IX A FUNÇÃO SANEAMENTO E O MARKETING

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IX-004 - A FUNÇÃO SANEAMENTO E O MARKETING"

Transcrição

1 IX A FUNÇÃO SANEAMENTO E O MARKETING Waldemar Ferreira da Silva Filho (1) Administrador de Empresas da Assessoria de Planejamento da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN. Mestrado em Competitividade Empresarial pela Engenharia de Produção da UFSC. Doutorando em Estratégia Empresarial - Engenharia de Produção da UFSC. Luiz Abner de Holanda Bezerra Engenheiro de Segurança da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN..Mestre em Engenharia de Produção da UFSC. Doutorando em Ergonomia - Engenharia de Produção da UFSC. Leda Freitas Ribeiro Bióloga da Divisão de Tecnologias de Tratamento de Águas e Esgoto da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN. Pós-Graduação a nível de Especialização: Utilização de Recursos Naturais e Hidroecologia - UFSC. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental - UFSC. Endereço (1) : Avenida Hercílio Luz, Ed. Barriga Verde - apto Florianópolis - SC - Brasil - CEP: Tel: (0xx48) RESUMO O presente trabalho objetiva provoca uma reflexão da abordagem mercadológica do setor saneamento e, sugerindo como referenciais os elementos diferenciais do marketing. Propõe também, uma proposta competitiva além, de uma alteração da performance organizacional voltadas para a atual exigências do cenário competitivo no qual as empresas de saneamento estão inseridas. PALAVRAS-CHAVE: Arquitetura Organizacional, Competitividade Empresarial, Marketing, Mercado, Produto, Qualidade, Serviços, Saneamento. INTRODUÇÃO Para Porter (1986), a essência de uma estratégia competitiva é relacionar a empresa com o meio ambiente. A estrutura organizacional tem uma forte influência na determinação das regras competitivas assim como das estratégias potencialmente disponíveis à empresa. Forças externas ao mercado afetam as empresas. O que irá distingui-las é a habilidade destas em lidar com essas forças. O cenário emergente de competitividade, exige ações pró-ativas que objetivem êxito para vencer as cinco forças básicas que guiam os cenários: a entrada de novos concorrentes; a ameaça de substitutos; poder de negociação dos compradores; poder de negociação dos fornecedores; e a rivalidade entre os concorrentes existentes. Para enfrentar as cinco forças competitivas, Porter (1986) propõe três abordagens estratégicas genéricas, potencialmente bem sucedidas para superar as outras empresas numa mesma linha de negócio ou diversificado. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1

2 Abordagens Estratégicas Genéricas (Porter, 1986). Inovação Redução de Custos Melhoria da Qualidade Hamel & Prahalad (1995), enfocam na figura abaixo, que não basta que uma empresa diminua seu tamanho e aumente sua eficiência e rapidez; por mais importantes que sejam essas tarefas, ela também precisa ser capaz de se reavaliar, regenerar sua estratégias centrais e reinventar seu setor. Em suma, uma empresa precisa ser capaz de ser diferente. A Busca da Competitividade (Hamel & Prahalad, 1995). Reestruturação do Portfólio e Downsizing MENOR A Busca da Competitividade Reengenharia de Processos e Melhoria Contínua MELHOR Reinvenção dos Setores e Regeneração de Estratégias DIFERENTE A inércia competitiva, tem também como sua principal aliada, a falta de resposta competitiva. A grande maioria das empresas de saneamento ignoram, ou negam-se a entender e acreditar no que esta acontecendo no cenário externo. Porém, algumas razões provocam o congelamento da capacidade de reação. No quadro seguinte, Olga & Jane (1997) abordam as principais razões da falta de competitividade. São cinco pontos críticos, interrelacionados, que precisam ser considerados como os grandes desafios a serem vencidos para que uma empresa de saneamento começe a pensar em competitividade. Inércia Competitiva (Olga & Jane, 1997). AS RAZÕES DA FALTA DE RESPOSTA COMPETITIVA: - Inadequação das medidas de desempenho; - Miopia quanto a considerações tecnológicas; - Ausência de integração entre funções organizacionais; - Perda do foco no negócio; - Resistência à mudanças ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 2

3 FORÇAS DO MACROAMBIENTE DA EMPRESA O macroambiente consiste na maior amplitude das forças societárias que afetam todos os agentes no meio ambiente da empresa. É composto, segundo Kotler (1994) por seis forças principais: forças demográficas, econômicas, físicas, tecnológicas, político-legais e sócio-culturais. Ambiente Demográfico O ambiente demográfico mostra explosivo crescimento da população mundial, queda na taxa de natalidade, crescente população idosa, a família em transformação, aumento de residências sem família, mudanças geográficas da população, população mais escolarizada e que trabalha cada vez mais em escritórios, mutável população étnica e racial e mudança de um mercado de massa para micromercados. Ambiente Econômico Os mercados consistem em poder de compra e em pessoas. O poder de compra total é uma função da renda atual, de preços, poupança e existência de crédito. O ambiente econômico mostra queda no crescimento da renda real, baixa poupança e dívidas elevadas, e mudança nos padrões de gastos do consumidor. Ambiente Físico O ambiente físico mostra a escassez potencial de certas matérias primas, custo instável de energia, crescentes níveis de poluição e mudança no papel do governo na proteção ambiental. As empresas precisam estar alertas ao ambiente físico, em termos de obtenção dos recursos necessários e também em termos de evitar prejuízos ao ambiente físico. Ambiente Tecnológico A força mais dramática que molda a vida das pessoas é a tecnologia. O ambiente tecnológico apresenta mudança tecnológica acelerada, oportunidades ilimitadas de inovação, elevados orçamentos de pesquisa e desenvolvimento, concentração em melhorias menores, ao invés de descobertas maiores, e crescente regulamentação da mudança tecnológica. Ambiente Político/Legal O ambiente político-legal mostra uma grande regulamentação governamental e crescimento de grupos de interesse público. Ambiente Sócio-Cultural A sociedade em que as pessoas vivem molda suas crenças básicas, valores e normas. As pessoas absorvem, quase inconscientemente, uma visão do mundo que define seu relacionamento consigo mesmas, com a natureza e com o universo. O ambiente socio-cultural apresenta tendências de longo prazo em relação a autorealização, gratificação imediata, vida fácil, relações abertas e informais e uma orientação mais secular. AGENTES DO MICROAMBIENTE DA EMPRESA O microambiente são todos os agentes do ambiente imediato da empresa que afetam sua habilidade em atender seus mercados; especificamente, a própria empresa, os fornecedores, os intermediários de mercado, os clientes, os concorrentes e o público. Para Kotler (1994), a empresa deve iniciar uma análise de seus clientes internos em termos de necessidades, relacionamentos interdepartamentais, entendimento das políticas e dos objetivos da empresa. No quadro seguinte, a identificação de quatro níveis de atuação estratégica, determinam a performance de comercialização, entre oferta e demanda. Mostrando que as diversas interfaces da empresa devem obedecer uma ordem de competências e prioridade. No nível I, o cliente (usuário, consumidor, ou qualquer outra denominação), a razão de ser da empresa. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 3

4 No nível II, estão os que darão suporte para o atendimento das necessidades do cliente e do produto. Atendimento, ligação e manutenção, deverão mudar seus conceitos para: vendas, distribuição e suporte, do produto ou serviço para o cliente. No nível III, operação e ampliação, cumprirão sua missão com a qualidade e quantidade do produto ou serviço a eles confiados. Assumiram o real papel de produção e expansão; No nível IV, desempenhando a função de logística, encontramos as áreas de suprimentos, administração, finanças, transporte, informática e recursos humanos. Completam o ciclo institucional do marketing, quanto a abordagem mercadológica, onde deverá existir a harmonia das competências e responsabilidades entre cliente e empresa. RELAÇÃO MERCADOLÓGICA I CLIENTE CONSUMIDOR ATENDIMENTO 0800 BALCÃO VENDAS II LIGAÇÃO ÁGUA ESGOTO DISTRIBUIÇÃO ÁGUA MANUTENÇÃO ESGOTO SUPORTE CADASTRO III OPERAÇÃO AMPLIAÇÃO ETA ETE ETA ETE REDE ÁGUA ESGOTO PRODUÇÃO EXPANSÃO M A R K E T I N G SUPRIMENTOS ADMINISTRAÇÃO IV FINANÇAS LOGÍSTICA TRANSPORTES INFORMÁTICA REC. HUMANOS Fonte: Dissertação de Mestrado - Waldemar / ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 4

5 As abordagens anteriores servem, como reflexão, promoção e a sensibilização para a importância de outro paradigma gerencial, o marketing. Entrando neste contexto, um dos grandes componentes que exerceram um diferencial de competitividade de grande impacto, aliados a outros já aqui apresentados, é o marketing. MARKETING Marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação e troca de produtos e valor com outras pessoas (KOTLER, 1994). Os componentes de marketing, ou os conhecidos 4P: Produto; Preço; Ponto de Distribuição; Promoção e Pesquisa de Mercado. Devem estar em constante equilíbrio de complementaridade, pois a ausência ou excesso de atenção de um, prejudica o sucesso do marketing. Tendo ainda outras definições, tais como Cobra (1990): Conseguir os bens e serviços certos para as pessoas certas, nos lugares certos, no tempo certo, ao preço certo, com promoções e comunicações certas ; A arte de criar e satisfazer clientes com lucro A criação e realização de um padrão de vida Ainda, segundo Pentado Filho (1983), Marketing, é um estado de espírito, uma mentalidade, uma maneira de pensar que, necessariamente, leva a uma filosofia, uma política, a um programa de ação. A empresa depende do mercado para viver e subsistir Todas as atividades, portanto, são condicionadas por essa dependência. Um ambiente de marketing da empresa consiste em agentes e forças externas que afetam a habilidade da empresa em desenvolver e manter transações e relacionamentos bem-sucedidos com os consumidores-alvo. É o lugar em que a empresa deve começar a buscar oportunidades e monitorar ameaças. Consiste de todos os agentes e forças que afetam a habilidade da empresa em transacionar eficazmente com um mercado-alvo. Sem um dos componentes ou com deficiência em qualquer um dos níveis, não existirá marketing. O que exige uma nova visão quanto ao foco, ação, meios, objetivos, mentalidade, interesse, situação, dimensão e orientação do produto e as necessidades do mercado. Quanto mais rápida for uma empresa em identificar seus elementos diferenciais, adaptando suas estratégias ao mercado concorrente, mais chances terá para inovar seu setor. No quadro seguinte, os elementos diferenciais com uma visão orientada para vendas e orientadas para o marketing, mostra o poder de abrangência deste. Elementos Diferenciais Entre Vendas e Marketing (Jane & Olga /97). ELEMENTOS DIFERENCIAIS ORIENTADA PARA VENDAS ORIENTADA PARA O MARKETING FOCO Produto Necessidades do Mercado AÇÃO Empresa primeiro define o produto e só depois é que pensa como vendê-lo de forma lucrativa. Pesquisa e estabelece o que o cliente deseja e só então define como produzir e vender produtos que satisfaçam as expectativas de mercado. MEIOS Promoção e Vendas. Marketing Mix. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 5

6 Elementos Diferenciais Entre Vendas e Marketing (Jane & Olga /97). ELEMENTOS DIFERENCIAIS ORIENTADA PARA VENDAS ORIENTADA PARA O MARKETING OBJETIVO MENTALIDADE INTERESSE SITUAÇÃO DIMENSÃO Obtenção de lucro através do volume de vendas. Interna, voltada para a empresa. Atender as necessidades da empresa. Mercado vendedor. A empresa dita as condições (monopólio). Parte do composto promocional: vender. Obtenção de lucro através da satisfação e manutenção de clientes. Externa, voltada para o mercado. Atender objetivos da empresa, necessidades de mercado e atender/estimular novas necessidades. Mercado comprador. Quem tem o poder é o consumidor, porque existem opções de compra. Envolve o marketing mix. ORIENTAÇÃO Clientes Mercado A abordagem será dada a algumas das variáveis apresentadas no quadro acima, sendo destacadas: Foco, Objetivo, Situação, Dimensão e Orientação. FOCO Produto A principal preocupação esta apenas em disponibilizar água tratada para a população, em quantidade e qualidade. A coleta do esgoto sanitário é um serviço apenas com a demanda de água residuárias. Necessidades do Mercado O papel social deve ser destacado como agente de saúde pública e de qualidade ambiental, com forte atuação na preservação de seus mananciais de abastecimento de água e, controle dos indicadores de qualidade vida. (mortalidade infantil, expectativa de vida, etc...) ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 6

7 Obtenção de lucro através do volume de vendas O faturamento tem sua principal fonte no volume de água em metros cúbicos vendidos e das ligações de esgotos. Não existindo diferenciação aos segmentos de mercado (residencial, comercial e industrial) OBJETIVO Obtenção do lucro através da satisfação e manutenção dos clientes A abrangência da captação de recursos pode ser ampliada com tarifas diferenciadas mesmo dentro do segmento de mercado. Outros serviços podem ser oferecidos, entre eles: assessoria às prefeituras na realização de projetos de drenagem pluvial; projetos para financiamentos em saneamento rural e desenvolvimento de pesquisa em novas tecnologias. SITUAÇÃO A EMPRESA DITA AS CONDIÇÕES (MONOPÓLIO) Com a concessão dos serviços, as empresas de saneamento detêm o monopólio nos municípios concedentes. Passando a população a ficar dependente das ações e políticas estabelecidas pelas empresas. QUEM TEM O PODER É O CONSUMIDOR, PORQUE EXISTEM OPÇÕES DE FORNECEDORES Com a proximidade do término das concessões às empresas estatais, as prefeituras estão vislumbrando novos parceiros para a exploração dos serviços de água e esgoto. Além disso, a grande perda de clientes que optaram pelo uso de poços artesianos, principalmente as industrias, levam as concessionárias à necessidade urgente em adotarem uma nova política de atender as necessidades dos seus clientes atuais e buscar resgatar os que saíram insatisfeitos com a prestação de serviços. Outro fator de preocupação são as privatizações, que em muitos municípios brasileiros já estão sendo adotados. Eficientes ou não, são uma realidade que não deve ser desconsiderada. DIMENSÃO VENDER MARKETING MIX Embora toda a organização esteja envolvida, para que seus serviços atendam satisfatoriamente seus clientes, apenas à área comercial é responsabilizada e exigida no contato com os clientes. O marketing, é exclusivo da área de cobrança, cadastro, corte e ligação de água ou esgoto. As empresas devem entender que, desde o início do processo produtivo, na captação de água bruta para tratamento até o processo final de distribuição do produto e da prestação do serviço, todos devem estar conscientes do seu valor e comprometido com cada processo que envolve a produção. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 7

8 ORIENTAÇÃO CLIENTES A preocupação ferrenha com grandes clientes, deixa de lado os pequenos clientes, que muitas vezes em termos de impacto na mídia são mais destrutivos que os demais, ou sejam os que podem optam, em silêncio, por outras alternativas para serem atendidos em sua necessidade. Enquanto que os pequenos clientes preferem recorrer à mídia para protestar procurando seus direitos. MERCADO A Lei de Paretto não pode mais ser utilizada como referencial nas ações com o mercado. Todos, grandes ou pequenos clientes, quer sejam potenciais ou fictícios, industriais, comerciais ou residenciais devem ter suas necessidades atendidas, necessitando para isso que as empresas de saneamento se tornem mais empreendedoras. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nesse novo ambiente de altíssima competitividade, sobreviver é a ordem. Não haverá condescendência com o país ou organização que se mantiver fora do mercado global ou que não estiver atento para as regras do jogo. Essas regras consistem em conhecer rapidamente o que o cliente deseja, atuar em parcerias com fornecedores e empregados e imprimir qualidade no que se faz (TREVISAN, 1994). Competitividade passou a ser a palavra-chave dentro de um novo cenário empresarial, que valoriza a maior proximidade com o cliente e coloca o mundo como moto-contínuo para as organizações inteligentes. Entender e participar desse jogo já não é suficiente. Melhor ainda é antecipar-se às tendências e ocupar o lugar certo na hora apropriada, oferecendo oportunidades para rever novos comportamentos gerenciais, com estratégias organizacionais que ousem quebrar os paradigmas (PORTER, 1986). As abordagens anteriores servem como reflexão e fomentam a sensibilização para a importância da adoção desta ferramenta gerencial, que é o marketing. Na sua concepção abrangente e em conciliação com os processos produtivos. Permitindo assim que a forma amadora e ilusionista seja coisa do passado, pois as ameaças estão no ambiente externo, exigindo que nossos pontos fortes sejam acordados e que a competitividade sirva de motivação para desenvolvimento institucional. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. CASAN. Plano Estratégico da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento. Período 1991/1994. Assessoria de Planejamento, julho de COSTA, JANE IARA DA. CARDOSO, OLGA REGINA. Anotações do curso Excelência em Marketing. Curso de mestrado, UFSC/EPS - setembro/ ETZIONI, Amitai. Organizações Modernas. São Paulo: Pioneira B 4. HAMMEL, GARY. PRAHALAD, C. K. Competindo pelo futuro: estratégias inovadoras para obter o controle do seu setor e criar os mercados de amanhã. Rio de Janeiro: Campus, KOTLER, PHILIP. Administração de Marketing. Análise, planejamento, implantação e controle. Atlas, São Paulo, PENTEADO FILHO, JOSÉ ROBERTO WHITAKER. Marketing de idéias: a promoção da produtividade no Terceiro Mundo. São Paulo, pioneira, PORTER, MICHAEL. Vantagem competitiva: técnica para análise das indústrias e da concorrência. 5ª edição Rio de Janeiro. Campus, SILVA FILHO, WALDEMAR FERREIRA DA. A competitividade e a quebra de paradigmas gerenciais: um estudo de caso em uma empresa de saneamento. Dissertação de mestrado -- PPGEP Programa de Pósgraduação em Engenharia de Produção - UFSC, ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 8

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

Waldemar Ferreira da Silva Filho, MsC (1) Administrador de Empresas na Assessoria de Planejamento da CASAN - Companhia

Waldemar Ferreira da Silva Filho, MsC (1) Administrador de Empresas na Assessoria de Planejamento da CASAN - Companhia V-010 - MODELO DE GERENCIAMENTO DA ROTINA DO TRABALHO DO DIA-A-DIA APLICADO À OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTOS SANITÁRIOS: PROJETO PILOTO DO SISTEMA INTEGRADO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS/SC

Leia mais

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING Sumário Parte um Conceitos e tarefas da administração de marketing CAPITULO I MARKETING PARA 0 SÉCULO XXI A importância do marketing O escopo do marketing 0 que é marketing? Troca e transações A que se

Leia mais

Conceito de Marketing

Conceito de Marketing Conceito de Marketing Marketing é uma função organizacional e uma série de processos para a criação, comunicação e entrega de valor para clientes, e para a gerência de relacionamentos com eles de forma

Leia mais

Livro: Administração de marketing. Autor: Philip Kotler. Capítulo sobre análise ambiental

Livro: Administração de marketing. Autor: Philip Kotler. Capítulo sobre análise ambiental Análise ambiental Ana Paula Miranda Objetivo: Tornar o aluno apto a entender o ambiente de negócios. Ambiente de Marketing O ambiente de marketing de uma empresa é constituído por agentes e forças que

Leia mais

COMPOSTO DE ADMINISTRAÇÃO AMBIENTE DE MARKETING AMBIENTE DE MARKETING PROF. RICARDO PAJÉ

COMPOSTO DE ADMINISTRAÇÃO AMBIENTE DE MARKETING AMBIENTE DE MARKETING PROF. RICARDO PAJÉ ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA PROF. RICARDO PAJÉ AMBIENTE E COMPOSTO DE MARKETING AMBIENTE DE MARKETING É O CONJUNTO DE ATORES E FORÇAS ( INTERNAS E EXTERNAS) QUE AFETAM DIRETA OU INDIRETAMENTE A TOMADA

Leia mais

ANÁLISE DO AMBIENTE DE MARKETING

ANÁLISE DO AMBIENTE DE MARKETING ANÁLISE DO AMBIENTE DE MARKETING SISTEMA DE MARKETING O Sistema de Marketing como foi apresentado até agora compreende o chamado micro-ambiente de marketing. Além da própria empresa e de seu mercado, também

Leia mais

Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Proporciona ao executivo informações básicas b para começar a usufruir das vantagens do planejamento estratégico, através s do tratamento adequado

Leia mais

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP OUTUBRO, 2002 ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP - APU INTRODUÇÃO A Associação

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROFª DANIELLE VALENTE DUARTE

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROFª DANIELLE VALENTE DUARTE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROFª DANIELLE VALENTE DUARTE MODELO PARA FORMULAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Análise do ambiente externo Macroambiente Ambiente setorial feedback Ambiente Interno (forças e

Leia mais

Prof. Marcopolo Marinho

Prof. Marcopolo Marinho Aula 05 Marketing Modelo E-C-D; Modelo de cinco forças de ameaças ambientais; Análise do Ambiente Externo; Ferramenta de mapeamento de processos e de planificação estratégica - 5w2h; O Plano Estratégico:

Leia mais

Aula 6. Estratégias Genéricas e Modelo das Forças Competitivas de Porter. Profa. Daniela Cartoni

Aula 6. Estratégias Genéricas e Modelo das Forças Competitivas de Porter. Profa. Daniela Cartoni Aula 6 Estratégias Genéricas e Modelo das Forças Competitivas de Porter Profa. Daniela Cartoni Planejamento estratégico É um processo gerencial que possibilita ao executivo estabelecer o rumo a ser seguido

Leia mais

PROPOSTA DE UM PRODUTO PARA O MERCADO BRASILEIRO DE TELEFONIA CELULAR

PROPOSTA DE UM PRODUTO PARA O MERCADO BRASILEIRO DE TELEFONIA CELULAR PROPOSTA DE UM PRODUTO PARA O MERCADO BRASILEIRO DE TELEFONIA CELULAR Gabriela de Oliveira May Professora do Departamento de Administração e Ciências Contábeis da UNISUL Av. Rubens A. Ramos, 1612/301 Fpolis/SC

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Carolina K. Souza Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Departamento de Engenharia de Produção, Campus universitário

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

Traçando Cenários: Microambiente e Macroambiente. Prof. Marcopolo Marinho

Traçando Cenários: Microambiente e Macroambiente. Prof. Marcopolo Marinho Traçando Cenários: Microambiente e Macroambiente. Prof. Marcopolo Marinho A ORGANIZAÇÃO DA ESTRUTURA ESTRATÉGICA MISSÃO Impacto: 1. Organizacional 2. Ação de Mudança Nenhum Positivo Negativo OBJETIVOS

Leia mais

Gestão Estratégica. Gestão Estratégica

Gestão Estratégica. Gestão Estratégica Gestão Estratégica Aula 3 Diagnóstico Estratégico marcopereira@usp.br Diagnóstico Se conhecemos o inimigo ( ) e a nós mesmos ( Interno), não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Logística e Distribuição

Logística e Distribuição Logística e Distribuição 02 Disciplina: LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO Plano de curso PLANO DE CURSO Objetivos Proporcionar aos alunos os conhecimentos básicos sobre logística e distribuição como elemento essencial

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Valério da Silva Ramos (*) Administrador de Empresas, pós-graduado em Gestão Econômica e Financeira

Leia mais

Prof. Marcopolo Marinho

Prof. Marcopolo Marinho Prof. Marcopolo Marinho Acompanhamento do Cronograma Conceitos essenciais: Aula de Hoje Estratégia, Inovação, Competitividade, Diferenciais competitivos. Análise do Ambiente Externo; Turbulência e Vulnerabilidade;Análise

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO É o processo gerencial de desenvolver e manter um ajuste viável entre os objetivos, experiências e recursos da organização e suas oportunidades de mercado. Moldando e remoldando

Leia mais

Marketing. Aula 04. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Marketing. Aula 04. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Marketing Aula 04 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia e

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano Empresa como Sistema e seus Subsistemas Professora Cintia Caetano A empresa como um Sistema Aberto As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. Uma empresa é

Leia mais

Consciências de Desempenho Empresarial

Consciências de Desempenho Empresarial Quando o Design Thinking surgiu como uma alternativa para Solucionar Problemas, apresentando um novo perfil de raciocínio, considerando as partes interessadas como eixo de referência, ousando em pensar

Leia mais

VIII-003 PREPARO DE RECURSOS HUMANOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA ISO 14001 EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS

VIII-003 PREPARO DE RECURSOS HUMANOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA ISO 14001 EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS VIII-003 PREPARO DE RECURSOS HUMANOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA ISO 14001 EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS Andréia Guaracho Ramos (1) Bacharel em Química e Pós Graduada em Química Industrial pela Fundação

Leia mais

MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO NO COMÉRCIO DE TRÊS LAGOAS

MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO NO COMÉRCIO DE TRÊS LAGOAS MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DE CASO NO COMÉRCIO DE TRÊS LAGOAS ADRIELI DA COSTA FERNANDES Aluna da Pós-Graduação em Administração Estratégica: Marketing e Recursos Humanos da AEMS PATRICIA LUCIANA

Leia mais

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia Gestão em Farmácia Marketing 3 Manuel João Oliveira Análise Externa Análise do Cliente Segmentação, comportamento do cliente, necessidades não-correspondidas Análise dos Concorrentes Grupos estratégicos,

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos 2010 0 O Processo pode ser entendido como a sequência de atividades que começa na percepção das necessidades explícitas

Leia mais

METODOLOGIA PARA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA PEQUENA EMPRESA: UM ESTUDO DE CASO

METODOLOGIA PARA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA PEQUENA EMPRESA: UM ESTUDO DE CASO METODOLOGIA PARA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA PEQUENA EMPRESA: UM ESTUDO DE CASO Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br RESUMO:

Leia mais

O comprometimento dos colaboradores é a chave para o sucesso das organizações

O comprometimento dos colaboradores é a chave para o sucesso das organizações O comprometimento dos colaboradores é a chave para o sucesso das organizações Jean C. de Lara (Faculdade SECAL) jean@smagon.com.br Maria Elisa Camargo (Faculdade SECAL) elisa@aguiaflorestal.com.br Enir

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO MBA GESTÃO DE VAREJO 1 - FORMAÇÃO DE PREÇO E ANÁLISE DE MARGEM NO VAREJO: Ementa: Conhecer o conceito de lucro na visão da precificação baseada no custo; demonstrar termos utilizados na formação de preço

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 COMPETITIVIDADE SOB A ÓTICA DAS CINCO FORÇAS DE PORTER: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA OXIFOR OXIGÊNIO FORMIGA LTDA JUSSARA MARIA SILVA RODRIGUES OLIVEIRA 1, LÍVIA COUTO CAMBRAIA 2 RESUMO: Neste trabalho,

Leia mais

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EVOLUÇÃO DA COMPETIÇÃO NOS NEGÓCIOS 1. Revolução industrial: Surgimento das primeiras organizações e como consequência, a competição pelo mercado de commodities. 2.

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS 190 O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS Douglas Fernandes, Josélia Galiciano Pedro, Daryane dos Santos Coutinho, Diego Trevisan de Vasconcelos, Regiane

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO E EFICIÊNCIA PARA AS REGIONAIS DA CASAN COMO INSTRUMENTO DE GERENCIAMENTO

UTILIZAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO E EFICIÊNCIA PARA AS REGIONAIS DA CASAN COMO INSTRUMENTO DE GERENCIAMENTO UTILIZAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO E EFICIÊNCIA PARA AS REGIONAIS DA CASAN COMO INSTRUMENTO DE GERENCIAMENTO Juarez Nazareno Muniz Moreira (1) Engenheiro Civil pela Universidade Estadual de Maringá

Leia mais

1 Abastecimento de água potável

1 Abastecimento de água potável Objetivo Indicador Métrica Propostas Prazo Entraves Índice de atendimento urbano de água Planilha de Objetivos, Indicadores e GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: Que até 2020 Santa Maria esteja

Leia mais

1 Abastecimento de água potável

1 Abastecimento de água potável Objetivo Indicador Métrica Propostas Prazo Entraves Índice de atendimento urbano de água Planilha de Objetivos, Indicadores e GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: Que até 2020 Santa Maria esteja

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO GESTÃO ESTRATÉGICA NO APL

ESTUDO DIRIGIDO GESTÃO ESTRATÉGICA NO APL Curso de Capacitação de Agentes Gestores em APLs ESTUDO DIRIGIDO GESTÃO ESTRATÉGICA NO APL Prof. Gustavo Martins Porto Alegre, abril 2012 Estudo Dirigido Estratégia Competitiva A partir dos conceitos e

Leia mais

MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1. sc. Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc. Slide 01

MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1. sc. Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc. Slide 01 MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1 Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc sc. Slide 01 O QUE O MARKETING NÃO É? MARKETING NÃO É PROPAGANDA. MARKETING NÃO É VENDAS. MARKETING NÃO É MERAMENTE

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências 2 Professora: Zeila Susan Keli Silva 2º semestre 2012 1 Contexto Economia globalizada; Mudanças contextuais; Alto nível de complexidade do ambiente; Descoberta da ineficiência dos

Leia mais

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response )

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Objetivo da Aula Aprofundar os conhecimentos de ECR, suas vantagens e implicações. Introdução Na aula anterior, estudamos

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

RUA TERCEIRA DO PARQUE, 08, 1 ANDAR, SALA 02, GLEBA B. CAMAÇARI-BA. FONE: + 55 (71) 8846-0196 (Aparecida). E-MAIL: consultoria.marca@gmail.

RUA TERCEIRA DO PARQUE, 08, 1 ANDAR, SALA 02, GLEBA B. CAMAÇARI-BA. FONE: + 55 (71) 8846-0196 (Aparecida). E-MAIL: consultoria.marca@gmail. PORTFÓLIO MARCA CONSULTORIA & TREINAMENTOS RUA TERCEIRA DO PARQUE, 08, 1 ANDAR, SALA 02, GLEBA B. CAMAÇARI-BA. FONE: + 55 (71) 8846-0196 (Aparecida). E-MAIL: consultoria.marca@gmail.com SUMÁRIO 1 QUEM

Leia mais

XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental

XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental III-032 - PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA CIDADE DE CAMPO GRANDE/MS, VALORIZANDO A PARTICIPAÇÃO DOS CATADORES. Ana Luzia de Almeida Batista Martins Abrão (1)

Leia mais

Plano de Negócios PLANEJAMENTO DO PROJETO FINAL. Sumário

Plano de Negócios PLANEJAMENTO DO PROJETO FINAL. Sumário Plano de Negócios Plano de Negócios Sumário Introdução... 3 Plano de Negócios... 3 Etapas do Plano de Negócio... 3 Fase 1... 3 Fase 2... 8 Orientação para entrega da Atividade de Avaliação... 12 Referências

Leia mais

GERENCIAMENTO DE CLÍNICAS

GERENCIAMENTO DE CLÍNICAS GERENCIAMENTO DE CLÍNICAS A administração eficiente de qualquer negócio requer alguns requisitos básicos: domínio da tecnologia, uma equipe de trabalho competente, rigoroso controle de qualidade, sistema

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG Newton Morais e Silva (1) Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestre em Computer Studies pela Essex University

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria no 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01

CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria no 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria no 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: MARKETING APLICADO A ENGENHARIA Código: ENGP - 587 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

Gestão por Processos

Gestão por Processos Gestão por Processos Ponta Grossa SC Setembro de 2011 Simone de Andrade Klober. Graduado em Psicologia - ACE/SC, Mestre em Gestão Estratégica ESAG/UDESC, Especialista em dinâmica dos Grupos SBDG, Formação

Leia mais

BENEFÍCIOS COM A SMALL

BENEFÍCIOS COM A SMALL BENEFÍCIOS COM A SMALL 2012. Small Consultoria Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 530 Casa Verde, São Paulo S.P. Tel. 11 2869.9699 / 11 2638.5372 Todos os direitos reservados. A IDEIA Dentre os exemplos

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade II GOVERNANÇA DE TI Estratégia e governança em TI Estratégia empresarial A palavra estratégia vem do grego strategus = "o general superior ou "generalíssimo. Strategia

Leia mais

Uma situação típica...

Uma situação típica... Uma situação típica... A Empresa X é do setor têxtil Tamanho - Micro-Pequena (9 Operários) Produção Diversificada (aproximadamente 800 itens) Cartela de cores com aproximadamente 100 cores variáveis Pedido

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE CURITIBA ABRIL - 2000 ODILIO SEPULCRI TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA

Leia mais

POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4

POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4 POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4 INTRODUÇÃO Desde que foi fundada em 2001, a ética, a transparência nos processos, a honestidade a imparcialidade e o respeito às pessoas são itens adotados pela interação

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

- Propaganda. Desenvolver um programa integrado de Marketing que proporcione valor superior. - Conceber produtos, serviços e marcas

- Propaganda. Desenvolver um programa integrado de Marketing que proporcione valor superior. - Conceber produtos, serviços e marcas Introdução e Noções de Mercados Compreendendo o processo de Marketing ADMINISTRAÇÃO - Produtos - Serviços - Mercados - Processos MARKETING COMUNICAÇÃO - Propaganda Marketing é uma filosofia de negócio

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

GESTÃO DE SUPRIMENTO TECNÓLOGO EM LOGÍSTICA

GESTÃO DE SUPRIMENTO TECNÓLOGO EM LOGÍSTICA GESTÃO DE SUPRIMENTO TECNÓLOGO EM LOGÍSTICA Gestão da Cadeia de Suprimento Compras Integração Transporte Distribuição Estoque Tirlê C. Silva 2 Gestão de Suprimento Dentro das organizações, industriais,

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais A Importância do Entendimento na elaboração das diretrizes Estratégicas do Negócio Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org):

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Conceitos de Sistemas de Informação

Conceitos de Sistemas de Informação Conceitos de Sistemas de Informação Prof. Miguel Damasco AEDB 1 Objetivos da Unidade 1 Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais das empresas e identificar

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM ESTAR NO TRABALHO

POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM ESTAR NO TRABALHO POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM ESTAR NO TRABALHO Política da QUALIDADE A satisfação do cliente está na base das operações do Grupo Volvo. A Qualidade é um pré

Leia mais

ESTRATÉGIA DE MARKETING O BOTICÁRIO RESUMO

ESTRATÉGIA DE MARKETING O BOTICÁRIO RESUMO 1 ESTRATÉGIA DE MARKETING O BOTICÁRIO Adriana Fussiger Silveira 1 Aline Florisbal 2 Camila Pinzon 3 Dilson Borges 4 João Antonio Jardim Silveira 5 RESUMO O presente trabalho busca traçar um plano estratégico

Leia mais

Professor: Tiago Tripodi

Professor: Tiago Tripodi Professor: Tiago Tripodi Quando temos uma situação em que acontece o processo de troca, envolvendo desejo e necessidade de se obter um bem ou serviço, neste momento se realiza uma ação de marketing As

Leia mais

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável nos núcleos rurais com mais de 10 economias nas áreas quilombolas nas áreas indígenas Planilha de Objetivos, Indicadores e Ações Viabilizadoras GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: "Que até

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria no 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 PLANO DE CURSO

CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria no 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 PLANO DE CURSO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria no 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Marketing Aplicado à Engenharia Código: ENGP - 587 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

CASO HONDA. Em 1975, a situação:

CASO HONDA. Em 1975, a situação: CASO HONDA Em 1975, a situação: O governo britânico contratou o Boston Consulting Group para ajudar a explicar por que as empresas japonesas, em especial a Honda, superavam de forma tão acentuada as britânicas

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

4. Análise de Mercado

4. Análise de Mercado 4. Análise de Mercado Ações de Maturação e Aceleração 01.04.2014 Carla Machado Análise de Mercado Índice 1. Evolução Previsional do Setor Enquadre o negócio no setor de atividade, referindo oportunidades

Leia mais

Introdução ao Marketing. História do Conceito

Introdução ao Marketing. História do Conceito História do Conceito O termo marketing, de acordo com Cobra (1988, p. 34) é uma expressão anglo-saxônica derivada da palavra mercari, do latim, que significa comércio, ou ato de mercar, comercializar ou

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

Consultoria Empresarial

Consultoria Empresarial Consultoria Empresarial Referência : OLIVEIRA, Djalma CROCCO, Luciano; GUTIMANNN, Erick Prof- Daciane de O.Silva SURGIMENTO- Desde os tempos imemoriais COMO ISSO ACONTECIA? Os rabinos aconselhavam os fieis,

Leia mais

Pós-Graduação Business Intelligence

Pós-Graduação Business Intelligence Pós-Graduação Business Intelligence Tendências de Mercado de Business Intelligence Aula 01 Negócios e Tecnologia da Informação Objetivos da Aprendizagem Discutir as pressões corporativas e as reações que

Leia mais