AJES INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR VALE DO JURUENA CURSO: MBA EM GESTÃO EM AUDITORIA, PERÍCIA E DIREITO AMBIENTAL.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AJES INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR VALE DO JURUENA CURSO: MBA EM GESTÃO EM AUDITORIA, PERÍCIA E DIREITO AMBIENTAL."

Transcrição

1 AJES INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR VALE DO JURUENA CURSO: MBA EM GESTÃO EM AUDITORIA, PERÍCIA E DIREITO AMBIENTAL. PROCEDIMENTOS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL E EXPLORAÇÃO EM JAZIDA DE MATERIAL LATERÍTICO Autor: Adoricio Ferreira dos Santos Orientador (a): Cynthia Cândida Correa GUARANTÃ DO NORTE MT 2012

2 AJES INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR VALE DO JURUENA CURSO: MBA EM GESTÃO EM AUDITORIA, PERÍCIA E DIREITO AMBIENTAL. PROCEDIMENTOS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL E EXPLORAÇÃO EM JAZIDA DE MATERIAL LATERÍTICO Trabalho apresentado como conclusão do Curso MBA em Gestão em Auditoria, Perícia e Direito Ambiental. GUARANTÃ DO NORTE MT OUTUBRO/ 2012

3 RESUMO Este trabalho apresenta o resultado do estudo comparativo em torno da legislação ambiental brasileira aplicada em empreendimentos rodoviários em específica exploração de jazida de material laterítico, fruto da observação e analise da eficácia dos mecanismos e técnicas utilizadas na gestão ambiental e os procedimentos exigidos pelos órgãos ambientais no licenciamento de atividades modificadoras do meio abiótico e biótico, conforme previstas na Lei n 6.938/81 e resoluções do CONAMA. Verificando as metodologias utilizadas na exploração em jazidas de material Laterítico e se as mesmas estão de acordo com as etapas exigidas no estudo do licenciamento ambiental e previstas no Plano de Recuperação de Áreas Degradadas PRAD. No comparativo entre licenciamento e a atividade executada constatou-se que as etapas de exploração estavam de acordo com o estudo ambiental e as determinações legais. Palavra-Chave: gestão ambiental; material lateritíco;

4 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPITULO I REFERÊNCIAL TEÓRICO Gestão Ambiental no Processo de Licenciamento Ambiental Biodiversidade X Impactos Ambientais Procedimentos para o Licenciamento Ambiental exigidos pelo IBAMA. 9 2 CAPITULO II METODOLOGIA CAPITULO III APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS DADOS Execução da Jazida J16 Lote 03 da BR 242 MT CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 18

5 5 INTRODUÇÃO Este trabalho possui como objeto de estudo é o licenciamento ambiental, os procedimentos de exploração e recuperação ambiental da jazida J16, localizada no lote 03 das obras de construção e pavimentação da rodovia BR 242/MT. No trecho da rodovia em execução não existem segmentos de cortes significativos que possam ser indicados como fonte predominante de materiais composto por laterita para execução das camadas de sub-base e base, pois, o trecho está situado no Chapadão do Alto Xingu com extensos interflúvios e de baixa a média amplitude lhe conferindo de modo geral uma classificação de região aplanada a suavemente ondulada, onde as escavações para obtenção de materiais com características lateríticas são possíveis apenas em jazidas. Para que seja possível a exploração do material na área específica é necessário um estudo ambiental para licenciar o empreendimento, onde definem critérios de exploração e ações de recuperação ambiental da área degradada, o que na maioria das vezes não são cumpridas pela construtora. O objetivo deste trabalho e fazer um comparativo entre os procedimentos de exploração e recuperação ambiental da jazida J06, que são previstos no estudo do licenciamento ambiental e a execução prática de exploração. Por isto foi necessário analisar o estudo do licenciamento ambiental e a legislação pertinente e acompanhar a prática de exploração in loco.

6 6 CAPÍTULO I REFERÊNCIAL TEÓRICO 1.1. Gestão Ambiental no Processo de Licenciamento Ambiental A Gestão Ambiental é a ferramenta que mais contribui para a eficiência e efetividade dos resultados obtidos, sendo elas a estrutura interna; distribuição e uso adequado do espaço físico; renovação do desempenho e desenvolvimento de recursos humanos, em numero suficiente e com perfil adequado às necessidades da organização; gerenciamento de conflitos; desenvolvimento da competência gerencial; informatização; planejamento estratégico; gestão participativa e outras (HALL, 1982). A aplicação da Gestão Ambiental no empreendimento se através dos programas ambientais implementados antes durante e depois da exploração da jazida. Os programas ambientais implementados visavam estabelecer os principais procedimentos a serem adotados, para dirimir as interferências sobre o meio ambiente nas fases de implantação, operação e a recuperação do ambiente degradado, sendo assim, o Programa de Controle de Supressão Vegetal direcionam as ações de execução e controle compreendidos por desmatamento, ou seja, toda operação que objetiva a supressão total da vegetação nativa de determinada área para o uso alternativo do solo, entendendo como vegetação nativa, toda a vegetação original, remanescente ou regenerada, caracterizada pelas florestas, capoeiras, cerradões, cerrados, campos, campos limpos, vegetações rasteiras, etc. Já o Programa de Passivo Ambiental tem como principal objetivo a recuperação os Passivos Ambientais, ou seja, aquelas situações de degradação ambiental causada por ocasião pela implantação da exploração da jazida, e mesmo aquela áreas com degradação pré-existentes, em função da extração de material pelo proprietário ou por entidade pública para manutenção de estradas vicinais. A reabilitação ambiental das áreas ocorre concomitantemente com a execução do PRAD.

7 7 Programa de Recuperação de Áreas Degradadas este programa terá ações em duas etapas bem distintas: a primeira, de caráter preventivo, que diz respeito ao acompanhamento e controle ambiental de todas as atividades previstas para a implantação da supressão vegetal, e a segunda, de caráter corretivo, relacionada à recuperação ambiental da área objeto de intervenção visando à proteção do solo contra a formação de processos erosivos e a reintegração paisagística. A exploração de materiais de construção tem ações do PRAD, que é um importante instrumento de atenuação da degradação ambiental, e reversão de processos da dinâmica superficial. A partir da utilização dessa importante ferramenta é possível estabelecer uma relação com o ambiente e seus recursos, buscando minimização dos impactos ambientais oriundos da atividade. A Política Nacional do Meio Ambiente, instituída pela Lei 6.938/81, tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propiciam a vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses de segurança nacional e a proteção da dignidade da vida humana. A Avaliação de Impactos Ambientais - AIA é um instrumento da Política Nacional do meio Ambiente, de grande importância para a gestão institucional de planos, programas e projetos, em nível federal, estadual e municipal (IBAMA, 1992). A Constituição Federal de 1988 fixou em seu artigo 225, inciso IV, a obrigatoriedade do poder publico exigir o estudo prévio do impacto ambiental para a instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, despontando como a primeira Carta Magna do planeta a inscrever a obrigatoriedade do estudo de impacto ambiental no âmbito constitucional (MACHADO, 1989). Os instrumentos legais da AIA são o Estudo de Impacto Ambiental - EIA, juntamente com o Relatório de Impacto Ambiental-RIMA denominado EIA/RIMA, este estudo de acordo com a Resolução do CONAMA 001/86, exige que a elaboração desse estudo deva ser realizada por uma equipe multidisciplinar habilitada e o custo de todo o estudo é de responsabilidade do proponente, além de sua aprovação ser de competência federal. Existem outros documentos técnicos

8 8 necessários ao Licenciamento Ambiental, sendo eles o Plano de Controle Ambiental - PCA, o Relatório de Controle Ambiental -RCA e o Plano de Recuperação de Área Degradada- PRAD (IBAMA,1992). O RCA é exigido pela Resolução do CONAMA 009/90, na hipótese de dispensa do EIA/RIMA, para a obtenção de Licença Prévia de atividade de extração Mineral da Classe II, prevista no Decreto- Lei 227/67 e o PRAD são utilizados para a recomposição de áreas degradadas e é elaborado de acordo com as diretrizes fixadas pela NBR 13030, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (IBAMA, 1992), onde que o mesmo é o componente básico para licenciar atividades denominadas de áreas de apoio de empreendimentos, no caso relacionado, exploração de jazidas de material laterítico para uso no empreendimento rodoviário. Por meio da LP (Licença Prévia) e LI (Licença de Instalação) são realizados estudos minuciosos dos aspectos socioambientais, os dados geram um PBA (Plano Básico Ambiental), onde o RCA torna-se um estudo complementar do referido licenciamento. Cumpre, ainda, observar que no contexto do RCA, as medidas mitigadoras, compensatórias e os programas ambientais recomendados constituemse no principal instrumento indutor de ações pró-ativas e reativas para a mitigação dos impactos. A proposição do presente RCA analisado é de oferecer subsídios para a definição de ações de planejamento ambiental, assim como a tomada de decisão pelos órgãos competentes, inclusive no que tange a fiscalização. A função do RCA é estabelecer de maneira incontestável a prevenção do dano e da degradação ambiental durante a extração do material laterítico necessário para o empreendimento (CONAMA, 1992) Biodiversidade X Impactos Ambientais O Brasil é considerado o primeiro país em megadiversidade, possuindo a maior diversidade de flora do mundo, 10% de anfíbios e mamíferos, 17% das aves. O numero de espécies de plantas, animais e microorganismos localizados dentro do território brasileiro é calculado em mais de 2 milhões, o que faz do Brasil o maior em diversidade genética (DIAS, 1996).

9 9 O autor retrata também a grande importância econômica da biodiversidade para o país, onde 40% do Produto Interno Bruto brasileiro são formados por atividades relacionadas à agroindústria e 26% da matriz energética nacional é produzida a partir da biomassa vegetal. De acordo com Albagli (1998) a devastação dos ambientes naturais, é considerada o fator determinante das atuais e projetadas taxas de extinção da biodiversidade. A fragmentação e a conversão dos ecossistemas florestais vêm sendo causadas por grandes empreendimentos econômicos, alem do efeito cumulativo dos empreendimentos individuais. A construção de rodovias é realizada por grandes empreendimentos, que são responsáveis pelo uso do solo e supressão vegetal nas áreas de empréstimo, aqui denominada de jazidas de material laterítico. A implantação deste tipo de empreendimento tem uma estreita relação com a redução da biodiversidade e o crescimento de alguns impactos ambientais, exemplo clássico na flora e o efeito de borda causado por uma rodovia ao seccionar uma área florestal, com um agravamento do risco de incêndios florestais causados pelo o uso de gramíneas exóticas plantadas no bordo da pista com objetivo de conter erosões de solo. Na fauna a fragmentação da floresta reduz variabilidade genética de poluções de indivíduos de mesmas espécies, pois a estrada se torna um risco de atropelamentos e afugentamento de animais, para atenuar estas situações em alguns empreendimentos estão sendo implantados os faunodutos, que são passagens áreas ou subterrâneas, que atuam na ligação entre os fragmentos florestais. Para a aplicação de métodos racionais de uso do solo, tais empreendimentos tem como princípio o disciplinamento na conduta do desmate e o destino final da cobertura vegetal existente e medidas de proteção para a vegetação remanescente. Porem mesmo com a utilização desses métodos é gerado impactos significativos sobre o solo, como erosões laminares, vossorocamentos que acabam trazendo impactos para os cursos hídricos com o assoreamento e contaminação dos mananciais.

10 Procedimentos para o Licenciamento Ambiental A Politica Nacional do Meio Ambiente Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, dispõe: Art. 20. O art. 10 da Lei n o 6.938, de 31 de agosto de 1981, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 10. A construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos e atividades utilizadores de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente poluidores ou capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental dependerão de prévio licenciamento ambiental. Redação dada pela Lei complementar nº140. De 12/12/2011. Compete ao IBAMA o licenciamento previsto no caput deste artigo, no caso de atividades e obras com significativo impacto ambiental, de âmbito nacional ou regional. Art.10, paragrafo 4º da Lei 6.938/8. Este paragrafo foi revogado pela Lei Complementar nº140 de Art. 5 o O ente federativo poderá delegar, mediante convênio, a execução de ações administrativas a ele atribuídas nesta Lei Complementar, desde que o ente destinatário da delegação disponha de órgão ambiental capacitado a executar as ações administrativas a serem delegadas e de conselho de meio ambiente. Parágrafo único. Considera-se órgão ambiental capacitado, para os efeitos do disposto no caput, aquele que possui técnicos próprios ou em consórcio, devidamente habilitados e em número compatível com a demanda das ações administrativas a serem delegadas. O presente objeto de estudo, jazida J16 foi licenciado posterior a sanção presidencial da Lei complementar nº140/2011. Por isto mesmo que o empreendimento rodoviário possa ser causador de impactos nacional, a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso possui competência para licenciar a jazida, mesmo se prevalecesse o paragrafo revogado o impacto ambiental da jazida em si é localizado.

11 11 Como a competência do licenciamento é da SEMA-MT, coube a construtora apresentar o Relatório de Controle Ambiental - RCA, contendo os estudos de impactos ambientais do empreendimento, as ações mitigatórias e o plano de recuperação da área degradada. Para o licenciamento da jazida tornou-se dispensado as Licenças Prévia e de Instalação, pois, o seu licenciamento é vinculado a licença de instalação da rodovia BR 242-MT, onde o material laterítico será utilizado. O RCA é composto por: Estudo de caracterização do empreendimento, onde descreve as características físicas da jazida com perfil geológico do solo, forma de extração, quantitativo previsto de material à ser explorado e planta de localização da jazida. Inventário fitossociológico com a descrição do estágio de sucessão ecológica e quantificação das espécies florestais assim como a previsão do quantitativo de material lenhoso que será originado do desmate. Caracterização da fauna. Os programas a serem implementados com ação preventiva e mitigadora dos impactos decorrentes da atividade. De acordo com o Roteiro Básico de Referencia para o licenciamento o RCA é o componente básico, seguido das seguintes documentações: Licença Previa e de Instalação da Rodovia, Documento Comprobatório de Regularização Fundiária da Área do Empreendimento (escritura pública ou titulo da propriedade rural), Termo de Assentimento de Exploração (autorização do proprietário para a extração do material) e Dispensa de Titulo Minerário, este documento é emitido pelo DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) onde declara que a exploração e utilização do material da jazida é uso exclusivo para a rodovia e não tem caráter comercial. Segundo o roteiro deve-se limitar a área de influencia direta e indireta do empreendimento, baseando-se na abrangência dos recursos naturais diretamente afetados considerando sua bacia hidrográfica, bem como, sua interferência nas inter-relações ecológicas, sociais e econômicas. Sendo a delimitação da área para

12 12 cada fator natural: solos, água superficiais e subterrâneas, atmosfera, vegetação/flora; e para os componentes: culturais, econômicos e sócio-políticos. O prognostico dos impactos ambientais do projeto, plano ou programa proposto deve realizar a identificação e analisar os efeitos ambientais potenciais (positivos e negativos) das possibilidades tecnológicas e econômicas de prevenção, controle, mitigação e reparação de seus efeitos negativos (IBAMA, 1995).

13 13 CAPÍTULO II METODOLOGIA O presente estudo foi realizado com base no Projeto de Exploração de Material Lateritíco da Jazida J16 Lote 03 da BR 242/ MT, e com o acompanhamento in loco dos trabalhos realizados pela empresa responsável pela obra TRIMEC CONSTRUÇÕES E TERRAPLANAGEM LTDA., CNPJ / , que havia requerido junto a Secretaria de Estado do Meio Ambiente SEMA/MT, a Licença de Operação Provisória - LOP 0045/2011, de Cinco Áreas de Empréstimo/Jazidas, que foram utilizadas nas obras de pavimentação do Lote 03 da Rodovia BR-242/MT, município de Nova Ubiratã/MT, que são: J13, J14, J15, J16 e J17. O objeto de estudo J16 teve sua exploração iniciada na primeira quinzena do mês de abril de 2012 e finalizada a exploração no final do mês de maio do mesmo ano. A coleta de dados fora realizada a partir de pesquisa bibliográfica do licenciamento ambiental requerido junto a construtora, e demais documentações pertinentes ao processo no âmbito ambiental referente ao licenciamento de empreendimentos causadores de degradação ambiental e pesquisa de campo com o levantamento dos métodos utilizados na extração de material lateritíco, todo conteúdo da legislação ambiental estava descrito no plano básico ambiental do empreendimento (PBA BR 242/MT). Com o intuito de analisar a licença ambiental das jazidas fora necessário averiguar o relatório de controle ambiental (RCA da LOP 0045/2011), que é o componente básico do estudo para licenciar atividades denominadas de áreas de apoio de empreendimentos, no caso relacionado, exploração de jazidas de material Laterítico, este prevê todos os impactos possíveis da atividade neste caso, em específico os impactos na flora, fauna, solo, recursos hídricos. O principal impacto sobre a flora local fora a eliminação das espécies existente na área de exploração da jazida, desde o estágio inicial até as que se encontram em clímax. O impacto na fauna é decorrente do impacto da flora, todavia em escala diminuta em função do tamanho da área, exceto na herpetofauna e

14 14 entomofauna, pois não existe maneira de efetivar um programa de resgate total e afugentamento dos indivíduos que habitam a referida área. Em relação ao impacto do solo, como será removida parte do subsolo e não haverá reposição integral, há um impacto significativo, podendo trazer agravantes para o meio. A camada denominada solo fica reservada para ser redistribuída sobre a área explorada, entretanto não é suficiente para suprir a necessidade orgânica da vegetação de reposição. Como mecanismo atenuante poderá ser realizado bota fora de solo argiloso, turfosos e outros existentes e disponíveis. Posteriormente em relação ao impacto hídrico, se não houver curso ou nascente nas proximidades da área de exploração é praticamente inexistente o impacto sobre recursos hídricos, com exceção da possível contaminação de lençol freático por derivados de petróleo uma vez que podem ocorrer acidentes com máquinas, o agravante se dá em função da profundidade das cavas de exploração. A ação preventiva é através da sondagem para verificar a profundidade da camada de lateríta no subsolo e do lençol freático e traçar o plano de extração. Para o inventário fitossociológico a metodologia utilizada é a divisão da área em quadriculas e destas retiradas parcelas para quantificação dos indivíduos. Os indivíduos devem ser caracterizados pelos grupos de sucessão ecológica e separados pelas famílias, seguidos de espécies e nomes vulgares, como caractere de informação para quantificação de material lenhoso, é divulgado a circunferência na altura do peito (CAP), a altura do exemplar (ALT.), a classe fuste (CF), e o volume previsto (V). Com finalidade de quantificar de modo sistemático as espécies vegetais contidas na biota, o inventário direciona os procedimentos de recuperação florestal a partir do levantamento topográfico da área de exploração para efetuar a comparação entre a planta existente no (RCA) com a realidade da área a ser explorada, obtevese assim a elaboração do inventario fitossociológico comparativo.

15 15 CAPÍTULO III APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS DADOS 3.1 Execução da Jazida J16 Lote 03 da BR 242 MT Tendo em vista que para a construtora realizar a exploração do material laterítico a área não pode ser deslocada ou ter tamanho superior com a planta préexistente no RCA. A área de bloqueio no DNPM destinada a extração da laterita compreende em 4,683 ha com área útil de extração de 2,437 ha, com volume estimado de ,56 m³,e que posteriormente será feita a recuperação da área degradada conforme previsto nos programas ambientais contidos no PBA e a reposição vegetal de espécimes de acordo com o inventário Fitossociológico. O inventário Fitossociológico identificou 20 espécies florestais na área que serão utilizadas para reposição florestal do PRAD. As espécies são: Protium heptaphylum (Amescla), Vochysia sp.( Cambará), Aspidosperma discolor (Guarantã), Hymenaea sp.( Jatobá), Aspidosperma sp. (Peróba), Dinizia exelsa (Angelim), Octea sp. (Canela), Copaífera sp. (Copaíba), Sclerolobium paniculatum (goiaba de anta), Simarouba versicolor (Pau de Perdiz), Cecropia sp (Embaúba), Apulaeia sp. (Garapeira), Didimopanax morototoni (Mandiocão), Manilkna sp. (Massaranduba), Bowdichia major (Muiracatiara). Com as informações oriundas do RCA ocorreu a conferencia topográfica da área da jazida licenciada J16, utilizando o software GEOFFICE GPS PROFISSIONAL específico para manipulação de dados obtidos através de GPS de navegação, tendo em vista que a localidade e o tamanho da área estavam de acordo com o descrito e apresentado pela construtora, o passo seguinte foi à realização do inventário fitossociológico comparativo. Como havia uma planta da área previamente definida foi realizada a divisão desta em quadriculas e executado o inventário que originou novas fichas dendrológicas e o quantitativo do material lenhoso previsto, objeto de comparação com os dados contidos no RCA, e que ao final não houve divergências. No processo de supressão vegetal, primeiramente observou se havia a presença de germoplasma para resgate ou epífitas para salvamento, como não

16 16 havia, seguiu o corte manual das árvores observando a seguinte técnica: para a remoção de árvores foi adotado o método convencional de abate com motosserra com abertura de corte em V ou invertido. Observou-se ainda o tombamento, evitando a queda em cadeia para atenuar o impacto na vegetação remanescente, posteriormente às arvores com diâmetro igual ou superior a dez centímetros (10 cm) foram seccionadas em formas de toretes e o empilhamento no bordo externo da área de jazida, para cubagem futura. O serviço de limpeza da área foi executado com trator de esteira através do armazenamento do horizonte A do solo, assim como a serrapilheira e demais substratos encontrados, em leiras longitudinais á abertura das cavas de extração. Após o enleiramento do solo orgânico e demais substratos com trator de esteira, inicia a extração da laterita com uso mecânico de escavadeira hidráulica na escavação e caminhões basculante para o transporte. Seguindo as orientações previstas no RCA não houve nenhum tipo de manutenção mecânica de máquinas e equipamentos no local de extração, para evitar a contaminação do solo por derivados de petróleo. O abastecimento fora realizado com equipamento específico obedecendo às normas de segurança e meio ambiente. As cavas foram abertas com profundidade média de 2,5 metros e largura de até 80 metros por uma extensão de 250 metros, conforme previsto no RCA. Ao finalizar a extração do material foi realizada a conformação do solo onde todo o material orgânico reservado nas leiras fora redistribuído uniformemente sobre o subsolo exposto e em seguida realizado uma escarificação para facilitar a absorção de água, incorporação da matéria orgânica ao latossolo, assim facilitando o procedimento de coveamento e favorecer a germinação do banco de sementes contidas no substrato. Como não havia risco de erosão de solo ficou dispensada a implantação de curvas de níveis. A recomposição vegetal da área segue a orientação do PRAD que recomenda: a recomposição florestal deve ser executada na seguinte proporcionalidade. 60% da composição total da área deverão ser reposta por indivíduos pertencentes ao grupo das espécies pioneiras, 30% do grupo das secundárias iniciais, 5% ao grupo das secundárias tardias e 5% ao grupo das climáceas. A densidade de plantio é de 1 individuo para cada 9 m², podendo ser plantados em sistema linear ou em ilhas florestais.

17 17 Na sequência, realizou-se a marcação e abertura manual das covas efetuada com a utilização de cordas e o balizamento dos espaçamentos 3,0 x 3,0 metros (demais áreas), foram optados por conformações em forma de ilhas de vegetação e seus respectivos conectivos, este ultimo condicionado também às circunstâncias ambientais as quais estavam submetidos os ambientes plantados. As covas foram abertas manualmente, com 30 cm de profundidade, por 30 cm em cada um dos lados de seu perímetro. Quanto ao plantio, o mesmo foi realizado no inicio da estação chuvosa, assim ficou dispensado o uso de hidrogel, as mudas apresentavam excelente estado fitossanitário, vigor e boa formação, com o mínimo de 60 cm de comprimento. A construtora fez a aquisição dos exemplares de viveiro licenciado e credenciado nos devidos órgãos ambientais. No ato do plantio realizara adubação química com a formulação especifica de boro, na quantidade de 150g por cova. Portanto se espera que ao longo do período chuvoso as plantadas consigam crescimento superior a 1,2 metros de altura e expansão radicular suficiente para captar agua e nutrientes no período de estiagem subsequente. Todos os procedimentos estudados e citados acima são realizados e necessários para que haja a real amenização dos impactos da área de exploração do material laterítico utilizado no processo de construção de rodovias. O progresso chega com a pavimentação asfaltica, que aumenta o escoamento de produtos produzidos no país, aumentando sua economia, entre outros vários benefícios econômicos, todavia não há como realizar a construção de uma rodovia sem que haja impactos ambientais, pois este é um empreendimento de grande porte e que demanda de uma grande quantidade de solo para a nivelação da rodovia. Portanto, a remoção da cobertura vegetal é necessária para a extração do material laterítico, não somente na área de jazida, mas no acesso e nos pátios de manobras de máquinas e caminhões de transporte. O levantamento florístico foi aprofundado, abrangendo plantas de todos os habitats e em todos os estratos, com objetivo de ser detectar a eventual presença de espécies raras, endêmicas e ameaçadas de extinção em conformidade com a legislação vigente. Como é inevitável, a supressão das árvores nativas, o abate seguiu procedimentos e métodos técnicos específicos. A camada de solo orgânica

18 18 foi organizada com auxílio de tratores de esteira em área protegida de erosão ou enxurradas para que posteriormente fosse utilizada na conformação da jazida. Observa-se ainda que esta preservação de solo orgânico e demais composto vegetativos conserva a microfauna pré-existente no ambiente florestal, assim como a microbiologia do solo. A partir dos dados analisados pode-se verificar que os processos degradativos ao meio ambiente em exploração de jazidas são originários e decorrentes de metodologias que seguem de acordo com as normas previstas na legislação. Com adoção de técnicas e tecnologias de exploração e métodos de recuperação ambiental. O procedimento de extração de solo laterítico estudado possui impacto ambiental reduzido, não ocorrendo presença de passivos e erosões laminares, tão pouco extinção de flora local explorado.

19 19 CONCLUSÃO A natureza tem capacidade de regeneração, porem nunca um ambiente modificado volta a ser idêntico ao modificado, devido a esse fato é que existem técnicas e normas para que um empreendimento que apresenta modificações consideráveis ao meio ambiente possa reduzir ao máximo tais degradações, estabelecendo meios para que a natureza venha a se recuperar. De acordo com o estudo realizado fica claro que é possível utilizar os bens e serviços fornecidos pelo meio ambiente, causando-lhe o mínimo possível de impactos ou amenizando-os se forem utilizadas as ferramentas corretas. Tais ferramentas fazem parte da Politica Nacional do Meio Ambiente Lei 6938/81 e do processo de gestão ambiental, que analisa e estudas as técnicas ambientais de acordo com o empreendimento a ser implantado, respeitando a metodologia de exploração proposta no RCA. Assim, diante do estudo realizado constatou-se que da mesma forma que o material laterítico é importante para a construção do empreendimento, o estudo de exploração da jazida e recuperação do ambiente degradado é de fundamental importância para possibilitar o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental. Desta forma conclui que na exploração da jazida J16, lote 03 da BR 242 MT, a construtora não negligenciou os termos legais, uma vez que o pesquisador fez a planta topográfica da área demarcada pela construtora, realizou o inventario fitossociológico comparativo e quantificou o material lenhoso oriundo da supressão e obteve os mesmos resultados contidos no RCA.

20 20 REFERÊNCIAS ALBAGLI, Sarita. Geopolítica da biodiversidade. Brasília:IBAMA,1998. CONAMA- CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE. Resolução CONAMA 1986 a Brasília:IBAMA,1992. DIAS, Bráulio F. de Souza. A implementação da Convenção sobre Diversidade Biológica no Brasil: Desafios e Oportunidades. In: WORKSSHOP BIODIVERSIDADE: PERSPECTIVAS OPORTUNIDADES TECNOLOGICOS. Campinas, 29/04 a 1 /05 de HALL, Richard H. Organizações, estruturas e processos. Rio de Janeiro:Prentice- Hall,1982. IBAMA-INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Coletânea da legislação federal de meio ambiente. Brasília, IBAMA-INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília, MACHADO, Paulo A. L. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais,1989.

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento

Leia mais

ÍNDICE. 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10. 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10

ÍNDICE. 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10. 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10 Índice 1/1 2619-00-EIA-RL-0001-00

Leia mais

COMPONENTE AMBIENTAL EM PROJETOS RODOVIÁRIOS. - Conceitos Básicos de Gestão Ambiental

COMPONENTE AMBIENTAL EM PROJETOS RODOVIÁRIOS. - Conceitos Básicos de Gestão Ambiental - Conceitos Básicos de Gestão Ambiental - Empreendimentos Rodoviários - Impacto Ambiental - Legislação vigente - Licenciamento Ambiental - Estudos e Relatórios Ambientais - Componente Ambiental DNIT Conceitos

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado, e dá providências correlatas

Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado, e dá providências correlatas LEI Nº 13.550, DE 02 DE JUNHO DE 2009 Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado, e dá providências correlatas O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que

Leia mais

Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo

Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo Licenciamento Ambiental Manejo Arbóreo na cidade de São Paulo Engº Agrº José Daniel Barbosa de Barros Conceitos e Definições Meio Ambiente: conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem

Leia mais

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Define a metodologia a ser adotada em caráter experimental para a conversão das obrigações de reposição florestal

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS 1 SUMÁRIO RESUMO......2 1 INTRODUÇÃO......3 1.1 OBJETIVO......3 1.2 APLICABILIDADE...3 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES...3 2 LICENCIAMENTO AMBIENTAL......3

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS ITAITUBA PA Junho/2012 O QUE É O LICENCIAMENTO AMBIENTAL? O Licenciamento

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 42 DE 17 DE AGOSTO DE 2012 DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES QUE CAUSAM OU POSSAM CAUSAR IMPACTO AMBIENTAL LOCAL, FIXA

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Instituto Estadual do Ambiente - INEA Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas - DIBAP Gerência do Serviço Florestal - GESEF ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Conceitos /

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP) Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos

Leia mais

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo O presente Termo de Referência tem como objetivo estabelecer um referencial

Leia mais

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta:

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Decreta: 1/6 DECRETO Nº 60.521, DE 05 DE JUNHO DE 2014 Institui o Programa de Incentivos à Recuperação de Matas Ciliares e à Recomposição de Vegetação nas Bacias Formadoras de Mananciais de Água, institui a unidade

Leia mais

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Cerrado no Estado de São Paulo Artigo 1º

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, nas

Leia mais

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL 3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS (Avanço no Licenciamento Ambiental de Rodovias) Lucio Lima da Mota São Paulo. 21 de Outubro de 2010 Adaptado

Leia mais

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são: Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,

Leia mais

PROGRAMAS AMBIENTAIS COMO MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

PROGRAMAS AMBIENTAIS COMO MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL PROGRAMAS AMBIENTAIS COMO MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL Sarah Rachel Oliveira do Amparo Furtado*, Alexandra Helena Lisboa Boldrin** * Acadêmica da Faculdade

Leia mais

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( )

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL *: End.: rua/av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) e-mail: CNPJ (CGC/MF n.º) *: CGC/TE n. *: CPF/CIC n. *: End. P/ correspondência:

Leia mais

A N E X O LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

A N E X O LEGISLAÇÃO AMBIENTAL A N E X O V LEGISLAÇÃO AMBIENTAL ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL REFERENTE AO MANEJO FLORESTAL 1. DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA A legislação ambiental traduz um sistema de princípios e normas jurídicas

Leia mais

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL POLÍTICA E LEGISLAÇÃO DA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL EM MS Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL Política e Legislação até

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL DE INTERFACE COM AS FLORESTAS PLANTADAS EM MS. Política Ambiental para o Setor Florestal

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL DE INTERFACE COM AS FLORESTAS PLANTADAS EM MS. Política Ambiental para o Setor Florestal LEGISLAÇÃO AMBIENTAL DE INTERFACE COM AS FLORESTAS PLANTADAS EM MS Principais Objetivos da Política Ambiental de MS para o Setor Florestal Reduzir a pressão sobre a vegetação nativa, especialmente aquela

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL. Autorização para supressão de vegetação nativa e intervenções em Áreas de Preservação Permanente - APP

LICENCIAMENTO AMBIENTAL. Autorização para supressão de vegetação nativa e intervenções em Áreas de Preservação Permanente - APP LICENCIAMENTO AMBIENTAL Autorização para supressão de vegetação nativa e intervenções em Áreas de Preservação Permanente - APP Engª Adriana Maira Rocha Goulart Gerente Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições x Oportunidades Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável SDS Dr. Gilney Amorim Viana ASPECTOS REGULATÓRIOS RELEVANTES Código Florestal:

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues INTRODUÇÃO CONSUMO/DEMANDAS MAU USO QUANTIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS NATURAIS POPULAÇÃO INDÚSTRIA DEGRADAÇÃO AGRICULTURA HISTÓRICO

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009.

RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4 a CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO MEIO AMBIENTE E PATRIMÔNIO CULTURAL RECOMENDAÇÃO N.º 07/09-4ª CCR/MPF, 01 DE JULHO DE 2009. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Subprocuradora

Leia mais

Fundação SOS Mata Atlântica. Relatório Programa Florestas do Futuro Parceria Química Amparo / Ypê.

Fundação SOS Mata Atlântica. Relatório Programa Florestas do Futuro Parceria Química Amparo / Ypê. Fundação SOS Mata Atlântica Relatório Programa Florestas do Futuro Parceria Química Amparo / Ypê. Itu SP / novembro de 2014 1. Introdução. O aumento da preocupação social com o destino dos fragmentos florestais

Leia mais

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003.

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. 1 L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Proteção Ambiental, a elaboração, implementação e controle da Política Ambiental do Município de Coqueiro

Leia mais

Resolução SMA Nº 32 DE 03/04/2014

Resolução SMA Nº 32 DE 03/04/2014 Resolução SMA Nº 32 DE 03/04/2014 Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas. O Secretário do Meio Ambiente, Considerando

Leia mais

Entendendo o Código Florestal. II Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Novembro 23 de Outubro de 2012

Entendendo o Código Florestal. II Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Novembro 23 de Outubro de 2012 Entendendo o Código Florestal II Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Novembro 23 de Outubro de 2012 Tópicos abordados hoje: * Florestas no Planejamento Federal; * Lei 12.651/12 Estrutura

Leia mais

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 1 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 2 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS SUMÁRIO 1. OBJETO... 2 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2

Leia mais

Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais

Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais O Secretário do Meio Ambiente, considerando: A necessidade de regulamentação da utilização

Leia mais

18º Encontro Nacional da ANAMMA

18º Encontro Nacional da ANAMMA 18º Encontro Nacional da ANAMMA Os efeitos do PL de parcelamento do solo no meio ambiente e a gestão de APPs urbanas Cynthia Cardoso Goiânia, agosto/2008 Planejamento? Na perspectiva de planejamento qual

Leia mais

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s Prof. Dr. Roberto Kochen Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente 4435 Novembro/2005 Passivo Ambiental É o acumulo de danos infligidos ao meio natural por uma determinada atividade ou pelo conjunto das ações

Leia mais

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA 5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.1 5.1. METODOLOGIA 5.1 5.2. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.3 5.3. DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS

Leia mais

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 8 13/3/2012 16:26 Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do

Leia mais

Presidência da República. Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011

Presidência da República. Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do

Leia mais

NORMA GERAL AMBIENTAL. Título: PROCEDIMENTOS E ROTINAS DE ACOMPANHAMENTO DE COMPROMISSOS AMBIENTAIS Identificador: NGL-5.03.01-16.

NORMA GERAL AMBIENTAL. Título: PROCEDIMENTOS E ROTINAS DE ACOMPANHAMENTO DE COMPROMISSOS AMBIENTAIS Identificador: NGL-5.03.01-16. NGL-5.3.1-16.13 1 / 21 Sumário 1. MOTIVAÇÃO... 2 2. OBJETO... 2 3. ASPECTOS LEGAIS... 2 4. MÉTODOS E RECURSOS... 9 4.1. Registros de Acompanhamento... 9 4.2. Relatórios de Andamento... 11 4.3. Recursos...

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Avaliação de Impactos Ambientais

Leia mais

MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL

MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL SUELY MARA VAZ GUIMARÃES DE ARAÚJO Consultora Legislativa da Área XI Meio ambiente e direito ambiental, desenvolvimento urbano e interior OUTUBRO/2015 Suely Mara Vaz

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE

CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO CEMA nº 088, 27 de agosto de 2013. Estabelece critérios, procedimentos e tipologias para o licenciamento ambiental municipal de atividades, obras e empreendimentos que causem ou possam causar

Leia mais

IV - Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18.11.66;

IV - Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18.11.66; Página 1 de 5 Resoluções RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986 Publicado no D. O. U de 17 /2/86. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo

Leia mais

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana.

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana. 7. IMPACTOS AMBIENTAIS E MEDIDAS MITIGADORAS RECOMENDADAS 7.1. AVALIAÇÃO GERAL O que é Impacto Ambiental? É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade

Leia mais

BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui

BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui OQUE É IMPACTO AMBIENTAL???? IMPACTO AMBIENTAL Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral

Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral O QUE É IMPACTO AMBIENTAL Art. 1o da Resolução CONAMA n.1/86 Considera-se Impacto Ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do

Leia mais

RECUPERAÇÃO AMBIENTAL VIA T.C.R.A

RECUPERAÇÃO AMBIENTAL VIA T.C.R.A RECUPERAÇÃO AMBIENTAL VIA T.C.R.A Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental Téc Agr Ramiéri Moraes CREA/SP: 50622361-39 TD PRINCIPAIS AUTUAÇÕES NA REGIÃO DE IBIÚNA E SÃO ROQUE Intervenção em APP(Áreas

Leia mais

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA GRADAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL PARA FINS DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL, DE QUE TRATA A LEI Nº 9.985, DE 18/07/2000. A Comissão

Leia mais

PLANTIO DE ARAUCÁRIAS EM DIVISAS ENTRE PROPRIEDADES E ESTRADAS

PLANTIO DE ARAUCÁRIAS EM DIVISAS ENTRE PROPRIEDADES E ESTRADAS Estradas com araucárias 2012 Projeto Estradas com Araucárias PLANTIO DE ARAUCÁRIAS EM DIVISAS ENTRE PROPRIEDADES E ESTRADAS Introdução 2 Uma estrada de rodagem pode causar graves impactos ambientais, com

Leia mais

CONTEÚDO 1.1 OBJETIVOS...1.1 1.2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO...1.2 1.3 ESTRUTURA DOS PROGRAMAS AMBIENTAIS...1.3 3.1 INTRODUÇÃO...3.1

CONTEÚDO 1.1 OBJETIVOS...1.1 1.2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO...1.2 1.3 ESTRUTURA DOS PROGRAMAS AMBIENTAIS...1.3 3.1 INTRODUÇÃO...3.1 CONTEÚDO Pág. 1 INTRODUÇÃO...1.1 1.1 OBJETIVOS...1.1 1.2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO...1.2 1.3 ESTRUTURA DOS PROGRAMAS AMBIENTAIS...1.3 2 CONTEXTO GEOGRÁFICO...2.1 3 CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO MINERAL...3.1

Leia mais

Edição Número 158 de 17/08/2004 Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA

Edição Número 158 de 17/08/2004 Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA Resoluções Edição Número 158 de 17/08/2004 Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA RESOLUÇÃO Nº 349, DE 16 DE AGOSTO DE 2004 Dispõe sobre o licenciamento ambiental de empreendimentos

Leia mais

METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A FLORESTAIS: BIOMA CERRADO

METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A FLORESTAIS: BIOMA CERRADO METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS: BIOMA CERRADO Prof. Dr. Israel Marinho Pereira imarinhopereira@gmail.com Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Leia mais

Na definição de área de preservação permanente, na mesma lei, colhemos:

Na definição de área de preservação permanente, na mesma lei, colhemos: Restauração ambiental e o sistema jurídico brasileiro Julis Orácio Felipe Advogado em Santa Catarina Segundo Deisy Trés e Ademir Reis, no livro Perspectivas sistêmicas para a conservação e restauração

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Avaliação de Impactos Ambientais e Licenciamento Ambiental Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Avaliação de Impactos Ambientais CONAMA 01/1986 estabeleceu

Leia mais

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável;

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável; Lei Delegada nº 125, de 25 de janeiro de 2007. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 26/01/2007) (Retificação Diário do Executivo Minas Gerais 30/01/2007) Dispõe sobre a estrutura orgânica básica

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente RELAÇAO DE DOCUMENTOS PARA PROJETOS DE IRRIGAÇÃO E /OU SIMILARES. CATEGORIA A PROJETOS COM ÁREA ATÉ 5,0 ha LICENÇA PRÉVIA 1. Requerimento; 3. Guia de recolhimento, quitada; 4. Cópia da Publicação do Requerimento

Leia mais

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura Planejamento da Propriedade Agrícola (APP e RL) Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes Dept o. Ciências Florestais ESALQ/USP Estação Experimental

Leia mais

Resumo Auditoria e Pericia Ambiental

Resumo Auditoria e Pericia Ambiental Resumo Auditoria e Pericia Ambiental Inspirada na Auditoria Contábil, elemento integrante dos sistemas de gestão empresarial, a Auditoria Ambiental surgiu na década de 70 nos Estados Unidos visando à redução

Leia mais

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência tem como objetivo

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente RELAÇAO DE DOCUMENTOS PARA PROJETOS DE IRRIGAÇÃO E /OU SIMILARES. CATEGORIA A PROJETOS COM ÁREA ATÉ 5,0 ha LICENÇA PRÉVIA 1. Requerimento; 3. Guia de recolhimento, quitada; 4. Cópia da Publicação do Requerimento

Leia mais

Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen

Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Lei 12.651/2012 Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Considerações Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para aplicação da lei Análise individual

Leia mais

PARCERIA: SUSTENTABILIDADE

PARCERIA: SUSTENTABILIDADE Contabilidade Ambiental e a Sustentabilidade nas Empresas Luis Fernando de Freitas Penteado luisfernando@freitaspenteado.com.br www.freitaspenteado.com.br PARCERIA: SUSTENTABILIDADE Dificuldade de definição

Leia mais

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM ÁREAS URBANAS

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM ÁREAS URBANAS ESTUDO ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM ÁREAS URBANAS Roseli Senna Ganem Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM.

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM. GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 DE 30 DE MAIO DE 2011 Normatiza a atividade de silvicultura econômica com espécies nativas

Leia mais

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS Secretaria de Estado do Meio SEMA-MT Roteiro Básico de Projeto de Compensação de Área de Reserva Legal (ARL) 1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I T E M N º. D O C U M E N T O S E X I G I D O S O B S E

Leia mais

Estudo de Impacto Ambiental

Estudo de Impacto Ambiental UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Estudo de Impacto Ambiental Prof Luís César da Silva, Dr UFES/CCA O que é Impacto Ambiental? Corresponde as alterações das propriedades físicas, químicas e biológicas

Leia mais

14º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental do Instituto O Direito por um planeta verde

14º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental do Instituto O Direito por um planeta verde 14º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental do Instituto O Direito por um planeta verde O licenciamento ambiental e o licenciamento urbanístico no Projeto de Lei nº 3.057/2000 Lei de responsabilidade

Leia mais

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS Secretaria de Estado do Meio SEMA-MT Roteiro Básico de Projeto de Desoneração de Área de Reserva Legal (ARL) 1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I T E M N º. D O C U M E N T O S E X I G I D O S O B S E

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012 Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF O Idaf por definição O IDAF, é a entidade responsável pela execução da política, florestal, bem como

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Decreto nº 53.939, de 6 de janeiro de 2009 Dispõe sobre a manutenção, recomposição, condução da regeneração natural, compensação e composição da área de Reserva Legal de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL O processo administrativo para aprovação e licenciamento de atividades em geral junto à Prefeitura Municipal de Santa Clara do Sul

Leia mais

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO 1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO Mobilização inicial até 30 de janeiro 2009 CAÇU E SÃO SIMÃO JANEIRO DE 2009 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO... 3 2.1. EMPREENDEDOR...

Leia mais

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural 8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura Adequação Legal da Propriedade Rural Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes jctmende@esalq.usp.br Departamento de Ciências Florestais Estação Experimental

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 O processo administrativo para aprovação e licenciamento de parcelamentos de

Leia mais

LEI MUNICIPAL N.º 2.690, DE 21 DE MAIO 2002

LEI MUNICIPAL N.º 2.690, DE 21 DE MAIO 2002 Dispõe sobre a Política Municipal do Meio Ambiente, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE FARROUPILHA RS, FAZ SABER que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e ele sanciona a seguinte L

Leia mais

III EPBIO 15 e 16 de dezembro de 2011

III EPBIO 15 e 16 de dezembro de 2011 Lições do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares e perspectivas para a conservação da biodiversidade no Plano Pluri Anual 2012/2015 III EPBIO 15 e 16 de dezembro de 2011 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE GOVERNO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

Formulário para Licenciamento Ambiental de Extração Mineral. Responsável pela leitura no GPS Nome: Profissão: Telefone: ( )

Formulário para Licenciamento Ambiental de Extração Mineral. Responsável pela leitura no GPS Nome: Profissão: Telefone: ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL CPF/ CNPJ End. n Bairro CEP Município Telefone ( ) 2. IDENTIFICAÇÃO DA ATIVIDADE/ EMPREENDIMENTO Atividade Endereço Logradouro (Rua, Av,Linha, Picada,

Leia mais

SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011. Ricardo Carneiro Junho/2014

SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011. Ricardo Carneiro Junho/2014 SEMANA DO MEIO AMBIENTE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011 Ricardo Carneiro Junho/2014 Constituição da República Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal

Leia mais

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VALEC NAVA - 06 1 de 8 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VALEC NAVA - 06 2 de 8 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES...

Leia mais

Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140

Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140 Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140 I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável Brasília, 29 de março de 2012 SISTEMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - SISNAMA O

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009. Dispõe sobre procedimentos técnicos para a utilização da vegetação da Reserva Legal sob regime de manejo florestal sustentável, e dá outras providências.

Leia mais

Contextualizando as Questões Ambientais no Setor Elétrico

Contextualizando as Questões Ambientais no Setor Elétrico Contextualizando as Questões Ambientais no Setor Elétrico Apresentação ao Conselho Curador Agenor O. F. Mundim F U N D A Ç Ã O B R A S I L E I R A P A R A O D E S E N V O L V I M E N T O S U S T E N T

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS Fórum de Debates da agpch LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS RAFAEL VOLQUIND Diretor Técnico 01 de Outubro de 2015 Porto Alegre RS Brasil IMPACTOS AMBIENTAIS DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

Leia mais