por enquanto, não precisam jogar fora. Para iniciar todos os componentes exigidos o mais rápido possível,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "por enquanto, não precisam jogar fora. Para iniciar todos os componentes exigidos o mais rápido possível,"

Transcrição

1 CAPA CAP CA A Ini Inicialização In cia aliz lizaçã aç ção rá rrápida ápi a co ápida com Sy S Systemd ste temd md Inicialização do sistema com systemd CAPA Veloz desde o início O systemd é um conjunto de soluções que promete revolucionar o processo de boot. Mas toda essa tecnologia realmente aumenta a velocidade? por Tim Schürmann P or muitos anos, a ferramenta SysV Init controlou a inicialização de sistemas Linux. Sua tarefa era habilitar todos os serviços e aplicativos exigidos nas operações de inicialização da máquina. Infelizmente, esse sistema insistia em iniciar apenas um processo depois do outro; e a tarefa toda demorava um pouco em sistemas encarregados de muitos aplicativos. Com o tempo, muitas alternativas foram surgindo todas com o objetivo de melhorar e acelerar esse trabalho. Cura geral Um candidato particularmente promissor é o systemd [1], criado pelo funcionário da Red Hat, Lennart Poettering, que também é o autor do NetworkManager. Embora o systemd tenha comemorado seu primeiro aniversário somente em abril de 2011, o software já emplacou no Fedora 15. Outras distribuições também anunciaram que vão adotar o software. Onde quer que você olhe, as avaliações da ferramenta são bem entusiasmadas. O systemd usa uma mistura de arquiteturas novas e antigas para acelerar o processo de boot. Segundo seu inventor, ele não apenas acelera a inicialização, mas também monitora os 30 serviços e programas que inicia, cuida da montagem de sistemas de arquivos, substitui o serviço cron (controlado por tempo) e atua como um gerenciador de sessões. Ao mesmo tempo, a ferramenta mantém compatibilidade com os scripts SysV existentes, que chegaram a um número impressionante ao longo dos anos e que os administradores, por enquanto, não precisam jogar fora. Para iniciar todos os componentes exigidos o mais rápido possível, o systemd recicla algumas ideias do Mac OS X (ou, para ser mais preciso, o programa equivalente no OS X, o launchd) e utiliza algumas funções especiais do kernel Linux. O programa de Poettering, portanto, não será facilmente portável para outros sistemas Unix, como o FreeBSD. Inicialmente, o systemd habilita apenas os serviços de que você realmente precisa. Por exemplo, o sistema de impressão CUPS e seu daemon só começam a trabalhar se você tiver uma impressora conectada e um aplicativo precisando imprimir algo. Os programas que o systemd não inicia não têm a capacidade de travar o processo de boot. O systemd simplesmente inicia todos os serviços restantes ao mesmo tempo. Infelizmente, muitos deles tem dependências. Por exemplo, o configurador de rede Avahi precisa do D-Bus, que por sua vez exige o syslog. Na pior das hipóteses, todos os serviços envolvidos iniciarão sequencialmente. O systemd usa um truque simples para contornar esse problema. Para entender como isso funciona, primeiro é preciso dar uma olhada rápida por baixo do capô. Sockets Os programas Linux usam sockets para se comunicar com os serviços. Você pode compará-los aos portões de embarque e desembarque de um aeroporto: um avião estaciona em um portão e descarrega ali sua carga. De modo similar, cada serviço fornece um socket que permite que os programas se conectem e descarreguem suas requisições para o serviço. O truque é fornecer esses sockets antes que os serviços estejam totalmente ativos. Usando ainda a mesma metáfora, é como ter algumas plataformas temporárias na pista de pouso, embora o terminal ainda não esteja pronto. Se um avião chegar, os passageiros podem desembarcar nessas plataformas e esperar a conclusão do terminal. Nesse meio tempo, o avião pode decolar de novo. O systemd faz exatamente isso com o serviço syslog, que registra cada mensagem que recebe em em um

2 Inicialização rápida com Systemd CAPA arquivo de log. O systemd cria um socket para o syslog no início do boot, caso seja necessário. Se um programa quiser descarregar uma mensagem de erro, ele apenas joga a mensagem no socket. Se o syslog ainda não estiver em execução, as mensagens ficam em cache. Enquanto houver espaço no buffer, outros programas não precisam esperar o syslog iniciar, podendo apenas prosseguir com seu trabalho. Depois o syslog pega as mensagens acumuladas e as processa. O fato de o kernel Linux gerenciar essas filas ajuda bastante. O systemd só precisa preparar os sockets requeridos e iniciar todos os serviços em paralelo. Essa abordagem não apenas poupa overhead de administração ou seja, tempo mas também tem alguns efeitos secundários positivos: se um serviço morrer, o socket ainda estará ali. Então, as requisições dos programas não se perdem, mas são armazenadas em cache. Isso significa que você pode reiniciar ou substituir um serviço em tempo real do mesmo modo como faz em uma atualização sem que o aplicativo seja afetado. Você pode até abrir os sockets e não iniciar o serviço até que cheguem as mensagens ( Start on Demand ou On Demand Loading ). O systemd assim assume o papel de programas como o inetd. Muitos serviços, principalmente aplicativos com interface gráfica, usam o D-Bus como seu meio de comunicação preferido, em vez de sockets. Felizmente, o método que descrevi também funciona com serviços D-Bus (ativação de bus): o systemd simplesmente registra alguns nomes de serviço com o D-Bus antes de prosseguir iniciando os aplicativos correspondentes. Monitoramento Se um serviço crítico é interrompido, o systemd precisa reiniciá-lo o mais rápido possível. Como um serviço pode clonar a si mesmo e iniciar outros programas conforme a necessida- Figura 1 O comando systemctl status cups.service dá os detalhes do serviço de impressão. Arquivo /etc/hostname /etc/vconsole.conf /etc/locale.conf /etc/modules-load.d/*.conf /etc/sysctl.d/*.conf /etc/tmpfiles.d/*.conf /etc/binfmt.d/*.conf /etc/os-release /etc/machine-id /etc/machine-info /run Conteúdo Hostname do sistema Layout de teclado e fonte do console Confi gurações de idioma (locale) Módulos do kernel carregados no boot Confi guração de parâmetros Sysctl Confi guração para todos os arquivos que o sistema cria, remove ou apaga na inicialização Confi guração de formatos binários para iniciar diretamente programas Java, Mono e Wine Nome e outros dados da distribuição (substitui o /etc/fedora-release e arquivos similares) ID do computador Dados sobre o computador Onde programas e serviços devem armazenar dados temporários que não pertencem à /tmp, incluindo dados de sockets ou arquivos lock. /run então é um substituto para /var/run e um diretório temporário (tempfs). Tabela 1 Diretórios e arquivos de confi guração importantes. Figura 2 O comando systemctl mostra uma lista de serviços existentes, seus estados e descrições. Linux Magazine #84 Novembro de

3 CAPA Inicialização rápida com Systemd Figura 3 O Systemadm permite que você habilite ou desabilite unidades apenas clicando nelas. de, geralmente costumava ser difícil determinar a morte de um serviço. O systemd fornece uma solução elegante para esse problema com um recurso relativamente novo do kernel, os control groups, ou cgroups. O sistema operacional usa cgroups para agrupar programas, ou, mais precisamente, processos. O systemd agora tranca cada serviço que inicia em um cgroup. Se o serviço inicia outros programas ou ramifica a si mesmo, como é o hábito com servidores web ou daemons SSH, os processos-filhos terminam no mesmo cgroup. Se não há processos ativos em um grupo, o serviço terminou ou quebrou. O systemd então o reinicia. O programa não toma conta só de serviços; ele pode montar partições e verificar se há erros. Para garantir que esses processos demorados sejam executados no fundo e em paralelo com todos os outros serviços, o systemd depende aí do Autofs [2]. Se um programa tentar gravar em um dispositivo que ainda não está disponível, o kernel armazena a requisição em um buffer. Assim que o sistema de arquivos estiver pronto, o kernel entrega os dados. Esse princípio permite que você compartilhe, por exemplo, sua partição home na rede com o Samba, embora o fsck ainda esteja verificando se há erros. Além disso, o systemd monitora diretórios individuais e monta o sistema de arquivos correspondente quando um programa tenta gravar ali. Fardo de scripts A maioria das distribuições ainda usa scripts Shell para iniciar serviços individuais. Iniciar programas externos e subshells consome um tempo gigantesco de processamento. Além disso, muitos scripts ainda usam funções recursivas e comandos redundantes; assim, ficam altamente sujeitos a erros e sua manutenção pode ficar bem difícil. Isso explica por que Poettering encara os scripts como um grande aborrecimento e, consistentemente, evita-os no systemd. Os mantenedores devem substituir funções em scripts por funções reais, preferivelmente escritas em C, tendo assim execução mais rápida. Ou eles podem compilar os scripts nos próprios daemons. O systemd já tem por si só um modo de lidar com as funções mais comuns e importantes. O programa atualmente pode definir o hostname, montar sistemas de arquivos e definir a língua ( system locale ). Ele lê as definições Figura 4 O systemd registra o tempo que cada serviço levou para iniciar. para isso em arquivos de configuração padronizados, ou quase. Em alguns casos, as distribuições usam arquivos diferentes. Por exemplo, o nome do sistema no Fedora está em /etc/sysconfig/network. O opensuse usa /etc/hostname e o Debian, /etc/hostname. Nesse caso, os criadores do systemd optaram por um arquivo-padrão: o programa espera que o hostname esteja em /etc/hostname. Isso pode ser visto como uma tentativa, por parte dos desenvolvedores do systemd, de padronizar as distribuições forçadamente. A tabela 1 dá uma visão geral dos arquivos de configuração e diretórios mais importantes, sendo que essa padronização já foi aceita entre as distribuições. Para mais informações sobre esse assunto, confira o blog de Lennart Poettering [3]. Unidades O systemd se refere a qualquer tarefa que gerencia como uma unidade ( unit ). Esta poderia englobar, por 32

4 Inicialização rápida com Systemd CAPA exemplo, o serviço de impressão CUPS, ou poderia estar relacionada à montagem do diretório home. Essas unidades obviamente requerem ações diferentes, o que explica por que cada uma tem um tipo específico. O CUPS é um serviço, então usa o tipo service, enquanto a montagem do diretório home é do tipo mount. Para garantir que o systemd realmente saiba o que fazer com uma unidade, ele precisa de um arquivo de configuração correspondente. O nome do arquivo usa o mesmo nome da unidade (que pode ser escolhido livremente) seguido do tipo. Assim, faz sentido chamar o arquivo de configuração do serviço de impressão de cups.service. Além de service e mount, o systemd também usa outras categorias, como detalhado na tabela 2. Exemplo Para habilitar determinado serviço no boot, é preciso criar um arquivo de configuração correspondente. A listagem 1 mostra o arquivo medicaoruido.service como um pequeno exemplo de um aplicativo para medição de ruídos. Tipo service socket device mount automount target snapshot swap timer path Descrição Serviço (tipicamente um daemon). Os arquivos de configuração usam uma estrutura semelhante à dos populares arquivos.desktop. A seção [Unit] contém alguns dados genéricos sobre o serviço, incluindo uma pequena descrição (para ser lida por pessoas) em Description. O systemd usa o serviço syslog para reportar erros e enviar os dados que grava nos arquivos. Com o systemd, os serviços podem sempre estar certos de que o sistema de arquivos existe, não é preciso garanti-lo. Assim, só resta a dependência em relação ao syslog, que é definida com o parâmetro After na terceira linha. Aqui, você só precisa colocar a unidade da qual o programa depende. Se houver diversas dependências, simplesmente liste os nomes das unidades separados por espaços. Essa lista pode ser bem grande; para evitar muita digitação, unidades do tipo target permitem agrupar diversas unidades sob um único nome. O systemd também vem com algumas unidades target especiais já prontas [4]. Elas incluem o syslog.target, como está demonstrado na listagem 1. Essa unidade simplesmente inicia uma implementação do syslog. Encapsula um socket. Cada socket tem uma unidade com um serviço correspondente, que inicia automaticamente quando um programa conecta-se com ele. Dispositivo. Ponto de montagem. Ponto de montagem automática no sistema de arquivos. Cada unidade automount tem uma unidade mount correspondente, que o systemd monta quando um programa acessa o diretório. Agrupa outras unidades e passa a atuar como uma unidade só Funciona como o target e armazena o estado do serviço. Assim é possível temporariamente alterar o estado do sistema para Panic e então voltar para o ambiente normal de trabalho. Gerencia arquivos swap e partições. Habilita serviços em horários ou intervalos determinados; a especifi cação usa a sintaxe cron. Ativa unidades no caso de existirem arquivos específi cos ou se um diretório spool atingiu certo limite. Tabela 2 Tipos de unidades. Como o systemd ativa o maior número possível de serviços em paralelo, essa instrução serve apenas para declarar a ordem, não para forçar a execução. Além de After, o systemd também permite as instruções da tabela 3. A próxima seção, [Service], fornece alguns dados sobre o serviço em si. Assim, ela só existe nos arquivos de configuração do tipo.service. ExecStart= especifica o nome do programa ( /usr/bin/medicaoruido, nesse exemplo). O systemd invoca esse comando ao iniciar o serviço. Como geralmente exigido pelo systemd, o programa é executado em primeiro plano. Se o daemon do serviço precisar ser executado no fundo ou criar um fork, ele usa o parâmetro Type=forking (listagem 2 ). E se o serviço usar o D-Bus, há uma opção para isso também ( listagem 3 ). O parâmetro BusName= declara o nome D-Bus do software. Restart=on-abort garante que o systemd reiniciará o serviço caso ele termine por algum motivo. Listagem 1: medicaoruido.service 01 [Unit] 02 Description=Esse serviço mede o ruído de aviões. 03 After=syslog.target 04 [Service] 05 ExecStart= /usr/bin/medicaoruido 06 Restart=on-abort 07 [Install] 08 WantedBy=multi-user.target Listagem 2: Criar um fork 01 [Service] 02 ExecStart= /usr/bin/medicaoruido -d 03 Type=forking 04 Restart=on-abort Listagem 3: Uso do D-Bus 01 [Service] 02 Type=dbus 03 BusName=de.dfld.medicaoruido 04 ExecStart=/ usr/bin/medicaoruido Linux Magazine #84 Novembro de

5 CAPA Inicialização rápida com Systemd Quadro 1: Compatibilidade Figura 5 Caso necessário, você pode criar um gráfi co que exibe a inicialização do sistema e o tempo gasto. A última seção, [Install], da listagem 1 informa ao systemd quando, e sob quais condições, o serviço deve ser iniciado. No exemplo, o software é executado ( WantedBy ) depois que o systemd habilita a unidade multi-user.target. Essa unidade encapsula todos os serviços exigidos em um sistema multiusuário Disparo O arquivo de configuração completo agora está gravado em medicaoruido. service no diretório /etc/systemd/ system. É aqui que você deve colocar todos os seus arquivos de configuração; os arquivos de configuração do sistema em si ficam em /lib/systemd/ system. O comando: $ sudo systemctl daemon-reload diz ao systemd para recarregar as configurações. Você pode então finalmente iniciar o novo serviço com: $ sudo systemctl start medicaoruido.service Instrução Significado Se trocar a palavra-chave start por status, o comando systemctl mostra o estado de determinado serviço ( figura 1 ). Para uma visão geral desses comandos, confira a tabela 4. Serviços ativos A ferramenta Systemctl é útil em muitas situações. Digitar systemctl sem nenhum parâmetro retorna uma lista com todos os serviços ativos ( figura 2 ). Preste atenção especial à coluna ACTIVE, que mostra se um serviço atualmente está ativo ou inativo, ou se houve algum problema na inicialização ( maintenance ). O comando systemctl status nomedaunidade pode dar mais informações sobre uma unidade com problemas. O parâmetro isolate diz para o systemd criar as unidades de uma unidade target específica: $ sudo systemctl isolate multi-user.target After O serviço gostaria de iniciar depois da unidade especifi cada. Require O serviço depende da unidade especifi cada. Wants O serviço gostaria que essa unidade estivesse executando. Confl icts O serviço não coopera com essa unidade. Tabela 3 Condições para os serviços. Para manter a compatibilidade com o sistema SysV Init, o systemd carrega os scripts de inicialização antigos e, depois, simplesmente os encara como fontes adicionais de confi guração, convertendo-os internamente para unidades. Igualmente, ele analisa e interpreta outros arquivos bem conhecidos, incluindo o /etc/fstab, cujas entradas são utilizadas como se fossem unidades mount e automount. Se você escreveu um script para o antigo SysV Init e quer convertê-lo em um arquivo service, pode se interessar por uma opção para executar scripts e prepará-los antes de o programa iniciar. Mas você não precisa disso com o systemd, ou quase não: a opção ExecStartPre= na seção [Service] contorna a questão: ExecStartPre=/bin/rm -f /var/ log/measurements. O systemd executa o comando (que pode ser um script) depois do sinal de = antes de habilitar o serviço especifi cado em ExecStart=. Do mesmo modo, ExecStartPost= pede que o systemd execute o comando especifi cado depois de iniciar o serviço. Finalmente, ExecStop= pede que o systemd pare um serviço. Os desenvolvedores do systemd criaram essas soluções, que devem ser assimiladas pelos próprios daemons no futuro. Aos programadores de serviços também se pede que: Não ramifi quem (fork) nenhum processo, se possível, e não invoquem setsid(). Não usem o daemon para alterar privilégios de usuários (o systemd faz isso). Não criem arquivos PID. Usem um nome do D-Bus se o daemon usar o D-Bus. Usem o systemd para registrar logs. Usem o systemd para criar e monitorar sockets. Usem SIGTERM em requisições para desligar o sistema. Para mais detalhes sobre a interação com o systemd, confi ra o post de Lennart Poettering [7]. 34

6 Inicialização rápida com Systemd CAPA Esse exemplo habilita todas as unidades exigidas pelo modo multiusuário sem interface gráfica. Para quem ainda pensa em termos de run levels e do SysV Init, o systemd fornece as unidades correspondentes que simulam o comportamento antigo. Por exemplo, o comando $ sudo systemctl isolate runlevel5.target muda para um estado de sistema com interface gráfica. Durante o boot, o systemd também habilita a unidade default.target, um symlink que aponta para outro arquivo de configuração. No Fedora 15, ainda se trata do runlevel5. target, mas em breve os desenvolvedores mudarão para o equivalente no systemd, graphical.target. O systemd também acrescenta um novo comando para desligar o sistema elegantemente: $ sudo systemctl --force poweroff Os antigos comandos shutdown e reboot ainda funcionam; o systemd os traduz ( quadro 1 ). Se você prefere uma interface gráfica em vez do Systemctl, pode usar o Systemadm do pacote systemd-gtk (figura 3 ). O systemd tem seu próprio log de inicialização. O comando systemd-analyze blame mostra os tempos de inicialização de cada serviço ( figura 4 ), e o comando $ sudo systemd-analyze plot > resultados.svg cria um gráfico limpo e organizado com esses dados no arquivo Comando daemon-reload start unidade stop unidade kill unidade status unidade disable unidade Significado Tabela 4 Comandos systemctl. Recarrega a confi guração Inicia a unidade Para a unidade (de modo elegante) resultados.svg, que pode ser aberto no Inkscape ou em qualquer navegador compatível ( figura 5 ). Futuro Embora o arquivo de configuração na listagem 1 pareça limpo e claro à primeira vista, o systemd é mais complexo que seu concorrente Upstart. Se você quer compreender a ferramenta, não tem escolha a não ser enfrentar as muitas páginas de texto que Lennart Poeterring foi publicando aos poucos em seu blog [5] e as atuais 45 páginas man [6] correspondentes. O systemd exige que os mantenedores de serviços modifiquem seu software, gerando assim uma programação adicional embora o overhead não seja muito grande. Os administradores também precisam dizer adeus aos bons e velhos scripts Shell. Tudo isso promete uma inicialização rápida do sistema, mas em um pequeno teste, o último Fedora RC levou cinco segundos a mais para inicializar do que o Ubuntu 11.04, que usa o concorrente Upstart, sob condições semelhantes. No entanto, esse resultado não revela nada conclusivo sobre o systemd: o Upstart já existe há anos e foi sendo devidamente otimizado; o systemd acabou de fazer um ano e ainda está sob constante mudança. Mas o systemd está se popularizando entre as distribuições. O Fedora 14 o incluiu como pacote opcional; no Fedora 15 ele já é o padrão. Nas distribuições opensuse, Debian, Mata a unidade (possível perda de dados) Consulta o status da unidade Desabilita a unidade e depois inicializa em system start time conforme requisição entre outras, os desenvolvedores também estão considerando a opção do systemd. Se você quiser experimentar sozinho, os links para os pacotes de diferentes distribuições estão no website do systemd incluindo Ubuntu, embora a Canonical ainda prefira apoiar sua própria cria, o Upstart. Devido ao apoio bem disseminado, o systemd provavelmente vai se tornar padrão logo, logo. Agora falta verificar se abandonar os flexíveis scripts e depender de funções exclusivas do kernel Linux será realmente um avanço. Mais informações: [1] systemd: freedesktop.org/wiki/ Software/systemd [2] Autofs no wiki Debian: wiki.debian.org/autofs [3] Novos arquivos de confi guração: blog/projects/the-newconfiguration-files [4] Visão geral de unidades target: de/public/systemd-man/ systemd.special.html [5] Blog de Lennart Poettering: [6] Páginas man do systemd: public/systemd-man/ [7] systemd para desenvolvedores: blog/projects/socketactivation.html Gostou do artigo? Queremos ouvir sua opinião. Fale conosco em Este artigo no nosso so site: Linux Magazine #84 Novembro de

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos Partição Parte de um disco físico que funciona como se fosse um disco fisicamente separado. Depois de criar uma partição, você deve formatá-la e atribuir-lhe uma letra de unidade antes de armazenar dados

Leia mais

SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux

SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux SOFTWARE LIVRE A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito

Leia mais

Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid

Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid Tecgraf/PUC Rio infogrid@tecgraf.puc rio.br 1.Introdução O objetivo deste documento é podermos registrar em um único local todas as informações necessárias

Leia mais

Disciplina: Sistemas Operacionais Professor: Cristiano Mariotti procrismar@globo.com

Disciplina: Sistemas Operacionais Professor: Cristiano Mariotti procrismar@globo.com Disciplina: Sistemas Operacionais Professor: Cristiano Mariotti procrismar@globo.com Equivalente a inicializar um computador ; Durante o bootstrapping, o kernel é carregado na memória principal e começa

Leia mais

Sistemas de Inicialização. Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Exatas

Sistemas de Inicialização. Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Exatas Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Exatas RUNLEVEL NÍVEIS DE EXECUÇÃO 15/08/11 1 Profº André Luiz 15/08/11 2 Profº André Luiz Durante o boot o Linux executa diversos processos em uma ordem

Leia mais

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser

Leia mais

Gerenciamento de Boot

Gerenciamento de Boot - Gerenciamento de Boot é um meio de você configurar e trabalhar com diversos sistemas operacionais instalados. - Gerenciador de Boot é um pequeno software instalado no Master Boot Record (MBR) nas trilhas

Leia mais

Sistemas Embarcados. Filesystem Hierarchy Standard (FHS) Root filesystem. Aula 06

Sistemas Embarcados. Filesystem Hierarchy Standard (FHS) Root filesystem. Aula 06 Introdução Sistemas Embarcados Root File System Linux (kernel) é apenas uma parte de um sistema embarcado Preciso executa a inicialização do sistema e de aplicações Necessário montar o sistema de arquivos

Leia mais

Faculdades Senac Pelotas

Faculdades Senac Pelotas Faculdades Senac Pelotas Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Introdução a informática Alunos Daniel Ferreira, Ícaro T. Vieira, Licurgo Nunes Atividade 4 Tipos de Arquivos Sumário 1 Tipos

Leia mais

22:59:36. Introdução à Informática com Software Livre

22:59:36. Introdução à Informática com Software Livre 22:59:36 Introdução à Informática com Software Livre 1 22:59:36 O Debian é uma distribuição GNU/Linux desenvolvida abertamente por um grupo mundial de voluntários, no esforço de se produzir um sistema

Leia mais

Gerenciamento de Processos

Gerenciamento de Processos - Um Processo é um Programa em Execução com todos os recursos necessários para este fim. - Cada Processo, quando em execução, enxergar como sendo possuidor de todos os recursos do sistema. - O Linux é

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com OBJETIVOS Descrever os serviços que um sistema operacional oferece aos usuários e outros sistemas

Leia mais

Manual do System Monitor. Chris Schlaeger John Tapsell Chris Schlaeger Tobias Koenig Tradução: Marcus Gama

Manual do System Monitor. Chris Schlaeger John Tapsell Chris Schlaeger Tobias Koenig Tradução: Marcus Gama Chris Schlaeger John Tapsell Chris Schlaeger Tobias Koenig Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 6 2 Usando o System Monitor 7 2.1 Iniciando........................................... 7 2.2 Tabela

Leia mais

Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática. Sistema de Arquivos. Prof. João Paulo de Brito Gonçalves

Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática. Sistema de Arquivos. Prof. João Paulo de Brito Gonçalves Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática Sistema de Arquivos Prof. João Paulo de Brito Gonçalves Introdução É com o sistema de arquivos que o usuário mais nota a presença do sistema operacional.

Leia mais

Instalando o Debian em modo texto

Instalando o Debian em modo texto Instalando o Debian em modo texto Por ser composto por um número absurdamente grande de pacotes, baixar os CDs de instalação do Debian é uma tarefa ingrata. Você pode ver uma lista dos mirrors disponíveis

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux

Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 ESTRUTURA DE DIRETÓRIOS LINUX... 3 SISTEMA DE ARQUIVOS E PARTICIONAMENTO...

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Servidor Messenger Openfire passo-a-passo no Linux

Servidor Messenger Openfire passo-a-passo no Linux 1 of 11 23/6/2010 22:45 Servidor Messenger Openfire passo-a-passo no Linux Autor: Paulo Roberto Junior - WoLF Data: 20/10/2008 Introdução Caso não goste de ler textos, vá logo

Leia mais

Sistema de Arquivos do Windows

Sistema de Arquivos do Windows Registro mestre de inicialização (MBR) A trilha zero do HD, onde ficam guardadas as informações sobre o(s) sistema(s) operacionais instalados. Onde começa o processo de inicialização do Sistema Operacional.

Leia mais

Informática Fácil NOÇÕES DE LINUX. Prof.: Adelson Gomes Ferraz Antonio Carlos Reis

Informática Fácil NOÇÕES DE LINUX. Prof.: Adelson Gomes Ferraz Antonio Carlos Reis Informática Fácil NOÇÕES DE LINUX Prof.: Adelson Gomes Ferraz Antonio Carlos Reis Cronologia 1. 1969 Univ Berkeley, Califórnia, cria-se o SO UNIX para uso geral em grandes computadores 1. Década de 70

Leia mais

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários.

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários. Os sistemas computacionais atuais permitem que diversos programas sejam carregados na memória e executados simultaneamente. Essa evolução tornou necessário um controle maior na divisão de tarefas entre

Leia mais

Projeto de extensão Linux no Campus

Projeto de extensão Linux no Campus Projeto de extensão Linux no Campus Universidade Federal de Santa Maria Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação Evandro Bolzan Contatos: ebolzan@inf.ufsm.br, http://www.inf.ufsm.br/~ebolzan BUG BUG

Leia mais

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O conteúdo deste documento tem como objetivos geral introduzir conceitos mínimos sobre sistemas operacionais e máquinas virtuais para posteriormente utilizar

Leia mais

Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais

Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais Universidade Federal de Ouro Preto Departamento de Computação e Sistemas - DECSI Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais Vicente Amorim vicente.amorim.ufop@gmail.com Sumário

Leia mais

Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04

Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04 Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04 Autor: Alexandre F. Ultrago E-mail: ultrago@hotmail.com 1 Infraestrutura da rede Instalação Ativando o usuário root Instalação do Webmin Acessando o Webmin

Leia mais

LINUX EDUCACIONAL 3.0

LINUX EDUCACIONAL 3.0 Manual Instalação de Impressora no LINUX EDUCACIONAL 3.0 Instalação da impressora Via CUPS e KDE Produzido por: Sergio Graças Giany Abreu Desenvolvedores do Projeto GNU/Linux VRlivre Manual Instalação

Leia mais

Gerenciamento de Processos

Gerenciamento de Processos - Um Processo é um Programa em Execução com todos os recursos necessários para este fim. - Cada Processo, quando em execução, enxergar como sendo possuidor de todos os recursos do sistema. - O Linux é

Leia mais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais Sistema Operacional Processo e Threads Introdução a Processos Todos os computadores modernos são capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Enquanto executa um programa do usuário, um computador pode

Leia mais

Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação.

Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação. Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação. 1.Todo software livre deve ser desenvolvido para uso por pessoa física em ambiente com sistema

Leia mais

838 - Linux - administração. Administração avançada do Linux

838 - Linux - administração. Administração avançada do Linux 838 - Linux - administração Administração avançada do Linux Processo INIT O processo init é o primeiro processo iniciado no Linux, após o carregamento do kernel do sistema. Quando é disparado, o init continua

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,

Leia mais

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 Comandos para manipulação de diretório 1. ls Lista os arquivos de um diretório. 2. cd Entra em um diretório. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório.

Leia mais

Sistemas Operacionais Cap 3 Estruturas de Sistemas Operacionais. Podemos analisar um sistema operacional sob diversos aspectos:

Sistemas Operacionais Cap 3 Estruturas de Sistemas Operacionais. Podemos analisar um sistema operacional sob diversos aspectos: Estruturas de Sistemas Operacionais Podemos analisar um sistema operacional sob diversos aspectos: Os serviços que o sistema operacional oferece. A interface que o sistema operacional torna disponível

Leia mais

Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Recursos, Redes e Samba Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo III Módulo III

Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Recursos, Redes e Samba Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo III Módulo III 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Recursos, Redes e Samba 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 1. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 1. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 1 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

Para continuar, baixe o linux-vm aqui: http://www.gdhpress.com.br/downloads/linux-vm.zip

Para continuar, baixe o linux-vm aqui: http://www.gdhpress.com.br/downloads/linux-vm.zip Se, assim como a maioria, você possui um único PC ou notebook, uma opção para testar as distribuições Linux sem precisar mexer no particionamento do HD e instalar o sistema em dualboot, é simplesmente

Leia mais

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para XEROX 6279. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a XEROX 6279 no manual

Leia mais

Manual de referência do Device Storage Manager

Manual de referência do Device Storage Manager Manual de referência do Device Storage Manager Avisos sobre direitos autorais e marcas comerciais Copyright 2003 Hewlett-Packard Development Company, L.P. É proibida a reprodução, adaptação ou tradução

Leia mais

Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais

Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais O Sistema de Arquivos Fabricio Breve O que você encontra no Sistema de Arquivos do Linux... Processos Portas seriais Canais de comunicação entre

Leia mais

Disparando o interpretador

Disparando o interpretador Capítulo 2: Usando o interpretador Python Disparando o interpretador O interpretador é frequentemente instalado como /usr/local/bin/python nas máquinas onde está disponível; adicionando /usr/local/bin

Leia mais

GNU/Linux Debian Servidor DNS

GNU/Linux Debian Servidor DNS GNU/Linux Debian Servidor DNS Neste tutorial, será apresentado a configuração do serviço de rede DNS (Domain Name System) utilizando o sistema operacional GNU/Linux, distribuição Debian 7.5. Antes de começamos

Leia mais

Manual do KSystemLog. Nicolas Ternisien

Manual do KSystemLog. Nicolas Ternisien Nicolas Ternisien 2 Conteúdo 1 Usando o KSystemLog 5 1.1 Introdução.......................................... 5 1.1.1 O que é KSystemLog?............................... 5 1.1.2 Recursos.......................................

Leia mais

Planejamento e Implantação de Servidores

Planejamento e Implantação de Servidores Planejamento e Implantação de Servidores Professor Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Aula 01 - Servidores Abordagem geral Teoria e práticas Servidores Linux Comandos Linux 2 Bibliografias da apoio

Leia mais

Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux. Prof. Claudio Silva

Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux. Prof. Claudio Silva Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux Estrutura de um Sistema Linux Por ter sua origem universitária, a forma como o Linux foi concebido é de perfeito agrado para o seu estudo.

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 CRIAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL... 3 Mas o que é virtualização?... 3 Instalando o VirtualBox...

Leia mais

Manual de instalação, configuração e utilização do Assinador Betha

Manual de instalação, configuração e utilização do Assinador Betha Manual de instalação, configuração e utilização do Assinador Betha Versão 1.5 Histórico de revisões Revisão Data Descrição da alteração 1.0 18/09/2015 Criação deste manual 1.1 22/09/2015 Incluído novas

Leia mais

Instalação FreeBSD 9. 2 - Inicialização do CD/DVD! Ao colocar o CD/DVD como boot principal na BIOS, aparecerá a seguinte tela:

Instalação FreeBSD 9. 2 - Inicialização do CD/DVD! Ao colocar o CD/DVD como boot principal na BIOS, aparecerá a seguinte tela: Instalação FreeBSD 9 1 - Introdução! O Sistema de Instalação do FreeBSD basicamente utilizará as setas do teclado, barra de espaço ou enter para executar determinada ação. Toda vez que encontrar alguma

Leia mais

Índice INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS WINDOWS...2 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS LINUX...3 TESTANDO A CONEXÃO DA REDE LOCAL...

Índice INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS WINDOWS...2 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS LINUX...3 TESTANDO A CONEXÃO DA REDE LOCAL... Índice INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS WINDOWS...2 INSTALAÇÃO DO SOFTWARE EM SISTEMAS LINUX...3 TESTANDO A CONEXÃO DA REDE LOCAL...4 Configurações iniciais...5 Arquivo sudoers no Sistema Operacional

Leia mais

O que um Servidor Samba faz?

O que um Servidor Samba faz? O que é o Samba? O Samba é um "software servidor" para Linux (e outros sistemas baseados em Unix) que permite o gerenciamento e compartilhamento de recursos em redes formadas por computadores com o Windows

Leia mais

Curso GNU/Linux. Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3. Existe apenas uma partição com espaço livre...3

Curso GNU/Linux. Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3. Existe apenas uma partição com espaço livre...3 Cesar Kállas - cesarkallas@gmx.net Curso GNU/Linux Realização CAECOMP Puc Campinas 2004 Capítulo 3 Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3 O HD tem espaço livre não particionado...3

Leia mais

LINX POSTOS AUTOSYSTEM

LINX POSTOS AUTOSYSTEM LINX POSTOS AUTOSYSTEM Manual Serviços e Agendamento Sumário 1 SERVIÇOS NO LINX POSTOS AUTOSYSTEM...3 2 CRIAR SERVIÇO...3 2.1 Agendamento de Tarefas Windows...5 2.2 Criar Serviço e Agendar Tarefas no Ubuntu-LINUX...6

Leia mais

Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma maquina virtual

Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma maquina virtual Maria Augusta Sakis Tutorial: Instalando Linux Educacional em uma Máquina Virtual Máquinas virtuais são muito úteis no dia-a-dia, permitindo ao usuário rodar outros sistemas operacionais dentro de uma

Leia mais

Implementando e gerenciando dispositivos de hardware

Implementando e gerenciando dispositivos de hardware 3 Implementando e gerenciando dispositivos de hardware Uma boa parte das questões do exame está concentrada nessa área. Saber implementar e, principalmente, solucionar problemas relacionados a dispositivos

Leia mais

Manual. Configuração do. Samba. Compartilhamento e Servidor Samba Linux. Produzido por: Sergio Graças Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre

Manual. Configuração do. Samba. Compartilhamento e Servidor Samba Linux. Produzido por: Sergio Graças Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre Manual Configuração do Samba Compartilhamento e Servidor Samba Linux Produzido por: Sergio Graças Desenvolvedor do Projeto GNU/Linux VRlivre Manual Configuração do Samba Compartilhamento e Servidor Samba

Leia mais

Licença para gerenciar

Licença para gerenciar SEGURANÇA Sudo e PolicyKit SEGURANÇA Sudo e PolicyKit Licença para gerenciar Se oferecermos a usuários supervisionados mais espaço para ajudarem a si mesmos, eles precisarão de privilégios adicionais.

Leia mais

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

Programação Concorrente Processos e Threads

Programação Concorrente Processos e Threads Programação Concorrente Processos e Threads Prof. Eduardo Alchieri Processos O conceito mais central em qualquer sistema operacional é o processo Uma abstração de um programa em execução Um programa por

Leia mais

Introdução à Programação de Computadores

Introdução à Programação de Computadores 1. Objetivos Introdução à Programação de Computadores Nesta seção, vamos discutir os componentes básicos de um computador, tanto em relação a hardware como a software. Também veremos uma pequena introdução

Leia mais

Sankhya Print Service

Sankhya Print Service 1 Sumário 1 Histórico...4 2 Introdução...5 3 Instalação...6 3.1 Verificando a instalação...10 4 Configurando o servidor SPS...10 4.1 config.properties...11 4.1.1 crypto.hmac.salt...11 4.1.2 crypto.hmac.secretkey...11

Leia mais

Unix: Sistema de Arquivos. Geraldo Braz Junior

Unix: Sistema de Arquivos. Geraldo Braz Junior Unix: Sistema de Arquivos Geraldo Braz Junior 2 Arquivos Um arquivo é visto pelo SO apenas como uma seqüência de bytes: nenhuma distinção é feita entre arquivos ASCII, binários, etc.; Muitos programas

Leia mais

Configuração Definitiva do Samba

Configuração Definitiva do Samba Configuração Definitiva do Samba 1 2 Sumário 1. Vantagens... 5 2. Desvantagem... 5 3. Conclusão Final... 5 4. Vamos botar a mão na massa!... 6 5. Instalação... 6 6. Configuração Parte 1 (Criando os diretórios)...

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux

Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux Introdução Um sistema operacional de rede é simplesmente um sistema operacional com serviços de rede, que chamamos de um modo geral de servidor. Dependendo

Leia mais

Objetivos do Curso. Organização do Curso. Apresentação do Curso. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Objetivos do Curso. Organização do Curso. Apresentação do Curso. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Apresentação do Curso 1 Objetivos do Curso Sistema Operacional Unix/Linux;

Leia mais

Agente local Aranda GNU/Linux. [Manual Instalación] Todos los derechos reservados Aranda Software www.arandasoft.com [1]

Agente local Aranda GNU/Linux. [Manual Instalación] Todos los derechos reservados Aranda Software www.arandasoft.com [1] Todos los derechos reservados Aranda Software www.arandasoft.com [1] Introdução O Agente Aranda para sistemas Linux se encarrega de coletar as seguintes informações em cada uma das estações de trabalho

Leia mais

Curso de Linux Básico

Curso de Linux Básico Curso de Linux Básico Oficina TecnoJovem Outubro/2013 Instalação de Programas Introdução Pacotes Gerenciamento de Pacotes Exemplos Material baseado na Documentação Ubuntu, disponível na Internet (WIKI)

Leia mais

Aula 01 Visão Geral do Linux

Aula 01 Visão Geral do Linux Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Administração de Redes de Computadores Aula 01 Visão Geral do Linux Prof. Gustavo Medeiros de Araujo Profa.

Leia mais

TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO LINUX EDUCACIONAL 5.0

TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO LINUX EDUCACIONAL 5.0 1 TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO LINUX EDUCACIONAL 5.0 PAULO RODRIGO SCARTEZINI 2 Índice 1) Instalando linux educacional 5.0...3 Passo 1 Navegue até o site do linux educacional 5.0 e baixe a

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES (LINUX) Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES (LINUX) Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES (LINUX) Agendador de Tarefas Ocron é um ótimo agendador de tarefas, com ele você pode agendar para um determinado momento um programa qualquer a ser executado. Sua aplicação

Leia mais

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Objetivos Detalhar conceitos sobre o sistema operacional Linux; Operar comandos básicos de sistemas Linux em modo Texto; Realizar a manutenção de arquivos

Leia mais

Guia de atualização passo a passo do Windows 8 CONFIDENCIAL 1/53

Guia de atualização passo a passo do Windows 8 CONFIDENCIAL 1/53 Guia de passo a passo do Windows 8 CONFIDENCIAL 1/53 Índice 1. 1. Processo de configuração do Windows 8 2. Requisitos do sistema 3. Preparações 2. 3. usando 4. usando o DVD de 5. usando o DVD de 6. 1.

Leia mais

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx 1 Introdução O Conecta S_Line permite que o laboratório envie à Central S_Line os resultados de exames gerados pelo Sistema de Informação Laboratorial (LIS) em forma de arquivos digitais. Todo o processo

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.

Leia mais

Introdução ao Linux MICHELLE NERY

Introdução ao Linux MICHELLE NERY Introdução ao Linux MICHELLE NERY O que é preciso saber para conhecer o Linux? Entender os componentes de um computador. Conhecimentos básicos de sistemas operacionais. Referência: Sistemas Operacionais

Leia mais

Mini curso de GNU/Linux

Mini curso de GNU/Linux Rudson Ribeiro Alves Mestre em Física (Semi Condutores) Usuário Unix de 1991 1998 Usuário Slackware deste 1994 Professor da UVV deste 1998 Mini curso de GNU/Linux Noções básicas sobre GNU/Linux Plataforma

Leia mais

Compilação de Programas a partir do código-fonte:

Compilação de Programas a partir do código-fonte: Compilação de Programas a partir do código-fonte: Descompactação do pacote com: # tar xvzf pacote.tar.gz (zipado) ou # tar xvjf pacote.tar.bz (bzipado) legenda: x: extrai (todo.tar é um saco de arquivos

Leia mais

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Protocolo O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Máquina: Definem os formatos, a ordem das mensagens enviadas e recebidas pelas entidades de rede e as ações a serem tomadas

Leia mais

Como Instalar Programas no GNU/Linux. Elexsandro Rangel dos Santos elexsandro.rangel@yahoo.com.br

Como Instalar Programas no GNU/Linux. Elexsandro Rangel dos Santos elexsandro.rangel@yahoo.com.br Como Instalar Programas no GNU/Linux Elexsandro Rangel dos Santos elexsandro.rangel@yahoo.com.br Sumário O que é um pacote? Principais formatos de pacotes no GNU/Linux Sistema de Gerenciamento de Pacotes

Leia mais

Java e JavaScript. Krishna Tateneni Tradução: Lisiane Sztoltz

Java e JavaScript. Krishna Tateneni Tradução: Lisiane Sztoltz Krishna Tateneni Tradução: Lisiane Sztoltz 2 Conteúdo 1 Java e JavaScript 4 1.1 Java............................................. 4 1.2 JavaScript.......................................... 4 3 1 Java e

Leia mais

OpenSolaris, parte 15

OpenSolaris, parte 15 OpenSolaris OpenSolaris, parte 15 Desbravando o framework de serviços no OpenSolaris. por Alexandre Borges TUTORIAL A Sun Microsystems, com o lançamento do Solaris 10, mudou radicalmente a maneira de gerenciar

Leia mais

Paragon NTFS para Mac OS X

Paragon NTFS para Mac OS X PARAGON Technologie GmbH, Systemprogrammierung Heinrich-von-Stephan-Str. 5c 79100 Freiburg, Germany Tel. +49 (0) 761 59018201 Fax +49 (0) 761 59018130 Internet www.paragon-software.com E-mail sales@paragon-software.com

Leia mais

DESCRIÇÃO live config contém os scripts que configuram um sistema Debian Live durante o processo de inicialização (userspace tardio).

DESCRIÇÃO live config contém os scripts que configuram um sistema Debian Live durante o processo de inicialização (userspace tardio). NOME live config Scripts para Configuração do Sistema DESCRIÇÃO live config contém os scripts que configuram um sistema Debian Live durante o processo de inicialização (userspace tardio). CONFIGURAÇÃO

Leia mais

Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor. Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL

Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor. Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL Sumário 1 Instalando o Linux Comunicações para Telecentros (servidor) 2 1.1 Experimentar o Linux

Leia mais

VirtuOS vrs. 4.00 para usuários da vrs. 3.01a R.10

VirtuOS vrs. 4.00 para usuários da vrs. 3.01a R.10 VirtuOS vrs. 4.00 para usuários da vrs. 3.01a R.10 Este documento resume as principais diferenças entre a vrs. 4.00 em relação à vrs. 3.01a R.10 do Sistema VirtuOS e se destina aos usuários que dela estão

Leia mais

Treinamento para Manutenção dos Telecentros

Treinamento para Manutenção dos Telecentros Treinamento para Manutenção dos Telecentros Módulo II :: Utilizando o Linux Básico do Sistema Manoel Campos da Silva Filho Professor do IFTO/Palmas 1 2 Código Aberto/Open Source Programas (softwares/aplicativos)

Leia mais

TeamViewer 9 Manual Management Console

TeamViewer 9 Manual Management Console TeamViewer 9 Manual Management Console Rev 9.2-07/2014 TeamViewer GmbH Jahnstraße 30 D-73037 Göppingen www.teamviewer.com Sumário 1 Sobre o TeamViewer Management Console... 4 1.1 Sobre o Management Console...

Leia mais

EXEMPLO: Processo para atualização da hora Processo para monitoramento da necessidade de proteção de tela. Figura 4-1 - Exemplo

EXEMPLO: Processo para atualização da hora Processo para monitoramento da necessidade de proteção de tela. Figura 4-1 - Exemplo 4 PROCESSOS Os primeiros sistemas operacionais permitiam que apenas um processo fosse executado por vez. Dessa maneira, este processo tinha todo o sistema computacional a sua disposição. Os atuais sistemas

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário MODEM USB 3G+ WM31 Manual do Usuário 2 Tabela de Conteúdo 1 Introdução... 3 2. Instalação... 5 3. Descrição da interface do cliente... 6 4. Conexão... 10 5.SMS... 11 6.Contatos... 14 7.Estatística... 18

Leia mais

03/11/2011. Apresentação. SA do Linux. Sistemas de Arquivos. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux

03/11/2011. Apresentação. SA do Linux. Sistemas de Arquivos. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux Apresentação Administração de Sistemas Curso Tecnologia em Telemática Disciplina Administração de Sistemas Linux Professor: Anderson Costa anderson@ifpb.edu.br Assunto da aula Aspectos do Sistema de Arquivos

Leia mais

Paragon NTFS para Mac OS X

Paragon NTFS para Mac OS X PARAGON Software GmbH Heinrich-von-Stephan-Str. 5c 79100 Freiburg, Germany Tel. +49 (0) 761 59018201 Fax +49 (0) 761 59018130 Internet www.paragon-software.com E-mail sales@paragon-software.com Paragon

Leia mais

Trabalho de base. Ao instalar um sistema Nagios[1], CAPA. GroundWork

Trabalho de base. Ao instalar um sistema Nagios[1], CAPA. GroundWork CAPA GroundWork Afonso Lima - www.sxc.hu Trabalho de base O Nagios possui uma interface web bastante básica. O GroundWork é uma interface mais amigável e com visual profissional para essa ferramenta. por

Leia mais

COMO INSTALAR ZIM 8.50 HP-UX, AIX, LINUX E UNIXWARE

COMO INSTALAR ZIM 8.50 HP-UX, AIX, LINUX E UNIXWARE ZIM TECHNOLOGIES DO BRASIL COMO INSTALAR ZIM 8.50 HP-UX, AIX, LINUX E UNIXWARE Próx Antes de Iniciar O objetivo deste documento é apresentar os passos necessários para instalar a versão mais recente do

Leia mais

NOMES: Leonardo Claro Diego Lage Charles Tancredo Márcio Castro

NOMES: Leonardo Claro Diego Lage Charles Tancredo Márcio Castro NOMES: Leonardo Claro Diego Lage Charles Tancredo Márcio Castro O MySQL Cluster é versão do MySQL adaptada para um ambiente de computação distribuída, provendo alta disponibilidade e alta redundância utilizando

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais