Índice 1 Introdução ao FIX 2 Arquitetura do FIX 3 Instalação do FIX DMACS for Windows v. 5.6/30 e v Configuração da Estação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Índice 1 Introdução ao FIX 2 Arquitetura do FIX 3 Instalação do FIX DMACS for Windows v. 5.6/30 e v. 6.12 4 Configuração da Estação"

Transcrição

1 CURSO COMPLETO 1

2 Índice 1 Introdução ao FIX 1.1 Funções do FIX Funções Básicas Funções SCADA / MMI Outras Funções Capacidade de Processamento 02 2 Arquitetura do FIX 2.1 Tipos de Nó (estação) Redes Programas Tipos de Programa Arquitetura Básica I/O Driver (Driver de Comunicação) SAC (Scan, Alarm and Control) Base de Dados Interface Homem-Máquina Draw View Exercício 09 3 Instalação do FIX DMACS for Windows v. 5.6/30 e v Requisitos de Hardware Requisitos de Software Versão 5.5/10 e 5.6/ Versão Autoexec.bat Config.sys Setup Exercício 12 4 Configuração da Estação 4.1 Diretórios Alarmes Rede de Estações Estação SCADA Carregamento Automático de Tarefas Segurança SQL Estação Remota Exercício 18 2

3 5 Desenvolvimento de uma Aplicação 5.1 Base de Dados Funcionamento da Base de Dados Funcionamento dos Blocos Funcionamento das Cadeias Construtor de Base de Dados Exercício Desenhador e Exibidor de Telas DRAW Ferramentas de Desenho DRAW Tipos de Links Propriedades Dinâmicas do Objeto Exercício Alarmes e Mensagens Tipos de Alarmes e Mensagens Áreas de Alarme Dispositivos de Alarmes Exercício Macros de Teclado e Linguagem de Comandos Alguns Comandos da Linguagem de Comandos Exercício Dados Históricos Declaração da Coleta Coleta dos Dados Exibição dos Dados Coletados Exercício Agrupando Tags (TGE) Criar um TAG-GROUP Associando Grupos de Tags nas Telas Exercício 40 6 Exercício 41 3

4 OBJETIVO Desenvolvimento de uma aplicação utilizando os recursos básicos do FIX. Este curso é indicado para engenheiros que estão começando a desenvolver aplicações com FIX ou que desejam entender como elas são desenvolvidas, bem como para os operadores do sistema. Programa: - Conceitos da família FIX da Intellution; - Instalação do software; - Desenvolvimento de uma aplicação. Configuração da estação;. Princípios básicos da Interface Homem-Máquina;. Dados Históricos;. Editor de Grupos de Tags; - Exercícios 4

5 PARTE I 1 - Introdução ao FIX Funções do FIX Funções Básicas Aquisição de Dados: Capacidade de aquisitar os dados em CLPs (ou outros hardwares) no chão da fábrica e processá-los no microcomputador. O FIX DMACS pode também enviar valores processados para o chão da fábrica. Gerenciamento de Dados: Após a aquisição dos dados o FIX DMACS encarrega-se de manipular e distribuir esses dados para os módulos do software (telas, relatórios, históricos, serviços de alarmes... ) Funções SCADA/MMI Monitoração: Capacidade de exibir os dados do chão da fábrica em tempo real. No FIX DMACS os dados podem ser apresentados em formato numérico, alfanumérico ou gráfico tornando a interface mais amigável para a operação. Supervisão: Capacidade de apresentar os dados em tempo real combinada à capacidade que os operadores têm de alterar set points, ligar/desligar bombas, abrir/fechar válvulas, gerar relatórios de alarmes e históricos... e outros valores, diretamente a partir do computador. Alarmes: Os Alarmes fornecem a capacidade de reconhecer eventos excepcionais que ocorram no processo e relatá-los imediatamente. Controle: Capacidade de aplicar automaticamente algoritmos que ajustam valores de processo mantendo-os dentro dos limites definidos. Desta forma o computador pode controlar sozinho o processo. O FIX DMACS possui recursos de controle contínuo, controle por processamento em batelada e controle estatístico do processo Outras Funções 5

6 Arquivamento de Dados: Qualquer dado do chão da fábrica que esteja sendo lido/escrito pelo FIX DMACS pode ser amostrado e armazenado em disco. Esses valores arquivados podem ser utilizados a qualquer momento para gerar gráfico de tendência histórica e/ou relatórios. Relatórios: FIX DMACS fornece funções que permitem aos operadores acessar dados do FIX DMACS através de protocolos de intercâmbio de dados tais como OLE, DDE e ODBC-SQL. Com essas ferramentas os operadores podem gerar relatórios detalhados tanto com valores em tempo real quanto com dados arquivados em disco. Arquitetura Aberta: FIX DMACS fornece uma biblioteca de funções em C que permite o acesso a qualquer dado do sistema. Desta forma podem ser escritos aplicativos que resolvam eventuais problemas específicos de automação. Além disso, o FIX DMACS possui características que permitem interfaces com produtos que aceitam comunicação via DDE, OLE e ODBC (bancos de dados relacionais, planilhas e multimídia) Capacidade de Processamento Processamento Distribuído: O FIX DMACS pode ser usado em aplicações com uma única estação (standalone) ou em aplicações onde necessitam-se mais de uma estação (distribuída). O FIX DMACS foi projetado para ser um produto distribuído ao contrário de outros produtos que fazem transmissão por blocos de dados, tabelas, broad cast. A Intellution desenvolveu um sistema capaz de transmitir apenas os dados requisitados. Com isso, consegue-se maior performance na rede e consequentemente no sistema. Cada nó pode comunicar-se com todos os outros nós da rede, mas as tarefas locais não dependem necessariamente de outros nós. Por essa característica podemos afirmar que o FIX DMACS tem a capacidade de executar processamento realmente distribuído. Processamento Centralizado: Alguns aplicativos necessitam apenas de um nó para executar as funções solicitadas. O FIX DMACS pode ser executado com a mesma eficiência em um ambiente de processamento centralizado. No FIX DMACS é bastante fácil converter de uma estação de processamento centralizado para processamento distribuído e vice-versa. Processamento por Tempo: 6

7 O FIX DMACS pode executar qualquer combinação de processamento baseado por tempo, isto é, pode-se misturar os intervalos de tempo (segundos, minutos e horas) para a aquisição e cálculo de dados. Desta forma é possível equilibrar os recursos do sistema entre dados que precisam ser adquiridos com intervalos mais longos. Processamento por Exceção: Muitas vezes, é mais eficaz processar os dados a partir de eventos-chave. Esse evento pode ser: alteração de um dado, mensagem não solicitada do hardware do processo, ação do operador, execução de um aplicativo. O processamento por exceção é essencial para aplicativos que monitoram um número significativo de entradas e saídas. Um nó do FIX DMACS pode executar simultaneamente o processamento baseado em tempo (polling) e por exceção (unsoliceted message). 2 - Arquitetura do FIX DMACS 7

8 2.1 - Tipos de Nó Definição de Nó: qualquer computador que execute o FIX DMACS (em alguns documentos pode-se encontrar a denominação estação). Abaixo descrevemos os principais tipos de nó do FIX DMACS: Nó SCADA: A principal característica do Nó SCADA é a execução da aplicação de aquisição e supervisão de dados (I/O Driver + Base de Dados). Geralmente, o Nó SCADA está instalado no chão da fábrica e está conectado com o hardware do processo. Nó Vista (Nó de exibição): É um nó que necessariamente está ligado a uma rede com a mínimo um Nó SCADA. Este nó não executa todos os módulos SCADA (controle contínuo, batelada, SPC...), entretanto executa todos os outros (históricos, receitas, relatórios, alarmes, telas...). Nó Plant TV: Como o Vista, necessariamente está ligado a uma rede, mas não executa nenhum dos módulos do SCADA, apenas visualiza. Esta estação pode gerar relatórios. Nó de Engenharia (SCADA ou Vista): Permite fazer configuração de telas ou base de dados tanto on-line (com a estação funcionando) ou no desenvolvimento da aplicação. Nó Run Time (SCADA ou Vista): Neste tipo de Nó não é possível fazer configuração de telas ou base de dados. Os arquivos previamente configurados nas estações ENGENHARIA, são instalados na estação para a supervisão do processo. O Nó Run Time tem toda a funcionalidade de uma estação ENGENHARIA, apenas não faz configuração. Nó Local e Nó Remoto: Quando o FIX DMACS está trabalhando com o processamento distribuído, denominamos de Nó Local o nó onde você está trabalhando. Nó Remoto é qualquer outro nó que seja acessado via modem (fisicamente distantes). Nó Independente (STAND-ALONE): Quando o FIX DMACS está trabalhando com processamento centralizado em um único nó, denominamos de Nó Independente. Todas as funções são desempenhadas neste único nó Redes 8

9 O projeto de redes do FIX DMACS incorpora dois princípios básicos: processamento realmente distribuído e transferência de dados. Processamento Distribuído: Cada nó executa independentemente as funções atribuídas a ele. Esta estratégia permite que um nó seja desativado sem desativar toda rede. Se um nó procura dados em outro nó desativado o suporte a rede do FIX DMACS informa ao solicitante este problema. Transferência de Dados por Demanda: No FIX DMACS somente os Nós SCADA possuem base de dados. Os dados são lidos e gravados por demanda, isto é, somente dados solicitados trafegam pela rede. Esta estratégia preserva os recursos de execução das tarefas locais. Conectividade Multiplataforma: O FIX DMACS permite a comunicação entre nós com plataformas diferentes. Por exemplo, é possível conectar um Nó SCADA DOS com um Nó WINDOWS, OS/2 e/ou VMS Programas O FIX DMACS é um software multitarefa preemptivo. Executa diversas tarefas simultaneamente priorizando aquelas que são mais críticas. Por exemplo: em um Nó SCADA a aplicação que faz a aquisição e gerenciamento dos dados tem prioridade maior do que aquela que exibe os dados na tela Tipos de Programa Tarefas de Configuração do Usuário: Permitem criar as instruções e a lógica que monitoram e controlam o processo. Geram arquivos de configuração que serão utilizados pelos aplicativos do sistema. Tarefas do Sistema: Trabalham em tempo real com o processo. Utilizam os arquivos criados pelas tarefas de configuração do usuário necessitando de pouca ou nenhuma intervenção do operador. Tarefas do Usuário: São os programas com os quais o operador interage para trabalhar com o processo (telas, históricos, relatórios). Também criam e utilizam arquivos de configuração Arquitetura Básica 9

10 SCADA SERVIDOR VISTA Cliente PlantTV Cliente I/O Driver N1 N2 B1 B2 N3 B Base de Dados Arquitetura Básica do FIX DMACS A figura acima apresenta o fluxo percorrido pelos dados aquisitados no campo até serem processados pelo FIX DMACS: o software I/O Driver lê os dados do hardware de processo e transfere os valores para os endereços da tabela Imaginária do Driver (DIT); o programa SCAN, ALARM and CONTROL (SAC) lê os dados na DIT, processa-os e transfere-os para a base de dados; as funções internas de acesso da base de dados transfere os dados para os aplicativos que estão requisitando os dados. Não há necessidade de interação do operador para que essa transferência ocorra. O FIX DMACS também envia dados para o processo executando essas etapas em ordem inversa I/O Driver (Driver de Comunicação) O I/O Driver é o programa responsável pela transferência dos dados do hardware do processo para o FIX DMACS e vice-versa. Como cada hardware tem seu protocolo de comunicação específico, o I/O Driver também é diferente para cada hardware. No Driver de Comunicação são especificados os parâmetros de comunicação necessários para criar a Tabela de Imagem (DIT). 10

11 DIT (DRIVER IMAGE TABLE): Tabela que contém os registros de consulta. Cada registro de consulta pode conter um ponto isolado ou um conjunto de pontos contíguos. Endereçamento: Para definir um registro de consulta é necessário parametrizar o endereço inicial; informar onde começa a faixa de dados do processo a serem lidos e o tamanho; informar quantos pontos contíguos devem ser levados e trazidos. Polling: Tempo especificado para a atualização dos registros de consulta definidos na DIT. Os tempos podem variar de 0 a 255 segundos em incrementos de décimos de segundo SAC (SCAN, ALARM and CONTROL) O SAC é o programa responsável pela varredura e gerenciamento de alarmes e lógicas de controle executada no Nó SCADA: lê e escreve dados na DIT; converte os dados para o formato desejado pela base de dados; compara valores com os limites de alarme e gera mensagens de alarme; executa a lógica de controle; detecta exceções; O processamento do SAC pode ser: baseado por tempo baseado em exceções por impulso: se o primeiro bloco da cadeia possui tempo de varredura igual a zero, o SAC só processa a cadeia uma vez. Tempo de Varredura (SCAN TIME): O tempo de varredura é informado nos blocos primários da cadeia para informar ao SAC a freqüência como devem ter seus valores lidos/escritos na DIT. (processamento baseado por tempo) Base de Dados 11

12 A base de dados é uma tabela onde são definidos os tags do processo. Cada tag criado tem seu conteúdo de informações armazenada em bloco na Base de Dados. Bloco: Conjunto codificado de instruções que executam tarefas específicas. A cada bloco estão associados parâmetros para a execução de sua respectiva tarefa. Existem basicamente dois tipos de Blocos: Blocos Primários: Lêem ou gravam dados na DIT ou executam uma função especial. Podem ser usados stand alone. Blocos Secundários: Manipulam os dados fornecidos a eles por um bloco primário. Seguem um bloco primário. Cadeia: Chama-se cadeia uma série de blocos que criam um loop de controle ou monitorização. OBS: A base de dados do FIX DMACS pode se comunicar com aplicativos via ODBC e DDE de outros fabricantes. Por exemplo: Excel, Access, Oracle, etc Interface Homem-Máquina A Interface Homem Máquina são telas que permitem a interface entre o processo e o operador. Isto é, o aplicativo que permite ao operador interagir com o processo. O FIX DMACS possui dois aplicativos para criar e executar a IHM: DRAW (desenho) e VIEW (Apresentação) Draw Através de ferramentas de desenhos, textos, animações e gráficos permite que o usuário crie telas atraentes e de fácil operação. Uma das principais ferramentas do VIEW é chamada de LINK, Utiliza-se os Links para exibir os dados de processo ou do sistema. Através do Link também pode-se alterar valores na base de dados. As animações associando objetos e a base de dados também possibilitam visualizar o processo View Este programa permite ao operador visualizar o processo bem como interagir em tempo real com as telas e o processo. Por exemplo, comandar uma válvula Exercícios 12

13 Resposta as questões abaixo: 1-) Quais as funções de uma estação SCADA? 2-) O que diferencia um nó SCADA do VISTA? 3-) Posso Interagir no processo através de um nó PLANT TV? 4-) Com quais protocolos de dados podemos gerar relatórios com FIX? 5-) Quais os aplicativos do FIX para criar uma IHM? 6-) Como é construída a Base de Dados do FIX? 7-) O que é transferência de dados por demanda? 8-) Aonde são especificados os parâmetros para criar a DIT? 9-) Qual estação SCADA permite configuração ON-LINE? 10-) Qual a função do SAC? 11-) Desenho em blocos a arquitetura básica do FIX DMACS? PARTE II 13

14 3 - Instalação do FIX DMACS for Windows v. 5.6/30 e v Requisitos de Hardware Computador PENTIUM (com processador INTEL) 16 MRAM (recomendável 32 MRAM) Driver de 3.5 CD ROM (as versões mais atuais do FIX já vêm em CD) Kit Multimídia (opcional) Disco rígido de 1,2 Gbytes ou maior Placa de rede (nós de rede) 1 porta paralela 2 portas seriais Vídeo SVGA com 256 cores (com driver suportado pela Microsoft) Mouse (com driver suportado pela Microsoft) Placa de Vídeo 2 M ao superior Requisitos de Software Versão 5.5/10 e 5.6/30 (16 bits) DOS 6.22 MS - Windows 3.1X ou Windows for Workgroup 3.11 (incluindo o gerenciador de memória HIMEM.SYS) Software de Interface para rede (desnecessário para Nós Independentes) Recomenda-se usar o SMARTDRV.EXE para melhorar a performance de cache em disco e também usar o SHARE.EXE do DOS para auxiliar o acesso e a proteção aos arquivos Versão 6.12 (32 bits) Windows NT 4.0 (ou superior) ou Windows Autoexec.bat para versão 16 bits off 14

15 c:\windows\smartdrv.exe c:\dos\share.exe path c:\excel;c:\windows;c:\dos;c:\wdmacs set temp=c:\windows\temp prompt on Config.sys (exemplo) DEVICE=C:\WINDOWS\HIMEM.SYS DEVICE=C:\RAMDRIVE.SYS SHELL=C:\DOS\COMMAND.COM C:\DOS\ /P /E:1200 DOS=HIGH FILES=42 BUFFERS=30 STACKS=9, Setup Para instalar o FIX DMACS for Windows v. 5.6/30 ou 6.12 utilize a sub-opção RUN no menu START. Instalação do FIX DMACS for Windows O programa de Instalação pedirá que você informe o tipo de instalação a ser usada: Quick Install: não serão pedidas informações sobre os módulos a instalar nem de seu respectivos diretórios; Custom Install: o usuário irá informar os módulos a serem instalados e seus diretórios. Esse tipo de instalação deverá ser escolhido para instalar um novo módulo em uma instalação já existente. Após a instalação será criado o Grupo Intellution FIX onde serão apresentados os ícones das aplicações do FIX DMACS. 15

16 Item de Grupo Intellution FIX Exercício OBS: Leia com atenção todas as mensagens e informações enviadas pelo sistema. Instale o FIX DMACS utilizando a opção QUICK INSTALL. NOTA: Lembre-se que o nó será Stand Alone e receberá o nome default (FIX). 4 - Configuração da Estação 16

17 Após a instalação do FIX DMACS podemos configurar o nó para executá-lo. A configuração da estação é gravada em arquivos que serão lidos ao ser dado START UP no software. Se for necessário fazer alguma alteração na configuração esta só será válida após um novo START UP no software. O utilitário SYSTEM CONFIGURATION é utilizado para fazer a configuração da estação. Na opção CONFIGURE encontramos todos os itens a serem configurados. Os ícones correspondentes a essas opções estão na caixa de ferramentas desenhada na tela Diretórios Nesta opção é informada a árvore de diretórios onde serão gravados os arquivos executáveis, de configuração, telas, base de dados, etc. Essa organização simplifica bastante a escolha dos diretórios/arquivos que devem ser copiados por exemplo, para uma cópia de segurança da aplicação desenvolvida. Menu de Configuração dos Diretórios Alarmes 17

18 Menu de Configuração dos Serviços de Alarmes Nesta opção serão ativados as tarefas de alarmes e mensagens do FIX DMACS: Impressoras de 1 a 4: Ativa até 4 impressoras que imprimem os alarmes em tempo-real; Sumário de Alarmes: Ativa a buzina do microcomputador e permite a exibição dos alarmes na telas desenvolvidas para a aplicação; Arquivos de Alarmes: Escreve os alarmes em arquivos no disco rígido no diretório indicado como diretório de alarmes com o nome aammdd.alm. ( ALM); Rede de Alarmes: Envia/Recebe alarmes e mensagens do operador geradas no nó remoto através da rede; Histórico de Alarmes: Exibe, em tempo real, uma lista de alarmes e mensagens do nó local; Rede de Estações 18

19 Menu de Configuração da Rede DMACS Uma das características do FIX DMACS é a sua capacidade de processamento distribuído. Na opção NETWORK configura-se as estações que estarão na rede do FIX DMACS sendo necessário informar quais os nomes das estações remotas. Caso a opção NETWORK SUPPORT seja configurada DISABLE, a estação operará Stand Alone Estação SCADA Nesta opção é feita a configuração que caracteriza um Nó SCADA: Habilita a opção SCADA; Informa o nome da base de dados onde serão configurados os blocos de supervisão e controle; Informa e configura o I/O Driver para a Comunicação com o hardware de processo. 19

20 Menu de Configuração do Nó Carregamento Automático de Tarefas Menu de Configuração das Tarefas Automáticas 20

21 Algumas aplicações do FIX DMACS devem começar a ser executadas no momento em que é dada a partida no sistema. Por exemplo, em um Nó SCADA, o programa SAC e o I/O Driver devem executar desde o primeiro instante que o FIX DMACS for carregado, por isso quando se habilita o Nó SCADA, automaticamente essas tarefas são instaladas nesta opção. Todas as tarefas que necessitam ou que se deseja começar automaticamente deverão ser configuradas nesta opção Segurança Esta opção possibilita a chamada do SECURITY CONFIGURATION via SCU. Para que esta opção esteja ativa o FIX DMACS deverá já estar em execução SQL Menu de Configuração do SQL Esta opção permite configurar o FIX DMACS para trocar dados com um Banco de dados relacional via interface ODBC. 21

22 4.8 - Estação Remota Utiliza-se esta opção para configurar uma estação remota do FIX DMACS onde está sendo usado um modem para comunicação. Menu de Configuração do Modem (Nó Remoto) OBS: Está opção só esta disponível na versão 16 bits, nas 32 bits você vai usar o suporte do sistema operacional (Windows NT ou 95) Exercício 1-) Configure o Nó SCADA: Sumário de Alarmes Nome da Base de Dados: Treino I/O Driver: SIM Nota: Não esqueça de salvar a nova configuração antes de sair do SCU. 2-) Carregue o FIX DMACS a partir do ícone FIX START UP. 22

23 5 - Desenvolvimento de uma Aplicação Base de Dados PARTE III Funcionamento da Base de Dados Recebe valores de entrada da DIT; Manipula os valores do processo de acordo com a estratégia definida; Compara valores lidos com os limites de alarmes definidos; Retorna os valores de saída para a DIT; Envia mensagens de alarmes para as telas de operação, impressoras, arquivos e rede Funcionamento dos Blocos Recebe o valor proveniente da DIT ou bloco anterior; Manipula o valor de acordo com a estratégia de controle; Compara o valor com os limites de alarmes; Executa cálculos; Envia o valor manipulado para a DIT ou para o bloco seguinte Funcionamento das Cadeias Para criar a estratégia de controle geralmente é necessário transferir os valores de um bloco para outro. Para isso precisamos conectar a entrada de um bloco a saída de outro. A essa conexão chamamos cadeias. O Processamento das cadeias é feito pelo SAC, bloco a bloco nos intervalos de tempo especificado Construtor de Base de Dados A Base de Dados do FIX DMACS é desenvolvida pelo programa DATABASE BUILDER. O DATABASE BUILDER exibe as informações da base de dados em formato de planilha onde cada linha corresponde a um bloco e as colunas referem a um campo do bloco. O formato de planilha facilita a manutenção da base de dados, por exemplo, para alterar um bloco existente basta selecioná-lo com o mouse. Se não for utilizado o formato de planilha essa alteração deverá ser feita informandose o nome do TAG na sub-opção MODIFY do menu BLOCKS. 23

24 Exercício 1-) Criar na base de dados os tags referentes ao sensor de nível e a válvula de alívio do tanque de resíduo conforme indicado abaixo. Menu de Configuração da Entrada Analógica 24

25 Menu de configuração da Saída Digital 2-) Salve a base de dados e recarregue-a Desenhador e Exibidor de Telas O programa DRAW é um editor gráfico orientado por objetos onde são desenvolvidas as telas onde será operada a aplicação de supervisão e controle. Uma das principais características deste desenhador é a capacidade de vincular objetos aos pontos do processo e com isto permitir a exibição dos valores em tempo real. Esses vínculos são chamados de LINKS. Os Links podem ser exibidos em diferentes formatos (numéricos, alfanuméricos, gráficos de linha, histogramas...) tornando assim a interface homem máquina mais amigável. O programa VIEW é utilizado para exibir as telas desenhadas no DRAW (até 10 simultaneamente). Neste programa, através dos links associados no desenho, serão exibidas as informações do processo em tempo real. A operação da aplicação pode ser feita neste módulo: alteração de valores, emissão de relatórios, reconhecimento de alarmes, etc DRAW - Ferramentas de Desenho 25

26 Ferramentas de Desenho Retângulos Círculos (elipses) Linhas Poli-linhas Polígonos Textos OBS: Configurar o tamanho do TOOLS BOX, basta selecionar o item tools box setup, no menu do DRAW DRAW - Tipos de Links Ícones dos tipos de Link Valores: Exibe os valores lidos em formato numérico ou texto. Permite entrada de dados pelo operador em diversos formato; Time: Exibe a hora do sistema (de acordo com o relógio do micro); Data: Exibe a data do sistema (de acordo com a data do micro); Janela de Alarmes: Exibe a lista de alarmes de acordo com a parametrização feita na construção do link; Sistema: Exibe os parâmetros do sistemas (por exemplo: prioridade de alarme) tanto no formato numérico quanto em formato texto; 26

27 Botão: Desenha um botão na tela. Associa-se ao botão comandos a serem executados quando este for pressionado; Gráfico de Tendência: (linha/barra): Exibe os valores de tendência em tempo real. Cada dado é associado a uma cor que será exibida em formato de linha ou de barra respectivamente; Gráficos de Controle Estatístico: (X-BAR, R-BAR, S-BAR, Histograma e XY Plot): Exibem informações dos controles estatísticos Propriedades Dinâmicas do Objeto Menu de Configuração das Propriedades Dinâmicas do Objeto Cor: Permite colorir os objetos de acordo com valor corrente, alarme corrente ou alarme não reconhecido. Posição: Permite movimentar, aumentar, diminuir, ou fazer uma rotação de um objeto associado a valores de um TAG. As opções podem trabalhar em conjunto. Preenchimento Proporcional: Permite preencher um objeto proporcionalmente aos valores correntes da TAG associado. Dessa forma, por exemplo, pode-se criar a animação de um tanque. Visible: Permite tornar um objeto visível ou invisível de acordo com o valor de um tag. 27

28 Command: Permite associar um conjunto de comandos a serem executados quando o objeto é pressionado. Além disso pode associar a uma função de teclado Exercício OBS: A partir deste item vamos desenvolver um exemplo de aplicação para controlar a abertura de uma válvula de alívio de acordo com o nível de um tanque. 1-) Desenhe a tela abaixo e salve com o nome de TELA1.ODF 2-) Inclua na TELA1 os links que indicam DATA e HORA. 3-) Inclua na TELA1.ODF os links do tipo Data Link para exibir os valores dos tags NIVEL (numérico) e Válvula (alfanumérico). Os Links deverão permitir que o operador entre com valores via teclado. Ao terminar salve a tela. Exemplo: 28

29 Menu de Configuração do Data Link OBS: Instruções para preenchimento: TAGNAME: Informa o nome do nó, tag e campo (nó:tag.campo). Pressionado o botão? serão exibidas ao opções válidas para o preenchimento deste campo; DYNAMIC COLORING: Associa a troca de cor do link com o valor corrente, alarme corrente ou alarme não reconhecido de mais alta prioridade; VISIBLE BACKGROUND COLOR: Informa a cor de fundo do link; ALLOW DATA ENTRY: Permite que o operador altere os valores do link; CONFIGURE DATA ENTRY: Exibe o menu para configurar forma que o dado será alterado (exemplo: pressionando um botão, informando via teclado um valor numérico...); REQUIRE CONFIRMATION: Quando selecionado envia uma mensagem para o operador confirmar ou não a alteração de valor; NUMERIC DATA: Informa que o valor a ser exibido no link será do tipo numérico (no tagname o campo descrito é do tipo F_*) - FLOAT; TEXT DATA: Informa que o valor a ser exibido no link será do tipo texto (no tagname o campo descrito é A_*) - ASCII; RIGHT/LEFT JUSTIFY: Alinha o valor exibido no tag à direita ou esquerda; CONTROLLABLE: Permite selecionar o link e executar um comando do VIEW como por exemplo reconhecer o alarme deste TAG. 4-) Com o programa VIEW veja a tela construída nos itens 1 e 2. Tente alterar os valores nos links. 29

30 5-) Novamente altere a TELA1, incluindo a propriedade de Preenchimento Proporcional no tanque, associando-o com TAG NIVEL. Coloque uma propriedade de COR na válvula de forma que fique vermelha quando aberta e verde quando fechada. Salve e teste a tela alterada. 6-) Inclua na base de dados um bloco EVENT para controlar a abertura / fechamento da válvula de alívio. Se o nível ultrapassar de 90 litros a válvula. Menu de Configuração do Bloco de Evento Após salvar e recarregar a base de dados atualizada, altere o valor do NIVEL na TELA1 para testar o controle da válvula. 7-) Na TELA1, inclua um link de Gráfico de Tendência (linha) com o tag do nível do tanque. 30

31 Configuração do Link de Gráfico de Tendência OBS: Instruções de preenchimento: EIXO X/ EIXO Y: Configura a exibição dos eixos do gráfico (cor, número de divisões,...); PENAS: Configura os tags e respectivas cores de exibição; TIME DURATION: Tempo de duração do eixo X; MODIFIABLE: Quando marcado informa que as penas poderão ser alteradas durante a exibição no VIEW. COLOR FOREGROUND / BACKGROUND: Configura as cores de exibição do gráfico; LEGEND CONFIGURATION: Habilita a exibição da legenda utilizando os campos selecionados com os tamanhos informados. 31

32 Menu de Configuração das Penas 8-) Inclua um bloco PROGRAM para simular a entrada de dados automática. 32

33 9-) Inclua um Data Link: modificável na TELA1 com: tagname: nó:prgnivel.a_scan. 10-) Teste as alterações da tela. Retire e recoloque o bloco de programa na varredura Alarmes e Mensagens Tipos de Alarmes e Mensagens Alarmes de Blocos: São gerados quando os valores dos dados ultrapassam os limites definidos nos blocos, mudam de estado ou há erro de comunicação. Mensagens de Blocos: Os blocos podem enviar mensagens para impressora(s) ou para arquivos de alarmes informando a ocorrência de um evento. Essas mensagens não aparecem na tela e não necessitam de reconhecimento pelo operador. Mensagens do Operador: São as ações do operador que geram mensagens. Mensagens do Sistema: São as mensagens enviadas pelo FIX MMI/DMACS. Podem ser mensagens de alerta ou mensagens de erro (problema). Mensagens dos Aplicativos: Alguns aplicativos do FIX, como o Pacote de Receitas, também podem enviar mensagens para a impressora ou para arquivo Áreas de Alarme O FIX permite que os alarmes e mensagens sejam distribuídos entre 16 áreas (A- P) no máximo. Cada uma dessas áreas recebe os alarmes que forem especificados na configuração. Por exemplo: A área A recebe alarmes e os envia para a tela. A área B recebe alarmes e os envia para tela e para o arquivo de alarmes. Na configuração dos blocos deverá ser informado para qual área de alarme deve ser enviado o alarme gerado no bloco Dispositivos de Alarme Já especificamos os dispositivos de alarme utilizados pelo FIX MMI/DMACS no capítulo de Configuração do Sistema. (Capítulo 2) Exercício 33

34 1-) No SYSTEM CONFIGURATION altere os serviços de alarme, configurando o serviço Summary Display para exibir alarmes da área A. As mensagens do operador devem ser gravadas em disco. 2-) Altere a área de alarmes do NIVEL para A e os limites de alarmes do TAG NIVEL para: LOLO 5 LO 10 HI 90 HIHI 95 3-) Inclua na TELA1 um link de Alarme. 4-) No objeto do tanque inclua a propriedade dinâmica Color Foreground escolhendo a troca de cor de acordo com o alarme corrente do TAG NIVEL. 5-) Coloque na TELA1 um Data Link para mostrar o alarme corrente do tag NIVEL (tagname: nó:nivel.a_cualm). 6-) Teste a tela. Utilize o comando ALARMS do menu deste aplicativo. 7-) Utilize o editor de texto WORD PAD do Windows para ver o conteúdo do arquivo de alarmes (diretório: \FIX32\ALM, arquivo: aammdd.alm). 8-) Criar uma tela de alarmes, e salvar com o nome de ALARME.ODF Macros de Teclado e Linguagem de Comandos As Macros de Teclados do FIX possibilitam a associação de teclas a comandas. Por exemplo, digitando a tecla F12 pode se comandar o reconhecimento dos alarmes ou digitando CRTL-0 pode trocar-se de tela. Os programas VIEW e DRAW possuem macros pré-definidas. Quando se deseja que o teclado funcione de forma idêntica para todas as telas desenvolvidas para a aplicação basta utilizar a macro VIEW.KMX, alterando-a, se necessário, inclusive. Com a linguagem de comandos é possível programar a execução de um conjunto ( scripts ) de comandos a partir do pressionamento da um botão (link) ou da seleção de um objeto na tela que possua uma propriedade dinâmica de comando. OBS: As Macros de Teclados utilizam a Linguagem de Comandos para a programação das teclas Alguns comandos da Linguagem de Comandos 34

35 Abaixo estão listados os comandos principais da Linguagem de Comandos. No manual Comand Language pode se encontrar todos os comandos com sua respectivas explicações e exemplos. Controle de Fluxo GOTO n da linha IF expressão comando [ELSE comando] ENDIF NULL PAUSE valor Controle de Alarmes ALARMACK nó:tag ALARMACKALL nome da tela DISABLEALARM nó:tag ENABLEALARM nó:tag TOGGLEALARM nó:tag Controle Automático/Manual SETAUTO nó:tag SETMANL nó:tag TOGGLEMANL nó:tag Controle da Varredura OFFSCAN nó:tag ONSCAN nó:tag TOGGLESCAN nó:tag Controle de Blocos Digitais CLOSEDIG nó:tag.campo OPENDIG nó:tag.campo TOGGLEDIG nó:tag.campo Manipulação de Valores GETVAL nó:tag.campo variável RAMP nó:tag.campo %EGU SETVAL nó:tag.campo valor Controle de Telas CLOSEPIC nome da tela/apelido OPENPIC nome da tela [y,x,h,w] [apelido] [tag group] 35

36 REPLACEPIC nome da tela atual nome da tela próxima SETNICKNAME apelido Mensagens MESSAGE texto NOTE texto PROMPT variável texto [x,y] Controle de Aplicações EXIT PLAYSOUND arquivo de som.wav RUNTASK executável [ parâmetros ] OBS: Os comandos da Linguagem de Comandos podem ser utilizados também de forma relativa, isto é, os comandos atuam no bloco da base de dados, objeto ou tela selecionados. Para isto basta substituir os parâmetros * Exercício 1-) Escreva um arquivo de macro (MACRO1.KMX) com os seguintes comandos: KEY FUNCTION COMMANDS CTRL-0 TOGGLESCAN THISNODE:PRGNIVEL CTRL-1 ALARMACKALL CTRL-2 NOTE FIX DMACS for Windows CTRL-3 RUNTASK ALMHIS CTRL-4 TOGGLEDIG THISNODE:V_ALIVIO.F_CV CTRL-5 SETVAL THISNODE:NIVEL.F_CV 51 CTRL-6 RAMP THISNODE:NIVEL.F_CV 15 CTRL-7 REPLACEPIC * ALARMES CTRL-8 DECLARE #X NUMERIC PROMPT #X ENTRE COM O VALOR DO NIVEL SETVAL THISNODE:NIVEL.F_CV #X CTRL-9 DECLARE #X STRING FILELIST C:\FIX32\ALM\*.ALM #X QUAL DATA? DECLARE #Y STRING #Y =.ALM DECLARE #Z STRING #Z = C:\FIX32\ALM\ STRCAT #Z #X STRCAT #Z #Y NOTE #Z VIEW #Z CTRL-A CLOSEPIC TELA1.ODF 2-) Associe a MACRO1.KMX à TELA1 utilizando o parâmetro Macro Filename na opção PICTURE do comando de menu EDIT. 3-) Teste o teclado associado à tela1. 36

37 4-) Coloque na TELA1 um Data Link para ver o modo de execução do TAG EVNIVEL (nó:evnivel.a_scan). 5-) Na TELA1 inclua dois links de Botão. O primeiro deles deve parar a execução do bloco de programa e o outro recomeçar a execução do bloco de programa. Menu de Configuração do link de Botão Menu de Configuração dos Scripts 6-) Na válvula, inclua uma propriedade dinâmica de comando para: - colocar o bloco de evento em modo manual; - trocar o estado corrente da válvula. 37

38 7-) Faça um botão para retirar de varredura qualquer um dos tags da base de dados. 8-) Após salvar a TELA1, teste suas alterações Dados Históricos O pacote de Dados Históricos do FIX MMI/DMACS é dividido em 3 etapas: a declaração dos tags a serem coletados, a coleta propriamente dita e a exibição dos dados armazenados Declaração da Coleta (Historical Trend Assinment) Neste aplicativo é definida a estratégia de coleta de dados históricos. São definidos: - Tamanho dos arquivos de coleta; - Tempo previsto para eliminação de arquivos antigos; - Tags a serem coletados organizados por grupos; - Parametrização de cada um dos grupos. Menu do Historical Assignment 38

39 Configuração do Grupos de Tags a coletar NODE: nome do nó SCADA onde se encontram os tags a serem coletados neste grupo; RATE: freqüência da coleta dos tags do grupo; QUALIFER: informa um tag da base de dados que comandará o inicio da coleta dos dados (coleta por evento); PHASE: determina como o sistema distribuirá a coleta de dados; TAGNAME: indica o tag a ser incluído na lista de tags para a coleta; A lista de tags é atualizada com botões ADD, MODIFY e DELETE; LIMIT: propicia o limite da banda-morta para otimizar a gravação dos dados Coleta dos Dados (Historical Collect) O Programa HISTORICAL COLLECT inicia a coleta e gravação no disco dos grupos declarados no HISTORICAL ASSIGNMENT. Os arquivos de dados históricos são armazenados no diretório \FIX32\HTRDATA\nó e serão nomeados da seguinte maneira: aammddhh.h04 - arquivos de 4 horas aammddhh.h08 - arquivos de 8 horas aammddhh.h24 - arquivos de 24 horas Sendo; aammddhh (ano,mês, dia, hora do arquivo). 39

40 OBS: Na versão 5.6/30 o Historical Collect é um ícone do grupo de programas, já na versão 6.12, este aplicativo esta anexado no MISSION CONTROL Exibição dos Dados Coletados (Historical Display) A exibição dos dados coletados é feita pelo programa HISTORICAL DISPLAY. Com a associação de grupos de penas e grupos de tempos pode ser criar os gráficos que servirão de base para estudos posteriores a respeito do processo: verificar falhas, certificar a qualidade do produto final, otimizar o processo... GRUPOS DE PENAS Menu de Configuração do Grupo de Penas PEN GROUP: informa o nome do grupo de penas; TAGNAME: informa o nó:tag.campo a ser exibido no gráfico; EGU s: informa os limites do tagname; esse valor pode ser automaticamente atualizado com a escala informada na base de dados se for pressionado o botão Fetch Limits ; PEN TYPE: define a cor da linha do gráfico que representará a tagname, o tipo de dado que será plotado (coletado, laboratório ou SQL); 40

41 MODE: indica tipo de valor que será mostrado no gráfico: amostra, média, maior ou menor. GRUPO DE TEMPO Menu de Configuração do Grupo de Tempos TIME GROUP: informa o nome do grupo de tempos; START DATE - FIXED DATE: fixa a data do primeiro ponto a ser plotado no gráfico; START DATE - DAYS BEFORE TODAY: informa o número de dias anteriores à data atual para o primeiro ponto a ser plotado no gráfico; START TIME - FIXED TIME: fixa a hora do primeiro ponto a ser plotado no gráfico; START TIME - TIME BEFORE TODAY: informa o número de horas anteriores à atual para o primeiro ponto a ser plotado no gráfico; TIME SPAN - DURANTION: indica o tamanho do grafico no formato DD:HH:MM:SS; TIME SPAN - FIXED INTERVAL: informa o intervalo entre as amostras liadas do arquivo de dados históricos. GRUPO DE GRÁFICOS 41

42 Menu de Configuração dos Gráficos Pressionando a tecla ATRIBUTES... é gráfico: cores, grids, legends,... feita a configuração do lay-out do Exercício 1-) Faça a coleta de dados do tag NIVEL em um arquivo de 4 horas. 2-) Gere o gráfico dos dados coletados hoje há 45 minutos atrás. OBS: Prepare todo o gráfico e espere alguns minutos para exibi-lo. Enquanto isso que tal dar uma caprichada na TELA1? Troque a cor de fundo, aumente ou troque as fontes de texto utilizadas nos links... e só então exiba o gráfico Agrupando Tags (TGE) Em alguns projetos de automação tratamos com áreas diferentes da planta que têm instrumentação e processos similares. Por exemplo: tancagem: são diversos tanques com instrumentos como medidor de nível, medidor de temperatura, válvulas de entrada de produto e válvula de drenagem, genericamente falando. Pois bem, com o que conhecemos até aqui do FIX for Windows precisaríamos no mínimo uma tela de visão geral da planta e outras tantas telas conforme o número de tanques para fazer um detalhamento das áreas. 42

43 Usando o TGE pode-se agrupar os elementos de cada um dos tanques em grupos diferentes e criar uma única tela genérica. Esta ferramenta reduz o tempo de desenvolvimento das aplicações Criar um TAG-GROUP Menu do TAG GROUP Editor Usando o programa Tag Group Editor você poderá desenvolver os Grupos de Tags. Para tanto, você preencherá a planilha exibida da seguinte maneira: SYMBOL: informa o apelido que identificará o tag a ser substituído. Devem ser idênticos em todos os grupos de tags para os tags similares. SUBSTITUTION: no formato NÓ:TAG.CAMPO, indicará o tag a ser substituído pelo apelido informado no campo Symbol. DESCRIPTION: Descrição do tag que será substituído. Por exemplo: Tag Group: Grupo A Symbol: VALVULA Substitution: FIX:LSV01A.F_CV Description: Válvula de alívio área A Tag Group: Grupo B Symbol: VALVULA Substitution: FIX:LSV01B.F_CV Description: Válvula de alívio área B Associando Grupos de Tags nas Telas Para utilizar os recursos do Tag Group nas telas serão usados nos links de dados e/ou nas propriedades dinâmicas os nomes indicados na coluna SYMBOL no lugar dos tags da base de dados. Desta forma, ao abrir a tela no programa VIEW este irá questionar qual o grupo de tags a ser associado e com esta informação buscará os dados do tag que estiver indicado naquele Grupo/Symbol na base de dados. No link de valor: Tagname:?VALVULA No View indique o Tag Group: GRUPOA 43

44 TAG que será exibido: LSV01A OBS: Os grupos de tags também podem ser utilizados com o aplicativo RECEITAS Exercício 1-) Crie na base de dados dois tags que representem dois sensores de temperatura (blocos AI - analog input). Crie também dois tags que representam duas válvulas (blocos DO - digital output). 2-) Utilizando o TGE, crie dois grupos de tags. Cada um deles deve conter dois tag s de temperatura e dois tag s de válvula. Salve-os com nomes de GRUPO1 e GRUPO2 respectivamente. NOME DO GRUPO SYMBOL SUBSTITUTION GRUPO1 TEMPA THISNODE:TEMPA1.F_CV GRUPO1 TEMPB THISNODE:TEMPB1.F_CV GRUPO1 VAL_A THISNODE:VAL_A1.F_CV GRUPO1 VAL_B THISNODE:VAL_B1.F_CV GRUPO2 TEMPA THISNODE:TEMPA2F_CV GRUPO2 TEMPB THISNODE:TEMPB2.F_CV GRUPO2 VAL_A THISNODE:VAL_A2.F_CV GRUPO2 VAL_B THISNODE:VAL_B2.F_CV 3-) Crie uma tela com dois links de valor conforme indicado abaixo: Tagname:?TEMPA Tagname:?TEMPB Tagname:?VAL_A Tagname:?VAL_B 44

45 4-) Salve a tela. 5-) No View peça para exibir a tela feita no item 3. Note que antes de abrir a tela você será questionado sobre qual grupo de tags deverá ser utilizado. Teste a tela com ambos os grupos. 6 - Exercício 1. Desenvolver uma aplicação para controlar o ph de um tanque de resíduos. O tanque receberá uma mistura ácida de um tanque e uma alcalina de outro. a) Apresentar o sinótico. b) Desenvolver a base de dados. c) Desenvolver a(s) tela(s) utilizando os recursos de animação e os links. Use os DYNAMO para agilizar o desenvolvimento. d) Criar um programa de simulação. e) Distribuir as mensagens de alarme/operação para o sumário de alarmes e arquivo. f) Coletar os valores do ph e exibi-los no vídeo. Use um botão de comando de tela para chamar este aplicativo. g) Gerar o relatório de dados históricos com o auxilio da planilha Excel. 45

46 Tabela de TAG s TAG BLOCO I/O ADDRESS RANGE DESCRIÇÃO TQAC AI 50 0 ~ 100 Tanque de material acído TQALC AI 51 0 ~ 100 Tanque de Material alcalino TQRES AI 52 0 ~ 200 Tanque de resíduos PH AI 53 0 ~ 14 Medidor de PH VAC DO 54:0 0 ~ 1 Valvula do tanque acído VALC DO 54:1 0 ~ 1 Valvula do tanque alcalino VRES DO 54:2 0 ~ 1 Valvula do tanque de resíduos MTO DO 54:3 0 ~ 1 Motor do tanque de resíduos Programa de Simulação PRGPRINC ALCALINO ACIDO 0 setout TQAC 80 0 close VAC 0 close VALC 1 setout TQALC 80 1 subout 10 from TQAC 1 subout 10 from TQALC 2 setout TQRES subout 1 from PH 2 addout 1 from PH 3 setout PH 3 3 addout 10 to TQRES 3 addout 10 to TQRES 4 delay 1 4 delay 1 4 delay 1 5 IF PH > 7 goto 8 5 IF PH > 7 goto 1 5 IF PH < 7 goto 1 6 IF PH < 7 goto 11 6 open VAC 6 open VALC 7 IF PH = 7 goto 3 7 close MTO 7 close MTO 8 delay 1 8 delay 5 8 delay 5 9 CALL ALCALINO 9 open MTO 9 open MTO 10 goto 4 10 close VRES 10 close VRES 11 delay 1 11 subout 20 from TQRES 11 subout 20 from TQRES 12 CALL ACIDO 12 delay 1 12 delay 1 13 goto 4 13 IF TQRES > 20 goto IF TQRES > 20 goto open VRES 14 open VRES 15 IF TQAC > 50 goto IF TQALC > 50 goto addout 25 to TQAC 16 addout 25 to TQALC 17 setout TQRES setout TQRES subout 3 from PH 18 addout 3 from PH OBS. O programa principal deverá estar com START BLOCK ONSCAN habilitado, e nas sub-rotinas NÃO. 46

47 2. Usando Bloco de Calculo, desenvolva a aplicação abaixo: i =? 24V R=100 ohms ~ 1k ohm a) Simule a variação da resistência. Sugestão ( crie um bloco AI com endereço RD, scantime 1s e modo automático ) b) Calcule a corrente e armazene os valores a cada 10s. U AI I CA R AI I = U / R c) Mostre o gráfico da corrente. 3. Ligar a bomba quando pelo menos três válvulas estão abertas Sendo VA, VB, VC e VD blocos DI ( Digital Input ) e BR blocos de DO ( Digital Output ). 47

48 1 - Configuração dos Drivers de Comunicação Até agora você usou o driver de simulação, o qual é de grande valia para testes que não requerem equipamento externo, e até para soluções onde determinadas tags não devem estar conectadas a nenhum equipamento. Existem vários drives nacionais e estrangeiros disponíveis no mercado, entretanto, na falta de um em específico, é possível desenvolvêlo a partir das rotinas do módulo I/O Driver Toolkit e a documentação do protocolo do equipamento. Antes de se ativar o configurador de drivers de comunicação do Fix é necessário que o driver seja devidamente instalado através do disco de instalação e em seguida, carregado através da opção SCADA do SCU. A partir deste momento, pode-se então iniciar a configuração do mesmo utilizando-se a opção CONFIGURE. A seguir, uma lista das informações que deverão ser fornecidas: Channel Setup Hardware Setup - Port Define a porta serial física através da qual o seu canal lógico, definido anteriormente, irá se comunicar. Hardware Setup - Baud Rate Define a velocidade de comunicação entre o dispositivo de campo e o software. Hardware Setup - Data Bits Especifica o número de bits de dados usados na comunicação (7 ou 8). 48

49 Hardware Setup - Stop Bits Especifica o número de stop bits usados na comunicação (1 ou 2). Hardware Setup - Parity Especifica o tipo de paridade usado na comunicação (None, Odd ou Even). Hardware Setup - Flow Control Especifica o tipo de handshaking usado na comunicação (None, RTS/CTS ou DTR/DSR). Error Handling - Reply Timeout Tempo máximo de espera em função do baud rate. Error Handling - Delay Tempo de espera antes de uma nova tentativa de comunicação, após a concorrência do número máximo de retries configurado. Error Handling - Retries Número máximo de tentativas após a ocorrência de uma falha na comunicação. Parameters Contém campos relacionados a informações específicas de cada tipo de hardware, variando de acordo com o driver que está sendo utilizado. Advanced Permite o acesso aos campos de configuração da porta de backup, os quais são idênticos aos configurados para a porta primária Device Indica qual o dispositivo de campo com o qual o referido driver irá se comunicar. 49

50 Device Name Associa um nome lógico ao seu device (até 5 caracteres alfanuméricos). Primary Station Identifica o número da estação primária do dispositivo de campo. Backup Station Identifica o número da estação backup do dispositivo de campo. Description Associa uma descrição ao device (opcional). Hardware Options Especifica o tipo de hardware a ser utilizado. Block Write Support Se habilitado o driver irá escrever vários registros de uma única vez. Caso contrário, o driver irá escrever apenas um registro de cada vez Poll Record É um conjunto de pontos de I/O que são lidos periodicamente como um grupo. 50

51 Start Address Especifica o endereço inicial do poll record, em questão, na memória do dispositivo de campo. End Address Especifica o endereço final do poll record, em questão, na memória do dispositivo de campo. Length Especifica o comprimento do poll record em questão. Data Type Especifica o tipo de dado coletado pelo poll record (ex. integer, unsigned, signed, etc.). Poll Time Especifica a freqüência, em segundos, de aquisição dos dados do poll record, quando não houver nenhum pedido de leitura/escrita. Exception Type Especifica o tipo de processamento (por exceção ou por tempo) a ser utilizado. Dead Band Especifica o valor que representa uma flutuação aceitável em valores analógicos sendo lidos Conexão da Base de Dados com o Driver de Comunicação Os poll records, criados através do configurador do driver, são acessados através dos blocos primários definidos na base de dados. Cada endereço utilizado deve corresponder a um único ponto de I/O dentre os configurados para um poll record. Device: Indica qual o driver que está sendo utilizado. 51

52 Hardware Options: I/O Address: Indica qual o tipo de hardware que está sendo utilizado. Indica o endereço associado ao bloco. Signal Conditioning: Indica o tipo de sinal usado na conversão do dado recolhido no campo. 2 - Receitas Em alguns processos os engenheiros sabem previamente os valores ideais para iniciar as variáveis de processo como set-points ou estados de partida de válvulas, etc. O aplicativo de Receitas do Fix for Windows, possibilita o carregamento desses valores para o hardware de campo através de um simples comando. Isto é, pré-definidas, ficam gravadas no disco e são carregadas pelo operador antes de iniciar o processo Usando Master & Control Recipes O aplicativo de Receitas possibilita a construção de dois tipos de receitas: Master Recipes (Receitas Modelo) e Control Recipes (Receitas de Controle). O tipo da receita é definido quando são gravadas no disco: Master - *.RCM Control - *.RCC Master Recipe (Receita Modelo) 52

53 São as receitas básicas dos produtos, por exemplo receita de Shampoo. As Master Recipes são normalmente criadas e modificadas pela engenharia de processo e podem ter seu tamanho e destino modificados Control Recipe (Receita de Controle) São as variações das receitas, por exemplo receita de Shampoo de Maçã. Estas receitas são geralmente modificadas e carregadas pela operação (de acordo com limites permitidos/definido) Lendo Arquivos de Receitas Utilizando a opção FILE - OPEN é feita a abertura do Arquivo de Receita. Somente uma receita pode ser aberta de cada vez Gravando Arquivos de Receitas As receitas podem ter dois formatos de gravação no disco: Formato Binário - mais rápidas para download/upload e mais seguras. Formato Texto - podem ser alteradas via planilha eletrônica ou editor de texto. Além do formato de gravação deve-se informar qual o tipo de receita a ser gravada: *.RCM - Master Recipe *.RCC - Control Recipe *.RCP - Formato DOS *.RCX - Master Recipe - Formato texto *.RCY - Control Recipe - Formato texto O aplicativo de Receitas pedirá que seja informada a descrição das alterações feitas na receita. O campo a ser preenchido e denominado: 53

54 MOD LOG Construtor de Receitas (Recipe Builder) Menu do Recipe Builder O construtor de receitas possui duas janelas de trabalho: Janela de Operações e Janela de Desenvolvimento de Receitas. Estas janelas representam os dois modos de execução do RECIPE BUILDER. A Janela de Operação limita o acesso às receitas do tipo control e tem como características permitir ao operador descarregar uma fórmula, isto é, ou fazer um override Descrição das Janelas Botões Download - itens da receita para BD. Upload - valores do BD para ítens receita. Go to Item - salta para linha n. Search - procura/substitui na coluna selecionada. Clear Overrides - retira todos os valores de override da receita aberta. Cabeçalho 54

55 Units - descrição da unidade (área) do processo onde a receita atuará (40 caracteres). Product - descrição do produto (40 caracteres). Standard Batch Size - quantidade total produzida pela receita. Colunas da Planilha Item - número do ítem originário da variável. Identifier - identifica o tagname ou variável da receita. Fórmula - fórmula do ítem da receita ou da variável. Calc. Vale - valor corrente do item ou variável recalculado automaticamente se houver alteração na fórmula. Override Val - permite informar valores que substituirão os valores calculados para itens/variáveis da receita. Description - descrição do ítem (tagname/variável). Uom - unidade de engenharia do ítem (medida). Override Lo Lim/Hi Lim - maior/menor valor de override que o operador pode informar na coluna override VAL. Verify - controla a verificação da receita (on/off). Obs.: - O Recipe Builder sempre retorna a tela do tipo em que foi dado o comando EXIT para finalizá-lo. - Pode-se proteger uma coluna usando a opção Edit Display Format e desabilitando a opção modify Download Pressionando o botão DOWNLOAD os valores gravados na receita que está sendo utilizada são enviados para o banco de dados e em seguida são enviados para o hardware do processo. Antes de enviar os valores para o campo, o botão Download ainda pede as seguintes informações: BATCH ID - identificador da receita (até 10 caracteres). Download Remarks - comentário sobre a receita (até 20 caracteres). Também antes do descarregamento é feita uma checagem na receita para ver se está OK! Se o tempo para a verificação for insuficiente ocorre um erro de timeout. Para se aumentar o tempo para a verificação pode-se alterara o arquivo RCP.INI Upload 55

56 Pressionando o botão UPLOAD, os valores correntes que estiverem na base de dados serão gravados em arquivo de receita. Porém, somente são alterados ítens de receita que possuam valores numéricos/texto constantes. Não há verificação automática na receita (campo Verify). Obs.: CUIDADOS a serem tomados quando utilizar o comando RUNTASK na tela do View para utilizar os comandos DOWNLOAD/UPLOAD na tela: não são exibidas mensagens de status das operações. se a segurança estiver habilitada, apenas os operadores com esse aplicativo habilitado terão autorização. UPLOAD - ítens com fórmulas serão salvos com valor B Fórmulas Uma das maiores facilidades do aplicativo de Receitas é a sua capacidade de incluir fórmulas nas receitas. As fórmulas são parecidas com uma instrução de programação. Elas permitem que você especifique como o Recipe Builder deve calcular os valores da variável/ítem da Receita Tipo de Variáveis/Ítens Válidos para as Receitas Constantes: numérica ou texto Operações Matemáticas: ( ) - ^ * / + - < > < = = > = = Funções: Lookup (número; lista) Resultado: valor escrito na posição número. Index (número/string; lista) Resultado: valor da posição onde está o número ou string. Variáveis: # nome variável Keyword: # Batch Resultado: valor do batch size da receita corrente. # Batch-Id Resultado: informação do batch-id informado no Download. 56

57 # Remarks Resultado: informações do campo informado no Download. # Batch-Uom Resultado: uom informado no cabeçalho da receita. # Name Resultado: abre uma receita ou salva uma receita sem nome. # Product Resultado: nome produto. # Scale Resultado: fator para proporção da receita ( ex.: 0,5 receita ). # STD-Batch Resultado: valor do Standard Batch Size ( cabeçalho ). # Tag-Group Resultado: grupo de tag. # Units Resultado: área do processo que utiliza a receita. Obs.: Se a fórmula sofrer alguma alteração os valores da Receita serão recalculados automaticamente Overriding Values O aplicativo de Receitas permite que você faça uma adequação da Receita no caso em que a Fórmula da receita não está ideal, usando os valores indicados na coluna Override Value. O valor informado nesta coluna é limitado pelas colunas LO/HI Override Lim. Neste caso as fórmulas serão recalculadas usando o valor de Override Limite de Override É possível restringir os valores a serem informados na coluna Override Value. Para isto é preciso informar o tipo de restrição desejado: Unrestricted Limit Absolute Limit Percentage Limit Difference Limit sem restrição (default) valor absoluto percentual relativo do valor calculado diferença relativa do valor calculado 57

58 2.7 - Descarregado/Gravando uma Receita via View Existem duas maneiras para descarregar/gravar uma Receita para o hardware do campo estando no VIEW: associando uma Macro de Teclado, definindo um link de botão. Os comandos neste caso serão: Carregar Descarregar RUNTASK RCPDOWN RUNTASK RCPUP Escalonar uma Receita (Tempo ou Evento) Se houver a necessidade de programar o descarregamento da receita, o recurso apropriado é informado a seguir:. na base de dados deve ser criado um bloco de programa com os comandos Waitfor time e Runtask no caso de descarregamento da receita estar associado a um evento. Exemplo: Tag: ProgRec 00 WAITFOR TEMP = RUNTASK RCPDOWN/MREC1 2.9 Outras Considerações É possível proteger uma coluna do Recipe Builder contra alterações. Podem ser utilizados grupos de tags na Receita. Pode-se gerar arquivos para auditoria das receitas descarregadas/gravadas. É possível fazer proporções de descarregamento com as receitas (ex.: 0,5 receita). É possível verificar descarregamento de valores, da receita, críticos do processo. Pode-se utilizar intertravamento para upload e download. Pode-se associar uma receita a uma área de segurança Exercício 1 - Escreva uma receita do tipo Master utilizando os tags criados no exercício sobre os Grupos de Tags. 2 - Crie uma tela com links dos tags que foram utilizados no ítem 1. 58

59 3 - Na tela do Recipe Builder, abra a receita escrita anteriormente e pressione o botão DOWNLOAD. Verifique na tela do View que os valores da receita foram enviados para a Base de Dados. 4 - Na tela do View, altere os valores dos links. 5 - Retorne ao Recipe Builder, abra a receita criada anteriormente e pressione o botão UPLOAD. 6 - Na tela criada no ítem 2, inclua dois links de botão. DESCARREGA Texto: DESCARREGA Comandos: RUNTASK RCPDOWN /Mnome-receita GRAVA Texto: GRAVA Comandos: RUNTASK RCPUP /Mnome-receita 7 - No View, teste o funcionamento dos botões. 8 - Criar um botão no qual você selecione as receitas. Solução: DECLARE # X STRING FILELIST C:\FIX32\RCM\*.RCM #X SELECIONE UMA RECEITA DECLARE #Y STRING #Y = /M STRCAT #Y #X DECLARE #Z STRING PROMPT #Z DOWN (D) OU UP (U) IF #Z == D RUNTASK RCPDOWN #Y ELSE IF #Z == U RUNATSK RCPUP #Y ENDIF ENDIF 9 - Desenvolver uma tela na qual o operador não necessite entrar no RECIPE BUILDER para criar novas receitas. Criar uma macro de botão para isso: 59

60 Solução do botão: DECLARE #X STRING DECLARE #Y STRING DECLARE #NOVA STRING #X = C:\FIX32\RCM\MATRIZ.RCM #Y =.RCM PROMPT #NOVA ENTRE COM O NOME DA RECEITA STRCAT #NOVA #Y DECLARE #Z STRING DECLARE #W STRING #Z = C:\FIX32\RCM\ STRCAT #Z #NOVA #W = /M COPY #X #Z STRCAT #W #NOVA RUNATSK RCPUP #W 3 - Servidor DDE DDE - Dynamic Data Exchange - é uma facilidade da ambiente Windows que permite o compartilhamento de áreas de memória para a troca de dados entre aplicativos. O Fix for Windows possui um aplicativo que habilita a utilização do DDE. Este aplicativo é denominado DDE SERVER (Servidor DDE). Quando o DDE Server está em execução é possível trocar dados entre o Fix e outros aplicativos que também possuam esta facilidade DDE Client Support O DDE Client Support permite ao Fix interagir com os outros aplicativos como cliente, isto é, usar os dados destes aplicativos tanto na base de dados quanto nas telas. Na base de dados o DDE Client Support permite: a leitura ou escrita de dados via endereços DDE. 60

61 que sejam lidos dados de outros aplicativos para a base de dados ou que sejam escritas as informações da base de dados para outros aplicativos usando DDE I/O Driver e endereços DDE nos blocos da base de dados. Nas telas tanto nos links quanto nos botões e propriedades dinâmicas do processo podem ser utilizados endereços DDE no lugar dos nomes dos tags Endereçamento DDE O formato do endereço DDE é do tipo ATI - Aplicação, Tópico e Item onde: Aplicação - é o nome da aplicação servidora. Por exemplo: EXCEL; Tópico - qualquer servidor DDE suporta pelo menos um tópico. Por exemplo, o nome da planilha EXCEL ou o tag a ser consultado; Item - dentro de cada tópico o servidor DDE suporta um ou mais itens. Por exemplo, uma célula da planilha, o trinômio nó:tag.campo. Exemplo: No EXCEL:=EXCEL C:\EXCEL\RELATORIO!R2C Exercício 1 - No System Configuration, configure o DDE I/O Driver. Recarregue o Fix. 2 - Carregue o DDE Server e o minimize em seguida. 3 - Carregue o Excel 5.0 e preencha as células B2, C2 com valores numéricos analógicos e digitais (0 ou 1). Salve a planilha com o nome de VALOR1.XLS. 4 - Na base de dados do Fix inclua um tag analógico com o Device: DDE e com o endereço: =EXCEL C:\EXCEL5\VALOR1.XLS!R2C2 ( Tag: DDEAI ). 5 - No DRAW crie um link de valor com o endereço DDEAI. Crie também um link de valor com o endereço DDE para exibir o valor da célula C2 da planilha VALOR1.XLS. 6 - Chame a tela que você criou no ítem anterior e verifique os valores. Troque os valores dos links e verifique se a planilha foi alterada DDE Server Support 61

62 O DDE Server Support permite ao Fix interagir com os outros aplicativos como servidor, isto é, transfere os dados do Fix para aplicativos que estejam requisitando. Por exemplo: os links dos relatórios desenvolvidos na planilha Excel Relatórios No conjunto de disquetes do FIX estão incluídas as macros para gerar os relatórios na planilha MS Excel. Uma vez que os valores forem levados para o Excel pode se utilizar todos os recursos deste software para criar os relatórios. 62

63 Menu do Excel v.5.0 com a opção Report ativada Definindo um Relatório no Excel Para definir um relatório no Excel são executados os seguintes passos: 1. Coloque o DDE Server em execução e minimize em seguida. 2. Coloque o Excel v.5.0 em execução. Note que durante o carregamento o software ficará enviando mensagens de carregamento das macros. No menu do Excel deverá aparecer a opção REPORT. 3. Posicione o cursor na célula desejada. Utilize a opção CREATE LINKS para criar um link do tipo: Real Time para exibir valores em tempo real ou Historical Data para exibir valores de dados históricos. H>. Obs.: - No link Historical Data serão utilizados os grupos de Tempos e Penas definido no Historical Trend Assignment. - Para exibir os valores do link de dados históricos, tecle <CTRL- Para imprimir o relatório definido, utilize a opção Print do Menu File do Excel Gerando Relatórios Automaticamente Em muitos casos, para acompanhar os processos industriais, são utilizados os relatórios periódicos, por exemplo relatórios ao final de cada turno. Para facilitar a impressão desses relatórios, no conjunto de macros para o Excel que vem no pacote do Fix, existe uma macro que nos permite escalonar os relatórios periódicos. Os relatórios podem ser escalonados por tempo ou por evento. A planilha SCHEDULE.LST (grava no diretório raiz do fix) tem uma macro associada. Para ler a planilha SCHEDULE.LST execute o comando Open do menu File do Excel e preencha as células (a partir da A2) como indicado abaixo: 63

64 Definition File Name: nome da planilha onde foi criado o lay-out do relatório (não esqueça das aspas). Por exemplo: C:\wdmacs\relatório.xls Day: data em que será impresso o relatório. As opções são:. Dia da semana - por exemplo: sunday, monday.... Dia do mês - por exemplo: 12,... Nota: Se a célula for deixada em branco o relatório será executado todos os dias na horário escolhido. Start Time : hora que o relatório deverá ser executado pela primeira vez (HH:MM:SS ). Por exemplo: 16:30:00. Nota: Se a célula for deixada em branco significa que o relatório será escalonado por evento, isto é, a célula Event Tagname será preenchida Repeat Interval: informe o valor entre 00:00:00 e 23:59:00 para informar período do intervalo para repetir a impressão do relatório. Nota: Se a célula for deixa da em branco o relatório será impresso apenas no horário informado no campo Start Time. Report Destination: determina o dispositivo de saída do relatório. As opções são: F (arquivo especificado na célula Destination File Name), P (impressora) ou FP (arquivo e impressora). Destination File Name: nome do arquivo ( entre aspas ) onde o relatório será escrito. Por exemplo: C:\wdmacs\relatorio.rpt Event Tagname: informe o tag Digital Input ou Digital Output que habilitará impressão do relatório. Quando o tag receber o valor 1 (close) o relatório será emitido. Para próxima impressão ele deverá ser retornado para 0 ( open ) e em seguida para 1 ( close ). Após preencher a planilha SCHEDULE.LST execute o comando Start Scheduller no menu Report. O fix enviará a mensagem informando para preencher a planilha e pressionar <CRTL-ENTER>. Informe:. On - para habilitar o escalonamento. Off - para desabilitar o escalonamento 64

65 O Excel deverá estar em execução para que o escalonador possa imprimir os relatórios a serem escalonados. Para modificar a planilha SCHEDULE.LST, desabilite o escalonador e o reinicie quando desejar retornar o escalonamento. Para iniciar o escalonador no momento em que o Excel for carregado, execute o procedimento abaixo: 1. Abra a planilha SCHEDULE.LST. 2. Execute o comando Auto Start Scheduller no menu Report. Neste momento você será informado que os arquivos... e... não poderão ser eliminados. Tecle OK! 3. Salve a planilha e finalize o Excel. Para testar inicie novamente o Excel e note que logo após as leituras das macros, o escalonador vai preparar o escalonamento do relatório. Mantenha o Excel em execução. Se desejar pode mantê-lo minimizado Exercício 1 - Monte o lay-out do relatório no Excel e salve com o nome de RELATORIO.XLS. Lembre-se que relatórios a serem escalonados não devem conter Real Time Link, no lugar deste inclua um Report Link. 2 - Carregue a planilha SCHEDULE.LST. 3 - Preencha a planilha conforme descrito na sessão Utilize a opção arquivo para o dispositivo de impressão. 4 - Habilite o escalonador conforme a sessão Sugestão: Escalone dois relatórios: um por tempo, outro por evento. 65

66 4 - Sistema de Segurança Em um sistema supervisório há uma série de atividades que só devem ser executadas por pessoal habilitado para tais funções. Quem altera a estratégia de supervisão e controle deve saber o que está fazendo para não por em risco toda a instalação industrial. Da mesma maneira, as telas de operação e os gráficos de dados históricos somente devem ser alterados por profissionais responsáveis. Num ambiente distribuído, esta preocupação torna-se ainda mais crítica, pois não é desejável que operadores de uma área interfiram em outras células da planta sem que haja uma permissão e um objetivo definido. O sistema de gerenciamento de segurança do Fix é baseado no usuário. Cada um deles tem direito de alterar valores em certas áreas da planta e realizar determinadas funções nos vários aplicativos do sistema. As áreas da planta são definidas de acordo com os critérios de cada instalação. Até mesmo as tarefas escritas pelo usuário podem ser protegidas através dessa segurança. 66

67 Além disso, muitas vezes é pretendido estabelecer um acompanhamento da operação, com o objetivo de monitorar o comportamento de operadores: se eles estavam atentos quando ocorreram alarmes, se tomaram as decisões corretas no momento adequado, ou se omitiram-se em situações críticas. Com o Fix é possível determinar exatamente quem realizou as ações no decorrer do processo Tipos de Contas Existem dois tipos de contas no Sistema de Segurança do Fix: Contas de Grupos: os grupos são formados por duas ou mais pessoas. Nas contas de grupo são declaradas os principais aplicativos e áreas de segurança que são utilizadas pelo grupo. Uma vez declarados os grupos, podese declarar os usuários individuais deste grupo; Contas de Usuários: define os privilégios para cada usuário. Cada conta de usuário é definida por um nome (Login Name) e uma senha (opcional). Usando o programa Security Configuration você pode declarar a que grupo pertence o usuário, bem como os nomes dos usuários (Login Name) e senhas (Password) para cada usuário criado Recursos do Aplicativo Os Recursos do Aplicativo são privilégios que permitem ao usuário executar um comando específico de um aplicativo. Por exemplo: a aplicação Draw permite ao usuário utilizar todos os comandos da aplicação Draw; enquanto o recurso Exit do aplicativo View permite ao usuário executar o comando EXIT para finalizar a aplicação VIEW Áreas de Segurança As áreas de segurança são divisões físicas ou funcionais da planta e tem como função: Restringir o acesso às telas de operação; 67

68 Proteger de escrita um ou mais blocos da base de dados Protegendo as Telas de Operação Após a definição das áreas de segurança, o engenheiro responsável pelo desenvolvimento das telas de operação pode vincular cada uma das telas a uma área de segurança referente à área de segurança referente a informar a área de segurança referente a tela no campo Security Area na janela do Edit Picture. Quando o sistema de segurança for habilitado, somente aqueles que podem usar aquela área de segurança poderão acessá-la. Se na tela de operação existirem links com outras áreas diferentes da área da tela, só poderão alterar esses tags na tela os operadores que além de habilitados na área da tela, também estejam habilitados nas áreas dos blocos Protegendo de Escrita os Blocos da Base de Dados A maneira de proteger um bloco de escrita é associa-lo a uma área de segurança no campo Security Area, na configuração do bloco no DataBase Builder. Neste caso, somente os usuários habilitados nestas áreas poderão alterar tais valores. Blocos da base de dados sem informação no campo Security Areas não serão protegidos Estratégia de Segurança Antes de começar a criar a configuração do sistema de segurança, grupos e usuários, é interessante desenvolver uma estratégia de segurança. Essa estratégia deve incluir o Login Name, senhas e privilégios que serão necessários a cada usuário. Assim, apesar de gastar algum tempo criando a estratégia você certamente evitará futuros problemas de configuração. Conforme for sendo feito o planejamento das contas de usuários, tenha sempre o cuidado de permitir somente ao System Administrator usar o aplicativo Security Configuration. Esse cuidado impedirá que usuários não aptos alterem a sistema de configuração. É um bom procedimento criar contas de grupos e dentro delas grupos de usuários. Da mesma maneira, você deve evitar de associar um usuário a uma única área de segurança e um único recurso de aplicação. Assim será mais fácil de tornar as contas dos usuários mais modulares e fáceis de gerenciar. 68

69 Se você desejar, você pode criar uma conta pública que seja acessada por todos os usuários. Essa conta não deve ter senha e deve ser carregada no instante que a estação entrar em execução Configurando o Sistema de Segurança Habilitando o Sistema de Segurança Selecionando o comando Configuration no menu Edit do aplicativo Security Configuration o Fix exibirá a tela: Janela de Diálogo da Comunicação de Segurança User Based Security: Habilita ou desabilita o sistema de segurança. Security Path: Define o diretório onde os arquivos referentes à segurança serão gravadas. Backup Files: Define o diretório onde as cópias dos arquivos de segurança serão gravados. Nota: Grave o configuração usando o comando Save do menu File Áreas de Segurança O sistema de segurança permite restringir o acesso dos usuários às áreas de segurança onde estejam associados. Podem ser configuradas até 254 áreas de segurança que podem ser divisões funcionais ou físicas da planta. Cada área de segurança, identificada por um número, pode restringir o acesso dos operadores a 69

70 telas, proteger um ou mais blocos da base de dados contra escrita. A cada número de área de segurança é associado um nome de até 20 caracteres. Como default aparecem letras do alfabeto. Executando o comando Securit Areas no menu Edit do aplicativo Security Configuration será exibida a janela abaixo: Janela de Diálogo da Configuração de Segurança Para alterar/dar nomes as áreas de segurança: Posicione o cursor na área que deseja trocar o nome. Pressione o botão Modify. Informe no campo Name o novo nome da área. Para trocar o nome, repita os passos acima Contas de Grupo Janela de Configuração das Contas de Grupos Current Group: exibe a lista de contas de grupos já existentes. Permite a seleção de uma conta para modificação ou eliminação. 70

71 Add: permite a inserção de uma nova conta de grupo. Modify: permite alterar a conta de grupo selecionada. Deleite: permite eliminar uma conta de grupo. Ao pressionar o botão Add, será exibida a janela para configuração de uma conta de grupo: Janela de Configuração das Contas de Grupo Group Name: Nome do grupo (até 30 caracteres alfanuméricos). Security Area: exibe as áreas de alarme onde o grupo está vinculado. Para incluir ou alterar as áreas de segurança associa, pressione o botão Modify. Neste caso, será exibida uma tela com dois conjuntos. Authorized ( autorizadas ) e Availables ( disponíveis ). Os botões ao lado: Add All, Add, Delete, Delete All permitem gerenciar a seleção das áreas: adicionar todas, adicionar a selecionada na lista Availables, eliminar a selecionada na lista Authorized, eliminar todas configuradas. Application Features: exibe os recursos dos aplicativos associados ao grupo Para gerenciamento dos recursos, pressione o botão Modify e proceda de forma similar às áreas de segurança. Ao terminar a configuração das contas de grupo, grave as alterações utilizando o comando Save do menu File do Security Areas. 71

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO. Apostila de Programação Ativa XPANEL Cód MTXXTSC-ET. Programação Básica. IHM ATIVA Xpanel. Software Xpanel Designer

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO. Apostila de Programação Ativa XPANEL Cód MTXXTSC-ET. Programação Básica. IHM ATIVA Xpanel. Software Xpanel Designer Apostila de Programação Ativa XPANEL Cód MTXXTSC-ET Programação Básica IHM ATIVA Xpanel Software Xpanel Designer 1 1. Conectividade IHM Xpanel MANUAL DE PROGRAMAÇÃO (1) USB Client Upload and Download project.

Leia mais

Tutorial 160 CP FBs - Elipse Scada (RS232 Protocolo MODBUS)

Tutorial 160 CP FBs - Elipse Scada (RS232 Protocolo MODBUS) Tutorial 160 CP FBs - Elipse Scada (RS232 Protocolo MODBUS) Este documento é propriedade da ALTUS Sistemas de Informática S.A., não podendo ser reproduzido sem seu prévio consentimento. Altus Sistemas

Leia mais

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada.

O cursor se torna vermelho e uma Paleta de Edição contendo as instruções mais utilizadas é apresentada. Editor de Ladder para VS7 Versão Teste O editor de ladder é um software de programação que permite que o VS7 e o µsmart sejam programados em linguagem de contatos. Esse editor está contido na pasta Público

Leia mais

Sistemas de controle para processos de bateladas

Sistemas de controle para processos de bateladas Sistemas de controle para processos de bateladas Por Alan Liberalesso* Há algum tempo os processos de batelada deixaram de ser um mistério nas indústrias e no ambiente de automação. O cenário atual nos

Leia mais

Nota de Aplicação IHM 002

Nota de Aplicação IHM 002 N.A 002 Comunicação IHM M e PLC PM serial RS485 Protocolo MODBUS RTU Objetivo: Este documento descreve os procedimentos a serem realizados para fazer a comunicação MODBUS entre PLC e IHM Ativa. Este driver

Leia mais

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário Índice 1. Introdução...3 2. Requisitos Mínimos de Instalação...3 3. Instalação...3 4. Inicialização do Programa...5 5. Abas de Configuração...6 5.1 Aba Serial...6 5.2 Aba TCP...7 5.2.1 Opções Cliente /

Leia mais

Ambiente de Programação dos Painéis de Operação. Incon Eletrônica Ltda. Rua Alfeo Ambrogi, 735 CEP 13570-540 São Carlos SP

Ambiente de Programação dos Painéis de Operação. Incon Eletrônica Ltda. Rua Alfeo Ambrogi, 735 CEP 13570-540 São Carlos SP Ambiente de Programação dos Painéis de Operação Incon Eletrônica Ltda. Rua Alfeo Ambrogi, 735 CEP 13570-540 São Carlos SP Índice 1)Introdução...2 2)Instalação do Oppe...3 3)Descrição do OPPE...4 3.1 Selecionar

Leia mais

Notas de Aplicação. Introdução à MMI Geração II. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Introdução à MMI Geração II. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Introdução à MMI Geração II HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00047 Versão 1.01 abril-2008 HI Tecnologia Introdução à MMI Geração II Apresentação Esta nota de aplicação foi

Leia mais

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL Automação e Controle AR026 SUMÁRIO I. Sistemas Supervisórios... 3 II. Automação... 4 III. Arquitetura de Redes Industriais... 5 IV. Comunicação entre Supervisório e CLP...7 V. O Protocolo

Leia mais

Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR

Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR Net Manager Informática Ltda Versão 6.0 1998-2007 1) Instalação do Software Coletor Guia de Instalação Executar o programa

Leia mais

1 - O que é o Conectividade Social? 03. 2 - Qual a configuração mínima para instalar o programa?... 04

1 - O que é o Conectividade Social? 03. 2 - Qual a configuração mínima para instalar o programa?... 04 Conteúdo 1 - O que é o Conectividade Social? 03 2 - Qual a configuração mínima para instalar o programa?... 04 3 - O que é necessário para instalar o Conectividade Social?.... 05 4 - Como faço para executar

Leia mais

Notas de Aplicação. Data Logger utilizando o ZAP-900. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Data Logger utilizando o ZAP-900. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Data Logger utilizando o ZAP-900 HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00057 Versão 1.00 novembro-2013 HI Tecnologia Data Logger utilizando o ZAP-900 Apresentação Esta nota de

Leia mais

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master)

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Este documento é propriedade da ALTUS Sistemas de Informática S.A., não podendo ser reproduzido sem seu prévio consentimento. Altus

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Security Shop MRS. Media Relay System. Manual do Usuário

Security Shop MRS. Media Relay System. Manual do Usuário Página 1 de 20 Security Shop MRS Media Relay System Manual do Usuário Página 2 de 20 Conteúdos: Conteúdos:... 2 Figuras:... 3 1. Introdução... 4 1.1 Âmbito do Documento... 4 1.2 Terminologia... 4 2. GERAL...

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Controlador de Fator de Potência. Self Control

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Controlador de Fator de Potência. Self Control MANUAL DO USUÁRIO Software de Gerenciamento Controlador de Fator de Potência Self Control ÍNDICE 1.0 INTRODUÇÃO 4 1.1 Aplicações 4 2.0 CARACTERÍSTICAS 4 2.1 Compatibilidade 4 3.0 INSTALAÇÃO 4 4.0 INICIALIZAÇÃO

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Home -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7 2. Cadastros -------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Outubro de 2014 Revisão: B Conhecer os principais conceitos e aplicações de um Software Supervisório; Conhecer

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Módulo II Macros e Tabelas Dinâmicas Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 Macro

Leia mais

RICS. Remote Integrated Control System Release 2.76. Apresentação do Produto

RICS. Remote Integrated Control System Release 2.76. Apresentação do Produto RICS Remote Integrated Control System Release 2.76 Apresentação do Produto Índice Informações Principais Instalação do RICS Configuração do RICS Introdução Capítulo I Requisitos dos Instrumentos Requisitos

Leia mais

LIÇÃO 1 - USANDO O GRAVADOR DE MACROS

LIÇÃO 1 - USANDO O GRAVADOR DE MACROS 1_15 - ADS - PRO MICRO (ILM 001) - Estudo dirigido Macros Gravadas Word 1/35 LIÇÃO 1 - USANDO O GRAVADOR DE MACROS No Microsoft Office Word 2007 é possível automatizar tarefas usadas frequentemente criando

Leia mais

Software Ativo. Operação

Software Ativo. Operação Software Ativo Operação Página deixada intencionalmente em branco PROTEO MANUAL OPERAÇÃO SUMÁRIO 1 - INSTALAÇÃO DO SOFTWARE ATIVO... 5 2 CRIANDO PROJETO UVS/ TMS PROTEO... 10 2.1 - Estrutura do Projeto...

Leia mais

Notas de Aplicação. Utilização da MMI800 Módulo I. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Utilização da MMI800 Módulo I. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Utilização da MMI800 Módulo I HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00032 Versão 1.02 outubro-2013 HI Tecnologia Utilização da MMI800 Módulo I Apresentação Esta nota de aplicação

Leia mais

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM... 1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER

Leia mais

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007

MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I Manual Prático Microsoft Excel 2007 MÓDULO - I APRESENTAÇÃO... 1 AMBIENTE DE TRABALHO... 2 A folha de cálculo... 2 O ambiente de trabalho do Excel... 3 Faixas de Opções do Excel... 4 - Guia

Leia mais

Multimedidores Inteligentes MGE G3 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf. ABB Automação. Hartmann & Braun

Multimedidores Inteligentes MGE G3 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf. ABB Automação. Hartmann & Braun Multimedidores Inteligentes MGE G3 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf ABB Automação Hartmann & Braun Índice 1. IBIS_BE_CNF - DEFINIÇÃO... 3 2. INSTALAÇÃO... 3 2.1. PRÉ-REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO... 3

Leia mais

Informática - Básico. Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp

Informática - Básico. Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp Informática - Básico Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp Índice Apresentação...06 Quais são as características do Windows?...07 Instalando o Windows...08 Aspectos Básicos...09 O que há na tela do Windows...10

Leia mais

INTRODUÇÃO. A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2010.

INTRODUÇÃO. A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2010. Guia de Instalação do SolidWorks 2010 INTRODUÇÃO A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2010. O SolidWorks pode ser instalado

Leia mais

ODG Auto Acessórios Ltda www.odginstruments.com.br Versão 2.0 FEVEREIRO 2009

ODG Auto Acessórios Ltda www.odginstruments.com.br Versão 2.0 FEVEREIRO 2009 ODG Auto Acessórios Ltda www.odginstruments.com.br Versão 2.0 FEVEREIRO 2009 1 INDICE 1. Instalação do Software...3 2. Tela Inicial...3 3. Criando arquivo de configurações (Alt + C + C)...4 3.1 Sensores

Leia mais

Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor. Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL

Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor. Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL Manual de Instalação Linux Comunicações - Servidor Centro de Computação Científica e Software Livre - C3SL Sumário 1 Instalando o Linux Comunicações para Telecentros (servidor) 2 1.1 Experimentar o Linux

Leia mais

Produto: CL Titânio Assunto: Quais as funções que podem ser executadas no software client?

Produto: CL Titânio Assunto: Quais as funções que podem ser executadas no software client? Produto: CL Titânio Assunto: Quais as funções que podem ser executadas no software client? Assim que abrir o DVR Client, no canto superior direito há um grupo de opções denominado Login, preencha de acordo

Leia mais

Programação Básica em STEP 7 Blocos de Dados. SITRAIN Training for Automation and Drives. Página 8-1

Programação Básica em STEP 7 Blocos de Dados. SITRAIN Training for Automation and Drives. Página 8-1 Conteúdo Página Áreas de Armazenamento para Dados... 2 (DBs)... 3 Visão Geral dos Tipos de Dados no STEP 7... 4 Tipos de Dados Elementares no STEP 7... 5 Criando um Novo Bloco de Dados... 6 Editando, Salvando,

Leia mais

Nota de Aplicação IHM 001

Nota de Aplicação IHM 001 N.A 001 Comunicação IHM M e PLC PM via Ethernet Objetivo: Este documento descreve o procedimento para realizar a comunicação entre os CLPs PM da Ativa com as IHM Xpanel. Os requisitos para este procedimento

Leia mais

CAPÍTULO 6 COMUNICAÇÃO SERIAL

CAPÍTULO 6 COMUNICAÇÃO SERIAL CAPÍTULO 6 COMUNICAÇÃO SERIAL DEIXADO INTENCIONALMENTE EM BRANCO ÌNDICE 1 COMUNICAÇÃO SERIAL... 5 1.1 - Enviar um arquivo do Proteo... 6 1.2 - Receber um arquivo No Proteo... 9 1.3 - Verificando resultados

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

INTRODUÇÃO. A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2009.

INTRODUÇÃO. A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2009. Guia de Instalação do SolidWorks 2009 INTRODUÇÃO A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2009. O SolidWorks pode ser instalado

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 2 Windows Vista Professora: Cintia Caetano AMBIENTE WINDOWS O Microsoft Windows é um sistema operacional que possui aparência e apresentação aperfeiçoadas para que o trabalho

Leia mais

Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010

Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010 Utilitário de Ajuda do Software Registrador de Dados VB300 3-Axis G- Force Versão 1.0 Novembro 2010 Introdução ao Software O software do registrador de dados é um programa que coleta dados do registrador

Leia mais

Criando seu primeiro programa: Ao abrir o software, ele já está pronto para começar a programar:

Criando seu primeiro programa: Ao abrir o software, ele já está pronto para começar a programar: Criando seu primeiro programa: Ao abrir o software, ele já está pronto para começar a programar: Após inserir funções, os códigos aparecerão na lateral esquerda: Assim que seu programa estiver pronto,

Leia mais

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido.

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Sumário Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Introdução ao Project Um projeto é uma seqüência bem definida de eventos, com um início e um final identificável. O foco de um projeto é obter

Leia mais

masterlogger A202 Versão 01 / Revisão 1.0

masterlogger A202 Versão 01 / Revisão 1.0 SISTEMA supervisório masterlogger A202 Versão 01 / Revisão 1.0 MANUAL DE operação CONTEMP IND. COM. E SERVIÇOS LTDA. Al. Araguaia, 204 - CEP 09560-580 S. Caetano do Sul - SP - Brasil Fone: 11 4223-5100

Leia mais

Basicão de Estatística no EXCEL

Basicão de Estatística no EXCEL Basicão de Estatística no EXCEL Bertolo, Luiz A. Agosto 2008 2 I. Introdução II. Ferramentas III. Planilha de dados 3.1 Introdução 3.2 Formatação de células 3.3 Inserir ou excluir linhas e colunas 3.4

Leia mais

CONFIGURADOR DO PAINEL FP1 v 1.3

CONFIGURADOR DO PAINEL FP1 v 1.3 CONFIGURADOR DO PAINEL FP1 v 1.3 1. INTRODUÇÃO Este software permite a configuração dos dispositivos de detecção manuais e ou automáticos do sistema digital de alarme de incêndio FP1. Pode-se, por intermédio

Leia mais

Manual do Radioserver

Manual do Radioserver Manual do Radioserver Versão 1.0.0 Alex Farias (Supervisão) Luiz Galano (Comercial) Vinícius Cosomano (Suporte) Tel: (011) 9393-4536 (011) 2729-0120 (011) 2729-0120 Email: alex@smartptt.com.br suporte@smartptt.com.br

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa

Manual do Usuário. Sistema Financeiro e Caixa Manual do Usuário Sistema Financeiro e Caixa - Lançamento de receitas, despesas, gastos, depósitos. - Contas a pagar e receber. - Emissão de cheque e Autorização de pagamentos/recibos. - Controla um ou

Leia mais

Guia do Usuário. idocsscan v.2.1.14

Guia do Usuário. idocsscan v.2.1.14 Guia do Usuário idocsscan v.2.1.14 2013 BBPaper_Ds - 2 - Sumário Introdução... 5 Instalação... 7 Inicializando a aplicação... 12 Barras de acesso e informações... 13 Teclas de atalho... 14 Barra de Ferramentas...

Leia mais

DICAS TÉCNICAS. Procedimentos S.A.T. - Serviço de Atendimento Técnico

DICAS TÉCNICAS. Procedimentos S.A.T. - Serviço de Atendimento Técnico SUMÁRIO Dicas Técnicas... 02 1. Problemas com Impressoras... 03 1.1. A impressora não está imprimindo nada.... 03 1.2. A impressora não está imprimindo em DOS... 03 1.3. A impressora não esta imprimindo

Leia mais

TRBOnet Standard. Manual de Operação

TRBOnet Standard. Manual de Operação TRBOnet Standard Manual de Operação Versão 1.8 NEOCOM Ltd ÍNDICE 1. TELA DE RÁDIO 3 1.1 COMANDOS AVANÇADOS 4 1.2 BARRA DE FERRAMENTAS 5 2. TELA DE LOCALIZAÇÃO GPS 6 2.1 MAPLIB 6 2.2 GOOGLE EARTH 7 2.3

Leia mais

SOFTWARE DE INSTALAÇÃO. Instruções de Instalação

SOFTWARE DE INSTALAÇÃO. Instruções de Instalação SOFTWARE DE INSTALAÇÃO SOFTWARE Instruções de Instalação Manual de instruções para programa de gravação de dados (WS- 9010) Esta estação meteorológica juntamente com o programa de gravação de dados é um

Leia mais

KID MANUAL DE SOFTWARE

KID MANUAL DE SOFTWARE KID MANUAL DE SOFTWARE Sumário 1.1. O que é Programação em Blocos?... 3 1.2. Conhecendo o KID Programador... 3 1.2.1. Instalação do Software... 3 1.2.2. Áreas do Software... 5 1.3. Blocos usados para Programação...

Leia mais

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951

Seu manual do usuário XEROX 6279 http://pt.yourpdfguides.com/dref/5579951 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para XEROX 6279. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a XEROX 6279 no manual

Leia mais

Usando o PDA para Capturar Textos dos Relés SEL

Usando o PDA para Capturar Textos dos Relés SEL Usando o PDA para Capturar Textos dos Relés SEL Emery L. Perry, Jeff Dietzman e John Lincoln INTRODUÇÃO Vários programas para emulação do terminal podem ser utilizados para efetuar comunicações com os

Leia mais

SIAFRO Módulo de Devolução 1.0

SIAFRO Módulo de Devolução 1.0 Conteúdo do Manual. Introdução. Capítulo Requisitos. Capítulo Instalação 4. Capítulo Configuração 5. Capítulo 4 Cadastro de Devolução 6. Capítulo 5 Relatório 7. Capítulo 6 Backup 8. Capítulo 7 Atualização

Leia mais

Manual do usuário. Softcall Java. versão 1.0.5

Manual do usuário. Softcall Java. versão 1.0.5 Manual do usuário Softcall Java versão 1.0.5 Sumário Iniciando SoftCall...3 Tela Principal...3 Configurando o SoftCall...4 Agenda...5 Incluindo um contato...5 Procurando um contato...6 Apagando um contato...6

Leia mais

Guia Técnico da Solução TEF Discado/Dedicado

Guia Técnico da Solução TEF Discado/Dedicado Guia Técnico da Solução TEF Discado/Dedicado INTERFACE E AMBIENTE Versão - 09/2007 OBJETIVO OBJETIVO O Guia Técnico da Solução TEF Discado/Dedicado foi elaborado para apoiar a integração de Aplicativos

Leia mais

Manual de utilização. Aplicativo que substitua o controle remoto da TV e Home Theater da marca LG.

Manual de utilização. Aplicativo que substitua o controle remoto da TV e Home Theater da marca LG. Manual de utilização Aplicativo que substitua o controle remoto da TV e Home Theater da marca LG. ANO 2013 Sumário 1. Descrição... 3 2. Esquema Arduino... 4 3. Código Arduino... 5 4. Instalação do Aplicativo...

Leia mais

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário MODEM USB 3G+ WM31 Manual do Usuário 2 Conteúdo 1 Introdução... 3 2 Descrição da Interface do Cliente... 5 3 Conexão... 7 4 SMS... 10 5 Contatos... 14 6 Estatística... 18 7 Configurações... 19 8 SIM Tool

Leia mais

6 - Apresentação do Painel de Controle do software DVR-Viewer. Itens Descrição 1 Lista do DVR: Adiciona/Modifica/Apaga a lista de DVRs conectados.

6 - Apresentação do Painel de Controle do software DVR-Viewer. Itens Descrição 1 Lista do DVR: Adiciona/Modifica/Apaga a lista de DVRs conectados. Instrução de acesso ao DVR da Yoko modelo Pentaplex. Via Software. 1 - Instalar o Software que esta no CD (Yoko H264\setup.exe) ou Fazer o Download do software do através do site abaixo: ( caso o navegador

Leia mais

STK (Start Kit DARUMA) Primeiro contato com a Impressora Fiscal, a ECF chegou e agora?

STK (Start Kit DARUMA) Primeiro contato com a Impressora Fiscal, a ECF chegou e agora? O que será abordado neste SKT: STK (Start Kit DARUMA) Primeiro contato com a Impressora Fiscal, a ECF chegou e agora? Verificando o papel. Verificando se o ECF está inicializado, caso não esteja como proceder.

Leia mais

Micro CLP incorporado ao inversor de frequência TOSHIBA VFS15 MY FUNCTION

Micro CLP incorporado ao inversor de frequência TOSHIBA VFS15 MY FUNCTION Micro CLP incorporado ao inversor de frequência TOSHIBA VFS15 MY FUNCTION - 2 - 1 INTRODUÇÃO Visando a redução de periféricos elétricos envolvendo o controle de velocidade de motores, a Toshiba inseriu

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO Profª Danielle Casillo Utilizar os mesmos processos do trabalho anterior (Ladder já existente). Implementar este sistema

Leia mais

QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL

QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL QUESTÕES COMENTADAS PROVAS DE INFORMÁTICA BANCO DO BRASIL BANCO DO BRASIL (Aplicação: 07/10/2001) CARGO: ESCRITURÁRIO 1 C 2 C ::::... QUESTÃO 33...:::: Outro modo de realizar a mesma operação com sucesso

Leia mais

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características:

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características: Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br Conhecendo o NSBASIC para Palm Vitor Amadeu Vitor@cerne-tec.com.br 1. Introdução Iremos neste artigo abordar a programação em BASIC para o Palm OS. Para isso, precisaremos

Leia mais

FileMaker 13. Guia de ODBC e JDBC

FileMaker 13. Guia de ODBC e JDBC FileMaker 13 Guia de ODBC e JDBC 2004 2013 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara, Califórnia 95054 FileMaker e Bento são marcas comerciais da

Leia mais

Manual Digifort Evidence Versão 1.0.1 Rev. A

Manual Digifort Evidence Versão 1.0.1 Rev. A Manual Digifort Evidence Versão 1.0.1 Rev. A Índice ANTES DE VOCÊ COMEÇAR... 4 PRÉ-REQUISITOS... 4 SCREEN SHOTS... 4 A QUEM SE DESTINA ESTE MANUAL... 4 COMO UTILIZAR ESTE MANUAL... 4 Introdução... 5 INSTALANDO

Leia mais

Introdução... 1. Instalação... 2

Introdução... 1. Instalação... 2 ONTE DO Introdução... 1 O que é IPP?... 1 Qual é a função de um software Samsung IPP?... 1 Instalação... 2 Requisitos do sistema... 2 Instalar o software Samsung IPP... 2 Desinstalar o software Samsung

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário

MODEM USB 3G+ WM31. Manual do Usuário MODEM USB 3G+ WM31 Manual do Usuário 2 Tabela de Conteúdo 1 Introdução... 3 2. Instalação... 5 3. Descrição da interface do cliente... 6 4. Conexão... 10 5.SMS... 11 6.Contatos... 14 7.Estatística... 18

Leia mais

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Requisitos mínimos de Hardware: Pentium 3 de 500 mhz ou Celeron de 700 mhz ou superior 128 MB de RAM 100 MB livres no disco rígido Requisitos de Software:

Leia mais

GABARITO - B. manuel@carioca.br

GABARITO - B. manuel@carioca.br NOÇÕES DE INFORMÁTICA EDITORA FERREIRA PROVA MPRJ -TÉCNICO ADMINISTRATIVO - TADM NCE-UFRJ CORREÇÃO - GABARITO COMENTADO Considere que as questões a seguir referem-se a computadores com uma instalação padrão

Leia mais

Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR

Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR Net Manager Informática Ltda Versão 6.0 1998-2007 Guia de Instalação 1) Instalação do Software Coletor Executar o programa

Leia mais

SPSS Statistical Package for the Social Sciences Composto por dois ambientes:

SPSS Statistical Package for the Social Sciences Composto por dois ambientes: Introdução ao SPSS Essa serie de aulas sobre SPSS foi projetada para introduzir usuários iniciantes ao ambiente de trabalho do SPSS 15, e também para reavivar a memória de usuários intermediários e avançados

Leia mais

MODEM USB LTE. Manual do Usuário

MODEM USB LTE. Manual do Usuário MODEM USB LTE Manual do Usuário 2 Conteúdo Manual do Usuário... 1 1 Introdução... 3 2 Descrição da Interface do Cliente... 4 3 Conexão... 7 4 SMS... 10 5 Contatos... 14 6 Estatística... 18 7 Configurações...

Leia mais

Programação Básica em STEP 7 Documentando, Salvando, Arquivando. SITRAIN Training for Automation and Drives. Página 12-1

Programação Básica em STEP 7 Documentando, Salvando, Arquivando. SITRAIN Training for Automation and Drives. Página 12-1 Conteúdo Página Panorâmica das Possibilidades de Documentação... 2 Documentação de Bloco... 3 Configuração de Página... 4 Visualizar Impressão... 5 Outras Possibilidades de Documentação... 6 Trabalhando

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais

Instrução de acesso ao DVR da Yoko Modelo RYK925x Via Software.

Instrução de acesso ao DVR da Yoko Modelo RYK925x Via Software. Instrução de acesso ao DVR da Yoko Modelo RYK925x Via Software. 1 - Instalar o Software que está no CD (Yoko H264\setup.exe) ou Fazer o Download do software do através do site abaixo: http://cameras.khronos.ind.br:1061/clientes/aplicativos/yokoprata/

Leia mais

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...

Leia mais

MANUAL. Recurso QChat

MANUAL. Recurso QChat MANUAL Recurso QChat Publicação: Dezembro / 2011 Versão oficial Qualitor Advanced: 6.50.00 Versão oficial Qualitor Start: 1.00.06 Revisão: 02 Cópia oficial Sumário Recurso Chat do Qualitor NOVIDADES DA

Leia mais

Vid8 Servidor. Correção da conexão com o GME, quando placa VP-1616F com 32 canais; Correção da conexão com o GME, quando configurado em modo DVR;

Vid8 Servidor. Correção da conexão com o GME, quando placa VP-1616F com 32 canais; Correção da conexão com o GME, quando configurado em modo DVR; Vid8 Servidor Versão 8.13.0411 Correção da conexão com o GME, quando placa VP-1616F com 32 canais; Versão 8.12.0311 Correção da conexão com o GME, quando configurado em modo DVR; Versão 8.11.0311 Correção

Leia mais

GERENCIADOR DE CONTEÚDO

GERENCIADOR DE CONTEÚDO 1/1313 MANUAL DO USUÁRIO GERENCIADOR DE CONTEÚDO CRISTAL 2/13 ÍNDICE 1. OBJETIVO......3 2. OPERAÇÃO DOS MÓDULOS......3 2.1 GERENCIADOR DE CONTEÚDO......3 2.2 ADMINISTRAÇÃO......4 Perfil de Acesso:... 4

Leia mais

Cliente Microsoft Outlook do Avaya Modular Messaging Versão 5.0

Cliente Microsoft Outlook do Avaya Modular Messaging Versão 5.0 Cliente Microsoft Outlook do Avaya Modular Messaging Versão 5.0 Importante: as instruções contidas neste guia só serão aplicáveis se seu armazenamento de mensagens for Avaya Message Storage Server (MSS)

Leia mais

Aplicação do Software Proficy ifix como padrão de software supervisório nos 48 Terminais da TRANSPETRO existentes em todas as regiões do Brasil

Aplicação do Software Proficy ifix como padrão de software supervisório nos 48 Terminais da TRANSPETRO existentes em todas as regiões do Brasil Testes Definidos por Software Saber Eletrônica 436 Software para testes de próteses de válvulas cardíacas Saber Eletrônica 433 Softwares de Supervisão www.mecatronicaatual.com. br/secoes/leitura/786 AutoCad

Leia mais

Notas de Aplicação. Convertendo uma aplicação do ZAP500 para o ZAP900. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Convertendo uma aplicação do ZAP500 para o ZAP900. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Convertendo uma aplicação do ZAP500 para o ZAP900 HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00054 Versão 1.01 novembro-2013 HI Tecnologia Convertendo uma aplicação do ZAP500 para

Leia mais

Implementando e gerenciando dispositivos de hardware

Implementando e gerenciando dispositivos de hardware 3 Implementando e gerenciando dispositivos de hardware Uma boa parte das questões do exame está concentrada nessa área. Saber implementar e, principalmente, solucionar problemas relacionados a dispositivos

Leia mais

Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR

Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR Tarifação ON-LINE Sistema de Tarifação Telefônica V. 6.0 GUIA DE INSTALAÇÃO COLETOR Net Manager Informática Ltda Versão 6.0 1998-2007 1) Instalação do Software Coletor Guia de Instalação Executar o programa

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1 EXCEL 2007 O Excel 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office System de 2007, que sucede ao Office 2003. Relativamente à versão anterior (Excel 2003), o novo programa introduz inúmeras

Leia mais

É o UniNorte facilitando a vida de nossos docentes e discentes.

É o UniNorte facilitando a vida de nossos docentes e discentes. ACESSO REMOTO Através do Acesso Remoto o aluno ou professor poderá utilizar em qualquer computador que tenha acesso a internet todos os programas, recursos de rede e arquivos acadêmicos utilizados nos

Leia mais

FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO

FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO O Driver IGS possui um módulo de configuração que possibilita a comunicação com protocolos proprietários. Trata-se do Driver

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. - INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. SCADA - Supervisory Control and Data Aquisition

Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. SCADA - Supervisory Control and Data Aquisition Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados SCADA - Supervisory Control and Data Aquisition São sistemas que utilizam software para monitorar e supervisionar as variáveis e os dispositivos de sistemas

Leia mais

Seu manual do usuário HP COMPAQ EVO D310 DESKTOP http://pt.yourpdfguides.com/dref/870005

Seu manual do usuário HP COMPAQ EVO D310 DESKTOP http://pt.yourpdfguides.com/dref/870005 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para HP COMPAQ EVO D310 DESKTOP. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no

Leia mais

Obs: É necessário utilizar um computador com sistema operacional Windows 7.

Obs: É necessário utilizar um computador com sistema operacional Windows 7. Instalando os Pré-Requisitos Os arquivos dos 'Pré-Requisitos' estão localizados na pasta Pré-Requisitos do CD HyTracks que você recebeu. Os arquivos também podem ser encontrados no servidor. (www.hytracks.com.br/pre-requisitos.zip).

Leia mais

Grifon Alerta. Manual do Usuário

Grifon Alerta. Manual do Usuário Grifon Alerta Manual do Usuário Sumário Sobre a Grifon Brasil... 4 Recortes eletrônicos... 4 Grifon Alerta Cliente... 4 Visão Geral... 4 Instalação... 5 Pré-requisitos... 5 Passo a passo para a instalação...

Leia mais