História Econômica. está no DNA da FEA. ANÁLISE & OPINIÃO Solução FEA para a progressão de carreira

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1 ano 9_edição 76_junho_2012 uma publicação mensal da FEAUSP Grupo Hermes & Clio: Alexandre Macchione de Saes, José Flávio Motta, Luciana Suarez Lopes e Agnaldo Valentim (EACH) História Econômica está no DNA da FEA O trabalho compulsório, não escravo, nas Minas Gerais oitocentista; a política siderúrgica no primeiro governo Vargas; as finanças públicas municipais da Província de São Paulo no período esses foram os três temas apresentados nos seminários Hermes & Clio no primeiro semestre desse ano. Iniciativa do Grupo de Estudos e Pesquisa em História Econômica, do Departamento de Economia da FEAUSP, os seminários são realizados desde o segundo semestre de 2007, com a participação de estudiosos especialistas que pesquisam a História Econômica, em especial a do Brasil. Mais do que um espaço reservado às pesquisas e debates mais recentes sobre temas e fatos do passado, a atuação do núcleo dá continuidade à linha de pesquisa iniciada com a marca de pioneirismo da professora Alice Piffer Canabrava, nos anos 1940, e que faz parte da história da própria Faculdade. Uma nova geração de pesquisadores com formação em História Econômica foi incorporada ao grupo liderado pelos professores José Flávio Motta e Nelson Hideiki Nozoe. Mais do que preservar a tradição, o objetivo dos especialistas é manter vivo o debate sobre os benefícios da História Econômica para o currículo da FEA. A análise do passado pode explicar o presente e mostrar caminhos para o futuro. (CONTINUA NA PÁGINA 6) ANÁLISE & OPINIÃO FEA PROFESSORES FEA SUSTENTABILIDADE E AINDA... Solução FEA para a progressão de carreira A implementação das normas contábeis internacionais Impactos das mudanças climáticas em Minas Gerais FEA X FEA FEA ALUNOS p.06 p.10 p.02 p.04 p.09 FEA MIX p.12

2 ANÁLISE & OPINIÃO Cada unidade da USP montou uma Comissão de Funcionários, representando os vários Departamentos, áreas e funções, para coordenar a implantação desse processo de avaliação. #02 O processo de progressão de\ na carreira dos funcionários A Universidade de São Paulo implantou um novo processo de promoção de seus funcionários de nível básico, técnico e superior. Esse processo foi feito em cinco etapas, com a participação do funcionário. 1ª etapa Consistiu na avaliação do nível de complexidade por competências (C), com a atribuição de notas de 1 a 5, sendo que 5 corresponde ao maior nível de complexidade do trabalho, estruturado em sete componentes: trabalho em equipe; orientação para qualidade; orientação para resultados; visão sistêmica; gestão de processos e projetos; gestão do conhecimento; e inovação e responsabilidade socioambiental. 2ª etapa Em função da avaliação anterior, foi feita a classificação do trabalho no nível ideal de complexidade (NIC), também utilizando uma nota de 1 a 5 pontos. 3ª etapa Na FEA, a Comissão de Funcinoários pediu apoio metodológico ao professor José Afonso Mazzon, que recebeu a planilha, sem qualquer identificação dos funcionários, e propôs um critério aprovado pela Comissão e pelo CTA da FEA. O chefe, juntamente com o funcionário, atribuía nota a uma série de frases representando atitudes (A), cuja avaliação podia atingir um máximo de 62 pontos. 4ª etapa Da mesma forma, foi atribuída uma nota, de comum acordo, correspondente à avaliação da performance do funcionário (P), variando de 1 a 10 pontos. 5ª etapa Por último, foi atribuída uma nota que podia variar de 1 a 5, representando os requisitos de acesso exigidos pelo cargo (RA), bem como a avaliação de um conjunto de conhecimentos complementares (CC), que podia atingir um escore máximo de 28 pontos. Cada unidade da USP montou uma Comissão de Funcionários, representando os vários Departamentos, áreas e funções, para coordenar a implantação desse processo de avaliação. Como resultado, dever-se-ia ter todos os funcionários avaliados e se efetuar um ranking para atribuir a uma parte desses funcionários uma promoção vertical na carreira, tendo em vista um montante financeiro a ser distribuído. Na FEA, a Comissão me pediu apoio metodológico. Recebi a planilha, sem qualquer identificação dos funcionários, e propus um critério aprovado pela Comissão e pelo CTA da FEA. Esse método deveria ser o mais aderente possível à avaliação conjunta feita pelas chefias e respectivos funcionários, de forma a contemplar os funcionários a serem promovidos dentro da restrição orçamentária existente. O método proposto foi composto dos seguintes passos, descritos a seguir: 1) Face às diferentes escalas utilizadas nos formulários de avaliação, todas as notas foram padronizadas dentro de cada categoria funcional (básica, técnica e superior), para cada uma das seguintes dimensões: competências (C), atitudes (A), performance (P), conhecimentos complementares e horas curso (H), por meio da fórmula: Escore padronizado do funcionário = (nota do funcionário nota média da categoria) / desvio padrão da categoria. Com isso foi possível traduzir em uma mesma dimensão diferentes escalas de avaliação. 2) Em seguida, efetuou-se o cálculo do valor padronizado total (VPT) de cada funcionário, por meio da expressão (vari-

3 O resultado da aplicação desses critérios permitiu fazer uma promoção da forma mais justa possível, beneficiando um número significativo de funcionários. áveis com mesmo peso): VPT = VPC+VPA+VPP+VPH. 3) Para cada uma das categorias, efetuou-se o ranking de cada funcionário segundo o valor padronizado total das avaliações feitas, para cada uma das três categorias, com peso igual nas variáveis. 4) Para evitar subjetividade na atribuição de pesos às variáveis, procedeu-se à aplicação de três regressões, uma para cada categoria funcional, do tipo Ranking = Pc*C + Pa*A + Pp*P +Ph*H, onde os Ps correspondem aos pesos calculados das dimensões de competências, atitudes, performance e conhecimentos complementares e horas curso. 5) Em seguida, para cada categoria funcional, calculou-se o VPT de cada funcionário, multiplicando-se o peso de cada dimensão na categoria pelo escore padronizado alcançado pelo funcionário. 6) Na sexta etapa, efetuou-se o ranking, de 1 a N funcionários, segundo o VPT ponderado de cada categoria. Os resultados obtidos até esta etapa foram literalmente aderentes às avaliações efetuadas em conjunto pelas chefias e funcionários. 7) Com o objetivo de tornar o mais justo possível o ranking, levou-se ainda em consideração o potencial de progressão que o funcionário teria na carreira, assim como a restrição de limite que o funcionário tem para essa progressão. Foram assim definidos: a) O potencial de progressão na carreira (PP), dado pela diferença nos escores entre o nível ideal de complexidade (NIC) e a classificação no cargo atual exercido pelo funcionário (CCA), onde o escore do NIC é sempre igual ou maior que o CCA. Assim, quanto maior fosse essa diferença, maior o potencial que o funcionário teria para ascensão na carreira na USP; b) O limite de progressão na carreira (LP) foi calculado pela diferença nos escores da restrição à carreira (RA) menos o da classificação do cargo atual. Quanto maior fosse essa diferença maior ainda o espaço de progressão na carreira que o funcionário teria até o limite estabelecido; c) Com base nesses dois indicadores, calculou-se a razão de progressão (RP), dada pelo quociente de LP por PP. Se essa razão fosse inferior a um, isso indicaria que o potencial de progressão é maior que a restrição, ou seja, o funcionário teria um potencial maior que a restrição estabelecida pelo plano de carreira. Se fosse igual a um, o potencial de progressão seria igual à restrição à ascensão; se superior a um, significa que o potencial do funcionário no cargo seria inferior à restrição existente no plano de carreira. 8) Feito isso, calculou-se o que se denominou de escore de desempate (ED), dado pelo produto do ranking estabelecido na sexta etapa com a razão de progressão. Ainda que houvesse empate entre dois funcionários na sexta etapa (o que não ocorreu em nenhuma das três categorias), o desempate se daria pelo potencial do crescimento de um funcionário ser maior do que o limite de ascensão existente, o que parece ser um critério justo. 9) Este escore final foi colocado em um ranking classificatório, do primeiro ao N-ésimo funcionário de cada uma das três categorias funcionais. 10) O décimo passo do processo correspondeu à alocação da verba disponível para promoção vertical na carreira em cada categoria funcional, de acordo com o ranking calculado. Para isso, o critério fixado pelo CTA foi da promoção vertical seguir a ordem do ranking dentro da escala decrescente do nível ideal de complexidade. A verba remanescente da alocação vertical foi utilizada para promoção horizontal na carreira, de acordo com a classificação estabelecida no ranking final calculado. O resultado da aplicação desses critérios permitiu fazer uma promoção da forma mais justa possível, beneficiando um número significativo de funcionários. De um total de 98 funcionários avaliados, foram promovidos 36, sendo 7 da categoria básica, 20 da técnica e 9 da superior na promoção vertical, e outros 5 funcionários, na progressão horizontal. José Afonso Mazzon Professor do Departamento de Administração

4 FEA PROFESSORES Os professores da FEA que acompanhavam a movimentação da Contabilidade Internacional estavam em contato direto com a geração das normas internacionais. #04 Presença do EAC vitaminou processo do IFRS no Brasil Os professores do Departamento de Contabilidade (EAC) da FEAUSP não foram surpreendidos com a alteração da Lei das S.A., assinada no dia 27 de dezembro de É certo que ela passaria a vigorar no primeiro dia útil de 2008, mas o teor das mudanças que estavam para acontecer era muito familiar ao EAC. A implementação das normas internacionais de relatórios financeiros (International Financial Reporting Standards IFRS) no Brasil é uma história de sucesso, está na dianteira e é referência para a América Latina. Cerca de 60 empresas brasileiras estão na Bolsa de Valores de Nova York e produzem seus balanços anuais no padrão internacional, além de todas as cerca de 450 empresas brasileiras listadas na BOVESPA e todas as demais empresas obrigadas a seguir padrões contábeis pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC. Tudo começou nos anos 1970, quando três professores do Departamento de Contabilidade começaram a estudar as normas contábeis norte-americanas (US Gaap). As empresas brasileiras e do mundo todo tinham uma enorme dificuldade em adaptar os seus balanços para um padrão internacional, além de converter para dólar e traduzir para o inglês. E isso era necessário para captar recursos no mercado norte-americano. Eliseu Martins, Sérgio de Iudícibus e Lázaro Lisboa tiveram a intuição de trazer esse tema para a FEA. Estudar as normas Prof. Nelson Prof. Eliseu Prof. Sérgio de Carvalho Martins Iudícibus norte-americanas para ajudar as empresas brasileiras, conta o professor Nelson Carvalho, do Departamento de Contabilidade. A prevalência das normas norte-americanas começou a ser questionada e, em 1973, foi criado o Comitê Internacional de Normas Contábeis (IASC, em inglês), para desenvolver uma alternativa que fosse legitimamente nacional. Seguindo critérios eminentemente técnicos, os integrantes desse Comitê propuseram normas resultantes de uma análise profunda dos diferentes modelos de negócio e práticas contábeis existentes e dos seus efeitos. Esse trabalho continuou por quase duas décadas sem qualquer apoio oficial até que, em 1996, representantes de Comissões de Valores Mobiliários (CVMs), reunidos em Tóquio, debateram a tendência de internacionalização dos mercados de capitais e chegaram à conclusão de que seria preciso criar normas internacionais para regulamentar a transparência das companhias que estimulavam esse fluxo de capitais. Uma boa parte do trabalho, porém, já havia sido feita pelo Comitê, conta professor Nelson Carvalho, que participou dessa reunião como diretor técnico da CVM do Brasil. A virada Foi o começo da virada. Os professores da FEA que acompanhavam a movimentação da Contabilidade Internacional estavam em contato direto com a geração das normas internacionais. Participavam também de várias entidades como o Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (IBEF), a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras - Fipecafi e o Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade (The International Accounting Standards Committe IASC, depois IASB). Não havia espaço na grade curricular para discutir o proces-

5 O Brasil segue o padrão normatizado pelo CPC, que inclui 99% das normas internacionais. E isso significa, em boa parte, o sucesso da internacionalização das empresas brasileiras. cia. A nossa história é referência para a América Latina, a caminhada política que viabilizou a transição. O Brasil segue o padrão normatizado pelo CPC, que inclui 99% das normas internacionais. E Prof. Ariovaldo dos Santos Prof. Lázaro Lisboa Prof. Bruno Salotti so, mas todos nós participamos da campanha para disseminar o tema e contaminar o ambiente. Em 2002, a União Europeia, formada na época por 15 países, formalizou uma lei contábil única e determinou que as normas internacionais teriam que ser adotadas até 2005 nos seus balanços consolidados. E aqui, pensando na convergência, um grupo de estudos formado por representantes da ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas), IBRACON (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), CFC, APIMEC, Bovespa e da Academia, representada pela Fipecafi começou a trabalhar para trazer as normas internacionais para o Brasil, desenvolvendo práticas, lembra professor Nelson. Esse grupo deu origem ao Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que contava com a participação de várias autoridades e dos professores da FEA, Eliseu Martins, Ernesto Rubens Gelbcke, Alexsandro Broedel Lopes e Nelson Carvalho. O objetivo do CPC era fazer a transição, implementar a IFRS no Brasil e convencer as empresas a adotarem as normas em seus balanços. Foram 30 anos de empenho e trabalho dos professores do EAC. Quando a lei foi sancionada em dezembro de 2007, começou um novo desafio. Foi uma verdadeira mudança de cultura. Os professores precisaram reaprender para ensinar aos alunos, diz professor Nelson. Treinamento para os professores, cursos para o mercado, MBA em Contabilidade Internacional, cursos in company para empresas e a criação do Laboratório de Contabilidade Internacional que produziu dezenas de teses e dissertações sobre o tema são capítulos dessa história de sucesso. A presença da FEA vitaminou o processo de convergên- isso significa, em boa parte, o sucesso da Prof. Alexsandro Broedel internacionalização das empresas brasileiras, comenta professor Nelson. O trabalho continua. O desafio, agora, é incorporar as normas internacionais aos currículos das cerca de faculdades de Contabilidade do Brasil. Existem cerca de 500 mil profissionais de Contabilidade, de níveis superior e médio, educados basicamente na escola da Contabilidade Tributarista, preenchedores de guias de impostos. Os leigos não têm noção das especializações que envolvem Custos, Orçamentos, Contabilidade Societária, Contabilidade Internacional. O mercado, as empresas de auditoria e as grandes corporações disputam o profissional que tem formação em Contabilidade Internacional. Por outro lado, existem pouquíssimos professores especializados nessa área, lembra professor Nelson. O que mudou A Contabilidade Internacional é baseada em princípios, julgamentos, juízo de valor. Antes, um balanço era visto, erroneamente, como mera fotografia do passado, um relato dos atos e fatos administrativos. Hoje, o balanço tem que mostrar a visão do futuro, medir e analisar os números para mostrar as expectativas, o que as operações geraram e vão permitir gerar, o que o mercado pode esperar da empresa. O balanço deve ser aceito como a melhor expectativa dos fluxos de caixa esperados no futuro. A informação para o mundo externo é fruto de um julgamento, uma visão muito mais nobre. Nós dizemos que, num balanço e na Contabilidade, só três coisas (números) são exatas: a data, o saldo em caixa e a quantidade de ações em circulação, que é uma decisão soberana dos acionistas da companhia. Todo o resto é subjetivo e, por isso, transparência, qualidade de julgamento e competência são requisitos fundamentais, explica professor Nelson.

6 FEA X FEA Essa abordagem peculiar é referência na área e reconhecida até por pesquisadores do exterior. No geral, a História Econômica feita por economistas é baseada na quantificação. História Econômica está no DNA da FEA O estudo e a pesquisa em história econômica a partir de uma perspectiva interdisciplinar é o diferencial dos professores que integram o Grupo de Estudos e Pesquisas em História Econômica do Departamento de Economia da FEA. Origem Hermes e Clio são nomes de deuses da mitologia grega e foram escolhidos para batizar o grupo de pesquisa em função das suas características. Hermes é o veloz mensageiro dos deuses, figura de grande interesse para a arqueologia, história da cultura, sociedade, comércio e outras. Vários autores o consideram a imagem tutelar da cultura ocidental contemporânea. Clio é a musa da história e da criatividade, aquela que divulga e celebra as realizações e é a fiadora das relações políticas entre homens e nações. Na religião romana, Hermes corresponde a Mercúrio, o deus alado das mercadorias e dos mercadores, aquele que protege os negócios, o comércio e os lucros. Por essa razão, foi escolhido como o símbolo da FEA. Aspectos que diferenciam o Grupo também perante os demais núcleos que pesquisam História Econômica no país. A participação da professora Alice Piffer Canabrava na formação da FEA foi decisiva. Formada em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, desenvolveu modelos de abordagem para a disciplina, associando a erudição histórica, a revelação de fontes primárias muitas ve- Caminhos e Fronteiras: vias de transporte no extremo oeste do Brasil foi o tema do seminário apresentado pelos professores Alcides Goularti Filho (à esq.) e Paulo Roberto Cimó Queiroz, da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em outubro de 2011 zes inéditas e um tratamento analítico rigoroso, como afirma o professor Flávio Azevedo Marques de Saes, um dos assistentes que tiveram orientação da professora em dissertações de mestrado e teses de doutorado. Como catedrática da Cadeira de História Econômica Geral e Formação Econômica do Brasil e depois titular do Departamento de Economia, agregou ao seu redor um grupo de assistentes que, em especial nos anos 1970 e 1980, desenvolveu pesquisas sob sua orientação, com viés para a História. Professores e pesquisadores reconhecidos como Antonio Emílio Muniz Barreto, Ronaldo Marcos dos Santos, Iraci del Nero da Costa, Francisco Vidal Luna, Nelson Hideiki Nozoe, Zélia Cardoso de Mello e Flávio Azevedo Marques de Saes. Essa abordagem peculiar é referência na área e reconhecida até por pesquisadores do exterior. No geral, a História Econômica feita por economistas é baseada na quantificação, na aplicação de métodos quantitativos. É a cliometria ou econometria retrospectiva, aplicada ao passado, explica o professor José Flávio Motta, coordenador do Grupo Hermes & Clio. Outro diferencial é a participação de quase todos os professores do grupo no Programa de Pós-Graduação em História Econômica da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Huma-

7 Na seleção de convidados, os organizadores procuram atender aos diversos interesses dos membros do grupo em suas pesquisas sobre a formação econômica e social do Brasil. nas da USP (FFLCH/USP), ministrando disciplinas e orientando mestrandos e doutorandos. Além do professor José Flávio Motta, integram o grupo os professores Nelson Hideiki Nozoe, Flávio Azevedo Marques de Saes (professor titular aposentado), Luciana Suarez Lopes e Alexandre Macchione de Saes. O grupo é certificado pela FEA e, há cinco anos, integra o Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). História Econômica faz parte do conjunto de disciplinas obrigatórias do Ministério da Educação e Cultura (MEC). História Econômica é uma disciplina fundamental para a formação dos alunos. Antes de serem economistas, porém, todos são indivíduos que precisam exercitar a análise crítica. A formação deve ser mais completa e não pender para o lado técnico. Todos os alunos precisam aprender a ser mais flexíveis como economistas, administradores e contabilistas. Se a área de Humanidades for direcionada para o âmbito da Teoria Econômica, haverá prejuízo na formação dos alunos, comenta a professora Luciana Suarez Lopes. Seminários Professor Marcelo Curado, do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), falou sobre Investimento direto e industrialização no Brasil, em outubro de 2009 Uma das atividades de destaque do Hermes & Clio tem sido o programa de Seminários em História Econômica, com a participação de pesquisadores de todo o Brasil. Trazemos à FEA três convidados a cada semestre letivo e temos vivenciado dis- cussões extremante profícuas, comenta professor José Flávio. Na seleção de convidados, os organizadores procuram atender aos diversos interesses dos membros do grupo em suas pesquisas sobre a formação econômica e social do Brasil. Com esse objetivo, procuramos balancear as discussões em termos temporais e espaciais. Assim, houve seminários voltados ao Brasil-Colônia, outros ao período imperial e outros ainda à etapa republicana. As pesquisas apresentadas trataram de várias dentre as Capitanias, Provínciais ou Estados brasileiros. Múltiplas atividades econômicas foram estudadas: cafeicultura, mineração, economia açucareira e indústria. Muita atenção foi dada aos escravos, mas igualmente ao trabalho livre. Voltamos nossos olhos tanto para os contratadores atuantes no Setecentos, como para as ferrovias no século XIX e para a política econômica do Segundo Governo Vargas. E também não deixamos de contemplar esforços de pesquisa no sentido de análise comparativa, em especial levando em conta outras experiências históricas radicadas na América do Sul, explica professor José Flávio. A apresentação nos seminários das pesquisas em andamento, desenvolvidas por pesquisadores e estudantes, constitui oportunidade de discutir os objetivos propostos, métodos, fontes e resultados. O objetivo principal é manter viva a área de História e de Humanidades no Departamento de Economia. Pesquisas São objetos de estudo do núcleo de pesquisa Hermes & Clio: Atividades de subsistência, mercado interno e comércio inter e intraprovincial Conceitos e métodos em História Econômica Crédito, bancos e desenvolvimento econômico Distribuição e concentração de riqueza Economia e demografia da escravidão Estudos históricos em finanças públicas Grupos de interesse e política econômica Historiografia econômica Industrialização, tecnologia e infraestrutura Movimento operário: das origens ao novo milênio Movimentos migratórios Terra e estrutura fundiária

8 FEA X FEA Com espaços amplos, pisos de granito e muita luminosidade natural, a nova Biblioteca da FEA surpreende usuários e visitantes. #08 Biblioteca reabre ao público e projeto entra na fase de acabamento Os últimos retoques estão sendo dados nas novas instalações da Biblioteca da FEAUSP: higienização, colocação de peças metálicas nos banheiros, retoques na pintura e outros detalhes. A entrada principal, que dá acesso ao primeiro andar, ainda não está liberada e um dos balcões antigos dá conta do atendimento ao público, retomado no dia 14 de maio. No andar superior, uma das salas de estudo também montada com mobiliário e equipamentos remanescentes, já está sempre ocupada. Com espaços amplos, pisos de granito e muita luminosidade natural garantida pela pirâmide de vidro instalada no teto, no meio da edificação, a nova Biblioteca da FEA surpreende usuários e visitantes. Ainda há muito por fazer, mas o projeto de modernização e expansão já mostra todo o seu potencial. O acervo de livros e teses está acomodado no novo espaço e à disposição dos usuários. Com a aquisição dos arquivos deslizantes, serão organizados os periódicos e o acervo do professor Antonio Delfim Netto, que foi doado para a Faculdade. Isso deve acontecer em breve e, na sequência, a meta é mobiliar as distintas salas de estudo. Os recursos virão da captação pela Lei Rouanet, esclarece Dulcinéia Dilva Jacomini, diretora da Biblioteca da FEAUSP. A movimentação da empresa responsável pela obra está concentrada na área destinada ao Auditório Carlos e Diva Pinho, preparando o piso em diferentes níveis. No formato anfiteatro, inspirada no modelo da Harvard Business School, a sala de aula especial será montada com a contribuição da Fundação Carlos e Diva Pinho (Funcadi). O projeto de modernização e de expansão da Biblioteca FEAUSP foi lançado em Em novembro de 2010, as reformas do espaço começaram a todo vapor, com os recursos liberados pela Reitoria da USP e contribuições de empresas e instituições. Em paralelo, pessoas físicas foram convidadas a contribuir na Campanha de Captação de Recursos, que já angariou mais de 50% da meta proposta de R$ 1 milhão. As reuniões semanais continuam para que detalhes do projeto e intercorrências sejam debatidas pelas pessoas envolvidas e fornecedores. Consultas de outras bibliotecas sobre projetos de reforma já fazem parte da rotina da diretora, junto com inúmeros detalhes e decisões, entre eles, aprimorar a acessibilidade, a implantação da tecnologia de identificação RFID para inventário, autoempréstimo e autodevolução, estratégias paralelas como a criação de repositórios digitais e até as obras de arte que vão enriquecer o espaço. A biblioteca deverá se assumir como um centro cultural. Temos inclusive espaços ideais para exposições. O importante é que depois de tantas dificuldades para manter o atendimento, os funcionários estão muito animados. Até fotos da lua cheia que deu para ver pela pirâmide circularam por aqui, conta Dulcinéia. galeria.php?c=1&i=187

9 FEA SUSTENTABILIDADE Se nada for feito, Minas Gerais poderá perder até dois anos de PIB em quatro décadas. Impactos das mudanças climáticas Os impactos das mudanças climáticas globais (MCG) podem provocar perdas entre R$ 150 bilhões e R$ 450 bilhões até 2050 a preços de 2008 na economia de Minas Gerais, de acordo com estudo feito pela Fipe Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas em parceria com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) de Minas Gerais. Professor Eduardo Haddad (em pé) apresenta o estudo à imprensa, em encontro promovido pela FEAUSP Outros efeitos esperados são o aumento da concentração da atividade econômica no espaço, a ampliação das desigualdades regionais no Estado, a redução do bem-estar nas áreas rurais e o aumento das pressões sobre as aglomerações urbanas. As MCG representam uma ameaça maior para as regiões mais pobres de Minas. Segundo o professor Eduardo Amaral Haddad, do Departamento de Economia da FEAUSP, que coordenou o estudo pela Fipe, da qual é diretor de Pesquisas, essas estimavas são conservadoras, pois não levam em conta prejuízos que podem ser causados pela maior frequência de eventos climáticos extremos. O estudo sobre os impactos das MCG em Minas faz parte do Estudo Econômico das Mudanças Climáticas no Brasil, realizado por um consórcio formado por algumas das principais instituições de pesquisa do país. A metodologia para estudar o impacto econômico regional foi desenvolvida por Haddad em sua tese de livre-docência e já está sendo adotada em outros países. O resultado do estudo é um quadro geral do futuro da economia mineira consistente com as premissas do IPCC Intergovernmental Panel on Climate Change. Para avaliar os impactos das MCG em Minas foram gerados dois cenários: A2-BR, alinhado com o cenário A2 do IPCC, e B2-BR, alinhado com o cenário climático B2 do IPCC. Segundo as projeções do cenário B2-BR, os aumentos de temperatura se situariam entre 3 o C e 4 o C, com variações regionais e de acordo com as estações do ano. Já o cenário A2-BR projeta aumentos de temperatura ainda mais significativos, com variações médias entre 3 o C e 5 o C, e aumentos maiores nas regiões do Jequitinhonha, Norte, Noroeste, Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba. Nos dois cenários há previsão de reduções de chuvas nas regiões Norte, Jequitinhonha e Vale do Mucuri. Por outro lado, os modelos projetam aumento de precipitação na parte central e no Sul do Estado. A atividade agropecuária é particularmente sensível aos efeitos das MCG. Em regiões onde são registradas baixas temperaturas, o aquecimento global poderá criar condições climáticas mais propícias e levar a um aumento da produtividade no setor. Isso poderá provocar um avanço nas áreas de lavoura e à conversão de florestas em áreas agrícolas, com aceleração do desmatamento. O plantio da cana-de-açúcar pode ser favorecido no Estado, mas no Norte a pecuária extensiva deve aumentar. De acordo com Haddad, os autores do estudo sugerem um conjunto de políticas para impedir os prejuízos previstos. São políticas de mitigação dos efeitos das MCG e de promoção de adaptações a seus efeitos. Se nada for feito, Minas Gerais poderá perder até dois anos de PIB em quatro décadas. #09

10 FEA ALUNOS É uma oportunidade interessante para os alunos conhecerem a metodologia de ensino de Yale e terem a experiência de uma imersão em uma cultura estudantil diferente. Yale e FEA: mais um canal de aprendizado Em junho, quatro alunos da FEA participam do Programa Pre-MBA Leadership da Yale School of M a n a g e m e n t, em New Haven, Connecticut, nos Estados Unidos. Serão duas semanas de intenso aprendizado e contato com professores de uma das mais prestigiadas escolas norteamericanas. Thiago Lamelo e Isabela Marie Muraguchi (Administração), Mariane Tonello Boffo (Economia) e Tsai Chi Yu (Contabilidade) concorreram às oito vagas do programa, que recebeu 104 inscrições de alunos da USP (Escola Politécnica e Direito São Francisco, além da FEA), da Fundação Getulio Vargas e do Insper. O programa é patrocinado pelo Banco Goldman Sachs, que cobre a viagem e o curso. É uma oportunidade muito interessante para os alunos conhecerem a metodologia de ensino de Yale e terem a experiência de uma imersão em uma cultura estudantil diferente, comenta a professora Tania Casado, do Departamento de Administração e coordenadora da Comissão de Estágios da FEA. O processo seletivo d e m a n d o u b a s t a n t e tempo e foi trabalhoso. Tive que correr atrás de cartas de recomendação e levei um bom tempo pensando no que escrever nas redações. A entrevista (2ª etapa) foi mais tranquila, lembra Thiago. Para nós que a c o s t u m a m o s com o modelo FUVEST de processo seletivo foi sem dúvida um grande desafio, já que ao invés de uma prova foi requisitado cartas de recomendação, essays, entrevista, etc, diz Tsai. Como os demais, Isabela não vê a hora de viajar. Espero duas semanas cheias de conhecimento teórico e prático, conhecer pessoas com experiências e opiniões diferentes, desenvolver-me pessoalmente, aprender com professores admiráveis e alunos de regiões diferentes e apresentar a minha cultura. Quero voltar com mais conteúdo, absorver o máximo possível de aprendizado que o ambiente oferecerá. Estou muito ansiosa e feliz, esperando o dia da viagem. Fico contente em saber que, dos oito alunos brasileiros selecionados, quatro são da FEA! Milena Pereira e Daniel Frezatti, que participaram da

11 Achei o método interessante porque consistia na construção do raciocínio em conjunto e com bastante espaço para questionamentos e proposições de ideias. primeira edição do programa, em junho de 2011, com mais três estudantes brasileiros, confirmam todas as expectativas. O programa como um todo foi muito enriquecedor. Foram duas semanas de aulas sobre os principais tópicos da Administração, palestras de profissionais renomados, visita ao escritório do Goldman Sachs em New York e uma competição de Plano de Negócios. O que mais gostei foi do estilo de aula e do trabalho em grupo que realizei com mais quatro americanos. Era preciso uma boa carga de leitura prévia e se preparar bem para participar dos debates em sala e evitar ficar sem resposta nos recorrentes "cold-callings" (chamada oral aleatória) que os professores faziam. Achei o método interessante porque consistia na construção do raciocínio em conjunto e com bastante espaço para questionamentos e proposições de ideias. Já na competição de Planos de Negócios, cada grupo teve que criar um novo conceito de negócio e torná-lo eco- Baterias universitárias Integrantes da bateria da FEA (Bateria S/A) aplicaram os conhecimentos dos cursos de administração, economia e contabilidade para desenvolver um Estudo sobre as Baterias Universitárias do Brasil. O objetivo do trabalho foi ajudar os mais de 250 gestores de BUs a entender o ambiente em que operam e compartilhar melhores práticas de gestão entre as entidades. Outra meta é abrir as portas do mundo corporativo para as BUs e incentivar grandes empresas a nomicamente viável. Para mim, essa foi a melhor parte do programa, pois pude trabalhar com pessoas de culturas e experiências diferentes e aprender a lidar com toda essa diversidade, conta Milena. Visita: Sandra Hurse (Goldman Sachs), Ted Snyder (Dean da Business School de Yale), professor Reinaldo Guerreiro (diretor da FEA), Maria Cristina Sampaulo (Goldman Sachs Brasil) e professora Tania Casado (da esq. para dir.) se tornarem patrocinadores, clientes e investidores do movimento. Iniciado em janeiro de 2011, o Estudo tem como base 30 entrevistas realizadas em todo o Brasil. Pela diversidade de membros na equipe, foi possível unir o conhecimento adquirido na Faculdade e a experiência profissional de cada membro para construir um trabalho sólido e abrangente, que inclusive promete trazer vários frutos em termos de pesquisa: pelo menos três Trabalhos de Conclusão de Curso da FEA recentemente abordaram o mundo das baterias e escolas de samba. O estudo está disponível no blog da Bateria S/A:

12 FEA MIX Participaram do concurso oito professores do Departamento, que conta agora com um total de 20 professores titulares. Economia NEREUS Novos professores titulares Os professores Carlos Eduardo Soares Gonçalves (à esq.) e Fábio Kanczuk conquistaram as duas vagas de professor titular do Departamento de Economia, em concurso realizado entre os dias 9 e 11 de maio. Participaram do concurso oito professores do Departamento, que conta agora com um total de 20 professores titulares. Contabilidade Medalha do Mérito Contábil O professor Iran Siqueira Lima, do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA, recebeu a Ordem do Mérito Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC SP), em evento realizado na sede do Conselho, em São Paulo (SP), no dia 14 de maio. A Medalha Francisco D Áuria foi instituída em 1994 para reconhecer autores de obra didática de Contabilidade ou de cunho científico contábil e personalidades que valorizam a profissão. Agenda no Líbano O professor Eduardo Haddad, do Departamento de Economia da FEA, visitou o Líbano, onde participou de eventos acadêmicos e reuniões de trabalho com autoridades do país. Sua agenda incluiu a apresentação de seminário no Departamento de Economia da American University of Beirut (AUB) e palestra na Conferência Internacional da Arab Society of Faculties of Business Administration, Economic and Political Sciences (BEPS), cujo tema este ano foi Crises, Globalization and Governance: How to draw lessons?, realizada na Holy Spirit University of Kasslik (USEK). Os trabalhos apresentados estão diretamente vinculados ao Projeto ARZ, em curso no Núcleo de Economia Regional e Urbana da USP (NEREUS). Na ocasião, foram apresentados dois estudos versando sobre as consequências regionais do aumento da competitividade da economia do Líbano. O professor Eduardo Haddad também participou como observador convidado no workshop de disseminação do estudo do Banco Mundial intitulado Using Lebanon s Large Capital Inflows to Foster Sustainable Long-Term Growth. A delegação de acadêmicos foi recebida no Palácio Presidencial de Baabda pelo General Professor Iran Siqueira Lima recebe homenagem Michel Sleiman, Presidente da do presidente do CRCSP, Luiz Fernando Nóbrega República Libanesa. Gente da FEA Uma publicação mensal da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo Assistência de Comunicação e Desenvolvimento Junho 2012_tiragem exemplares Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 Cidade Universitária - CEP Diretor da FEA Reinaldo Guerreiro Coordenação Geral Lu Medeiros Assistência de Comunicação e Desenvolvimento da FEA-USP Edição: Printec Comunicação Ltda. Vanessa Giacometti de Godoy MTB Antonio Carlos de Godoy MTB Reportagem: Dinaura Landini Projeto Gráfico: Elos Comunicação e Edemilson Morais Layout e Editoração Eletrônica: Carol Issa Fotos: Milena Neves, Roberta de Paula e Vanessa Munhoz

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