Aniversário do CREA-PI: há 34 anos em defesa do profissional e da sociedade

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1 REVISTA DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PIAUÍ - CREA-PI ANO XII. EDIÇÃO Nº 29. NOVEMBRO/2009 Aniversário do CREA-PI: há 34 anos em defesa do profissional e da sociedade O Conselho aniversaria e presenteia você com um novo portal: dinâmico, interativo e com serviços que facilitarão o seu dia-a-dia. Páginas 4 e 5

2 Novo tempo Entramos em uma nova era no Crea-PI. E dentre as boas notícias, podemos citar como um dos avanços, a implantação do GPS - Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global). O instrumento, que tem a finalidade de produzir melhores resultados na fiscalização do Regional, já apresenta bons frutos. Gerando uma maior rapidez e agilidade na realização do trabalho dos fiscais, o GPS reforça a missão do Conselho, que é defender a sociedade da atuação de leigos exercendo ilegalmente a profissão e/ou profissionais em situação irregular com o Sistema Confea/Crea. Além disso, a fiscalização da área agronômica também tem recebido maior ênfase por parte do Regional. Nesta edição, os profissionais terão todas as informações sobre as novidades do Conselho que, com 34 anos de existência, apresenta uma nova face e pode ser conferida através do seu novo portal: mais dinâmico, interativo e com serviços pensados para facilitar o dia- a-dia dos seus usuários. No especial sobre o aniversário do Regional, conheceremos alguns dos preparativos para a festa dos nossos 35 anos, que está sendo planejada com carinho para comemorar a história dessa Autarquia tão representativa e atuante na sociedade piauiense. Falamos ainda sobre o trabalho realizado pelas Câmaras Especializadas do Crea-PI e a desertificação na região do Sudoeste piauiense, que pode ser revertida através de projetos oriundos da parceria entre governos, sociedade civil e iniciativa privada. Boa Leitura! José Borges de Sousa Araújo Presidente do Crea-PI Gilbués: o deserto que pode 'renascer' Entre tantos títulos que entristecem o nosso Estado, o Piauí é também o maior em área de solos degradados do país. A superfície de desertificação do Sudoeste piauiense é composta por 15 municípios que totalizam uma extensão de ,07 km², sendo que pelo menos 7.759,56 km² estão degradados. É um cenário que impressiona não só pelo tamanho, mas principalmente pela aceleração com que o processo vem acontecendo. E quem descreve a cena é o professor doutor da Universidade Federal do Piauí, Adeodato Salviano, especialista em manejo e conservação do solo. Há anos estudando o processo no Estado, o pesquisador conta que quem passa por Gilbués, considerado o 'pólo' da desertificação no Piauí, tem o desprazer de encontrar crateras enormes e extensas áreas com pouca ou nenhuma vegetação. É uma cena de deserto mesmo, onde podemos ver grandes sulcos ou mesmo voçorocas, que são os mais avançados estágios de erosão de um solo, diz o professor. Os primeiros grupos de estudo que citaram o processo de desertificação datam da década de 70, embora pesquisas revelem que a degradação do solo piauiense teve início por volta do ano de Os estudos mostram que, ao contrário de outras áreas desertificadas no Brasil, a região de Gilbués apresenta características climáticas diferentes. Os índices de aridez do solo oscilam entre 0,71 e 0,96, o que fica fora da faixa adotada pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação. Além disso, chove bastante na região, com precipitações de até 1000 mm/ano, o que distancia Gilbués das características de um lugar desertificado. A boa notícia é que, mesmo diante de tanta devastação, há saídas. Os estudos promovidos pelo Núcleo de Estudo e Pesquisa de Recuperação de Áreas Degradadas em Gilbués (Nuperade), que é patrocinado pelo Governo do Estado do Piauí desde 2003, gera resultados. Segundo Adeodato, os trabalhos de recuperação Adeodato: pesquisas garantem que pode haver vida em área degradada. do solo feitos em uma área delimitada para isso já apresentam um cenário completamente diferente. Graças às técnicas utilizadas pelos pesquisadores, com a diminuição da erosão e a recuperação da cobertura vegetal, as cores mudaram naquele cenário. O que era apenas o laranja da terra seca hoje é de um verde que emociona, comenta. Com essa resposta positiva, a luta dos pesquisadores é para que a sociedade, governos (tanto estadual como federal) e iniciativa privada unam forças para que no futuro, o que hoje é uma imensidão desolada, possa ser transformada em campos de produção de alimentos, madeira, reservas florestais e turísticas. Que o pó se torne vida. CREA-PI - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Piauí Pça. Demóstenes Avelino, 1767/Centro Fone: (86) Fax: (86) Presidente: Eng. Agrim. Civil JOSÉ BORGES DE SOUSA ARAÚJO / 1 Vice-Presidente: Eng. Civil PAULO ROBERTO FERREIRA DE OLIVEIRA / 2 Vice-Presidente: Engª Agrim. ONEIDA BARROS BEZERRA / 1 DiretorAdministrativo: Eng. Agron. JOÃO BATISTALOPES / 2 DiretorAdministrativo: Arquiteto EMANUEL RODRIGUES CASTELO BRANCO / 1 Diretor Financeiro: Engª Civil MARIA DE FÁTIMA CORDEIRO FERREIRA / 2 Diretor Financeiro: Geólogo JOSÉ IRAN PAIVA FELINTO / PRODUÇÃO: Arimatéa Carvalho, Simone Rodrigues, Vanessa Viana e Thais Loiola JORNALISTARESPONSÁVEL: Thais Loiola (DRTnº: 1418) / FOTODACAPA: Cândido Neto / TIRAGEM: Exemplares

3 Câmaras especializadas: pelo bem do exercício profissional Apreciar e decidir assuntos relacionados à fiscalização e ao exercício profissional. Esses são os principais objetivos das Câmaras Especializadas dos Creas. O Crea-PI possui cinco Câmaras que, em suas respectivas áreas, buscam medidas para aperfeiçoar as atividades dos profissionais. As Câmaras constituídas no Piauí são: Câmara de Engenharia Civil, de Agronomia, Engenharia, Arquitetura e Elétrica. Por serem a primeira instância de julgamento de suas jurisdições, elas são parte essencial dentro da estrutura do Conselho. É o que explica o Coordenador Adjunto da Câmara de Arquitetura, Emanoel Castelo Branco. Segundo ele, todas as Câmaras do Regional trabalham com a meta de fiscalizar o exercício profissional e julgar processos de má-atuação dos mesmos, com a finalidade de promover a valorização. Todo o processo de fiscalização é para que somente os engenheiros e arquitetos regularizados possam exercer suas funções. Dessa forma, eles são valorizados e a sociedade está mais segura com a prestação de bons serviços, esclarece. E é no sentido de qualificar os profissionais que a Câmara de Arquitetura planeja uma série de palestras e cursos voltados para a área. Além disso, como explica o arquiteto, o Manual de Fiscalização Profissional está sendo produzido e em breve estará em funcionamento. Com ele, o trabalho dos fiscais terá mais dinamismo. Isso já acontece em alguns Estados onde o manual já foi implantado e os resultados são muito bons. Vale lembrar que esse manual servirá para todas as nossas Câmaras, cada uma com suas particularidades, completou. Para o membro da Câmara de Engenharia, que abrange as áreas de Mecânica, Agrimensura, Geologia e Minas, Dorival Mendes, o manual de procedimentos é muito importante para uma Câmara mista, como a que ele representa. Temos técnicas e normas diferenciadas, que devem ser observadas na hora de uma fiscalização. Por isso, nossa Câmara é composta não somente por engenheiros, mas também por técnicos industriais, que estão atentos para que essas normas possam ser repassadas à Gerência de Fiscalização, disse. O Eng. Civil José Mendes de Sousa Moura, que é coordenador da Câmara de Engenharia Civil do Crea-PI e Câmaras que compõem o CREA-PI e seus coordenadores Câmara de Engenharia Civil José Mendes de Sousa Moura Câmara de Agronomia Mário Genário Cavalcante Câmara de Engenharia Marcos Machado de Albuquerque Câmara de Arquitetura Emanuel Castelo Branco Câmara de Engenharia Elétrica José Maria Anastácio Souza CREA-PI: Câmaras visam aperfeiçoar atividades dos profissionais Coordenador adjunto da Câmara Nacional de Engenharia do Sistema Confea/Crea, explica que atualmente, uma das áreas que mais exige essa fiscalização é a Geologia. Mendes lembra que o Estado está vivendo um 'boom' nos investimentos minerais e que por isso a presença do Crea, com sua ação fiscalizadora, é cada vez mais necessária. Atendendo a essas necessidades de fiscalização, a Câmara de Engenharia Elétrica, coordenada pelo Engenheiro Eletricista José Maria Anastácio Souza, tem em sua programação uma visita à Usina Eólica de Parnaíba. Segundo o coordenador, o momento será para avaliação 'in loco' de como essa energia vem sendo produzida e se todas as normas técnicas estão sendo seguidas, visando a segurança dos engenheiros que lá trabalham. Para José Maria, este será um momento único para os profissionais da área que desejam conhecer um projeto com essa magnitude. O Crea vai solicitar essa visita técnica à empresa e queremos levar conosco colegas da área para que possam ver de perto e ter elementos para trabalhar em projetos semelhantes no nosso Estado, explicitou o coordenador, acrescentando que a Câmara também está trabalhando na reativação dos serviços de lazer do Clube de Engenharia, além da regularização da Associação Brasileira dos Engenheiros Eletricistas no Piauí. Estão entre as funções das Câmaras Especializadas Julgar as infrações do Código de Ética Elaborar as normas para fiscalização das respectivas especializações profissionais; Apreciar e julgar os pedidos dos profissionais e empresas registrados; Determinar a capitulação da infração e aplicar as penalidades e multas previstas.

4 Desde 19 de setembro de 1975, orientando e fiscalizando o exercício profissional Crea-PI: há 34 anos em defesa do profissional e da sociedade Aos 19 de setembro de 1975, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Piauí - Crea-PI, então Inspetoria do Crea-CE, é elevado à categoria de Regional, incorporando todo o território do Estado do Piauí. Desde então, a missão do Conselho tem sido orientar e fiscalizar o exercício profissional com o propósito de defender a sociedade da prática ilegal das profissões, resguardando assim, a segurança pública. Ao longo desses anos, vários profissionais de renome fizeram parte da diretoria do Crea-PI. Desde a sua fundação, o Conselho teve nove presidentes que prestaram relevantes serviços à sociedade piauiense, dentre eles: o Eng. Eletricista Renildo Nunes Cavalcante, primeiro presidente do Conselho e o Eng. Civil e Agrimensor José Borges de Sousa Araújo, atual presidente. No mês de setembro festejou-se o aniversário de 34 anos do Crea-PI e foram muitos os motivos para comemorar. Nos últimos anos o Conselho tem crescido e se modernizado, possibilitando uma atuação cada vez mais ágil e eficiente. No segundo mandato do presidente reeleito, Eng. Agrimensor e Civil José Borges de Sousa Araújo (1º de Janeiro de 2009 a 31 de Dezembro de 2011), o seu compromisso tem sido continuar na consolidação do trabalho voltado para a modernização dos serviços e dos processos administrativos tornando-os cada vez mais ágeis e eficientes; qualificar e capacitar os colaboradores do quadro de pessoal; fortalecer as entidades e ampliar o patrimônio, com vistas à extensão da atuação para todo o Estado. Serviços essenciais para a área tecnológica, como a informatização da Sede e das Inspetorias sempre foram prioridade desde o primeiro dia da atual gestão. Com os investimentos efetuados até agora, foram disponibilizados, dentre outros serviços, a ART on line, certidões negativas de pessoas físicas e jurídicas, segunda via de anuidades e consulta às normas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, que já se popularizaram entre os profissionais e continuarão sendo oferecidas. Graças a um convênio entre o Crea-PI e o Crea-RN, avanços foram implementados no Regional e todas as informações sobre os profissionais e empresas piauienses estão armazenadas em um software desenvolvido para ambiente web. Chamado de Minerva WEB, o novo sistema corporativo é repleto de vantagens e abriga o cadastro dos profissionais e empresas, autos de infração, ARTs e permite a impressão de boletos com código de barras, facilitando ao profissional realizar procedimentos que antes necessitavam de sua presença na sede do Conselho ou nas Inspetorias. Para garantir o direito dos profissionais da área tecnológica de receber o salário mínimo previsto em lei, o Crea-PI instituiu um Grupo de Trabalho específico para lutar pelo cumprimento da Lei A nas entidades públicas do Estado. O GT está desenvolvendo discussões e ações junto ao governo e entidades privadas no sentido de cobrar a aplicabilidade da referida lei e contribuindo para a valorização da classe. Até 2006, das nove Inspetorias do Crea-PI apenas a de Picos possuía sede. Hoje, o Regional vive outra realidade e já possui mais 2 Inspetorias sediadas em imóveis próprios: Parnaíba e Uruçuí. Os imóveis foram adquiridos em 2007 e 2008, respectivamente, e a pretensão é continuar ampliando o patrimônio do Regional e equipando as Inspetorias com móveis e computadores novos, além de um espaço exclusivo para os engenheiros,

5 arquitetos, agrônomos e técnicos que fazem o Crea-PI: a Sala dos Profissionais. O concurso realizado em Fevereiro de 2008 foi um sucesso. Com vagas para contratação imediata e formação de cadastro reserva, para especialidades de níveis fundamental, médio e superior, o Regional disponibilizou cargos de agente de fiscalização, administrador, advogado, analista de informática, contador, profissional de nível superior do Sistema Confea/Crea, agente de portaria, auxiliar de serviços gerais, auxiliar administrativo e motorista. Parte desses profissionais já fazem parte do corpo de colaboradores do Crea-PI. A continuação do trabalho de valorização profissional através da promoção de congressos, palestras e cursos de capacitação na capital e no interior tem sido realidade do Regional durante esse ano, sendo prevista ainda a instalação das seis novas Inspetorias que foram criadas na atual gestão, nas cidades de Água Branca, Campo Maior, Esperantina, Paulistana, São João do Piauí e Valença. Desta maneira, o Crea-PI busca através de suas ações o reconhecimento dos profissionais, empresas e sociedade, tendo como objetivo tornar-se cada vez mais ágil e eficiente, sem deixar de lado a sua missão finalística, que é assegurar o exercício legal das profissões e defender a sociedade. 35 anos do Crea-PI: memória do Regional será resgatada Incumbida de fazer um resgate da memória do Crea-PI para o aniversário de 35 anos do Regional, esteve em Teresina, de 10 a 14 de agosto, a assistente técnica da biblioteca do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Socorro Ferro. O trabalho de resgate consiste em fazer uma busca por documentos que são importantes para a história do Regional: Procuro as primeiras atas, fotos, quem eram as pessoas que estavam presentes no momento da instalação, o que levou à criação do Crea, quais entidades contribuíram, as instituições de ensino, as entidades de classe. Daí você passa a ver a primeira composição, os primeiros atos, a primeira Inspetoria que foi instalada, a primeira ART que foi registrada, o primeiro profissional, explica Socorro. Para Socorro Ferro, esse trabalho é importante porque o profissional passa a ter um maior conhecimento do sistema, entende a história do Conselho, as suas primeiras aquisições, como foi o seu crescimento e os avanços alcançados desde a sua criação. A assistente vê como um marco na história do Regional a aquisição do prédio da sede. Comprar o seu próprio imóvel é um crescimento importante para a instituição, por que é um bem dos profissionais que contribuem e vêem o seu dinheiro sendo empregado em algo que os beneficie. A tarefa inicial de coleta e identificação dos materiais feita por Socorro deverá continuar durante o ano, através inclusive dos profissionais que poderão colaborar. Os profissionais também fazem parte dessa história, eles são peças fundamentais na evolução do Crea, conclui. Arcebispo Dom José Freire Falcão, Arquiteto Raimundo de Castro Dias, então presidente do Crea-PI, Eng. Inácio Ferreira, ex-presidente do Confea e arquiteto Miguel Caddah, durante a inauguração da sede do Regional Novo portal: dinamismo e praticidade para o profissional Desde o mês de outubro, em comemoração aos seus 34 anos de existência, o portal do Crea-PI está de cara nova. Além de melhorar os serviços já disponíveis, o novo portal acrescenta outros que serão de total utilidade para os profissionais e a sociedade. Principais inovações: Crea-Jr: acesso à página própria com informações úteis para os estudantes; Banco de empregos: cadastro de currículos dos profissionais e oferta de vagas para a área tecnológica por parte de empresas interessadas; Prestação de contas: acesso ao balanço social; Espaço para as entidades de classe registradas no Crea; Mala-direta: criação de um marketing, onde os profissionais poderão se cadastrar para receber boletins informativos do Conselho; Taxas: página com as principais taxas do Regional, sempre atualizada. Serviços aperfeiçoados: ARTs: nova interface com link para registro da anotação; Licitações: página com as licitações em aberto e seus respectivos editais; Fale conosco: formulário para contato direto com o setor desejado no Regional. Além do acréscimo desses serviços, o site também dispõe de um menu mais interativo, uma interface mais arrojada e dinâmica, visando não só melhorar o aspecto visual, mas facilitar a comunicação com os profissionais do Sistema.

6 Fiscalização a serviço da sociedade Defender a sociedade acima de qualquer interesse. Essa é a missão do Crea-PI, justificada por uma fiscalização que visa garantir a segurança da população. O chefe do Departamento de Fiscalização do Regional, Wolteres Alencar Miranda, explica que o trabalho baseia-se na fiscalização de todas as áreas da engenharia, da arquitetura, da agronomia, da geologia, da geografia e da meteorologia, em seus níveis médio e superior, em todo o Estado. De acordo com Wolteres, essa fiscalização é dividida entre: interna, inteligente e preventiva e integrada. A fiscalização interna do Regional consiste na consulta a sites, jornais, editais e diários oficiais. "São vários os recursos que os agentes têm para efetuar o trabalho. À medida que encontram informações sobre obras e serviços, eles consultam o banco de dados do Conselho e, se a obra não estiver registrada, automaticamente emite-se uma notificação", esclarece. Outra forma de fiscalização destacada é a preventiva e integrada, feita anteriormente à realização de grandes eventos, como o Piauí Pop e o Carnaval de Rua de Teresina, ou quando surgem indícios de irregularidade em determinada obra. Já a fiscalização inteligente acontece interna e externamente, através do trabalho dos agentes fiscais que têm a tarefa de percorrer municípios (zona urbana e rural) aferindo a regularidade de obras e serviços. E para auxiliar o trabalho externo desses fiscais, o Regional utiliza uma nova ferramenta: o Sistema de Posicionamento Global (GPS). Utilizado em caráter experimental no mês de maio e implantado em julho desse ano, o GPS é um equipamento que realiza o acompanhamento diário da rota percorrida pelos fiscais. "Através do GPS nós detectamos todos os pontos da cidade por onde o fiscal passou", informa Miranda. Segundo ele, o novo sistema deverá ser estendido a todas as inspetorias do Crea, permitindo o acompanhamento total das atividades fiscais. Ao efetuar a fiscalização do exercício profissional, o Crea impede a atuação de leigos, garantindo a atuação de profissionais legalmente habilitados. Wolteres enfatiza que a fiscalização é importante principalmente para evitar que tragédias aconteçam e ponham em risco a vida da população: A principal preocupação do Crea é a preservação do bem-estar da sociedade. A sociedade pode fiscalizar! Fiscalização: Sistema GPS é utilizado desde o início de 2009 Fiscalização da área Agronômica é ampliada pelo Crea-PI Desde o mês de setembro, o Regional fiscaliza com maior ênfase a modalidade de Agronomia, o que representa um grande avanço para o Conselho, para a sociedade e, inclusive para o meio ambiente, que sofre as agressões dos erros causados pelas práticas ilegais. Para habilitar os agentes fiscais, os engenheiros agrônomos Mário Genário Cavalcante e Carlos Pádua, que integram a Câmara Especializada de Agronomia do Regional, ministraram um treinamento para estabelecer os parâmetros adequados para fiscalizar a modalidade. O trabalho inicial consistiu em formular estratégias, metodologias e ações específicas da inspeção na área. De acordo com o gerente do dep. de fiscalização do Regional Paulo George, a fiscalização na Agronomia está sendo realizada de acordo com as orientações que foram determinadas pela Câmara. "Nós verificamos os estabelecimentos que têm atividade de agronomia e analisamos se a prática está de acordo com as normas estabelecidas pela Lei 5.194/66", pontua. Durante as primeiras inspeções, os fiscais contam ainda com o apoio de um profissional da área. Eles têm maior conhecimento e nos dão o direcionamento para o que realmente necessita ser cobrado e verificado nos estabelecimentos visitados", esclarece. Fiscalização de obras e serviços da área tecnológica não é uma tarefa exclusiva dos agentes fiscais. A sociedade também pode contribuir de forma a barrar o exercício ilegal das profissões. Como posso fiscalizar? Você pode fiscalizar verificando se a obra possui a placa do Crea-PI. A placa é uma exigência legal e informa para a comunidade sobre a presença de profissional habilitado naquele empreendimento. Se a obra não tiver placa afixada, como devo proceder? Entre em contato conosco: - Pelo - Pelos telefones: (86) / (86) Pelo denúncia on-line no site:

7 Mútua-PI terá sede própria ACaixa de Assistência dos Profissionais do Crea/PI - MÚTUA-PI está com uma nova diretoria desde janeiro de 2009, que pela primeira vez foi escolhida através de eleições diretas, cujos membros, Diretora Geral - Eng. Civil Maria do Socorro Seabra; Diretora Administrativa - Eng. Agron. Jacqueline Diniz; Diretor Financeiro - Eng. Agrim./Civil Walterwilson Leite, já fizeram grandes realizações através de uma administração voltada a oferecer a seus associados planos de benefícios sociais, previdenciários e assistenciais, que propiciem uma melhor qualidade de vida aos mutualistas. Ao assumir, os novos diretores tiveram como principal preocupação a compra de um imóvel para os mutualistas, antigo anseio de todo o Sistema Confea/Crea e Mútua no Piauí, e que agora é uma realidade para os profissionais associados. O imóvel adquirido, localizado nas proximidades do Crea-PI, é um edifício comercial de dois pavimentos que, após reformado, passará a alocar, além da Mútua, todas as entidades de classe que pagarão pelo espaço um aluguel simbólico e terão direito a toda a estrutura disponibilizada pela Mútua-PI. Nesse imóvel, os associados contarão com um espaço agradável para fazer pesquisas, utilizar as Normas da ABNT, programas de softwares de engenharia e arquitetura e contarão ainda, com MODALIDADES DE ASSOCIAÇÃO Sócio Contribuinte Sócio RT Corporativo Sócio Institucional Diretores da MÚTUA-PI no projeto de interiorização: visita aos profissionais da região de Picos MÚTUA-PI: Diretor Financeiro Walterwilson Leite, Diretora-Geral Socorro Seabra e Diretora Administrativa Jacqueline Diniz Vantagens de ser sócio da Mútua Previdência Complementar Convênios Regionais Convênios Nacionais biblioteca, auditório e a segurança de um estacionamento interno. E o melhor: toda essa estrutura foi planejada para facilitar o dia-a-dia dos mutualistas e estará disponível tão logo seja inaugurada a nova sede. Outra realização importante da atual administração tem sido a divulgação da Mútua, seja através de telemarketing, visitas a profissionais, ou mesmo participando de todos os eventos do Sistema, não somente na capital, mas também no interior do Estado. É como disse a diretora geral Socorro Seabra: "Como os profissionais não vêm até a Mútua, nós estamos levando a Mútua até eles. Nós participamos de todos os eventos do Crea-PI, Sindicato e Entidades de Classe. A Mútua está sempre presente, patrocinando os eventos quando é convidada, dentro das suas possibilidades". A diretora comemora o resultado. "O mais interessante é que hoje os profissionais nos procuram e perguntam: - Quais os benefícios que a Mútua tem para me oferecer? Como faço para ser sócio da Mútua? E isso nos alegra, porque o nosso desejo é estar presente na vida de todos os profissionais que se associam à Mútua melhorando, dentro de nossas atribuições, a sua qualidade de vida. Para se associar à Mútua, o profissional deverá preencher o cadastro on-line através do site pagar a taxa de inscrição no valor de R$10,00 e anuidade no valor de R$130,00. O boleto para pagamento da taxa de inscrição é gerado automaticamente no ato da associação e a anuidade é enviada posteriormente para o endereço do associado. Maiores informações poderão ser obtidas através dos telefones da Mútua-PI: (86) e (86) no horário comercial. Podem associar-se à Mútua todos os profissionais registrados no Crea, em dias com suas obrigações, e todos os funcionários do Sistema Confea/Crea e Mútua.

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