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1 SOLICITAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE INTERESSE Nº 016/2014 PROGRAMA IPEA PESQUISA SELEÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL - INTERCÂMBIO DE ESPECIALISTA ESTRANGEIRO Contrato de Empréstimo de Cooperação Técnica nº 1841/OC-BR BR-L1060 Projeto: Gestão do Conhecimento na Administração Pública Método de Contratação: Seleção de Consultores Individuais GN do Banco Interamericano de Desenvolvimento BID. Objeto: Realização de intercâmbio de 05 (cinco) especialistas estrangeiros. Os consultores deverão elaborar capítulos do livro Experiências Internacionais de Implementação da Gestão do Conhecimento na Administração Pública e participar de seminário a ser realizado nas dependências do Ipea em Brasília.. Contexto: 1. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com o objetivo de contribuir para melhor formulação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas brasileiras. Para esse efeito, o presente projeto objetiva: 1.1. Fornecer subsídios para orientar o esforço de organizações públicas brasileiras no tema em questão; 1.2. Contribuir para avanço da institucionalização da Gestão do Conhecimento (GC) no setor público. 2. A contratação de especialistas estrangeiros justifica-se pela necessidade de buscar experiências de implementação da Gestão do Conhecimento (GC) em órgãos e entidades da administração pública em outros países. 3. Escopo do trabalho e responsabilidade: 3.1. O objetivo do contrato é escrever capítulo dentro do contexto do projeto do livro, conforme detalhado no Anexo II, e dar uma palestra sobre o tema O objetivo do livro é descrever e analisar estudos de casos de países que implementaram a prática da Gestão de Conhecimento em órgãos e entidades da administração pública e o grau de explicitação e formalização da GC nessas organizações. 4. Detalhes da consultoria contratada: 4.1. O trabalho do consultor será desenvolvido em articulação com a equipe do projeto; 4.2. A elaboração dos capítulos será realizada no escritório do consultor; 4.3. O consultor deverá deslocar-se a Brasília-DF para participar de seminário a ser realizado nas dependências do Ipea; 4.4. Quaisquer despesas de transporte, hospedagem e alimentação para a prestação dos serviços de consultoria, se aplicáveis, serão de responsabilidade e ônus do consultor contratado. 5. Produtos: Produto 1: Resumo estendido do capítulo; contendo os temas a serem desenvolvidos, as principais referências, detalhando objetivos, proposta de título e considerações preliminares, contendo entre e palavras;

2 Produto 2: Versão preliminar do capítulo; próximo a sua forma final, contendo entre e palavras, título, considerações finais consolidadas, em acordo com a proposta de resumo estendido e os comentários dos editores sobre a proposta; Produto 3: Palestras sobre a versão preliminar do capítulo em seminário a ser realizado nas dependências do Ipea em Brasília-DF, com duração entre 40 e 60 minutos cada uma, seguido de debate. O conteúdo da apresentação, disponibilizados em versão digital conterá o essencial do produto 2; Produto 4: Versão final do capítulo, contendo entre e palavras, pronto para envio ao editorial, com considerações acerca das sugestões dos editores sobre o produto 2 e o produto 3, incluindo tabelas e figuras editáveis, entregues em arquivo em separado, em alta resolução, com referências, título final, abstract, palavras-chave Todos os produtos podem ser entregues por meio digital, via , com confirmação de recebimento; 5.3. As palestras a serem realizadas no seminário serão obrigatoriamente acompanhadas das entregas das apresentações em formato digital; 5.4. Os produtos serão aceitos após as considerações dos coordenadores do projeto e possíveis ajustes solicitados; 5.5. Os textos serão escritos em língua portuguesa ou inglesa ou espanhola, bem como as palestras a serem realizadas no seminário. 6. Requisitos de experiência e qualificação acadêmica: 6.1. Requisitos obrigatórios: Ser pesquisador estrangeiro oriundo de país elegível do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Anexo I); Ter atuação efetiva no exterior, não possuindo visto permanente no Brasil; Formação em nível de doutorado (Ph.D), há pelo menos 5 anos; Domínio do idioma inglês ou espanhol ou português; Disponibilidade de participação em seminário nas dependências do Ipea em Brasília-DF com duração de dois dias no mês de novembro de Requisitos Desejáveis: Publicações em revistas acadêmicas com sistema de revisão por pares, classificadas nos sistemas internacionais, essencialmente, em temas aderentes aos objetivos dos capítulos explicitados no item 2 (objetivo) deste termo de referência; Atuação no período em instituição de pesquisa ou universidade, preferencialmente, em centros especializados em gestão do conhecimento, gestão da inovação ou similar; participação em conferências, seminários, colóquios com ênfase em gestão do conhecimento ou tema correlato, aderente aos objetivos dos capítulos.

3 7. Critérios de avaliação: 7.1. Experiência Acadêmica e Profissional: Experiência na Área Temática Pontuação PESO Publicações em revistas acadêmicas com sistema de revisão por pares, classificadas nos sistemas internacionais, essencialmente, em temas aderentes aos objetivos dos capítulos. Atuação em instituição de pesquisa; participação em conferências, seminários, colóquios com ênfase gestão do conhecimento ou tema correlato, aderente aos objetivos do capítulo; Item ausente (sem demonstrar experiência ou porte): 0 pontos Aderência Fraca (demonstra pouca experiência ou porte): 2,5 pontos Aderência Razoável (demonstra alguma experiência ou porte): 5 pontos Aderência Boa (demonstra maior experiência ou porte): 7,5 pontos Aderência Excelente (demonstra grande experiência ou porte): 10 pontos Item ausente (sem demonstrar experiência ou porte): 0 pontos Aderência Fraca (demonstra pouca experiência ou porte): 2,5 pontos Aderência Razoável (demonstra alguma experiência ou porte): 5 pontos Aderência Boa (demonstra maior experiência ou porte): 7,5 pontos Aderência Excelente (demonstra grande experiência ou porte): 10 pontos A pontuação de cada candidato será dada pela média ponderada das pontuações obtidas em cada um dos itens. Somente serão considerados aptos os candidatos que atingirem pontuação final igual ou superior a 7,5. 8. O IPEA divulgará a ordem de classificação e o país de origem dos candidatos considerados aptos em seu sítio e publicará extrato no Diário Oficial da União A seleção e contratação está limitada a um (01) consultor por país de origem Serão selecionados cinco (05) consultores, obedecida a ordem de classificação e a limitação de um (01) consultor por país de origem. 9. Os candidatos poderão solicitar informações dos motivos de sua eliminação do processo seletivo, mediante requerimento dirigido ao IPEA, contendo dados pessoais e indicação do processo seletivo do qual participou, no prazo de 3 (três) dias úteis a contar do dia seguinte ao da publicação do resultado no Diário Oficial da União. 10. Submissão das manifestações de interesse: Para manifestar interesse, o candidato deve encaminhar Currículo Vitae e Cópia de seu passaporte por correio eletrônico para o endereço: até às 18 horas (horário de Brasília) de 27 de maio de 2014, indicando, em Assunto o número da Solicitação de Manifestação de Interesse (016/2014) e o Nome do Projeto ( Gestão do Conhecimento na Administração Pública ).

4 11. Submissão de proposta 11.1 Os candidatos selecionados receberão o Termo de Referência e serão convidados a submeter proposta financeira, com total de custos que deverá incluir: valor cobrado pela consultoria, despesas administrativas (se couber), custos de transporte, hospedagem e outras despesas que julgar necessárias para o desempenho da proposta Na hipótese de as negociações não resultarem em contrato aceitável, o IPEA convidará o próximo candidato, obedecida a ordem de classificação e a limitação de um (01) consultor por país de origem. 12. O Ipea convida especialistas estrangeiros a manifestar interesse na prestação dos serviços de consultoria descritos. 13. A inscrição está aberta a todos os interessados dos Países Elegíveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento BID. 14. Para maiores informações: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA Unidade de Coordenação de Programas Diretoria de Desenvolvimento Institucional SBS Quadra 1 Bloco J, Edifício BNDES, 5º Andar, Sala 509, Brasília DF, CEP: Tel: 55 (61) / / Fax: 55 (61) Sítio: Brasília/DF, 14 de maio de LUIZ CEZAR LOUREIRO DE AZEREDO Coordenador do Programa Ipea Pesquisa

5 ANEXO I Países Elegíveis do Banco Interamericano de Desenvolvimento (a) Países Mutuários: (i) Argentina, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Trinidade e Tobago, Uruguai e Venezuela. (b) Países Não-Mutuários: (i) Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, Croácia, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Israel, Itália, Japão, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, República da Coréia, República Popular da China, Suécia e Suíça.

6 Gestão do Conhecimento na Administração Pública Introdução ANEXO II Contextualização do Projeto Os capítulos do livro Experiências Internacionais de Implementação da Gestão do Conhecimento (GC) na Adminsitração Pública deverão abordar pelo menos um dos seguintes tópicos: 1) a implementação de práticas de GC em órgãos e entidades da administração pública; e 2) o grau de explicitação e formalização da GC nessas organizações. Os trabalhos com foco nas práticas de GC poderão analisar uma ou mais das seguintes práticas: Comunidades de prática/comunidades de conhecimento; Mentoring; Coaching; Benchmarking interno e externo; Melhores práticas (Best practices); Fóruns (presenciais e virtuais)/listas de discussão; Mapeamento ou auditoria do conhecimento; Ferramentas de colaboração como portais, intranets e extranets; Sistemas de gestão por competências; Banco de competências individuais/banco de Talentos/Páginas Amarelas; Banco de competências organizacionais; Memória organizacional/ Lições aprendidas/banco de conhecimentos; Sistemas de inteligência organizacional/ inteligência competitiva; Educação corporativa; Universidade Corporativa; Gestão do capital intelectual/gestão dos ativos intangíveis; Narrativas; Sistemas de workflow; Gestão de conteúdo; Gestão Eletrônica de Documentos (GED); Data Warehouse (ferramenta de TI para apoio à GC); Data mining (ferramenta de TI para apoio à GC); Customer Relationship Management (Gestão de Relacionamento com o Cliente); Brainstorming ; Captura de Ideias e de Lições Aprendidas; Assistência de colegas (Peer Assist); Revisão de Aprendizagem (Learning Review); Revisão Pós-Ação (After Action Review - AAR); Espaços colaborativos físicos; Espaços colaborativos físicos; Café do Conhecimento (Knowledge Café); Taxonomia; Bases de conhecimento; Construção de clusters de conhecimento / Repositórios do conhecimento/ Banco de conhecimentos; Blogs; Serviços Online de Redes Sociais; Voice and Voice-over-Internet Protocol (VOIP); Ferramentas de Busca Avançada; Construção de clusters de conhecimento; Espaços Colaborativos Virtuais; Organizational Knowledge Assessment (OKA) e Compartilhamento de vídeos. A análise da implementação de práticas de GC deverá incluir o estágio de implantação e o alcance na organização (iniciativa isolada, restrito a alguns departamentos, no âmbito de uma diretoria ou divisão e amplamente disseminada). Os estágios de implantação são: 1) já implantada; 2) implantada e apresentando resultados qualitativos importantes e relevantes. Exemplos: i) estímulo à criatividade e inovação; ii) construção da memória institucional; iii) maior agilidade e capacidade organizacional de adaptação a mudanças; iv) promoção do sentimento de pertencer a uma comunidade; v) contribuição para o planejamento do processo sucessório e desenvolvimento dos servidores/funcionários; vi) práticas de GC tornou-se um dos alicerces da estratégia de capital humano da

7 organização; e vii) práticas de GC são reconhecidas como importantes elementos para a missão, visão, estratégias e objetivos organizacionais); e 3) já implantada e apresentando resultados importantes, relevantes e mensuráveis. Exemplos: i) aumento da eficiência; ii) melhoria da qualidade de serviços e produtos; iii) aumento da efetividade; iv) inovação de processos, produtos e serviços; v) melhor observância dos princípios constitucionais da administração pública: legalidade, impessoalidade, publicidade e moralidade, entre outros; vi) melhoria do desempenho individual; e vii) melhoria do desempenho organizacional. Os trabalhos com foco no grau de formalização e explicitação da GC nas organizações deverão responder perguntas sobre intenção estratégica, definição de objetivos, alocação de recursos, ações e contexto das iniciativas, implementação, monitoração e avaliação de resultados. A título de sugestão, são listadas a seguir algumas perguntas sobre os aspectos citados no parágrafo anterior: 1) Intenção estratégica: Qual a percepção do grau de importância da GC na organização; Qual a percepção do grau de importância de GC nos níveis da estrutura organizacional; A estratégia de GC está amplamente disseminada na organização e é bem conhecida pela maioria do pessoal? Qual é o estado atual das iniciativas? Qual é o grau de formalização da GC na organização? 2) Definição de objetivos: Os objetivos de GC foram formalizados, permitindo uma clara identificação e priorização de ações tanto para o curto como para o longo prazo? Quais são os principais objetivos da GC na organização? Como foi o processo de elaboração destes objetivos? Quem participou na elaboração desses objetivos? 3) Alocação de recursos: Os recursos para GC são crescentes e mostram um efetivo compromisso da organização? Qual é a área/departamento que concentra a responsabilidade por gestão do conhecimento na organização? 4) Ações e contexto das iniciativas: Quais são os elementos-chave incluídos na política ou estratégia de GC da organização? Com base nos objetivos traçados quais são as iniciativas em curso? Quais as que apresentam resultados mais efetivos e visíveis? 5) Implementação: Quais são os elementos facilitadores utilizados para iniciar/implantar processos de GC na organização? Quais são os principais obstáculos à implantação de processos de GC na organização? 6) Monitoração e avaliação de resultados: Existe acompanhamento para avaliar o progresso na implantação de práticas de Gestão do Conhecimento na organização? De um modo geral, na implantação de práticas de Gestão do

8 Conhecimento e da informação, qual momento? o grau de sucesso alcançado? Que resultados foram percebidos até o Justificativa O Brasil caminha na direção da economia da informação. A capacidade produtiva não é mais totalmente dependente de capital e de equipamento. Os ativos de informação e de conhecimento tornam-se cada vez mais importantes. Como consequência, há um novo desafio para o desenvolvimento brasileiro. Na economia da informação, o sucesso é resultado da mobilização dos ativos da informação e do conhecimento de uma comunidade e do apoio às empresas para enfrentar um novo ambiente de negócios. A Gestão do Conhecimento (GC) pode fornecer as ferramentas para ajudar os atores sociais envolvidos no processo de desenvolvimento a realizar essa tarefa (JARBOE; ALLIANCE, 2001). A GC é um conjunto de técnicas e ferramentas para identificar e utilizar os ativos de informação e de conhecimento. Trata-se, na definição da empresa KPMG, de (...) uma abordagem sistemática e organizada para melhorar a capacidade da organização de mobilizar conhecimento para aumentar o desempenho (KPMG, 2003). Torna-se imprescindível, portanto, para as empresas privadas, a implementação da GC para sobreviver na economia da informação. No entanto, esse não é um desafio apenas para o setor privado, mas também para o setor público. Karl Wiig, destacado autor na área de GC, salienta que: (...) a gestão do conhecimento (GC) contribui com novas opções, melhorando a capacidade de realização e com práticas que podem beneficiar muito a administração pública. Gerenciar o conhecimento tornou-se uma nova responsabilidade da administração pública para que ela possa aumentar a efetividade dos serviços públicos e melhorar a sociedade a qual ela serve (WIIG, 2000). A pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2003 junto a 20 países e 132 instituições governamentais mostra que, salvo raras exceções, as organizações públicas estão muito atrasadas na implementação da GC em comparação com as empresas privadas (OCDE, 2003). A mesma situação foi verificada na administração pública brasileira, como demonstra o trabalho publicado pelo Ipea em 2005, intitulado Gestão do Conhecimento na Administração Pública (BATISTA et al., 2005).

9 O livro Experiências Internacionais de Implementação da Gestão do Conhecimento (GC) na Adminsitração Pública, ao descrever e analisar estudos de casos, fornecerá importantes subsídios para orientar o esforço de organizações públicas brasileiras interessadas no tema e, dessa forma, contribuirá para avanço da institucionalização da GC no setor público. Referências BATISTA, F. F. Modelo de Gestão do Conhecimento para a Administração Pública Brasileira. Brasília: Ipea, DALKIR, Kimiz. Knowledge management in Theory and practice. Cambridge: MIT Press, 2011.

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