NÚMERO DE PASSOS POR DIA E COLESTEROL TOTAL: ESTUDO ASSOCIATIVO EM ADOLESCENTES DE URUGUAIANA/RS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NÚMERO DE PASSOS POR DIA E COLESTEROL TOTAL: ESTUDO ASSOCIATIVO EM ADOLESCENTES DE URUGUAIANA/RS"

Transcrição

1 NÚMERO DE PASSOS POR DIA E COLESTEROL TOTAL: ESTUDO ASSOCIATIVO EM ADOLESCENTES DE URUGUAIANA/RS Autores: Mauren Lúcia de Araújo Bergmann (1) & Gabriel Gustavo Bergmann (1). Instituição: (1) Universidade Federal do Pampa. Tema: Outros Palavras-Chave: Colesterol; Atividade Motora; Estudantes. Resumo O objetivo deste estudo foi verificar se existe associação entre o número de passos/dia e o colesterol total (CT) aumentado em adolescentes de Uruguaiana/RS. Participaram deste estudo escolares de 11 a 17 anos. O número de passos/dia foi medido com a utilização de pedômetros e o CT com monitor portátil. Os resultados indicaram que o número de passos/dia está inversamente associado a maior probabilidade dos adolescentes apresentarem CT aumentado. Palavras-chave: colesterol, atividade motora, estudantes. Introdução O aumento na prevalência da obesidade em crianças e adolescentes permite estimar que anormalidades metabólicas isoladas sejam cada vez mais prevalentes nesta faixa etária 1. Em via oposta, a atividade física (AF) regular é fortemente correlacionada com efeitos benéficos para a saúde cardiovascular, metabólica, musculoesquelética e, notadamente, representa um importante caminho para a prevenção da obesidade nestas etapas da vida 2. Assim, atender às recomendações de prática de AF na adolescência pode representar um fator de proteção por toda a vida, visto que este comportamento apresenta certa estabilidade dos anos da infância e adolescência para a idade adulta 3. O número de passos diários, coletados através do uso do pedômetro tornou-se uma maneira objetiva de medir a AF, uma vez que este instrumento apresenta validade e reprodutibilidade aceitáveis para a essa quantificação, principalmente entre os jovens 4. O conhecimento de fatores associados à inatividade física implica no trato das consequências à saúde a curto, médio e longo prazo. Desta forma, o objetivo deste estudo foi verificar se existe associação entre o número de passos/dia e colesterol total (CT) aumentado em adolescentes de Uruguaiana/RS.

2 Métodos A amostra do estudo foi composta por escolares de 11 a 17 anos das redes de ensino privada e pública do município de Uruguaiana/RS. O cálculo do tamanho da amostra envolveu os seguintes critérios: a) população estimada de escolares desta faixa etária de acordo com informações censo escolar e dos representantes das direções das escolas privadas do município; b) prevalência média de 50% por se tratar de um projeto com múltiplos desfechos; c) intervalo de confiança de 95% (IC95%); d) erro amostral de 3 pontos percentuais; e) acréscimo de mais 15% para suprir possíveis perdas e recusas. Estes critérios indicaram a necessidade de avaliar escolares. Cinco escolas foram selecionadas. Quatro urbanas, sendo três públicas e uma privada, e uma rural (pública). Todos os alunos das turmas do sexto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio foram convidados a participar do estudo. A referida pesquisa teve seu projeto analisado e aprovado pelo comitê de ética em pesquisa com seres humanos da Universidade Federal do Pampa (registro CEP: ). As variáveis utilizadas para a realização deste estudo foram o sexo (masculino e feminino), a idade, nível socioeconômico e o número de passos/dia e o CT. O nível socioeconômico foi medido utilizando o Critério de Classificação Econômica Brasil 6. O escore disponibilizado pelo instrumento foi dividido em tercis. O número de passos/dia foi medido com a utilização de pedômetros (Yamax Digi-Walker CW 700). Cada indivíduo utilizou um pedômetro durante três dias consecutivos da semana. Os escolares foram instrumentalizados em relação ao adequado procedimento de uso do equipamento. O número de passos/dia foi considerado a partir da média do número de passos do segundo e do terceiro dia. Para a análise dos dados os resultados, considerando sexo, foram divididos em tercis. O CT foi obtido mediante utilização de monitor portátil (Accutrend Plus, Roche Diagnostics). Não foi exigido que os escolares estivessem em jejum já que o CT não apresenta variação significativa com o indivíduo estando ou não em jejum 7. A utilização desta forma de medida do colesterol total (monitor portátil) e deste procedimento (não jejum) foi utilizada em campanha no Brasil, pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em mais de 81 mil indivíduos 8. Foi considerado CT desejável valores menores que 150 mg/dl, CT limítrofe valores entre 150 e 170 mg/dl e CT aumentado valores iguais ou maiores que 170 mg/dl, de acordo com a V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 7. Para as análises, as categorias limítrofe e aumentado foram agrupadas e consideradas aumentado. Para o tratamento dos dados, primeiramente foram utilizadas estatísticas descritivas referentes às frequências absolutas e relativas à classificação do CT. Para identificar a associação entre os tercis do número de passos/dia e a classificação do CT foi utilizado o teste Qui-quadrado para tendência. Para testar as associações entre as duas variáveis ajustadas para o sexo, idade e nível socioeconômico foi utilizada a regressão logística binária. Para todas as análises foi considerado um nível de significância de 5%. Os procedimentos estatísticos foram realizados no programa SPSS versão 20.0.

3 Resultados e Discussão Um total de adolescentes compôs a amostra (51,7% do sexo feminino). A prevalência de CT aumentado foi de 8,2% (IC95%: 6,5-9,9). A frequência de adolescentes com CT aumentado diminui à medida que o tercil relativo ao número de passos/dia aumenta (p<0,05). Quando estratificados por sexo, esta associação perde significância para os rapazes, mas se mantém para as moças (Tabela 1). Tabela 1. Frequência de adolescentes com colesterol total aumentado segundo o número de passos por dia. Uruguaiana/RS, Toda amostra Sexo masculino Sexo feminino CT aumentado CT aumentado CT aumentado Tercil Passos /dia 1º. <9305 2º º. >13827 % (IC95%) Passos /dia % (IC95%) Passos /dia % (IC95%) 11,9 (8,3-15,5) < ,8 (1,9-9,7) < ,0 (11,3-22,7) 6,9 (4,0-9,8) ,9 (1,4-8,4) ,8 (4,4-13,2) 5,6 (2,9-8,3) > ,3 (0,0-4,9) > ,4 (4,0-12,8) P = 0,005 P = 0,154 P = 0,016 p: valor de p; %: valor amostral proporcional; Passos/dia: número médio de passos por dia; IC95%: intervalo de confiança de 95%. Na análise ajustada para sexo, idade e nível socioeconômico, a associação entre o número de passos/dia e CT aumentado se mantém. Adolescentes situados no tercil mais baixo têm duas vezes mais chance de apresentar CT aumentado quando comparados aos situados no tercil mais alto (Tabela 2). Andaki e colaboradores 2 encontraram resultados semelhantes, onde crianças com maiores tempos de envolvimento em AF de moderada a vigorosa intensidade tiveram proteção cardiovascular. Da mesma forma, Suskind e colaboradores 9 verificaram redução estatisticamente significativa para CT e LDL após dez semanas de programa de AF em indivíduos com idade entre 7 e 17 anos de ambos os sexos. Avaliando estudantes de 6 a 18 anos, Ribeiro e colaboradores 10, inferiram que estudantes menos ativos apresentaram 3,8 vezes mais risco de terem CT aumentado comparados aos mais ativos.

4 Tabela 2. Regressão logística binária para estimativa de associação entre o número de passos por dia e o colesterol total aumentado em adolescentes de 11 a 17 anos. Uruguaiana/RS, OR Bruta IC95% p OR Ajustada* IC95% P Número de passos/dia Tercil 1 (mais baixo) 2,284 (1,24-0,008 2,008 (1,00-4,08) 0,050 4,22) Tercil 2 1,252 (0,64-0,511 1,188 0,655 (0,56-2,52) 2,46) Tercil 3 (mais alto) OR: odds ratio; p: valor de p; *Ajustada para sexo, idade e nível socioeconômico. Conclusões Com base nos resultados apresentados, conclui-se que o número de passos/dia está inversamente associado ao aumento do colesterol total (CT) em adolescentes. Portanto, a adoção de medidas que fomentem o aumento dos níveis de AF pode ser efetiva na tarefa de promover um estilo de vida mais saudável desde cedo, especialmente para o sistema cardiovascular.

5 Referências 1. Steinberger J, Daniels SR, Eckel RH, Hayman L, Lustig RH, Mccrindle B, Mietus- Snyder M.L. Progress and challenges in metabolic syndrome in children and adolescents. A scientific statement from the American Heart Association Atherosclerosis, Hypertension, and Obesity in the Young Committee of the Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular Nursing; and Council on Nutrition, Physical Activity, and Metabolism. Circulation. 2009;119(4): Andaki ACR, Tinoco ALA, Andaki Júnior R, Santos A, Brito CJ, Mendes EL. Nível de atividade física como preditor de fatores de risco cardiovasculares em crianças. Motriz. 2013;19(3):S8-S Azevedo MR, Araújo CL, Silva MCD, Hallal PC. Tracking of physical activity from adolescence to adulthood: a population-based study. Rev saúde pública. 2007; 41: Tudor-Locke C, Williams JE, Reis JP, Pluto D. Utility of Pedometers for Assessing Physical Activity. Sports Medicine. 2002; 32(12): Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Censo Escolar da Educação Básica. Disponível em 6. Associação Nacional de Empresas de Pesquisa. Critério de classificação econômica Brasil. São Paulo: Associação Nacional de Empresas de Pesquisa (dados com base no levantamento sócio econômico 2009); Sociedade Brasileira de Cardiologia. V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Arq Bras Cardiol. 2013;101(4Supl.1): Martinez TLR, Santos RD, Armaganijan D, Torres KP, Loures-Vale A, Magalhães ME, Ortiz J. National alert campaign about increased cholesterol: determination of cholesterol levels in 81,262 Brazilians. Arq Bras Cardiol. 2003;80: Suskind RM, Sothern MS, Farris RP et al. Recent advances in the treatment of childhood obesity. Ann NY Acad Sci. 1993; 699: Ribeiro RQC, Lotufo PA, Lamounier JA, Oliveira RG, Soares, JF, Botter DA. Fatores Adicionais de Risco Cardiovascular Associados ao Excesso de Peso em Crianças e Adolescentes. O Estudo do Coração de Belo Horizonte. Arq Bras Cardiol ; 86(6):

6

ESTUDO LONGITUDINAL SOBRE O ESTILO DE VIDA DE JOVENS DE PELOTAS/RS. NATAN FETER ¹; THAIS BURLANI NEVES²; FELIPE FOSSATI REICHERT²

ESTUDO LONGITUDINAL SOBRE O ESTILO DE VIDA DE JOVENS DE PELOTAS/RS. NATAN FETER ¹; THAIS BURLANI NEVES²; FELIPE FOSSATI REICHERT² ESTUDO LONGITUDINAL SOBRE O ESTILO DE VIDA DE JOVENS DE PELOTAS/RS. NATAN FETER ¹; THAIS BURLANI NEVES²; FELIPE FOSSATI REICHERT² ¹ GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA/UFPEL nfeter.esef@ufpel.edu.br

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES.

ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES. ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES. Sara Crosatti Barbosa (CNPq-UENP), Antonio Stabelini Neto (ORIENTADOR), e-mail: asneto@uenp.edu.br Universidade Estadual do

Leia mais

EFEITO DA PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR NO RISCO CARDIOVASCULAR EM IDOSOS HIPERTENSOS E/OU DIABÉTICOS: UMA ANÁLISE A PARTIR DO PERFIL LIPÍDICO.

EFEITO DA PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR NO RISCO CARDIOVASCULAR EM IDOSOS HIPERTENSOS E/OU DIABÉTICOS: UMA ANÁLISE A PARTIR DO PERFIL LIPÍDICO. EFEITO DA PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA REGULAR NO RISCO CARDIOVASCULAR EM IDOSOS HIPERTENSOS E/OU DIABÉTICOS: UMA ANÁLISE A PARTIR DO PERFIL LIPÍDICO. Bruna Pereira da Silva¹ bruna.silva00@hotmail.com Layla

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

Prevalência e fatores associados ao tabagismo em jovens e adolescentes de Belo Horizonte

Prevalência e fatores associados ao tabagismo em jovens e adolescentes de Belo Horizonte Prevalência e fatores associados ao tabagismo em jovens e adolescentes de Belo Horizonte Charles Ferreira de Souza 1, Mery Natali Silva Abreu 1, Cibele Comini César 1, Deborah Carvalho Malta 2, Valeska

Leia mais

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( )

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário

Leia mais

9 Seminário de Extensão

9 Seminário de Extensão 9 Seminário de Extensão PERFIL BIOQUÍMICO E ANTROPOMÉTRICO DE ESCOLARES ANTES E APÓS UM PROGRAMA DE INTERVENÇÃO NUTRICIONAL NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE LINS SP. Autor(es) SANDRA MARIA BARBALHO

Leia mais

Epidemiologia. Profa. Heloisa Nascimento

Epidemiologia. Profa. Heloisa Nascimento Epidemiologia Profa. Heloisa Nascimento Medidas de efeito e medidas de associação -Um dos objetivos da pesquisa epidemiológica é o reconhecimento de uma relação causal entre uma particular exposição (fator

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

COMPORTAMENTOS NÃO SAUDÁVEIS ASSOCIADOS À INATIVIDADE FÍSICA NO LAZER EM TRABALHADORES DAS INDÚSTRIAS DO SUL DO BRASIL

COMPORTAMENTOS NÃO SAUDÁVEIS ASSOCIADOS À INATIVIDADE FÍSICA NO LAZER EM TRABALHADORES DAS INDÚSTRIAS DO SUL DO BRASIL COMPORTAMENTOS NÃO SAUDÁVEIS ASSOCIADOS À INATIVIDADE FÍSICA NO LAZER EM TRABALHADORES DAS INDÚSTRIAS DO SUL DO BRASIL Autores: Rodrigo de Rosso Krug (1), Giovâni Firpo Del Duca (1), Kelly Samara da Silva

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Ciliane Valerio

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 103 A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL, NA PERSPECTIVA DO ENFERMEIRO Enfa. Aryhadne Michelle Chimicoviacki Machado

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PERFIL LIPÍDICO DOS INDIVÍDUOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL APRESENTANDO OU NÃO TRISSOMIA DO CROMOSSOMO 21

AVALIAÇÃO DO PERFIL LIPÍDICO DOS INDIVÍDUOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL APRESENTANDO OU NÃO TRISSOMIA DO CROMOSSOMO 21 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AVALIAÇÃO

Leia mais

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006

Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Burri Martins Esse texto compara as morbidades referidas

Leia mais

ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO

ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE REDES DE ATENÇÃO A SAÚDE DIRETORIA DE REDES ASSISTÊNCIAIS COORDENADORIA DA REDE DE HIPERTENSÃO E DIABETES ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO.

CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. MATEUS RIBEIRO SANTANELLI RENAN JÚLIO SILVA CLASSIFICAÇÃO DO NÍVEL DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO DO NÚCLEO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO. Trabalho de Conclusão de

Leia mais

Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study

Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study Arterial Structure and Function after Recovery from the Metabolic Syndrome The Cardiovascular Risk in Young Finns Study Koskinen J, Magnussen CG, Taittonen L, Räsänen L, Mikkilä V, Laitinen T, Rönnemaa

Leia mais

Atividade física em adolescentes do ensino médio: um estudo de caso em uma escola estadual em Belo Horizonte (MG)

Atividade física em adolescentes do ensino médio: um estudo de caso em uma escola estadual em Belo Horizonte (MG) Atividade física em adolescentes do ensino médio: um estudo de caso em uma escola estadual em Belo Horizonte (MG) Resumo Este estudo teve como objetivo investigar o nível de atividade física em alunos

Leia mais

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Actividade física adequada e desporto

Leia mais

Diretoria de Pesquisas. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009. crianças, adolescentes e adultos no Brasil

Diretoria de Pesquisas. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009. crianças, adolescentes e adultos no Brasil Diretoria de Pesquisas Coordenação de Trabalho e Rendimento Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima UFPI/cynthiast_89@hotmail.com Gislany da Rocha Brito - UFPI/gislanyrochasj@hotmail.com

Leia mais

ASSOCIAÇÃO ENTRE PRESENÇA DE CÂNCER DE ESÔFAGO COMPARADA COM HÁBITO DE FUMAR E IDADE EM INDIVÍDUOS DA DINAMARCA

ASSOCIAÇÃO ENTRE PRESENÇA DE CÂNCER DE ESÔFAGO COMPARADA COM HÁBITO DE FUMAR E IDADE EM INDIVÍDUOS DA DINAMARCA ASSOCIAÇÃO ENTRE PRESENÇA DE CÂNCER DE ESÔFAGO COMPARADA COM HÁBITO DE FUMAR E IDADE EM INDIVÍDUOS DA DINAMARCA Bárbara Camboim Lopes de FIGUEIRÊDO 1, Gustavo Henrique ESTEVES 2 1 Departamento de Estatística

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

PERFIL ANTROPOMÉTRICO E DISLIPIDÊMICO EM CRIANÇAS PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN

PERFIL ANTROPOMÉTRICO E DISLIPIDÊMICO EM CRIANÇAS PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN PERFIL ANTROPOMÉTRICO E DISLIPIDÊMICO EM CRIANÇAS PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN Érica Caroline de Santis* Lara Ribeiro Sisti** Luisa Philippsen*** Lucievelyn Marrone**** Rosália Hernandes Fernandes Vivan*****

Leia mais

EFETIVIDADE DE AÇÕES DE APOIO DE UMA ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL (ONG) AO TRATAMENTO DE CRIANÇAS EM RISCO SOCIAL

EFETIVIDADE DE AÇÕES DE APOIO DE UMA ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL (ONG) AO TRATAMENTO DE CRIANÇAS EM RISCO SOCIAL Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Instituto Fernandes Figueira EFETIVIDADE DE AÇÕES DE APOIO DE UMA ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL (ONG) AO TRATAMENTO DE CRIANÇAS EM RISCO SOCIAL Ana Maria Aranha

Leia mais

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Autores: Liza Batista Siqueira¹, Paulo César Brandão Veiga Jardim², Maria Virgínia Carvalho³,

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

O que é O que é. colesterol?

O que é O que é. colesterol? O que é O que é colesterol? 1. O que é colesterol alto e por que ele é ruim? Apesar de a dislipidemia (colesterol alto) ser considerada uma doença extremamente prevalente no Brasil e no mundo, não existem

Leia mais

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Dia Mundial da diabetes 14 de novembro 1983-2013 EMBARGO ATTÉ 13 DE NOVEMBRO DE 2014,, ÀS 11 HORAS Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Em 2013, as doenças endócrinas,

Leia mais

Análise bioestatística em fumantes dinamarqueses associado

Análise bioestatística em fumantes dinamarqueses associado Análise bioestatística em fumantes dinamarqueses associado à câncer de esôfago Bárbara Camboim Lopes de Figueirêdo 1 Gustavo Henrique Esteves 2 1 Introdução A Bioestatística surgiu em 1894 quando Karl

Leia mais

8. Atividade física. Introdução

8. Atividade física. Introdução 8. Atividade física Introdução Segundo a Organização Mundial de Saúde, a prática de atividade física regular reduz o risco de mortes prematuras, doenças do coração, acidente vascular cerebral, câncer de

Leia mais

Notas técnicas. População de estudo

Notas técnicas. População de estudo Notas técnicas População de estudo A população-alvo da pesquisa foi formada por escolares do 9 º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série) de escolas públicas ou privadas das capitais dos estados brasileiros

Leia mais

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes.

Palavras-chave: obesidade infantil, alimentação saudável, diabetes. RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO DO PERFIL DE DESENVOLVIMENTO PONDERO-ESTATURAL E ORIENTAÇÃO SOBRE OBESIDADE INFANTIL REALIZADA PELOS MEMBROS DA LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UFG NO III ENCONTRO DO DIA

Leia mais

Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95%

Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95% Atividade física Resultados De acordo com o nível de atividade física verificada no total da amostra, o percentual de indivíduos classificados como insuficientemente ativos foi maior em João Pessoa (55,1%)

Leia mais

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira

Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica. Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira Consulta de Enfermagem para Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica Ms. Enf. Sandra R. S. Ferreira O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL? Condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados

Leia mais

OBSERVAÇÃO DOS NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA, CONTEXTO DAS AULAS E COMPORTAMENTO DO PROFESSOR EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO MÉDIO DA REDE PÚBLICA

OBSERVAÇÃO DOS NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA, CONTEXTO DAS AULAS E COMPORTAMENTO DO PROFESSOR EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO MÉDIO DA REDE PÚBLICA OBSERVAÇÃO DOS NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA, CONTEXTO DAS AULAS E COMPORTAMENTO DO PROFESSOR EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO MÉDIO DA REDE PÚBLICA Originais ADRIANO AKIRA FERREIRA HINO 1,2 RODRIGO

Leia mais

Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013)

Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) CHAMADA MCTI-CNPq/MDS-SAGI Nº 24/2013 DESENVOLVIMENTO SOCIAL Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) TEMA 4: SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Leia mais

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas Ministério da Saúde Abril de 2014 VIGITEL 2014 Medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira Subsidiar ações de promoção da saúde e prevenção

Leia mais

Regressão logística na identificação de factores de risco em acidentes automóveis e fraude de seguros.

Regressão logística na identificação de factores de risco em acidentes automóveis e fraude de seguros. Regressão logística na identificação de factores de risco em acidentes automóveis e fraude de seguros. José Luís Mourão Faculdade de Ciências Universidade do Porto 28 de Janeiro de 2013 José Luís Mourão

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) Tema 4: Segurança Alimentar e Nutricional

Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) Tema 4: Segurança Alimentar e Nutricional CHAMADA MCTI-CNPq/MDS-SAGI Nº 24/2013 DESENVOLVIMENTO SOCIAL Avaliação do Programa de Alimentação do Trabalhador na Região Metropolitana do Recife (1976-2013) Tema 4: Segurança Alimentar e Nutricional

Leia mais

Atividade Física na Infância e na Adolescência Promove Efeitos Benéficos na Saúde de Adultos

Atividade Física na Infância e na Adolescência Promove Efeitos Benéficos na Saúde de Adultos Fernandes et al. Atividade Física na Infância e na Adolescência Promove Efeitos Benéficos na Saúde de Adultos Health-Promoting Effects of Early Physical Activity in Adulthood 365 Artigo Original 3 Rômulo

Leia mais

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA Janete Lane Amadei 1 ; Deborah Cristiny Dantas Moreti 2 ; Diego Montanhei 2 ; Dennis Armando

Leia mais

INFORMATICA PARA A VIGILANCIA E GESTAO DE INFORMACOES EM SAUDE: Prof. Dr. Joao Bosco Siqueira

INFORMATICA PARA A VIGILANCIA E GESTAO DE INFORMACOES EM SAUDE: Prof. Dr. Joao Bosco Siqueira INFORMATICA PARA A VIGILANCIA E GESTAO DE INFORMACOES EM SAUDE: Epi-INFO Prof. Dr. Joao Bosco Siqueira No nosso exercício, vamos investigar um surto de gastroenterite aguda ocorrido após um jantar. Vamos

Leia mais

O que é a estatística?

O que é a estatística? Elementos de Estatística Prof. Dr. Clécio da Silva Ferreira Departamento de Estatística - UFJF O que é a estatística? Para muitos, a estatística não passa de conjuntos de tabelas de dados numéricos. Os

Leia mais

PREVALÊNCIA DE ATIVIDADE FÍSICA INSUFICIENTE E FATORES PREVALENCE OF INSUFFICIENT PHYSICAL ACTIVITY AND ASSOCIATED

PREVALÊNCIA DE ATIVIDADE FÍSICA INSUFICIENTE E FATORES PREVALENCE OF INSUFFICIENT PHYSICAL ACTIVITY AND ASSOCIATED 1 Artigo Original PREVALÊNCIA DE ATIVIDADE FÍSICA INSUFICIENTE E FATORES ASSOCIADOS EM ADOLESCENTES PREVALENCE OF INSUFFICIENT PHYSICAL ACTIVITY AND ASSOCIATED FACTORS AMONG ADOLESCENTS Fabio Luis Ceschini,

Leia mais

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006

Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 Perfil das mulheres brasileiras em idade fértil e seu acesso à serviços de saúde Dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Martins A Pesquisa Nacional de Demografia

Leia mais

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB Nívea Maria Izidro de Brito (UFPB). E-mail: niveabrito@hotmail.com Simone

Leia mais

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade Vargas, Liziane da Silva de; Benetti, Chane Basso; Santos, Daniela Lopes dos Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade 10mo Congreso Argentino

Leia mais

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil.

Palavras-chave: Aptidão Física. Saúde. Projeto Esporte Brasil. APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA Á SAÚDE DE CRIANÇAS E JOVENS DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL EM APODI/RN Jorge Alexandre Maia de Oliveira Maria Lúcia Lira de Andrade Maikon Moisés de Oliveira

Leia mais

Pesquisa de Opinião Pública sobre radares Rio Grande do Sul - Out/2002

Pesquisa de Opinião Pública sobre radares Rio Grande do Sul - Out/2002 Pesquisa de Opinião Pública sobre radares OBJETIVO LOCAL Levantar junto à população da área em estudo opiniões sobre radares. Rio Grande do Sul PERÍODO DE CAMPO 13 a 16 de outubro de 2002. UNIVERSO A pesquisa

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES

ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES ATIVIDADE FÍSICA, ESTADO NUTRICIONAL E PREOCUPAÇÕES COM A IMAGEM CORPORAL EM ADOLESCENTES Maria Fernanda Laus; Diana Cândida Lacerda Mota; Rita de Cássia Margarido Moreira;Telma Maria Braga Costa; Sebastião

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS FEVEREIRO DE 2008 JOB294 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL Levantar junto à população da área em estudo opiniões relacionadas

Leia mais

PERFIL LIPÍDICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ATENDIDOS NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS DA FACULDADE GUANAMBI

PERFIL LIPÍDICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ATENDIDOS NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS DA FACULDADE GUANAMBI PERFIL LIPÍDICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ATENDIDOS NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS DA FACULDADE GUANAMBI Denise Bastos de Araújo 1, Wrsula Mikelle Sousa Freitas 1, Jader Oliveira Donato 2 1 Graduanda

Leia mais

Introdução. Palavras-chave: Composição corporal. Antropometria. Escola pública. Escola privada.

Introdução. Palavras-chave: Composição corporal. Antropometria. Escola pública. Escola privada. I Comparação de Composição Corporal Entre Alunos de Escolas Públicas e Privadas Por: André Shigueo F. Vieira Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil CONSELHO DE CLASSE A visão dos professores sobre educação no Brasil INTRODUÇÃO Especificações Técnicas Data do Campo 19/06 a 14/10 de 2014 Metodologia Técnica de coleta de dados Abrangência geográfica

Leia mais

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004.

Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Artigo comentado por: Dr. Carlos Alberto Machado Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controle da Hipertensão em Adultos dos Estados Unidos, 1999 a 2004. Kwok Leung Ong, Bernard M. Y. Cheung, Yu Bun

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010 Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES Larissa Paula da Silva de Souza 1, Sara Leal de Lima 2, Angela Andréia França Gravena 3 RESUMO:

Leia mais

Os efeitos do controle farmacológico no comportamento futuro de pacientes menores de três anos no consultório odontológico

Os efeitos do controle farmacológico no comportamento futuro de pacientes menores de três anos no consultório odontológico Os efeitos do controle farmacológico no comportamento futuro de pacientes menores de três anos no consultório odontológico Denise Espíndola ANTUNES; Luciane Ribeiro de Rezende Sucasas da COSTA; Cristiana

Leia mais

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN

Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde de 2006 e 2007 no SISVAN Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Incorporação da curvas de crescimento da Organização Mundial da

Leia mais

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Siomara F. M. de Araújo; Dyego F. Facundes; Erika M. Costa; Lauane L. Inês; Raphael Cunha. siomarafma@hotmail.com

Leia mais

CAMPANHA DE DIABETES E HIPERTENSÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO. Secretaria da Área da Saúde

CAMPANHA DE DIABETES E HIPERTENSÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO. Secretaria da Área da Saúde CAMPANHA DE DIABETES E HIPERTENSÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO Secretaria da Área da Saúde Anita Salvadori Randi Mestre em Enfermagem Maria Socorro Feitosa Borsio Mestre em Enfermagem Ana Rita

Leia mais

Carta europeia para a saúde do coração

Carta europeia para a saúde do coração Carta europeia para a saúde do coração Preâmbulo Mortalidade e morbilidade A doença cardiovascular é a primeira causa de morte entre os homens e mulheres europeus. 1 É responsável por cerca de metade de

Leia mais

FGV GV Saúde. Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção. Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013

FGV GV Saúde. Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção. Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013 FGV GV Saúde Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013 A Revisão Continuada de Saúde Revisão Continuada de Saúde (RCS)

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO Michael Jaickson de Jesus Chaves* NOVAFAPI Gilderlene Alves Fernandes** NOVAFAPI INTRODUÇÃO O coração é um

Leia mais

Análise do perfil lipídico de crianças e adolescentes do estado de Sergipe

Análise do perfil lipídico de crianças e adolescentes do estado de Sergipe SCIENTIA PLENA VOL. 6, NUM. 12 2010 www.scientiaplena.org.br Análise do perfil lipídico de crianças e adolescentes do estado de Sergipe M. V. R. Araki, C. de Barros, E. G. Santos Departamento de medicina,

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Alcides Carneiro 2 Lucia Santos 3 Palavras Chaves: Metodologia científica; análise estatística;

Leia mais

Carta europeia para a saúde do coração

Carta europeia para a saúde do coração Carta europeia para a saúde do coração Preâmbulo Mortalidade e morbilidade As doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte entre os homens e mulheres europeus. 1 São responsáveis por cerca de

Leia mais

O curso de biblioteconomia da UFRGS: ponto de vista dos alunos

O curso de biblioteconomia da UFRGS: ponto de vista dos alunos O curso de biblioteconomia da UFRGS: ponto de vista dos alunos Samile Andréa de Souza Vanz 1 Glória Isabel Sattamini Ferreira 2 Patrícia Mallman Souto Pereira 3 Geraldo Ribas Machado 4 Universidade Federal

Leia mais

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA Bruno Guilherme Morais Pagan 1 ; Luzia Jaeger Hintze 2 ; Alexandre dos

Leia mais

Atividade física: prevalência, fatores relacionados e associação entre pais e filhos

Atividade física: prevalência, fatores relacionados e associação entre pais e filhos Artigo Original Atividade física: prevalência, fatores relacionados e associação entre pais e filhos Physical activity: rate, related factors, and association between parents and children Rômulo Araújo

Leia mais

ÍNDICE DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR DA INDÚSTRIA - SESI/SC

ÍNDICE DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR DA INDÚSTRIA - SESI/SC ÍNDICE DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR DA INDÚSTRIA - SESI/SC SUMÁRIO EXECUTIVO 2015 Apresentação Integrando a agenda mundial para a promoção da saúde e produtividade, o SESI Santa Catarina realizou

Leia mais

Perda Dental e sua Associação com Obesidade Central em Idosos Independentes de Carlos Barbosa, RS.

Perda Dental e sua Associação com Obesidade Central em Idosos Independentes de Carlos Barbosa, RS. Perda Dental e sua Associação com Obesidade Central em Idosos Independentes de Carlos Barbosa, RS. Renato J De Marchi, MD. Doutorando em Odontologia UFRGS Renato J De Marchi, Juliana B Hilgert, Fernando

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

Vacinação contra a gripe em idosos não institucionalizados: estudo de base populacional

Vacinação contra a gripe em idosos não institucionalizados: estudo de base populacional Vacinação contra a gripe em idosos não institucionalizados: estudo de base populacional Renata Maciulis Dip Prof. Dr. Marcos A. Sarria Cabrera Maíra O. Furlan Sara L. Rodrigues UNIVERSIDADE ESTADUAL DE

Leia mais

Inquéritos em saúde e nutrição disponíveis no Brasil

Inquéritos em saúde e nutrição disponíveis no Brasil Inquéritos em saúde e nutrição disponíveis no Brasil Amanda de Moura Souza Instituto de Estudos em Saúde Coletiva Universidade Federal do Rio de Janeiro Sumário Inquéritos Tipos de Inquéritos Domiciliar

Leia mais

Perfil da mulher vítima de violência doméstica no Brasil, Rio Grande Sul e Caxias do Sul

Perfil da mulher vítima de violência doméstica no Brasil, Rio Grande Sul e Caxias do Sul Perfil da mulher vítima de violência doméstica no Brasil, Rio Grande Sul e Caxias do Sul Adalberto Ayjara Dornelles Filho Ramone Mincato Paula Cervelin Grazzi Resumo: Uma breve revisão de estudos sobre

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ

DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ Francieli Furlan de Souza 1, Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: As Academias

Leia mais

UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Dr Carlos Isaia Filho Ltda.

UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Dr Carlos Isaia Filho Ltda. UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Dr Carlos Isaia Filho Ltda. Avaliação do risco de viés de ensaios clínicos randomizados pela ferramentada colaboração Cochrane Alan P. V. de Carvalho,

Leia mais

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora Estudo do Controle da HA Hipertensão Arterial e Perfil Farmacológico pacientes cadastrados no PRC Programa Remédio em Casa UBS Jd. Aurora Subprefeitura de Guaianases

Leia mais

Opinião N15 ANÁLISE DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS COTISTAS DOS CURSOS DE MEDICINA E DIREITO NO BRASIL

Opinião N15 ANÁLISE DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS COTISTAS DOS CURSOS DE MEDICINA E DIREITO NO BRASIL Opinião N15 ANÁLISE DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS COTISTAS DOS CURSOS DE MEDICINA E DIREITO NO BRASIL MÁRCIA MARQUES DE CARVALHO 1 E GRAZIELE DOS SANTOS CERQUEIRA 2 As políticas de ação afirmativa no acesso

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA ADOLESCÊNCIA E INÍCIO DA VIDA ADULTA E FATORES ASSOCIADOS: UM ESTUDO LONGITUDINAL

NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA ADOLESCÊNCIA E INÍCIO DA VIDA ADULTA E FATORES ASSOCIADOS: UM ESTUDO LONGITUDINAL Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Medicina Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA ADOLESCÊNCIA E INÍCIO DA VIDA ADULTA E FATORES ASSOCIADOS: UM ESTUDO LONGITUDINAL

Leia mais

Rafaella Cristhine Pordeus de Lima Concluinte do mestrado em Ciências da Nutrição UFPB Especialista em Nutrição Clínica UGF-RJ

Rafaella Cristhine Pordeus de Lima Concluinte do mestrado em Ciências da Nutrição UFPB Especialista em Nutrição Clínica UGF-RJ Rafaella Cristhine Pordeus de Lima Concluinte do mestrado em Ciências da Nutrição UFPB Especialista em Nutrição Clínica UGF-RJ REDUÇÃO DA INGESTÃO ENERGÉTICA SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL APROPRIADA INGESTÃO

Leia mais

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Randomizado Apresentado por Tatiana Goveia Araujo na reunião

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 DESENVOLVIMENTO DE AGUARDENTE DE GOIABA: TESTE DE CONCEITO LUCAS SILVEIRA TAVARES 1, JOSÉ GUILHERME LEMBI FERREIRA ALVES 2 AMANDA OLIVERI SOARES 3, JOÃO DE DEUS SOUZA CARNEIRO 4, RENATO SILVA LEAL 5, DANIEL

Leia mais

4. População de estudo

4. População de estudo 4. População de estudo A população de estudo é representada por 23.457 indivíduos, residentes em 10.172 domicílios, conforme figura 4.1 abaixo. No Anexo C encontram-se as informações referentes à distribuição

Leia mais

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO DA SÍNDROME S DE BURNOUT EM TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AUTORES: KALINE LÍGIA F. CAUDURO VICTOR N. FONTANIVE PAULO V. N. FONTANIVE INTRODUÇÃO A saúde do trabalhador

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE RELIGIÃO A B R I L D E 2 0 0 6 O P P 0 7 1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL - Levantar com a população da área em estudo opiniões relacionadas a religião.

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari*

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* Resumo: Vasconcellos, Jorge** As mudanças ocorridas em nosso pais, principalmente a crescente modernização e urbanização,

Leia mais

RISCO PRESUMIDO PARA DOENÇAS CORONARIANAS EM SERVIDORES ESTADUAIS

RISCO PRESUMIDO PARA DOENÇAS CORONARIANAS EM SERVIDORES ESTADUAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE RISCO PRESUMIDO PARA DOENÇAS CORONARIANAS EM SERVIDORES ESTADUAIS Apresentador 1 SILVA,Claudia Fagundes e Apresentador 2 PLOCHARSKI, Mayara

Leia mais

7º Congresso Unidas de

7º Congresso Unidas de 7º Congresso Unidas de Gestão o de Assistência à Saúde Dra. Rozana Ciconelli Centro Paulista de Economia da Saúde Escola Paulista de Medicina A epidemia da obesidade Como as doenças crônicas afetam a gestão

Leia mais

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Projecto Mexa-se em Bragança Organização: Pedro Miguel Queirós Pimenta Magalhães E-mail: mexaseembraganca@ipb.pt Web: http://www.mexaseembraganca.ipb.pt

Leia mais

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Capítulo 3 Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Maria Inês Monteiro Mestre em Educação UNICAMP; Doutora em Enfermagem USP Professora Associada Depto. de Enfermagem

Leia mais

PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Nutrição Pediátrica da Primeira Infância à Adolescência

PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Nutrição Pediátrica da Primeira Infância à Adolescência PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) 1. Designação da Ação de Formação: 2. Formador: Nutrição Pediátrica da Primeira Infância à Adolescência Dr.ª Vera Berbereia 3. Razões

Leia mais

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO Mari Uyeda Beatriz Conti RESUMO Muito tem se falado sobre a importância da educação nutricional em instituições de ensino para

Leia mais