MANUAL DE METODOLOGIA PARA GESTÃO E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS-TRATOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DE METODOLOGIA PARA GESTÃO E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS-TRATOS"

Transcrição

1 PE DI D OS MANUAL DE METODOLOGIA PARA GESTÃO E PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS-TRATOS Março de 2013

2 Índice Introdução... 2 Definições... 3 Formas de maus-tratos... 3 Definição de maus-tratos... 3 Procedimentos a adotar Negligência e maus-tratos a utentes... 3 Colaboradores... 4 Familiares/Significativos/Encarregados de Educação... 4 Procedimentos a adotar Negligência e maus-tratos a colaboradores... 5 Procedimentos Legal... 5 Declaração Universal dos Direitos Humanos... 5 Constituição da República Portuguesa... 6 Comissão de avaliação... 7 Bibliografia

3 Introdução O presente Manual de Metodologia para a Gestão e Prevenção de situações de Negligência, Abusos e Maus-tratos, gizado pelo Centro Social da Divina Providência, para as respostas sociais Casa do Bom Samaritano e Creche Bom Samaritano, pretende ser um instrumento de auxílio aos seus profissionais, na sinalização ou despiste de situações que possam por em perigo e/ou comprometer o bem-estar psíquico-emocional e físico dos seus utentes. Com a implementação deste mecanismo de ação, propomo-nos sensibilizar, informar e aprofundar o conhecimento de toda a estrutura de recursos humanos ao serviço da Instituição, face a situações que venham a ser identificadas/sinalizadas, salvaguardando a promoção da qualidade de vida dos utentes num quadro de absoluto respeito pelos seus direitos. No essencial, pretendemos que os colaboradores se sintam capacitados para saber agir ou adotar medidas adequadas tendo em conta eventuais casos de maus-tratos, abusos ou negligência que possam ocorrer no nosso contexto de intervenção Lar Residencial para Pessoas portadoras de Deficiência Mental e na Creche, que acolhe crianças desde os 04 meses aos 3 anos de idade, sejam eles perpetrados por parte dos colaboradores ou por parte dos seus responsáveis (familiares/significativos). 2

4 Definições 1. Definição de maus-tratos Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), maus-tratos, são definidos como: um ato único ou repetido, ou ainda, ausência de ação apropriada que cause dano, sofrimento ou angustia e que ocorram dentro de um relacionamento de confiança. 2. Formas de maus-tratos Maus-tratos físicos qualquer forma de agressão física (espancamentos, golpes, queimaduras, fraturas, administração abusiva de fármacos ou tóxicos, relações sexuais forçadas); Maus-tratos psicológicos ou emocionais condutas que causam dano psicológico, como: (manipulação, ameaças, humilhações, chantagem afetiva, desprezo ou privação do poder de decisão, negação do afeto, isolamento e marginalização); Negligência não satisfazer as necessidades básicas (negação de alimentos, cuidados higiénicos, habitação, segurança e cuidados médicos) Abuso económico impedir o uso e controlo do próprio dinheiro, exploração financeira e chantagem económica; Auto-negligência incapacidade de um indivíduo desempenhar tarefas de autocuidado. 3. Procedimentos a adotar Negligência e maus-tratos a utentes O Centro Social da Divina Providência, compromete-se a desenvolver um conjunto de ações e/ou medidas periódicas junto dos seus colaboradores, com o intuito de prevenir, verificar e corrigir situações de negligência, abusos de direitos, maus-tratos e discriminação dos utentes, nomeadamente: 3

5 a) Sensibilizar e formar todos os colaboradores sobre a prevenção e atuação perante situações de maus-tratos em contexto de ambas as respostas sociais; b) Planear os serviços tendo em conta uma metodologia multidisciplinar, personalizada e direcionada para cada utente; c) Implementar medidas internas de prevenção; d) Avaliar as situações de forma isenta e imparcial; e) Criar mecanismos internos de denúncia e apresentação de queixa; Sempre que se verifiquem situações de maus-tratos, compete ao colaborador que as identifique ou sinalize, informar de imediato o (a) Diretor(a) Técnico(a) que procederá ao registo do sucedido no impresso de Não Conformidade e Ocorrência. Dependendo da gravidade da situação detetada, o (a) Diretor(a) Técnico(a) pode tomar medidas imediatas (situações menos graves) podendo inclusive informar a Direção. Em casos muito graves, deverá informar com celeridade a Direção que após análise da ocorrência toma as medidas consideradas adequadas à situação, nomeadamente a sua sinalização às entidades competentes. Em todo o desenrolar do processo, garantir-se-á a preservação da idoneidade e confidencialidade das partes envolvidas. a) Colaboradores Sempre que sejam detetadas situações de negligência, abusos e maus-tratos por parte dos colaboradores aos utentes, a Direção deverá ouvir todas as partes envolvidas, (salvaguardando sempre os direitos do utente), acionando os mecanismos de sanção previstos no CCT (Contrato Coletivo de Trabalho e Código do Trabalho) como por exemplo: instaurar um processo disciplinar e consequente sansão que poderá culminar com o despedimento por justa causa. 4

6 b) Familiares/Significativos/Encarregados de Educação Sempre que sejam detetadas situações de negligência, abusos e maus-tratos por parte dos familiares/significativos/encarregados de educação, aos utentes, os colaboradores do Centro Social da Divina Providência, devem informar o(a) Diretor(a) Técnico(a) da resposta social em causa, que pode encaminhar a situação identificada para a respetiva Comissão de Avaliação, e em última instância para a Direção da Instituição. Esta compromete-se a avaliar a situação em causa, ouvindo inclusive o utente vítima de maustratos e dos eventuais responsáveis. Perante situações concretas, a Direção da Instituição deverá apoiar o utente e sensibilizar os familiares/significativos/encarregados de educação a superar a situação ou, em casos extremos, acionar os meios legais ao dispor, com o intuito de salvaguardar a integridade, segurança e bem-estar e qualidade de vida do utente. De acordo com os casos detetados, poderão ser acionados os seguintes mecanismos legais: Serviços locais do Instituto da Segurança Social, Autoridades Competentes e Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco do concelho de Ourém. 4. Procedimentos a adotar Negligência e maus-tratos a colaboradores No caso de se verificar ações de negligência, abusos e maus-tratos a colaboradores, cometidas por utentes, familiares ou significativos e encarregados de educação, a Direção determina a audição de todas as partes envolvidas. Deve garantir que os direitos dos colaboradores são salvaguardados e aciona junto dos utentes, familiares ou significativos e encarregados de educação, as sanções adequadas de acordo com os mecanismos legais e em observância ao que está definido no Regulamento Interno para situações desta índole. 5. Procedimentos Legal Neste ponto, apresentamos um conjunto de indicações, princípios e normas aplicáveis à problemática da Negligência, Abusos e Maus-tratos. 5

7 Declaração Universal dos Direitos Humanos: Artigo 3.º - Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Artigo 5.º - Ninguém pode ser submetido a tortura nem a penas ou a tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. Constituição da República Portuguesa: Direitos, Liberdades e Garantias Pessoais [Parte I, Título I, Título II, Capítulo I (Direitos, Liberdades e Garantias Pessoais)]: art.º 13.º - Principio da Igualdade; art.º 24.º - Direito à Vida; art.º 25.º - Direito à Integridade Pessoal; art.º 26.º - Outros direitos pessoais; art.º 18.º - Força jurídica dos preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias. Artigo 13.º - Princípio da Igualdade 1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. 2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas, ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual. Artigo 24.º - Direito à Vida 1. A vida humana é inviolável. 2. Em caso algum haverá pena de morte. Artigo 25.º Direito à integridade pessoal 1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável. 2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a tratos ou penas cruéis, degradantes ou desumanas. 6

8 Artigo 26.º - Outros direitos pessoais 1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à proteção legal contra quaisquer formas de discriminação. Qualquer pessoa pode participar junto das forças de segurança ou do Ministério Público situações de maus-tratos de que tenha conhecimento. A participação é obrigatória para os colaboradores (com o sentido do art.º 386. º do Código Penal) quanto aos crimes de que tomem conhecimento no exercício das suas funções ou por causa delas. 6. Comissão de avaliação Ao implementar o presente Manual, foi definida uma Comissão de Avaliação e Gestão das situações de Negligencia, Abusos e Maus-tratos e descriminação aos utentes das respostas sociais Casa do Bom Samaritano e Creche Bom Samaritano, sendo constituída pela Diretora Técnica e Equipa Técnica de ambas as respostas sociais. Fátima, 13 de Março de 2013 A Presidente da Direção (Maria José Rodrigues da Costa Lima) 7

9 Bibliografia - Manual de Boas Práticas: Um guia para o acolhimento residencial do Instituto da Segurança Social, I.P. autores: Grupo de coordenação do plano de auditoria social. CID Crianças, Idosos e Deficientes Cidadania, Instituições e Direitos. 8

Conceito De Liberdade Pessoal Tânia Fernandes

Conceito De Liberdade Pessoal Tânia Fernandes Conceito De Liberdade Pessoal Tânia Fernandes 24-11-2010 Tânia Fernandes Página 1 Índice Índice Conceito De Liberdade Pessoal... 1 Índice... 2 Conceito De Liberdade Pessoal... 3 Segue alguns artigos do

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Pombal

Santa Casa da Misericórdia de Pombal Manual de Políticas Santa Casa da Misericórdia de Pombal Índice 1. Política da Qualidade 2. Politica de Apoio Social 3. Politica de Recursos Humanos 4. Politica de Ética 5. Politica de Envolvimento Ativo

Leia mais

Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração

Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração REPÚBLICA PORTUGUESA EDUCAÇÃO CADERNO DIGITAL Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais (CONVENÇÃO DE LANZAROTE 25.10.2007) VERSÃO AMIGÁVEL

Leia mais

Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente

Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente Carta de Direitos e Deveres do Cliente Índice 1 - PREÂMBULO 3 2 - ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3 - DIREITOS DAS CRIANÇAS 3 4 - DIREITOS DOS RESPONSÁVEIS PELAS CRIANÇAS 4 5 - DEVERES DAS CRIANÇAS 5 6 - DEVERES

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 9 de Janeiro de 2010 1 Modelo CRITÉRIOS RIOS MEIOS CRITÉRIO 1. LIDERANÇA, PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da

Leia mais

Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente

Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente Carta de Direitos e Deveres do Cliente Índice 1 - PREÂMBULO 3 2 - ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3 - DIREITOS DOS IDOSOS 3 4 - DIREITOS DOS FAMILIARES 4 5 - DEVERES DOS IDOSOS 5 6 - DEVERES DOS FAMILIARES 6 7 -

Leia mais

Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional

Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional Samba Investimentos Página1 Este manual de operações estabelece princípios e regras de conduta aplicáveis a todos colaboradores da Samba Investimentos

Leia mais

O Direito de Adoptar?

O Direito de Adoptar? Direito da Igualdade Social 2010 2011 O Direito de Adoptar? A adopção por casais homossexuais Andreia Engenheiro Nº 2068 1. Família Tem influência de factores: - Religiosos; - Económicos; - Socio-culturais.

Leia mais

Ficha Informativa + Segurança

Ficha Informativa + Segurança Ficha Informativa + Segurança Saúde Edição N.º 19 Atividades Técnicas do Serviço de Segurança no Trabalho dezembro de 2016 O desenvolvimento da prevenção de riscos profissionais no local de trabalho é

Leia mais

Cuarta Conferencia Regional Intergubernamental sobre Envejecimiento y Derechos de las Personas Mayores en América Latina y el Caribe Asunción, junio

Cuarta Conferencia Regional Intergubernamental sobre Envejecimiento y Derechos de las Personas Mayores en América Latina y el Caribe Asunción, junio Cuarta Conferencia Regional Intergubernamental sobre Envejecimiento y Derechos de las Personas Mayores en América Latina y el Caribe Asunción, junio de 2017 Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa

Leia mais

Política de Compras da Altranportugal

Política de Compras da Altranportugal Política de Compras da Altranportugal Índice 1. POLÍTICA DE COMPRAS..3 1.1 Expetativas da Altran perante os fornecedores... 3 1.1.1 No âmbito da Segurança e Saúde no Trabalho (SST).... 3 1.1.2 No âmbito

Leia mais

PLANOS DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR

PLANOS DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR S DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR ANÁLISE DA SITUAÇÃO NACIONAL 1. Identificar causas/ fatores de vulnerabilidade e modalidades de violência sexual contra

Leia mais

SUMÁRIO. Administração Pública

SUMÁRIO. Administração Pública Administração Pública Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização...3 Organização administrativa:

Leia mais

2015 P. 1 de 6. Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Linha de ética

2015 P. 1 de 6. Procedimento para a Comunicação de Irregularidades Linha de ética P. 1 de 6 Procedimento para a Aprovado em reunião do Conselho Fiscal de 3.12. P. 2 de 6 1. INTRODUÇÃO A Galp Energia, SGPS, S.A. (doravante Galp ) baseia o exercício da sua atividade em princípios de lealdade,

Leia mais

PORTARIA MS/SAS Nº 415, de 21/5/2014

PORTARIA MS/SAS Nº 415, de 21/5/2014 Aborto Legal PORTARIA MS/SAS Nº 415, de 21/5/2014 Art. 1º Fica incluído, na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS, no grupo 04 subgrupo 11 forma de organização

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aula 1 Sistema Jurídico dos Direitos da Criança e do Adolescente Prof. Diego Vale de Medeiros 1.1 INTRODUÇÃO Especialização da organização judiciária Contextualização

Leia mais

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR Manual de GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Acolhimento Familiar (33 V4.02) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

Código Deontológico. SECÇÃO I Do código deontológico do Terapeuta de Medicina natural. Artigo 1.º Princípios gerais

Código Deontológico. SECÇÃO I Do código deontológico do Terapeuta de Medicina natural. Artigo 1.º Princípios gerais Código Deontológico SECÇÃO I Do código deontológico do Terapeuta de Medicina natural Artigo 1.º Princípios gerais 1 - As intervenções de Medicina Natural são realizadas com a preocupação da defesa da liberdade

Leia mais

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz PLANO ANUAL DE TRABALHO 20/205 9ºAno Código 070 Educação para a Cidadania 9º Ano Ano Letivo: 20/ 205 Plano Anual Competências a desenvolver Conteúdos Temas/Domínios Objetivos Atividades / Materiais 3 Períodos

Leia mais

Política de Transparência nas Relações com Terceiros

Política de Transparência nas Relações com Terceiros Política de Transparência nas Relações com Terceiros Sumario Objetivo e Alcance 3 Princípios gerais 3 1. Declaração de conflito de interesses 4 1.1. Definição de conflito de interesses 4 1.2. Conflitos

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA AGÊNCIA PARA O INVESTIMENTO E COMÉRCIO EXTERNO DE PORTUGAL, E.P.E. (AICEP) CAPÍTULO I - Âmbito e Objectivo. Artigo 1º (Âmbito)

CÓDIGO DE CONDUTA DA AGÊNCIA PARA O INVESTIMENTO E COMÉRCIO EXTERNO DE PORTUGAL, E.P.E. (AICEP) CAPÍTULO I - Âmbito e Objectivo. Artigo 1º (Âmbito) CÓDIGO DE CONDUTA DA AGÊNCIA PARA O INVESTIMENTO E COMÉRCIO EXTERNO DE PORTUGAL, E.P.E. (AICEP) CAPÍTULO I - Âmbito e Objectivo Artigo 1º (Âmbito) 1. O presente Código de Conduta integra o conjunto das

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2015

PLANO DE ATIVIDADES 2015 PLANO DE ATIVIDADES 2015 ÍNDICE ENQUADRAMENTO QUEM SOMOS MISSÃO, VISÃO E VALORES SERVIÇOS À COMUNIDADE MISSÃO PRINCIPAL DA COOPERATIVA RESPOSTAS SOCIAIS ESTRATÉGIAS CHAVE QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS CHAVE

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O ISQ sendo hoje uma grande organização, com larga implantação nacional e uma presença estabelecida internacionalmente, é fundamental que caracterizemos

Leia mais

CÓDIGO de CONDUTA. Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica. Edição: 1 Data:

CÓDIGO de CONDUTA. Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica. Edição: 1 Data: CÓDIGO de CONDUTA do Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica O Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica é a entidade concessionária da Rede Nacional de Transporte

Leia mais

Carta de Direitos e Deveres do Cliente

Carta de Direitos e Deveres do Cliente Carta de Direitos e Deveres do Cliente CONTROLO DAS REVISÕES DO DOCUMENTO Versão Data Descrição Página(s) Próxima revisão 01 15.12.2009 Elaboração da 1ª versão do documento ----- Dezembro 2011 02 12.04.2010

Leia mais

CIDADANIA: DIREITOS CIVIS, POLÍTICOS, SOCIAIS, E OUTROS

CIDADANIA: DIREITOS CIVIS, POLÍTICOS, SOCIAIS, E OUTROS CIDADANIA: DIREITOS CIVIS, POLÍTICOS, SOCIAIS, E OUTROS O que é ser cidadão e cidadania? Cidadão é o indivíduo participante de uma comunidade (Estado) e detentor de direitos e deveres. Assim, a cidadania

Leia mais

Ficha técnica. Título: Código de Ética da Avaliação

Ficha técnica. Título: Código de Ética da Avaliação Ficha técnica Título: Código de Ética da Avaliação Edição: Gabinete de Avaliação e Auditoria Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. Ministério dos Negócios Estrangeiros Data: Janeiro 2013 Contacto:

Leia mais

FUNDAÇÃO AGA KHAN PORTUGAL CÓDIGO DE CONDUTA

FUNDAÇÃO AGA KHAN PORTUGAL CÓDIGO DE CONDUTA FUNDAÇÃO AGA KHAN PORTUGAL CÓDIGO DE CONDUTA ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Missão... 3 3. Principais objetivos... 3 4. Legalidade... 4 5. Governação... 4 6. Principais regras de conduta... 4 7. Transparência...

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2016

PLANO DE ATIVIDADES 2016 PLANO DE ATIVIDADES 2016 ÍNDICE ENQUADRAMENTO QUEM SOMOS MISSÃO, VISÃO E VALORES SERVIÇOS À COMUNIDADE MISSÃO PRINCIPAL DA COOPERATIVA RESPOSTAS SOCIAIS ESTRATÉGIAS CHAVE QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS CHAVE

Leia mais

Da Ordem Social: da família, da criança, do adolescente e do idoso.

Da Ordem Social: da família, da criança, do adolescente e do idoso. Da Ordem Social: da família, da criança, do adolescente e do idoso. Cretella Júnior e Cretella Neto Direito Constitucional III Prof. Dr. João Miguel da Luz Rivero jmlrivero@gmail.com Base da ordem social

Leia mais

ABNT NBR SGS MANUAL DO SGS

ABNT NBR SGS MANUAL DO SGS OBJETIVO DO SGS Para aumentar a segurança dos clientes e seus colaboradores, a Alaya Expedições montou um sistema de gestão baseado no principio da melhoria contínua e na conformidade com a norma ABNT

Leia mais

Responsável pela Candidatura Cargo Departamento

Responsável pela Candidatura Cargo Departamento FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC) Diretor(a) Abílio Manuel Saraiva da Cunha Setor de Atividade Economia Social (IPSS) Número de Efetivos 227 NIF 506 831

Leia mais

Lei n.º 113/2009, de 17/9 1

Lei n.º 113/2009, de 17/9 1 (Não dispensa a consulta do Diário da República) Lei n.º 113/2009, de 17/9 1 Estabelece medidas de proteção de menores, em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra a Exploração

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos da Mãe Terra. Ter, 11 de Maio de :24

Declaração Universal dos Direitos da Mãe Terra. Ter, 11 de Maio de :24 Declaração Universal dos Direitos da Mãe Terra. Ter, 11 de Maio de 2010 19:24 Projeto de Declaração Universal dos Direitos da Mãe Terra Elaborado na Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática

Leia mais

Igualdade de Género, e Não-discriminação.

Igualdade de Género, e Não-discriminação. 2016 Igualdade de Género, e Não-discriminação. INSTITUTO PORTUGUÊS DO SANGUE E DA TRANSPLANTAÇÃO, I.P. Igualdade de Género, e Não-discriminação. O IPST, I.P., está sujeito às normas legais previstas no

Leia mais

ABNT NBR ISO Sistemas de Gestão da Segurança Manual do SGS

ABNT NBR ISO Sistemas de Gestão da Segurança Manual do SGS OBJETIVO DO SGS Para aumentar a segurança dos clientes e seus colaboradores, a Alaya Expedições montou um sistema de gestão baseado no princípio da melhoria contínua e na conformidade com a norma ABNT

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 62/XIII

PROJETO DE LEI N.º 62/XIII PROJETO DE LEI N.º 62/XIII 41ª ALTERAÇÃO AO CÓDIGO PENAL, APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 400/82, DE 23 DE SETEMBRO, CRIMINALIZANDO UM CONJUNTO DE CONDUTAS QUE ATENTAM CONTRA OS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS

Leia mais

É o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado.

É o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. O que é Ética São princípios e Valores. É agir bem. É o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. É fazer com os outros o que gostaríamos que fizessem

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de aplicação O Centro de Convívio da Misericórdia de Machico é uma valência administrada pela Santa Casa da Misericórdia

Leia mais

A PROTEÇÃO DE DADOS E O CONTROLO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NO LOCAL DE TRABALHO. Otília Veiga

A PROTEÇÃO DE DADOS E O CONTROLO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NO LOCAL DE TRABALHO. Otília Veiga A PROTEÇÃO DE DADOS E O CONTROLO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NO LOCAL DE TRABALHO Otília Veiga Enquadramento normativo Nacional Constituição da República Portuguesa Lei de Proteção de Dados Pessoais (Lei

Leia mais

Código de Conduta do Comercializador de Último Recurso de Gás Natural

Código de Conduta do Comercializador de Último Recurso de Gás Natural Código de Conduta do Comercializador de Último Recurso de Gás Natural A EDP Gás Serviço Universal, na observância dos Valores do Grupo EDP, designadamente de Transparência, Rigor, Integridade, Ética, Confiança,

Leia mais

sobre o papel do Ministério Público fora do sistema de justiça penal

sobre o papel do Ministério Público fora do sistema de justiça penal TRADUÇÃO da versão em francês CONSELHO DA EUROPA Recomendação CM/Rec(2012)11 do Comité de Ministros aos Estados Membros sobre o papel do Ministério Público fora do sistema de justiça penal (adoptada pelo

Leia mais

TIPOLOGIA DAS SITUAÇÕES DE PERIGO PARA A CRIANÇA/JOVEM

TIPOLOGIA DAS SITUAÇÕES DE PERIGO PARA A CRIANÇA/JOVEM 1- Abandono Criança abandonada ou entregue a si própria, não tendo quem lhe assegure a satisfação das suas necessidades físicas básicas e de segurança, Fome habitual, falta de protecção do frio, necessidade

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR LVT

Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR LVT Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Elaborado em agosto 2009. Revisão agosto 2015. Código de Ética e Conduta Profissional

Leia mais

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES

IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES IGUALDADE NÃO É (SÓ) QUESTÃO DE MULHERES TERESA MANECA LIMA SÍLVIA ROQUE DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES APENAS UMA QUESTÃO DE SEXO? SEXO GÉNERO SEXO: conjunto de características biológicas e reprodutivas

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Sumário Introdução Regras de Conduta da MIP Gestão do Código de Ética e Conduta da MIP Glossário Termo de Compromisso 03 05 10 12 15 2 Introdução A missão da MIP Engenharia S.A.

Leia mais

INDICE POLÍTICA DA QUALIDADE 2 POLÍTICA DE ÉTICA 3 POLÍTICA DE ENVOLVIMENTO E PARTICIPAÇÃO 4 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE 5

INDICE POLÍTICA DA QUALIDADE 2 POLÍTICA DE ÉTICA 3 POLÍTICA DE ENVOLVIMENTO E PARTICIPAÇÃO 4 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE 5 INDICE POLÍTICA DA QUALIDADE 2 POLÍTICA DE ÉTICA 3 POLÍTICA DE ENVOLVIMENTO E PARTICIPAÇÃO 4 POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE 5 POLÍTICA DE PREVENÇÃO DE ABUSO FÍSICO, MENTAL E FINANCEIRO 6 POLÍTICA DE RECRUTAMENTO

Leia mais

Código de Conduta da SKF. para fornecedores e subcontratantes

Código de Conduta da SKF. para fornecedores e subcontratantes Código de Conduta da SKF para fornecedores e subcontratantes Código de Conduta da SKF para fornecedores e subcontratantes Os fornecedores e subcontratantes da SKF desempenham um papel importante em nossa

Leia mais

O envelhecimento ativo e as Pessoas com Deficiência

O envelhecimento ativo e as Pessoas com Deficiência O envelhecimento ativo e as Pessoas com Deficiência Fátima Alves UIFD- Unidade de Investigação, Formação e Desenvolvimento INR- Ministério da Solidariedade e da Segurança Social Lisboa, 10 de Maio de 2012

Leia mais

PROVEDOR DO IDOSO PROTOCOLO

PROVEDOR DO IDOSO PROTOCOLO PROVEDOR DO IDOSO PROTOCOLO As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa e que se traduzem num envelhecimento populacional, coloca às instituições, às famílias e à comunidade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO QUE INSTITUI O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DA FPAS PREÂMBULO

REGULAMENTO INTERNO QUE INSTITUI O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DA FPAS PREÂMBULO REGULAMENTO INTERNO QUE INSTITUI O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DA FPAS PREÂMBULO As obrigações de transparência, de responsabilidade, de solidariedade e cooperação que recaem sobre a Federação Portuguesa

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 1 Objetivos do Código de Ética A Câmara Municipal de Cascais está motivada em criar todas as condições necessárias para que os seus colaboradores desenvolvam as suas funções

Leia mais

CARTA DE DIREITOS DOS CLIENTES

CARTA DE DIREITOS DOS CLIENTES CARTA DE DIREITOS DOS CLIENTES Capítulo 1º Objecto e âmbito A Carta de direitos e deveres dos clientes materializa o compromisso da APPACDM de Soure relativamente aos serviços e programas que envolvem

Leia mais

Reflexão Estrutura e Comunicação Organizacional

Reflexão Estrutura e Comunicação Organizacional Reflexão Estrutura e Comunicação Organizacional O módulo de Estrutura e Comunicação Organizacional (ECO), leccionado pelo formador Carlos Pedro Alves Guedes, com total de cinquenta horas. Nesta UFCD abordamos

Leia mais

VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR, IDOSO INTERVENÇÃO E SERVIÇO SOCIAL

VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR, IDOSO INTERVENÇÃO E SERVIÇO SOCIAL VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR, IDOSO INTERVENÇÃO E SERVIÇO SOCIAL Denise Nayara Lourenço* Marisa Aparecida Simões de Freitas** JUSTIFICATIVA O envelhecimento, antes considera um fenômeno hoje faz parte, da realidade

Leia mais

DECRETO N.º 378/X. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 378/X. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 378/X Estabelece medidas de protecção de menores, em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra a exploração sexual e o abuso sexual de crianças e procede à segunda

Leia mais

Cooperativas Sociais. Marcelo Mauad Assessor jurídico da UNISOL/Brasil Professor Universitário Autor do livro: Cooperativas de Trabalho Editora LTr

Cooperativas Sociais. Marcelo Mauad Assessor jurídico da UNISOL/Brasil Professor Universitário Autor do livro: Cooperativas de Trabalho Editora LTr Cooperativas Sociais Marcelo Mauad Assessor jurídico da UNISOL/Brasil Professor Universitário Autor do livro: Cooperativas de Trabalho Editora LTr Ressalva inicial Não se pretende substituir o imprescindível

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos

Leia mais

CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA

CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA Artigo 1º Definição 1. O Centro Social Paroquial de Oeiras com sede na Igreja Matriz de Oeiras, é uma Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA: TERCEIRIZAÇÃO E IGUALDADE. ADILSON ABREU DALLARI Prof. Titular da PUC/SP

SEGURANÇA PÚBLICA: TERCEIRIZAÇÃO E IGUALDADE. ADILSON ABREU DALLARI Prof. Titular da PUC/SP SEGURANÇA PÚBLICA: TERCEIRIZAÇÃO E IGUALDADE ADILSON ABREU DALLARI Prof. Titular da PUC/SP I Introdução Estado de Direito: contenção do poder e garantia de direitos vida humana e segurança urbanização,

Leia mais

Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança

Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança Breve Enquadramento O Plano Local de Promoção dos Direitos da Criança constitui o resultado do Projeto Tecer a, promovido pela Comissão Nacional de Promoção

Leia mais

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de Plano de Ação Rede Social Mafra Eixo I - DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso Objectivo Específico 1. Aumentar a capacidade

Leia mais

O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA

O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA HTTP://WWW.REVIDE.COM.BR/BLOG/SAMIRA-FONSECA/ BREVE HISTÓRICO CONSTITUCIONAL 1976 Constituição Brasileira expressamente

Leia mais

Renata Tibyriçá Defensora Pública do Estado

Renata Tibyriçá Defensora Pública do Estado Renata Tibyriçá Defensora Pública do Estado Defensoria Pública é instituição prevista na Constituição Federal (art. 134), presta assistência jurídica gratuita à população necessitada (geralmente são atendidas

Leia mais

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto)

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) (Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) dezembro, 2013 CARTA DE MISSÃO (Portaria n.º 266/2012, de 30 de agosto) Nome do Diretor Carlos Alberto Martins Carvalho Escalão 9º Unidade Orgânica : Agrupamento

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta INTRODUÇÃO O Código de Ética e conduta da Damasco Penna é dirigido à todos os colaboradores, estagiários e membros da administração para servir de referência da atuação pessoal

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO GRUPO EDF

CÓDIGO DE ÉTICA DO GRUPO EDF CÓDIGO DE ÉTICA DO GRUPO EDF A energia elétrica não é uma mercadoria como outra qualquer. É por isso que sua geração, transmissão, distribuição e comercialização são assuntos do interesse de todos. Desde

Leia mais

Procedimento de Gestão da Imparcialidade

Procedimento de Gestão da Imparcialidade Página 1 de 6 Elaboração / Revisão Análise Crítica e Aprovação Data Gerente de Certificações Executivo Sênior / RD 16/05/2016 1 OBJETIVO E ESCOPO DE APLICAÇÃO Estabelecer as diretrizes para a assegurar

Leia mais

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE Grave violação dos direitos fundamentais de toda criança e adolescente, no entanto muito comum. Cerca de 10% das crianças e adolescentes que chegam

Leia mais

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS 1/5 POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS ÍNDICE 1. OBJETIVO... 1 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 1 3. DEFINIÇÕES... 1 4. PRINCÍPIOS DE ATUAÇÃO... 2 4.1. PRINCÍPIO DA NÃO DISCRIMINAÇÃO... 2 4.2. CONFLITO

Leia mais

Artigo 1º (DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREIROS DO HOMEM)

Artigo 1º (DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREIROS DO HOMEM) ( de quem verificou que o infrator pagou a sua multa) Artigo 1º (DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREIROS DO HOMEM) Todos os seres humanos nascem livres em dignidade e em direitos Sabia que: tem o direito e o

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária.

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária. PROGRAMA DE ACÇÃO A diversidade e complexidade dos assuntos integrados no programa de acção da OMA permitirá obter soluções eficazes nos cuidados primários de saúde, particularmente na saúde reprodutiva

Leia mais

Acesso à Informação em Saúde NORMA CA.04. OBJETIVO: Definir as normas e procedimentos de acesso à informação em saúde

Acesso à Informação em Saúde NORMA CA.04. OBJETIVO: Definir as normas e procedimentos de acesso à informação em saúde OBJETIVO: Definir as normas e procedimentos de acesso à informação em saúde DESTINATÁRIOS: Profissionais de saúde e utentes DIPLOMAS LEGAIS QUE SUPORTAM A NORMA: Lei nº 46/2007 de 24 de agosto Lei nº 67/98

Leia mais

01 D/DQ 14/07/10 CARTA DOS DIREITOS E DEVERES. do CLIENTE / UTENTE

01 D/DQ 14/07/10 CARTA DOS DIREITOS E DEVERES. do CLIENTE / UTENTE 14 07 10 01 D/DQ 14/07/10 CARTA DOS DIREITOS E DEVERES do CLIENTE / UTENTE Preâmbulo Tendo como referência o Código de Ética, a Carta dos Direitos e Deveres do Cliente reforça o compromisso da APCC com

Leia mais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais

Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais Comité Nacional de EITI Roteiro para divulgação de Beneficiários Reais -2020 OBJETIVO GERAL De acordo com as Normas de EITI de 2016, requisito 2.5 referente a "Beneficial Ownership" (Beneficiários Reais),

Leia mais

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de janeiro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0354 (NLE) 5725/17 SCH-EVAL 31 COMIX 66 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado-Geral do Conselho data:

Leia mais

01- De acordo com a lei /06 conhecida popularmente como lei Maria da Penha é correto afirmar que :

01- De acordo com a lei /06 conhecida popularmente como lei Maria da Penha é correto afirmar que : Lei 11.340/06 - Lei Maria da Penha. Elaborador - Prof. Wilson T. Costa 01- De acordo com a lei 11.340/06 conhecida popularmente como lei Maria da Penha é correto afirmar que : A) É considerada relação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO

REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO 1 de 10 REGULAMENTO INTERNO PARA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO 2 de 10 Índice 1. Enquadramento... 3 2. Definição... 3 3. Princípios... 4 4. Objetivos... 4 5. Direitos... 5 6. Deveres... 5 7. Inscrição... 7

Leia mais

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex.

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex. 1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Disposições Gerais Os sistemas de informação, a infraestrutura tecnológica, os arquivos de dados e as informações internas ou externas, são considerados importantes

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA 1/7

CÓDIGO DE CONDUTA 1/7 CÓDIGO DE CONDUTA 1/7 ÍNDICE Página A Missão da Fundação AEP 3 Visão 3 Valores 3 Objetivos 3 Objeto, Âmbito e Aplicação 4 Transparência na Atuação e Publicitação das Contas 4 Impedimentos ou Incompatibilidades

Leia mais

1 CÓDIGO DE CONDUTA PARA JOVENS ATLETAS Os clubes desportivos devem oferecer a possibilidade de experiências positivas aos jovens atletas, caracterizando-se por serem espaços seguros, que fomentam novas

Leia mais

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz PLANO ANUAL DE TRABALHO 06/07 9ºAno Código 40470 Educação para a Cidadania 9º Ano Ano Letivo: 06/ 07 Plano Anual Competências a desenvolver Conteúdos Temas/Domínios Objetivos Atividades / Materiais Períodos

Leia mais

PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE OS ÓRGÃOS DE CONTROLE SUPERIOR

PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE OS ÓRGÃOS DE CONTROLE SUPERIOR PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE OS ÓRGÃOS DE CONTROLE SUPERIOR INTRODUÇÃO...- 1-1. ÓRGÃOS DE CONTROLE SUPERIOR...- 1-2. AUTONOMIA DOS ÓRGÃOS DE CONTROLE SUPERIOR...- 1-3. AUTORIDADES...-

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. 2. Órgão internacional: Comissão Interamericana de Direitos Humanos

SUMÁRIO EXECUTIVO. 2. Órgão internacional: Comissão Interamericana de Direitos Humanos Fortaleza, Brasil, 03 de março de 2015. SUMÁRIO EXECUTIVO Petição internacional contra o Estado Brasileiro: Denúncia de violações de direitos de adolescentes privados de liberdade no estado do Ceará 1.

Leia mais

DECISÃO (UE) 2017/935 DO BANCO CENTRAL EUROPEU

DECISÃO (UE) 2017/935 DO BANCO CENTRAL EUROPEU 1.6.2017 L 141/21 DECISÃO (UE) 2017/935 DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 16 de novembro de 2016 sobre a delegação de poderes para a adoção de decisões relativas à adequação e idoneidade e a avaliação dos requisitos

Leia mais

Protecção de Dados na Informação de Saúde

Protecção de Dados na Informação de Saúde Protecção de Dados na Informação de Saúde Proteção de Dados um Direito Fundamental Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973) Convenção 108 do Conselho da Europa (1981); Diretiva 95/46/CE Carta

Leia mais

O papel do técnico de acompanhamento

O papel do técnico de acompanhamento O papel do técnico de acompanhamento SANDRA PINHO Objetivos Reconhecer as mais valias da pessoa com deficiências e incapacidades no trabalho Reconhecer a importância do técnico especializado de acompanhamento

Leia mais

Sigilo Profissional. Maria Elisa Villas-Bôas FAMED, 2005

Sigilo Profissional. Maria Elisa Villas-Bôas FAMED, 2005 Sigilo Profissional Maria Elisa Villas-Bôas FAMED, 2005 Sigilo Profissional A confidencialidade e o respeito à privacidade como preceitos morais tradicionais dos profissionais de saúde e base da confiança,

Leia mais

PL 055 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL. Publicado em: 13/05/2016

PL 055 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL. Publicado em: 13/05/2016 1. OBJETIVOS Estabelecer os princípios e diretrizes que norteiam as ações de práticas socioambientais da Getnet nos negócios e na relação com todas as partes interessadas, incluindo as diretrizes para

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA OS IDOSOS. Prof. Dr. Helio Furtado

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA OS IDOSOS. Prof. Dr. Helio Furtado POLÍTICAS PÚBLICAS PARA OS IDOSOS Prof. Dr. Helio Furtado POLÍTICAS PÚBLICAS O aumento da longevidade e o rápido crescimento do peso relativo da população idosa, aliados às deficiências no sistema público

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Versão 001 Data 21-12-2011 Índice 1. ENQUADRAMENTO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. VERSÃO... 4 4. ÂMBITO... 5 5. SIGLAS, ACRÓNIMOS E DEFINIÇÕES... 5 6. DOCUMENTOS ASSOCIADOS... 6 7. MISSÃO... 6 8. ÁREAS AVALIADAS,

Leia mais

Ética aplicada: ética, moral, valores e virtudes. Professora Renata Lourdes.

Ética aplicada: ética, moral, valores e virtudes. Professora Renata Lourdes. Ética aplicada: ética, moral, valores e virtudes Professora Renata Lourdes. renatalourdesrh@hotmail.com CONCEITO DE ÉTICA Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) 30.6.2016 L 173/47 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2016/1055 DA COMISSÃO de 29 de junho de 2016 que estabelece normas técnicas de execução no que se refere às modalidades técnicas para a divulgação pública

Leia mais

NORMAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS PARA FREQUÊNCIA DOS CENTROS DE ATIVIDADES DE TEMPOS LIVRES, NO ÂMBITO DA AÇÃO SOCIAL

NORMAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS PARA FREQUÊNCIA DOS CENTROS DE ATIVIDADES DE TEMPOS LIVRES, NO ÂMBITO DA AÇÃO SOCIAL NORMAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS PARA FREQUÊNCIA DOS CENTROS DE ATIVIDADES DE TEMPOS LIVRES, NO ÂMBITO DA AÇÃO SOCIAL A Câmara Municipal de Sesimbra apoia famílias de contexto socioeconómico fragilizado, através

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos Humanos. 60 aniversário

Declaração Universal dos Direitos Humanos. 60 aniversário Declaração Universal dos Direitos Humanos 60 aniversário 1948-2008 A história da DUDH O primeiro documento global sobre a igualdade e a dignidade de todos 2 Depois da Segunda Guerra Mundial e da criação

Leia mais

Introdução Página 2 A CPCJ de Boticas Página 3 Plano de Atividades Página 4

Introdução Página 2 A CPCJ de Boticas Página 3 Plano de Atividades Página 4 Índice Introdução Página 2 A CPCJ de Boticas Página 3 Plano de Atividades Página 4 Introdução O objetivo do Plano de Atividades da CPCJ de Boticas para 2016 é planear as atividades, procurando manter,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA CRIAÇÃO DE LOGÓTIPO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VILA POUCA DE AGUIAR

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA CRIAÇÃO DE LOGÓTIPO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DO CONCURSO PARA CRIAÇÃO DE LOGÓTIPO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE VILA POUCA DE AGUIAR 1 PROMOTOR O Conselho Municipal de Juventude do Município de Vila Pouca de Aguiar leva a efeito

Leia mais

Relatório Anual de Atividades. CPCJ Matosinhos

Relatório Anual de Atividades. CPCJ Matosinhos Relatório Anual de Atividades de 2011 Relatório Anual de Atividades CPCJ Matosinhos 2011 Matosinhos, Março de 2012 Apresentação dos dados estatísticos referentes à atividade desenvolvida pela Comissão

Leia mais

" Crianças são como borboletas ao vento... algumas voam rápido... algumas voam pausadamente, mas todas voam do seu melhor jeito...

 Crianças são como borboletas ao vento... algumas voam rápido... algumas voam pausadamente, mas todas voam do seu melhor jeito... " Crianças são como borboletas ao vento... algumas voam rápido... algumas voam pausadamente, mas todas voam do seu melhor jeito... Cada uma é diferente, cada uma é linda e cada uma é especial." De uma

Leia mais

OAB 1ª Fase Direitos Humanos Emilly Albuquerque

OAB 1ª Fase Direitos Humanos Emilly Albuquerque OAB 1ª Fase Direitos Humanos Emilly Albuquerque 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. CONVENÇÃO PARA A PREVENÇÃO E A REPRESSÃO DO CRIME DE GENOCÍDIO (1948) 1) Objetivo:

Leia mais