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4 Ficha técnica Caderno de Orientações ao Dirigente Municipal de Educação fundamentos, políticas e práticas Agenda dos Cem Primeiros Dias Realização: Undime Apoio institucional: Fundação Itaú Social Apoio: Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Ministério da Educação - Governo Federal Dezembro de 2008 Conteúdo Daisy Vasconcelos Paulo Roberto Roma Buzar Raimundo Nonato Palhano Silva Raimundo Moacir Mendes Feitosa Revisão Justina Iva de Araújo Silva Vivian Ka Fuhr Melcop - DF 8126JP Montagem David Telles - CE 01644JP Arte e diagramação Manoel Teixeira de Souza Filho Helena Lamenza - logomarca da Missão do Dirigente Municipal de Educação Tiragem exemplares caderno_para_cd.indd 2 5/3/ :46:44

5 Expediente Diretoria executiva 2007/ 2009 Presidenta: Justina Iva de Araújo Silva - DME de Natal/ RN Vice-presidenta: Suely Duque Rodarte - DME de Carmo da Cachoeira/ MG Secretário de articulação: Carlos Eduardo Sanches - DME de Castro/PR Suplente: Washinghton Luís de Sousa Bonfim - DME de Teresina/ PI Secretária de coordenação técnica: Maria de Nazaré Salles de Sucupira Monteiro - DME de Amapá/ AP Suplente: Agda Magali de Queiróz - DME de Brasil Novo / PA Secretária de comunicação: Maria Cecília Amendola da Motta DME de Campo Grande/MS Secretário de finanças: Flávio Romero Guimarães - DME de Campina Grande/ PB Secretária de assuntos jurídicos: Jardeni de Azevedo Francisco Jadel DME de Casimiro de Abreu/ RJ Suplente: Isaías Tadeu Alves de Macedo - DME de Ituiutaba / MG Presidenta Região Centro-Oeste: Lúcia Schuster - DME de Água Boa/ MT Suplente: Manuelina Martins da Silva Arantes Cabral - DME de Costa Rica / MS Presidenta Região Nordeste: Maria Luiza Martins Aléssio - DME de Recife/ PE Suplente: Flávio de Araújo Barbosa - DME de São Gonçalo do Amarante/ CE Presidente Região Norte: Moacir Fecury Ferreira da Silva DME de Rio Branco/ AC Suplente: Raimunda Lucineide Gonçalves Pinheiro - DME de Santarém / PA Presidente Região Sudeste: José Aparecido Duran Neto DME de Votuporanga/ SP Suplente: Célia Maria Vilela Tavares - DME de Cariacica / ES Presidenta Região Sul: Magela Lingner Formiga - DME de Esteio/ RS Suplente: Marcos Aurélio Schemberger - DME de Campina Grande do Sul / PR caderno_para_cd.indd 3 5/3/ :46:45

6 Secretaria executiva Secretária executiva: Vivian Ka Fuhr Melcop Secretária administrativa: Luciane Guimarães de Oliveira Assessoria administrativa: Celza Chaves, Fátima Soares, José Nilson de Melo Assessoria de comunicação social: Nana Cunha, David Telles SCS - Q. 6 - Bloco A - Ed. Carioca - salas 611/ 613 CEP Brasília/ DF Telefone: Fax: caderno_para_cd.indd 4 5/3/ :46:45

7 Apresentação Trabalhar em prol da educação brasileira envolve muito esforço e compromisso de todos os segmentos sociais. A dívida social dos governos e da própria sociedade com a alfabetização de nossas crianças é histórica e, justamente por isso, precisa de personagens que atuem com responsabilidade e dedicação. Muitos avanços ocorreram nos últimos dez anos e é cada vez mais necessária a união entre governos federal, estaduais e municipais e movimentos na conquista de mais melhorias sociais. Oportunidades de acesso e qualidade de ensino e aprendizagem são as principais bandeiras da Undime, que atua há 23 anos na defesa da educação pública, apoiando municípios a implementar programas e projetos de políticas educacionais. O caderno Orientações ao Dirigente Municipal de Educação fundamentos, políticas e práticas e seu anexo Agenda dos Cem Primeiros Dias são publicações da Undime, com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância - Unicef e do Ministério da Educação. Traduzem o sentimento da instituição pela qualidade e visa, principalmente, possibilitar a continuidade de iniciativas bem sucedidas de gestões anteriores, transpondo barreiras políticas e ideológicas. Com esses materiais, a Undime espera contribuir para que o gestor público compreenda a importância de sua missão e saiba como atuar frente aos desafios do trabalho de uma Secretaria. O Caderno foi elaborado por especialistas e outros Dirigentes de Educação, que sabem, na prática, como funcionam as legislações, as prestações de contas e o gerenciamento da educação nos municípios, visando ao atendimento dos direitos das crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Leia e consulte o Caderno e a Agenda sempre que necessário e os considere como uma ferramenta de trabalho. Boa sorte, boa leitura e conte com a Undime! Justina Iva de Araújo Silva Dirigente Municipal de Educação do Natal/ RN Presidenta da Undime caderno_para_cd.indd 5 5/3/ :46:45

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9 Sumário Introdução A Undime e o seu papel estratégico Uma trajetória pela educação municipal Novos desafios A missão do Dirigente Municipal de Educação Planejamento da educação no município Significado e importância do planejamento para a política educacional Instrumentos de apoio ao planejamento da educação municipal Plano Nacional de Educação PNE Plano Municipal de Educação PME Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Compromisso Todos pela Educação Plano de Ações Articuladas PAR Planejamento Estratégico da Secretaria PES Levantamento da Situação Escolar LSE Microplanejamento Educacional Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Fundeb Metodologia de cálculo do per capita aluno Planejamento da gestão do Fundeb Aplicação dos 60% do Fundeb Aplicação dos 40% do Fundeb Controle Social do Fundeb Lei de Responsabilidade Fiscal LRF Plano Plurianual PPA Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO Lei Orçamentária Anual LOA Sistemas de monitoramento e avaliação Gestão municipal da educação com qualidade social Construção da Gestão Democrática caderno_para_cd.indd 7 5/3/ :46:45

10 Construção do Sistema Municipal de Ensino Áreas de Competências das Secretarias de Educação Gestão político-institucional Gestão administrativa e organizacional Relevância do fortalecimento institucional Competências da gestão administrativo-organizacional Organização, estrutura e funcionamento do Sistema Municipal de Ensino Regularização de escolas da rede municipal Plano de Carreira e Remuneração Piso Salarial Nacional e os PCR Controle interno e externo Gestão orçamentária e financeira Sobre o financiamento da educação Fontes de recursos da educação Gestão orçamentária da educação Prestação de Contas Siope Siconv Gestão da informação Incorporação da informação como ferramenta da gestão com qualidade social Simec Educacenso Indicadores de desempenho da gestão educacional Núcleos de estatísticas educacionais Gestão pedagógica Projeto político pedagógico municipal Competências pedagógicas do órgão gestor municipal Principais dimensões da gestão pedagógica Desenvolvimento pedagógico de modalidades de educação Desenvolvimento pedagógico e avaliação Gestão participativa Busca contínua do desenvolvimento da gestão educacional caderno_para_cd.indd 8 5/3/ :46:45

11 Governança Regime de Colaboração entre os entes federados Relacionamento com as associações de Prefeitos Parcerias com o Terceiro Setor e os Movimentos Sociais Terceiro Setor Movimentos Sociais Conselhos da área educacional Conselho Nacional de Educação CNE Conselhos Estaduais de Educação CEEs Conselho Municipal de Educação CME Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb Conselho de Alimentação Escolar Conselhos Escolares Conselho Tutelar Outros Conselhos da área social Nacionais Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - Conanda Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência Conade Municipais Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Comde Conselho Municipal de Assistência Social CMAS Conselho Municipal de Saúde CMS Protagonismo juvenil Articulação escola-comunidade Conferência Municipal de Educação caderno_para_cd.indd 9 5/3/ :46:45

12 Políticas e programas para a educação básica municipal Transferências voluntárias/ FNDE Brasil Alfabetizado Caminho da Escola Pró-Infância - Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil Programas via PAR Transferências automáticas/ FNDE Biblioteca na Escola - PNBE Livros didáticos Programa Nacional de Alimentação Escolar Programa Dinheiro Direto na Escola PDDE Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar PNATE Avaliação, formação docente e incentivo à aprendizagem Prova Brasil Provinha Brasil Olimpíada Brasileira de Matemática das escolas públicas Olimpíada Brasileira da Língua Portuguesa TV Escola Rede Interativa Virtual de Educação Rived Portal do Professor Programas Intersetoriais Bolsa Família Saúde na Escola Olhar Brasil Programa Benefício de Prestação Continuada - BPC na Escola Projovem Entidades educacionais e redes Referências Bibliográficas caderno_para_cd.indd 10 5/3/ :46:45

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15 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - fundamentos, políticas e práticas Orientações ao Dirigente Municipal de Educação fundamentos, políticas e práticas Introdução A educação tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o trabalho, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana 1. O documento Orientações para o Dirigente Municipal de Educação fundamentos, políticas e práticas oferece subsídios para a implementação e execução de políticas e programas educacionais no âmbito municipal. Em cada uma de suas seis seções propicia reflexões, pistas e orientações conduzindo a um planejamento e gestão globais da política educacional, capazes de contribuir para o enfrentamento dos antigos e novos desafios postos aos sistemas e redes públicas municipais de ensino do Brasil. Espera-se, desse modo, que seja utilizado como um instrumento prático e de apoio pelos Dirigentes Municipais de Educação - DME de todo o país. O trabalho discute o papel estratégico da Undime, destacando a sua função organizadora e mobilizadora, além de outros temas de igual relevância para a defesa e valorização dos interesses da educação municipal. Aborda a missão do DME no atual contexto nacional, regional e local, destacando a realidade e perspectivas do cargo nos contextos histórico e social recentes. Contém um conjunto de orientações e informações básicas para o desenvolvimento educacional no município, procurando, de uma maneira sintética e objetiva, explicitar os conteúdos das principais políticas educacionais e instrumentos de planejamento em vigor no Brasil, seguido de cuidados e precauções que devem ser observados em sua execução. A Undime utiliza o termo Dirigente ao invés de Secretário de Educação visando demonstrar o seu entendimento quanto à importância do cargo. O responsável pela educação no município não deve ser apenas um executor das políticas de governo, mas, sim, deve assumir seu papel mobilizador na construção de políticas de Estado no âmbito municipal. 1 - Artigo 205 da Constituição Federal - CF de 1988 e artigo 2º da Lei 9394/ Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB. caderno_para_cd.indd 13 5/3/ :46:45

16 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - fundamentos, políticas e práticas Enumera várias medidas da política educacional e linhas de ação que poderão contribuir para ampliar o desempenho do sistema educacional em uma perspectiva de rede 2, fazendo com que a educação municipal possa contribuir para a construção de uma sociedade mais participativa e democrática. Enfoca o papel da governança, envolvendo as articulações interinstitucionais, com destaque para o significado do chamado Regime de Colaboração, determinado na legislação básica para a área da educação. Além do disposto na LDB, aborda questões a respeito da colaboração com as associações de Prefeitos e sua importância para a Undime e para a política de educação no município, referentes às parcerias com a sociedade civil e com os movimentos sociais e seus benefícios para uma gestão pública da educação com qualidade social. Políticas e programas nacionais voltados à melhoria da qualidade da educação básica municipal estão relacionados, assim como um grupo nacional de instituições, redes, entidades e movimentos da área educacional. 2 - O sentido de rede, neste caso, refere-se ao conceito explicitado na pesquisa publicada em 2008 pelo Unicef e pela Undime, Redes de Aprendizagem Boas práticas de municípios que garantem o direito de aprender, disponível na página do Unicef: 14 caderno_para_cd.indd 14 5/3/ :46:46

17 A Undime e o seu papel estratégico caderno_para_cd.indd 15 5/3/ :46:46

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19 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - A Undime e o seu papel estratégico Uma trajetória pela educação municipal A Undime surge em 1986, no interior do processo de redemocratização do país, inserindo-se nos movimentos sociais que se constituíram em defesa da universalização da educação básica de qualidade social e na construção de um mundo socialmente justo. Desde as origens, seus compromissos éticos mobilizam ações que propiciam a formação de Dirigentes Municipais de Educação, fortalecem a autonomia dos municípios na gestão das políticas educacionais e buscam assegurar o atendimento escolar sob a ótica do direito. Edla de Araújo Lira Soares presidenta fundadora da Undime em 1986/ 87 e em 1995/ 96 A Undime é uma associação civil, sem fins lucrativos, dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, com sede em Brasília. Criada durante o 1º. Encontro Nacional dos Dirigentes Metropolitanos de Educação, em março de 1986, em Recife, a Undime realizou, neste ano, o 1º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação com o tema Os Rumos da Educação Municipal. Nesta ocasião formalizou-se sua criação, com a finalidade de organizar todos os DME do país. A Undime respeita e representa a diversidade do país. Nesse sentido, visando sua consolidação e seu fortalecimento institucional, adota as seguintes estratégias político-administrativas: a) manter-se em nível suprapartidário; b) lutar pela defesa da educação pública com qualidade social para todos e como direito público subjetivo; c) intensificar a articulação e o diálogo com os setores governamentais e não-governamentais; d) organizar os DME propiciando recursos políticos, técnicos e de formação profissional para o exercício dos seus cargos; e) coletar, produzir e divulgar informações relativas a ética, cultura de paz, cidadania, direitos humanos, democracia, educação, a tir de um planejamento integrado e participativo. 17 caderno_para_cd.indd 17 5/3/ :46:46

20 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - A Undime e o seu papel estratégico Assim, suas deliberações são tomadas por meio de suas instâncias: Fórum Nacional, realizado ordinariamente a cada dois anos; Conselho Nacional de Representantes CNR, formado por 104 DME, quatro Dirigentes eleitos em cada um dos Fóruns Estaduais; diretoria executiva, doze membros titulares e Conselho Fiscal, três membros titulares. Em ambos os casos a eleição ocorre nos Fóruns Nacionais Ordinários. Cabe à diretoria executiva concretizar as deliberações dos fóruns. Por meio de sua direção e de seu CNR, a Undime cumpre o papel não só de elaborar e propor políticas, mas de trabalhar no sentido de construir consensos e, também, de interagir com organizações afins para assegurar os direitos dos alunos e de suas famílias. Nenhuma posição que interfira na gestão municipal deve ser tomada sem considerar o debate feito de forma democrática, coletiva e consensual. 3 - O Art. 13 do estatuto da Undime e seu parágrafo único dispõem que A entidade se organizará em todas as unidades federadas por meio de seccionais estaduais. Parágrafo único Às seccionais da Undime é facultada a organização de microrregiões em número exigido pelas demandas. Em cada Estado, os Dirigentes se organizam em seccionais 3 da Undime, que podem se dividir em microrregionais para intensificar a comunicação e acelerar processos de mobilização. Além de organizar os Dirigentes, a Undime e suas seccionais têm como objetivos propor mecanismos para assegurar, prioritariamente, a educação básica em uma perspectiva municipalista, buscando a universalização do atendimento, o ensino de qualidade; propiciar capacitação, visando avanços na construção de uma educação democrática, inclusiva, competente, cidadã e participativa; entre outros. Os seus principais produtos e serviços estão ligados à participação nas formulações de políticas educacionais nacionais, estaduais e municipais e correspondentes acompanhamentos e monitoramentos; articulação e coordenação dos interesses comuns das Secretarias Municipais de Educação; ações ligadas à política de formação dos dirigentes educacionais; prestação de assessoramentos técnicos; realização de Fóruns, seminários, congressos e afins, além de articulações com órgãos da sociedade civil e dos movimentos sociais organizados. Sua secretaria executiva nacional está sediada em Brasília e seu funcionamento é essencial para garantir a organização e a execução de políticas e de planos de trabalho comuns. O principal instrumento de mobilização é o Portal da Undime, criado em fevereiro de Nele são divulgadas notícias educacionais, parcerias, prêmios e é prestada assessoria gratuita por meio do fale conosco. Semanalmente é publicado o boletim eletrônico Em pauta, encaminhado aos Dirigentes cadastrados. 18 caderno_para_cd.indd 18 5/3/ :46:46

21 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - A Undime e o seu papel estratégico A Revista Educação Municipal é outro instrumento de informação da Undime, que visa desta vez, ampliar a discussão da educação pública com toda a sociedade. O projeto teve inicio em 1988 e, desde então, a Revista é um espaço para divulgação de trabalhos e artigos científicos de especialistas em educação. Em seus 20 anos, a Revista Educação Municipal acompanhou as transformações da sociedade, e é claro, de alunos e professores da rede pública e privada. Como um produto da Undime, é espaço e testemunha de inúmeros esforços, individuais e coletivos, na construção de políticas que promovam a cidadania por meio da educação. Em 2008, a Revista sofreu uma grande reformulação para acompanhar o dinamismo contemporâneo, suas diversidades e pluraridades de mídias. Artigos de especialistas e da Undime, entrevistas com grandes personalidades educacionais, agenda de eventos e prazos para adesão em programas e projetos do Governo, foram as principais inovações da Revista. Novos desafios A Undime conseguiu evoluir de maneira expressiva, conquistando reconhecimento público e visibilidade social. Tais conquistas foram obtidas graças ao trabalho de um grupo de profissionais, de sua equipe própria e de instituições parceiras, todos compromissados com o desenvolvimento social, com a expansão dos direitos de cidadania, em particular das crianças, dos adolescentes e dos adultos, com a conquista de uma educação pública básica com qualidade social. A Undime é citada e vista como exemplo a ser seguido. Sua produção intelectual é reconhecida e publicada por entidades estaduais, nacionais e até mesmo por organizações internacionais, como o Unicef e a Unesco. Existem pelo menos cinco desafios que precisam ser enfrentados pela Undime e suas seccionais e que precisam contar com o envolvimento dos novos Dirigentes: a) tornar-se referência na organização e planejamento de projetos e empreendimentos dos próprios Dirigentes Municipais de Educação; 19 caderno_para_cd.indd 19 5/3/ :46:46

22 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - A Undime e o seu papel estratégico b) fortalecer seu corpo técnico e administrativo, com vistas a melhorar, ainda mais, a sua capacidade institucional de resposta às demandas; c) garantir que não haja descontinuidade das ações e da gestão da entidade nos momentos de transição das diretorias nacional e estaduais; d) garantir a implantação de uma secretaria executiva em cada seccional com a infra-estrutura adequada para seu funcionamento regular; e) fortalecer sua política de alianças e parcerias com os agentes que movimentam a sociedade. E esta será uma teia em que não haverá privilegiados: ONGs, movimentos sociais, governos estaduais e federal, além de organizações privadas. Atualmente, em muitos lugares do mundo, as mais importantes experiências educacionais e de transformação social e cultural decorrem da capacidade que as instituições tiveram de articular essa multiplicidade de agentes sociais em uma direção comum. f) garantir a representação institucional das seccionais da Undime nos Conselhos Estaduais de Educação e demais órgãos colegiados voltados para definição das políticas públicas educacionais. g) intensificar sua auto-sustentação, em particular no que diz respeito à autonomia financeira, em um contexto cada vez mais exigente de competências, mesmo aquelas que envolvem apenas articulação e mobilização para as causas da educação pública. Ainda hoje a Undime enfrenta problemas financeiros por conta da falta de apoio dos municípios. Aos Dirigentes Municipais de Educação, que assumem os seus postos no dia primeiro de janeiro de 2009, em todo o Brasil, ficam esses e outros desafios para o crescimento da Undime. 20 caderno_para_cd.indd 20 5/3/ :46:46

23 A missão do Dirigente Municipal de Educação caderno_para_cd.indd 21 5/3/ :46:46

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25 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - Missão do Dirigente Municipal de Educação Ser um Dirigente Municipal de Educação no atual contexto brasileiro e internacional é uma das mais desafiadoras missões. Este ponto de vista se aplica a todos os DME dos pequenos, médios e grandes municípios, sejam pobres ou ricos, desenvolvidos ou não. A educação é fundamental na formação social, econômica, política e cultural de qualquer sociedade. No mundo moderno, o conhecimento é um dos fatores básicos para o desenvolvimento humano. Na medida em que os meios de produção estão deixando de ser hierarquizados, os arranjos educativos assumem papéis decisivos para garantir a efetividade das políticas públicas em todos os níveis. Os Dirigentes Educacionais brasileiros devem oferecer, além de suas competências técnicas, uma cota pessoal de responsabilidade e compromisso à causa que abraçaram. Dessa forma, o Dirigente cumprirá efetivamente com a sua missão de gestor público: garantir o direito de aprender de todos e de cada um em sua plenitude, isto é, conteúdos escolares de qualidade e formação cidadã. Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tão pouco sem ela a sociedade muda. Paulo Freire Em suas mãos estão os pesos de uma dívida social historicamente acumulada. Sendo assim, o DME precisa fazer com que a sua ação, de algum modo, contribua para superar os desafios de um sistema público de ensino que ainda não tem correspondido aos anseios do desenvolvimento da nação brasileira, sobretudo, para a maior parte das crianças e jovens de famílias das classes trabalhadoras. Nesse sentido, o DME, principalmente aquele que atua nas regiões mais pobres e nos grandes centros, ao lado dos atributos intelectuais e éticos que precisa ter, deve ser um agente civilizador, pois será sempre desafiado a promover o desenvolvimento humano. Outro aspecto diz respeito à própria responsabilidade social e pública que o Dirigente da Educação possui, que se encontra configurada na LDB em vigor e nos demais instrumentos jurídicos que regulam o seu papel social no contexto nacional, regional, estadual e municipal. Vale lembrar que o DME é um agente público a quem compete assegurar o acesso à educação pública com qualidade social, direito inalienável de cidadania, presente na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases, no Estatuto da Criança e do Adolescente e em documentos internacionais. 23 caderno_para_cd.indd 23 5/3/ :46:47

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27 Planejamento da educação no município caderno_para_cd.indd 25 5/3/ :46:47

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29 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - Planejamento da educação no município Significado e importância do planejamento para a política educacional Os Dirigentes Municipais de Educação, por dever das funções públicas que exercem, são homens e mulheres de ação e precisam continuadamente de conhecimentos da realidade para realizar com eficiência as políticas que estão sob suas responsabilidades. Trabalham com recursos limitados e pouco tempo para implementar projetos, e por isso, não podem prescindir de planejamento. Uma forma de conhecer mais rapidamente as demandas mais urgentes é a elaboração de um diagnóstico, que pode ser construído pela própria equipe da Secretaria, a partir de sondagens, entrevistas e aplicação de questionários juntos aos gestores escolares, professores, alunos, coordenadores, trabalhadores na educação, pais de alunos, exdirigentes e membros da comunidade. Contudo, esse diagnóstico não é capaz de identificar os meios e critérios que a Secretaria tem empregado para o encaminhamento dessas demandas. Conhecer o fluxo histórico e informal do órgão gestor pode ser um grande aliado para o fortalecimento e manutenção, ou para a modificação ou superação de determinados procedimentos. Ignorar essa dinâmica, certamente será uma decisão que favorecerá a permanência de práticas instaladas e dificultará um processo de mudanças. Além de estimular o surgimento de focos de resistência para a elaboração e execução de qualquer planejamento. Uma atitude importante do planejamento será um profundo mergulho na estrutura informal da Secretaria e na realidade educacional do município. Dessa forma, pode-se entender mais sobre as demandas que chegam com mais facilidade ou descobrir o curso daquelas que sempre encontram o indeferimento como resposta. 27 caderno_para_cd.indd 27 5/3/ :46:47

30 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - Planejamento da educação no município Qualquer que seja o período em que o Dirigente assuma a Secretaria de Educação, provavelmente, inúmeras demandas já o aguardam e outras tantas chegarão até a conclusão do planejamento. Das grandes às pequenas redes municipais de ensino os pleitos educacionais, geralmente, se enquadram nos seguintes grupos: a) construção, reforma e manutenção física de escolas; b) aquisição e manutenção de equipamentos e bens escolares; c) movimentação, formação e valorização dos trabalhadores em educação; d) aquisição de materiais; e) informações orçamentárias, estatísticas e pedagógicas; e f) pagamentos diversos. Estes grupos reúnem apenas as demandas e pedidos que estão sobre a mesa. Existem, ainda, outras demandas: as expectativas das crianças quanto ao parque infantil; a carteira do aluno canhoto; a violência nas escolas; o atendimento às demandas específicas das escolas do campo. Todas estas devem ser percebidas pelo Dirigente, pois geralmente não se revelam em um contexto educacional com tantos pontos a se resolver. O enfrentamento ou não dessas demandas é o que distinguirá o burocrata do gestor de educação, dando significado e sentido à sua administração. Em decorrência desse enfrentamento, o Dirigente permanecerá no cargo, mesmo que tenha a autonomia negada, pois o seu compromisso é reafirmado a cada conquista. Diversos estudos e pesquisas sobre educação municipal podem auxiliar na compreensão dos desafios da educação básica, assim como aumentam as alternativas para a construção do planejamento. A pesquisa Redes de Aprendizagem boas práticas de municípios que garantem o direito de aprender, idealizado pela Undime e o Unicef, é um desses exemplos. Corrobora com o que já afirmava a série de estudos do Programa de Pesquisa e Operacionalização de Políticas Educacionais, que teve a participação do MEC, Undime, CNTE, Unicef, Banco Mundial e universidades públicas. Esta série apresenta importantes recomendações para a melhoria da qualidade de ensino da educação básica, bem como as ações necessárias e suas implicações financeiras, que podem ser apropriadas e adequadas ao planejamento e à gestão. 28 caderno_para_cd.indd 28 5/3/ :46:47

31 Orientações ao Dirigente Municipal de Educação - Planejamento da educação no município Na pesquisa Redes de Aprendizagem, identificou-se que, nos 37 municípios analisados, o centro das atenções é o aluno e existe uma clara compreensão de que o sentido de todo o esforço é a garantia do seu direito de aprender. Dessa forma, a proximidade da Secretaria com as escolas promove seu planejamento em uma dinâmica de troca e fluxo de informações, que gera um clima de compromisso de toda a comunidade com as questões locais e com a qualidade da educação. Diante do exposto, constata-se que o planejamento da Educação Municipal deve considerar, com a devida atenção, os seguintes aspectos: - o estágio em que se encontram o Plano de Ações Articuladas PAR e o processo de elaboração do Plano Municipal de Educação PME, se está elaborado, aprovado ou implementado; - a necessidade da alfabetização de crianças, jovens, adultos e idosos; - a necessidade de garantir a educação infantil como direito de todas as crianças a partir dos 6 meses de idade; - a oferta de educação inclusiva, não só no sentido de garantir a matrícula e a aprendizagem de todas pessoas com deficiência em salas regulares de ensino, mas também no sentido de ser instrumento de eqüidade educacional; - a manutenção da universalidade do ensino fundamental para as crianças e adolescentes de seis a quatorze anos de idade - ensino fundamental de nove anos; - as condições em que estão processando a oferta de educação do campo, educação escolar indígena e educação em áreas remanescentes de quilombos, a depender do caso; - a gestão democrática e participativa da escola; - os projetos político-pedagógicos do sistema e das escolas, concomitantemente; - a forma de organização espacial e temporal das escolas que se caracteriza pela infra-estrutura física adequada e a condição de escola seriada ou em ciclos; - as propostas curriculares para os níveis e modalidades de ensino com as quais trabalha, assegurando-se o diálogo com os demais sistemas; - a valorização dos profissionais da educação, desdobrada em formação continuada em serviço, Estatuto e Plano de Carreira Os municípios que já possuem seu PAR revisado pelo MEC podem consultar o resultado da análise técnica, o texto do Termo de Cooperação e acompanhar a liberação dos recursos pelo FNDE por meio do Portal do MEC na Internet: Basta clicar no banner eletrônico do PAR e marcar as opções desejadas. Isso permite, ainda, o controle social por parte da comunidade local. Na página 159, o PAR será abordado de forma mais específica. 29 caderno_para_cd.indd 29 5/3/ :46:47

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