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1 ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

2 II SIMPÓSIO CEARENSE DE COAGULOPATIAS E HEMOGLOBINOPATIAS Irineuma Esteves Lopes Enfermeira do Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias HEMOCE Fortaleza, 22 de Outubro / 2015

3 IMPLEMENTAÇÃO DA CONSULTA DE ENFERMAGEM AOS CLIENTES DO AMBULATÓRIO DE COAGULOPATIAS HEREDITÁRIAS OBJETIVO: Acompanhar de forma sistemática às pessoas atendidas no Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias.

4 Lei do Exercício Profissional A consulta de enfermagem (CE) é uma atividade privativa do enfermeiro, conforme decreto Lei n.º94406 de junho de 1987.

5 CONSULTA DE ENFERMAGEM Histórico ( coleta de dados): O enfermeiro precisa: 1. Conhecer as especificidades da patologia; 2. Ter conhecimento sobre a demanda do usuário.

6 CONSULTA DE ENFERMAGEM Diagnóstico de enfermagem Real Risco

7 CONSULTA DE ENFERMAGEM Planejamento: Desenvolvimento de um plano de cuidados que visa a assistência de enfermagem ao usuário.

8 CONSULTA DE ENFERMAGEM Implementação: 1. Calendário das consultas: Três dias na semana 2.Clientes que estão inseridos nos programas do ministério da saúde (Profilaxias e Imunotolerância) consultas trimestrais e os demais semestrais.

9 CONSULTA DE ENFERMAGEM Avaliação: Levantamento de dados, através das evoluções e registros de enfermagem.

10 CONSIDERAÇÕES FINAIS A consulta de enfermagem deve ter objetivos claros e metodologia própria. Sua sistematização favorece organização da abordagem ao cliente define a atuação do enfermeiro em programas de atividade um caráter profissional (MACIEL, ARAÚJO, 2003)

11 FORMULÁRIO CONSULTA DE ENFERMAGEM

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13

14 HISTÓRICO DE ENFERMAGEM

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16 OBRIGADA!

Carla Kowalski Marzari

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