Plataforma para o suporte de Blended Peer Assisted Learning

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1 Centr de Cmpetências em Ciências Exactas e Engenharia da Universidade da Madeira Platafrma para suprte de Blended Peer Assisted Learning Jsé Miguel Fabríci Pereira Teixeira (Licenciad) Tese Submetida à Universidade da Madeira para a Obtençã d Grau de Mestre em Engenharia Infrmática Funchal Prtugal Nvembr 2010

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3 Orientadr: Prfessr Dutr Paul Nazaren Sampai Prfessr Auxiliar d Centr de Cmpetências em Ciências Exactas e Engenharia da Universidade da Madeira iii

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5 ABSTRACT This Prject is entitled Platfrm fr the supprt f blended Peer Assisted Learning was develped under the M.Sc. prgram in Infrmatics Engineering at University f Madeira. Thrughut ur research n the different e-learning methds, we fund ut a large gap related t mst f the cmputer-assisted educatin systems. Indeed, mst f the available slutins in the literature are cncerned with the knwledge acquisitin; hwever, they are barely cncerned with the type f users, with their academic and prfessinal backgrund, and which methdlgy is mre effective in rder t help students t learn better. In this cntext, taking int accunt the existing platfrms and teaching methdlgies, we decided t prpse and develp a platfrm which gathers a set f features and methdlgies in rder t facilitate the definitin f the learning strategies that wuld best fit the user s needs based n the user s prfile. In rder t meet the requirements defined fr this platfrm, we adpted the Peer Assisted Learning (PAL) paradigm and its learning strategies, which have been bradly applied fr student guidance and tutring. PAL has gained sme attentin in the academic and pedaggic cmmunity, having a large number f institutins and rganizatin adpting it as a learning mdel. The ppularity f this paradigm is due the pssibility f applying the existing learning strategies based n PAL t persnalize the learning prcess. This means that based n the cmpetences and backgrunds f each student, we are able t determine which strategy can facilitate his learning prcess. In particular, we decided t implement and validate nly ne PAL strategy, called Peer Tutring (PT). Thus, the main cntributins f this thesis are nt nly t prvide the basis fr the develpment f the Blended PAL Platfrm, but als t prvide the main guidelines fr the develpment f the remaining PAL strategies. Clearly, the main advantage f this wrk is the develpment f a platfrm which can be a useful tl fr teachers t have a fllw-up f the students learning prcess, and fr students t apply a platfrm where he adpt the mst apprpriate PAL strategy being pssible t learn interacting with his remte peers, thus, imprving his learning experience. v

6 KEYWORDS Sftware Engineering, Peer Assisted Learning, Peer Assisted Learning Strategies, e- Learning, e-prtflis, Blended Learning, Mdle, e-pal, Peer Tutring, Reciprcal Teaching, Rleplaying, Cperative Learning, PHP, HTML, MYSQL, URI Schemas, XML, XSL, CSS. vi

7 RESUMO Este prject fi realizad na Universidade da Madeira, n âmbit d Mestrad em Engenharia Infrmática e tem cm títul Platafrma para suprte de Blended Peer Assisted Learning. A lng da nssa pesquisa sbre s váris métds de aprendizagem nline, deparam-ns cm uma grande lacuna que abrange a mair parte ds sistema de ensin assistids pr cmputadr, u seja, tdas elas precupam-se cm a passagem de cnheciments, mas raras sã aquelas que têm em atençã tip de utilizadr, qual a seu percurs académic e prfissinal, qual a metdlgia que fará cm que mesm capte melhr s cnteúds, etc. Cm este bjectiv em mente, e tend em atençã as diversas platafrmas e metdlgias de ensin existentes, ptu-se pr elabrar uma arquitectura de uma platafrma capaz de centralizar na mesma, um cnjunt de funcinalidades e metdlgias que pssibilitassem um acmpanhament mais específic d utilizadr, prprcinand um mair cnheciment, através d qual pderia encaminhar utilizadr para a estratégia de aprendizagem que mais se adequasse a um utilizadr cm as suas características. Cm se pderá cnstatar n decrrer desta dissertaçã, a platafrma desenhada e módul desenvlvid têm cm base teórica Peer Assisted Learning (PAL) e as suas estratégias de aprendizagem. O PAL é um cnceit relativamente nv, que se encntra em plena ascensã, send cada vez mair númer de instituições/rganizações que adptam PAL cm metdlgia de ensin para a frmaçã ds seus membrs. Este cresciment deve-se em grande parte às várias estratégias PAL que visam uma mair adequaçã a tip de utilizadr, cntribuind assim para uma aprendizagem mais rápida e eficaz. Uma vez que a implementaçã da platafrma na sua ttalidade seria de td impssível, ptuse pr desenvlver apenas um ds móduls referente à estratégia de PAL Peer Tutring (PT). N final, bjectiv principal, passa nã só pr frnecer as bases necessárias a desenvlviment da referida platafrma, mas também pela dispnibilizaçã d módul de PT que servirá de referência para desenvlviment das restantes estratégias. Tend em atençã tda a investigaçã efectuada, facilmente se depreende as inúmeras vantagens que pdem advir da utilizaçã d PAL, das quais se salienta, a adequaçã da estratégia PAL mais indicada para cada tip de utilizadr. vii

8 PALAVRAS CHAVE Engenharia de Sftware, Peer Assisted Learning, Peer Assisted Learning Strategies, e- Learning, e-prtfólis, Blended Learning, Mdle, e-pal, Peer Tutring, Reciprcal Teaching, Rleplaying, Cperative Learning, PHP, HTML. MySQL, URI Schemas, XML, XSL, CSS. viii

9 Dedic esta dissertaçã a meu filh Martim que nasceu entretant, pis cada srris seu, dava-me alent e inspiraçã para alcançar mais facilmente este bjectiv ix

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11 AGRADECIMENTOS Em primeir lugar gstaria de agradecer à Universidade da Madeira, sem a qual este prject nã teria sid pssível, mais precisamente a Prfessr Dutr Paul Sampai pr td api e dispnibilidade demnstrada a lng d desenvlviment deste trabalh, nmeadamente, a nível da gestã de temp e rganizaçã d plan de trabalh, da implementaçã da aplicaçã e da redacçã da dissertaçã. Gstava de agradecer também a meu filh que nasceu entretant, que se prtu muit bem, fazend cm que Pai tivesse mais temp para trabalhar n prject. À minha Mulher, pr td api demnstrad, principalmente cm nss filh que nesta fase precisa de td nss api e atençã. As meus Pais, pr me terem incentivad a inscrever neste Mestrad e pr td api e frça que me deram e cntinuam a dar, mesm ns mments que as cisas crrem mens bem. Pr últim, mas nã mens imprtante, à minha Sgra, pr ter ficad cm Martim nas tardes em que a Mãe fi trabalhar para assim ter mais dispnibilidade para a cnclusã da dissertaçã. A tds meu mais sincer e prfund OBRIGADO xi

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13 ÍNDICE I. Intrduçã 1 I.1. Cntribuiçã... 2 I.2. Organizaçã... 3 II. D E-learning a PAL 4 II.1. E-learning... 5 II.1.1. Apresentaçã... 5 II.1.2. Cm surgiu?... 6 II.1.3. Vantagens e desvantagens... 6 II.1.4. Requisits... 7 II.1.5. Principais cmpnentes... 8 II.1.6. Platafrmas existentes II.1.7. Critéris de avaliaçã II.2. E-prtflis II.2.1. Tips II.2.2. Infrmaçã II.2.3. Elabraçã de um e-prtfóli II.3. Blended Learning II.3.1. Vantagens d Blended Learning II.3.2. Desvantagens d Blended Learning II.3.3. Blended Learning aplicaçã II.4. E-PAL (PEER ASSISTED LEARNING) II.4.1. Descriçã II.4.2. Entidades intervenientes n prcess xiii

14 II.4.3. Requisits básics II.4.4. Vantagens II.4.5. Estratégias E-PAL II.4.6. Exempls de aplicaçã II.4.7. Cnclusões III. Nssa cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning 40 III.1. Intrduçã III.2. Requisits III.2.1. Estratégias III.3. Módul Peer Tutring III.3.1. Perfis III.3.2. Funcinalidades III.4. Mdelaçã da Platafrma III.4.1. Cass de utilizaçã III.4.2. Diagramas de Actividade III.4.3. Integraçã cm Mdle III.4.4. Mdel Entidade-Relacinament III.4.5. Fundamentaçã Tecnlógica III.4.6. Arquitectura MVC III.5. Aspects de implementaçã III.5.1. Módul Peer Tutring III.6. Cnclusões IV. Prject Pilt 81 IV.1. Intrduçã IV.2. Definiçã d Prject Pilt IV.3. Avaliaçã d Prject Pilt IV.4. Cnclusões V. Cnclusã e Perspectivas Futuras 91 Publicações d autr 93 xiv

15 Referências 94 Anexs 98 Anex A Guidelines para desenvlviment das restantes estratégias PAL Módul Rleplaying Módul Reciprcal Teaching Módul Cperative Learning Anex B Questináris de avaliaçã d Prject Pilt xv

16 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 TIPOS DE FUNCIONALIDADES QUE PODEM SER DISPONIBILIZADAS NUMA PLATAFORMA DE E- LEARNING FIGURA 2 BLENDED LEARNING [ASK, 2009] FIGURA 3 EVOLUÇÃO DO PAL FIGURA 4 - PAL AT UNIVERSITY OF WEST OF ENGLAND [UWE, 2010] FIGURA 5 ARQUITECTURA BLENDED-PAL FIGURA 6 ARQUITECTURA E-PAL COM INDICAÇÃO DOS MÓDULOS ABRANGIDOS PELO MOODLE FIGURA 7 CASO DE USO "PROFESSOR" FIGURA 8 CASO DE USO "TUTOR" FIGURA 9 CASO DE USO "TUTEE" FIGURA 10 DIAGRAMA DE ACTIVIDADES "PROFESSOR" FIGURA 11 DIAGRAMA DE ACTIVIDADES "TUTOR" FIGURA 12 DIAGRAMA DE ACTIVIDADES "TUTEE" FIGURA 13 DIAGRAMA ENTIDADE-RELACIONAMENTO FIGURA 14 ARQUITECTURA MVC (MODEL-VIEW-CONTROLLER) FIGURA 15 ARQUITECTURA "PEER TUTORING" FIGURA 16 PÁGINA PRINCIPAL DO MOODLE FIGURA 17 FORMULÁRIO DE AUTENTICAÇÃO FIGURA 18 PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA FIGURA 19 ADIÇÃO DE UMA NOVA SESSÃO DE EPAL FIGURA 20 CONFIGURAÇÃO DE UMA SESSÃO DE PAL FIGURA 21 ADIÇÃO DE CONTEÚDOS AO CURSO FIGURA 22 ELABORAÇÃO DO GUIA DE SESSÃO FIGURA 23 TEMPLATE XML FIGURA 24 FLUXO DE FICHEIROS XML/XSL FIGURA 25 GESTOR DE GRUPOS DE TRABALHO FIGURA 26 SUPERVISÃO DOS ALUNOS FIGURA 27 ESPAÇO DE INTERACÇÃO VISTA DO PROFESSOR xvi

17 FIGURA 28 EPAL VISUALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EFECTUADAS PELO TUTOR AO GRUPO FIGURA 29 EPAL VISUALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EFECTUADAS PELO TUTOR FIGURA 30 EPAL VISUALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES EFECTUADAS PELO TUTEE FIGURA 31 TUTOR (PÁGINA PRINCIPAL) FIGURA 32 TIPOS DE AVALIAÇÃO QUE O TUTOR PODE EFECTUAR FIGURA 33 TIPOS DE AVALIAÇÃO QUE O TUTEE PODERÁ EFECTUAR FIGURA 34 GESTOR DE GRUPOS DE TRABALHO FIGURA 35 ICTS FIGURA 36 SKYPE FIGURA 37 INSTANT MESSENGER FIGURA 38 WHITEBOARD FIGURA 39 WRITEBOARD FIGURA 40 VÍDEO-CONFERÊNCIA FIGURA 41 TAREFAS A REALIZAR PELOS ALUNOS UTILIZANDO A ESTRATÉGIA DE PEER TUTORING FIGURA 42 MOODLE PROGRAMA DO CURSO FIGURA 43 QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO (TUTOR/TUTEE) FIGURA 44 QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO (PROFESSOR) FIGURA 45 ANÁLISE QUANTITATIVA DOS RESULTADOS DOS INQUÉRITOS FIGURA 46 RANKING DAS ICTS MAIS UTILIZADAS FIGURA A47 ROLEPLAYING TEACHER FORM FIGURA A48 ROLEPLAYING - CONTENT MANAGER FORM FIGURA A49 ROLEPLAYING ROLE MANAGER FORM FIGURA A50 ROLEPLAYING SESSION GUIDE MANAGER FIGURA A51 - ROLEPLAYING - WORKGROUP MANAGER FORM FIGURA A52 - ROLEPLAYING - GROUPS FOLLOW-UP FORM FIGURA A53 ROLEPLAYING STUDENT FORM FIGURA A54 - ROLEPLAYING - WORKGROUP MANAGER (STUDENT) FORM FIGURA A55 - RECIPROCAL TEACHING - TEACHER FORM FIGURA A56 - RECIPROCAL TEACHING - CONTENT MANAGER FORM FIGURA A57 RECIPROCAL TEACHING - SESSION GUIDE MANAGER FORM FIGURA A58 RECIPROCAL TEACHING - WORKGROUP MANAGER FORM FIGURA A59 RECIPROCAL TEACHING - GROUP FOLLOW-UP FORM FIGURA A60 RECIPROCAL TEACHING STUDENT FORM FIGURA A61 RECIPROCAL TEACHING WORKGROUP MANAGER FORM (STUDENT) xvii

18 ACRÓNIMOS ACM Assciatin fr Cmputing Machinery PAL Peer Assisted Learning LAN Lcal Area Netwrk WAN Wide Area Netwrk HTML HyperText Markup Language PHP Hypertext Preprcessr ICT Infrmatin and cmmunicatins technlgy GUI Graphical User Interface DER Diagrama Entidade-Relacinament MVC Mdel-view-cntrller XML extensible Markup Language XSL Extensible Stylesheet Language CSS Cascading Style Sheets xviii

19 I. INTRODUÇÃO Num mund, em que temp é cada vez mais um recurs escass, surge a necessidade de desenvlver metdlgias e técnicas que pssibilitem aprveitar mesm de um md mais ptimizad/eficiente. Cntextualizand esta gestã de temp numa vertente educativa, pdese falar d md cm as aulas pdem ser leccinadas de md a salvaguardar a frequência pr um númer cada vez mair de aluns. À medida que s ans passam, a nível da educaçã, assiste-se a um prcess cntínu de explraçã de nvas sluções, de ptimizaçã/reestruturaçã ds recurss já existentes cm vista à btençã de mais e melhres meis que pssibilitem, para além d increment da qualidade de serviç, increment ds resultads btids e acess à educaçã pr um númer cada vez mair de aluns. Dentr deste cntext, surge uma metdlgia que urge em se afirmar, denminada Peer Assisted Learning (PAL). O PAL é uma metdlgia de ensin, na qual s aluns aprendem cm s seus semelhantes, s quais pderã ser u nã d mesm nível de esclaridade, send que preferencialmente deverã ser de níveis mais avançads. O sucess da aplicaçã desta metdlgia em diversas rganizações fi pnt de partida para desenvlviment deste trabalh. Este trabalh visa um estud sbre s váris vertentes/metdlgias de aprendizagem, bem cm desenvlviment de uma platafrma para suprte de Blended Peer Assisted Learning. Após esta breve intrduçã sbre cntext e mtivaçã para desenvlviment deste trabalh, na próxima secçã efectuar-se-á uma breve explanaçã sbre as principais cntribuições realizadas neste trabalh. 1

20 I. Intrduçã I.1. CONTRIBUIÇÃO N módul desenvlvid, a prpsta fi de realizar uma transpsiçã da metdlgia de PAL para a Web. N âmbit desta temática, tentu-se ir um puc mais além, aprfundand tema até atingir nível de detalhe que se achu ideal para servir de base a desenvlviment da respectiva cntribuiçã Peer Assisted Learning Strategies. N âmbit d PAL existem diversas estratégias, que n seu td pdem a nss ver ser agrupadas em quatr tips diferentes: Peer Tutring; Rleplaying; Reciprcal Teaching, e; Cperative Learning. De entre as principais cntribuições desta dissertaçã de mestrad estã: - O estud e a apresentaçã d estad da arte relacinad a e-learning, eprtflis e Peer- Assisted Learning (PAL), e; - A prpsta e desenvlviment de uma platafrma para suprte de Blended Peer Assisted Learning, que n seu núcle abranja as várias estratégias especificadas anterirmente. Tend em atençã esfrç necessári para desenvlviment da referida platafrma, ptuse pr efectuar numa primeira fase, estud e desenh da platafrma, e psterirmente prcedeu-se à implementaçã de uma das quatr estratégias especificadas anterirmente. A estratégia implementada fi a de Peer Tutring, nã só devid a seu nível de cmplexidade, mas também devid à capacidade de reutilizaçã d códig fnte para implementaçã das restantes estratégias. 2

21 I. Intrduçã I.2. ORGANIZAÇÃO Esta dissertaçã encntra-se rganizada em cinc capítuls distints. N capítul I tems a intrduçã, aqui apresentada. N capítul II, efectuar-se-á uma apresentaçã das diversas metdlgias de aprendizagem cmpreendidas entre e-learning e PAL, inclusive. Já n capítul III, efectuar-se-á uma apresentaçã mais exaustiva da nssa cntribuiçã, desde a análise até a prtótip d módul desenvlvid. N capítul IV, apresentar-se-ã s resultads d teste em ambiente real, bem cm feedback de tds s utilizadres envlvids n teste pilt. Para finalizar, n capítul V, efectuar-se-á um breve resum de tda a dissertaçã, relevand em simultâne algumas das cnclusões emergentes da realizaçã deste trabalh, assim cm sã apresentadas algumas perspectivas de cntinuaçã d trabalh realizad. 3

22 II. DO E-LEARNING AO PAL 4

23 II. D E-Learning a PAL II.1. E-LEARNING Cm apareciment d e-learning, fi pssível nã só, reduzir s temps de deslcaçã, mas também pssibilitar a frequência de determinads curss a mais aluns, independentemente da sua lcalizaçã. II.1.1.Apresentaçã Existem muitas definições sbre e-learning apresentadas sbre as mais diversas perspectivas [Webpedia (2010), Prf2000 (2010), e-learning Cnsulting (2010)], send que n geral, tdas cncrdam num mesm pnt, cnsiste em um prcess de aprendizagem suprtad pr meis tecnlógics que pssibilita que s váris intervenientes interajam independentemente da sua lcalizaçã. Segund Carls Vaz de Carvalh [Carvalh, 2009], e-learning é um prcess planead em que ensin/aprendizagem crrem em mments diferentes e sã suprtads pr platafrmas tecnlógicas de infrmaçã e cmunicaçã, pel que exige técnicas pedagógicas especiais, u seja, é um prcess n qual tutr desempenha um papel extremamente imprtante, pis sucess d prcess de aprendizagem depende d md cm este elabra/estrutura s cnteúds prgramátics de frma que se adeqúem a cntext da frmaçã. É muit cmum restringir e-learning à transferência de cnheciment via Internet, mas, n entant, este prcess de aprendizagem pde ser suprtad pr utrs elements tecnlógics, nmeadamente, Intranets/Extranets (LAN/WAN), cassetes de víde u áudi, televisã, CD- ROM, etc. Actualmente já existe um númer cnsiderável de platafrmas de e-learning, as quais se encntram subdivididas em quatr categrias: Bases de dads de cnheciment; Api técnic nline; Aprendizagem assíncrna, e; Aprendizagem síncrna. 5

24 II. D E-Learning a PAL II.1.2. Cm surgiu? A primeira frma de aprendizad à distância de que se tem cnheciment data de 1900 n Alaska (EUA), quand indústrias mineiras cmeçaram a frmar s seus funcináris pr crrespndência devid à dispersã gegráfica ds mesms, bem cm às dificuldades de lcmçã devid à deteriraçã das estradas na épca. Mais tarde, pr vlta da década de 20, fi a vez da Universidade de Iwa ter a iniciativa de cmeçar a frmar aluns através de transmissões de rádi, que psterirmente passaram a ser pr televisã já pr vlta de De entre tds s meis utilizads para a transmissã de cnheciment à distância, sem dúvida nenhuma que que teve um mair impact e pssibilitu a mair evluçã fi PC 1. A primeira utilizaçã d PC cm mei de auxíli à aprendizagem à distância de que se tem cnheciment, remnta a an 1969 cm um curs sbre Sistemas de Mainframe ns EUA. De uma frma breve, pde-se enquadrar a história d e-learning em 4 estágis distints [DTCOM, 2009]: 1. Até a iníci da década de 1980 Aprendizagem tradicinal 2. De 1980 a 1995 Era multimédia 3. De 1995 a 1999 Despertar da Web 4. De 1999 até à actualidade A geraçã Web II.1.3. Vantagens e desvantagens [Prf2000, 2010] O e-learning é uma platafrma cuj bjectiv está estritamente ligad à criaçã de uma ambiente de sala de aula virtual, cm a grande vantagem desta estar acessível a qualquer um ds intervenientes n prcess, independentemente da sua lcalizaçã. Das vantagens que advêm da utilizaçã de uma platafrma deste tip, salientam-se: Lcalizaçã gegráfica; Facilidade de acess e flexibilidade de hráris; Cnteúds dispníveis permanentemente; 1 Persnal Cmputer 6

25 II. D E-Learning a PAL Diversificaçã da ferta de curss; Ritm de aprendizagem pde ser definid pel própri utilizadr/frmand; Baix cust, e; Recurss tecnlógics. Pr utr lad, e-learning também apresenta algumas desvantagens que deverã ser tidas em atençã: Tecnfbia ainda está presente numa grande parte da ppulaçã; Necessidade de um esfrç mair para a mtivaçã ds aluns; Exige uma mair capacidade de rganizaçã pr parte d alun; Limitações n desenvlviment da scializaçã d alun; Cmunicaçã, e; Exige algum cnheciment tecnlógic. II.1.4. Requisits De um md geral, tds s sistemas de e-learning actuais têm pr base a utilizaçã d PC. Deste md, um ds requisits que deverã ser assegurads, prende-se cm fact de tds s intervenientes n prcess necessitarem de um PC que cubra tds s requisits mínims d sistema, nmeadamente, prcessadr, memória, disc, etc. Abaix apresentam-se alguns ds requisits que um sistema de e-learning deverá salvaguardar: Hardware; Sftware; Mecanisms de Cmunicaçã; Dcumentaçã/material de api, e; Ambiente integrad. 7

26 II. D E-Learning a PAL II.1.5. Principais cmpnentes Existem pels mens quatr cmpnentes essenciais e cmuns as váris mdels de e- Learning, nmeadamente, cnteúd, tutr, alun e tecnlgia. Qualquer um é insubstituível e só através da interacçã entre estes é que prcess de aprendizagem é pssível. Cnteúd Fazend uma analgia a ensin tradicinal, cnteúd equipara-se a cnjunt de apntaments, bibligrafia, material de estud, dispnibilizad pel dcente cm intuit de auxiliar prcess de aprendizagem. Cm em qualquer prcess educativ, a elabraçã ds cnteúds prgramátics deve ser alg metódic, pensad, estruturad e estudad de frma a trnar a transferência de cnheciments num prcess cada vez mais rápid e simples. A elabraçã ds cnteúds prpriamente dita, só tem iníci quand tutr tem uma ideia geral d que é pretendid. Respstas a questões tais cm: Quem é públic-alv? Quais s bjectivs que s aluns deverã alcançar? Que matéria é que deverá ser abrdada? Qual a rdem pela qual a matéria deverá ser abrdada? Tutr Pde-se afirmar que tutr está para e-learning, cm prfessr está para ensin tradicinal. É a peça chave que ditará sucess u nã de um determinad curs. De entre as várias tarefas pelas quais é respnsável, salientam-se as seguintes: Elabraçã ds cnteúds nesta fase tutr terá que usar a sua imaginaçã para tentar cativar/despertar interesse ds frmands, tentand superar as várias barreiras impstas pel ciberespaç, nmeadamente, navegaçã na Web, prgramas de cnversaçã, etc, e; Interacçã a participaçã ds aluns deverá será uma mais-valia, pis permitirá a tutr, nã só saber pnt de situaçã ds frmands, cm também desenvlver esfrçs n sentid de clmatar s pnts fracs ds mesms, detectads neste cntínu prcess de interacçã. 8

27 II. D E-Learning a PAL Alun Cm a própria designaçã assim indica, é receptr neste prcess de aprendizagem. Tem cm bjectiv principal a aquisiçã de cnheciment, recrrend para tal, as mais variads tips de auxíli dispnibilizads pel dcente, nmeadamente: Bibligrafia dispnibilizada livrs, apntaments, apresentações, etc., e; Sessões de esclareciment síncrnas (salas de cnversaçã, telemóvel, etc.), assíncrnas ( , sms, etc.). Tecnlgia Para que e-learning seja pssível, existem váris requisits tecnlógics que deverã ser satisfeits pr parte ds intervenientes n prcess. Entre estes encntram-se: Cmputadr Pessal pssibilita acess à platafrma de e-learning. Deverá respeitar s requisits mínims de utilizaçã da platafrma, pis só assim cnseguir-se-á uma velcidade de acess/cnsulta aceitável, e; Ligaçã à internet send uma platafrma cuja trca de infrmaçã é realizada utilizand cm canal de cmunicaçã a Internet, trna-se necessári pssuir uma ligaçã, se pssível de banda larga, para que acess à infrmaçã seja relativamente rápid. Avaliaçã A avaliaçã tem cm fc central, a análise d nível ds cnheciments adquirids pels aluns/frmands, que cincide nrmalmente cm a verificaçã da btençã u nã ds bjectivs previamente estabelecids. Existe uma tendência para a utilizaçã de estratégias de avaliaçã presenciais, pis só assim é pssível garantir a autenticidade d alun/frmand. De entre s váris instruments de avaliaçã assciads a e-learning, salientam-se s seguintes: Aut-avaliaçã; Análise d nível de participaçã ds aluns/frmands pr intermédi de ferramentas de cmunicaçã ( , salas de cnversaçã, fóruns, etc.); 9

28 II. D E-Learning a PAL Testes n-line; Testes presenciais (sempre que se justifique), e; Prtfóli cm s trabalhs desenvlvids pel alun/frmand, a lng da frmaçã. II.1.6. Platafrmas existentes Actualmente já existe um númer relativamente grande de platafrmas de e-learning, pel que utilizadr tem à sua dispsiçã um variad leque de pções que diferem entre si tant a nível das linguagens de prgramaçã cm das funcinalidades dispnibilizadas. O fact de existirem diversas platafrmas, pr um lad é vantajs, pis utilizadr pderá ptar pela platafrma que mais se adequa as seus requisits, mas pr utr lad, também pde gerar prblemas de cmpatibilidade, que pderã ser reslvids através da criaçã de standards que unifrmizem estas platafrmas. Organizações cm a IEEE Learning Technlgy Standards Cmmittee [IEEE, 2009] e a IMS Glbal Learning Cnsrtium, Inc [IMS GLC, (2009)] desenvlvem esfrçs n sentid de definir standards que cntrariem a tendência dispersiva ds váris sistemas que se vã desenhand. Na altura da esclha da platafrma, alguns parâmetrs a ter em cnsideraçã, nmeadamente sã s requisits técnics, ferramentas para a gestã d curs, ferramentas de cmunicaçã prfessr-alun e alun-alun, gestã de cnteúds, etc. De seguida apresentar-se-ã algumas das diversas platafrmas de e-learning existentes: OKI The Open Knwledge Initiative [OKI, 2009] resulta da clabraçã entre as principais universidades e rganizações envlvidas n desenvlviment de especificações e standards, que visam frnecer a base para desenvlviment de sluções de e-learning cada vez mais invadras. Cm resultad desta clabraçã surge uma arquitectura aberta e extensível, que especifica md cm s cmpnentes de sistema de e-learning cmunicam nã só entre si, mas também cm utrs sistemas; Mdle [Mdle, 2009] É um sistema de gestã de curss de códig fnte abert. Um ds mais utilizads actualmente pelas instituições de ensin; TelEduc [TELEDUC, 2009] Ambiente que dispnibiliza a criaçã, participaçã e administraçã de curss na Web. Fi cncebid tend cm públic-alv, a frmaçã 10

29 II. D E-Learning a PAL de prfessres para infrmática educativa, basead na metdlgia de frmaçã cntextualizada desenvlvida pr pesquisadres d Nied (Núcle de Infrmática Aplicada à Educaçã) da Unicamp, e; Dkes [DOKEOS, 2009] É uma platafrma de e-learning e gestã de curss Web traduzid em mais de trinta e quatr línguas e utilizad em mais de 1000 rganizações dispersas pr td mund. Esta selecçã vai a encntr das platafrmas seleccinadas pel síti d Sftware Livre na Administraçã Pública [SLAP, 2009]. Principais funcinalidades Uma platafrma de e-learning dispnibiliza na sua grande mairia um vast leque de funcinalidades, cm bjectiv de melhr respnder a desafi da passagem de cnheciment. Na Figura 1, pdem-se visualizar s mais variads tips de funcinalidades que se pdem encntrar numa platafrma deste tip [EDUTOOLS, 2009]. Figura 1 Tips de funcinalidades que pdem ser dispnibilizadas numa platafrma de e-learning II.1.7. Critéris de avaliaçã A dar-se iníci a um prject de e-learning, trna-se necessári efectuar uma avaliaçã prévia das diversas platafrmas existentes, pis só assim cnseguir-se-á reunir infrmações relevantes para a esclha sustentada da platafrma de e-learning a adptar. 11

30 II. D E-Learning a PAL Segund Kemczinski et. al. [Kemczinski et. al, 2004], prcess de avaliaçã resulta de uma análise cuidada a um cnjunt de critéris, que encntram-se pr sua vez subdividids em dis grups distints, respectivamente, critéris tecnlógics e critéris pedagógics. Critéris Tecnlógics A nível tecnlógic, a avaliaçã de uma platafrma de e-learning deve-se basear nas especificações da nrma ISO/IEC [WEBSTORE, 2009], a qual especifica seis características que deverã ser salvaguardadas de frma a garantir a qualidade interna e externa da platafrma. De seguida enumerar-se-á as características supra-referidas: 1. Funcinalidade capacidade para desempenhar determinadas funções, de entre as quais se destacam, a interperabilidade e a segurança de acess, u seja, respectivamente, a capacidade de interacçã cm um u mais sistemas e a prtecçã de infrmações e dads, garantind que só acedem à infrmaçã e dads, pessas devidamente credenciadas; 2. Cnfiabilidade capacidade para manter um nível de desempenh desejad mesm em cndições adversas (crrência de falhas u defeits) tentand sempre garantir a recuperaçã da ttalidade ds dads; 3. Usabilidade capacidade de ser cmpreendid, aprendid, perad e atraente para utilizadr; 4. Eficiência capacidade de desempenh d sistema aprpriada à quantidade de recurss utilizads, pdend ser avaliada segund duas perspectivas diferentes, nmeadamente, em relaçã a temp e em relaçã as recurss utilizads; 5. Manutenabilidade capacidade de manutençã d sistema, a qual pde incluir melhrias, crrecções u adaptações d sftware devid a mudanças n ambiente e ns seus requisits u especificações funcinais. Acplada à manutenabilidade surge uma utra característica muit imprtante, a mdificabilidade. A mdificabilidade pde ser definida cm a capacidade que a platafrma de e-learning tem de pssibilitar u nã, a implementaçã de uma mdificaçã (crrecçã de errs, adiçã de nvas funcinalidades, etc.), fact que influenciará directamente grau de manutenabilidade da platafrma, e; 6. Prtabilidade Capacidade da platafrma perar em diverss ambientes, nmeadamente, ambientes cm diferentes sistemas perativs (Windws, Linux, etc), cm diferentes versões de sftware, etc. 12

31 II. D E-Learning a PAL Critéris Pedagógics Segund Silva [Silva, 2002], s critéris pedagógics que devem ser analisads numa platafrma de e-learning sã: Os bjectivs; Os cnteúds; A didáctica; A capacidade interactiva, e; A apresentaçã de cnteúds. Segund um estud efectuad pr Bitter & Wightn [Bitter e Wightn, 1987], que visava identificar s principais critéris utilizads para a análise de sftware educacinal, cm base nas bservações de 28 membrs d Cnsórci de Avaliaçã de Sftware Educacinal. Cm intuit de seleccinar s critéris que mais cnsens reuniam, fi efectuad um cruzament entre as diversas respstas, d qual resultu a selecçã de 22 critéris. De seguida apresentar-se-ã alguns destes critéris, assciads a algumas questões, cuja respsta determinará se a platafrma respeita u nã critéri especificad: 1. Estruturaçã d cnteúd Existem esquemas, índices, sumáris, links, sistema de navegaçã, etc., que facilitem a interacçã d alun cm s cnteúds dispnibilizads? 2. Sistema de Ajuda A platafrma dispnibiliza um sistema de ajuda em tds s frmuláris da platafrma? Existem assistentes que visem rientar e acmpanhar utilizadr na execuçã de uma determinada tarefa? Existem crrectres rtgráfics e gramaticais para as funcinalidades relacinadas cm ediçã de text? Existe algum sistema de pesquisa e/u glssári, que pssibilite a utilizadr um acess mais rápid à infrmaçã? 13

32 II. D E-Learning a PAL 3. Objectivs de aprendizagem Os bjectivs previamente definids estã claramente anunciads ns dcuments de acmpanhament e n prgrama? 4. Clareza ds cnteúds Os cnteúds sã apresentads de uma frma clara e cncisa? Sã acmpanhads cm exempls ilustrativs que facilitem a aprendizagem? 5. Validade d cnteúd Os cnteúds vã a encntr ds bjectivs inicialmente definids? Os cnteúds cbrem de uma frma significativa dmíni a ensinar? Existem palavras-chave que indicam na frma de link u hiperlink acess a detalhes pertinentes d cnteúd? 6. Estratégias didácticas A estratégia adptada é a mais aprpriada para a btençã das cmpetências esperadas? A estratégia adequa-se a públic-alv? O acmpanhament d prcess de aprendizagem é efectuad em terms individuais, ist é, acmpanhand desempenh ds aluns individualmente, de md a adaptar a estratégia de ensin de acrd cm as aptidões d alun? 7. Métds pedagógics O ambiente de aprendizagem e a estruturaçã ds cnteúds d prgrama favrecem um prcess activ d alun cm agente da sua própria aprendizagem? Os diferentes níveis de aprendizagem sã cnsiderads n prcess de aprendizagem? Os métds e prcediments pedagógics valrizam err d alun? 8. Mtivaçã 14

33 II. D E-Learning a PAL Os cnteúds prgramátics estimulam alun? Despertam interesse d mesm, levand- à prcura de utrs recurss, tais cm, livrs, pesquisas na internet, artigs u utras fntes de infrmaçã? 9. Maturaçã / Experiência O ambiente de aprendizagem, a apresentaçã ds cnteúds e as actividades prpstas n prgrama adaptam-se as níveis de aprendizagem d públicalv? 10. Experiência d alun O prgrama pssui estratégias didácticas diferenciadas para s diferentes níveis de experiência ds aluns? 11. Estils de aprendizagem A platafrma dispnibiliza s mais variads recurss multi-sensriais (víde, imagem, texts, ilustrações, ), de md a favrecer estils diferentes de aprendizagem? A platafrma favrece a utilizaçã de cnheciments adquirids anterirmente para a cmpreensã ds nvs cnteúds? 12. Cmpatibilidade N cas de interacçã presencial entre prfessres e aluns, s prfissinais cnhecem as características sciculturais d públic-alv? Os diferentes parâmetrs didáctics d prgrama e d prcess de frmaçã sã adaptads de frma cmpatível cm as características d cntext de aprendizagem? 13. Cmpnente prática Sã facultads exercícis cm intuit de facilitar a aquisiçã de cnheciments? 14. Avaliaçã Existe um regist de cada alun referente à sua evluçã a lng d prcess de aprendizagem? 15

34 II. D E-Learning a PAL As actividades de avaliaçã enquadram-se ns bjectivs prpsts inicialmente? 15. Tutria As ferramentas de tutria frnecem um feedback rápid às slicitações ds aluns? O sistema de tutria cntrla e rienta prcess de aprendizagem? O sistema de tutria frnece a alun s cnheciments necessáris para que este encntre facilmente percurs a seguir? O sistema em questã utiliza ferramentas que pssibilitam as tutres a inserçã de cmentáris u abertura de fóruns de discussã? O sistema pssibilita a cnfiguraçã de actividades de aut-avaliaçã em frma de questões de esclha múltipla, abertas, respstas típicas adaptadas a tip de exercíci e questões frequentes (FAQ)? 16. Cerência Os bjectivs d prgrama sã cerentes cm as prpstas pedagógicas d tutr? 17. Filsfia pedagógica O prgrama é cerente cm a metdlgia adptada pel tutr? O e-learning pssibilitu a transpsiçã de um ambiente de sala de aula para um ambiente virtual, acaband assim cm certas limitações que se apresentavam n primeir. Uma das vantagens emergentes da utilizaçã d e-learning é a centralizaçã de tda a infrmaçã (bibligrafia, trabalhs realizads pels aluns, etc.), a qual passa a estar dispnível/acessível independentemente da lcalizaçã d utilizadr. Aliad a esta ideia de centralizaçã de infrmaçã e a cnceit prtfli físic já cnhecid, surge um utr cnceit e-prtflis. Os e-prtfólis, numa perspectiva mais superficial, têm cm bjectiv armazenament de infrmaçã que releve a imprtância da entidade/pessa respnsável pel mesm. Na secçã seguinte, abrdar-se-á este assunt mais a prmenr. 16

35 II. D E-Learning a PAL II.2. E-PORTFOLIOS Um prtfóli pde ser cnsiderad cm uma ferramenta pedagógica cmpsta de um repsitóri nline de trabalhs devidamente identificad, rganizad e planead a lng de um determinad períd de temp [Rita & Flávia, 2009]. Um prtfóli tem cm bjectiv prprcinar uma visã alargada e detalhada da aprendizagem efectuada pr um alun bem cm das diferentes cmpnentes d seu desenvlviment cgnitiv, metacgnitiv e afectiv. Actualmente, assiste-se a um aument significativ da utilizaçã de prtflis para s mais variads prpósits, desde recrutament até à avaliaçã. A nível da educaçã, a mair parte ds e-prtfólis existentes pdem-se agrupar em três grups: e-prtflis de aluns, e- Prtflis de prfessres e e-prtflis institucinais. II.2.1. Tips Para além deste agrupament pr grups-alv, em terms técnics, s e-prtflis pdem ser de três tips diferentes [Billings et al., 2003]: Develpmental e-prtfólis caracterizad cm um regist de td trabalh que vai send efectuad pel alun a lng d temp. Também sã cnhecids cm prtflis pessais; Assessment e-prtfólis descrit através de um arquiv de trabalhs desenvlvids pr um alun (pr exempl a lng d curs), cuj bjectiv é dar a cnhecer as suas cmpetências e as capacidades em áreas bem definidas. É utilizad nrmalmente para avaliaçã d trabalh desenvlvid pel alun. Estes sã denminads também cm prtfólis de aprendizagem, e; Shwcase e-prtfólis Tem cm bjectiv apresentar a selecçã ds melhres trabalhs desenvlvids pel alun. Pde-se inclusive afirmar que s Shwcase e- prtfólis sã uma espécie de mntra das suas qualidades, capacidades e cnheciments. Estes prtflis sã nrmalmente apresentads n prcess de candidatura a pssíveis empregs. Também sã denminads de prtflis prfissinais. Apesar da mairia ds e-prtfólis serem caracterizads através ds três tips descrits anterirmente, actualmente assiste-se a apareciment de um nv tip que agrega tdas as características ds restantes tips, denminad pr Hybrid. 17

36 II. D E-Learning a PAL II.2.2. Infrmaçã Os e-prtfólis pdem ser cmpsts pr um vast leque de infrmações, tais cm: Infrmaçã pessal: Percurs académic; Prémis e certificads; Autbigrafia; Prjects; Feedback de terceirs (prfessr, instrutr, patrões, etc); Objectivs, metas; Interesses; Actividades pessais; Etc; Para além das infrmações enumeradas anterirmente, existem muitas utras que pdem enriquecer um e-prtfóli, send que n seu td, deverã expressar cmpetências, atributs e cnheciments adquirids pela entidade referenciada. II.2.3. Elabraçã de um e-prtfóli A elabraçã de um e-prtfóli nã deve ser um prcess imprvisad, u seja, elabrad de acrd e à medida que as infrmações vã surgind sem qualquer metdlgia assciada. Actualmente existem diverss prcesss que visam auxiliar a elabraçã de um e-prtfóli. Um ds mais simples baseia-se em quatr actividades principais [eprtfli Prtal, 2004]: 1. Reclha Cnsiste na reclha de tds s trabalhs efectuads a lng d temp, de md a armazená-ls num únic síti nline; 2. Selecçã D material reclhid anterirmente, seleccinar material mais imprtante, u seja, aquele que melhr ilustra as capacidades/cmpetências da entidade à qual prtfóli diz respeit; 3. Reflexã Cnsiste na redacçã de uma reflexã sbre td trabalh efectuad, e; 18

37 II. D E-Learning a PAL 4. Ligaçã Estabelecer um el de ligaçã entre s váris aspects da vida, pessal, trabalh, etc. II Ferramentas Existem várias ferramentas que pssibilitam a elabraçã de um e-prtfóli. De entre estas, salientam-se [elearnspace, 2004]: Editres HTML Dreamweaver [Dreamweaver, 2010], FrntPage [FrntPage, 2009], ntepad [Ntepad, 2009]; Blgs Blgspt [Blgger, 2009], wrdpress [Wrdpress, 2009]; Wikis Wikispaces [Wikispaces, 2009], PBwiki [PBWrks, 2009]; Cntent Management Systems Jmla [Jmla, 2009], Mamb [Mamb, 2009], Drupal [Drupal, 2009], e; Etc. Dentr das subdivisões de ferramentas apresentadas anterirmente, existem e surgem cada vez mais ferramentas que se revelam de extrema utilidade na elabraçã de um e-prtfóli. Na secçã seguinte apresentar-se-á uma nva vertente de ensin/aprendizagem denminada pr B-Learning, a qual apresenta-se cm uma sluçã híbrida que tentará efectuar uma junçã das características mais imprtantes de algumas das metdlgias de ensin/aprendizagem existentes. 19

38 II. D E-Learning a PAL II.3. BLENDED LEARNING Também cnhecid cm B-learning, Blended Learning é a junçã equilibrada de diferentes metdlgias e tecnlgias de aprendizagem cmbinadas cm s diferentes ambientes de frmaçã, presencial e n-line, fmentand assim um prcess de aprendizagem cada vez mais eficiente e eficaz [Nvabase, 2009]. Figura 2 Blended Learning [ASK, 2009] O Blended Learning apresenta-se cm uma mais valia em frmações cm temas de elevada cmplexidade e puc cativantes, pis, através da cmbinaçã da frmaçã presencial e frmaçã n-line (e-learning), cnsegue-se cativar e captar a atençã d alun (Figura 2). A títul de exempl, para uma frmaçã de um tema cm um nível de cmplexidade elevad, utilizar-se-iam sessões presenciais para a intrduçã d tema e para as avaliações, enquant que as sessões de e-learning serviriam para cmplementar tema, pssibilitand assim a alun um cntínu aprfundar d tema leccinad. Este tip de aprendizagem apresenta-se cm uma mais-valia, uma vez que, para além de ser alv de uma cada vez mair receptividade pr parte ds frmands, também apresenta uma mair flexibilidade em terms de rçament de frmaçã, pdend-se definir as sessões presenciais e nline em funçã d rçament dispnível. A implementaçã e utilizaçã de um sistema deste tip representa uma mais-valia principalmente n que diz respeit à mtivaçã ds aluns, mas, cm em tud também tem as suas desvantagens. Nas duas próximas subsecções abrdar-se-ã, respectivamente, as vantagens e desvantagens da adpçã de um sistema de Blended Learning. 20

39 II. D E-Learning a PAL II.3.1. Vantagens d Blended Learning Das vantagens emergentes da adpçã de um sistema de B-Learning salientam-se: Frtaleciment das relações entre s participantes; Aument significativ das prtunidades de interacçã, cmunicaçã e cntact entre s aluns; Meis pedagógics mais efectivs; Reduçã de custs, alternand as sessões presenciais cm sessões nline; Melhr capacidade de avaliaçã, pis através das sessões presenciais cnsegue-se ter uma melhr percepçã d nível de cnheciments ds aluns, e; As sessões presenciais pdem se traduzir também em visitas de estud que visam enriquecer s cnheciments btids. II.3.2.Desvantagens d Blended Learning Se pr um lad tems vantagens, pr utr, em algumas situações derivad de pções tmadas em prl d Blended Learning, tems algumas desvantagens, das quais se salientam: A cnjugaçã de sessões presenciais cm sessões nline, limita acess pr parte ds aluns que pretendam estudar s cnteúds de frma independente e cm hráris flexíveis; Gestã de temp e requisits, e; Resistência à mudança. II.3.3. Blended Learning aplicaçã O Blended Learning, send um sistema híbrid que visa através da junçã equilibrada de diferentes tecnlgias e metdlgias de ensin, uma aprximaçã cada vez mair entre as várias entidades intervenientes n prcess de aprendizagem, tem uma elevada aplicabilidade nas mais diversas situações d mund real, cuja cnceit de ensin/aprendizagem estejam bem patentes. De seguida apresentar-se-ã algumas destas aplicações: Turmas muit grandes; Aulas suplementares; 21

40 II. D E-Learning a PAL Frmações u curss; Frmações u curss em cuja dispnibilidade presencial seja reduzida; Etc. Em suma, Blended Learning surge cm uma entidade superir a e-learning e a ensin presencial, abrangend numa única metdlgia tdas as funcinalidades ds mesms. Esta junçã entre e-learning e ensin presencial pssibilita a Blended Learning um aument significativ de flexibilidade, fazend cm que mesm se adapte às mais diversas realidades destes dis tips de ensin. Na secçã seguinte apresentar-se-á uma nva metdlgia de aprendizagem denminada pr Peer Assisted Learning (PAL), na qual prcess de aprendizagem desenrlasse pr intermédi da interacçã entre aluns. PAL é a designaçã atribuída a prcess de aprendizagem ds aluns através da interacçã cm s seus semelhantes num ambiente real. Quand este prcess é levad a cab recrrend a sluções tecnlógicas (ambiente virtual), passasse a designar pr e-pal (Electrnic Peer Assisted Learning). 22

41 II. D E-Learning a PAL II.4. E-PAL (PEER ASSISTED LEARNING) II.4.1. Descriçã "What is the mst effective methd f teaching?" "Students teaching students." [Jhnsn & Jhnsn, 1991]. Tend cm fc principal prcess de aprendizagem, PAL surge cm uma abrdagem que visa facilitar prcess de aquisiçã de cnheciment, através da interacçã entre indivídus d mesm nível (pr exempl, an de esclaridade), sbre a rientaçã de um u mais indivídus de um nível superir [Burnemuth University, 2009]. Esta abrdagem é de extrema utilidade, pis assim cada indivídu passa a ter, além de um prfessr, utr(s) tutre(s) a quem recrrer em cas de dúvidas u dificuldades na execuçã de determinadas tarefas. Segund Tpping & Ehly [Tpping, K. & Ehly, S., 1998], PAL é a aquisiçã de cnheciment e de capacidades através da ajuda activa e suprte entre semelhantes d mesm nível. Nas três subsecções seguintes, cmeçar-se-á pr efectuar uma breve abrdagem sbre as entidades intervenientes n prcess, passand pels requisits que as mesmas devem salvaguardar e pelas vantagens que apresentam, culminand cm a apresentaçã ds váris tips de PAL. II.4.2. Entidades intervenientes n prcess Para que a implementaçã desta abrdagem seja pssível, é indispensável, a cperaçã e envlviment de diversas pessas (prfessres, pessal administrativ e aluns), que serã respnsáveis pel desempenh de determinads papéis subjacentes a PAL, nmeadamente [Fleming, H., 2009]: Curse Staff equipa respnsável pr manter bm funcinament d PAL, send respnsável pela execuçã de determinadas tarefas, das quais se destacam: Incentivar e mtivar s aluns para as sessões de PAL; Sugerir temas que pssam eventualmente ser d interesse ds aluns e que s mesms pssam discutir durante as suas sessões de PAL, e; 23

42 II. D E-Learning a PAL Através d PAL Cntact, indicar as PAL Leaders alguns pnts específics u cnselhs cm intuit ds mesms serem transmitids as aluns. PAL Leaders: Planeiam e rganizam as sessões semanais de PAL, incluind exercícis que visam fazer uma revisã ds cnteúds d curs; Sempre que pssível, cntinuam a sua frmaçã cm PAL Crdinatrs, de md a cnslidarem s seus cnheciments cm intuit de s utilizarem cm s seus aluns, e; Através de discussões e partilha de ideias, incentivam s aluns a clabrarem uns cm s utrs, fmentand um espírit de entreajuda. PAL C-rdinatrs: Mnitrizam prgrama de PAL; Cperam cm a equipa de PAL n recrutament e selecçã de ptenciais Leaders; Supervisinam pel mens uma sessã de PAL de cada Leader, cm bjectiv de alertá-l para que está mal e dtand- de nvs cnheciments e linhas rientadras para uma melhr cnduçã da sessã, e; Frnecem à equipa de PAL uma análise d impact d PAL a lng d an. PAL Cntacts: Mantêm-se em cntact cm s PAL Leaders, de md a acmpanharem a evluçã d PAL; Funcinam cm um el de ligaçã entre a equipa pedagógica e s PAL Leaders; Asseguram que s PAL Leaders sabem exactamente que é que s seus aluns estã actualmente a estudar, e; Ajudam s PAL Leaders a prepararem as suas sessões de PAL. 24

43 II. D E-Learning a PAL II.4.3. Requisits básics Para que a implementaçã desta abrdagem seja pssível, existem váris requisits/tarefas que devem ser satisfeits [Fleming, H., 2009]. Destes dependerá sucess deste nv prcess de aprendizagem clabrativa. De seguida, apresentar-se-ã alguns destes requisits: Envlviment de tda a equipa de aprendizagem e restante pessal administrativ; Deverã haver reuniões regulares entre PAL Cntact, seleccinad pela equipa de aprendizagem, e s PAL Leaders, cm intuit discutir em cnjunt ideias, temas, calendári das várias sessões de PAL, e; Para um melhr resultad, as sessões de PAL deverã ser imediatamente a seguir a fim das actividades lectivas, tentand incutir ns aluns a ideia de que as mesmas se encntram inseridas n âmbit das actividades curriculares. II.4.4. Vantagens A entrada em funcinament de um prject de PAL, apresenta-se cm uma mais-valia na cnslidaçã ds cnheciments abrdads nas salas de aula. Deste md, urge referir determinadas vantagens emergentes da adpçã deste tip de abrdagem, as quais pdem ser agrupadas cnsante públic-alv que usufrui destas mesmas vantagens [Fleming, H., 2009]: I. Curss: Ptencia uma mair cesã entre s aluns; Aumenta nível de envlviment ds aluns; Os PAL Leaders frnecem um bm feedback à equipa d curs, relativamente a nível de cnheciments demnstrads pels aluns; Ajuda s estudantes a virem melhr preparads para as aulas, bem cm auxilia s mesms num melhr acmpanhament das aulas, e; Ptencia as aluns um desenvlviment de cmpetências a nível d trabalh em grup. II. Aluns: Existe um mair à-vntade da parte d alun nã só em admitir que nã está a cmpreender, cm também para cmeter errs. Este pnt é de extrema imprtância, pis é muit cmum um alun até ter cnheciments sbre determinad assunt, mas, na altura de s demnstrar, tem med de errar; 25

44 II. D E-Learning a PAL Oprtunidade de um nv alun manter cntact cm um alun que acaba de transitar para an seguinte, qual pde dar-lhe algumas nções cm vista à btençã ds bjectivs inicialmente prpsts, e; O alun, sempre que necessitar, pderá cntar cm a ajuda precisa ds PAL Leaders. III. PAL Leaders / Tutres: Cnslidaçã ds cnheciments, partind da premissa que melhr md de aprender é ensinar; Desenvlviment das suas capacidades pessais e prfissinais, tais cm, liderança, trabalh em equipa, rganizaçã, gestã de temp, etc; Ganh significativ de cnfiança especialmente em situações em que trabalh de equipa é essencial para alcance de determinad bjectiv; Aument d nível de experiência, a qual cnstitui uma mais-valia para melhrament d curriculum vitae, e; Pssibilidade de rever determinads assunts, adquirind um cnheciment cada vez mais prfund sbre s mesms. II.4.5. Estratégias E-PAL PAL é um term utilizad para uma grande variedade de actividades, nas quais, as pessas que estudam um determinad assunt ajudam-se entre si sempre que necessári. Após uma bservaçã prmenrizada da frma cm s diverss intervenientes interagem entre si, facilmente ns apercebems de que as várias frmas de interacçã pdem ser agrupadas nas seguintes estratégias [Muth & Alvermann, 1998]: Peer Tutring Cenári em que um ds intervenientes assume papel de tutr enquant s seus semelhantes assumem papel de aluns; Rleplaying Estratégia que visa a encenaçã de situações reais cm frma de preparaçã para as mesmas; Reciprcal Teaching Técnica que visa ensinar as aluns nvas frmas de cmpreensã. Analisand mais a prmenr, Reciprcal Teaching ensina as aluns as quatr frmas de, frmular questões, sumarizar, fazer predições, antecipar e clarificar prblemas; 26

45 II. D E-Learning a PAL Cperative Learning O ensin cperativ refere-se às várias metdlgias de aprendizagem utilizadas pels aluns enquant trabalham/estudam em cnjunt, rganizads em pequens grups de md a ajudarem-se mutuamente. Uma vez feita a descriçã das várias abrdagens, é imprtante também cnsiderarms algumas das platafrmas e ferramentas actualmente dispníveis. II Peer Tutring É um prcess n qual um u mais aluns, rientads pr um prfessr, ensinam/ajudam s seus similares (d mesm an u ans anterires) na aquisiçã de determinads cnheciments. O alun que tem a seu carg papel de ensinar/ajudar, é denminad de Tutr, s restantes, u seja, s aprendizes sã designads pr tutees. Existem duas frmas de Peer Tutring, denminadas pr same-age tutring e crss-age tutring. Relativamente à primeira, é quand tutr e tutee têm praticamente a mesma idade, send que a segunda, cm a própria designaçã assim indica, é quand s estudantes mais velhs ensinam/ajudam s mais nvs. Requisits Para que esta estratégia pssa ser adptada, existem diverss requisits que deverã ser tids em atençã, ds quais se salienta: Ba relaçã tutr/tutee; Frmaçã d tutr, e; Dispnibilidade. Cntext de aplicaçã A este nível, Peer Tutring é uma estratégia que pde ser adptada ns mais diverss cntexts, aliás, que acntece é a adpçã desta estratégia de frma implícita. Cm exempl desta afirmaçã tems pr exempl cas muit cmum nas universidades, estud em grup, n qual tems um u mais tutres que dminam a matéria e s tutees que vã clcand as suas dúvidas/questões as anterires. Vantagens Cm vantagens da adpçã desta estratégia, tems: Devid à prximidade de idades tutee sente-se mais à vntade para clcar questões, bem cm abrdar s temas de utr md, sem qualquer recei de errar; 27

46 II. D E-Learning a PAL Tant tutr cm tutee beneficiam, pis primeir irá cnslidar s seus cnheciments, enquant tutee irá adquirir nvs cnheciments, e; Aument da aut-estima e mtivaçã. Tips e Frmas de cmunicaçã Quant as tips e frmas de cmunicaçã, Peer Tutring é uma estratégia que pde ser realizada pr mei de cmunicaçã síncrna e assíncrna, send que a nível das frmas de cmunicaçã, pdems salientar: Presencial, e; Assistid pr cmputadr. ICTs 2 Em terms ds tips de ferramentas actualmente dispníveis, tems: Víde-Cnferência; Audi-Cnferência; Vide e Audi-Cnferência; IRC; Whitebard, e; Writebard. Estas ICTs apresentam-se cm uma mais-valia nas sessões de Peer Tutring, pis pssibilitam a interacçã entre s váris intervenientes. A títul de exempl, pde-se ter uma sessã na qual s váris tutees trabalham em cnjunt através da utilizaçã das várias ICT s, tend tutr a qualquer mment a pssibilidade de aceder à respectiva sessã e interagir cm s mesms, nmeadamente para esclareciment de alguma questã que pssa eventualmente surgir. II Rleplaying Estratégia que visa a encenaçã de situações reais cm frma de preparaçã para as mesmas. Pde ser utilizada n trein de prfissinais, em sala de aula para uma melhr cmpreensã prática d tópic estudad. De uma frma simples e cncisa, pde-se afirmar que rleplaying nã passa de uma simples encenaçã, que será uma mais-valia a nível d desenvlviment das capacidades e cnheciments ds intervenientes. Requisits 2 Infrmatin and Cmmunicatin Technlgies 28

47 II. D E-Learning a PAL Para a implementaçã desta estratégia, um ds requisits mais imprtantes será sem smbra de dúvida a espntaneidade, pis só assim se pde ter um feedback mais aprximad pssível da realidade relativamente às reacções e cmprtaments de um u mais indivídus perante uma determinada situaçã. Cm este feedback e cm a eliminaçã de reacções e cmprtaments indesejads, cnseguir-se-á bter uma respsta cada vez mais adequada e eficaz. Cntext de aplicaçã O rleplaying é uma estratégia que pde ser utilizada ns mais diverss cntexts, aliás, actualmente é uma das frmas de trein/ensin mais utilizadas. Cm exempl de cntexts de aplicaçã tems: Aviaçã trein de pilts através d us de simuladres; Vida militar trein de situações em cenáris de guerra; Ensin trein de prfessres relativamente à frma de actuaçã em situações invulgares, e; Cmérci trein de vendedres relativamente à frma de interacçã cm s clientes. Vantagens Cm vantagens da adpçã desta estratégia, tems: Ajuda s estudantes a melhr expressarem s seus sentiments; Pssibilidade de melhr cmpreender s sentiments e prblemas de utras pessas, nmeadamente de diferentes culturas; Utilizaçã cm pré-avaliaçã d cmprtament u diagnóstic para a avaliar em que nível é que alun se encntra em terms de cnheciments/capacidades; Pssibilidade de praticar num ambiente encenad, n qual td e qualquer err que seja cmetid nã terá quaisquer cnsequências n mund real, e; Incentiv à criatividade e imaginaçã. Tips e frmas de cmunicaçã Quant as tips e frmas de cmunicaçã, rleplaying é uma estratégia que requer uma cmunicaçã síncrna entre s diverss intervenientes, send que a nível das frmas de cmunicaçã, pdems salientar: Presencial, e; Assistid pr cmputadr. ICTs Em terms ds tips de ferramentas actualmente dispníveis, tems: Víde-Cnferência; 29

48 II. D E-Learning a PAL Audi-Cnferência; Vide e Audi-Cnferência; Instant Messenger; Whitebard, e; Writebard. N âmbit d Rleplaying estas ICT s à semelhança d verificad nas estratégias anterires, pssibilitarã a interacçã entre s diverss membrs de cada grup. Tend em atençã pretendid cm as sessões de rleplaying (aprendizagem através de encenaçã de situações reais, nas quais cada alun assume um ds papeis ds diverss intervenientes na encenaçã), as ICT s mais imprtantes serã bviamente a víde e áudi-cnferência. II Reciprcal Teaching Estratégia que visa ensinar as aluns nvas frmas de cmpreensã. Analisand mais a prmenr, Reciprcal Teaching ensina as aluns as quatr frmas de, frmular questões, sumarizar, fazer predições, antecipar e clarificar prblemas. Quand s estudantes utilizam esta técnica em grups pequens u em pares, para além ds benefícis cgnitivs, também ganham benefícis sciais e afectivs cm resultad da interacçã cm s seus pares. Esta estratégia é muit semelhante à de Peer Tutring, diferind da mesma em terms ds papéis/perfis utilizads. Enquant n Peer Tutring tínhams um tutr que funcinaria cm um pseud-prfessr d Tutee, nesta, deixam de existir s cnceits de Tutr e tutee, estand tds s intervenientes a mesm nível. De uma frma simples, pdems fazer a analgia cm estud em grup de aluns de uma mesma disciplina, n qual cada um clca as suas dúvidas e partilha sluções para s prblemas/dúvidas que pssam eventualmente surgir. Requisits Para que esta estratégia pssa ser adptada cm sucess, existem diverss requisits que deverã ser tids em atençã, nmeadamente: Ba relaçã entre s váris intervenientes, e; Dispnibilidade. Cntext de aplicaçã O Reciprcal Teaching, é uma estratégia adptada mairitariamente n ensin (esclas, universidades). Dentr destas pdem-se salientar alguns cntexts mais específics, nmeadamente: Salas de aula, e; 30

49 II. D E-Learning a PAL Grups de estud. Vantagens Cm vantagens da adpçã desta estratégia, tems: Ajuda mútua, e; Os estudantes aprendem, para além d respeit mútu, a clabrar e a direccinar esfrçs cm bjectiv de atingir determinads bjectivs cmuns; Tips e frmas de cmunicaçã Quant as tips e frmas de cmunicaçã, Reciprcal Teaching é uma estratégia que pde ser realizada pr mei de cmunicaçã síncrna e assíncrna, send que a nível das frmas de cmunicaçã, pdems salientar: Presencial, e; Assistid pr cmputadr. ICTs Em terms ds tips de ferramentas actualmente dispníveis, tems: Víde-Cnferência; Audi-Cnferência; Vide e Audi-Cnferência; Instant Messenger; Whitebard, e; Writebard. Estas ICT s pssibilitam as aluns uma interacçã semelhante à de um ambiente de sala de aula, mas desta feita num ambiente virtual. Neste ambiente qualquer um ds membrs d grup pderá expr as suas ideias/sluções pr intermédi de esquemas (whitebard), text (writebard, instant messenger) e ser sempre visualizad u nã pels restantes membrs d grup; II Cperative Learning O ensin cperativ, refere-se às várias metdlgias de aprendizagem utilizadas pels aluns enquant trabalham/estudam em cnjunt, rganizads em pequens grups de md a ajudarem-se mutuamente. De um md geral, estratégias deste tip envlvem trabalh cnjunt de estudantes cm diferentes cnheciments e capacidades em pequens grups pr um determinad períd de temp para assegurar que tds cnseguem interirizar s cnteúds. 31

50 II. D E-Learning a PAL Idealmente, estratégias destas pssuem cinc cmpnentes muit imprtantes [Jhnsn and Jhnsn, 1995]: Interdependência psitiva um estudante nã pde ter sucess sem que grup também tenha; Interacçã Face-t-face frma presencial de interacçã, na qual s aluns explicam, discutem e ensinam s cnteúds as restantes membrs d grup; Respnsabilidade individual quand um determinad trabalh é finalizad e avaliad, s estudantes ficam a cnhecer quem é que n grup precisa de ajuda, e; Clabraçã e Sciabilidade cmpnentes críticas, pis um grup nã pde funcinar efectivamente a nã ser que cnsigam interirizar determinads cnceits, tais cm, cperaçã, cmunicaçã, tmada de decisões e resluçã de cnflits. Existem várias estratégias de ensin cperativ, das quais se destacam: Student Teams Achievement Divisin neste tip de estratégia, s estudantes encntram-se agrupads em grups de quatr aluns, cm diferentes capacidades. Uma vez leccinada a aula pel dcente, grup reúne-se para em cnjunt assegurarem a crrecta passagem de cnheciments a tds s elements d grup, certificand-se de que s aluns cmpreenderam efectivamente a matéria. Psterirmente é efectuad um teste individual, cuja avaliaçã será cmparada cm s resultads de avaliações anterires, send que receberã pnts sempre que cnsigam melhrar a sua perfrmance. Finalmente s pnts sã ttalizads pr equipas, e as equipas vencedras recebem recnheciment u uma pequena recmpensa. Teams-Games-Turnaments é muit similar à estratégia anterir, à excepçã de que nesta, s estudantes jgam cm utras equipas cm intuit de ganhar pnts extra para a sua equipa. Jigsaw esta estratégia difere das anterires, uma vez que neste tip de estratégia s cnteúds estã subdividids em duas partes. Cada membr d grup fica apenas cm uma parte ds cnteúds e terá que assegurar a crrecta passagem ds mesms as restantes membrs d grup. Requisits Para que estas estratégias pssam ser implementadas cm sucess, existem alguns requisits que deverã ser salvaguardads, de entre s quais se salienta: Bm relacinament entre s váris intervenientes; Dispnibilidade, e; Mtivaçã. 32

51 II. D E-Learning a PAL Cntext de aplicaçã Esta estratégia pde ser aplicada váris cenáris de entre s quais se destaca: Estud em grup, e; Cm frma de cmplement à sala de aula, permitind avaliar nível de cnheciment ds aluns. Vantagens Cm vantagens da utilizaçã deste tip de estratégia tems: Aument ds níveis mtivacinais, e; Ajuda mútua. Tips e frmas de cmunicaçã Quant as tips e frmas de cmunicaçã, ensin cperativ é uma estratégia que requer uma cmunicaçã síncrna entre s diverss intervenientes, send que a nível das frmas de cmunicaçã, pdems salientar: Presencial, e; Assistid pr cmputadr. ICTs Em terms ds tips de ferramentas actualmente dispníveis, tems: Víde-Cnferência; Audi-Cnferência; Vide e Audi-Cnferência, e; IRC 3. À semelhança ds benefícis identificads nas estratégias anterires, as ICT s apresentam-se cm uma mais-valia, pssibilitand as aluns uma interacçã em tud semelhante à vivenciada num ambiente real. N ambiente dispnibilizad, s aluns terã a pssibilidade de, cm auxíli das diversas ferramentas, rientarem seu estud segund as metdlgias subjacentes à referida estratégia. 3 Internet Relay Chat - 33

52 II. D E-Learning a PAL II.4.6. Exempls de aplicaçã De seguida apresentar-se-ã dis ds exempls mais cnhecids de aplicaçã de PAL em ambientes reais. O primeir exempl refere-se à Universidade de Burnemuth em Inglaterra e segund à University f West f England, Bristl. II Burnemuth University Na universidade de Burnemuth, cm se pde antever, PAL fi utilizad cm cmplement às aulas [BU, 2010]. N iníci, determinads aluns fram designads cm PAL Leaders. Estes sã pags à hra e têm cm funções, nã só, a cnduçã das diversas sessões de PAL que irã ser efectuadas a lng d an, mas também esclareciment das várias dúvidas que pssam eventualmente surgir n âmbit de cada sessã. Para além ds PAL Leaders, existem ainda utras entidades que visam rganizar e manter tda a estrutura de PAL (PAL Cntacts e PAL C-rdinatrs). Na Err! A rigem da referência nã fi encntrada., apresentam-se s dads estatístics referentes a PAL a lng ds três primeirs ans de actividade. Tabela 1 PAL na Universidade de Burnemuth [Stuart Capstick et al., 2004] Pilt : N.º PAL Leaders c.80 N.º de estudantes c.1300 d primeir an a utilizarem PAL N.º de curss PAL dispníveis Pagaments as PAL Leaders Recrutament - Critéris Taxa de atendiment pels aluns d primeir an Através de prjects (c. 2000) Nã especificads Através de prjects (c. 6000) Pessa desenvlviment de especificaçã Pag pela escla (c. 20,000) 2003; Recmendaçã de que s candidats cm resultads mens bns seja acmpanhads pela equipa respnsável pel curs Baixa Satisfatória a alta Objectiv: Alt passand pr prváveis períds de scilaçã 34

53 II. D E-Learning a PAL Envlviment n curs Curs: PAL cntact Prmçã Balanceament da respnsabilidade ds cnteúds das sessões PAL Utilizaçã de actividades dirigidas (curs) Utilizaçã de actividades dirigidas (genéric) Frmaçã PAL Leader: Atribuiçã as estudantes Hráris Variável; limitad a reuniões ad hc cm s respnsáveis N síti, apesar das suas respnsabilidade s e actividades nã estarem bem definidas Frmalmente, talvez em terms dgmátics Inteiramente student-centered Mínim Implícita Curs de dis dias PAL Leaders dispníveis para qualquer alun Sessões abertas s estudantes ds primeirs ans pdem esclher quê e quand; nã aparece ns hráris impresss Variável; reuniões mais regulares e algum envlviment na equipa respnsável pel curs Cm um perfil bem definid; Cm reuniões regulares cm s PAL Leaders; Espaç para invaçã e sensibilidade para as várias necessidades ds grups Mairitariamente student-centered mas cm sugestões imprtantes d PAL Staff. Alguma dispsiçã pela equipa central e de curs Actividades relativas a estud de capacidades e frmas de incentiv à participaçã ferecidas mas nã subscritas amplamente Curs de dis dias cm acmpanhament semanal/quinzenal PAL Leaders alcads para um grup particular, embra esta cbertura pssa ser negciada Hráris das sessões PAL pr grup; Adequaçã de hráris; Aparecem ns hráris impresss; Sã efectuadas algumas revisões n iníci d an Tip de curs Alt-Risc Alguns curss de Alt- Risc ; Objectiv: Reuniões regulares entre s PAL Leaders e staff cntact cm feedback da equipa de curs Objectiv: Perfil claramente definid; Plan e reuniões regulares de revisã cm s PAL Leaders Em 2003; Reajustament d prcess Objectiv: Estrutura que permite um equilíbri e flexibilidade saudável Objectiv: Uma dispsiçã mais sistemática e generalizada Objectiv: mais clareza e um cnjunt de actividades PAL genéricas dispníveis para s PAL Leaders Cm em 2003, mas cm uma calendarizaçã mais flexivel para acmpanhament e reetruturaçã d prgrama. Cm em Objectiv: hráris acessíveis para as sessões de PAL Curss actuais mantids; As esclas decidem n aplicar PAL Na tabela anterir é ntóri nível de evluçã verificad a lng ds três primeirs ans de aplicaçã. 35

54 II. D E-Learning a PAL Na Figura 3, apresenta-se um gráfic que pretende efectuar uma avaliaçã quantitativa da evluçã d PAL a lng ds primeirs ans. Evluçã d PAL N.º PAL Leaders N.º de N.º de curss estudantes d PAL dispníveis primeir an a utilizarem PAL Figura 3 Evluçã d PAL A evluçã fi de tal frma acentuada, que, a nível de PAL Leaders, passu-se de 15 (2001-2) para 80 (2003-4), relativamente a númer de estudantes d primeir an a utilizar PAL passu-se de 320 para 1300 e pr últim, devid a sucess verificad ns curss pilt, aplicu-se PAL nã só as 3 a 8 curss iniciais mas sim a aprximadamente 22 a 27 nvs curss. O que cmeçu pr ser uma mera experiência, num curt espaç de temp trnu-se numa mais-valia, cntribuind assim para um aument significativ d sucess esclar. II University f West f England Nesta universidade de Inglaterra, PAL já se estabeleceu cm uma metdlgia de excelência, cm tal, já se encntra presente ns mais variads curss leccinads pela instituiçã [UWE, 2010]. Para uma melhr percepçã d nível de utilizaçã d PAL nesta universidade, passa-se a descrever de seguida algumas das áreas mais imprtantes sbre esta temática, dispnibilizadas pela instituiçã (Figura 4): PAL fr the first year students Cm própri nme indica, tem cm públic-alv s estudantes d primeir an. Entre s benefícis emergentes da adpçã desta metdlgia ns aluns d primeir an, salientam-se: 36

55 II. D E-Learning a PAL Integraçã n ensin superir; Aument da cnfiança e aut-estima; Desenvlve hábits de estud, e; Dá um auxíli discret aqueles que necessitam de api, e; Os PAL Leaders transmitem as aluns uma visã mais clara d curs e das suas expectactivas. PAL fr Leaders Esta área é reservada à frmaçã de PAL Leaders, s quais serã respnsáveis pelas sessões de PAL. Estas frmações sã de extrema imprtância para a frmaçã de PAL Leaders, pis através destas, estes desenvlvem/btêm: Cmpetências pessais, tais cm, liderança, trabalh em equipa, cmunicaçã inter-pessal, e cmpetências de caching; O seu nível de cnfiança, principalmente quand trabalh em equipa se apresenta cm um requisit fundamental para a btençã de um determinad bjectiv; O seu Curriculum Vitae; Os seus cnheciments, através da revisã e prática de determinads assunts, que vai permitir um aprfundar ds seus cnheciments sbre estes mesms assunts, e; Certificaçã e pagament pelas sessões de PAL leccinadas. PAL supprted Mdules Nesta secçã, utilizadr pderá visualizar uma listagem de tds s móduls dispnibilizads via PAL; PAL undergraduate internships Prgrama desenhad para tds aqueles que estejam n últim an d curs e pretendam cntinuar a trabalhar nesta área (PAL), auxiliand a equipa de PAL nas mais variadas áreas: Recrutament e selecçã de PAL Leaders; Auxiliar Directr de PAL, na identificaçã de disciplinas, curss, nde PAL pssa vir a ser necessári, e; Mtivar e auxiliar s actuais PAL Leaders. 37

56 II. D E-Learning a PAL PAL fr academics esta área é cmplementar á área de PAL Supprted Mdules, pis é nesta que alun pderá slicitar a criaçã de sessões PAL para uma determinada disciplina, cas a mesma nã apareça na listagem apresentada em PAL Supprted Mdules. Figura 4 - PAL at University f West f England [UWE, 2010] Cm se pde verificar através da descriçã efectuada anterirmente, PAL já se encntra em plena actividade, cntribuind para um aument significativ d sucess esclar. É de relevar a excelente rganizaçã/imprtância das diversas áreas PAL (frmaçã de PAL Leaders, auxíli as aluns d primeir an, especializaçã PAL para s aluns finalistas que assim pretendam, etc), das quais, se salienta a denminada pr PAL fr Academics, na qual, s aluns pdem slicitar sessões PAL para disciplinas que ainda nã estejam integradas nesta vertente de ensin. Nã fi pssível bter dads sbre a evluçã d PAL a lng ds ans, mas pel nível de rganizaçã das diversas áreas PAL e pela quantidade de disciplinas já dispnibilizadas segund esta metdlgia, facilmente se depreende que fi uma evluçã muit psitiva. II.4.7. Cnclusões A lng desta secçã abrdu-se a temática de PAL, a qual apresenta-se cm uma imprtantíssima ferramenta cmplementar a ensin tradicinal/nline. Através desta, s aluns cnseguem de uma frma simples e puc frmal, para além das cmpetências 38

57 II. D E-Learning a PAL emergentes da aplicaçã desta metdlgia (cnfiança, aut-estima, etc.), incrementar s seus cnheciments sbre s mais variads temas debatids nas aulas. N capítul seguinte, apresentar-se-á a nssa prpsta para uma platafrma de Blended Peer Assisted Learning, a qual tenta centralizar numa única platafrma s cnceits mais imprtantes de cada uma das metdlgias de aprendizagem apresentadas até a mment. 39

58 III. NOSSA CONTRIBUIÇÃO: BLENDED PEER ASSISTED LEARNING 40

59 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning III.1. INTRODUÇÃO A lng ds capítuls anterires abrdaram-se as mais variadas frmas de ensin/ aprendizagem à distância. D e-learning a PAL, tentu-se fazer uma breve descriçã das várias abrdagens de md a frnecer as bases necessárias para a cmpreensã da nssa cntribuiçã uma platafrma Blended Peer-Assisted Learning. Após uma revisã da literatura, verificu-se que pr um lad existe um variad leque de platafrmas que pdem servir de base para a implementaçã de uma sessã de PAL (pr exempl, Mdle, Atutr, Dkes, etc.), mas pr utr nã existe nenhuma que revele precupaçã cm nível de cnheciments de cada utilizadr, u seja, nenhuma apresenta meis que pssibilitem a adequaçã das platafrmas as utilizadres. Cm bjectiv de clmatar esta lacuna, em terms gerais pensu-se numa platafrma capaz de guiar utilizadr até a seu bjectiv, frnecend-lhe s meis e infrmaçã de acrd cm seu perfil. Para essa finalidade, fram cnsideradas as várias estratégias de Peer Assisted Learning 4 que visam incrementar nível de aquisiçã de cnheciment ds aluns a lng d prcess de aprendizagem, através de diferentes abrdagens e diferentes métds que visam a btençã d mesm bjectiv. A lng d estud fi efectuad um levantament ds requisits que a nva platafrma deveria cntemplar, a partir ds quais iniciáms desenh das nssa arquitectura (Figura 5). 4 Peer Tutring, Rle Playing, Reciprcal Teaching e Cperative Learning 41

60 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning GUI Sistema de gestã de utilizadres Diagnóstic E-prtflis Percurs Metas Prtfóli Blended PAL envirnments Sistema de gestã de Estratégias Ferramentas Cmunicaçã Clabraçã Sistema de gestã de Curss Prdutividade Administraçã Figura 5 Arquitectura Blended-PAL Para um melhr entendiment da arquitectura apresentada na Figura 1, efectua-se de seguida, uma pequena descriçã ds diverss móduls intervenientes n prcess: Graphical User Interface (GUI) interface respnsável pela interacçã cm utilizadr. Representa tda a parte gráfica d nss ambiente PAL; E-prtflis este módul denminad pr E-prtflis nã se restringirá apenas à apresentaçã de prtflis, mas sim à geraçã ds mesms cm base n levantament das experiências de vida, traject prfissinal e académic ds indivídus; Módul de gestã de utilizadres é respnsável pr tda a gestã da aplicaçã, definind quem pde u nã aceder e a que recurs. É um módul de grande imprtância para a crdenaçã e para a utilizaçã ds demais móduls; Módul de gestã de curss efectuará a gestã ds curss que vierem a ser leccinads em regime de e-learning. Incidirá sbre regist de aluns ns diverss curss, criaçã/ediçã/remçã de curss, definiçã de perfis de utilizadr (tutres e aluns), etc; 42

61 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Módul de gestã de estratégias terá cm funçã, cm base na infrmaçã reclhida ns e-prtflis, prpr a estratégia que mais se adequa a alun, send que nesta prpsta devem cnstar brigatriamente as várias ferramentas assciadas à estratégia esclhida, send que, sempre que utilizadr assim entender, pderá seleccinar qualquer umas das restantes ferramentas, e; Ferramentas este módul será respnsável pela gestã das ferramentas, que será efectuada cm auxíli d módul anterir. Cm é pssível cnstatar na arquitectura, para uma melhr rganizaçã, as ferramentas encntram-se rganizadas em diverss grups de acrd cm a vertente que mais se adequam. Passand à fase de implementaçã, cmeçu-se pr efectuar um levantament das várias platafrmas e ferramentas existentes, que pssibilitassem desenvlviment da arquitectura prpsta. Numa primeira fase pensu-se em desenvlver uma platafrma independente que pudesse ser acplada às principais platafrmas de e-learning existentes, mas pr falta de temp e devid à dimensã d prject, ptu-se nesta primeira fase pr desenvlver a nssa aplicaçã cm um módul d Mdle. Send assim, após a referida tmada de decisã, huve necessidade de rerganizar a nssa arquitectura, passand s móduls de, Gestã de curss, Gestã de utilizadres e Graphical User Interface a serem dispnibilizads pela mesma platafrma MOODLE. Nesta nva arquitectura módul EPAL fica respnsável pela gestã das diferentes estratégias epal implementadas e pela crdenaçã das ferramentas (Figura 2). 43

62 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning MOODLE GUI Sistema de gestã de utilizadres Diagnóstic E-prtflis Percurs Metas Prtfóli Blended PAL envirnments Sistema de gestã de Estratégias EPAL - Mdule Ferramentas Cmunicaçã Clabraçã Sistema de gestã de Curss Prdutividade Administraçã Figura 6 Arquitectura E-PAL cm indicaçã ds móduls abrangids pel Mdle 44

63 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning III.2. REQUISITOS Para desenh e implementaçã d nss módul de E-PAL, fi efectuad um levantament de tds s requisits que a aplicaçã deverá cntemplar, subdividind s mesms em dis grups, primeir nde cnstam as funcinalidades esperadas d sistema Requisits Funcinais, e segund nde cnstam as características que módul deverá garantir Requisits Nã-Funcinais. Requisits Funcinais: Prfessr: Cnfiguraçã ds dads da sessã; Gestã de grups de utilizadres pssibilidade de adicinar u remver elements de um determinad grup de trabalh; Gestã de Cnteúds Assciaçã de cnteúds às sessões de E-PAL; Gestã d guia de sessã Inserçã e remçã de tarefas que n seu td frmarã chamad Guia de Sessã, nde irã cnstar tdas as tarefas que utilizadr deverá efectuar; Acmpanhament de grups de trabalh módul deverá pssibilitar a utilizadr, acmpanhament de tds s grups de trabalh assciads a curs seleccinad. Este acmpanhament englba, a visualizaçã de infrmaçã referente às tarefas já efectuadas e avaliações, bem cm, acess às salas das várias ICTs dispnibilizadas pel módul para cada grup de trabalh, e; Selecçã das ICTs a dispnibilizar a utilizadr. Tutr: Acess a td tip de infrmaçã dispnibilizada pel prfessr para a sessã (curs, sessã, bjectivs, guia de sessã); Acess a td tip de cnteúds dispnibilizads pel prfessr para a sessã; Gestã d seu grup de trabalh; 45

64 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Gestã de tarefas, u seja, pssibilidade de mudar status das tarefas à medida que as mesmas vã send efectuadas; Avaliaçã de acrd cm s tips de avaliaçã previamente definids pel prfessr, e; Pssibilidade de acess a espaç de interacçã para a execuçã ds diverss exercícis/trabalhs definids pel prfessr n plan de sessã, nmeadamente, para leccinar. Tutee: Acess a td tip de infrmaçã dispnibilizada pel prfessr para a sessã (curs, sessã, bjectivs, guia de sessã); Acess a tds s cnteúds cuj perfil de acess esteja definid cm Tutee; Gestã d seu grup de trabalh; Gestã de tarefas, u seja, pssibilidade de mudar status das tarefas à medida que as mesmas vã send efectuadas; Avaliaçã de acrd cm s tips de avaliaçã previamente definids pel prfessr, e; Pssibilidade de acess a espaç de interacçã para a execuçã ds diverss exercícis/trabalhs definids pel prfessr n guia de sessã. Requisits Nã-Funcinais O módul desenvlvid deverá salvaguardar acess a sistema smente pr utilizadres devidamente autrizads. III.2.1. Estratégias Na secçã fez-se uma descriçã das quatr principais estratégias PAL. Em terms de implementaçã, devid a esfrç assciad a desenvlviment destas quatr estratégias, ptu-se pr implementar apenas uma, efectuand uma descriçã prmenrizada de cm é que as restantes pderã ser implementadas (presente n anex A). Os critéris utilizads para a selecçã da estratégia fram s seguintes: Cmplexidade de implementaçã Optu-se pr seleccinar a estratégia mais cmplexa Peer Tutring, devid à sua metdlgia de trabalh e pels perfis e cenáris assciads; 46

65 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Hetergeneidade de prblemas de implementaçã Send a estratégia mais cmplexa, pssibilitará a expsiçã a um mair númer de prblemas de implementaçã, frnecend deste md um knw-hw que pssibilitará uma implementaçã mais célere das restantes estratégias. 47

66 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning III.3. MÓDULO PEER TUTORING Para uma implementaçã cm sucess da estratégia de Peer Tutring (PT), trna-se necessári respnder a uma série de requisits, nmeadamente a nível ds perfis de utilizadr e das funcinalidades a estes subjacente. III.3.1.Perfis Devid a esfrç necessári para desenvlviment de tdas as estratégias PAL, ptu-se pr especificar apenas a denminada pr Peer Tutring. A esclha recaiu sbre esta, pr ser a mais cmplexa em terms de implementaçã. Deste md, para a implementaçã da referida estratégia, terã que existir três tips de perfis: Prfessr; Tutr, e; Tutee. III.3.2. Funcinalidades Após a implementaçã d módul de Peer Tutring, será dispnibilizad um cnjunt de funcinalidades, das quais se salientam: Criaçã e cnfiguraçã de nvas sessões de PT; Criaçã, alteraçã de remçã de grups de aluns; Acmpanhament d prcess de aprendizagem ds váris grups de aluns; Adiçã, alteraçã e remçã de cnteúds; Criaçã, alteraçã e Remçã d guia de sessã; Criaçã, alteraçã e remçã de tips de avaliaçã; Criaçã, alteraçã e remçã de questões para cada tip de avaliaçã; Apresentaçã ds cnteúds assciads a cada perfil, e; Preenchiment de relatóris de avaliaçã. 48

67 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning III.4. MODELAÇÃO DA PLATAFORMA Nesta secçã apresentar-se-á s váris estuds efectuads até à btençã da sluçã. Estes estuds abrangem tarefas tais cm: Cass de utilizaçã técnica de mdelaçã que visa identificar as funcinalidades que a sluçã deverá abranger. Segund Ivan Jacbsn, pdems dizer que um cas de us é um "dcument narrativ que descreve a sequência de events de um atr que usa um sistema para cmpletar um prcess" [Imasters, 2010]. Diagramas de Actividade decmpõe as actividades d sistema em subactividades de mais baix-nível, cm flux sequencial u cncrrente entre subactividades [FEUP, 2010]; Integraçã cm Mdle Especifica as tabelas d Mdle utilizadas/integradas n nss módul; Módul Entidade-Relacinament Representaçã gráfica da estrutura da Base de dads; Fundamentaçã Tecnlógica Apresentaçã das várias tecnlgias a utilizadas durante td prcess de desenvlviment, e; Arquitectura Mdel-View-Cntrl [Wikipédia,2010] padrã segund qual módul de Peer Tutring fi desenvlvid. Este, visa separar a lógica d negóci (Mdel) da lógica de apresentaçã (View) e d flux da aplicaçã (Cntrl). III.4.1.Cass de utilizaçã Neste pnt abrdar-se-ã s váris cass de utilizaçã que estarã assciads a cada um ds perfis previamente definids, respectivamente, Prfessr, Tutr e Tutee. Dcente De uma frma geral, será respnsável pela cnfiguraçã das várias sessões de Peer Tutring. 49

68 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 7 Cas de us "Prfessr" Os cass de utilizaçã ilustrads na Figura 7 reflectem as várias tarefas inerentes à cnfiguraçã de uma sessã de Peer Tutring, que cmpreende uma série de passs: Cnfiguraçã de sessã; Inserçã de nvs cnteúds; Criaçã d guia de sessã; Elabraçã ds grups de trabalh; Acmpanhament de grups, e; Cnfiguraçã de ICT s a utilizar durante a sessã de Peer Tutring. Tutr Será uma espécie de pseud-prfessr, transmitind s cnteúds as tutees e retirand-lhes tdas as dúvidas que eventualmente pssam surgir. Figura 8 Cas de us "Tutr" 50

69 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Na Figura 8, sã apresentads s váris cass de us que pderã ser executads pels utilizadres cuj perfil esteja definid cm tutr. Tutee Será receptr de tda a infrmaçã, interagirá cm s restantes tutees e tutres de md a alcançar s bjectivs previamente definids pel Dcente. Figura 9 Cas de us "Tutee" Os cass de us ilustrads na Figura 9, sã exactamente s mesms que s visualizads na Figura 8, diferind apenas ns cnteúds acessíveis, pis, s utilizadres definids pel sistema cm este perfil têm acess smente as cnteúds cujas permissões assim permitam. III.4.2.Diagramas de Actividade A lng desta secçã abrdar-se-ã s diagramas de actividade identificads durante a fase de análise e desenh. Estes pretendem dar a cnhecer cm uma mair detalhe tdas as actividades que deverã ser efectuadas pel módul de Peer Tutring. Prfessr 51

70 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 10 Diagrama de Actividades "Prfessr" Na Figura 10 apresenta-se diagrama de actividades referente a perfil Prfessr. Neste estã representadas as várias actividades que se encntram à dispsiçã d utilizadr, actividades estas que vã desde a criaçã da sessã, até à sua dispnibilizaçã as restantes utilizadres (Tutres e Tutees). Tutr Figura 11 Diagrama de Actividades "Tutr" Na Figura 11 pdem-se visualizar as várias actividades que estã a dispr ds tutres, nmeadamente: Gestã d grup de trabalh cas prfessr nã tenha definid previamente s grups de trabalh, tutr pderá definir seu própri grup de trabalh; Alteraçã d estad da tarefa à medida que as tarefas que cmpõem guia de sessã vã send executadas, utilizadr deverá efectuar a alteraçã d estad de cada uma das tarefas, de md a reflectir estad actual das mesmas. 52

71 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Preenchiment ds váris tips de avaliaçã assciads a cada tarefa; Acess a espaç de interacçã, qual deverá funcinar cm ferramenta principal para a realizaçã das várias tarefas que cnstituem guia de sessã; Tutee Figura 12 Diagrama de actividades "Tutee" Na Figura 12, pde-se visualizar diagrama de actividades referente a Tutee. Este diagrama é idêntic a d Tutr, pis a diferença existente entre estes dis tips verificasse a nível das permissões, as quais nã têm qualquer reflex a este nível. III.4.3. Integraçã cm Mdle Cm já fi referid, a sluçã adptada fi desenvlviment de um módul para Mdle que pssibilite as utilizadres a aquisiçã de cnheciments pr intermédi das estratégias de Peer Assisted Learning. Cm tal, trna-se necessári definir uma arquitectura de base de dads capaz de cmunicar cm a arquitectura d Mdle. Tend em cnta diagrama entidade-relacinament previamente definid, chegu-se à cnclusã que as tabelas que pdem ser enquadradas n nss desenh de base de dads sã as apresentadas na Tabela 1. Tabela 1 Tabelas utilizadas para a integraçã cm mdle Mdle Mdl_user Mdl_rle, mdl_rle_assingments mdl_curse Descriçã Armazena tda a infrmaçã referente as utilizadres da platafrma de e-learning; Armazena infrmaçã referente as perfis de utilizadr; Armazena infrmaçã referente as curss dispnibilizads pela platafrma. 53

72 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning III.4.4. Mdel Entidade-Relacinament Após uma análise prmenrizada de tds s requisits d módul a desenvlver, identificaram-se várias entidades, cuj relacinament entre si pde ser visualizad na Figura 13. Figura 13 Diagrama Entidade-Relacinament Cm se pde cnstatar, algumas das tabelas apresentadas encntram-se delineadas cm uma cr verde que visa identificar as tabelas d Mdle que fram interligadas cm nss módul. III.4.5. Fundamentaçã Tecnlógica Para a implementaçã d módul de Peer Tutring, utilizu-se a linguagem de marcaçã HTML (HyperText Markup Language) [Wikipédia - HTML, 2010] cm prgramaçã PHP (PHP HyperText Preprcessr) [PHP, 2010] de acrd cm padrã arquitectural Mdel-View- Cntrller (MVC) [Wikipédia MVC, 2010], qual separa a lógica d negóci (Mdel) da 54

73 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning interface d utilizadr (View) e d flux da aplicaçã (Cntrller). Cm frma de garantir a persistência ds dads, utilizu-se Sistema de gestã de bases de dads Mysql [Mysql, 2010]. III.4.6. Arquitectura MVC Cm já fi referid n pnt anterir, módul de Peer Tutring fi desenvlvid segund padrã arquitectural Mdel-View-Cntrller, cuja estrutura é ilustrada na Figura 10. View cntentmanagement.php evaluatin.php evaluatin_tutr.php fllwup_interactinspace.php fllwupevaluatin.php grups_fllwup.php icts.php icts_chat.php interactinspace.php prfessr.php sessinguide.php tutr.php tutr_wrkgrupmanagement.php videcnference.php whitebard.php wrkgrupmanagement.php writebard.php MOPAL Cntrller class.cntrl.cntent.php class.cntrl.cntenttask.php class.cntrl.icts.php class.cntrl.prfessr.php class.cntrl.task.php class.cntrl.taskuser.php class.cntrl.user.php class.cntrl.wrkgrup.php select_view.php Mdel class.cntent.php class.cntenttask.php class.evaluatin.php class.wrkgrup.php class.ict.php class.sessin.php class.task.php class.taskuser.php class.user.php class.wrkgrup.php Figura 14 Arquitectura MVC (Mdel-View-Cntrller) Cm já fi referid anterirmente, padrã arquitectural utilizad, subdivide-se em três camadas: 55

74 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning View Funcina cm interface cm utilizadr, através da qual utilizadr interagirá cm módul. É nesta camada que se encntra td códig referente as váris ecrãs / frmuláris que cnstituem nss módul; Cntrl Camada intermédia respnsável, cm própri nme indica pel cntrl de tdas as funcinalidades da aplicaçã. Ocupa papel principal da arquitectura MVC, send respnsável pela resluçã de tds s pedids intrduzids na interface, resluçã esta que só é pssível através d acess a uma camada de mais baix nível designada pr Mdel; Mdel É a camada de mais baix nível, respnsável pel acess à base de dads. A principal vantagem da arquitectura MVC é que a separaçã em camadas prmve e facilita as actividades de desenvlviment, testes e manutençã d sistema. 56

75 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning III.5. ASPECTOS DE IMPLEMENTAÇÃO Nesta secçã, efectuar-se-á numa primeira fase uma explanaçã ds aspects relacinads cm a implementaçã da estratégia de Peer Tutring, seguind-se a apresentaçã de tds s aspects relacinads cm a implementaçã das restantes estratégias. III.5.1. Módul Peer Tutring Relativamente a módul implementad, as suas funcinalidades subdividem-se pr três perfis, Prfessr, Tutr e Tutee (Figura 11). Teacher Tutr Tutee Figura 15 Arquitectura "Peer Tutring" O Prfessr será grande respnsável pelas sessões de PAL. Sbre este recairã tdas as tarefas relacinadas cm a cnfiguraçã e preparaçã de td material que irá psterirmente ser dispnibilizad as restantes intervenientes n prcess. Aprfundand mais um puc as suas respnsabilidades, prfessr terá a seu dispr as seguintes funcinalidades: Cnfiguraçã ds dads de sessã; Gestã de cnteúds; Gestã d guia de sessã; Gestã de grups de trabalh; 57

76 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Acmpanhament de sessões de trabalh, e; Selecçã de ICTs a dispnibilizar durante a sessã. O Tutr terá papel mais imprtante a nível d Peer Tutring, pis será respnsável nã só pela passagem de cnheciment as tutees, mas também pel esclareciment de tdas as dúvidas que pssam eventualmente surgir. Um tutr tem à sua dispsiçã as seguintes funcinalidades: Acess a tds s cnteúds dispnibilizads pel prfessr para a sessã; Gestã d seu grup de trabalh, e; Acess a espaç de interacçã, previamente definid pel prfessr. O Tutee pr sua vez, cm já fi referid anterirmente, será receptr de infrmaçã. Para tal, tem à sua dispsiçã um frmulári que clca a seu dispr as seguintes funcinalidades: Acess à infrmaçã previamente definida pel prfessr; Visualizaçã d guia de sessã cm pssibilidade de gestã individualizada das várias tarefas apresentadas; Acess a espaç de interacçã previamente definid pel prfessr, e; Acess a gestr de grup de trabalh. Passand à descriçã da aplicaçã prpriamente dita, de seguida apresentar-se-ã s váris frmuláris que cmpõem módul de Peer Tutring. Na Figura 16, pde-se visualizar a página principal d Mdle, n qual utilizadr tem à sua dispsiçã um cnjunt de curss. Figura 16 Página principal d Mdle 58

77 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Uma vez seleccinada a disciplina, utilizadr é reencaminhad para frmulári de iníci de sessã (Figura 17) Figura 17 Frmulári de autenticaçã Uma vez autenticad (Figura 17), é-lhe apresentad crngrama da disciplina, send-lhe apresentads tds s recurss e tarefas dispníveis para cada semana de estud (Figura 18). Figura 18 Plan curricular da disciplina Para iniciar a cnfiguraçã de uma sessã, prfessr deverá aceder a md de ediçã d Mdle e adicinar uma nva actividade de E-PAL. Na Figura 19, pde-se visualizar um exempl de inserçã de uma nva actividade. 59

78 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 19 Adiçã de uma nva sessã de EPAL III Prfessr Uma vez adicinada a nva actividade, é apresentad a prfessr um frmulári de cnfiguraçã de sessã, n qual mesm deverá preencher tds s camps apresentads, para além de efectuar as cnfigurações relativas à gestã de cnteúds, d guia de sessã, de grups de trabalh e selecçã das ICTs a utilizar durante a sessã de E-PAL. É também através deste frmulári que prfessr terá a pssibilidade de a qualquer mment acmpanhar desempenh ds Tutees e Tutres. Figura 20 Cnfiguraçã de uma sessã de PAL Passand à descriçã da cnfiguraçã de sessã (Figura 20), este é cmpst pr quatr áreas de infrmaçã distintas: curs, sessã, bjectivs e definições. As áreas referentes à infrmaçã d curs e sessã aparecerã na mairia ds frmuláris apresentads, sejam relativs a Prfessr, Tutr u Tutee. 60

79 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Para uma melhr cmpreensã das diversas áreas, de seguida efectuar-se-á uma breve explanaçã das mesmas: Curs nesta área existem dis camps (ID e designaçã) que identificam curs. Estes camps sã de preenchiment autmátic através da integraçã da nssa estrutura de base de dads cm a actual estrutura d Mdle; Sessã Cm própri nme indica, agrupa a infrmaçã que caracteriza a sessã, nmeadamente a sua identificaçã e designaçã. Destes dis camps, smente a identificaçã é que é de preenchiment autmátic, já a designaçã fica a critéri d prfessr; Objectivs Camp reservad a preenchiment ds bjectivs pretendids na sessã; Definições Nesta área existem diverss cntrls respnsáveis pel acess as váris frmuláris de cnfiguraçã da sessã, nmeadamente: Gestr de Cnteúds Dá acess a frmulári de gestã de cnteúds, n qual devem ser adicinads tds s cnteúds que deverã estar dispníveis durante a sessã; Gestr de guias de sessã Através deste cntrl utilizadr terá acess a frmulári que permitirá a elabraçã d guia de sessã, u seja, quais as actividades que deverã ser realizadas pels aluns (tutees) em uma sessã PT; Gestr de grups de trabalh O Peer Tutring, send uma estratégia de PAL, só tem sentid se fr utilizada em grups de dis u mais elements, deste md, é n frmulári acessível através deste cntrl que prfessr pderá definir s grups de trabalh, bem cm efectuar algumas cnfigurações a este nível; Mnitrizaçã ds grups de trabalh - Cm intuit de pssibilitar um melhr cntrl de tda a sessã de Peer Tutring, através deste cntrl, prfessr tem acess a um frmulári n qual pde visualizar pnt de situaçã de cada grup, pdend inclusive aceder a espaç de interacçã de cada grup, e; Selectr de ICT s Cada sessã de PT será realizada através da utilizaçã de diversas ICT s que sã dispnibilizadas pela aplicaçã, as quais pderã estar u nã dispníveis durante a sessã cnsante a selecçã efectuada pel prfessr nesta área. 61

80 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning A cnfiguraçã de uma sessã é um prcess extremamente flexível, pis pderá ser efectuad de acrd cm as necessidades d prfessr, send que as cnfigurações mínimas necessárias sã, a cnfiguraçã ds grups de trabalh e a selecçã das ICTs. De seguida efectuar-se-á uma descriçã mais prmenrizada de cada um ds frmuláris referids anterirmente. Gestr de cnteúds Send este frmulári denminad pr gestr de cnteúds, trna-se indispensável a apresentaçã de uma listagem de tds s cnteúds previamente inserids (Figura 21). Em cada uma das linhas desta listagem, serã apresentadas algumas infrmações que caracterizam cnteúd, nmeadamente: ID Identificaçã d cnteúd; Cntent Designaçã d cnteúd; File Type Meramente para carácter infrmativ, será apresentada a extensã d ficheir assciad a cnteúd; Rle Identifica perfil que terá acess a cnteúd. Existem três tips de perfis, Prfessr, Tutr e Tutee. Tant Prfessr cm Tutr têm acess a tds s cnteúds dispnibilizads na sessã, enquant que Tutee tem acess smente à infrmaçã cujas permissões assim permitam, e; File Nme d ficheir assciad. Para além destes elements que caracterizam cnteúd, imediatamente à frente ds mesms é apresentada uma nva cluna designada pr Operatins. Esta tem cm bjectiv dispnibilizar algumas das perações de pssível execuçã sbre cada entrada da listagem de cnteúds, nmeadamente: Inserçã de cnteúds de acrd cm a sua designaçã, pssibilita a utilizadr a inserçã de nvs cnteúds, bastand para tal, preenchiment ds camps dispnibilizads para efeit. É de salientar que camp ID, é um camp de preenchiment autmátic, gerid internamente pela aplicaçã; Remçã de Cnteúds pssibilita a remçã de cnteúds previamente inserids; Alteraçã de Cnteúds pssibilita a ediçã da descriçã ds cnteúds previamente inserids; 62

81 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 21 Adiçã de cnteúds a curs Gestr de guia de sessã Figura 22 Elabraçã d guia de sessã N frmulári visível na Figura 22 tems gestr d guia de sessã, que tal cm, frmulári anterir, é cmpst pr quatr áreas distintas: Curs, Sessã, Tarefas e Inserçã de nvas tarefas. Destas abrdar-se-ã smente as últimas duas, uma vez que as restantes já fram referidas anterirmente: 63

82 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Tasks é uma área nde será apresentada a listagem de tdas as tarefas inseridas até mment e que na sua ttalidade cmpõem guia de sessã. Cada entrada desta listagem é caracterizada pr váris elements: Task Number Númer da tarefa, inserid autmaticamente pela aplicaçã; Rle identificaçã ds destinatáris da tarefa, ist é, se é uma tarefa que deverá ser executada pel Tutr, pel Tutee u pr ambs; Descriptin Descriçã da tarefa a ser executada; Assessment Types crrespnde as diverss tips de avaliaçã a serem efectuads, nmeadamente, um u mais ds diverss tips apresentads psterirmente na área de inserçã de nvas tarefas, e; Operatins Tal cm já fi descrit n frmulári anterir, esta cluna apresenta as diversas perações que pdem ser efectuadas sbre cada entrada da listagem. Inserçã de nvas tarefas para prceder à inserçã de uma nva tarefa, prfessr deverá preencher tds s camps apresentads nesta área: Task Number é um camp de preenchiment autmátic; Rle crrespnde à identificaçã d destinatári da tarefa; Descriptin Descriçã d bjectiv da tarefa; Cntent Assciatin Nesta área utilizadr deverá efectuar a selecçã ds váris ficheirs assciads à tarefa, para tal, bastará pressinar a tecla <CTRL> e clicar sbre s váris itens pretendids, e; Assessment relativamente à avaliaçã, prfessr tem à sua dispsiçã quatr tips distints de avaliaçã, que pde u nã assciar a uma tarefa: Tutr Individual Evaluatin Avaliaçã a ser efectuada pel Tutr sbre cada Tutee; Tutr Grup Evaluatin Avaliaçã a ser efectuada pel Tutr sbre cada grup de trabalh; Tutee Self Evaluatin Aut-avaliaçã d Tutee, e; Tutee Tutr Evaluatin Avaliaçã a ser efectuada pel Tutee sbre Tutr. Estas avaliações sã intrduzidas pel Prfessr pr intermédi de ficheirs XML que deverã basear-se n template apresentad na Figura

83 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning <?xml versin="1.0" encding="iso "?> <?xml-stylesheet type="text/xsl" href="assessment.xsl"?> <assessment> <questin_answer> <questin> <questin_id>1</questin_id> </questin> <answer> </answer> </questin_answer> </assessment> <questin_text> <answer_text> Figura 23 Template XML </questin_text> </answer_text> Na Figura 24, pde-se visualizar um esquema que ilustra flux ds ficheirs XML a lng de td prcess de avaliaçã. Prfessr (Tips de avaliaçã) Tutr/Tutee (Preenchiment) Prfessr (Cnsulta de avaliações) XML FILE XSL FILE XML FILE XML FILE XML FILE XSL FILE XML FILE XML FILE XML FILE XSL FILE XML FILE XSL FILE XML FILE XML FILE XML FILE XSL FILE XML FILE XSL FILE XML FILE XML FILE XSL FILE XML FILE XML FILE XSL FILE Figura 24 Flux de ficheirs XML/XSL Na figura anterir pdem-se visualizar s váris tips de ficheir envlvids na avaliaçã, subdividids em três partes distintas: 65

84 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning 1) Numa primeira fase, durante a elabraçã d guia de sessã, prfessr é cnvidad a assciar s váris tips de avaliaçã, s quais deverã ser ficheirs XML cm uma estrutura idêntica à apresentada na Figura 23; 2) Após a cnclusã de cada tarefa d guia de sessã, s tutres e tutees deverã preencher s váris tips de avaliaçã assciads a cada tarefa. Para a apresentaçã as tutres/tutees d ficheir XML assciad n pass anterir, trna-se necessári a aplicaçã de uma flha de estil (XSL) [W3C, 2010] que pssibilite regist e armazenament das respstas; 3) A qualquer mment, se prfessr pretender cnsultar as avaliações efectuadas até a mment, pderá cnsultá-las send que para tal será aplicad a ficheir uma nva flha de estil que pssibilite smente a visualizaçã ds dads. Time O preenchiment deste camp é pcinal, send que só deverá ser preenchid n cas das tarefas terem um temp limite para a sua execuçã; Gestr de grups de trabalh Quant à gestã de grups de trabalh, existem dis frmuláris para este efeit: Gestã de grups para Prfessres Gestã efectuada pel prfessr sbre a listagem de tds s aluns inscrits n curs em questã, e; Gestã de grups de trabalh para Tutres e Tutees gestã efectuada pr um tutr u tutee, respeitand as cnfigurações previamente definidas pel prfessr n frmulári anterir. Pr uma questã de rganizaçã, nesta fase d relatóri abrdar-se-á apenas primeir tip, send que segund será alv de uma explanaçã mais à frente, quand se abrdar s frmuláris assciads as restantes perfis (Tutr e Tutee). Na Figura 25, pde-se visualizar frmulári respnsável pela gestã ds grups de trabalh, qual se encntra subdividid em várias áreas, das quais se destacam: Cnfigurações é nesta área que é dada a prfessr a pssibilidade de efectuar algumas cnfigurações a nível ds grups de trabalh, definind nã só perfil ds utilizadres que pderã aceder à cnfiguraçã d seu própri grup de trabalh, bem cm definind númer máxim de elements pr grup, e; Listagem de tds s estudantes inscrits n curs, respectivs perfis e grups área na qual é apresentada uma listagem de tds s aluns inscrits n curs. Através desta, prfessr tem a pssibilidade de definir s váris grups de trabalh, bem cm definir s perfis de cada utilizadr dentr de cada grup. 66

85 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 25 Gestr de grups de trabalh Acmpanhament ds grups de trabalh Figura 26 Supervisã ds aluns Na Figura 26, apresenta-se frmulári que permitirá a prfessr acmpanhament das sessões ds váris grups de trabalh. O acmpanhament é efectuad através da apresentaçã 67

86 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning de uma listagem de tds s utilizadres assciads a curs, agrupads pr grups de trabalh. Cada entrada desta listagem é cmpsta pr sete clunas: Grups Identificaçã d grup de trabalh; Users identificaçã d utilizadr (nme de utilizadr); Rles identificaçã d perfil d utilizadr (Tutr/Tutee); Current Task Identificaçã da tarefa em execuçã u da última executada pel utilizadr; Status Identificaçã d estad da tarefa (Nt Started Started Finished); Interactin Space Acess a espaç de interacçã de cada grup de trabalh. Esta pçã só se encntra visível nas linhas referentes a grups de trabalh. Figura 27 Espaç de interacçã Vista d prfessr Evaluatin Acess às avaliações efectuadas a nível d utilizadr u d grup. Figura 28 EPAL Visualizaçã das Avaliações efectuadas pel Tutr a Grup 68

87 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 29 EPAL Visualizaçã das Avaliações efectuadas pel Tutr Figura 30 EPAL Visualizaçã das avaliações efectuadas pel tutee III Tutr e Tutee A parte mais cmplexa d nss módul está relacinada cm s frmuláris de preparaçã da sessã, cuj preenchiment é da respnsabilidade d prfessr. Quant às funções d tutr, serã basicamente de leccinar (seguind guia de sessã) nline a dcumentaçã frnecida pel prfessr. 69

88 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 31 Tutr (página principal) Na Figura 31, pde-se visualizar frmulári que será apresentad a tutr sempre que este entre numa sessã de E-PAL. Tal cm ns restantes frmuláris, este também se encntra subdividid em várias áreas, das quais se salientam: Cnfiguraçã Nesta área, tutr terá acess a frmulári de gestã d seu grup de trabalh; Cnteúds Cm já fi vist anterirmente, prfessr a efectuar a cnfiguraçã da sessã adicinu determinads cnteúds, definind a mesm temp perfil de utilizadr cm permissões de acess as mesms. Deste md, é nesta área que aparecerã tds s cnteúds dispníveis nesta sessã para utilizadr, de acrd cm seu perfil; Objectivs Cm própri nme indica, esta área é reservada à apresentaçã ds bjectivs da sessã; Guia de sessã Nesta área aparecerá uma listagem das várias tarefas intrduzidas pel prfessr, que visam guiar Tutr e Tutee até as bjectivs previamente definids pel mesm. Cada tarefa apresentada na listagem referida anterirmente é cmpsta pr cinc camps: Task number identificaçã interna da tarefa, gerada autmaticamente pela aplicaçã; Descriptin Descriçã d bjectiv da tarefa, cm especificaçã d que deverá ser efectuad; 70

89 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Cntents especificaçã ds cnteúds assciadas à tarefa; Status pnt de situaçã, que será alterad pel utilizadr de acrd cm grau de evluçã de cada tarefa, e; Time Só terá um valr n cas de ser uma tarefa definida pel prfessr cm tarefa cm temp de execuçã limitad. e dis btões: Validate guarda estad da tarefa, e; Assessment este cntrl só estará activ cas prfessr tenha definid previamente um u mais tips de avaliaçã. Espaç de interacçã através d cntrl dispnível nesta área, tutr terá acess às ICTs dispníveis para a execuçã das várias tarefas apresentadas n guia de sessã. Avaliaçã Nas figuras Figura 32Figura 33, apresentam-se s diverss tips de avaliaçã dispnibilizads pel módul, s quais pderã estar u nã activs, cnsante a cnfiguraçã das diversas tarefas d guia de sessã definid pel prfessr. Figura 32 Tips de avaliaçã que Tutr pde efectuar 71

90 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Figura 33 Tips de avaliaçã que tutee pderá efectuar 72

91 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Gestr de grups de trabalh (Tutr/Tutee) Na Figura 34 pde-se visualizar utr tip de gestr de grup de trabalh, desenvlvid especificamente para tutres e tutees. Este difere d tip apresentad anterirmente, pis permite smente a definiçã d grup de trabalh d tutr u tutee cm sessã iniciada. Este frmulári encntra-se subdividid em duas áreas distintas: Curs Identificaçã d curs, e; Grup de Trabalh a aceder a esta área, utilizadr pde deparar-se cm duas situações distintas. N cas d utilizadr ainda nã pssuir um grup, frmulári deverá aparecer sem qualquer valr, u seja, sem nenhum nme de grup nem nenhum element adicinad. N cas d utilizadr já pssuir um grup, frmulári já irá apresentar nme d grup, bem cm um u mais elements já adicinads. O númer de linhas que serã apresentadas n frmulári, crrespnde a númer máxim de elements que um grup pde cnter (valr definid pel prfessr). A adiçã de um element a grup é muit simples, basta para tal seleccinar na caixa de cmbinaçã Name, nme d utilizadr que se pretende adicinar. Figura 34 Gestr de grups de trabalh 73

92 III. Nssa Cntribuiçã: Blended Peer Assisted Learning Espaç de Interacçã (Tutr/Tutee) Relativamente a frmulári que se encntra acessível através d cntrl dispnível na área reservada a espaç de interacçã, este dispnibiliza a utilizadr um cnjunt de ICTs (Infrmatin and Cmmunicatin Technlgies) que pderã ser utilizadas para a execuçã de tdas as tarefas apresentadas n guia de sessã. As ICTs dispníveis até a mment sã as seguintes (Figura 35): Skype Platafrma de víde-chamada; MSN Messenger Platafrma de instant Messenger; Whitebard Quadr branc através d qual s elements de cada grup pdem interagir entre si. Cada grup terá seu própri quadr branc; Writebard Editr de text que pssibilita a ediçã de um dcument pr váris utilizadres em simultâne, e; Víde-Cnference Víde-cnferência que estará dispnível para que s elements de cada grup pssam cmunicar entre si. Cada grup terá a sua sala de víde-cnferência nde smente s elements d grup pderã interagir entre si. Figura 35 ICTs Na Figura 36 pde-se visualizar as funcinalidades dispnibilizadas pel Skype, que se passam a enumerar de seguida: 74

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