Estimativa do Número de Visitantes no Município de Ouro Preto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estimativa do Número de Visitantes no Município de Ouro Preto"

Transcrição

1 Estimativa do Número de Visitantes no Município de Ouro Preto

2 Sumário 1. Apresentação e Justificativa Método de Monitoramento nas Entradas da Cidade Método Misto de Ocupação Hoteleira e Pesquisa de Campo A Taxa de Ocupação Hoteleira e a Legislação Nacional Referências

3 1. Apresentação e Justificativa O município de Ouro Preto tem o turismo como uma das principais atividades econômicas. Sendo ele, gerador de emprego e renda, movimentando significativamente a economia local. Porém, só é possível inferir o verdadeiro impacto dessa atividade se for possível quantificar o número de visitantes que a cidade recebe. Não há dados oficiais que registrem o número de turistas em Ouro Preto. Dessa forma, este estudo, realizado pela equipe do Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de Ouro Preto propõe, por dois métodos distintos, como se calcular o total de visitantes na cidade em um intervalo de tempo preestabelecido. O primeiro sugere a monitoração dos veículos que entram no município por três possíveis entradas. Já o segundo, se dá através da amostragem obtida em pesquisas de campo, em um modelo que utiliza a ocupação nos meios de hospedagem. Os valores obtidos na aplicação dos métodos serão ferramentas fundamentais de planejamento e gestão para os órgãos de turismo da cidade. 2. Método de Monitoramento nas Entradas da Cidade O método de monitoramento nas entradas da cidade tem como objetivo prático buscar, coletar e agregar informações sobre o fluxo de visitantes na cidade, medindo-o através de câmeras de monitoramento e coletando informações por meio de barreiras ou blitz nas três principais entradas da cidade, em um determinado intervalo de tempo. Essas entradas podem ser enumeradas conforme a figura 1. 1 Entrada 01: Belo Horizonte 2 Entrada 02: Ouro Branco (Saramenha) 3 Entrada 03: Mariana 3

4 Figura 1: Principais entradas à cidade de Ouro Preto Imagem: Google Maps 4

5 Os visitantes seriam quantificados a partir desses portais nas entradas do município e um sistema de câmeras com tecnologia OCR (em português, Reconhecimento Ótico de Caracteres) deve ser instalado para contar os veículos nesses locais, além de identificar automaticamente os carros com placas do município e eliminá-los da contagem. Outra fórmula deve ser considerada para a média de visitantes dentro dos veículos. Por convenção, alguns municípios, como Gramado-RS, utilizam o valor de 03 (três) pessoas por carro. Mas em Ouro Preto pode ser realizada uma pesquisa piloto, que forneceria um dado mais aproximado. Além da medição do total de veículos, utilizando-se de ferramentas estatísticas, com métodos de amostragem probabilísticos, é possível coletar informações nas três entradas da cidade. Nesta etapa pode ser utilizada a amostragem sistemática, que retira um elemento da amostra periodicamente, tendo como principal vantagem a determinação de quantos elementos serão permanecentes na amostra. Nessa amostragem os elementos são escolhidos não por acaso, mas por um sistema. Assim, realizando pesquisas piloto, seria escolhido um intervalo, chamado passo, que será denominado de K. Teríamos sempre, por exemplo, a cada passo, um veículo sendo avaliado e fornecendo informações turísticas. Com isso, a amostragem é descrita da seguinte forma: a) Realização de estudos piloto para se obter do número de veículos que entram na cidade pelos portais, representado por (N); isso pode ser feito através de câmeras de monitoramento, conforme descrito acima. b) Estimaria um valor para realizar o intervalo do passo, denominado de (K); c) Com ajuda de força policial e outros órgãos, aplicar-se-iam os questionários conforme o método. A amostragem sistemática é representada pela seguinte formulação teórica: 5 1º) Considerando N o tamanho da população e n o tamanho da amostra, calcular o intervalo de amostragem, chamado k, através da fórmula k=n/n, sendo k igual ao número

6 inteiro mais próximo, ou seja, quando este número não for inteiro, arredondar para o valor inteiro menor. 2º) Sorteia-se um número entre 01 (um) e k, chamado m, sendo 0 < m k. Esse número m será o primeiro elemento da amostra. O segundo elemento da amostra será m+k ; o terceiro será m+2k ; e assim sucessivamente, de forma sistemática. 3º) Um estimador para a margem de erro amostral, pode ser representada principalmente pela variância amostral e pelo nível de significância pré-estabelecido, como a seguir: Um estimador para variância amostral será: S² n i1 ( X i X i1 2n( n 1) )² (1 f ) Obs.: N = total populacional, n = amostra, X i = elementos da amostra em cada instante i, f = (n/n) e S² y = variância amostral. O erro amostral, utilizando as quantidades descritas assim, será: E 2 ( N * S² n * S² )* z / 2 n( N 1) amostra. Obs.: z / 2 = valor tabelado para um nível de significância pré-estabelecido da Exemplo: temos que realizando a pesquisa nas três entradas da cidade: A partir de um estudo piloto, de 100 veículos que passam nos portais da cidade foi escolhido um intervalo de tamanho n=10, portanto o período em uma amostragem sistemática será dado por 100/10 = 10 veículos. Escolhendo aleatoriamente, um valor entre 01 e 10 para ser 6

7 o primeiro termo a ser avaliado, esse termo será considerado o passo K. Suponhamos que foi escolhido K = 4. Com o valor K, a amostra sistemática será dada pelos seguintes veículos: Através das fórmulas descritas acima, obtemos a variância amostral e o erro amostral em porcentagem com um nível de significância pré-estabelecido: S² n i1 ( X i X i1 2n( n 1) )² (1 f ) 4.5 E 2 ( N * S² n * S² ) * z / 2 n( N 1) 1.25 A partir desta amostra sistemática, compreendidos entre os 100 veículos que passaram nos portais da cidade em determinado tempo, tendo que o erro amostral utilizando amostragem sistemática será de 1,25%, sendo considerado um valor baixo e eficaz para realização de inferências acerca da amostra. Mesmo utilizando o plano amostral descrito acima, é necessária colaboração de outros órgãos para execução. Ajudantes nas entradas com identificação, policiais para pedir a parada dos visitantes e de treinamento cabível para uma boa entrevista. Tendo uma limitação em relação ao horário, pois a entrada da cidade pode ser subestimada por não privilegiar horários noturnos. Também, quando não for possível a locomoção ao local por complicações climáticas, falta de expediente policial, entre outros. 7

8 3. Método Misto de Ocupação Hoteleira e Pesquisa de Campo O método misto de ocupação hoteleira é calculado conforme a disponibilização de dados dos meios de hospedagem. Inicialmente é preciso considerar que os visitantes não são apenas os turistas que pernoitam em meios de hospedagem oficiais, como já foi identificado através de pesquisas piloto no município, diversas formas de permanência são usadas pelos visitantes, tais como: Hotéis e Pousadas Albergues e Hostels Camping Casa de parentes ou amigos Casa alugada ou própria Excursionistas (não pernoitam) Dentro do próprio veículo Repúblicas Moto home Para uma estimativa assertiva é preciso considerar todas as formas de hospedagem e ainda os excursionistas. A pesquisa de campo (que já é feita pela Secretaria de Turismo) pode revelar o percentual de cada um desses meios de hospedagem. Inicialmente, deve ser obtido o número de turistas em hospedagens oficiais (hotéis, pousadas, albergues, etc.) através do fornecimento por parte dos gestores das empresas da hotelaria. 8

9 A partir de então, é possível inferir o total de visitantes, através do seguinte cálculo relativo: Assim, temos: Onde, T i = Total de visitantes = Total de turistas em meios de hospedagem oficiais %Y = Percentual de turistas em meios de hospedagem oficiais (dados obtidos em pesquisas de campo). A margem de erro da pesquisa de campo será também a margem de erro para o total de visitantes. Obtido o valor de T i, pode-se dividir proporcionalmente o valor restante para as outras formas de permanência. Exemplo: Se através de dados fornecidos pela hotelaria, obtivéssemos um total de 5000 turistas em um feriado prolongado. E nesse mesmo período, em uma pesquisa feita com os transeuntes nas ruas (pesquisa de campo com amostragem aleatória) foi revelado que o percentual de turistas em hospedagens oficiais representa 40% dos visitantes, além disso, outros dados de hospedagem teriam sido obtidos: Camping = 5%; Casa de parentes ou amigos = 25%; Casa alugada ou própria = 10 %; Excursionistas = 16%; Repúblicas = 4%. Temos, portanto, que o Total de Visitantes pode ser obtido da seguinte forma: T i = (5000 x 100) / 40 T i = visitantes naquele período. Este valor pode ainda ser dividido proporcionalmente entre as demais formas de permanência no município: Total = visitantes 9

10 Hospedagem Oficial (Hotel, Pousada, Albergue) (40%) Camping (5%) Casa de parentes ou amigos (25%) Casa alugada ou própria (10%) Excursionistas (Não pernoitam) (16%) Repúblicas (4%) As diferentes formas de se obter a ocupação nos meios de hospedagem O total de leitos no município pode ser obtido através do INVTUR (Inventário da Oferta Turística) e a ocupação pode ser obtida pelos meios de hospedagem, através do recolhimento mensal dos dados. Porém, algumas barreiras serão encontradas, como a informalidade e a resistência em fornecer os dados. Uma alternativa pode ser implantada para se obter o quantitativo de turistas pela taxa de ocupação média de um período, conforme modelo: Considerando uma formulação teórica, temos: Para calcular o número de leitos disponíveis: L i = Y i x D i Onde, L i = Total de leitos disponíveis Y i = Total de leitos na cidade (dados do INVTUR) D i = Intervalo de tempo que se pretende estudar, em dias. Para calcular o número de leitos ocupados: L o = L i x O Onde, L o = Total de leitos ocupados 10

11 L i = Total de leitos disponíveis O = Ocupação média no período (pode ser estimada com a ajuda de órgãos representativos do setor de hotelaria) E por fim, para se calcular o Total de Turistas, temos: X i = L o / M Onde, X i = Total de turistas. L o = Total de leitos ocupados M = Média de permanência do turista na cidade, em dias. (Esses dados podem obtidos com a ajuda de órgãos representativos do setor de hotelaria, ou, caso não seja viável, pode ser utilizado dados de pesquisas de campo). A vantagem desse método é que o tempo médio de permanência pode ser extraído em pesquisa de campo. O que driblaria a dificuldade em coletar dados com o empresariado da hotelaria. A desvantagem é que a cada valor estimado aumenta-se a margem de erro do valor final e também o fato da pesquisa não contemplar os distritos. De fato, essas informações teriam que ser repassadas pelos meios de hospedagem conforme é mostrado no item 4 seguir. 4. A taxa de ocupação hoteleira e a legislação Nacional A taxa de ocupação hoteleira (%OCC) pode ser dada de duas formas, uma em relação ao número de UHs (Unidades Habitacionais) e outra em relação ao número de Leitos. O entendimento da taxa de ocupação deve ser considerado em um intervalo de tempo pré-estabelecido, por exemplo, se um meio de hospedagem que dispõe de 20 UHs, em dois dias, ele dispõe de 40 UHs. Assim, tem-se: 11

12 %OCC = UHs Ocupadas UHs Disponíveis Onde, %OCC = taxa de ocupação Em um exemplo hipotético, um hotel com 10 UHs, cada uma com 02 leitos, tem, portanto, uma capacidade para 20 pessoas. Se forem ocupadas as 10 UHs com 01 pessoa cada, tem-se uma taxa de ocupação de 100% (Número de UHs ocupadas/ Número de UHs disponíveis = 10/10). Utilizando o número de leitos, temos que a relação se dará através do número de leitos ocupados pelo total de leitos disponíveis. %OCC = Leitos Ocupados Leitos Disponíveis Onde, %OCC = taxa de ocupação Utilizando o mesmo exemplo, temos que em um hotel há disponíveis 20 leitos, e em um determinado dia há 10 leitos ocupados, assim a taxa de ocupação será 10 leitos/20 leitos = 50% dos leitos ocupados. Não obstante da dificuldade em coletar as informações nos meios de hospedagem, o compartilhamento da informação da taxa de ocupação tem seu destaque na Lei nº , de setembro de 2008, que dispõe sobre a Política Nacional de Turismo, definindo as atribuições do Governo Federal no planejamento, desenvolvimento e estímulo ao setor turístico. Onde no seu artigo 26 cita: Art. 26. Os meios de hospedagem deverão fornecer ao Ministério do Turismo, em periodicidade por ele determinada, as seguintes informações: I - perfil dos hóspedes recebidos, distinguindo-os por nacionalidade; e II - registro quantitativo de hóspedes, taxas de ocupação, permanência média e número de hóspedes por unidade habitacional. Parágrafo único. Para os fins deste artigo, os meios de hospedagem utilizarão as informações previstas nos impressos Ficha Nacional de Registro de Hóspedes - FNRH e Boletim de Ocupação Hoteleira - BOH, na forma em que dispuser o regulamento. 12

13 5. Referências [1] Notas de aula, Curso Técnicas de Amostragem 1 Professor Ricardo Tavares Departamento de Estatística - Universidade Federal de Ouro Preto. [2] Livro Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros- Douglas C. Montgomery, [3] Livro Applications of Sampling Techniques Charles M. Backstrom University of Columbia, 2010 [4] Sítio: Acessado em 11/06/2013 Samuel Sabino Freitas Assessor Departamento de Turismo / julho de

3-5 TURISMO. Os dados sistematizados nesta seção referemse fundamentalmente à entrada e procedência de estrangeiros e aos índices de hotelaria.

3-5 TURISMO. Os dados sistematizados nesta seção referemse fundamentalmente à entrada e procedência de estrangeiros e aos índices de hotelaria. Anuário Estatístico do Município de Belém-2012 3-5 TURISMO 1 3-5 TURISMO Os dados sistematizados nesta seção referemse fundamentalmente à entrada e procedência de estrangeiros e aos índices de hotelaria.

Leia mais

O que é a estatística?

O que é a estatística? Elementos de Estatística Prof. Dr. Clécio da Silva Ferreira Departamento de Estatística - UFJF O que é a estatística? Para muitos, a estatística não passa de conjuntos de tabelas de dados numéricos. Os

Leia mais

ESTADO DO PARANÁ Secretaria de Estado do Turismo

ESTADO DO PARANÁ Secretaria de Estado do Turismo ESTADO DO PARANÁ Secretaria de Estado do Turismo MEIOS DE HOSPEDAGEM DO PARANÁ 2000 2007 HOTELARIA O segmento hoteleiro provoca no turismo um efeito multiplicador na geração de empregos (diretos e indiretos)

Leia mais

Diagnóstico e proposta de avanços para construção do Diretório de Meios de Hospedagem e Ocupação Hoteleira

Diagnóstico e proposta de avanços para construção do Diretório de Meios de Hospedagem e Ocupação Hoteleira Diagnóstico e proposta de avanços para construção do Diretório de Meios de Hospedagem e Ocupação Hoteleira Palestrante: Pedro Aranzabal (Consultor Consórcio FGV/FIPE) Apresentação Objetivos: Diagnosticar

Leia mais

AVALIAÇÃO DA DEMANDA TURÍSTICA EM MINAS GERAIS MÉDIA TEMPORADA

AVALIAÇÃO DA DEMANDA TURÍSTICA EM MINAS GERAIS MÉDIA TEMPORADA AVALIAÇÃO DA DEMANDA TURÍSTICA EM MINAS GERAIS MÉDIA TEMPORADA JANEIRO DE 2010 INTRODUÇÃO Este relatório contém os resultados de um estudo realizado pela MDA PESQUISA junto aos turistas em 19 Circuitos

Leia mais

Análise do Perfil do Turista e Qualidade dos Serviços Turísticos

Análise do Perfil do Turista e Qualidade dos Serviços Turísticos 2.14 DEMANDA TURÍSTICA ATUAL E POTENCIAL Neste capítulo foi analisada e avaliada a demanda turística da Área de Planejamento do Pólo Capixaba do Verde e das Águas, considerando-se a caracterização do perfil

Leia mais

SÍNTESE: PESQUISA DE MEIOS DE HOSPEDAGEM IBGE

SÍNTESE: PESQUISA DE MEIOS DE HOSPEDAGEM IBGE SÍNTESE: PESQUISA DE MEIOS DE HOSPEDAGEM IBGE Divisão de Informações e Estudos Estratégicos do Turismo Secretaria do Turismo Governo do Estado do Rio Grande do Sul Agosto 2013 EQUIPE TÉCNICA Governador

Leia mais

Notas técnicas. Âmbito da pesquisa

Notas técnicas. Âmbito da pesquisa Notas técnicas Âmbito da pesquisa O âmbito da PEH incluiu os estabelecimentos que atenderam aos seguintes requisitos: ter exercido no ano de 2001 a atividade de alojamento, como atividade principal ou

Leia mais

ESTATÍSTICA. Professor: Ricardo Vojta

ESTATÍSTICA. Professor: Ricardo Vojta ESTATÍSTICA Ciências Contábeis Professor: Ricardo Vojta RAMOS DA ESTATÍSTICA A estatística dedutiva (também conhecida como Estatística Descritiva) se encarrega de descrever o conjunto de dado desde a elaboração

Leia mais

PLANO DE AÇÕES NA REGIÃO DO PANTANAL

PLANO DE AÇÕES NA REGIÃO DO PANTANAL Luis Carlos Morente 1 PLANO DE AÇÕES NA REGIÃO DO PANTANAL 1 Gerente de Políticas e Programas de Desenvolvimento do Turismo da Fundação de Turismo, MS - FUNDTUR. Rua desembargador Leão Neto do Carmo, s/nº,

Leia mais

Proposta SESS. Sistema Eleitoral Seis Sigma Vereadores - Campina Grande. Equipe de planejamento Agosto de 2012

Proposta SESS. Sistema Eleitoral Seis Sigma Vereadores - Campina Grande. Equipe de planejamento Agosto de 2012 Proposta SESS 2012 Sistema Eleitoral Seis Sigma Vereadores - Campina Grande Equipe de planejamento Agosto de 2012 G6S - Grupo 6 Sigma O Grupo 6 Sigma se sente honrado em poder oferecer mais um produto

Leia mais

BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE DOIS LAJEADOS LEI MUNICIPAL Nº 460/95

BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE DOIS LAJEADOS LEI MUNICIPAL Nº 460/95 BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE DOIS LAJEADOS LEI MUNICIPAL Nº 460/95 INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO A CONSTRUÇÃO OU AMPLIA- ÇÃO DE EDIFICAÇÃO COM FINALIDADE HOTELEIRA,

Leia mais

AULAS 08, 09 E 10 Metodologia da avaliação

AULAS 08, 09 E 10 Metodologia da avaliação 1 AULAS 08, 09 E 10 Metodologia da avaliação Ernesto F. L. Amaral 06, 08 e 13 de setembro de 2011 Avaliação de Políticas Públicas (DCP 046) Fonte: Cohen, Ernesto, e Rolando Franco. 2000. Avaliação de Projetos

Leia mais

Estatística II Aula 1. Prof.: Patricia Maria Bortolon, D. Sc.

Estatística II Aula 1. Prof.: Patricia Maria Bortolon, D. Sc. Estatística II Aula 1 Prof.: Patricia Maria Bortolon, D. Sc. Por que estudar estatística? Abordagem crescentemente quantitativa na análise dos problemas; Quantidade crescente de dados Com que qualidade?

Leia mais

Introdução. Núcleo de Pesquisas

Introdução. Núcleo de Pesquisas Introdução O verão é um período onde Santa Catarina demonstra todo a sua vocação para a atividade turística. Endereço de belas praias, o estado se consolidou como um dos principais destinos de turistas,

Leia mais

Valor Prático da Distribuição Amostral de

Valor Prático da Distribuição Amostral de DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL DA MÉDIA DA AMOSTRA OU DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL DE Antes de falarmos como calcular a margem de erro de uma pesquisa, vamos conhecer alguns resultados importantes da inferência estatística.

Leia mais

Amostragem. Prof. Joel Oliveira Gomes. Capítulo 9. Desenvolvimento

Amostragem. Prof. Joel Oliveira Gomes. Capítulo 9. Desenvolvimento Capítulo 9 Amostragem Desenvolvimento 9.1 Introdução 9.2 Censo versus Amostra 9.3 Processo de planejamento de uma amostragem 9.4 Técnicas Amostrais 9.5 Amostragem Não-probabilística 9.6 Amostragem Probabilística

Leia mais

COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS

COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS FEVEREIRO / 2009 COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS MANAUS AM RELATÓRIO MENSAL DA PESQUISA DO COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANTA DE MANAUS, ANO 2009 - N 02 Para 55,6%

Leia mais

Segurança nos Meios de Hospedagem de Foz do Iguaçu / PR 1. Claudio Alexandre de Souza 2

Segurança nos Meios de Hospedagem de Foz do Iguaçu / PR 1. Claudio Alexandre de Souza 2 Segurança nos Meios de Hospedagem de Foz do Iguaçu / PR 1 Claudio Alexandre de Souza 2 Professor do Curso de Hotelaria, Pesquisador do Grupo de Pesquisa GEOS, do CCSA do Campus de Foz do Iguaçu da Universidade

Leia mais

Perfil Sócio econômico do Turista de Eventos Apoiados / Captados pelo Recife Convention & Visitors Bureau Relatório de Pesquisa 2009

Perfil Sócio econômico do Turista de Eventos Apoiados / Captados pelo Recife Convention & Visitors Bureau Relatório de Pesquisa 2009 pesquisa e consult or ia Perfil Sócio econômico do Turista de Eventos Apoiados / Captados pelo Recife Convention & Visitors Bureau Relatório de Pesquisa 2009 DADOS GERAIS SOBRE A PESQUISA I- Apresentação:

Leia mais

Relatório Final Pesquisa no Show de Paul McCartney. Realização: Prefeitura de Cariacica Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo

Relatório Final Pesquisa no Show de Paul McCartney. Realização: Prefeitura de Cariacica Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo Relatório Final Pesquisa no Show de Paul McCartney Realização: Prefeitura de Cariacica Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo Secretaria de Estado do Turismo Metodologia: A pesquisa

Leia mais

CAPÍTULO 9 Exercícios Resolvidos

CAPÍTULO 9 Exercícios Resolvidos CAPÍTULO 9 Exercícios Resolvidos R9.1) Diâmetro de esferas de rolamento Os dados a seguir correspondem ao diâmetro, em mm, de 30 esferas de rolamento produzidas por uma máquina. 137 154 159 155 167 159

Leia mais

Biometria Roberval Monteiro Bezerra de Lima (roberval.lima@embrapa.br) Sumaia Vasconcelos (sumaia.vasconcelos@inpa.gov.br)

Biometria Roberval Monteiro Bezerra de Lima (roberval.lima@embrapa.br) Sumaia Vasconcelos (sumaia.vasconcelos@inpa.gov.br) PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DE FLORESTAS TROPICAIS-PG-CFT INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA-INPA Biometria Roberval Monteiro Bezerra de Lima (roberval.lima@embrapa.br) Sumaia Vasconcelos (sumaia.vasconcelos@inpa.gov.br)

Leia mais

Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital)

Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) 1 Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Demanda Turística de Curitiba Estudo do perfil, comportamento e opinião dos turistas que visitam a capital paranaense, inclusive em eventos geradores

Leia mais

RECIFE PESQ. Nº 005/2011

RECIFE PESQ. Nº 005/2011 RECIFE PESQ. Nº 005/2011 ESPECIFICAÇÕES DA PESQUISA ÁREA DE ABRANGÊNCIA: Cidade de Natal. DATA DA COLETA: : As entrevistas foram realizadas no dia 27 Janeiro de 2011. UNIVERSO: Turista a partir dos 18

Leia mais

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista. Expectativas dos Empresários do Comércio Varejista de Belo Horizonte para a Copa das Confederações 2013

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista. Expectativas dos Empresários do Comércio Varejista de Belo Horizonte para a Copa das Confederações 2013 Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista Expectativas dos Empresários do Comércio Varejista de Belo Horizonte para a Copa das Confederações 2013 Março 2013 Apresentação A Copa das Confederações de 2013

Leia mais

Universidade Federal Fluminense

Universidade Federal Fluminense Universidade Federal Fluminense INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA ESTATÍSTICA V Lista 9: Intervalo de Confiança. 1. Um pesquisador está estudando a resistência de um determinado

Leia mais

COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS

COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS SETEMBRO / 2010 COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS MANAUS AM RELATÓRIO MENSAL DA PESQUISA DO COMPORTAMENTO DO TURISMO NA REGIÃO METROPOLITANTA DE MANAUS, ANO 2010 - N 05 Para 58,0%

Leia mais

Recorde-se que no item Transporte chamou-se a atenção para o crescimento do movimento de vôos internacionais no aeroporto de Fortaleza.

Recorde-se que no item Transporte chamou-se a atenção para o crescimento do movimento de vôos internacionais no aeroporto de Fortaleza. A atividade do setor de no Ceará, tem apresentado um expressivo crescimento ao longo dos últimos anos. De fato, tendo recebido 970.000 turistas em 1997, este fluxo alcançou 1.550.857 em 2003 e 1.784.354

Leia mais

ESTUDO DA DEMANDA TURÍSTICA INTERNACIONAL 2003

ESTUDO DA DEMANDA TURÍSTICA INTERNACIONAL 2003 ESTUDO DA DEMANDA TURÍSTICA INTERNACIONAL 2003 Brasília - Brasil Julho 2004 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 09 2 CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS 11 2.1 Objetivo geral 13 2.2 Objetivo específico 13 2.3 Amostra 14 2.4

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº _105 /2014

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº _105 /2014 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº _105 /2014 Cria a TAXA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E TURÍSTICA - TPAT, e acrescenta o Capítulo V ao Título III do Código Tributário Municipal e dá outras providências. A Câmara

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 3.984, DE 2012 (Do Sr. Jorge Tadeu Mudalen)

PROJETO DE LEI N.º 3.984, DE 2012 (Do Sr. Jorge Tadeu Mudalen) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 3.984, DE 2012 (Do Sr. Jorge Tadeu Mudalen) Altera a Lei nº 11.771, de 2008, para acrescentar incisos estabelecendo horário de entrada e saída de hóspedes em hotéis,

Leia mais

9ª PESQUISA ELEITORAL REGISTRADA - 2º TURNO

9ª PESQUISA ELEITORAL REGISTRADA - 2º TURNO ESPECIFICAÇÕES DA PESQUISA METODOLOGIA E PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA PESQUISA PLANO AMOSTRAL PÚBLICO PESQUISADO PESQUISA A SER FEITA COM METODOLOGIA PROBABILÍSTICA E ALEATÓRIA EM CLUSTERS (CONGLOMERADOS).

Leia mais

HOTEL FAZENDA: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO AMBIENTAL

HOTEL FAZENDA: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO AMBIENTAL HOTEL FAZENDA: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO AMBIENTAL Protasio Ferreira e Castro (UFF ) pfcastro@oi.com.br Monique Barbosa Paiva (UFF ) paiva.nit@gmail.com Os sistemas de mensuração do desempenho ambiental

Leia mais

PLANIFICAÇÃO OPERACIONAL DA PESQUISA

PLANIFICAÇÃO OPERACIONAL DA PESQUISA Laboratório de Psicologia Experimental Departamento de Psicologia UFSJ Disciplina: Método de Pesquisa Quantitativa TEXTO 8: PLANIFICAÇÃO OPERACIONAL DA PESQUISA Autora: Prof. Marina Bandeira,Ph.D. 1. POPULAÇÃO-

Leia mais

Pesquisa Aplicada à Estatística

Pesquisa Aplicada à Estatística Pesquisa Aplicada à Estatística Tatiene Correia de Souza / UFPB tatiene@de.ufpb.br September 14, 2014 Souza () Pesquisa Aplicada à Estatística September 14, 2014 1 / 23 Estatística: ideias gerais O que

Leia mais

PROGRAMA PARANÁ MICE PROJETO DE PESQUISAS DE DEMANDA

PROGRAMA PARANÁ MICE PROJETO DE PESQUISAS DE DEMANDA PROGRAMA PARANÁ MICE PROJETO DE PESQUISAS DE DEMANDA PROMOTORES DE EVENTOS ASSOCIATIVOS ESTADUAIS ASSOCIATIVOS LOCAIS CORPORATIVOS TURISTAS NEGÓCIOS ( 2016) EVENTOS FEIRAS CONGRESSOS 2 SEMINÁRIO PARANÁ

Leia mais

Estatística Aplicada às Ciências Sociais e Ambientais. Organização da Disciplina. Conteúdo da Aula. Contextualização. Farmácia Industrial UFPR

Estatística Aplicada às Ciências Sociais e Ambientais. Organização da Disciplina. Conteúdo da Aula. Contextualização. Farmácia Industrial UFPR Estatística Aplicada às Ciências Sociais e Ambientais Apresentação Aula 1 Prof. Daniel de Christo Farmácia Industrial UFPR Mestrado em Genética UFPR Lecionando no Ensino Superior desde 2003 Organização

Leia mais

SÍNTESE DOS INDICADORES DE TURISMO DO AMAZONAS 2003/2014

SÍNTESE DOS INDICADORES DE TURISMO DO AMAZONAS 2003/2014 SÍNTESE DOS INDICADORES DE TURISMO DO AMAZONAS 2003/2014 GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS Governador JOSÉ MELO DE OLIVEIRA SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Leia mais

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista de Belo Horizonte. Polo de Moda

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista de Belo Horizonte. Polo de Moda Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista de Belo Horizonte 2013 Apresentação Belo Horizonte também é conhecida por abrigar, entre suas montanhas, tradicionais polos da moda. Os bairros de Lourdes, Prado,

Leia mais

COM ALTERAÇÕES DA PORTARIA 216/2012 PORTARIA Nº 177, DE 13 DE SETEMBRO 2011

COM ALTERAÇÕES DA PORTARIA 216/2012 PORTARIA Nº 177, DE 13 DE SETEMBRO 2011 MINISTÉRIO DO TURISMO GABINETE DO MINISTRO COM ALTERAÇÕES DA PORTARIA 216/2012 PORTARIA Nº 177, DE 13 DE SETEMBRO 2011 Estabelece o Sistema Nacional de Registro de Hóspedes - SNRHos, regulamenta a adoção

Leia mais

Apresentação... 19 Prefácio da primeira edição... 21 Prefácio da segunda edição... 27 Introdução... 33

Apresentação... 19 Prefácio da primeira edição... 21 Prefácio da segunda edição... 27 Introdução... 33 Sumário Apresentação... 19 Prefácio da primeira edição... 21 Prefácio da segunda edição... 27 Introdução... 33 Capítulo I CIÊNCIA, CONHECIMENTOS E PESQUISA CIENTÍFICA... 37 1. Conceito de ciência e tipos

Leia mais

São Francisco do Sul. Masculino 66% 56% 50% 51% 55% Feminino 34% 44% 50% 49% 45%

São Francisco do Sul. Masculino 66% 56% 50% 51% 55% Feminino 34% 44% 50% 49% 45% 1 2 A FECOMÉRCIO SC, com o intuito de mapear o perfil do turista e do empresário do turismo de carnaval em Santa Catarina, realizou uma pesquisa com esses públicos nas quatro cidades de maior movimento

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Arquitetura e Urbanismo DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL ESTIMAÇÃO AUT 516 Estatística Aplicada a Arquitetura e Urbanismo 2 DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL Na aula anterior analisamos

Leia mais

SUMÁRIO. Localidades da pesquisa, amostra e entrevistas realizadas por Área de Planejamento AP s 2. Caracterização do entrevistado sem carteira 04

SUMÁRIO. Localidades da pesquisa, amostra e entrevistas realizadas por Área de Planejamento AP s 2. Caracterização do entrevistado sem carteira 04 Pesquisa de Opinião Pública sobre as Campanhas Educativas para o Trânsito & da I m a g e m I n s t i t u c i o n a l da CET- RIO Relatório de Pesquisa 2008 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 03 PRINCIPAIS RESULTADOS

Leia mais

Universidade Federal de Alfenas Programa de Pós-graduação em Estatística Aplicada e Biometria Prova de Conhecimentos Específicos

Universidade Federal de Alfenas Programa de Pós-graduação em Estatística Aplicada e Biometria Prova de Conhecimentos Específicos Dados que podem ser necessários a algumas questões de Estatística: P (t > t α ) = α ν 0,05 0,025 15 1,753 2,131 16 1,746 2,120 28 1,791 2,048 30 1,697 2,042 (Valor: 1,4) Questão 1. Considere o seguinte

Leia mais

Ministério do Esporte e Turismo EMBRATUR Instituto Brasileiro de Turismo. Deliberação Normativa nº 419, de 15 de março de 2001

Ministério do Esporte e Turismo EMBRATUR Instituto Brasileiro de Turismo. Deliberação Normativa nº 419, de 15 de março de 2001 Ministério do Esporte e Turismo EMBRATUR Instituto Brasileiro de Turismo Deliberação Normativa nº 419, de 15 de março de 2001 A Diretoria da EMBRATUR Instituto Brasileiro de Turismo, no uso de suas atribuições

Leia mais

Leia o texto abaixo para resolver as questões sobre população e amostra.

Leia o texto abaixo para resolver as questões sobre população e amostra. Leia o texto abaixo para resolver as questões sobre população e amostra. População e amostra População e amostra referem-se ao conjunto de entes cujas propriedades desejamos averiguar. População estatística

Leia mais

ESTUDOS E PESQUISAS MINISTÉRIO DO TURISMO. Ministério do Turismo

ESTUDOS E PESQUISAS MINISTÉRIO DO TURISMO. Ministério do Turismo ESTUDOS E PESQUISAS MINISTÉRIO DO TURISMO DEMANDA TURÍSTICA INTERNACIONAL EXECUÇÃO FIPE APOIO INFRAERO DPF RECEITA ÓRGÃOS OFICIAS DE TURISMO Caracterizar e dimensionar o turismo internacional receptivo

Leia mais

Ministério do Turismo. ONLINE Manual do Gerente. SNRHos

Ministério do Turismo. ONLINE Manual do Gerente. SNRHos Ministério do Turismo ONLINE ÍNDICE 1) OBJETIVOS... 3 2) APLICAÇÃO... 3 3) GLOSSÁRIO... 3 4) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES... 3 4.1 NAVEGABILIDADE... 3 4.2 BOTÕES... 4 5) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES... 6 5.1 LOGIN...

Leia mais

Pesquisa de Opinião Pública sobre radares Rio Grande do Sul - Out/2002

Pesquisa de Opinião Pública sobre radares Rio Grande do Sul - Out/2002 Pesquisa de Opinião Pública sobre radares OBJETIVO LOCAL Levantar junto à população da área em estudo opiniões sobre radares. Rio Grande do Sul PERÍODO DE CAMPO 13 a 16 de outubro de 2002. UNIVERSO A pesquisa

Leia mais

Estatística Aplicada ao Serviço Social

Estatística Aplicada ao Serviço Social Estatística Aplicada ao Serviço Social Prof a. Juliana Freitas Pires Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba - UFPB juliana@de.ufpb.br Introdução O que é Estatística? Coleção de métodos

Leia mais

Pesquisa em Marketing

Pesquisa em Marketing Pesquisa em Marketing Aula 4 1. Identificar o tamanho da amostral ideal 2. Saber calcular a amostra O Processo de Amostragem TIPOS DE AMOSTRAGEM Amostra não-probabilística Amostra por Conveniência Amostra

Leia mais

COORDENAÇÃO DE SERVIÇOS E COMÉRCIO

COORDENAÇÃO DE SERVIÇOS E COMÉRCIO COORDENAÇÃO DE SERVIÇOS E COMÉRCIO PESQUISA DE SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM - PSH Pesquisa realizada em parceria com o Ministério do Turismo OBJETIVO Quantificar os estabelecimentos de hospedagem localizados

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TURISMO - PDTur. Prefeitura Municipal de Mairiporã

ATUALIZAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TURISMO - PDTur. Prefeitura Municipal de Mairiporã ATUALIZAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TURISMO - PDTur Prefeitura Municipal de Mairiporã Secretaria de Meio Ambiente e Turismo Departamento de Turismo - DeTur Apresentação Um Plano Diretor de Turismo é uma ferramenta

Leia mais

Esboço da proposta para gestão nos cinco anos

Esboço da proposta para gestão nos cinco anos Apresentação do primeiro esboço das propostas de atividades a serem desenvolvidas ao longo dos cinco anos previstos para seu desenho e execução. Proposta de estrutura de redação e disseminação dos documentos

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO DE RACIONALIZAÇAO DOS PROCESSOS DA GOVERNANÇA HOTELEIRA

TÍTULO: ESTUDO DE RACIONALIZAÇAO DOS PROCESSOS DA GOVERNANÇA HOTELEIRA TÍTULO: ESTUDO DE RACIONALIZAÇAO DOS PROCESSOS DA GOVERNANÇA HOTELEIRA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DO INSTITUTO MAUÁ DE

Leia mais

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.190 INSTRUÇÃO N 127 - CLASSE 19 BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas

Leia mais

Probabilidade. Renata Souza. Introdução. Tabelas Estatísticas. População, Amostra e Variáveis. Gráficos e Distribuição de Freqüências

Probabilidade. Renata Souza. Introdução. Tabelas Estatísticas. População, Amostra e Variáveis. Gráficos e Distribuição de Freqüências Probabilidade Introdução Tabelas Estatísticas População, Amostra e Variáveis Gráficos e Distribuição de Freqüências Renata Souza Conceitos Antigos de Estatística stica a) Simples contagem aritmética Ex.:

Leia mais

6ª PESQUISA ELEITORAL REGISTRADA

6ª PESQUISA ELEITORAL REGISTRADA ESPECIFICAÇÕES DA PESQUISA METODOLOGIA E PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA PESQUISA ESTA PESQUISA É QUANTITATIVA ATRAVÉS DE UMA AMOSTRAGEM PROBABILISTICA E ALEATÓRIA. AS ENTREVISTAS SÃO REALIZADAS POR TELEFONE

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RECUPERAÇÃO TURÍSTICA E HOTELEIRA NOS DISTRITOS SEDE E ITAIPAVA NO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS PÓS-CATÁSTROFE DE JANEIRO DE 2011

AVALIAÇÃO DA RECUPERAÇÃO TURÍSTICA E HOTELEIRA NOS DISTRITOS SEDE E ITAIPAVA NO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS PÓS-CATÁSTROFE DE JANEIRO DE 2011 AVALIAÇÃO DA RECUPERAÇÃO TURÍSTICA E HOTELEIRA NOS DISTRITOS SEDE E ITAIPAVA NO MUNICÍPIO DE PETRÓPOLIS PÓS-CATÁSTROFE DE JANEIRO DE 2011 Leandro de Araújo Dias Lélio Galdino Rosa Sharon Fanny Nogueira

Leia mais

Inferência Estatística-Macs11ºano

Inferência Estatística-Macs11ºano INFERÊNCIA ESTATÍSTICA Inferência Estatística-Macs11ºano Estatística Descritiva: conjunto de métodos para sintetizar e representar de forma compreensível a informação contida num conjunto de dados. Usam-se,

Leia mais

Estatística II Antonio Roque Aula 9. Testes de Hipóteses

Estatística II Antonio Roque Aula 9. Testes de Hipóteses Testes de Hipóteses Os problemas de inferência estatística tratados nas aulas anteriores podem ser enfocados de um ponto de vista um pouco diferente: ao invés de se construir intervalos de confiança para

Leia mais

ESTATÍSTICA. aula 1. Insper Ibmec São Paulo. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

ESTATÍSTICA. aula 1. Insper Ibmec São Paulo. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano ESTATÍSTICA aula 1 Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano Insper Ibmec São Paulo ESTATÍSTICA COISAS DO ESTADO ESTATÍSTICA: - Apresentação e Análise de dados - Tomadas de Decisões baseadas em análises -

Leia mais

Meto t d o o d l o og o i g a II. Segm g e m nt n a t ção o do d o me m rcado III. C racte t rização o do d s o ent n r t evi v sta t do d s

Meto t d o o d l o og o i g a II. Segm g e m nt n a t ção o do d o me m rcado III. C racte t rização o do d s o ent n r t evi v sta t do d s Roteiro I. Metodologia II. III. IV. Segmentação do mercado Caracterização dos entrevistados Percepções sobre o turismo no Brasil V. Hábitos e comportamentos sobre turismo VI. VII. VIII. Prioridade de investimento

Leia mais

3.14 Demanda atual e potencial

3.14 Demanda atual e potencial 3.14 Demanda atual e potencial O Estado do Ceará vem adquirindo, no cenário nacional, uma importância turística crescente. Em 1998, por exemplo, ocupou o terceiro lugar dentre os destinos mais visitados

Leia mais

NOÇÕES DE. Maputo, Moçambique

NOÇÕES DE. Maputo, Moçambique NOÇÕES DE ESTATISTICA BÁSICA Maputo, Moçambique 2008 Objectivos No final deste módulo espera-se que o participante seja capaz de: Distinguir variáveis e constantes Identificar variáveis qualitativas e

Leia mais

Ministério do Turismo

Ministério do Turismo Diagnóstico e Plano Estratégico de Estatísticas Turísticas Nacionais (SDP No. 06/2013) Ministério do Turismo Relatório 4 Resumo Executivo (Versão resumida para Primeiro Seminário da Operação Piloto da

Leia mais

Trabalhando com Pequenas Amostras: Distribuição t de Student

Trabalhando com Pequenas Amostras: Distribuição t de Student Probabilidade e Estatística Trabalhando com Pequenas Amostras: Distribuição t de Student Pequenas amostras x Grandes amostras Nos exemplos tratados até agora: amostras grandes (n>30) qualquer tipo de distribuição

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO LIBERDADE PARA TODOS PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA CEARÁ

ADMINISTRAÇÃO LIBERDADE PARA TODOS PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA CEARÁ Lei Complementar nº. 05/2009 ADMINISTRAÇÃO Dispõe obre a alteração da taxa e turismo da Lei nº 096/2003 dá outras providências. Luís Eduardo Viana Vieira, Prefeito Municipal de Guaramiranga, Estado do

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ESCALA DE TRABALHO NO SETOR DE GOVERNANÇA

PLANEJAMENTO DE ESCALA DE TRABALHO NO SETOR DE GOVERNANÇA PLANEJAMENTO DE ESCALA DE TRABALHO NO SETOR DE GOVERNANÇA Adevair Aparecido Dutra Junior 1 Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE Resumo: O objetivo deste artigo é contribuir para a compreensão

Leia mais

Agencias de viagens e operadoras de turismo - Tributação e procedimentos fiscais

Agencias de viagens e operadoras de turismo - Tributação e procedimentos fiscais Agencias de viagens e operadoras de turismo - Tributação e procedimentos fiscais Celso Viana * Com relação aos serviços listados na Lei Complementar 116/2003 é pacifico o entendimento de que a tributação

Leia mais

PARTE I IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO PARA O MARKETING. TIPOLOGIA DOS ESTUDOS DE MERCADO

PARTE I IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO PARA O MARKETING. TIPOLOGIA DOS ESTUDOS DE MERCADO Índice Prefácio 15 PARTE I IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO PARA O MARKETING. TIPOLOGIA DOS ESTUDOS DE MERCADO Capítulo 1 Sistema de Informação de Marketing (SIM) 1. Definição e enquadramento genérico da necessidade

Leia mais

Estatística Aplicada ao Serviço Social Módulo 1:

Estatística Aplicada ao Serviço Social Módulo 1: Estatística Aplicada ao Serviço Social Módulo 1: Introdução à Estatística Importância da Estatística Fases do Método Estatístico Variáveis estatísticas. Formas Iniciais de Tratamento dos Dados Séries Estatísticas.

Leia mais

Arranjo Produtivo Local Turismo: Análise dos Benefícios Econômicos do Subsetor de Hospedagem em Pirenópolis GO

Arranjo Produtivo Local Turismo: Análise dos Benefícios Econômicos do Subsetor de Hospedagem em Pirenópolis GO Arranjo Produtivo Local Turismo: Análise dos Benefícios Econômicos do Subsetor de Hospedagem em Pirenópolis GO Raiany de Souza Pires¹ Joana D arc Bardella Castro² Resumo: Nos anos 2000, com a introdução

Leia mais

METODOLOGIA. Preparado para: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALUMÍNIO - ABAL

METODOLOGIA. Preparado para: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALUMÍNIO - ABAL METODOLOGIA Preparado para: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALUMÍNIO - ABAL Março de 2010 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. PESQUISA DE PREÇOS... 3 3. PRINCIPAIS CONCEITOS... 4 3.1. Especificação dos Insumos... 4

Leia mais

HOSPEDAGEM DOMICILIAR: UMA DISCUSSÃO SOB A ÓTICA DE MORADORES E TURISTAS NA CIDADE DE CARACARAÍ, RORAIMA 1

HOSPEDAGEM DOMICILIAR: UMA DISCUSSÃO SOB A ÓTICA DE MORADORES E TURISTAS NA CIDADE DE CARACARAÍ, RORAIMA 1 HOSPEDAGEM DOMICILIAR: UMA DISCUSSÃO SOB A ÓTICA DE MORADORES E TURISTAS NA CIDADE DE CARACARAÍ, RORAIMA 1 Raimundo dos Santos Cardoso 2 Thiago José Costa Alves 3 Universidade Estadual de Roraima Resumo:

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE AGOSTO DE 2015 JOB1057 OBJETIVO LOCAL ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA O principal objetivo desse projeto é identificar a intenção

Leia mais

2.9. QUALIDADE E OFERTA DE ALOJAMENTO E OUTROS EQUIPAMENTOS TURÍSTICOS

2.9. QUALIDADE E OFERTA DE ALOJAMENTO E OUTROS EQUIPAMENTOS TURÍSTICOS 2.9. QUALIDADE E OFERTA DE ALOJAMENTO E OUTROS EQUIPAMENTOS TURÍSTICOS Este tópico apresenta uma avaliação da capacidade e da qualidade atual dos equipamentos turísticos disponíveis na Área de Planejamento,

Leia mais

Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014

Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014 Copa do Mundo de Futebol Brasil 2014 Pesquisa de opinião pública nacional Janeiro/Fevereiro 2012 Metodologia As pesquisas do DataSenado são feitas por meio de entrevistas telefônicas, usando levantamentos

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1 1. Localização (discriminação): Municípios de Viçosa do Ceará, Ipú, Tianguá, Ubajara, São Benedito, Carnaubal e Guaraciaba do Norte. (Total de

Leia mais

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05

Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 Junho de 2010 2 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 O objetivo geral deste estudo foi investigar as percepções gerais

Leia mais

Lei nº 405/05 Rio Quente, 16 de Junho de 2005.

Lei nº 405/05 Rio Quente, 16 de Junho de 2005. Lei nº 405/05 Rio Quente, 16 de Junho de 2005. Cria a Taxa de Turismo Municipal e dá outras providências. A Câmara Municipal de Rio Quente, Estado de Goiás, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a

Leia mais

Pesquisa Fecomércio de Turismo. 7ª Parada da Diversidade de Florianópolis. Pesquisa com o turista. Perfil do turista

Pesquisa Fecomércio de Turismo. 7ª Parada da Diversidade de Florianópolis. Pesquisa com o turista. Perfil do turista Pesquisa Fecomércio de Turismo 7ª Parada da Diversidade de Florianópolis A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FECOMÉRCIO), com o intuito de mapear o perfil do turista e o impacto da Parada

Leia mais

ALEXANDRE WILLIAM BARBOSA DUARTE

ALEXANDRE WILLIAM BARBOSA DUARTE SURVEY Método de pesquisa amplamente utilizado em pesquisas de opinião pública, de mercado e, atualmente, em pesquisas sociais que, objetivamente, visam descrever, explicar e/ou explorar características

Leia mais

Pesquisa de Opinião Pública Perspectivas Eleitorais. Campina Grande - PB. Setembro de 2015

Pesquisa de Opinião Pública Perspectivas Eleitorais. Campina Grande - PB. Setembro de 2015 2015 Pesquisa de Opinião Pública Perspectivas Eleitorais Campina Grande - PB Setembro de 2015 Sumário Informações técnicas:... 3 Objetivo:... 3 Público Alvo:... 3 Metodologia:... 3 Amostragem:... 3 Bairros

Leia mais

PÓLO COSTA DAS PISCINAS/PARAÍBA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO TURISMO SUSTENTÁVEL

PÓLO COSTA DAS PISCINAS/PARAÍBA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO TURISMO SUSTENTÁVEL PÓLO COSTA DAS PISCINAS/PARAÍBA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO TURISMO SUSTENTÁVEL ANEXO IV PERFIL DO TURISTA TABELAS JOÃO PESSOA-PB, JUNHO 2004 TABELA Nº01 PROCEDÊNCIA DOS TURISTAS JANEIRO/1999

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER PESQUISA DA OFERTA DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM NO MUNICÍPIO DE ITAPEMA Janeiro UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Leia mais

Hipótese Estatística:

Hipótese Estatística: 1 PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA TESTE DE HIPÓTESE SÉRGIO KATO Trata-se de uma técnica para se fazer inferência estatística. Ou seja, a partir de um teste de hipóteses, realizado com os dados amostrais,

Leia mais

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista. Copa das Confederações

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista. Copa das Confederações Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista 2013 Apresentação A de 2013 teve sua nona edição realizada no Brasil entre os dias 15 e 30 de junho e serviu como base para a Copa do Mundo de 2014. Belo Horizonte

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A ILHABELA

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A ILHABELA PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A ILHABELA SETEMBRO DE 2008 JOB796 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL Levantar junto à população da área em estudo opiniões relacionadas à Ilhabela. Ilhabela

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para

Leia mais

DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS, PARA SETEMBRO DE 2015

DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS, PARA SETEMBRO DE 2015 DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS, PARA SETEMBRO DE 2015 Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (SINC) Gerência de Estatística e Indicadores Os resultados do turismo no estado

Leia mais

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI. Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIA

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI. Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIA Pesquisa CNI-IBOPE CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Presidente: Robson Braga de Andrade DIRETORIA DE POLÍTICAS E ESTRATÉGIA José Augusto Coelho Fernandes Diretor Pesquisa CNI-IBOPE Retratos da

Leia mais

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Alcides Carneiro 2 Lucia Santos 3 Palavras Chaves: Metodologia científica; análise estatística;

Leia mais

PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS VISITANTES NOS JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 ARENA PERNAMBUCO Junho de 2014

PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS VISITANTES NOS JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 ARENA PERNAMBUCO Junho de 2014 PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS VISITANTES NOS JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 ARENA PERNAMBUCO Junho de 2014 APRESENTAÇÃO A Secretaria de Turismo do Estado de Pernambuco, através da EMPETUR, apresenta os resultados

Leia mais

Dados de Pesquisa. Consumo e meio ambiente: hábitos do consumidor pelotense. Pelotas, setembro de 2009.

Dados de Pesquisa. Consumo e meio ambiente: hábitos do consumidor pelotense. Pelotas, setembro de 2009. Dados de Pesquisa Consumo e meio ambiente: hábitos do consumidor pelotense IPO - Porto Alegre RS Rua São Manoel, 239 Rio Branco - CEP 962-11 Fone: (51) 3286-6156 E-mail: ipo@ipo.inf.br IPO Pelotas - RS

Leia mais

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll! Os parâmetros para decisão do auditor.! Tipos de planos de amostragem estatística em auditoria. Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas

Leia mais

SINOPSE DE PESQUISA 2012/2013 INDICADORES ECONÔMICOS DAS VIAGENS CORPORATIVAS ALAGEV VERSÃO FINAL

SINOPSE DE PESQUISA 2012/2013 INDICADORES ECONÔMICOS DAS VIAGENS CORPORATIVAS ALAGEV VERSÃO FINAL SINOPSE DE PESQUISA 2012/2013 INDICADORES ECONÔMICOS DAS VIAGENS CORPORATIVAS ALAGEV VERSÃO FINAL São Paulo Janeiro/2014 1 Associação de Apoio à Pesquisa ALAGEV Associação Latino Americana de Gestores

Leia mais