ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 06/2014

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1 ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL DO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 06/2014 Aos vinte e oito dias do mês de abril de 2014, reuniram-se a Pregoeira e os integrantes da Equipe de Apoio, designados pelo Ato de Designação 07/2014, do Chefe do Departamento de Licitações, para análise e julgamento da Impugnação ao Edital do Pregão Eletrônico supramencionado, apresentada em 25/04/2014, pela CPM BRAXIS S.A., doravante denominada IMPUGNANTE. I. HISTÓRICO Por intermédio da IP ATI/DESIS-2 nº 01/2014, aprovada em 25/04/2014, pela Decisão de Diretoria Dir nº 181/2014, de 01/04/2014, foi autorizada a instauração de procedimento licitatório para a contratação do serviço de sustentação (AMS- Application Management Services) e de desenvolvimento de demandas evolutivas e corretivas do ambiente do ERP (Enterprise Resource Planning) da SAP no BNDES. Realizada pesquisa de mercado pela Unidade Demandante, apurou-se o valor global estimado de R$ ,00 (vinte e seis milhões, oitenta e dois mil, quinhentos e trinta reais). Após a definição da modalidade Pregão, e da forma Eletrônica, o respectivo Edital foi aprovado e o certame foi divulgado pelos meios de praxe (jornal de grande circulação nacional, site do BNDES e DOU do dia 09/04/2014, seção 03, pág. 130), tendo sido agendada a Sessão Pública Inaugural para o dia 29/04/2014, às 14h, no portal Comprasnet. Em 25/04/2014, foi recebida impugnação ao Instrumento Convocatório do Pregão Eletrônico em referência cujas razões são descritas, analisadas e julgadas a seguir. II. RAZÕES DO IMPUGNANTE Em suas razões de impugnação, o postulante insurge-se contra a exigência constante do item II.D, do aludido Edital, alegando, em breve síntese, que o Edital apresenta grave equívoco de concepção, especialmente no que se refere aos documentos de habilitação para a qualificação técnica, com nítida restrição de competitividade e, ainda que eventualmente involuntária, direcionamento da licitação, materializadas pelas exigências injustificadas de se comprovar a aplicação de inúmeras tecnologias, sem admitir a somatória dos atestados de capacidade técnica. Em suma, o Impugnante questiona a impossibilidade de somatório de atestados para comprovar a qualificação técnica prevista no subitem , a.1 do Edital. Ao final, insurge-se também contra o estabelecido no item do Anexo I ao Edital (Termo de Referência), Software de acesso remoto, sustentando que o referido subitem estabelece que a contratada deverá adquirir as licenças de software de acesso remoto, porém não é informada a quantidade de usuários e/ou estações que deverão ser suportadas. 1

2 Além disso, insurge-se contra o estabelecido no item do Anexo I ao Edital (Termo de Referência), alegando que a vinculação a determinado produto é incabível neste caso em que existem diversas ferramentas para a prestação dos serviços, não existindo qualquer fundamento para sua definição, uma vez que todas as ferramentas possuem substancialmente a mesma funcionalidade. III. ANÁLISE DAS RAZÕES DO IMPUGNANTE Em primeiro lugar, cumpre ressaltar que o impugnante questiona, em suma, a exigência de atestados de qualificação técnica para aferição da capacidade técnica dos licitantes interessados em participar do Pregão Eletrônico AA 06/ BNDES, cujo objeto é a sustentação e desenvolvimento de demandas evolutivas e corretivas do ambiente do ERP (Enterprise Resource Planning) da SAP, pelo valor estimado de R$ ,00 (vinte e seis milhões, oitenta e dois mil, quinhentos e trinta reais). Em resumo, o ERP atualmente utilizado pelo BNDES é responsável pela integração nativa dos processos de negócio e de apoio, possibilitando controle dos principais processos de negócios. Os serviços a serem contratados possuem a finalidade de possibilitar a correta utilização desse sistema, preservando o valor investido pelo BNDES na aquisição da ferramenta. A utilização de sistema de integração corporativa, tal como a ferramenta utilizada pelo BNDES, é largamente adotada na Administração Pública, com especial importância no apoio à consecução das atividades finalísticas de seus integrantes. Nesse sentido, nos parece pertinente colacionar o seguinte trecho de acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o tema: "Trata-se de sistema mundialmente conhecido, fornecido pela SAP, empresa alemã de atuação mundial conhecida no mercado de softwares de aplicação empresarial. Esse sistema de gestão empresarial tem como principal característica possibilitar integração entre os processos de negócio da empresa por ele controlado. Assim, o sistema ERP na Eletrobras controla, por meio de recursos computacionais integrados, processos de negócios corporativos, tais como orçamento, finanças, contabilidade, compras e recursos humanos. A principal vantagem da utilização desse tipo de sistema é a integração nativa dos processos de negócio, o que permite que a empresa tenha os controles dos seus principais processos de negócio automatizados em um sistema informatizado único de gestão empresarial. 1 "14. Da consulta que fizemos à Internet, destacamos os seguintes trechos: Os sistemas ERP podem ser definidos como sistemas de informação integrados adquiridos na forma de pacotes de software comercial com a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma empresa. São geralmente divididos em módulos e se comunicam e atualizam uma mesma base de dados central (grifamos). (http://www.ead.fea.usp.br/semead/4semead/artigos/mqi/souza_e_zwicker.pd f) [ERP] São pacotes (software) (...) de sistemas integrados ( ). 1 Tribunal de Contas da União; Acórdão nº 1328/2012 Plenário; Processo nº /2011-7; Rel. Min. Walton Alencar Rodrigues; Sessão de 30/05/

3 (...) o ERP tem marcado uma nova fase dentro das empresas, integrando todos os seus processos. A tecnologia ERP tem a prerrogativa de utilizar do conceito de base de dados única, pois todos os seus módulos ou subsistemas estão num único software (grifamos). (http://www.jrtecnet.com.br/material.htm) 15. Dessa forma, chegamos à conclusão de que o Sistema Integrado de Gestão Empresarial - ERP é um pacote de softwares que utilizam um único banco de dados, formando um sistema integrado que atende a diversas áreas de uma empresa. Difere, portanto, da simples integração de diversos softwares." 2 Dessa forma, parece patente a importância da contratação a ser realizada em decorrência do presente procedimento licitatório, uma vez que visa assegurar a correta utilização de Sistema Integrado atualmente utilizado pelo BNDES, o que, por si só, justifica a adoção de cautela na fixação de requisitos de qualificação técnica dos licitantes. Entretanto, como será visto a seguir, as condições de qualificação técnica previstas no Edital do Pregão Eletrônico AA 06/ BNDES são significativamente inferiores à magnitude do serviço atualmente executado no BNDES, bem como abaixo dos parâmetros admitidos pelo Tribunal de Contas da União. Com a finalidade de facilitar a compreensão do afirmado anteriormente, nos parece importante trazer breve quadro comparativo das características do serviço executado atualmente e as exigências realizadas, a título de qualificação técnica dos Licitantes, a saber: Atestados de Capacidade Técnica exigidos no Edital do PE 06/14 Quantidade (Atestado) Quantidade (Objeto Licitado) 15 módulos principais: FI, FCSM, HCM, GRC, CO, FM, DMS, QM, MM, BCS, BI-IP, 5 módulos SSM, SRM, WF, SOLMAN Serviços de sustentação remota de ambiente de ERP da SAP com pelo menos 5 módulos SAP (incluindo FI, HCM e SOLMAN) Serviços de sustentação remota de ambiente SAP para empresas com no mínimo 500 usuários SAP 500 usuários usuários Serviços de sustentação remota de ambiente SAP para empresas com média de pelo menos 100 chamados mensais para o AMBIENTE SAP Serviços de desenvolvimento e configuração em plataforma SAP para, ao menos, 5 módulos SAP (incluindo FI, HCM e SOLMAN) 100 chamados mensais De 100 a chamados mensais Franquia inicial de 250 chamados 15 módulos principais: FI, FCSM, HCM, GRC, CO, FM, DMS, QM, MM, BCS, BI-IP, SSM, SRM, WF, SOLMAN 5 módulos Serviços de desenvolvimento e configuração em plataforma SAP incluindo Webdynpro (Java e ABAP) totalizando pelo menos horas horas horas 2 Tribunal de Contas da União; Acórdão nº 2813/2004 Primeira Câmara; Processo nº / ; Rel. Min. MARCOS VINICIOS VILAÇA; Sessão de 09/11/

4 No presente caso, o impugnante demonstra irresignação em relação ao previsto no subitem , II, D, do Edital, o qual não admite o somatório de atestados para a comprovação de cada um dos itens acima destacados, sendo admitido o somatório de atestados para a comprovação da totalidade do objeto. A justificativa para tal vedação é óbvia, uma vez que a comprovação de cada item demonstra a aptidão técnica para executar objeto semelhante ao do BNDES, conforme justificativa constante do procedimento licitatório. Conforme demonstrado anteriormente, as exigências estão em patamar inferior à magnitude dos serviços existentes no BNDES, razão pela qual admitir que os licitantes somem atestados para a comprovação de cada qualificação requerida, poria em risco a segurança da futura contratação, o que não se admite. Não é demais lembrar que o valor estimado da presente contratação é de R$ ,00 (vinte e seis milhões, oitenta e dois mil, quinhentos e trinta reais) e os serviços ora licitados são fundamentais para o perfeito funcionamentos de solução de tecnologia da informação que apóia os seguinte processos do BNDES: Financeiro, Contábil, Administrativo, Recursos Humanos, Controles Internos, Gestão de Risco Operacional, Auditoria, Jurídico, Orçamento e Custos, Planejamento e Apoio à Gestão, Tributário, Gestão de Entidades Externas e apoio ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Portanto, o Edital ora impugnado admitiu o somatório de atestados para a comprovação global da aptidão dos licitantes, tendo apenas vedado o somatório de cada item específico, que pela sua natureza, não comprovaria a aptidão necessária, caso os atestados a serem apresentados fossem oriundos de prestação de serviços autônomos. A razão para essa diferenciação é óbvia, uma vez que a comprovação de que o licitante executou, em determinado contrato, a totalidade do previsto em cada item constante do II, do Edital, é necessária para resguardar os interesses do BNDES, conforme justificativa constante no processo do presente procedimento licitatório Não é demais lembrar que a natureza do Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP - Enterprise Resource Planning) é exatamente a unicidade presente na solução, sendo extremamente relevante, conforme justificado nos autos do presente procedimento licitatório, que os licitantes demonstrem possuir aptidão em objeto semelhante. Em prosseguimento, o impugnante afirma que a previsão contida no subitem II, a, do Edital é desnecessária. Ora, como visto no quadro comparativo acima, o BNDES utiliza, atualmente, 15 módulos do SAP, razão pela qual a demonstração de que o Licitante tenha executado serviços de sustentação remota de ambiente ERP da SAP com pelo menos 5 módulos dos constantes no anexo VI ao Edital, incluindo, necessariamente, os módulos FI, HCM e SOLMAM, os quais suportam processos críticos para o BNDES (financeiro, pagamentos, liberações e recursos humanos), é indispensável, conforme justificado nos autos do procedimento licitatório. Isso ocorre, pois a integração entre os módulos do ambiente SAP são imprescindíveis para atingir a finalidade da referida ferramenta e, pelo mesmo motivo, não seria admissível o somatório de atestados de qualificação técnica para comprovar cada atestado exigido, sob pena de selecionar licitante inapto para executar o objeto a ser executado, conforme justificativa técnica. Em conclusão, a exigência de apresentação de atestados de capacidade técnica na presente licitação se restringiu aos requisitos de maior relevância para a execução dos serviços a serem contratados e não ultrapassam o limite de 50% do quantitativo a ser 4

5 contratado pelo BNDES, o que demonstra o atendimento à remansosa jurisprudência do Tribunal de Contas da União sobre a matéria. Nesse sentido, o Tribunal de Contas da União possui remansosa jurisprudência sobre o tema: Para a comprovação da capacidade técnico-operacional das licitantes, e desde que limitada, simultaneamente, às parcelas de maior relevância e valor significativo do objeto a ser contratado, é legal a exigência de comprovação da execução de quantitativos mínimos em obras ou serviços com características semelhantes, devendo essa exigência guardar proporção com a dimensão e a complexidade do objeto a ser executado... (TCU, Súmula nº 263 de 19/01/2011). No que concerne à habilitação técnica dos licitantes, decisões anteriores do TCU entenderam ser aceitável a exigência de comprovação de fornecimento anterior de quantidades em percentual de até 50% do total licitado. Entretanto, em caso específico para o fornecimento de cerca de 245 mil toneladas de trilhos, a Corte de Contas entendeu que a exigência de comprovação no percentual de 44,97% do total da aquisição prevista seria ilegal por restringir indevidamente a competitividade, uma vez que conforme apurado pela equipe técnica, existe a possibilidade de que a omissis seja a única empresa brasileira capaz de satisfazer, individualmente, o requisito atinente ao fornecimento de 110 mil toneladas de trilhos (TCU, Acórdão nº 933/2011, Plenário). A exigência de requisitos de habilitação tem sede constitucional, conforme pode ser constatado no art. 37, XXI. 3 Podemos afirmar que a habilitação visa selecionar empresas aptas a contratar com a Administração Pública, de modo que é verificada a regularidade jurídica, fiscal, técnica e econômico-financeira. A Constituição estabeleceu que somente essas exigências podem ser realizadas para condicionar a contratação de particulares pela Administração Pública, sendo vedado ao administrador realizar exigências não contempladas na legislação, em homenagem ao princípio da legalidade. Dessa forma, os arts. 27 a 37 da Lei nº 8.666/93 e art. 14 do Decreto 5.450/05 trazem o rol de requisitos de habilitação para participar de licitações públicas. As exigências de habilitação causam, inevitavelmente, a restrição da competitividade nas licitações realizadas pela Administração Pública. Entretanto, é assente que a restrição não deve ser imotivada, desarrazoada, injustificada ou desproporcional. Ora, se a Administração Pública pretende adquirir material de almoxarifado (lápis, caneta, borracha etc), pode não fazer sentido a exigência de atestado de capacidade técnica, a ser avaliado no caso concreto. No presente caso, o BNDES pretende contratar empresa que prestará os serviços de sustentação e de desenvolvimento de demandas evolutivas e corretivas do ambiente ERP da SAP, com valor estimado de R$ ,00 (vinte e seis milhões, oitenta e dois mil, quinhentos e trinta reais). Dessa forma, é forçoso reconhecer que o BNDES deve buscar selecionar pessoas jurídicas que demonstrem a aptidão para o desempenho das atividades ora requeridas, sem que haja comprometimento à qualidade dos serviços 3 Art. 37 A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (...) XXI Ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. 5

6 prestados, bem como ao resultado pretendido. Em hipóteses como a presente, a restrição do universo de pretendentes é inevitável, de forma a afastar os interessados que não possuam a qualificação técnica necessária para execução do objeto pretendido pela Administração Pública. O assunto restou sumulado no Tribunal de Contas da União, conforme se segue: 12. Situa-se na órbita da conveniência e da oportunidade da Administração impor requisitos mínimos para melhor selecionar os potenciais interessados para futura avença. Ainda que seja de todo impossível à Administração evitar o risco de o contratado vir a se revelar incapaz tecnicamente de executar a prestação devida, o estabelecimento de certas qualificações permite a redução desse risco. 13. Quando esse procedimento é adotado dentro do princípio da razoabilidade, encontra amparo no ordenamento jurídico, não configurando restrições ao caráter competitivo do certame licitatório. Com efeito, mister se faz trazer à baila o Enunciado de Decisão n. 351, desta Corte de Contas: "A proibição de cláusulas ou condições restritivas do caráter competitivo da licitação não constitui óbice a que a Administração estabeleça os requisitos mínimos para participação no certame considerados necessários à garantia da execução do contrato, à segurança e perfeição da obra ou do serviço, à regularidade do fornecimento ou ao atendimento de qualquer outro interesse público (fundamentação legal, art. 3º, 1º, inciso I, Lei n /1993). 4 (grifamos) A Lei de Licitações estabelece limites claros de exigência de requisitos de habilitação e, dentre eles, encontramos a possibilidade de que a Administração Pública exija que as interessadas no certame demonstrem possuir a capacidade técnica necessária para a execução do objeto, na forma do art. 30, da Lei nº 8.666/93 Entretanto, repita-se, a exigência deve estar devidamente justificada, como no presente caso, sob pena de ladear o art. 3º, 1º, I, da Lei nº 8.666/93. 5 Nessa seara, já destacamos que, quando a Administração Pública decide realizar determinada contratação (obviamente, precedida do necessário procedimento licitatório), deve adotar cautelas para que o objeto pretendido seja devidamente contratado, entregue e produza resultados úteis. Por óbvio, tais cautelas devem observar o procedimento estabelecido pela legislação, pois o princípio da legalidade também deve ser respeitado pelos administradores públicos. Logo, não pode a Administração Pública adquirir um bem sem a qualidade esperada, sob o pretexto de tolerar que qualquer produto seja ofertado para ampliar a competitividade da licitação, mas também não deve ser admitida a conduta da Administração Pública de restringir demasiadamente a competitividade. A questão, portanto, é de exame de proporcionalidade/razoabilidade das exigências realizadas no edital em contraposição à magnitude do objeto a ser contratado. 4 Tribunal de Contas da União; Acórdão nº 2717/2008 Plenário; Processo nº /2008-7; Rel. Min. Marcos Bemquerer Costa; DOU 1º/12/08. 5 Art. 3º - A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos. 1º - É vedado aos agentes públicos: I admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou frustrem o seu caráter competitivo e estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outra circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato; (grifamos) 6

7 Não se deve perder de vista que o ordenamento jurídico brasileiro consagrou, há certo tempo, o pós-positivismo, no qual se reconhece carga normativa aos princípios e a consequente impregnação de valores na legislação positivada. A Constituição da República é repleta de exemplos: dignidade da pessoa humana (art.1º, III), princípio da isonomia (art. 5º, caput), legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (art. 37, caput). De todos esses princípios, emerge uma vinculação estatal de obediência dos direitos dos cidadãos. 6 Daí se segue que o princípio da competitividade, positivado no art. 3º, 1º, I, da Lei de Licitações deve ser interpretado cum grano salis, sob pena de inviabilizarmos a atividade da Administração Pública. 7 Permitir a ampla participação não nos parece significar permitir a participação de todos os que se interessam nas contratações celebradas com o Poder Público, mas somente daqueles que possuem, minimamente, condições técnicas para tanto. No presente caso, a Unidade Demandante da presente contratação fez constar justificativa nos autos do procedimento para a exigência de atestados de qualificação técnica, com especial destaque para os seguintes argumentos: (i) os módulos FI e HCM são muito utilizados em diversas instalações de ERP da SAP, além de suportarem processos críticos do BNDES (financeiro, pagamentos, liberações e recursos humanos), e o SOLMAN é a ferramenta administrativa central do SAP, constante de todas as instalações do ERP da SAP e peça fundamental para a gestão adequada do ambiente do ERP; e (ii) impossibilidade de somatório de atestados para a comprovação de cada item da qualificação técnica, uma vez que, nesse caso, o somatório não demonstraria a capacidade em executar objeto semelhante ao do BNDES, uma vez que a capacidade de atendimento, expertise e gestão de chamados demandados são fundamentais para tal comprovação. Parece importante trazer à colação precedente do Tribunal de Contas da União, no qual ficou assentado que, para a contratação de ERP, é razoável a exigência de que a interessada demonstre já ter executado objeto semelhante ao pretendido pela Administração Pública, in verbis: 39. Entendemos que, num processo licitatório, qualquer exigência tem o potencial de restringir a competição. Nem por isso a 6 O Prof. Luís Roberto Barroso possui diversos trabalhos com abordagem profícua, conforme passagem a seguir transcrita: Sem embargo da resistência filosófica de outros movimentos influentes nas primeiras décadas do século, a decadência do positivismo é emblematicamente associada à derrota do fascismo na Itália e do nazismo na Alemanha. Esses movimentos políticos e militares ascenderam ao poder dentro do quadro de legalidade vigente e promoveram a barbárie em nome da lei. (...) O constitucionalismo moderno promove, assim, uma volta aos valores, uma reaproximação entre ética e Direito. Para poderem beneficiar-se do amplo instrumental do Direito, migrando da filosofia para o mundo jurídico, esses valores compartilhados por toda a comunidade, em dado momento e lugar, materializam-se em princípios, que passam a estar abrigados na Constituição, explícita ou implicitamente. (...) Os princípios dão unidade e harmonia ao sistema, integrando suas diferentes partes e atenuando tensões normativas. De parte isto, servem de guia para o intérprete, cuja atuação deve pautar-se pela identificação do princípio maior que rege o tema apreciado, descendo do mais genérico ao mais específico, até chegar à formulação da regra concreta que vai reger a espécie. Este os papéis desempenhados pelos princípios: a) condensar valores; b) dar unidade ao sistema; c) condicionar a atividade do intérprete. A nova interpretação constitucional: ponderação, direitos fundamentais e relações privadas / Ana Paula de Barcellos... [et. al.]; organizador: Luís Roberto Barroso. Rio de Janeiro: Renovar, 2003, págs. 26 a A respeito do princípio da competitividade, o Prof. José dos Santos Carvalho Filho assinala que:... a Administração não pode adotar medidas ou criar regras que comprometa, restrinjam ou frustrem o caráter competitivo da licitação. Em outras palavras, deve o procedimento possibilitar a disputa e o confronto entre os licitantes, para que a seleção se faça da melhor forma possível. Carvalho Filho, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 17ª Edição; Editora Lumen Juris, Rio de Janeiro, pág

8 Administração deve deixar de fazer exigências, com vistas a obter garantias de que o pactuado com a empresa vencedora será integralmente cumprido. Tais exigências, entretanto, devem obedecer aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. 40. No edital, o Bacen exigiu pelo menos dois atestados/declarações para pelo menos três macroprocessos, isto é, um mínimo de seis atestados/declarações. Consideramos que a exigência de um atestado para cada um dos cinco macroprocessos seria demasiado restritiva, e de apenas um atestado para três macroprocessos, excessivamente leniente, devido à magnitude do objeto a ser executado. O que se buscou, portanto, foi um meio termo. Se tivesse exigido apenas um atestado/declaração para cada macroprocesso seriam cinco o número mínimo de atestados. Ao exigir o mínimo de seis, não nos parece que o Bacen tenha exorbitado do seu direito de exigir garantias das concorrentes. Assim, no caso, alcançou-se um equilíbrio entre o resguardo do interesse público e a preservação do caráter competitivo da licitação, de forma que consideramos improcedente a Representação neste ponto.(...) 5. Nesse sentido, estou de acordo com as conclusões obtidas pela Unidade Técnica no exame pontual de todas as alegações contidas na representação, as quais resultaram improcedentes, tendo em vista, basicamente, que: (...) d) a exigência de, no mínimo, dois atestados ou declarações acerca de pelo menos três dos cinco macroprocessos, para efeito de qualificação técnica de licitantes, não se mostrou, no caso concreto, desarrazoada, considerando que a condição representou um equilíbrio entre o atendimento do interesse da administração e a preservação da competitividade, não se vislumbrando restrição a licitantes por conta desse aspecto. Ademais, não há impedimento legal em facultar a comprovação de experiência por meio de documentos emitidos por empresas estrangeiras; 8 (grifamos) Dessa forma, a demonstração de possuir experiência em, pelo menos, 5 dos 15 módulos utilizados pelo BNDES, incluindo, necessariamente, os principais processos, é medida necessária. Ora, se a própria natureza do sistema integrado é exatamente ser um pacote de softwares que utiliza um único banco de dados, formando um sistema integrado que atende diversas áreas de uma empresa, nada mais natural do que exigir que o Licitante que se candidatar a prestar os serviços de sustentação e desenvolvimento licitados pelo BNDES demonstre expertise prévia nessa integração. Nesse sentido, vejamos o trecho extraído de Acórdão do Tribunal de Contas da União sobre a matéria: (...) Os sistemas ERP podem ser definidos como sistemas de informação integrados adquiridos na forma de pacotes de software comercial com a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma empresa. São geralmente divididos em módulos e se comunicam e atualizam uma mesma base de dados central (grifamos). ( ) A tecnologia ERP tem a prerrogativa de utilizar do conceito de base de dados única, pois todos os seus módulos ou subsistemas estão num único software (grifamos). (http://www.jrtecnet.com.br/ material.htm) 8 Tribunal de Contas da União; Acórdão 2813/2004 Primeira Câmara; Processo nº: /2004-8; Rel. Min. Marcos Vinicios Vilaça; DOU 17/11/

9 15. Dessa forma, chegamos à conclusão de que o Sistema Integrado de Gestão Empresarial - ERP é um pacote de softwares que utilizam um único banco de dados, formando um sistema integrado que atende a diversas áreas de uma empresa. Difere, portanto, da simples integração de diversos softwares. 16. A Decisão nº 393/1994-TCU e 7º do art. 23 da Lei nº 8.666/93 preconizam a divisão sempre que possível do objeto da licitação, desde que não haja prejuízo para o conjunto ou complexo. No caso em análise, entendemos que tal prejuízo ocorreria, pois o que o Bacen deseja adquirir não são softwares específicos, para áreas específicas, caso em que não deveria ser tolerada a aquisição em conjunto. Não se trata aqui de produtos de várias naturezas englobadas num único objeto, e sim de um único produto: Sistema (ou Solução) Integrado de Gestão Empresarial - ERP, com seus componentes, serviços de implantação e manutenção, e treinamento de servidores. 17. Antes de tudo, o acolhimento do argumento da representante por parte deste Tribunal implicaria, a nosso ver, proibir a Administração Pública de adquirir sistemas integrados do tipo ERP. O que a representante alega, em outras palavras, é que, em vez de se adquirir um sistema ERP, deve o Bacen adquirir vários softwares separadamente e então integrá-los, com realização de licitações específicas para a compra dos programas, para o serviço de integração e para o treinamento de servidores em cada software adquirido. Depreende-se de sua argumentação que, com isso, estaria garantido o caráter competitivo dos certames e, por conseqüência, a obtenção da proposta mais vantajosa para a Administração. Entendemos que tal alegação não procede por dois motivos, um de ordem técnica, outro de ordem financeira. 18. Do ponto de vista técnico, a representante aduz que, estando os macroprocessos bem especificados, não haveria problemas de compatibilização entre os diversos softwares. Acreditamos que isto não é tão simples. As desvantagens dessa alternativa apontadas pelo Banco, que entendemos pertinentes, por si demonstram as dificuldades técnicas envolvidas. Ainda que o próprio Bacen afirme que a integração de diferentes softwares é tecnicamente possível, nesta expressão não se está levando em conta o grau de dificuldade que isso representaria em termos técnicos (identificação de inconsistências), econômicos (aquisição de equipamentos e serviços adicionais) e de esforço para gerenciamento dos interesses dos diversos fornecedores. 19. Quanto a este último ponto, é notória a existência de diversas tecnologias nem sempre compatíveis entre si. Para garantir a compatibilidade dos produtos adquiridos, o Bacen teria de exigir certas especificações, que, entretanto, poderiam ser combatidas por empresas cujos produtos não as atendessem, alegando cerceamento da concorrência. Essa situação dificultaria ainda mais a tarefa de se obter, ao final, um conjunto de softwares perfeitamente integrado. 20. Do ponto de vista financeiro, entendemos que o fracionamento do objeto, no presente caso, não garantiria a economicidade. Mesmo admitindo que o preço de aquisição de diversos softwares fosse inferior àquele pago pela Solução, a necessidade de se adquirir equipamentos e serviços adicionais e de se treinar os servidores em diferentes softwares poderia resultar num custo total superior à aquisição da Solução. 21. Assim, se levarmos em conta estes gastos adicionais, o tempo que a Administração despenderia realizando todas as licitações e o fato de que não estaria adquirindo um sistema ERP (como é a intenção do Bacen), vemos que não só a economicidade não estaria assegurada, como a eficiência estaria comprometida. 22. Em suma, ent ndemos que o objeto da presente licitação poderia ser dividido, mas não sem prejuízo para o conjunto ou complexo. No caso de fracionamento, não se estaria adquirindo um sistema ERP, e sim diversos softwares que exigiriam novos dispêndios em termos financeiros e gerenciais, não se garantindo a economicidade e ainda comprometendo a eficiência da Administração. 23. Por todo o exposto, consideramos improcedente a alegação da representante neste ponto. Tribunal de Contas da União; Acórdão 2813/2004 Primeira Câmara; Processo nº: /2004-8; Rel. Min. Marcos Vinicios Vilaça; DOU 17/11/2004. (grifamos) 9

10 O impugnante colacionou jurisprudência sobre a exigência de número mínimo de atestados, mas no presente caso, verifica-se que a exigência contida no Edital do Pregão Eletrônico AA 06/2014 não fixou número mínimo de atestados, apenas vedou o somatório de atestados para cada item de qualificação dos licitantes, permitindo o somatório entre os referidos atestados. A esse respeito, Marçal Justen Filho 9 manifestou-se da seguinte forma: (...) Questão tradicional é a do somatório de atestados. Surge quando um licitante não conseguir evidenciar, em uma única contratação, o preenchimento dos requisitos exigidos no ato convocatório. Pretende, então, somar diferentes obras e serviços. Questiona-se a possibilidade e parece que o problema tem sido mal colocado. A qualificação técnica operacional consiste na execução anterior de objeto similar àquele licitado. Ora, isso significa que a identidade do objeto licitado é que determina a possibilidade ou não do somatório. Dá-se um exemplo: uma ponte de mil metros de extensão não é igual a duas pontes de quinhentos metros. Muitas vezes, a complexidade do objeto licitado deriva de certa dimensão quantitativa. Nesses casos, não terá cabimento o somatório de contratações anteriores. Já haverá outros casos em que a questão não reside numa contratação única, mas na experiência de executar certos quantitativos, ainda que em oportunidades sucessivas. Enfim, a solução deverá ser encontrada a partir da natureza do objeto licitado. Essa orientação foi explicitamente acolhida pelo TCU, ao proferir a Decisão nº 1.090/2001 Plenário. O Licitante afirma, ainda, que o módulo HCM (responsável pela funcionalidade de Recursos Humanos) não é usual tanto no mercado de usuários SAP como no mercado, em geral, no Brasil, sem, contudo, trazer qualquer elemento que comprove essa alegação. Apenas a título de ilustração, verificamos que a Eletrobras, sociedade de economia mista federal, também utiliza o módulo de recursos humanos, conforme se depreende do Edital de Pregão Eletrônico DAC n. 01/ Ao final da impugnação, o licitante insurge-se contra o subitem 5.15 do Anexo I ao Edital, sustentando que não é informada a quantidade de usuários que deverão ser suportados para o acesso remoto, bem como que o subitem do referido anexo determinou a marca do software a ser utilizado pela futura contratada. Conforme salientado pela Equipe Técnica de Apoio ao Pregoeiro, a informação sobre a quantidade de usuários/estações foi respondida no questionamento 06, pergunta 2, devidamente divulgada ao interessado, no site do BNDES e no Comprasnet. Na oportunidade, foi esclarecido que a informação está disponível no subitem 1.1 do ANEXO VI 9 Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos. São Paulo, Dialética, pp. 332, Para fins de habilitação, o licitante deverá apresentar, ainda, a seguinte documentação complementar: a) Pelo menos um atestado, em nome da interessada, fornecido por pessoa jurídica de direito público ou privado, referente à execução satisfatória de serviços em sustentação e suporte técnico de Soluções SAP, para no mínimo 750 usuários, com o seguinte escopo: FI-CO-MM-SD-HCM-GRC-BASIS-ABAP. Disponível em: %2DC769%2D420A%2D85F8%2DA5CAA227610C%7D&ServiceInstUID=%7B9605C29F%2D46BF%2D 4D79%2D8B46%2D4F926EDB3091%7D 10

11 (Descrição do Ambiente) ao Edital. Em complemento, a Unidade Técnica destacou que o modelo de licenciamento depende da solução de acesso remoto que vier a ser escolhida pela futura contratada, a qual definirá com o fornecedor da solução a ser escolhida, a forma adequada de licenciamento. No que pertine à alegação de marca, a alegação do impugnante não merece acolhida, uma vez que o texto do subitem do Anexo I (Termo de Referência) ao Edital é cristalino ao informar o software atualmente utilizado para acesso remoto, para fim de esclarecimento, sem qualquer imposição de marca ou solução", em claro atendimento ao que determina o art. 9º, I, do Decreto n / Assim, conforme demonstrado exaustivamente acima, as previsões contidas nos subitens , II, d, e do Edital, não violam a legislação aplicável às licitações e contratos administrativos e está em consonância com o entendimento jurisprudencial do Tribunal de Contas da União e doutrinário. IV. CONCLUSÃO Verifica-se, diante do exposto, que as exigências contidas no Edital possuem a finalidade de selecionar licitante tecnicamente apto à consecução do objeto deste Pregão Eletrônico, e, desse modo, atender às necessidades atuais do BNDES. Inexistem, portanto, razões que justifiquem a alegada necessidade de alteração no instrumento convocatório impugnado, uma vez que todos os requisitos de qualificação técnica estão em patamar inferior ao quantitativo de 50% (cinquenta por cento) do objeto licitado, conforme a determina a jusrisprudência do TCU. Além disso, o Edital admite o somatório de atestados de qualificação técnica, apenas impedindo tal possibilidade em relação a cada item da qualificação, conforme demonstrado ao longo da presente ata de julgamento. Pelas razões acima expostas, decide-se por negar provimento à Impugnação apresentada pela sociedade CPM BRAXIS S.A, mantendo-se o Edital nos seus devidos termos. Mariana País Albuquerque Pregoeira Raphael Domingues de Moraes Zyngier Gerente de Licitações 2 11 Art. 9o Na fase preparatória do pregão, na forma eletrônica, será observado o seguinte: I - elaboração de termo de referência pelo órgão requisitante, com indicação do objeto de forma precisa, suficiente e clara, vedadas especificações que, por excessivas, irrelevantes ou desnecessárias, limitem ou frustrem a competição ou sua realização; (grifamos) 11

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