PODER JUDlcrARIo TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2" REGIA PROCESSO TRT/SP N TP - MANDADO DE SEGURAN(A

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1 PODER JUDlcrARIo TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2" REGIA \r... - TRIBUNAL PLENO ACORDAO N 068/10 - TP PROCESSO TRT/SP N TP - MANDADO DE SEGURAN(A IMPETRANTE: Joao Carlos Saud Abdala Filho IMPETRADO: ato do Exmo. Sr. Desembargador Presidente da Comissao de Concurso Publico para servidores do TRT da r Regiao no ano de 2008, Dr. Decio SebasWio Daidone MANDADO DE SEGURAN(A - DIRElTO LiQUIDO E CERTO NAO CONFIGURADO. 0 mandado de seguran<;:a, por se tratar de remedio extremo, excepcional, visa it prote<;:aode direito liquido e certo, violado ou amea<;:adopor autoridade, em ate ilegal ou abusivo. 0 direito l[quido e certo e aquele cristalino, comprovado de plano, que nao rende ensejo a duvidas. Nao logrando 0 impetrante comprovar, de plano, qual direito liquido e certo foi lesado ou amea<;:ado, nao ha como conceder a seguran<;:aora impetrada. De fato, 0 portador de perda auditiva unilateral nao preenche a exigencia legal expressa no art. 4 do Decreto no 3.298/1999, que regulamentou a Lei n 7.853/89, e constante do Edital do concurso, sendo questionavel a discussao sobre 0 cabimento, em seu favor, do beneficio da reserva de vaga prevista no inciso VIII do artigo 37 da Constitui<;:ao Federal. Seguran~a nao concedida. ACORDAM os Exmos. Srs. Desembargadores do Tribunal Pleno do E. Tribunal Regional do Trabalho da 2 a Regiao em, par maioria, declarar a competencia do Tribunal Pleno para apreciar e julgar 0 processo, nos termos do voto da Exma. Sra. Desembargadora Relatora, vencido 0 Exmo. Sf. Desembargador Davi Furtado Meirelles. No merito, tam bern por maioria, denegar a seguranya, nos termos do voto da Exma. Sra. Desembargadora Relatara, vencidos os Exmos. Srs. Desembargadores Marcelo Freire Gonyalves, Luiz Carlos Gomes Godoi, Luiz Edgar Ferraz de Oliveira, Eduardo de Azevedo Silva, Ricardo Artur Costa e Trigueiros, Valdir Florindo, Silvia Almeida Prado, Davi Furtado Meirelles e Carlos Francisco Berardo. Nao participou do julgamento, em razao do disposto no artigo 99 do Regimento Interno, 0 Exmo. Sr. Desembargador Nelson Nazar. Custas pelo impetrante, no importe de R$ 20,00, calculadas sobre 0 valor atribuido it causa, de R$ 1.000,00 (fl. 19). Sao Paulo, lode maio de iuwf SONIA MARIA JRINCE FRANZINI PRESIDENTE REGIMENTAL ANELIALI RELATORA

2 PROCESSO TRT/SP N MANDADO DE SEGURANc;A IMPETRANTE: JOAO CARLOS SAUD ABDALA FILHO IMPETRADO: ATO DO EXMO. SR. DESEMBARGADOR PRESIDENTE DA COMiSsAo DE CONCURSO PUBLICO PARA SERVIDORES DO TRT DA 2 a REG lao NO ANO DE 2008 MANDADO DE SEGURAN<;::A - DIRE ITO LiQUIDO E CERTO NAO CONFIGURA DO. 0 mandado de seguran<;a, por se tratar de remedio extrema, excepcional, visa a prote<;ao de direito liquido e certo, violado au amea<;ado por autoridade, em ato ilegal au abusivo. 0 direito Hquido e certo e aquele cristalino, comprovado de plano, que nao rende ensejo a duvidas. Nao logrando a impetrante comprovar, de plano, qual direito Hquido e certo foi lesado ou amea<;ado, nao ha como conceder a seguran<;a ora impetrada. De fato, 0 portador de perda auditiva unilateral nao preenche a exigencia legal expressa no art. 4 do Decreto no3.298/1999, que regulamentou a Lei no 7.853/89, e constante do Edital do concurso, sendo questionavel a discussao sobre 0 cabimento, em seu favor, do beneficia da reserva de vaga prevista no inciso VIII do artigo 37 da Constitui<;ao Federal. Seguran~a nao concedida. JOIIO CARLOS SAUO ABDALA FILHO impetra Mandado de~ com pedido liminar, contra ato do Exmo. Sr. Desembargador Presidente da Comissao de Concurso Publico para Servidores do TRT da 2 a Regiao no ana de 2008, que tornou sem efeito sua nomea9ao para 0 cargo de Analista Judiciario - Area Judiciaria - Especialidade Execu9ao de Mandados, em vaga reservada aos portadores de deficiencia. 0 impetrante sustenta, em slntese, ser comprovadamente portador de surdez unilateral, praticamente total, irreverslvel e que, por ocasiao da inscri9ao no referido concurso publico, ''[..} observou todos os requisitos para que josse inscrito como portador de deficiencia, inclusive, jazendo prova de sua surdez, encaminhando taudo medico e exame de audiometria" (fl. 3, 2 paragrafo). Alega, tambem, que a altera9ao trazida pelo Decreta n 5.296/04 ao Decreta n 3.298/99 gerou tratamento desigual entre pessoas portadoras de deficiencia, por estabelecer como deficiencia auditiva para as efeitos de beneflcios legais, somente a perda bilateral, parcial ou total, sendo que tambem a perda unilateral total e uma anomalia que resulta em uma serie de consequencias e limita90es ao seu portador. Assevera, ainda, que essa limita9ao e inconstitucional, seja por limitar injustamente 0 termo usado na Constitui9ao da Republica, como tambem por ter 0 Poder Executivo extrapolado seu poder regulamentador. Assim, pretende a concessao da seguran9a para que, em razao do

3 PROCESSO TRT/SP PLENO N fl. 2 propalado problema auditivo, seja reconhecido seu direito Iiquido e certo de tomar posse em vaga destinada a pessoas portadoras de deficiencia, nos termos do art. 37, VIII, da Constituigao Federal (fls. 02/19). Acompanhando 0 libelo foram juntados os documentos de fls. 21/53, dentre os quais procuragao, laudos medicos, audiometrias e ac6rdaos paradigmaticos no sentido de sua tese. Aditando a exordial (fls. 56/60), 0 impetrante, com espeque no Decreto Legislativo n 186/2008, reforga os argumentos ja aduzidos no sentido de que, mesmo nao se enquadrando na previsao do art. 4, do Decreto n 3.298/1999, e considerado deficiente pelo ordenamento juridico e que, portanto, faz jus ao beneficio de reserva de vag as previstas no art. 37 da Constituigao. Desta feita, anexou c6pia do documento expedido pelo Servigo de Assistencia medica e Psicol6gica do Tribunal Regional do Trabalho da 2 a Regiao (fl SAMP N 2857), por intermedio do qual informa ao Servi<;:o de Recrutamento de Pessoal, que a Junta Medica Oficial concluiu que ele nao se enquadrava como pessoa deficiente nos termos da lei. Informa<;:6es da D. Autoridade apontada como coatora a fls. 65/66. Nao foi concedido 0 pedido liminar deduzido, consoante decisao de fls. 69/70. denega<;:ao da seguran<;:a. E 0 relat6rio. VOTO Parecer do D. Ministerio Publico do Trabalho a fls. 75/79, opinando pela Como relatado, trata-se de Mandado de Seguran<;:a, com pedidlo Iiminar, impetrado por JOAO CARLOS SAUD ABDALA FILHO, contra ato do Exmo. Sr. Desembargador Presidente da Comissao de Concurso Publico para Servidores do TRT DA 2 a Regiao no ana de 2008, que tornou sem efeito sua nomea<;:ao para 0 cargo de Analista Judiciario - Area Judiciaria - Especialidade Execu<;:ao de Mandados, em vaga reservada aos portadores de deficiencia. 0 impetrante sustenta, em sintese, ser comprovadamente portador de surdez unilateral, praticamente total, irreversivel e que quando da inscri<;:ao no referido concurso publico, "{..J observou todos os requisitos para que josse inscrito como portador de deficiencia, inclusive, jazendo prova de sua surdez, encaminhando taudo medico e exame de audiometria" (fl. 3, 2 paragrafo). Pretende a concessao da seguran<;:a para seja reconhecido, em razao do aludido problema auditivo, seu direito liquido e certo de tomar posse em vaga destina a pessoas portadoras de deficiencia, de que cogita 0 art. 37, VIII, da Constitui<;:ao Federal. Ab initio, cumpre ressaltar que nao esta sub examine aqui 0 fato de ser ou nao 0 impetrante deficiente auditivo, mas, sim, em se saber se a surdez unilateral que 0 L'

4 PROCESSO TRT/SP PLENO N fl. 3 acomete serve para caracterizar deficiencia fisica nos moldes legais a justificar tratamento diferenciado. De tal sorte, trata-se de materia de direito, que nao exige dila<;ao probat6ria, podendo, quanto a esse quesito, ser objeto de Mandado de Seguran<;a. Nada obstante, deve-se ter em conta que 0 mandamus, alem das condi<;6es gerais da a<;ao, tem como pressuposto de sua concessao a necessidade de prote<;ao a direito Iiquido e certo nao amparado por habeas corpus ou habeas data, quando 0 responsavel pela i1egalidade for autoridade publica ou agente de pessoa juridica no exercicio de atribui<;6es do Poder Publico (art. 5, LXIX, da Constitui<;ao Federal). expressa: Veja-se a prop6sito a li<;ao de Hely Lopes Meireles, que assim se "Dire ito liquido e certo Ii 0 que se apresenta manifesto rza sua existencia, delimitado na sua extensiio e apto a ser exercitado no momento da impetrac;iio. Por outras palavras, 0 dire ito invocado, para ser amparavel por mandado de seguranc;a, ha de vir expresso em norma legal e trazer em si todos os requisitos e condic;oes de sua aplicac;iio ao impetrante: se a sua existencia for duvidosa; se a sua extensiio ainda niio estiver de lim itada, se, para ser exercido depender de situac;oes e Jatos ainda indeterminados, niio rende ensejo a seguram;:a, embora possa ser dejendido por outros meios judiciais. " (in Mandado de Seguran~a, 12. a edi~ao, p. 12; grifouse). Nesse contexto, necessario se faz, para que se conceda a seguran<;a, que se identifique de plano a existencia do direito Iiquido e certo que a parte diz possuir e que teria side of en dido pelo ato impetrado, 0 que nao se vislumbra no caso dos autos. Conforme ja asseverado quando da negativa do pedido liminar, a situa<;ao fatica dos autos nao pode deixar de ser subsumida, sem maiores indaga<;6es, a hip6tese prevista na norma juridica art. 4, II, do Dec. no 3.298/99\ na qual se pq tou 0 ate impetrado. ( i Tambem nao se verifica, nem com 0 refor<;o argumentativlvtmi do na emenda a inicial (fls. 56/60), com amparo no Decreto Legislativo n 186/2008, qualquer inconstitucionalidade do inciso II do artigo 4 do Decreto no 3.298/99, po is as normas constitucionais invocadas no Iibelo (arts. 5~ XXXV; e 37, VIII, da Constituic;iio da Republica: "Art XXXV - a lei niio excluira da apreciac;iio do Poder Judiciario lesiio ou ameac;a a dire ito ", "Art VIII - a lei reservara percentual dos cargos e empregos publicos para as pessoas portadoras de deficiencia e definira os criterios de sua admissiio ") remetem as respectivas materias ao disciplinamento da legisla<;ao infraconstitucional, cujo refinamento legal ocorreu sem aparente vilipendio ao texto constitucional. 1 Art. 40 E considerada pessoa portadora de deficiencia a que se enquadra nas seguintes categorias: II - deficiencia auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibeis (db) ou mais, aferida por audiograma nas frequencias de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz; (Reda~ao dada ao inciso pelo Decreto no5.296, de , DOU )

5 "'~ PODER JUDICIARIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2 a REG lao PROCESSO TRT/SP PLENO N fl. 4 Assim, considerando que 0 ate impetrado encontra-se respaldado em norma legal vigente e 0 direito que se diz violado, se e que existe, nao pode ser reconhecido sem render ensanchas a maiores discussoes exegeticas, e possivel concluir que 0 impetrante nao e detentor de algum direito Ifguido e certo que mere9a ser albergado por Mandado de Seguran9a. Entrementes, ainda que assim nao fosse, por apego ao argumento, analisando a vexata quaestio, nota-se que melhor sorte nao socorre ao impetrante. Vejamos. Em primeiro lugar, relevante observar que 0 candidato, quando realiza a inscn9ao no concurso, assume 0 conhecimento e a tacita aceita9ao das norm as e condi90es estabelecidas no correspondente edital, em rela9ao as quais nao podera alegar desconhecimento (Capitulo IV, item 1). Pois bem; as pessoas portadoras de deficiencia que pretendiam fazer uso das prerrogativas que Ihes sao facultadas no inciso VIII do artigo 37 da Constitui9ao Federal e na Lei no 7.853/89 foi assegurado 0 direito de inscri9ao para os cargos em concurso, consoante as regras estabelecidas no Capitulo V do Edital do certame em comento - "DAS INSCRI<;6ES PARA CANDIDATOS PORTADORES DE DEFICIENCIA", restando muito claro 0 seu item 3 ao estabelecer que: ~ "3. Consideram-se pessoas portadoras de deficiencia aquelas que se n t d' a~ nas cat=go~ias discriminadas no artigo 4 do Decreto Federal n J e suas altera~oes. '. Vale dizer que 0 mencionado decreto regulamenta a Lei no7.853, de 24 de outubro de 1989, que dispoe sobre a Polftica Nacional para a Integra9ao da Pessoa Portadora de Deficiencia, sendo certo que 0 seu artigo 4, reproduzido alhures, nao deixa duvidas de que a deficiencia auditiva, para os efeitos da prote9ao legal, e aquela que decorre da perda auditiva bilateral. Logo, tem-se que ao proceder sua inscri9ao para 0 concurso, tencionando uma das vagas destinadas a portadores de deficiencia, estava ciente 0 impetrante de que nao preenchia os requisitos da norma aplicavel a especie. Se fosse possivel reconhecer eventual direito seu a ser nomeado ao arrepio das disposi90es do art. 4 do Decreto 3.298/1999 (frise-se que nao e 0 caso), isso certamente configuraria patente injusti9a em rela9ao a outros portadores de surdez unilateral que deixaram de se inscrever para 0 concurso, atentos as referidas disposi90es. Demais disso, levando-se em considera9ao que as fun90es do Executante de Mandados compreendem, em sua maior parte, 0 desempenho de atividades externas, por determina9ao judicial, isso acaba tornando maior 0 numero de deficiencias incompatfveis com 0 exercfcio dessas fun90es e, consequentemente, resultando em numero expressivamente menor de candidatos deficientes que disputam esse cargo.

6 PROCESSO TRT/SP PLENO N fl. 5 Assim, s~ admitida como valida a condi<1aodo impetrante a esse pleito, deixando excluidas situa<1oes similares a dele, ser-ihe-ia assegurado status ainda mais privilegiado neste certame. Nao e favoravel a argumenta<1ao do impetrante de que teria observado todos os requisitos exigidos para sua inscri<1aocomo portador de deficiencia. No ato de sua inscri<1ao,de fato, incumbe ao candidato, conforme 0 seu caso, indicar a deficiencia que 0 acomete, oferecendo laudo medico para atesta-ia, estando previsto, contudo, que a efetiva deficiencia seria constatada oficialmente em momento oportuno, providencia que se realizou no caso, cuja conclusao contraria a seus interesses, deu azo a presente impetra<1ao. referido Capitulo: verbis: Neste aspecto, registre-se, por relevante, 0 que determina 0 item 10 do "J O. 0 candidato pol'tador de deficiencia aprovado no Concurso, quando convocado, devera, munido de documento de identidade original, submeter-se a avaliar;iio a ser realizada pela Junta Medica Oficial do Tribunal Regional do Trabalho da 2 n Regiiio ou por eles credenciada, objetivando verificar se a deficiencia se enquadra na previsiio do artigo 4 e seus incisos do Decreto Federal no3.298/99 e suas alterar;oes, assim como se ha compatibilidade ou niio da deficiencia com as atribuir;oes da Categoria Funcional/Area/Especialidade a ser ocupado, nos term os dos artigos 37 e 43 da refer ida norma, observadas as ::g:in~:::is:::~::~o do Iisto de defidentes 0 condidoto cu1 0 1 e},cienci assinalada, na Ficha de Inscrir;iio, niio se jizer constatada na formido artigo 4 e seus incisos do Decreto Federal n 3.298/99 e suas alterar;oes, devendo 0 mesmo permanecer apenas na lista de classificar;iio geral. " Por outro lado, nao ha como prevalecer a alega<1aode que a alterac;ao trazida pelo Decreto n 5.296/2004 ao Decreto n 3.298/99 gerou tratamento desigual entre pessoas portadoras de deficiencia, por estabelecer, como deficiencia auditiva para os efeitos de beneficios legais, somente a perda bilateral, parcial ou total, sendo que tambem a perda unilateral total e uma anomalia que resulta em uma serie de consequencias e Iimita<1oesao seu portador. Sao imaginaveis as agruras pelas quais passa 0 portador de surdez unilateral. Nao se esta negando a existencia de uma deficiencia. Todavia, nao foi essa a hip6tese que a lei almejou proteger. Por outras palavras, esse problema nao Ihe assegura o direito de tratamento legal diferenciado pelo atual sistema juridico vigente. Ao reves do que tenta convencer 0 impetrante, tratamento desigual estar-se-ia perpetrando ao se colocar num mesmo patamar a surdez unilateral e a surdez bilateral.

7 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2 a REG/Ao PROCESSO TRT/SP PLENO N flo 6 Necessario se faz verificar se ha justificativa racional, isto e, fundamento logico, para se conferir 0 especifico tratamento juridico construido em func;ao de desigualdade evidente, a situac;6es outras nao previstas. o principio democratico da igualdade, insculpido no art. 5 da Constituic;ao Federal, nao pode servir de amparo as reivindicac;6es tendentes a igualar situac;6es evidentemente desiguais. 0 objetivo da lei ao conferir maior protec;ao juridica a determinada situac;ao e compensar aquele que suporta um tipo de limitac;ao fisica ou psiquica, que inegavelmente traga uma reduc;ao efetiva e acentuada da capacidade de integrac;ao social. E verdadeiro que, para efeito de reserva de vagas, nao se pode exigir que a deficiencia seja tao acentuada que implique impossibilidade de exercer as func;6es do cargo postulado. No entanto, e igualmente verdade que a deficiencia que da causa a beneficio legal deva estar definida em parametros legais especificos, sob pena, como satientou 0 D. Ministerio Publico, de "banaliza<;ao da protec;ao constitucional". Nao favorece ao impetrante a conceituac;ao de deficiencia trazida no inciso I do art. 3 do Decreto 3.298/1999 ("deficiencia - toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou fum;iio psicologica, fisiologica ou anatomica que gere incapacidade para 0 desempenho de atividade, dentro do padriio considerado normal para 0 ser humano. "), eis que, alem de generica, seu teor reporta ao conceito de incapacidade e, portanto, deve ser interpretado conjugadamente com 0 inciso III do mesmo artigo, 0 qual faz menc;ao expressa a necessidade de equipamentos, adaptac;6es, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiencia possa receber ou transmitir informac;6es necessarias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de func;ao ou atividade a ser exercidq, 0 que nao se ve no caso do impetrante. (, Pelo que, deve prevalecer, porquanto especifica e coerente \d ambos citados incisos, a atual redac;ao do seu art. 4, II, quanto a conceituac;ao de d ficiencia \ J auditiva que possibilita a pessoa portadora justificavel protec;ao legal diferenciada. Tambem por essa razao nao se revela proveitoso 0 argumento, fundado na interpretac;ao da Convenc;ao sobre os Direitos das Pessoas com Deficiencia, de que 0 portador de surdez unilateral, permanente e irreversivel faz jus a reserva de vagas. Isso porque a abrangente definic;ao trazida no art. 1 da anted ita Convenc;ao, assim como os termos do inciso VIII do art. 37, CF/88, prescindem de maior detalhamento tecnico que se encontra em normas infraconstitucionais. Considere-se, ademais, que se ha projeto de lei em tramite no Senado pelo qual, segundo 0 impetrante, incluira reserva de vagas aos portadores de surdez unilateral total, de se concluir que, atualmente, essa pretensao nao encontra respaldo legal.

8 PROCESSO TRT/SP PLENO N fl. 7 Como ja asseverado antes, nao vejo nenhuma inconstitucionalidade, na redagao 'atual do inciso II do art. 4 do Decreto 3.298/1999, pelo Decreto no 5.296/2004. Alias, tambem 0 CONADE - Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de DeficiElncia, 6rgao superior de deliberagao colegiada, ligado ao Ministerio da Justiga, que e formado por representantes do governo e da sociedade, criado para acompanhar e avaliar o desenvolvimento de uma polftica nacional para inclusao da pessoa com deficiencia, caracteriza a deficiencia auditiva bilateral como aquela merecedora de protegao juridica, a teor do que disp6e sua Resolugao no 17, de 08 de outubro de No mesmo sentido trilhado segue 0 Parecer da D. Representante do Ministerio Publico do Trabalho, cujas lucidas e judiciosas ponderag6es, que endosso, merecem ser reproduzidas, verbis: "Niio se esta aqui se fazendo uma interpretac;iio literal da lei, ao contrario, esta-se buscando qual 0 interesse que a norma constitucional visou proteger, ao definir uma reserva de vagas aos por/adores de deficiencia. Nos parece que 0 cunho dessa disposic;iio e criar uma 'desigualdade' juridica, estabelecendo uma vantagem as pessoas portadoras de deficiencia, para compensar e equilibrar uma 'desvantagem 'jatica que sofrem essas pessoas. E certo que pessoas nessas condic;oes enfrentam maiores dificuldades para a aquisic;iio de qualificac;iio e colocac;iio no mercado de trabalho. POI' isso, importante e manter a protec;iio constitucional as pessoas que, de fato, enfrentam essas dificuldades, evitando-se a banalizac;ao da protec;iio constitucional. E, para tanto, e preciso ficarmos adstritos aos criterios existentes no ordenamento juridico patrio, que, atualmente, se traduzem no Decreto no 3.298/1999. Se acaso tais criterios vierem a ser modificados pelo Projeto de Lei do Senado no 382/2003, isso apenas demonstra que 0 legislador infraconstitucional, a quem a propria Constituic;iio concedeu 0 poder de delimitar os termos em que seria exercida a protec;iio a pessoas portadoras de deficiencia, mudou 0 seu entendimento sobre 0 assunto. Nao impressiona 0 argumento de que a surdez unilateral seria considerada deficiencia, nos term os do artigo 1 0 da Convenc;iio sobre Direitos da Pessoa com Deficiencia, que fala em pessoas que tem dificuldade de participac;iio plena e efetiva na sociedade, pois a tal definic;iio tambem faltam criterios objetivos para saber quais pessoas alc;anc;a. Niio demonstrou 0 impetrante que possui dire ito liquido e certo a nomeac;iio e posse na vaga pretendida em desacordo com as disposic;oes do edital de abertura das inscric;oes de concurso publico. Pela denegac;iio da seguran." (fls. 78/79) Acrescente-se, ainda, que casos similares tambem ja foram d i idos consoante 0 entendimento ora expresso, como se ve das ementas a seguir transcrita : "CONCURSO PUBLICO. INSCRJ(;AO DE CANDIDATO PARA VAGAS RESERVADAS A PORTADORES DE DEFICIENCIA. LAUDO MEDICO OFICIAL. SURDEZ UNILATERAL. DEFICIENCIA QUE NAO IMPEDE

9 "'~ PODER JUDICIARIO PROCESSO TRT/SP PLENO N fl. 8 EXERCiciO DE ATRIBUJ(;6ES NORJvJAIS. PRINCiPIO DA ISONOi\lJIA.A mera inscrir;iio em concurso publico na qualidade de dejiciente fisico niio gera, pol' si, dire ito a nomear;iio nessa condir;ao, sob pena de malferimento ao principio da isonomia. No ato de inscrir;ao, incumbe ao candidato, conforme 0 seu caso, indicar a dejiciencia da qual acometido, oferecendo laudo medico para atesta-ia, estando previsto, contudo, que a efetiva dejiciencia seria constatada ojicialmente em momento oportuno. 0 Edital 04/2006 do Tribunal Regional Federal da 4{/ Regiiio, quando trata das inscrir;i5es para portadores de dejiciencia, consigna que sao pessoas portadoras de dejiciencia aquelas que se enquadram nas categorias discriminadas no art. 4 do Decreto Federal n 3.298/99 e suas alterar;i5es. 0 Decreto Federal n /1999, com as alterar;i5es introduzidas pelo Decreto n /2004, diz, em seu artigo 4 e inciso 11, que e considerada pessoa portadora de dejiciencia, no que tange a dejiciencia auditiva, quem possui perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibeis (db) ou mais, aferida poi' audiograma nasfreqiiencias de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz. Ou seja, 0 ato apontado como coator niio desbordou da legislar;iio de regencia do tema e da qual estava ciente 0 candidato quando da sua inscrir;ao no concurso, po is, nao se enquadra como dejiciente auditivo, jii que a perda auditiva comprovada, ainda que total, e unilateral, atingindo somente um dos ouvidos n. (TRF sa R. - MS /RS - ReI. Vilson Daros - DE Orgao Julgador: Corte Especial) "ADMINISTRATIVO PORTADOR DE DEFICIENCIA. VAGA RESERVADA. DIREITO LiQUIDO E CERTO Se a surdez da candidata fhe permite desempenhar as atividades de tecnico judiciario dentro "do padrao tido como normal", nos termos do Decreto n 3.298/99, nao apresentando, neste particular, nenhuma desvantagem em relar;iio as pessoas com audir;ao plena, nao Ihe assiste direito a vaga reservada na forma da Lei no 7.853/89, devendo obedecer a classificar;ao da lista gera/". (TRF 5 fj R. - MS /RS - ReI. Maria Lucia Luz Leiria - DE Orgao Julgador: Corte Especial) Como se ve, por qualquer angulo que se queira analisar a presente medida constitucional, nao ha como acolhe-ia, tendo em vista nao estar configurada a existencia do direito Iiquido e certo que 0 impetrante alega possuir. Pelo exposto, ACORDAM os Magistrados do Tribunal Pleno do Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Regiao em: denegar a seguranc;a vindicada na forma da fundamentagao do voto da relatora. Custas pela impetrante, no importe de R$ 20,00, calculadas sobre 0 valor atribuido a causa, de R$ 1.000,00 (fl. 19). 1m }-/~\ Relatora ANELlA LI CHUM Desembargadora Federal do Trabalho

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