INFORME EPIDEMIOLÓGICO CIEVS PARANÁ Semana Epidemiológica 37/2014

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1 INFORME EPIDEMIOLÓGICO CIEVS PARANÁ Semana Epidemiológica 37/2014 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

2 EVENTOS NACIONAIS Semanas Epidemiológicas 37/2014 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

3 Local de ocorrência: Oiapoque - Amapá Data da informação: 16/09/2014 Origem da informação: Ministério da Saúde (MS) O Ministério da Saúde informou o registro de dois casos da febre Chikungunya no município de Oiapoque, no Amapá, em pessoas sem histórico de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão da doença. Os pacientes apresentaram os primeiros sintomas nos dias 26 e 27 de agosto e os diagnósticos foram confirmados nesta semana. A febre por vírus Chikungunya é uma doença parecida com a dengue, sendo transmitida pelos mesmos mosquitos, entretanto, a letalidade é rara e menos frequente do que a registrada nos casos de dengue. Diante da confirmação dos casos, o município de Oiapoque, com apoio do MS e da Secretaria de Estado da Saúde do Amapá, intensificou as medidas de controle da doença. Dentre as ações, estão a busca ativa de novos casos suspeitos com alerta nas unidades de saúde e comunidade, a remoção e tratamento químico de criadouros de mosquitos Aedes aegypti, além da aplicação de inseticida (fumacê) para reduzir a densidade dos vetores. Os profissionais de saúde já receberam orientações para o manejo adequado dos pacientes. O tratamento da doença consiste no alívio dos sintomas, que são semelhantes aos da dengue febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema que costumam durar de três a 10 dias. A terapia utilizada é composta de analgésicos (paracetamol), hidratação e repouso. Desde 2010, quando o Brasil registrou três casos da doença, todos contraídos no exterior, o MS passou a acompanhar e monitorar a situação do vírus causador da Febre Chikungunya. Até então, o sistema de vigilância só havia detectado casos suspeitos em viajantes, sendo todos descartados após os exames de laboratório. Com a chegada da doença na Região das Américas, no final de 2013, e a confirmação da transmissão autóctone no Caribe, o MS elaborou um plano nacional de contingência da doença, que tem como metas a intensificação das atividades de vigilância, a preparação de resposta da rede de saúde, o treinamento de profissionais, a divulgação de medidas às secretarias de saúde e a preparação de laboratórios de referência para o diagnóstico da doença. CHIKUNGUNYA A Chikungunya é causada por um vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti e o Aedes Albopictus, que também podem transmitir a dengue, os principais vetores. Desde janeiro até está terça-feira (16), o Sistema de Vigilância em Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde) registrou 39 casos da Febre Chikungunya neste ano. Deste total, 37 são importados, ou seja, de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, e dois foram de transmissão dentro do país.

4 Local de ocorrência: Brasil Data da informação: 15 e 16/09/2014 Fonte da informação: Agencia Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA A Anvisa determinou em 15/09/14, a suspensão de distribuição, comercialização e uso de lotes de dois medicamentos do Laboratório Teuto Brasileiro S.A.: O medicamento Norfloxacino 400 mg, lote , com validade até novembro de A embalagem continha blísteres de outro produto, do medicamento Cloridrato de Paroxetina 20 mg. O medicamento Cloridrato de Amitriptilina 25 mg, lote , válido até 01 de janeiro de 2016, foi suspenso por apresentar bolsões de ar entre os comprimidos. Este fato compromete o isolamento do conteúdo da embalagem. Em 16/09 a agência determinou a apreensão e inutilização, em todo o país, dos lotes CC21236 e CC21237, que se encontrem em estabelecimentos que não sejam órgãos públicos, do medicamento Hormotrop (somatropina), apresentação de 12 UI Pó Liófilo Injetável. A empresa detentora do registro do medicamento, o Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo Ltda., informou que existem unidades falsificadas do medicamento disponíveis no mercado, já que os lotes legítimos foram distribuídos apenas para órgãos públicos. Também foi determinada a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto Coletor de Perfurocortantes, fabricado e comercializado pela empresa JSM Indústria e Comércio de Produtos Manufaturados Ltda. A medida é por conta do produto estar sendo comercializado sem possuir o devido registro na Agência. O produto Deslip (chytosan + associações) também foi suspenso, por não possuir registro e pela embalagem citar a empresa Fitobras Indústria e Comércio de Produtos Fitoterápicos como fabricante, mas sem informar o endereço da empresa. Além disso, o número do Cadastro Nacional de Pessoa Júridica (CNPJ) é inválido.

5 EVENTOS INTERNACIONAIS Semanas Epidemiológicas 37/2014 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

6 Local de ocorrência: África Data da informação: 13/09/2014 Origem da informação: Organização Mundial da Saúde (OMS) / Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) Em 8 de agosto de 2014, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto da doença de vírus Ebola (EVD) na África Ocidental como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). O iníco deste surto foi registrado em dezembro/2013. É o primeiro surto de EVD na África Ocidental, sem precedentes na sua dimensão e distribuição geográfica, afetando áreas urbanas densamente povoadas. Atualmente está em fase de crescimento rápido e os números notificados oficialmente são geralmente subestimativas da magnitude real do surto. Outro surto de EVD, não relacionado com o na África Ocidental, foi notificado em 26 de agosto pela República Democrática do Congo (RDC). Em 29 de agosto de 2014, o Senegal notificou um caso de EVD que chegou a Dakar, de um residente da Guiné que teve contato próximo com paciente confirmado para a doença e que escapou do sistema de vigilância daquele país. A OMS não recomenda qualquer restrição a viagem ou comércio com a região, exceto nos casos em que os indivíduos foram confirmados ou suspeitos de infecção pelo EVD ou onde pessoas tiveram contato com casos de EVD. (Contatos não incluem os trabalhadores de saúde protegidos de forma adequada e pessoal de laboratório.) EBOLA Fonte: ECDC

7 Local de ocorrência: África Data da informação: 12/09/2014 Origem da informação: Organização Mundial da Saúde (OMS) Guiné, Libéria e Serra Leoa continuam a relatar casos confirmados da doença do vírus Ebola (EVD). Novos casos foram notificados em localidades desses três países: Guiné - Conakry, Guekedou, Macenta, Siguri, Forécariah e Kerouane; Libéria - Grand Cape Mount e Lofa; e Serra Leoa - Kenema, Port Loko, Área Urbana e Area Rural de Western, Kono, Tonkolili e Bombali. Os resultados laboratoriais para os novos casos suspeitos na República Democrática do Congo estão sendo aguardados. Nigéria e Senegal não relatam caso novo confirmado desde 5 de setembro de 2014 e 29 de agosto de 2014, respectivamente. A Libéria é a nação do oeste Africano mais atingida pela epidemia e provavelmente testemunhará milhares de casos novos nas próximas semanas, segundo afirmou a OMS, na segunda-feira (08/09/14). A enviada especial da ONU para a Libéria afirmou que pelo menos 160 agentes de saúde liberianos contraíram a doença e metade deles morreu. EBOLA Distribuição de casos de EVD segundo os países afetados da Africa Ocidental, dezembro de 2013 a 10 de setembro de 2014 Fonte: OMS Fonte: OMS

8 Local de ocorrência: República Democrática do Congo (RDC) Data da informação: 09/09/2014 Origem da informação: Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) Na República democrática do Congo, desde o início de agosto/2014 até 04 de setembro/2014, 72 casos de Ebola tinham sido notificados, incluindo 48 óbitos. A cepa viral isolada é diferente da cepa isolada no surto do Oeste Africano e não há evidência epidemiológica que ligue os dois eventos. Como o período de incubação pode ser de até três semanas, é provável que casos adicionais sejam identificados durante as próximas semanas. No entanto, medidas de controle devem ser implementadas, com o apoio de parceiros internacionais, para impedir a propagação da doença. A região é remota e não se constitui um destino turístico. Também é pequeno o fluxo de pessoas residentes na região que realizam viagens para outros países. Em 26/08/14, o Ministério da Saúde da República Democrática do Congo notificou à OMS o surto de doença causada pelo vírus Ebola na província de Equateur. O caso índice era de uma mulher da aldeia Boende Ikanamongo que havia sido infectada quando preparava carne de caça. Ela foi a óbito em 11/08/14. O caso índice e seus contatos não têm histórico de viagem aos países afetados na África Ocidental, nem de contato com os visitantes provenientes desses locais. Dos casos relatados, sete são de profissionais de saúde, dos quais seis foram a óbito. O vírus está intimamente relacionado com o Ebolavirus Zaire que foi responsável pelo surto em Kikwit, situado a 500 quilômetros ao sul do local do surto atual, na província de Bandundu, em A zona de saúde é Boende, localizada km de Kinshasa e 600 km a sudeste de Mbandaka, a capital da província de Equateur, em uma área remota. A cidade está localizada a 68 quilômetros de Lokolia, epicentro da epidemia. Desde 01/08/14, 285 contatos expostos a casos suspeitos, prováveis e confirmados foram identificados de 291 (98%). EBOLA No passado, a RDC teve seis surtos de doença de vírus Ebola. Cinco destes surtos foram causados pela Ebolavirus Zaire: Yambuku em 1976 (318 casos, 88% fatal); Tandala em 1977 (um caso fatal), na província de Equateur; 1995, na província de Bandundu, principalmente em Kikwit, (315 casos, taxa de letalidade 81%); Kasai província Oriental em 2007, principalmente em Mweka e Luebo (264 casos, 71% letal) e na província de Kasai Ocidental em 2008 (32 casos, 44% letal). Em 2012, o surto foi causado por Ebolavirus Bundibugyo na província de Orientale, no leste da República Democrática do Congo (57 casos, 51% letal). Além disso, em 1999 e 2000, houve surtos causados por vírus de Marburg em Durba-Watsa, província do Leste. Pelo menos 930 casos de doença do vírus Ebolavirus Zaire foram relatados na República Democrática do Congo desde que a doença foi descrita pela primeira vez em 1976, e a letalidade geral foi de 79% (736 casos fatais).

9 CHIKUNGUNYA Local de ocorrência: Global Data da informação: 12/09/2014 Origem da informação: Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC); Organização Pan Americana de Saúde (PAHO) Dados epidemiológicos indicam que o surto iniciado em Saint Martin (FR) ainda está em expansão e atingiu Norte, América do Sul e Central. Um número crescente de casos têm sido observados da maioria das áreas afetadas. O vetor é endêmico na região, e também transmite o vírus do dengue. A propagação da epidemia é esperada. A vigilância é recomendada para a ocorrência de casos importados de chikungunya em turistas que retornam do Caribe, incluindo a sensibilização e informação dos médicos, clínicas de viagem e outros serviços de saúde. Chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada de mosquitos infectados, como Aedes aegypti e Aedes albopictus. Ela pode causar febre alta, juntar e dor muscular e dor de cabeça. Raramente formas graves da doença podem ocorrer com manifestações atípicas. Mortes relacionadas a infecção por CHIKV são incomuns, mas a dor articular pode durar meses ou anos e pode se tornar uma causa de dor crônica e incapacidade. Não há tratamento específico para a infecção por chikungunya, nem vacina para preveni-la. Enquanto se aguarda o desenvolvimento de uma nova vacina, a única forma eficaz de prevenção é proteger os indivíduos contra picadas de mosquito. Vários países da União Européia (França, Grécia, Itália, Holanda, Espanha e Suíça) notificaram casos importados de infecção por chikungunya em pacientes com histórico de viagem para as áreas afetadas.

10 CHIKUNGUNYA (continuação)

11 CHIKUNGUNYA (continuação)

12 Local de ocorrência: Atualização Data da informação: 11/09/2014 Origem da informação: The Global Polio Erradication Initiative Durante a semana passada foram notificados 22 novos casos de poliovírus selvagem tipo 1 (WPV1). No mundo, 171 casos foram notificados à OMS até agora em casos, contra 416 no mesmo período de tempo em 2013 conforme tabela abaixo. POLIOMIELITE Recomendações recentemente emitidas pela OMS, amparadas pelo Regulamento Sanitário Internacional (2005) exigem a vacinação de todos os residentes e visitantes de longo prazo antes de viagens internacionais. Considerando o contexto mundial atual, e tendo em vista que a vacina é a principal forma de prevenção da poliomielite, recomenda-se a manutenção de elevadas coberturas vacinais.

13 Local de ocorrência: Camarões - África Data da informação: 07/09/2014 Origem da informação: OMS, Promed mail Em Camarões, foram relatados dois novos casos de poliovírus selvagem tipo 1 (WPV1), com início da paralisia em 26/06/14 e 09/07/14, respectivamente. O sequenciamento genético deste agente confirmou a continuidade da circulação do poliovírus selvagem e evidências de lacunas na vigilância, em face da não detecção oportuna das situações e consequente transmissão da doença e ampliação da área geográfica atingida. O surto em Camarões está em curso desde pelo menos outubro/2013. Continuou em 2014, com a propagação internacional à Guiné Equatorial. Em março/2014, a OMS elevou a avaliação do risco de propagação internacional da poliomielite a partir de Camarões para muito elevada, considerando o aumento da circulação e fluxo de populações vulneráveis de refugiados provenientes da República Centro- Africana (CAR) na região. Em maio/2014, a propagação internacional do poliovírus selvagem foi declarada como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), sob o Regulamento Sanitário Internacional. A OMS relacionou 10 países como positivos para o vírus selvagem da poliomielite: Afeganistão, Camarões, Guiné Equatorial, Iraque, Etiópia, Israel, Nigéria, Paquistão, Somália e a Síria. Paquistão, Camarões e Síria são apontados como países que exportam o vírus. Epidemiologistas da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio estão preocupados com a continuidade de disseminação do vírus selvagem em 2014 e emitiram um alerta importante de que a África Central e o Oeste da África (regiões em torno da Nigéria) têm risco de uma grande epidemia de pólio, com milhares de crianças sendo acometidas de paralisia. Um elo que une os países identificados pela OMS seria o clima instável e a guerra civil. POLIOVÍRUS (WPV1) Foi confirmado um caso de paralisia infantil em uma criança, de Darfur, região do Sudão que não registrava a doença há mais de 3 anos. Este vírus está ligado geneticamente ao poliovírus endêmico do norte da Nigéria, que se disseminou através do Chad nos meses recentes. O fato de que o Sudão está sendo agora reinfectado é evidência concreta da necessidade de apoio a uma imunização maciça na África central e oeste. No início de 2003 somente 2 países eram endêmicos de pólio no continente africano. Hoje, a África é responsável por 90% da carga da doença, com crianças com paralisia em 10 países anteriormente livres de pólio no continente. O vírus selvagem da poliomielite pode se disseminar silenciosamente por longos períodos num país com alta cobertura vacinal com a IPV (vacina contra pólio inativada) e com uma parte da população vivendo em condições onde o vírus se transmite com mais facilidade- saneamento básico inadequado, deficiência de higiene e condições de vida aglomerados, com transmissão fecal-oral predominante. É importante alertar todos os países sobre a situação, em particular os viajantes que têm contato com as regiões afetadas pela pólio, bem como reforçar a vigilância para casos de paralisia flácida aguda, com a finalidade de detectar oportunamente quaisquer novas importações de vírus e providenciar uma resposta rápida. Manter a cobertura da vacinação de rotina em patamares ideais minimiza as consequências de eventual nova introdução do vírus.

14 SARAMPO Local de ocorrência: EUA Data da informação: 09/09/2014 Origem da informação: Promed mail Os Estados Unidos têm registrado um número recorde de casos de sarampo desde que a doença foi declarado como eliminada no ano Autoridades de saúde confirmaram 592 casos entre 01 de janeiro e 29 de agosto de 2014, causados principalmente pela recusa de alguns pais em vacinar os seus filhos, conforme o mais recente relatório mensal do Centro de Controle e Prevenção de Doenças CDC. 18 surtos foram responsáveis por 89 por cento dos casos de Em regra, americanos têm sido infectados em outros países e trazido o vírus para suas comunidades que, com taxas de cobertura vacinal relativamente baixas, registram a disseminação da doença. O sarampo ainda é comum em muitas partes do mundo, incluindo alguns países da Europa, Ásia, Pacífico e África. Em todo o mundo, cerca de 20 milhões de pessoas são infectadas a cada ano, e morrem em decorrência da doença, segundo o CDC.

15 Local de ocorrência: EUA - Califórnia Data da informação: 10/09/2014 Origem da informação: Promed Mail Um surto do vírus do Nilo Ocidental em Orange County, na Califórnia, já infectou mais de 90 pessoas neste ano [2014]. Isso representa sete vezes mais casos do que os diagnosticados em 2013, e especialistas em saúde pública atribuem o fato à seca prolongada que atinge a região. Não só o número de infecções humanas reportados neste ano aumentou, mas também a prevalência do Nilo Ocidental em aves, que abrigam o vírus, e nos mosquitos transmissores da doença. Os 94 casos humanos confirmados, três deles fatais, representam cerca de metade do aproximadamente 180 notificados em toso o estado e quase um quarto dos 400 casos registrados nacionalmente. Surtos tendem a agravar-se durante o tempo quente, e a proporção de mosquitos portadores do Nilo Ocidental [vírus] neste verão tem sido muito maior do que o habitual. Segundo informações de autoridade de saúde local, 80% dos mosquitos testados em Orange County, em 2014, foram positivos para o agente. A taxa mais alta detectada na Califórnia desde a primeira vez em que se registrou a doença, em O percentual normalmente esperado para Nilo Ocidental é de cerca de 20%. Além disso, cerca de 260 aves mortas tiveram resultados positivos este ano, em comparação com 40 em 2013 e 109 durante o último surto considerável da Califórnia, ocorrido em De acordo com os Centros para Controle de Doenças e prevenção [CDC], cerca de 80% das pessoas infectadas pelo Nilo Ocidental não mostram sinais da doença e 20% adoecem, geralmente com sintomas de gripe como febre, dor de cabeça, náusea e intumescimento das glândulas. Uma em cada 150 pessoas infectadas desenvolve doença grave, incluindo uma forma neuroinvasiva que pode levar a tremores, convulsões, desorientação, coma e morte. Efeitos neurológicos também podem ser permanentes. A maioria dos casos de Orange County foram diagnosticados porque os pacientes ficaram doentes: 63 com doença neuroinvasiva - incluindo os 3 que morreram - e 21 que desenvolveram febre leve. FEBRE DO NILO OCIDENTAL Febre do Nilo Ocidental (WNF ou WNV) é uma doença transmitida por um mosquito que causa sintomas neurológicos graves em uma pequena proporção de pessoas infectadas. Durante o período de transmissão junho a novembro, o ECDC monitora a situação nos Estados Unidos, União Européia (UE) e países vizinhos, para informar as autoridades de áreas afetadas e identificar mudanças significativas na epidemiologia da doença.

16 ENTEROVÍRUS D68 Local de ocorrência: EUA - Missouri e Illinois Data da informação: 12 /09/2014 Origem da informação: Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC). Em 19/08/14, o CDC foi notificado de um aumento (em relação ao mesmo período em anos anteriores) de pacientes examinados e hospitalizados com doença respiratória grave, incluindo alguns admitidos em unidade de terapia intensiva pediátrica, em Kansas City, Missouri. O aumento também foi observado em casos de detecção de rinovírus/enterovírus em um ensaio com amostras de secreção nasofaríngea obtidos durante 05 a 19 agosto. Em 23/08/14, o CDC foi notificado de um aumento nos pacientes também em Illinois (Chicago), semelhantes aos observados em Kansas City. Mediante estas duas observações geograficamente distintas, amostras de secreção nasofaríngea dos pacientes com início recente de sintomas graves de ambas as instalações foram seqüenciados, identificando-se o Enterovirus D68 * (EV-D68) em 19 das 22 amostras de Kansas City e em 11 de 14 amostras de Chicago. Desde os relatos iniciais, internações por doença respiratória grave continuaram em ambos os locais a taxas mais elevadas do que o esperado para esta época do ano. As investigações sobre suspeitas de clusters em outras jurisdições estão em andamento. Dos 19 pacientes de Kansas City com confirmação do EV-D68, 10 (53%) eram do sexo masculino, com idades entre 6 semanas a 16 anos (mediana = 4 anos). Treze pacientes (68%) tinham história prévia de asma, e seis pacientes (32%) não tinha nenhuma doença respiratória subjacente. Todos os pacientes apresentaram dificuldade respiratória e hipoxemia, e quatro (21%) também apresentaram broncoespasmo. Notavelmente, apenas cinco pacientes (26%) apresentaram febre. Todos os pacientes foram internados na unidade de terapia intensiva pediátrica. As radiografias de tórax mostraram infiltrado peri-hilar, muitas vezes com atelectasia. Nem radiografias de tórax nem hemoculturas foram consistentes com a co-infecção bacteriana. Dos 11 pacientes de Chicago com confirmação do EV-D68, nove pacientes eram do sexo feminino, com idades entre 20 meses a 15 anos (mediana de 5 anos). Oito pacientes (73%) tinham história prévia de asma. Notavelmente, apenas dois pacientes (18%) apresentaram febre. Dez pacientes foram internados na unidade de terapia intensiva pediátrica. Os enterovírus estão associados a vários sintomas clínicos, incluindo doença leve respiratória, doença exantemática febril, e doença neurológica, como meningite asséptica e encefalite. O EV-D68, contudo, provoca principalmente doença respiratória, embora o espectro completo da doença permaneça obscuro. Não há vacinas disponíveis ou tratamentos específicos para EV-D68 e a clínica é favorável. Os profissionais de saúde devem considerar EV-D68 como uma possível causa da doença respiratória aguda grave inexplicável.

17 Local de ocorrência: Uzbekistan, Cahul Moldova, Quirguistão Data da informação: 08 e 09/09/2014 Origem da informação: ProMED-mail Cerca de 20 pessoas com suspeita de antraz foram internadas para tratamento na semana de 25 de agosto de 2014, no Uzbequistão (Uzunsky - região Surxondaryo). Os pacientes contraíram a doença, provavelmente, durante o abate de bovinos. Todos eram pessoas que participaram do corte de carnes, limpeza da pele e venda de carne e ficaram doentes durante um período de 1-2 dias, com sintomas de tontura, náuseas, febre e presença de infecção cutânea no corpo. O abate de bovinos na aldeia foi temporariamente proibido e a equipe da vigilância sanitária realizou o procedimento de desinfecção no local. No entanto, o diagnóstico laboratorial de antraz ainda não foi confirmado. Atualmente, a causa da doença é desconhecida. As amostras coletadas foram enviadas a um laboratório regional para o diagnóstico. Todos os pacientes com suspeita da doença estão em tratamento e aproximandamente 48 casas e 180 pessoas estão sendo monitoradas pela equipe de sáude. O carbúnculo ou antrax é uma doença bacteriana aguda, causada pelo Bacillus anthracis, bacilo Gram positivo, aeróbio, não hemolítico, formador de esporos. Tem o formato de bastonete, medindo em torno de 1 a 5 micras. Seu nome deriva do grego anthrakis, carvão, pois a forma cutânea causa lesões pretas, semelhantes ao carvão. Geralmente ocorre em animais (bovinos, caprinos, ovinos, equinos e outros herbívoros), que se infectam por ingestão de esporos e apresentam grande debilidade física acompanhada de hemorragias, podendo infectar seres humanos. O risco de se contrair a doença no Brasil atualmente é mínimo¹. A maneira mais comum de se infectar é por intermédio do manuseio de produtos tais como lã, couro, osso, pelo, sangue, tecidos e carcaças provenientes de animais infectados. Os esporos, presentes nestes produtos, penetram na pele não íntegra ou são inalados. Estes também podem contaminar o solo e reservatórios de água. Os esporos são altamente resistentes e persistem no meio ambiente por décadas. Em casos mais raros, a doença também pode ser contraída por ingestão de alimento contaminado (carne de animais infectados, p. ex.). Existe ainda a possibilidade de transmissão aérea, forma que vem sendo utilizada como arma biológica no momento. Não existe transmissão direta da doença de um indivíduo infectado para outro. Há necessidade de grande carga de esporos (de 8 a esporos) para ocorrer a infecção¹. CARBÚNCULO OU ANTRAZ O número de casos de antraz aumentou repentinamente também no sul da Moldávia. De acordo com o Centro Nacional de Saúde Pública, 3 pessoas foram infectadas com antraz, da forma cutânea, e internados em Cahul. Dois pacientes, uma mulher e seu filho, foram infectadas no abate de uma ovelha doente. Os casos foram registrados para a aldeia de Vadul Isaac, onde outras seis pessoas tinham anteriormente sido infectadas, depois de matar um bezerro doente. O terceiro paciente é um nativo da vila de Crihana que adoeceu e foi internado depois de visitar uma fazenda de gado onde houve o abate de animal, que está sob quarentena. No Quirguistão, região de Batken, um adolescente de 14 anos foi hospitalizado com suspeita da doença em 9/09/14. ¹

18 Local de ocorrência: Paquistão Data da informação: 09/09/2014 Origem da informação: ProMED-mail FEBRE HEMORRÁGICA CRIMEIA - CONGO O segundo caso de vírus Congo do ano de 2014 foi registrado na cidade de Karachi, província de Sindh, no Paquistão. O pacienten de 17 anos encontra-se internado em condição considerada estável. Os testes de laboratório, que foram enviados para o Hospital Universitário de Aga Khan, confirmaram em 06 de setembro de 2014 o diagnóstico de febre hemorrágica do vírus Congo. Semanas após o primeiro caso foi relatado na cidade, as autoridades provinciais de saúde deixaram de tomar as medidas adequadas para impedir a propagação do vírus. Os profissionais de saúde acreditam que o garoto provavelmente infectou-se durante suas frequentes visitas a um curral. As autoridades de saúde de Carachi realizaram também um levantamento em casas em torno da casa do doente para verificar possíveis ameaças do vírus estar presente na área. Antes deste registro, um homem de 24 anos de idade morreu em um hospital privado na quarta semana de agosto de Tratava-se de um açougueiro de profissão. Funcionários de saúde da cidade convocaram reuniões e emitiram advertências aos matadouros e proprietários de gado sobre o vírus. https://www.google.com.br A febre hemorrágica de Crimeia-Congo é causada por um Nairovirus da família Bunyaviridae e transmitida por carrapato, caracterizada por uma zoonose de animais silvestres e que pode afetar o homem. Sintomas: febre súbita, dores abdominais, vômitos, diarreia, aparecimento de hematomas e hemorragias nas mucosas. Taxa de mortalidade: varia entre os dois e 50 por cento. Ocorrência: Crimeia, Rússia, Bósnia-Herzegovina, Albânia, Bulgária, Iraque, Paquistão, China, África tropical e do Sul. Período de incubação: habitualmente de um a três dias, ou até doze dias. Transmissibilidade: altamente contagiosa. Uma vez infectadas, as carcaças podem transmitir o vírus durante toda a sua vida. https://www.google.com.br

19 Local de ocorrência: Sudão do Sul Data da informação: 09/09/2014 Origem da informação: ProMED-mail Casos de hepatite E estão em ascensão no estado de Lagos do Sudão do Sul, com cerca de 100 casos diagnosticados da doença, segundo informação das Nações Unidas (OCHA). Dois casos foram inicialmente registados em Abril de 2014 e 52 em Junho de 2014, destes pelo menos quatro pessoas foram a óbito. Um administrador local relata que a doença tem afetado tanto a população de acolhimento como os refugiados/deslocados, obrigando-os a fugir da área. A falta de saneamento, bem como as inundações periódicas causadas pelas chuvas que destruíram as instalações sanitárias, têm acelerado a propagação da doença viral. Os afetados, estão sendo tratados pela Organização dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) no seu centro de saúde em Mingkaman, com mulheres e crianças, sendo o grupo mais acometido. Não há cura para esta doença, e consequentemente vários óbitos devido à insuficiência hepática. A hepatite E é encontrada em todo o mundo, e os diferentes genótipos do vírus da hepatite E determinam as diferenças epidemiológicas. Por exemplo, o genótipo 1 é geralmente visto em países em desenvolvimento e provoca surtos de nível comunitário, enquanto o genótipo 3 é normalmente visto nos países desenvolvidos e não causa epidemias. Globalmente, mortos e 3,4 milhões de casos de hepatite aguda E são atribuíveis à infecção pelos genótipos do vírus da hepatite E 1 e 2. O vírus da hepatite E é transmitido principalmente por via fecal-oral, devido a contaminação fecal da água potável. Outras vias de transmissão foram identificados e incluem a transmissão de origem alimentar por ingestão de produtos derivados de animais infectados; transfusão de sangue infectado; e transmissão vertical da mulher grávida para o feto. Embora o ser humano seja considerado o hospedeiro natural para o vírus da hepatite E, os anticorpos para o vírus da hepatite E ou de vírus intimamente relacionados têm sido detectados em primatas e várias outras espécies animais. HEPATITE E https://www.google.com.br https://www.google.com.br A hepatite E é uma doença de veiculação hídrica, e de água ou alimentos contaminados. Suprimentos têm sido implicados em surtos importantes. A ingestão de mariscos crus ou cozidos também foi identificada como sendo a fonte de casos esporádicos em áreas endémicas. Os fatores de risco para a hepatite E estão relacionados à falta de saneamento em grandes áreas do mundo e derramando do vírus da hepatite E nas fezes.

20 NOVO CORONAVÍRUS (MERS-CoV) Local de ocorrência: Arábia Saudita Data da informação: 12/09/2014 Origem da informação: Ministério da Saúde do Reino da Arábia Saudita (MOH) e Promed mail O Ministério da Saúde da Arábia Saudita relatou dois novos casos de coronavírus (MERS-CoV), ambos residentes nas cidades de Rhyadh e Taif. Até 12 de setembro de 2014, houve um total de: 729 casos confirmados por laboratório de MERS-CoV (síndrome respiratória do Oriente Médio coronavírus0, com 302 mortes (incluídos nos 729 casos), 399 casos recuperados, e 28 ainda em tratamento. Caso novos em setembro 2014 Fonte: MOH

Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h

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