FRAPAV Federação Regional das Associações de Pais de Aveiro ESCOLA INCLUSIVA EDUCAÇÃO ESPECIAL

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1 Centro Cultural de Congressos de Aveiro Aveiro, 9 de Fevereiro de 2008 ESCOLA INCLUSIVA EDUCAÇÃO ESPECIAL Sessão de abertura - Mesa composta por Presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Dr. Élio Maia; Coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Aveiro, Dr. Carlos Barros; Presidente do Conselho Executivo da CONFAP, Dr. Albino Oliveira; Presidente da Assembleia Geral da FRAPAV, Dr. Filipe Milheiro e Presidente do Conselho Executivo da FRAPAV, Eng. Mário Oliveira; Directora técnica do ANIMA, Dra. Maria Jorge Morais - Apresentação dos presentes por Dr. Filipe Milheiro. - Introdução do Eng. Mário Oliveira sobre Escola Inclusiva e seu contexto actual - Dr. Albino Oliveira Escola pública associado ao conceito de justiça social. Objectivo atingir cont inuamente melhores resultados todos os dias, contudo olhando para cada caso de forma diferente. trabalho, etc.) Falta de possibilidade de socialização familiar no momento actual (horários de Necessidade de complementariedade da escola nessa socialização familiar. Necessidade de sociedade de conhecimento, portanto a importância das escolas. Níveis de leitura baixo, contudo em termos de leitura de leis temos dos maiores índices (tudo o que não proibido é permitido). A CONFAP apresentou ao ME, diversas pr opostas: - Deveria existir um Vice - presidente no futuro órgão de Conselho de Escola e seria um docente; Deveriam existir Comissões de alunos para serem ouvidos em Conselho Pedagógico. Os regulamentos são importantes para criar a inclusão. Necessidade de criar a democracia dentro das escolas, promovendo a participação também dos alunos em alturas próprias.

2 Dra. Maria Jorge Morais Agradecimento pela oportunidade de estar presente neste encontro Dr Carlos Barros Agradecimento pelo convite Dr.Élio Maia Agradecimento pelo convite e apresentação de boas vindas Necessidade não só de incluir todos os alunos com necessidades educativas especiais nas escolas mas também de transpor futuramente esses alunos para o mercado de trabalho de forma a criar riqueza, igualdade e fraternidade para promover a inclusão na sociedade. Painel do encontro Dra. Santos Silva, Professora e responsável pela Educação especial da equipa de apoio às Escolas - Aveiro. -Apresentação de conceitos introdutórios da Escola Inclusiva. -Decreto Lei 3/2008 tem por objectivo a inclusão educativa e social, o acesso e o sucesso educativos a autonomia e a estabilidade social, assim como a promoção da igualdade de oportunidades, a preparação para o prosseguimento de estudos ou par uma adequada preparação para a vida profissional e para uma transição da escola para o emprego de crianças e jovens com necessidades educativas especiais de carácter permanente. -Informação da localização, no distrito de Aveiro, de Escolas de Referência p educação de alunos cegos e com baixa visão e para a educação bilingue de alunos surdos que são criadas por despacho ministerial. - Informação da localização, no distrito de Aveiro, de unidades de ensino estruturado a ara a para a educação de alunos com perturbações do espectro do autismo e unidades de apoio especializado para alunos com multideficiência e surdocegueira congénita que são criadas por despacho da Directora Regional de Educação do Centro. -Processo de referenciação: em que consiste; quem pode efe ctuar a referenciação; a quem é feita a referenciação; de que forma.

3 -Descreveu todo o processo de avaliação e falou da implementação do Programa Educativo Individual (PEI). Alertou para as informações que devem constar obrigatoriamente neste documento. Fa lou das medidas educativas previstas neste diploma. Referiu, ainda, que este documento é dinâmico e por isso deve ser sempre revisto, alterado sempre que necessário. -Plano Individual de Transição PIT, consubstancia o projecto de vida do aluno, para uma vida em sociedade; perspectiva um processo dinâmico, a curto, a médio e longo prazo; deve responder às expectativas dos pais e dos jovens. Referiu quais os alunos que devem beneficiar de um PIT e quando deve ser este elaborado. Dra Maria Jorge Morais -Saber escutar e compreender os sinais de alarme, de forma a poder em serem criadas condições para a sua resolução. -Intervenção terapêutica com a criança, com a família e ligação entre o aluno, a escola e a família através de apoio pedagógico. -O Dec.Lei 3 /2008 introduz elementos referenciadores formais que não existiam anteriormente. -Necessidade de intervenção pluridisciplinar. -Saúde mental do adulto é o resultado da saúde mental criada enquanto criança. -Pais como elementos chave do tratamento dos seus filhos. João Margalha, encarregado de educação de criança com físico-motoras) -Capacidade intelectual igual a outras crianças -Socialização sem qualquer tipo de problema -Inclusão nas escolas: deficiência (perturbações -Pré-escolar numa escola (2 anos) com mais recursos; mais 2 anos de pré-escolar noutra escola com realidades em termos de apoio diferentes. -Escola 1ºciclo (2 anos), continuação na mesma escola do pré-escolar. -Se no primeiro caso, praticamente não existiram problemas quer ao nível de pess auxiliar, quer ao nível de instalações, materiais, etc., no segundo caso houve situações burocráticas a ultrapassar, uma indefinição inicial de quem deveria contratar tarefeira, oal

4 seus horários, etc., entre outros; escola não preparada e com barreiras fí sicas, pouco tempo disponível da parte do professor de apoio (5 horas semanais), falta de material especializado, não deveria ter uma pessoa (auxiliar) em sistema de rotatividade quando a criança é extremamente dependente para situações básicas como pegar num lápis ou higiene pessoal. As autoridades são mais reactivas às pressões e aos pais sendo pouco proactivas. Conclusão: a Educação Inclusiva ainda é uma realidade distante. Perguntas e Respostas: Maria João, Psicóloga Clínica - Sobre o Artº30, Cooperação e parceria, Vai ser regulamentada essa parceria, ou como será efectuada? -Por outro lado, sente-se uma necessidade de sinalizar cada vez menos crianças por uma questão economicista, apesar da necessidade de muitos outros. Como fazer com a s crianças que poderão ter um a necessidade temporária e que ainda não existem provas imediatas para esse acompanhamento. Dra, o agrupamento quando sentir necessidade, pode efectuar essas parcerias através de protocolos específicos. Por outro lado a referencia ção pode ser feita por qualquer pessoa. O Agrupamento quando tem conhecimento, tem obrigatóriamente que encaminhar através da sua equipa sempre que tiver conhecimento de alguma situação. Amélia Ferreira, Professora e coordenadora do curso de infância - Revolta por existirem cursos específicos para formação e profissionais especializados e depois não são aproveitados quando são necessários para esse mesmo trabalho, para os quais estão preparados. José Aleixo, encarregado de educação -Existem levantamentos exaustivos e depois não existe no terreno ninguém que a avalie directamente nas escolas. Existe alguma entidade nacional que efectue o levantamento dos processos existentes? Dra. Santos Silva

5 Sim, existe um processo de monitorização já iniciado pela Equipa de Apoio às Escolas de Aveiro a e com duração até Dezembro de 2008, para virem às escolas, falar com os agrupamentos, pais, assistir a aulas, etc. Sobre pessoal não docente são atribuições do órgão de gestão, contudo sobre pessoal auxiliar da escola, houve análise das necessidades e atribuiç ões por parte da Equipa de Apoio às crianças - Educação Especial. Considera que este Decreto-Lei é exequível e que no fundo é a transposição oficial/legal de uma grande parte de processos que já existiam. Fátima, Professora 1º ciclo e Encarregada de educação - Confirma que o decreto-lei é a implementação da realidade existente. - Existe uma falta de recursos e necessidade de articulação entre os diferentes intervenientes: escola, encarregados de educação, instituições Dr Filipe Milheiro, Encarregado de educação - De acordo com o M.E. não existe redução de alunos por turma por este Decreto Lei. - Sobre terapia da fala, como a escola reage a esta necessidade? Em que condições é possível dar apoio aos pais. - Redução de número de alunos por turmas, este Decreto -lei não prevê essa redução. Contudo, existe outra legislação (despacho normativo sobre constituição de turmas nr 14026/2007 de 3 de Julho, o qual refere a constituição de turmas que prevê, no ponto 5.4, essa mesma redução. - Terapia da fala, os agrupamentos devem sempre apresentar essas situações quando aparecerem. Dra Maria Jorge Morais - Terapia da fala, existem contudo algumas limitações e desconhecimento geral sobre os apoios possíveis. A escola pública não soluciona esta situação e tem que ser acompanhado pela Segurança Social e tem que ser originado pelos pais. - Sistema que apenas funciona com a pressão dos pais. Necessidade de utilizar o direito de cidadania, pois existem lacunas ao nível de recursos contudo não podemos parar por esse motivo. - Em Portugal apenas estão registados 1,8% de crianças com necessidades educativas especiais.

6 Paulo Simões, encarregado de educação de criança com necessidades educativas especiais - As coisas só funcionam quando os pais efectuam pressão, a escola não está preparada para assumir as suas responsabilidades. - Que informações dão as escolas à DREC sobre as necessidades de pessoal? Apenas informação numérica sem mais informação? Que critérios são utilizados? - Considera que os agrupamentos quando passam à DREC os números de alunos, estarão correctos. - Na monitorização que está a ser feita, vão ser apuradas eventualmente algumas falhas aos vários níveis. - Necessidade de alterar o Decreto-Lei anterior pelo que considera que este Decreto-Lei é bem-vindo e necessário.. É, por vezes, necessário fazer uma nova redistribuição dos recursos. José, Encarregado de educação - Crianças problemáticas, inserem-se ou não neste Decreto-Lei e como é efectuada essa Referenciação? - Qualquer criança pode ser referenciada contudo há que fundamentar. - Existe trabalho conjunto entre a Equipa de Apoio às Escolas e a Segurança Social. José Maria, Encarregado de educação - Escola tem 7 crianças com deficiências da fala e não só, numa mesma turma. - Foi indicado a responsável da equipa competente da área para avaliar esta situação. João Margalha - Preocupante chegarmos a este tipo de fórum e encontrarmos estas situações de falhas de comunicação e falhas do sistema.

7 Apresentação dos detalhes gerais do Protocolo entre FRAPAV/ANIMA, pelo presidente do C.E. da FRAPAV, Engº Mário Oliveira e posterior assinatura entre ambas as instituições.

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