TRT-8ª: Sindjuf-PA/AP mobiliza categoria contra desconto da URV

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1 DEZEMBRO / ANO 15 Revista do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal dos Estados do Pará e Amapá Terceirização no Serviço público: A quem interessa o Estado Mínimo? Veja o que especialistas dizem sobre a nova relação de trabalho imposta pela Terceirização PÁGS. 5 à 9 TRT-8ª: Sindjuf-PA/AP mobiliza categoria contra desconto da URV Saiba os detalhes do demonstrativo dos valores da URV, que assustou servidores PÁG. 7 Para expressar a liberdade Entidades de movimentos sociais se mobilizam e criam Campanha para Democratização da mídia brasileira. PÁG. 13

2 ÍNDICE NOTÍCIAS PÁG. 4 Sicoob Credijustra firma convênio com Tribunal Regional Eleitoral do Pará PÁG. 5 à 9 Terceirização no serviço público: A quem interessa o Estado Mínimo? Especialistas revelam fatores de risco do fenômeno da terceirização PÁG. 10 Desabafo: aos pessimistas e imediatistas de plantão PÁGS. 11 e 12 Mídia e Poder debatidos no 19º Curso do NPC: a atuação das comunicações no Brasil e no mundo PÁG. 13 Para expressar a liberdade Entidades de movimentos sociais se mobilizam e criam campanha para a democratizção da mídia brasileira. PÁG. 14 Aposentados respiram aliviados e destacam atuação do Sindicato na luta pelo reenquadramento PÁG. 15 Entenda o Fator Previdenciário PÁG. 16 Relatório de Atividades do Jurídico Confira as atividades de agosto a dezembro de PÁG. 17 TRT-8ª: Sindjuf-PA/AP mobiliza categoria contra descontro da URV PÁG. 18 Sindjuf-PA/AP participa do IV Congresso Brasileiro dos Serviços de Saúde do Poder Judiciário PÁG. 19 Coordenador do Sindjuf-PA/AP é eleito membro do Conselho Estadual de Saúde do Pará PÁG. 20 Como se previnir das doenças cardiovasculares Médico do TRE-PA, Dr. Antônio Travessa, fala sobre doenças cardíacas e hipertensão arterial. PÁG. 21 Reporter Sindjuf e Dica Cultural PÁGS. 22 e 23 Prestação de Contas do 1º Semestre de 2013 EXPEDIENTE COORDENADORES GERAIS: Severino Portilho Vilhena (TRT-8ª / Aposentado), Manoel Raimundo Brito da Fonseca (TRE/AP) e Osvaldo Oliveira (TRT-8ª /VT Capanema-PA). COORDENADORES DE FINANÇAS E PATRIMÔNIO: José de Ribamar França Silva (TRE/PA), Wladimir Corrêa Batista (TRT-8ª / Aposentado). COORDENADORES DE IMPRENSA: Maria da Conceição Lima da Mota (TRE/PA) e Carlos Augusto Pantoja Barros (TRT-8ª / Aposentado). COORDENADORES DE FORMAÇÃO SINDICAL E SINDICALIZAÇÃO: Maria Adélia Mercês Oliveira (TRT-8ª/ Aposentada) e Raimundo José Abreu Nunes (TRT-8ª). COORDENADORES DE ASSUNTOS JURÍDICOS: Givanildo Ribeiro Quaresma (TRE/AP) e Aluízio da Silva Santos (Justiça Militar da União). COORDENADORA DE ASSUNTOS SÓCIO-CULTURAIS: Nilce Loureiro A. Figueira (TRT-8ª/Aposentada). COORDENADOR DA REGIÃO BAIXO-AMAZONAS: José Osvaldo F. Vieira (TRT-8ª/Santarém). COORDENADORA DA REGIÃO SUL DO PARÁ: Maria Elizabeth dos Santos Bronze (TRT-8ª/Redenção). COORDENADORES DO AMAPÁ: Jaguarecê Collares, em exercício (Justiça Federal/AP), Augusto Menezes Bessa (TRE/AP) e Daniel Guidão Ramos (TRT-8ª/AP). SEDE PRÓPRIA: Rua Bernal do Couto, nº Umarizal - Belém/PA - CEP: Facebook: Twitter: Fones/Fax: / (91) / s: SUBSEDE: Rua Tiradentes, nº Central - Macapá/AP - CEP: Fone/Fax: (96) COLABORAÇÃO: Waldson Silva (Aposentado - TRE/PA) JORNALISTA: Tainá Lima TIRAGEM: unidades PERIODICIDADE: trimestral Os artigos assinados, são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente, a opinião da Diretoria do SINDJUF-PA/AP, 2

3 Editorial Bem estar para quê? EDITORIAL A partir dos anos 70 a supremacia do modelo capitalista, com um projeto de desenvolvimento acelerado, dominou a política internacional trazendo um novo ritmo para empresas e mercado, submetendo o Estado a uma nova orientação. Em meio a esse novo reordenamento surge a política neoliberal. O discurso ligado a essa doutrina exige muito mais que estabilização financeira e monetária, seu preço é ainda mais alto, deve-se penalizar o trabalhador, o mais frágil, o pobre. A política neoliberal restringe os gastos do Estado com educação, saúde, alimentação, previdência social e outras ações assistenciais. Seria o apocalipse da humanização? Talvez porque o pobre não seja um negócio muito rentável para os altos investimentos do capital. Investir em bem estar para quê? Lucro mesmo é privatizar empresas estatais, alienando o povo com o argumento de melhoria de serviços. E o que falar de um moderno modelo de contratação, digno do padrão neoliberal, que tem invadido órgãos e empresas públicas e privadas, reduzindo o quadro de funcionários e servidores públicos? TERCEIRIZAÇÃO, esse é o nome da modernização; modernização da escravidão e da redução dos direitos conquistados pelos trabalhadores. Fonte de exploração e mão de obra barata, esse é o trabalhador dessa tal terceirização. Os que são contra, calem-se! vocês são o atraso da sociedade. Mas se o Estado não é a salvação e sim a pedra no meio do caminho, por que estamos declinando? As relações de trabalho geradas a partir do modelo de contratos terceirizados é o tema central da segunda edição, ano 2013, do Sindjuf em Revista. Especialistas falam sobre o tema abordado na matéria Terceirização no Serviço Público: A quem interessa o Estado mínimo?. Além disso, esta edição traz um destaque para o cooperativismo da Sicoob Credisjustra, que tem ajudado trabalhadores a fugirem de esmagadores juros bancários. Trazemos também todos os detalhes do IV Congresso Brasileiro de Saúde do Poder Judiciário e a campanha das entidades de movimentos sociais pela democratização da mídia brasileira. URV, caso do TRT-8ª, o medo de devolver o que foi recebido de boa fé, fique por dentro. Acompanhe também as atividades da assessoria jurídica do Sindjuf- PA/AP. E se previna de doenças cardiovasculares com o artigo do Dr. Antônio Travessa, médico do TRE-Pará. 3

4 ENTREVISTA Sicoob Credijustra firma convênio com Tribunal Regional Eleitoral do Pará A Sicoob Credijustra, Cooperativa de Crédito do Judiciário Trabalhista, MPT, TSE, e STM, foi recentemente autorizada a atender todos os órgãos do Poder judiciário do Pará. 4 A Cooperativa que já presta atendimento a Juízes, Procuradores e Servidores do TRT-8ª, agora expande seus serviços para o TRE Pará. O convênio com o órgão foi celebrado no dia 4 de novembro com um coquetel oferecido a todos os servidores do Tribunal. Durante o evento foram entregues brindes, sorteados prêmios aos servidores e fornecidas informações aos futuros cooperados sobre o funcionamento da Sicoob Credijustra. O superintendente da cooperativa no Pará, João Vasconcelos Carvalho, fala sobre gestão e credibilidade da nova Credijustra, que agora está associada ao TRE Pará. Destaca também o funcionamento e vantagens do banco. Sindjuf em Revista - Quando surgiu a Sicoob Credijustra e com que objetivo? João Vasconcelos - O Sicoob Credijustra surgiu no TRT10ª- Brasília/DF, em 22 de agosto de Após aprovação do Processo de Nacionalização pelo Banco Central para funcionar no judiciário trabalhista, implantou em julho de 2002, o primeiro posto de atendimento no TRT-8ª. SR - Onde a Credijustra atua? JV - No Judiciário Trabalhista, MPT, TST e recentemente o Bancen também autorizou o atendimento a todos os órgãos do Poder Judiciário do Pará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Além do TSE e Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. SR - Quem pode participar do quadro social da cooperativa? JV - Ministros, Procuradores, Servidores e seus (dependentes/ ascendentes) dos órgãos atendidos. Podem participara também: Associações, Sindicatos e instituições sem fins lucrativos. SR - Qual a diferença entre a Sicoob Credijustra e os bancos convencionais? E as vantagens que a Credijustra oferece aos seus associados? JV - Existem várias, mais vou citar 3 que considero de maior importância: 1. A Cooperativa é uma associação de pessoas. O banco é uma associação de capital. 2. Na Cooperativa, a gestão e o processo decisório e compartilhado entre os associados. Nos bancos, a gestão e as decisões são dos maiores acionistas. 3. Na Cooperativa o resultado financeiro do exercício é dividido proporcionalmente entre os associados. Nos bancos, o resultado financeiro é dividido aos acionistas. JV - Quanto às vantagens temos: a oferta de vários produtos e serviços com taxas melhores que as do mercado, o excedente de juros cobrados é devolvido em forma de rateio, estimulamos a educação financeira, todas as operações são asseguradas e o atendimento é personalizado. SR - O funcionamento da cooperativa é autorizado porque órgão? JV - Banco Central do Brasil, Junta Comercial, Central de Cooperativas, Sicoob Confederação e Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB. SR - E a Credijustra possui uma agência própria? Onde as pessoas podem encontrar os serviços da cooperativa? JV - Sim, a cooperativa possui uma Agência central em Brasília e vários postos de atendimento cooperativo- PAC, no TRT10, MPT, TST, TRT8, TRT12 e TRT4. Alguns serviços são exclusivos dos postos de atendimento, outros podem ser encontrados em qualquer agência do Sicoob, Bancos 24 horas e Internet bank. SR - Quem são os gestores da Superintendente da Credijustra no Pará, João Vasconcelos Carvalho. Credijustra? JV - São servidores cooperados dos órgão atendidos, eleitos pelos cooperados para compor o Conselho de Administração e Diretoria Executiva. Conselho de Administração: Newton José Cunha Brum - Presidente Alteví Oliveira da Costa - Secretário Edilson Frankin de Medeiros - Vice Presidente Diretoria Executiva Francisco de Assis Teixeira Leal - Diretor Presidente Sérgio de Sousa Cordeiro - Diretor Administrativo Edinaldo Dias da Silva - Diretor Financeiro SR - Quais são os serviços oferecidos pela Credijustra? JV - Capitalização; Aplicação financeira; Seguros de Vida e de veículos; Cartão de crédito; Previdência complementar; Consórcio de residência e de veículos; Empréstimo consignado - Emergenciais; Conta Salário; Cheque especial. SR - Vocês pretendem estender esse serviço para outros órgãos do judiciário? JV - Sim, mais existem algumas variáveis a serem analisadas, entre elas: o interesse dos servidores e da Administração, disponibilidade de recursos para atender as demandas e a disposição de novas lideranças no gerenciamento do projeto.

5 Terceirização no serviço público: a quem interessa o Estado mínimo? Especialistas revelam os fatores de risco da Terceirização e como essa nova relação de trabalho tem reafirmado os interesses do Estado Mínimo. TERCEIRIZAÇÃO Presente em órgãos e empresas públicas e privadas, vista por alguns seguimentos como modernização das relações de trabalho e por outros como a precarização delas, a Terceirização atua em áreas definidas como atividade-meio. Os serviços de alimentação, conservação patrimonial, limpeza, segurança, transporte e serviços de mensageiros são exemplos de algumas atividades que podem ser terceirizadas dentro de empresas. De acordo com o professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), doutor em Ciência Política, Edval Bernardino Campos 1, a Terceirização não é um fenômeno novo, surgiu no século 20. Apesar de estar vinculado ao setor privado e público, o professor explica que no setor público a Terceirização tem o objetivo de alcançar uma questão crucial para o estado moderno. Todo estado moderno precisa ter um corpo operacional estável, o chamado servidor público. A terceirização vai exatamente contra isto. Terceirizar significa atribuir para outros, funções que estavam historicamente assumidas pelo estado, portanto, ao invés do estado fazer aquilo mediante uma iniciativa sua e de uma equipe profissional, treinada com responsabilidade pública, isso é transferido para a iniciativa privada. Bernardino revela que a Terceirização, que para muitos é considerada um estímulo à competitividade econômica, na verdade, precariza as condições de trabalho. Para ele tanto a sociedade, como os direitos dos trabalhadores ficam prejudicados. Ela penaliza de um lado a sociedade porque esvazia uma dimensão do serviço público e do outro lado, afeta direitos trabalhistas conquistados historicamente, porque ao terceirizar esses serviços, os trabalhadores são incorporados sem garantias e direitos plenos próprios dos servidores públicos. A supercontratação da força de trabalho ao invés de beneficiar o trabalhador, beneficia o agente intermediário, onerando os cofres públicos, essa nova reestruturação produtiva, mostra que o estado de hoje é mínimo. Ele precisa proteger o mínimo, ele precisa ter um custo baixo que concerne aos gastos sociais, mas ele precisa ser um estado forte para proteção dos interesses privados, afirma Bernardino. Outra questão levantada é o enfraquecimento da luta sindical, segundo o professor o processo produtivo congregava e mobilizava os trabalhadores, mas com a terceirização isso acaba. ela tem uma rotatividade muito elevada na contratação de trabalhadores 1 - Doutor em Ciência Política (Ciência Política e Sociologia) pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. Atualmente é professor da Faculdade de Serviço Social e do Curso de Mestrado em Serviço Social, do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas ICSA da Universidade Federal do Pará. 5

6 TERCEIRIZAÇÃO e que, portanto a provisoriedade do contrato dificulta qualquer possibilidade de vida associativa. O aumento de contratos de serviços terceirizados dentro de empresas públicas e a privatização de empresas estatais são acontecimentos sustentados por um discurso, que segundo o professor Bernardinho é enganoso e perigoso. De um lado ele diz que o setor privado é melhor do que o estado, cumpri melhor e com mais responsabilidade, tem mais presteza e diligência do que o estado. E de outro lado este discurso informa que aqueles que estão trabalhando sem a estabilidade de emprego eles são mais motivados para o trabalho e que o servidor público, pelo contrário, é menos motivado, isso tudo é muito perigoso., destaca. José Menezes Gomes 2, professor doutor da Universidade Federal de Alagoas, atuante na área de Teoria Econômica com ênfase em Economia Política, analisa que as iniciativas de Terceirização e Privatização no setor público começam a crescer no Brasil durante o mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. se expande durante o governo FHC dentro da Reforma do Estado de Bresser Pereira e tem sua continuidade no governo Lula da Silva e Dilma. No setor público seu objetivo inicial era conter os gastos públicos com a redução de salário e direitos previdenciários. Para ele a Terceirização no serviço público nada mais é que um processo da privatização. num primeiro momento a terceirização era justificada como forma de fugir dos direitos previdenciários dos servidores públicos. Todavia, com a aprovação da previdência privada via FUNPRESP, em que o servidor público teria aposentadoria pública no limite do teto de R$ 4.100,00 e o restante dependendo deste fundo, fica bem claro a aceleração de privatização crescente., revela Menezes. As características do Estado mínimo, como aponta Menezes, estão se manifestando desde a crise capitalista do final dos anos 70, com a busca por novos espaços de valorização do capital dentro da esfera do Estado e mais recentemente com a crise de Justamente no momento em que se a profunda as dimensões da crise capitalista mundial vindas desde 2008 marcada pelo gigantesco salvamento de grande empresas e bancos com dinheiro público temos a continuidade do neoliberalismo e dentro do disto o alargamento do processo de terceirização Pós doutor em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente é Professor Associado I da Universidade Federal de Alagoas.

7 PL 4330/2004 amplia a Terceirização e precariza as condições de trabalho O Projeto de Lei 4330/2004 permite a contratação de serviços terceirizados para qualquer setor de empresas. A proposta divide opiniões entre empresários, centrais sindicais e trabalhadores. As queixas mais freqüentes estão na falta de pagamento de direitos trabalhistas e os casos de empresas que fecham antes de quitar débitos com trabalhadores. A CUT que recentemente conseguiu apoio da bancada do PT para lutar contra a aprovação da PL da Terceirização no senado, reagiu contra um projeto idêntico ao PL A Central impediu no dia 13 de novembro, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a aprovação do Projeto de Lei do Senado, PLS nº 87/2010. O texto do relator do projeto do Senado é absolutamente idêntico ao relatório final do Projeto de Lei 4330/2004, que não foi votado na Câmara dos Deputados. O Sindjuf em Revista conversou com a advogada Rosana Vaz 3, que atua na área trabalhista e cível, ela discute os pontos da PL 4.330/2004. Tire suas dúvidas. 3 - Advogada na área trabalhista e cível. Pós Graduada em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela Universidade da Amazônia. Atualmente é sócia no escritório CVM (Costa, Vaz e Mesquita advogados associados). 7

8 TERCEIRIZAÇÃO Sindjuf em Revista - Quais os pontos negativos e preocupantes do PL 4.330/2004 (Terceirização)? Rosana Vaz - Em primeiro, vai reduzir a renda dos trabalhadores, uma vez que a realidade demonstra que os trabalhadores terceirizados recebem salários mais baixos e tem menos benefícios quando comparados com trabalhadores que exercem a mesma função quando não são terceirizados. Em segundo, a terceirização na pratica diminui a disponibilidade de postos de empregos e conjuntamente aumenta a entre os empregados terceirizados. Pois, segundos dados de pesquisas feitas pelo DIEESE os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais / profissionais e mortes em proporção muito superior aos trabalhadores efetivos das empresas tomadoras de serviços. Com o aumento da terceirização automaticamente irão se multiplicar as demandas perante o SUS e o INSS, recaindo a conta com o pagamento dos benefícios, em última análise, sobre a sociedade pagadora de impostos. esse ponto de vista? RV- Sim. Pois desde o surgimento da Constituição Federal de 88 que declarou como um dos direitos fundamentais os direitos sociais do trabalhador, houve um grande movimento para o fortalecimento destes direitos. A livre iniciativa é constitucionalmente um dos fundamentos do nosso Estado democrático de direito, mas o desenvolvimento da economia do País não pode passar por cima dos direitos dos trabalhadores, não é essa a intenção do projeto rotatividade de mão de obra, pontos constitucional. Pelo contrário livre estes absolutamente prejudiciais não só à classe trabalhadora, mas também à sociedade, pois quanto mais vezes o trabalhador for demitido, para, poucos meses depois, ser novamente contratado, maior será o tempo em que ficará recebendo seguro-desemprego, benefício concedido a partir de contribuições feitas por toda a sociedade ao FAT (fundo de amparo ao trabalhador). Em terceiro, ocorrerá maior incidência de acidentes de trabalho (...) a terceirização na pratica diminui a disponibilidade de postos de empregos e conjuntamente aumenta a rotatividade de mão de obra (...) SR- Existem comentários de que o PL desrespeita a Constituição. Você concorda com iniciativa deve estar submetida a estes direitos dos trabalhadores. E no caso da terceirização segundo a realidade laboral traz um enfraquecimento dos direitos dos trabalhadores, ou seja, passa por cima dos mesmos, assim a PL supervaloriza o princípio constitucional da livre iniciativa que busca desregradamente o lucro, interesse do capital produtivo, em detrimento da eficácia dos direitos fundamentais dos trabalhadores. 8

9 Terceirização no serviço público Também a PL desrespeita a Constituição no âmbito da contratação de funcionários públicos pela Administração Pública, porque o projeto permite (...) ocorrerá um enfraquecimento do movimento sindical e consequentemente as negociações salarias e outras referentes a rotatividade de mão-de-obra; se for quanto à segurança para receber as verbas rescisórias depois da rescisão contratual de certa forma existe, devido responsabilização do tomador dos serviços, que é o garantidor (responsável subsidiário, tecnicamente falando) dos TERCEIRIZAÇÃO a terceirização nos serviços públicos, apesar de isto já ocorrer, no entanto, a Constituição em nenhum momento permitiu que alguém seja contratado para prestar serviços de modo permanente para um ente público sem aprovação prévia de concurso público. SR- Se o PL 4.330/2004 for aprovado, como ficará o cenário dos direitos trabalhistas no Brasil? Pode ser uma ameaça aos direitos melhores condições de trabalho para os trabalhadores serão prejudicadas (...) as circunstancias se tornou ineficaz para os terceirizados. Assim, podemos dizer que representa uma ameaça aos direito conquistados. SR- Que garantias o profissional créditos dos empregados de seus prestadores de serviço, quando estes não possuem meios para pagar os débitos trabalhistas. Mas é um processo demorado para o trabalhador chegar até o prestador de serviço, pois só depois de esgotados todos os meios para receber da empresa terceirizada e que se pode chegar ao tomador de serviço. já conquistados? que trabalha em empresas SR- Se for aprovada, como vão (...) os terceirizados são sempre alvo de pressão no ambiente de trabalho, eles são deslocados sempre que começam a cobrar seus direitos (...) terceirizadas tem? Há segurança nesse tipo de serviço? RV- Em tese possuem as mesmas garantias que os empregados permanentes do tomador de serviço. Se for segurança quanto a estabilidade do trabalho podemos dizer que não, pois os terceirizados são sempre alvo de pressão no ambiente de trabalho, eles são deslocados ficar as negociações de salários e atividades sindicais por parte desses trabalhadores terceirizados? RV- Certamente ocorrerá um enfraquecimento do movimento sindical e consequentemente as negociações salarias e outras referentes a melhores condições de trabalho para os trabalhadores serão prejudicadas, devido à sempre que começam a cobrar dispersão dos mesmos em milhares RV- Ocorrera um enfraquecimento dos direitos trabalhistas em geral. Como por exemplo; um dos direitos garantidos pela constituição federal de 1988 é o da irredutibilidade salarial, mas com a terceirização observa-se o rebaixamento de salários, ou seja, um direito constitucional fundamental garantido, mas dadas seus direitos ou quando começam a interagir mais com as pessoas da empresa tomadora de serviço. O que torna o terceirizado num trabalhador fragilizado. Rotatividade de mão-de-obra Também enseja a insegurança no emprego, como a ampliação da de empresas pequenas, que não possuem qualquer preocupação com sua integração social. SR- No caso de falência da empresa terceirizada, quem fica responsável por eventuais prejuízos dos trabalhadores? RV- A empresa tomadora na posição de devedora subsidiária. 9

10 DESABAFO Aos pessimistas e imediatistas de plantão (...) Companheiros ativos e aposentados podem ter certeza, a LUTA CONTINUA e eu jamais me afastarei dela ou do Sindicato. Por Maria Adélia Mercês Oliveira Sou aposentada há precisamente 33 anos e 5 meses pelo TRT-8ª, mesmo assim, pelo amor que tenho pela categoria e pela Entidade, onde passei apenas 8 anos, mas aprendi a amar é que venho prestar estes esclarecimentos e ao mesmo tempo fazer um desabafo que estava precisando fazer. Desde 1979 com a fundação da ASTRA-8ª, depois com o SINTRA- 8ª e posteriormente SINDJUF-PA/ AP e AAJUTRA-8ª, que me dedico de corpo, alma, suor e sangue para defender a categoria do judiciário que é a minha categoria. Quero aqui prestar uns esclarecimentos aos companheiros da ativa e aposentados, principalmente. Embora sabendo que 70% da nossa categoria tem formação jurídica, mesmo assim quero relembrar os companheiros de alguns fatos: A Constituição Federal, em seu artigo 8º diz: É livre a associação profissional ou sindical e a alínea V, do mesmo artigo diz: ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato;. Ocorre que, no meu entender, não é pelo fato de que os companheiros podem entrar e sair a qualquer momento do Sindicato, que lhes dá o direito de denegrirlhe a imagem em público perante outros companheiros ao ponto de afirmar ser o nosso Sindicato o pior do Brasil. Esses companheiros esquecem que todos os PCS s que já conseguimos até hoje desde 2002 e o recente aumento da GAJ, embora parcelados, foram frutos da nossa luta sindical, que beneficiou a todos os sindicalizados ou não e custou o sacrifício de companheiros que ficaram em greve durante 35 dias, tendo seus salários cortados. O Sindicato está na luta por esses companheiros independente ou não de serem sindicalizados para rever seus direitos. Quanto à devolução da URV, motivo da campanha negativa contra o Sindicato que vários companheiros, aposentados e da ativa também, estão fazendo, quero esclarecer aos mesmos que qualquer ação que o Sindicato impetrar sobre a URV, deverá f u n c i o n a r c o m o s u b s t i t u t o p r o c e s s u a l beneficiando apenas os associados, é a exigência da Lei. Eram esses os esclarecimentos que queria fazer. É o meu DESABAFO. Companheiros ativos e aposentados podem ter certeza, a LUTA CONTINUA e eu jamais me afastarei dela ou do Sindicato. Deus me dará forças e saúde para isso. Estamos eu, os companheiros Waldson, Nilce e outros, juntos ao MOSAP para a aprovação da PEC-555/2006, que nos livrará desse maldito desconto do INSS. Companheiros, ao invés de criticar o Sindicato, juntem-se a nós e venham para a luta. SINDICALIZEM-SE!!!! 10

11 Mídia e Poder debatidos no 19º Curso do NPC a atuação das comunicações no Brasil e no Mundo DEMOCRACIA O curso promovido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação traçou o perfil da comunicação no Brasil e no mundo e como se dá a relação da mídia com o poder e a política. A Coordenação de Imprensa do Sindjuf-PA/AP participou nos dias 20 a 24 de novembro, no Rio de Janeiro, do 19º Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação NPC. O evento que acontece todos os anos explorou o tema Mídia e Poder no Brasil e no mundo hoje, reuniu sindicatos, ONGs, movimentos sociais e profissionais de comunicação de todo o país. Estiveram presentes no evento a coordenadora de imprensa, Conceição Mota e a jornalista da entidade, Tainá Lima. A política tem que pautar o jornalista e não o jornalista pautar a política, porque as vezes o que se espera é que o jornalista faça a política do sindicato, seja militante, no entanto, ele tem que sustentar e informar a pauta da categoria, destaca Renata. O curso tem o objetivo de melhorar a comunicação dos trabalhadores para que possam se contrapor à mídia empresarial e burguesa. Questões como a democratização da mídia e regulamentação das Comunicações no Brasil foram amplamente debatidas. O professor da USP, Laurindo Leal, que palestrou sobre o tema, acredita na prestação de serviço e na necessidade de regulamentação das comunicações. Coordenadora de imprensa, Conceição Mota e a jornalista da entidade, Tainá Lima. A Comunicação é principalmente uma prestação de serviço, não é negócio, se deixarmos ela apenas na regulamentação do mercado cria-se um monopólio, o grau de manipulação das mídias às vezes fica muito evidente, há necessidade de regulamentação, afirmou o professor. Marco Regulatório Bia Barbosa, jornalista do Intervozes é a favor de um 11

12 DEMOCRACIA Palestrantes da mesa Juventude, internet e mobilizações. cultura e realidade do trabalhador brasileiro. A escola pública toda detonada foi a que sobrou para educar o trabalhador. A nossa cultura é bastarda porque a herança dos colonizadores a subjugou, o porta voz da Casa Grande sempre foi de repressão, eles levam a violência para a cabeça daqueles que estão na senzala. Na periferia é sempre lugar de má fama e morre-se de qualquer jeito, disse Adenilde. novo marco regulatório para as comunicações no Brasil. Ela acredita que a dispersão regulatória é prejudicial para as comunicações e fortalece o monopólio midiático. A relação entre mídia e poder é muito forte; hoje 1/3 dos parlamentares são donos ou têm ligação com emissoras de rádio, tv, jornais; muitos políticos são donos de mídias no Brasil. Em seguida o jornalista Altamiro Borges afirmou que no Brasil sete famílias dominam a mídia, porém essa correlação de forças não deve nos amedrontar, acovardar, tem que servir para nos mobilizar. Mobilizações sociais e cultura popular Sobre a Internet, jovens e mobilização social, o jornalista da Revista Fórum, Renato Rovai, levantou a questão da digitalização da militância e ao se referir às manifestações de junho disse: O que aconteceu em junho não é um fenômeno novo. Hoje os eventos estão sendo organizados de outra forma, eles se dão no meio digital. A questão é que a militância ainda está analógica, é necessário maior abertura de integração via internet e pluralizar a comunicação para além do sindicato. Outra participação importante nesse tema foi do cartunista Carlos Latuff que defendeu a ideia de que a classe trabalhadora precisa parar de ter medo das tecnologias e se apropriar delas. Entretanto, ao referir-se às mobilizações de junho ressaltou que a massa de mídia é formada por militantes de ocasião, falta de compromisso e de formação histórica e política. A cultura popular também foi debatida no curso do NPC, Mano Teko, do movimento Apafunk, Adenilde Petrina, comunicadora popular e o Repper Fiell, do movimento Visão da Favela Brasil, compartilharam suas experiências com a arte e a comunicação popular. A professora e comunicadora popular de Juiz de Fora (MG), Adenilde Petrina, apresentou uma visão confrontadora a cerca da O penúltimo dia do evento debateu especificamente a realidade dos jornalistas dentro das assessorias dos sindicatos. A jornalista do Andes, Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, Renata Maffezoli, levantou questões instigantes acerca da rotina dos jornalistas que trabalham com sindicatos. O 19º Curso do NPC foi encerrado no domingo, dia 24 de novembro, com a exibição do filme 1964 um golpe contra o Brasil. Após o filme foi realizado um debate com Alípio Freire, jornalista, ex-preso político e diretor do documentário e Mauro Lasi, professor da UFRJ. De tudo que foi discutido, nesses cinco dias de curso, ficou a seguinte lição tirada da palestra de Vito Giannotti, escritor e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação: A mídia patronal não é nada incompetente, ela é muito competente porque sabe defender muito bem seus interesses, portanto, nossa mídia, a mídia do trabalhador deve combater as ideias da mídia hegemônica com o objetivo de mudar a sociedade. 12

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