Reestruturação Produtiva, Trabalho e Sindicalismo: O Caso da Indústria do Fumo na Região do Triangulo Mineiro.

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1 Reestruturação Produtiva, Trabalho e Sindicalismo: O Caso da Indústria do Fumo na Região do Triangulo Mineiro. Hinuany Borges de Melo Universidade Federal de Uberlândia Av. João Naves de Ávila, 2160 Santa Mônica Uberlandia, MG - Brasil Fabiane Santana Previtalli Universidade Federal de Uberlândia Av. João Naves de Ávila, 2160 Santa Mônica Uberlandia, MG - Brasil Resumo: O objetivo desta pesquisa é discutir o processo de reestruturação produtiva no setor fumageiro, especificamente em uma fábrica de cigarro em Uberlândia Minas Gerais, envolvendo inovações tecnológicas e organizacionais a partir de uma revisão bibliográfica sobre o tema e analises de entrevistas realizadas no período de Palavras-chave: Reestruturação produtiva, fumicultura, qualificação, sociologia do trabalho. 1. INTRODUÇÃO: Durante as últimas décadas as economias capitalistas desenvolvidas e em desenvolvimento vêm sofrendo profundas transformações. Essas transformações estão associadas, por um lado, a um processo de reestruturação das formas de organização do capital a nível internacional, sob a égide do ideário neoliberal e por outro lado, por uma nova onda de difusão de inovações tecnológicas e organizacionais ao longo das mais diversas cadeias produtivas, envolvendo transnacionalização das empresas e integração dos mercados, imprimindo um novo padrão nas relações interfirmas e uma nova dinâmica na concorrência intercapitalista. O conjunto das inovações aponta para a constituição de uma nova via de acumulação e organização do capitalismo fundada na acumulação flexível, sendo distinta da via taylorista-fordista que se forma e difunde a partir da Segunda Revolução Industrial. Em outras palavras, vivencia-se atualmente uma transição no regime de acumulação do modo de produção capitalista e no modo de regulamentação social e política a ele associado (Harvey, 1992). Sob a ótica do capital, cujo objetivo principal é a sua própria valorização, verifica-se um intenso processo de reorganização do trabalho com vistas à obtenção de maior flexibilidade e de elevação da produtividade mediante a introdução das inovações técnicas e/ou organizacionais. Esse processo vem afetando quantitativa e qualitativamente a força de trabalho, implicando em mudanças nas habilidades e qualificações requeridas, nos padrões

2 de gestão da força de trabalho, no volume e na estrutura do emprego. O desenvolvimento de novas formas de emprego, através das quais o capital busca reduzir custos e aumentar a flexibilidade, bem como a introdução das novas tecnologias de base microeletrônica estão levando a um processo de intensificação do trabalho longo da cadeia produtiva dos setores econômicos. Outra conseqüência das transformações impostas pelo capital diz respeito aos altos níveis de desemprego em todos os países capitalistas (Bihr, 1998; Vasapollo, 2005; Antunes, 2006). Deve-se destacar ainda o incremento do trabalho em domicílio, especialmente feminino e marcado pela informalidade (Nogueira, 2006). Essas transformações estão criando dificuldades para a ação dos sindicatos, reduzindo seu poder de representação junto à classe trabalhadora e, ao mesmo tempo, exigindo novas formas de articulação que viabilizem a incorporação, organização e representação dos novos segmentos (Santana & Ramalho, 2003). Nesse novo contexto, as inovações técnicas e organizacionais no local de trabalho têm se tornado um foco de muita atenção. Do ponto de vista do trabalho, o conjunto das mudanças está contribuindo para a construção de uma nova forma de racionalização que se caracteriza, por um lado, pela regressão das estruturas de controle repressivas, típicas do taylorismo-fordismo e, por outro lado, pela introdução de novos métodos, especialmente aqueles associados ao toyotismo, em que predominam a polivalência e a gestão participativa, o que possibilita a reversão da tendência à extrema separação entre concepção e execução do trabalho (Gitahy et al, 1997; Abreu el tal, 1998; Bresciani, 2001). Cumpre ainda atentar para as diferenças quanto à difusão das inovações ao longo da cadeia produtiva do setor econômico. Nos níveis superiores da cadeia, envolvendo a empresa-mãe (contratante) e fornecedores de primeira linha pode-se observar a exigência por um trabalhador com maiores níveis de escolaridade formal, maiores investimentos em treinamento e maior estabilidade de um grupo central de trabalhadores altamente qualificados e flexíveis, dado o maior grau de integração e difusão tecnológica entre as partes envolvidas (Gereffi, 1996; Previtalli, 1996; Gitahy e Bresciani, 1998). Caminhando-se em direção aos níveis inferiores da cadeia produtiva, onde está grande parte das pequenas empresas fornecedoras, observa-se que os investimentos em qualificação e treinamento dos trabalhadores tornam-se mais escassos, havendo ainda maior precarização das condições de emprego, prevalecendo menores salários, piores condições de trabalho, maior instabilidade contratual e maiores índices de rotatividade (Previtalli, 1996; Abreu et al, 1998). Deve-se destacar ainda a prática da contratação de trabalhadores terceirizados, caracterizando a subcontratação interna e em regimes de contratação por tempo determinado o que possibilita a empresa uma significativa flexibilidade quanto aos picos ou queda na produção (Atkinson, 1985; Abreu et al, 1998; Antunes, 2006). A introdução e difusão das inovações tecnológicas e/ou organizacionais, tais como a introdução do trabalho em equipes multifuncionais, vêm impondo uma nova dinâmica nas relações industriais. Por um lado, a empresa passa a necessitar de um trabalhador com um conjunto de novas qualificações e habilidades, cujas atividades passam a estar mais relacionadas ao monitoramento e à supervisão, sendo a intervenção direta no processo cada vez mais reduzida (Leite, 2003). É em decorrência dessa nova característica da organização do processo de produção que se abrem novas possibilidades ao trabalho, no que diz respeito à maior autonomia decisória no chão de fábrica, através do estabelecimento de novos mecanismos de participação e negociação com os sindicatos (Abreu et al, 1998; Bresciani, 2001). Por outro lado, pode-se observar um processo de intensificação do trabalho mediante a introdução de novos mecanismos de controle através dos quais as empresas buscam

3 extrair mais trabalho, sendo a autonomia no local de trabalho meramente nominal na medida em que programas e metas são definidas pela gerência (Pollert, 1996; Sewell, 1998). 2. OBJETIVOS: Tendo em vista estas questões, o objetivo geral desta pesquisa é discutir o processo de reestruturação produtiva no Brasil e refletir sobre algumas das dimensões contemporâneas do capitalismo e do mundo do trabalho, bem como as respostas do movimento sindical a esse processo. Cabe-nos analisar essas novas demandas de qualificação dos trabalhadores contrapondo-a as novas exigências impostas pela reestruturação produtiva, entre elas a demanda por maiores níveis de escolarização e profissionalização, envolvendo conhecimentos de informática. Nesse sentido, também serão consideradas as inovações referentes ao setor agrícola (fumicultura) e como isto afeta a qualificação dos trabalhadores rurais, dado que a relação interfirmas é uma prática no setor. Argumentamos que as inovações técnicas e/ou organizacionais no setor de fumo estão implicando em um novo tipo de controle do trabalho no chão de fábrica, através das equipes de trabalho sob o discurso ideológico da auto-gestão e da parceria entre capital e trabalho (Previtalli e Faria, 2008; Previtalli, 2008). Nesse contexto, a forma de resistência por parte do sindicato do setor tem sido significativamente defensiva e circunscrita à lógica do capital (Pizzotti, 2008). O mundo do trabalho tem estado no centro das principais transformações ocorridas no estágio atual de desenvolvimento do capitalismo. A difusão das novas tecnologias e das mudanças organizacionais, assim como a flexibilização das relações de produção induziram a criação de novas formas de trabalho e mudaram significativamente as características da classe trabalhadora. Esse complexo processo de mudanças impactou de modo significativo no movimento sindical e colocou em xeque as estratégias construídas em períodos anteriores do desenvolvimento econômico, exigindo a construção de novos mecanismos de articulação, incorporação e mobilização política dos trabalhadores. Assim, a relevância deste projeto de pesquisa se faz pelo atual contexto do processo de reestruturação produtiva, com significativas implicações no mundo do trabalho, e que têm sido objeto de estudos e pesquisas em diversos setores econômicos pouco problematizados na Região do Triangulo Mineiro/MG, particularmente em Uberlândia, por isso a discussão sobre as novas formas de organização do trabalho e inovações tecnológicas em uma fábrica de cigarros a partir da década de A pertinência da análise e discussão sobre a cadeia produtiva do setor de fumo e do sindicato que representa seus trabalhadores faz-se importante na medida em que foca a difusão de inovações técnicas e/ou organizacionais e novas demandas de qualificação em um setor relativamente novo, de crescente importância econômica e com significativo potencial de geração de emprego e como essas mudanças estão impactando na organização coletiva dos trabalhadores, o movimento sindical.

4 3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: A pesquisa está sendo desenvolvida no âmbito do GPTES (Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Sociedade) sob a orientação da Profa. Dra. Fabiane Santana Previtalli, junto ao Núcleo de Pesquisa e Extensão em Ciências Sociais (NUPECS) do Departamento de Ciências Sociais da Faculdade de Artes, Filosofia e Ciências Sociais (DECIS/FAFCS/UFU). A pesquisa é realizada através de revisão bibliográfica pertinente sobre o tema, incluindo referencial teórico como Marx, Braverman e outros contemporâneos como Hirata, Antunes, e a analise de entrevistas realizadas com trabalhadores da fábrica de cigarros da Souza Cruz realizadas no período de DISCUSSÃO: A Souza Cruz é uma produtora de cigarros que foi fundada em 1903, no município do Rio de Janeiro. E até 1914 a Souza Cruz era composta exclusivamente de capital nacional, quando passou a integrar o Grupo BAT passando assim a integrar-se de capital misto, atualmente a Companhia está entre os cinco maiores grupos empresariais do Brasil, ocupando a posição atual de líder nacional no mercado formal de cigarros. O Grupo BAT (British American Tobacco) é a segunda maior empresa de tabaco do mundo com cerca de 13% de participação no mercado global, com marcas comercializadas em 180 países. No ano de 2008 o grupo comprou aproximadamente 390 mil toneladas de fumo, cultivadas por mais 300 mil produtores agrícolas, sendo que 80% desse volume é proveniente de economias em desenvolvimento, como o Brasil, o grupo BAT possui cerca de 75,3% das ações da Souza Cruz, o resto das ações 24,7%, estão divididos da seguinte forma: 8,8% pessoa físicas (Brasil), 9,9% residentes no exterior (EUA-5,8%; Europa - 3,1%; Outros -1%), 4% fundos de pensão e 2% pessoas jurídicas (Brasil). O tabaco é atualmente a mais importante cultura agrícola não-alimentícia do planeta e o Brasil além de ser o 2º maior produtor de tabaco do mundo, é o líder na exportação mundial do produto há 15 anos. Cerca de 85% do fumo produzido no Brasil é destinado à exportação, cerca de 688 mil toneladas de fumo foram exportadas em Na safra 2007/08 foram gerados R$ 3,8 bilhões em receita para os produtores de fumo brasileiros. Os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, concentram mais de 90% da produção nacional de fumo do país, especialmente os fumos claros para cigarros. No Nordeste, concentra-se a produção de fumos escuros, destinados principalmente à produção de charutos e cigarrilhas. A indústria de cigarros produz no mundo, cerca de 5,5 trilhões de cigarros por ano, em 2008 a Souza Cruz comercializou cerca de 78,6 bilhões de cigarros. Para obter a sua matéria-prima, a Souza Cruz atua de maneira integrada com cerca de 40 mil produtores de fumo, principalmente nos três estados da região Sul do Brasil, em um sistema pioneiro de parceria que funciona desde A empresa fornece insumos e presta orientação aos produtores em todas as fases da cultura de produção do fumo, além de garantir a compra de toda a produção. A alta produtividade e estabilidade do mercado, onde os preços mínimos são

5 estabelecidos antes da safra, fazem desta a principal atividade econômica das pequenas propriedades espalhadas por quase 700 municípios, nos três estados da região Sul. Grande parte do interesse dos agricultores na produção vem do fato de que o fumo é, no Brasil, um dos poucos produtos agrícolas que, devido ao sistema integrado de produção, têm a venda de toda a produção garantida e apresenta altos níveis de sustentabilidade. Os típicos produtores de fumo são minifundiários com propriedades que têm, em média, 20 hectares de extensão, dos quais apenas 10%, são empregados na produção de fumo, durante cerca de quatro meses ao ano. Em geral, uma colheita rende aproximadamente dois mil quilos de fumo por hectare. No restante da propriedade o fumicultor diversifica, produzindo outras culturas e criando animais especialmente aves, suínos e bovinos. A Souza Cruz sendo integrante do grupo BAT segue os valores e princípios estabelecidos por eles, isso significa um alinhamento das atitudes e do posicionamento das pessoas que conduzem o negócio, com o objetivo de estabelecer vantagens competitivas a partir de um único código de conduta e de uma visão inspiradora em comum. A Souza Cruz desenvolve importantes programas voltados para a qualificação e o aperfeiçoamento do agricultor e para o melhor rendimento e aproveitamento da propriedade, abordando temas como qualidade da safra, reflorestamento, diversificação de culturas e conservação e melhoramento do solo e da água. Dentre os princípios e os valores Souza Cruz, encontra-se o Principio de Gestão de Pessoas, segundo a empresa: Os Princípios de Gestão de Pessoas demonstram os Valores Corporativos, combinando a satisfação dos colaboradores com a performance dos negócios e permitindo que os esforços de responsabilidade social da companhia comecem pela prática junto a um dos mais importantes dos seus públicos, o colaborador. Em um dos tópicos sobre esses princípios de gestão, pode-se notar qual o caráter de qualificação a empresa deseja, no Uso Apropriado dos Sistemas da companhia a empresa diz ser responsabilidade dos colaboradores conhecerem e participarem dos programas de treinamento, tanto para a qualificação na utilização de sistemas informatizados adotados pela companhia, quanto para o cumprimento de todos os procedimentos operacionais de segurança e de confidencialidade. Para obter a sua matéria-prima, a Souza Cruz atua de maneira integrada com cerca de 40 mil produtores de fumo, a empresa fornece insumos e presta orientação aos produtores em todas as fases da cultura de produção do fumo, além de garantir a compra de toda a produção. Por reconhecer que fabrica um produto que envolve riscos à saúde, a Souza Cruz utiliza-se do discurso uma escolha para adultos e por isso afirmam que a sua prioridade é continuar trabalhando no desenvolvimento de produtos que potencialmente ofereçam menores riscos a seus consumidores, mas, concluem que o único modo de se evitar completamente os riscos associados ao consumo de cigarros é não fumar. 5. RESULTADOS PRELIMINARES: Os resultados preliminares mostram que a empresa tem uma grande preocupação com a conduta dos seus funcionários e por isso ela possui uma gama de programas

6 delimitados e rigorosos de normas, valores e princípios, de modo a garantir a coesão e a participação igualitária de todos no processo de trabalho e nos programas voltados para a qualificação e aperfeiçoamento do trabalhador de modo a aproveitar todas as suas competências e potencial, aumentando dessa forma a produtividade e lucratividade da empresa. Além disso, idéias difundidas pela empresa como: a importância econômica que ela representa no território nacional, o fato do Brasil ser o líder na exportação mundial do produto, a estabilidade do mercado de produção de fumo, a alta produtividade e a garantia da compra de todo o fumo produzido pelos minifundiários, apresentando assim, segundo a empresa níveis de sustentabilidade, atraem novos produtores interessados em participar desse lucrativo negocio que é a plantação e produção de fumo no Brasil. E necessária a continuação da pesquisa para que possa detectar até aonde esse discurso da Souza - Cruz é verídico ou não. 6. REFERÊNCIAS: Abreu, A. R. et al. Projeto II Reestruturação Produtiva e Qualificação. Subprojeto IV Reestruturação produtiva, trabalho e educação: os efeitos sociais da terceirização Industrial em três regiões do país. Relatório Final. CEDES/FINEP/CNPq-PCDT Antunes, R. Os Sentidos do Trabalho. São Paulo: Boitempo Antunes, R. Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil. São Paulo: Boitempo Atkinson, J. "The Changing Corporation", IN: CLUTTERBURCK (Ed). New Patterns of the Work. Aldershot: Gower Bihr, A Da Grande Noite à Alternativa: o movimento operário europeu em crise. São Paulo: Boitempo Bresciani, L. P. O Contrato da Mudança: a inovação e os papéis dos trabalhadores na indústria brasileira de caminhões. Tese de Doutorado. Campinas: IG/UNICAMP Faria, A. F. e Previtalli, F.S. Reestruturação Produtiva: o trabalho em equipes e as novas exigências do trabalhador, IN: CD II Simpósio Internacional: O Estado e as Políticas Educacionais nos Tempos Presentes. Uberlândia/UFU. 2007a. Gereffi. G. Global Commodity Chains: News Forms of Coordiantion and Control Among Nations and International Industries, IN: Competition & Change. Vol Gitahy, L & Bresciani, L. P Reestruturação Produtiva e Trabalho na Indústria Automobilística Brasileira. Texto para Discussão N. 24. Campinas: DPCT/IG/UNICAMP. Campinas Gitahy, L et al. Relações Interfirmas e Gestão de Recursos Humanos na Cadeia Produtiva de Autopeças. Relatório de Pesquisa: Projeto Reestruturação Produtiva, Trabalho e Educação. Campinas. FINEP/CEDES/CNPq Harvey, D Condição Pós-Moderna. São Paulo: Edições Loyola Leite, M. P. Trabalho e Sociedade em Transformação. Mudanças produtivas e atores sociais. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, Nogueira, C. O Trabalho Duplicado: a divisão sexual do trabalho e na reprodução: um estudo das trabalhadores do telemarketing. São Paulo: Expressão Popular Pollert "Team Work on the Assembly Line: contradiction and the dynamics of union resilience", IN: ACKERS, et al. (Ed). The New Workplace and Trade Unionism. London: Routledge Previtalli, F. S. As Relações de Subcontratação no Setor de Autopeças: um estudo de caso.

7 Dissertação de mestrado. Campinas: IFCH/UNICAMP Santana, M. A. e Ramalho, J. R. Além da Fábrica. São Paulo: Boitempo Sewell, G. The Discipline of Teams: the control of team-based industrial work through electronic and peer surveillance, IN: Administrative Science Quarterly, 43 (2), June Vasapollo, L. O Trabalho Atípico e a Precariedade. São Paulo: Expressão Popular Site Souza Cruz. Disponível em: Acesso em: 25/09/09.

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