SOA AND XBRL: SOA MODEL IMPLEMENTATION AND INTEGRATION WITH XBRL

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1 SOA AND XBRL: SOA MODEL IMPLEMENTATION AND INTEGRATION WITH XBRL José Rogério Poggio Moreira (Universidade Salvador - UNIFACS, Bahia, Brasil) - Colaborador: Paulo Caetano da Silva (Universidade Salvador UNIFACS, Bahia, Brasil) - The alignment and adaptation of business processes to the strategic needs of the organization affect several businesses requiring high efforts. This is caused due to the low flexibility of information systems to changes in business requirements. Another problem encountered in organizations is the diversity of data formats that are related to financial information, since these are stored in heterogeneous computer systems. An adaptive and structured IT environment can influence in improving the flexibility and adaptability of business processes, including information systems. Based on this context and with a view to solve these problems, we propose in this paper a model of SOA deployment and integration with XBRL. Expected to obtain, as contributions of this work, ease of adaptation of information systems to changes in business, and an improvement in the quality and reliability of financial reporting issue. Key Words: SOA Governance, SOA, XBRL. SOA AND XBRL: IMPLEMENTAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE MODELO SOA COM XBRL O alinhamento e a adaptação dos processos de negócios às necessidades estratégicas da organização afetam diversas empresas, requerendo esforços elevados. Isso é ocasionado, em razão da baixa flexibilidade dos sistemas de informações às mudanças que ocorrem nos requisitos de negócios. Outro problema encontrado nas organizações é a diversidade de formatos de dados que estão relacionados com as informações financeiras, uma vez que estas são armazenadas em sistemas computacionais heterogêneos. Um ambiente de TI estruturado e adaptativo pode influenciar na melhoria da flexibilidade e adaptabilidade dos processos de negócios, incluindo os sistemas de informações. Baseado nesse contexto e com intuito de resolver esses problemas, é proposto neste artigo um modelo de implantação SOA e integração com a XBRL. Espera-se obter, como contribuições deste trabalho, uma maior facilidade de adaptação dos sistemas de informações às mudanças que ocorrem nos negócios, além de uma melhora na qualidade e confiabilidade da emissão dos relatórios financeiros. Palavras-Chave: Governança SOA, SOA, XBRL. 3863

2 1. Introdução Atualmente, a diversidade de formato de dados dos relatórios financeiros está afetando diversas organizações. Isso ocorre, em razão dos dados estarem localizados em diversos sistemas de informações, o que resulta em dificuldade de extração, necessidade de transformação e processamento dos dados para promover a consolidação das informações no relatório financeiro. Isso aumenta significativamente: (i) o tempo de emissão dos relatórios financeiros, devido aos esforços de transformação de dados; (ii) o custo proveniente da realização desses esforços e; (iii) o risco de erros acontecerem, diminuindo, com isso, a confiabilidade dos relatórios e gerando, consequentemente, impactos negativos para o negócio. Esses problemas, relacionados com a diversidade de formato de dados das informações financeiras, podem resultar em relatórios financeiros incompletos ou sem a precisão necessária para proporcionar a transparência exigida por leis e regulamentações, além de não permitir a realização de análises financeiras acuradas, ocasionando, desta forma, insegurança ao mercado e falta de aderência aos requisitos legais. Na tentativa de solucionar essas questões foi desenvolvida a tecnologia Extensible Business Reporting Language (XBRL), que é um padrão internacional adotado por organizações da área pública e privada e que contribui para integrar informações financeiras distribuídas em diferentes formatos de dados (SILVA, 2003). A Arquitetura Orientada a Serviços (ERL, 2009) ou SOA (acrônimo em inglês para Service Oriented Architecture), fornece aos sistemas de informações e processos de negócios uma melhor adaptação às mudanças que ocorrem nos requisitos de negócio, incluindo os legais e regulamentares. Dentro do contexto deste trabalho, o uso de SOA tem como objetivo criar serviços SOA (serviços implementados em um ambiente que possui a arquitetura orientada a serviço) que irão automatizar os processos de negócios relacionados com a área financeira e contábil da organização, fazendo com que estas aplicações estejam mais flexíveis às mudanças e alinhadas com os processos de negócios que promovem a emissão de relatórios financeiros. A XBRL é um padrão de facto internacional, desenvolvido exclusivamente para a área contábil e financeira e que foca na emissão de relatórios (CRUZ, SILVA; SILVA; SANTOS, 2008). Outro fator que contribuiu para sua adoção foi o fato da sua utilização resultar nos seguintes benefícios (HRMC, 2009): (i) menor possibilidade de erros, em razão de minimzar a necessidade de reentrada de dados; (ii) maior qualidade dos dados recebidos; (iii) facilidade de manipulação de dados nos sistemas de informações; (iv) aumento da confiabilidade e segurança dos relatórios financeiros e; (v) melhoria na comunicação e transferência de dados entre diferentes departamentos e escritórios das empresas. A SOA foi adotada em escala mundial em razão da sua capacidade de adaptar facilmente os serviços construídos às mudanças que ocorrem nos processos de negócio das organizações, além do maior alinhamento de serviços providos pela área de tecnologia da informação com os processos de negócio, permitindo que esses processos evoluam sem gerar impactos negativos para as organizações. O restante deste artigo está organizado da seguinte forma. A Seção 02 discute os conceitos relacionados com a Arquitetura Orientada a Serviços. A Seção 03 examina as definições e conceitos da tecnologia XBRL. A Seção 04 detalha a estrutura do modelo de implantação SOA e integração com a XBRL. Na Seção 05 são apresentados alguns cenários 3864

3 de utilização do modelo proposto. Finalmente, na Seção 06 são feitas a conclusão e considerações finais deste artigo. 2. SOA (Service Oriented Architecture) A Arquitetura Orientada a Serviços ou SOA é uma arquitetura de software que permite disponibilizar as funcionalidades implementadas pelas aplicações em forma de serviço, que é um software baseado na arquitetura de sistemas distribuídos que aceita requisições e devolve respostas. A SOA possibilita a conexão entre os serviços criados, através do barramento de serviços ou ESB (acrônimo em inglês para Enterprise Service Bus) (MARZULLO, 2009), que tem como meta disponibilizar os contratos de serviços, os quais servem para especificar a forma de comunicação entre as aplicações de software. A SOA possibilita automatizar os processos de negócios, relacionados com a área financeira e contábil da organização, através da criação de sistemas de informações (aplicações SOA). Esses sistemas, devido à flexibilidade, interoperabilidade e em razão do alinhamento com os processos de negócios, necessários às aplicações SOA, permitem melhorar significativamente a implantação de melhorias nos processos de negócio, em virtude da facilidade de alteração e modificação desses sistemas. A SOA não é um projeto para modelar um novo sistema, mas uma mudança da estrutura de um ambiente de desenvolvimento e de manutenção de software. Não existe uma ferramenta ou um framework SOA pré-definido, o ambiente SOA deve ser construído de acordo com as características da organização, através de uma abordagem incremental e iterativa (MARZULLO, 2009). Na estrutura SOA é importante que se encontre a abordagem correta de governança, necessária à sua implantação. Deve existir uma equipe central responsável por determinar os aspectos gerais de SOA na corporação. Por outro lado, um dos elementos chaves para o seu sucesso é a descentralização, a delegação de atribuições e responsabilidades. Portanto, é importante encontrar o equilíbrio entre a centralização e a descentralização. A arquitetura SOA auxilia na redução da distância conceitual entre as áreas de negócio e de TI das corporações. O objetivo dessa abordagem (SOA) é estruturar os sistemas distribuídos baseado na abstração das regras e das funções do negócio. Essa abstração garante que os sistemas de informações, apesar de possuírem características técnicas, sejam projetados para que as pessoas das áreas de negócios possam entendê-los, gerando também através da flexibilidade e conectividade, inerentes das aplicações SOA, uma melhor adaptação dos serviços às mudanças nos requisitos que o negócio exigir. Conceitos como escalabilidade e flexibilidade ganham força na arquitetura SOA, que permite seus usos na implementação e no crescimento dos sistemas das organizações. A forma de garantir a flexibilidade nos sistemas corporativos é suportar a heterogeneidade, descentralização e até mesmo a tolerância às falhas (JOSUTTIS, 2007). Os aspectos da escalabilidade e o acoplamento fraco influenciam diretamente na questão da tolerância a falhas. Quanto menor o acoplamento, menor a dependência entre os sistemas e, assim, menores consequências terão em outros sistemas as ocorrências de falhas. É comum encontrar na literatura a ideia imprecisa de que SOA e Web Services são sinônimos. SOA é um paradigma, uma arquitetura, enquanto os Web Services são componentes da arquitetura SOA (JOSUTTIS, 2007). Um Web Service representa a materialização da ideia de um serviço que é disponibilizado na Web. Esses serviços Web 3865

4 representam a lógica de negócio que permite que clientes enviem requisições e recebam as respostas vindas do serviço Web (MARZULLO, 2009). Um Web Service provê uma infraestrutura desacoplada de plataforma, o que facilita o seu desenvolvimento e integração com diferentes tecnologias. Por possuírem uma estrutura interna fracamente acoplada, os Web Services permitem que o serviço mude sem afetar a sua utilização pelo cliente, construindo dessa forma sistemas modularizados e que atingem níveis mais adequados de integração (MARZULLO, 2009). Os Web Services devem ser vistos, segundo Marzullo (2009), como uma convergência de algumas tecnologias como HTTP (Hyper Text Transfer Protocol) (W3C, 2009), XML (extensible Markup Language) (W3C, 2008), SOAP (Simple Object Access Protocol) (W3C, 2007a), WSDL (Web Service Description Language) (W3C, 2007b) e UDDI (Universal Description, Discovery and Integration) (OASIS, 2004). Uma tecnologia relevante para integração dos Web Services com a linguagem XBRL, que será descrita na seção 2.6, é o protocolo SOAP. O SOAP é uma especificação para a troca de informações estruturadas em ambientes distribuídos, que tem como principal objetivo garantir a interoperabilidade entre diferentes sistemas através da utilização de XML e do protocolo HTTP. A linguagem XML é usada para a criação das mensagens que serão trocadas entre as aplicações distribuídas. O protocolo HTTP atua como meio de transmissão dessas mensagens, além de prover uma estrutura de chamadas de procedimentos remotos como padrão de interoperabilidade. As mensagens ou arquivos SOAP, responsáveis por empacotar o conteúdo das solicitações e respostas clientes, possuem em sua composição 04 elementos, o Envelope, o Header, o Body e o Fault (MARZULLO, 2009): O elemento Envelope é um componente obrigatório na estrutura das mensagens SOAP. Ele define a raiz da mensagem SOAP e determina como o documento XML, referente ao conteúdo da solicitação, é transformado em uma mensagem SOAP e como a mesma deve ser traduzida pelos Web Services no serviço (MARZULLO, 2009). O elemento Header é um componente opcional das mensagens SOAP que, quando presente, deve aparecer logo após o elemento Envelope. O Header deve conter informações especificas da mensagem SOAP, geralmente informações sobre o Web Service que irá receber a mensagem, como por exemplo, informações de segurança. O elemento Body é um elemento obrigatório que armazena o documento a ser transmitido (o documento XML, que contem o conteúdo da mensagem SOAP) e, opcionalmente, a definição de falhas (relacionada com o elemento Fault) que possam ocorrer. O elemento Fault é o componente da estrutura das mensagens SOAP que é responsável por capturar os erros ocorridos nos Web Services e, opcionalmente, definir códigos e mensagens de erros que possam ocorrer na transmissão e recepção dos documentos. Caso esteja presente na estrutura das mensagens SOAP, o elemento Fault deve estar dentro do elemento Body e deve ser único (MARZULLO, 2009). O processo de transformação do documento XML, que contém o conteúdo da solicitação, em uma mensagem SOAP (MARZULLO, 2009), consiste nos seguintes passos: (i) primeiro ocorre o empacotamento do documento XML (conteúdo da mensagem SOAP) no Body; (ii) em seguida ocorre o empacotamento do elemento Body dentro do elemento Envelope; (iii) opcionalmente, é anexado o elemento Header na mensagem; (iv) opcionalmente, é anexado o elemento de bloco de Falhas (Fault) na mensagem; (v) por fim, a mensagem SOAP é transmitida. 3866

5 3. XBRL (Extensible Business Reporting Language) Com o objetivo de melhorar a qualidade e confiabilidade da emissão dos relatórios financeiros, a linguagem XBRL (Extensible Business Reporting Language) fornece a estrutura necessária para realizar o intercâmbio de dados e informações financeiras de maneira padronizada entre os diversos sistemas de informações existentes. Através da sua estrutura, a XBRL contribui para a resolução dos problemas relacionados à diversidade de formato de dados das informações financeiras, em virtude dessas informações estarem localizadas em diversos sistemas e formatos de dados diferentes, o que resulta em muita manipulação de dados, para promover a consolidação dessas informações no relatório financeiro (SILVA, 2003). A XBRL é uma linguagem baseada em XML (Extensible Markup Language) que foi desenvolvida para representação e intercâmbio de informações financeiras. Seguindo essa mesma opinião, está Riccio, Silva e Sakata (2005) que complementam afirmando que a XBRL proporciona a estruturação de dados para relatórios financeiros, realizando o intercâmbio automatizado desses relatórios entre os sistemas de informações independentes. Dessa forma, a XBRL torna-se um padrão para representar e intercambiar relatórios de informação financeira, incluindo demonstrações contábeis, informações para agências governamentais reguladoras e para investidores. A XBRL em razão de ser uma linguagem baseada na XML possibilita a criação de um vocabulário padrão para intercâmbio de relatórios de informações financeiras, fazendo com que as empresas possam criar diversos tipos de relatórios financeiros para, por exemplo: (i) demonstrações financeiras; (ii) órgãos fiscalizadores e reguladores; (iii) riscos e; (iv) linhas de crédito (SILVA, 2003). É importante ressaltar, que a XBRL permite que as empresas codifiquem suas demonstrações financeiras de acordo com as exigências e regulamentações impostas por órgãos reguladores e leis, assegurando, dessa forma que as informações financeiras prestadas e atestadas pelos CFO (Chief Financial Officer) sejam precisas e confiáveis. Segundo Silva (2003), o funcionamento da XBRL é constituído por 03 tipos de documentos XML, que, por sua vez, formam a representação de um relatório financeiro. São eles: (i) um documento XML Schema (W3C, 2004) contendo a definição dos elementos usados no documento de instância XBRL; (ii) cinco documentos de Linkbase, baseados em XLink (W3C, 2001), expressando os relacionamentos entre os elementos definidos no documento anterior e; (iii) o documento de instância XBRL, o relatório propriamente dito, que contém os fatos financeiros com os dados a serem relatados. Os linkbases e documento XML Schema formam a taxonomia do relatório financeiro e o documento de instância XBRL, informa os dados a partir da taxonomia, é o relatório em si. O processo de emissão de um relatório financeiro através da XBRL compreende em: (i) definir ou selecionar a taxonomia, que deve atender as necessidades da empresa e/ou dos órgãos reguladores, para os quais a empresa irá fornecer as informações financeiras; (ii) definir as instâncias do documento XBRL, compondo-a com os dados que foram extraídos das suas bases de dados. Neste contexto, dois aspectos merecem destaque. O primeiro se refere ao aspecto da criação de uma taxonomia, que deve levar em consideração quais fatos 3867

6 financeiros se deseja expressar e a hierarquia entre estes fatos. O segundo diz respeito à criação do documento XBRL que pode capturar os fatos financeiros de um banco de dados e deve ser validado pela taxonomia criada, ou seja, deve estar de acordo com o que foi definido na taxonomia; (iii) disponibilizar o documento de instância XBRL ou intercambiar entre sistemas e bases de dados. Podem também ser utilizados recursos como as folhas de estilos XSLT (W3C, 2011) ou uma extensão da especificação XBRL 2.1 (XBRL, 2003), chamada de ixbrl (IXBRL, 2010) para apresentar o relatório XBRL em outros formatos (e.g. HTML e PDF), de forma que sua leitura seja mais aprazível ao usuário do que a instância XBRL. 4. Revisão Bibliográfica Esta seção discute os trabalhos relacionados com as tecnologias SOA e XBRL. Esses trabalhos estão associados à flexibilidade dos sistemas de informações e à emissão de relatórios financeiros XBRL e o Crescente Uso de Arquivamento Online e Pagamentos Eletrônicos Ascenção e Souza (2006) afirmam que a tecnologia da informação tem evoluído em uma velocidade difícil de ser acompanhada e a pressão competitiva tem forçado inovações dentro das organizações. O trabalho de (ASCENÇÃO; SOUZA, 2006) teve como objetivo demonstrar que para uma empresa ser competitiva, no mundo globalizado, deve adotar uma nova postura e aderir a novas tecnologias, entre elas a XBRL, para permitir uma maior flexibilidade, agilidade e eficiência aos gestores, que passam a avaliar melhor as diversas decisões a serem tomadas. Para isso, os autores discutiram os motivos que levam a adoção da XBRL, a sua forma de funcionamento e os benefícios gerados pela adoção dessa linguagem para a emissão de relatórios financeiros. Os autores concluem afirmando que a XBRL facilita a construção e divulgação de relatórios financeiros, melhorando o trabalho da área contábil das organizações. Já o trabalho de (HMRC, 2009) destaca que a implementação da XBRL para o arquivamento online está em curso, através de um subgrupo técnico do XBRL International (XBRL, 2011), para desenvolver soluções que permitam que as contas e os cálculos dos impostos das empresas sejam arquivados online, no formato XBRL. O autor afirma que existem vários benefícios ainda não quantificados que justificam a implementação da XBRL para realizar arquivamento online e pagamento eletrônico. Os benefícios são difíceis de serem quantificados, no entanto, o autor espera que os benefícios sejam superiores aos custos, fornecendo, desta forma, um benefício real para as empresas. De acordo com HRMC (2009), os beneficios incluem: (i) menor possibilidade de erro; (ii) transmissão de dados mais rápida; (iii) reconhecimento imediato dos dados recebidos; (iv) facilidade de uso; (v) aumento da confiabilidade e segurança para pagamentos eletrônicos e; (vi) melhoria na comunicação e transferência de dados entre diferentes departamentos e escritórios das empresas. No entanto, apesar do trabalho de (ASCENÇÃO; SOUZA, 2006) ter mostrado a relevância da XBRL para a construção e divulgação dos relatórios financeiros e o trabalho de (HMRC, 2009) tenha embasado a decisão sobre a utilização da XBRL, esses trabalhos não cobrem a integração da XBRL com a SOA, deixando de abordar aspectos associados à flexibilidade e o alinhamento com os processos de negócios, relacionados com os relatórios financeiros, que os sistemas de informações, que utilizam a XBRL, devem ter para comportar as modificações que ocorrem nos requisitos dos relatórios financeiros, e.g. os legais e regulamentares aos quais as empresas encontram-se vinculadas. 3868

7 4.2. A importância dos Processos de Negócio e da Governança de TI para Governança de SOA O trabalho de (MARZULLO, 2009), relata que a governança SOA representa um subconjunto de elementos que compõe a governança de TI e tem como objetivo regulamentar a gestão de processos e atividades que compõem o ciclo de vida de soluções orientadas a serviço, por meio da definição de regras, políticas, ações e mapas de responsabilidades dentro da organização. De acordo com o autor, a governança SOA destaca-se como uma técnica para ajudar a organização a implementar mecanismos de controle mais eficientes e seguros, focando no desenvolvimento de soluções orientadas a serviços. Marzullo (2009) destaca que deve ser considerada a criação do centro de competência SOA, que tem como objetivo ajudar na realização do trabalho de infraestrutura, arquitetura e processos. Conforme o autor, entre as atividades do ciclo de vida de governança SOA, as que merecem um destaque são: (i) as atividades de definição da estratégia, que tem como objetivo estabelecer a direção estratégica, identificando e priorizando os processos de negócios e recursos de TI que serão usados na construção de serviços; (ii) a gerência de mudanças e controle de versões, que tem como meta gerenciar as mudanças e versões dos serviços permitindo, com isso, a evolução dos mesmos de maneira mais controlada; e (iii) a atividade de segurança, que devido aos elevados níveis de vulnerabilidades que as arquiteturas orientadas a serviço possuem, visa garantir níveis de segurança satisfatórios dentro do contexto dos negócios que são sensíveis a ameaças. O trabalho de (AALST; LEYMANN; REISIG, 2007) mostrou que a arquitetura orientada a serviço é um paradigma para a concepção e implementação de parcerias de negócios (dentro e fora das fronteiras organizacionais), sendo objeto de interesse para fornecedores de software e pesquisadores. Nesse paradigma, ressaltam os autores, a funcionalidade oferecida por aplicativos de negócios é encapsulada dentro de serviços web que podem ser invocados por aplicações ou outros serviços, através de um conjunto de padrões da internet, incluindo o HTTP, XML, SOAP, WSDL, e UDDI. Os autores também explanam que uma vez implantados, os serviços web, fornecidos pelas várias organizações existentes, podem ser interligados, a fim de implementar colaborações de negócios, criando, com isso, os serviços web compostos. O trabalho de (MARZULLO, 2010) ressaltou a importância da governança de TI para a governança SOA. Já o trabalho de (AALST; LEYMANN; REISIG, 2007) afirmou que os serviços web são compostos para apoiar e dar mais flexibilidade aos processos de negócio, deixando-os mais adaptáveis as mudanças que ocorrem nos requisitos de negócio, concluindo que a relação entre gestão de processos de negócio e arquiteturas orientadas a serviço é altamente relevante. Ambos os trabalhos contribuíram para fundamentação e construção do modelo proposto deste artigo O Impacto da SOA nos Sistemas Empresariais e Estruturas Organizacionais e Etapas de Implantação O trabalho de (BIEBERSTEIN et al. 2005) afirma que com a economia global em ritmo acelerado uma empresa deve ser flexível e ágil para atender a mudanças relacionadas com as suas necessidades e operar em um ambiente variável. Para isso os autores mostram que é necessário alinhar as necessidades empresariais com a tecnologia de informação, através da arquitetura orientada a serviços (SOA). No entanto, para ser eficaz, o paradigma SOA também precisa romper as barreiras relacionadas com as práticas comportamentais da organização. Dessa forma, os autores mostram os desafios corporativos da SOA (e.g. mudanças culturais), bem como a necessidade de redesenhar os modelos organizacionais 3869

8 existentes, otimizando, a força de trabalho e a interação dos processos de negócios entre departamentos para alavancar os novos sistemas de TI. Bieberstein et al. (2005) concluiram que para a organização obter o valor da SOA, é essencial uma transformação organizacional e cultural. No entanto, embora essa mudança esteja sempre acompanhada pela incerteza, segundo os autores, os potenciais benefícios (flexibilidade e agilidade para atender as mudanças) superam os riscos (incertezas). Brauer e Kline (2005) afirmam que as organizações variam enormemente em seu propósito, escopo, tamanho e estrutura. No entanto, um estudo cuidadoso de suas necessidades de tecnologia de informação, levou a identificar um amplo conjunto de preocupações comuns. Segundo os autores, uma empresa dedica quase 80% do seu orçamento em manutenção de sistemas existentes. A principal razão para este alto custo é a natureza inflexível de aplicativos que são projetados. Os autores ainda mostraram que executivos de empresas exigem cada vez mais aplicações de TI adaptáveis. De acordo com Brauer e Kline (2005), pesquisas comprovaram que quase 90% das empresas mundiais citam velocidade, flexibilidade e adaptabilidade como uma prioridade. Dessa forma, os autores concluiram que o ideal para atender esses requisitos de negócio (as preocupações e exigências comuns) é o que denominaram de Empresa Adaptativa (EA). A EA é uma visão organizacional em que os negócios e a TI estão sincronizados para capitalizar a mudança. Ser uma EA ajuda a reduzir custos de TI, deixando a TI mais flexível para entregar o que o negócio realmente precisa: simplicidade, agilidade e valor. De acordo com os autores, a EA permite alcançar um forte acoplamento entre negócios e TI, permitindo que a empresa responda de forma rápida e fácil à mudança, ajudando a maximizar o retorno, mitigar riscos, melhorar o desempenho e aumentar a agilidade. O trabalho de (WALDMAN, 2009) teve como objetivo, descrever um roteiro para realizar a implementação de SOA em corporações de médio e grande porte. Para isso o autor, sugere que a implantação deva ser feita em etapas, iniciando, primeiramente, por um único sistema que seja pequeno e simples. A partir do sucesso desta primeira etapa repete-se o mesmo processo para outros sistemas, até que se tenha realizado para toda a organização. Caso a avaliação da primeira implementação não seja satisfatória, devem-se realizar novas tentativas até que a organização esteja familiarizada e confiante com o novo conceito (SOA) e, com isso, possa avançar para outros sistemas. O trabalho de (NIEMANN et al. 2008) afirma que nos últimos anos, a arquitetura orientada a serviços (SOA), juntamente com os sistemas de informações, construídos a partir desta, tem sido cada vez mais reconhecida como uma alternativa aos sistemas de informações comuns (sistemas desenvolvidos através de uma arquitetura tradicional). No contexto da SOA, a governança representa um novo desafio. Atualmente existe uma série de abordagens diferentes para frameworks de governança SOA, que diferem amplamente em escopo e capacidade. Segundo os autores, a maioria desses frameworks são orientados a produtos e, consequentemente, desenvolvidos pela própria indústria de software (e.g. HP, IBM, Microsoft). Niemann et al. (2008) concluem apresentando uma abordagem para um modelo genérico de governança SOA. Este modelo integra um ciclo de controle eficiente com um conceito de modelo de maturidade em SOA. Os autores relatam que o modelo genérico de governança SOA se baseia nas boas práticas do COBIT, e que este fornece um conjunto comum de métricas de TI. Conforme Niemann et al. (2008), esse modelo representa uma abordagem fundamental e genérica para a governança SOA. Hojaji e Shirazi (2010) em seu trabalho, afirmam que a governança de SOA é essencial para perceber os benefícios da arquitetura orientada a serviços (SOA), pois sem uma 3870

9 governança SOA eficaz, as organizações enfrentam desafios significativos, incluindo: (i) dificuldades na concepção de estruturas eficazes de decisão; (ii) falta de financiamento para o serviço SOA; (iii) falta de processos de governança consistentes e; (iv) falta de alinhamento entre área de TI e de negócios. De acordo com os autores, estudos realizados nos frameworks de governança SOA existentes, revelam que essas estruturas não documentam completamente os processos de governança SOA, juntamente com os procedimentos. Esses frameworks também não são expressivos o suficiente para cobrir todos os elementos importantes de uma governança SOA. Desta forma o trabalho de (HOJAJI; SHIRAZI, 2010) apresentou um framework de governança SOA que possui um ciclo de vida formado pelas boas práticas de governança do COBIT, juntamente com atividades de gerenciamento de serviços. De acordo com Hojaji e Shirazi (2010), o COBIT foi utilizado, em razão da sua estrutura de governança de TI madura e eficiente, que também aborda a avalição de processos de TI, e que pode ser utilizada para descrever os processos, metas e objetivos de controle das atividades da área de TI. Já o trabalho de (OTT et al. 2010) afirma que a falta de mecanismos de governança é frequentemente vista como o principal motivo para falhas de projetos SOA. Nesse trabalho, os autores apresentam elementos que podem orientar as organizações na implementação de uma abordagem de governança para SOA. Para isso, (OTT et al. 2010) apresentam um mapeamento das práticas de governança de TI, do COBIT e ITIL, para o domínio da SOA. Esses autores focaram nas alterações que são necessárias às abordagens de governança de TI do COBIT e do ITIL, com a finalidade de maximizar o potencial de negócios da arquitetura orientada a serviços. O trabalho possibilita às organizações compararem o seu próprio modelo de governança de TI, com os papéis e atividades, alinhando-os à abordagem de SOA. Isso permite identificar divergências e pontos fracos na abordagem de governança de TI e adequálas a orientação a serviços. Embora o trabalho de (BIEBERSTEIN et al. 2005) tenha ressaltado a importância da SOA para dar agilidade e flexibilidade às organizações e o trabalho de (BRAUER; KLINE, 2005) ter comprovado a necessidade, que as empresas têm, de possuir um ambiente de TI veloz, flexivel e adaptavel, além do trabalho de (WALDMAN, 2009) que contribuiu, através do seu roteiro de implementação, para a construção do modelo de implantação SOA deste artigo, os trabalhos, um vez que não tinham esse propósito, não abordaram os aspectos relacionados com a integração das aplicações SOA com a XBRL, para proporcionar uma melhora na qualidade e confiabilidade da emissão dos relatórios financeiros. O mesmo pode ser observado nos trabalhos de (NIEMANN et al. 2008), (HOJAJI; SHIRAZI, 2010) e (OTT et al. 2010) Traços inovadores da TI a serviço da Controladoria Os autores (BIANCOLINO; CRITOFOLI, 2008) relataram que a complexidade dos processos empresariais contemporâneos ligados à área de contabilidade e tecnologia da informação, indica que o mercado acionário, os departamentos de controladoria e os órgãos reguladores, como a US-SEC (ITGI, 2006) e Bancos Centrais, vêm gradativamente demandando e, consequentemente, orientando as empresas a adotarem uma nova dinâmica operacional-tecnológica que seja capaz de atender com rigor à demanda informacional das organizações. Ao mesmo tempo, a diversidade de aplicativos e itens relacionados à infraestrutura operacional de TI esta cada vez maior, levando a um entrave para se obter uma maior eficácia informacional nesta área devido à sua complexidade. Desta forma, os autores realizaram uma análise das tecnologias SOA e XBRL, que constituem um importante recurso que pode ser utilizado pelas controladorias, com a finalidade de prover uma solução de TI que proporcionasse um canal entre as demandas do 3871

10 negócio e os órgãos reguladores. Através da análise realizada, os autores concluíram que a SOA é um facilitador do desenvolvimento de sistemas de informações corporativos como serviços de negócios modulares que podem ser integrados e reutilizados facilmente, criando uma infraestrutura de TI flexível e adaptável. Já a análise realizada sobre a tecnologia XBRL demonstrou a importância que essa linguagem tem para a área financeira, em razão da facilidade oferecida para compartilhar e buscar informações financeiras no âmbito dos sistemas de informações das organizações. Apesar dos autores ressaltarem a importância dessas tecnologias para a área contábil e para emissão dos relatórios financeiros, para que o desenvolvimento dos sistemas de informações, por meio da SOA e do XBRL, obtenha êxito, também é necessário que haja uma estrutura de gestão dos processos de negócio, os quais serão automatizados por meio da SOA. Além disso, o trabalho não apresenta um modelo para implantação da SOA integrada à XBRL, através de Web Service Uma Solução Integrada de Relatórios Automatizados da Basiléia II Nesse trabalho (GLUCHOWSKI; PASTWA, 2006) propuseram investigar formas de realizar o intercâmbio de dados financeiros e de negócios. Os autores afirmam que geralmente o processo de emissão de relatórios financeiros é caracterizado pelo uso de diferentes formatos de dados e que os mesmos representam a saída de diversos sistemas de informações, sendo necessária a transformação dos dados de um formato para outro. Os autores enfatizam que essa manipulação pode gerar perdas, corrupção e incompatibilidade dos dados, o que pode ocasionar impactos negativos para o negócio da organização. Os autores discutiram questões relacionadas com o intercâmbio de informações financeiras, de forma confiável e rápida, através das tecnologias SOA, com Web Services, e XBRL, que juntas mostraram contribuir para eliminar problemas relacionados à emissão de relatórios financeiros, deixando também, com isso, os processos de negócio e os sistemas, mais flexíveis. Gluchowski e Pastwa (2006) apresentaram uma proposta de como desenvolver sistemas de informações financeiras, através da SOA com Web Services e XBRL, e discutiram os benefícios que os serviços SOA trariam para a emissão de relatórios financeiros. No entanto, apesar desse trabalho ter fundamentado a escrita deste artigo, Gluchowski e Pastwa (2006) não apresentaram um modelo para implantação da SOA e integração com a XBRL. Desta forma, por meio da análise dos trabalhos correlatos, é possível constatar que não foi encontrada na literatura qualquer proposta que apresentasse de forma detalhada a integração da SOA com a XBRL. Por este motivo, neste artigo é apresentado e discutido, na Seção 5, um modelo de implantação SOA e integração com a XBRL. Este modelo tem o propósito de facilitar e melhorar a eficiência dos processos organizacionais de emissão de relatórios financeiros, proporcionando, com isso, uma melhora na qualidade e confiabilidade dos relatórios emitidos. 5. Modelo Implantação SOA e Integração com a XBRL O modelo de implantação SOA e integração, através de Web Services, com a tecnologia XBRL se propõe a prover sistemas de informações mais flexíveis, interoperáveis e alinhados com os processos de negócios, fornecendo uma maior facilidade de adaptação às mudanças que ocorrem no negócio da organização, além de fornecer a integração desses serviços com a XBRL. Para proporcionar um melhor entendimento e organização, o modelo esta dividido em 03 fases. As fases, por sua vez, possuem atividades, que podem se subdividir em tarefas. 3872

11 Este modelo considera que as seguintes ações devem ser seguidas para que a empresa alcance um desempenho satisfatório: (i) iniciar a implementação SOA por um único sistema, pequeno e simples, de preferência um sistema que proporcione uma boa migração; (ii) repetir o mesmo processo para outros sistemas, até que se tenha realizado para toda a organização; e (iii) realizar composições de serviços ao invés do desenvolvimento de novos sistemas de informações. A Figura 5.1 ilustra a organização do modelo de implantação SOA e integração com a XBRL. Suas fases, identificação das necessidades organizacionais, implementação e implantação, serão discutidas nas seções seguintes. Figura Modelo de Implantação SOA e Integração com a XBRL 5.1. Fase de Identificação das Necessidades Organizacionais Esta fase tem como objetivo, avaliar o contexto atual da organização, além de identificar os elementos que se transformarão em serviços SOA e prover o gerenciamento de riscos. Para isso, esta fase contém as seguintes atividades: Avaliar contexto empresarial Esta atividade tem como objetivo a avaliação do cenário atual da empresa, analisando os seguintes elementos: (a) os processos de negócios, que já devem estar estruturados e definidos; (b) os sistemas de informações, que automatizam os processos de negócios e dos quais serão extraídas as funcionalidades que serão transformadas em serviços e; (c) o modelo de governança de TI, necessário para estruturar e controlar os processos de TI, que permitirá o uso adequado de recursos para o desenvolvimento e manutenção das soluções orientadas a serviço. As entradas e saídas relacionadas com esta atividade estão dispostas no Quadro 5.1. Quadro Entradas e Saídas Relacionadas com a Atividade Avaliar Contexto Empresarial Entradas da Atividade Processos de Negócios. Saídas da Atividade Relatório de Análise do Cenário Atual. Sistemas de Informações. Modelo de Governança de TI. 3873

12 Selecionar funcionalidades / componentes A execução desta atividade produz a seleção de componentes ou funcionalidades dos sistemas de informações que se transformarão em serviços. As entradas e saídas relacionadas com esta atividade estão dispostas no Quadro 5.2. Quadro Entradas e Saídas Relacionadas com a Atividade Selecionar Funcionalidade/Componentes Entradas da Atividade Processos de Negócios. Saídas da Atividade Relação dos componentes e/ou funcionalidades que se transformarão em serviços. Sistemas de Informações Gerenciar riscos Esta atividade tem com objetivo, realizar o gerenciamento de risco na implementação SOA. Esta atividade se divide em duas tarefas: (a) identificar e avaliar riscos na implementação SOA e; (b) controlar riscos na implementação SOA. Essas tarefas são detalhadas a seguir: (i) Identificar e Avaliar Riscos na Implementação da SOA Esta tarefa identifica e avalia os riscos que estão associados à implementação SOA. O processo de adoção da SOA está suscetível a algumas ocorrências (riscos) que podem ser decisivas para sua concepção e devem ser identificadas, pois podem inviabilizar ou paralisar a implementação da SOA nas organizações. É necessário entender como a administração da empresa trata dos assuntos referentes a riscos para, com isso, identificar o perfil de tratamento de risco da empresa, pois isso pode variar em cada empresa, indo de perfis mais cautelosos até perfis mais agressivos. Sendo assim, avaliar documentações relacionadas a incidentes e a política de gerenciamento de riscos, que a empresa adota, podem ajudar na identificação do perfil de riscos da empresa. Uma vez identificado este perfil, os riscos com a implementação SOA devem ser identificados. A identificação de riscos no processo de implementação SOA deve avaliar: (i) se a equipe técnica da empresa tem o entendimento do que é a arquitetura orientada a serviço e tem capacidade técnica para a sua adoção; (ii) as funcionalidades que serão transformados em serviços SOA; (iii) a capacidade da empresa em efetuar as mudanças necessárias para perceber os benefícios da implementação SOA; (iv) a existência de governança de TI e apoio da alta administração; (v) a metodologia de gerenciamento de processos de negócios utilizada e se existe processos de negócios bem estruturados e eficientes; (vi) o orçamento destinado a adoção da SOA; (vii) a adequação das metodologias e práticas de gerenciamento de risco. Uma vez identificados os riscos, deve-se definir como eles serão tratados. Deve-se documentar como será realizado o gerenciamento de riscos e registrar todos os riscos identificados durante esta atividade e no decorrer da implementação SOA. Os passos para executar com êxito esta tarefa são: (i) identificar os riscos relacionados com os serviços oferecidos pela empresa; (ii) identificar os riscos que estão relacionados com os novos desenvolvimentos e atividades que serão realizadas na implantação da SOA e; (iii) definir o tratamento que vai ser dado aos riscos encontrados. 3874

13 (ii) Controlar Riscos na Implementação da SOA Esta tarefa tem como objetivo fornecer o subsídio necessário para que a empresa realize o controle de riscos na implementação SOA. A implementação da governança de TI, por meio da utilização das boas práticas do COBIT e do ITIL, e de um bom gerenciamento de processos de negócios, através da utilização das boas práticas do BPM, ajuda a entender, estruturar, manter e evoluir os processos (de TI e de negócios), além de garantir um comprometimento da alta administração. O uso dessas boas práticas contribui para o controle dos riscos e ameaças que podem surgir na implementação da SOA. As empresas que desejam evitar e controlar os diversos fatores (organizacionais ou técnicos) que geram riscos ao processo de adoção da SOA, devem ter um entendimento singular sobre os seus processos de negócio e de TI e devem possuir o apoio integral da alta administração, garantindo, com isso, o suporte de todos os departamentos que estão envolvidos na iniciativa. A empresa também deve promover e divulgar todas as informações necessárias para que o processo de implantação SOA transcorra de uma maneira aceitável. As entradas e saídas relacionadas com esta atividade estão dispostas no Quadro 5.3. Quadro Entradas e Saídas Relacionadas com a Atividade Gerenciar Riscos Entradas da Atividade Relatório de Análise do Cenário Atual da Empresa. Relação dos componentes e/ou funcionalidades que se transformarão em serviços. Saídas da Atividade Plano de Gerenciamento de Riscos da Implantação da SOA. Lista de Riscos. Plano de Resposta a Riscos Fase de Implementação Nesta fase é que se propõe o desenvolvimento da solução SOA que atenderá e estará de acordo com as necessidades da organização. Para isso, esta fase contém a seguinte atividade: Desenvolver solução SOA e Integrar com a XBRL Esta atividade está relacionada com a implementação de um ciclo de vida para o desenvolvimento de softwares, composto pelas atividades de levantamento de requisitos, análise, projeto, implementação e teste dos serviços. É relevante ressaltar, que na análise e projeto, sejam considerados os aspectos relacionados com o reuso e integração dos serviços que irão compor a solução SOA para o negócio. Os Web Services representam uma forma de implementar serviços em um arquitetura orientada a serviços e proveem uma infraestrutura independente de plataforma, facilitando o desenvolvimento e integração de diferentes tecnologias. Esta atividade, também tem como objetivo, integrar os Web Services com a linguagem XBRL. Para isso, é apresentado um modelo arquitetural que ilustra esta integração. O modelo arquitetural de integração pode ser visto na Figura 5.2, que mostra como pode acontecer a integração entre a XBRL e os Web Services. É possível observar no modelo arquitetural que o uso de Web Services serve tanto para formatar os dados com XBRL, quanto 3875

14 para consolidá-los em relatórios financeiros (BORGES e SILVA, 2012). Inicialmente, é necessário transformar em serviços web as funcionalidades dos sistemas que são responsáveis pelas informações que constarão nos relatórios financeiros que serão emitidos. Isso deve ocorrer, para que os Web Services consigam extrair os dados dos sistemas, colocando-os no formato XBRL para, posteriormente, através da consolidação destes dados, seja possível criar o relatório financeiro, realizando, desta forma, a integração entre as duas tecnologias. Uma questão a ser considerada, neste modelo arquitetural, é que os processos de negócios são os elementos do modelo arquitetural que direcionam, através das leis e regulamentações a que estão vinculados, as necessidades dos documentos XBRL que, por sua vez, serão construídos pela organização, através dos seus Web Services. Figura Arquitetura de Integração SOA e XBRL A integração da XBRL com os Web Services ocorre, quando o documento de instância XBRL é empacotado dentro da mensagem SOAP que será transmitida. Isto acontece após a definição ou seleção da taxonomia XBRL e a posterior criação do documento de instância XBRL, de acordo com as necessidades da organização. É importante ressaltar, que a taxonomia definida deve servir como padrão, pois o documento XBRL deverá ser validado, através dela, durante a sua criação e após o desempacotamento da mensagem SOAP, com o seu recebimento (e.g. pelo órgão regulador ou matriz da empresa) para processamento. As entradas e saídas relacionadas com esta atividade estão dispostas no Quadro

15 Quadro Entradas e Saídas Relacionadas com a Atividade Desenvolver Solução SOA Entradas da Atividade Relatório de Análise do Cenário Atual da Empresa. Saídas da Atividade Serviços Web desenvolvidos e integrados com a XBRL. Relação dos componentes e/ou funcionalidades que se transformarão em serviços Fase de Implantação Esta fase visa implantar a solução SOA, desenvolvida na fase de implementação deste modelo. Esta fase contém a atividade Implantar Solução SOA, que é responsável por colocar em operação os serviços desenvolvidos na fase anterior. Caso a primeira tentativa de implantação da SOA não seja satisfatória, a empresa deve realizar, uma análise dos motivos que levaram ao insucesso, para que os erros cometidos ou riscos que se concretizaram, durante a tentativa de implantação, possam ser devidamente corrigidos ou eliminados. Posteriormente, quando a organização estiver mais familiarizada e confiante com o conceito (SOA), novas tentativas poderão ser executadas. Existe também a possibilidade do insucesso (da implantação SOA) estar relacionado a outros fatores, negligenciados na identificação e analise de riscos (Seção item (i)), neste caso a equipe responsável pela implantação SOA deve realizar uma avaliação crítica para identificar quais fatores levaram a implementação SOA a um desfecho negativo. Após o sucesso da primeira implantação, a organização deverá estender a sua implementação para outros sistemas. No entanto, até o final da implantação SOA, os sistemas de informações (Sistemas legados) e as aplicações SOA irão existir de maneira concomitante. Durante o processo de adoção da SOA, as políticas de governança da área de TI e de processos de negócio devem estar totalmente implantadas. Com o amadurecimento da organização, no que se refere ao uso da SOA, espera-se que os novos projetos se tornem mais rápidos de serem implantados, menos custosos e com menos problemas de implantação, pois, quanto maior for o nível de reutilização, menor será o esforço de desenvolvimento e a chance de ocorrência de problemas. Quando todos os sistemas se encontrarem orientados a serviço, a organização deve possuir um cenário estabilizado e os serviços devem se encontrar no repositório de serviços da empresa, não existindo a presença de serviços duplicados. Neste contexto, é importante que qualquer novo serviço siga o processo de desenvolvimento e as políticas organizacionais direcionadas para a SOA. A utilização dos serviços, disponibilizados pela empresa, também deve ser feita por meio do repositório de serviços e com um contrato formal de prestação de serviços (WALDMAN, 2009). 6. Exemplo de Uso Este artigo procurou construir um cenário que ilustra uma solução SOA que considera os aspectos de reuso e integração dos serviços no desenvolvimento dos serviços. A decomposição do processo de negócio em serviços Web, considerou a abordagem top-down. Para exemplificar a transformação do processo de negócio em serviços SOA, foi criado um exemplo de como a atividade de desenvolvimento da solução deve ser conduzida na empresa. 3877

16 A Figura 5.3 mostra a decomposição parcial do processo de negócio financeiro em serviços Web. É possível observar, através deste exemplo de uso, a transformação em Web Services das tarefas que compõem as atividades manter dados dos clientes e emitir e transmitir relatórios, que pertencem ao subprocesso contas a receber, que faz parte do processo gerenciar recursos financeiros. Através desta decomposição, é possível transformar os processos de negócios em tarefas, para posteriormente desenvolver a solução orientada a serviço, automatizando, desta forma, a execução as suas tarefas e atividades. É importante ressaltar, que a automatização completa de um processo ou subprocesso como, por exemplo, o de contas a receber é resultado de uma composição de serviços que agrupa serviços em módulos, criando funcionalidades semanticamente equivalentes às atividades que compõe o processo de negócio. Após isso, esses módulos são orquestrados de acordo com as regras de negócio e fluxo de execução do processo (MARZULLO, 2009). Uma composição de serviços web, utilizando a técnica de orquestração deve refletir um ambiente de colaboração, entre os serviços web, que seja dinâmico, flexível e adaptável as constantes mudanças que ocorrem nos processos de negócio. Para implementar a orquestração de serviços web, deve ser utilizada a linguagem WS-BPEL - Web Services Business Process Execution Language que é a principal tecnologia utilizada para expressar a lógica da composição dos Web Services (ERL, 2009). Como forma de mostrar a integração dos Web Services com a linguagem XBRL, foi construído um segundo cenário que ilustra esse processo de integração. Esse cenário de integração da XBRL com a SOA, que pode ser visualizado na Figura 5.4, é composto por 03 filiais da empresa, que possuem sistemas de informações distintos. Esses sistemas foram construídos com as linguagens de programação.net, PHP e Delphi e utilizam os banco de dados SQL Server, MySQL e Firebird respectivamente. Esses sistemas enviam suas informações financeiras no formato XBRL, através de Web Services, à sua matriz que, por sua vez, consolida essas informações em um relatório financeiro integrado para enviá-lo, posteriormente, aos órgãos reguladores. O sistema de informações da matriz da empresa foi desenvolvido com a linguagem de programação Java, utilizando o banco de dados Oracle. Nesse contexto, a integração da XBRL com os Web Services pode ocorrer em três momentos distintos. O primeiro momento ocorre na criação do documento XBRL, quando os Web Services acessam as bases de dados heterogêneas para extrair os dados e os adequar ao formato XBRL, de acordo com as regras definidas na taxonomia, para gerar o relatório financeiro. O segundo momento ocorre quando as filiais da empresa utilizam os Web Services para enviar à sua matriz o documento XBRL que representa o relatório financeiro de um determinado mês ou ano, para que esses sejam integrados em um único relatório. O terceiro momento ocorre, quando a matriz da empresa disponibiliza um Web Service para consolidar as informações que estão no formato XBRL, e que foram obtidas com as filiais, enviando, posteriormente o documento XBRL, que representa o relatório financeiro integrado de um determinado mês ou ano, aos órgãos reguladores. 3878

17 Figura Decomposição do processo Financeiro em serviços SOA (Web Services) 3879

18 Figura Cenário de emissão de relatórios financeiros com Web Services e XBRL 3880

19 7. Conclusão Este artigo apresentou um modelo para implantação da SOA e integração com a tecnologia XBRL, através de Web Services, possibilitando o provimento de sistemas de informações mais flexíveis, interoperáveis e alinhados com os processos de negócios, além de melhorar a qualidade e confiabilidade da emissão dos relatórios financeiros. Com a utilização da XBRL, este modelo poderá contribuir para a diminuição da necessidade de transformação de formato de dados financeiros e para a diminuição do custo de extração de dados de relatórios financeiros. O risco de erros e, consequentemente, aumento da confiabilidade das informações financeiras também são alcançados, em razão da diminuição da necessidade de esforços para transformar e extrair dados de diferentes formatos. Com a utilização da SOA, o modelo consegue prover aos sistemas de informações mais flexibilidade às mudanças que ocorrem no negócio da organização. Referências Bibliográficas AALST, W.M.P. van der; LEYMANN, F; REISIG, W. (2007). The Role of Business Processes in Service Oriented Architectures. Disponível em: <http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=4&ved=0cgoqfj AD&url=http%3A%2F%2Fciteseerx.ist.psu.edu%2Fviewdoc%2Fdownload%3Fdoi%3D %26rep%3Drep1%26type%3Dpdf&ei=SwvOT4SSDYmy8QSVrajtCg&usg=AFQjC NHdeBUv_1qbcIF0wYLHoiMdte013A&sig2=5ZSNVyr7KPB8cUEhN9TJtg>. Acessado em: 23 mar ASCENÇÃO, Hugo da Silva; SOUZA, Ivan Barbosa de; SOUZA, Edson Alberto Farias de. (2006). XBRL, Paradoxo para o mercado Globalizado. Disponível em: <http://meuartigo.brasilescola.com/economia-financas/tecnologia-informacao-linguagemxbrl-extensible-business.htm>. Acessado em: 23 jul BIEBERSTEIN, N et al. (2005). AUT SOA Governance: Impact of service-oriented architecture on enterprise systems, organizational structures, and individuals. Disponível em: <http://domino.research.ibm.com/tchjr/journalindex.nsf/600cc5649e2871db c/f9039c72234f717c f !OpenDocument>. Acessado em: 23 mar BIANCOLINO, César Augusto; CRISTOFOLI, Fulvio. (2008). SOA e XBRL: Traços inovadores de TI a serviço da Controladoria". In: Quinto CONTECSI, São Paulo, Anais. Volume único. CD-ROM. BRAUER, Ben; KLINE, Sean. (2005). SOA Governance: A Key Ingredient of the Adaptive Enterprise. Disponível em: <https://h30406.www3.hp.com/campaigns/2005/events/infoworld_soa_forum/soa.php>. Acessado em: 23 mar CRUZ, Mateus Siqueira Hickson et al. (2008). The XBRL Framework: International Conference on Information Systems and Technology Management, 5 CONTECSI. Disponível em: <http://www.tecsi.fea.usp.br/contecsi/index.php/contecsi/article/view/1635>. Acessado em: 23 mar

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