FAC. LETRAS UNIV. LISBOA COLÓQUIO FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE EPISOÓDIO III

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1 FAC. LETRAS UNIV. LISBOA COLÓQUIO FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE EPISOÓDIO III MESSENGERS FROM THE STARS EPISODEIII 19 A 21 NOVEMBRO 14 Livro de Resumos Book of Abstracts 1

2 INDEX / ÍNDICE PROGRAM / PROGRAMA Page / Página 4 KEYNOTE SPEAKERS / ORADORES PRINCIPAIS Page / Página 9 ABSTRACTS / RESUMOS Page / Página 11 CONFERENCE NOTES / NOTAS DO CONGRESSO Page / Página 44 2

3 Organizing Committee: Adelaide Meira Serras Ana Daniela Coelho Ana Rita Martins Angélica Varandas Catarina Xavier José Duarte Mónica Paiva This project is funded by National Funds through FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia under the plan Pest-OE/ELT/UI0114/2013.

4 1A Room/Sala A.III Session/Sessão: Heróis, Vilões e outros Monstros Heroes, Villains and other Monsters Chair/Moderador: Mónica Paiva O mundo precisa de Vilões Heróis (Igor Furão, FLUL-CEAUL) Solve et coagula: A noção romântica do Super-Herói encontra o seu fim em Watchmen (Nuno Lopes, FLUL) Performing Call of Cthulhu: Role-playing games and performativity (Ricardo Pereira da Silva, FCSH) 2A Room/Sala A.III Session/Sessão: Sci-fi and the Body I FC e o Corpo I Chair/Moderador: Igor Furão Do humans dream with electronic souls? - Corpos tecnológicos no cinema de Ficção Científica (Elsa Rodrigues, FLUC) Repensando o modelo do humano: The Left Hand of Darkness como "thought experiment" antropológico (Roberto da Silva, FCSH) A emergência do "eu" pós-humano em Battlestar Galactica e Her (Teresa Pereira, FCSH-CETAPS) PROGRAMA / PROGRAM 19 TH WEDNESDAY / 19 QUARTA-FEIRA 9h00 Registration 9h30-10h00 OPENING SESSION / SESSÃO DE ABERTURA (Teresa Cid, Adelaide Serras, Carlos Gouveia) Room/Sala: ANF. III 10h00-11h00 PLENARY / SESSÃO PLENÁRIA Room/Sala: ANF. III Angélica Varandas (FLUL-CEAUL): Fantasy Literature and The Middle Ages Chair/Moderador: Adelaide Meira Serras 11h00-11h30 COFFEE BREAK 11h30-13h00 SESSION 1 1B Room/Sala 5.2 Session/Sessão: Utopia and Dystopia Utopia e Distopia Chair/Moderador: Teresa Malafaia The seeds of change: The importance of community in Octavia Butler's Parable of the Sower (Ana Antunes Simão, FCSH) This quintessence of dust: Cosmic irrelevance in Jorge Luís Borges' "A weary man's utopia" (Hugo Gomes, FCSH-CETAPS) 13h00 14h30 LUNCH BREAK / PAUSA PARA ALMOÇO 14h30-16h00 SESSION 2 2B Room/Sala 5.2 Session/Sessão: The Medieval in Fantasy O Medieval na Fantasia Chair/Moderador: Ana Rita Martins "All must dance the Macabray": a Dança Macabra em The Graveyard Book, de Neil Gaiman (Diana Marques, FLUL-CEAUL) With sword in hand - The knights of George Martin's A Song of Ice and Fire (Iolanda Zôrro, FLUL-CEAUL) Imagining a Hero: From Fantasy to Mythology (Tânia Azevedo, ILCH-CEHUM) 16h00-16h30 COFFEE BREAK 1C Room/Sala D. Pedro V Session/Sessão: Images of the Supernatural and the Body / Imagens do Sobrenatural e do Corpo Chair/Moderador: Teresa Alves Gothic fantasy and the supernatural in the poetry of Sylvia Plath (Elisabete Lopes, IPS) "Two evil eyes" or capitalism and misogynic voyeurism undead, after Edgar Allan Poe (Margarida Vale de Gato, FLUL-CEAUL) As Crónicas de Nárnia e O Senhor dos Anéis: teologia e imagens do corpo (Miguel Ângelo Fernandes, CEAUL) 2C Room/Sala D. Pedro V Session/Sessão: Sci-Fi and History: An Overview Ficção Científica e História: Olhares Chair/Moderador: Angélica Varandas Deuses egípcios no espaço ficcional: lucubrações e metáforas (Luís Araújo, FLUL) Galactica: Batalha no espaço em busca da 13ª tribo. «Alguns acreditam que a vida aqui começou lá longe». (José Varandas, FLUL) "Em busca da Fantasia perdida... Reacções a um séculos de certezas" (Pedro Gomes Barbosa, FLUL) 16h30-17h30 PLENARY / SESSÃO PLENÁRIA Room/Sala: ANF. III Rachel Haywood Ferreira (Iowa State Uni.): Beyond Galaxy: Adopting, Adapting, and Challenging Anglophone Norms in Latin American Science Fiction Chair/Moderador: Angélica Varandas 17h45-18h45 ROUND TABLE / MESA REDONDA "Ficção Científica e Crise" Room/Sala: ANF. III João Barreiros; Luís Filipe Silva; Octávio dos Santos; Telmo Marçal Chair/Moderador: Margarida Vale de Gato 4

5 PROGRAMA / PROGRAM 20 TH THURSDAY / 20 QUINTA-FEIRA 10h00-11h00 PLENARY / SESSÃO PLENÁRIA Room/Sala: Anf. III Christine Cornea (Univ. of East Anglia): The Post-apocalytpic Science Fiction Television Chair/Moderador: Ana Rita Martins 3A Room/Sala A.III Session/Sessão: Between Sci-Fi and Fantasy Entre FC e Fantasia Chair/Moderador: Suzana Ramos As viagens da Argonauta: A contribuição da colecção Argonauta para a construção de um cânone de Ficção Científica em língua portuguesa (Luís Filipe Silva) Dystopian Tempests: The apocalyptical paradigm in Lugones The Rain of Fire and Arlt s The Red Moon (Elena Emma Sottilotta, FCSH-CEAUL) Entre Saturno e a Terra. Mediação, suporte e conteúdo em The People of Paper (2005) (Sandra Bettencourt, FLUC) 4A Room/Sala A.III Session/Sessão: Fantasy on Screen? / Fantasia no ecrã? Chair/Moderador: Cecilia Beecher Martins Where the East meets the West: Sailor Moon and the European imaginarium (Ana Durão & Joana Sevilha, FLUL) Cuentos de Hadas. Ya eres mayor para llenarte la cabeza con tantas zarandajas. O Labirinto da Fantasia e da Realidade de acordo com Guillermo del Toro. (Mónica Paiva, FLUL/CEAUL) 11h00-11h30 COFFEE BREAK 11h30-13h00 SESSION 3 3B Room/Sala 5.2 Session/Sessão: Sci-Fi and the Body II/FC e o Corpo II Chair/Moderador: Helena Carneiro Isaac Asimov s robot and the deconstruction of the utopian body (João Félix, CEAUL) The anthropomorphication of computer programs: Dating your O.S. in Asimov and Jonze (Ljubica Matek, Uni. of Osijek) We are all unnatural now : Science Fiction, the singularity and post-human futures (Teresa Botelho, FCSH-CETAPS) 13h00 14h30 LUNCH BREAK / PAUSA PARA ALMOÇO 14h30-15h30 SESSION 4 4B Room/Sala 5.2 Session/Sessão: Videogames, Imaginary and Fiction/Videojogos, Imaginário e Ficção Chair/Moderador: Sara Henriques The Legend of Zelda - O imaginário Medieval no mundo contemporâneo (Francisco Isaac, FLUL-CITCEM-UP) I don t want to set the world on fire: Retro-futurismo na trilogia Fallout (1997) (Tiago Dinis, FCSH) 15h30-16h00 COFFEE BREAK 3C Room/Sala D. Pedro V Session/Sessão: Sci-fi and Classics/Clássicos e FC Chair/Moderador: Catarina Xavier Ray Bradbury s «The Golden Apples of the Sun»: a journey beyond science fiction (Fernanda Luísa Feneja, CEAUL) Mild-mannered cecelticocommediant becomes Supershillelagh? Parallaling and coincidance of contraries between comic book superheroes and HCE in Finnegans Wake (Mick Greer, FLUL-CET) I don t want to be human!: Finding humanity within the artificial body in Battlestar Galactica (Pedro Rui Mateus & Sara Santos, FLUL) 4C Room/Sala D. Pedro V Session/Sessão: Zombies and Performativity/Zombies e Performance Chair/Moderador: João Félix Death Becomes Her: The Beauty-Obsessed Undead, a Contemporary Societal Illness (David Klein Martins, FLUL) Haverá esperança para a morte depois da vida? (Diogo Almeida, FLUL) 16h00-17h00 PLENARY / SESSÃO PLENÁRIA Rosa Montero (writer/escritora - Spain) Chair/Moderador: Ângela Fernandes 17h00-18h00 ROUND TABLE / MESA REDONDA "Videojogos no Reino da FC&F" Room/ sala: ANF. III Carlos Martinho (IST-Uni. Of Lisbon); Rui Prada (IST-Uni. Of Lisbon); Nelson Zagalo (Uni. Minho); Susana Valdez (FCSH-UNL/CEAUL) Chair/Moderador: Ana Daniela Coelho 20h00 CONFERENCE DINNER / JANTAR DO COLÓQUIO 5

6 PROGRAMA / PROGRAM 21 ST FRIDAY / 21 SEXTA-FEIRA 10h00-11h00 PLENARY / SESSÃO PLENÁRIA Room/Sala: Anf. III Susana Oliveira (FCT/CIAUD - University of Lisbon, Faculty of Architecture): Architecture and Transparency in Paul Scheerbart s Futurist Fairy-tales Chair/Moderador: José Duarte 5A - Room/Sala A.III Session/Sessão: Places of Distopia Lugares de Distopia Chair/Moderador: John Elliott To live with or without science, is that the question? A reading of Huxley s Brave New World (Adelaide Meira Serras, FLUL-CEAUL) Is fiction, which makes fact alive, fact too? The case of Stephen Morris s trilogy Come Hell or High Water (Alexandra Cheira, CEAUL) Tomorrow the world will watch in horror as its greatest cities fall: a reading of the science-fiction cinematic city after 9/11 (José Duarte, CEAUL) 6A Room/Sala A.III Session/Sessão: Art Allegories and Second-Hand Fictions/ Alegorias da Arte e Ficções em Segundo Grau Chair/Moderador: Mário Jorge Torres O duplo do texto na narrativa breve finissecular: Os estranhos casos de Robert Louis Stevenson, Guy de Maupassant e Henry James (Amândio Reis, FLUL-CEAUL) A Ficção Científica como alegoria do Cinema: The Invasion of the Body Snatchers, Strange Days e Kill Switch (Fernando Guerreiro, FLUL-CET) Corpo, retrato e fantasma em La chute de la maison Usher (1928), de Jean Epstein (José Bértolo, FLUL-CEC) 11h00-11h30 COFFEE BREAK 11h30-13h00 SESSION 5 5B - Room/Sala 5.2 Session/Sessão: Women and Sci-fi/A mulher na Ficção Científica Chair/Moderador: Maria José Pires Alternative Pregnancies: Womb Envy Revisited (Aline Ferreira, Uni. Aveiro) Finding Mr. Darcy: A contemporary romantic fantasy (Ana Daniela Coelho, FLUL-CEAUL) Snake=Bad : The Snake and The Serpent in Dreamsnake (1979) (Ana Rita Martins, FLUL-CEAUL) 13h00 14h30 LUNCH BREAK / PAUSA PARA ALMOÇO 14h30-16h00 SESSION 6 6B Room/Sala 5.2 Session/Sessão: Possible Worlds Mundos Possíveis Chair/Moderador: Luís Filipe Silva I volunteer as a tribute : Distopia e panótico em The Hunger Games (Cátia Marques, FLUL) A narrativa fantástica e o discurso científico: Relações, convergências, contradições (Maria Cristina Batalha, Univ. Rio de Janeiro) Fantasia e mundos possíveis em Borges e Živković (Maria do Rosário Monteiro, FCSH-CHAM) 16h00 DRINKS / PORTO DE HONRA 5C - Room/Sala D. Pedro V Session/Sessão: On time and Sci-fi Sobre tempo e FC Chair/Moderador: Amândio Reis Only Lovers Left Alive, ou o regresso do(s) fantasma(s) (Mário Avelar, Uni. Aberta) Back to back: Edgar Ulmer an amazing transparent B filmmaker beyond time barrier (Mário Jorge Torres, FLUL-CEC) 6C Room/Sala D. Pedro V Session/Sessão: Visions of Science and Fiction/Visões de Ciência e Ficção Chair/Moderador: Alcinda Pinheiro de Sousa Relações entre ciência e ficção: Três exemplos em Lisboa (Alexandre Coimbra & Sofia Coimbra, Uni. Católica/FMUL) Estado e material únicos: A partir de Nós, de Evgueni Zamiatine (João Rosmaninho, Uni. Minho) Matrix: Cultura clássica num êxito cinematográfico (José Magalhães, FLUL) 6

7 BOOK OF ABSTRACTS LIVRO DE RESUMOS 7

8 8 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE

9 KEYNOTE SPEAKERS / ORADORES PRINCIPAIS Angélica Varandas Fantasy Literature and the Middle Ages (FLUL-CEAUL) Why is Fantasy Literature so obsessed with the Middle Ages? In this presentation we intend to explore why most fantasy books resort to the Middle Ages not only revisiting medieval themes but also directly or indirectly placing the narrative in medieval times. In the lack of critical approaches to this subject, we will try to outline the major factors which, in our opinion, contributed to this long term relationship. Rachel Haywood Ferreira Beyond Galaxy: Adopting, Adapting, and Challenging Anglophone Norms in Latin American Science Fiction (Iowa State University) Adopting. When writing in a genre traditionally headquartered in the North, writers from elsewhere must first pass through terra cognita, wherein the hazards of imitation lie. Adapting. Beyond more superficial changes in names, places, and language, sf writers from outside the genre s strongholds seek to represent their own realities and worldviews Challenging. at the same time questioning, challenging, and even subverting previous norms and tropes of the genre and expanding the sf megatext. The centerpiece of this talk is a textbook case of this potential anxiety of influence: the relationship between the Argentine magazine Más Allá [Beyond] ( ) and its parent magazine magazine Galaxy Science Fiction (US c.1980). During its four-year run, Más Allá established itself not only as a purveyor of quality translations of Northern sf, but as an Argentine magazine that included Argentine content, contributed to the creation of Argentine fandom and the golden age of sf in Latin America, and reached an audience across the Spanish-speaking world. Much more than an affiliate or filial magazine, Más Allá is the story of the creation of an international cultural product that is at the same time decisively local. 9

10 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE Christine Cornea Post-apocalyptic Science Fiction Television (University of East Anglia) Apocalyptic narratives have traditionally been associated with religious eschatologies, but narratives that revolve around catastrophic disaster of one sort or another have become increasingly prominent in popular culture over recent years. What we might call the secular apocalyptic is commonly regarded as a sub-genre of science fiction, although it can be further divided into two discernible narrative forms: the apocalyptic and post-apocalyptic science fiction. Where apocalyptic science fiction is most concerned with the lead up to a potentially devastating event of global proportions, the post-apocalyptic variant begins, as it were, at the end, and is focused upon the aftermath of disaster and the struggle for survival in a transformed world. Drawing upon research from my forthcoming single-authored book (contracted by Rutgers University Press), this keynote address will briefly outline the specific development and use of the post-apocalyptic in UK and US science fiction television and related speculative documentary television. I will then move on to discuss two different case study examples in more detail: the British science fiction television series Survivors (BBC, ) and the US-produced documentary special Life After People (The History Channel, 2008). In the process, this address aims to raise some broader questions for science fiction studies about the significance of certain generic trends in recent years. Susana Oliveira Architecture and Transparency in Paul Scheerbart s Futurist Fairy-tales (Faculty of Architecture University of Lisbon) Paul Scheerbart ( ) was a German author, inventor and artist engaged with the avant-garde circles of his own time. He wrote dozens of fictional narratives presenting technical utopias, fantastic devices and, most of all, glass architectures. In the context of his work, nowadays almost unknown, the books The Gray Cloth and Ten Percent White (Das graue Tuch und zehn Prozent Weiß, 1915) and Lesabéndio (1912) are his most consistent attempts to move towards what Scheerbart himself called a new romanticism and a new piety. Located in a near future, thus in the past from our standing point, they build an plausible world, implicating readers in important contemporary issues such as intercontinental travel, globalization, big cities, gender questions, fashion, architecture and the media.! 10

11 ABSTRACTS / RESUMOS SESSION 1A / SESSÃO 1A Igor Furão O mundo precisa de vilões heróis (FLUL-CEAUL) Ao longo das profundas crises a nível mundial que se viveram no século XX vimos surgir figuras e mundos capazes de representar e dotar de significado situações que, de outra forma, permaneceriam de difícil compreensão ou mesmo totalmente opacas ao entendimento humano: os super-heróis. Através da sua supra natureza, herdeiros que são da plasticidade e características dos antigos mitos, os superheróis ajudaram o olhar ocidental a lidar com acontecimentos como a Segunda Guerra Mundial, a detonação da bomba atómica ou a Guerra Fria; contudo, tiveram ainda um papel importante na configuração e formação de estereótipos, preconceitos e simplificações redutoras que estão até hoje enraizados no âmago da cultura ocidental, enformando a sua identidade. À luz da vaga de filmes do universo Marvel que surgiu após os atentados de 11 de Setembro de 2001, esta apresentação propõe uma reflexão sobre as representações dos super-heróis na contemporaneidade. Tentarei, assim, indagar de que forma filmes como Thor, Iron Man, Captain America ou The Avengers, nos propõem diversas visões deste acontecimento seminal do século XXI; perceber se tais visões exprimem sobretudo uma perspectiva maniqueísta do mundo, ou, ao invés, um olhar crítico sobre ele; ou, ainda, se estas duas perspectivas coexistem na mundividência heróica do universo cinematográfico Marvel. Nuno Lopes Solve et coagula: A noção romântica do super-herói encontra o seu fim em Watchmen (FLUL) Desde há muito que a banda desenhada americana (comics) está dominada pelos super-heróis. Como progénie inevitável do impacto do modernismo na cultura americana, estes avatares garridos do sonho americano fizeram a sua estreia nos comics do final dos anos 30. Desde então, existiram em universos pastiche, servindo de espelho à evolução do ambiente cultural americano ao longo dos tempos. Encurralada nas complexidades da década de 80, tal como a própria América, a figura do super-herói persistia em tentar encontrar o equilíbrio possível entre o apocalipse e a utopia. Não enjeitando 11

12 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE nenhuma das possibilidades como destinos plausíveis, não só para o super-herói, como também para uma sociedade sentada no seu arsenal nuclear, surgiu Watchmen. Publicada entre 1985 e 1986, a BD de Alan Moore e Dave Gibbons oferece-nos, ainda hoje, uma reflexão sobre o arquétipo do super-herói, ao mesmo tempo que se debruça sobre a fragilidade da condição humana imersa na sociedade ocidental de então. Watchmen reflecte o colapso dos valores sob o peso do medo real da aniquilação iminente. Inspirado por este sentimento constante de vulnerabilidade e impotência, Alan Moore desmontou o super-herói peça por peça, demonstrando uma profunda reverência e afeição por cada um dos seus lugares-comuns à medida que os descartava, para poder resgatar o super-herói da irrelevância cultural, conferindo-lhe uma urgência que ecoasse o tiquetaque do Relógio do Juízo Final. Em Watchmen, o super-herói romântico encontrou o seu fim. Mas fê-lo apenas para, como qualquer bom super-herói, inevitavelmente ressuscitar, enfim livre de noções ingénuas do bem e do mal. Mudando para o sempre o paradigma, Moore desmanchou o arquétipo do super-herói para o redefinir em termos de ethos e pathos e reconstruí-lo como um agente indispensável do seu próprio universo alternativo utópico, e inegavelmente relevante como produto literário no nosso. Deste modo, a presente apresentação pretende, como introdução, apresentar o super-herói como arquétipo em conjunção com o ambiente cultural vivido desde a década de 30 até Watchmen (1985), e depois abordar em maior detalhe a realidade que Watchmen retrata, os seus temas (como o Relógio do Juízo Final, por exemplo), o simbolismo espalhado por toda a obra em relação tanto ao meio artístico da BD como à experiência humana da sociedade ocidental (uma vez que Moore consegue espelhar um no outro com mestria), e terminar (como conclusão breve a evocar mais estudos) na mudança visível que a obra criou no panorama dos comics. Ricardo Pereira da Silva Performing Call of Cthulhu: Role-playing games and performativity (FCSH) H.P. Lovecraft s short-story The Call of Cthulhu, published in 1928 in an issue of Weird Tales, was paramount for the evolution of what is known today as Science Fiction. By means of applying Gothic fiction tropes in his narratives, together with cosmic entities from outer space, Lovecraft is undoubtedly a pioneer in the xenofiction genre. Despite his unsuccessful career as a writer, both setting and lore surrounding Lovecratf s oeuvre eventually became popular in the late twentieth century, originating other works of fiction, as well as games, following the same style. The concept of roleplaying game has its roots in the 12

13 1930s popular parlor game Jury Box. However, it was only in 1974, after Dungeons & Dragons was published, that the concept became widespread. Like any other games, from the simplest to the most complex, role-playing games have rules that define the conditions of victory or defeat. However, there are certain peculiarities which make role-playing games different from conventional video games. These aspects are in fact elements which are intrinsically related to theatrics and dramatic expression, namely the narrator and the actor. This paper will examine the relationship between the concept of game and theatrics as well as the role of performative acts in this relationship. As such, Call of Cthulhu (1981), a tabletop roleplaying game based on lovecraftian fictional lore and myths, will be used to counter Roger Caillois s statement in Man, Play and Games (1961) that A characteristic of play, in fact, is that it creates no wealth or goods, thus differing from work or art. At the end of the game, all can and must start over again at the same point. (Caillois 2001: 5). In order to do this, it will be demonstrated that, despite being a game, tabletop role-playing games in general, with particular emphasis on Call of Cthulhu, actually do create something of literary value, and can never start anew at the same point, contrarily to other conventional games. SESSION 1B / SESSÃO 1B Ana Antunes Simão The seeds of change: The importance of community in Octavia Butler s Parable of the Sower (FCSH) Dystopian fiction has long been used as a vehicle for criticizing social and political circumstances and the dangers of the inordinate use and development of technology, as well as, its consequences for humanity. In line with its cautionary trait, this kind of fiction is usually concerned with the negative consequences and effects of utopian thought. This paper examines Octavia Butler s Parable of the Sower and the means by which its dystopian future illustrates the author s concern over how the present state of humanity with its ecological indifference and lack of communal cooperation threatens its future existence. It is this characteristic, which entails a sense of hope, that defines Parable of the Sower as a critical dystopian novel. With this in mind, the present study will focus on the reasons that led to such a future and how its new society is organized. Furthermore, it will consider Butler s purpose in reviving Christian values through the formation of a secular religion Earthseed and how the protagonist struggles to create, through its dissemination, a utopian community, in contrast with the hostile environment that surrounds her. It will be postulated that Octavia Butler 13

14 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE creates, in Parable of the Sower, several utopian realities within a wider dystopian world, in order to deconstruct them and further reveal how utopian thought is what ultimately leads to dystopian chaos. Through Earthseed, the author puts forward a secular religion in order to remind humanity how morality is necessary for the construction of a functional and self-sustaining society, proposing that compassion, cooperation and respect the true definition of community are vital to the survival of mankind. Hugo Gomes This quintessence of dust: Cosmic irrelevance in Jorge Luís Borges A weary man s utopia (FSCH-CETAPS) It was Shakespeare who once wrote, in one of Hamlet s renowned monologues, that Man is nothing but the quintessence of dust. In other words, Man is no more than an embodiment of inconsequentiality. In Jorge Luis Borges s short-story A Weary Man s Utopia, part of his short-story collection The Book of Sand (1975), the reader is presented with a brief vision of a bleak future, where immortality is certain but undesired. A Weary Man s Utopia tells the story of an Argentinian time traveller, Eudoro Acevedo, who comes across a man of the future. This man, unnamed in the short-story, introduces Eudoro to a desolate world of pessimism: space-travel, for example, although possible, is no longer encouraged, as humanity s interstellar journeys proved only the impossibility to go beyond Man s physical and intellectual limitations. Similarly, literature is undervalued, for it is an art which stimulates an unnecessary proliferation of texts, an art of reflection and forgery: in Borges hypothetical future, literature can be reduced to six essential, albeit unspecified, texts. In this paper, it will be postulated that Borges story promotes the idea of humanity as inconsequential and incapable of transcending its own imperfections. Through a portrayal of a utopian society which, paradoxically, endorses the creation of liberating death-chambers, Borges is putting forward the notion that Man, in his perfected form, leads a solitary, purposeless, monotonous existence, and that ultimately death is consciously selected as an alternative to this existential torment. Furthermore, Borges representation of civilizational decay will be interpreted as a commentary not only on Man s cosmic irrelevance but also on the futility of textual accounts that depict places of utopia: they illustrate an unattainable project that is only unattainable because, once it is materialized, the utopian locus becomes static, hence no longer subjected to progress. In other words, Borges utopian place becomes a place of solitude, of insignificance, a lifeless future. It is this utopian perpetual stasis that leads Man to an existential weariness. 14

15 SESSION 1C / SESSÃO 1C Elisabete Lopes Gothic fantasy and the supernatural in the poetry of Sylvia Plath (IPS) Many poems written by Sylvia Plath are permeated by the supernatural, hence displaying gothic spaces and atmospheres that evoke both horror and terror upon the reader. Given the fact that this particular feature of Plath s poetry has been broadly overlooked by the scholar community, the main goal of this paper is to bring to the surface the most significant traits that consolidate Plath as a female gothic writer. In truth, scary and disturbing images inhabit the author s stanzas: in Street Song there is a girl that walks the streets holding her entrails; in All The Dead Dears the speaking subject is confronted with a vampire who appears to be her ancestor; skeletons and ghosts emerge in November Graveyard, and in In Plaster, the presence of a strange double becomes the source of a striking uneasiness. By exploring her fears and anxieties, Plath can be said to have built an alternative fantastic universe where evil takes the form of the traditional monsters that haunt our collective unconscious. These assume a cathartic nature for the writer, embodying metaphors capable of translating ordinary events into supernatural accounts. Plath says in Kindness that the blood jet is poetry, confirming that violence, death and the depiction of gruesome scenes play a crucial part in her poems. Moreover, they work as the creative energy which impels them. Margarida Vale de Gato Two evil eyes or capitalism and misogynic voyeurism undead, after Edgar Allan Poe (FLUL-CEAUL) In 1990, the zombie film master George Romero and the cult horror director Dario Argento embarked in a joint venture that homages the inspiration of Edgar Allan Poe and brings the tales of the 19th-century American Romantic to contemporaneity. The first movie, The Facts in the Case of M. Valdemar, hints at the theme of the enduring and eerie afterlife of capitalism, with a greedy wife and an unscrupulous physician bringing a love-and-calculation triangle into a plot that was once a philosophical hoax about hypnosis revealing consciousness after death. Argento s film, The Black Cat, weaves several of Poe s tales with the through-line of the artiste cameraman who derives his pleasure from photographing the bodies of women and cats tortured and mutilated by sadist lovers, including himself. While apparently independent, both movies were set in and around Pittsburgh, exposing the in-communication of (sub)urban domesticity and the tensions of 15

16 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE watchfulness and morbid voyeurism, which may justify the common title that the directors explored freely according to their deviant and somewhat outsider stances, on the fears of a post-historicizable society under the sway of US popular culture and its subcultures. Despite both movies being flawed either as entertainment or artistic objects (one because it showcases a mono-thematic anti-richness agenda, and the other because it pulls too many strings and wanders off the subject of the dismemberment of the beautiful woman and the murderer-artist), this paper aims to assess and substantiate the relevance of Poe s paradigmatic reflections on per-verseness, and their dilution in the remakes of these two essentially parodic, but nonetheless moral, authors. Miguel Ângelo Fernandes As Crónicas de Nárnia e O Senhor dos Anéis: teologia e imagens do corpo (FLUL-CEAUL) Ambos os autores em questão, C. S. Lewis e J. R. R. Tolkien, têm pelo menos dois denominadores em comum: um forte sentimento religioso e personagens ambíguas. A religiosidade de Lewis e de Tolkien torna análises teológicas generalistas mais facilitadas, no sentido em que ambos os autores se inscrevem nesse grande universo que é o do cristianismo. Quando se trata de articular a construção do corpo no contexto da teologia cristã, parece surgir automaticamente um efeito de estabilidade que consiste na percepção do corpo como uma instância do mal. Esta comunicação debruçar-se-á sobre essa estratégia estabilizadora, mostrando o equívoco relativamente ao modo como os bons e os maus são construídos enquanto categorias corporizadas que se traduzem como personagens dúbias. Focar-se-ão personagens de Lewis e de Tolkien, que, articuladas com um panorama de teologia bíblica, permitirão reconstruir a noção de corpo, de bem, de mal e da divindade na obra dos dois autores. SESSION 2A / SESSÃO 2A Elsa Rodrigues Do humans dream with electronic souls? - Corpos tecnológicos no cinema de Ficção Científica (FLUC) 16 Nascida da mesma racionalidade científico-tecnológica que deu forma ao mundo que hoje habitamos, coube à ficção científica antecipar as suas conquistas e perigos, imaginando os cenários e seres que a ciência e tecnologia permitem, em cada presente, plausivelmente, antever. As entidades tecnológicas criadas pelo cinema de ficção científica refletem, de forma visual, sobre as fronteiras entre humano

17 e não humano, criador e criatura, tomando como dicotomia central o binómio natural/artificial, mas também a oposição entre racionalidade e emoção, liberdade e determinismo, mecânico e espontâneo, real e virtual, constituindo-se, assim, como uma forma de epistemologia de massas que conduz à reflexão coletiva sobre questões fundamentais do pensamento e prática científico-tecnológica e pela própria existência num mundo tecnologicamente saturado. Oscilando entre um tom otimista e um tom pessimista ou apocalíptico, as narrativas da ficção científica traduzem os medos de domínio, alienação e perda de humanidade, concebendo entidades mecânicas como alteridade, como elemento não humano, opositor e inimigo da humanidade e dos valores que esta representa, ou retratando a tecnologia como uma extensão do corpo, como local de fusão em que se resolvem as antinomias realidade e aparência, agente e recurso, criador e criatura, corpo e alma, originando entes híbridos que reconfiguram a essência do humano e encerram a esperança do seu apuramento físico e moral. Uma viagem pelo cinema de ficção científica permite mostrar os constructos tecnológicos imaginados e o conceito de humanidade que encerram. Roberto da Silva Repensando o modelo do humano: The Left Hand of Darkness como thought experiment antropológico (FCSH) Num recente editorial, Safaa Dib, referindo-se à literatura dos imaginários, deixa entender que o interesse por esta prende-se com o facto de, porque estamos cansados de ser humanos, procuramos um escape da realidade. Sendo possível aceitar esta posição como um ponto de partida para a discussão do lugar da ficção, em geral, e da ficção científica, em particular, não se pode concordar com ele como resposta cabal. A ficção científica, enquanto corrente literária e entendida como mecanismo extrapolativo, é essencialmente um exercício onde criatividade, razão e intuição, libertas das amarras conceptuais e historicistas da contemporaneidade, caminham lado a lado, de forma a, ficcionalmente, produzir uma obra capaz de traduzir numa gramática actual, por um lado, as construções de um determinado pensamento e, por outro, as suas conclusões lógicas. No artigo Antropology and Science fiction, publicado na revista Current Antropology, Leon Stover afirma que Anthropological science fiction enjoys the philosophical luxury of providing answers to the question What is man? while anthropology the science is still learning how to frame it. Ursula Kroeber Le Guin vai além da questão o que é o homem?. Ela, ficcionalmente, apresenta um modelo antropológico daquilo que o homem e com ele a sociedade é e pode/poderia vir a ser. Neste ensaio, partindo da análise de The Left Hand Of 17

18 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE Darkness, pretende-se investigar o modelo humano-social proposto, reconhecendo que este é, a dois tempos, crítica e proposta. Através do estudo das duas tipologias descritas, seguindo a visão da ficção científica acima apresentada, realça-se o carácter tético e didáctico da obra. Teresa Pereira A emergência do eu pós-humano em Battlestar Galactica e Her (FCSH-CETAPS) Partido de uma abordagem comparatista entre as galardoadas obras de ficção científica Battlestar Galactica ( ) e Her (2013), pretendemos, de um modo geral, debruçar-nos sobre a ideia de póshumanismo. A série televisiva norte-americana, uma adaptação da space opera criada, em 1978, por Glen A. Larson, relata ao espectador o conflito armado, travado num universo diegético distópico, entre os antepassados da espécie humana e os Cylons. Por seu turno, a longa-metragem de Spike Jonze tem lugar num futuro não tão distante, no qual começaram a ser comercializados os primeiros sistemas operativos programados para se adaptarem às necessidades pessoais dos seus utilizadores. Neste panorama, a nossa análise incidirá em dois vectores fundamentais. Em primeiro lugar, observaremos, por um lado, o romance entre Karl Agathon e a Cylon Sharon Agathon, e, por outro, a interacção entre Theodore Twombly e o seu sistema operativo Samantha. Num segundo momento, intentaremos examinar de que forma a natureza humana, em permanente contacto com a tecnologia, é afectada pela evolução da máquina. Ao explorarem a possibilidade da existência de uma relação afectiva entre um ser humano e um dispositivo electrónico dotado da capacidade de assimilar conhecimentos e experiências, os textos em apreço não só questionam a conflituosa interacção entre o Homem e a máquina, como abordam ainda a ideia de pós-humanismo. Neste contexto, a presente comunicação visa analisar criticamente toda a problemática decorrente de um ser humano estabelecer com uma máquina uma complexa relação amorosa. Pretendemos, em última análise, reflectir sobre a passagem, consumada pelas personagens Karl Agathon e Theodore Twombly, do humano para o pós-humano. 18

19 SESSION 2B / SESSÃO 2B Diana Marques All must dance the Macabray : a Dança Macabra em The Graveyard Book, de Neil Gaiman (FLUL-CEAUL) A obra de Neil Gaiman The Graveyard Book (2008) conta-nos a peculiar história de Nobody Owens, ou Bod, que vê a sua família assassinada por um homem, Jack, mas que consegue fugir e encontrar abrigo num cemitério. Aí Bod cresce, é criado e educado pelos fantasmas e outras criaturas que habitam o cemitério, que fazem dele um rapaz muito especial que consegue contactar com o mundo dos vivos e dos mortos. Há, no entanto, um capítulo peculiar na narrativa intitulado Danse Macabre, no qual Bod testemunha e participa desta rara ocorrência em que os mortos e os vivos se juntam para dançar por uma noite. Esta Danse Macabre remete-nos para um fenómeno circunscrito à Idade Média, mais propriamente ao século XIV: as Danças Macabras, uma alegoria artístico-literária que expressa a universalidade da morte. Na pintura, por exemplo, são usuais as representações de uma dança entre pessoas vivas, dos mais variados estratos sociais, com a própria morte ou cadáveres, relembrando que a morte chega, inexoravelmente, para todos. Porém, qual o significado da Dança Macabra nesta obra de Neil Gaiman? O objectivo é perceber qual o simbolismo da Dança Macabra em The Graveyard Book, o que ela significa para Bod e que mensagem Neil Gaiman pretende passar ao inserir este aspecto singular da Idade Média numa obra dirigida a crianças. Iolanda Zôrro With sword in hand - The knights of George Martin s A Song of Ice and Fire (FLUL-CEAUL) George R. R. Martin is undoubtedly one of the most successful fantasy writers nowadays. In his books, he has presented us with a very interesting world of both fantastical and medieval characteristics where historical elements combine with more unrealistic ones. With this paper, we hope to shed some light on the origins of some of these elements, more specifically, we propose to explore the notion of chivalry that morally guided the knights during the Middle Ages and to focus on how it is present in Martin s A Song of Ice and Fire, exploring the personality traits of some of the characters in an altogether very human world. 19

20 COLÓQUIO DE FICÇÃO CIENTÍFICA & FANTASIA SCIENCE FICTION & FANTASY CONFERENCE Tânia Azevedo Imagining a Hero: From Fantasy to Mythology (ILCH-CEHUM) J. R. R. Tolkien pointed out in one of his essays, On Fairy Stories, that Art is the operative link between Imagination and the final result, Sub-creation. (Tolkien, 1988: 45), By Sub-creation he meant Middleearth. He has created it from language, generated a cosmogony, dwelt on the fight between Good and Evil and even showed the wounds of Arda can be healed through small deeds. He also explored, on other writings, the sorrow he felt because his homeland had no mythology of its own. Through his Middle-earth imagery, he has forged a new world that he thought would fill in the mythological gap his country was missing. Nevertheless, a true hero was needed, one that would fall in the category of the mythological warrior. It was in the literary past of England that Tolkien found an answer, as a true scholar. On the early English writings, we meet Gawain, the courteous knight. Tolkien has worked on the poem Sir Gawain and the Green Knight for decades and this almost devotional work was meant to restore the hero, one that would be native to the English soil, language and traditions. Along with this editorial and translation work on the medieval poem, Tolkien has also united art and imagination in a last stand to restore the true English hero: he will show us brave Gawain fighting to avoid The Fall of Arthur. Sadly, both Arthur and Gawain won t survive, but the loyal hero will go down in history as one with trawþe. SESSION 2C / SESSÃO 2C Luís Araújo Deuses egípcios no espaço ficcional: lucubrações e metáforas (FLUL) Para um egiptólogo que com lúdica curiosidade se disponha a ver as produções de Stargate, a presença de figuras que intentam representar antigos deuses egípcios não pode deixar de chamar a atenção. De facto, as iconografias recriadas no filme Stargate, e depois continuadas em toda a produção em série que foi ciclicamente aparecendo, enriquecidas entretanto com novas figuras divinas do antigo Egito, possibilitam um aliciante exercício comparativo entre as originais representações iconográficas das divindades egípcias e as adaptações feitas pelos criadores cinematográficos. 20

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