Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis

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1 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis Resumo Este trabalho tem por objetivo analisar a viabilidade de inclusão do médico veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) na Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis. A definição dos profissionais que irão compor os NASFs é de responsabilidade dos gestores municipais e é preciso que estes sejam sensibilizados. Para tanto, são apresentados a relevância de atuação do médico veterinário na saúde pública e os impactos positivos da existência do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e das ações desenvolvidas pelos médicos veterinários que compõem o SUS da capital catarinense. Através da análise administrativa e financeira, também foi possível verificar a viabilidade de inserção do médico veterinário no NASF em Florianópolis. Palavras-chave: Médico Veterinário. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Zoonoses. Aluno: Fábio de Melo Chaves Indá 1 Orientador: Gilberto de Oliveira Moritz 2 Tutora: Isadora de Souza Bernardini 3 Abstract The purpose of this article is to analyze the feasibility of inclusion of the veterinarian in the Support Center for Family Health (NASF) part of the project of Public Health of Florianopolis. The definition of professionals who will compose the NASFs is the responsibility of municipal managers who need to be sensitized. Therefore, the importance of the veterinarian in public health and positive impacts presented by existence of the Zoonosis Control Center and actions developed by veterinarians who compose the Center of SUS [support health public center] in the capital of Santa Catarina. Through analysis and financial management, it was also possible to verify the feasibility of insertion of veterinary doctor in NASF in Florianopolis. Key words: Veterinarian. Support Center for Family Health (NASF). Zoonosis. 1 ¹ Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Fluminense (2008). 2 Doutor em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina (2004). 3 Mestre em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012).

2 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis 1 Introdução A medicina veterinária é um ciência multidisciplinar que atua primariamente na prevenção e manutenção da saúde dos animais. Nesse sentido, busca promover a saúde humana principalmente por meio do controle de zoonoses e da higiene e inspeção sanitária de produtos de origem animal. Segundo Frias, Mariano e Pinheiro Júnior (2009), a saúde pública veterinária tem aplicação direta na prevenção e promoção da saúde humana e o médico veterinário está inserido no contexto de profissionais que visam proteger a população contra as enfermidades coletivas. Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido para a saúde pública. Muitos destes vieram como resultado do sistema de globalização mundial, que tem intensificado o tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre os diferentes países. Algumas enfermidades romperam as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram-se em lugares onde antes não existiam. Dentro desta realidade, os profissionais da saúde vêm tentando responder a estes desafios com eficácia, debelando as fontes de contaminação e impedindo a proliferação das enfermidades em suas áreas de responsabilidade. (FRIAS; MARIANO; PINHEIRO JÚNIOR, 2009, p. 2) De acordo com Rosen (1946), diante do reconhecimento pela ciência da relevância das práticas veterinárias no controle de diversas doença, tendo como vetores animais domésticos ou silvestres, bem como para garantir a higidez dos animais e do homem, a medicina veterinária consolidou a sua participação nas políticas de saúde pública dos países. O Ministério da Saúde criou o Núcleo de Apoio à Saúde da Família tendo como fundamento [...] apoiar a inserção da Estratégia Saúde da Família ESF na rede de serviços e ampliar a abrangência e o escopo das ações da atenção primária, focando, sobretudo, em sua resolutividade e em contemplar os aspectos da regionalização e do território. (BRASIL, 2008, p. 2) Este trabalho tem por objetivo demonstrar a importância da inclusão do médico veterinário no NASF em Florianópolis, por meio da análise de viabilidade da inserção desse profissional nas equipes multiprofissionais de saúde da família e, nesse sentido, sensibilizar o gestor municipal de saúde. 76 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

3 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini 2 Atuação e Importância do Médico Veterinário na Saúde Pública Segundo Pfuetzenreiter (2003), a saúde pública veterinária constitui o controle de zoonoses, a higiene e inspeção dos alimentos e produtos de origem animal, o monitoramento da poluição ambiental relacionada aos animais e o emprego de modelos animais para o estudo de patologias que acometem os seres humanos. A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a estrutura de implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana. Seus princípios de base estão fortemente ligados nas ciências biológicas e sociais que se encontram amplamente difundidos na agricultura, na medicina e no meio ambiente. (PFUETZENREITER, 2003, p. 85) O controle de zoonoses caracteriza-se por ser o principal campo de atuação do médico veterinário na saúde coletiva. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (1975), essas enfermidades estão diretamente relacionadas aos índices de desenvolvimento humano, pois constituem fator de morbidade, mortalidade e pobreza, pelas infecções agudas e crônicas que provocam nos seres humanos e pelos prejuízos econômicos determinados na produção animal. As medidas de sanidade animal adotadas refletem diretamente na prevenção, no controle e na erradicação desse tipo de enfermidade no homem. Atualmente, são reconhecidas mais de cem zoonoses e inúmeras outras doenças infectocontagiosas dos animais que trazem sérias consequências sociais e econômicas. Segundo informações do Ministério da Saúde (2010), cerca de 75% das doenças infecciosas emergentes no mundo são zoonoses. A saúde humana e a animal sempre estiveram interligadas. No entanto, os processos sociais e agropecuários ocorridos nos últimos anos proporcionaram um contato ainda maior entre a população humana e os animais domésticos e silvestres. Esse contato facilitou a disseminação de agentes infecciosos e parasitários para novos Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 77

4 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis hospedeiros e ambientes, implicando em emergências de interesse nacional ou internacional. (BRASIL, 2010, p. 1) A inserção dos médicos veterinários nas equipes de saúde, principalmente na vigilância epidemiológica e na vigilância ambiental, refletem a consolidação da atuação desses profissionais em prol da saúde pública e do bem-estar da população. (FRIAS; MARIANO; PINHEIRO JÚNIOR, 2009) Apesar das conquistas alcançadas e da ocupação de novas posições no contexto atual, a visibilidade do médico veterinário perante a população ainda é bastante restrita. As atividades desenvolvidas por esse profissional são, na maioria das vezes, divulgadas de forma limitada, atribuindo-lhe apenas a prática da clínica médica veterinária e a inspeção sanitária de matadouros. A Organização Mundial de Saúde tem reiterado o papel do médico veterinário no planejamento, monitoramento e avaliação das medidas de prevenção e controle dirimidas pelas equipes de saúde pública. (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002) Segundo Menezes (2005), a investigação e identificação dos focos das enfermidades, o conhecimento das vias de transmissão, o levantamento epidemiológico dos casos, a detecção de animais transmissores, a investigação sobre a presença de vetores e reservatórios, são atividades de grande relevância que podem ser desenvolvidas com grande eficácia por este profissional. [...] as atividades da saúde pública veterinária devem estar em consonância com outros esforços nas áreas da saúde, agricultura e ambiente. Atualmente, a saúde pública veterinária é considerada como a soma de todas as contribuições para o bem-estar físico, mental e social dos seres humanos mediante a compreensão e aplicação da ciência veterinária. A ciência veterinária engloba todas as atividades veterinárias incluindo a produção animal e a saúde, cumprindo as funções essenciais na saúde pública e influenciando diretamente a saúde humana pelo seu conhecimento e experiência. (PFUETZENREITER, 2004, p. 7) Diante do exposto, torna-se essencial que os profissionais responsáveis pela promoção da saúde coletiva estejam cada vez mais aptos para enfrentar estes novos desafios. Neste contexto, estão inseridos os médicos veterinários, que são os profissionais reconhecidamente habilitados para estabelecer o elo entre a saúde humana e animal e desencadear as ações efetivas na promo- 78 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

5 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini ção, proteção e recuperação da saúde da população, no tocante às doenças transmissíveis entre o homem e os animais. (PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS, 2010) 3 Evolução do SUS e Inclusão do Médico Veterinário no NASF Com a Constituição Federal de 1988, foi então criado o Sistema Único de Saúde (SUS). A regulamentação foi conferida pelas Leis n.º 8080/90 e n /90, Leis Orgânicas da Saúde, com a finalidade de modificar o panorama social do país no âmbito da assistência à Saúde da população, tornando obrigatório o atendimento público a qualquer cidadão, sendo proibidas cobranças financeiras sob qualquer pretexto. Em 1988, por meio da Constituição Federal ficou estabelecido que a saúde é um direito de todos. No entanto, foi com a criação do Sistema Único de Saúde, o SUS, que efetivamente inovou-se quanto ao desenvolvimento de uma assistência básica de melhor resolução. Para tanto foram estabelecidos os princípios da universalidade, eqüidade, integralidade, hierarquização e controle social. Paralelamente, havia que se buscar novas estratégias de configuração da assistência. Era necessário criar e/ou estreitar vínculos com as famílias, conhecer os indivíduos, conhecer os determinantes da saúde e das doenças local, criando as bases da referência territorial. Buscou-se uma assistência ativa: em lugar de esperar que espontaneamente as pessoas buscassem os serviços, a atenção básica iria até elas. A relação de confiança estava por ser construída. Assim, em 1994 o Ministério da Saúde criou o Programa Saúde da Família, mais conhecido pela sigla PSF. (CFMV, 2009, p. 9) O SUS divide os níveis de atenção quanto à regionalização das suas tarefas. Os municípios detêm a atenção primária com os programas de prevenção, controle e diagnóstico de doenças. No segundo nível estão as ações e serviços que visam atender aos principais problemas de saúde e agravos da população. Já no último nível delimita-se propiciar à população acesso a serviços qualificados, integrando-os aos demais níveis de atenção à saúde. Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 79

6 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis De acordo com Figueiredo (2009), sendo de interesse municipal o combate e prevenção às doenças, parte-se do pressuposto de que a atenção básica constitui-se em um conjunto de ações que coordenam o sistema e encaminham para os demais níveis de atenção. Neste ambiente, os profissionais lidam com variedade mais ampla de problemas, e por estarem mais próximos do ambiente do paciente, podem melhor avaliar o papel dos múltiplos e interativos determinantes da doença e da saúde. O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) é um dos indicadores para demonstrar que a Atenção Básica não é homogênea, pois existem inúmeros vértices entre os serviços de saúde e a comunidade. Dadas as suas competências se espera que o PACS tenha um impacto positivo sobre os indicadores de saúde, principalmente aqueles mais associados às famílias carentes. O PACS teve início em 1991 e, é considerado o precursor de importantes programas de saúde, dentre eles o Programa Saúde da Família. (BRASIL, 2002). O Ministério da Saúde criou o Programa de Saúde da Família - PSF - em Tinha por objetivo proporcionar assistência direta às famílias, de forma a intervir na promoção, proteção e recuperação da saúde da população. O paradigma de referência passou a ser a atenção integral, na busca da integralidade da atenção. (CFMV, 2009) Os Estados brasileiros registram múltiplos municípios que possuem equipes do Programa de Saúde da Família. A cada equipe cabe um território de atuação e as famílias e pessoas que se concentram na sua área de abrangência. Cada equipe conta com, pelo menos, um médico, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de enfermagem e de seis a doze agentes comunitários de saúde. Mais recentemente foi introduzido no PSF o odontólogo e técnicos de odontologia. (CFMV, 2009, p. 9) No início de 2008 foi editada a Portaria/GM 154/2008, com o propósito de viabilizar a criação e desenvolvimento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs). Quase todas as profissões da área da saúde passaram a integrar o NASF. Na ocasião, a Medicina Veterinária não foi contemplada. As equipes passaram a ser constituídas por profissionais de diferentes formações na área da saúde: Medicina (incluindo algumas especialidades como Acupuntura, Homeopatia, Pediatria e Ginecologia), Educação Física, Nutrição, 80 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

7 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini Farmácia, Serviço Social, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia e Terapia Ocupacional (BRASIL, 2008). Os motivos da Atenção Básica para a criação dos NASFs foi a de dar o apoio estratégico e tático, às equipes mínimas do PSF, no que corresponde às ações a serem aportadas por cada uma das profissões ingressantes neste tipo de assistência. Enfim, o NASF foi concebido no sentido de complementar as equipes mínimas do PSF, em suas necessidades referentes às pessoas e famílias de suas jurisdições. (CFMV, 2009, p. 9) Conforme a Portaria/GM n. 154/2008, há duas modalidades de NASF: o NASF 1, que deve ter uma composição de, no mínimo, cinco das profissões de nível superior da área da saúde, vinculado a, no máximo, 15 (quinze) equipes de Saúde da Família e/ou equipes de atenção básica para populações específicas; E o NASF 2, que deve ser composto por, no mínimo, três profissionais de nível superior da área da saúde que não tenham ocupações coincidentes e vinculadas a, no mínimo, 3 e, no máximo, 7 Equipes da Saúde da Família. As primeiras discussões sobre a inserção da Medicina Veterinária junto às equipes de saúde da família iniciaram em 2004 com a posição favorável da Comissão Nacional de Saúde Pública à realização do proferido. Contudo, somente em 2011 o Ministério da Saúde reconhece a Medicina Veterinária como profissão da área de Saúde Pública e publica no Diário Oficial da União a Portaria n. 2488, que autoriza a inclusão do médico veterinário no NASF. (BRASIL, 2011). Essa determinação permite que os gestores municipais de saúde incluam o médico-veterinário nos quadros de atuação para a saúde da família. 4 Metodologia Com vistas a contribuir para o objetivo do presente trabalho, foi realizada a descrição das atribuições do Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis, em consonância com as determinações do Ministério da Saúde no que tange às ações de saúde pública, por meio do controle de zoonoses, vetores de importância médica, animais sinantrópicos, peçonhentos e agravos à saúde. Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 81

8 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis O instrumento principal de pesquisa foi representado pelo levantamento das atividades desenvolvidas pelos médicos veterinários do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura Municipal de Florianópolis e o impacto direto e indireto na saúde da população mediante as ações preventivas executadas por esses profissionais. Analisou-se também o impacto administrativo e financeiro da inserção do médico veterinário nas equipes multiprofissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família. 5 Análises e Resultados 5.1 Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis na Promoção e Proteção da Saúde da População O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município de Florianópolis foi inaugurado em junho de 2008, quando ainda fazia parte da estrutura da Vigilância em Saúde, no entanto, ainda sem constituir o organograma oficial da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis. Com a aprovação da Lei Complementar n. 348/2009, o CCZ passou a ser uma Diretoria da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, tamanha a importância das zoonoses no contexto da saúde. (CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES, 2009) As atribuições principais do CCZ estão inseridas numa ampla proposta para o desenvolvimento de atividades de vigilância em saúde, prevenção e controle de zoonoses, monitoramento dos fatores de riscos biológicos e controle de vetores; intervém de forma específica nas doenças prevalentes, cujo caráter antropozoonótico requer integração com as vigilâncias epidemiológica e ambiental. Desde sua fundação, o CCZ vem desempenhando atividades como controle de zoonoses, de animais sinantrópicos, de agravos à saúde causados por animais e de acidentes por animais peçonhentos. Para atingir esses objetivos, são realizados trabalhos educativos nas comunidades visando ao esclarecimento e conscientização da população nas ações preconizadas, aliados às ações legais e fiscais, quando necessárias. A atuação do CCZ tem gerado importantes benefícios à população do município de Florianópolis, destacando-se a redução das doenças transmitidas entre homens e animais e a diminuição da proliferação de vetores. Esses resultados são obtidos através do trabalho constante de uma equipe multiprofis- 82 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

9 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini sional, onde estão inseridos os médicos veterinários, proporcionando menores riscos à saúde humana e melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente. 5.2 Médico Veterinário no SUS de Florianópolis Os médicos veterinários do Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis desenvolvem uma gama de ações em saúde pública. Dentre as principais atividades, destacam-se os programas de Prevenção e Controle da Raiva, Leishmaniose e Roedores Programa de Prevenção e Controle da Raiva A Raiva é reconhecidamente a zoonose mais temida pelo homem, devido à altíssima letalidade, próxima de 100%. No CCZ de Florianópolis, os médicos veterinários são os únicos profissionais habilitados para realizar a coleta de material nervoso (encéfalo), proveniente de animais suspeitos, e o envio para a Companhia de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), cujos resultados são remetidos à Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE-SC), visando à orientação dos protocolos de vacinação e soroterapia. O município de Florianópolis tem o compromisso de enviar 120 amostras de material encefálico anualmente, conforme pactuado no PAVS, com o objetivo de monitorar a raiva canina no ciclo urbano. (BRASIL, 2008) Considerando que as agressões por cães e gatos são os agravos de maior incidência registrados nas Unidades de Saúde, evidencia-se a importância do Médico Veterinário no controle dessa doença, o que justifica sua inserção nas equipes multiprofissionais de saúde. Em Santa Catarina, segundo informações da DIVE o último caso de raiva humana ocorreu em No entanto, exames laboratoriais de materiais encefálicos oriundos de animais revelaram que o vírus rábico ainda está presente em nosso meio, atingindo principalmente bovinos e equinos, demonstrando que é preciso manter cuidados permanentes. (CORRÊA, 2011). O ciclo epidemiológico da raiva é bastante complexo (Figura 1) e envolve diversos reservatórios na cadeia de transmissão da doença. O morcego é o que apresenta maior relevância na manutenção da circulação do vírus rábico no ambiente silvestre. Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 83

10 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis Figura 1: Esquema demonstrando a complexidade do ciclo epidemiológico da Raiva e a importância do seu controle Fonte: Brasil (2005, p. 603) Programa de Prevenção e Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana A Leishmaniose é uma importante zoonose que representa um problema em saúde pública no Brasil. A evolução da enfermidade é bastante crítica, visto que tem caráter desfigurante quando não diagnosticada e tratada adequadamente. Em Florianópolis houve registros de poucos casos da doença, graças ao trabalho integrado entre os médicos veterinários do CCZ e as equipes das Unidades Locais de Saúde (ULS), coordenados pela Vigilância Epidemiológica do município. Os médicos veterinários do CCZ realizam o reconhecimento e delimitação da área de foco para posterior investigação entomológica, em parceria com o Estado. Também promovem educação em saúde, através de palestras informativas sobre a doença, voltadas para os profissionais das ULS. Assim, o controle da Leishmaniose deve ser constante, a fim de evitar surtos da doença, semelhantes aos que ocorrem em outras regiões do país Programa de Controle de Roedores Os problemas causados pelo aumento da população de roedores, especialmente nas grandes cidades, são considerados um fenômeno mundial. Entre as espécies de animais sinantrópicos, os ratos são os que possuem maiores habilidades para adaptação ao convívio humano. Existem duas razões fundamentais para evitá-los: primeiramente são os prejuízos econômicos, incluindo o consumo e a contaminação de alimentos, o 84 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

11 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini abalo de estruturas e os danos a cabos telefônicos e elétricos (pelo hábito de roer). A segunda razão, não menos importante são os transtornos sanitários, pela transmissão de doenças como: Salmonelose, Tifo, Peste, Hantavirose e Leptospirose. Os médicos veterinários do CCZ recebem constantes denúncias de infestações de roedores, tanto em áreas públicas quanto privadas. São realizadas vistorias e visitas domiciliares, visando à orientação da população sobre medidas básicas de higiene, prestando esclarecimentos sobre a transmissão de doenças por ratos e a importância de evitá-los. Além das ações educativas, é solicitado o encaminhamento de desratização à Companhia de Melhoramentos da Capital (COMCAP), conforme convênio firmado entre essa empresa e a Prefeitura Municipal de Florianópolis. Os laudos técnicos exigidos nas licitações públicas para a aquisição de iscas raticidas utilizadas na desratização em todo o município são emitidos pelos veterinários do CCZ. 5.3 Impacto Administrativo e Financeiro na Secretaria Municipal de Saúde pela Inclusão do Profissional de Medicina Veterinária no NASF A definição dos profissionais que irão compor os NASFs é de responsabilidade dos gestores municipais, seguindo os critérios de prioridade identificados a partir dos dados epidemiológicos e das necessidades locais e das equipes de saúde que serão apoiadas. A contratação de médicos veterinários ou de outro profissional não é obrigatória se não precedida de levantamento de prioridades fundamentado. As responsabilidades dos NASFs têm a sua preocupação central no sentido de atuar e reforçar as diretrizes na atenção à saúde, tais como a interdisciplinaridade, a intersetorialidade, a educação popular, o território, a integralidade, o controle social, a educação permanente em saúde, a promoção da saúde e a humanização, constituindo processo de aprendizado coletivo. Em Florianópolis, a Administração Pública não precisaria realizar a contratação de médicos veterinários, ou seja, as despesas com recursos humanos seriam nulas, visto que já existem profissionais dessa categoria lotados na Secretaria Municipal de Saúde que poderiam atuar integrados às equipes multiprofissionais da saúde da família. Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 85

12 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis Atualmente, a SMS de Florianópolis conta com 10 profissionais de medicina veterinária no seu quadro de funcionários. Esses servidores já executam atividades diretamente relacionadas à saúde pública, embora o desconhecimento perante a população da importância do médico veterinário nessa área de atuação ainda seja bastante elevado. As despesas da SMS seriam apenas com o pagamento da gratificação, cujo valor corresponde a R$ 1.600,00 por mês. Anualmente, o custo por profissional seria de R$ ,00. A inclusão do médico veterinário no NASF reforçaria as ações em saúde pública, junto a outros profissionais da saúde, no contexto das doenças transmissíveis entre os animais e o ser humano. 6 Considerações Finais A partir do presente trabalho, é imperioso entender a relevância da inclusão do médico veterinário no NASF, que proporcionaria diretamente impactos positivos na saúde da população, sem ocasionar aumento considerável do orçamento da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis. O médico veterinário é peça chave no controle e prevenção de doenças epidemiológicas, sanitárias e ambientais. Além disso, as grandes epidemias atuais estão direta ou indiretamente ligadas aos animais. Portanto, o sensato a fazer é permitir que os médicos veterinários possam se aproximar cada vez mais das pessoas, de seus domicílios e dos territórios nos quais se inserem a vida das famílias, seus animais e outras composições ambientais. Neste sentido, o médico veterinário deve compor as equipes multiprofissionais de saúde, assegurando à população uma atenção básica domiciliar. A presença de diferentes formações profissionais assim como um alto grau de articulação entre estes é essencial, de forma que não só as ações sejam compartilhadas, mas também tenha lugar um processo interdisciplinar no qual progressivamente os núcleos de competências profissionais específicos vão enriquecendo o campo comum de competências e ampliando a capacidade de cuidado de toda a equipe. Assim, a inclusão do médico veterinário no NASF seria fundamental para minimizar a magnitude de alguns problemas sanitários referentes ao estado de doença de núcleos familiares em áreas de risco para determinados 86 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

13 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini agravos, envolvendo animais vertebrados, insetos, saneamento básico e circulação de patógenos. Referências APRATO, H.D. Portaria confirma inclusão do médico-veterinário no Nasf. Rio Grande do Sul, Disponível em: <http://www.crmvrs.gov.br/ release2012/inclusao_do_med_vet_no_nasf.pdf>. Acesso em: 17 jan BOGADO, S.C. A Medicina Veterinária na Saúde Pública. Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Brasília/DF, n. 10, p , BRASIL. Lei n. 5517, de 23 de outubro de Dispõe sobre o exercício da profissão de médico-veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Lei n , de 19 de setembro de Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Lei n , de 28 de dezembro de Dispõe sobre a participação da comunidade e transferências intergovernamentais. Brasília, DF : Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Portaria n. 692, de 25 de março de Cria códigos e estabelece condições de cobrança para o Programa de Saúde da Família e do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PSF e PACS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde - NOB/96 01/96, de 05 de novembro de Brasília, DF: Ministério da Saúde, Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 87

14 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis. Ministério da Saúde. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n , de 18 de dezembro de Aprova normas e diretrizes do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e do Programa de Saúde da Família. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Portaria n , de 28 de dezembro de Cria o incentivo de Saúde Bucal para financiamento de ações e da inserção de profissionais de saúde bucal no Programa Saúde da Família. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Lei n , de 10 de julho de Cria a profissão de Agente Comunitário de Saúde e da outras providências. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Manual de Controle de Roedores. Brasília, DF: Editora MS, Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 6. ed. Brasília, DF: Editora MS, (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Ministério da Saúde. Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral. Brasília, DF: Editora MS, Ministério da Saúde. Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana. Brasília, DF: Editora MS, Ministério da Saúde. Manual de Diagnóstico Laboratorial da Raiva. Brasília, DF: Editora MS, Ministério da Saúde. Portaria n. 154, de 24 de janeiro de Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs). Brasília, DF: Ministério da Saúde, Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

15 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini. Ministério da Saúde. Portaria n , de 22 de dezembro de Aprova as diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios e dá outras providências. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Brasília, DF: Ano 15, n. 48, set.-out.-nov.-dez p.. Ministério da Saúde. Boletim Eletrônico Epidemiológico. Situação Epidemiológica das Zoonoses de Interesse para a Saúde Pública. Brasília, DF, ano 10, n. 2, Ministério da Saúde. Portaria n. 2488, de 21 de outubro de Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES. Manual do Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis. Florianópolis Nota Técnica DVS/CCZ 001/2010. Leptospirose Larva Migrans Leishmaniose. Florianópolis COMISSÃO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA VETERINÁRIA. O Médico Veterinário e o NASF. Brasília Disponível em: <http://www.crmvgo. org.br/encontro/palestras/aquicultura/7.pdf>. Acesso em: 17 jan CORRÊA, G. L. B.; INDÁ, F. M. C.; OTA, E. T. S. et al. Inquérito Canino Censitário de Leishmaniose Visceral no Município de Florianópolis- SC, em Florianópolis, SC: s. n., CORRÊA, G. L. B.; INDÁ, F. M. C. Vigilância da Raiva, Através de Exames Laboratoriais de Encéfalos, em Florianópolis, SC. Florianópolis, SC: s. n., Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 89

16 Análise da Viabilidade de Inserção do Médico Veterinário no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) no Município de Florianópolis FIGUEIREDO, E. N. A Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do SUS. São Paulo Disponível em: <http://www.unasus.unifesp.br/ biblioteca_virtual/esf/2/unidades_conteudos/unidade05/unidade05.pdf> Acesso em: 17 jan FIGUEIREDO, F. B. et al. Leishmaniose Visceral Canina: Dois Casos Autóctones no Município de Florianópolis, Estado de Santa Catarina. Acta Scientiae Veterinariae, v. 40, n. 1, p , FRIAS, R. B.; MARIANO, R. S. G.; PINHEIRO JÚNIOR, O. Á. A Importância do Médico Veterinário na Saúde Pública Revisão Bibliográfica. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, Garça, SP, ano VII, n. 12, INDÁ, F. M. C.; CORRÊA, G. L. B. Raiva Eqüina em Área Urbana, no Município de Florianópolis, SC. Florianópolis, SC. MENEZES, C.C. F. A importância do Médico Veterinário na Saúde Pública. 54p. Dissertação (Monografia). Conclusão do curso de graduação, Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, PFUETZENREITER, M. R. Ensino da Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública nos Cursos de Medicina Veterinária Estudo de Caso Realizado na Universidade do Estado de Santa Catarina. Tese (Doutorado em Educação). 459f. Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, PFUETZENREITER, M. R.; ZYLBERSZTAJN, A.; PIRES, F. D. A. Evolução histórica da medicina veterinária preventiva e saúde pública. Ciência Rural, Santa Maria, v. 34, n. 5, p , ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: Hucitec, p. 90 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8

17 Fábio de Melo Chaves Indá # Gilberto de Oliveira Moritz # Isadora de Souza Bernardini SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Diretoria de Vigilância Epidemiológica. Uma análise da situação das zoonoses em Santa Catarina-2003 a Informativo Epidemiológico Barriga Verde, Florianópolis, ano V, n. 01, SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE FLORIANÓPOLIS. Instrução Normativa n. 001/2010. Orienta a definição de normas e diretrizes para a gestão e atuação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF em Florianópolis. Florianópolis, SC, VASCONCELLOS, S. A. Zoonoses e Saúde Pública: Riscos Causados por Animais Exóticos. Biológico, São Paulo, v. 63, n. 1/2, p , WORLD HEALTH ORGANIZATION. Joint WHO/FAO Expert Group on Zoonoses Report on the First Session, Geneva, p. (Technical Report Series n. 40). Joint WHO/FAO Expert Committee on Zoonoses Second Report. Geneva, p. (Technical Report Series n. 169). Future Trends in Veterinary Public Health. Report of a WHO Study Group. Geneva, p. (WHO Technical Report Series n. 907) Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 8 91

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