// NÚMERO 9 // OUTUBRO Currents NÚMERO 9 // OUTUBRO SBM Offshore / Currents 1

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1 Currents NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 // NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 SBM Offshore / Currents 1

2 Currents NÚMERO 9 // OUTUBRO Atualizações Notícias 6 Uma nova definição de profundidade: Stones a 2.900m 8 Gestão do projeto de fomentação para Mega FPSOs 12 O efeito real de segurança na SBM 6 Gestão do projeto de fomentação para Mega FPSOs GESTÃO DO PROJETO DE FOMENTAÇÃO PARA MEGA - FPSOS 8 17 Tecnologia da torre: nova e aprimorada 20 O efeito positivo da Paenal para o crescimento sustentável em Angola 24 A SBM estimula o talento para as operações brasileiras Fale conosco: Se você tem comentários sobre qualquer artigo desta edição ou sugestões para os próximos números, entre em contato através de nosso endereço Currents é publicado pelo Departamento de Comunicações do Grupo. Homenagem a Dick van der Zee, ex-cto e COO É com grande pesar que seus ex-colegas e amigos receberam a notícia de seu súbito falecimento no dia 29 de Setembro. Sua falta será grande. Nossos profundos sentimentos são estendidos à sua família. Dick van der Zee se juntou a SBM Offshore (ex-ihc Caland N.V.) em 1996 como Diretor Geral da SBM Schiedam (ex-ihc Gusto Engineering). Em 2000 ele tornouse membro do Conselho de Administração como COO. Ele foi nomeado CTO e Presidente da SBM Production Contractors em A contribuição do Sr. van der Zee foi fundamental no desenvolvimento das capacidades de topsides do Grupo - um dos pilotos que impulsionaram a empresa para a liderança nos contratos de FPSO que é hoje. Dick se aposentou em dezembro de SBM Offshore / Currents 2

3 Welcome 12 O efeito real de segurança na SBM Bruno Chabas CEO SBM Offshore Bem vindos a Currents. Estamos felizes em compartilhar as novidades com a nossa equipe, clientes, acionistas e indústria em geral, uma vez que esta edição coincide com a OTC Brasil. Com o pré-sal e os mega projetos na agenda da conferência, iremos abordar nas próximas páginas as mega FPSOs Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema TECNOLOGIA DA TORRE: NOVA E APRIMORADA O efeito positivo da Paenal para o crescimento sustentável em Angola As gêmeas estão sendo construídas paralelamente para que suas respectivas entregas sejam realizadas em 31 e 33 meses a partir da assinatura do contrato. Destinadas para os campos de pré-sal offshore operados pela Petrobras, as duas FPSOs juntamente com a FPSO Cidade de Ilhabela, prevista para ser autorizada no próximo ano, representarão as maiores FPSOs da frota da SBM até hoje. Maricá e Saquarema serão beneficiadas pela especialização tecnológica e pela experiência que a empresa adquiriu durante a conclusão bem sucedida da Cidade de Paraty que em junho deste ano extraiu petróleo pela primeira vez. Essas quatro embarcações de ponta representam o présal de forma muito importante em um período de quatro anos para a Petrobras. Levar a SBM para outra parte do planeta pela primeira vez - o Golfo do México foi a decisão recente da empresa Shell para a FPSO mais profunda do mundo. Recentemente um jornalista me perguntou Por que escolher o projeto Stones do Golfo do México? A minha resposta resume perfeitamente a visão que a SBM sempre teve que é continuar na vanguarda da tecnologia. 24 A SBM estimula o talento para as operações brasileiras Espero que vocês gostem desta edição e caso vocês visitem a OTC Brasil estaremos esperando em nosso estande para lhes dar as boas vindas. SBM Offshore / Currents 3

4 Atualizações Notícias Visita do Presidente Petrobras ao Brasa O pioneiro pátio de fabricação, Estaleiro Brasa teve a honra de receber uma visita da Presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster em 2 de agosto de A delegação da Petrobras recebeu grandes atualizações sobre o progresso em projetos e ordem cronológica de marcos, especialmente para a FPSO Cidade de Ilhabela. As horas de projeto mundiais para Ilhabela ultrapassaram a marca de 10 milhões. A visita incluiu uma inspeção do pátio, com explicações sobre o desenvolvimento e reforma do pátio, que foi executada com um compromisso de sustentabilidade em longo prazo e com o meio ambiente. Uma joint venture entre a Naval Ventures Corp. e a SBM Offshore, o pátio Brasa está localizado no coração da capital da indústria de Petróleo e Gás do Brasil, Rio de Janeiro. Ele assegura que a SBM possa entregar, de forma bem-sucedida, suas ambições de conteúdo local para os projetos de construção da FPSO. SBM atinge índice de Sustentabilidade Dow Jones 2013/2014 Pelo quarto ano consecutivo, a SBM Offshore foi selecionada para fazer parte do respeitado Dow Jones Sustainability Index (DJSI). A SBM foi reconhecida na categoria mundo juntamente com empresas como BHP Billiton, Samsung, Microsoft, Unilever e Nestlé, além de clientes como Petrobras, BG, ENI, Galp e outros parceiros no segmento, como AMEC, CGG, Schlumberger, Baker Hughes, Technip e Halliburton, que também já possuem grande prestígio do índice. A Avaliação Sustentabilidade Empresarial proporciona uma profunda análise do material financeiro, econômico, ambiental e de práticas sociais. O DJSI segue uma abordagem de alto padrão, incluindo empresas de todos os setores que se superam constantemente e positivamente suas métricas de sustentabilidade. Novo guindaste de carga pesada para Total O pátio Paenal em Angola agora possui todos os componentes prontos para serem integrados à FPSO CLOV, quando ela chegar ao cais. O pátio é o único em Angola com um cais longo o suficiente para receber uma FPSO baseada em um petroleiro VLCC, com o propósito de integração e comissionamento de módulos de processo. O projeto para a Total Exploration & Production Angola (TEPA) é o primeiro do pátio, que progressivamente desenvolveu sua capacidade e agora, pode lidar com a fabricação e integração de módulos de processo complexos, graças ao guindaste de carga pesada de toneladas, qualificado em agosto deste ano. O escopo de fabricação de cerca de toneladas inclui 17 pilhas de sucção, uma área de assentamento, elementos de proteção e módulo de processo para tratamento de água. O escopo de integração de cerca de toneladas inclui alguns dos elementos de proteção e o módulo de processo. A Total aproveitará estar oportunidade para celebrar este primeiro acontecimento do setor em Angola, ao mesmo tempo em que comemora seu aniversário de 60 anos de operação no país. A DSME concedeu ao pátio Paenal o contrato para fabricação e integração de equipamentos para a FPSO CLOV em outubro de Visita SBM do Offshore Presidente / Currents Petrobras 4 ao Brasa

5 Primeiro Óleo para a FPSO Cidade de Paraty // NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 Author: Stéferson Faria Faria / PETROBRAS / A primeira de uma série de quatro FPSOs do pré-sal para a Petrobras, a Cidade de Paraty atingiu seu primeiro óleo em 6 de junho de 2013, seguida por uma aceitação completa do sistema pela Petrobras alguns dias depois. Ela continua a aumentar a produção de petróleo na Lula Nordeste, na área offshore do Brasil, localizada no bloco BM-S-11 na bacia de Santos, a aproximadamente 300 quilômetros offshore e metros de profundidade. A FPSO Cidade de Paraty possui instalações de convés com peso um pouco acima de toneladas, para processar bpd de petróleo, tratamento de gás relacionado para Sm³/d com compressão completa e instalações para remoção de dióxido de carbono, assim como uma instalação para injeção de água para bpd. Campanha de Içamento de peso da FPSO Cidade de Ilhabela O projeto da FPSO Cidade de Ilhabela atingiu outro marco importante em sua jornada para conclusão, em agosto de A equipe do projeto, designada para a campanha de levantamento de peso, executou uma descarga segura e instalação de módulos do convés. A operação final do guindaste flutuante de t, ou seja, a instalação da estrutura da tore do queimador e, provavelmente, a operação mais difícil, foi realizada com sucesso. No pulso, no laboratório da SBM O Sr. Heinz Rothermund, Presidente do Conselho de Administração da SBM Offshore, recentemente visitou nosso laboratório de P&D em Carros, França e testemunhou, em primeira mão, a profundidade e alcance das pesquisas e desenvolvimentos sendo executados no laboratório para o avanço da tecnologia SBM. Desenvolvimentos incluem testes contínuos em novas lacres para cabeça de injeção, fatiga de materiais, abrasão e resistência mecânica, assim como a conclusão do programa de classificação para uma cabeça de injeção de alta pressão (VHP), classificado em 830 bar. SBM Offshore / Currents 5

6 Uma nova definição de profundidade: Stones a 2.900m Por que escolher as Stones? Porque queremos continuar na vanguarda da tecnologia. Bruno Chabas CEO SBM Offshore Todos os olhos voltaram-se para a SBM Offshore assim que foram divulgadas as notícias de que a Shell estava progredindo na exploração das Stones no Golfo do México. O mundo tinha ciência que o campo mais profundo exigiria uma FPSO de ponta que administrasse a quebra dessa profundidade recorde e que lidasse com as condições de tempestades tropicais da região. Com um anteprojeto de engenharia em mãos e uma equipe de gestão dedicada a postos a SBM estava preparada para desempenhar o seu papel na jornada pioneira da Shell para conduzir a indústria a novas profundidades. No entanto, o motivo para conquistar a adjudicação do contrato da FPSO vai além da especialização tecnológica e da disposição da SBM. Da mesma maneira que em 1858 quando a Shell e a SBM Offshore iniciaram a colaboração com a fabricação da primeira amarração de bóia única, o FPSO das Stones é a prova da confiança da Shell na nossa especialização tecnológica. Esse último projeto é mais um capítulo do estreito relacionamento e da cooperação bem-sucedida que a SBM Offshore compartilha com Shell por mais de meio século. As duas empresas sempre tiveram um espírito revolucionário e seus engenheiros foram incansavelmente impulsionados pelo desejo de empurrar as fronteiras. Essa força vital interior comum às duas empresas incutiu um respeito mútuo e sinergia, que irão novamente impulsionar a indústria para novas fronteiras offshore. Curtis Lohr, Gerente de Projetos da Shell para as Stones, disse Trabalhar como uma equipe com a SBM será fundamental para cumprir com a visão da equipe das Stones de trabalhar juntos para oferecer as promessas da nossa fase 1 de forma segura. É uma honra para a SBM Offshore que uma grande petroleira confie na empresa subcontratada para propor a solução certa visando a execução de um projeto inovador. A reafirmação do passado, os projetos bem-sucedidos da SBM A SBM detém o recorde mundial de FPU semisubmergível instalado em águas profundas com o Independence hub a 2,469m não foram subestimados pela Shell durante o planejamento do ponto de partida para o futuro com o desenvolvimento das Stones. A lista dos recordes mundiais é notável e faz a indústria ficar surpresa. Ela será: a unidade de produção mais profunda já instalada; a FPSO mais profunda; o primeiro sistema desconectável com risers de aço; A lista de recordes industriais para as Stones permite novos usos para tecnologias existentes para aumentar o nível de produtividade, eficiência e segurança para a FPSO. A FPSO é extraordinária e inovadora em termos de tecnologia para configuração do riser com o projeto deste sistema incluindo Steel Lazy- Wave Risers (SLWR). Pela primeira vez esse tipo de riser está sendo Utilizado em uma unidade de produção desconectável. Em razão da combinação de risers de água profunda e de aço, a bóia tem o maior deslocamento para bóia já feito até hoje. SBM Offshore / Currents 6

7 Outra característica inovadora desenvolvida para este projeto é a possibilidade de reajustar cada tensão da linha de amarração sem qualquer dispositivo instalado no FPSO. É pioneira no uso de um conector de amarração in-line (ILMC), que dá acesso direto à linha de amarração para fins de retensão. Essa característica possibilita mais flexibilidade quando há necessidade de ajustar a tensão das linhas de amarração, mesmo durante a fase inicial de instalação do sistema. O desafio das Stones representa também uma oportunidade inédita para a SBM uma vez que é a primeira FPSO da empresa no Golfo do México. Os engenheiros do centro de execução de Houston se comprometeram totalmente com o projeto e a qualificação desta tecnologia ultraprofunda, trabalhando em conjunto com nossos peritos em sistema de ancoragem em Mônaco. As necessidades para esse tipo de desenvolvimento foram previstas pela SBM há algum tempo com as pesquisas mostrando que a exploração em águas profundas atua crescentemente no mercado de combustível e petróleo do futuro. Com o contrato das Stones assinado é necessário fornecer e conceder com toda energia possível e entusiasmo a FPSO desconectável para o campo petrolífero mais profundo do mundo. O petroleiro candidato foi escolhido e assegurado durante o estágio de anteprojeto de engenharia e foi entregue ao estaleiro de conversão. Entraves foram quebrados para o desenvolvimento deste FPSO, aumentando a liderança em tecnologia. A FPSO das Stones é um dos projetos mais desafiantes, feita sob medida para as condições no Golfo do México onde furacões são uma grande ameaça. Trabalhando em conjunto e em tempo real, as equipes integradas da SBM ao redor do mundo crescem com os desafios rigorosos inerentes do projeto e encontram soluções inovadoras utilizando as mais avançadas tecnologias. Uma das necessidades fundamentais para a FPSO é a de lidar com as condições meteorológicas severas do Golfo do México. Usando as maiores boias desconectáveis do mundo (ancoragem da torre de flutuação ou BTM) elas permitirão que a embarcação navegue em segurança antes do impacto climático perigoso. Essa funcionalidade removível também permite à FPSO a retomar rapidamente a produção assim que o furacão passar o local; um fator importante para a produtividade da Shell no campo. Os 55 anos de experiência em ancoragem da SBM Offshore incluindo a entrega de aproximadamente 50 sistemas serão alavancados para fornecer esse sistema de BTM pioneiro. // NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 O Campo das Stones tem potencial de valorização e estima-se que contém mais de 2 bilhões de boe de petróleo no local. John Hollowell, vice-presidente executivo para águas profundas, Shell Upstream Americas afirmou Esse investimento importante comprova o nosso compromisso permanente para inaugurar a nova geração de avanços em água profunda, que oferecerão maior crescimento da produção nas Américas. Os contratos de locação e funcionamento da FPSO inclui um período inicial de 10 anos com opções de extensão posteriores para um total de 20 anos. O projeto das Stones com sua tecnologia Inovadora permitirá a SBM Offshore consolidar a sua posição de líder nas operações em águas profundas. A SBM se orgulha disso, o motivo pelo qual a indústria olha com a respiração suspensa é porque o projeto representa uma mudança no jogo para todos m uma nova profundidade para a SBM Offshore e para a indústria em Qual é a maior diferença para esta FPSO, que a distingue das outras? Ela quebra a profundidade da água para todas as unidades de produção em um ambiente rigoroso fazendo uso de risers de aço. Uma vez instalada a FPSO das Stones será a unidade de produção mais profunda em operação no mundo a 2.900m. As ramificações para a empresa, em termos de potencial de crescimento, são importantes, permitindo que a empresa cumpra com as necessidades dos nossos clientes e clientes em potencial em águas ultraprofundas e utilize soluções econômicas de risers. SBM Offshore / Currents 7

8 Gestão do projeto de fomentação para Mega FPSOs SBM Offshore / Currents 8

9 Quando você é responsável pelos projetos de conversão de quatro das mais complexas FPSO que a empresa já executou cada uma avaliada em mais de bilhões de dólares e que envolvem diversos locais de construção e engenharia ao redor do mundo você precisa da melhor perícia em gestão de projetos que você pode ter. No ano passado a SBM Offshore empenhou-se em reformular de forma significativa as condições de sua gestão de projetos visando se ajustar às exigências contratuais da Petrobras de não menos do que quatro FPSOs de terceira geração para os grandes avanços offshore do pré-sal no Brasil. Um aspecto importante deste exercício progressivo é a ampliação dos recursos em um dos centros de execução da SBM em Schiedam, Holanda, para cobrir todo o espectro da engenharia, aquisição e gestão da construção. As sementes da reformulação foram semeadas pelos primeiros projetos de terceira geração da SBM para o Brasil- Cidade de Paraty concedidos pela Petrobras em maio de Em junho deste ano o Paraty foi aprovado nos testes pela Petrobras no campo de águas profundas Lula Nordeste e tornou-se aluguel formal pela operadora brasileira sob um contrato de 20 anos e um contrato de operação conforme cronograma contratual. Trata-se de um empreendimento fantástico e uma curva de aprendizado para o Centro de execução da SBM em Schiedam juntamente com o escritório da SBM no Rio. Agora, um mega-projeto ainda mais complexo está no centro dos movimentos contínuos da empresa para afiar suas habilidades de gestão do projeto. A FPSO Cidade de Ilhabela segue em construção, com elementos de embarcação atualmente tomando forma em vários locais no mundo todo, e está prevista para funcionar para a Petrobras na 2ª metade de O objetivo da construção da Ilhabela ser feita da forma mais tranquila possível tem um significado muito além do mero projeto. Isto se deve aos dois FPSOs de terceira geração da SBM a caminho do Brasil - FPSOs Cidade de Maricá e Saquarema que estão sendo levados adiante como cópias da Ilhabela. Isto vai garantir que elas possam ser construídas para cumprir com o cronograma diligente de um investimento de $3,5 bilhões que requer a inicialização das embarcações no fim de 2015 e no início de Portanto os 3 mega-projetos atuais em execução apresentam uma nova escala impressionante de desafio de gestão que a SBM Offshore vem elaborando desde bem antes da concessão destes contratos. O projeto Ilhabela é incrivelmente movimentado, afirma o diretor do projeto Alex Brigden. Temos as principais frentes de trabalho abertas na China onde a conversão do casco está sendo feita, em Cingapura, e em vários locais no Brasil. A integração do casco e dos topsides será feita na Brasa, no pátio de construção da joint venture da empresa no Rio instalada e em atividade desde julho do ano passado e está construindo 10 dos 18 módulos da embarcação, pesando cerca de toneladas. O trabalho de conversão no casco está previsto para ser finalizado no final deste ano, em seguida ela navegará para o pátio da Brasa no Brasil. No ano passado diversas pessoas com ampla experiência no ambiente de contratação EPC internacional foram recrutadas para Schiedam, não menos do que Yves Paletta como diretor de gestão e John Schubert como diretor de operações. Já adquirimos experiência preciosa em trabalhos anteriores, como por exemplo integrando a curva de aprendizado do Paraty para Ilhabela e Maricá/ Saquarema afirma Yves Paletta. O maior desafio para o Centro de Execução Schiedam é aprimorar nossos processos internos e formas de trabalho baseadas na construção, comissionamento, e retorno operacional do Paraty. Isso pode ser obtido paralelamente na medida em que progredimos na construção do Ilhabella e aquisição do Maricá/ Saquarema, acrescenta. Da mesma forma, o histórico do EPC de John Schubert foi uma das forças motrizes principais para mantê-lo a bordo em Schiedam como diretor de operações. Da mesma forma com Paletta, a minha tarefa principal é mudar o modo de execução para o enfoque do EPC, em vez da engenharia como força motriz, prossegue. O papel de Schubert é supervisionar as operações do centro de execução em Schiedam, com responsabilidade definitiva para a execução dos principais projetos de FPSO e o desenvolvimento de relações com os clientes e subempreiteiros, visitar os projetos e locais de trabalho regularmente e avaliar continuamente seus status e assegurar que o cronograma seja cumprido. Trata-se de uma configuração global, com serviços espalhados pelo mundo, ele afirma, portanto é vital comunicar continuamente a todas as partes envolvidas, e liderar pelo exemplo para continuamente elevar o padrão em segurança e o desempenho da execução. Através de um fluxograma de comunicação, Schubert dá um exemplo de que a produção da SBM está agora plenamente integrada desde o dia em que encaminhamos a proposta. Eles retornaram a experiência operacional da frota em curso. Igualmente, a equipe de comissionamento está envolvida desde o início e nós temos análises de projeto independentes, quando um grupo de outro centro da SBM vem. Peter Senkbeil, diretor de gestão da divisão de produção (PC) da SBM responsável pelas operações durante SBM Offshore / Currents 9

10 a vida útil das embarcações salienta. Reforçamos o processo de retorno desde as operações até a fase do projeto e as lições aprendidas são consideradas para os novos projetos, que por fim melhoram o resultado final. E ele acrescenta Os projetos que estamos desenvolvendo, de modo particular para a Petrobras, incluem uma fase operacional de 20 anos depois que entregamos a embarcação, portanto estamos observando os custos do ciclo de vida e a fidelidade em longo prazo. O objetivo é oferecer uma peça de equipamento de ponta que seja fácil para operar e ser mantida pelo braço da produção do grupo SBM Offshore, e para fazer tudo que for possível para permitir que ela funcione de forma bem sucedida por um longo tempo. O enfoque é duplo: segurança e qualidade. O maior projeto da SBM até hoje A SBM configurou um modelo de execução para as FPSOs Cidade de Maricá e Saquarema usando diversos centros de execução devido ao porte do projeto. Projeto, engenharia, aquisição, construção dos topsides e a fase posterior de integração dos topsides - efetivamente o escopo brasileiro - está sendo administrado por uma equipe no centro de execução da empresa em Schiedam. Enquanto isso, a remodelação e conversão dos cascos e topsides a serem construídos na Ásia - administradas pelo centro de execução em Mônaco. Os dois centros de execução trabalham em conjunto com a equipe da SBM no Rio e todos os três times colaboram para oferecer o escopo combinado no prazo e no orçamento para as duas FPSOs. O diretor de gestão do centro de execução de Mônaco, Giuseppe Stani afirma Este projeto nos deu a oportunidade de aprofundar o desenvolvimento da nossa especialidade em construção na China e fazer valer a gestão mundial da SBM e os recursos de engenharia para entregar as FPSOs complexas e com tecnologia de ponta para a Petrobras. John Perkins, diretor do projeto FPSOs Cidade de Maricá e Saquarema acrescenta A Petrobras nos deu esse projeto porque ela confia na entrega da SBM. Meu cargo tem o respaldo de milhares de pessoas para entregar esse projeto. O projeto Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema adquiriu impulso significativo; as duas VLCCs chegaram ao pátio de conversão da CXG na China no início de maio de 2013 e os serviços de inspeção e demolição dos itens a serem substituídos estão bem adiantados. O princípio de cópia permitiu enorme progresso nos módulos dos topsides com todos os itens principais de aquisição colocados dentro de três meses da concessão do projeto e das atividades de construção do módulo iniciadas tanto no Brasil quanto na Ásia no início de setembro de SBM Offshore / Currents 10

11 Phillip Levy, Gerente do Projeto no Brasil para a SBM Offshore contextualiza A Brasa capitalizará o serviço executado no Ilhabela com o objetivo de atingir um nível de produtividade próximo dos pátios do módulo asiático. Este é o objetivo final uma vez que a qualidade já é superior no Brasil em relação à Ásia, graças às medidas de controle impostas pela Petrobras na última década O pátio da Brasa no Brasil vai fabricar 10 dos 18 módulos de topsides, com base no sucesso com que o módulo funciona atualmente concluído naquele local para o projeto Cidade de Ilhabela, continuando a reforçar os recursos da empresa em executar o serviço no Brasil dentro das obrigações de conteúdo estritas do local. Compromissos também foram fechados com a Dona-Mac, uma das parceiras construtoras de longo prazo da SBM na Ásia para os módulos de fabricação em Cingapura e na China. Liderado pela equipe de gestão de projeto global, o pessoal da SBM de Mônaco, Schiedam e do Rio estão trazendo suas habilidades e conhecimentos combinados para o projeto, assegurando a continuidade do ritmo da via rápida até as datas de entrega. // NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 FPSOs Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema. As duas FPSOs são destinadas para o campo Lula na região offshore pré-sal do Brasil. O bloco BM-S-11 está sob concessão para um consórcio que inclui a PETROBRAS (65%), BG IPP Brasil Ltda. (25%), e Petrogal Brasil S.A. (10%). As FPSOs serão de propriedade e operadas pela Joint Venture de propriedade das empresas afiliadas da SBM Offshore, Mitsubishi Corporation, Nippon Yusen Kabushiki Kaisha, e Queiroz Galvão Óleo e Gás S.A. cuja participação acionária da SBM Offshore será 56%. SBM Offshore / Currents 11

12 O efeito real de segurança na SBM Uma vez que a exploração de petróleo e gás vai mais fundo e as necessidades dos clientes tornam-se mais complexas, isso faz o campo de jogo ficar em constante mudança. A SBM Offshore sempre manteve seus olhos atentos na bola de segurança e uma vez que a indústria evolui, a segurança continua sendo a espinha dorsal dos projetos da empresa. Totalmente consciente de que as medidas podem salvar vidas, o departamento de SMS trabalha no núcleo da SBM. Tem um papel crítico na transmissão da mensagem para qualquer canto do mundo onde a SBM está. Mantém um fluxo de dois sentidos constantes de informaçãoretorno crucial para a segurança, saúde e bem estar dos funcionários e empreiteiros. E para assegurar que isso seja alcançado o diretor do grupo SMS Erik van Kuijk confia não apenas na sua equipe dedicada para essa enorme tarefa mas também cada um dos mais de funcionários na empresa. Quando se fala de SMS frequentemente se pensa em segurança ocupacional. SBM Offshore / Currents 12 No entanto, essa associação histórica é apenas uma pequena parte da história. A segurança compreende cada fase de cada projeto, explica Erik van Kuijk. Todos devem estar conscientes disto e a importância colocada sobre ela deve vir de cima. Nosso CEO Bruno Chabas é entusiasta da segurança, saúde e do meio ambiente. Ele está bastante consciente que o nosso desempenho em SMS é um reflexo direto da qualidade da liderança ao longo do ciclo de vida dos nossos produtos. Ele elevou o nível e espera o envolvimento de todos. A mensagem de SMS tem prioridade pois o CEO e a gestão de alto nível oferecem respaldo ao nosso trabalho 110%. Van Kuijk, que possui vasta experiência na indústria nessa área, ingressou na SBM em janeiro de 2012 e apropriadamente para o início de um novo ano trouxe um enfoque original para o SMS. Iniciando direito no papel o novo chefe de SMS colocou sua marca em seu primeiro mês na Conferência anual de Gestão da empresa. Sua nomeação anunciou uma abordagem realmente integrada em vez de enxergar o SMS como uma função isolada. Não é uma mudança de cultura tão completa, pois van Kuijk ressalta que antes de sua chegada a SBM já estava bastante comprometida com a segurança. Trata-se na verdade de assegurar que o SMS esteja presente e envolvido do início ao fim no ciclo de vida completo do produto precisamos ampliar seu escopo, alcance e por fim assegurar seu impacto. Essa abordagem é adotada pela alta administração que assegura que a mensagem seja estendida. A ênfase está no fato de que todos são elos na cadeia de segurança e suas funções são essenciais para mantê-lo forte. Isso significa que em frente ao espectro o estado de espírito do SMS ajuda a força de trabalho executar em segurança quer os engenheiros da empresa projetando um produto intrinsecamente seguro, a tripulação assegurando operações seguras nas embarcações offshore quer o cargo mais óbvio de guarda de incêndio em uma situação de resposta de emergência.

13 Engenharia: Mike Wyllie, chefe de tecnologia afirma A SBM está na vanguarda da inovação tecnológica offshore. Nossos engenheiros se esforçam para projetar produtos intrinsecamente seguros que a indústria pode usar com confiança. A segurança no projeto é crítica, especialmente na etapa inicial do projeto quando são feitas escolhas básicas. A comunicação aberta entre os engenheiros e a equipe do pátio assegura que o projeto foi seguido. Jerry Joynson, diretor de ofertas e desenvolvimento tecnológico na Malásia acrescenta Assim que as instalações da produção estão funcionando no campo o retorno que os engenheiros recebem sobre como eles trabalham é inestimável para beneficiar futuros projetos e com frequência pode ser a fonte da inovação relacionada com a segurança. Greg Heagler, a autoridade técnica para Prevenção contra perdas e danos afirma A nossa indústria lida com hidrocarbonetos de alto risco o objetivo final da SBM através do projeto é de reduzir esse risco. Há um processo sistemático de engenharia que seguimos, que evolui na medida em que a nossa tecnologia progride. Há mais peso e mais aço em nossas mais recentes FPSOs para os campos de pré-sal, o que significa que os bens imóveis estão aumentando com pelo menos três conveses em comparação com no máximo dois anteriormente. No entanto, o aspecto de segurança nunca muda continua integral para todos os aspectos do projeto. A verificação cruzada deve fazer duas perguntas. Primeiro: ele aumenta a proteção do pessoal? Segundo: reduz o agravamento da situação de emergência? Para uma opinião objetiva contratamos consultores especialistas da área de eventos de projeto de risco e potencial (situações de pior hipótese) que não é exigido pela classe mas a empresa investe na precaução extra. A segurança realmente faz parte do DNA da SBM. A SBM sempre trabalhou Junto com a Shell para executar SMS, com um exemplo altamente visível como a adoção em 2010 das doze regras de salvamento de vida da Shell em todas as nossas operações. Tais regras estão firmementeincluídas agora como aspectos chave das operações diárias da SBM. // NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 SBM Offshore / Currents 13

14 Engenharia Compras Extensão de vida do Produto SMS Construção Operação Instalação Ofertas: Cyrille Tenet, gerente de ofertas do grupo Esta etapa assegura que o que ofertamos ao cliente tem segurança como parte inerente. Isso significa um compromisso com a segurança ao longo de todo ciclo de vida, do projeto às futuras operações. Isso é possível em um prazo muito curto de propostas pelo uso das normas de projeto desenvolvidas pela SBM. Além disso, o departamento de produção da empresa se compromete com as análises do projeto visando obstar quaisquer problemas a partir do início. Combinando as expectativas dos clientes com as normas elevadas da SBM aumentamos o aspecto da segurança. Obviamente existem diversas exigências legais e alguns regimes regulatórios que são mais rigorosos do que outros, no entanto, os nossos clientes estão tranquilizados pois sabem que a SBM vai além do que a classe exige e que nenhum acordo referente à segurança foi feito. Construção: Parcerias estratégicas com pátios da Brasa no Rio asseguram o cumprimento das normas de qualidade e segurança da SBM durante a fase de construção bem como as entregas nas datas, Christophe Rousseau, gerente de operações do pátio da Brasa (Rio). Produção: Peter Senkbeil gerente administrativo de produção da SBM É essencial que os nossos engenheiros vejam em primeira mão como as FPSOs funcionam e escutar as pessoas que as colocam em funcionamento. Esse retorno é inestimável para os futuros projetos e vai melhorar ainda mais a segurança nas operações. Igualmente, um desenvolvimento no nosso empreendimento é que a duração das embarcações está aumentando - consequentemente evoluiremos a nossa abordagem sobre manutenção para ajustar as diferentes necessidades que as embarcações invariavelmente exigirão durante esse prazo prolongado. É vital manter a continuidade de nossas normas e prestar atenção nos detalhes. Todos os bens da SBM devem ser mantidos em uma condição para oferecer com segurança o desempenho líder na indústria para os clientes durante a vigência do contrato. Esse é o nosso objetivo. Adjunto da Frota/Instrutor John Woollam afirma que seu cargo assegura que a segurança da mensagem seja feita offshore. Visito unidades na frota para avaliar constantemente os processos e introduzir melhorias isso evita que as pessoas se tornem negligentes quando o assunto é segurança. Uma parte vital do meu cargo é colocar a tripulação em situações de emergência para ver sua reação. Uma coisa é saber a teoria, a outra é presenciar um evento real. Alguns se surpreendem com reações inesperadas em uma situação de crise simulada. Os níveis de estresse podem afetar desfavoravelmente como alguém pode suportar. O melhor a fazer é identificar e apontar a fraqueza da equipe durante o exercício. SBM Offshore / Currents 14

15 Laurence Ugarte, gerente de Produção de SMS da SBM explica a campanha mãos para cima lançada em maio na FPSO Saxi Batuque. Sua finalidade é a de que todos se comprometam na erradicação dos ferimentos das mãos. Seu estilo cativante de 5x5 e participação obrigatória a torna pessoal e o comprometimento real. Todo o pessoal que ingressa a embarcação, mesmo por um dia, é primeiramente solicitado a desenhar o contorno de sua mão. Depois, para cada dedo, pede-se que identifique uma forma de prevenir os ferimentos das mãos. SMS Mike Smith, gerente de SMS em Mônaco da SBM Uma ferramenta que é usada nos projetos, é o processo de porta de controle, que nos oferece segurança e confiança para o projeto progredir através das diversas etapas. Cada porta de controle é projetada para assegurar que o SMS e outros aspectos estejam em prática e funcionando, antes de seguir para a próxima fase do projeto, como parte deste processo, duas análises independentes são feitas por outros centros de execução na empresa. Um exemplo de pró-atividade nos sistemas de análise é o projeto da Shell em Dubai, quando atividades conhecidas de alto risco foram previstas e analisadas a fim de evitar acidentes. O que alguns consideram insignificante tem importância para a SBM. Um exemplo disso é o andaime que o subempreiteiro sugeriu erguer no pátio, que embora cumprisse as normas do país não cumpria as normas da SBM. O projeto trabalhou com o pátio para assegurar-se de que sistemas mais seguros, melhor competência e hardware foram implantados no início do projeto. O êxito da experiência adquirida neste projeto se estendeu para outros projetos da SBM. No processo de indução da empresa cada novo funcionário é informado sobre a importância crítica de cumprir com a política do SMS. Trabalhar com a SBM implica uma promessa de nunca comprometer a segurança em busca de outros objetivos. É claro que a empresa fornece atividades de treinamento e segurança regularmente nos pátios e offshore. Além disso, uma iniciativa conjunta com os recursos humanos incorporou na avaliação anual de desempenho do funcionário uma seção de auto-avaliação para determinar em que eles contribuíram para o SMS e a segurança durante o ano. Isso os motivará a serem próativos durante o ano. Fazendo eco ao empenho do CEO, os gerentes da SBM se comprometem a encorajar os funcionários a trabalhar com a segurança em mente. Diariamente os gerentes responsabilizam suas equipes por comportamentos que podem afetar o desempenho da segurança. O diretor de SMS simplifica A segurança é o cuidado que temos uns com os outros colocando a segurança em prática todo dia. Observar a saúde e a segurança de cada um está no cerne daquilo que ele considera uma política verdadeiramente abrangente de SMS. Todos são meus amigos está impressa nos folhetos de análise trimestral; uma abordagem afetuosa que envolve pensar nos outros e os outros pensarem em você. Enquanto que os acidentes na indústria podem ocorrer com frequência durante uma falta de atenção, ter colegas alertas pode salvar vidas. Para van Kuijk é assim que uma empresa começa a incorporar a cultura da segurança. Enquanto a maioria treme ante a menção dos desastres da indústria as lições aprendidas se estenderam a todos os protagonistas do petróleo e do gás, ao passo que os governos implantaram legislações mais rigorosas. No entanto, van Kuijk insiste que mesmo com todas as melhores intenções da lei dos melhores resultados vêm de uma linha coerente costurada pela empresa. Deve-se aproveitar cada oportunidade para implantar uma cultura da segurança especialmente nas primeiras etapas do projeto, acrescenta. // NÚMERO 9 // OUTUBRO 2013 A tendência na indústria é para os grandes protagonistas conduzir e mais solicitações de extras de segurança são frequentes. Faz parte de sua abordagem pró-ativa. Neste ano a Petrobras solicitou auditorias de segurança do processo. Erik van Kuijk Diretor de SMS Uma série de eventos não elacionados pode levar à quebra de uma barreira após a outra. Um desastre trágico geralmente ocorre quando a barreira final falha. A segurança em cada etapa pode assegurar que nenhuma barreira se quebre. SBM Offshore / Currents 15

16 A SBM participou novamente neste ano da iniciativa anual do dia mundial da segurança na Shell. Jean-Bernard Poilpré, diretor de operações PC ofereceu seu forte apoio à participação da SBM comparecendo em uma de nossas embarcações, a FPSO Espírito Santo Foi um bom dia interativo e bem preparado para todo o pessoal a bordo refletir sobre a segurança e que levou cada um a fazer sua contribuição diária para tornar seu ambiente mais seguro. Participar desta iniciativa enfatiza o compromisso da SBM com a segurança e é um forte indício da contribuição que todos desejamos oferecer ao criar um local de trabalho mais seguro em todo o mundo. A SBM não esperou para ser indagada a empresa estava pronta para a solicitação com uma equipe de gestão de segurança de processo central já trabalhando para lançar uma estrutura de gestão de segurança de processo de melhor prática industrial para ser implantada. A SBM participou novamente neste ano da iniciativa anual do dia mundial da segurança na Shell. Eli Brunborg, encarregada do desenvolvimento da gestão de segurança do processo (PSM), e sua equipe são responsáveis pela implantação da estrutura de PSM da organização, que acontecerá em um futuro próximo. Ela explica o que a SBM considera como fundamental para a PSM. É o sistema de gestão que é enfocado na prevenção de preparo, alívio, resposta e restauração de liberação catastrófica de químicos ou energia de um processo associado à fábrica. Existem quatro áreas de enfoque que definem os componentes básicos de alto nível da estrutura de PSM, e outros 20 elementos que configuram os aspectos chave da operação que a organização precisa para enriquecer a fim de assegurar sua integridade. A execução das atividades dos elementos será feita a partir do sistema de gestão atual da SBM, com base na análise de lacunas, e envolveráo pessoal da PSM de toda a organização. Ao incorporar uma estrutura de segurança do processo em toda a organização, a SBM assegura uma abordagem estabelecida, estruturada e documentada para gerir as áreas de enfoque chave os pilares que individualmente, mas mais ainda, em conjunto, contribuirão para reduzir o risco de graves acidentes e melhor desempenho comercial. Aplica-se ao ciclo de vida completo (ofertas, engenharia, cadeia de fornecimento, construção, comissionamento, inicialização, organização da frota, descomissionamento), é multidisciplinar e consequentemente não se relaciona apenas ao processo ou à segurança, muitos cometem esse erro. Eli acrescenta Uma força de trabalho convencida de que a empresa visa a segurança ocupacional e a segurança do processo como valores essenciais fará as coisas certas, do jeito certo, sempre; será um reflexovoluntário. Conclusão A história da segurança prossegue e os eventos trágicos do passado servem comolembranças cruéis porém necessárias para a indústria da natureza precária do ambiente no qual ela opera. Enquanto a SBM Offshore perseguir seu objetivo de continuar como parceiraescolhida pelas empresas de energia do mundo, ela continuará a segurar o bastão da segurança firmemente em seu poder. SBM Offshore / Currents 16

17 Tecnologia da torre: nova e aprimorada Em junho de 2010, a BP adjudicou à SBM Offshore o contrato para fornecer a torre Quad 204 da FPSO, que será uma das maiores do mundo com uma força de amarração de toneladas dentro das condições ambientais de retorno de 100 anos. Medirá aproximadamente 100m de altura e pesará mais de toneladas. Tendo fornecido cerca de 50 sistemas de ancoragem de torre para diferentes clientes na indústria de energia, a SBM demonstrou capacidade para oferecer tecnologia específica do projeto por diversas vezes. A torre Quad 204 tem como base o projeto mancal bogie patenteado pela SBM Offshore e representa o terceiro de uma série de grandes sistemas de ancoragem da torre para a BP no mar do Norte. O contrato abrange a engenharia, a aquisição, construção e transporte dos módulos da torre incluindo torniquetes, linhas de amarração e âncoras de sucção bem como a instalação. Este projeto combina uma habilidade exclusiva definida para a indústria; fornecimento de ancoragem da torre, extensão da vida do campo, esenvolvimento da tecnologia e contratação offshore. A BP pretende atualizar as instalações de produção na Plataforma continental do RU (UKCS) campo Schiehallion substituindo a FPSO Schiehallion atual por uma nova unidade a ser ancorada no mesmo local utilizando um novo sistema de ancoragem. A torre Quad 204 será usada para ancorar essa nova FPSO. Para a desconexão da FPSO Schiehallion e a instalação da nova FPSO o contrato foi adjudicado pela BP para Technip UK. Para se valer da perícia da SBM em tecnologia de torres e nossos registros operacionais para as operações de ancoragem da FPSO, a Technip nos adjudicou um subcontrato em novembro de 2012, que inclui: Fase I: desconexão e retirada da FPSO atual e linhas de amarração e posterior reboque para Roterdã (Campanha de 2013) Fase II: Instalação do novo sistema de ancoragem da FPSO (20 fora novas pilhas e cadeia e sistema de ancoragem do fio condutor espiral), mais a recuperação do antigo sistema de ancoragem (Campanha de 2014) Fase III: reboque para o campo e ancoragem da nova FPSO (Campanha de 2015) A FPSO Schiehallion foi descomissionada no início deste ano e a operação de desconexão está atualmente em curso. A Technip está em processo de desconexão e entrega dos 18 risers. Quando isto for concluído a SBM Offshore executará a desconexão da FPSO e retirada do local. Esta é a torre mais complexa já fornecida pela SBM Offshore para a indústria de Óleo & Gas, afirmou Laurent Agussol, Gerente de Projetos na SBM Offshore. A nova FPSO será uma embarcação de, casco duplo recém construída de 270m de comprimento projetada com o sistema de ancoragem para condições climáticas severas e operações continuadas a oeste de Shetland. Ela será projetada segundo as mais recentes normas do RU em vigor e condições específicas prejudiciais da BP, tais como a perda de uma linha de amarração em condições ambientais de retorno de 1 ano. SBM Offshore / Currents 17

18 A maior parte da infra-estrutura submarina atual prosseguirá com as operações enquanto a nova FPSO estiver no mesmo local da FPSO Schiehallion. O novo projeto da torre fornecerá espaço adequado para subsistemas de processo e fornecerá suporte utilitário para o sistema de controle submarino. A torre obedecerá a um gráfico de deslocamento da ancoragem reduzida para condições climáticas mais estritas especificadas, com a disposição do riser atual e novo layout do sistema geral de produção marinha. Que inclui includes as exigências do projeto para até 28 slots de riser contra 24 para a FPSO Schiehallion e para pernas de ancoragem a serem agrupadas em 4 clusters de 5 linhas de amarração cada para se ajustarem na atual infra-estrutura submarina. SBM Offshore / Currents 18 A disposição do sistema da torre permitirá que a instalação da linha da âncora e dos risers dispense mergulhadores. A estrutura da torre foi projetada para durar no mínimo 25 anos. Ao longo das operações, as vedações dos torniquetes poderão ser trocadas, isso poderá ser feito no local graças à tecnologia da SBM Offshore, sem remover qualquer torniquete do monte e sem interromper a produção. A SBM Offshore fornece esse item de operação como parte padrão do projeto da torre por muitos anos. O sistema de mancais da torre também é de fácil manutenção no local graças às unidades bogie substituíveis- um item exclusivo das torres da SBM. Além do manuseio completo da produção crua, injeção de água e elevador a gás / fluxos de exportação / importação, o sistema de torniquetes prevê todos os serviços auxiliares exigidos na parte fixa da torre, incluindo energia elétrica e controle, injeção química, água de dilúvio e ar para pressurização da sala do equipamento da torre. Esta Torre Quad 204 de 10 mil toneladas é o componente mais importante do FPSO, disse Jeff Mace, Gerente de Fornecimento de Torre da BP O que melhorou na Torre Quad 204 desde o Schiehallion? Schiehallion foi o primeiro projeto a usar o projeto de torre de bogie patenteado pela SBM Offshore. Agora, isso tornou-se uma característica padrão das torres internas de alta capacidade da SBM. A partir de um projeto inovador criado há 15 anos, a SBM Offshore inventou um padrão confiável para desafiar as ancoragens de torre. As principais melhorias do sistema de ancoragem de torre são as normas de segurança baseadas na análise sistemática e confiabilidade aperfeiçoada para as operações. Alguns exemplos dessas melhorias são o topo do ascendente, valores de ESD e blindagem para vento. A operabilidade melhorada e os aspectos de operacionalidade são fatores imprescindíveis para a melhoria da tecnologia. Os conhecimentos adquiridos no passado pela SBM e pelos clientes de torres de EPC foram implementados com sucesso no projeto da torre Quad 204. Construção e Integração da Torre se aproximam da conclusão. O projeto alcançou quase 90% de conclusão com a Estrutura de Apoio de Bogie entregue e integrada no casco e a torre menor e estrutura de colarinho já foram enviadas à HHI da Coreia pelo Estaleiro da Dyna-Mac, em Cingapura. A estrutura de coletor e pórtico já se aproxima da fase final de construção na Dyna-Mac, com a entrega de Cingapura prevista para a segunda quinzena de novembro de 2013.

19 Este é um marco de curto prazo essencial para o projeto com a entrega segura das estruturas de coletor e pórtico na HHI da Coreia programada para o dia 14 de dezembro de A longo prazo, o próximo marco importante será a conclusão mecânica da torre integrada na Coreia, prevista para julho de 2014, sendo gerida pela BP com a assistência da SBM. Agregando valor A experiência da SBM Offshore em FPSO e sistemas de ancoragem permite que nós apresentemos a BP um método inovador para a desconexão do FPSO Schiehallion através do corte das correntes de amarração submarinas usando o Cortador de Cabos Diamantado. Em relação à instalação do novo sistema de ancoragem em abril de 2014 e do novo gancho do FPSO em 2015, as interações estreitas entre as equipes da SBM Offshore permitem otimizar tanto o sistema de ancoragem quanto a ergonomia da torre. Isso também facilita as interações para a entrega dos equipamentos de amarração e disponibilidade da propagação de instalação. O Quad 204 é uma etapa importante para o desenvolvimento da mais nova tecnologia de torre. Sistema de Ancoragem de Torre Contrato Award 2010 Tipo de FPSO Novo Capacidade de Armazenamento de barris 1,000,000 Tipo de Ancoragem Torre Interna Cliente BP Campo QUAD 204 Profundidade da água 400m Vida Útil 25 anos No. de Risers 28 Peso sem amarração 10,300 toneladas operacionais Número de decks de processos diversos 6 Altura total da torre 94m Saída de Pórtico de 4 perngas 49m x 28m Unidades de pilha de rotação 14 Altura de pilha de rotação 26m Peso de pilha de rotação 265 toneladas SBM Offshore / Currents 19

20 O efeito positivo da Paenal para o crescimento sustentável em Angola É notável como em apenas cinco anos, uma enorme área do litoral tenha sido transformada num estaleiro de fabricação e integração de classe mundial e num próspero ponto de referência para a comunidade local. Embora os últimos 20 anos tenham visto a Angola ser transformada por seus recursos marítimos para se tornar a maior produtora de petróleo da África, a província de Kwanza Sul na costa oeste não estava se beneficiando muito com isso. Em 2008, a SBM e nossa parceira Sonangol tiveram uma visão para criar um estaleiro de última geração em Angola para demonstrarem o que seria possível em termos de conteúdo angolano em projetos offshore. A região de Kwanza Sul foi escolhida como o local, graças à sua excelente localização encontrada para o estaleiro bem perto da cidade de Porto Amboim, com muitos trabalhadores disponíveis localmente e com o apoio das autoridades locais. A esperança era de que o estaleiro atuasse como um ponto de referência para atrair outras empresas e serviços de apoio e assim, dando uma nova vida para a região. Isso começou a acontecer desde que a semente foi plantada para o Porto Amboim Estaleiros Navais (Paenal) em 2008, que agora fornece uma base ideal para o setor petroleiro. Além disso, uma comunidade vulnerável agora pode contar com uma fonte estável de trabalho que tem transformado profundamente não só os trabalhadores, mas o sustento de famílias inteiras e empresas locais que vivem no ritmo da Paenal, com o estaleiro ditando os costumes. Esta transformação exigiu a paciência e a visão de três parceiros comprometidos: a SBM Offshore, a Daewoo Shipbuilding da Coreia do Sul e Marine Engineering (desde 2010), bem como o apoio vital da companhia nacional de petróleo estatal Sonangol. Cada empresa tem participações respectivas de 30%, 30% e 40% sobre a entidade Paenal. Uma das principais estratégias para tal empreendimento conjunto foi para planejar as necessidades de uma comunidade em paralelo ao desenvolvimento do estaleiro. Uma questão essencial foi a oferta de emprego para uma geração desfavorecida que enfrentava um período turbulento da história do país, como resultado de mais de 35 anos da guerra civil. A descoberta de trabalhadores qualificados no local, que cumpriram com os padrões internacionais, exigiu uma iniciativa e um investimento da SBM e de sua parceira. Em paralelo com a construção do estaleiro, uma escola de treinamento foi criada em Porto Amboim para formar moradores locais nas habilidades básicas necessárias para o estaleiro. O treinamento é realizado pelas equipes da SBM chamadas especialmente para transferir seus conhecimentos. Até hoje, mais de 600 trabalhadores de Porto Amboim receberam treinamento para garantir um serviço de primeira classe. Numa escala mais ampla, a SBM tem ajudado a contribuir para a base de conhecimento do setor de petróleo e gás da Angola, complementando a educação formal adquirida pelos alunos do Instituto Nacional de Petróleo (INP) de Sumbe. O governo angolano está determinado para garantir que a transformação em curso do país gere uma economia sustentável ao serviço do cidadão e das indústrias nacionais. Isso foi essencial para o plano da Sonangol quando ela se uniu à SBM. Desde 2008, a força de trabalho do estaleiro tem crescido exponencialmente. De um início tímido, hoje há quase pessoas empregadas, das quais 85% são cidadãs angolanas - um nível bem acima do mínimo de 70% imposto sobre a indústria pelo governo. Globalmente, a SBM Offshore emprega mais de pessoas em suas operações angolanas (incluindo Paenal) e está estabelecida no país SBM Offshore / Currents 20

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