Sistema de Ordenamento Turístico Ilha Grande Angra dos Reis RJ. 4ª Reunião Comissão de Acompanhamento

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1 Sistema de Ordenamento Turístico Ilha Grande Angra dos Reis RJ 4ª Reunião Comissão de Acompanhamento

2 Agenda

3 Agenda

4 Caracterização do Projeto Ambiental Produto I, II e III Comitê de Acompanhamento + Anseios da Comunidade + Diagnóstico Produto IV Capacidade de Suporte Infraestrutura + Atrativos Naturais Produto V Sistemas de Monitoramento e Controle (M&C) Produto VI Modelo de Sustentabilidade Econômica Sistema de Ordenamento do Turismo Sustentável Econômica Social

5 Diretrizes Estratégicas do Projeto CADEIA DA ATIVIDADE TURÍSTICA (fortalecimento) CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS AMEAÇAS / RISCOS

6 Diretrizes Estratégicas do Projeto CADEIA DA ATIVIDADE TURÍSTICA (fortalecimento) Turismo Gerador de Negócios na Ilha Empreendedorismo Local (Nativos como protagonistas) Competitividade frente ao empreendedorismo externo Legalidade padrão de qualidade, responsabilidade, profissionalismo Mão de obra qualificada Preparação nova geração Clareza e Transparência das regras Resolução de Impasses institucionais Sistematização e Integração das ações e informações CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS AMEAÇAS / RISCOS

7 Diretrizes Estratégicas do Projeto CADEIA DA ATIVIDADE TURÍSTICA (fortalecimento) CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS Redução da Sazonalidade Especificidade / Soluções Locais Distribuição das Oportunidades (Onde, Quanto e Como) Diversificação das atividades (O que, Quem, Para quem, Quando) Dimensionamento e Conceitos Adequados; Controle Eficiente Turista educado AMEAÇAS / RISCOS

8 Diretrizes Estratégicas do Projeto CADEIA DA ATIVIDADE TURÍSTICA (fortalecimento) CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS Integridade Ambiental Valorização Cultural Justiça Social Inclusão Social Saneamento Básico Abastecimento de Água e energia adequados Transporte adequado Experiência positiva memorável Tranquilidade e Sossego AMEAÇAS / RISCOS

9 Diretrizes Estratégicas do Projeto CADEIA DA ATIVIDADE TURÍSTICA (fortalecimento) CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS Massificação Elitização Competição desleal Aumento da Criminalidade e consumo de drogas Saturação da Capacidade de suporte de um local pela mão-de-obra que trabalha em outro local Ocupações Irregulares AMEAÇAS / RISCOS

10 Diretrizes Estratégicas do Projeto CADEIA DA ATIVIDADE TURÍSTICA (fortalecimento) CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS INDICADORES AMEAÇAS / RISCOS

11 Capacidade de Suporte da Ilha Grande Macrossistema Sistema Ilha Grande (Escopo do Trabalho) MATARIZ BANANAL FREGUESIA DE SANTANA GUAXUMA (JAPARIZ) SACO DO CÉU Centralidade Turística PRAIA DA LONGA ARAÇATIBA ENSEADA DO SÍTIO FORTE VILA DO ABRAÃO ABRAÃOZINHO ENSEADA DAS PALMAS PRAIA VERMELHA LOPES MENDES PROVETÁ AVENTUREIRO PARNAIOCA DOIS RIOS Subsistema Atrativo Turístico ou Comunidade Microssistemas Elementos identificados nos atrativos turísticos que estão relacionados à impactos devido à visitação e que requerem uma ação direta de manejo (intervenção física)

12 Capacidade de Suporte Processo Renovável de Capacidade de Suporte

13 Capacidade de Suporte Sim Ações Implementadas impactam significativamente na Caracterização Quantitativa? Não Implementação de Ações Preventivas, Corretivas e Melhorias Monitoramento e Controle (M&C) Tomada de Decisão Avaliação Integrada da Capacidade de Suporte Caracterização Quantitativa do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas Definição do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas Sistema Regional 2 Sistema Regional 1 Subsistemas Atrativos Subsistemas Atrativos Subsistemas Comunidades Subsistemas Comunidades

14 Contextualização e dados balizadores População Fixa da Ilha Grande Censo IBGE 2000 PGRS (projeção) Censo IBGE Setores Lopes Mendes Dois Rios Parnaioca Aventureiro Provetá Praia Vermelha da Ilha Grande Araçatiba Praia da Longa Enseada do Sítio Forte Matariz Bananal Freguesia de Santana Enseada das Estrelas (Saco do Céu) Guaxuma (Japariz) Vila do Abraão Abraãozinho Enseada das Palmas Ponta dos Catelhanos Total

15 População Flutuante POPULAÇÃO FLUTUANTE TIPO A Pousadas, Hotéis, Albergues TIPO B Campings TIPO C Outras formas de hospedagem (Casa de amigos, veraneio) o CENSO 2010: Traz informações quanto ao número de Domicílios Particulares Permanentes não Ocupados - USO OCASIONAL. o Considerando-se: Cenário 1 (Novembro a Março) = 82% tx de ocupação Cenário 2 (Carnaval e Reveillon) = 100% tx de ocupação (FULL)

16 População Flutuante POPULAÇÃO FLUTUANTE TIPO D Day-user Visitantes que não pernoitam na Ilha Grande; Dispendem horas de visitação no local; Fazem uso da infraestrutura oferecida (Água, Esgoto, Energia, Resíduos Sólidos e Serviços).

17 População Flutuante CENÁRIO DE VISITAÇÃO 1 Alta Temporada (Novembro a Março) (Quantidade de Visitantes na Ilha Grande) CENÁRIO DE VISITAÇÃO 2 Períodos de Pico (Carnaval e Reveillon) (Quantidade de Visitantes na Ilha Grande) TIPO A Hospedados em Pousadas, Hostels etc Conforme Plano de Marketing da Turisangra 82% de Ocupação dos leitos disponíveis Conforme Plano de Marketing da Turisangra 100% de Ocupação dos leitos disponíveis HOSPEDADOS TIPO B Campings Conforme Plano de Marketing da Turisangra 40% de Ocupação das vagas de Campings disponíveis Conforme Plano de Marketing da Turisangra 100% de Ocupação das vagas de Campings disponíveis TIPO C Outras Formas de Hospedagem (Casa de amigos, familiares, veraneio e outros) Conforme Censo 2010, conisiste do equivalente a 82% de visitantes atendidos por Domicílios Permanentes não Ocupados - USO OCASIONAL Conforme Censo 2010, conisiste do equivalente a 100% de visitantes atendidos por Domicílios Permanentes não Ocupados - USO OCASIONAL TOTAL HOSPEDADOS (A+B+C) TOTAL HOSPEDADOS (A+B+C) NÃO HOSPEDADOS TIPO D DAY USER Visitantes que não pernoitam na Ilha Grande e que realizam atividades que utilizam infraestrutura (Água, Esgoto, Energia e Resíduos Sólidos) Visitantes de Navios: - Capacidade Média do Navio = passageiros - % de passageiros que descem do Navio na Ilha Grande = 90% Destino dos passageiros na Ilha Grande - Abraão 45% - Palmas: 5% - Japariz: 25% - Saco do Céu: 25% Quanto aos visitantes vindos de outros meios (Barcas,Catamarã, Saveiros etc): Conforme Plano de Marketing da Turisangra, esse Tipo de Visitante é equivalente à 2% dos visitantes hospedados (=2% de TOTAL A+B+C) Visitantes de Navios: - Capacidade Média do Navio = passageiros - % de passageiros que descem do Navio na Ilha Grande = 90% Destino dos passageiros na Ilha Grande - Abraão 45% - Palmas: 5% - Japariz: 25% - Saco do Céu: 25% Quanto aos visitantes vindos de outros meios (Barcas,Catamarã, Saveiros etc): Conforme Plano de Marketing da Turisangra, esse Tipo de Visitante é equivalente à 2% dos visitantes hospedados (=2% de TOTAL A+B+C) Fator de Segurança: + 10% de Day User Fator de Segurança: + 10% de Day User TOTAL GERAL TOTAL GERAL

18 População Flutuante SISTEMA População Fixa População Flutuante C2 TOTAL C2 S01 - Dois Rios S02 - Parnaioca S03 - Aventureiro S04 - Provetá S05 - Praia Vermelha da Ilha Grande S06 - Araçatiba S07 - Praia da Longa S08 - Enseada do Sítio Forte S09 - Matariz S10 - Bananal S11 - Freguesia de Santana S12 - Enseada das Estrelas (Saco do Céu) S13 - Guaxuma (Japariz) S14 - Abraão S15 - Enseada das Palmas

19 Capacidade de Suporte Sim Ações Implementadas impactam significativamente na Caracterização Quantitativa? Não Implementação de Ações Preventivas, Corretivas e Melhorias Monitoramento e Controle (M&C) Tomada de Decisão Avaliação Integrada da Capacidade de Suporte Caracterização Quantitativa do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas Sistema Regional 2... Sistema Regional Subsistemas 1 Atrativos Subsistemas Comunidades Subsistemas Atrativos Subsistemas Comunidades Áreas disponível para visitação; Disponibilidade Hídrica Níveis de Densidade de utilização de atrativos. Esgotamento Sanitário Metodologia Avaliação de Impactos Ambientais e Energia Experiência do visitante Resíduos Sólidos Definição do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas

20 Capacidade de Suporte de Infraestrutura Esgotamento e Disponibilidade Hídrica

21 Capacidade de Suporte Sistemas Regionais S05 S06 PRAIA VERMELHA S07 PRAIA DA LONGA ARAÇATIBA S08 S09 MATARIZ FREGUESIA DE SANTANA S10 S11 BANANAL ENSEADA DO SÍTIO FORTE S13 GUAXUMA (JAPARIZ) S12 ENSEADA DAS ESTRELAS (SACO DO CÉU) ABRAÃO S14 ENSEADA DAS PALMAS S15 S04 PROVETÁ AVENTUREIRO S03 S02 PARNAIOCA DOIS RIOS S01

22 Metodologia Utilizada Capacidade Suporte: Critério Proposto Abastecimento de Água: Disponibilidade Hídrica Critério Legal: Captação da Vazão Máxima Outorgável (Portaria SERLA 567/2007) 50% Q 7,10 Angra dos Reis = 14 l/s x km² Florianópolis = 6 l/s x km²

23 Metodologia Utilizada Capacidade Suporte: Critério Proposto Esgoto Sanitário Critério Legal: Destino Final dos Efluentes Tratados Diluição no corpo receptor com limite de DBO mistura < 5 mg/l classe 2 Conama 357/05, para a Q Máxima Outorgável

24 Diagnóstico - Água Disponibilidade Hídrica grande Sistema de Abastecimento de Água (SAA) com reservação insuficiente Residências sem reservatório Falta água em função da deficiência da infraestrutura do SAA

25 Diagnóstico - Esgoto Infraestrutura aquém da necessária Abraão: rede de esgoto Estação de Tratamento de Esgoto Emissário Submarino

26 ETE Estação de Tratamento de Esgoto

27 Metodologia Utilizada Vazão Máxima Outorgável (Abastecimento de Água e Esgoto Sanitário) Disponibilidade Hídrica Produção Hídrica Específica (Q7,10 específica) Área de Drenagem (AD - km²) até ponto de captação Regionalização de Vazões - Francisco, ( Estudo Continental de Angra dos Reis) Adotado coeficiente de 0,8 x Produção Específica (Bacias < 10 km²) Disponibilidade de Vazões Mínimas Q7,10 Absolutas Q7,10 = AD x Produção Hídrica Específica (Q7,10 espec.) Outorga de Uso Recursos Hídricos Critério = 50% Q7,10 (Portaria Serla 567/2007) Vazão Máxima Outorgável = 0,5 x Q7,10 Volume Máximo Outorgável - Diário - VMO VMO = 0,5 x Q7,10 (l/s) x s

28 Metodologia Utilizada Vazão Máxima Abastecível Demanda Hídrica - População Abastecível Volume Máximo Outorgável - Diário - VMO (l/dia) Índice de Perdas - P Adotado Indice perdas Angra dos Reis = 34% (SNIS, 2009) Volume Disponível (Real) para Abastecimento Público - VDP VDP = VMO x (1- P) Demanda percapta Critério dado pela DZ-215-R-4 (INEA/2007): percapta pop. fixa l/s.hab.dia percapta uso hóspedes l/s.hab.dia percapta uso day user - 90 l/s.hab.dia População Abastecível Total = Vol. Disponivel abast. Público (VDP) / demanda percapta

29 Metodologia Utilizada Balanço de carga orgânica no ponto de mistura do corpo receptor

30 Metodologia Utilizada População Limite para diluição no corpo receptor Diluição Esgoto Sanitário - População Máxima (DBO mistura< 5mg/l) RIO ETE - Efluente Tratado Vazão Máxima Outorgável Vazão Diluição = 0,5 x Q7,10 DBO rio rio Limpo = 1 mg/l DBO esgoto = DBO equivalente percapta esgoto = percapta equivalente Eficiência Tratamento = 90% População a ser determinada DBOmistura = (DBOrio x (50%Q7,10) + (DBO esg x Q esg) (50%Q7,10 + Qesg) Q esgoto = percapta x população População Máxima para atendimento do padrão Conama 357/05 de mistura no rio (ri Classe 2) = < 5 mg/l

31 Capacidade de Suporte: S01- Dois Rios Densidade da < que 4 m2/ População quanto a: pessoa NÍVEL 2 (4m2 /pessoa) NÍVEL 3 (6m2/ pessoa) NÍVEL 4 (10m2/ pessoa) NÍVEL 5 (15m2/ pessoa) NÍVEL 6 (20m2/ pessoa) NÍVEL 7 (25m2/ pessoa) NÍVEL 8 (30m2/ pessoa) NÍVEL 9 (40m2/ pessoa) NÍVEL 10 (50m2/ pessoa) NÍVEL 11 (60m2/ pessoa) NÍVEL 12 (70m2/ pessoa) NÍVEL 13 (80m2/ pessoa) NÍVEL 14 (90m2/ pessoa) NÍVEL 15 (100m2/ pessoa) > que 100 m2/ pessoa 569 TOTAL 316 FIXA 116 DOIS RIOS FLUTUANTE 200 ESG. SAN. ATUAL 913 ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Sem necessidade de investimentos Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência % Solução Proposta Soluções individuais e/ou agrupadas com Fossa Séptica/Reator UASB + Filtro Anaeróbio (70% de remoção de DBO)

32 S02 PARNAIOCA Capacidade de Suporte: S02- Parnaioca Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m 2 >100 m2 TOTAL 129 FIXA 11 FLUTUANTE 118 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Sem necessidade de investimentos Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência % Fossa Séptica/Reator UASB + Wetland Solução Proposta

33 S03 AVENTUREIRO Capacidade de Suporte: S03 - Aventureiro Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m 2 TOTAL 648 FIXA 96 FLUTUANTE 552 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta PRIORIDADES % % Fossa Séptica/Reator UASB + Wetland (90% de remoção de DBO)

34 S04 PROVETÁ Capacidade de Suporte: S04 - Provetá Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m 2 TOTAL FIXA FLUTUANTE 20 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Soluções em Implementação Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta 90% 2391 Reator UASB + Lodos Ativados (90% de remoção de DBO)

35 S05 PRAIA VERMELHA Capacidade de Suporte: S05 Praia Vermelha Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m2 TOTAL 473 FIXA 191 FLUTUANTE 282 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA 726 PRIORIDADES Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência % Solução Proposta Reator UASB + Lodos Ativados (95% de remoção de DBO com controle/monitoramento) ou ETE + Lançador

36 S06 ARAÇATIBA Capacidade de Suporte: S06 - Araçatiba Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m2 TOTAL FIXA 265 FLUTUANTE 986 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Soluções em Implementação Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência % Solução Proposta Reator UASB + Lodos Ativados (95% de remoção de DBO com controle/monitoramento) ou ETE + Lançador

37 S07 PRAIA DO LONGA Capacidade de Suporte: S07 Praia da Longa Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m 2 TOTAL FIXA 152 FLUTUANTE 317 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta % % Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO)

38 S08 SÍTIO FORTE Capacidade de Suporte: S08 Sítio Forte Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m 2 TOTAL 396 FIXA 107 FLUTUANTE 289 ESG. SAN. ATUAL 243 ESG. SAN. SOLUÇÕES 498 HÍDRICA Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta PRIORIDADES % % Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO)

39 S09 MATARIZ Capacidade de Suporte: S09 - Matariz Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m 2 TOTAL 427 FIXA 274 FLUTUANT E ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES 862 HÍDRICA Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta PRIORIDADES % % Soluções individuais e/ou agrupadas com Fossa Séptica/Reator UASB + Filtro (70% de remoção de DBO)

40 S10 BANANAL Capacidade de Suporte: S10 - Bananal Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m 2 >100 m2 TOTAL 525 FIXA 109 FLUTUANTE 416 ESG. SAN. ATUAL 114 ESG. SAN. SOLUÇÕES 786 HÍDRICA Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta PRIORIDADES % % Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO)

41 S11 FREGUESIA DE SANTANA Capacidade de Suporte: S11 F. de Santana Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m 2 >100 m2 TOTAL 141 FIXA 49 FLUTUANTE 92 ESG. SAN. ATUAL 28 ESG. SAN. SOLUÇÕES 191 HÍDRICA 603 Sem necessidade de investimentos Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência % Solução Proposta Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO)

42 S12 SACO DO CÉU Capacidade de Suporte: S12 Saco do Céu Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m2 TOTAL FIXA 424 FLUTUANTE 771 ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Sem necessidade de investimentos Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução Eficiência Solução Proposta % Reator UASB + Lodos Ativados (90% de remoção de DBO)

43 S14 ABRAÃO Capacidade de Suporte: S14 - Abraão Densidade da População quanto a: <4m2 N2 4m2 N3 6m2 N4 10m2 N5 15m2 N6 20m2 N7 25m2 N8 30m2 N9 40m2 N10 50m2 N11 60m2 N12 70m2 N13 80m2 N14 90m2 N15 100m2 >100m2 TOTAL FIXA FLUTUANTE ESG. SAN. ATUAL ESG. SAN. SOLUÇÕES HÍDRICA Soluções em Implementação Esgotamento Atual População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total % Nova Capacidade com Solução > Eficiência 90% + Lançador Solução Proposta ETE (UASB + Lodos Ativados) + Lançador Submarino

44 Avaliação Integrada da Capacidade de Suporte - Sistemas S05 S06 PRAIA VERMELHA S07 PRAIA DA LONGA ARAÇATIBA S08 S09 MATARIZ FREGUESIA DE SANTANA S10 S11 BANANAL ENSEADA DO SÍTIO FORTE S13 GUAXUMA (JAPARIZ) S12 ENSEADA DAS ESTRELAS (SACO DO CÉU) ABRAÃO S14 ENSEADA DAS PALMAS S15 S04 PROVETÁ AVENTUREIRO S03 S02 PARNAIOCA DOIS RIOS S01

45 Capacidade de Suporte PRIORIDADES DE INVESTIMENTOS 1 Soluções em Implementação Esgotamento Atual ou em Implementação População Fixa População Total Cap Esg / Pop Tot Esg. Atual/ Pop. Total Nova Capacidade com Solução Eficiência S03 Aventureiro % % S13 Japariz % 2 S05 Praia Vermelha % 3 S15 Praia de Palmas % % % % 4 S10 Bananal % % 5 S07 Praia do Longa % % 6 S08 Sítio Forte % % 7 S09 Matariz % % S14 Abrãao % S06 Araçatiba % > % + Lançador % Solução Proposta Fossa Séptica/Reator UASB + Wetland (90% de remoção de DBO) Reator UASB + Lodo Ativado (96% de remoção de DBO com controle/monitoramento) ou ETE + Lançador Reator UASB + Lodos Ativados (95% de remoção de DBO com controle/monitoramento) ou ETE + Lançador Fossa Séptica/Reator UASB + Wetland (90% de remoção de DBO) ou ETE + Lançador Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO) Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO) Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO) Soluções individuais e/ou agrupadas com Fossa Séptica/Reator UASB + Filtro (70% de remoção de DBO) ETE (UASB + Lodos Ativados) + Lançador Submarino Reator UASB + Lodos Ativados (95% de remoção de DBO com controle/monitoramento) ou ETE + Lançador S04 Provetá % % Reator UASB + Lodos Ativados (90% de remoção de DBO) Sem necessidade de investimentos prioritariamente S02 Parnaioca % % Fossa Séptica/Reator UASB + Wetland S11 Freguesia Santana % % Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO) S12 Saco do Céu % % Reator UASB + Lodos Ativados (90% de remoção de DBO) S01 Dois Rios % % Soluções individuais e/ou agrupadas com Fossa Séptica/Reator UASB + Filtro Anaeróbio (70% de remoção de DBO)

46 Capacidade de Suporte PRIORIDADES DE INVESTIMENTOS 1 Esgotamento Atual ou em Implementação População Fixa População Total Esg. Cap Atual/ Esg / Pop Pop. Total Tot Nova Capacidade com Solução S03 Aventureiro % 1088 S13 Japariz % 2 S05 Praia Vermelha % 3 S15 Praia de Palmas % 4 S10 Bananal % S07 Praia do Longa % 6 S08 Sítio Forte % S09 Matariz % Necessidade de Controle Atenção à Disponibilidade Hídrica REBIO / RDS Limite de Operação Disp. Hídrica = 726 Pop. Flutuante > Solução Esg. (Camping) Soluções em Implementação Sem necessidade de investimentos prioritariamente S14 Abrãao % S06 Araçatiba % > S04 Provetá % 2391 S02 Parnaioca % 1051 S11 Freguesia Santana % S12 Saco do Céu % S01 Dois Rios % Disp. Hídrica = REBIO / RDS

47 Capacidade de Suporte Infraestrutura Esgotamento Atual ou em Implementação População Fixa População Total Esg. Atual/ Pop. Total PRIORIDADES DE INVESTIMENTOS 1 S03 Aventureiro % S13 Japariz % 2 S05 Praia Vermelha % 3 S15 Praia de Palmas % 4 S10 Bananal % 5 S07 Praia do Longa % 6 S08 Sítio Forte % 7 S09 Matariz % Soluções em Implementação Sem necessidade de investimentos prioritariamente S14 Abrãao % S06 Araçatiba % S04 Provetá % S02 Parnaioca % S11 Freguesia Santana % S12 Saco do Céu % S01 Dois Rios %

48 Capacidade de Suporte Fossa Séptica/Reator UASB + Wetland (90% de remoção de DBO) Reator UASB + Lodo Ativado (96% de remoção de DBO com controle/monitoramento) ou ETE + Lançador 2 Solução mista: fossa séptica/uasb + Wetland e/ou UASB + Lodos Ativados, (90% de remoção de DBO)

49 Capacidade de Suporte de Infraestrutura Resíduos Sólidos

50 Estimativa da área necessária por localidade Porte Vila População Armazenamento Temporário Compostagem orgânicos Recepção e estoque Podas Compostagem Podas Recepção e estoque RCD m2 m2 m2 m2 m2 m2 Grande Vila do Abraão ,6 180, Aventureiro ,5 17, Araçatiba ,4 41, Médio Enseada das Estrelas (Saco do ceu) Enseada das Palmas ,1 28, ,2 16, Bananal ,1 35, Provetá ,6 65, Japariz ,8 7, Matariz ,0 43, Total Praia Vermelha da Ilha Grande ,2 20, Pequeno Enseada do Sítio Forte ,1 47, Parnaioca ,2 0, Abraãozinho ,4 1, Guaxuma ,0-6 Ponta dos Catelhanos ,9 5, Lopes Mendes ,0 0,0 0 2 Praia da Longa ,0 38, Freguesia de Santana ,8 2, Dois Rios ,9 34, Total ,8 586,

51 Resíduo reciclável orgânico Armazenamento - Sacos de papel ou baldinhos a serem distribuídos pela PMAR para os moradores; entrega de bombonas para as pousadas e restaurantes pré cadastrados e demais estabelecimentos comerciais interessados. Coleta seletiva - alternar dias de coleta de orgânicos e rejeitos atualmente é diária Tratamento local - Implantação de pátio de compostagem termofílica em leiras estáticas aeradas e/ou incentivo a compostagem individual com utilização do composto localmente; Avaliou-se a digestão anaeróbia (biodigestor) Destino final alternativa ao tratamento local é o transporte para o continente

52 Compostagem em pequena escala

53 Resíduo reciclável seco domiciliar e comercial Armazenamento - Sacos transparentes a serem distribuídos pela PMAR (exemplo do que já é distribuído nos PEV s em Angra); Vantagem Identificação dos resíduos na coleta e armazenagem, incentivo à separação; Custo Baixo; manutenção da despesa atual, pois já são usados sacos pretos para colocação dos resíduos comuns durante o processo de coleta; Coleta seletiva - alternar dias de coleta de recicláveis e rejeitos (atualmente é diária) ou em pontos de entrega voluntários - PEV s Depósito temporário na Ilha Grande (em compactadoras estacionárias, conteiners, bags) Triagem e destino final transportados para o continente galpões de triagem e indústrias de reciclagem Fonte de recursos integrar os responsáveis pelos sistemas de logística reversa

54 Rejeitos Armazenamento - Sacos pretos a serem distribuídos pela PMAR aos moradores Coleta - alternar dias de coleta de recicláveis e rejeitos atualmente é diária Depósito temporário na Ilha Grande (em compactadoras estacionárias, conteiners, bags) Destino final transportados para o continente até o aterro sanitário de Ariró em embarcações adequadas

55 Equipamentos de coleta Veículos de Coleta - Diferentes especificações de modelo para localidades e tipos de resíduo a serem coletados; elétricos ou biodíesel Modelo 1 pequeno compactador para vilas com acesso a pequenos veículos e produção compatível. Modelo 2 equipamentos sem compactação para pequenas localidades e trilhas. Modelo 3 equipamentos para coleta manual.

56 Depósitos temporários

57 Melhorias na embarcação Tyne River Barcelona Sydney Australia Estocolmo Suecia Southampton Inglaterra

58 Área para gestão dos Resíduos de construção e demolição RCD, volumosos, podas, recicláveis ECOCENTRO ou Ilha Ecológica

59 Capacidade de Suporte Sim Ações Implementadas impactam significativamente na Caracterização Quantitativa? Não Implementação de Ações Preventivas, Corretivas e Melhorias Monitoramento e Controle (M&C) Tomada de Decisão Sistema Regional 2 Sistema Regional 1 Avaliação Integrada da Capacidade de Suporte Subsistemas Atrativos Subsistemas Comunidades Subsistemas Atrativos População Fixa e Flutuante Subsistemas Comunidades Relação População e área de visitação em atrativos no Sistema Disponibilidade e Restrições de Infraestrutura? Necessidades de Investimentos? Níveis de Densidade de Visitação? Relação População e infraestrutura disponível no Sistema Caracterização Quantitativa do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas Definição do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas

60 Capacidade de Suporte de Infraestrutura Energia Elétrica

61 Fornecimento de Energia Elétrica REDE OESTE MATARIZ BANANAL FREGUESIA DE SANTANA GUAXUMA (JAPARIZ) SACO DO CÉU REDE LESTE PRAIA DA LONGA ARAÇATIBA ENSEADA DO SÍTIO FORTE VILA DO ABRAÃO ABRAÃOZINHO ENSEADA DAS PALMAS PRAIA VERMELHA LOPES MENDES AVENTUREIRO DOIS RIOS PROVETÁ PARNAIOCA SEM REDE Fonte: Plano de Manejo PEIG FASE 2 (Agosto 2010)

62 Fornecimento de Energia Elétrica Variável Energia Impacto no número de pessoas CENÁRIO DE VISITAÇÃO 1 Alta Temporada (Novembro a Março) 80% Taxa de Ocupação CENÁRIO 2 - CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA - OCUPAÇÃO EM ALTA TEMPORADA EXCETO PERÍODOS DE PICO (MELHOR CENÁRIO) Ilha Grande/RJ Tipo de Fornecimento Polulação Fixa IBGE 2010 População Flutuante CENÁRIO 2 EXCETO (Reveillon e Carnaval) TOTAL COM População Fixa CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA Real DIFERENÇA entre o Consumo de Energia Elétrica REAL e a População TOTAL FORNECIMENTO de Energia DIFERENÇA entre CONSUMO DE ENERGIA Elétrica MÁXIMO DA REDE FORNECIMENTO máximo e ELÉTRICA Real por Tipo de ELÉTRICA por Tipo de CONSUMO de energia Fornecimento Fornecimento elétrica Lopes Mendes Parnaioca SEM CONEXÃO com a rede da Distribuidora Aventureiro AMPLA Enseada das Palmas Dois Rios Enseada das Estrelas (Saco do Céu) Abraãozinho REDE LESTE de Energia Elétrica Guaxuma (Japariz) Vila do Abraão Ponta dos Catelhanos Provetá Praia Vermelha da Ilha Grande Araçatiba Praia da Longa REDE OESTE de Energia Enseada do Sítio Elétrica Forte Matariz Bananal Freguesia de Santana Total

63 Fornecimento de Energia Elétrica Ilha Grande/RJ Variável Energia Impacto no número de pessoas Tipo de Fornecimento CENÁRIO 1 - MAIOR CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA - 100% DE OCUPAÇÃO (PIOR CENÁRIO) Polulação Fixa IBGE 2010 CENÁRIO DE VISITAÇÃO 2 Períodos de Pico (Carnaval e Reveillon) % Taxa de Ocupação População Flutuante CENÁRIO 1 (Reveillon e Carnaval) TOTAL COM População Fixa CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA Real DIFERENÇA entre o Consumo de Energia Elétrica REAL e a População TOTAL CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA Real por Tipo de Fornecimento FORNECIMENTO de Energia Elétrica MÁXIMO DA REDE ELÉTRICA por Tipo de Fornecimento DIFERENÇA entre FORNECIMENTO máximo e CONSUMO de energia elétrica Lopes Mendes SEM CONEXÃO com a rede da Distribuidora AMPLA Parnaioca Aventureiro Enseada das Palmas Dois Rios Enseada das Estrelas (Saco do Céu) Abraãozinho REDE LESTE de Energia Elétrica Guaxuma (Japariz) Vila do Abraão Ponta dos Catelhanos Provetá Praia Vermelha da Ilha Grande Araçatiba Praia da Longa REDE OESTE de Energia Elétrica Enseada do Sítio Forte Matariz Bananal Freguesia de Santana Total

64 Demanda [kw] Fornecimento de Energia Elétrica Variável Demanda Impacto no fornecimento Curvas de Demanda - CENÁRIO 2[REDE LESTE] Horas [h] Hospedagem Serviços de Alimentação Serviços Diversos Perfil Residencial TOTAL LIMITE DA REDE

65 Demanda [kw] Fornecimento de Energia Elétrica Variável Demanda Impacto no fornecimento Curvas de Demanda - CENÁRIO 1 [REDE LESTE] Horas [h] Hospedagem Serviços de Alimentação Serviços Diversos Perfil Residencial TOTAL LIMITE DA REDE

66 Demanda [kw] Fornecimento de Energia Elétrica Variável Demanda Impacto no fornecimento Curvas de Demanda - CENÁRIO 2 [REDE OESTE] Horas [h] Hospedagem Serviços de Alimentação Serviços Diversos Perfil Residencial TOTAL LIMITE DA REDE

67 Demanda [kw] Fornecimento de Energia Elétrica Variável Demanda Impacto no fornecimento Curvas de Demanda - CENÁRIO 1 [REDE OESTE] Horas [h] Hospedagem Serviços de Alimentação Serviços Diversos Perfil Residencial TOTAL LIMITE DA REDE

68 Fornecimento de Energia Elétrica Rede Aérea de Distribuição em meio as Árvores

69 Fornecimento de Energia Elétrica Rede Subterrânea Sugestões para Melhoria Gerenciamento pelo Lado da Demanda (GLD) Mix de Soluções Renováveis -Energia Solar; -Resíduos Sólidos Urbanos (RSUs)

70 Capacidade de Suporte Sim Ações Implementadas impactam significativamente na Caracterização Quantitativa? Não Implementação de Ações Preventivas, Corretivas e Melhorias Monitoramento e Controle (M&C) Tomada de Decisão Avaliação Integrada da Capacidade de Suporte Caracterização Quantitativa do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas Sistema Regional 2... Sistema Regional Subsistemas 1 Atrativos Subsistemas Comunidades Subsistemas Atrativos Subsistemas Comunidades Áreas disponível para visitação; Disponibilidade Hídrica Níveis de Densidade de utilização de atrativos. Esgotamento Sanitário Metodologia Avaliação de Impactos Ambientais e Energia Experiência do visitante Resíduos Sólidos Definição do Macro Sistema, Sistemas Regionais e Subsistemas

71 Capacidade de Suporte em Atrativos Naturais

72 ROTEIRO METODOLÓGICO PARA MANEJO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO: Com Enfoque na Experiência do Visitante na Proteção de Recursos Naturais e Culturais (ICMBIO/MMA, 2011)

73 HISTÓRICO CAPACIDADE CARGA Assim, a concepção inicial: Manejo de impactos = Controle Nº visitantes Manejo de Impactos ANÁLISES DE ALTERAÇÕES DO AMBIENTE MONITORAMENTO ESTRATÉGIAS MANEJO Visitantes Seus impactos

74 BASE CONCEITUAL DO ROTEIRO ROVAP (Cifuentes, Armador et al 1996) Rango de Oportunidades para Visitantes em AP CC (Cifuentes, Armador et al 1996) Capacidade de Carga Turística em AP LAC (Mc Cool, 1996 e Takahashi, 1997) Limite Aceitável de Câmbio VERP (National Park Service, EUA, 1997) The Visitor and Resource Protection Framework (Ferramenta para Proteção da Visitação e dos Recursos) VIM (Graefe et al, 1990) Visitor Impact Management (Gerenciamento do Impacto da Visitação)

75 ETAPAS DO ROTEIRO Balizador

76 TIPOS DE ATRATIVOS TRILHAS ECOLÓGICAS PICO CACHOEIRA PRAIAS TRILHAS SUBAQUÁTICAS EM AMBIENTE MARINHO

77 Capacidade de Suporte da Ilha Grande - NBV NBV = D/N x NV D = Disponibilidade (em área, metros lineares ou quantidade) N = Necessidade por pessoa ou grupo de pessoas (em área, metros lineares ou quantidade) NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa (em Área, metros lineares ou quantidade) NV = TO/TN TO = Tempo oferecido pela UC para realização da atividade TN = Tempo necessário para que uma pessoa ou grupo realize a atividade em um dia

78 Capacidade de Suporte da Ilha Grande Complexo Lopes Mendes

79 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO LOPES MENDES / POUSO LOPES MENDES FATORES LIMITANTES COM MANEJO TO = Tempo oferecido pela UC para realização da atividade TN = Tempo necessário para que uma pessoa ou grupo realize a atividade em um dia NV = TO/TN NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa D = Disponibilidade Espaço a ser percorrido pela T11 6:00 Consiste do período disponível para passeios com traslados de SCUNA (horas) 1:30 Tempo médio para percorrer o trecho (horas) (ida e volta) 4, Comprimento da Trilha (m) COMPLEXO LOPES MENDES POUSO LOPES MENDES Área da Praia 4:30 Desconta o tempo necessário para percorrer o circuito (horas) Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo 4:30 1, Área de Repouso da Praia (m2) Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo

80 INDICADORES Caracterizam uma condição de impacto fisicamente perceptível, devido à visitação, de um ambiente de análise cujas ações para mitigação e/ou minimização desses impactos são resultados indiretos de ações de manejo. Exemplo para Trilhas FÍSICOS FAUNA SANEAMENTO VANDALISMO Largura da trilha Profundidade da trilha Raízes expostas Ausência de serapilheira Antropização no comport. da fauna Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas

81 MICROSSISTEMAS São processos passíveis de uma ação direta de manejo por meio de intervenção direta física. Exemplo para Trilhas: CLAREIRAS TRILHAS NÃO OFICIAIS EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS OBSTRUÇÃO DA TRILHA

82 Impactos Ambientais da Visitação Tipo de Impacto AMBIENTAL FUNCIONAL EXPERIÊNCIA Níveis de Impacto Impacto INCIPIENTE NÃO afeta a funcionalidade do sistema NÃO afeta a experiência do Visitante Impacto NOTÁVEL AFETA a funcionalidade / Dificulta a utilização 2 AFETA DIRETAMENTE na Experiência do Visitante Impacto GRAVE Apresenta RISCO ao Visitante ou IMPEDE a utilização / funcionalidade FRUSTA a experiência

83 Impactos Ambientais da Visitação Diretrizes de Gestão para níveis de impacto identificados MANEJO PREDITIVO O Manejo Preditivo consiste das Ações de Monitoramento do M&C efetivamente. Permite o acompanhamento sistemático das microssistemas e indicadores, que indicam o desempenho/condição do Elemento em Análise Com base no resultado do Monitoramento define-se a necessidade de Manejo Preventivo, Corretivo ou mesmo uma intervenção MANEJO PREVENTIVO MANEJO CORRETIVO O Manejo Preventivo é a implementação de ações antes que se atinja uma condição de impacto efetivo. Realizado de forma Planejada e em intervalos / tempo sistemático Visa garantir a condição definida como Padrão É toda Intervenção que visa reparar sistemas e/ou subsistema que já se encontram impactados, Visa retornar a condição considerada Padrão ; Implica em ações emergenciais, fora de planejamento, com riscos á segurança do visitante já instalados e ainda custos mais altos.

84 Ficha de Monitoramento de Impactos - Trilha Painel de Controle Trilha: T Equipe: Página de INDICADORES MICROSISTEMAS PERIGOS NÃO SINALIZADOS A B MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA -TRILHA Data/Hora INÍCIO Reconhecimento PONTOS Data/Hora FIM Reconhecimento FÍSICOS SANEAM C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y FAUNA Data/Hora INÍCIO MONITORAMENTO Data/Hora FIM MONITORAMENTO VANDALISMO Distância entre Pontos Regulares: DIGITAÇÃO CONFERIDA? OBSERVAÇÕES CLAREIRAS Área (m 2 ) Nível TRILHAS NÃO OFICIAIS (Largura em m) Largura (m) Nível EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS Nível de impacto EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS OBSTRUÇÃO DA TRILHA Número de Pontos Fixos 10 INÍCIO Largura da trilha (m) Profundidade da trilha (m) Raízes Expostas Ausência de Serapilheira Antropização no comportamento da fauna Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas Pedra solta Chão escorregadio Corredeira perigosa Precipício Buraco Outros perigos m T m T m T1.03 T1e01 300m T m T m T1.06 T1e02 T1e03 600m T m T m T1.09 4,3 0,17 N S N N N N N N N N 3,5 0,16 N S N N S N N S N N 2,7 0,1 N S N N S S N N N N 2,7 0,07 N S N N N N N S N N 1,8 0 N S N N N N N N N N 1,7 0,4 S S N N S N N N N N S S 1,9 0,1 N S N N N N N N N N 3,4 0,15 N S N N S S N N S N S 2,6 0,19 N S N N N N N N N N S S S S 0,0 0,0 0,0 0,0 5,0 1,0 6,0 0,0 0,0 2,46 1,3 1,0 9,0 0,0 0,0 4,0 2,0 0,0 2,0 1,0 0,0 0,0 3,0 2,0 2,0 0,0 0,0 FIM? S / N

85 Capacidade de Suporte da Ilha Grande Monitoramento de Impactos da Visitação em Atrativos Naturais Indicadores de Impactos Ambientais devido à Visitação Grau de Impacto do Visitante Identificação de Microssistemas e respectivos níveis de Impacto Grau de Manutenção do Atrativo

86 Gráfico Acelerador Regular Ruim Bom Ótimo Situação Ótima/Boa Situação Boa/Regular Situação Regular/Ruim

87 Resultados NBV e Baselines dos Atrativos Priorizados

88 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO LOPES MENDES / POUSO LOPES MENDES + Urbano + Selvagem NBV (Número Balizador de Visitação) para Níveis de Necessidades por Visitantes (m2/pessoa ou m/pessoa) < que 4 m2/ pessoa NÍVEL 2 (4m2 /pessoa) NÍVEL 3 (6m2/ pessoa) NÍVEL 4 (10m2/ pessoa) NÍVEL 5 (15m2/ pessoa) NÍVEL 6 (20m2/ pessoa) NÍVEL 7 (25m2/ pessoa) NÍVEL 8 (30m2/ pessoa) NÍVEL 9 (40m2/ pessoa) NÍVEL 10 (50m2/ pessoa) NÍVEL 11 (60m2/ pessoa) NÍVEL 12 (70m2/ pessoa) NÍVEL 13 (80m2/ pessoa) NÍVEL 14 (90m2/ pessoa) NÍVEL 15 (100m2/ pessoa) FATORES LIMITANTES COM MANEJO NV = TO/TN NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa D = Disponibilidade COMPLEXO LOPES MENDES POUSO LOPES MENDES Espaço a ser percorrido pela T11 Área da Praia 4, , Compriment o da Trilha (m) Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo Área de Repouso da Praia (m2) Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo

89 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais TRILHA POUSO LOPES MENDES Painel de Controle MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA -TRILHA Distância entre Data/Hora INÍCIO Data/Hora FIM Data/Hora INÍCIO Data/Hora FIM Sigla T11 Nome Trilha Pouso - Lopes Mendes Pontos Regulares Reconhecimento Reconhecimento MONITORAMENTO MONITORAMENTO DIGITAÇÃO (m) OK CONFERIDA? Equipe: /09: /11: /11: /13: m INDICADORES MICROSISTEMAS PERIGOS NÃO SINALIZADOS PONTOS FÍSICOS FAUNA SANEAM VANDALISMO A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y OBSERVAÇÕES CLAREIRAS TRILHAS NÃO OFICIAIS (Largura em m) Área (m 2 ) Nível Largura (m) Nível EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS Nível de impacto EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS OBSTRUÇÃO DA TRILHA Número de Pontos Fixos 10 INÍCIO Largura da trilha (m) Profundidade da trilha (m) Raízes Expostas Ausência de Serapilheira Antropização no comportamento da Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas Pedra solta Chão escorregadio Corredeira perigosa Precipício Buraco Outros perigos 0m T ,2 0,8 N S S S N N N N N N T11e.01a 1,50 3 T11e.01b 1, m T ,4 0,1 N S N N N N N N N N 200m T ,1 0,1 S N S N N N N N N N S 300m T ,7 0,1 N S N N N N N N N N S 2 400m T ,8 0,1 N N S N N N N S N N 500m T ,9 0,5 N N N N N N N N N N 600m T ,2 0,4 N N N N N N N N S N 3 T11e m T N S N N N N N S N N S 2 800m T ,6 0,3 S S N N N N N S N N

90 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais PRAIA LOPES MENDES MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA - PRAIA Painel de Controle Sigla da Nome da Data/Hora INÍCIO Data/Hora FIM Data/Hora INÍCIO Data/Hora FIM Dist. Ptos Digitação Conferida Praia: LM Praia: Lopes Mendes Reconhecimento Reconhecimento MONITORAMENTO MONITORAMENTO Reg. (m)? OK Eduardo Gouvea, Marcio Labruna, MDA, Milton Dines, / / / Equipe: SOM, VPG 10: / 12:30 13:00 16: PÁG / OBSERVAÇÕES Área (m 2 ) A CLAREIRAS Nível MICROSISTEMAS Largura (m) B Trilhas não oficiais Nível PONTOS INDICADORES FAUNA SANEAM VANDALISMO PERIGOS NÃO SINALIZADOS D E F G H I J K L M N O P EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS Nível de impacto Número de Pontos Fixos 11 INÍCIO Antropização no comportamento da fauna A 1,50 3 0m LM.01 N S S S N N N N N N N 250m LM.02 N N N N N N S N N N N 500m LM.03 N N S N S N N N N N N 750m LM.04 N N N N S N N N N N N 1000m LM.05 N N N N S N N N N N N B 2,00 3 LMe03 C 2,40 3 LMe m LM.06 N N N N S N N N N N N D 2,00 3 LMe m LM.07 N N S S S N N N N N N 1750m LM.08 N N N N S N N N N N N 2000m LM.09 N N N N S S N N N N N F 1.666,00 2 LMe13 G 2.102,00 2 LMe m LM.10 N N N N S S N N N N N 2500m LM.11 N N S S S S N N N N N Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas Praia perigosa Chão escorregadio Outros perigos

91 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO LOPES MENDES / POUSO LOPES MENDES Indicadores de Impactos Ambientais devido à Visitação Grau de Impacto do Visitante Identificação de Microssistemas e respectivos níveis de Impacto Grau de Manutenção do Atrativo Trilha Pouso Lopes Mendes Praia Lopes Mendes

92 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO PICO DO PAPAGAIO NBV (Número Balizador de Visitação) para Níveis de Necessidades por Visitantes (m2/pessoa ou m/pessoa) < que 4 m2/ pessoa NÍVEL 2 (4m2 /pessoa) NÍVEL 3 (6m2/ pessoa) NÍVEL 4 (10m2/ pessoa) NÍVEL 5 (15m2/ pessoa) NÍVEL 6 (20m2/ pessoa) NÍVEL 7 (25m2/ pessoa) NÍVEL 8 (30m2/ pessoa) NÍVEL 9 (40m2/ pessoa) NÍVEL 10 (50m2/ pessoa) NÍVEL 11 (60m2/ pessoa) NÍVEL 12 (70m2/ pessoa) NÍVEL 13 (80m2/ pessoa) NÍVEL 14 (90m2/ pessoa) NÍVEL 15 (100m2/ pessoa) FATORES LIMITANTES COM MANEJO NV = TO/TN NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa D = Disponibilidade OMPLEXO PICO DO PAPAGAIO Espaço a ser percorrido pela Trilha T13 Permanência no Pico 1, Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo 4,0 131 Área de Permanência no Pico (m2) ( diâmetro de 4 m e diâmetro de 3 m) Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo Comprimento da Trilha (m) Utilização de Contador 70% do Limite (45 pessoas dia) Controle efetuado no início da Trilha Grupos de até 16 pessoas

93 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO PICO DO PAPAGAIO Painel de Controle Sigla Equipe: OBSERVAÇÕES T13 A CLAREIRAS Nome Área (m 2 ) Níve l B TRILHAS NÃO OFICIAIS (Largura em m) Largura (m) Trilha do Pico do Papagaio DIGITAÇÃO OK CONFERIDA? /08: /12: /13: /17: m INDICADORES MICROSISTEMAS PERIGOS NÃO SINALIZADOS PONTOS FÍSICOS FAUNA SANEAM VANDALISMO C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Níve l EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS Nível de impacto MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA -TRILHA OBSTRUÇÃO DA TRILHA Data/Hora INÍCIO Reconhecimento Número de Pontos Fixos 10 INÍCIO Largura da trilha (m) Profundidade da trilha (m) Data/Hora FIM Reconhecimento Raízes Expostas Ausência de Serapilheira Antropização no comportamento da fauna Presença de animais domésticos Data/Hora INÍCIO MONITORAMENTO 1 T ,5 0,05 S N N N N N N N N N S Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em Data/Hora FIM MONITORAMENTO Inscrições em rochas Queimadas Pedra solta Distância entre Pontos Regulares (m) Chão escorregadio Corredeira perigosa Precipício Buraco Outros perigos A T13e01 S B T13e02a C T13e03 S D 3 T13e02b 2 T ,095 S N N N N N N N N N S T ,8 0,14 S N N N N N N N N N 1 T ,6 0,04 S N N N N N N N N N S E 1 2 T13e04 F T13e05 S T ,7 0,11 S N N N N N N N N N G T13e06 S 1 T ,2 0,2 S N N N N N N N N N S 2 T ,6 0,2 S N N N N N N N N N 3 1 T ,76 0,01 S N N N N N N N N N S

94 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO PICO DO PAPAGAIO Indicadores de Impactos Ambientais devido à Visitação Grau de Impacto do Visitante Identificação de Microssistemas e respectivos níveis de Impacto Grau de Manutenção do Atrativo

95 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO CACHOEIRA DA FEITICEIRA NBV (Número Balizador de Visitação) para Níveis de Necessidades por Visitantes (m2/pessoa ou m/pessoa) < que 4 m2/ pessoa NÍVEL 2 (4m2 /pessoa) NÍVEL 3 (6m2/ pessoa) NÍVEL 4 (10m2/ pessoa) NÍVEL 5 (15m2/ pessoa) NÍVEL 6 (20m2/ pessoa) NÍVEL 7 (25m2/ pessoa) NÍVEL 8 (30m2/ pessoa) NÍVEL 9 (40m2/ pessoa) NÍVEL 10 (50m2/ pessoa) NÍVEL 11 (60m2/ pessoa) NÍVEL 12 (70m2/ pessoa) NÍVEL 13 (80m2/ pessoa) NÍVEL 14 (90m2/ pessoa) NÍVEL 15 (100m2/ pessoa) FATORES LIMITANTES COM MANEJO NV = TO/TN NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa D = Disponibilidade Espaço a ser percorrido pela Trilha T2 5, Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo Comprimento da Trilha (m) COMPLEXO CACHOEIRA DA FEITICEIRA Permanência na Cahoeira 10,7 454 Área de Permanência Na Cachoeira: Área Inferior = 18 x 19 (m) - Área Superior: 8 x 14 (m) Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo Utilização de Contador nos 2 acessos 70% do Limite (850 pessoas/dia) Controle efetuado no início da Trilha Grupos de até 114 pessoas

96 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais TRILHA TAF - AQUEDUTO - CACHOEIRA DA FEITICEIRA Painel de Controle Sigla TAF Nome Equipe: A B MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA -TRILHA TRILHA AQUEDUTO FEITICEIRA EG / VPG / MJ MICROSISTEMAS Data/Hora INÍCIO Reconhecimento Data/Hora FIM Reconhecimento Data/Hora INÍCIO MONITORAMENTO Data/Hora FIM MONITORAMENTO Distância entre Pontos Regulares (m) DIGITAÇÃO CONFERIDA? 21/11/ :30 21/11/ :20 21/11/ :00 21/11/ : INDICADORES PERIGOS NÃO SINALIZADOS PONTOS FÍSICOS FAUNA SANEAM VANDALISMO C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y OK OBSERVAÇÕES CLAREIRAS TRILHAS NÃO OFICIAIS (Largura em m) Área (m 2 ) Nível Largura (m) Nível EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS Nível de impacto EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS OBSTRUÇÃO DA TRILHA Número de Pontos Fixos 10 INÍCIO Largura da trilha (m) Profundidade da trilha (m) Raízes Expostas Ausência de Serapilheira Antropização no comportamento da fauna Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas Pedra solta Chão escorregadio Corredeira perigosa Precipício Buraco Outros perigos A 1 X TAF.01 0,54 0,06 N N N N S N N S N N N N N N N N X TAF.02 1,1 0,05 N N N N N N N S N N N N N N N N X TAF.03 0,96 0,08 S N N N N S N S N N N N N N N N X TAF.04 1,87 0,07 N N N N N N N S N N N N N N N N X TAF.05 0,7 0,1 N S N N N S N N N N N N N N N N TAFe01a S B 0, TAFe01b S X TAF.06 1,4 0,1 N S N N S S N S N N N S N N N N X TAF.07 1,2 0,12 N N N N S N N N N N N N N N N N X TAF.08 1,2 0,05 N N N N N N N N N N N N N N N N X TAF.09 1,4 0,04 N N N N N N N N N N N N N N N N C 1 TAFe02 S D 3 X TAF.10 1,9 0,02 N S N N N N N N N N N N N N N N

97 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais TRILHA TPF - PRAIA - CACHOEIRA DA FEITICEIRA Painel de Controle Sigla Equipe: TPF A Nome B MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA -TRILHA TRILHA PRAIA FEITICEIRA (trecho que leva da praia até início da TF) EG / VPG / MJ MICROSISTEMAS Data/Hora INÍCIO Reconhecimento Data/Hora FIM Reconhecimento Data/Hora INÍCIO MONITORAMENTO Data/Hora FIM MONITORAMENTO Distância entre Pontos Regulares (m) DIGITAÇÃO CONFERIDA? 21/11/ :20 21/11/ :45 21/11/ :17 21/11/ : INDICADORES PERIGOS NÃO SINALIZADOS PONTOS FÍSICOS FAUNA SANEAM VANDALISMO C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y OK OBSERVAÇÕES CLAREIRAS TRILHAS NÃO OFICIAIS (Largura em m) Área (m 2 ) Nível Largura (m) Nível EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS Nível de impacto EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS OBSTRUÇÃO DA TRILHA Número de Pontos Fixos 10 INÍCIO Largura da trilha (m) Profundidade da trilha (m) Raízes Expostas Ausência de Serapilheira Antropização no comportamento da fauna Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas Pedra solta Chão escorregadio Corredeira perigosa Precipício Buraco Outros perigos A X TPF.01 1,2 0,12 N S N N N N N N N N N N N N N N B 2 TPFe01 C 2 TPFe02 D 1 2 X TPF.02 0,9 0,03 N N N N S N N S N N N S N S S S E X TPF.03 0,9 0,06 N S N N N S N S N N N N N N N S F 1 TPFe03 G X TPF.04 0,5 0,07 N N N N N N N S N N N N N N N N H 1 2 0,60 2 X TPF.05 0,7 0,1 N N N N N N N N N N N N N N N N I 2 X TPF.06 0,58 0,09 S N N N N N N N N N N N N N N N J 0,47 2 TPFe04 K TPFe05a L 1 TPFe05b TPFe06a M 0,80 3 X TPF.07 0,7 0,03 N S N N N N N N N N N S N N N N N 2 X TPF.08 1,1 0,01 N S N N N N N N N N N N N N N N O 2 TPFe06b P X TPF.09 1,2 0,12 N S N N N N N N N N N S N N N N Q 0,95 3 TPFe07 R 1 X TPF.10 0,09 0,01 N S N N S N N N N N N S N N N N

98 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais CACHOEIRA DA FEITICEIRA Painel de Controle Sigla TAF Nome Equipe: A B MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA -TRILHA TRILHA AQUEDUTO FEITICEIRA EG / VPG / MJ MICROSISTEMAS Data/Hora INÍCIO Reconhecimento Data/Hora FIM Reconhecimento Data/Hora INÍCIO MONITORAMENTO Data/Hora FIM MONITORAMENTO Distância entre Pontos Regulares (m) DIGITAÇÃO CONFERIDA? 21/11/ :30 21/11/ :20 21/11/ :00 21/11/ : INDICADORES PERIGOS NÃO SINALIZADOS PONTOS FÍSICOS FAUNA SANEAM VANDALISMO C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y OK OBSERVAÇÕES CLAREIRAS TRILHAS NÃO OFICIAIS (Largura em m) Área (m 2 ) Nível Largura (m) Nível EROSÕES PROBLEMAS DE DRENAGEM EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS Nível de impacto EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS OBSTRUÇÃO DA TRILHA Número de Pontos Fixos 10 INÍCIO Largura da trilha (m) Profundidade da trilha (m) Raízes Expostas Ausência de Serapilheira Antropização no comportamento da fauna Presença de animais domésticos Lixo Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores Inscrições em rochas Queimadas Pedra solta Chão escorregadio Corredeira perigosa Precipício Buraco Outros perigos A 1 X TAF.01 0,54 0,06 N N N N S N N S N N N N N N N N X TAF.02 1,1 0,05 N N N N N N N S N N N N N N N N X TAF.03 0,96 0,08 S N N N N S N S N N N N N N N N X TAF.04 1,87 0,07 N N N N N N N S N N N N N N N N X TAF.05 0,7 0,1 N S N N N S N N N N N N N N N N TAFe01a S B 0, TAFe01b S X TAF.06 1,4 0,1 N S N N S S N S N N N S N N N N X TAF.07 1,2 0,12 N N N N S N N N N N N N N N N N X TAF.08 1,2 0,05 N N N N N N N N N N N N N N N N X TAF.09 1,4 0,04 N N N N N N N N N N N N N N N N C 1 TAFe02 S D 3 X TAF.10 1,9 0,02 N S N N N N N N N N N N N N N N

99 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais COMPLEXO CACHOEIRA DA FEITICEIRA Indicadores de Impactos Ambientais devido à Visitação Grau de Impacto do Visitante Identificação de Microssistemas e respectivos níveis de Impacto Grau de Manutenção do Atrativo

100 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais PRAIA DO AVENTUREIRO E DEMO NBV (Número Balizador de Visitação) para Níveis de Necessidades por Visitantes (m2/pessoa ou m/pessoa) < que 4 m2/ pessoa NÍVEL 2 (4m2 /pessoa) NÍVEL 3 (6m2/ pessoa) NÍVEL 4 (10m2/ pessoa) NÍVEL 5 (15m2/ pessoa) NÍVEL 6 (20m2/ pessoa) NÍVEL 7 (25m2/ pessoa) NÍVEL 8 (30m2/ pessoa) NÍVEL 9 (40m2/ pessoa) NÍVEL 10 (50m2/ pessoa) NÍVEL 11 (60m2/ pessoa) NÍVEL 12 (70m2/ pessoa) NÍVEL 13 (80m2/ pessoa) NÍVEL 14 (90m2/ pessoa) NÍVEL 15 (100m2/ pessoa) FATORES LIMITANTES COM MANEJO NV = TO/TN NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa D = Disponibilidade PRAIA DO AVENTUREIRO Área da Praia Área de Repouso da Praia

101 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais PRAIA DO AVENTUREIRO E DEMO Painel de Controle Sigla da Praia: Equipe: OBSERVAÇÕES MONITORAMENTO DE IMPACTOS DA VISITAÇÃO - FICHA PADRONIZADA - PRAIA DEM + AV Nome da Praia: Demo e Aventureiro Eduardo Gouvea, Marcio Labruna, MDA, Milton Dines, SOM, VPG Área (m 2 ) A CLAREIRAS Nível MICROSISTEMAS Largura (m) B Trilhas não oficiais Nível Data/Hora INÍCIO Data/Hora FIM Reconhecimento Reconhecimento / 10: / 12:30 PONTOS Data/Hora INÍCIO MONITORAMENTO / 13:00 INDICADORES FAUNA SANEAM VANDALISMO Data/Hora FIM MONITORAMENTO Dist. Ptos Reg. (m) Digitação Conferida? OK / 16:30 80 m PÁG / PERIGOS NÃO SINALIZADOS D E F G H I J K L M N O P EQUIPAM. OU EDIFIC. DANIFICADAS EQUIPAM. OU EDIFIC. DETERIORADAS Nível de impacto Número de Pontos Fixos 11 INÍCIO Antropização no comportamento da fauna Presença de animais domésticos Lixo 0,60 1 0m DEM.01 N N S N N S N N N S N 80m DEM.02 N N S N N S N N N N N 0, m DEM.03 N N N N S S N N N N N 240m DEM.04 N N S N S N N N N N N Fezes / urina / papel higiênico Indícios de fogueira Vegetação danificada / Inscrições em árvores 320m DEM.05 N N S N N N N N N S N 400m AV.01 N N S N N N N N N S N 480m AV.02 N N S N S N N N N N N 560m AV.03 N N N N S S N N N N N 640m AV.04 N N N N S S N N N N N 720m AV.05 N N N N S S N N N S N 800m AV.06 N N N N N N N N N N N Inscrições em rochas Queimadas Praia perigosa Chão escorregadio Outros perigos

102 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais PRAIA DO AVENTUREIRO E DEMO Indicadores de Impactos Ambientais devido à Visitação Grau de Impacto do Visitante Identificação de Microssistemas e respectivos níveis de Impacto Grau de Manutenção do Atrativo

103 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais LAGOA AZUL NÍVEL 7 (25m2/ pessoa) NBV (Número Balizador de Visitação) para Níveis de Necessidades por Visitantes (m2/pessoa ou m/pessoa) NÍVEL 8 (30m2/ pessoa) NÍVEL 9 (40m2/ pessoa) NÍVEL 10 (50m2/ pessoa) NÍVEL 11 (60m2/ pessoa) NÍVEL 12 (70m2/ pessoa) NÍVEL 13 (80m2/ pessoa) NÍVEL 14 (90m2/ pessoa) NÍVEL 15 (100m2/ pessoa) FATORES LIMITANTES COM MANEJO NV = TO/TN NV = Número de vezes que um grupo ou uma pessoa D = Disponibilidade LAGOA AZUL (Costão + areia) Tempo disponível para visita + Área de cosão + Áreas de fundo arenoso raso 8, Área de cosão + Áreas de fundo arenoso raso Quantidade de Pessoas Simultaneamente no Atrativo

104 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais LAGOA AZUL MICROSSISTEMAS FAUNA SANEAM VAND. A B C D E F G H I J K PONTOS EQUIPAMENTOS DANIFICADOS EQUIPAMENTOS DETERIORADOS NÍVEIS ENTULHO Nº DE POITAS INÍCIO DESCRIÇÃO DOS PONTOS Antropização no comportamento da fauna Evidências de extação de material biológico Fundeios sobre rochas INDICADORES Lixo Manchas de óleo sobre a água Fezes / urina / papel higiênico Inscrições em rochas (parte emersa) LA01 Ponta Ilha Macacos (bromélia) N N N N N N N 3 LA02 Cacto/flamboyant S N S S N N N LA03 Mato seco/sombra N N S N N N N LA04 Enseada à esquerda da placa da casa N N N N N N N 2 LA05 Tenda de madeira N N N S N N N LA06 Ponta Ilha Comprida N N S S N N N LA07 Laje da Ilha Redonda N N N S N N N 1 LA08 Monte de pedras no meio do mar / muro de pedras atrás N N N S N N N 3 LA09 Desbarrancamento N N N S N N N 3 LA10 Árvore torta (na horizontal) N N N N N N N 2 LA11 Prainha S N N S S S N 1 LA12 Pedra lisa (rampa) S N N N N N N

105 Monitoramento e Controle da Visitação em Atrativos Naturais LAGOA AZUL Indicadores de Impactos Ambientais devido à Visitação Grau de Impacto do Visitante Identificação de Microssistemas e respectivos níveis de Impacto Grau de Manutenção do Atrativo

106 M&C da Visitação e Logística

107 Sistema de Monitoramento e Controle para Ilha Grande

108 Sistema de Monitoramento e Controle Visitação e Logística

109 Tipologia de Tarifação e Controle de Acesso de Visitantes

110 CONSTRUÇÃO DO SISTEMA DE ORDENAMENTO TURÍSTICO - 26 Cases analisados práticas de ordenamento turístico identificadas

111 CONSTRUÇÃO DO SISTEMA DE ORDENAMENTO TURÍSTICO Taxa de Preservação Ambiental; Capacidade de Carga; Tipologias de Acesso; Pontos de Informação e Controle; Centro de Visitantes Sistema Informatizado para o Controle de Visitantes; Voucher Único; Capacidade de Carga nos Atrativos; Envolvimento da Oferta no SOT;

112 A PROPOSTA FUNÇÕES E CONTROLE DO ACESSO DE VISITANTES Premissa: Sistema de Controle e Cobrança Integrada ao setor hoteleiro de Ilha Grande / Angra dos Reis - RJ Funções do Cartão de Controle de Visitantes Pré Cadastro e tarifação via Internet Cobrança e Controle Cadastro, Circulação e Consumo FUNÇÃO 1 Opcional FUNÇÃO 1 FUNÇÃO 2 Obrigatório Opcional Opção 1 Cadastro pelo Website Oficial Ilha Grande + Opção 2- Cadastro nos Totens disponíveis nos Cais (pré embarque) Opção 1- Bonificação da Tarifa de Retorno mediante DEVOLUÇÃO do Cartão, ou Opção 2 - Urnas para devolução dos cartões nas catracas Postos de Bonificação p/ devolução dos cartões Devolução do Cartão nos pontos: Cais da Ilha Cais do Continente Agências de turismo Ilha e Continente CREDENCIADAS (Sistema de Pontuação Premiada) Cadastro nos Totens ativa o cartão para a pontuação Leitores / Totens nos estabelecimentos Sorteio de Prêmios no modelo da Nota Fiscal Paulista

113 A PROPOSTA FUNÇÕES E CONTROLE DO ACESSO DE VISITANTES Premissa: Sistema de Controle e Cobrança Integrada ao setor hoteleiro de Ilha Grande / Angra dos Reis - RJ Pré Cadastro e tarifação via Internet Tarifação e Controle Cadastro, Circulação e Consumo FUNÇÃO 1 Opcional FUNÇÃO 2 FUNÇÃO 2 Obrigatório Opcional Opção 1 Cadastro pelo Website Oficial Ilha Grande + Opção 2- Cadastro nos Totens disponíveis nos Cais (pré embarque) Opção 1 - Compra do cartão de acesso nas agências / operadoras e pontos credenciados + Opção 2- Compra do cartão de acesso integrado ao Sistema de Reserva de Pousadas do Setor Hoteleiro (Sistema de Pontuação Premiada) Cadastro nos Totens ativa o cartão para a pontuação Leitores / Totens nos estabelecimentos Sorteio de Prêmios no modelo da Nota Fiscal Paulista

114 A PROPOSTA FUNÇÕES E CONTROLE DO ACESSO DE VISITANTES Premissa: Sistema de Controle e Cobrança Integrada ao setor hoteleiro de Ilha Grande / Angra dos Reis - RJ Funções do Cartão de Controle de Visitantes Pré Cadastro e tarifação via Internet FUNÇÃO 1 Opcional Tarifação e Controle FUNÇÃO 2 Obrigatório Cadastro, Circulação e Consumo FUNÇÃO 3 Opcional Opção 1 Cadastro pelo Website Oficial Ilha Grande + Opção 2- Cadastro nos Totens disponíveis nos Cais (pré embarque) Opção 1 - Compra do cartão de acesso nas agências / operadoras e pontos credenciados + Opção 2- Compra do cartão de acesso integrado ao Sistema de Reserva de Pousadas do Setor Hoteleiro (Sistema de Pontuação Premiada) Cadastro nos Totens ativa o cartão para a pontuação Leitores / Totens nos estabelecimentos para registro dos pontos Ranking para premiação dos Consumidores e Exposição de Marca para os Estabelecimentos

115 ÁREAS INICIAIS DE IMPLANTAÇÃO CONTINENTE 2 Ponto de embarque / desembarque na Ilha CENTRAL DE VISITAÇÃO E CONTROLE DE VISITANTES 4 Pontos de embarque / desembarque no Continente Fluxo máximo de pessoas considerado para a chegada em um mesmo momento na Ilha = ~3000 pessoas

116 Estação de Controle de Visitantes no Cais (Ilha / Continente) para o acesso à Ilha Grande Postos de Atendimento / Informação Painel de Visitação 8m Entrada / Saída Entrada / Saída Totem para emissão de cartões e cadastro dos visitantes T T T T T 5m Catraca de Acesso Portadores Necessidades Especiais Catraca de acesso Catraca de acesso Catraca de acesso Catraca de acesso Área de Espera Totem para emissão de cartões e cadastro dos visitantes Entrada / Saída Entrada / Saída

117 Controle de Acesso de Visitantes

118 VANTAGENS E DESAFIOS - Integração das Passagens Opções e Soluções X Relembrando: Opções com e sem integração ao Sistema de Transporte Aquaviário foram apresentadas na data de 13/11/2014 SEOBRAS [ + ] + Solução proposta: Pousada Ilha Grande + + SISTEMA INTEGRADO DE RESERVAS Integração do Sistema de Controle de Visitantes ao Sistema de Reservas do Setor Hoteleiro com Bilhetes de transportes adquiridos separadamente

119 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Sim Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o bloqueio e resgate das informações contidas no cartão em casos de perda Número de Autenticação para retirada do Cartão de Controle Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Não Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência Cartão de pontos não ativado - Utilização obrigatória durante a Permanência Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 consumidores contemplados mensalmente Resgate Informações Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não Visitante sem Cartão? Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Sim Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Visitan Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

120 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologias de Acesso Sim ILHA - ABRAÃO Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços CONTINENTE Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o bloqueio e resgate das informações contidas no cartão em casos de perda Não Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência Cartão de pontos não ativado - Utilização obrigatória durante a Permanência Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 consumidores contemplados mensalmente Resgate Informações Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não Visitante sem Cartão? Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Sim Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Visitan Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

121 NÃO HOSPEDADOS Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Entrada Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE HOSPEDADOS Acesso às Bilheterias para aquisição das passagens (Acesso Continente) Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha TIPO A TIPO B TIPO C Não Acesso à Ilha por meio de Transporte não TIPO D convencional (Transatlânticos, Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso HOSPEDADOS Validou instrumento de Controle? CAMPINGS Tipologias de Acesso VERANISTAS / OUTRAS FORMAS TOTAL HOSPEDADOS Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional DAY USER TOTAL GERAL Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Sim Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm HOSPEDADOS Cadastrou informações sobre o Visitante?* NÃO HOSPEDADOS Cadastro permite o bloqueio e resgate das informações contidas no cartão em casos de perda TIPO A Não TIPO B TIPO C TIPO D Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência CENÁRIO DE VISITAÇÃO 1 Alta temporada (Nov - Mar) 82% de Ocupação dos Leitos 40% ocupação 82% de ocupação Domicílios Particulares Permanentes não ocupados Passageiros Transatlânticos (90%), passeios e demais acessos que não pernoitam (2% do total) Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Apresenta Cartão e Cartão HOSPEDADOS de pontos 82% de Ocupação dos passagem Leitos de 31,49% 29,03% volta? Visitan não ativado - Utilização Tr CAMPINGS 40% ocupação Não obrigatória durante 15,69% 23,29% a Permanência VERANISTAS / 82% de ocupação Domicílios Particulares Visitante 32,60% 29,65% Adquire OUTRAS FORMAS Permanentes não ocupados Apresenta Sim Passagem de Pa Cartão? Volta TOTAL HOSPEDADOS Ranking TOP consumidores Não contemplados Passageiros Transatlânticos (90%), mensalmente DAY USER passeios e demais acessos que não Resgate Visitante sem 21,22% 18,02% Paga a Tarifa Informações pernoitam (2% do total) Sim Cartão? de Visitação TOTAL GERAL Sim CENÁRIO DE VISITAÇÃO 1 Alta temporada (Nov - Mar) 100% ocupação 100% de ocupação Domicílios Particulares Permanentes não ocupados Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Apresentação da passagem de volta na Embarcação** CENÁRIO DE VISITAÇÃO 2 Período de Pico (Reve e Car) 100% de Ocupação dos Leitos Passageiros Transatlânticos (90%), passeios e demais acessos que não pernoitam (2% do total) ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo Fontes: Plano de Marketing TURISANGRA / CENSO 2010 Disponível no Produto IV Ilha Grande Sustentável

122 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Entrada Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologias de Acesso Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Sim Software Web Integrado: Reservas Setor Hoteleiro + Sistema de Controle Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o bloqueio e resgate das informações contidas no cartão em casos de perda Não Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência Cartão de pontos não ativado - Utilização obrigatória durante a Permanência SCA Sistema de Controle de Acesso Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 consumidores contemplados mensalmente Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Catracas / Controle de Acesso Venda de Cartões Resgate de Controle: Visitante Estações sem Informações Cartão? de Controle / Operadoras Turísticas / ATMs / Internet Sim Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Visitan Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos Passagens adquiridas separadamente *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

123 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Entrada Cadastro Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologias de Acesso Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Sim Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o Permite o bloqueio bloqueio e resgate das e resgate informações da contidas Info em no caso cartão em casos de perda de perda Não Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência Cartão de pontos não ativado - Utilização obrigatória durante a Permanência Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 consumidores contemplados mensalmente Resgate Informações Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não Visitante sem Cartão? Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Sim Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Visitan Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

124 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Entrada Cadastro Circulação Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologias de Acesso Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Sim Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o Permite o bloqueio bloqueio e resgate das e resgate informações da contidas Info em no caso cartão em casos de perda de perda Não ATIVADO Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência NÃO ATIVADO Cartão de pontos não Xativado - Utilização obrigatória durante a Permanência Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 consumidores contemplados mensalmente Resgate Informações Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não Visitante sem Cartão? Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Sim Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Visitan Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

125 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de S Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologias de Acesso Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Sim Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o Permite o bloqueio bloqueio e resgate das e resgate informações da contidas Info em no caso cartão em casos de perda de perda Não ATIVADO Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência NÃO ATIVADO Cartão de pontos não Xativado - Utilização obrigatória durante a Permanência Acumulação de ACUMULAÇÃO pontos DE de PONTOS acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 PREMIAÇÃO consumidores contemplados TOP 10 mensalmente Resgate Informações Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não X Visitante sem Cartão? Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen Sim Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Visitan Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

126 Workflow Controle de Visitantes Ilha Grande Pré Cadastro e Tarifação (opcional) Pré Cadastro Tarifação Cobrança (passagens + tarifa acesso ou tarifa de acesso) Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle Saída Controle de S Entrada Cadastro Circulação Consumo Saída Pré cadastro Tótens antes do embarque ATM / TOTEM Pré cadastro via Website Ilha Grande Gera Protocolo de autenticação no Sistema WEBSITE Retirada do Cartão (Totem ou bilheteria) Pagamento da Tarifação de Entrada à Ilha Não Acesso às Acesso à Ilha Bilheterias por meio de para aquisição Transporte não das passagens convencional (Acesso (Transatlânticos, Continente) Passeios, Demais embarcações) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Validou instrumento de Controle? Tipologias de Acesso Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Sim Participa do Programa de Pontuação Premiada SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o Permite o bloqueio bloqueio e resgate das e resgate informações da contidas Info em no caso cartão em casos de perda de perda Não ATIVADO Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência NÃO ATIVADO Cartão de pontos não Xativado - Utilização obrigatória durante a Permanência Acumulação de ACUMULAÇÃO pontos DE de PONTOS acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Ranking TOP 10 PREMIAÇÃO consumidores contemplados TOP 10 mensalmente Resgate Informações Sim Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não X Visitante sem Cartão? Barqueiros fornecem a Inf coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamen CENÁRIO 2 Adquire Sim Passagem de Volta Sim Apresentação da passagem de volta na Embarcação** CENÁRIO 1 CENÁRIO 3 Visitan Paga a Tarifa de Visitação ** A apresentação da passagem de volta poderá 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no m deverão possuir leitores para debitar o valor da p 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no deverão ser apresentados nas embarcações e os desembarque no continente. Visitantes que não transporte deverão depositar os cartões nas catr Tr Tipologia 4 Moradores e demais isentos *** As urnas para depósito do cartão de contro Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. S depositado apenas na urna específica de acordo

127 tes Ilha Grande Tarifação ns + tarifa acesso ou rifa de acesso) Controle de Saída Controle de Entrada Cadastro Circulação Consumo Controle de Saída etirada do Cartão Totem ou ilheteria) Verificação de Acesso 1 Catracas de acesso Participa do Programa de Pontuação Premiada Cartão de pontos ativado - Utilização obrigatória durante a permanência Acumulação de pontos de acordo com o Consumo nos Ofertantes Credenciados Sim Barqueiros fornecem a Info coletada para o Sistema de M&C para recebimento do Pagamento Apresentação da passagem de volta na Embarcação** Controle Controle saída - Depósito nas urnas nos pontos de saída (baixa no sistema)*** gamento da arifação de trada à Ilha Não s Acesso à Ilha s por meio de ção Transporte não ns convencional (Transatlânticos, e) Passeios, Demais embarcações) Validou instrumento de Controle? Tipologia 1 Visitantes que utilizam o transporte convencional Tipologia 2 Visitantes que não utilizam o transporte convencional Tipologia 3 Fornecedores e Prestadores de Serviços Tipologia 4 Moradores e demais isentos Sim SIm Cadastrou informações sobre o Visitante?* Cadastro permite o bloqueio e resgate das informações contidas no cartão em casos de perda Não Cartão de pontos não ativado - Utilização obrigatória durante a Permanência CENÁRIO 1 CENÁRIO 2 Ranking TOP consumidores contemplados mensalmente CENÁRIO 3 Resgate Informações Apresenta Cartão e passagem de volta? Não Visitante Apresenta Cartão? Não Não X Visitante sem Cartão? Sim Sim Sim Adquire Passagem de Volta Paga a Tarifa de Visitação Visitantes que não utilizaram Visitantes que não utilizaram Sistema de o Sistema de Transporte Regular Transporte Regular Sai da Estrutura de M&C * A ativação do Cartão para Pontuação premiada não é obrigatória e é realizada pelo próprio visitante nos TOTENS do continente / Ilha e via WEB * A ativação do Cartão para Pontuação premiada não é obrigatória e é realizada pelo próprio visitante nos TOTENS do continente / Ilha e via WEB ** A apresentação da passagem de volta poderá ocorrer de duas formas: 1- Se a tarifa de visitação estiver contida no mesmo cartão, então as embarcações deverão possuir leitores para debitar o valor da passagem; ** Os bilhetes das passagens devem ser apresentados nas embarcações 2- Se a tarifa de visitação não estiver incluída no valor da passagem, então os bilhetes e deverão os cartões ser apresentados depositados nas nas embarcações catracas e os no cartões desembarque depositados no nas continente. catracas no Visitantes desembarque que no continente. não utilizam Visitantes as que linhas não convencionais utilizam as linhas convencionais de transporte de deverão transporte depositar deverão depositar cartões os cartões nas nas catracas da da Ilha Ilha no momento no momento da saída. da saída. *** As urnas para depósito do cartão de controle deverão ser compatíveis com as 4 Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. Sendo assim, cada cartão poderá ser *** depositado As urnas apenas na para urna depósito específica de do acordo cartão com a de sua Tipologia. controle devem ser compatíveis com as 4 Tipologias apresentadas na etapa Tarifação. Sendo assim, cada cartão poderá ser depositado apenas na urna específica de acordo com a sua Tipologia.

128 Programa de Pontuação Premiada

129 Programa de Pontuação Premiada Justificativa de implementação e objetivos do programa 82% É de responsabilidade da Coordenação do M&C da Experiência do Visitante atuar na criação e suporte da equipe que irá monitorar a experiência dos visitantes e os empresários aderidos ao programa de Pontuação; A implantação do programa na Ilha Grande deve ser feita por meio da implementação do sistema em estabelecimentos pilotos (âncoras); Fonte: Market Metrix Hospitality Index (MMHI) Os empreendimentos interessados devem estar operando de forma regular e não possuir nenhuma pendência junto aos órgãos responsáveis pelas atividades

130 Programa de Pontuação Premiada Justificativa de implementação e objetivos do programa 3. ACUMULAÇÃO DE PONTOS DE ACORDO COM O VOLUME DE COMPRAS REALIZADO NA ILHA 4. RANKING MENSAL DOS VISITANTES CADASTRADOS 2. COMPRA NOS ESTABELECIMENTOS CREDENCIADOS 5. ENTREGA DO PRÊMIO PARA OS TOP 10 CLASSIFICADOS (R$ 200,00) + COLETA DO FORMULÁRIO DE EXPERIÊNCIA DO VISITANTE 1. CADASTRO DAS INFORMAÇÕES DO VISITANTE NO SISTEMA 6. RETORNO À ILHA PARA CONSUMO DOS BENEFÍCIOS (POUSADAS E RESTAURANTES)

131 Programa de Pontuação Premiada Proposta de Valor Atores Visitantes Ofertantes Estrutura de M&C da Experiência do Visitante Economia local Poder público (Estado e município) Proposta de valor Consumo em empresas regulamentadas Possibilidade de descontos em visitas futuras Possibilidade de Feedback - Avaliação de Experiência Exposição de marca Conhecimento sobre o perfil do consumidor Fidelização dos clientes Informações qualitativas referentes aos Visitantes Cadastrados Fomento à economia Looping de consumo Regulamentação dos empreendedores Combate a atividade irregular Maior transparência sobre as transações Padronização das atividades Maior arrecadação Incentivo ao turismo A empresa participante do programa ganha pontos a cada compra realizada no estabelecimento > exposição no painel de M&C e nas demais mídias de divulgação do SOT A acumulação de pontos estimula o consumo e fideliza os visitantes O aumento das buscas por parte dos visitantes aos empreendimentos regulamentados

132 Integração do Setor Hoteleiro ao Sistema de Controle de Visitantes

133 Integração do Setor Hoteleiro Credenciamento de Âncoras Estabelecimentos Vitrine ; Integração do Sistema de Reserva dos Âncoras ao Sistema de Controle de Visitantes (considerando o período) Condicionamento da Reserva ao Sistema de Controle de Acesso Prevenção Overbooking; Pousadas não credenciadas (não integradas) podem adquirir tickets de acesso à Ilha (compra online) e fornecer os números de autenticação mediante confirmação da Reserva; Possibilidade de estabelecimento de cotas exclusivas para o Setor Hoteleiro (~30%); Visitantes em trânsito para outros atrativos devem comunicar o destino no momento da compra;

134 INTEROPERABILIDADE COM OUTROS SISTEMAS Curto prazo: Integração Hospedagens Intercambiabilidade de informações com O Sistema de Reservas de Hospedagens Longo prazo: Futuramente Sistema integrado com o transporte e demais setores da Oferta Turística ao Controle de Visitantes Integração com outros modais de acesso

135 BENCHMARK EMPRESA 1, DIGICON e FLEXY Exemplos de Soluções de Mercado Identificadas

136 FAQ Perguntas Frequentes sobre o Sistema de Controle de Visitantes

137 FAQ PERGUNTAS FREQUENTES REFERENTE AO SISTEMA DE CONTROLE DE VISITANTES E INTEGRAÇÃO COM A OFERTA Como o Sistema de Controle de Visitantes está associado ao Sistema de Reservas das Pousadas? R: Por meio de uma API (Application Programming Interface), de integração para sistemas externos, as pousadas integradas no Sistema lançam em tempo real as reservas no Sistema de Controle. Isso previne o Overbooking? R: Sim, uma vez que a atualização do Sistema conversa com o número total disponível para a data desejada. As pousadas que não estiverem integradas possuem a opção de realizar a compra via website (gerando os protocolos de autenticação para seus hóspedes) de acordo com o número de reservas recebidas no período. O que acontece com visitantes que não possuem o Cartão de Controle de Acesso? R: A etapa inicial do Sistema de Ordenamento Turístico exige a utilização do cartão para o acesso ao Abraão. Usuários que não apresentarem o cartão devem adquiri-los para chegar ou sair da Ilha (nos casos onde o visitante acessou a Ilha por outro Local) e passar pelo controle das catracas nas Estações de Controle de Visitantes.

138 FAQ PERGUNTAS FREQUENTES REFERENTE AO SISTEMA DE CONTROLE DE VISITANTES E INTEGRAÇÃO COM A OFERTA Quem gerencia os Recursos? R: Conforme descrito nos Modelos de Gestão de cada Manual de Monitoramento e Controle, cada uma das Estruturas de M&C submeterá para aprovação seu orçamento anual para o Board Decisório. Os recursos aprovados são gerenciados por cada Estrutura de M&C. Como os Recursos serão repassados? R: Os recursos oriundos da Taxa de Preservação ambiental são recolhidos ao Fundo Ilha Grande (Estadual) e repassados ao Board de acordo com o Orçamento Anual. O que acontece com embarcações que não atracam no Cais para burlar o Sistema de Controle e não passar pelas Estações de Controle de Visitantes? R: A fiscalização deve ser intensiva para disciplinar a atracação nos Cais principais e impedir a atracação irregular nas redondezas. Visitantes que chegam por Taxi Boat diretamente nas praias devem ser direcionados pelos responsáveis às Estações de Controle de Visitantes e adquirir o cartão de controle. Como e onde as Taxas de Preservação Ambiental serão recolhidas? R: Por meio da comercialização dos cartões de controle de visitantes, que poderão ser adquiridos nas Operadoras Turísticas, Estações de Controle de Visitantes, Reserva de Pousadas, Totens, Website Oficial (www.ilhagrandesustentavel.eco.br) e demais Pontos de Venda credenciados por meio de um Sistema Informatizado Único.

139 FAQ PERGUNTAS FREQUENTES REFERENTE AO SISTEMA DE CONTROLE DE VISITANTES E INTEGRAÇÃO COM A OFERTA Como um estabelecimento se credencia para a Venda dos Cartões de Controle de Acesso à Ilha? R: Os estabelecimentos deverão estar operando regularmente e formalizar um pedido à Coordenação da Estrutura de Monitoramento e Controle da Gestão Integrada via Website Oficial da Ilha Grande. As operadoras de turismo que já estão operando atualmente com a comercialização de passagens e passeios terão preferência no cadastramento. Como um estabelecimento se credencia para o Programa de Pontuação Premiada? R: Por meio de uma solicitação à Coordenação da Estrutura de M&C da Experiência do Visitante, também via Website Oficial. Inicialmente serão oferecidos 50 equipamentos para computar a pontuação para os estabelecimentos interessados. Os demais interessados deverão adquirir os equipamentos solicitando-os à Coordenação responsável pela Estrutura de M&C. Quais as vantagens para os Visitantes e Estabelecimentos Credenciados? R: Conforme descrito na Proposta de Valor, os benefícios serão destinados aos visitantes / consumidores, Estrutura de M&C e órgãos públicos responsáveis. Ex. Fidelização, Exposição de Marca, Regularização e Transparência das transações realizadas em Ilha Grande.

140 M&C da Experiência do Visitante

141 Sistema de Monitoramento e Controle Visitação e Logística

142 A Experiência do Visitante na Ilha Grande Experiência 1 Contato inicial com Ilha Grande Surgimento do interesse / Busca de informações Experiência 2 Experiência 3 Planejamento da Viagem Escolha de hospedagem, passeios, contato com os serviços Durante a viagem Experiência in loco, Vivenciando Ilha Grande Experiência 4 Pós-viagem Balanço da experiência, intenção de retorno, indicação do destino

143 Escopo de Avaliação da Experiência

144 Escopo de Avaliação da Experiência Serviços Turísticos Visitação Alimentação Hospedagem Atrativos Interação Agências e Operadoras de Turismo Transportes Serviços Públicos Sistema de Ordenamento Turístico e Visitação

145 Instrumentos de Avaliação da Experiência do Visitante M&C da Experiência do Visitante Questionário de Avaliação da Monitoramento de Mídias Sociais Experiência do Visitante

146 Instrumento 1: Questionário de Avaliação da Experiência MODALIDADE Física ou Via Web (DIGITAL) https://docs.google.com/forms/d/151owjsdykobvwt_dd2srm6 wbx0ptigse4nymxi9dpws/viewform APLICAÇÃO Agentes Monitoradores de Campo Visitantes Integração com: Pontuação Premiada Cadastro do Visitante

147 Instrumento 2: Monitoramento de Mídias Sociais Geração de relatório quinzenal; Direcionamento conforme o escopo de cada M&C. Agente Monitorador de Mídias Sociais Acompanhamento de postagens Identificação de dúvidas, críticas e sugestões Sinalização de reconhecimento Encaminhamento ao M&C específico Geração de conteúdo Agentes de Controle Acompanhamento junto aos M&Cs quanto ao status das ações; Feedback aos visitantes.

148 M&C da Experiência do Visitante Perfil do Visitante

149 M&C da Experiência do Visitante Experiência nos Serviços Turísticos Hospedagem Alimentação Agências e Operadoras Transportes

150 M&C da Experiência do Visitante Sistema de Ordenamento Turístico e Visitação Atrativos (Preservação, Infraestrutura, Segurança) Interação (Natureza, outros visitantes, população local) FUNCIONAMENTO DO SOT Atuação dos Agentes Cobrança de Taxa Serviços Públicos Essenciais

151 M&C da Experiência do Visitante Expectativa X Experiência Intenção de retorno

152 Painel de Controle Comunicação Por Sistema Individualizado Situação Ótima/Boa Situação Boa/Regular Situação Regular/Ruim

153 M&C Serviços Públicos Essenciais e Plano de Investimentos

154 Sistema de Monitoramento e Controle Visitação e Logística

155 M&C Serviços Públicos Essenciais Análise Atuais: 4 pontos de medição Periodicidade: mensal

156 M&C Serviços Públicos Essenciais - 15 pontos de medição Qualidade da água nos rios: - 10 pontos de medição Atividade náutica: Óleos e Graxas - 15 pontos de medição Balneabilidade: Coliformes fecais. - 5 pontos de medição Baía do Abraão: Coliformes fecais

157 Sistema de Monitoramento e Controle Visitação e Logística

158 M&C Gestão Integrada Modelo de Governança & Arranjo Institucional

159 Modelo de Governança M&C Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Toma as decisões estratégicas do Sistema de M&C da Visitação e garantir o funcionamento sustentável do SOT IG de acordo com as suas respectivas diretrizes. O nível Decisório é o nível mais elevado na hierarquia das Estruturas de M&C. É neste nível que são determinados os objetivos do SOT IG.... Tático (Câmara Setorial) Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo

160 Operacional Tático Arranjo Institucional para os Sistemas de M&C Estratégico (Board Decisório) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) STAKEHOLDERS Governo Federal Organizações Sociedade Civil Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C)... Tático (Câmara Setorial) Governo Estadual Governo Municipal Academia Turismo & Negócios Representação Comunitária Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo STAKEHOLDERS Coordenação de M&C Câmara Setorial de M&C Responsáveis pelas decisões que envolvem a gestão, rotinas e as ações operacionais do Monitoramento e Controle em Ilha Grande. Agentes de Monitoramento Agentes de Controle Encarregados de executar as tarefas e operações do Ordenamento Turístico em Ilha Grande. É composto pelos Agentes responsáveis pela realização de todas as ações que envolvem o Monitoramento e o Controle.

161 Arranjo Institucional Estruturas de M&C

162 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Impactos da Visitação em Atrativos Naturais ATRIBUIÇÕES / FUNÇÃO FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES / RESPONSABILIDADES Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Tático (Câmara Setorial) Suporte / Papel consultivo Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C)... Tático (Câmara Setorial) TÁTICO OPERACIONAL Coordenação do M&C - Gestor Executivo Câmara Setorial de M&C Agente de Monitoramento Agente de Controle M&C IMPACTOS AMBIENTA M&C Impactos Ambientais em Atrativos Naturais Garantir a missão do Monitoramento e Controle; Elaborar Plano de Ação do M&C, incluindo estimativa de recursos necessários para a execução do plano; Gerenciar o Plano de Ação, incluindo atualização constante de Painel de Controle do M&C. Oferecer suporte à Coordenação de M&C de forma consultiva. Monitorar atrativos naturais, para a avaliação de microssistemas e indicadores de impactos ambientais da visitação; Alimentar o Painel de Controle do M&C. Conduzir o manejo direto (Intervenções em Microssistemas) e indireto(impactos da Visitação) nos Atrativos Naturais. 1) Dec Monito 2) Des das tar identif 1) Sup Coorde ações 1) Com asincid 2) Ger dados 1) Com incidên correti 2) Rea direto Monito

163 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Impactos da Visitação em Atrativos Naturais STAKEHOLDERS Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C)... Tático (Câmara Setorial) Governo Federal Governo Estadual Governo Municipal Academia Organizações Sociedade Civil Turismo & Negócios Representação Comunitária Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo STAKEHOLDERS Coordenação de M&C PEIG + APA Tamoios Câmara Setorial de M&C SEC. MEIO AMBIENTE ANGRA ACADEMIA Organizações Sociedade Civil (ambientalista) Representantes Comunitários Agentes de Monitoramento PEIG + APA Tamoios ACADEMIA Organizações Sociedade Civil (ambientalista) Representantes Comunitários Agentes de Controle PEIG + APA Tamoios

164 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Visitação e Logística Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Tático (Câmara Setorial) Suporte / Papel consultivo Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C)... Tático (Câmara Setorial) TÁTICO OPERACIONAL FUNÇÃO Coordenação do M&C - Gestor Executivo Câmara Setorial de M&C Agente de Monitoramento Agente de Controle Agente Participativo ATRIBUIÇÕES / RESPONSABILIDADES M&C Visitação M&C e Logística VISITAÇÃO E LOGÍSTICA Garantir a missão do Monitoramento e Controle; Elaborar Plano de Ação do M&C, incluindo estimativa de recursos necessários para a execução do plano; Gerenciar o Plano de Ação, incluindo atualização constante de Painel de Controle do M&C. Oferecer suporte à Coordenação e Papel consultivo referente às ações de M&C. Orientar o visitante; Realizar o cadastro do visitante; Fornecer o instrumento de identificação para os Isentos (cartão); Verificar o NBV; Prestar contas sobre o número de visitantes. Orientar o visitante; Redirecionar o fluxo turístico; Bloquear o fluxo turístico; Realizar Rondas periódicas; Participar de forças-tarefa especiais nos períodos de alta temporada; Participar de ações integradas com iniciativas sinérgicas de M&C na Região de Ilha Grande. Orientar o visitante; Garantir as condições adequadas de funcionamento do Ponto de M&C; Realizar o cadastro do visitante; Verificar o NBV; ATRIBUIÇÕES / RESPONSABILIDADES Prestar contas (número de visitantes). A 1) Decisão sobre Monitoramento e 2) Designação da das tarefas de ac identificadas. 1) Fornece supor da Coordenação e ações referente 1) Comunica à Co incidências e com (NBV); 2) Recolhe inform na Ilha; 3) Permite a per as diretrizes esta da Visitação. 1) Comunica à Co incidências ident forças-tarefa e a 2) Possui autono e bloquear áreas as instruções for da Visitação. 1) Comunica à Co incidências e com (NBV); 2) Recolhe inform na Ilha; 3) Permite a per as diretrizes esta da Visitação.

165 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Visitação e Logística STAKEHOLDERS Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C)... Tático (Câmara Setorial) Governo Federal Governo Estadual Governo Municipal Academia Organizações Sociedade Civil Turismo & Negócios Representação Comunitária Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo STAKEHOLDERS Coordenação de M&C TURISANGRA Câmara Setorial de M&C Capitania dos Portos SETUR / TURISRIO TURISANGRA + SEC TUR Mangaratiba ACADEMIA Turismo & Negócios Representantes Agentes de Monitoramento PEIG + APA Tamoios (atrativos Naturais TURISANGRA + SEC TUR Mangaratiba Representantes Agentes de Controle TURISANGRA PEIG + APA + Tamoios (atrativos SEC TUR Naturais Mangaratiba Turismo & Negócios

166 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Experiência do Visitante Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C)... Tático (Câmara Setorial) FUNÇÃO FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES / ATRIBUIÇÕES / RESPONSABILIDADES M&C EXPERIÊNCIA DO VISITA M&C Experiência do Visitante Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo TÁTICO OPERACIONAL Coordenação do M&C - Gestor Executivo Câmara Setorial de M&C Agente de Monitoramento Agente de Controle Garantir a missão do Monitoramento e Controle; Elaborar Plano de Ação do M&C, incluindo estimativa de recursos necessários para a execução do plano; Gerenciar o Plano de Ação, incluindo atualização constante de Painel de Controle do M&C. Oferecer suporte à Coordenação de M&C de forma consultiva. Monitorara experiência do visitante e as mídias sociais envolvidas; Alimentar o Painel de Controle do M&C. Conduzir as ações entre as demais Estruturas de M&C envolvidas. 1) Deci Monito 2) Desi das tar identif 1) Supo Coorde ações r 1) Com asincid 2) Gera dos da 1) Com incidên encam 2) Enca e acom coletad

167 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Experiência do Visitante STAKEHOLDERS Estratégico (Board Decisório) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Governo Federal Organizações Sociedade Civil... Governo Estadual Turismo & Negócios Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Governo Municipal Academia Representação Comunitária Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo STAKEHOLDERS Coordenação de M&C PEIG TURISANGRA Câmara Setorial de M&C PEIG + APA Tamoios ACADEMIA Organização Sociedade Civil Turismo & Negócios Representação Comunitária Agentes de Monitoramento Ouvidoria Turística TURISANGRA Turismo & Negócios Representação Comunitária Agentes de Controle PEIG TURISANGRA

168 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Serviços Públicos Essenciais Estratégico (Board Decisório) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C)... Tático (Câmara Setorial) FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES / RESPONSABILIDADES Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) TÁTICO OPERACIONAL Coordenação do M&C - Gestor Executivo Câmara Setorial de M&C Agente de Monitoramento Agente de Controle M&C SERVIÇOS PÚBLICOS ESSE M&C Serviços Públicos Essenciais Garantir a missão do Monitoramento e Controle; Elaborar Plano de Ação do M&C, incluindo estimativa de recursos necessários para a execução do plano; Gerenciar o Plano de Ação, incluindo atualização constante de Painel de Controle do M&C. Oferecer suporte à Coordenação de M&C de forma consultiva. Monitorar a qualidade dos Serviços Públicos Essenciais (Referentes ao Esgotamento Sanitário e Capacidade Hídrica disponível) Alimentar o Painel de Controle do M&C. Acionar os órgãos responsáveis e as medidas Corretivas de acordo com os resultados obtidos no Monitoramento. 1) Dec Monit Ilha G 2) Des das ta identi 1) Sup Coord ações 1) Com as inc 2) Ger dos da 1) Com incidê encam 2) Enc e acio

169 Operacional Tático Arranjo Institucional M&C Serviços Públicos Essenciais STAKEHOLDERS Estratégico (Board Decisório) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Governo Federal Organizações Sociedade Civil... Governo Estadual Turismo & Negócios Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Governo Municipal Academia Representação Comunitária Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo STAKEHOLDERS Coordenação de M&C SAAE / Subprefeitura Ilha Grande - SMA/PMAR - Câmara Setorial de M&C INEA-SupBIG / INEA APA Tamoios SEC. MEIO AMBIENTE ANGRA CODIG & CONSIG Representação Comunitária Agentes de Monitoramento INEA/ SupBIG CODIG & CONSIG Agentes de Controle Secretaria de Obras

170 Operacional Tático Estratégico Arranjo Institucional M&C Gestão Integrada Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Board Decisório) Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Tático (Coordenação M&C)... Tático (Câmara Setorial) FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES / RESPONSABILIDADES M&C Gestão Integrada GESTÃO INTEGRADA Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo ESTRATÉGICO Nível Decisório do M&C Tomar decisões Estratégicas e determinar quais os objetivos estratégicos do Sistema de Ordenamento turístico. 1) Aprovação do Garantir a missão do SOT; TÁTICO Coordenação do M&C - Gestor Executivo Elaborar Plano de Ação do M&C e Integrar com os demais Planos de Ação, incluindo estimativa de recursos necessários para a execução do plano; Gerenciar o Plano de Ação de Todos os M&Cs, incluindo atualização constante de Painel de Controle do M&C. Gerenciar as Rot Turístico - Contr Recursos Câmara INTEGRADA de M&C Oferecer suporte à Coordenação de M&C de forma consultiva. Interferir na tom inconsistências n Plano de Ação OPERACIONAL Monitoramento Controle Gestão de Recursos aportados pelos stakeholders Gestão Financeira Operacional Gestão da Comunicação Gestão do Plano de Contingências Controladoria Intervenções nos M&CS Execução do Plano de Contingência Alocação de recu das Estruturas d Fiscalização da u de M&C. Intervenções rea obtidos no Mon emergenciais

171 Operacional Tático Estratégico Arranjo Institucional M&C Gestão Integrada Estratégico (Board Decisório) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Governo Federal Governo Estadual Organizações Sociedade Civil Turismo & Negócios Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Operacional (Agentes de M&C)... Tático (Câmara Setorial) Governo Municipal Academia STAKEHOLDERS Representação Comunitária Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo Board Decisório Sec. de Turismo/ TurisRIO Sec. do Meio Ambiente/ INEA (com voto de qualidade) Sec. de Turismo TurisAngra Repres. Prefeitura Na etapa inicial de implantação representantes do Abraão 1 Rep. Organizações Sociedade Civil 2 Rep. Trade 1 Rep. Comunitário Coordenação de M&C Definidos pelo Board Decisório Câmara Integrada de M&C Composta por 1 membro de cada Câmara Setorial (5 representantes) Considerar como sexto membro: Prefeitura de Mangaratiba (Secretaria de Turismo) Agentes de Monitoramento Definidos pela Coordenação de M&C Agentes de Controle

172 Arranjo Institucional Considerações Finais Foram citados ao longo da discussão outros atores com potencialidade para atuar em Câmaras Setoriais no modelo de governança das Estruturas de Monitoramento e Controle, sendo eles: Governo Federal ICMBIO, IBAMA. Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Polícia Militar. Subprefeitura da Ilha Grande, com expectativa que a mesma seja alterada para Superintendência. Secretaria de Atividades Econômica e da Fazenda Associação de guias Associação de barqueiros AMPLA

173 M&C da Gestão Integrada Custos da Implementação e Operação do Sistema de Ordenamento Turístico

174 Custos da Implementação do SOT Custo Total Implementação R$ R$ ,00; 22% R$ ,00; 1% R$ ,00; 9% R$ ,61; 68% Custos de Implementação do SOT (por Estrutura de M&C) M&C IMPACTOS AMBIENTAIS DA VISITAÇÃO EM ATRATIVOS NATURAIS M&C VISITAÇÃO E LOGÍSTICA M&C SERVIÇOS ESSENCIAIS M&C GERENCIAMENTO INTEGRADO

175 Custos da Implementação do SOT R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ 0,00 Custos de Implantação do Sistema de Ordenamento Turístico (por rubrica) M&C IMPACTOS AMBIENTAIS DA VISITAÇÃO EM ATRATIVOS NATURAIS M&C VISITAÇÃO E LOGÍSTICA M&C SERVIÇOS ESSENCIAIS M&C GERENCIAMENTO INTEGRADO Custo Total Implementação R$ RECURSOS HUMANOS TOTAL TI - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TOTAL INFRAESTRUTURA EQUIPAMENTOS SERVIÇOS TOTAL MATERIAIS TOTAL

176 Custos de Operação do Sistema de Ordenamento Turístico R$ ,00; 5,07% Custos de Operação do Sistema de Ordenamento Turístico (por Estrutura de M&C) Custo Total Operação Ano 1 R$ ,08 R$ ,00; 17,13% R$ ,00; 20,80% R$ ,91; 57,00% M&C IMPACTOS AMBIENTAIS DA VISITAÇÃO EM ATRATIVOS NATURAIS M&C VISITAÇÃO E LOGÍSTICA M&C SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS M&C GERENCIAMENTO INTEGRADO

177 Custos de Operação do Sistema de Ordenamento Turístico R$ ,00 R$ ,00 Custos de Operação do Sistema de Ordenamento Turístico (por rubrica) Custo Total Operação Ano 1 R$ ,08 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ 0,00 M&C IMPACTOS AMBIENTAIS DA VISITAÇÃO EM ATRATIVOS NATURAIS M&C VISITAÇÃO E LOGÍSTICA M&C SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS M&C GERENCIAMENTO INTEGRADO RECURSOS HUMANOS TOTAL TI - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TOTAL INFRAESTRUTURA EQUIPAMENTOS SERVIÇOS TOTAL MATERIAIS TOTAL

178 Visão de Futuro Plataforma de Negócios Sustentáveis

179 Sistema Integrado de M&C

180 Conceito Plataforma de Negócios Sustentáveis para IG M&C Demanda Público 1 Público 2 Público 3 M&C Experiência do Visitante Público n Informação Visitação Bloqueio / Redirecionamento M&C Gestão Integrada M&C Visitação e Logística S01 S02 S03 Sn M&C Oferta Turística M&C Impactos Ambientais em Atrativos T01 T02 S01 T03 Tn S02 S03 Sn M&C Serviços Públicos Essenciais S01 S02 S03 Sn

181 Modelo de Governança Por que escolher a Plataforma de Negócios Sustentáveis? Estratégico (Board Decisório) Estratégico (Câmara Integrada de M&C) Board Específico Decisório Órgãos Públicos Responsáveis pela Administração Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C) Tático (Câmara Setorial) Tático (Coordenação M&C)... Tático (Câmara Setorial) Broker articulador apoiado pelo Board e Câmaras Setoriais de M&C Órgãos Públicos Responsáveis pela Administração + Câmaras Setoriais de M&C Operacional (Agentes de M&C) Decisões e Recursos Informações Suporte / Papel consultivo Operacional (Agentes de M&C) Operacional (Agentes de M&C) Broker + Atores da Rede Órgãos Públicos, Prestadores de Serviços, Parceiros e Voluntários

182 Modelo de Gestão Por que escolher a Plataforma de Negócios Sustentáveis? GESTÃO DE RECURSOS Mecanismos e informações para alocação de recursos que visam garantir as operações de monitoramento e controle. Captação Voucher Eletrônico da Plataforma de Negócios Sustentáveis para o gerenciamento e distribuição dos recursos (Participação no resultado) Baseada na Tarifação do Usuário Distribuição Broker com apoio dos Órgãos Responsáveis, parceiros e empreendimentos integrados Valores arrecadados são repassados automaticamente a cada parceiro - Sistema de Gestão Integrada à PNS Fundo para Gerenciamento Financeiro Valores arrecadados revertidos para melhorias no Sistema, IG e Ucs. Definidos pelo Board conforme o planos de aplicação propostos pelo Broker e Câmaras Setoriais Fornecidos pelos Órgãos Públicos envolvidos, Comitês de M&C e voluntários Fundo para gerenciamento financeiro e econômico Valores arrecadados revertidos para melhorias no Sistema, IG e UCs Definido nos Níveis Tático e Decisório

183 Modelo de Operação Por que escolher a Plataforma de Negócios Sustentáveis? MONITORAMENTO Todas as ações que incluem a realização de medições, seguidas pelo processamento dos dados específicos, visando gerar informações para a tomada de decisão. Cadastro Atenção S01 Alerta S02 Atenção S11 OK S13 Classificação Informações síncronas Atualizações periódicas OK S08 OK S05 Ações Específicas de Monitoramento PAINEL DE GESTÃO E COMUNICAÇÃO Informações assíncronas - Informações just in time para a Gestão Integrada: - M&C Impactos da visitação em atrativos - M&C da Visitação e Logística - M&C da Experiência do Visitante - M&C da Oferta - M&C da Demanda - M&C Serviços Públicos Essenciais

184 Modelo de Operação Por que escolher a Plataforma de Negócios Sustentáveis? CONTROLE Todas as ações que envolvem o processo de compreensão e interpretação dos dados processados de modo a obter insumos para o embasamento da tomada de decisão e implementação efetiva de intervenções, quando aplicável. Inclui também todas as ações de planejamento e garantia de recursos necessários para as ações de monitoramento e intervenção. Ações Específicas de Controle Análise de Informações / Tomada de decisão Sistema identifica as situações de tomada de decisão sinalizando-as por meio de "alarmes digitais - Maior controle sobre a oferta (mecanismos de integração à PNS) - Possibilidade de controlar as áreas sensíveis com informação em tempo real Ponderação das ações disponíveis e escolha da melhor opção com base nas informações de M&C - Gestor / Responsável (realizada de forma manual) Análise das Informações realizada por agente humano suportado Sistemas de Informação Integrados Processo de Análise das Informações realizada integralmente por agente humano

185 Modelo de Operação Por que escolher a Plataforma de Negócios Sustentáveis? DISSEMINAÇÃO DAS INFORMAÇÕES Comunicar / Compartilhar / Divulgar os resultados das operações M&C para a cadeia de valor, visando a visibilidade das ações que integram os players. O armazenamento está associado à garantia de recuperação destes resultados. Disseminação para usuários Portal com dados e relatórios analíticos integrados (disponibilização em tempo real) Websites (parcerias e integração) e redes sociais Caracterização dos Atrativos / Sistemas Regionais (S01 a S15) e Disseminação para órgãos responsáveis / proponentes serviço turístico Regulamentações de uso, operação de M&C e resultados Sistema de Indução da Demanda de acordo com a Oferta (Central do Visitante Física e Virtual)

186 Modelo de Operação Por que escolher a Plataforma de Negócios Sustentáveis? AÇÕES PREVENTIVAS, CORRETIVAS E DE MELHORIA Realização de ações de manejo e intervenção (corretivas, preventivas e melhorias) visando evitar ou mitigar impactos da visitação de modo a garantir a qualidade do ambiente e da visitação. Ações preventivas, corretivas e de melhoria resultantes das informações recebidas da Análise de Informações Preventivas Corretivas Melhorias Checagem da Operação de M&C por meio de Sistema de Informação Checagem da Operação de M&C por meio de Checklist

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