A IMPORTÂNCIA DO CANDOMBLÉ E SEUS ORIXÁS NA OBRA DE JORGE AMADO: TENDA DOS MILAGRES

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1 FACULDADE SETE DE SETEMBRO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS COM HABILITAÇÃO EM PORTUGUÊS E INGLÊS CLEIDE RAMOS DOS SANTOS A IMPORTÂNCIA DO CANDOMBLÉ E SEUS ORIXÁS NA OBRA DE JORGE AMADO: TENDA DOS MILAGRES PAULO AFONSO BA. NOVEMBRO/2009.

2 CLEIDE RAMOS DOS SANTOS A IMPORTÂNCIA DO CANDOMBLÉ E SEUS ORIXÁS NA OBRA DE JORGE AMADO: TENDA DOS MILAGRES Monografia apresentada ao Curso de Licenciatura em Letras da Faculdade Sete de Setembro, sob a orientação do Professor Ms. Sávio Roberto Fonseca de Freitas. PAULO AFONSO BA. NOVEMBRO/2009.

3 CLEIDE RAMOS DOS SANTOS A IMPORTÂNCIA DO CANDOMBLÉ E SEUS ORIXÁS NA OBRA DE JORGE AMADO: TENDA DOS MILAGRES Monografia Submetida ao corpo docente da Faculdade Sete de Setembro FASETE, como parte dos requisitos necessários á obtenção do grau de Licenciatura Plena em Letras com Habilitação em Português e Inglês. Aprovada por: Prof. Orientador Prof. Prof. PAULO AFONSO BA NOVEMBRO/2009.

4 DEDICATÓRIA Costuma-se dizer que temos duas mães: A mãe terrena e uma mãe espiritual: Eu diria que tenho três! Uma mãe do coração, que me adotou como filha, fazendo do meu sonho realidade, quando em todos os sentidos me amparou. Não permitindo que nada me faltasse, fosse material ou emocional. Um muito obrigada, não seria suficiente. Em relação à Marina Nery (Minha Gurua), carinhosamente chamada por mim, acredito que estas palavras ditas por Madre Tereza resumem sua personalidade: Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona... Ame apenas, pois o tempo nunca acaba com um amor sem explicação.

5 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar gostaria de agradecer ao Pai Maior pelas benções concebidas e todos os espíritos amigos que a seu serviço ajudaram-me no sentido de perseverar, para insistir e chegar onde estou neste exato instante. A todos os familiares que estiveram presentes neste processo e me incentivaram até chegar onde estou. Obrigada a todos. As figuras femininas e uma masculina muito especial nesta trajetória de curso, que foram elas: A minha amiga irmã Edna Oliveira pelo incentivo em todos os momentos em que fraquejei, minha cunhada Andréia pelos mesmos motivos citados acima. A Joilda Guedes, companheira de casa que me poupou das obrigações domésticas e me deu muita força para dedicar-me aos trabalhos acadêmicos. Nesta etapa de vida, houve anjos em forma de gente e continuam como tal: A minha amiga Margarida Chave pelos momentos em que estive em dificuldade e ela veio na figura de anjo, sempre meiga e prestativa em minha direção, me auxiliando no que fosse necessário. A figura especialíssima de Carlos Amorim, grande amigo, sempre presente na minha vida. Acreditando e apostando no meu potencial, não permitindo que esmorecesse para alcançar meus objetivos. Ao professor Ms. Sávio Roberto, pelas suas orientações e confiança que eu pudesse desenvolver este trabalho a altura de sua competência profissional nas orientações.

6 Eu andarei vestido e armado com as armas de OGUM para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça. Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos. Glorioso OGUM, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. Que assim seja, amém Oração para Ogum

7 RESUMO Jorge Amado e suas obras nos levam a reflexão a respeito da forma de pensar nos momentos marcantes da história do Brasil. A partir de seus romances podem-se avaliar vastas reproduções que contagiaram a imaginação dos brasileiros enriquecendo a literatura como um todo durante as últimas décadas do século XIX e por todo o século XX. A obra escolhida para este trabalho monográfico é centralizada em Tenda dos Milagres, por reportar-se ao tema sempre recorrente em suas obras que fez deste autor brilhante um ícone na literatura baiana brasileira. Em Tenda dos Milagres, é notória a força em defesa da liberdade e proclamação dos direitos de um povo oprimido que de forma destemida vai de encontro a esta intolerância e preconceito religioso. Apesar dos percalços enfrentados pelos negros e todos aqueles que seguem o Candomblé no Brasil, chega-se a conclusão que o mesmo enquanto culto e religião estão definitivamente arraigados na cultura não só do povo baiano, mas do Brasil e fora dele. Portanto, nota-se que esta cultura alastrou-se e tornou-se parte do que somos hoje, onde já não separa o santo do profano. Palavras-chave: Candomblé, Tenda dos Milagres, Jorge Amado.

8 ABSTRACT Jorge Amado and its workmanships in them take the reflection regarding the form to think about the it detaches moments of the history of Brazil. From its romances he can yourself be evaluated vast reproductions that had infected the imagination of the Brazilians enriching literature as a whole during the last decades of century XIX and per all century XX. The workmanship chosen for this monographic work is centered in Tent of the Miracles, for referring it the always recurrent subject in its workmanships that an icon in Brazilian bahian literature made of this shining author. In Tent of the Miracles, the force in defense of the freedom and announcement of the rights of an oppressed people is well-known who of courageous form goes of meeting to this ackward and religious preconception. Although the profits faced for the blacks and all those that follow the Candomblé in Brazil, arrive it the same conclusion that while cultured and religion definitively they are grasped in the culture not only of the bahian people, but of Brazil and are of it. Therefore, one notices that this culture spread and became part of what we are today, where already does not separate the saint of the profane one. Word-key: Candomblé, Tent of the Miracles, Jorge Amado.

9 LISTA DE FIGURAS E ILUSTRAÇÕES Figura 01 Exu...22 Figura 02 Ogum Figura 03 Oxossi Figura 04 Ossaim...26 Figura 05 Omulum Figura 06 Oxumaré Figura 07 Xangô Figura 08 Yansã Figura 09 Oxum Figura 10 Logum Edé Figura 11 Obá Figura 12 Ewa Figura 13 Iemanjá Figura 14 Nana Figura 15 Oxalufan Figura 16 Oxalá Figura 17 Jorge Amado com Rachel de Queiroz e outros do movimento de Figura 18 Jorge Amado com Pierre Verger e Caribe Figura 19 Manuel Quirino Figura 20 Procópio Xavier de Souza o Babalorixá... 71

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CANDOMBLÉ (ORIGEM, ORIXÁS, PRECEITOS E RITUAIS) ORIGEM SINCRETISMO ORIXÁS Orixás os regentes do mundo terrestre Exu Ogum Oxossi Ossaim Omulum Oxumaré Xangô Yansã Oxum Logum Edé Obá Ewa Iemanjá Nanã Oxalufan Oxalá PRECEITOS E RITUAIS JORGE AMADO PREMIAÇÕES TRADUÇÕES DAS OBRAS ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS OBRAS DO AUTOR PRÊMIOS E TÍTULOS CARTAS... 53

11 3. AS OBRAS DE JORGE AMADO E A INFLUÊNCIA DO CANDOMBLÉ JUBIABÁ CUMPADRE DE OGUM O SUMIÇO DA SANTA ANÁLISE DA OBRA TENDAS DOS MILAGRES CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS... 79

12 INTRODUÇÃO

13 13 Introdução INTRODUÇÃO Os romances de Jorge Amado abrem espaço para que seja feita uma reflexão a respeito da forma de pensar nos momentos marcantes da história do Brasil. A partir de seus romances pode-se avaliar vastas reproduções que contagiaram a imaginação dos brasileiros enriquecendo a literatura como um todo durante as últimas décadas do século XIX e por todo o século XX. O autor procurou retratar o mais fiel possível o dia a dia de Mães e Pais-de-Santo, de negros e mulatos na conquista por espaço na sociedade. Tentando restaurar e resgatar o verdadeiro significado da sua cultura. Fez criticas impactantes usando seus personagens para o despertar da sociedade para com os problemas daqueles que viviam a margem da mesma que só se preocupavam com o bem de consumo. Como ressaltara Kramer (1992, p. 153), os grandes romances retratam as controvérsias internas com maior profundidade do que os outros textos, porque a forma literária libera a linguagem e, portanto, desafia as categorias que imperam em todas as esferas culturais. Por ter a capacidade de influenciar no imaginário e agir na sociedade, a Literatura tem o poder de reconstrução na vida das pessoas, desvendando controvérsias e revelando diferenças nas relações sociais e no que ela representa. Dando oportunidade de resgatar no dia a dia o real do meio social através de suas representações. A literatura bem entendida enquanto categoria de fonte inesgotável para a história de uma sociedade e de sua cultura, hábitos e atitudes. Ou seja, o cotidiano, que pode servir para agregar valores, novos conceitos, emoções. Enfim, apoderar-se de elaborações dos acontecimentos restritos e criados. Devido a estes e outros motivos é comum escritores, como Jorge Amado, que é o foco central, buscar no cotidiano do povo e até mesmo em fatos históricos, uma forma de representação de determinada realidade. Retratando seu tempo uma dada sociedade. Dentro desse contexto, podemos estudar a visão da Bahia, através das obras literárias de Jorge Amado - vale ressaltar que o estudo limita-se em Tenda dos Milagres. As obras Amadianas sugerem uma vasta variedade de temas, entre eles, a

14 Introdução 14 religião e a cidade, revelando as celeumas desta e de sua gente. Além de serem obras de suma importância no contexto da literatura brasileira e baiana. Segundo Pesavento (2006, p.15), os personagens são reais na verdade do simbólico' [...], são dotados de realidade porque encarnam defeitos e virtudes dos humanos, são representações do imaginário compartilhado pelo autor, sendo, portanto, a literatura [...] um discurso privilegiado de acesso ao imaginário das diferentes épocas. A obra escolhida para este trabalho monográfico é centralizada em Tenda dos Milagres, por reportar-se ao tema sempre recorrente em suas obras que fez deste autor brilhante um ícone na literatura baiana brasileira. Além de ser uma obra onde Jorge Amado, critica e explora a perseguição à cultura trazida pelos negros africanos para o Brasil no final do século XIX. Onde paulatinamente foi se instaurando e criando raízes na cultura da Bahia formando uma grande colcha que se mescla a religião tradicional cultuada na Terra com esta nova religião. E devido aos seus encantos e magia vai arrebanhando adeptos que nos dias atuais ultrapassa fronteiras com seus rituais. Este trabalho tem por finalidade mostrar a religião afro-brasileira (Candomblé), como fonte inspiradora para as obras amadianas e sua forte influencia na vida pessoal e profissional do autor que sempre sinaliza em suas obras personagens ou situações que os reportam ao Candomblé e suas raízes fincadas na Bahia. Procurando desmistificar e esclarecer, mostrando a verdadeira face onde acontecem os rituais tidos como demoníacos quando, na verdade, são apenas reflexos da materialidade humana afloradas, mas não percebidas pela maioria das pessoas. A estrutura desta monografia é composta de cinco capítulos, descritos resumidamente a seguir:

15 Introdução 15 No primeiro capitulo, trata-se do candomblé e de suas origens, preceitos e rituais, abordando o Sincretismo e descrevendo de forma minuciosa os orixás e suas características especificas. O segundo capitulo, aborda de forma resumida a vida e trajetória de Jorge Amado obras, premiações e títulos agregados no decorrer de sua vida. Quanto ao terceiro capitulo, é feito uma analise parcial de três obras distintas de Jorge Amado onde acontecem situações pitorescas que dão destaque a religião presente e defendida fervorosamente pelo autor: Jubiabá, O Cumpadre de Ogum e O Sumiço da Santa. No penúltimo capitulo, analisa-se a obra escolhida para este trabalho procurando dá enfoque aos principais personagens correlacionando com os orixás, tendo Pedro Archanjo como protagonista do Romance. E por fim, no ultimo capitulo estão as considerações finais onde os elementos se entrelaçam mostrando a relevância e o papel do Candomblé sobre o ponto de vista cultural, religioso e literário.

16 O CANDOMBLÉ (ORIGEM, ORIXÁS, PRECEITOS E RITUAIS)

17 17 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) 1. O CANDOMBLÉ (ORIGEM, ORIXÁS, PRECEITOS E RITUAIS) 1.1 ORIGEM Segundo Ferreira (2000, p. 109), o Candomblé é milenar e sua existência remonta a períodos anteriores ao aparecimento de cristo. Teve origem na África Ocidental, mas especificamente em Ifé, se estendendo pelo Egito, Sudão, Etiópia, etc. O que vem comprovando os etnólogos que se aprofundaram no assunto de Africanismo. Ainda de acordo com este autor o candomblé posiciona-se na religião transmitida por Noé ( Que era político e instrutor religioso - Freitas-1991) a seus filhos que eram: Sem, Cam e Jafé e sua descendência. De acordo com este pesquisador de cultos Afros, após a destruição da cidade que foi construída pelo mesmo, os filhos e seus netos dispersaram-se. Indo a linhagem de Sem para Ásia Menor, as de Jafé para Europa e as de Cam para a África. Neste país foi difundida pelos seus descendentes e aos poucos se tornando uma religião conhecida e praticada pelo povo africano. Estes a trouxeram para o Brasil pelos negros iorubas. Seus deuses são os Orixás, dos quais somente 16 são cultuados no nosso país: Essú, Ògun, Osossì, Osanyin, Obalúaye, Òxúmàré, Nàná Buruku, Xangô, Oya, Oba, Ewa, Osun, Yemanjá, Logun Ede, Oságuian e Osàlufan. Portanto, além da representação que cada divindade tem como função na natureza, é dada a cada um, determinada atividade específica no zelo da sociedade, da cultura ou da psicologia do ser humano. Existe uma divisão distinta do trabalho sagrado entre os santos católicos seqüelas do velho paganismo politeísta em que progrediu com primitivo catolicismo em países da Europa. O candomblé se subdivide em várias nações, Angola, Keto, Jeje, Mussarame, Moçambique, Ijexá, e muitas outras. Os santos permanecem os mesmos só divergindo as vestes, cores e ate mesmo os seus nomes em algumas nações. A religião na Bahia, como nos livros de Jorge Amado, não faz discernimento do imaterial para o mundo real, que se mostra cheio de mistério, segredo e magia. Como é próprio do universo místico esse cotidiano também está sempre permeado

18 18 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) de ciladas e enganos e até de falsidades e mentiras. A vida nunca é exatamente o que aparenta, nem deixa de ser o que é de fato. O elemento raro para fazer crescer um bom enredo. Segundo Prandi (2009, p. 49): De um lado, homens e mulheres que se comportam como os deuses se comportariam se vivessem na Terra; do outro, orixás que precisam dos seres humanos para se alimentar no repasto dos ebós, para dançar na roda das feitas, para rememorar no transe das iaôs suas míticas aventuras. Sem nunca perder deuses e mortais a sensualidade, a malícia e a alegria de ser. Em se tratando de religião, Jorge Amado é, antes de mais nada um sincretista. Tendo a Bahia como seu personagem principal. Jorge Amado não se importava quanto às pretensões dos terreiros serem mais puros, mais legitimados ou mais genuínos que os outros. Os tratava como iguais importantes e fazia uma miscelânea de todas as nações de candomblé. Os santos católicos e os orixás se misturam na historia de seus romances na mais delicada tradição do sincretismo Sincretismo O sincretismo foi um instrumento de fundamental importância para a reconstituição das religiões africanas no Brasil. A própria palavra santo serviu de tradução para orixá, inclusive nos termos mãe de santo, filho de santo, povo de santo e outras palavras compostas em que originalmente a palavra africana era orixá. E esse santo é o santo católico (PRANDI, 2009, p.50). O candomblé se moldou e transformou-se na conjuntura cultural e social vigente no catolicismo do Brasil do século XIX. Segundo o sincretismo, os orixás passaram a ser identificados com os santos, para evitar os castigos advindos de seus senhores que temiam esses deuses desconhecidos que vieram com os negros trazidos da África. Sendo assim, tanto nas igrejas como nos terreiros eram louvados.

19 19 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) Nos primeiros tempos os partidários desta nova religião no Brasil, eram também católicos e muitos ritos realizados nos terreiros eram concluídos com cerimônias atendidas na igreja. O candomblé e Igreja católica caminham lado a lado. Nem podia ser diferente, pois independente da primeira constituição republicana brasileira em 1891, a religião católica, era a oficial do Estado e a única a ser considerada correta e que levava o individuo acreditar que não existia outros caminhos que levassem a Deus. Quem era brasileiro tinha a obrigação de seguir a crença católica ou não havia espaço na sociedade. Independente de serem escravos ou livres, brasileiros ou Africanos os negros eram obrigados pelos seus senhores a seguirem ao catolicismo. Assim surge o candomblé como a religião oficial dos negros católicos. Recentemente o candomblé foi reconhecido como uma religião independente, separada do catolicismo, mas a mistura de ideologias perdura no cotidiano dos terreiros. De forma paulatina vai deixando o sincretismo e a partir da década de 1960 em diante vai se transmutando numa ideologia que abrange negro, mestiço, pardo, amarelo, brancos sem barreiras étnicas, sem tabus de classe ou origem e procedência. Jorge Amado, nos enredos criados para suas obras, não distingue o candomblé do catolicismo, estão sempre em comunhão. Desde os seus primórdios o candomblé ate bem pouco tempo foi perseguido pelas autoridades do governo, polícia e alguns órgãos da imprensa que persistiam em suas noticias diárias com campanhas difamatórias contra as práticas consideradas rituais demoníacos. Era difundido erroneamente que este novo credo era nocivo a sociedade brasileira e devia ser banido. Considerado um ser inferior, o negro não era digno de ter uma religião própria devido ao preconceito racial que se perpetuou até os dias atuais.

20 20 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) Prandi (2009, p.51): Ao longo de mais de um século, em diferentes partes do país, terreiros foram invadidos, depredados e fechados, pais e filhos de santo, presos, objetos sagrados, profanados, apreendidos e destruídos. Isso obrigou o candomblé a se esconder, buscando lugares distantes, às vezes no meio do mato, para poder realizar suas cerimônias em paz. Transformou-se numa religião de muitos segredos, pois tudo tinha que ocultar dos olhares impiedosos da sociedade branca. A dualidade criada para disfarçar o credo e sua verdadeira essência serviu para resguardar seus preceitos. Para isso usavam um altar com santos católicos nos barracões enquanto camuflavam seus verdadeiros santos de devoção. Assim sendo, ludibriavam as pessoas que acreditavam terem estes assimilados o catolicismo em todos os dogmas. 1.2 ORIXÁS Segundo Bastide e Verger (1983, p. 88), existem duas correntes básicas que tentam explicar o surgimento dos orixás, uma delas remonta a criação do universo que afirma que Olorum a semelhança do Deus católico criou o universo, e tudo mais que nele existe o mudo enfim. Criou os elementos sendo cada um deles a forma material dos orixás: água salgada para Iemanjá, a rocha para Xangô, o vento para Iansã e assim por diante. A outra corrente é menos místicas que afirma que esses mesmos orixás seriam seres humanos considerados muito importantes detentores de poder em vida e pereceram de maneiras incomuns: seja por grande acesso de cólera ou paixão fulminante. Essa sobrecarga de sentimentos teria provocado o derramamento de essência de cada ser impedindo que eles assumissem forma tida como comum a todos os espíritos mortos, os eguns. Tais espíritos se identificariam com um dos elementos da natureza: água, fogo, ar e terra. A sua manifestação se dá por meio de incorporação em um ancestral por lei de afinidade, esta ligação espiritual torna mais acessível ao

21 21 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) escolhido torna-se o veiculo que permite ao orixá voltar a terra para saldar e receber as provas de respeitos de seus descendentes que evocaram. Os orixás podem segundo esta corrente de interpretação exercer influencia em qualquer âmbito da vida apesar de alguns poderem ser reconhecidos de forma tradicional especialistas em certas áreas (dinheiro e sexo para Exu, a fecundidade masculina para Oxalá a feminina para Oxum, a doença para Omulum e Ossaiam). Não existem restrições morais para os pedidos feitos, sendo bem ou mal o culto do candomblé é uma dicotomia muito presente no cotidiano. O conjunto de todo seriam a busca de um equilíbrio do material e dos seres energéticos que habitam o supra-real. Que tanto poderia vir do céu como na tradição cristã, do interior da terra ou de uma dimensão estranha a essas duas de acordo com divergentes visões apresentadas por nações e tribos Orixás arquétipos universais Exu Exu é a figura mais controvertida do panteão africano, o mais humano dos orixás, senhor do princípio e da transformação. Deus da terra e do universo; na verdade, Exu é a ordem, aquele que se multiplica e se transforma na unidade elementar da existência humana. Exu é o ego de cada ser, o grande companheiro do homem no seu dia-a-dia. A ele é associado às confusões e equívocos, o pior deles o associa à figura do diabo cristão. Exu não diverge o bem do mal, tem um código próprio de justiça. Na realidade, Exu contém em si todas as contradições e conflitos inerentes ao ser humano. Exu não é totalmente bom nem totalmente mau, assim como o homem: um ser capaz de amar e odiar, unir e separar, promover a paz e a guerra. Segundo Verger (1983, p. 75), Exu revela-se o mais humano dos orixás, nem completamente mal nem completamente bom. Exu é uma das figuras mais

22 22 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) importantes da cultura iorubá. Sem ele o mundo não faria sentido, pois só através de Exu é que se chegam aos demais orixás. Antes de qualquer culto realizado dentro do candomblé a primeira entidade a ser agradada é Exu para evitar suas retaliações que sempre vem. Exu fala todas as línguas e permite a comunicação entre o orum e o aiê, entre os orixás e os homens. É importante ressaltar que Exu não tem amigos nem inimigos. Exu sempre protege aqueles que o agradam e sabem retribuir os seus favores. Exu foi a primeira forma dotada de existência individual. Não se sabe ao certo sua região de origem na África, pois em todos os reinos se presta culto a Exu. Sabe-se, no entanto, que chegou a ser rei de Kêtu. Exu renasceu várias vezes e a sua história revela que é filho de Orunmilá ou de Oxum, dependendo do momento em que renasce. Figura 01: Exu Ogum Ogum (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins. Orixá conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra por seu caráter devastador. Foras muitos os reinos que se curvavam

23 23 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) diante do poder militar de Ogum. Não é por acaso, portanto, que nas orações dedicadas a Ogum o medo fica tão evidente e a piedade é um pedido constante, pois como diz uma de suas cantigas: Ògún pá lélé pá Ògún pá ojaré Ògún pá, ejé pá Akoró ojaré. Ogum mata com violência Ogum mata com razão Ogum mata e destrói completamente. Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé. É um orixá importantíssimo na África e no Brasil. Sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele dá o mesmo os instrumentos no auxilio par o homem a vencer a natureza. Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ogum é amado. Espada! Eis o braço de Ogum. Figura 02: Ogum.

24 24 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) Oxossi Oxóssi é o deus caçador, senhor da floresta e de todos os seres que nela habitam. O orixá da fartura e da riqueza. Atualmente, o culto a Oxossi está praticamente esquecido na África, mas é bastante difundido no Brasil, e em outros países. Isso se deve ao fato de a cidade de Kêtu, da qual era rei, ter sido destruída quase por completo em meados do século XVIII, e seus habitantes, muitos consagrados a Oxossi, terem sido vendidos como escravos no Brasil e nas Antilhas. Esse fato possibilitou o renascimento de Kêtu, não como estado, mas como importante nação religiosa do Candomblé brasileiro. Oxóssi é o rei de Kêtu. A Oxóssi são conferidos os títulos de Alakétu, Rei, Senhor de Kêtu, e Oníìlé, o dono da Terra, pois na África cabia ao caçador descobrir o local ideal para instalar uma aldeia, tornando-se assim o primeiro ocupante do lugar, com autoridade sobre os futuros habitantes. Senhor da humanidade, que garante a fartura para seus descendentes. Na história da humanidade, Oxóssi cumpre um papel civilizador importante, pois na condição de caçador representa as formas mais arcaicas de sobrevivência humana, a própria busca incessante do homem por mecanismos que lhe possibilitem se sobressair no espaço da natureza e impor sua marca no mundo desconhecido. Outras histórias relacionadas a Oxossi o apontam como irmão de Ogum. Juntos, eles dominaram a floresta e levaram o homem à evolução. Além de irmão, Oxóssi é grande amigo de Ogum - dizem até que seria seu filho, e onde está Ogum deve estar Oxóssi, suas forças se completam e, unidas, são ainda mais imbatíveis. Oxóssi mantém estreita ligação com Ossaim, com quem aprendeu o segredo das folhas e os mistérios da floresta, tornou-se um grande feiticeiro e senhor de todas as folhas. A história mostra Oxóssi como filho de Iemanjá.

25 25 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) A exemplo de Xangô, Oxóssi é um orixá avesso à morte, porque é expressão da vida. A Oxóssi não importa o quanto se viva, desde que se viva intensamente. O frio da morte não passa perto de Oxóssi, pois ele não acredita nesta. Odé não chega perto da morte Ele se assenta em terras estranhas Odé me olha e me dá medo. Figura 03: Oxossi Ossaim Para este orixá sem folhas não há cura dos males, elas são imprescindíveis aos rituais do Candomblé. Cada orixá possui suas próprias folhas, mas só Ossaim conhece os seus segredos, só ele sabe as palavras que despertam seu poder, sua força. As folhas de Ossaim veiculam o axé, pois o verde é uma das qualidades do preto. As folhas e as plantas desempenham uma função fundamental no Candomblé, visto que sem folhas, sem sua presença, nenhuma cerimônia pode se realizar, pois ele detém o axé que desperta o poder do sangue verde da folhas. Ossaim é, portanto, a primeira consagração no Candomblé: primeira e constante, pois a folha faz parte do dia-a-dia dos adeptos do Candomblé; Ossaim é imprescindível à religião, aos orixás e aos iniciados.

26 26 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) A floresta é a casa de Ossaim, que divide com outros orixás do mato, como Ogum e Oxóssi, seu território por excelência, onde as folhas crescem em seu estado puro, selvagem, sem a interferência do homem. Ossaim é um orixá originário da região de Iraó, na Nigéria. É um deus originário da etnia ioruba. Uma confusão latente se refere ao sexo de Ossaim; é preciso esclarecer que se trata de um orixá do sexo masculino. Entretanto, como feiticeiro e estudioso das plantas, não teve tempo de relacionamentos amorosos. Na verdade, Ossaim e Oxóssi possuem inúmeras afinidades: ambos são orixás do mesmo espaço, da floresta, do mato, das folhas, grandes feiticeiros e conhecedores dos segredos da mata, da Terra. Figura 04: Ossain Omulum Omolu é a Terra! Essa afirmação resume perfeitamente o perfil desse orixá, o mais temido entre todos os deuses africanos, o poderoso Rei Dono da Terra. É preciso esclarecer, no entanto, que Omolu está ligado ao interior da terra e isso denota uma íntima relação com o fogo. Como o fogo que varre que arrasta para a morte - como as lavas de um vulcão. Uma cantiga de Jagun, uma qualidade guerreira de Obaluaiê, comprova o que foi dito:

27 27 Capítulo 1 O Candomblé (Origem, orixás, preceitos e rituais) Ele é o senhor que pode afligir o mundo com pestes e doenças. Pode afligir a Terra e devastar como o fogo. Pode afligir o despertar e o adormecer. Ele é Ajagunán. Orixá cercado de mistérios, Omolu é um deus de origem incerta, pois em muitas regiões da África eram cultuados deuses com características e domínios muito próximos aos seus. Omolu seria originário da região de Empé. As pipocas são as oferendas prediletas do orixá Omolu; um deus poderoso, guerreiro, caçador, destruidor e implacável, mas que se torna tranqüilo quando recebe sua oferenda preferida. Como se pôde observar, até aqui temos utilizando os nomes Omolu e Obaluaiê indistintamente pra designar o grande orixá das doenças epidêmicas, e não há nada de errado nisso. Obaluaiê significa Rei dono da Terra e Omolu, Filho do senhor, resta saber que Senhor é o pai de Omolu. Ao analisar separadamente cada palavra que forma os nomes desse orixá, a questão fica mais clara: OBALUAIÊ= OBÁ + OLU + AIYÉ OMULU= OMO + OLU Omulu nasceu com o corpo coberto de chagas e foi abandonado por sua mãe, Nanã Buruku, na beira da praia. Nesse contratempo, um caranguejo provocou graves ferimentos em sua pele. Iemanjá encontrou aquela criança e a criou com todo amor e carinho; com folhas de bananeira curou suas feridas e pústulas e a transformou em um grande guerreiro e hábil caçador, que se cobria com palha-dacosta (ikó) não porque escondia as marcas de sua doença, como muitos pensam, mas porque se tornou um ser de brilho tão intenso quanto o próprio sol. O capuz que cobre o rosto de Obaluaiê é para que os seres humanos se protejam, pois se o olharem de frente cegaria. A história de Omulu explica a origem dessa roupa enigmática, que possui um significado profundo relacionado à vida e à morte.

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