Uma Noite de Oração de uma Novena para Ogum na Comunidade Orixá de Santa Helena, Trinidad

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1 Uma Noite de Oração de uma Novena para Ogum na Comunidade Orixá de Santa Helena, Trinidad A NIGHT S PRAYER OF A NOVENA TO OGUN WITHIN THE ORISHA COMMUNITY OF ST. HELENA, TRINIDAD * Resumo O objetivo deste trabalho é analisar os eventos ocorridos numa noite de orações de uma novena para Ogum (São Miguel) na comunidade orixá de Santa Helena, em Trinidad, usando os princípios e práticas da etnografia. Para obter uma descrição densa do evento, uma análise holística foi feita, aplicando uma triangulação três visões diferentes do que se está estudando, no caso, as narrativas textual, comunal e extracomunal. A primeira, ligada ao significado da história ou à ação por ela narrada; a segunda, à maneira como o grupo usa o texto para criar o significado, interpretando o espaço, o corpo, o som e a música, os objetos e a ação de seus participantes; e a terceira, à forma como a sociedade mais ampla interpreta o que está acontecendo. Os dados em que se apóia este estudo consistem de relatos do local das orações dos orixás ou da cerimônia, pedidos pessoais, biografias e histórias de vida de devotos. De entrevistas pessoais com membros de Santa Helena surgiram intuições valiosas sobre as atitudes sociais com a religião, assim como a função social, o significado e o impacto dessa oração/cerimônia/ritual/festa na sociedade contemporânea de Trinidad. Palavras-chave OGUM ORIXÁ NOVENA. EDITH PÉREZ SISTO Universidad Simón Bolivar/ Venezuela Abstract The purpose of the following paper is to analyze the events that took place in one night s prayer of a novena to Ogun (St. Michael) within the Orisha community of St. Helena, Trinidad, employing the uses and practices of ethnography. To obtain a dense description of the event, a holistic analysis was made, applying a triangulation three different visions of what is being studied: the text, communal and extra-communal narratives. The first is linked to what the story is about or to the action it narrates; the second is linked to how the group uses the text to create meaning; the third is linked to the way the wider society interprets what is going on. The data upon which this study is based on comprises on-the-spot accounts of Orisha prayers or ceremony, personal supplications, biographies and life-histories of ordinary cult devotees. Valuable insights were derived about social attitudes to the religion as well as its social function, significance and impact of this prayer/ceremony/ritual/festival on the contemporary society of Trinidad. Keywords OGUN ORISHA NOVENA. * Tradução do inglês: NUNO COIMBRA MESQUITA (USP/SP) Impulso, Piracicaba, 17(43): ,

2 UCONTEXTO DA FESTA m dos componentes mais significativos do sistema religioso da comunidade orixá de Santa Helena, em Trinidad (Tobago não será incluído aqui), é a instituição do culto ancestral comumente chamado de trabalho orixá. Em relação às origens da religião orixá, tem-se dito que a tradição ioruba surgiu como o mais proeminente e influente dos grupos africanos a serem trazidos para cá. As principais razões desse desenvolvimento podem ser encontradas na natureza da tradição ioruba e nos eventos políticos cataclísmicos dentre o reino ioruba na véspera da abolição do comércio de escravos. 1 Na época do comércio transatlântico, a tradição ioruba era próspera, tendo se desenvolvido uma estrutura de ritual elaborada, cuja visão de mundo era afirmada e perpetuada. De acordo com evidências arqueológicas, tanto em Oyo quanto em Ifé, já em d.c. o povo ioruba vivia em grandes centros urbanos. Ademais, tinha uma das dinastias mais antigas do mundo juntamente com o oni de Ifé, lar ancestral dos ioruba pertencente a uma sucessão ininterrupta originada no século IX. 2 A religião orixá era, e permanece, muito individualista. Não havia uma administração ou estrutura de autoridade centralizada. Antigamente, não contava com nenhum líder oficial. Durante os anos 1970 e 1980, Isaac Sheppy Lindsay tornou-se reconhecido por muitos como um líder não oficial, por causa de seu grande conhecimento da fé. Hoje em dia, Iyalorisha Melvina Rodney e Baba Clarence Forde são tidas como líderes da religião, por suas organizações terem sido oficialmente registradas perante o governo, incorporando um conselho de anciões. 3 As duas são, portanto, automaticamente líderes centrais. Não obstante, qualquer pessoa pode se tornar líder, abrindo um lugar sagrado, equipando-o com implementos e convencendo certo grupo de seguidores de que foi chamada pelo orixá para tal posição de liderança. A permanência de um lugar sagrado dependerá da saúde, da riqueza e da posição geral do líder. 4 Dessa forma, lugares sagrados freqüentemente fecham, depois da morte do líder. Líderes orixás e seus lugares sagrados parecem operar independentemente um do outro. Ainda existem algumas redes, mas poucas tentativas são feitas para evitar horários conflitantes em seus eventos religiosos. Verifica-se uma tendência muito maior a uma operação autônoma de cada lugar sagrado. Os membros de um lugar sagrado também não viajam para as festas de outros líderes. O apego ao próprio lugar sagrado e seu líder parece muito mais intenso nos dias de hoje do que foi antigamente. 5 1 AIYEJINA & GIBBONS, 2000, p Ibid., p HENRY, 2003, p Ibid., p Ibid., p Impulso, Piracicaba, 17(43): , 2006

3 6 Ibid., p. 11. Henry argumenta que essa organização social traz muita competição, entre os líderes, por fiéis e outros recursos. Eles exercem sua influência para manter a fidelidade de seus membros. Desencorajam-lhes a presença em outras festas, argumentando que nelas aprenderão coisas negativas. Outra razão importante para o individualismo crescente da religião é que alguns lugares sagrados que introduziram mais rituais ioruba sofreram uma queda no número de fiéis. 6 Entretanto, o apelo para a unidade é atualmente o discurso mais importante na religião. NATUREZA E TIPO DA FESTA Essa oração/cerimônia/ritual/festa possuía forma e significado sagrados, de maneira que não consistia de celebração pública, mas era celebrada em uma casa particular. A oração/cerimônia/ritual tinha por objetivo homenagear Ogum, identificado com São Miguel. Em relação aos componentes dessa oração/ cerimônia/ritual, era evidente que, no início da religião orixá, ela era marcada pela reunião regular de participantes na igreja conhecida como lugar sagrado para participar na oração em que um babalaô liderava os fiéis pelo ritual. A cerimônia/ ritual mostrava a gama única de crenças da religião orixá, objetivando a preservação da aderência às suas crenças e práticas canônicas. Ademais, durante a cerimônia de ritual, certos códigos de comportamento e outros aspectos da vida asseguravam a consistência de tal gama de crenças. PADRÕES DA FESTA MANIFESTADA PELOS TRÊS NÍVEIS DA NARRATIVA Narrativa textual A narrativa textual está ligada ao significado da história ou à ação por ela narrada. Nesse caso específico, o texto narrou uma série de orações para Ogum, selecionadas e lidas da Bíblia. Em relação à Bíblia, Gibbons declara que ela serve de contexto histórico, contendo, em partes, a história de povos africanos. (...) ela conta a sua história não em um sentido metafórico, mas literal. Êxodo é a história da dispersão da cultura africana de seus primórdios no Egito. A negritude de Moisés é incontestável e, certamente, Cristo não era caucasiano. 7 Essas orações eram acompanhadas de vários movimentos, que incluíam ajoelhar e fazer o sinal da cruz na testa. Elas foram trocadas por um canto, que parecia ser feito numa língua africana antiga. O babalaô cantava e era acompanhado de forma rítmica pelos participantes. O comportamento emocional e extático 8 do orixá de cultuar corresponde a um padrão arquetípico enraizado na mitologia africana. Em suas manifestações mais características, a espiritualidade africana afirma a interconexão de toda a vida e dos mundos material e espiritual. 9 Narrativa comunal A narrativa comunal refere-se à maneira como o grupo usa o texto para criar significado. Ela pode ser analisada interpretando o espaço, o corpo, o som e a música, os objetos e a ação que os participantes usam para dar significado ao próprio texto. O espaço é muito importante; na verdade, é uma microrrepresentação do cosmos. Ele é formado pelo palais e pela capela. O palais é previamente preparado, alisando-se o seu piso com lama tirada do rio, ação que recria a conexão com a África, tornando-o, portanto, um local sagrado. Ao entrar nesse espaço sagrado, os participantes devem estar descalços e limpos, tanto por dentro quanto por fora. O centro, ou palais, representa o universo. Nele, a pedra sagrada representa os ancestrais. Assim, tudo foi criado no centro do mundo; de fato, a própria criação foi feita a partir do centro. 10 Os quatro cantos são a representação arquetípica de norte, sul, leste e oeste, representando simbolicamente os quatro elementos terra, ar, água e fogo. O palais também significa uma encruzilhada, o centro no qual se coloca a pedra. A música desempenha um papel muito significativo em toda a representação. É um modo de transcender e, também na cosmologia africana, assume função importante. A experiência es- 7 GIBBONS, 1994, p Ibid., p Ibid., p ELIADE, 1968, p. 27 [tradução própria]. Impulso, Piracicaba, 17(43): ,

4 piritual está ligada ao tambor, que parece ter vida própria. Durante a oração/cerimônia/ritual, os tambores aumentam a batida e os participantes começam a cantar. Na cerimônia orixá, sempre há três tambores e seus respectivos tocadores. Entretanto, existem outros tocadores prontos a substituir os que ficam exaustos em razão da percussão vigorosa. Os objetos utilizados no serviço estão todos ligados a Ogum. Há uma espada colocada sob o altar no palais, incrustada num monte do que parece ser cera ou sal. No altar principal estão um candelabro com velas brancas acesas e vasos contendo flores brancas e vermelhas. Sob esse altar, um outro menor com velas vermelhas e brancas acesas, as cores de Ogum, e ainda numa das paredes, pináculos e emblemas de Ogum. Extracomunal A narrativa extracomunal refere-se à maneira como a sociedade mais ampla interpreta o que está acontecendo. De acordo com Henry, Hoje em dia, tanto as religiões Orixás quanto a Espiritual Batista ganharam legitimidade social (...). Ademais, muitos calypsonianos 11 populares são devotos e defensores da religião Orixá, e suas letras mostram reverência, ao invés de desdém, às religiões africanas. 12 O reconhecimento da Nação tem sido dado à religião orixá pela incorporação, no calendário oficial, do Dia Nacional da Família Orixá, dedicado a rituais e orações, incluindo uma procissão tradicional, em que os devotos acompanham tocadores de tambor orixá, de Lopinot até terras ancestrais. A festa geralmente dá-se no mês de março. Além disso, em 1999, o governo aprovou um decreto reconhecendo o casamento celebrado pelo babalaô, conferindo, assim, reconhecimento nacional e internacional à religião. Na sociedade mais ampla multicultural em suas manifestações culturais e religiosas, as pessoas têm uma opinião diversa, isto é, sua própria visão acerca da religião orixá. Estudantes entrevistados no decorrer desta pesquisa admitem 11 Ver glossário ao final deste artigo. 12 HENRY, 2003, p que, hoje em dia, as pessoas já não temem a religião orixá e suas práticas, uma vez que elas tornaram-se mais visíveis do que eram no passado. Portanto, estão aceitando mais a religião como um todo e tornando-se mais abertas em relação a suas práticas religiosas. Entretanto, antigamente a religião orixá era rejeitada, provavelmente por seus segredos e pelas imagens simplistas e errôneas de comportamentos incontroláveis, 13 descritos por calypsonianos mais antigos, que, por meio de suas músicas, enviavam mensagens erradas, nas quais A religião orixá era apresentada como uma atividade temerosa e poderosa. 14 Não obstante, os tempos mudam, assim como a sociedade e as pessoas. DESCRIÇÃO DA ORAÇÃO/RITUAL A oração/cerimônia/ritual é para homenagear Ogum, havendo, desse modo, artefatos pertencentes a essa divindade por todo o palais, em suas paredes e no chão. O significado simbólico da oração/cerimônia/ritual está ligado ao texto, que fornece orientação durante a representação. As pessoas entram no palais descalças. A oração começa com uma leitura de um trecho da Bíblia, juntamente com diferentes movimentos (sinais) da cruz sobre a testa. Com o decorrer do tempo, a leitura é substituída pelos cânticos, que parecem uma oração africana antiga. Como não há registro escrito dos sistemas religiosos e/ou de orações africanos, eles são oralmente transmitidos de geração a geração. Ao terminar o período das orações, canta-se um hino. Em seguida, alguns devotos colocam uma vela e várias garrafas com água, rum, azeite e mel no centro do palais. Um círculo de azeite é desenhado ao seu redor, despejando o líquido devagar de uma garrafa. Os três tocadores de tambor sentam em ambos os lados do altar. Sob ele, num monte, coloca-se a espada, símbolo de Ogum, descrito como grande guerreiro. Os tambores aumentam a batida e os devotos iniciam os cantos. Ao mesmo tempo, formase um círculo de homens e mulheres, e algumas delas começam a dançar, arrastando os pés, ao re- 13 Ibid., p Ibid., p Impulso, Piracicaba, 17(43): , 2006

5 dor das velas e das garrafas de espírito. Cada canção é marcada pela inversão do semicírculo da dança. O cantar é dedicado a Ogum, principal divindade no panteão orixá. A dança, o canto e os tambores continuam por aproximadamente uma hora. As batidas dos tambores ficam cada vez mais fortes, assim como os movimentos dos corpos mais rápidos. Em seguida, a música pára abruptamente, sinalizando, em certa medida, o fim do ritual. Importância e significado do corpo O corpo é essencial na oração/cerimônia e/ ou festa orixá. Entre os seus movimentos estão o balançar em deleite, o curvar-se, o inclinar-se, o ajoelhar-se e o reverenciar Olodumare para agradecer a ele por tudo de bom que tem dado aos devotos. Eles levantam suas mãos para alcançar o céu. Mexem os pés para fazer música, batem palmas para criar música, acompanhando as batidas dos tambores. Ritmados por suas respirações, produzem sons com a boca e a língua, numa cadência que acompanha paulatinamente as batidas dos tambores. Os movimentos individuais não precisam ser os mesmos durante a oração/cerimônia e/ou festa, pois expressam a individualidade de cada participante e a sua maneira específica de se relacionar com o orixá. Diz-se que o corpo se abre para permitir que os orixás se manifestem; ele é o instrumento para a manifestação física do orixá. Significado e impacto dessa oração sobre a sociedade contemporânea de Trinidad e Tobago A oração/cerimônia/ritual fornece uma experiência compartilhada, revitaliza a tradição, constrói o orgulho da comunidade e cria um laço entre os seus membros. A representação comunal, como é conhecida e praticada entre os pertencentes à comunidade de Santa Helena, é crucial na vida da sociedade, já que ela trabalha para manter a coerência social e o sistema mítico de crenças de seus membros, em outras palavras, sua religião. O significado e o impacto da representação comunal sobre a sociedade contemporânea de Trinidad reside no fato de que ela objetiva transmitir e preservar os seus valores morais, essencialmente, seu etos. Assim, o grupo usa o texto para lhe criar um significado espiritual. CONCLUSÃO Em virtude do fato de ser um ritual religioso sagrado, é muito provável que a comunidade não compartilhará muitas das crenças nos orixás. Talvez alguns dos aspectos religiosos mais secretos e sagrados da vida da comunidade sejam mantidos e não compartilhados com pessoas de fora. Religião é definida como a crença no divino, como lidando com o sobrenatural ou com o sagrado, que resulta no culto. Esse próprio culto é a sua expressão institucional ou culturalmente unificada. A religião apóia-se em mitos. No entanto, o termo mito possui, na sociologia, um significado não pejorativo, definido como histórias importantes para o grupo, não necessariamente inverídicas. Joseph Campbell sustentava que o mito é uma característica humana universal, necessária ao bem-estar. Não existe diferença essencial entre os mitos de religiões extintas e os daquelas ainda existentes. Uma crença é religiosa se for rotulada como religião pelos que acreditam nela. Além do mais, uma crença é religiosa, se lidar com assuntos espirituais e resultar em práticas a oração e o culto, por exemplo para invocar uma realidade mais elevada. Enraizada no ritual, a religião dele extrai muitos outros atributos, sendo o mais significativo a representação cíclica de um motivo arquetípico. O sistema orixá de crenças tem a recriação e reinterpretação de sua história para criar uma resposta teológica a suas experiências, que, mesmo diversas em expressão, o identificam como uma comunidade além do espaço e do tempo e (...) pode ser a única base para a revitalização teológica genuína no mundo. 15 Contrariamente à religião católica, que celebra a morte de Jesus Cristo, a religião orixá celebra a vitória da VIDA em tudo o que fazemos arte, festa ou culto. 16 Sendo arquetípica, a religião orixá é um modo de vida que se manifesta em atividades cotidianas e não pode ser racionalizada. 15 GIBBONS, 1994, p Ibid., p. 11. Impulso, Piracicaba, 17(43): ,

6 Referências Bibliográficas AIYEJINA, F. & GIBBONS, R. Orisa (Orisha) Tradition in Trinidad. Research and working paper series. Trinidad and Tobago: The University of the West Indies/Faculty of Social Science St. Augustine, ELIADE, M. El Mito del Eterno Retorno. Arquetipos y repetición. Buenos Aires: Alianza Editorial/Emecé, GIBBONS, R. Syncretism and Secretism in the Manifestation of African Spirituality: the restitution of the spirit. Trinidad and Tobago: The University of the West Indies/Faculty of Social Sciences St. Augustine, HENRY, F. Reclaiming African Religions in Trinidad. The socio-political legitimation of the Orisha and Spiritual Baptist Faiths. Jamaica: The University of the West Indies Press, Glossário Babalaô: alguém especialmente treinado para guardar e revelar os mistérios. Calypsoniano: figura pública bastante conhecida, que, por meio de suas canções, comenta todos os aspectos da sociedade. Capela: lugar sagrado onde se guardam imagens sacras. Novena: oração de nove dias para reverenciar os deuses, (pedindo pela própria saúde, pela cura de alguém amado, por riqueza etc.). Ogum: divindade principal no panteão orixá e identificada com São Miguel. Olodumare (também Olorun, Eledumare, Eleemi, Eleda): reconhecido pelos ioruba como o criador do universo. Deus é o originador, preservador e sustentador da vida; Olodumare não tem identidade sexual e é a fonte de todo ase, ou seja, força de vida em toda a criação. Reside em orun, que também é o lar do orixá e de outros seres espirituais. Orixá: divindades que funcionam como intermediários entre Deus e os seres humanos. Palais: local sagrado no qual ocorrem rituais e danças. Lugares sagrados: um templo, uma igreja, geralmente no quintal de uma casa. Ioruba: uma das dinastias mais antigas do mundo, juntamente com o oni de Ifé, na África Ocidental. Dados da autora Ensaísta e crítica literária. Professora de idiomas modernos, Universidad Simón Bolivar, Caracas/ Venezuela. Doutoranda na Faculdade de Economia e Ciências Sociais da Universidad Central de Venezuela. Recebimento: 3/out./05 Aprovado: 16/fev./ Impulso, Piracicaba, 17(43): , 2006

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