Hoje, comentarei a prova de analista judiciário área judiciária do concurso do TRT da 8ª Região, realizado em outubro deste ano, pela FCC.

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1 Queridos alunos, Espero que estejam todos bem! Hoje, comentarei a prova de analista judiciário área judiciária do concurso do TRT da 8ª Região, realizado em outubro deste ano, pela FCC. Antes de comentá-la, quero informar que atendendo aos pedidos de alguns alunos, o curso de Trabalho e Processo Tribunais foi prorrogado, no site do Ponto dos Concursos. Este curso abrange a teoria de Direito do Trabalho e de Processo do Trabalho com resolução de muitas questões CESPE e FCC. É indicado para os concursos dos Tribunais e do TST (previsto para 2011). Atendendo aos pedidos de alguns alunos, lançarei um curso de exercícios de Trabalho e Processo (CESPE e FCC), com resolução de 400 questões atuais. Direito do Trabalho Vamos, então à resolução da prova! Prova FCC comentada 54. Mário é empregado da empresa M e labora em regime de revezamento. Semana passada, ele laborou em seguida ao repouso semanal de vinte e quatro horas, havendo prejuízo do intervalo mínimo de onze horas consecutivas para descanso entre jornadas. Neste caso, essas horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de vinte e quatro horas devem ser remuneradas (A) como extraordinárias, inclusive com o respectivo adicional em sua integralidade. (B) como extraordinárias, mas sem o respectivo adicional em razão do trabalho em regime de revezamento. (C) normalmente, não sendo consideradas extraordinárias em razão do trabalho em regime de revezamento. (D) como extraordinárias, mas com redução de 50% do respectivo adicional, tratando-se de norma específica aplicada ao empregado que labora em regime de revezamento. (E) como extraordinárias, mas na base de 1/3 sobre o respectivo adicional, tratando-se de norma específica aplicada ao empregado que labora em regime de revezamento. 1 Deborah Paiva

2 Comentários: Letra A. É o que estabelece a Súmula 110 do TST, mencionada, na página 20 da 5ª aula do Curso Isolada de Direito do Trabalho, observem: Súmula 110 do TST No regime de revezamento, as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas, com prejuízo do intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas, devem ser remuneradas como extraordinárias, inclusive com o respectivo adicional. 55. Marta é empregada da empresa R, que atua no ramo de comércio de peças automobilísticas; Mirna é empregada da empresa S, que atua no ramo funerário; e Mônica é empregada da empresa T, que atua no ramo imobiliário, com venda e locação de imóveis. As categorias de todas as empregadas tiveram frustradas as negociações para aumento salarial e, por esse motivo, pretendem a cessação coletiva do trabalho. No caso da categoria de Marta, Mirna e Mônica, a greve deverá ser precedida de um aviso de (A) 48 horas, 72 horas e 48 horas, respectivamente. (B) 24 horas, 48 horas e 24 horas, respectivamente. (C) 72 horas, 48 horas e 72 horas, respectivamente. (D) 72 horas. (E) 48 horas. Comentários: Letra A. Observem abaixo trecho da 8ª aula do Curso Isolada de Trabalho. Quando a greve for deflagrada em serviços ou atividades essenciais, as entidades sindicais ou os trabalhadores deverão comunicar a decisão aos empregadores e aos usuários com a antecedência mínima de 72 horas da paralisação. Quando a greve for deflagrada em serviços ou atividades não essenciais o prazo para comunicação será de 48 horas. São considerados serviços ou atividades essenciais: Tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis; Assistência médica e hospitalar; Distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos; Funerários; 2 Deborah Paiva

3 Transporte coletivo; Captação e tratamento de esgoto e lixo; Telecomunicações; Guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares; Processamento de dados ligados a serviços essenciais; Controle de tráfego aéreo; Compensação bancária. 56. Bruna recebeu aviso prévio de sua empregadora, a empresa B, informando-a da rescisão imotivada de seu contrato de trabalho. Bruna optou em não trabalhar nos últimos sete dias corridos de seu aviso. Considerando que no mês do aviso prévio não há feriados, bem como que o último dia laborado por Bruna foi dia 10, uma quartafeira, a empresa B deverá saldar as verbas rescisórias até o próximo dia (A) 11. (B) 18. (C) 20. (D) 19. (E) 17. Comentários: Letra B. Como Bruna cumpriu o aviso prévio, o prazo para pagamento das verbas rescisórias será o do art. 477, parágrafo 6º, alínea a, que é até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato. Como Bruna não trabalhou os sete dias seguintes, o primeiro dia útil do término do contrato de trabalho será dia 18. OJ 162 da SDI-1 do TST A contagem do prazo para quitação das verbas decorrentes da rescisão contratual prevista no art. 477 da CLT exclui necessariamente o dia da notificação da demissão, e inclui o do vencimento em obediência ao disposto no art. 132 do Código Civil de A clínica particular H verificou a sobra de medicamentos no final da jornada de trabalho. Aberta sindicância administrativa foi constatado que a empregada, Fábia, não ministrou todos os remédios que deveria, sendo-lhe aplicada a penalidade de suspensão. No mês 3 Deborah Paiva

4 seguinte, foi novamente constatada sobra de medicamento, e igualmente apurado em sindicância que a empregada Fábia deixou de ministrar os remédios prescritos, sendo que desta vez de forma dolosa. Neste caso, Fábia praticou conduta configuradora de (A) insubordinação. (B) incontinência de conduta. (C) ato de improbidade. (D) violação de segredo. (E) desídia. Comentários: Letra E Observem o conceito dado na 7ª aula do curso isolada de Direito do Trabalho: Desídia seria uma síntese de faltas leves, como por exemplo, as modalidades de culpa como imprudência, negligência ou imperícia. Exemplo 1: Um empregado que dirigi um caminhão em alta velocidade e por impudência causa um acidente. Exemplo 2: Um empregado que é negligente em suas funções desempenhando-a de forma leviana, que não presta atenção ao elaborar relatórios calculando sob quaisquer valores e não sob os vetores reais da empresa. Exemplo 3: Um médico, empregado de uma clínica, que ao engessar o braço de um paciente, o faz de forma incorreta, causando seqüelas na paciente. Vou relembrar cada tipo legal do art. 482 da CLT, citando alguns exemplos: a) Improbidade: é a violação de dever moral por parte do empregado, abrange tudo o que é desonesto e que o empregado pratique; b) Incontinência de conduta ou mau procedimento: vida irregular, conduta incompatível com o cargo ocupado, desregramento de conduta sexual. c) Negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço: É importante frisar que, neste caso, é imprescindível a existência conjunta de dois requisitos para que possa ser aplicada ao empregado a justa causa: a ausência de permissão do empregador e constituir concorrência para a empresa. 4 Deborah Paiva

5 Ressalta-se que caso a concorrência seja prejudicial ao serviço sem concorrência com a empresa o empregado também poderá ser dispensado por justa causa. d) Condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena: É importante tomar cuidado com a necessidade de ocorrer o trânsito em julgado da sentença e de não ter ocorrido a suspensão da execução da pena, o que a doutrina chama de sursis. Assim, caso tenha ocorrido a suspensão da pena não poderá ser o empregado dispensado por justa causa. e) Desídia no desempenho das respectivas funções: Desídia seria uma síntese de faltas leves, como por exemplo, as modalidades de culpa como imprudência, negligência ou imperícia. Exemplo 1: Um empregado que dirigi um caminhão em alta velocidade e por impudência causa um acidente. Exemplo 2: Um empregado que é negligente em suas funções desempenhando-a de forma leviana, que não presta atenção ao elaborar relatórios calculando sob quaisquer valores e não sob os vetores reais da empresa. Exemplo 3: Um médico, empregado de uma clínica, que ao engessar o braço de um paciente, o faz de forma incorreta, causando seqüelas na paciente. f) Embriaguez habitual ou em serviço: Ressalta-se que a embriaguez em serviço basta ocorrer um a única vez, porém fora do serviço será preciso afetar o desempenho do empregado no trabalho, portanto terá que ser habitual. Há corrente jurisprudencial que entende que o alcoolismo é uma doença e, por isso, não ensejaria a justa causa. Para a FCC deveremos ficar atentos na forma como ela elaborará a questão. Se ela seguir a literalidade da lei, deveremos considerar a embriaguês como hipótese de justa causa. g) Violação de segredo da empresa: A doutrina questiona se é necessário haver o prejuízo para a empresa com a violação. Para uma prova objetiva basta considerar que a simples violação de segredo da empresa, por si só, já acarretaria a aplicação da penalidade de justa causa. h) ato de indisciplina ou de insubordinação: Indisciplina é o 5 Deborah Paiva

6 descumprimento de ordens genéricas, ou seja, dirigidas a todos os empregados. Insubordinação é o descumprimento de ordens específicas, dirigida diretamente a um empregado individualmente. Porém, o empregado não estará obrigado a cumprir ordens ilegais, moralmente ilegítimas, que o diminuam ou o coloquem em grave risco. i) abandono de emprego: Configura-se com a existência dos seguintes requisitos: a) faltas reiteradas consecutivas; b) faltas injustas e não abonadas; c) animus abandonandi, ou seja, a intenção de abandonar. Recomendo a leitura das Súmulas 32 e 73 do TST. Súmula 73 do TST A ocorrência de justa causa, salvo a de abandono de emprego, no decurso do prazo do aviso prévio dado pelo empregador, retira do empregado qualquer direito às verbas rescisórias de natureza indenizatória. Súmula 32 do TST Presume-se o abandono de emprego se o trabalhador não retornar ao serviço no prazo de 30 (trinta) dias após a cessação do benefício previdenciário nem justificar o motivo de não o fazer. 58. Joaquim, empregado da empresa J, registrou no sindicato competente a sua candidatura para dirigente sindical. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o sindicato deverá comunicar a empresa J deste registro no prazo de (A) dez dias. (B) 48 horas. (C) cinco dias. (D) 24 horas. (E) quinze dias. Comentários: Letra D O art. 543 da CLT, em seu parágrafo quinto estabelece o prazo de 24 horas para que o Sindicato comunique à empresa, por escrito, o registro da candidatura do empregado. Sobre este tema é importante falar da Súmula 369 do TST, vamos relembrar parte da 7ª aula do curso isolado de direito do trabalho TRT da 8ª Região! Súmula 369 do TST I - É indispensável a comunicação, pela entidade sindical, ao empregador, na forma do 5º do art. 543 da 6 Deborah Paiva

7 CLT. II - O art. 522 da CLT, que limita a sete o número de dirigentes sindicais, foi recepcionado pela Constituição Federal de III- O empregado de categoria diferenciada eleito dirigente sindical só goza de estabilidade se exercer na empresa atividade pertinente à categoria profissional do sindicato para o qual foi eleito dirigente. IV - Havendo extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato, não há razão para subsistir a estabilidade. V - O registro da candidatura do empregado a cargo de dirigente sindical durante o período de aviso prévio, ainda que indenizado, não lhe assegura a estabilidade, visto que inaplicável a regra do 3º do art. 543 da Consolidação das Leis do Trabalho. Vamos destrinchar a Súmula 369 do TST! O inciso I reafirma a necessidade de comunicação pela entidade sindical à empresa do registro da candidatura do dirigente sindical no prazo de 24 horas. Portanto, segundo o entendimento sumulado do TST este requisito é indispensável para a aquisição da estabilidade. Art. 543 da CLT O empregado eleito para cargo de administração sindical ou representação profissional, inclusive junto a órgão de deliberação coletiva, não poderá ser impedido do exercício de suas funções, nem transferido para lugar ou mister que lhe dificulte ou torne impossível o desempenho das suas atribuições sindicais. 5º - Para os fins deste artigo, a entidade sindical comunicará por escrito à empresa, dentro de 24 (vinte e quatro) horas, o dia e a hora do registro da candidatura do seu empregado e, em igual prazo, sua eleição e posse, fornecendo, outrossim, a este, comprovante no mesmo sentido. O Ministério do Trabalho fará no mesmo prazo a comunicação no caso da designação referida no final do 4º. O inciso II da Súmula 369 do TST considera recepcionado pela CF/88 o art. 522 da CLT. Portanto o número de dirigentes sindicais garantidos pela estabilidade é limitado a sete. Com o advento da CF/88, muitos afirmaram que os artigos da CLT que relativos à organização sindical estariam derrogados em face dos princípios da liberdade e autonomia sindical. Com isto, surgiram muitos abusos por parte dos Sindicatos de empregados que apresentavam listas enormes de dirigentes sindicais. Diante deste panorama, o TST editou a Súmula 369 e limitou a sete o número de dirigentes sindicais detentores da estabilidade 7 Deborah Paiva

8 relativa prevista no art. 543, parágrafo 3º da CLT. O inciso III refere-se à categoria profissional diferenciada que é aquela que se forma pela aglutinação dos empregados que exerçam profissões ou funções diferenciadas por força de estatuto profissional especial ou em conseqüência de condições de vida singulares. Exemplificando: O motorista é uma categoria profissional diferenciada. Assim, o motorista que for eleito dirigente sindical do Sindicato dos motoristas somente fará jus à estabilidade se exercer na empresa a função de motorista. O inciso IV assegura a extinção da estabilidade quando a empresa for extinta. Ao passo que o inciso V, que já foi por nós estudado na aula zero, estabelece que não será adquirida estabilidade, no curso do aviso prévio. 59. Violeta laborava por dois anos e seis meses para a empresa Flor, quando a mesma começou a não pagar seu salário mensal. Ajuizou reclamação trabalhista requerendo a extinção do contrato de trabalho por culpa exclusiva da empresa Flor, bem como, requerendo, dentre outras verbas, suas férias vencidas. Considerando que Violeta permaneceu trabalhando durante o curso de sua reclamação trabalhista, em regra, as férias vencidas serão calculadas com base na remuneração devida para Violeta (A) quando da sua contratação, acrescidas de 50%. (B) na época da reclamação, acrescidas de 50%. (C) quando as férias deveriam ter sido gozadas e em dobro. (D) quando as férias deveriam ter sido gozadas, acrescidas de 50%. (E) na época da reclamação e em dobro. Comentários: Letra E. As férias vencidas deverão ser pagas em dobro e o valor da remuneração a ser considerado para o cálculo será o da época da reclamação trabalhista. A questão abordou o entendimento da Súmula 07 do TST, observem, abaixo, os esclarecimentos da 7ª aula do curso isolada de Direito do Trabalho do TRT 8ª Região. É importante lembrar que a Súmula 07 do TST estabelece como base de cálculo para as férias indenizadas a remuneração devida ao empregado na época da reclamação ou quando ocorrer a extinção do contrato. Súmula 07 do TST A indenização pelo não-deferimento das férias no tempo oportuno será calculada com base na remuneração devida ao empregado na época da reclamação ou, se for o caso, na da extinção do contrato. 8 Deborah Paiva

9 60. Segundo a CLT, o empregado que deixar de comparecer ao serviço pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que se apresentar em juízo, e o empregado que estiver em licença paternidade, terão o contrato de trabalho (A) suspenso e interrompido, respectivamente. (B) interrompido e suspenso, respectivamente. (C) suspenso. (D) interrompido. (E) extinto e interrompido, respectivamente. Pelo tempo que se fizer necessário quando tiver que comparecer a juízo. Comentários: Letra D. Observem o quadro esquemático da 4ª aula do curso isolada de Trabalho para o TRT da 8ª região, com as principais formas de interrupção e as formas de suspensão do contrato de trabalho. Hipóteses de interrupção Hipóteses de suspensão Licença-maternidade. Acidente de trabalho ou doença após o 15º dia. Licença-paternidade. Qualquer espécie de licença nãoremunerada. Afastamento do empregado para participar de curso de qualificação profissional (476-A da CLT). Licença remunerada em caso de aborto não criminoso. Acidente de trabalho ou doença nos primeiros 15 dias. Repouso semanal remunerado e Feriados. No período do tempo em que tiver de cumprir as exigências do serviço militar. Encargos públicos específicos. Empregado membro da Comissão de conciliação prévia quando atuando como conciliador sempre que for convocado. Suspensão disciplinar prevista no art. 474 da CLT. As faltas injustificadas ao serviço O empregado estável somente poderá ser dispensado caso cometa falta grave (art. 492 CLT). Durante a prestação do serviço militar obrigatório. O afastamento do empregado para o exercício de cargos públicos. O empregado eleito diretor de S.A. terá o seu contrato de trabalho suspenso na hipótese da Súmula 269 do TST. 9 Deborah Paiva

10 Até dois dias consecutivos em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua CTPS, viva sob sua dependência econômica. Até 03 dias consecutivos (casamento). Por um dia em cada 12 meses de trabalho no caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada. Até 02 dias, consecutivos ou não, (alistar como eleitor). Nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior. O empregado eleito para o cargo de dirigente sindical (Art º CLT). Greve (art. 7º da lei 7.783/89). Afastamento do empregado em caso de prisão. Aposentadoria por invalidez (art. 475 CLT). 61. Bruno, empregado da empresa AS, através de contrato individual de trabalho por prazo indeterminado, recebeu suspensão disciplinar pelo prazo de noventa dias consecutivos. Neste caso, (A) considera-se que houve rescisão do contrato de trabalho por culpa da empresa AS, sendo devida dentre outras verbas, o aviso prévio. (B) considera-se que houve rescisão do contrato de trabalho por culpa da empresa AS, não sendo devido o aviso prévio em razão da suspensão disciplinar. (C) considera-se que houve rescisão do contrato de trabalho por culpa de Bruno, não sendo devido o aviso prévio em razão da suspensão disciplinar. (D) considera-se que houve rescisão do contrato de trabalho por culpa recíproca, sendo devido, dentre outras verbas, o aviso prévio. (E) considera-se que houve rescisão do contrato de trabalho por culpa recíproca, não sendo devido o aviso prévio em razão da suspensão disciplinar. Comentários: Letra A. O art. 474 da CLT estabelece que a suspensão do empregado por mais de trinta dias importará em rescisão injusta do contrato de trabalho. E, quando o empregado for dispensado injustamente, ele terá direito ao aviso prévio. 10 Deborah Paiva

11 Observem a questão de prova resolvida na 7ª aula do curso isolado de Direito do Trabalho do TRT 8ª Região! (FCC Técnico judiciário TRT 9ª Região 2010) De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, em regra, a suspensão disciplinar do empregado por mais de trinta dias consecutivos (A) não importa rescisão do contrato de trabalho, tendo em vista o Princípio da Proteção. (B) importa rescisão injusta do contrato de trabalho. (C) importa rescisão de contrato de trabalho com reconhecimento imediato de culpa recíproca entre as partes tipificada pela norma legal. (D) importa rescisão do contrato de trabalho com justa causa. (E) não importa rescisão do contrato de trabalho, tendo em vista o princípio da continuidade da relação de emprego. Comentário: Letra B (art. 474 da CLT) Direito Processual do Trabalho 62. De acordo com a Lei no /06, os documentos produzidos eletronicamente e juntados aos processos eletrônicos com garantia da origem e de seu signatário, na forma estabelecida por esta Lei, serão considerados originais para todos os efeitos legais. Os documentos cuja digitalização seja tecnicamente inviável devido ao grande volume ou por motivo de ilegibilidade deverão ser apresentados ao cartório ou secretaria no prazo de (A) dez dias contados do envio de petição eletrônica comunicando o fato, os quais serão devolvidos à parte no prazo máximo de cento e vinte dias corridos. (B) cinco dias contados do envio de petição eletrônica comunicando o fato, os quais serão devolvidos à parte após o trânsito em julgado. (C) dez dias contados do envio de petição eletrônica comunicando o fato, os quais serão devolvidos à parte após o trânsito em julgado. (D) cinco dias contados do envio de petição eletrônica comunicando o fato, os quais serão devolvidos à parte no prazo máximo de cento e vinte dias corridos. (E) 48 horas contadas do envio de petição eletrônica comunicando o fato, os quais serão devolvidos à parte no prazo máximo de cento e vinte dias corridos. Comentários: Letra C Observem o art. 11 da Lei /06 que foi transcrito na 8ª aula do curso isolado de Processo do Trabalho. 11 Deborah Paiva

12 Art. 11. Os documentos produzidos eletronicamente e juntados aos processos eletrônicos com garantia da origem e de seu signatário, na forma estabelecida nesta Lei, serão considerados originais para todos os efeitos legais. 5 o Os documentos cuja digitalização seja tecnicamente inviável devido ao grande volume ou por motivo de ilegibilidade deverão ser apresentados ao cartório ou secretaria no prazo de 10 (dez) dias contados do envio de petição eletrônica comunicando o fato, os quais serão devolvidos à parte após o trânsito em julgado. 63. Messias, metalúrgico, ajuizou reclamação trabalhista em face de sua ex-empregadora, a empresa X. No dia da audiência Messias teve um problema estomacal e foi internado em hospital. Sua irmã, preocupada com a audiência, levou toda a documentação para seu amigo, o metalúrgico Sidnei. Neste caso, o comparecimento de Sidnei na audiência com o atestado médico comprobatório da sua internação (A) não evita o arquivamento da ação, tendo em vista que Sidnei não é competente para representar Messias. (B) evita o arquivamento da reclamação. (C) evita o arquivamento da reclamação bastando que Sidnei apresente procuração de Messias. (D) evita o arquivamento da reclamação desde que Sidnei apresente procuração de Messias e compareça com advogado legalmente habilitado. (E) evita o arquivamento da reclamação, desde que compareça com advogado legalmente habilitado, bem como com duas testemunhas que conheçam o fato. Comentários: Letra B O art. 843, parágrafo 2º da CLT estabelece que por doença, o empregado poderá fazer substituir-se por outro empregado que pertença à mesma profissão. Parece que a FCC está repetindo os artigos abordados em concursos recentes, observem a dica que dei na 4ª aula do curso isolado de Processo do Trabalho. DICA: O parágrafo segundo do artigo 843 da CLT foi cobrado pela FCC na prova do TRT/Campinas. Este artigo fala da possibilidade do empregado poder fazer-se substituir em audiência, quando por doença ou motivo ponderoso não puder comparecer. 12 Deborah Paiva

13 Neste caso, quem deverá substituí-lo será outro empregado que pertença à mesma profissão ou o Sindicato. Art. 843 da CLT Na audiência de julgamento deverão estar presentes o reclamante e o reclamado, independentemente do comparecimento de seus representantes salvo, nos casos de Reclamatórias Plúrimas ou Ações de Cumprimento, quando os empregados poderão fazer-se representar pelo Sindicato de sua categoria. 1º - É facultado ao empregador fazer-se substituir pelo gerente, ou qualquer outro preposto que tenha conhecimento do fato, e cujas declarações obrigarão o proponente. 2º - Se por doença ou qualquer outro motivo poderoso, devidamente comprovado, não for possível ao empregado comparecer pessoalmente, poderá fazer-se representar por outro empregado que pertença à mesma profissão, ou pelo seu sindicato. 64. Eduardo ajuizou reclamação trabalhista em face de sua empregadora, a empresa ED. Em audiência as partes celebraram acordo conforme a CLT, se não for convencionado de outra forma, o pagamento das custas caberá (A) ao Estado, da qual é isento. (B) à empresa ED. (C) ao Eduardo. (D) à empresa ED na proporção de 75% e ao Eduardo na proporção de 25%. (E) em partes iguais ao Eduardo e à empresa ED. Comentários: Letra E (art. 789, parágrafo terceiro da CLT) Em caso de acordo, as custas serão pro rata, ou seja, rateadas em partes iguais,caso não seja convencionado outra coisa pelas partes, porém o juiz poderá dispensar o empregado do pagamento de custas. 65. Com relação à Ação Rescisória, considere: I. A execução da decisão proferida em ação rescisória far-se-á nos próprios autos da ação que lhe deu origem, e será instruída com o acórdão da rescisória e a respectiva certidão de trânsito em julgado. II. Ao ajuizar ação rescisória o autor desta, em regra, deverá depositar em juízo, previamente, 30% do valor da causa. 13 Deborah Paiva

14 III. Declarando o tribunal que a ação rescisória é inadmissível ou improcedente, a importância do depósito recursal reverterá em favor do réu. IV. Conta-se o prazo decadencial da ação rescisória, após o decurso do prazo legal previsto para a interposição do recurso extraordinário, apenas quando esgotadas todas as vias recursais ordinárias. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I, III e IV. (B) I, II e III. (C) II, III e IV. (D) II e IV. (E) I e III. Comentários: Letra A (art. 494 do CPC, art. 836 da CLT e Súmula 100 do TST) Observem abaixo, o sublinhado nos trechos da 8ª aula do curso isolado de Processo do Trabalho que respondem às assertivas. A ação rescisória é uma ação de natureza especial, que tem por objetivo atacar a coisa julgada. A Coisa julgada ocorrerá quando a decisão judicial tiver transitado em julgado, ou seja, não estará mais sujeita à interposição de recursos. É importante ressaltar que o ajuizamento da ação rescisória não impedirá ou não suspenderá o cumprimento da sentença rescindenda, que aquela sentença que se pretende desconstituir, conforme estabelece o art. 489 do CPC. O art. 836 da CLT prevê expressamente a possibilidade de ajuizamento de ação rescisória no processo do trabalho e dispõe que serão aplicados os dispositivos do Código de Processo Civil (artigos 485/495 do CPC). Art. 836 da CLT É vedado aos órgãos da Justiça do Trabalho conhecer de questões já decididas, excetuados os casos expressamente previstos neste Título e a ação rescisória, que será admitida na forma do disposto no Capítulo IV do Título IX da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de Código de Processo Civil, sujeita ao depósito prévio de 20% (vinte por cento) do valor da causa, salvo prova de miserabilidade jurídica do autor. Parágrafo único. A execução da decisão proferida em ação rescisória far-se-á nos próprios autos da ação que lhe deu origem, e será instruída com o acórdão da rescisória e a respectiva certidão de trânsito em julgado. (NR). 14 Deborah Paiva

15 A ação rescisória deve ser proposta no prazo de dois anos, contados do trânsito em julgado da decisão (art. 495 da CLT). Este prazo é de decadência e deverá ser contado do trânsito em julgado da última decisão proferida na causa, seja de mérito ou não. Súmula 100 do TST I - O prazo de decadência, na ação rescisória, conta-se do dia imediatamente subseqüente ao trânsito em julgado da última decisão proferida na causa, seja de mérito ou não. X - Conta-se o prazo decadencial da ação rescisória, após o decurso do prazo legal previsto para a interposição do recurso extraordinário, apenas quando esgotadas todas as vias recursais ordinárias. Súmula 99 do TST Havendo recurso ordinário em sede de rescisória, o depósito recursal só é exigível quando for julgado procedente o pedido e imposta condenação em pecúnia, devendo este ser efetuado no prazo recursal, no limite e nos termos da legislação vigente, sob pena de deserção. 66. A empresa X possui atualmente sete empregados, uma vez que dispensou Maria no semestre passado e João pediu demissão. João ajuizou reclamação trabalhista em face de sua ex-empregadora requerendo, dentre outras verbas, horas extras realizadas e aviso prévio. Neste caso, em regra, o ônus da prova das horas extras e do aviso prévio é (A) da empresa X e de João, respectivamente. (B) de João. (C) da empresa X. (D) de João e da empresa X, respectivamente. (E) de ambas as partes indistintamente. Comentários: Letra D O ônus de provar o trabalho extraordinário será do empregado. Quando a empresa tiver mais de dez empregados ela será obrigada a apresentar os cartões de ponto, sob pena de ocorrer a inversão do ônus da prova (Súmula 338 do TST). O pagamento do aviso prévio quem deverá provar será a empresa. Sobre este tema, observem um trecho da aula do curso isolada de Processo do trabalho TRT 8ª Região. O ônus da prova é o dever que a parte tem de provar em juízo as suas alegações para o convencimento do juiz. 15 Deborah Paiva

16 A análise do ônus da prova poderá ser dividida em duas partes: a primeira trata-se do ônus subjetivo da prova e a segunda refere-se ao ônus objetivo. O ônus subjetivo da prova está ligado ao dever das partes em provar tal fato controvertido, assim pelo ônus subjetivo o magistrado deverá analisar quem tem o dever, ou seja, o encargo de prová-lo. No Processo do Trabalho o art. 818 da CLT combinado com o art. 333 do CPC tratam do ônus subjetivo da prova. Art. 818 da CLT- A prova das alegações incumbe à parte que as fizer. Art. 333 do CPC O ônus da prova incumbe: I- ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito; II- ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor. Fato constitutivo é aquele que deu origem à relação jurídica que está sendo discutida em juízo. Exemplificando: empregado requer o reconhecimento do vínculo empregatício e a reclamada nega a prestação de serviços, ele deverá provar o fato constitutivo de seu direito Fato extintivo é aquele que põe fim à relação jurídica deduzida no processo. Exemplificando: empregado postula o pagamento de salários e o empregador prova que pagou através de recibos assinados pelo empregado. Fato impeditivo é aquele que, segundo Alexandre Freitas Câmara, tem conteúdo negativo, ou seja, a ausência de alguns dos requisitos genéricos de validade do ato jurídico (agente capaz, forma, objeto lícito). Exemplificando: O reclamado demonstrar que o reclamante era de fato associado de uma cooperativa o que exclui o pedido de declaração de vínculo empregatício, conforme o art. 442, parágrafo único da CLT. 16 Deborah Paiva

17 Fato modificativo é aquele que não irá extinguir, mas alterará a relação jurídica entre as partes. Exemplificando: a prova de pagamento parcial das verbas postuladas pelo reclamante. A Súmula 338 do TST admite a inversão do ônus da prova no processo do trabalho, no que se refere aos pedidos de horas extras, quando a empresa contar com mais de 10 empregados e negar-se a apresentar os controles de freqüência, injustificadamente. Súmula 338 do TST- JORNADA DE TRABALHO. REGISTRO. ÔNUS DA PROVA. I - É ônus do empregador que conta com mais de 10 (dez) empregados o registro da jornada de trabalho na forma do art. 74, 2º, da CLT. A não-apresentação injustificada dos controles de freqüência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trabalho, a qual pode ser elidida por prova em contrário. II - A presunção de veracidade da jornada de trabalho, ainda que prevista em instrumento normativo, pode ser elidida por prova em contrário.iii - Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir. 67. Gabriela adquiriu uma fazenda na Cidade do Sol através de instrumento particular de compra e venda. Após alguns dias descobriu que a fazenda adquirida havia sido arrematada em leilão judicial em razão de dívida trabalhista do ex-proprietário. Neste caso, Gabriela (A) não poderá interpor Embargos de Terceiros, tendo em vista que o bem já foi arrematado em leilão. (B) poderá interpor Embargos de Terceiros até cinco dias depois da arrematação, mas sempre antes da assinatura da respectiva carta. (C) poderá interpor Embargos de Terceiros até dez dias depois da arrematação, mas sempre antes da assinatura da respectiva carta. (D) poderá interpor Embargos de Terceiros até cinco dias depois da arrematação, independentemente da assinatura da respectiva carta. (E) poderá interpor Embargos de Terceiros até dez dias depois da arrematação, independentemente da assinatura da respectiva carta. Comentários: Letra B Transcreverei, abaixo, a parte da 7ª aula do curso isolado de Processo do Trabalho que fala sobre embargos de terceiro. 17 Deborah Paiva

18 Os embargos de terceiro objetivam proteger a posse ou a propriedade daquele, que não sendo parte, sofrer turbação ou esbulho na posse de seus bens em decorrência de atos de apreensão judicial como, por exemplo, a penhora. A CLT é omissa em relação aos embargos de terceiro, por isso o Código de Processo Civil é aplicado subsidiariamente ao Processo do Trabalho, por força do art. 889 da CLT. Os artigos 1046/1054 do CPC tratam dos embargos de terceiro que se caracteriza por ser uma ação incidental conexa ao processo de execução ou de conhecimento. No processo de execução, esta ação poderá ser ajuizada até 05 dias após a arrematação, a adjudicação ou a remição, mas sempre antes da assinatura da respectiva carta (art do CPC). O parágrafo segundo ao art do CPC estende o conceito de terceiro embargante para aquele que, não sendo parte no processo, defende bens de sua posse ou propriedade que estão sendo objeto de constrição judicial. São legitimados para a interposição de embargos de terceiro: a) o cônjuge, na defesa de seus próprios bens reservados ou atinentes à meação; b) o credor hipotecário, pignoratício ou anticrético que são detentores do direito real sobre os bens alheios; Os embargos de terceiro deverão ser distribuídos por dependência e serem processados nos mesmos autos do processo, já os embargos do devedor deverão ser processados em autos apartados. Um ponto muito cobrado nas provas de concursos é a questão de quem será competente para processar e julgar os embargos de terceiro quando a ação for processada por carta precatória. Será competente o juízo deprecado (juízo que não processa a execução) ou o juízo deprecante (juízo que está processando a execução). Esta matéria está regulada pela Súmula 419 do TST. Súmula 419 do TST Na execução por carta precatória, os embargos de terceiro serão oferecidos no juízo deprecante ou no juízo deprecado, mas a competência para julgá-los é do juízo deprecante, salvo se versarem, unicamente, sobre vícios ou irregularidades da penhora, avaliação ou alienação dos bens, praticados pelo juízo deprecado, em que a competência será deste último. 68. Determinado direito já foi reconhecido mediante sentença normativa, mas Gilson pretende ajuizar reclamação trabalhista para assegurar tal direito. Neste caso, 18 Deborah Paiva

19 (A) Gilson poderá ajuizar reclamação trabalhista que seguirá obrigatoriamente o rito ordinário. (B) há falta de interesse processual, devendo Gilson ajuizar ação de cumprimento, não sendo necessário que haja o trânsito em julgado da sentença normativa. (C) há falta de interesse processual, devendo Gilson ajuizar ação de cumprimento, sendo necessário que haja o trânsito em julgado da sentença normativa. (D) Gilson poderá ajuizar reclamação trabalhista que seguirá obrigatoriamente o rito sumário. (E) Gilson deverá ajuizar execução provisória de sentença normativa, devendo depositar 50% do valor da causa a título de caução. Comentários: Letra B Quando um direito é assegurado através de uma sentença normativa, o empregado será considerado carecedor de ação, por falta de interesse processual, se postulá-lo através de uma reclamação trabalhista. Tal fato acontece porque bastará a propositura de uma ação de cumprimento para que o seu direito possa ser satisfeito. Observem, abaixo, o que foi mencionado na 8ª aula do curso isolado de Processo do Trabalho TRT 8ª Região. A decisão proferida em um dissídio coletivo chama-se sentença normativa e caso não seja cumprida, não será executada como acontece nos dissídios individuais. Assim, será necessária a interposição de uma ação de cumprimento quando as normas estabelecidas por uma sentença normativa não forem cumpridas. A ação de cumprimento tem por finalidade assegurar o cumprimento da decisão proferida em um Dissídio Coletivo, assegurando assim o cumprimento dos direitos abstratamente outorgados a determinadas categorias. Os direitos criados abstratamente por uma sentença normativa de proferida em Dissídio Coletivo de natureza econômica poderão ser postulados individualmente por cada trabalhador interessado ou coletivamente através do Sindicato da respectiva categoria profissional. 69. Contra a decisão do M.M. juiz que declara a incompetência absoluta da Justiça do Trabalho e determina a remessa dos autos para a Justiça Comum estadual (A) caberá Recurso de Revista. (B) caberá Agravo de Instrumento. (C) caberá Agravo de Petição. 19 Deborah Paiva

20 (D) não caberá recurso, por expressa disposição legal. (E) caberá Recurso Ordinário. Comentários: Letra E Trata-se de uma decisão terminativa em que se extingue o processo sem julgar o mérito da ação. O art. 895, I da CLT estabelece que caberá recurso ordinário das decisões terminativas ou definitivas das Varas de Trabalho. As decisões interlocutórias de caráter terminativo, que acolhe a exceção de incompetência em razão da matéria (art. 799, parágrafo 2º da CLT), serão impugnadas mediante recurso ordinário. Bem, chegamos ao final da prova! Espero que tenham gostado dos comentários da prova! Muita Luz e energias positivas para todos! Abraços, Deborah Paiva 20 Deborah Paiva

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