SUBSTITUTO IZAÍAS EDUARDO DA SILVA. JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CONSTITUCIONAL - PREVIDENCIÁRIO - MANDADO DE SEGURANÇA - TETO REMUNERATÓRIO - PRELIMINARES - ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DO PREFEITO - LITISCONSORTE PASSIVO - INTERESSE PATRIMONIAL NA LIDE - VEDAÇÃO À CONCESSÃO DE LIMINAR - INOCORRÊNCIA DA HIPÓTESE LEGAL - NULIDADE DA SENTENÇA - OFENSA AO ART. 286, CPC - CONFUSÃO COM O MÉRITO - PRELIMINARES REJEITADAS - PRELIMINAR DE MÉRITO - DECADÊNCIA - PRESTAÇÕES DE TRATO SUCESSIVO - NÃO INCIDÊNCIA DO PRAZO - REJEITADA - MÉRITO - EC 41/03 - REGULAMENTAÇÃO DO ART. 37, XI, CF/88 - EFICÁCIA PLENA - POSSIBILIDADE DE INCLUSÃO DAS VANTAGENS PESSOAIS - AUSÊNCIA DE OFENSA A DIREITO ADQUIRIDO E A IRREDUTIBILIDADE DOS PROVENTOS - SENTENÇA REFORMADA - RECURSO PROVIDO. 1 - Preliminares. Não houve equívoco na indicação da autoridade coatora, que efetivamente não é o Prefeito Municipal, muito embora seja inteiramente razoável a tese de que o Município pode ser afetado por efeito da decisão vindicada, exatamente porque, em última análise, será quem irá suportar os efeitos financeiros da medida postulada, especialmente pela notória circunstância de que os institutos de previdência municipais, com raríssimas exceções, não formaram fundo a suportar o pagamentos dos benefícios, os quais são suportados mensalmente pelo repasse de recursos do tesouro da entidade instituidora da autarquia previdenciária. Destarte, justifica-se a presença do Município de Vitória na qualidade de litisconsorte passivo, em face do incontestável interesse do mesmo, ao menos patrimonial (interesse público secundário), na manutenção da glosa de vantagens pessoais a fim de fazer prevalecer o teto salarial municipal. 2 - Lei nº 5.021/66, no 4º de seu artigo 1º, veda a concessão de liminar para efeito de pagamento de vencimentos e vantagens pecuniárias. Essa não é a situação dos autos, onde somente se almeja exclusão das vantagens pessoais do teto remuneratório. Ademais, verifica-se, no caso, a ocorrência de preclusão consumativa, eis que a decisão liminar deveria ter sido atacada mediante expediente próprio, sendo vedada sua apreciação por ocasião do julgamento do presente mandamus. 3 - Tratando-se de preliminar de nulidade de sentença sob o fundamento de que a mesma teria sido genérica e indeterminada ao não delinear quais seriam as vantagens pessoais, vislumbro confusão com o próprio mérito recursal, razão pela qual será nesta fase em que tal questão será apreciada. 4 - É de se verificar que a lesão é daquelas que se renovam, do tipo que enseja um trato sucessivo, implicando sucessivas lesões, mês a mês, numa situação de indeterminação, em virtude da necessidade de adequação dos proventos da impetrante ao teto remuneratório, excluindo-se as vantagens pessoais, o que, mês a mês, importa subtração de valores de seu patrimônio jurídico. Por tal razão, não incide o prazo decadencial do artigo 18, da LMS. 5 - Mérito. Anteriormente à EC nº 41/2003 o STF sufragou, em sessão administrativa, a não auto-executoriedade do artigo 37, inciso XI, da CF/88, com a redação dada pela EC nº 19/98. Na mesma oportunidade, determinou que, até a efetiva regulamentação, aplicar-se-ia o texto constitucional em sua redação anterior. Assim, na ausência de regulamentação, excluídas estavam as vantagens individuais dos servidores ou aquelas relativas à natureza do trabalho. 6 - Contudo, com o advento da EC nº 41/2003, publicada em 19 de dezembro de 2003, que regulamentou o inciso XI do artigo 37 da CF/88 ao fixar provisoriamente em seu art. 8º o subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal, deixou de existir impedimento à inclusão das vantagens de natureza pessoal, ou de qualquer outra natureza, no cômputo da remuneração do servidor para fins de cálculo do teto salarial. E mais: o artigo 8º, da referida Emenda Constitucional atribuiu eficácia plena ao artigo 37, inciso XI, da CF/88, não mais condicionando sua eficácia à edição de lei infraconstitucional. Precedentes do STF e do STJ. 7 - Não há ofensa à direito adquirido a teor do decidido pelo STF no MS : É de se ressaltar que a fixação de um efetivo teto remuneratório configura antigo anseio geral no sentido da concretização definitiva da transparência na remuneração dos servidores públicos, sendo incabível, por isso, a tese de direito adquirido a uma remuneração que extrapola o limite do que o país considera como remuneração justa para a função pública. (STF, MS , rel. Min. Sepúlveda Pertence). 8 - Também não há violação à irredutibilidade de vencimentos/proventos, pois as vantagens pessoais foram absorvido pelo subsídio que compõe o teto remuneratório. E, como já dito, nos termos do artigo 8, da EC 41/2003, o subsídio será composto pela soma do vencimento, da representação mensal e da parcela recebida em razão do tempo de serviço. 9 - Ademais, a teor do artigo 17, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, os vencimentos, a remuneração, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes, não se admitindo, neste caso, invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título Em se tratando, pois, de impetração formulada após a edição da Emenda Constitucional nº 41/2003, de acordo com o entendimento pacífico formulado pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça, até então, é de ser incluídas as vantagens pessoais percebidas pelo impetrante na contagem do teto remuneratório a partir da data em que passou a vigorar os moldes inovadores da Emenda Constitucional nº 41/2003, ou seja, 19/12/ Recurso provido para reformar a r. sentença. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar as preliminares argüidas, para quanto ao mérito e por maioria de votos, dar provimento ao recurso 15- Apelação Civel Nº VITÓRIA - 4ª VARA CÍVEL APTE REAL SEGUROS S/A Advogado(a) GRACYELLEN LEITE MOREIRA Advogado(a) GUSTAVO SICILIANO CANTISANO Advogado(a) LEANDRO FIGUEIRA VAN DE KOKEN Advogado(a) MARIO SAMPAIO FERNANDES Advogado(a) RUDOLF JOAO RODRIGUES PINTO Advogado(a) TAÍSA BARRETO DE MORAES APDO MANOEL GONÇALVES RAMOS Advogado(a) FLAVIA AQUINO DOS ASNTOS Advogado(a) VANESSA HERKENHOFF PATRICIO RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CIVIL. CERCEAMENTO DE DEFESA. CONTRADIÇÃO NA PROVA DOCUMENTAL. IMPOSSIBILIDADE DE JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE. INSTRUÇÃO HIPERTROFIADA NECESSÁRIA. SENTENÇA ANULADA. FEITO NOVAMENTE REMETIDO AO PRIMEIRO GRAU. 1. Nada obstante a contenda em abstrato admita o julgamento antecipado da lide, por ser questão de indubitável simplicidade, a contradição entre as provas contidas nos autos não deixa transparecer a certeza que possibilita a resolução da lide com base no art. 330, I do CPC. A potência, no presente caso, não se convola em eficiência em virtude da referida contradição. 2. Sentença proferida negando-se o princípio constitucional da ampla defesa. Instrução processual necessária. Imperativa anulação.

12 14 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO 3. Apelo conhecido e provido. Autos remetidos à primeira instância. indicadas. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, conhecer da apelação e dar-lhe provimento, reconhecendo o cerceamento de defesa para, após anular a sentença a quo, determinar a remessa dos autos à instância de origem. 16- Apelação Civel Nº VITÓRIA - 3ª VARA CÍVEL APTE REAL SEGUROS S/A Advogado(a) DANIELLA REGINA GUARNIERI DE OLIVEIRA Advogado(a) FERNANDO AUGUSTO FERREIRA DE AMORIM Advogado(a) GRACYELLEN LEITE MOREIRA Advogado(a) GUSTAVO SICILIANO CANTISANO Advogado(a) LEANDRO FIGUEIRA VAN DE KOKEN Advogado(a) MARCIA DOS SANTOS FERREIRA Advogado(a) MARCOS AURELIO DOS SANTOS Advogado(a) MARIO SAMPAIO FERNANDES Advogado(a) NEUZA MARIA FERREIRA DOS SANTOS Advogado(a) RUDOLF JOAO RODRIGUES PINTO Advogado(a) TAÍSA BARRETO DE MORAES APDO EDUARDO RIBEIRO CROCE Advogado(a) DANIELE PELA BACHETI Advogado(a) FLAVIA AQUINO DOS ASNTOS RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 A C Ó R D Ã O CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO SUMÁRIA DE COBRANÇA DE DESPESAS MÉDICAS (NA VERDADE, FISIOTERAPÊUTICA), DECORRENTE DE SEGURO DPVAT. PRELIMINARES. CERCEAMENTO DE DEFESA. VIOLAÇÃO DO ARTIGO 5º, LV, DA CF. NECESSIDADE DE PRODUÇÃO DE PROVA EM AUDIÊNCIA - ESCLARECIMENTOS SOBRE A METODOLOGIA E NECESSIDADE DE FORMATO UTILIZADO, DENTRE OUTROS - DIFERENÇA ENTRE AS ASSINATURAS LANÇADAS PELO PACIENTE/AUTOR - NÃO VIABILIDADE DO JULGAMENTO ANTECIPADO - PRELIMINAR ACOLHIDA - RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARA ANULAR A SENTENÇA 1. No que se refere à apontada ofensa ao artigo 5º, LV, da CF (e acrescento, aos arts. 234 e 330, I, do CPC), relativa ao julgamento antecipado da lide, oportuno registrar que o magistrado tem o poder-dever de julgar antecipadamente a lide, desprezando a realização audiência para produção de provas, ao constatar que o acervo documental é suficiente para nortear e instruir seu entendimento. É do seu livre convencimento o deferimento de pedido para a produção de quaisquer provas que entender pertinentes ao julgamento da controvérsia. 2. No caso concreto, em que pese a existência de documento atestando a realização de sessões de fisioterapia no autor/paciente, verifica-se que não há elementos científicos que justifique a metodologia utilizada e, por conseqüência, os valores cobrados. 3. No campo material, afere-se que as assinaturas constantes da ficha de registro do tratamento não coincidem com a assinatura do requerente na procuração que outorga poderes ao causídico, sendo que tal fato, independente da aferição de falsidade (que demanda procedimento próprio) pode comprometer a substância das informações contidas nos documentos que ampara o preceito condenatório proferido antecipadamente. 8. Recurso provido para anular a r. sentença. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, conhecer da apelação e dar-lhe provimento, reconhecendo o cerceamento de defesa para, após anular a sentença a quo, determinar a remessa dos autos à instância de origem. 17- Apelação Civel Nº VITÓRIA - 4ª VARA CÍVEL APTE ANIMA ASSISTENCIA MEDICA S/C LTDA Advogado(a) CLAUDIA REIS ROSA Advogado(a) MARCOS SERGIO ESPINDULA FERNANDES APDO AFECC HOSPITAL SANTA RITA DE CASSIA Advogado(a) CLAUDIO PEIXOTO DE OLIVEIRA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 A C Ó R D Ã O APELAÇÃO. DENUNCIAÇÃO DA LIDE. PLANO DE SAÚDE. INTERPRETAÇÃO DE CLÁUSULA CONTRATUAL DE MANEIRA MAIS BENÉFICA AO SEGURADO. NULIDADE DE DECISÃO. CARÊNCIA DE DECISÃO. ART. 45 DO CDC. CRANIOTOMIA PARA ANEURISMA. URGÊNCIA. RECURSO DESPROVIDO. 1. A incorreção ou incompletude parcial da fundamentação expendida pelo julgador a quo não justifica a anulação da decisão atacada pelo recurso. 2. A interpretação de cláusulas de contratos submetidos ao regime consumerista hão de ser interpretados de maneira mais benéfica ao consumidor, conforme preconiza o art. XXX. 3. A urgência inerente ao procedimento de craniotomia para aneurisma para conter e tratar a progressão da enfermidade justifica a cobertura do plano em relação a tal procedimento cirúrgico. 4. Recurso conhecido e desprovido. indicadas. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar argüida, para quanto ao mérito e por igual votação, negar provimento ao recurso. 18- Apelação Civel Nº VILA VELHA - 6ª VARA CÍVEL APTE VULTEC VULCANIZAÇÃO TECNICA COMERCIO E INDUSTRIA LTDA Advogado(a) ALEXANDRE PUPPIM Advogado(a) ANDERSON PIMENTEL COUTINHO Advogado(a) IVON ALCURE DO NASCIMENTO Advogado(a) MARCUS FELIPE BOTELHO PEREIRA APDO BANERJ BANCO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S/A Advogado(a) ALEXANDRA GUEDES PEREIRA DINIZ Advogado(a) CARLOS MARCIO FROES DE CARVALHO Advogado(a) FERNANDA SOUZA DE PAIVA Advogado(a) GUSTAVO TRAVASSOS DE AZEVEDO Advogado(a) MARCOS DE CARVALHO BORGES Advogado(a) PEDRO PAULO BARROS DE MAGALHÃES RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE REVISOR DES. SAMUEL MEIRA BRASIL JUNIOR JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO ORDINÁRIA - NULIDADE DE TÍTULO DE CRÉDITO - ILEGALIDADE DE CLÁUSULA CONTRATUAL - TBF (TAXA BÁSICA FINANCEIRA)- REVISÃO CONTRATUAL - INEXISTÊNCIA DE ANATOCISMO - I - As partes firmaram Contrato de Abertura de Crédito em Conta-corrente, que deu origem ao Contrato de Confissão de Dívida, objeto destes autos. II - Não é possível a revisão dos contratos firmados anteriormente ao contrato de confissão de dívida, uma vez que os mesmos sequer constam dos autos. III - Em não havendo pedido ou reconhecimento da inversão do ônus da prova, caberia à empresa autora, apelante, a prova quanto às cobranças de taxas e encargos indevidos por parte do banco(exegese do art. 333, I do CPC).

13 15 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO IV - A TBF - Taxa Básica Financeira não pode ser utilizada como indexador de correção monetária nos contratos bancários (Súm. 287 do STJ). VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento ao recurso. 19- Apelação Civel Nº SERRA - 2ª VARA CÍVEL APTE SMS ASSISTENCIA MEDICA LTDA Advogado(a) LARISSA PORTUGAL G AMARAL Advogado(a) MARCO POLO FRIZERA FILHO Advogado(a) NILTON VASCONCELOS JUNIOR Advogado(a) THAISA SILVA DE OLIVEIRA NUNES APDO LUIZ GUILHERME SANTOS GALDINO Advogado(a) CARLOS AUGUSTO MENDES PEREIRA Advogado(a) JOAO LUIZ DA SILVA JUNIOR Advogado(a) MARIA DE FATIMA MONTEIRO RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 22/05/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL - CONSUMIDOR - APELAÇÃO CÍVEL - PLANO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA - ABSORÇÃO DE CLIENTES DE PLANO ANTERIOR - RECUSA AO TRATAMENTO - EXIGÊNCIA DE CARÊNCIA OU PAGAMENTO DE AGRAVO - DO AGRAVO RETIDO - ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM - ANÁLISE IN STATUS ASSERTIONES - REJEITADA - DO APELO - COMPROVAÇÃO DE FILIAÇÃO COM A EMPRESA ANTERIOR - VÍNCULO CONTRATUAL - ABSORÇÃO DE CLIENTES DO PLANO ANTERIOR - CONTINUIDADE NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS - EXISTÊNCIA - DANOS MORAIS - CONFIGURAÇÃO - REDUÇÃO DO QUANTUM - ASTREINTE - AUSEÑCIA DE PROVA DE DESCUMPRIMENTO - CONDENAÇÃO AFASTADA - HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS - MANUTENÇÃO DO PERCENTUAL PORQUE CONGRUENTE COM A REDUÇÃO DO VALOR DA CONDENAÇÃO - TERMO INICIAL DOS JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA - RESPONSABILIDADE CONTRATUAL - DATA DA CITAÇÃO E DATA EM FIXADA A INDENIZAÇÃO DEVIDA. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. 1 - Do Agravo Retido. Segundo a teoria da asserção, a legitimidade passiva ad causam é auferida a partir das afirmações feitas pelo autor na inicial (ou seja, se afere in status assertiones), e, regra geral independe de provas. Neste sentido, qualquer matéria que demande a realização de provas, é atinente ao mérito e necessita de uma cognição mais profunda. A legitimidade da seguradora resta patente quando se considera que, em virtude de parceria firmada entre esta e a empresa COMED, a apelada é quem passaria a atender os filiados do SINTUFES. É, pois, suficiente para o afastamento da ilegitimidade passiva a afirmação dos autores no sentido de que a empresa apelante "sucedeu" à extinta COMED, tendo absorvido seus clientes. 2 - Agravo conhecido como preliminar com sua rejeição. 3 - Do Apelo. A prova acosta convence razoavelmente que o primeiro apelante, e sua companheira, a segunda apelante, estavam de fato vinculados à COMED ao tempo em que esta foi sucedida pela SMS - ASSISTÊNCIA MÉDICA. 4 - Sobre a sucessão de uma empresa à outra, no contexto do contrato de assistência médica em causa, a despeito da alusão constante do contrato, sobre a necessidade de adesão espontânea e formal e de que não houve interrupção dos serviços na pendência de formulação de expressa adesão, a empresa apelada firmou parceria com a empresa COMED e passou a atender seus clientes, absorvendo-os, admitindo o uso da carteira emitida pela sucedida, bem assim louvando-se nos créditos vencidos da primeira, de sorte que houve típica novação subjetiva contratual. 5 - Nos termos da Resolução CONSU N. 14, DE (DOU), ART. 5º, item IV, "nos planos ou seguro de assistência à saúde sob o regime de contratação coletiva por adesão, com número de participantes maior ou igual que 50 (cinqüenta), não poderá haver cláusula de agravo ou cobertura parcial temporária, nos casos de doenças ou lesões pré-existentes, nos termos da Resolução específica e poderá ser considerada a exigência de cumprimento de prazo de carência." Tal regulação parece um tanto razoável à vista do fato de que o risco acaba diluído pelo número elevando de participantes, o que autoriza a norma, do ponto de vista material, a obstaculizar a cláusula de agravo e, por essa via, ainda que não se tenha a SMS como sucessora de COMED, é caso de se ter por ilegítima a condicionante erigida para viabilizar a adesão da autora ao plano de saúde. 6 - A partir do advento da Constituição Federal de 1988, o dano moral passou a contemplar nova feição e maior dimensão, até pela singela razão de que a dignidade da pessoa humana foi consagrada na atual Constituição como um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito (artigo 1º, inciso III). 7 - Dano moral, com efeito, é aquela modalidade de dano em que se ofendem a esfera subjetiva da vítima, aspectos de sua personalidade humana, tais como honra, reputação, intimidade e consideração pessoal, traduzindo-se em um sentimento de pesar íntimo do ofendido capaz de causar alterações psíquicas. 8 - Contudo, não será todo e qualquer melindre, toda suscetibilidade exacerbada, que merecerá ressarcimento. Necessário se mostra para o acolhimento do pedido de indenização, repito, a prova do dano, do nexo de causalidade e da culpa do agente. 9 - Primeiramente, o tratamento de quimioterapria fora paralisado, enquanto se aguardava a autorização pelo plano de saúde. Ademais, a negativa de cobertura do tratamento, bem como a cobrança de valores à título de agravo, na mensalidade paga, em virtude do não preenchimento do período de carência, impuseram à parte autora sofrimento muito superior àquele naturalmente decorrente de seu estado de enfermidade, superando o plano dos meros aborrecimentos e dissabores Vale relembrar que esse tipo de dano prescinde de prova, porquanto decorre do fato em si, da própria situação penosa. É o dano in re ipsa Em relação ao quantum, a indenização por danos morais tem função diversa daquela exercida pelos danos patrimoniais, não podendo ser aplicados critérios iguais para sua quantificação, uma vez que a reparação de tal espécie de dano procura oferecer compensação ao lesado para atenuar o sofrimento havido e, quanto ao causador do dano, objetiva infringir-lhe sanção, a fim de que não volte a praticar atos lesivos à personalidade de outrem Tal ocorre porque interessa ao direito e à sociedade que o relacionamento entre os cidadãos se mantenha dentro de padrões de equilíbrio e de respeito mútuo. Assim, em hipótese de lesão, cabe ao agente suportar as conseqüências do seu agir, desestimulando-se, com a atribuição de indenização, atos ilícitos tendentes a afetar os já referidos aspectos da personalidade humana Destarte, assegurando-se ao lesado justa reparação, sem incorrer em enriquecimento indevido, considerando o caráter repressivo, pedagógico e preventivo da reparação, restabeleço o quantum arbitrado, fixando-o na quantia certa de R$ ,00 (vinte mil reais), a serem mrateados entre os autores na proporção de 30% para o primeiro e 70% para o espólio a segunda, falecida que restou no curso da demanda, com acréscimo de juros contados da data da citação e correção monetária desde a data em que fixados o importe por este Tribunal Sobre a multa que foi apurada na sentença, louvando-se em suposto descumprimento da medida antecipatória, o melhor exame da prova aponta no sentido de que não teria havido tal descumprimento, forte na circunstância de que não há nos autos nenhuma requistição ou solicitação de serviços entre a data da intimação da decisão antecipatória e a solitação datada de , a qual restou atendida pela apelante. Condenação em multa que deve ser afastada, ausente prova de descumprimento 16 - Deve ser mantida a r. Sentença quanto ao percentual fixado à título de honorários advocatícios, porque parece adequar-se à justa remuneração ao advogado, considerados os vetores constantes das alíneas a, b, e c, do 3º, do art. 20, especialmente à readequação à dimensão condenatória da causa A declaração constante do art. 405, do CC, de que os juros legais são devidos desde a citação inicial, somente abrange os casos não previstos no art. 397 e art. 398, ambos do CC, pois, segundo estes, a mora se verifica antes da citação e, portanto, os juros de mora são devidos mesmo antes da citação. Por conseguinte, os juros legais são devidos desde a citação, a teor do que dispõe o artigo 405, CC. Já no que tange ao termo inicial da correção monetária, nos casos como o da hipótese vertente, esta incide desde o momento em que o valor indenizatório é fixado pelo juiz ou tribunal Apelo conhecido e parcialmente provido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, rejeitar a preliminar argüida, para quanto ao mérito e por igual votação, dar provimento parcial ao recurso, para reduzir o quantun devido à título de danos morais para R$ ,00 (vinte mil reais), suprimir a condenação ao pagamento da multa por suposto descumprimento da medida antecipatória e estabelecer que os juros legais incidirão desde a citação e a correção monetária a contar da data deste julgamento, mantendo o percentual de honorários em 20% sobre o valor da condenação. 20- Apelação Civel Nº COMARCA DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE

14 16 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO APTE UNIMED SUL CAPIXABA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO Advogado(a) KAMILLA NUNES DE ALMEIDA APDO NEULIMAR ESPILARES Advogado(a) DINAHYR GOMES DE OLIVEIRA JUNIOR Advogado(a) MARCUS SAVIO LACERDA SENNA RELATOR: DESEMBARGADOR SUBSTITUTO IZAÍAS EDUARDO DA SILVA. REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CONSUMIDOR/PROC. CIVIL - APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER - CUSTEIO DE CIRURGIA - PROCEDIMENTO REALIZADO POR MÉDICO E HOSPITAL NÃO CREDENCIADO PELO PLANO DE SAÚDE - ENCAMINHAMENTO PELO MÉDICO DO CONVÊNIO - NÃO INDICADA A EXISTÊNCIA DE OUTRO MÉTODO EFICAZ, NEM MESMO OUTRA EQUIPE - RESPONSABILIDADE DA COOPERATIVA MÉDICA - CERTEZA JUDICIAL ACERCA DA ÚNICA ALTERNATIVA PARA O RESTABELECIMENTO DA SAÚDE - SENTENÇA MANTIDA - RECURSO DESPROVIDO. 1 - Pedido de custeio de procedimento cirúrgico na cidade de São Paulo, com equipe e médicos pré-estabelecidos, sob o pretexto de ser o único tratamento viável. 2 - Não foi cogitada a existência de outro tratamento eficaz, presumindo-se como verdadeira a alegação de que o procedimento indicado seria o único viável. 3 - Encaminhamento por parte de médico ligado ao plano de saúde. 4 - Tratamento registrado na AMB - Associação Médica Brasileira. 5 - Contrato regido pelas regras inerentes ao direito do consumidor, em que pese o fato da oferta mediante vínculo com a Administração de determinado município. 5 - Metodologia da sucumbência, em especial a condenação em honorários advocatícios, arbitrados em R$2.000,00, estipuladas dentro de critérios razoáveis. 6 - Preclusão para o recorrido no que se refere ao valor dos honorários, sendo que a insurgência apresentada pelo mesmo em sede de contra-razões deveria constar de recurso próprio. 7 - Recurso desprovido. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento ao recurso. 21- Remessa Ex-officio Nº VITÓRIA - VARA ESPECIALIZADA ACIDENTE DE TRABALHO REMTE JUIZ DE DIREITO DA VARA ESPECIALIZADA ACIDENTE TRABALHO DE V PARTE ELISABETH DE FATIMA ROSA SOUZA Advogado(a) ITAMAR BALESTRERO COSTA Advogado(a) IVANILDO JOSE CAETANO Advogado(a) MARCIA CRISTINA ENGELHARDT BITTI PARTE INSS INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL Advogado(a) MARCIA RIBEIRO PAIVA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 A C Ó R D Ã O PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. REMESSA NECESSÁRIA. INSS. OTN. ORTN. PENSÃO POR MORTE DERIVADA DE APOSENTADORIA. IMPOSSIBILIDADE DE CORREÇÃO DO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO. REMESSA CONHECIDA PARA REFORMAR A SENTENÇA. 1. O Decreto n.º /79, o qual aprovou o Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, em seu do artigo 37, 1º, permite que sejam passíveis de correção monetária tão somente as aposentadorias (exceto a por invalidez). 2. No caso concreto, o benefício da autora sequer derivou-se de uma aposentadoria, haja visto ter sido gerado de um benefício decorrente de acidente de trabalho. Sendo assim, por expressa vedação legal, inviável o deferimento da correção requerida nestes autos. 3. Remessa conhecida. Sentença reformada. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, conhecer da remessa para reformar a sentença de primeiro grau e, em conseqüência, julgar improcedente o pedido autoral. 22- Remessa Ex-officio Nº COMARCA DE PRESIDENTE KENNEDY REMTE JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE PRESIDENTE KENNEDY PARTE MUNICIPIO DE PRESIDENTE KENNEDY Advogado(a) ELISA HELENA LESQUEVES GALANTE PARTE VIGUI EMPREENDIMENTOS LTDA Advogado(a) NADIR PATROCINIO VIEIRA * Apelação Voluntária Nº APTE MUNICIPIO DE PRESIDENTE KENNEDY APDO VIGUI EMPREENDIMENTOS LTDA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON REVISOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL/PROC. CIVIL - REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL - EXECUÇÃO FISCAL - SUJEITO PASSIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA- CERTIDÃO DE DÍVIDA ATIVA - IPTU - PROPRIETÁRIO OU POSSUIDOR - ESCOLHA DA MUNICIPALIDADE - LEGITIMIDADE PASSIVA DA APELADA EM RELAÇÃO AOS FATOS GERADORES VERIFICADOS ANTES DA ALIENAÇÃO DOS IMÓVEIS - NÃO REGISTRO IMOBILIÁRIO DA ESCRITURA DE COMPRA E VENDA - RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO - ANULAÇÃO PARCIAL DO DECISUM - PREJUDICADA EM PARTE A REMESSA - ART. 515, 3º DO CPC - EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE - PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO REFERENTE AO EXERCÍCIO DE NÃO CARACTERIZAÇÃO DO EFEITO CONFISCATÓRIO DA MULTA - PROSSEGUIMENTO DA EXECUÇÃO QUANTO AO CRÉDITO REMANESCENTE. 1 - A Certidão de Dívida Ativa que ensejou a presente execução fiscal, refere-se aos débitos acumulados do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), nos exercícios de 1999 a 2003, concernentes aos 81 (oitenta e um) imóveis discriminados a folhas 04-05, em relação aos quais a apelada figura no cadastro municipal como contribuinte (conferir folhas 06-10). 2 - Vislumbra-se a legitimidade passiva ad causam da apelada - que tanto é considerada contribuinte dos débitos tributários verificados no período em que esteve na posse dos imóveis, ou seja, antes de sua alienação para terceiros, como também é responsável em relação ao período antecedente, tendo em vista o disposto no art. 130 supra mencionado, ainda que tal fato não exclua a legitimidade do proprietário e, também, a dos terceiros adquirentes. 3 - O fato de os terceiros adquirentes terem assumido a responsabilidade pelo pagamento de tais débitos, não obriga a municipalidade, especificamente em relação ao período em que a apelada estava na posse dos imóveis. Somente não se afigura lícito atribuir à apelada a responsabilidade tributária pelos fatos geradores verificados após a alienação dos bens imóveis à terceiros, pelo simples fato de constar seu nome no cadastro municipal de contribuintes, visto que, de fato, a mesma já não era mais possuidora. 4 - Competia à apelada proceder à alteração no cadastro do Município, razão pela qual não há que se falar em sucumbência do Município nesse particular. 5 - O art. 515, 3º, do Código de Processo Civil, admite que, nos casos de extinção do processo sem resolução do mérito, o Tribunal julgue desde logo a lide, se a causa versar sobre questão exclusivamente de direito e estiver em condições de imediato julgamento. Uma vez verificada a legitimidade da apelada em relação à parte dos exercícios financeiros cobrados, e a conseqüente anulação, ainda que parcial, do decisum, cabe a análise das matérias suscitadas por meio da exceção de pré-executividade. 6 - No que tange ao exercício de 1999, data mais remota constante da CDA, observa-se que a prescrição qüinqüenal ocorrera no dia 1º de janeiro de 2004, pois o art. 4º do Código Tributário Municipal (Lei nº 048-A/80) estabelece que o fato gerador do imposto ocorre no dia primeiro de janeiro. O ajuizamento da presente demanda executiva se deu após nove meses do transcurso do prazo qüinqüenal referente ao referido exercício. Assim sendo, de fato, houve a prescrição do crédito tributário concernente apenas ao exercício de Por derradeiro, apenas se poderia cogitar em efeito confiscatório da multa se houvesse comprovação de que há o consumo de grande parte da propriedade do

15 17 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO contribuinte ou inviabilidade do exercício de sua atividade lícita, o que não ocorreu no caso concreto. 8 - Recurso conhecido e em parte provido, remessa prejudicada nesse particular, e conhecida da matéria suscitada pela executada em sede de exceção de pré-executividade, declarar a prescrição do crédito tributário referente ao exercício de VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, conhecer da remessa necessária e do presente recurso de apelação, para dar-lhes provimento parcial. 23- Embargos de Declaração Ag Interno Ap Civel Nº ARACRUZ - 1ª VARA CÍVEL E COMERCIAL EMGTE BANCO AMERICA DO SUL S/A Advogado(a) ARNALDO ARRUDA DA SILVEIRA EMGDO TRANSLOCAL TRANSPORTADORA E LOCADORA LTDA. Advogado(a) BIANCA MOTTA PRETTI Advogado(a) EMERSON LUIZ FAE Advogado(a) FLAVIA MOTTA PRETTI Advogado(a) JOSE CARLOS STEIN JR Advogado(a) LUCIANO DAMASCENO DA COSTA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL/PROC. CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - ALEGADA NULIDADE DE INTIMAÇÃO - MATÉRIA SUJEITA À PRECLUSÃO - INOVAÇÃO RECURSAL - VÍCIOS INEXISTENTES - RECURSO IMPROVIDO. 1 - A decretação da nulidade da intimação feita sem observância das prescrições legais demanda a existência de prejuízo para a parte intimada irregularmente, sem o qual a mesma se convalida. 2 - Na medida que o embargante não se insurgiu em seu recurso de apelação quanto à suposta nulidade da intimação procedida por meio de correspondência, com aviso de recebimento, dirigida para o endereço fornecido pelo mesmo na exordial e recebida por um funcionário devidamente identificado, demonstrou total ausência de prejuízo. 3 - A nulidade do ato deveria ter sido alegada na primeira oportunidade em que coube à parte falar nos autos, ou seja, em seu recurso de apelação, e, não tendo a mesma assim procedido, operou-se a preclusão. Precedentes do STJ. 4 - Não se constata no decisum embargado nenhuma obscuridade, contradição ou omissão, que possa ser remediada pelo presente recurso, porquanto, de fato, houve inovação recursal da parte recorrente, a qual é vedada pelo ordenamento jurídico pátrio. 5 - Recurso improvido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 24- Embargos de Declaração Emb Declaração Ag Interno Agv Instrumento Nº ARACRUZ - 2ª VARA CÍVEL EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) LEONARDO DE MEDEIROS GARCIA EMGDO COMERCIAL DEVENS LTDA Advogado(a) JORGE FERNANDO PETRA DE MACEDO RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: PROCESSO CIVIL E DIREITO TRIBUTÁRIO - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - EFEITO TRANSLATIVO - POSSIBILIDADE - EXECUÇÃO FISCAL - EXTINÇÃO - AUSÊNCIA DE EXIGIBILIDADE DA CDA - LEI 5.541, QUE DETERMINAVA O RECOLHIMENTO POR ESTIMATIVA DO ICMS. 1). Ante à excepcionalidade de determinadas matérias, mormente as de ordem pública, pode o Tribunal transcender à matéria constante nas razões recursais, em razão do que dispõe o art. 515, parágrafos 2º e 3º, do Código de Processo Civil (efeito translativo). 2). Os dispositivos da Lei Estadual de 1997, os quais serviam de fundamentação legal para a exação fiscal, foram revogados por meio da Lei Estadual de 1999 e, enquanto vigentes, tiveram a eficácia suspensa pelo Excelso supremo Tribunal Federal, por meio do deferimento da medida cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº VISTOS, relatados e discutidos estes autos CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, julgar extinta a execução que originou o presente recurso, nos termos do art. 618, I e 267, VI, ambas da Lei Processual Adjetiva e, por via reflexa, declarar nula a CDA nº /2004, determinando a suspensão da eficácia da penhora realizada e condenando a Fazenda Pública em custas processuais e honorários advocatícios. 25- Embargos de Declaração Rem Ex-officio Nº CACH ITAPEMIRIM - VARA FAZ MUN REG PÚBLICOS EMGTE MUNICIPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM Advogado(a) ADEMIR DO LIVRAMENTO THOMAZ Advogado(a) CRISTIANO TESSINARI MODESTO Advogado(a) CRISTINA DE OLIVEIRA Advogado(a) EDSON DA SILVA JANOARIO Advogado(a) GILCEIA MARTINS MARCELINO LACERDA Advogado(a) JACY FERNANDES Advogado(a) JEFFERSON BARBOSA PEREIRA Advogado(a) LUIZ C S JUNIOR Advogado(a) MARCELO TAMARA ALVES Advogado(a) MARCO AURELIO COELHO Advogado(a) MARTA SAVIATTO Advogado(a) RICARDO CLAUDINO PESSANHA Advogado(a) VAGNER ANTONIO DE SOUZA EMGDO CACHOEIRO ITACAR VEICULOS LTDA Advogado(a) BRUNO DE PINHO E SILVA Advogado(a) RODRIGO LOUREIRO MARTINS Advogado(a) ROGERIO KEIJOK SPITZ RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - CONTRADIÇÃO - INEXISTÊNCIA - SÚMULA 138 DO STJ - REFERÊNCIA APENAS AO ARRENDAMENTO MERCANTIL - FUNDAMENTAÇÃO INAPLICÁVEL AO CASO - MULTA. 1). A súmula 138 do STJ tem como objeto o típico contrato de arrendamento mercantil, e não o arrendamento em seu sentido amplo, não jurídico. 2). Não sendo a fundamentação utilizada pelo recorrente aplicável ao caso concreto, impõe-se a aplicação da multa prevista no art. 538, parágrafo único, do CPC. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 26- Embargos de Declaração Ap Civel Nº CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 2ª VARA CÍVEL EMGTE SIMONE CARREIRO MOULIN GARSCHAGEN ASSAD Advogado(a) GUSTAVO MOULIN COSTA Advogado(a) HIGNER MANSUR EMGDO LOJAS RIACHUELO S/A Advogado(a) ADRIANA APARECIDA GUEDES CAVALCANTI ALVES Advogado(a) ERICA CARVALHO LEAL Advogado(a) FABIANO CABRAL DIAS Advogado(a) FLAVIA MIRANDA OLEARE Advogado(a) LORENA DE MELLO REZENDE COLNAGO Advogado(a) LUCIANO RODRIGUES MACHADO Advogado(a) NATALIA ALVES DO CAMPO RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 08/05/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO PROCESSUAL CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - OMISSÃO - REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL - TEMPESTIVIDADE - APELAÇÃO APRESENTADA VIA FAC-SÍMILE - ORIGINAL - PRAZO

16 18 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO - 05 DIAS - LEI 9.800/99 - ENTREGA POSTAL DA PEÇA PROCESSUAL - MEIO INIDÔNEO DE SE ATESTAR A SUA TEMPESTIVIDADE - PROTOCOLO - DATA ULTERIOR À DATA LIMITE - RECONHECIMENTO DA EXTEMPORANEIDADE - ACÓRDÃO RECORRIDO ANULADO - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROVIDOS. 1 - Tendo o recurso de apelação sido apresentado via fax, nos termos da Lei nº 9.800/99, a versão original deve ser entregue em até 05 (cinco), iniciando-se tal prazo do término do prazo assinado para a prática do ato (e não do recebimento do material por fax). 2 - A data da postagem, da entrega ou do recebimento da peça processual, no caso do recurso de apelação, é irrelevante e não prova a sua tempestividade. A exceção do art. 525, 2º, do CPC, abrange, tão só, o recurso de agravo de instrumento. 3 - Quanto à apelação, vigora a regra de que é necessário que se faça protrocolizar, no tempo devido, a petição, não bastando a simples entrega da mesma, em cartório ou edifício do Fórum, pela agência dos Correios, haja vista que essa mera entrega ou recebimento não implica desincumbência da parte de seu ônus, que é de protocolizar as peças processuais tempestivamente. 4 - Em tendo sido interposta fora do prazo legal, há de se reconhecer ausente o requisito de admissibilidade recursal da tempestividade, o que, via de conseqüência, propicia a anulação do acórdão de fls. 213/222, ensejando o provimento dos embargos declaratórios. 5 - Efeito modificativo concedido, em razão da extemporaneidade da apelação. Embargos de declaração conhecidos e providos. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, dar provimento aos embargos declaratórios, suprindo a apontada omissão para declarar intempestivo o recurso de apelação ante a extemporaneidade de protocolização do original da apelação anteriormente interposta via fac-símile. 27- Embargos de Declaração Ap Voluntária Rem Ex-officio Nº CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 2ª VARA FEITOS FAZENDA PÚBLICA EMGTE ESCELSA - ESPIRITO SANTO CENTRAIS ELETRICAS S/A Advogado(a) IMERO DEVENS Advogado(a) IMERO DEVENS JUNIOR Advogado(a) MARCELO PAGANI DEVENS Advogado(a) MAURICIO MESQUITA EMGDO EUROGRAN GRANITOS E MAMORES LTDA Advogado(a) ANDRE FRANCISCO R GUIMARAES RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 CONFLITO DE COMPETÊNCIA. MANDADO DE SEGURANÇA. DIRIGENTE DE CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA. FORNECIMENTO DE ENERGIA CONDICIONADO AO PAGAMENTO DE MULTA. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA FEDERAL. 1. Compete privativamente à União Federal explorar diretamente ou mediante autorização ou concessão os serviços de instalação de energia elétrica (art. 21, XII, "d", da CF/88). 2. O dirigente de instituição privada, no exercício de autoridade federal delegada sujeita-se ao crivo da Justiça Federal, desde que o ato não seja de simples gestão, mas de típica delegação. 3. Na hipótese dos autos, o ato contra o qual se volta o impetrante relativo fornecimento de energia condicionado ao pagamento de multa, mas de delegação, já que relacionado à continuidade na prestação de serviço público federal. 4. Embargos de Declaração conhecidos e providos para declarar a competência da Justiça Federal para processar e julgar o presente feito. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, dar provimento aos embargos declaratórios, declarando a competência de uma das Varas Federais de Vitória para processar e julgar o presente feito. 28- Embargos de Declaração Ag Interno Rem Ex-officio Nº CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 1ª VARA FEITOS FAZENDA PÚBLICA EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) KLAUSS COUTINHO BARROS Advogado(a) RAFAEL INDUZZI DREWS EMGDO FRANCISCO DE JESUS PENHA Advogado(a) EDUARDO TADEU HENRIQUES MENEZES Advogado(a) JOAO APRIGIO MENEZES Advogado(a) MARCIA AZEVEDO COUTO RELATOR DES. SAMUEL MEIRA BRASIL JUNIOR JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO EMENTA. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. EXISTÊNCIA. CDA. PRESUNÇÃO DE LIQÜIDEZ E CERTEZA. SÓCIO. CO-RESPONSÁVEL. 1. Se o nome do sócio consta da CDA, a sua responsabilidade se presume, incumbindo-lhe fazer prova em contrário por meio de embargos à execução. 2. Se os débitos foram regularmente constitu?dos e inscritos, constando expressamente o nome do sócio na CDA, o deferimento da Certidão Negativa de Débitos torna-se incabível 3. Recurso provido. Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, por maioria de votos, dar provimento ao recurso. 29- Embargos de Declaração Rem Ex-officio Nº COLATINA - VARA FAZ PUBL ESTADUAL/REG PÚBLICO/MEIO AMBIENTE EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA Advogado(a) PAULO SERGIO AVALLONE MARSCHALL Advogado(a) RODRIGO RABELLO VIEIRA EMGDO NEWTON LOPES DE FARIA Advogado(a) CLAUDIA PEGORETTI LOPES RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - FINALIDADE ÚNICA DE PREQUESTIONAMENTO - IMPOSSIBILIDADE. 1). O rejulgamento da causa com a utilização da tese defendida pelo recorrente não é matéria passível de ser argüida em sede de Embargos de Declaração, que é de fundamentação vinculada, ou seja, sendo facultado ao insurgente argumentar apenas sobre a existência de omissão, obscuridade ou contradição, devendo, ainda, as mesmas serem apontadas de forma clara e precisa. 2). Não obstante a oposição de embargos declaratórios, não são eles mero expediente para forçar o ingresso na instância especial, se não houve omissão do acórdão que deva ser suprida. Precedente do STJ. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 30- Embargos de Declaração Agv Instrumento Nº COMARCA DE CONCEIÇÃO DA BARRA EMGTE DISA DESTILARIA ITAUNAS SA Advogado(a) ALDO HENRIQUE DOS SANTOS Advogado(a) FABIANO CABRAL DIAS EMGDO ALCANA DESTILARIA DE ALCOOL DE NANUQUE SA Advogado(a) CHARLES ISIDORO GRUENBERG Advogado(a) EVANDRO RODRIGUES SANTOS Advogado(a) FABIANO CABRAL DIAS Advogado(a) JOSE NEMR

17 19 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO Advogado(a) MURILO SALOMÃO BARBOSA Advogado(a) PATRICIA DE CASTRO RIOS Advogado(a) RICARDO ALVARES DA SILVA CAMPOS JUNIOR Advogado(a) RICARDO TOSTO DE OLIVEIRA CARVALHO Advogado(a) RICARDO YAMAMOTO Advogado(a) RONALDSON FERREIRA Advogado(a) TAREK MOYSES MOUSSALLEM Advogado(a) ZANON DE PAULA BARROS RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - AGRAVO DE INSTRUMENTO - VOTO LIDO EM SESSÃO DE JULGAMENTO - MATÉRIA ESTRANHA AO AGRAVO EM ANÁLISE - JULGAMENTO EQUIVOCADO - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - EFEITO MODIFICATIVO - CONCESSÃO - JULGAMENTO ANTERIOR ANULADO - AGRAVO DE INSTRUMENTO - NOVA ANÁLISE - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS - PEDIDOS DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA - PRODUÇÃO DE PROVA PERICIAL - DESNECESSIDADE - ALEGAÇÃO DE INEXIGIBILIDADE DO PAGAMENTO DE CUSTAS - AUSÊNCIA DE PROVA - RECURSO A QUE SE NEGA PROVIMENTO. 1 - Argüído e comprovado, por meio de embargos de declaração, que o voto lido em sessão de julgamento se refere a outro agravo de instrumento (em que também figuram como partes os ora litigantes), há de se anular a decisão outrora proferida, para dar regular processamento e julgamento a este recurso. 2 - Considerando, ainda, que o agravo encontra-se devidamente instruído e contraditado, é possível a análise de seu mérito em sede de embargos declaratórios. 3 - A controvérsia a respeito da entrega ou não do produto ou sobre sua quantidade não impõe, necessariamente, a produção de prova pericial, sendo perfeitamente admissível a apuração do cumprimento da obrigação mediante prova escrita, baseada em documentos comerciais e/ou fiscais. 4 - Ilegítima a pretensão visando a impedir judicialmente o protesto de promissórias dadas em garantia de contrato se não há demonstração inequívoca de invocada situação de lesão ou de abusividade de cláusulas, sobretudo se se trata de avença firmada entre iguais e por meio de contrato incomum. 5 - Compromete a formação de um juízo de verossimilhança acerca das alegações do recorrente quando esse, embora reconheça parte da dívida, impugnando-a apenas parcialmente, não demonstra interesse no adimplemento da parte incontroversa, mediante ação de consignação ou do depósito da quantia, mas intenta obstaculizar meios normais de execução e seus atos preparatórios. 6 - O provimento do recurso no que toca à alegada não-obrigatoriedade do pagamento de custas complementares reclama a comprovação do afirmado. 7 - Recurso de agravo de instrumento a que se nega provimento. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade dar provimento aos embargos declaratórios no sentido de anular o julgamento proferido no agravo de instrumento na sessão do dia 16/01/2007 e, no que diz respeito ao mérito do agravo, negar-lhe provimento, confirmando a decisão proferida pelo juizo a quo. 31- Embargos de Declaração Ap Civel Nº COMARCA DE ECOPORANGA EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) ALEXANDRE NOGUEIRA ALVES EMGDO IOLANDA PIERRE BRAGANCA SILVA Advogado(a) ALTAIR CARLOS GOMES Advogado(a) LAVINIA DAL'COL CANAL Advogado(a) VITOR LUCIO LIMA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL/PROC. CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - VÍCIOS INEXISTENTES - EXPRESSA MENÇÃO À MATÉRIA SUSCITADA PELO EMBARGANTE - RECURSO IMPROVIDO. 1 - As matérias suscitadas pelo embargante foram expressamente abordadas no decisum recorrido. 2 - Não se constata no decisum embargado nenhuma obscuridade, contradição ou omissão, que possa ser remediada pelo presente recurso. 3 - Recurso improvido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 32- Embargos de Declaração Ap Civel Nº GUARAPARI - 2ª VARA CÍVEL EMGTE GUARAPARI ESPORTE CLUBE Advogado(a) FAUSTO ANTONIO POSSATO ALMEIDA Advogado(a) LUIZ FELIPE FERREIRA GALLO EMGDO GRAMACRUZ EXTRAÇAO DE GRANITO LTDA Advogado(a) ALEXANDRE BUZATO FIOROT Advogado(a) FRANCELINE DE AGUIAR PEREIRA Advogado(a) GEYSE GORZA ALMEIDA Advogado(a) JOSE ARCISO FIOROT Advogado(a) JOSÉ ARCISO FIOROT JÚNIOR Advogado(a) KARLA BUZATO FIOROT Advogado(a) MARCELA TALHATE DE SOUZA RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - DECISÃO MONOCRÁTICA - INADEQUAÇÃO DA VIA - PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE - CONHECIMENTO COMO AGRAVO INTERNO - PODER DE PRESIDENTE DE CONSELHO DELIBERATIVO PARA ALIENAÇÃO DE BEM - OCORRÊNCIA. 1). O recurso adequado para desafiar decisão monocrática é o Agravo Regimental, não sendo cabível, prima facie, os Embargos de Declaração. Aplicação do princípio da fungibilidade. 2). Tendo sido outorgado poder ao Presidente do Conselho Deliberativo para tratar de alienação de área pertencente à associação, é de ser afastadas a alegação de sua ilegitimidade. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 33- Embargos de Declaração Ap Civel Nº VITÓRIA - 9ª VARA CÍVEL EMGTE ALOISIO ALFREDO MAFALDA Advogado(a) DENISE PECANHA SARMENTO Advogado(a) JULIANA GAVA EMGDO AUTOVIL - AUTOMOVEIS VITORIA LTDA Advogado(a) GUSTAVO VARELLA CABRAL Advogado(a) LUCAS ZIGONI CAMPOS RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO - INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO - REDISCUSSÃO DA MATÉRIA - IMPOSSIBILIDADE - RECURSO DESPROVIDO. 1). Inexiste omissão no acórdão, posto que a matéria que serviu de base à oposição do presente recurso foi devidamente apreciada no aresto atacado, com fundamentos claros e nítidos, tudo em perfeita consonância com os ditames legais e jurisprudênciais.

18 20 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO 2). O embargante visa, com a interposição dos presentes embargos de declaração, é o reexame das questões já decididas, algo impossível por esta via recursal. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 34- Embargos de Declaração Ap Voluntária Rem Ex-officio Nº VITÓRIA - VARA EXECUÇÕES FISCAIS EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) ARTENIO MERCON EMGDO JAGUAR CARS COMERCIAL E IMPORTADORA LTDA Advogado(a) BIANCA VALENTIN VASCONCELOS Advogado(a) GILBERTO ALVARES DOS SANTOS Advogado(a) LEONARDO BITTENCOURT RONCONI Advogado(a) PAULO SERGIO F CHIABAI Advogado(a) PRISCILA CANDIDO BONADIMAN Advogado(a) ROGERIO WANDERLEY GUASTI RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO CIVIL/PROC. CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - BUSCA DE NOVO REEXAME DA CAUSA - VÍCIOS INEXISTENTES - RECURSO DESPROVIDO. 1 - Não se constata no decisum ora embargado nenhuma obscuridade, contradição ou omissão que possa ser remediada pelo presente recurso. As matérias aduzidas pelos embargantes foram exaustivamente discutidas e debatidas na ocasião do julgamento que ensejou o acórdão ora embargado. 2 - Mesmo nos embargos de declaração com o fim de prequestionamento, devem-se observar os lindes traçados no art. 535, do CPC. 3 - Verifica-se que, em verdade, as questões suscitadas pelos embargantes têm por objetivo a busca de reexame da causa, porquanto os prejudicados pelo decisum insurgem-se quanto à aplicação do direito e à valoração da prova, não se enquadrando, portanto, em nenhumas das hipóteses previstas nos incisos I e II do art. 535, do Código de Processo Civil. 4 - Recurso desprovido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 35- Embargos de Declaração Ap Civel Nº VITÓRIA - 10ª VARA CÍVEL EMGTE JUPTER COMERCIO DE VEICULOS LTDA Advogado(a) DOUGLAS CARLOS DA SILVA Advogado(a) EVARISTO ALMEIDA DA SILVA Advogado(a) FABIANO LOPES FERREIRA Advogado(a) FABIO FONSECA P. DE LACERDA Advogado(a) GUSTAVO MATTEDI REGIANI Advogado(a) JOSE ANTONIO NEFFA JUNIOR Advogado(a) MARCIO MELHEM Advogado(a) PATRICIA ZOGHAIB Advogado(a) RODRIGO CAMPANA TRISTAO EMGDO FERNANDA VAREJAO TRANCOSO Advogado(a) CARLOS LACERDA DE CASTRO CRISSAFF Advogado(a) HELTON TEIXEIRA RAMOS Advogado(a) ROGERIO SIMOES ALVES RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. CONTRADIÇÃO. INEXISTENTE. EMBARGOS NÃO SE PRESTAM À REDISCUSSÃO DA MATÉRIA. OMISSÃO. PARÂMETROS UTILIZADOS CONSIGNADOS. NÃO CONFIGURADA. DESNECESSIDADE DO JULGADOR TER DE CITAR TODOS OS PONTOS ARGÜIDOS PELAS PARTES. LIVRE CONVENCIMENTO. EMBARGOS DECLARATÓRIOS CONHECIDOS. NEGADO PROVIMENTO AO RECURSO. 1. Não havendo contradição ou omissão apontada no julgado objurgado, deve-se negar provimento ao recurso de embargos de declaração. 2. O artigo 535, caput e incisos, do CPC, ao prever o cabimento de embargos de declaração para sanar omissões da decisão, não autoriza o embargante a requerer o reexame da matéria para fins de rejulgamento da causa. 3. Recurso de Embargos de Declaração conhecido, para negar-lhe provimento. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 36- Embargos de Declaração Ap Civel Nº VITÓRIA - 11ª VARA CÍVEL EMGTE CESAN Advogado(a) FRANCINE FAVARATO LIBERATO Advogado(a) FRANCISCO ANTONIO CARDOSO FERREIRA Advogado(a) GIANFRANCO LESKEWSCZ NUNES DE CASTRO Advogado(a) KARINA DEBORTOLI EMGDO CASSIO GINAID DE SOUZA Advogado(a) CARLOS ALBERTO AZEVEDO MEDEIROS RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO PROCESSUAL CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - INEXISTÊNCIA DE QUALQUER ODS VÍCIOS DO ART. 535 DO CPC - REEXAME DA MATÉRIA - CONTRADIÇÃO COM OUTROS JULGADOS - IMPOSSIBILIDADE. 1. Os embargos de declaração não se prestam a sanar contradição externa, ou seja, aquela argüida em nome de eventual divergência com outros julgados, ainda que proferidos pelo mesmo Tribunal. Não se constata no decisum ora embargado nenhuma contradição que possa ser remediada pelo presente recurso. 2. Os embargos de declaração não se prestam ao reexame das questões meritórias devidamente abordadas no voto condutor. 3. Mesmo nos embargos de declaração com o fim de prequestionamento, devem-se observar os lindes traçados no art. 535, do CPC. 4. Recurso conhecido e desprovido. indicadas. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 37- Embargos de Declaração Agv Reg Agv Instrumento Nº VITÓRIA - 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL EMGTE GRACIMERE SOEIRO DE CASTRO GAVIORNO Advogado(a) EVANDRO DE CASTRO BASTOS Advogado(a) RAFAEL SANTA ANNA ROSA EMGDO ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) ALEXANDRE NOGUEIRA ALVES RELATOR DES. SAMUEL MEIRA BRASIL JUNIOR JULGADO EM 17/04/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO EMENTA. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO INEXISTENTE. REDISCUSSÃO. INADMISSIBILIDADE. 1. Os embargos de declaração não podem ser opostos com o propósito de rediscutir o julgado, situação que não se insere nas hipóteses autorizadoras do art. 535 do CPC. 2. Recurso não conhecido. Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas.

19 21 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 38- Embargos de Declaração Ag Interno Ap Civel Nº VITÓRIA - 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL EMGTE LABORCOLOR LABO FOTOGRAFICO LTDA Advogado(a) NOEMAR SEYDEL LYRIO EMGDO ESTADO D0 ESPIRITO SANTO Advogado(a) GUSTAVO CESAR DE M C HOLLIDAY RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - FINALIDADE ÚNICA DE PREQUESTIONAMENTO - IMPOSSIBILIDADE. 1). O rejulgamento da causa com a utilização da tese defendida pelo recorrente não é matéria passível de ser argüida em sede de Embargos de Declaração, que é de fundamentação vinculada, ou seja, sendo facultado ao insurgente argumentar apenas sobre a existência de omissão, obscuridade ou contradição, devendo, ainda, as mesmas serem apontadas de forma clara e precisa. 2). Não obstante a oposição de embargos declaratórios, não são eles mero expediente para forçar o ingresso na instância especial, se não houve omissão do acórdão que deva ser suprida. Precedente do STJ. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 39- Embargos de Declaração Ag Interno Agv Instrumento Nº VITÓRIA - 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) NAMYR CARLOS DE SOUZA FILHO EMGDO ALAIR DOS SANTOS Advogado(a) EVANDRO DE CASTRO BASTOS RELATOR DES. SAMUEL MEIRA BRASIL JUNIOR JULGADO EM 03/04/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO INTERNO NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECLAMAÇÃO NO STF. VINCULAÇÃO. INEXISTÊNCIA DE CONTRADIÇÃO. EMBARGOS DESPROVIDOS. 1. As decisões do Supremo Tribunal Federal, em reclamação por descumprimento de precedente judicial (Ação Declaratória de Constitucionalidade n.º 4), têm efeito vinculante ao Poder Judiciário. 2. A vinculação aos precedentes judiciais ocorre por força da doutrina do stare decisis et non quieta movere. Os tribunais vinculam-se pela ratio decidendi (holding), independentemente de o precedente vinculante ser proferido na mesma relação jurídica processual. 3. Recurso desprovido. VISTOS, relatados e discutidos, estes autos em que estão as partes acima indicadas. ACORDA a Egrégia Segunda Câmara Cível, na conformidade da ata e notas CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 40- Embargos de Declaração Agv Instrumento Nº VITÓRIA - VARA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL EMGTE VALDEVINO FELIX DA CONCEICAO Advogado(a) ANTONIO SERGIO BROSEGUINI Advogado(a) DINAH PATRICIA RIBEIRO GAGNO Advogado(a) MARCELO PEREIRA MATTOS Advogado(a) VINICIUS PANCRACIO MACHADO COSTA EMGDO MUNICIPIO DE VITORIA Advogado(a) LUIZ CLAUDIO ROSENBERG RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 08/05/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - DECISÃO MONOCRÁTICA - INADEQUAÇÃO DA VIA - PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE - CONHECIMENTO COMO AGRAVO INTERNO - MÉRITO - MANDADO DE SEGURANÇA - PRAZO PARA IMPETRAÇÃO - NATUREZA DECADENCIAL. 1). O recurso adequado para desafiar decisão monocrática é o Agravo Regimental, não sendo cabível, prima facie, os Embargos de Declaração. Aplicação do princípio da fungibilidade. 2). Em sede de Mandado de Segurança, o prazo para ajuizar o remédio constitucional é de 120(cento e vinte) dias, computado a partir do conhecimento da prática do ato lesivo. Inteligência do artigo 18 da Lei nº 1.533/51. 3). A contagem do prazo decadencial para impetrar mandado de segurança é de cento e vinte dias, contados da efetiva ciência, pelo interessado do ato a ser impugnado. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 41- Embargos de Declaração Agv Instrumento Nº VITÓRIA - VARA EXECUÇÕES FISCAIS EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) LEONARDO DE MEDEIROS GARCIA EMGDO DENILTE MENDONÇA RIBEIRO Advogado(a) GABRIELA NEGRI CARLESSO Advogado(a) RICARDO DE PAIVA OLIVEIRA Advogado(a) ZILMAR JOSE DA SILVA JUNIOR RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO - REDISCUSSÃO DA MATÉRIA - IMPOSSIBILIDADE - LIVRE CONVENCIMENTO DO MAGISTRADO - PREQUESTIONAMENTO - LEGISLAÇÃO UTILIZADA DEVIDAMENTE FUNDAMENTADA. 1). Não está adstrito o magistrado a julgar a questão posta a seu exame de acordo com o pleiteado pelas partes, mas sim, com o seu livre convencimento. Exegese do artigo 131 do CPC. 2). O rejulgamento do mérito da causa não é possível por meio de Embargos de Declaração, que é de fundamentação vinculada, ou seja, sendo ao recorrente facultado argumentar apenas sobre a existência de omissão, obscuridade ou contradição, devendo as mesmas serem apontadas de forma clara e precisa. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 42- Embargos de Declaração Emb Declaração Ap Voluntária Rem Ex-officio Nº COMARCA DA CAPITAL - JUÍZO DE VITÓRIA EMGTE MUNICIPIO DA SERRA Advogado(a) MARIA DO CARMO SUPRANI BONGESTAB EMGDO COOPER/SERVPORT SERV PORTUARIOS LTDA Advogado(a) CARLA GUSMAN Advogado(a) FRANCISCO CARLOS MORAIS SILVA Advogado(a) NELSON CAVALCANTE SILVA FILHO Advogado(a) RODRIGO REIS MAZZEI Advogado(a) VINICIUS PINHEIRO DE SANT ANNA Advogado(a) VIVIANE FERRARI RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO PROCESSUAL CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO - ISSQN - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NO PORTO DA PRAIA MOLE - MUNICÍPIOS LIMÍTROFES - DIVERGÊNCIA ACERCA DA EXATA LOCALIZAÇÃO - CONVÊNIO INTERMUNICIPAL - ESPECÍFICO PARA SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - NÃO APLICAÇÃO NA HIPÓTESE VERTENTE

20 22 Terça-Feira 17 de Julho de 2007 Edição nº 3115 D.J. ESPÍRITO SANTO - LAUDOS PERICIAIS - LEI 1.919/63 - PORTO SITUADO INTEGRALMENTE NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA - QUESTÕES REGULARMENTE ENFRENTADAS NO ACÓRDÃO EMBARGADO - REEXAME DA MATÉRIA - ART. 535 DO CPC - IMPOSSIBILIDADE - RECURSO DESPROVIDO. 1. Não se constata no decisum ora embargado nenhuma contradição que possa ser remediada pelo presente recurso. Todas as matérias aduzidas pelos embargantes foram exaustivamente discutidas e debatidas na ocasião do julgamento que ensejou o acórdão ora embargado. 2. Os embargos de declaração não se prestam ao reexame das questões meritórias devidamente abordadas no voto condutor. 3. Mesmo nos embargos de declaração com o fim de prequestionamento, devem-se observar os lindes traçados no art. 535, do CPC. 4. Recurso conhecido e desprovido. indicadas. VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 43- Embargos de Declaração Rem Ex-officio Nº VITÓRIA - VARA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL EMGTE DROGRARIA SANTA HELENA LTDA Advogado(a) CHRISCIANA DE OLIVEIRA MELO Advogado(a) EVANDRO SANT ANNA Advogado(a) FABIANA CID SILVA Advogado(a) FABRICIANO LEITE DE ALMEIDA Advogado(a) FABRICIO GUEDES TEIXEIRA Advogado(a) FLAVIO DA COSTA MORAES Advogado(a) JANAINA BARCELOS Advogado(a) JANAYNA SILVEIRA DOS SANTOS Advogado(a) KATIA LEAO BORGES DE ALMEIDA Advogado(a) LEONARDO FIRME LEAO BORGES Advogado(a) MARCELLO GONÇALVES FREIRE Advogado(a) MARIANA MARTINS BARROS Advogado(a) RODRIGO CARLOS DE SOUZA Advogado(a) RODRIGO SILVA MELLO Advogado(a) SAMIR FURTADO NEMER Advogado(a) SERGIO CARLOS DE SOUZA EMGTE FARMACIA ALQUIMIA LTDA Advogado(a) EVANDRO SANT ANNA Advogado(a) JANAYNA SILVEIRA DOS SANTOS Advogado(a) SAMIR FURTADO NEMER Advogado(a) SERGIO CARLOS DE SOUZA EMGTE DROGRARIA AVENIDA LTDA Advogado(a) CHRISCIANA DE OLIVEIRA MELO Advogado(a) EVANDRO SANT ANNA Advogado(a) FABIANA CID SILVA Advogado(a) FABRICIANO LEITE DE ALMEIDA Advogado(a) JANAINA BARCELOS Advogado(a) JANAYNA SILVEIRA DOS SANTOS Advogado(a) MARCELLO GONÇALVES FREIRE Advogado(a) MARIANA MARTINS BARROS Advogado(a) RODRIGO CARLOS DE SOUZA Advogado(a) RODRIGO SILVA MELLO Advogado(a) SAMIR FURTADO NEMER Advogado(a) SAULO BERMUDES MACHADO Advogado(a) SERGIO CARLOS DE SOUZA EMGDO MUNICIIO DE VITORIA Advogado(a) EVANDRO DE CASTRO BASTOS Advogado(a) LUIZ OTAVIO RODRIGUES COELHO RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO PROCESSUAL CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - ERRO MATERIAL VERIFICADO NO ACÓRDÃO EMBARGADO - NULIDADE CONSEQÜENTE - RECONHECIMENTO EX OFFICIO - LAVRATURA DE OUTRO ACÓRDÃO. CONCLUSÕES INTEIRAMENTE DIVERGENTES. EMBARGOS PREJUDICADO. 1. Acórdão que não retrata com fidelidade o resultado do julgamento. Súmula de julgamento divergente do que se decidiu, invertendo o resultado a que se chegou. 2. Em caso de manifesto erro material de que decorra nulidade absoluta, é caso de reconhecimento de ofício. 3. Se o acórdão embargado é decretado nulo não subsiste interesse algum no julgamento dos embargos que visavam suprir omissão do mesmo. 4. Recurso prejudicado VISTOS, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, não conhecer dos embargos declaratórios por falta de interesse recursal. 44- Embargos de Declaração Agv Reg Emb Declaração Rem Ex-officio Nº VILA VELHA - VARA DA FAZENDA ESTADUAL REG PUB EMGTE ESTADO DO ESPIRITO SANTO Advogado(a) GUSTAVO DE MELLO CALMON HOLLIDAY EMGDO HOTEL PRAIA DE ITAPOA S/A Advogado(a) GUIDO PINHEIRO CORTES Advogado(a) JOSE DIONIZIO PERTEL BORGES Advogado(a) LUIZ CLAUDIO ALLEMAND RELATOR DES. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 EMENTA: EMBARGOS DECLARAÇÃO - PROCESSUAL CIVIL - INOCORRÊNCIA DE OMISSÃO, OBSCURIDADE OU CONTRADIÇÃO NO JULGADO - PRETENSÃO À NOVO JULGAMENTO DA CAUSA - EMBARGOS IMPROVIDOS. 1 - Não há qualquer omissão, contradição ou obscuridade no julgado, não se prestando os embargos de declaração a novo julgamento da causa. 2 - Embargos de Declaração conhecidos e improvidos. 3 - Decisão unânime VISTOS, relatados e discutidos estes autos. CONCLUSÃO: ACORDA O(A) EGREGIO(A) SEGUNDA CÂMARA CÍVEL NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento aos embargos declaratórios. 45- Embargos de Declaração Emb Declaração Ap Civel Nº VILA VELHA - 3ª VARA CÍVEL EMGTE/EMGDO ALESSANDRA MARQUES DA SILVA Advogado(a) CHRISCIANA DE OLIVEIRA MELO Advogado(a) JANAINA BARCELOS Advogado(a) MARCELLO GONÇALVES FREIRE Advogado(a) MARIANA M BARROS Advogado(a) RENATA LYRIO DA SILVA Advogado(a) RODRIGO CARLOS DE SOUZA Advogado(a) RODRIGO SILVA MELLO Advogado(a) ROVENA ROBERTA DA SILVA LOCATELLI Advogado(a) SAULO BERMUDES MACHADO Advogado(a) SERGIO CARLOS DE SOUZA EMGDO/EMGTE LORENGE CONSTRUTORA E INCOPORADORA LTDA Advogado(a) ANA MERCEDES MILANEZ Advogado(a) CARLOS AUGUSTO DA MOTA LEAL Advogado(a) FABRICIO ALVES GHIDETTI Advogado(a) IZAEL DE MELLO REZENDE Advogado(a) LEONARDO LAGE DA MOTTA RELATOR DES. ÁLVARO MANOEL ROSINDO BOURGUIGNON JULGADO EM 12/06/2007 E LIDO EM 10/07/2007 ACÓRDÃO PROCESSUAL CIVIL - DOIS RECURSOS - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - CONTRADIÇÃO INEXISTENTE - REEXAME DA

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