SALA DE SUPERVISÃO CENTRAL PARA OPERAÇÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SALA DE SUPERVISÃO CENTRAL PARA OPERAÇÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO"

Transcrição

1 X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO SALA DE SUPERVISÃO CENTRAL PARA OPERAÇÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO Abílio José da Rocha Cardoso Alex de Lima e Silva Francisco de Assis Pereira ATE Transmissora de Energia S.A. ATE Transmissora de Energia S.A. ATE Transmissora de Energia S.A. Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro RJ Marcelo Vargas Rêdes Ricardo Pereira Grumbach Vanessa Alves dos Santos M. Maria ATE Transmissora de Energia S.A. ATE Transmissora de Energia S.A. ATE Transmissora de Energia S.A. Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro RJ RESUMO Este trabalho tem por objetivo ilustrar a experiência real da ABENGOA na implantação de um Centro de Operação de Sistema único com redundância para os COT`s (Centro de Operação de suas concessões) e ONS, instalados em locais físicos distintos. Além disso, os COT s hoje existentes em cada concessão servem como backup em caso de perda do COS. Assim, falhas concomitantes em um dos sistemas do COS não seriam impeditivas para a supervisão e controle do sistema através dos COT`s locais das concessões. PALAVRAS-CHAVE COS; Operação; Qualidade; Confiabilidade. 1.0 INTRODUÇÃO A realidade atual da transmissão de energia elétrica no país, com leilões periódicos de novas concessões, onde concorrem empresas nacionais e estrangeiras, têm garantido formidáveis deságios nas receitas anuais permitidas das transmissoras. Contudo, esta mesma realidade também insere vários novos agentes, com experiências diversas, que devem se integrar ao sistema interligado nacional. Assim, é adicionada anualmente ao sistema interligado nacional uma grande quantidade de pequenos novos centros locais de operação. A criação do serviço de operação centralizado de sistemas elétricos é uma necessidade do mercado, que devido à grande competição em um setor onde erros e falhas de operação podem gerar elevadas multas, não pode descuidar de aliar baixo custo com qualidade de serviço. O COS-Abengoa funciona com uma operação em esquema 24x7, onde também inclui as atividades de engenharia de pré-operação, tempo real e pósoperação. Desta forma, os centros locais foram substituídos pela estrutura centralizada de operação que executa diretamente toda a supervisão e controle das instalações através da sala de operação centralizada. 2.0 CONCESSÕES A área de concessão em que a ABENGOA detém 100% da concessão consiste de 07 Linhas de Transmissão, as quais abrangem: 1766 km de linhas transmissão e 10 subestações, já em operação, e 463 km de linhas de transmissão, mais 14 subestações licitadas em construção, com entrada em operação prevista até junho de Além destas a ABENGOA detém 50,1% da NTE e STE e 25% da Expansion e ETIM. Segue abaixo a forma como estão estruturadas: Concessionárias em Operação: LT s 500kV Assis Londrina Araraquara (ATE) LT s 500kV Colinas Ribeiro Gonçalves São João do Piauí Sobradinho (ATE II) LT s 500/230kV Colinas Itacaiúnas Marabá Carajás (ATE III) LT 500kV Xingó Angelim e LT 230 kv Angelim Campina Grande (NTE) LT 230kV Uruguaiana Santa Rosa (STE) LT 500kV Samambaia Itumbiara e LT 500kV Samambaia Emborcação (Expansion) LT 500kV Itumbiara Marimbondo (Etim) Concessionárias em Construção: LT s 500kV Curitiba Bateias / 230kV São Mateus Canoinhas (ATE IV) LT s 230kV Londrina - Maringá / 230kV Jaguariaíva - Itararé II (ATE V)

2 LT s 230kV Videira - Campos Novos - 230kV Dona Francisca - Santa Maria (ATE VI) LT s 230kV Cascavel Oeste - Foz do Iguaçu Norte (ATE VII) níveis de manutenção e facilitando a geração da informação solicitada pelo ONS. A equipe é composta de 11 técnicos de operação, trabalhando em turnos num esquema de atendimento de 24h x 7 dias (2 por turno, funcionando em turnos de 8 horas mais 1 para folga e reserva), 1 técnico de pré e pós operação trabalhando em horário administrativo, 1 engenheiro de supervisão do tempo real, em apoio à operação de tempo real, trabalhando em horário administrativo. Estes dois últimos com eventuais comparecimentos ao Centro de Operação fora do horário comercial para atendimento às emergências (análises de faltas críticas e acionamento de plano de emergência). Além dessa equipe, existem um Gerente de Operação, um Gerente de Automação, Telecomunicações e Infra-estrutura e uma Engenharia de Pós-operação. Esta equipe, centralizada, permite substituir a estrutura de operação hoje existente nos COT s. FIGURA 1 Localização geográfica das concessionárias de transmissão da ABENGOA. 3.0 OPERAÇÃO 3.1 Equipe de Operadores O COS-Abengoa foi criado a fim de centralizar as operações das concessionárias cuja ABENGOA detém 100% da concessão. No COS-Abengoa existe uma equipe que garante à Abengoa um maior controle dos seus ativos com o objetivo final de incrementar o grau de disponibilidade das suas linhas, assegurando os As equipes de manutenção de campo permanecem inalteradas, sendo que em cada sala local existem dois técnicos de manutenção, com capacidade de operação local, sob comando da sala central em situações de emergência. Para suportar a Operação Central utilizamos o software de supervisão e controle de sistemas elétricos, o Scada DNA. Adicionalmente, a sala de controle central possui um software de gestão georeferenciado. A equipe do COS-Abengoa conta também com uma Sala de Crise ( war-room ) que ficará totalmente operacional e disponível para facilitar a atuação da equipe de operação em situações críticas. FIGURA 2 Centro de operações Abengoa 2/6

3 3.2 Postos de Trabalho Para uma maior confiabilidade e segurança na operacionalidade dos sistemas em contingências e manobras programadas, existem 3 postos distintos de operação, localizados na sala de controle para trabalhos de forma simultânea, com navegação para qualquer tela de instalações distintas, além de uma sala separada, denominada de sala de gestão da crise, para auxilio da operação em situações criticas Sala de Gestão da Crise A Sala de Gestão da Crise tem o objetivo de facilitar a atuação da equipe de operação em situações críticas. Essa sala permite uma atuação de operação separada, em momentos inesperados de grande tensão e estresse, por exemplo, caso esteja havendo uma manobra programada e haja uma ocorrência em uma linha ou subestação, há atuação de uma equipe separada, permitindo a continuação das manobras programadas sem interrupção. 3.3 Sala de Controle Os principais aspectos considerados na sala de controle são: Elemento humano; Mobiliário; Infra-estrutura. Elemento humano; Mobiliário; Os futuros usuários foram envolvidos na elaboração do projeto e implantação. Sabendo-se que o conforto do trabalho sentado ou do trabalho em pé é função: do tempo de manutenção da postura; da adaptação às exigências visuais; dos espaços para pernas e pés; da altura do plano de trabalho; das características da cadeira. Infra-estrutura; Condições de conforto: níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR ; índice de temperatura efetiva entre 20 e 22ºC; velocidade do ar não-superior a 0,75 m/s; umidade relativa do ar não-inferior a 40%. 4.0 SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A IMPLANTAÇÃO DO CENTRO A alta disponibilidade de comunicação entre as COTs, ONS e o COS- Abengoa é fundamental para que o sistema seja operado com confiabilidade e segurança. Garantir esta disponibilidade é um dos objetivos deste projeto levando-se em consideração que o grande propósito deste investimento é a operação remota das informações de controle e supervisão existentes em cada um dos COT s, atendendo aos índices estabelecidos nos editais da ANEEL e nos procedimentos de rede do ONS. Esta comunicação facilitará o tráfego de informação entre as localidades remotas e o COS-Abengoa no Rio de Janeiro através do sistema de supervisão e controle Scada, proporcionando à operação central a mesma ferramenta de trabalho de um operador local situado em uma das estações remotas. A operação central será viabilizada proporcionando as mesmas ferramentas de trabalho de um operador local situado em um dos centros locais, juntamente com um software de gestão georeferenciado. Assim, será possível supervisionar simultaneamente linhas de transmissão com diferentes localizações e de diferentes regiões, facilitando: o planejamento de manobras (programadas e emergenciais), a coordenação de ações junto ao ONS e a operação remota das informações de controle e supervisão. 4.1 Sistema de Supervisão e Controle O sistema de supervisão e controle implantado no COS Abengoa é um equipamento da mais alta tecnologia mundial. Existem dois Servidores Scada, trabalhando um em Hot e outro em Stand By, com base de dados com capacidade para armazenar até pontos, está hoje com aproximadamente pontos, com previsão de chegar a até julho de 2009 com a entrada dos empreendimentos já programados, sem que haja perda de desempenho. Existe um software de gestão georeferenciado, GIS, capaz de supervisionar de uma forma centralizada todos os ativos existentes nas linhas de transmissão e subestações. 4.2 Sistema de Comunicação de Dados e Voz Para o sistema de comunicação de dados e voz, utilizamos uma rede MPLS (Multiprotocol Label Switching), que é a evolução da antiga rede Frame- Relay, considerada atualmente a mais completa solução de comunicação digital para dados, voz e vídeo, proporcionando diferentes velocidades de taxa de transmissão com abrangência nacional, atingindo até mesmo áreas onde não se encontram redes convencionais. A MPLS traz como evolução uma aplicação dinâmica nas taxas de transmissão de voz e dados e uma melhoria da qualidade de serviço (QoS). 3/6

4 Serviços Personalizados 4.3 Características da Rede MPLS A Rede MPLS é capaz de interligar empresas de todos os portes que necessitam interligar centros operacionais de diferentes localizações regionais tempo real, contando com os benefícios de redução de custos e simplicidade do protocolo IP, mantendo a qualidade da informação. A Solução RUD_MPLS estende o conceito tradicional de VPN para o mundo IP com MPLS e possibilita a transmissão de dados, voz e vídeo com segurança, confiabilidade, desempenho e flexibilidade. MPLS (ou MultiProtocol Label Switching) é uma tecnologia que deixa a rede IP muito mais segura, confiável, fácil de administrar e de personalizar. Sem MPLS, VPNs baseadas em IP só seriam possíveis com a adição de diversos recursos, como autenticação, tunelamento e criptografia. Com MPLS, a rede IP perde quase todas as suas imperfeições, enquanto mantém suas virtudes. As VPNs são inerentes à rede MPLS. Como benefícios desta tecnologia podem-se citar: Segurança Todo o isolamento do tráfego é implementado e realizado no backbone IP da empresa operadora de telecomunicações. Redução de Custos O uso da estrutura IP/MPLS garante uma formação de rede segura com baixos custos. A distância entre os pontos da VPN ou sua configuração (topologia) não impacta no custo total, garantindo a melhor formação de rede. O uso de QoS, além de permitir o tráfego de voz sobre IP, otimiza os recursos atendendo as expectativas da rede realizando o tratamento do tráfego por aplicação (ERP, CRM, , http,...). Tratamento do Tráfego A função do QoS é otimizar os recursos da rede. Com até 3 classes diferentes, o usuário escolhe quais as aplicações devem ser tratadas ou não e com isso garante voz sobre IP (VoIP) com qualidade independentemente da ocupação dos links pelo tráfego de dados e utilização das aplicações corporativas sem a preocupação de gargalos nos links. Gerência O serviço RUD_MPLS permite uma gerência simplificada, reduzindo o grau de complexidade da rede. Opções de Topologia Adequação da sua VPN ao interesse de tráfego em cada ponto da rede, o que representa economia de banda e possibilidade de maior controle interno de acessos e segurança. A rede permite que se possam desenvolver interfaces e aplicações corporativas IP para aperfeiçoar os processos QoS (Qualidade de Serviço) A arquitetura DiffServ (Differentiated Services) é utilizada para permitir a Qualidade de Serviço. Ela se baseia no tratamento diferenciado para cada classe de tráfego. Este tratamento é repetido nó a nó, ou seja, os pacotes de uma aplicação prioritária quando chegam em um nó (roteador) são separados e recebem um tratamento diferenciado. A arquitetura Diff Serv contém 06 mecanismos básicos de QoS que são: Classificação; Marcação; Policiamento (Policing); Mecanismo de Filas (Queuing); Dropping; Shaping. Os roteadores do backbone da empresa operadora de telecomunicações analisam o campo TOS do cabeçalho IP. Baseados neste campo separam o tráfego de uma classe e de outra Topologia da Rede de Dados A alta disponibilidade de comunicação entre o COS- Abengoa, COT s, ONS e as subestações de cada uma das concessões envolvidas é fundamental para que o sistema seja operado com confiabilidade e segurança. Toda informação controlada é canalizada a partir de cada um dos COT s das concessionárias, distribuídos na rede nacional, e é enviado diretamente para o ONS e COS Abengoa, sob controle e supervisão direta do Centro de Controle e Supervisão COS-Abengoa no Rio de Janeiro. Os centros do ONS estarão conectados diretamente às instalações de transmissão conforme estabelecido nos Procedimentos de Rede através da Rede MPLS Central de Voz Além de toda a infra-estrutura de dados existente para atender as necessidades do tráfego de informação da supervisão e do controle, existe também uma estrutura de comunicação de voz através de um PABX (digital/analógico) e seus terminais, que estão instalados no COS-Abengoa para atender a demanda de voz, tanto com os COT s de cada uma das operadoras quanto aos centos de operação do ONS Gravação das Comunicações Existe um sistema de gravação e armazenagem das comunicações de alguns canais específicos de voz tanto de comunicações internas quanto externas, 4/6

5 limitados a 16 canais (08 analógicos e 08 digitais). O equipamento é expansível de modo a permitir a ampliação do número de canais a serem gravados. Estas gravações serão feitas por um equipamento também instalado no CPD do COS, diretamente interligado ao PABX central Centro Backup (Backup Site) Apesar da implantação desta arquitetura de centros com dupla redundância, uma arquitetura mais confiável deve prever sistemas instalados em locais físicos distintos, para isso existem centros Backup instalados em locais físicos distintos. Há muitos riscos diferentes que podem impactar negativamente nas operações normais de um centro de controle ou mesmo uma organização. Uma avaliação de risco deve ser executada para determinar o que constitui realmente um desastre e quais são os principais riscos a que uma empresa estaria suscetível. Por exemplo, incêndio, perda de energia, ataques terroristas, roubos, falhas do sistema, erro humano, vírus, etc. A Figura 3 demonstra o formato lógico da interconexão de rede que está sendo considerada para este projeto. FIGURA 3 Interconexões com a Rede MPLS 5.0 VANTAGENS A centralização dos empreendimentos da Abengoa, através do COS, trouxe grandes benefícios para a operação do sistema elétrico, dentre eles destacamos: Padronização dos serviços de operação entre as concessionárias; Centralização dos serviços de operação em tempo real, pré e pós-operação das concessionárias acarretando na otimização das programações de desligamentos e proporcionando maior agilidade na análise das ocorrências junto ao ONS e eventuais apurações de PV; Centralização, consistência e agilidade nas decisões devido à integração de sistemas, telas, bases de dados; Otimização das ações comuns sobre defeitos conhecidos (ou repetidos) e controle único dos históricos dos equipamentos e de suas programações de manutenção; Possibilidade de migração de COT s para COS de forma seqüencial sem risco de interrupção para a operação; Implantação de um único gravador de voz para registros e agilidade na análise de pós-operação; Possibilidade de contratação única de serviços de supervisão climática, como, 5/6

6 por exemplo, monitoramento de descargas atmosféricas e queimadas. Aumento de funcionalidades do sistema (novos protocolos, novas características); Redução de custos significativos associados à substituição de equipamentos do sistema; Incorporação de melhorias críticas de segurança; Facilidade de integração e capacitação das equipes de operação da ABENGOA. 6.0 CONCLUSÃO Tratar as necessidades operacionais, de forma centralizada; Transmitir através da imagem visual da sala de controle os valores da Abengoa, destacando-se: - Modernidade; - Competência; - Confiabilidade; - Segurança; - Organização; - Seriedade; - Zelo. 7.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Manual Interno do Centro de Operação Abengoa, Gerente de Operação da empresa ATE Transmissora de Energia S.A. Marcelo Vargas Rêdes MBA em Gestão Empresarial pela FGV-RJ. Pós- Graduação em Análise Ambiental pela PUC-RJ. Formado em Engenharia Industrial Elétrica, no CEFET-RJ. Diretor Técnico de Operação e Manutenção, na ATE Transmissora de Energia S.A.. Ricardo Pereira Grumbach MBA em Gestão Empresarial pela FGV-RJ (Fundação Getúlio Vargas). Formado em 2004 em Engenharia Industrial Elétrica com ênfase em Eletrônica pelo CEFET-RJ (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca), trabalha na área de energia elétrica há 6 anos e atualmente está como Gerente de Automação e Telecomunicações da empresa ATE Transmissora de Energia S.A. Telefone: (21) ; Vanessa Alves dos Santos Mello Maria Mestrado em 2007 em Sistemas Elétricos de Potência pela COPPE/UFRJ ((Universidade Federal do Rio de Janeiro). Formada em 2004 em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrotécnica pela UFRJ, trabalha na área de engenharia elétrica há 5 anos e atualmente está como Engenheira de Operação, na ATE Transmissora de Energia S.A.. Telefone: (21) ; BIOGRAFIAS Abílio José da Rocha Cardoso Previsão de formatura em 2008 em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrotécnica pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), há um ano como estagiário da ATE Transmissora de Energia. Alex de Lima e Silva Formado em 2008 em Engenharia Industrial Elétrica com ênfase em Eletrotécnica pelo CEFET-RJ (Centro Federal de Educação Tecnológica), possui 8 anos de experiência em manutenção eletroeletrônica, hoje atuando como Engenheiro de Manutenção pela ATE Transmissora de Energia. Francisco de Assis Pereira Formado em Informática pela Unit-SE (Universidade Tiradentes de Sergipe), Técnico em Eletrotécnica pelo Centro Profissionalizante do Estado de Alagoas, há 25 anos trabalha na área de Operação de Sistemas Elétricos e atualmente está como 6/6

Smart Grid A Transição nas Redes das Concessionárias de Energia

Smart Grid A Transição nas Redes das Concessionárias de Energia 1 Smart Grid A Transição nas Redes das Concessionárias de Energia Autor: Kobi Gol Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Soluções da RAD Data Communications. 2 As redes das empresas de energia estão

Leia mais

GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES PARA SISTEMAS ELÉTRICOS - GTL

GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES PARA SISTEMAS ELÉTRICOS - GTL SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL - 08 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES PARA SISTEMAS

Leia mais

Rede WAN da Codevasf. Histórico, Características e Recursos. Área de Gestão Estratégica Gerência de Tecnologia da Informação

Rede WAN da Codevasf. Histórico, Características e Recursos. Área de Gestão Estratégica Gerência de Tecnologia da Informação Rede WAN da Codevasf Histórico, Características e Recursos Área de Gestão Estratégica Gerência de Tecnologia da Informação Junho / 2011 Rede WAN Definição Uma rede WAN (Wide Area Network) ou Rede de longa

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 1 Ambiente de Data Center Os serviços de comunicação em banda larga estão mais

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial REDES CORPORATIVAS Presente no mercado há 31 anos, a Compugraf atua em vários segmentos da comunicação corporativa, oferecendo serviços e soluções de alta tecnologia, com reconhecida competência em diversos

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002.

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-13 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002. COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

V3PN Voice, Video and Integrated Data IP. Palestra V3PN

V3PN Voice, Video and Integrated Data IP. Palestra V3PN V3PN Voice, Video and Integrated Data IP V3PN Voice, Video and Integrated Data Palestrante André Gustavo Lomônaco Diretor de Tecnologia da IPPLUS Tecnologia Mestre em Engenharia Elétrica Certificado Cisco

Leia mais

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco.

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco. VPN: Redes Privadas Virtuais O objetivo deste tutorial é apresentar os tipos básicos de Redes Privadas Virtuais (VPN's) esclarecendo os significados variados que tem sido atribuído a este termo. Eduardo

Leia mais

Francisco Tesifom Munhoz X.25 FRAME RELAY VPN IP MPLS

Francisco Tesifom Munhoz X.25 FRAME RELAY VPN IP MPLS X.25 FRAME RELAY VPN IP MPLS Redes remotas Prof.Francisco Munhoz X.25 Linha de serviços de comunicação de dados, baseada em plataforma de rede, que atende necessidades de baixo ou médio volume de tráfego.

Leia mais

HELP INTERATIVO: FERRAMENTA PARA FACILITAR A OPERAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO PELOS COD S RAGONE, JC

HELP INTERATIVO: FERRAMENTA PARA FACILITAR A OPERAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO PELOS COD S RAGONE, JC 06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE HELP INTERATIVO: FERRAMENTA PARA FACILITAR A OPERAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO PELOS COD S RAGONE, JC CFLCL jragone@catleo.com.br Companhia Força e Luz Cataguazes-

Leia mais

DESCRITIVO DO SERVIÇO VPN IP (ANEXO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS)

DESCRITIVO DO SERVIÇO VPN IP (ANEXO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS) 1. DESCRIÇÃO DESCRITIVO DO SERVIÇO VPN IP (ANEXO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS) 1.1 O serviço VPN IP (Rede Virtual Privada) é utilizado para interconexão de Redes Locais entre a matriz e

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 3 VPN Tecnologias Atuais de Redes - VPN 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Vantagens, Desvantagens e Aplicações Etapas da Conexão Segurança Tunelamento Protocolos de

Leia mais

Unidade 1. Conceitos Básicos

Unidade 1. Conceitos Básicos Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre

Leia mais

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br

Série Connect. Switches e Conversores Industriais. www.altus.com.br Série Connect Switches e Conversores Industriais www.altus.com.br Conectividade e simplicidade Compacto: design robusto e eficiente para qualquer aplicação Intuitivo: instalação simplificada que possibilita

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

INTERNET Edital de Licitação. Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007

INTERNET Edital de Licitação. Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007 INTERNET Edital de Licitação Anexo I Termo de Referência PREGÃO CONJUNTO Nº. 39/2007 PROCESSO N 14761/2007 Anexo I - página 1 Índice 1. OBJETIVO... 3 2. VISÃO GERAL DO ESCOPO DO SERVIÇO... 3 3. ENDEREÇOS

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO VISUAL EM TEMPO REAL PARA OPERAÇÃO REMOTA DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA DA CTEEP

SISTEMA DE MONITORAMENTO VISUAL EM TEMPO REAL PARA OPERAÇÃO REMOTA DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA DA CTEEP SISTEMA DE MONITORAMENTO VISUAL EM TEMPO REAL PARA OPERAÇÃO REMOTA DE SUBESTAÇÕES DE ENERGIA DA CTEEP Autor: Mário Roberto Bastos Cargo: Engenheiro Sênior de Supervisão e Controle Empresa: CTEEP Companhia

Leia mais

A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional

A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional A informação como insumo para a Operação do Sistema Interligado Nacional Presented by Juvenor Pereira da Silva Jr O Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Pessoa jurídica de direito privado, sob a

Leia mais

MPLS MultiProtocol Label Switching

MPLS MultiProtocol Label Switching MPLS MultiProtocol Label Switching Cenário Atual As novas aplicações que necessitam de recurso da rede são cada vez mais comuns Transmissão de TV na Internet Videoconferências Jogos on-line A popularização

Leia mais

Sistema de Supervisão de Rede Óptica

Sistema de Supervisão de Rede Óptica WORKSHOP sobre TELECOMUNICAÇÕES DO RIO MADEIRA Soluções para LT de Longa Distância Sistema de Supervisão de Rede Óptica Paulo José Pereira Curado Gerente de Tecnologia de Rede Óptica 17/03/2010 Sumário

Leia mais

ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ÍNDICE

ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ÍNDICE ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ÍNDICE 1. NOMENCLATURA... 3 2. CRITÉRIOS DE USO DA RCCF... 3 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DA RCCF... 3 4. SOLUÇÃO TÉCNICA... 3 4.1. BACKBONE MPLS... 4 5. DESCRIÇÃO TÉCNICA

Leia mais

MPLS. Multi Protocol Label Switching

MPLS. Multi Protocol Label Switching MPLS Multi Protocol Label Switching Nome: Edson X. Veloso Júnior Engenheiro em Eletrônica Provedor de Internet desde 2002 Integrante da equipe de instrutores da MikrotikBrasil desde 2007 Certificado Mikrotik:

Leia mais

ACCESSNET -T IP Técnica do sistema TETRA da Hytera. www.hytera.de

ACCESSNET -T IP Técnica do sistema TETRA da Hytera. www.hytera.de Técnica do sistema TETRA da Hytera é a solução abrangente e eficiente para todas as aplicações em transmissão móvel profissional. www.hytera.de Num piscar de olhos Para comunicação TETRA profissional TETRA

Leia mais

SECRETARIA DE FAZENDA - DF SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, VOZ E IMAGENS VIA RÁDIO.

SECRETARIA DE FAZENDA - DF SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, VOZ E IMAGENS VIA RÁDIO. SECRETARIA DE FAZENDA - DF SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, VOZ E IMAGENS VIA RÁDIO. 1 Marcelo Herbert de Lima Chefe do Núcleo de Controle da Produção DADOS, VOZ E IMAGENS VIA RÁDIO. 2 1 Roteiro A Secretaria

Leia mais

on-line para transformadores de potência baseados em uma arquitetura descentralizada Por Marcos E. G. Alves e Vagner Vasconcellos*

on-line para transformadores de potência baseados em uma arquitetura descentralizada Por Marcos E. G. Alves e Vagner Vasconcellos* Aula Prática 114 O Setor Elétrico / Setembro de 2009 Especificação de sistemas de monitoração on-line para transformadores de potência baseados em uma arquitetura descentralizada Por Marcos E. G. Alves

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 3 Gerenciamento de Redes Cenário exemplo Detecção de

Leia mais

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.)

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Tópicos Gerencia de Rede Motivação da Gerência Desafios Principais Organismos Padronizadores Modelo Amplamente Adotado As Gerências

Leia mais

Centralização dos Centros de Operações na CPFL

Centralização dos Centros de Operações na CPFL XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Centralização dos Centros de Operações na CPFL Paulo Roberto dos Santos CPFL Paulista

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I Rede de Comunicação da Comunidade Financeira RCCF ÍNDICE 1. NOMENCLATURA... 4 2. CRITÉRIOS DE USO DA RCCF... 4 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DA RCCF... 4 4. SOLUÇÃO TÉCNICA...

Leia mais

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF-ETIM-01/2010-SFE

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF-ETIM-01/2010-SFE RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF-ETIM-01/2010-SFE I OBJETIVOS Verificar o desempenho da concessionária Expansion Transmissão Itumbiara Marimbondo S/A ETIM em face do blecaute do dia 10 de novembro de 2009,

Leia mais

GERÊNCIA INFRAESTRUTURA Divisão Intragov - GIOV INTRAGOV Rede IP Multisserviços

GERÊNCIA INFRAESTRUTURA Divisão Intragov - GIOV INTRAGOV Rede IP Multisserviços GERÊNCIA INFRAESTRUTURA Divisão Intragov - GIOV INTRAGOV Rede IP Multisserviços Julho 2013 Milton T. Yuki Governo Eletrônico (e-gov) Público Alvo Cidadão/Sociedade Órgãos de Governo Serviços e-gov para

Leia mais

Walter Cunha Tecnologia da Informação Redes WAN

Walter Cunha Tecnologia da Informação Redes WAN Walter Cunha Tecnologia da Informação Redes WAN Frame-Relay 1. (FCC/Pref. Santos 2005) O frame-relay é uma tecnologia de transmissão de dados que (A) opera no nível 3 do modelo OSI. (B) tem velocidade

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GOP Grupo de Estudo de Operação de Sistemas Elétricos SISTEMA

Leia mais

26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF

26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF 26 a 29 de novembro de 2012 Brasília - DF XII EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO Marcelo Batista CTEEP Cia. de Transmissão de Energia Elétrica Paulista São Paulo SP Marcos Hilário Sylvestre

Leia mais

38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE

38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE 38ª ASSEMBLÉIA NACIONAL DA ASSEMAE PROTEÇÃO ELÉTRICA VISTA COMO EFICIÊNICA ENERGÉTICA RICARDO DANIELI ZANIN 1 RENATO PESSANHA SANTOS 1 EDISON LUIZ MENDES 1 (1) Endereço: TME SANASA Rua Abolição, 180 Bairro:

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-32 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-32 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE INFRAESTRUTURA www.alidata.pt geral@alidata.pt +351 244 850 030 A Alidata conta com uma equipa experiente e especializada nas mais diversas áreas, desde a configuração de um simples terminal de trabalho

Leia mais

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens Callix PABX Virtual SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens Por Que Callix Foco no seu negócio, enquanto cuidamos da tecnologia do seu Call Center Pioneirismo no mercado de Cloud

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

Folha de Especificações ASTRO 25 Core

Folha de Especificações ASTRO 25 Core CONFIGURAÇÕES FLEXÍVEIS E ESCALÁVEIS ASTRO 25 CORE Um pequeno povoado ou uma grande cidade um único departamento ou vários órgãos seu sistema de rádio deve adaptar-se às suas necessidades e ao seu orçamento.

Leia mais

Você pode não perceber, mas nós estamos sempre presentes

Você pode não perceber, mas nós estamos sempre presentes Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina Você pode não perceber, mas nós estamos sempre presentes Missão Marco Legal Atuação do CIASC Sistemas Data Center Rede Governo Responsabilidade

Leia mais

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA São Paulo, 09 de junho de 2010. Ao A/C.: Condomínio Colinas do Atibaia Jorge Vicente Lopes da

Leia mais

ANEXO 5 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX

ANEXO 5 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX ANEXO 5 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS, PROCEDIMENTOS DE TESTES E PARÂMETROS DE QUALIDADE 1. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS 1.1 As Partes observarão

Leia mais

IV. Em uma rede Frame Relay o roteamento dos quadros é de responsabilidade do protocolo IP da família de protocolos TCP/IP.

IV. Em uma rede Frame Relay o roteamento dos quadros é de responsabilidade do protocolo IP da família de protocolos TCP/IP. Exercícios: Redes WAN Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ Frame-Relay 1. (FCC/Pref. Santos 2005) O frame-relay é

Leia mais

TRAJETÓRIA BEM SUCEDIDA

TRAJETÓRIA BEM SUCEDIDA CORPORATE TRAJETÓRIA BEM SUCEDIDA De empresa regional para empresa nacional De 24 cidades em 9 estados para 95 cidades em 17 estados De 800 funcionários em 2000 para 8 mil atualmente Oferta completa de

Leia mais

Tabela de Preços MARKETING B2B

Tabela de Preços MARKETING B2B 1. SOLUÇÔES DE DADOS E ACESSO A INTERNET... 2 1.1. TC IP ECONÔMICO SAT... 2 1.2. TC VPN CONNECT... 4 1.3. TC DATA... 4 1.4. TC PAC... 6 1.5. TC PAC DEDICADO... 7 1.6. TC FRAME WAY... 12 1/15 1. SOLUÇÔES

Leia mais

Consultoria em TI PARA LIBERDADE, NÃO TEM PORQUÊ. TEM SOLICON.

Consultoria em TI PARA LIBERDADE, NÃO TEM PORQUÊ. TEM SOLICON. Consultoria em TI PARA LIBERDADE, NÃO TEM PORQUÊ. TEM SOLICON. Portifólio Missão Atender as necessidades de nossos clientes e garantir o retorno de seus investimentos, implementando os melhores serviços

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Claudio Hermeling COPEL GERAÇÃO E TRANSMISSÃO SA

Claudio Hermeling COPEL GERAÇÃO E TRANSMISSÃO SA SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL - COMPARTILHANDO INFORMAÇÕES DA AUTOMAÇÃO NA REDE CORPORATIVA Claudio Hermeling COPEL GERAÇÃO E TRANSMISSÃO SA RESUMO A interligação entre rede de automação e corporativa

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 16 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

1. ITENS 4.3 ALÍNEAS A,B,C,D E ITEM 14.4 DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

1. ITENS 4.3 ALÍNEAS A,B,C,D E ITEM 14.4 DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS QUESTIONAMENTOS EDITAL PREGÃO ELETRÔNICO No.14000174/2014 AC 1. ITENS 4.3 ALÍNEAS A,B,C,D E ITEM 14.4 DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Quanto ao item 4.3, entendemos que os prazos expostos no edital são para

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL

Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA BRASIL Controle e Corte Emergencial de Cargas com Recomposição Automática Através do Sistema SCADA MONTENEGRO, J. C. F. S. (José Carlos de França e Silva Montenegro) BANDEIRANTE BRASIL MARQUES, R. (Rogério Marques)

Leia mais

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS Jamil de Almeida Silva ONS Brasília-DF Jean Carlos Borges Brito ONS

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS PROJETO INTEGRADOR GERENCIA DE REDES DE COMPUTADORES 4º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação Alunos: Erik de Oliveira, Douglas Ferreira, Raphael Beghelli, João

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

REDES VIRTUAIS PRIVADAS

REDES VIRTUAIS PRIVADAS REDES VIRTUAIS PRIVADAS VPN Universidade Católica do Salvador Curso de Bacharelado em Informática Disciplina: Redes de Computadores Professor: Marco Antônio Câmara Aluna: Patricia Abreu Página 1 de 10

Leia mais

GERENCIAMENTO REMOTO DOS EQUIPAMENTOS DO SISTEMA DIGITAL DE TELEPROTEÇÃO CARRIER

GERENCIAMENTO REMOTO DOS EQUIPAMENTOS DO SISTEMA DIGITAL DE TELEPROTEÇÃO CARRIER GERENCIAMENTO REMOTO DOS EQUIPAMENTOS DO SISTEMA DIGITAL DE TELEPROTEÇÃO CARRIER Rocilda José Nogueira Santana Engenheiro de Analise da Manutenção Divisão de Gestão da Manutenção São Paulo CTEEP-Brasil

Leia mais

Capítulo XI Estações de acesso remoto de engenharia

Capítulo XI Estações de acesso remoto de engenharia 56 Apoio Automação de subestações Capítulo XI Estações de acesso remoto de engenharia Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) O desenvolvimento das facilidades de comunicação

Leia mais

Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network)

Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network) Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network) 1. Objeto: 1.1. Contratação de uma Solução de rede de comunicação local (LAN) para interligar diferentes localidades físicas e os segmentos de

Leia mais

Estado de Santa Catarina Prefeitura de São Cristóvão do Sul

Estado de Santa Catarina Prefeitura de São Cristóvão do Sul 1 ANEXO VII QUADRO DE QUANTITATIVOS E ESPECIFICAÇÕES DOS ITENS Item Produto Quantidade 1 Aparelhos IP, com 2 canais Sip, visor e teclas avançadas, 2 70 portas LAN 10/100 2 Servidor com HD 500G 4 GB memória

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina Redes de Banda Larga Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 7 Metro Ethernet Sumário IEEE 802.3ae 10 Gbit/s Ethernet - Metro

Leia mais

Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére

Planejamento e Projeto de Redes de Computadores. Eduardo Barrére Planejamento e Projeto de Redes de Computadores Eduardo Barrére Aula Presencial Projeto Físico Eduardo Barrére eduardo.barrere@ice.ufjf.br O projeto deve considerar Seleção de tecnologias (conforme o projeto

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - QoS e Engenharia de Tráfego www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em oposição ao paradigma best-effort (melhor esforço) da Internet, está crescendo

Leia mais

EVOLUÇÃO DAS SUBESTAÇÕES

EVOLUÇÃO DAS SUBESTAÇÕES EVOLUÇÃO DAS SUBESTAÇÕES O caminho percorrido pelas subestações de energia elétrica até alcançar as modernas instalações de hoje. 1 Cem anos não são nada se comparados com o tempo em que o homem vem vagando

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Switch na Camada 2: Comutação www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução A conexão entre duas portas de entrada e saída, bem como a transferência de

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

A ECONET EVOLUTION S.A.S. nasce no ano de 2012 na Colômbia. Com sua filosofia de crescimento e expansão, projeta-se no mercado mundial, oferecendo

A ECONET EVOLUTION S.A.S. nasce no ano de 2012 na Colômbia. Com sua filosofia de crescimento e expansão, projeta-se no mercado mundial, oferecendo A ECONET EVOLUTION S.A.S. nasce no ano de 2012 na Colômbia. Com sua filosofia de crescimento e expansão, projeta-se no mercado mundial, oferecendo profissionalismo, velocidade, qualidade e conhecimento

Leia mais

Redes Roteadas. Estudo rápido de como implantar uma rede roteada fácil

Redes Roteadas. Estudo rápido de como implantar uma rede roteada fácil Redes Roteadas Estudo rápido de como implantar uma rede roteada fácil Edmilson José de Almeida Filho Analista e Consultor ISP Suporte a Provedores desde 2001 Suporte Linux desde 2001 Suporte Mikrotik desde

Leia mais

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti UNIDADE II Metro Ethernet Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti Metro Ethernet é um modo de utilizar redes Ethernet em áreas Metropolitanas e geograficamente distribuídas. Esse conceito surgiu pois, de

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Anéis Ópticos em Backbone www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em 1980 foi formado o grupo de trabalho ANSI X3T9.5 com a finalidade de desenvolver

Leia mais

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.)

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Unidade 3 3.1 Introdução 3.2. Definições 3.3. Motivações 3.4. Problemas 3.5. Desafios 3.6. Padronização e Arquitetura 3.7. Gerência

Leia mais

CAPÍTULO 13. Conectividade Linhas Privativas Comercias LINHAS PRIVATIVAS COMERCIAIS

CAPÍTULO 13. Conectividade Linhas Privativas Comercias LINHAS PRIVATIVAS COMERCIAIS CAPÍTULO 13 LINHAS PRIVATIVAS COMERCIAIS Todos os serviços de conectividade e comunicação de dados oferecidos por qualquer operadora de telecomunicações, devem terminar nos pontos finais de utilização

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA ALSTOM NA IMPLANTAÇÃO DE UM COG PARA OPERAÇÃO REMOTA DE PCH s ATRAVÉS DE COMUNICAÇÃO VIA SATÉLITE

EXPERIÊNCIA DA ALSTOM NA IMPLANTAÇÃO DE UM COG PARA OPERAÇÃO REMOTA DE PCH s ATRAVÉS DE COMUNICAÇÃO VIA SATÉLITE EXPERIÊNCIA DA ALSTOM NA IMPLANTAÇÃO DE UM COG PARA OPERAÇÃO REMOTA DE PCH s ATRAVÉS DE COMUNICAÇÃO VIA SATÉLITE Autores: Orlando Fernandes de Oliveira Neto Sebastião Gomes Neto Edson Ricardo da Rocha

Leia mais

Aprovação dos Procedimentos de Rede em caráter definitivo. Brasília 26 e 27/nov/2008

Aprovação dos Procedimentos de Rede em caráter definitivo. Brasília 26 e 27/nov/2008 Audiência Pública 049/2008 Aprovação dos Procedimentos de Rede em caráter definitivo SRT Brasília 26 e 27/nov/2008 Audiência Pública - 26/11/2008 - tarde Módulo 8 - Programação da operação eletroenergética

Leia mais

Muito mais do que um simples PABX. Uma solução de economia para sua empresa.

Muito mais do que um simples PABX. Uma solução de economia para sua empresa. PABX Digital PABX Muito mais do que um simples PABX. Uma solução de economia para sua empresa. O ACTIVE IP é PABX inovador que possibilita a utilização da telefonia IP e convencional garantindo eficiência

Leia mais

Antecipe a. próxima. geração da. comunicação

Antecipe a. próxima. geração da. comunicação Antecipe a próxima geração da comunicação Comunicação e convergência digital com menor custo NOVA, MODERNA, EFICIENTE E ECONÔMICA LIG16 é a marca comercial da empresa LIGCOM. LIG16 é uma operadora de telecomunicações

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Lista de exercícios Gerência de Redes,Turma A, 01/2010 Marcelo Vale Asari 06/90708 Thiago Melo Stuckert do Amaral

Leia mais

SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG

SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG GPC / 02 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO V TEMA 2 SAPNET Sistema de Análise de Perturbações da CEMIG Gomes, N.S.(*) Andrade, S.R.C. Costa, C.A.B. Coutinho, C. E. B. CEMIG

Leia mais

REDES HETEROGENEAS E CONVERGENTES

REDES HETEROGENEAS E CONVERGENTES 26/07/12 09:56 REDES HETEROGENEAS E CONVERGENTES das vantagens das redes convergentes valor agregado B) simplicidade C) praticidade D) operacionalização E) manutenção das vantagens do VoIP manutenção de

Leia mais

Pós-Graduação em Segurança da Informação Exercícios de Redes de Alta Velocidade Professor : Marco Antônio C. Câmara - 15/03/2014. Aluno(a) : Gabarito

Pós-Graduação em Segurança da Informação Exercícios de Redes de Alta Velocidade Professor : Marco Antônio C. Câmara - 15/03/2014. Aluno(a) : Gabarito Aluno(a) : Gabarito 1 a. Questão : Com base no estudo dos aspectos de segurança de redes que afetam a performance, para cada uma das afirmações abaixo, assinale (C)erto ou (E)rrado. No caso da opção estar

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Multi Protocol Label Switching (MPLS) utilizado em redes IP.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Multi Protocol Label Switching (MPLS) utilizado em redes IP. MPLS Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Multi Protocol Label Switching (MPLS) utilizado em redes IP. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME 78) e Mestre em Teleco (INPE 81) tendo atuado nas

Leia mais

Soluções da Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras

Soluções da Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras Soluções da Elipse garantem um melhor desempenho ao Centro de Pesquisas da Petrobras Tecnologias da Elipse Software permitem controlar os sistemas de refrigeração e distribuição de energia elétrica aos

Leia mais

Plano Estratégico de Investimentos em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento ANEEL (P&D) 2014-2018 TAESA TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

Plano Estratégico de Investimentos em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento ANEEL (P&D) 2014-2018 TAESA TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. Plano Estratégico de Investimentos em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento ANEEL (P&D) 2014-2018 e Instruções para Captação de Propostas de Projetos de P&D do Grupo TAESA Plano Estratégico de Investimentos

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 06 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XVI GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

SYSLOG - Sistema de Logística

SYSLOG - Sistema de Logística Integrantes (Grupo 3) Douglas Antony (Gerente) Bruno Sout Erika Nascimento Horácio Grangeiro Isaque Jerônimo Paulo Roriz Rodrigo Lima Versão:01.00 Data:18/05/2011 Identificador do documento:lr Versão do

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Redes de Computadores 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Redes de Computadores 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Redes de Computadores 2011-2 EXPANSÃO E MELHORIA NA REDE DE COMPUTADORES DO INSTITUTO FEDERAL

Leia mais

LGW4000 Labcom Media Gateway. Labcom Media Gateway Apresentação Geral 10/11/2011

LGW4000 Labcom Media Gateway. Labcom Media Gateway Apresentação Geral 10/11/2011 LGW4000 Labcom Media Gateway Labcom Media Gateway Apresentação Geral 10/11/2011 LGW4000 Labcom Media Gateway LGW4000 é um Media Gateway desenvolvido pela Labcom Sistemas que permite a integração entre

Leia mais

Segurança e Auditoria de Sistemas. Segurança de Redes VPN - Virtual Private Network

Segurança e Auditoria de Sistemas. Segurança de Redes VPN - Virtual Private Network Segurança e Auditoria de Sistemas Segurança de Redes VPN - Virtual Private Network Prof. Me Willians Bueno williansbueno@gmail.com UNIFEB/2013 INTRODUÇÃO; ROTEIRO APLICAÇÕES; VANTAGENS; CARACTERÍSTICAS;

Leia mais

Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores. TRABALHO DE TELEFONIA IP Serviços Diferenciados - QoS

Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores. TRABALHO DE TELEFONIA IP Serviços Diferenciados - QoS Faculdade Lourenço Filho Curso de Redes de Computadores TRABALHO DE TELEFONIA IP Serviços Diferenciados - QoS Equipe: Afonso Sousa, Jhonatan Cavalcante, Israel Bezerra, Wendel Marinho Professor: Fabio

Leia mais

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes Conceitos de Redes Locais A função básica de uma rede local (LAN) é permitir a distribuição da informação e a automatização das funções de negócio de uma organização. As principais aplicações que requerem

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais