ENERGISA SERGIPE. 3 º Ciclo de Revisão Tarifária. 08 de março de 2013 Auditório da Universidade Federal de Sergipe

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENERGISA SERGIPE. 3 º Ciclo de Revisão Tarifária. 08 de março de 2013 Auditório da Universidade Federal de Sergipe"

Transcrição

1 ENERGISA SERGIPE AP 010/ º Ciclo de Revisão Tarifária 08 de março de 2013 Auditório da Universidade Federal de Sergipe Gioreli de Sousa Filho Diretor Presidente

2 2 Visão Institucional

3 DADOS DA ÁREA DE CONCESSÃO 3 Área de Concessão Zebú - Chesf Fundação: 1960 Paulo Afonso - Chesf Usina Xingó - Chesf SE Xingó Área de Concessão (Km²): Canindé do São Francisco Poço Redondo Estado de Alagoas Porto da Folha SE Porto da Folha Gararu Nº de Consumidores (dez. 2012): 645 mil Nº de Subestações: 29 Potência Instalada: 619 MVA Linhas de Distribuição (69 KV): Km Estado da Bahia SE Ribeira do Pombal / Coelba SE Poço Verde Monte Alegre de Sergipe N.S.de Lourdes SE Glória Amparo do São Francisco Itabi Canhoba N.S. da Glória SE Graccho Cardoso Telha SE Propriá Propriá Graccho Cardoso SE São Brás / Ceal Cedro de São João Feira Nova Aquidabã Santana do São Francisco Malhada dos Bois SE Penedo / Chesf Carira Cumbe SE Carrapicho Japoatã Neópolis N.S. Aparecida São Miguel do Aleixo São Francisco Muribeca Ilha das Flores N.S. das Dores SE Dores Pacatuba Brejo Grande Capela Frei Paulo Ribeirópolis SE Frei Paulo Pinhão Moita Bonita Siriri Japaratuba Pedra Mole Macambira Malhador Santa Rosa de Lima SE Carmópolis SE Itabaiana/Chesf Itabaiana Carmópolis Divina Pastora Gal. Maynard SE Riachuelo Simão Dias Rosário do Catete Riachuelo Pirambu Campo do Brito Maruim Areia Branca Santo Amaro SE Maruim das Brotas SE Simão Dias São Domingos Laranjeiras SE Taiçoca SE Cajaíba SE Porto SE Jardim / Chesf N.S. do Socorro Barra dos Coqueiros SE Urubu Redes e Linhas de Média Tensão: Km Lagarto SE Lagarto Salgado Itaporanga d Ajuda SE Itaporanga SE Salgado SE São Cristóvão Aracaju SE Jardim / Chesf SE Mosqueiro SE Aracaju SE Grageru SE Atalaia Subestação SE Estância / Energisa Nº de trafos de distribuição: SE Itabaianinha/Chesf Área de concessão da ENERGISA Área de concessão de outra distribuidora Potência Instalada Total: 685 MVA SE Catu / Chesf SE Camaçari / Chesf

4 INVESTIMENTO PROGRAMA LUZ PARA TODOS , Período ,5 10,11 10, R$ milhões # Consumidores 314 1, Total Ligações: Investimento Total: R$94,4 milhões 0 Período Total Ligações: Investimento Total: R$234,4 milhões

5 INVESTIMENTO PRÓPRIO 5

6 PRINCIPAIS OBRAS - SUBESTAÇÕES 6 SE MOSQUEIRO Entrada em Operação: 2009 Potência Instalada: 10/15/20 MVA # Alimentadores: 4 Local lde Instalação: Aracaju/SE SE LAGOA RASA Entrada em Operação: 2010 Potência Instalada: 5 MVA # Alimentadores: 3 Local de Instalação: Aracaju/SE

7 PRINCIPAIS OBRAS - SUBESTAÇÕES 7 SE CURITUBA Entrada em Operação: 2011 Potência Instalada: 5/6,25 MVA # Alimentadores: 3 Local lde Instalação: Canindé dé/ SE SE MOITA BONITA Entrada em Operação: 2012 Potência Instalada: 10/12,5 MVA # Alimentadores: 3 Local lde Instalação: Moita Bonita/SE

8 PRINCIPAIS OBRAS - SUBESTAÇÕES 8 SE CONTORNO Entrada em Operação: 2012 Potência Instalada: 20/25 MVA # Alimentadores: 8 Local de Instalação: Aracaju/SE SE SERIGY Entrada em Operação: março/2013 Potência Instalada: 2 x 20/25 MVA # Alimentadores: 8 Local de Instalação: Aracaju/SE

9 PRINCIPAIS OBRAS Linhas de Distribuição de Alta Tensão (69kV) 9 LD Lagoa Rasa / Porto da Folha Entrada em Operação: 2011 LD Jardim/Contorno Entrada em Operação: 2012 LD Jardim/Carmópolis Entrada em Operação: 2012 LD Itabaiana/Lagarto LD Itabaiana/Lagarto Entrada em Operação: 2012

10 REDES MT / EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO / MELHORIA DE LOGÍSTICA Novos Alimentadores em 13,8 kv 82 Km de Rede protegida 33 Bancos Reguladores de Tensão 137 Religadores / Chaves Automatizadas

11 QUALIDADE DO SERVIÇO INDICADORES COLETIVOS 11 DEC (h) FEC (vezes) 21,92 23,66 22,28 33 % 4 % 16,66 15,74 12,68 11,24 12,11 14,58 11,

12 QUALIDADE DO SERVIÇO E ATENDIMENTO 12 Qtde Violações Individuais (DIC/FIC/DMIC) Compensações (R$ x mil) % 38% OS no Prazo 36% 98,61 96,74 6,7 % 92,

13 PERDAS E RECEBÍVEIS 13

14 SATISFAÇÃO DO CLIENTE 69,30 IDAR Informação e Comunicação IDAT Esclarecimento sobre Direitos e Deveres 18 % 36 % 81,60 78,30 75,50 72,5 61,90 84,00 73,30 77,70 76, Melhor do Nordeste 3ª melhor do Brasil Melhor do Nordeste 2ª melhor do Brasil 70,70 IDAR Fornecimento de Energia 88,10 81,90 81,8 83,70 18 % 83,90 ISQP 82,10 82,6 19 % 85,90 72, ª Melhor do Nordeste 10ª melhor do Brasil 2ª Melhor do Nordeste 7ª melhor do Brasil

15 FOCO NO CLIENTE -ATENDIMENTO 15

16 FOCO NO CLIENTE - INOVAÇÃO 16 Índice de Adesão Ligo Já 25% % 20% 20% 18% 20% 20% 17% % 12% 13% 13% 12% % 9% % %

17 AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS E DE RELACIONAMENTO 17 Convênio de Cooperação com Sec. de Segurança Pública Combate a Perdas Projetos de Eficiência Energética em Órgãos da Administração Pública Programação da Execução de Obras DNIT/DER/Sec. de Obras Públicas Projeto Natal Iluminado Participação do Comitê de Arborização de Aracaju

18 AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS E DE RELACIONAMENTO ARTE NA EMPRESA ZÉ DA LUZ NA ESCOLA Apresentações Teatrais 31 artistas locais ( ) segurança com energia elétrica pipa na rede meio ambiente combate a dengue 412 apresentações ( õ ( ) alunos ENERGIA TOTAL ENERGIA TOTAL ENERGISA EM MINHA CASA ENERGISA EM MINHA CASA PEE ( ) consumidores beneficiados Substituição de Substituição de Geladeiras 760 instalações internas Instalação de padrões de entrada lâ d b tit íd lâmpadas substituídas 29 apresentações (2008 a 2012) Apresentações Teatrais Oficina de recicláveis Oficina Cozinha Brasil Palestras: Uso Racional S úd (M i h ) Saúde (Marinha) Distribuição de Brindes 18 Substituição de lâmpadas UNIDADE MÓVEL ( ) 53 municípios atendidos lâmpadas substituídas

19 RECONHECIMENTOS 19 Prêmio Excelência Sergipe PEXSE Prêmio ABRADEE Bronze em 2011 Melhor Distribuidora do Nordeste 2002 Ouro em 2012 Melhor Distribuidorado Nordeste 2004 Melhor Qualidade da Gestão 2007 Prêmio IASC 2006 Mlh Melhor Distribuidora ib id do Nordeste Prêmio Internacional Socioambiental Chico Mendes 2012 Programa Zé da Luz na Escola PNQ 2011 Destaque no critério clientes

20 DESAFIO: CONJUGAR EFICIÊNCIA DE CUSTO E QUALIDADE DE SERVIÇO 20 Dados Preliminares Fonte: Nota Técnica 168/2012 Aneel

21 INVESTIMENTO PREVISTO Valor Total Previsto: R$ 630,8 milhões 21

22 Obrigado! Gioreli de Sousa Filho (79)

23 Contribuição Energisa Sergipe gp AP 010/2013 3º Ciclo de Revisões Tarifárias 23

24 Temas Composição das tarifas da ESE. A evolução das tarifas da ESE e comparação com o Nordeste. Aspectos da Revisão Tarifária. Considerações à Respeito da Estrutura Tarifária. 24

25 Composição das tarifas A seguir segue a repartição da tarifa médiapropostaparaaeseconsiderando os impostos (ICMS e PIS/CONFINS). 32,47% GOVERNO 35,6% 30,41% 1,55% 25

26 Evolução das Tarifas Residenciais ESE Evolução da Tarifa para o Consumidor Residencial: ESE IGPM Acumulado no Período IPCA Acumulado no Período 70,8% 62,2% Tarifa para o consumidor B1 Residencial 4,0% R$ 296,90 / MWh R$ 308,84 / MWh

27 Revisão Tarifária Perdas Não Técnicas Para a análise das Perdas Não-Técnicas, acredita-se que o efeito não recorrente da energia recuperada, fruto das ações intensivas de combate às perdas, deva ser levado em consideração no cálculo. O entendimento de que quanto menores as perdas mais difícil e caro se torna a redução, é compartilhado pelo Regulador no parágrafo 6 da Nota Técnica nº035/2013-sre/aneel, que trata da análise das contribuições da Audiência Pública 094/2012, em que escreve: 27 (...) Entende-se que, quanto mais próximas as empresas estejam da faixa de saturação no combate as perdas, mais representativos se tornam os efeitos atípicos de recuperação de energia, de modo que pequenas correções se fazem necessárias para que a metodologia mantenha sua consistência e as empresas com baixos patamares deperdas não técnicas não sejam penalizadas por suas próprias ações de combate às perdas.

28 Revisão Tarifária Perdas Não Técnicas Para manter coerência com a metodologia empregada de perdas não técnicas da ANEEL, sugerimos que o efeito atípico da energia recuperada seja normalizado nos anos do balanço energético em avaliação, de forma a relativizar anos em que as ações foram intensificadas, mas preservando a consideração dos efeitos positivos das ações, conforme tabela abaixo: Balanço ESE Balanço (+) Energia Injetada ( ) Fornecimento Faturado ( ) Fornecimento Livre ( ) Suprimento ( ) Normalização da Energia Recuperada (=) Perda Total ( ) Perda Técnica ()P (=) Perda Não Técnica Mercado BT Faturado Mercado BT Medido Perdas edasdistribuição / Energia egainjetada 12,31% 12,19%,9% 11,50% 10,97% 10,31% Perda Técnica / Energia Injetada 7,59% 7,55% 7,52% 7,48% 7,45% Perda Não Técnica / Mercado BT Faturado 14,92% 13,77% 10,90% 9,59% 7,64% Perda Não Técnica / Mercado BT Medido 20,66% 18,01% 15,81% 12,18% 10,49%

29 Revisão Tarifária Exposição Setorial Exposição i ã Involuntária => subcontratação t endêmica causada pelo ft fato de as cotas não terem sido suficientes para atender ao Montante de Reposição de Energia Existente das distribuidoras. ESE se encontra subcontratada em 97%. Encargos de Serviços do Sistema ESS => despacho das térmicas fora da ordem de mérito para atendimento das restrições operativas e manutenção do nível de segurança dos reservatórios. Custo dos CCEARs por disponibilidade => pagamentos associados às parcelas variáveis dos CCEAR por disponibilidade e resultados das usinas vendedoras na CCEE, assumidos pelas distribuidoras, na proporção dos respectivos contratos. Exposição das Cotas de Garantia Física e Potência ao PLD (GSF < 1) => exposição ao PLD dos geradores cotistas no caso de geração alocada no MRE inferior à 0,975 da garantia física sazonalizada (GSF < 0,975). 29 Há necessidade de se levar em conta estes riscos no processo de Revisão Tarifária.

30 Compra de Energia Despacho Térmico Premissas: PLD médio resultante do PMO de Março/13: Sudeste: R$ 274,83/MWh Nordeste: R$ 255,73/MWh Despacho termelétrico anual igual a 9,5 GWmédios. Comparativo: Leilões Energia Contratada MWh Preço médio R$/MWh Custo médio R$ (1) (2) (1) (2) ANEEL ENERGISA SE ANEEL (1) ENERGISA SE (2) Diferença 1º LEN Prod ,93 180,05 212, , , ,14 1º LEN Prod ,33 181,38 232, , , ,51 2º LEN Prod ,41 184,30 300, , , ,00 3º LEN Prod ,40 197,83 264, , , ,71 4º LEN Prod ,81 193,35 302, , , ,31 5º LEN Prod ,37 179,22 231, , , ,02 6º LEN Prod ,22 179,97 170, , , ,71 TOTAL ,46 183,97 252, , , ,98 * Período: abr/13 a mar/14 A expectativa da ENERGISA SE é que o custo médio térmico fique acima do previsto em R$ 23MM. 30

31 Suprimento para a Sulgipe O processo de cálculo das tarifas de suprimento se realiza de maneira que reflita o equilíbrio econômico e financeiro estabelecido na data do último processo de reajuste/revisão da supridora. Diferenças tarifárias entre as datas de aniversário das concessionárias são compensadas através do cálculo de um componente financeiro a ser pago pela suprida à sua supridora. Esse procedimento simplificado foi adotado pela ANEEL a partir de 2009, para evitar a necessidade de cálculo de um novo reajuste para a supridora, na data de reajuste da suprida. Entretanto, na revisão tarifária da Sulgipe, em dezembro de 2012, a ANEEL não homologou o valor do componente financeiro para o período de abril a dezembro de Solicitamos it dfiiã definição da ANEEL acerca da recomposição iã desta receita. Abril/2012: reajuste ESE Dezembro/2012: revisão Sulgipe 31 Componente financeiro

32 Estrutura Tarifária A tarifa de energia de ponta dos consumidores A4 verde da Energisa Sergipe ESE está onerando demasiadamente os consumidores desta modalidade tarifária, unicamente devido às regras metodológicas vigentes. A ESE entende que a diminuição desta tarifa, além de aumentar o bem estar dos consumidores junto a distribuidora, é capaz de competir diretamente com o oferta de geração (diesel ou gás) na ponta. A ESE apresenta em sua contribuição pontos a serem flexibilizados nosentido demitigar estaelevada oneração: Diminuição da relação P/FP; Alterações na alocação dos custos médios. 32

33 33 Obrigado!

LEIS QUE REGULAM OBRIGAÇÕES DE PEQUENO VALOR 13/01/2015

LEIS QUE REGULAM OBRIGAÇÕES DE PEQUENO VALOR 13/01/2015 LEIS QUE REGULAM OBRIGAÇÕES DE PEQUENO VALOR 13/01/2015 TETO DA PREVIDÊNCIA: R$ 4.663,75 (quatro mil, seiscentos e sessenta e três reais e setenta e cinco centavos) SALÁRIO MÍNIMO: R$ 788,00 (setecentos

Leia mais

CALENDÁRIO 2013 PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2013 PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2013 PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 1 01/01 Confraternização Universal 2 - Canhoba (23/01 Emancipação 3 - Ilha

Leia mais

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE Janeiro, Fevereiro e Março de François E. J. de Bremaeker Rio de Janeiro, janeiro de ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE Janeiro, Fevereiro e Março de François E.

Leia mais

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE Janeiro, Fevereiro e Março de François E. J. de Bremaeker Rio de Janeiro, janeiro de ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM SERGIPE Janeiro, Fevereiro e Março de François E.

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2016

PORTARIA Nº 1.944, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2016 PORTARIA Nº 1.944, DE 1 DE DEZEMBRO DE 216 Remaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de Média e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do Estado de Sergipe. O Secretário de Atenção

Leia mais

CALENDÁRIO 2017 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2017 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2017 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 05/01 N. Sra. da Glória (Festa dos Santos Reis) 15/01 Santo Amaro das Brotas

Leia mais

CALENDÁRIO 2015 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2015 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2015 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 15/01 Santo Amaro das Brotas (Padroeiro) 20/01 Poço Verde (Padroeiro) 20/01

Leia mais

CALENDÁRIO 2016 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2016 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2016 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 05/01 N. Sra. da Glória (Festa dos Santos Reis) 15/01 Santo Amaro das Brotas

Leia mais

CALENDÁRIO 2014 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS

CALENDÁRIO 2014 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS CALENDÁRIO 2014 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 15/01 Santo Amaro das Brotas (Padroeiro) 20/01 Poço Verde (Padroeiro) 20/01

Leia mais

SISTEMA DE CONTAS CORRENTES Layout do Arquivo de Crédito (Convênios) Versão 2.10 1. CONTEÚDO DO ARQUIVO DE LANÇAMENTOS

SISTEMA DE CONTAS CORRENTES Layout do Arquivo de Crédito (Convênios) Versão 2.10 1. CONTEÚDO DO ARQUIVO DE LANÇAMENTOS 1. CONTEÚDO DO ARQUIVO DE LANÇAMENTOS 01 HEADER 02 REGISTRO DE LANÇAMENTOS 03 TRAILLER Tipo 0. Deverá ser o primeiro registro do arquivo. Contém a identificação do conveniado. Tipo 1. Estes registros correspondem

Leia mais

Repasse dos Ganhos de Produtividade. Experiência da ANEEL

Repasse dos Ganhos de Produtividade. Experiência da ANEEL Repasse dos Ganhos de Produtividade Experiência da ANEEL DAVI ANTUNES LIMA SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO ECONÔMICA DA ANEEL 21 de março de 2013 Brasília DF Tópicos Breve Histórico e Legislação Regulação

Leia mais

Dados para Audiência Pública Energisa Sergipe

Dados para Audiência Pública Energisa Sergipe Aracaju, 04 de Março de 2017. Dados para Audiência Pública Energisa Sergipe 1. Informações sobre os Projetos já realizados/em realização. 1.1. Nossa Energia a) Objetivos do Projeto: O projeto Nossa Energia

Leia mais

Planejamento Estratégico do Governo de Sergipe Aracaju, 31 de março de 2015 Ricardo Lacerda

Planejamento Estratégico do Governo de Sergipe Aracaju, 31 de março de 2015 Ricardo Lacerda Os desequilíbrios territoriais e as Políticas Públicas em Sergipe Planejamento Estratégico do Governo de Sergipe Aracaju, 31 de março de 2015 Ricardo Lacerda MAPA DOS TERRITÓRIOS DE PLANEJAMENTO DE SERGIPE

Leia mais

TABELA DA COMPETIÇÃO

TABELA DA COMPETIÇÃO Página1 TABELA DA COMPETIÇÃO REGIONAL VIII FUTSAL DRE 07 Aracaju 2010 Página2 SIGLAS DAS S Legenda Município Legenda Município Legenda Amparo do São Francisco ASF Indiaroba ID Pinhão PI Aquidabã AQ Itabaiana

Leia mais

Comitê Gestor do PAC

Comitê Gestor do PAC SERGIPE Apresentação Esta publicação apresenta informações regionalizadas do 4º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), referente a abril de 2008. Traz, também, dados sobre outros importantes

Leia mais

ENASE 2007 TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO

ENASE 2007 TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO ENASE 2007 A EXPANSÃO DA OFERTA E A SEGURANÇA DO ABASTECIMENTO TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO SETEMBRO DE 2007 SEGMENTO DA TRANSMISSÃO Dois mundos: Expansão / novas instalações

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a necessidade de não prejudicar o equilíbrio econômicofinanceiro

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a necessidade de não prejudicar o equilíbrio econômicofinanceiro DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 577 Dispõe sobre ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte, sobre o repasse das variações dos preços do

Leia mais

Energia faturada por classe de consumidores (em GWh) 1 Perfil

Energia faturada por classe de consumidores (em GWh) 1 Perfil 1 Perfil A Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A. ( Companhia ) é uma companhia de capital aberto com ações listadas na BMF&Bovespa, autorizada a operar como concessionária de Serviço

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a Deliberação ARSESP N o 308, de 17 de fevereiro de

ESTADO DE SÃO PAULO. Considerando a Deliberação ARSESP N o 308, de 17 de fevereiro de ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 650 Dispõe sobre ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte, sobre o repasse das variações

Leia mais

Esgotamento Sanitário em Aracaju e Barra dos Coqueiros SE

Esgotamento Sanitário em Aracaju e Barra dos Coqueiros SE SERGIPE ANOS Esgotamento Sanitário em Aracaju e Barra dos Coqueiros SE Instalação de Redes Coletoras Aracaju e Barra dos Coqueiros SE Campo de Piranema SE Apresentação A parceria do Governo Federal com

Leia mais

Marcelo Mesquita Secretário Executivo

Marcelo Mesquita Secretário Executivo P&D e Eficiência Energética Aspectos Normativos e Legais da Eficiência Energética Marcelo Mesquita Secretário Executivo Aspectos Normativos e Legais da Eficiência Energética Consumo Nacional e o PIB Quando

Leia mais

APRESENTAÇÃO. O PAC 2 entra no ano IV e já é possível sentir o seu legado um país mais competitivo, de vida para todos.

APRESENTAÇÃO. O PAC 2 entra no ano IV e já é possível sentir o seu legado um país mais competitivo, de vida para todos. SERGIPE APRESENTAÇÃO Com mais de 30 mil empreendimentos espalhados por todo o território nacional, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) completa três anos com alta execução. Até 31 dezembro

Leia mais

PLENÁRIAS PARA ELEIÇÃO DE DELEGADOS APOSENTADOS POR R E G I Ã O. 1. S U L ( 9 municípios) Av.Dep.José Conde Sobral Indiaroba 11:30 h Escola do Divino

PLENÁRIAS PARA ELEIÇÃO DE DELEGADOS APOSENTADOS POR R E G I Ã O. 1. S U L ( 9 municípios) Av.Dep.José Conde Sobral Indiaroba 11:30 h Escola do Divino PLENÁRIAS PARA ELEIÇÃO DE DELEGADOS APOSENTADOS POR R E G I Ã O 1. S U L ( 9 municípios) Tomar do Geru 08/08 14 h EM Valdete Dórea (FUNPREV) Avenida Robério Dias, 188 Itaporanga 9 h Jardim de Infância

Leia mais

TABELA DA COMPETIÇÃO

TABELA DA COMPETIÇÃO TABELA DA COMPETIÇÃO REGIONAL VI FUTSAL DRE 06 N. S. das Dores 2010 1 SIGLAS DAS CIDADES Legenda Município Legenda Município Legenda Amparo do São Francisco ASF Indiaroba ID Pinhão PI Município Aquidabã

Leia mais

CALENDÁRIO 2018 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2018 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2018 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 05/01 N. Sra. da Glória (Festa dos Santos Reis) 15/01 Santo Amaro das Brotas

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA 083/2015 DEFINIÇÃO DAS COTAS ANUAIS DA CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE DE 2016

AUDIÊNCIA PÚBLICA 083/2015 DEFINIÇÃO DAS COTAS ANUAIS DA CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE DE 2016 AUDIÊNCIA PÚBLICA 083/2015 DEFINIÇÃO DAS COTAS ANUAIS DA CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO CDE DE 2016 Sumário 1. CONTRIBUIÇÕES... 3 2. RESUMO DAS CONTRIBUIÇÕES... 5 2 O Grupo CPFL Energia reconhece

Leia mais

1.2. A inscrição dos conselheiros será realizada pela Sociedade Semear, obedecidos aos critérios estabelecidos neste Edital.

1.2. A inscrição dos conselheiros será realizada pela Sociedade Semear, obedecidos aos critérios estabelecidos neste Edital. EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA INSCRIÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO BÁSICA DA ESCOLA DE CONSELHOS DE SERGIPE PARA CONSELHEIROS TUTELARES E CONSELHEIROS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - 2011 A

Leia mais

O Mercado Livre de Energia A origem e adesão das empresas

O Mercado Livre de Energia A origem e adesão das empresas O Mercado Livre de Energia A origem e adesão das empresas Foi criado em 1995, durante a gestão do presidente FHC, com a Lei 9.074 A intenção do governo foi estimular a livre concorrência e, assim, reduzir

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 661, DE 17 DE JUNHO DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 661, DE 17 DE JUNHO DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 661, DE 17 DE JUNHO DE 2008. Homologa as tarifas básicas de energia comprada, de fornecimento de energia elétrica aos consumidores

Leia mais

Segurança e seus custos: aspectos legais. Márcio Pina Marques Coordenador do Núcleo de Tarifa e Mercado Procuradoria Federal na ANEEL

Segurança e seus custos: aspectos legais. Márcio Pina Marques Coordenador do Núcleo de Tarifa e Mercado Procuradoria Federal na ANEEL Segurança e seus custos: aspectos legais Márcio Pina Marques Coordenador do Núcleo de Tarifa e Mercado Procuradoria Federal na ANEEL Segurança e seus custos: aspectos legais Marco normativo da segurança

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 452

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 452 DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 452 Dispõe sobre o reajuste dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo do gás e do transporte, sobre o repasse das variações dos preços do Gás e do Transporte fixados

Leia mais

Sergipe SERGIPE JANEIRO-ABRIL/2013

Sergipe SERGIPE JANEIRO-ABRIL/2013 Sergipe SERGIPE 7º Balanço JANEIRO-ABRIL/2013 apresentação O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) melhora a vida de milhões de brasileiros que vivem nas grandes cidades e fora dos centros urbanos.

Leia mais

SERGIPE, (SE) ARACAJU, RUA LEOPOLDO RODRIGUES DO NASCIMENTO, NÚMERO 601 / CENTRO ESTÂNCIA Cep: 49200-000, DDD (79)

SERGIPE, (SE) ARACAJU, RUA LEOPOLDO RODRIGUES DO NASCIMENTO, NÚMERO 601 / CENTRO ESTÂNCIA Cep: 49200-000, DDD (79) Somos uma equipe séria, que presta serviços para alunos das mais diversas Instituições de Ensino de todo o País. Possuímos mais de 25 pesquisadores das mais diversas áreas. Atuamos nesse ramo há mais de

Leia mais

Os Efeitos da Prorrogação da Concessão de Serviços Públicos de Transmissão de Energia Elétrica. Lei nº 12.783/2013

Os Efeitos da Prorrogação da Concessão de Serviços Públicos de Transmissão de Energia Elétrica. Lei nº 12.783/2013 Os Efeitos da Prorrogação da Concessão de Serviços Públicos de Transmissão de Energia Elétrica Lei nº 12.783/2013 SNPTEE Foz do Iguaçu, 21 de outubro de 2015 1 Índice 1. Impacto da prorrogação 2. Consequências

Leia mais

&203(7Ç1&,$ 5(6Ë'82 $*1' $8',Ç1&,$6 )(,726 '(63-8/ $WpÃ,1, 5($7 $54 686 &$37-8/ $1' 0$5& 5($/ 1Ã5($/ 029,0 (;$5 '2Ã72 1ª VARA CÍVEL 568 157 270 419 237 48 4 3 11 0 19 1.670 34 24 10 671 272 2ª VARA CÍVEL

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2012 COPEL - COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA S.A.

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2012 COPEL - COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA S.A. CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 086/2012 COPEL - COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA S.A. Ementa: Obter subsídios para o aprimoramento do Contrato de Cotas de Garantia Física de Energia e de

Leia mais

Audiência Pública 035/2005

Audiência Pública 035/2005 Audiência Pública 035/2005 Contratação de Energia Elétrica para Consumidores Livres O Ambiente de Livre Contratação 18,5% da Energia Elétrica consumida no Brasil Comercialização de produtos customizados

Leia mais

Autoprodução e a Matriz Elétrica Brasileira. Mário Menel Presidente

Autoprodução e a Matriz Elétrica Brasileira. Mário Menel Presidente Autoprodução e a Matriz Elétrica Brasileira Mário Menel Presidente ASSOCIADOS Grandes Autoprodutores Alcoa Alumínio S.A. Belgo Grupo Arcelor Braskem S.A. Camargo Corrêa Energia S.A. Companhia Vale do Rio

Leia mais

Titulo (Tahoma 28, branco, bold)

Titulo (Tahoma 28, branco, bold) Titulo (Tahoma 28, branco, bold) Lançamento PQA 2011 22 de março 2011 Manaus /AM Histórico Corporativo Criação da Elektro a partir da Cisão da CESP Elektroé privatizada Tranferênciapara Prisma Energy

Leia mais

1 Linhas de Distribuição

1 Linhas de Distribuição COMENTÁRIO DO DESEMPENHO NO PERÍODO para o trimestre findo em 31 de março de 2016 em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma 1 Linhas de Distribuição Redes Compactas - A Copel Distribuição

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 421

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 421 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 421 Dispõe sobre o reajuste dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte e sobre o repasse das variações

Leia mais

Perspectivas de Investimento a realizar pela EDP Distribuição 2012 2016

Perspectivas de Investimento a realizar pela EDP Distribuição 2012 2016 Perspectivas de Investimento a realizar pela EDP Distribuição 2012 2016 João Torres Presidente do Conselho de Administração 29 de Fevereiro de 2012 Agenda 1. A EDP Distribuição 2. Balanço e impacto do

Leia mais

Evolução do mercado brasileiro de energia elétrica Agenda CCEE 2016

Evolução do mercado brasileiro de energia elétrica Agenda CCEE 2016 Evolução do mercado brasileiro de energia elétrica Agenda CCEE 2016 29/09/2015 3º Encontro Nacional de Consumidores Livres Rui Altieri Presidente do Conselho de Administração Agenda A CCEE Comercialização

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação Geral de Transportes e Logística

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação Geral de Transportes e Logística MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação Geral de Transportes e Logística Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 229/COGTL/SEAE/MF Brasília, 28 de agosto de 2015.

Leia mais

Crise no setor elétrico: como entramos e como sair

Crise no setor elétrico: como entramos e como sair Crise no setor elétrico: como entramos e como sair Unicamp 28 de maio de 2014 O conteúdo deste relatório foi produzido pelo Instituto Acende Brasil. Sua reprodução total ou parcial é proibida. 1 1 O setor

Leia mais

EDITAL PÚBLICO DE AQUISIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE ACL 002 ANEXO III - DEFINIÇÕES E PREMISSAS APLICÁVEIS AO EDITAL

EDITAL PÚBLICO DE AQUISIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE ACL 002 ANEXO III - DEFINIÇÕES E PREMISSAS APLICÁVEIS AO EDITAL EDITAL PÚBLICO DE AQUISIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE ACL 002 ANEXO III - DEFINIÇÕES E PREMISSAS APLICÁVEIS AO EDITAL a) Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL : órgão

Leia mais

Suporte Técnico Web Energy

Suporte Técnico Web Energy Suporte Técnico Web Energy Conceitos Básicos Schneider Electric Suporte Técnico Brasil Título: Suporte Técnico Web Energy Guia Geral para EcoXperts Data: 15/02/2016 Versão: 1.0 1 Histórico de revisões

Leia mais

Conselhos Tutelares do Estado de Sergipe

Conselhos Tutelares do Estado de Sergipe Conselhos Tutelares do Estado de Sergipe Nº Município/Lei de Criação Endereço/ E-mail Telefone 01 Amparo do São Francisco 09/07 02 Aracaju 1º Distrito 03 Aracaju 2º Distrito 04 Aracaju 3º Distrito 05 Aracaju

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 651

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 651 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 651 Dispõe sobre a atualização do Custo do gás e do transporte, o repasse das variações dos preços do Gás e do Transporte fixados nas tarifas e as Tabelas Tarifárias

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 455

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 455 DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 455 Dispõe sobre a atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte e sobre o repasse das variações dos preços do gás e do transporte fixados nas tarifas da Deliberação

Leia mais

Usina Térmica Agreste Alagoano

Usina Térmica Agreste Alagoano Usina Térmica Agreste Alagoano Descrição Implantação e operação de usina termelétrica a gás natural de médio porte (entre 100MW e 200MW) em local que atenda à expansão do mercado de energia elétrica e

Leia mais

Contribuição da Endesa Brasil a Consulta Pública 043/2009 Qualidade do Fornecimento

Contribuição da Endesa Brasil a Consulta Pública 043/2009 Qualidade do Fornecimento Contribuição da Endesa Brasil a Consulta Pública 043/2009 Qualidade do Fornecimento Este documento encaminha as contribuições das distribuidoras da Endesa Brasil, Ampla e Coelce, no que se refere aos questionamentos

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE LÂMPADAS FLUORESCENTES E LED APLICADO NO IFC CAMPUS LUZERNA

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE LÂMPADAS FLUORESCENTES E LED APLICADO NO IFC CAMPUS LUZERNA ESTUDO COMPARATIVO ENTRE LÂMPADAS FLUORESCENTES E LED APLICADO NO IFC CAMPUS LUZERNA Autores: Marina PADILHA, Felipe JUNG, Ernande RODRIGUES Identificação autores: Estudante de Graduação de Engenharia

Leia mais

Conselho de Consumidores da Ampla

Conselho de Consumidores da Ampla Conselho de Consumidores da Ampla Agenda Informações para ANEEL Informações para os Conselheiros Ações da Ampla junto ao Conselho Divulgação do Conselho Informações para a ANEEL 2015 Resolução Normativa

Leia mais

EQUIPES CLASSIFICADAS PARA A 2ª ETAPA DOS XXVI JOGOS DA PRIMAVERA - 2009 / OLIMPÍADAS ESCOLARES ETAPA ESTADUAL

EQUIPES CLASSIFICADAS PARA A 2ª ETAPA DOS XXVI JOGOS DA PRIMAVERA - 2009 / OLIMPÍADAS ESCOLARES ETAPA ESTADUAL EQUIPES CLASSIFICADAS PARA A 2ª ETAPA DOS XXVI JOGOS DA PRIMAVERA - 2009 / OLIMPÍADAS ESCOLARES ETAPA ESTADUAL RESULTADO FINAL DA REGIONAL I - FUTSAL Regional I Categoria " A" feminino Colégio DIDÁTICO

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 422

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 422 DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 422 Dispõe sobre o reajuste dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte, sobre o repasse das variações dos preços do Gás e

Leia mais

Mesa Redonda sobre Energia Eólica

Mesa Redonda sobre Energia Eólica Mesa Redonda sobre Energia Eólica Informação de Enquadramento 10 de Fevereiro de 2010 Tópicos para apresentação Produção e consumo de electricidade em Portugal Produção em regime especial Produção eólica

Leia mais

Curso Unica. Introdução ao Modelo de Comercialização de Energia Brasileiro. Marcelo Ap. Pelegrini. 15 de março de 2012

Curso Unica. Introdução ao Modelo de Comercialização de Energia Brasileiro. Marcelo Ap. Pelegrini. 15 de março de 2012 Curso Unica Introdução ao Modelo de Comercialização de Energia Brasileiro Marcelo Ap. Pelegrini 15 de março de 2012 1 Comercialização de Energia no Novo Modelo Algumas Regras de Comercialização Formação

Leia mais

ADICIONAL DE 1% DO FPM SERGIPE

ADICIONAL DE 1% DO FPM SERGIPE ADICIONAL DE 1% DO FPM SERGIPE Dezembro de 2011 François E. J. de Bremaeker Salvador, dezembro de 2011 2 A Associação Transparência Municipal (ATM) é uma instituição brasileira sem fins lucrativos e de

Leia mais

O PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS: ALTERNATIVA PARA DINAMIZAÇÃO DA EFICIENCIA ENERGETICA NO BRASIL PROF. ILDO SAUER, IEE/USP.

O PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS: ALTERNATIVA PARA DINAMIZAÇÃO DA EFICIENCIA ENERGETICA NO BRASIL PROF. ILDO SAUER, IEE/USP. O PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS: ALTERNATIVA PARA DINAMIZAÇÃO DA EFICIENCIA ENERGETICA NO BRASIL PROF. ILDO SAUER, IEE/USP. SÃO PAULO, 25 DE AGOSTO DE 2015 INTRODUÇÃO Há três iniciativas simultâneas

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 340

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 340 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 340 Dispõe sobre o reajuste dos valores das Margens de Distribuição, atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte e sobre o repasse das variações

Leia mais

SEMINÁRIO GESTÃO DO USO DA ENERGIA ELÉTRICA NO SANEAMENTO

SEMINÁRIO GESTÃO DO USO DA ENERGIA ELÉTRICA NO SANEAMENTO AESBE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS ESTADUAIS DE SANEAMENTO SEMINÁRIO GESTÃO DO USO DA ENERGIA ELÉTRICA NO SANEAMENTO Importância e dimensões do problema Rio de Janeiro Março / 2013 Airton S. Gomes

Leia mais

Tarifário de venda de. Gestão de Energia

Tarifário de venda de. Gestão de Energia Tarifário de venda de energia Gestão de Energia Tarifário de venda de EE Legenda: Uc tensão composta (tensão entre duas fases de alimentação) Alta Tensão (AT) 45 kv < U c 110 kv Muito Alta Tensão (MAT)

Leia mais

Questionário de Autoavaliação

Questionário de Autoavaliação Promoção TROFÉU AURY LUIZ BODANESE Questionário de Autoavaliação Apoio 1. Orientação geral sobre o processo Para preencher o questionário a seguir, sua empresa rural deverá ter completado pelo menos dois

Leia mais

PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 23, DE 2015

PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 23, DE 2015 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 23, DE 2015 (À MEDIDA PROVISÓRIA Nº 688, DE 2015) Dispõe sobre a repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica, institui a bonificação pela outorga e altera

Leia mais

1. Abrangência do programa de incentivo a geração distribuída para sistemas de geração e cogeração qualificada movidos a gás natural.

1. Abrangência do programa de incentivo a geração distribuída para sistemas de geração e cogeração qualificada movidos a gás natural. POSICIONAMENTO DA CIA. DE GÁS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SULGÁS - RELATIVO A CONSULTA PÚBLICA Nº15/2010, DE 10/09/2010 Nota Técnica nº 0043/2010 SRD ANEEL Posicionamento Enviado para a ANEEL Agência

Leia mais

DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 283, de 08-12-2011

DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 283, de 08-12-2011 DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 283, de 08-12-2011 Dispõe sobre a atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte fixado nas tarifas da Deliberação ARSESP 234, de 27 de maio de 2011, e as Tabelas Tarifárias

Leia mais

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A Módulo 3: Reajuste Tarifário Anual das Concessionárias de Distribuição S u b m ó d u l o 3. 4 E N C A R G O S S E T O R I A I S Revisão 1.0

Leia mais

Engenharia Econômica

Engenharia Econômica Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL - PPA

ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL - PPA CURSOS SETORIAIS PARA GESTORES PÚBLICOS P MUNICIPAIS ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL - PPA Profa. Nirleide Saraiva Coelho PPA 2010/2013 O Plano Plurianual de um Município é o instrumento de planejamento

Leia mais

Curso de Manutenção de ferrovias Eletrotécnica II. Sistemas de força e energia. Aula 02

Curso de Manutenção de ferrovias Eletrotécnica II. Sistemas de força e energia. Aula 02 Curso de Manutenção de ferrovias Eletrotécnica II Sistemas de força e energia Aula 02 Consumo pro região Usina Hidrelétrica Usina Nuclear Estrutura do setor elétrico Distribuição - A conexão e atendimento

Leia mais

Sergipe. Relatório 2011 COORDENAÇÃO GERAL: ERALDO DA SILVA RAMOS FILHO

Sergipe. Relatório 2011 COORDENAÇÃO GERAL: ERALDO DA SILVA RAMOS FILHO Sergipe Relatório 2011 COORDENAÇÃO GERAL: ERALDO DA SILVA RAMOS FILHO APOIO DATALUTA Banco de Dados da Luta pela Terra - Sergipe Relatório 2011 Coordenação LABERUR Laboratório de Estudos Rurais e Urbanos

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 005 /2011

CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 005 /2011 CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 005 /2011 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL DISTRIBUIÇÃO S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: CONSULTA PÚBLICA N 005/2011 EMENTA: Obter

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO NAS PRINCIPAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO ESTADO DE SERGIPE EM 1999

BALANÇO HÍDRICO NAS PRINCIPAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO ESTADO DE SERGIPE EM 1999 BALANÇO HÍDRICO NAS PRINCIPAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO ESTADO DE SERGIPE EM 1999 Inajá Francisco de Sousa Agrometeorologista, M.Sc., Professor do DEA/UFS - inajafrancisco@bol.com.br Overland Amaral Costa

Leia mais

O IMPACTO DO PREÇO DO PETROLEO E GAS NA TARIFA DE ENERGIA ELETRICA

O IMPACTO DO PREÇO DO PETROLEO E GAS NA TARIFA DE ENERGIA ELETRICA O IMPACTO DO PREÇO DO PETROLEO E GAS NA TARIFA DE ENERGIA ELETRICA Thales Borges Amaral 1, Hirdan Katarina de Medeiros Costa 2, Marilin Mariano dos Santos³, Edmilson Moutinho dos Santos 4 1 2, 3, 4, Instituto

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF:

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo

Leia mais

... um novo e sustentável ciclo de produção descentralizada de energia!

... um novo e sustentável ciclo de produção descentralizada de energia! Fontes Renováveis e a Expansão da Oferta de Energia Elétrica Set/2015... um novo e sustentável ciclo de produção descentralizada de energia! Blackout New York 14, August 2003 COGEN Associação da Indústria

Leia mais

Financiamento do BNDES à Eficiência Energética

Financiamento do BNDES à Eficiência Energética Financiamento do BNDES à Eficiência Energética Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE) São Paulo, 25 e 26 de Agosto de 2015 José Guilherme Cardoso Chefe de Departamento Área de Meio Ambiente

Leia mais

Política Anual de Investimentos

Política Anual de Investimentos Política Anual de Investimentos 2009 1. Introdução... 3 2. Objetivos... 4 3. Modelo de Gestão:... 5 3.1. Acompanhamento da Gestão de Ente Credenciado:... 5 4. Estratégia de Alocação de Recursos:... 6 4.1.

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro PORTARIA N o 563, DE 17 DE OUTUBRO DE 2014. O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único,

Leia mais

Distribuição Eng. Norton Brandão 20 de Maio 2005

Distribuição Eng. Norton Brandão 20 de Maio 2005 Distribuição Eng. Norton Brandão Audição pública para discussão da proposta da ERSE sobre a revisão dos regulamentos do sector eléctrico 20 de Maio 2005 Questões a abordar - Comentários à proposta da revisão

Leia mais

VOTO. PROCESSO: 48500.000997/2012-35; 48500.000666/2015-48; e 48500.002183/2014-05.

VOTO. PROCESSO: 48500.000997/2012-35; 48500.000666/2015-48; e 48500.002183/2014-05. VOTO PROCESSO: 48500.000997/2012-35; 48500.000666/2015-48; e 48500.002183/2014-05. INTERESSADOS: Centrais Elétricas do Pará CELPA e Companhia Energética do Maranhão CEMAR. RELATOR: Diretor Tiago de Barros

Leia mais

UNIVERSIDADE DO SOL FUNDAÇÃO AUGUSTO MAZZON

UNIVERSIDADE DO SOL FUNDAÇÃO AUGUSTO MAZZON São Manuel, 31 de agosto de 2005. À Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Mediação Administrativa Setorial A/c Sr. José Augusto da Silva Assunto: Audiência Pública N. 021/2005

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73 Informações referentes a Julho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS * #

RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS * # RESULTADOS ECONÔMICOS DOS PLANOS DE SAÚDE MÉDICOS * # Rodrigo Mendes Leal 1 e João Boaventura Branco de Matos 2 1. Economista do BNDES, Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela ENAP/MP

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO SECRETÁRIO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 17/21015

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO SECRETÁRIO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 17/21015 GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO SECRETÁRIO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 17/21015 Resultado Final do Processo seletivo Simplificado de profissionais

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 104, DE 23 DE MARÇO DE 2016

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 104, DE 23 DE MARÇO DE 2016 GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 104, DE 23 DE MARÇO DE 2016 O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos II e IV, da Constituição,

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL TELECOMUNICAÇÕES S.A.

CONTRIBUIÇÃO REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL TELECOMUNICAÇÕES S.A. CONTRIBUIÇÃO REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL TELECOMUNICAÇÕES S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA O10/2009 Recebimento de contribuições

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA N o 70, DE 16 DE MARÇO DE 2015. O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos

Leia mais

b. As premissas estabelecidas pela Portaria MME nº 510/2005, nº112/2006, nº 42/2007 e nº 46/2007;

b. As premissas estabelecidas pela Portaria MME nº 510/2005, nº112/2006, nº 42/2007 e nº 46/2007; São Paulo, 17 de dezembro de 2008. CT-03037/08 Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Dr. Frederico Rodrigues Superintendente de Estudos de Mercado SGAN Quadra 603 / Módulos I e J 70830-030 Brasília

Leia mais

I SEMINÁRIO SOBRE UTILIZAÇÃO DE FONTES RENOVÁVEIS VEIS DE ENERGIA NO CONTEXTO DE ELETRIFICAÇÃO RURAL NO NORTE E NORDESTE DO BRASIL.

I SEMINÁRIO SOBRE UTILIZAÇÃO DE FONTES RENOVÁVEIS VEIS DE ENERGIA NO CONTEXTO DE ELETRIFICAÇÃO RURAL NO NORTE E NORDESTE DO BRASIL. I SEMINÁRIO SOBRE UTILIZAÇÃO DE FONTES RENOVÁVEIS VEIS DE ENERGIA NO CONTEXTO DE ELETRIFICAÇÃO RURAL NO NORTE E NORDESTE DO BRASIL Brasília - Dezembro/2004 Sumário NOVO CENÁRIO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO;

Leia mais

Este Fundo tem por objetivo financiar projetos de expansão e melhoria do sistema elétrico das empresas concessionárias estaduais, municipais e do DF.

Este Fundo tem por objetivo financiar projetos de expansão e melhoria do sistema elétrico das empresas concessionárias estaduais, municipais e do DF. 1. Fundo de Financiamento da Eletrobrás - FINEL Este Fundo tem por objetivo financiar projetos de expansão e melhoria do sistema elétrico das empresas concessionárias estaduais, municipais e do DF. 1.1

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DA ABRANGÊNCIA, ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DA ABRANGÊNCIA, ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL (*) RESOLUÇÃO N o 247, DE 13 DE AGOSTO DE 1999. Altera as condições gerais da prestação de serviços de transmissão e contratação do acesso, compreendendo os

Leia mais

São Paulo/SP, 18/8/2014. II Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo. Cerimônia de Abertura

São Paulo/SP, 18/8/2014. II Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo. Cerimônia de Abertura São Paulo/SP, 18/8/2014 II Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo Cerimônia de Abertura A importância da informação na regulação Marcelo Pacheco dos Guaranys Diretor-Presidente A importância

Leia mais

Sumário. 1. A AGERBA e o Relacionamento com a Sociedade. 2. Projeto Crescendo: regulação e cidadania ativa

Sumário. 1. A AGERBA e o Relacionamento com a Sociedade. 2. Projeto Crescendo: regulação e cidadania ativa Sumário 1. A AGERBA e o Relacionamento com a Sociedade 2. Projeto Crescendo: regulação e cidadania ativa Papel do Regulador Promover o equilíbrio entre usuários, prestadores e o poder concedente, em prol

Leia mais

FATOR DE POTÊNCIA. Prof. Dr. José Angelo Cagnon Outubro - 2007

FATOR DE POTÊNCIA. Prof. Dr. José Angelo Cagnon Outubro - 2007 FATOR DE POTÊNCIA P Q Q Prof. Dr. José Angelo Cagnon Outubro - 2007 FATOR DE POTÊNCIA A legislação brasileira permite às concessionárias calcular as faturas em função do: (a) consumo (kwh), (b) demanda

Leia mais

Programa de Gestão Metropolitana de Resíduos. Seminário A implantação das políticas de resíduos sólidos ABES 06. jun 2013

Programa de Gestão Metropolitana de Resíduos. Seminário A implantação das políticas de resíduos sólidos ABES 06. jun 2013 Programa de Gestão Metropolitana de Resíduos Seminário A implantação das políticas de resíduos sólidos ABES 06. jun 2013 AS REGIÕES METROPOLITANAS Proximidade e ocorrência de conurbação Compartilhamento

Leia mais

DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 284, de 08-12-2011

DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 284, de 08-12-2011 DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 284, de 08-12-2011 Dispõe sobre a atualização do Custo Médio Ponderado do gás e do transporte fixado nas tarifas da Deliberação ARSESP 235, de 27 de maio de 2011, e as Tabelas Tarifárias

Leia mais

Consórcio: um negócio genuinamente brasileiro.

Consórcio: um negócio genuinamente brasileiro. Consórcio: um negócio genuinamente brasileiro. O consórcio é uma invenção brasileira, que surgiu na década de 60 e hoje é difundida em outros países. O consórcio surgiu como forma de solucionar a falta

Leia mais