Brazilian Journal of Physical Therapy

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1 Brazilian Journal of Physical Therapy Journal associated to Associação Brasileira de Editores Científicos A B E C ISSN Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 12 (Supl), p , set Revista Brasileira de Fisioterapia

2 ISSN Rev. Bras. Fisioter., São Carlos, v. 12 (Supl) INFORMAÇÕES BÁSICAS A Revista Brasileira de Fisioterapia/ Brazilian Journal of Physical Therapy é o veículo da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia (ABRAPG-Ft). Publicada a partir de 1996, a Revista adota o processo de revisão por especialistas (peer review), sendo que cada artigo somente é publicado apenas após a aceitação por no mínimo três revisores, mantidos no anonimato. Os editores não assumem nenhuma responsabilidade por danos a pessoas ou propriedades que possam ser causados por uso das idéias, técnicas ou procedimentos contidos no material publicado nesta revista. A submissão de artigos pressupõe que estes artigos, com exceção dos resumos ampliados, não tenham sido publicados anteriormente, nem submetidos a qualquer outra publicação. O título abreviado da revista é Rev. Bras. Fisioter., forma que deve ser usada em bibliografias, notas de rodapé, referências e legendas bibliográfi cas. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou transmitida, por qualquer meio, seja eletrônico, mecânico ou fotocópia sem expressa autorização dos editores. MISSÃO: publicar artigos científi cos relativos ao objeto básico de estudo e campo de atuação profi ssional da Fisioterapia, veiculando estudos básicos e aplicados sobre a prevenção e tratamento das disfunções de movimento. BASIC INFORMATION The Revista Brasileira de Fisioterapia/ Brazilian Journal of Physical Therapy is published by Brazilian Association for Research and Graduate studies in Physical Therapy. Published since 1996, the Brazilian Journal of Physical Therapy adopts a peer review process. Each article is only published after it is accepted by a minimum of three reviewers, who are maintained anonymous during the process. The editors accept no responsibility for damage to people or property, which may have been caused by the use of ideas, techniques or procedures described in the material published by this journal. The submission of articles presupposes that these articles, with the exception of extended summaries, have not been previously published elsewhere, nor submitted to any other publication. The abbreviated title of the journal is Rev. Bras. Fisioter., and this must be used in references, footnotes and bibliographic legends. No part of this publication can be reproduced or transmitted by any media, be it electronic, mechanical or photocopy, without the express authorization of the editors. MISSION: to publish scientifi c articles related to the areas of study and professional activity in Physical Therapy, specially basic and applied research on the prevention and treatment of movement disorders. Indexada nos seguintes bancos de dados/ Indexed in the following databases: CINAHL, CSA, EMcare, JCR, LILACS, LATINDEX, Periódica, SciELO, Sci Search, Scopus and SPORTDiscus Endereço para contato/ Contact adress: Revista Brasileira de Fisioterapia/ Brazilian Journal of Physical Therapy, UFSCar, Rod. Washington Luís, Km 235, Caixa Postal 676, CEP , São Carlos, SP Brasil Tel/Fax: +55(16) ; rbfi Suporte Técnico Administrativo/ Technical Administrative Support: Ana Paula de Luca, Daiane Rossi and Leonor A. Saidel Aizza Produção Editorial/ Editorial Production: Zeppelini Editorial, Rua Dr. César, 530, Cj. 1308, Santana, São Paulo, SP Fone/Fax: (11) ; Revista Brasileira de Fisioterapia (Brazilian Journal of Physical Therapy)/Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia. v. 1, n. 1 (1996). São Carlos: v. 12 Supl., set Sumários em Português ISSN Fisioterapia/periódicos I. Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia. Revisão/Review Librarian: Dormélia Pereira Cazella CRB 8/4334 ii

3 INTEGRANDO EVIDÊNCIA CIENTÍFICA, ORGANIZAÇÃO POLÍTICA E RECONHECIMENTO SOCIAL. Realização Parceiros Apoio EMPETUR Patrocinadores Expositores AIR LIQUIDE ANGLOMED CEI CIA DO FISIOTERAPEUTA COMERCIAL MÉDICA COVIDIEN DIXTAL DRÄGER DSM COMERCIAL BIOMÉDICA E. TAMUSSINO GERAR COMÉRCIO / GERAR SONO GLOBALMED IMPACTO PRODUTOS MÉDICOS INBRASPORT INSPIRAR INTERMED INTERFÍSIO LINDE GASES LIVRARIA CRUZEIRO LUMIAR / RESPIRONICS MAQUET NEWMED PARI REVISTA TERAPIA MANUAL

4 XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva PRESIDENTE DO EVENTO: Francimar Ferrari Ramos PE PRESIDENTE DE HONRA: Ricardo José Moreira Cavalcanti PE TESOUREIRO: Flávio Maciel Dias de Andrade PE CONVIDADOS INTERNACIONAIS: Dr. Miguel R. Gonçalves (Portugal) Dr. Rik Gosselink (Bélgica) Dr. Ross Arena (EUA) Dra. Ann Tisthammer (EUA) Dra. Linda Denehy (Austrália) Dra. Louise Lannefors (Suécia) COMISSÃO EXECUTIVA Silano Barros PE Cláudio Albuquerque PE Patrícia Rodrigues Neves PE Maria Ignêz Zanetti Feltrim SP Patrícia Vieira Fernandez RJ Samira Said Lançoni PR Bruno Moraes PE Cristiana Moraes DF COMISSÃO CIENTÍFICA Alexandre Simões Dias RS Simone Dal Corso SP Fabio de Oliveira Pitta PR Valdecir Castor Galindo Filho PE Lívia Barbosa de Andrade PE Eduardo Ériko Tenório de França PE Indianara Maria Araújo do Nascimento PE COMISSÃO DE SELEÇÃO E ANÁLISE DE TEMAS LIVRES Alexandre Simões Dias RS Cristina Márcia Dias RJ Fernando Silva Guimarães RJ Fernanda Warken Rosa Camelier BA Sílvia Regina Valderramas PR Emmanuel Alvarenga Panizzi SC Sérgio Leite Rodrigues DF Fábio de Oliveira Pitta PR Sara Lúcia Silveira de Menezes RJ Marlus Karsten SC Luciane Dalcanale Moussalle RS Cíntia Johnston SP Indianara Maria Araújo do Nascimento PE Mara Lisiane de Moraes dos Santos MS Luiz Alberto Forgiarini Júnior RS Anna Myrna Jaguaribe de Lima PE Vanessa Suziane Probst PR Marcus Vinícius Hersbt Rodrigues SP Marisa Pereira Gonçalves RS Rosmari Aparecida Rosa Almeida de Oliveira SP Valdecir Castor Galindo Filho PE Marcelo de Melo Rieder RS Audrey Borgui Silva SP Anamaria Fleig Mayer SC Dulciane Nunes Paiva RS Mauricio Jamami SP Marcelo Velloso SP Darlan Laurício Matte SC Mariane Borba Monteiro RS Neilson Sipogolon SP Marcus Vinícius Gava SP Leny Vieira Cavalheiro SP Adriane Dal Bosco RS Poliana de Andrade Lima SP COMISSÃO SOCIAL Marco Valois PE Ana Paula Guimarães PE Mário Wanderley PE Juliana Moura Falcão PE COMISSÃO ESTUDANTIL Rebeka Borba Juliana Andrade Anna Emanuella Priscila Almeida Cibelle Andrade Simone Matias Fernanda Camila Juliana Gomes Danusa Lima Raimundo Nonato Neto Danilo Campos Diego Brito Pedro Oliveira Wellington Filho Anderson Lima Edgard Santos Washington Eufresa Elaine Souza Catarine Macedo Lucas Homercher Galant Diretoria da ASSOBRAFIR Gestão Diretor Presidente da Associação Dra. Sara Lúcia Silveira de Menezes RJ Diretor Científico Geral Dr. Alexandre Simões Dias RS Diretor Administrativo Geral Dra. Regina Célia Turola Passos Juliani SP Diretor Financeiro Geral Dra. Mariangela Botelho Forte Sepúlveda SP Diretor Secretário Geral Dra. Patrícia Dayrell Neiva MG Presidente das Unidades Regionais Gestão Minas Gerais Dra. Jocimar Avelar Martins São Paulo Dr. Luiz Fernando de Oliveira Moderno Rio Grande do Sul Dra. Adriane Dal Bosco Rio de Janeiro Dra. Patrícia Vieira Fernandes Santa Catarina Dr. Emmanuel Alvarenga Panizzi Pernambuco Dr. Francimar Ferrari Ramos Paraná Dr. Antônio Fernando Brunetto Bahia Dra. Fernanda Warken Rosa Camelier Goiás Erikson Custódio Alcântara iv

5 Sumário ISSN Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 12 (Supl), p , set Revista Brasileira de Fisioterapia EDITORIAL vi Editorial APRESENTAÇÕES ORAIS 1 Fisioterapia cardiorrespiratória na saúde pública 2 Fisioterapia em cardiologia 3 Fisioterapia em neotatologia e pediatria 6 Fisioterapia em terapia intensiva 12 Fisioterapia respiratória ambulatorial e hospitalar 25 Pesquisa experimental em fi sioterapia respiratória APRESENTAÇÕES POSTERES 28 Docência em fi sioterapia cardiorrespiratória 29 Fisioterapia cardiorrespiratória na saúde pública 39 Fisioterapia em cardiologia 49 Fisioterapia em neonatologia e pediatria 64 Fisioterapia em terapia intensiva 78 Fisioterapia respiratória ambulatorial e hospitalar 126 Fisioterapia respiratória no Home-Care 127 Pesquisa experimental em fi sioterapia respiratória ÍNDICE DE AUTORES 137 Índice de autores v

6 ISSN Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 12 (Supl), p. vi-vii, set Revista Brasileira de Fisioterapia EDITORIAL Prezados colegas, Chegou a hora de celebrarmos o maior evento de nossa especialidade: o XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória (XIV SIFR). Este ano, o evento será realizado na cidade pernambucana de Recife, entre 10 e 13 de setembro, e é uma atividade promovida e realizada pela Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), em conjunto com a Unidade Regional de Pernambuco. O principal objetivo é reunir, científica e culturalmente, fisioterapeutas e acadêmicos atuantes nas áreas da Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. O evento também tem o objetivo de congregar os profissionais que atuam na área clínica, ambulatorial, nos centros de saúde, indústrias, escolas e em todo local em que o fisioterapeuta aplica seus conhecimentos na área cardiorrespiratória e terapia intensiva. A Assobrafir foi idealizada por um grupo de profissionais durante os primeiros Simpósios Internacionais, realizados na área da Fisioterapia Respiratória, nos anos de 1983, 1984 e 1986, nos quais houveram os encontros de pesquisadores e profissionais interessados no desenvolvimento e fortalecimento da especialidade no Brasil. Destes encontros nasceu a Sociedade Brasileira de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Sobrafir), mais especificamente durante o III Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, que foi um evento realizado na cidade de Recife, Pernambuco, no ano de No ano de 2008 o Simpósio Internacional retorna a Recife, e novamente temos a oportunidade de congregar diversos profissionais e acadêmicos para discutir e desenvolver novos avanços profissionais na área cardiorrespiratória. Este é o primeiro evento realizado após a sociedade modificar sua nomenclatura, pois no ano de 2007, a então denominada Sobrafir, passou a se chamar Assobrafir. Atualmente, nossa Associação possui nove unidades regionais, que são em: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Bahia e Goiás. A Assobrafir busca, através de cursos, congressos, simpósios, atividades de ensino a distância (EAD), e demais eventos dessa natureza, promover o desenvolvimento técnico-científico dos fisioterapeutas, visando implementar a qualidade dos procedimentos e rotinas operacionais no âmbito da Fisioterapia Cardiorrespiratória e da Fisioterapia em Terapia Intensiva, em todo o território nacional. Recentemente, contamos com mais um veículo para divulgar a produção científica de nossos profissionais e acadêmicos, que é a Revista Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia em Intensiva uma conquista que há anos a associação buscava realizar e agora se tornou realidade. A associação entende ainda que a reciclagem e o constante debate científico são formas de manter seus membros em sintonia com as atualidades existentes na área, capacitando, desta maneira, o profissional que atua diretamente no atendimento dos pacientes com alterações do sistema cardiorrespiratório. Neste XIV Simpósio Internacional foram selecionados 600 trabalhos científicos (116 serão apresentados na forma oral e 484 no formato de poster), os quais foram divididos nas áreas da Docência em Fisioterapia vi Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):vi-vii.

7 Cardiorrespiratória, Fisioterapia Cardiorrespiratória na Saúde Pública, Fisioterapia em Cardiologia, Fisioterapia em Neonatologia e Pediatria, Fisioterapia em Terapia Intensiva, Fisioterapia Respiratória Ambulatorial e Hospitalar, Fisioterapia Respiratória no Home-Care e Pesquisa Experimental em Fisioterapia Respiratória. Este crescimento na apresentação dos trabalhos científicos demonstra que a especialidade está se firmando cada vez mais como um alicerce para a profissão e o crescimento científico será o norteador desta evolução. Destacamos também o apoio que tivemos por parte da Revista Brasileira de Fisioterapia, pois, por meio deste veículo, a produção científica apresentada no evento atingirá diversos profissionais e acadêmicos no âmbito nacional e internacional. Em nome da comissão organizadora, agradeço a todos que participaram da elaboração e da realização deste evento, destacando, principalmente, o trabalho desenvolvido pela comissão organizadora local, pela diretoria da Assobrafir e, especialmente, pela participação dos diversos colegas e acadêmicos dos mais distantes locais do território nacional, que inscreveram seus trabalhos científicos no evento. É por meio destas atividades que fortaleceremos cada vez mais nossa associação e nossa profissão. Desejo a todos um excelente Simpósio e, que além da qualidade científica dos trabalhos apresentados, também desfrutem da hospitalidade pernambucana. Um abraço a todos, Dr. Alexandre Simões Dias Membro da Comissão Organizadora do XIV SIFR Diretor Científico Geral da Assobrafir (Gestão ) Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):vi-vii. vii

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9 Apresentações Orais ISSN Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 12 (Supl), p. 1-27, set Revista Brasileira de Fisioterapia FISIOTERAPIA CARDIORRESPIRATÓRIA NA SAÚDE PÚBLICA 001 Grau de dependência à nicotina em detentos da agência prisional do município de Rio Verde-GO $ thaisfi Thais Olimpo Fagundes, Renato Canevari Dutra da Silva, Fernanda Silvana Pereira, Adriana Vieira Macedo, Cristiane Carneiro Teixeira, Marcy Mônica Fernandes Magalhães, Maria de Fátima Rodrigues da Silva Introdução: O tabagismo é um grande problema de saúde pública e a luta antitabágica vem se alastrando cada vez mais com o decorrer do tempo, tornando necessário o desenvolvimento de estudos e publicações com abordagem multidisciplinar, envolvendo a dependência física e psíquica, para efetividade de mudanças complementares. A fim de estimar o grau de dependência nicotínica é utilizado mundialmente como ferramenta de avaliação, o Questionário de Tolerância de Fagerström em substituição a outros testes de custos mais elevados que consomem mais tempo ou são invasivos, que tem por objetivo a identificação e a medida da dependência nicotínica com finalidade de aproveitar o resultado como um elemento de ajuda na decisão do tratamento do tabagismo. No Brasil, são inúmeros os estudos que avaliam o tabagismo na população e suas conseqüências, mas raros são os que concentram suas análises no hábito de fumar em detentos. Objetivos: Avaliar o grau de dependência à nicotina dos detentos da agência prisional do município de Rio Verde, GO, bem como verificar se existe relação entre o grau de dependência à nicotina e os anos de detenção. Materiais e métodos: Foi aplicado o Questionário de Tolerância de Fagerström em detentos, fumantes regulares há mais de um ano. Foram preenchidos 41 questionários válidos, sendo todos do sexo masculino, com média de idade de 27,97 anos, sendo idade mínima de 19 e máxima de 60 anos. Conforme a pontuação obtida com o questionário, foi classificada a dependência nicotínica, possibilitando verificar a relação entre o grau de dependência e os anos de detenção. Análise estatística: Os dados obtidos foram apresentados por estatística descritiva, utilizou-se o teste t Student, o qual verificou a relação entre o grau de dependência à nicotina e os anos de detenção, com nível de significância inferior a 5%. Resultados: O Questionário Tolerância de Fagerström mostrou ser de aplicação simples e rápida, permitindo identificar o grau de dependência à nicotina, apresentando um percentual de 51,6% grau elevado, 36,6% grau muito elevado, 7,3% grau baixo, 2,4% grau médio e muito baixo; existindo uma correlação estatisticamente significativa entre o grau de dependência à nicotina e os anos de detenção. Conclusões: Houve um alto grau de dependência à nicotina nos detentos da agência prisional do município de Rio Verde, GO, sendo que quanto maior o tempo de detenção maior o grau de dependência à nicotina. 002 Regression equations of six-minute walking test in brazilian healthy children and adolescents $ Adriana Costa-Oliveira, Marco Antônio Duarte, Maria da Glória Rodrigues-Machado Introduction: The six minute walk test (6MWT) is used to evaluate the physical function in clinical practice and research. The reference equation used to predict the walked distance has been suggested for healthy children and adults. However, regression equations have not yet to be established for healthy brazilians. Objectives: 1) To establish a reference equation of the 6MWT to evaluate functional status of children and adolescents and 2) to estimate the physiological cost index during the 6MWT. Materials and methods: One hundred two healthy children and adolescents were studied (41 boys) between the ages of seven and 17 years that are involved in physical activities proposed by the school and/ or practiced less than twice a week, out of the school. Two 6MWT were conducted, with an interval of 15 minutes between tests. The farthest distance walked was considered for that study. Intervening variables considered in the observational study the were: gender (G), age, weight, height, BMI (body mass index), body surface area, length of legs, thigh circumference, metabolism, thin mass, fat mass, peak flow, maximal inspiratory and expiratory pressures and ratio of the index finger/ring finger of the right hand. The physiological cost index was estimated from the relation between variation in the initial and final HR and average speed achieved on the 6MWT [(HRf-HRi)/average speed, bpm/m/min]. The results were analyzed by a linear regression model to determine the correlates with a six minute walk distance (6MWD). The factors that were significantly independently associated enter into a model using a multivariable analysis. Results: In the multivariable analysis the significant intervening variables were: age (months), weigh, height, body surface area, length of legs, thigh circumference, metabolism and peak flow. The multivariable analysis showed the explanatory of 24% by the reference equation: 6MWDmeter = 640,7+ (0,86 x amonths) - (5,41 x BMI) - (20,07 x G*). *To male G=0; to female G=1. The physiological cost indexes were 0.56± and 0.52± bpm/m in the first and second test, respectively. Conclusions: This is the first study that established a reference equation to predict the walked distance in the 6MWT to healthy children and adolescents, aged seven to17 years. The intervening variables age, BMI and gender better explained the walked distance with R2 of 24%. 003 Comparison of maximal respiratory pressure and predictive values in years healthy individuals $ Ana Paula Lima de Deus, Rodrigo Polaquini Simões, Carlos Alberto Ferreira, Marco Antonio Auad, Jadiane Dionísio, Marisa Mazzonetto, Luciana Malosá Sampaio, Audrey Borghi-Silva Introduction: Respiratory muscle strength (RMS) have been related as important index of evaluation of fitness, morbidity and mortality in different populations. In this context, some studies have showed predicted values of normality to respiratory muscle strength in many populations, because of great clinical importance. However, in Brazil, because of their cultural, ethnic and environmental diversity, we believe there is a need to evaluated specific population in São Paulo State. Objectives: To compare the values obtained with maximal respiratory pressure (MRP) predicted values and correlate to age, weight, height and body mass index (BMI) in healthy sedentary nonsmoking subjects of both sexes. Materials and methods: Participants were 70 males (M) (54.82±20.52 years) and 70 females (F) (54.74±20.83 years), with 10M/10F in each age group. MRP was obtained by an aneroid manovacuometer (±300cmH20). Maximal inspiratory pressure (MIP) values were obtained from residual volume and maximal expiratory pressure (MEP) values were obtained from the total pulmonary capacity. Statistical analysis: Student t-test was applied to verify differences between the values obtained with the predicted for all subgroups. For comparison of RMS values between males and females in the same age group, the Student t-test for independent samples was used. ANOVA with post-hoc of Tukey-Kramer was used to determine differences among groups. Analysis of the correlation of maximal respiratory pressures to age, weight, and height of the individuals studied was done using the Pearson Correlation. Significant was accepted when p<0.05. Results: No significant differences between obtained and predicted MRP values were found for either sex in and years of age group or for females in the years of age group. In relation to gender, MRP was found to be higher in males. As well, there was a significant negative correlation between age and MRP (male-mip: r=-0.84; MEP: r=-0.91; female-mip: r=-0.86; MEP: r=-0.86), weight and MRP (male-mip: r=0.58; MEP; r=0.60; female-mip: r=0.30; MEP: r=0.20), and height and MRP (male-mip: r=0.55; MEP; r=0.61; female-mip: r=0.49; MEP: r=0.38). Correlations between MRP and BMI were significant only for males (MIP: r=0.31; MEP: r=0.26). Conclusions: the MRP values presented significant differences from the predicted values proposed for the brazilian population and were underestimated in the great majority of cases. Additionally, our results found evidence that regional differences in the brazilian population can influence respiratory muscle strength measurement. 004 Perfi l dos participantes em uma campanha nacional de hipertensão arterial na cidade de João Pessoa $ dayse.fi Dayse Costa Urtiga, Eveline de Almeida Silva, Marcelle Gouveia de Mesquita, Zênia Trindade de Araújo Introdução: A hipertensão é um dos principais agravos à saúde no Brasil, elevando o custo médico-social, principalmente por suas complicações, como as doenças cérebrovascular, arterial coronariana e vascular de extremidades, além da insuficiência cardíaca e insuficiência renal crônica. Esta multiplicidade de conseqüências coloca a hipertensão arterial na origem das doenças crônico-degenerativas e, portanto, a caracteriza como uma das causas de maior redução da qualidade e expectativa de vida dos indivíduos. Objetivos: Obter um perfil dos participantes da II Campanha Nacional de Detecção de Prevenção e Orientação de Hipertensão, no setor médico do Ministério da Fazenda, no estado da Paraíba. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico, de caráter exploratório e descritivo, com amostra de 57 sujeitos, sendo utilizado um questionário estruturado, mensurando as seguintes variáveis: idade, sexo, peso, altura, índice de massa corporal (IMC), circunferência abdominal, pressão arterial sistêmica (PAS) e qualidade de vida por meio do questionário Short Form 36 (SF-36). Análise estatística: As análises descritiva e inferencial foram realizadas por meio do programa SPSS Empregamos os testes de normalidade Kolmogorov-Smirnov (K-S), sendo analisada a diferença entre as médias através do teste t de Student, Mann-Whitney e o coeficiente de Correlação de Pearson e Spearman, atribuindo um nível de significância de 5%. Resultados: Dos indivíduos estudados, 40,4% eram do sexo masculino e 59,6% feminino, com faixa etária entre 23 e 75 (46,75±11,62) anos, peso (70,43±16,38 Kg), altura Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):

10 2 (1,60±0,06m), IMC (27,41±5,64Kg/m2), circunferência abdominal (89,13±13,50cm), PAS 122x72mmHg, no SF-36 observamos os domínios capacidade funcional (83,68±18,81), limitação funcional (76,75±27,89), dor (68,85±22,22), estado geral de saúde (76,78±20,82), vitalidade (72,10±16,68), aspectos sociais (80,43±21,56), aspectos emocionais (79,52±32,58) e saúde mental (74,31±16,38).Observamos correlação entre gênero e o domínio capacidade funcional (r=- 0,331; p=0,012). Conclusões: Com base nesses resultados, considera-se que os níveis pressóricos da população estudada encontram-se dentro dos parâmetros da normalidade, apresentando apenas alteração entre o gênero e o domínio capacidade funcional na qualidade de vida, mostrando a importância da fisioterapia nas campanhas de detecção, prevenção, orientação e detecção da HAS na saúde da população. 005 Infl uência da idade e estado nutricional sobre a atividade física habitual $ dayse.fi Dayse Costa Urtiga, Eveline de Almeida Silva, Marcelle Gouveia de Mesquita, Zênia Trindade de Araújo Introdução: A atividade física tem sido considerada uma forma de preservar e melhorar a saúde, sendo reconhecida por seus efeitos positivos, promovendo melhoria do bem estar, redução da morbidade e mortalidade, sendo importante avaliar e conhecer a atividade física habitual (AFH) e seu benefício à saúde. Os questionários são os meios mais práticos e utilizados para aferir este nível de atividade em uma população. Objetivos: Identificar o nível de atividade física habitual em função da idade e estado nutricional. Materiais e métodos: Trata-se de uma pesquisa observacional descritiva, com amostra de 55 sujeitos, sendo analisados idade, sexo, peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e classificação nutricional. Utilizamos o questionário de Baecke (QAFH), validado no Brasil (2003), para avaliar o nível de atividade física habitual, com aplicação de entrevista referente aos 12 meses anterior e expressa em escores de escala numeral contínua incluindo as atividades relacionadas aos exercícios físicos no lazer e as atividades físicas de lazer e locomoção. Análise estatística: As análises descritiva e inferencial foram realizadas por meio do programa SPSS Aplicamos o teste de normalidade Kolmogorov-Smirnov (K-S), e o coeficiente de Correlação Pearson, ANOVA e pos-hoc Tukey, atribuindo um nível de significância de 5%. Resultados: Dos indivíduos estudados 32,7% eram do sexo masculino e 67,3% feminino, com idade (41,29±17,82) anos; peso (65,39±14,24Kg); altura (1,56±0,10 metros); IMC (26,47±5,56Kg/m2); em relação à classificação nutricional 34,5% eutrófico, 34,5% sobrepeso, 27,3% obesidade e 3,6% subnutrição; a média do escore total da AFH (5,15 ± 1,69). Em relação à idade houve diferença entre os indivíduos eutróficos e obesos (p=0,007), subnutridos e obesos (p=0,043). No tocante ao QAFH encontramos diferença entre o grupo de sobrepeso e a obesidade (p=0,001). Não encontramos associação entre as variáveis estudadas. Conclusões: Este estudo sugere que o estado nutricional e a idade interferem no nível de atividade física habitual dos indivíduos, sendo necessárias ações de saúde que promovam o incentivo a atividade física e orientações nutricionais para melhoria geral da qualidade de vida da população. FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA 006 Eletroestimulação aumenta a concentração de GLUT-4 em ratos submetidos a infarto do miocárdio $ Elisa Brosina de Leon, Andressa Bortoluzzi, Ananda Rucatti, Ramiro Barcos Nunes, Ubirajara Oliveira, Ana Barbara Alves, Ubiratan F. Machado, Beatriz Schaan, Pedro Dall Ago Introdução: A intolerância ao exercício físico é considerada um marcador clássico da insuficiência cardíaca (IC). A limitação funcional nesta situação está fortemente relacionada a alterações musculares periféricas após o infarto do miocárdio. A escolha de uma modalidade de exercício para esses pacientes deve considerar a gravidade da doença, a tolerância ao exercício e a motivação em praticá-lo. A estimulação elétrica dos músculos esqueléticos apresenta-se como uma alternativa de treinamento, pois é capaz de promover adaptações musculares que irão beneficiar a função muscular. Objetivos: Avaliar a concentração de GLUT-4 no músculo tibial anterior (TA) de ratos infartados após a aplicação de um protocolo de estimulação elétrica. Materiais e métodos: Foram utilizados ratos Wistar machos ( g) divididos em quatro grupos: controle (C, n=6); controle submetido à estimulação elétrica (C+EE, n=6); infarto do miocárdio (IM, n=6); infarto do miocárdio submetido à estimulação elétrica (IM+EE, n=6). Para a indução do infarto do miocárdio foi utilizado o modelo de ligadura da artéria coronária esquerda. Os grupos controles foram submetidos aos mesmos procedimentos, contudo sem a ligação da artéria coronária. Após três semanas, os animais foram submetidos ao procedimento de implantação de eletrodos adjacentes ao nervo fibular da pata esquerda. Os animais dos grupos C+EE e IM+EE foram estimulados (30Hz) durante 20 dias por 30 minutos ao dia. A análise da concentração de GLUT4 foi realizada por meio da técnica de Western Blotting. Análise estatística: Para análise dos resultados foi utilizada ANOVA de duas vias com post-hoc Student-Neuwman-Keulls. Resultados: A concentração de GLUT-4 no músculo TA da pata esquerda no grupo IM foi significativamente menor quando comparada ao grupo C+EE (5,895±2,198 versus 11,090±3,011UA/g de tecido, p=0,02). Após o período de estimulação, no grupo IAM+ES, a concentração de GLUT-4 na pata esquerda, não Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):1-27. mostrou diferença significativa quando comparada ao grupo controle, demonstrando a recuperação da concentração de GLUT-4 (7,819±2,967 versus 8,314±2,156UA/g de tecido). Quando comparamos a pata direita não estimulada com a pata esquerda estimulada, no grupo controle, a pata estimulada apresentou valores significativamente maiores (12,750±5,028 versus 10,420±4,207; p=0,03). Conclusões: Os resultados do presente trabalho demonstram o efeito benéfico da aplicação do protocolo de estimulação elétrica no aumento da expressão de GLUT-4 no músculo periférico de ratos infartados. A eletroestimulação da musculatura periférica promove melhora do transporte de glicose pela membrana celular, amenizando uma das complicações metabólicas associadas à IC. 007 Eletroestimulação aumenta a densidade vascular de ratos submetidos a infarto do miocárdio $ Elisa B. de Leon, Andressa Bortoluzzi, Ananda Rucatti, Ramiro B. Nunes, Lisiane Saur, Mariana Rodrigues, Léder L. Xavier, Pedro Dall Ago Introdução: Diferentes estratégias têm sido utilizadas para atenuar a intolerância ao exercício, diminuição da capilarização e da perfusão tecidual periférica e perda de massa muscular esquelética na insuficiência cardíaca (IC), entre estas se destaca a estimulação elétrica, que é capaz de treinar pacientes não aptos à realização de um programa de reabilitação convencional. Objetivos: Avaliar os efeitos da estimulação elétrica sobre a área da secção transversa do músculo (ASTM), área da secção transversa da fibra muscular (ASTF) e a densidade de vasos (número de vasos/mm2) no músculo tibial anterior (TA) de ratos com IC. Materiais e métodos: Foram utilizados ratos Wistar machos ( g) divididos em quatro grupos: controle (C, n=11); controle submetido à estimulação elétrica (C+EE, n=10); infarto do miocárdio (IM, n=11); infarto do miocárdio submetido à estimulação elétrica (IM+EE, n=10). Para a indução do infarto do miocárdio foi utilizado o modelo de ligadura da artéria coronária esquerda. Após três semanas, os animais foram submetidos ao procedimento de implantação de eletrodos na pata esquerda posicionados nas proximidades do nervo fibular. Os animais dos grupos C+EE e IM+EE foram estimulados durante 20 dias ( freqüência de 30Hz) durante 30 minutos. Para análise morfométrica muscular, o músculo tibial anterior esquerdo de cada animal foi removido, emblocado em parafina, seccionado em micrótomo e corado com hematoxilina e eosina. Análise estatística: Uma vez que não é possível se estimar de forma precisa o coeficiente de encolhimento gerado pelo processamento tecidual, os dados são expressos em porcentagem do tibial anterior direito (controle= 00%), quando comparados lados esquerdo e direito do mesmo animal. A análise comparativa entre o músculo tibial anterior esquerdo e direito foi realizada por um teste t pareado. Resultados: A ASTM apresentou valores significativamente menores na pata esquerda quando comparada a pata direita nos animais não estimulados (C=34%; p=0,006 e IM=20%; p=0,045). Essa diferença não foi observada nos animais estimulados. Analisando a ASTF, observou-se o mesmo padrão de resultados (C=29%; p= 0,01; IM=18%; p=0,04). A densidade vascular aumentou no tibial anterior esquerdo dos animais S+ES quando comparado ao lado direito (p<0,05). Essa diferença não foi encontrada no grupo controle. O grupo IAM apresentou uma redução significativa da densidade vascular quando comparado ao C, essa redução foi revertida nos animais do grupo IAM+ES (p<0,05). Conclusões: Os resultados indicam que a colocação do eletrodo está associada ao processo de atrofia muscular, e que esta atrofia é revertida pela eletroestimulação. Nosso achado mais significativo é o efeito benéfico apresentado pela eletroestimulação na densidade vascular, uma vez que esta se mostrou capaz de aumentar a densidade vascular após infarto agudo do miocárdio no músculo TA de ratos infartados. 008 Efeitos da Variabilidade da Freqüência Cardíaca (VFC) durante um protocolo de exercícios físicos em pacientes com Insufi ciência Cardíaca Crônica (ICC) na fase hospitalar $ fl Flávia Cristina Rossi Caruso, Michel Silva Reis, Camila Bianca Falasco Pantoni, Luciana di Thommazo, Renata Gonçalves Mendes, Valéria Papa, Aparecida Maria Catai, Audrey Borghi-Silva Introdução: A função neuro-regulatória autonômica do coração tem sido investigada por meio da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC), sendo uma importante ferramenta de avaliação do risco caardiovascular, morbi-mortalidade e prognóstica em pacientes com insuficiência cardíaca crônica (ICC). Por outro lado, o treinamento físico aumenta a VFC, reduz o risco cardiovascular e a mortalidade. No entanto, na fase de convalescência hospitalar, logo após a compensação do quadro clínico, pouco é sabido sobre os efeitos da mobilização destes pacientes, por meio de exercícios respiratórios e físicos de baixa intensidade. Objetivos: Avaliar a VFC durante um protocolo de fisioterapia (uma sessão) em indivíduos com ICC após estabilidade clínica e comparar as respostas com saudáveis pareados por idade e sexo. Materiais e métodos: Foram estudados dez pacientes com ICC 57±7 anos e dez indivíduos saudáveis 59±9 anos. A frequência cardíaca (FC) foi registrada usando um Polar S810i. O registro foi realizado nas condições: 1) posição supina por dez minutos; 2) posição sentada por dez minutos; 3) deambulação em um corredor plano com FC abaixo de 20bpm durante cinco minutos; e 4) período de recuperação na posição sentada por dez minutos. Os intervalos R-R foram analisados no domínio do tempo (índices RMSSD e SDNN) e da freqüência em bandas de baixa (BF) e alta (AF) freqüência valores absolutos (ab) e a razão BF/AF. Análise estatística: Os dados foram analisados pelo teste

11 de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis com post-hoc de Dunn, com nível de significância em 5%. Resultados: Pacientes com ICC apresentaram menores valores dos índices RMSSD e SDNN que o grupo controle. Durante a caminhada foi observado aumento da BFun e BF/AF e redução AF somente no grupo controle, bem como um retorno dessas variáveis na recuperação (p<0,05). Conclusões: Concluímos que pacientes com ICC apresentam importante prejuízo da modulação autonômica da frequência cardíaca tanto em repouso, como frente ao protocolo de exercícios proposto. Esses resultados sugerem que nesses pacientes, estímulos que produzam melhora do controle autonômico devem ser enfatizados em programas de treinamento físico. FISIOTERAPIA EM NEONATOLOGIA E PEDIATRIA 009 Aplicação de técnicas de fi sioterapia respiratória na sibilância infantil $ Camila I. S. Santos, Marcela H. Santos, Daniela A.L. Denardi, Patrícia B. M. Conti, Maria Angela G. O. Ribeiro, Milena Antonelli Introdução: A bronquiolite viral aguda (BVA) e a síndrome do lactente chiador (SLC) são afecções pediátricas que ganharam interesse na literatura ao longo dos anos devido à alta prevalência. Referidas doenças têm como base fisiopatológica o estreitamento da luz dos brônquios e bronquíolos, resultando em obstrução das vias aéreas em graus variados, dificultando a passagem de ar durante o trabalho respiratório, principalmente na fase expiratória. A aplicação de técnicas de fisioterapia respiratória (TFR) nessa condição ainda é controversa. Objetivos: Investigar os efeitos da fisioterapia respiratória em parâmetros cardiorespiratórios de crianças com BVA e SLC. Materiais e métodos: Foi realizado um ensaio clínico-laboratorial, de coorte transversal, em pacientes com BVA e SLC, acompanhados no ambulatório de Fisioterapia Pediátrica do Hospital de Clínicas da Unicamp. Aplicou-se um protocolo padronizado de TFR que consistiu em: higiene nasal seguida de desobstrução rinofaríngea retrógrada, técnica de aumento do fluxo expiratório lenta, vibração mecânica e tosse ativa ou estimulada ou assistida. Antes e após o procedimento fisioterapêutico foram verificados os dados de: freqüências respiratória (FR) e cardíaca (FC), saturação de O2 (SpO2) e foi aplicado o escore de Wood. Também observou-se o comportamento do paciente durante a intervenção. Para análise estatística foi utilizado o programa SPSS versão 11.0, e aplicou-se o teste de Wilcoxon para comparação das variáveis estudadas. Adotou-se um nível de significância de 0,05. Resultados: Participaram do estudo 17 pacientes, 13 do gênero masculino, sendo 82,4% com SLC. A idade variou de três a 24 meses, com mediana de 12 meses. Houve um aumento significante na FC imediatamente após a aplicação das TFR (120±20,59 versus 1,34±22,78; p=0,028) e não houve alteração significativa na FR, na SpO2 e no escore de Wood (p=0,717; 0,056, 0,317). Em relação ao comportamento durante o procedimento, 70,6% das crianças apresentaram choro e irritação. Conclusões: A aplicação dessas TFR em crianças com SLC e BVA leva ao aumento imediato da FC, como provável resultado do comportamento durante o procedimento, e não altera outros parâmetros cardiorespiratórios. A ampliação do tamanho amostral e o estudo controlado poderiam sensibilizar essa avaliação. 010 Posicionamento prono ou supino para prematuros pós-síndrome do desconforto respiratório? $ Trícia Guerra e Oliveira, Verônica Franco Parreira, Danielle Corrêa França, Lorena de Oliveira Vaz, Nadja Pereira, Raquel Rodrigues Britto Introdução: A posição corporal pode influenciar o movimento toracoabdominal de prematuros em recuperação da síndrome do desconforto respiratório (SDR). Supino é a posição mais utilizada apesar de prono apresentar benefícios para a função respiratória. Objetivos: Avaliar os efeitos dos posicionamentos prono e supino no padrão respiratório, no movimento toracoabdominal e na saturação periférica de oxigênio (SpO2) em recémnascidos pré-termo respirando espontaneamente, em recuperação da SDR, no estado de sono rapid eyes movement (REM). Materiais e métodos: Estudo quase-experimental de medidas repetidas. Dez recém-nascidos pré-termo que receberam surfactante pulmonar exógeno, média de idade gestacional de 30,80±2,49 semanas; média de peso ao nascimento de 1294,50±192,71 gramas foram avaliados. Os bebês foram estudados nas posições prono e supino, durante 30 minutos em cada posição, em ordem randomizada, por meio de sorteio de envelopes lacrados. A pletismografia respiratória por indutância (Respitrace, Nims, Miami) foi calibrada pelo método de qualitative diagnostic calibration, com volume corrente de 6 a 8mL/Kg. Volume corrente (VC), freqüência respiratória (FR), ventilação minuto (VE), relação de fase inspiratória (PhRIB), relação de fase expiratória (PhREB), relação de fase total (PhRTB) e ângulo de fase (PhAng) foram avaliados em 4230 ciclos. Após a análise das curvas Konno-Mead de cada ciclo, apenas aqueles que apresentaram curvas aceitáveis foram analisados. A saturação periférica de oxigênio foi mensurada pela oximetria de pulso. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição e os pais assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Análise estatística: O cálculo de amostra realizado para um poder estatístico de 80%, com nível de significância de 0,05 mostrou ser necessário de oito a 12 sujeitos. Utilizou-se o teste t pareado para variáveis com distribuição normal e o teste de Wilcoxon para as demais. Nível de significância p<0,05 foi considerado. Resultados: Apresentados como média±desviopadrão. Houve aumento significativo no VC (9,70±3,04 versus 6,66±2,43 - p=0,020) e na SpO2 (95,45±2,68 versus 92,05±3,44 - p=0,045) na posição prono em relação a supino. Houve diminuição significativa nas variáveis: PhRIB (31,80±24,70 versus 80,20±20,08 - p=0,000), PhREB (36,60±33,33 versus 77,13±18,59 - p=0,004), PhRTB (29,98±24,48 versus 76,61±15,75 - p=0,002) e PhAng (14,57±15,57 versus 2,42±12,43 - p=0,001) na posição prono em relação a supino. Não houve diferença significativa na FR (61,45±11,31 versus 55,94±10,81 - p=0,995) e na VE (1,59±2,20 versus 0,51±0,24 - p=0,484). Conclusões: O posicionamento prono produziu mudanças positivas relativas ao aumento do VC e da SpO2 associadas a uma diminuição da assincronia do movimento toracoabdominal em recém-nascidos prétermo pós-srd, no estado de sono REM, em respiração espontânea. 011 Avaliação do teste de respiração espontânea na extubação de neonatos pré-termos $ Paula Honório de Melo Martimiano, Lívia Barboza Andrade,Poliana Maria de Melo Santana, Andrezza Lemos Bezerra, Romualdo Brandão Costa Júnior, Juliana Andrade Ferreira de Souza Introdução: A imaturidade pulmonar do recém-nascido pré-termo (RNPT) predispõe o uso de oxigenoterapia e suporte ventilatório mecânico por períodos prolongados (Mello et al., 2006). O processo de interrupção da ventilação mecânica nos recém-nascido (RNs) tornou-se um desafio clínico e constitui uma parte do trabalho na maioria das unidades de cuidados intensivos neonatais. Vários estudos controlados em adultos e crianças são realizados na tentativa de identificar parâmetros precisos e critérios que podem determinar o melhor momento para a retirada do ventilador (Bousso et al., 2006). O teste de respiração espontânea (TRE) em RNs realizado antes da extubação pode fornecer informações úteis a respeito da capacidade do doente respirar espontaneamente. Objetivos: Verificar a eficácia do TRE no comportamento da extubação em recémnascidos pré-termos. Materiais e métodos: O teste foi realizado em 20 RNPTs internados na Unidade Neonatal do Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira, que apresentassem peso <1,500g e que estivessem sido eleitos prontos para extubação pela equipe médica. O TRE foi realizado colocando os RNs no modo pressão positiva contínua (CPAP) durante 30 minutos. As variáveis analisadas aos 10, 20 e 30 minutos do teste foram: freqüência respiratória (FR), freqüência cardíaca (FC), saturação de oxigênio (SpO2) e o Boletim Silverman e Andersen (BSA). Após o teste os RNs foram extubados e colocados em ventilação não-invasiva, sendo considerado sucesso aqueles que permanecessem sem auxílio de via aérea artificial por mais de 48 horas. Análise estatística: O teste t Student foi utilizado para analisar variáveis entre os RNs que obtiveram sucesso ou falha na extubação após o TRE. Usou-se t Student pareado para a comparação das variáveis antes e durante a realização do TRE. Todas as variáveis quantitativas foram analisadas pelo teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov. Considerou-se p<0,05. Resultados: Dos 20 RNs avaliados, 19 toleraram o TER, e, um apresentou falha. Dos que tiveram sucesso no teste, 11 (55%) tiveram sucesso na extubação e oito (40%) foram reintubados. Observou-se que não houve diferença estatisticamente significante em nenhuma das médias nas variáveis analisadas durante a realização do TRE. Também não observou-se diferença significativa entre as características dos RNs do grupo que apresentou sucesso ou falha na extubação. Conclusões: Levando em consideração a pequena amostra no nosso estudo, os resultados revelam que o TRE tem pouca sensibilidade para prematuros com peso inferior a 1500g. Maiores estudos com grandes amostras são necessários para avaliar a segurança e eficácia deste teste em RNs de EBP. 012 Fisioterapia motora passiva promove aumento da mineralização óssea em prematuros $ Carine Moraes Vignochi, Ernani Miura Introdução: A doença óssea dos prematuros compreende distúrbios de mineralização óssea que variam desde um estado de hipomineralização até alterações mais intensas, caracterizando um quadro de raquitismo da prematuridade, podendo levar a fraturas não traumáticas ao longo dos primeiros anos de vida. A freqüência é de 50% em prematuros com peso abaixo de 1.000g, seguida por uma freqüência de 30% em prematuros nascidos com peso inferior a 1.500g. Objetivos: Avaliar o efeito de um protocolo de fisioterapia motora na mineralização óssea, ganho de peso e crescimento em prematuros com idade gestacional (IG) inferior 35 semanas. Materiais e métodos: Foi realizado um ensaio clínico controlado e randomizado com 15 pacientes no grupo controle (GC) e 14 no grupo fisioterapia (GF). Foram incluídos prematuros estáveis com IG inferior a 35 semanas. O GF, além da alimentação padrão, recebeu fisioterapia motora diária por 15 minutos ao dia até a alta. Um fisioterapeuta realizou o exercício que compreendeu movimentos de compressão, flexão e extensão contra a resistência passiva do bebê, e que consistiu em dez flexões dos membros superiores e inferiores com compressão suave em cada articulação. As variáveis avaliadas foram medidas antropométricas e densitometria óssea de corpo total (DEXA) analisando o conteúdo mineral ósseo (CMO), densidade mineral óssea (DMO), massa muscular e gordura corporal no início e ao final do estudo. A análise estatística foi realizada por ANCOVA e testes de correlação. Resultados: As características na admissão foram similares entre os grupos. A média de peso no GF foi 1326,3±259g e no GC foi 1342,4±226g; média de comprimento no GF 37,66±2,74cm e GC 38,54±1,98cm. A média de idade na admissão foi 22±3 dias e a média de tempo em fisioterapia foi de 29±3 dias. O GF apresentou maior média de ganho de peso por dia superior ao GC: 27,43±2,43g Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):

12 versus 21,01±4,4g, p<0,001. A média do ganho em comprimento (cm/sem) no GF foi 1,28±0,34cm versus 0,78±0,23cm no GC, p<0,001. O ganho em CMO após os ajustes para tipo de leite e ganho de peso foi 434±247,55mg e GC -8,18±11,37mg, p<0,001. O ganho em DMO após os mesmos ajustes (mg/cm2) foi no GF 8,37±5,63 versus -3,15±5,53 no GC, p<0,001. A média do ganho em massa muscular (MM) no GF foi 272,13g versus 109,10 no GC, p<0,009.não houve diferença no ganho de gordura corporal (gramas) entre os grupos (p<0,432). Conclusões: O grupo fisioterapia mostrou maior crescimento, ganho de peso, conteúdo mineral ósseo e massa muscular, sugerindo que o exercício no prematuro é um importante instrumento na mineralização óssea e na prevenção da osteopenia da prematuridade. 013 Síndrome do desconforto respiratório: recém-nascidos admitidos na maternidade Frei Damião $ Juliana Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, Danielle Conceição Costa Tavares, Eveline de Almeida Silva, Nadja Maria Correia Bezerra Cavalcanti, Ivaldo Menezes de Melo Júnior, Fábio Correia Lima Nepomuceno Introdução: A síndrome do desconforto respiratório (SDR) no recém-nascido (RN) é a principal causa de desconforto respiratório e morte, ocasionada pela imaturidade do pulmão de um recém-nascido prematuro, em que o déficit de surfactante provoca o aumento da tensão nos alvéolos, levando à atelectasia, pela diminuição da complacência pulmonar. Cabe ao fisioterapeuta mostrar a importância desta patologia, preocupandose em proporcionar melhores resultados, diminuindo os índices de morbi-mortalidade recuperando-o mais rápido possível sem seqüelas. Objetivos: Obter um perfil dos RNs admitidos na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) da Maternidade Frei Damião, na cidade de João Pessoa. Materiais e métodos: Trata-se de uma pesquisa do tipo exploratória e descritiva, com amostra composta de 178 RNs, sendo coletado sexo, idade gestacional (IG), classificação relacionando idade gestacional e peso, tipo de parto, escore de apgar, tempo de internação, perímetro torácico, perímetro cefálico e destino. Análise estatística: A análise descritiva foi realizada por meio do programa Microsoft Excel 2007, sendo consideradas as médias e desvio-padrão dos dados coletados. Resultados: Dos dados estudados, 58,42% do sexo masculino, 38,20% do sexo feminino e 3,37% não foram discriminados; com relação à idade gestacional (IG), 76 eram pré-termo; à classificação relacionando IG e peso ao nascer, 110 eram apropriados para idade gestacional (AIG); quanto ao tipo de parto, 93 nasceram de parto eutócico; com relação ao apgar no 1º minuto, 94 tiveram índices entre 7 e 10, já no quinto minuto, obtiveram classificação no escore entre 7 e 10, foram 124 pacientes; o perímetro cefálico variou de 14,5 a 38cm em 113 pacientes; o perímetro torácico variou de 11 a 46,5cm em 109 RNs; de acordo com o tempo de internação, 15 tiveram um dia de internação. Das patologias que mais acometem o RN, o índice mais alto foi a SDR, com 61 pacientes, e, quanto ao destino, 53 tiveram alta para o alojamento conjunto. Conclusões: Sendo a patologia na pesquisa a mais incidente com comprometimento variável do quadro respiratório, constatou-se a necessidade da fisioterapia, com importância na recuperação funcional respiratória, além de estimular o adequado desenvolvimento neuropsicomotor dos neonatos que se encontram na UTIN. 16% em apenas um sujeito. A comparação das medidas da capacidade inspiratória entre as técnicas que utilizam o espirômetro de incentivo e o breath-stacking não apresentaram diferenças estatisticamente significativas (p=0,486). Conclusões: Conclui-se, portanto, que apesar da pequena amostra estudada, os resultados demonstraram uma tendência de aumento do pico de fluxo da tosse com a utilização da técnica de insuflação pulmonar por meio do espirômetro de incentivo. 015 Respiratory cost and respiratory effort indexes in healthy and asthmatic children during six minute walking test $ Maria da Glória Rodrigues Machado, Betânia Luiza Alexandre Introduction: The physiological cost index has been studied in many conditions. From this index we developed two new indexes: respiratory cost index and respiratory effort cost index. Objectives: 1) Assess and compare the physiological cost index in healthy and asthmatic children and 2) assess and compare two new indexes, respiratory cost index and respiratory effort cost indexes in healthy and asthmatic children. Methods: Ninetyfive male and female children (six to14 years) considered to be healthy (CTRL-M and CTRL-F) and 100 children diagnosed with asthma (Asthma-M and Asthma-F) participated in the study. The parameters evaluated by spirometry were forced vital capacity (FVC), forced expiratory volume in one second (FEV1), ratio between FEV1 and FVC and forced expiratory flow between 25% and 75% of FVC (FEF25-75%). The physiological cost index was estimated from the relation between variation in the initial and final heart rate (HR) and average speed achieved on the 6MWT [(HRf-HRi)/average speed, bpm/m/min]. The respiratory cost index was estimated from the relation between variation in the initial and final respiratory rate (RR) and average speed achieved on the 6MWT [(RRf-RRi)/average speed, bpm/m/min]. The effort cost index was estimated from the maximal final score evaluated from the Borg scale ( from 0-none to 10-maximal) and average speed achieved on the 6MWT [(Bf)/average speed, bpm/m/min]. Statistical analysis: Data were evaluated by one-way ANOVA followed by Bonferroni s or Kruskal-Wallis test when indicated. Results: FEV1, FEV1/FVC, FEF25-75% were significantly lower in the asthma groups compared to CTRL groups. Physiological cost index was significantly lower in Asthma-M and Asthma-F groups (0.40±0.08 and 0.40±0.07bpm/m/min) compared to the CTRL-M and CTRL-F groups (0.47±0.13 and 0.50±0.11 bpm/m/min). The respiratory cost index was significantly higher in Asthma-F group (0.012±0.003irpm/m) compared to the CTRL-M (0.009±0.002irpm/m) and Asthma-M (0.010±0.003irpm/m) groups. The respiratory effort index was significantly higher in Asthma-M and Asthma-F groups (0.018±0.022 and 0.018±0.027) than CTRL-M and CTRL-F groups (0.011±0.01 and 0.014±0.013). The walked distance and average speed in 6MWT did not differ between different groups. Conclusions: The lower physiological cost index observed in asthmatic group was due to decreased change HR during 6MWT, suggesting autonomic dysfunction of HR and not improved functional performance in these patients. The major respiratory cost and respiratory effort cost indexes in asthmatic children suggest overload on respiratory muscles imposed by pulmonary dysfunction. These results suggest that these indexes can be used in identifying respiratory muscle overload in different respiratory diseases Comparação do pico de fl uxo da tosse pelas técnicas de espirômetro de incentivo, air-stacking e breath-stacking $ Ivana Mara de Oliveira Rezende, Lídia Miranda Barreto, Emiliana de Oliveira Vale, Ingrid de Castro Bolina Faria, Cristiane Cenachi Coelho. Introdução: As doenças neuromusculares envolvem um grande número de condições raras, levando à fraqueza muscular. As alterações decorrentes da patologia manifestam-se basicamente por tosse ineficaz, distúrbio ventilatório restritivo e insuficiência ventilatória agravada por infecções. A abordagem respiratória tem demonstrado resultados favoráveis na prevenção de complicações por melhorar a qualidade de vida, prevenção de hospitalizações e redução de comorbidades. Objetivos: Realizar uma análise comparativa entre os valores de pico de fluxo da tosse (PFT) medidos antes e após a utilização de espirômetro de incentivo, air-stacking e breath-stacking em pacientes com doenças neuromusculares. Materiais e métodos: Foram coletados os dados de quatro crianças, com diagnóstico de doença neuromuscular, com idade média de 7,75±3,09, do sexo masculino, de ambas as raças, na Clínica Escola do Centro Universitário de Belo Horizonte. Todos os voluntários foram submetidos à medida do pico de fluxo da tosse antes e após a realização das três técnicas fisioterápicas, de forma randomizada, com nova mensuração após cada técnica proposta, com um intervalo mínimo de 24 horas entre cada teste. Foi utilizada a análise de variância para comparação do PFT nas três técnicas realizadas. Resultados: Os grupos não apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre as medidas do pico de fluxo da tosse (p=0,827) após a realização das técnicas de insuflação pulmonar propostas. Uma análise individual descritiva dos resultados demonstrou que a utilização do espirômetro de incentivo promoveu uma tendência ao aumento do pico de fluxo da tosse em ambos os sujeitos, com aumentos médios respectivos para cada um de 6,9%, 11,76%, 11,59% e 2,32%. A técnica com a utilização do breath-stacking promoveu uma tendência ao aumento médio de 14% em apenas um sujeito, o mesmo ocorrendo com a técnica que utilizou o air-stacking, que promoveu uma tendência ao aumento médio de Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl): Relação carga-força: risco para falha de extubação em cuidados intensivos pediátricos $ Adriana Tufanin, Cíntia Johnston, Nathalia Mendonça Zanetti Introdução: Os índices ventilatórios são aplicados para identificar os pacientes com risco de falha na extubação (FE). Em pediatria, a relação carga-força (RCF) foi aplicada em poucos estudos. Este é considerado completo, pois são considerados na equação a pressão média das vias aéreas (MAP), o índice de respiração rápida superficial (IRS) e a pressão inspiratória máxima (PImax). Objetivos: Identificar o ponto de corte, a especificidade e a sensibilidade do índice RCF para risco de FE em cuidados intensivos pediátricos (CIP). Materiais e métodos: Estudo transversal prospectivo realizado no período de novembro/2007 a abril/2008 na unidade de CIP de um hospital de referência com crianças aptas para a extubação após um protocolo de desmame. Protocolo de desmame: crianças com FiO2 50%, PEEP <7cmH2O, doença de base controlada, sem procedimentos cirúrgicos e aumento dos parâmetros da ventilação pulmonar mecânica (VPM) em 24 horas, Glasgow >13, Ramsay 3, estabilidade hemodinâmica, hemoglobina 10g/dL e sem distúrbios eletrolíticos foram triadas para pressão de suporte (PSV 7-10 cmh2o por 20 minutos). Após a PSV foram mensuradas as variáveis aplicadas na equação da RCF (15x[(MAP x 3)/PImax]+0.03 x IRS-5). A FE foi considerada quando houve necessidade de reintubação após 48 horas. A comparação da RCF entre os grupos FE e sucesso (SE) foi obtida com teste de Kruskal-Wallis, o ponto de corte, sensibilidade e especificidade com a curva ROC. Estudo aprovado pelo Comitê de Ética da instituição. Resultados: Foram avaliadas 25 crianças com FE de 36% (9/25), média±desvio padrão das características demográficas da amostra: idade 24,4±37,0 meses; peso 9,1±8,1Kg; tempo de VPM 8,0±10,2dias. Diagnósticos mais freqüentes: doenças neurológicas 32%, cardíacas 28%, traumas 20%, abdominais 12%, hepáticas 8%. Destes, 72% estiveram associados a doenças respiratórias e 36% submetidos a procedimentos cirúrgicos. Na comparação entre FE e SE não houve diferença entre as características demográficas. Comparação da RCF entre FE versus SE em mediana (IQ25%-75%): 7,0 (1,5-11,1) versus

13 10,3 (7,3-14,3), p=0,28. Curva ROC: área 0,36, sensibilidade 63% e especificidade 20% para o ponto de corte da RCF em 6 como fator de risco para FE. Conclusões: Neste estudo piloto observou-se que o ponto de corte da RCF em 6 apresentou-se com moderada sensibilidade e baixa especificidade para de risco para a FE. Entretanto, este resultado pode estar associado ao pequeno número e a heterogeneidade da amostra, sendo necessária a avaliação deste índice em outros estudos. 017 Estudo comparativo da relação entre fl uxo e pressão expiratória fi nal positiva em três sistemas de geração de pressão positiva contínua nas vias aérea $ Fabianne Maisa de Novaes Assis, Leopoldino Gomes dos Santos, Arlan Lins de Araújo, Ana Lúcia de Gusmão Freire Introdução: Podemos inferir na existência de três sistemas de geração de Continuos Positive Airway Pressure (CPAP) nasal: um fornecido inteiramente pelo ventilador mecânico programado para a forma CPAP de ventilação mecânica (CPAP do Inter 3 ), outro artesanal que utiliza o fluxo fornecido por fluxômetro de parede e PEEP por selo d água (CPAP selo d água) e outro que utilizaria o fluxo fornecido pelo ventilador mecânico e PEEP por selo d água (CPAP Inter 3 versus selo d água). Apesar dos três sistemas basearem-se nas mesmas condições mecânicas, podem existir diferenças nas características funcionais e comportamentais dos equipamentos com valores idênticos de fluxo e PEEP. Objetivos: Estudar as variações de PEEP nos três sistemas de geração de CPAP propostos. Materiais e métodos: Foram desenvolvidos protótipos dos três sistemas de geração do CPAP nasal propostos que simulassem condições semelhantes àquelas encontradas no recém-nascido. Para comparação dos sistemas foram utilizados fluxos de 5, 6 e 7L/min combinados com PEEP de 3, 4 e 5cmH2O e realizados registros contínuos do comportamento gráfico da pressão no circuito do CPAP com análise em tempo real dos valores das pressões média, mínima e máxima geradas pelos sistemas. Foram obtidos dez registros de cada combinação PEEP e fluxo em cada tipo de CPAP proposto. Análise estatística: O tratamento estatístico utilizou o teste de Kruskal-Wallis e o teste de Dunnet`s para análise de variância. Resultados: No CPAP Inter 3 as pressões permaneceram estáveis quando os fluxos variaram, mantendo-se próxima aos valores ajustados. No CPAP selo d água as pressões sofreram grandes variações e estas foram proporcionais às elevações nos fluxos, produzindo PEEP sempre acima dos valores previamente ajustados. O mesmo aconteceu com o CPAP Inter 3 versus selo d água, em que as pressões variaram em menores proporções. Conclusões: Os resultados mostraram que os três sistemas comportam-se de maneiras diferentes em condições idênticas de fluxo e PEEP. A CPAP do Inter 3 comportou-se de forma mais estável e linear que o CPAP em selo d água e o CPAP do Inter 3 versus selo d água, os quais apresentaram grandes variações nas pressões, sendo que o último em menores proporções. 018 Comparação dos dispositivos para a realização de CPAP em recém-nascidos pré-termo $ Juliana Della Croce Pigo, Edi Toma, Eliane Regina Coelho Berti, Patrícia Ponce de Camargo, Carla Marques Nicolau Introdução: O CPAP nasal é amplamente utilizado em unidade neonatal, porém são escassos os estudos que avaliam e comparam os diferentes tipos de prongs disponíveis comercialmente. Objetivos: Avaliar as complicações tópicas das prongs nasais e nasofaríngeas em recém-nascidos pré-termo (RNPT) que necessitem de assistência ventilatória por meio de Continuos Positive Airway Pressure (CPAP) nasal. Materiais e métodos: Estudo prospectivo randomizado, realizado entre novembro de 2005 e junho de 2007 sendo os RNPT divididos em quatro grupos: grupo A composto por RN que utilizaram a prong nasal Argyle, grupo B composto por RN que utilizaram a prong nasal Inca, grupo C composto por RN que utilizaram a prong nasal Hudson e grupo D composto por RN que utilizaram a prong nasofaríngea Vygon. As prongs foram fixadas seguindo as recomendações dos fabricantes. Para a avaliação das complicações tópicas, verificou-se a incidência de hiperemia, sangramento e necrose nasais e calculou-se o tempo médio para o aparecimento das complicações. Análise estatística: Para as comparações entre as médias foi realizado o teste t-student com p<0,05; os dados nominais foram descritos em termos de porcentagem e proporções. Resultados: Foram estudados 130 RNPT, sendo: grupo A (n=35), idade gestacional (IG) média de 30,50±2,84 semanas, peso de nascimento (PN) médio 1344,28±614,86 gramas com indicação de CPAP em 19 casos pós-extubação, 12 casos por desconforto respiratório primário e quatro casos por apnéia; grupo B (n=35), IG média de 30,48±2,76 semanas, PN médio de 1337,28±684,03 gramas, com indicação de CPAP em 19 casos pós-extubação, nove casos por desconforto respiratório primário e em sete casos por apnéia; grupo C (n=30), IG média de 30,30±2,06 semanas, PN médio de 1179,66±338, 41 gramas, com indicação de CPAP em 22 casos pós-extubação, cinco casos por desconforto respiratório primário e em três casos por apnéia; e grupo D (n=30), IG média de 30,20±3,06 semanas, PN médio de 1362,66±605,69 gramas, com indicação de CPAP em 22 casos pós-extubação e em oito casos por desconforto respiratório primário. A média do tempo de permanência em CPAP foi de 48,17±30,68 horas no grupo A; 42,08±28,20 horas no grupo B; 45,33±30,02 horas no grupo C e, 75,33±49,35 horas no grupo D. Em relação às complicações tópicas foram observados 24 casos de hiperemia nasal no grupo A, 22 no grupo B, 26 no grupo C e 22 no grupo D; necrose e sangramento nasais foram observados nos grupos A e C com três casos de necrose no grupo A e dois no grupo C e, cinco casos de sangramento nasal no grupo A e quatro no grupo C. O tempo médio para o aparecimento das complicações tópicas foi de 11,02±2,16 horas no grupo A, 29,68±3,83 horas no grupo B, 20,93±2,28 horas no grupo C e 38,40±5,20 horas no grupo D. Conclusões: Os RN que utilizaram a prong nasofaríngea apresentaram menores complicações tópicas, sugerindo ser a prong nasal longa mais adequada a para a prevenção de lesões nasais durante a realização de CPAP em RNPT. 019 Força dos músculos respiratórios de escolares saudáveis praticantes de natação, futebol e sedentários $ Bruna Damasceno da Rosa, Camila dos Reis Ferreira, Mara Lisiane de Moraes dos Santos Introdução: Há métodos diversos para o treinamento dos músculos respiratórios, e a atividade física pode ser considerada um desses métodos. Em crianças, estudos nessa área são escassos, especialmente em se tratando dos efeitos de diferentes modalidades esportivas na força dos músculos respiratórios. Objetivos: Verificar a força dos músculos respiratórios de crianças saudáveis praticantes de natação, futebol e sedentárias. Materiais e métodos: Foi realizado um estudo transversal com 72 meninos, entre sete e oito anos, divididos em três grupos, sendo eles: praticantes de natação 24 meninos, praticantes de futebol 19 meninos, e sedentários 18 meninos; todos com estado nutricional adequado (National Center Health Statistics). Foram submetidos à avaliação antropométrica e medidas das pressões respiratórias máximas, com manovacuômetro anaeróide, conforme técnica preconizada na literatura. Análise Estatística: A comparação entre as pressões respiratórias máximas dos três grupos estudados se deu pelo teste ANOVA, seguido do pós-teste de Tukey Kramer, com p<0,05 pelo Tukey Kramer). As pressões expiratórias máximas médias dos praticantes de natação, futebol e sedentários foram 108,17(+/-9,90); 92,32(+/-11,67); 91,33(+/-15,17) cmh2o, respectivamente (p<0,05 pelo Tukey Kramer). Conclusões: Os nadadores apresentaram músculos respiratórios significantemente mais fortes em relação aos praticantes de futebol e aos sedentários. 020 Fatores relacionados à falha na retirada da ventilação mecânica em neonatologia $ Renata R Rodrigues, Lilian N R Freitas, Tina Janus, Michele S. dos Santos, Tamara I. Carvalho, Vanessa C. Da Silva, Priscila C J Ferraz, Ana D. Gonzaga Introdução: O sucesso da retirada da ventilação mecânica depende da capacidade do paciente efetuar respiração espontânea e manter adequadas trocas gasosas. Alguns fatores neonatais podem interferir no processo de desmame e retirada do suporte ventilatório, sendo a prematuridade e o desconforto respiratório os principais fatores relacionados à necessidade de reintubação. Objetivos: Avaliar a ocorrência e os fatores de risco para o insucesso na extubação em neonatologia. Materiais e métodos: Estudo retrospectivo realizado em uma maternidade pública de São Paulo no ano de Foram incluídos todos os recém-nascidos (RN) que fizeram uso de ventilação mecânica e excluídos aqueles cujos prontuários apresentavam falhas nas anotações. Foi considerada falha na extubação a necessidade de reintubação nas primeiras 24 horas pós retirada da ventilação mecânica. Análise estatística: Os dados foram analisados por meio do programa SPSS (versão 14), sendo calculadas as médias, desvios padrões e os testes de significância estatística, t-student (variáveis numéricas) e qui-quadrado (variáveis categóricas). Resultados: Foram analisados 1010 prontuários, 126 foram excluídos, restando para nossa amostra 884 RNs, dos quais 60% eram do sexo masculino. As médias do peso de nascimento e idade gestacional foram 3051±660gramas e 38,4±2,3semanas, respectivamente. A ocorrência de falha na extubação foi de 11,90% e os fatores de risco relacionados foram: asfixia perinatal (p=0,027), desconforto respiratório precoce (p=0,026), displasia broncopulmonar (p=0,026); sepse (p=0,007) e tempo de oxigenoterapia (p<0,001) e ventilação mecânica (p<0,001). A idade gestacional e peso de nascimento não mostraram relação com o insucesso na extubação. Conclusões: A ocorrência de falha na extubação em nossa amostra foi baixa e os fatores de risco diferiram do encontrado na literatura, isso se deve às características da amostra, pois a maternidade em questão não faz acompanhamento de gestantes de risco, sendo baixo o índice de prematuridade. 021 Ocorrência de asma em escolares de 5ª a 8ª série em escola pública do município de Barueri, São Paulo $ Renata R Rodrigues, Ana Damaris Gonzaga, Edineia Maria Caretti Introdução: A asma é uma doença caracterizada pela obstrução ao fluxo aéreo, hiperresponsividade e inflamação crônica das vias aéreas, resultante de uma combinação genética, influência ambiental e sócio-econômica. Afeta 10% da população brasileira, sendo que entre 10% e 15% são escolares na faixa etária de 13 a 14 anos, se tornando uma das principais causas de faltas à escola e quarta maior causadora de hospitalização no Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):

14 6 país. Objetivos: Caracterizar a ocorrência de asma e seus fatores de risco em escolares de 5ª a 8ª séries em uma escola pública do município de Barueri no estado de São Paulo. Materiais e métodos: Estudo transversal descritivo com fontes de informações indiretas. Após consentimento livre e esclarecido, foi aplicado um questionário a todos os estudantes. Foram excluídos os questionários com falhas nas informações e realizada a análise descritiva com aplicação dos testes t Student e qui-quadrado de Pearson. Resultados: Foram aplicados 816 questionários, 96 foram excluídos, restando 716 questionários para nossa amostra. A ocorrência de asma foi de 16% (116/716). A média de idade dos asmáticos foi menor 12,4±1,6 versus 12,7±1,4 anos (p=0,032). Os fatores que foram relacionados com asma foram: busca de pronto atendimento no último ano, número de internações por distúrbios respiratórios, presença de sibilos no passado, crises no último ano, prejuízo do sono, prejuízo da fala, diagnóstico médico de asma, sibilância após exercício, tosse seca noturna, período do ano, exercícios, alérgenos, asma na família, todos com valor de p<0,001. O sexo, grau de instrução da mãe, renda familiar, ansiedade, fumantes em casa, residir próximo a fábricas não influenciaram na ocorrência da asma. Conclusões: Nosso estudo evidencia que a ocorrência de asma é elevada em nosso meio, e além disso, encontra-se subestimada, servindo como alerta aos planejadores de saúde no sentido de priorizar recursos para controle do quadro já instalado e prevenção a longo prazo, pois um plano de atenção pode minimizar o sofrimento destas crianças e seus familiares, assim como minimizar gastos para os cofres públicos em relação à saúde 022 Orientation and position of head posture, scapula and thoracic spine in mouth-breathing children $ Patrícia Dayrell Neiva, Renata Noce Kirkwood, Ricardo Godinho Mouth breathing is a common clinical condition among school-age children and some studies have correlated this condition with quality of life and postural alterations. Objectives: Investigate the orientation and position of the scapula, thoracic spine and head posture among mouth-breathing (MB) children and nasal-breathing (NB) children. Methods: Twenty-one male MB children and 21 male NB children between eight and 12 years of age participated in the study. Data were obtained through stereophotogrammetry system that uses passive markers over anatomical landmarks to capture the position of the segments. Internal rotation, upward rotation, anterior tilt, scapular elevation and abduction were measured bilaterally as well as thoracic kyphosis, forward head and shoulder protrusion. Statistical analysis: The Kolmogorov-Smirnov test was used and Mann-Whitney test was employed in the analysis of age, BMI and AUQEI score. For the comparison between groups of the angular and linear variables the Student s t-test for independent samples was employed when distribution was normal and the Mann- Whitney exact test was employed when distribution was non-normal, considering a 95% level of significance (p<0.05). Results: The MB children showed increased scapular superior position in relation to the NB group. No statistically significant differences were found between groups regarding the angular and linear measurements of the scapula. To verify reliability, three measurements were taken for each variable in the study. The intraclass correlation coeficiente (ICC) showed results above 0.8 for all the variables except for the internal rotation angle (I-Rot), below 0.5, probably due to uncertainty in the palpation of the inferior angle of the scapula. Ninety-five percent of the NB children and 58% among the MB children had been breastfed, this difference was statistically significant. There were statistically significant differences between groups regarding the domains of the AUQEI scale and body mass index, which was higher among the NB children. Conclusions: MB children increased scapular superior position in comparison to NB children due probably to the position of forward head, leading to an alteration in the positioning of the mandible. The absence of significantly difference in posture pattern between groups could attributed to height-weight development in this age, as the posture of children changes in order to adapt to new body proportions, regardless of health status. The results observed in this study demonstrates the importance of using reliable measurements in the postural assessment of MB and NB children helping the physical therapists to focus their strategies during rehabilitation in more specific conditions. FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA 023 Avaliação da eficiência da seringa de injeção para medir a pressão de cuff de cânulas orotraqueais $ Raquel Annoni, Tatiana Lancas, Ruy Camargo Pires-Neto Introdução: Nos pacientes submetidos a ventilação mecânica, alguns autores sugerem que uma pressão de cuff entre 20 e 30cmH2O seja suficiente para prevenir os efeitos deletérios que baixas ou altas pressões podem causar, tais como: vazamento de ar, episódios de microaspiração e lesões de mucosa traqueal. Uma pressão de cuff adequada pode ser obtida com medidores de pressão de cuff, porém, em algumas áreas ou hospitais em que não existe esse dispositivo, as seringas de injeção são utilizadas para insuflar o cuff Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):1-27. e mensurar sua pressão. A distensão traqueal causada por pressões de cuff elevadas gera uma força de resistência que atua sobre o êmbolo da seringa, deslocando-a no sentindo contrário ao da aplicação/insuflação. Quando o êmbolo da seringa para de se deslocar, acredita-se que a pressão da parede da traquéia se iguala a pressão do cuff (pois não há movimento), permanecendo este em níveis seguros de pressão. Objetivos: Verificar se as seringas de injeção de 20mL, 10mL e 5mL possuem boa acurácia e eficiência para medir a pressão de cuff quando comparadas a um medidor de cuff padrão. Materiais e métodos: Oito pacientes com menos de cinco dias de ventilação mecânica, sem história prévia de intubação orotraqueal ou acometimentos do sistema respiratório (traquéia e laringe) foram selecionados para este estudo. Os quatro grupos de intervenção foram realizados em todos os pacientes e em ordem randômica: Medidor de cuff padrão (grupo controle); seringa de 5mL (grupo S5); seringa de 10mL (grupo S10); seringa de 20mL (grupo S20). Foi realizada uma única medida com cada seringa de cada grupo em cada paciente. As seringas eram utilizadas apenas uma vez e guardadas para comparação posterior. Análise estatística: O programa estatístico utilizado foi o SPSS for Windows v13.0. O teste utilizado para análise foi o one-way ANOVA com análise post hoc de Tukey. O nível de significância estabelecido foi de 0,05. Resultados: Exceto pelo grupo controle, todos os grupos apresentaram níveis pressóricos acima daqueles considerados seguros: 25±0cmH20 grupo controle (p<0,001 em relação a todos os demais grupos); 92,6±21,8 grupo S5; 81,7±16,3 grupo S10; 71,3±16,2 grupo S20. Conclusão: O método testado (com as seringas da marca avaliada e com os volumes testados) não é eficiente para se medir a pressão de cuff de pacientes submetidos a ventilação mecânica. 024 Preditores de mortalidade em pacientes sépticos internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital universitário $ Rodrigo Cerqueira Borges, Ronaldo Batista dos Santos, Raquel Siqueira Nobrega, Victor Caruso de Pontes, Carlos Henrique Marfi l Romero, Larissa Gomes de Carvalho, Alexandra Siqueira Colombo Introdução: A sepse representa um problema clínico de grande relevância, devido ao custo financeiro elevado e alta letalidade, tendo sua incidência aumentada de maneira preocupante nas últimas décadas. Objetivos: Identificar os principais preditores de mortalidade em pacientes sépticos internados na UTI do Hospital Universitário de São Paulo. Materiais e métodos: Foi realizada uma coorte, prospectiva com pacientes encaminhados a UTI por sepse grave e choque séptico entre o período de junho de 2007 a março de Foram analisados durante as primeiras 24 horas de internação na UTI os seguintes parâmetros: APACHE, SOFA, PCR, lactato, glicemia, leucograma, hemograma, uréia, creatinina, bilirrubinas, TGO, TGP, albumina, TP, TTPA, gasometria venosa e arterial. Além disso, as comorbidades prévias, idade, IMC, pior relação Pa02/FiO2, tempo de ventilação mecânica e tempo de internação hospitalar foram coletados para análise dos dados. Análise estatística: Foi utilizado o teste t não pareado e os resultados foram considerados significativos quando p<0,05. Resultados: Foram analisados ao todo 40 pacientes, sendo que, os pacientes que foram a óbito (52%) apresentavam um maior número de comorbidades prévias (p<0,001) e idade superior ao grupo sobrevida (p<0,001). Houve ainda, uma maior prevalência (58%) dos casos de choque séptico no grupo mortalidade (p=0,004). Os valores de APACHE, SOFA e lactato nas primeiras 24 horas foram significativamente maiores no grupo mortalidade (p<0,001, p<0,001, p=0,03), respectivamente. Além disso, esses pacientes permaneceram por um tempo maior em ventilação mecânica (p<0,001). Conclusões: Os principais preditores de mortalidade encontrados foram idade avançada, elevado número de comorbidades prévias, APACHE, SOFA, lactato, presença de choque séptico e tempo prolongado de ventilação mecânica. 025 Ventilação não invasiva no pós-operatório de cirurgia cardíaca como terapia preventiva $ João Batista Raposo Mazullo Filho, Vânia Jandira Gomes Bonfi m, Esperidião Elias Aquim Introdução: A ventilação não-invasiva (VNI) é utilizada rotineiramente em pacientes que evoluem com insuficiência respiratória aguda (IRpA) após a extubação traqueal. Entretanto, os estudos mostram evidências controversas para sua indicação em pósoperatório de cirurgia cardíaca. Objetivos: Verificar a efetividade da VNI preventivamente no pós-operatório de cirurgia cardíaca, acompanhando seu impacto até o sexto dia de internação. Materiais e métodos: Quarenta e quatro pacientes em pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca foram randomizados em sua admissão na UTI em dois grupos: controle (G1) 27 pacientes que não realizaram VNI e um grupo experimental (G2), de 17pacientes que receberam VNI após a extubação durante duas horas. Foram avaliadas: variáveis ventilatórias, de oxigenação e hemodinâmicas após extubação, uma avaliação diária durante os seis dias, e no G2, imediatamente após VNI. Análise estatística: Foi formatado um banco de dados com o programa Excel. Foram calculadas médias e desvio padrão. Os dados foram tratados e com teste t de Student para variáveis pareadas. Resultados: Dos 27 pacientes que iniciaram a pesquisa no G1, nove deles, (33,3%) tiveram que ser excluídos por utilizar algum suporte ventilatório, sendo que, três pacientes (11,11%) retornaram a ventilação invasiva. Dos dezessete pacientes do G2, três pacientes (17,6%) precisaram de maior tempo de VNI e nenhum deles foi reintubado. Dentro do G2, comparando dados coletados pós extubação versus pós VNI, as variáveis FR

15 (p=0,01), SpO2 (p<0,01), FC (p<0,01), CV (p<0,01) e VC (p<0,01) apresentaram relevância estatística. Durante os seis dias de avaliação, as variáveis comparadas entre os dois grupos que tiveram alterações significativas foram: 1º dia: SpO2 (p<0,01) e CV (p<0,02); 2º dia: FR (p=0,01) e FC (p=0,03); 3º dia: FC (p=0,02) e CV (p=0,02); 4º dia: FR (p<0,01), CV (p=0,02) e FC (p<0,01); 5º dia: FR (p<0,01) e CV (p=0,02); 6º dia: FR (p=0,02), CV (p<0,01), FC (p<0,01) e VM (p=0,02), demonstrando que os pacientes submetidos a VNI precocemente apresentam melhores resultados pelo aumento da CV e pela diminuição do trabalho ventilatório. Conclusões: A VNI mostra-se eficaz em pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca, pois diminui a IRpA pós-extubação, aumenta CV, diminui o trabalho ventilatório, reduzindo os índices de reintubação. 026 Análise do índice de stress durante a manobra de hiperinsufl ação com diferentes níveis de PEEP $ Luciano Matos Chicayban, Marta de Oliveira Alves Introdução: Sob fluxo constante, a inclinação da curva de pressão inspiratória em função do tempo reflete o comportamento elástico do sistema respiratório por meio do índice de stress (b), podendo indicar recrutamento (b1.1). Sua aplicabilidade em pacientes com SDRA é bem descrita, porém não existem estudos avaliando seu comportamento durante a manobra de hiperinsuflação com o ventilador. Objetivos: Caracterizar o comportamento elástico do sistema respiratório durante a manobra de hiperinsuflação sob diferentes níveis de PEEP e PCV, em pacientes ventilados mecanicamente. Materiais e métodos: Foram avaliados oito pacientes sedados, sob ventilação mecânica (Vela ) com estabilidade hemodinâmica. Os pacientes foram posicionados com cabeceira elevada a 45º e aspirados previamente. Após um repouso de cinco minutos foi realizada a hiperinsuflação em PCV com pressão total de 40cmH2O de três formas: PEEP=5 e PCV=35 (PEEP5), PEEP=10 e PCV=30 (PEEP10) e PEEP=15 e PCV=25 (PEEP15), administrados conforme randomização, com intervalo de uma hora. Os pacientes permaneceram por dois minutos em cada ajuste de PEEP e PCV até estabilização do VC expirado (VCex). O VCex foi então administrado em VCV com fluxo constante de 0,5L/s seguido de oclusão ao fim da inspiração por seis segundos, para obtenção da mecânica do sistema respiratório (Cst,rs e Rtot,rs). Em cada ajuste de PEEP, os sinais de pressão e fluxo foram obtidos durante toda a fase inspiratória, para análise do índice de stress e inclinação da curva de pressão (Pxt), por meio do programa Origin 7.0. Análise estatística: O índice de stress, a inclinação da curva de pressão e a Cst,rs foram comparados entre os diferentes ajustes de PEEP (teste t-student ou Wilcoxon de acordo com a distribuição) e correlacionados por meio do coeficiente de Correlação de Pearson. Foi considerado significativo p 1,1 em ambos os níveis de PEEP. Conclusões: A manobra de hiperinsuflação com Ptotal de 40cmH2O pode produzir hiperdistensão leve, em 5, 10 ou 15cmH2O de PEEP, porém os pacientes apresentaram diferentes comportamentos. Os ajustes ventilatórios devem ser individualizados durante a terapia de hiperinsuflação para não promover hiperdistensão e/ou abertura e fechamento cíclico dos alvéolos. 027 Efeitos da hiperinsufl ação com ajuste de tempo em pacientes sob ventilação mecânica: ensaio clínico cruzado randomizado $ Luciano Matos Chicayban, Bruna de Souza Sixel Introdução: A hiperinsuflação é um recurso utilizado para expansão pulmonar e remoção de secreções em pacientes sob ventilação mecânica. O aumento do tempo inspiratório sob pressão controlada (PCV) pode otimizar a distribuição da ventilação nos pacientes com constante de tempo aumentada. Objetivos: Avaliar os efeitos mecânicos e hemodinâmicos da manobra de hiperinsuflação em PCV acrescida de ajuste do tempo inspiratório em pacientes ventilados mecanicamente. Materiais e métodos: Foi realizado um ensaio clínico cruzado randomizado em 14 pacientes sob via aérea artificial, ventilados mecanicamente (Vela ), com infecção pulmonar e estabilidade hemodinâmica. Os pacientes foram posicionados com cabeceira elevada a 45º e aspirados previamente. Após um repouso de cinco minutos, foi realizada a hiperinsuflação em PCV, com aumento progressivo na pressão a cada 5cmH2O, até 40cmH2O de pressão total, mantendo-se a PEEP. O Tins e a FR foram ajustados para permitir que os fluxos inspiratório e expiratório atingissem a linha de base (zero). A ordem de execução da hiperinsuflação em PCV e do controle (sem alterações na Pins e Tins) foi determinada por randomização, com um intervalo mínimo de quatro horas. As variáveis analisadas foram: mecânica do sistema respiratório (Cst,rs, Cdyn,rs, Ceff,rs, Rtot,rs, Rinit,rs, ΔP2 e PFE) no pré, pós-imediato e pós-aspiração; hemodinâmica (PAS, PAD, PAM e FC) e padrão ventilatório (VC, VM, FR, SpO2, PetCO2 e Pmédia) antes, durante o 5º, 8º e 10º minutos, e após cinco e dez minutos. Análise estatística: As variações percentuais de cada variável mecânica foram comparadas entre as intervenções (teste t-student ou Wilcoxon de acordo com a distribuição de normalidade). Para as demais variáveis foi utilizada ANOVA de medidas repetidas. Foi considerado significativo p<0,05. Resultados: Foram observados: diferença significativa entre o pós-imediato e pós-aspiração em relação ao pré na comparação entre a hiperinsuflação e controle para a Cst,rs (11,1±16,6 versus -0,5±7,3%; p=0,016 e 14,9±22,6 versus 1,1±9,5%; p=0,045) e Rtot,rs (14,8±16,3 versus 2,2±10,7%; p=0,007 e 14,7±22,2 versus 1,3±7,8%; p=0,026) e aumento na Pmédia durante a hiperinsuflação (12,5±2,2 versus 17,2±1,7cmH2O; p<0,001). Não foram observadas mudanças significativas na Cdyn,rs, Ceff,rs, Rinit,rs, ΔP2 e PFE, assim como PAS, PAD, PAM, FC e SaO2 entre os momentos. Conclusões: A terapia de hiperinsuflação com adequação do tempo inspiratório aumentou a complacência estática e a resistência total do sistema respiratório, sem modificação na resistência de vias aéreas (Rinit,rs), o que pode sugerir deslocamento de secreções e/ou abertura de unidades alveolares. Não foram observadas alterações nas variáveis hemodinâmicas durante a manobra. 028 Qualidade de vida na insufi ciência cardíaca após alta de uma unidade de terapia intensiva $ jeffe_fi Jefferson Jovelino Amaral dos Santos Introdução: A insuficiência cardíaca (IC) é uma doença complexa com alta prevalência que aumenta o número de admissões hospitalares, acarretando altos índices de morbimortalidade e comprometendo a qualidade de vida (QV) de seus portadores. Objetivos: O presente trabalho teve como objetivos comparar os níveis de QV de portadores de IC após alta de uma unidade de terapia intensiva (UTI) e seus semelhantes estáveis tratados em nível ambulatorial. Materiais e métodos: Esse estudo teve característica transversal e foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em humanos da UNIPAR. Avaliou-se 25 indivíduos (36% femininos e 64% masculinos) portadores de IC classe funcional II e III com idade média de 72±12 anos, à medida em que foram sendo internados na UTI de um hospital beneficente do município de Toledo, PR. Esses indivíduos passaram por uma triagem para caracterização dos mesmos e após um mês de alta da UTI foram visitados em seus domicílios e entrevistados por meio do questionário Minnesota Living With Heart Failure (MLHF). Tal procedimento seguiu as orientações de seus autores (grupo teste). O MLHF é composto por 21 questões relativas às limitações associadas com o quanto a IC impediu o paciente de viver como ele gostaria durante o último mês. As questões do MLHF referem-se à percepção do paciente com relação à influência da IC nos aspectos físicos, sócio-econômicos e psicológicos da vida. Para cada questão é atribuído um valor de 0 a 5, sendo o maior escore indicativo de pior QV. O escore total é obtido pela soma dos 21 itens, com intervalo possível de 0 a 105. Como grupo controle avaliou-se 25 indivíduos (44% femininos e 56% masculinos) portadores de IC com classe funcional II e III com idade média de 73±12 anos, os quais freqüentavam o ambulatório de Fisioterapia em Cardiologia e Pneumologia da Clínica escola de Fisioterapia da UNIPAR, Campus Toledo, PR (não internados em pelo menos um ano) da mesma forma que o grupo teste. Comparou-se a QV desses indivíduos por meio do teste U de Mann-Whitney (p<0,05). Resultados: A QV do grupo teste foi classificada em 48,6±16 pontos e do grupo controle em 32,6±18 pontos (p<0,05), o que demonstra que existe diferença estatisticamente significante entre a QV dos indivíduos. Conclusões: Mesmo após um mês de alta de uma UTI a QV de portadores de IC não volta aos níveis médios de indivíduos com características disfuncionais semelhantes. 029 Efeitos da compressão torácica sobre a resistência de vias aéreas de pacientes em ventilação mecânica $ Ada Clarice Gastaldi, Ricardo Kenji Nawa, Ana Paula Manfi o Pereira, Kátia de Miranda Avena, Antônio Carlos Magalhães Duarte Introdução: A terapia de remoção de secreções é composta por um conjunto de técnicas que promovem deslocamento e remoção de secreção das vias aéreas. A compressão vigorosa do tórax no início da expiração pode auxiliar a remoção de secreções em pacientes colaborativos ou não. Objetivos: Avaliar a repercussão da compressão torácica sobre a mecânica do sistema respiratório em pacientes submetidos a suporte ventilatório total. Materiais e métodos: Participaram do estudo 32 pacientes de ambos os sexos, submetidos a procedimento cirúrgico, intubados, sedados, sob ventilação mecânica, divididos em dois grupos: controle (GC) e tratado (GT). No GT foram realizadas dez compressões e em seguida aspiração do tubo orotraqueal, enquanto no GC houve apenas o posicionamento das mãos sobre o tórax, sem compressão, também seguido de aspiração. As variáveis analisadas foram: ptraqueal (PTRAQ), palveolar (PAVL), presistiva (PR), resistência de vias aéreas (RVA), complacência estática (CEST) e complacência dinâmica (CDIN), mensuradas nos momentos pré e pós compressão e pós-aspiração. Análise estatística: Utilizou-se o modelo linear de efeitos mistos (efeito aleatórios e fixos). O ajuste do modelo foi feito por meio do procedimento Proc Mixed do software SAS 9.0. O teste utilizado foi o de contraste ortogonal, com nível de significância de 5%. Resultados: Houve uma redução dos valores de RVA entre as medidas pós-compresso e pós-aspiração tanto no grupo tratado (p<0,05), quanto no grupo controle (p<0,05); porém, quando analisada a variação percentual, houve uma maior variação no grupo tratado (p<0,05). As demais variáveis não mostraram diferença estatisticamente significantes em nenhuma das comparações. Conclusões: A remoção de secreção beneficia a mecânica respiratória, diminuindo a resistência das vias aéreas, porém, a associação de compressão torácica e aspiração provoca melhor efeito que a aspiração isoladamente. 030 Análise das reprcussões pressóricas, como resultado do aumento da PEEP na hipertensão intracraniana $ leonardofi Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):

16 8 Marcos David Parada Godoy, Ivo Roberto Lobo de Soeiro, Arthur Evangelista da Silva Neto, Roberta Souza de Mello Azeredo, Vitor Savino, Leonardo Cordeiro de Souza Introdução: Nos últimos anos o número de pacientes com hipertensão intracraniana (HIC), admitidos nas unidades de terapia instensiva (UTI) tem crescido significativamente. Fato este que demanda da parte dos fisioterapeutas, maior conhecimento fisiopatológico. As correlações entre as repercussões pressóricas cerebrais e o aumento da Positive End Expiratory Pressure (PEEP), necessitam de maior entendimento, porquanto, não estão muito bem definidas na literatura científica mundial. Objetivos: O objetivo deste estudo foi descrever as repercussões pressóricas cerebrais e sistêmicas e sua correlação com o aumento da PEEP, observada por meio das medidas da pressão intracraniana (PIC), pressão arterial média (PAM), pressão de perfusão cerebral (PPC), pressão média intratorácica (PIT) e pressão intra-abdominal (PIA), em pacientes com hipertensão intracraniana em ventilação mecânica. Materiais e métodos: Foram admitidos cinco pacientes do sexo feminino, com idade média de 63,8 (±3,11) anos e seis pacientes, do sexo masculino, com idade media de 72,3 (±6,47) anos e com tempo médio de ventilação mecânica de 2,27 (±0,46) dias. Foram selecionados os pacientes com escala de coma de Glasgow <8 e diagnóstico de HIC. Foram excluídos os pacientes que apresentaram alteração hemodinâmica relevante. Os pacientes se encontravam sedados, adaptados ao respirador Bird 8400, em ventilação mandatória controlada. A PEEP inicial foi de 5cmH2O e sendo esta acrescida, a cada um minuto, para 10, 12, 15, 17 e 20cmH2O. Durante este período, foi mensurada a PIT, PIA, PAM, PIC e a PPC. Resultados: Na análise PEEP/PIC verificou-se uma correlação positiva (r=0,95 e p=0,0033). Na análise PEEP/PIT verificouse uma correlação estatisticamente significativa (r =0,99 e p=0,0001) e fisiologicamente esperada. Porém na análise PIT/ PAM verificou-se uma correlação negativa (r =-0,99 e p=0,0001) influenciando os valores de PPC. A correlação entre a PEEP/PIA, demonstrou duas variáveis não dependentes linearmente uma da outra (r=0,98 e p>0,05). Os resultados foram considerados significativos quando p<0,05. Os cálculos estatísticos foram obtidos pelo programa Origin v Conclusões: O aumento da PEEP produz aumento na PIT e esta influencia significativamente os valores da PAM, e repercute na PPC. A PIC sofreu efeitos da PEEP, clinicamente não significativos, quando analisados isoladamente. 031 Análise do muco brônquico em pacientes intubados e hipersecretivos após aplicação de técnicas fi sioterapêuticas $ siorespiratoria.com.br Marcus Vinicius Herbst-Rodrigues, Alessandra Choqueta, José Otávio Auler Jr. e Maria Ignez Zanetti Feltrim Introdução: Obrigatoriamente pacientes sob assistência ventilatória mecânica necessitam que suas secreções brônquicas sejam removidas por meio de aspiração traqueal, porém algumas vezes somente esta técnica não é capaz de fazê-la de forma eficaz, sendo assim necessárias a utilização de técnicas fisioterapêuticas que possam mobilizar as secreções até a via proximal, para assim serem retiradas. Podemos alterar o fluxo expiratório utilizando um ressuscitador manual bag-squeezing (BS), sendo uma desvantagem a desconexão do paciente do ventilador durante todo o procedimento. Podemos também utilizar o ventilador para promover aumento do fluxo expiratório, por associação de elevação e diminuição do nível da PEEP até zero, (peep-zeep (PZ)), evitando assim este transtorno. Na literatura não está claro qual das técnicas é mais eficaz na remoção do muco, seja pela sua quantidade ou qualidade. Objetivos: Avaliar amostras de muco brônquico coletados após a aplicação das técnicas aspiração traqueal (ASP), bagsqueezing (BS) e peep-zeep (PZ) em pacientes hipersecretivos, ventilados mecanicamente no pós-operatório de cirurgia cardiovascular. Materiais emétodos: Foram estudados, prospectivamente, 15 pacientes (dez homens) entre o 5º e o 41º dia de pós-operatório (21+12), com idades entre 38 e 85 (66+14) anos, IMC entre 18 e 29 (24+3,2) kg/m2 e tempo de CEC entre 31 e 222 (113+54) minutos, estáveis hemodinamicamente, sob ventilação mecânica. Analisou-se a transportabilidade do muco por meio da mensuração do ângulo de contato, do deslocamento na máquina da tosse e da velocidade relativa de transporte no palato de rã, e o peso úmido. As amostras foram coletadas em intervalos de duas horas após a aplicação das técnicas ASP, BS e PZ, realizadas por meio de sorteio. Utilizou-se ANOVA one-way (p<0,05). Resultados: Observou-se menor peso úmido de muco removido pela técnica PZ(0,54+0,54g) quando comparado a ASP(0,91+1,00g) e BS(1,09+1,28g) (p<0,027). Respectivamente ASP, BS e PZ não apresentaram diferença no ângulo de contato (23+5 verus 23+3 verus 23+4 graus) e na transportabilidade (0,87+0,31 verus 0,72+0,25 verus 0,78+0,28), porém a técnica PZ(24,69+10,66mm) foi capaz de remover um muco de pior transportabilidade pela tosse quando comparada a ASP(32,53+13,23mm) e BS(28,07+15,13mm) (p<0,001). Conclusões: ASP e BS foram capazes de remover o dobro de muco que a técnica PZ, enquanto esta técnica promoveu a retirada de muco de pior deslocamento pela tosse. Portanto, sua aplicação pode ser uma alternativa quando a tosse não for eficaz suficientemente para remover as secreções brônquicas. 032 Comparação das técnicas BAG-SQUEEZING (BS) e PEEP-ZEEOP (PZ) em pacientes hipersecretivos submetidos cirurgia cardiovascular $ siorespiratoria.com.br Marcus Vinicius Herbst-Rodrigues, José Otávio Auler Jr., Maria Ignêz Zanetti Feltrim Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):1-27. Introdução: A técnica bag-squeezing (BS) atualmente é a mais utilizada para remoção de secreções brônquicas em pacientes ventilados mecanicamente, sendo uma desvantagem a desconexão do paciente do ventilador durante todo o procedimento. Para evitar este transtorno, podemos utilizar do ventilador para promover aumento do fluxo expiratório, por associação de elevação e diminuição do nível da PEEP até zero, (peep-zeep (PZ)). Objetivos: Avaliar e comparar as alterações na mecânica respiratória e troca gasosa durante e após a aplicação das técnicas bag-squeezing (BS) e peep-zeep (PZ) em pacientes hipersecretivos, ventilados mecanicamente no pós-operatório de cirurgia cardiovascular. Materiais e métodos: Foram estudados, prospectivamente, 15 pacientes (dez homens) entre o 5º e o 41º dia de pós-operatório (21+12), com idade entre 38 e 85 (66+14) anos, IMC entre 18 e 29 (24+3,2) kg/m2 e tempo de CEC entre 31 e 222 (113+54) minutos, estáveis hemodinamicamente sob ventilação mecânica, conectados ao monitor de perfil respiratório CO2SMO-DX8100 PLUSO DIXTAL. Os dados de PPI, PPLATÔ, PFI, PFE, Cst, e Rva Insp/Exp foram coletados, respectivamente, nos momentos pré, durante, imediatamente após até o 10 o, 30 o, 60 o e 120 o minuto após a realização das técnicas, realizadas em ordem aleatória, em intervalos de duas horas. Utilizou-se ANOVA RM two-way (p<0,05). Resultados: Os valores médios SPO2 EtCO2 e Cst não apresentaram alterações. A Rinsp elevou-se imediatamente após a aplicação de BS (8±3cmH2O/L/ seg versus 10±33cmH2O/L/seg) retornando ao basal após um minuto (p<0,005). O PPI (45±20cmH2O versus 27±3cmH2O) e o PFI (94±20L/min versus 43±16L/min) gerados durante os ciclos de BS foram significantemente mais altos do que em PZ (p<0,005), porém a PPLATÔ (25±12cmH2O versus 26±3cmH2O) e o PFE (71±20L/min versus 64±13L/min) não apresentaram diferença. Conclusões: Na técnica bag-squeezing, enquanto a PPLATÔ manteve-se dentro de valores recomendados, atenção especial deve ser dada em relação aos valores PPI gerados durante a execução da manobra, o que se mostrou acima dos limites de segurança. As técnicas PZ e BS promoveram fluxo expiratório capaz de remover secreções. Portanto, a técnica peep-zeep pode ser utilizada em UTI com a vantagem de não gerar altos picos de pressão, além de não necessitar da desconexão do paciente do ventilador mecânico durante o procedimento. 033 Manejo da traqueostomia em situação de emergência $ pauloeugeniofi Paulo Eugênio Silva, Julio Leal Neves, Luciana Feijó Introdução: A traqueostomia é um dos procedimentos mais comumente realizados em pacientes criticamente enfermos. Sendo assim, atualmente há um amplo número de profissionais de saúde envolvidos diretamente no gerenciamento de pacientes traqueostomizados. Este trabalho teve o objetivo de avaliar o nível de conhecimento da equipe multidisciplinar em uma situação de emergência, envolvendo manejo da traqueostomia, e identificar áreas chave nas quais condutas inapropriadas foram realizadas. Materiais e métodos: Foi realizado um estudo descritivo exploratório. Para determinar o nível de conhecimento da equipe (médicos, fisioterapeutas e enfermeiras) utilizou-se um questionário constituído de uma história clínica e cinco perguntas, baseadas em um estudo prévio. Quarenta e um profissionais da unidade de terapia intensiva de um hospital escola foram entrevistados. Análise estatística: Foi realizada uma análise descritiva das variáveis. Resultados: Existe uma diferença significativa no nível de conhecimento entre os membros da equipe multidisciplinar com relação ao manejo de uma situação de emergência específica em pacientes traqueostomizados. Uma análise global demonstrou que apenas 44% dos médicos, 58% dos fisioterapeutas e 31% das enfermeiras agiriam de forma adequada. Apenas 42,5% de todos os profissionais realizariam o manejo adequado. Conclusões: O nível de conhecimento da amostra estudada com relação a uma situação de emergência em pacientes traqueostomizados foi insuficiente. Portanto, foi demonstrada a necessidade de se abordar o tema com o intuito de promover o manejo adequado e maior segurança aos pacientes. 034 Concepção dos profi ssionais de unidades de terapia intensiva sobre aspectos metrológicos e de controle da aspiração endotraqueal $ Shirley Lima Campos, Aline Soares Dutra, Isabella de Oliveira Guimarães, Maria da Glória Rodrigues Machado, Marcos Pinotti Barbosa Introdução: A ausência nacional de um consenso quanto às diretrizes e protocolos para a execução da aspiração endotraqueal (AET) pressupõe que exista uma variação considerável em caráter inter-pessoal, inter-profissional e inter-institucional. Objetivos: Neste estudo, buscou-se questionar os profissionais de saúde que executam a AET em unidades de terapia intensiva (UTI s) adulto sobre o conhecimento de aspectos metrológicos e de controle associados à técnica. Materiais e métodos: O desenho de investigação consistiu num estudo individuado, observacional, transversal, por meio de aplicação de questionário elaborado, em unidades de terapia intensiva adulto de Belo Horizonte e região metropolitana. Para o cálculo amostral foram considerados os dados do portal Datasus (2007). A amostra foi constituída por 148 profissionais aptos a realizarem a AET em nove hospitais. O instrumento questionava sobre a freqüência de execução, duração, número de inserções da sonda para cada intervenção, uso de instilação de fluidos, critérios adotados para seleção da sonda de aspiração, teste e regulação da pressão de vácuo e conhecimento sobre o nível de pressão de vácuo para execução da AET em adultos. Análise estatística:

17 Os dados foram analisados descritivamente em termos de freqüência, proporções de observações, média e desvio-padrão. Para comparação das variáveis foram utilizados os testes qui-quadrado de Pearson e teste exato de Fisher, com significância estatística para p 0,05. Resultados: Em 85% das respostas, a AET é realizada sem um intervalo de tempo definido, conforme a avaliação clínica do paciente. A duração e o número de inserções da sonda de aspiração dependem da quantidade de secreção (51,4% e 83%, respectivamente). O aspecto da secreção e tamanho da via aérea artificial de forma associada foram considerados critérios para seleção da sonda (39,6%). A instilação de cloreto de sódio a 0,9% (84,2%) em quantidade inferior a 5mL (50,4%) é realizada dependendo do aspecto da secreção (79,1%). O teste do vácuo pré-aspiração é executado conforme 66% dos questionários, com conhecimento sobre a pressão recomendada para a AET em adultos (81%), no entanto apenas 5,4% descreveram o valor correto. Foram obtidos p<0,001 para todos os questionamentos. Houve evidências de que existe uma associação entre as unidades hospitalares e a freqüência de execução da AET, o teste e regulação da pressão de vácuo e o valor de pressão de vácuo para AET em adultos (teste exato de Fisher, p=0,049, p=0,016, p=0,036, respectivamente). Conclusões: As respostas obtidas para a duração, número de inserções da sonda e nível de pressão de vácuo não estão em conformidade com a maioria das recomendações técnicas. A concordância obtida para algumas respostas reforça a necessidade de protocolos e programas de educação continuada. 035 VNIPP em pacientes idosos com insufi ciência respiratória aguda: uma abordagem inicial $ Cristiano Viana Manoel, Sandra Lisboa, Cristiano Viana, Manoel Marcio dos Reis Monteiro, Gláucia Maria Moraes de Oliveira, Estélio Henrique Martin Dantas Introdução: A população idosa e a expectativa de vida no mundo vem crescendo de maneira significativa. Os efeitos do envelhecimento na função pulmonar são conseqüências de alterações fisiológicas. A ventilação não-invasiva por pressão positiva (VNIPP) já demonstrou ser eficiente em diversas situações clínicas. Objetivos: Avaliar os efeitos da abordagem inicial fisioterapêutica utilizando VNIPP em idosos com insuficiência respiratória aguda (IRpA), buscando variáveis preditoras de sucesso e comparar com a terapia padrão (TP). Materiais e métodos: Cinquenta e oito idosos internados com IRpA em dois hospitais foram selecionados em dois grupos: VNIPP(n=32, receberam tratamento utilizando VNIPP) e TP(n=26, tratados com Fowler 45, nebulização, suporte de oxigênio e aspiração traqueal quando necessário). O estudo foi aprovado pela comissão de ética da Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro (protocolo 0079/2007). Após abordagem inicial e coleta dos dados: freqüência cardíaca (FC) e respiratória (FR), pressão arterial (PA), pressão parcial de oxigênio (po2) e gás carbônico (pco2) e saturação parcial de oxigênio (Sp02), os pacientes dos dois grupos foram submetidos à VNIPP e TP respectivamente durante 60 minutos. Depois, esses valores foram novamente registrados obtendo-se as médias±desvio padrão. Análise estatística: Foi utilizado o teste ANOVA(significância p<0,05) e para as demais variáveis o teste t não pareado e qui-quadrado para analisar a ocorrência de eventos. Resultados: Dos 58 pacientes estudados, obteve-se sucesso sem necessidade de intubação endotraqueal (IET) em 29 (72,5%) no grupo VNIPP e 11(27,5%) no grupo TP. Não houve diferença significativa com relação a sexo, idade, escore de coma Glasgow, APACHE II e diagnóstico. Os resultados indicam uma redução significativa (p<0,05) na PA sistólica e diastólica respectivamente, em ambos os grupos (TP=132,6±22,8 e 74,0±12,7 para 122,9±6,2 e 68,5±9,4) e (VNIPP=138,3±24,0 e 75,7±16,7 para 128,2±14,4 e 70,2±10,9). Não houve alteração significativa na pco2 e po2 antes e após a TP e VNIPP. Não houve diferença significativa na FC após as técnicas. Houve um aumento significativo na Sp02(TP=92,8±1,2 para 95,60±1,28) e (VNIPP=93,5±0,9 para 96,75±0,48) e uma redução significativa na FR dos pacientes tratados com VNIPP (28,0±5,9 para 20,8±6,0). O grupo TP não apresentou alteração significativa. Quando comparados FR pós-terapia com VNIPP e TP, verificou-se também redução significativa entre os grupos. Conclusões: A VNIPP constitui uma opção terapêutica promissora no tratamento da IRpA em idosos, visando melhora dos sinais clínicos que podem acarretar em IET e suas complicações. Novos estudos controlados e randomizados se fazem necessários para uma melhor caracterização dessa modalidade de suporte terapêutico em idosos com IRpA. 036 Comparação da força muscular respiratória no pós-operatório de revascularização do miocárdio com e sem pleura $ fi Fernanda Aparecida Teixeira, Daniella Sayuri Ono, Fernanda Aparecida Teixeira, Marcela Silva de Araújo, Solange Guizillini Introdução: A cirurgia de revascularização do miocárdio (RM) tem sido largamente utilizada para o tratamento de doenças coronarianas, podendo ser realizada por meio de duas técnicas: com e sem circulação extracorpórea (CEC). Ela pode ser realizada tanto com a utilização de enxertos venosos quanto com enxertos arteriais. Têm sido estabelecidas vantagens da artéria torácica interna (ATI) sobre os enxertos venosos, sendo esta reconhecida atualmente como padrão ouro para este tipo de cirurgia. Este procedimento envolve geralmente a abertura da cavidade pleural esquerda, que necessita subseqüentemente ser drenada. Objetivos: Comparar a força muscular respiratória em pacientes submetidos à abertura pleural com àqueles em que a pleura manteve-se intacta. Materiais e métodos: Foram selecionados 20 pacientes submetidos à cirurgia eletiva de RM sem CEC com uso da ATL. Esses pacientes foram divididos em dois grupos: grupo PI (n=10) que compreendia os pacientes os quais a pleura se manteve intacta e grupo PA (n=10) pacientes com cavidade pleural esquerda aberta. A espirometria foi realizada em todos os pacientes para excluir aqueles cujos resultados não haviam sido normais. A avaliação da força muscular respiratória foi realizada beira-leito no pré e pós-operatório (1º, 3 e 5 dias). Análise estatística: Para comparação entre os grupos foi utilizado o teste t de Student não pareado e análise de dados categóricos pelo teste qui-quadrado de Pearson com p<0,05. Resultados: A pressão inspiratória máxima (PImax), em relação aos valores pré-operatórios apresentou uma queda no 1º, 3º e 5º dia pós-operatório de: 48,52±10,80%; 41,96±16,07%; 30,95±15,62% no grupo PA e de 38,51±12,05%; 30,23±10,89; 17,80±14,12% no grupo PI, respectivamente. Já a pressão expiratória máxima (PEmax), teve uma redução no 1º, 3º e 5º dia pós-operatório de 46,86±12,79% ; 36,55±12,91%; 28,76±12,26% no grupo PA e de 33,88±15,88%; 25,17±12,75; 15,88±10,69% no grupo PA em relação aos valores pré-operatórios, respectivamente. Conclusões: Este estudo demonstrou uma queda significante da PImax e da PEmax no pós-operatório precoce em ambos os grupos, contudo estas reduções mostraram-se mais acentuadas no grupo o qual houve a abertura pleural. Pode-se concluir que pacientes submetidos à cirurgia de RM sem CEC, com enxerto de ATI esquerda e pleurotomia esquerda, independente da pleurotomia, apresentaram decréscimo da força muscular respiratória no pós-operatório precoce. Entretanto os pacientes com a pleura intacta demonstraram melhor preservação da força muscular respiratória. 037 Traumatismo raquimedular: perfi l dos pacientes em uma unidade de terapia intensiva $ eveline_fi Eveline de Almeida Silva, Fábio de Lima Nepomuceno, Ivaldo Menezes de Melo Júnior, Kalinne de Almeida Benício Pimentel, Juliana Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, Nadja Maria Correia Bezerra Cavalcanti, Rosângela Guimarães de Oliveira Introdução: O traumatismo raquimedular (TRM) é uma lesão através de fraturas na coluna vertebral que requer alterações importantes no estilo de vida, demonstrando que esta lesão é passível de prevenção, podendo apresentar redução de sua incidência por meio de campanhas preventivas e esclarecimento junto à população. Objetivos: Analisar o perfil dos pacientes com TRM na unidade de terapia intensiva do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL), em João Pessoa. Materiais e métodos: Foi então realizada uma análise exploratória e documental com uma abordagem quantitativa, por meio dos prontuários e livros de admissão de fisioterapia da unidade de terapia intensiva (UTI) do HETSHL com um levantamento quanto ao gênero, idade, nível da lesão, etiologia e destino, do período de janeiro de 2005 à outubro de Análise estatística: A análise descritiva foi realizada por meio do programa Microsoft Excel 2007, sendo consideradas as médias e o desvio-padrão dos dados coletados. Resultados: A amostra constou de 31 pacientes acometidos por essa injúria, sendo 4 (13%) do gênero feminino, 27 (87%) do gênero masculino, com média de idade de 29,64 anos, dentre esses a menor idade encontrada foi de 16 anos, e a maior foi de 65 anos. Quanto ao nível da lesão, houve um maior índice na região cervical com 25 (78%), e menor índice para região torácica 7 (22%), não havendo nenhum registro na região lombar. As causas mais comuns foram perfuração por arma de fogo 11 (36%), queda da própria altura 10 (32%), acidente de automóvel 7 (23%), acidente de moto 2 (6%) e mergulho em água rasa 1 (3%). Quanto aos destinos dos pacientes, encontramos 13 (41,94%) altas hospitalares e 18 (58,06%) óbitos. Conclusões: Foi constatada predominância do gênero masculino, com perfil de adulto jovem, além de uma prevalência da perfuração por armas de fogo, e por fim um maior percentual de óbito, mostrando um prognóstico ruim para esta patologia. 038 Duas formas de hiperinsufl ação pulmonar no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca $ lelecafi Juliana Andrade Ferreira de Souza, Francimar Ferrari, Edgard Alan dos Santos, Valdecir Castor Galindo Filho, Esdras Galvão, João Luís Ferreira Neto, Eduardo Augusto Pinto Rodrigues, Homero Marques Barreto de Melo, Eduardo Ériko Tenório França Introdução: A hiperinsuflação pulmonar é comumente utilizada com o intuito de incrementar a oxigenação alveolar e reverter atelectasias. Habitualmente é realizada de duas formas com o uso ventilador mecânico: pelo incremento do volume corrente (VC) ou da pressão positiva expiratória final (PEEP). Entretanto, são limitados os estudos que comprovam sua eficácia e a sua forma de utilização no pós- operatório de cirurgia cardíaca. Objetivos: Comparar os efeitos de duas formas de hiperinsuflação pulmonar utilizando o ventilador mecânico no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca. Matérias e métodos: Trata-se de um ensaio clínico prospectivo, constituído de 19 pacientes que foram randomizados em dois grupos. Em um grupo foi aplicada a manobra de suspiro inspiratório (MSI) consistindo em incremento de 100% do VC, com fluxo inspiratório de 20Lpm durante quatro minutos, com pressão limite de 40cmH2O. O outro grupo era submetido a três manobras de suspiro expiratório (MSE), com PEEP de 20cmH2O, durante dez segundos, com intervalo de dois minutos entre elas. A avaliação era feita por meio da CST (complacência estática), PaO2/FiO2 (índice de oxigenação), G(A-a)O2 (gradiente alvéolo arterial de oxigênio), FC ( freqüência cardíaca) e PAM (pressão arterial média). As medidas foram realizadas antes, após, assim como 30 minutos, uma hora e duas horas depois das manobras. Análise estatística: Foram utilizados o teste Kolmogorov-Sminorv e o Levene para analisar a normalidade das variáveis e a homogeneidade das amostras, Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):

18 10 respectivamente. As variáveis intragrupo foram analisadas através do teste t-student pareado e para as variáveis intergrupo foi utilizado o teste t-student para amostras independentes. Os resultados foram expressos como média e desvio padrão, utilizandose o software estatístico SPSS 15.0, considerando-se o intervalo de confiança 95%. Resultados: Foram observados aumentos na relação PaO2/FiO2 de 18% (p=0,00) no grupo MSI e de 21% (p=0,00) no grupo MSE que se manteve até duas horas. A Cst aumentou 25% (p=0,00) no grupo MSI, mantendo a melhora por até 30 minutos e 26% (p= 0,00) no grupo MSE. Houve queda de 17% (p=0,01) no G(A-a)O2 somente no grupo MSI. Não ocorreu alteração hemodinâmica significativa em ambos os grupos. Conclusões: Tanto a MSI quanto a MSE geram incremento PaO2/FiO2 e na Cst dos pacientes, como também não acarretaram prejuízo hemodinâmico. Porém, percebeu-se manutenção da melhora da Cst por mais tempo e queda do G(A-a)O2 somente no grupo MSI, podendo sugerir que essa manobra seja capaz de gerar benefícios por um tempo mais prolongado. 039 Efeitos da aplicação do dispositivo Shaker sobre as variáveis cardiopulmonares de pacientes sob AVM $ Marco Aurélio de Valois Júnior, Eduardo Ériko Tenório de França, Flávio Maciel Dias de Andrade, Cláudio Gonçalves Albuquerque, Felipe José Mucarbel Soares, Patrícia Rodrigues Araújo Neves, Ricardo César Espinhara Tenório, Tiago Pacheco de Moura, Vitória Maria de Lima Introdução: Os dispositivos geradores de oscilação de alta freqüência (OAF) são utilizados na terapia de higiene brônquica (THB), objetivando a melhora do clearance mucociliar, sendo alvo de diversos estudos, sem definição quanto ao seu papel em pacientes sob assistência ventilatória mecânica (AVM). Objetivos: Analisar os efeitos da OAF com o dispositivo Shaker sobre os parâmetros cardiopulmonares de pacientes sob AVM. Materiais e métodos: Participaram do estudo 16 pacientes divididos em dois grupos: grupo controle (GC) (n=9), os quais recebiam apenas nebulização (NBZ) por dez minutos, seguida de aspiração endotraqueal aberta e grupo intervenção (GI) (n=7), onde além da NBZ os pacientes faziam uso do Shaker acoplado a válvula exalatória do ventilador, seguido de aspiração endotraqueal aberta. As variáveis cardiopulmonares foram avaliadas antes de iniciar o estudo, cinco minutos após o início do estudo, ao término da manobra, imediatamente após a aspiração, 10, 20 e 30 minutos após a aspiração. Análise estatística: Foi utilizado o teste t-student para amostras pareadas na análise intragrupos das variáveis nos diversos momentos estudados e o teste t-student para amostras independentes na análise intergrupos. O valor de p<0,05 foi considerado como indicador de significância estatística. O software utilizado para a análise foi o Epi Info versão 2000 para Windows. Resultados: A resistência do sistema respiratório diminuiu significativamente em todo o período após a aspiração quando comparado ao início do estudo (p<0,05) no GI. Na comparação intergrupos, só a pressão arterial média mostrou-se diminuída no GI quando comparado ao GC (p=0,041). Conclusões: O dispositivo Shaker acoplado à válvula exalatória do ventilador mecânico mostrou-se eficiente em reduzir a resistência do sistema respiratório de pacientes sob AVM, sem que fossem evidenciados efeitos deletérios. 040 Efeitos da manobra Bag Squeezing na mecânica respiratória em pacientes sob ventilação mecânica invasiva $ lelecafi Manuela Pereira de Carvalho Barros, Cybelle Nascimento da Silva, Indianara Maria Araújo, Maria de Fátima Bezerra da Silva, Francimar Ferrari, Lívia Andrade, Flávio Maciel Dias de Andrade, Roberta Marques Leitão Barroso Introdução: As técnicas de fisioterapia respiratória objetivando o aumento da permeabilidade das vias aéreas e prevenção do acúmulo de secreções brônquicas são amplamente utilizadas na unidade de terapia intensiva (UTI), fazendo uso de técnicas que se baseiam principalmente na aceleração do fluxo expiratório, como é o caso da técnica de Bag Squeezing que consiste em uma insuflação pulmonar, uma compressão torácica manual e posterior aspiração das vias aéreas. Objetivos: O objetivo do estudo foi avaliar a efetividade da manobra de desobstrução brônquica Bag Squeezing por meio de parâmetros como complacência estática (Cst) e resistência do sistema respiratório (Rsr) em pacientes sob ventilação mecânica invasiva. Materiais e métodos: Pacientes com via aérea artificial, história de hipersecretividade e Rsr>12cmH2O foram randomicamente divididos nos seguintes grupos: grupo experimental (n=10) que realizou a manobra Bag Squeezing seguido de aspiração traqueal, e o grupo controle (n=10) submetido apenas a aspiração traqueal. Cst e Rsr foram avaliados antes da manobra Bag Squeezing e imediatamente, 30 e 60 minutos após a mesma no grupo experimental, e para o grupo controle avaliados antes e imediatamente após a manobra. Análise estatística: Foi utilizado o teste de Kolmogorov-Smirnov para suposição de normalidade das variáveis quantitativas. Para distribuição normal, utilizado o teste t Student pareado. Todos os testes foram aplicados com 95% de confiança, sendo todas as conclusões tomadas ao nível de significância de 0,05%. Resultados: A amostra do estudo foi constituída na sua maioria de pacientes com menos de 35 anos, com Ramsay maior que 4, e pacientes sem história de comprometimento primário do sistema respiratório. Observou-se redução significativa da Rsr apenas no grupo experimental (19,3±2,1 para 16,2±1,1; 16,05±1,8; 16,58±0,5) imediatamente, 30 e 60 minutos após a mesma, respectivamente, sem alterações na Cst em ambos os grupos. Conclusões: A manobra de desobstrução brônquica utilizando a técnica Bag Squeezing, quando comparada à técnica de aspiração traqueal isoladamente, proporcionou redução da Rsr nos pacientes estudados. Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl): Aplicação da ventilação com freqüência elevada associada ao Shaker em pacientes sob AVM $ Marco Aurélio de Valois Júnior, Eduardo Ériko Tenório de França, Flávio Maciel Dias de Andrade, Cláudio Gonçalves Albuquerque, Felipe José Mucarbel Soares, Patrícia Rodrigues Araújo Neves, Ricardo César Espinhara Tenório, Tiago Pacheco Moura, Vitória Maria de Lima Introdução: As oscilações de alta freqüência (OAF) são técnicas empregadas na remoção de secreções do trato respiratório, porém seus efeitos na terapia de higiene brônquica (THB) quando aplicadas à pacientes sob assistência ventilatória mecânica (AVM) ainda permanecem incertos. Objetivos: Analisar os efeitos da associação entre a ventilação com freqüência elevada e o dispositivo Shaker, denominada (ultra-vibração endobrônquica - UVE), sobre os parâmetros cardiopulmonares de pacientes sob AVM. Materiais e métodos: Os pacientes foram divididos em grupo controle (GC) (n=9) no qual recebiam apenas nebulização (NBZ) por dez minutos, seguida da aspiração endotraqueal aberta e grupo intervenção (GI) (n=7), onde além da NBZ os pacientes faziam uso da UVE, seguido de aspiração endotraqueal aberta. As variáveis cardiopulmonares foram avaliadas antes de iniciar o estudo, cinco minutos após o início do estudo, ao término da manobra, imediatamente após a aspiração, 10, 20 e 30 minutos após a aspiração. Análise estatística: Foi utilizado o teste t-student para amostras pareadas na análise intragrupos das variáveis nos diversos momentos estudados e o teste t-student para amostras independentes na análise intergrupos. O valor de p<0,05 foi considerado como indicador de significância estatística. O software utilizado para a análise foi o Epi Info versão 2000 para Windows. Resultados: A resistência do sistema respiratório (Rsr) reduziu significativamente em ambos os grupos, porém manteve-se reduzida até os 20 minutos após a aspiração apenas no GI (p=0,03). A complacência estática aumentou significativamente após a aspiração apenas no GI (p=0,001). Na comparação intergrupos não houve diferença significativa para as variáveis analisadas. Conclusões: Diante do exposto, pudemos concluir que para a população estudada, a UVE como técnica desobstrutiva manteve a redução da Rsr por até 20 minutos após a aspiração, sem deteriorar a função cardiopulmonar de pacientes mecanicamente ventilados e devidamente selecionados. 042 Efeito de três protocolos de fi sioterapia no pósoperatório de gastroplastias por laparotomia $ lelecafi Alita Paula Lopes de Novaes, Francimar Ferrari, Juliana Andrade Ferreira de Souza, Edgard Alan dos Santos; Denes Rodrigues de Andrade, Marco Aurélio de Valois, Juliana Maranhão, Mário Alberto Wanderley, Antônio Francisco de Andrade Ferreira Filho Introdução: O obeso possui uma mecânica respiratória alterada, resultando em redução dos volumes e capacidades pulmonares. Essas alterações são acentuadas após uma cirurgia abdominal alta, o que pode resultar em complicações pulmonares. Alguns dispositivos são utilizados no pós-operatório para prevenir essas complicações. Objetivos: comparar os efeitos do Shaker, do End Expiratory Positive Pressure (EPAP) e da espirometria de incentivo (EI) na mecânica ventilatória de pacientes no pós-operatório de gastroplastias por laparotomia. Materiais e métodos: Ensaio clínico randomizado realizado no Hospital Esperança. Os pacientes foram randomizados em três grupos: um tratado com EPAP (n=11), outro com Shaker (n=12), e outro com EI (n=11). Foram realizadas avaliações da mecânica ventilatória no pré-operatório e no 1 o, 2 o e 3 o dia pós-operatório, incluindo: capacidade vital (CV), capacidade inspiratória (CI), freqüência respiratória (FR), volume-minuto (VM), volume corrente (Vt), índice de respiração rápida e superficial (IRRS), pressão inspiratória máxima (PImax) e pressão expiratória máxima (PEmax). O protocolo foi realizado durante o 1 o e o 2º dia pós-operatório. Análise estatística: Todos os testes foram aplicados com 95% de confiança. Foi utilizado o teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov para variáveis quantitativas; para média entre os valores pré e pós-operatório, foi utilizado o teste t-student pareado; o ANOVA e o Kruskal-Wallis foram utilizados para média entre os grupos. Resultados: A CV média apresentou queda significativa de 53,8%, 41,5% e 33% no grupo Shaker; 60,1%, 50,4% e 40% no grupo EPAP e 56,5%, 42,8% e 33,3% no grupo EI no 1 o, 2 o e 3 o DPO, respectivamente, em relação aos seus valores pré-operatórios (p<0,01). A CI também sofreu queda significativa no pós-operatório no grupo Shaker (54,5%, 40,2%, 34,9%), no grupo EPAP (50,85%, 46,3%, 38,8%), e no grupo EI (52%, 47,7% e 34,2%) (p<0,01) no 1 o, 2 o e 3 o DPO, respectivamente. A PEmax sofreu queda significativa no grupo Shaker (28,5%, 25,5%, e 21,9%) e no grupo EPAP (20,3%, 23,1% e 11,6%) respectivamente no 1 o, 2 o e 3 o DPO. Já no grupo EI, a PEmax sofreu queda significativa apenas no 1 o e 2 o DPO (23,3% e 11,2%) (p<0,05). Não houve diferença significativa entre os três grupos em relação aos parâmetros avaliados, exceto em relação a PImax no pré-operatório e no 1 o DPO. Conclusões: Houve alteração importante da mecânica ventilatória nos três grupos estudados, porém os três tratamentos apresentaram eficácia similar na restauração da mecânica ventilatória dos pacientes no pós-operatório de gastroplastias 043 Hiperinsufl ação manual: benefícios com o emprego da PEEP $ Edgard Alan dos Santos, Francimar Ferrari, Dayse Amorim Lins e Silva, Juliana Andrade Ferreira de Souza, Cláudio Gonçalves de Albuquerque, Juliana Moura Galvão, Juliana Maranhão, Danielle Almeida, Mário Alberto Wanderley

19 Introdução: A hiperinsuflação manual (HM) é uma técnica que simula a tosse, comumente usada por fisioterapeutas em pacientes sob ventilação mecânica e como benefícios apresenta a melhora da complacência pulmonar e torácica, rápida resolução de atelectasias lobares e principalmente remoção de secreção das vias aéreas. A técnica de HM é realizada por meio de um ressuscitador manual, descrita como uma inspiração lenta, pausa inspiratória e uma expiração rápida. Objetivos: Avaliar o efeito da HM associada à PEEP em pacientes sob ventilação invasiva como técnica de reexpansão pulmonar. Materiais e métodos: O estudo é tido como quase experimental. Inicialmente os pacientes foram submetidos a nebulização com NaCl 0,9% e aspiração traqueal por sistema fechado, e logo após dez minutos randomicamente divididos em três grupos (n=9/ cada): grupo G0 (submetido a HM com ZEEP), G5 (submetido a HM com PEEP=5cmH20) e G10 (submetido a HM com PEEP=10cmH20). Parâmentros como complacência estática (Cst), resistência do sistema respiratório (Rsr), saturação periférica de oxigênio (SpO2) e pressão arterial média (PAM) foram avaliados antes e após a aspiração, e após a HM, 30 minutos e uma hora após as manobras. Análise estatística: Para normalidade e homogeneidade da amostra foi utilizado o teste de Kolmogorov-Smirnov e Levene. Para as variáveis intragrupo a análise de variância (ANOVA) e o teste t-student para amostras independentes. Resultados: Houve queda na Cst de 16,1% e 2,6% nos grupos G0 e G5 respectivamente, e aumento de 11,5% no grupo G10 após HM. Quando comparados intergrupo houve diferença estatisticamente significativa após a HM, mantidas até uma hora após as manobras entre G0 e G5 (p=0,035), e G0 e G10 (p=0,002), ocorrendo apenas impacto temporário na SpO2 quando relacionado o grupo G10 com os outros grupos após a aspiração traqueal (p=0,035), sem ocorrência de impactos hemodinâmicos significativos em nenhum dos grupos. Conclusões: Observou-se que a adição da PEEP a HM é benéfica quando objetiva-se a reexpansão pulmonar, apresentando incremento da Cst. 044 Impacto do diâmetro do tubo orotraqueal durante o teste de respiração espontânea $ Lílian Izumi Hatori, Eduardo Ériko Tenório de França, Flávio Maciel Dias de Andrade, Clarissa Torres Leal, Eduardo Augusto P. Rodrigues, Helga Cecília Muniz de Souza, Luís Henrique Sarmento Tenório, Romero Marques B. de Melo Introdução: Após a reversão do quadro de insuficiência respiratória torna-se primordial a suspensão precoce da ventilação mecânica dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva. O teste de respiração espontânea (TRE) tem sido descrito como o método mais efetivo de desmame da assistência ventilatória mecânica. A presença do tubo endotraqueal impõe ao paciente uma resistência adicional, a qual varia dependendo do seu diâmetro interno, podendo levar o paciente à fadiga muscular e ao insucesso no processo de desmame. Objetivos: Analisar o impacto do diâmetro do tubo endotraqueal sobre as variáveis cardiopulmonares ( freqüência cardíaca, pressão arterial média, volume minuto, volume corrente, freqüência respiratória, saturação periférica de oxigênio), a pressão inspiratória máxima (PImax) e o índice de respiração rápida e superficial (IRRS) durante o TRE realizado com tubo-t e com ventilação com pressão de suporte (PSV). Materiais e métodos: Pacientes ventilados com cânulas de diâmetro 7,5 (n=4) e 8mm (n=8) foram distribuídos de forma aleatória em dois grupos: grupo tubo-t (n=6) - TRE por 30 minutos realizado em tubo T, e grupo PSV (n=6) - TRE por 30 minutos realizado em PSV de 7cmH2O e pressão positiva expiratória final de 5cmH2O, sendo submetidos à avaliação antes e após o TRE. Resultados: Os valores de pressão inspiratória máxima (PImax), volume corrente (VC) e volume minuto (VM) foram significativamente maiores após o TRE realizado em tubo - T ou PSV nos pacientes com cânula traqueal de 8mm de diâmetro (p=0,0032, p=0,010 e p=0,0013, respectivamente). Conclusões: Pacientes com cânula traqueal de diâmetro 8mm apresentam aumento da PImax, VC e VM quando submetidos às duas formas de TRE. Não foram observadas diferenças significativas nos parâmetros avaliados nos pacientes com cânula traqueal de diâmetro 7,5mm, fato este devido provavelmente ao pequeno tamanho da amostra. 045 Pressão inspiratória máxima em pacientes neurológicos em diferentes posições corporais $ Thalita Rejane Maia Wanderley, Cibele Andrade Lima, Livany de Mattos Alecrim, Denes Rodrigo Florêncio de Andrade, Marco Aurélio de Valois Correia Júnior, Cláudio Gonçalves de Albuquerque, Francimar Ferrari Ramos, José Ribeiro Uchoa Júnior, Alita Paula Lopes de Novaes Introdução: A pressão inspiratória máxima (PIM) tem sido rotineiramente empregada para avaliar o desempenho muscular inspiratório em pacientes críticos, sendo o método mais utilizado para determinar, de forma não invasiva, reprodutível e rápida a força dos músculos respiratórios. Dentre os fatores que podem interferir nos valores da PIM podemos apontar o posicionamento corporal (PC). Entretanto, são escassos os relatos na literatura no que concerne a influência do PC sobre os valores da PIM. Objetivos: Avaliar a influência de três decúbitos específicos sobre o valor da PIM em pacientes neurológicos críticos submetidos ao uso de uma via aérea artificial (VAA). Materiais e métodos: Estudo prospectivo e randomizado, composto por 23 pacientes neurológicos críticos em desmame da AVM ou em respiração espontânea, com idade média de 63,09±18,98 anos. Os pacientes foram randomizados quanto à ordem da mensuração da PIM em três diferentes decúbitos (0 o, 30º e 60º), sendo duas manobras realizadas em cada angulação com intervalo de repouso de cinco minutos entre cada aferição. Foi adicionada uma traquéia à VAA associada a uma válvula unidirecional, a qual era ocluída com um tempo de 20 segundos de sustentação. Considerou-se a média das duas medidas tomadas em cada posicionamento adotado. Foram monitorados os valores de pressão arterial média (PAM), freqüência cardíaca (FC), freqüência respiratória (FR) e saturação periférica de oxigênio (SpO2) antes e depois das manobras. Análise estatística: Inicialmente utilizou-se o teste de Kolmogorov-Smirnov para testar a distribuição de normalidade das variáveis. Em seguida aplicou-se o teste t-student pareado na comparação dos parâmetros cardiopulmonares obtidos antes e depois das manobras e nos valores da PIM utilizando o software estatístico SPSS 15.0, considerando-se como intervalo de confiança 95% (p<0,05). Resultados: Observouse aumento da PIM na posição de 60º (43,83±18,14) quando comparada às posições de 0 o (37,52±15,78; p=0,00) e 30 (36,87±17,71; p=0,02). Houve aumento significativo da FR e FC após as mensurações da PIM em 30º e 60º de angulação, além da redução da SpO2 em todas as angulações após a mensuração da PIM. Conclusões: Observou-se aumento significativo nos valores da PIM com a com a elevação do leito à 60º, porém outros estudos são necessários na tentativa de correlacionar este dado com outras variáveis que podem influenciar esta medida. 046 Pressão inspiratória máxima em pacientes críticos avaliada em diferentes decúbitos $ Livany de Matos Alecrim, Marco Aurélio de Valois Correia Júnior, Denes Rodrigo Florêncio de Andrade, Vanessa Vieira de Sousa, Francimar Ferrari, Mário Alberto Wanderley, José Ribeiro Uchoa Júnior, Flávio Maciel Dias de Andrade Introdução: A pressão inspiratória máxima (PIM) tem sido rotineiramente empregada para avaliar o desempenho muscular inspiratório em pacientes críticos, sendo o método mais utilizado para determinar, de forma não invasiva, reprodutível e rápida a força dos músculos respiratórios. Dentre os fatores que podem interferir nos valores da PIM podemos apontar o posicionamento corporal (PC). Entretanto, são escassos os relatos na literatura no que concerne à influência do PC sobre os valores da PIM. Objetivos: Avaliar o efeito da posição corporal sobre o valor da pressão inspiratória máxima (PImax) em pacientes críticos, devido à escassez na literatura de estudos abordando esse tipo de paciente. Materiais e métodos: Trata-se de um ensaio clínico, randomizado e cruzado, realizado em 23 pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Esperança. A amostra foi posicionada inicialmente em supino com uma angulação de 0, 30 e 60, foram realizadas duas manobras de PImax em cada decúbito e manteve-se a oclusão da via aérea por 20 segundos com o auxílio de uma válvula unidirecional. Análise estatística: Inicialmente utilizou-se o teste de Kolmogorov-Smirnov para testar a distribuição de normalidade das variáveis. Em seguida aplicou-se o teste t-student pareado na comparação dos parâmetros cardiopulmonares obtidos antes e depois das manobras e nos valores da PIM utilizando o software estatístico SPSS 15.0, considerando-se como intervalo de confiança 95% (p<0,05). Resultados: A PImax foi maior com 60 de angulação (40,96cmH2O±19,20) (p<0,001) comparada à 0 (34,30 cmh2o±16,23) e 30 (34,26cmH2O±15,33). Conclusões: Este estudo observou que mudanças na postura de pacientes críticos influenciam o valor da força muscular inspiratória, com maiores valores encontrados na posição com 60 de inclinação. 047 Parâmetros cardiopulmonares de pacientes sob Assistência Ventilatória Mecânica (AVM) submetidos a três técnicas de Oscilações de Alta Freqüência (OAF) $ Patrícia Rodrigues Araújo Neves, Eduardo Ériko Tenório de França, Flávio Maciel Dias de Andrade, Cláudio Gonçalves Albuquerque, Felipe José Mucarbel Soares, Marco Aurélio de Valois Júnior, Ricardo César Espinhara Tenório, Tiago Pacheco Moura, Vitória Maria de Lima Introdução: As oscilações de alta freqüência (OAF) têm sido utilizadas para desobstrução brônquica em pacientes sob assistência ventilatória mecânica (AVM). A OAF pode ser realizada através da adaptação do Shaker, Flutter ou Acapella à válvula expiratória do ventilador mecânico, da ventilação com freqüência elevada (VFE) e da associação dessas duas técnicas (ultra-vibração endobrônquica UVE), não estando definidos os seus efeitos sobre os diversos parâmetros cardiopulmonares. Objetivos: Avaliar os parâmetros cardiopulmonares de pacientes sob AVM submetidos ao Shaker, VFE e UVE. Materiais e métodos: Foram estudados 30 pacientes hipersecretivos submetidos à AVM, divididos aleatoriamente em grupo controle (GC; n=9; submetidos à nebulização (NBZ) com soro fisiológico (SF) a 0,9% por dez minutos, seguida de aspiração traqueal), grupo Shaker (GS; n=7; submetidos ao uso do Shaker acoplado à válvula expiratória do ventilador mecânico por dez minutos), grupo VFE (GVFE; n=7; ventilados com freqüência respiratória (FR) igual a 150ipm por dez minutos) e grupo UVE (GUVE; n=7; VFE associado ao Shaker por dez minutos). Os grupos GS, GVFE e GUVE também eram submetidos à NBZ com SF a 0,9% durante o protocolo de estudo e à aspiração traqueal A resistência do sistema respiratório (Rsr), complacência estática do sistema respiratório, volume corrente expirado, FR, saturação periférica de oxigênio, freqüência cardíaca e pressão arterial média (PAM) foram avaliadas antes de iniciar o estudo, cinco minutos após o início do estudo, ao término da manobra, imediatamente, dez, 20 e 30 minutos após a aspiração. Análise estatística: Foi utilizado o teste t-student para amostras pareadas na análise intragrupos e o teste t-student para amostras independentes na análise intergrupos, utilizando-se o software Epi Info versão 2000 para Windows. O valor de p<0,05 foi considerado como indicador de significância estatística. Resultados: A Rsr reduziu em todos os grupos, mantendo-se por trinta minutos nos grupos GS e GVFE e por vinte minutos no grupo GUVE (p<0,05). A PAM aumentou significativamente cinco minutos após o início do protocolo nos grupos GVFE e GUVE, imediatamente após a técnica, mantendo-se por 30 minutos no grupo GC e reduziu dez minutos após a aplicação da técnica no grupo GS (p<0,05). Não houve diferença significativa na comparação intergrupos. Conclusões: A aplicação do Shaker, VFE e UVE em pacientes hipersecretivos sob AVM promovem redução mantida por mais tempo da Rsr e alterações sem relevância clínica da PAM. Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):

20 Estudo da variabilidade dos índices preditivos de desmame durante o teste de respiração espontânea $ Sandra Fluhr Souto Barros, Ana Maria Guedes do Nascimento, Flávio Maciel Dias de Andrade, Patrícia Rodrigues Araújo Neves, Silano Souto Mendes Barros, Wildberg Alencar Lima Introdução: A utilização do tubo em T é considerada um método eficaz para realização do teste de respiração espontânea (TRE) em pacientes submetidos à assistência ventilatória mecânica (AVM). Os índices preditivos de sucesso no desmame da AVM, obtidos durante o TRE, podem ajudar a avaliar a capacidade do paciente de ser desconectado da prótese ventilatória. Objetivos: Analisar o comportamento dos índices preditivos de sucesso no desmame da AVM, obtidos no terceiro e trigésimo minutos do TRE com tubo T, entre os pacientes que apresentaram sucesso e falha pós-retirada do suporte ventilatório. Materiais e métodos: Foram avaliados 20 indivíduos submetidos à AVM por mais de 24 horas, aptos a realizar o processo de desmame da ventilação mecânica por meio do TRE, utilizando o tubo T por 30 minutos. A freqüência cardíaca, freqüência respiratória, saturação periférica de oxigênio (SpO2), pressão arterial média (PAM), pressão inspiratória máxima (PImax), volume minuto, volume corrente e índice de respiração rápida e superficial foram avaliados no 3º e 30º minutos do TRE. Análise estatística: Para análise comparativa das variáveis intragrupos foi utilizado o teste não-paramétrico de Wilcoxon e para análise intergrupos foi aplicado o teste não-paramétrico de Mann-Whitney, sendo todas as conclusões tomadas ao nível de significância de 5%. Resultados: Dezessete pacientes apresentaram sucesso no desmame da AVM. A PImax medida no 30º minuto foi significativamente maior em módulo que àquela medida no 3º minuto (p<0,001). As demais variáveis não deferiram quando comparadas às medidas no 3º e 30º minutos. Os pacientes com insucesso no desmame da AVM apresentaram maior valor de SpO2 medida no 3º e 30º minutos do TRE (p<0,01 e p<0,048, respectivamente) e menor valor de PAM medida no terceiro minuto (0,05), quando comparados aos pacientes que apresentaram sucesso. Conclusões: O TRE realizado com tubo T promove o aumento em módulo da PImax, sendo necessários novos estudos, com amostras maiores, para determinação do comportamento dos índices preditivos no sucesso e na falha no desmame da AVM. 049 Infl uência da hiperoxigenação sobre a avaliação da pressão inspiratória máxima em pacientes críticos $ Vanessa Viera de Souza, Francimar Ferrari Ramos, Marco Aurélio de Valois Correia Júnio, Fabrício Mesquita, Antônio Francisco de Andrade, Cláudio Gonçalves de Albuquerque, João Gabriel Lucas. Introdução: Durante a avaliação da pressão inspiratória máxima (PImax) é comum que ocorra queda da saturação periférica de O2 (SpO2), levando a interrupção da manobra e podendo subestimar o valor da PImax em virtude do menor tempo de mensuração. Devido à impossibilidade de cooperação da maioria dos pacientes críticos, a mensuração da PImax é realizada com oclusão da válvula unidirecional por um tempo que varia na literatura entre 15 a 42 segundos. Objetivos: Verificar se a realização da hiperoxigenação prévia à avaliação pode atenuar este declínio da SpO2, aumentando o tempo oclusão da válvula unidirecional (to) e gerando uma PImax mais fidedigna. Materiais e métodos: O presente estudo trata-se de um ensaio clínico, do tipo crossover e randomizado, com uma população composta por 26 pacientes. Em cada indivíduo foi executada duas técnicas de mensuração, com e sem hiperoxigenação prévia (pc vs ps), mantendo-se o tempo de oclusão por um período indeterminado. Além disso, foi verificada a menor SpO2 atingida pelo paciente imediatamente após o término da aferição da PImax e reconexão ao ventilador. O procedimento com hiperoxigenação consistiu no ajuste da fração inspirada de oxigênio (FiO2) a 100%, dois minutos antes da realização da manobra. Análise estatística: Os resultados foram apresentados com média e desvio padrão. Para o teste de normalidade foi aplicado o teste de Kolmogorov-Smirnov. Para análise comparativa das variáveis em estudo foi utilizado o teste t de Student para dados pareados sendo que todas as conclusões foram tomadas com significância de 5%. Resultados: O tempo de sustentação e o valor da PImax foram significativamente maiores em pc (58,69±26,09seg versus 37,04±15,07seg/ 53,77±22,37cmH2O versus 43,38±20,11cmH2O / p<0,001). Além disso, observou-se uma menor queda da SpO2 imediatamente após a mensuração, obtendo-se uma média de 93,15±7,24% em pc e de 84,58±9,73% em ps (p<0,001). Conclusão: Neste estudo foi observado que com a hiperoxigenação prévia à avaliação da PImax, conseguimos manter a SpO2 dentro dos níveis de normalidade durante um período mais extenso, alcançando um maior tempo de oclusão da válvula unidirecional e gerando um valor de PImax mais elevado e fidedigno. 050 Análise dos fatores clínicos e cirúrgicos de falha na extubação em pacientes submetidos à cirurgia intracraniana $ Milena Carlos Vidotto, Luciana Carrupt Machado Sogame, Mariana Rodrigues Gazzotti, José Roberto Jardim Rev Bras Fisioter. 2008;12(Supl):1-27. Introdução: A falha da extubação é definida como a restituição do suporte ventilatório em menos de 24 a 72 horas após a extubação planejada e ocorre entre 2% e 25% dos pacientes extubados. Objetivos: Determinar os fatores de risco clínicos e cirúrgicos que possam predizer a falha na extubação de pacientes submetidos à cirurgia intracraniana eletiva. Materiais e métodos: Foi realizado um estudo de coorte observacional prospectivo. Foram incluídos no estudo 317 pacientes admitidos na unidade de terapia intensiva (UTI) da neurocirurgia no pós-operatório de cirurgia intracraniana eletiva por tumor, aneurisma, má-formação arteriovenosa, hematoma e abscesso intracraniano. As variáveis pré-operatórias avaliadas foram sexo, idade, sintomas respiratórios, pneumopatia prévia, hábito e consumo tabagístico, doença clínica associada, craniotomia prévia e nível de consciência. A avaliação pós-operatória constou de tipo, local e tempo da cirurgia, fármacos utilizados durante o procedimento cirúrgico, tempo de ventilação mecânica, nível de consciência no momento da extubação, complicações pulmonares pós-operatórias e tempo de internação na UTI. Análise estatística: Na abordagem univariada, para avaliar a associação entre as variáveis e o desfecho, foi utilizado o teste qui-quadrado ou o teste exato de Fisher e o teste t de Student ou teste de Mann-Whitney. Para avaliar a influência simultânea dos fatores de risco sobre o desfecho, utilizou-se um modelo de regressão logística. As variáveis com valores de p inferiores a 0,15 foram incluídas no modelo multivariado. Resultados: Dos 317 pacientes incluídos no estudo, 26 (8,2%) apresentaram falha na extubação. As variáveis selecionadas para a análise multivariada foram: nível de consciência no momento da extubação, tempo de ventilação mecânica antes da extubação, sexo e uso de manitol intra-operatório. A variável mais importante para a ocorrência de falha na extubação foi o nível de consciência alterado no momento da extubação (p=0,006). Dos 317 pacientes incluídos no estudo, 65 (20%) evoluíram com complicação pulmonar pós-operatória. A incidência de complicação pulmonar pós-operatória nos pacientes que falharam a extubação foi de 85%, contra 15% nos pacientes que obtiveram sucesso (p<0,001). Nos pacientes que falharam, a mediana do tempo de internação na UTI foi de 15 dias (10-30), enquanto que, nos pacientes que tiveram sucesso, a mediana foi de dois dias (1-5) (p<0,001). Conclusões: O maior fator de risco para falha na extubação em pacientes submetidos à cirurgia intracraniana eletiva é a diminuição do nível de consciência no pós-operatório e os pacientes que falham apresentam maior incidência de complicações pulmonares pós-operatórias e maior tempo de internação na UTI. FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA AMBULATORIAL E HOSPITALAR 051 Composição corporal em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) após treinamento de alta e baixa intensidade $ Ana Cristina Yamane Umeno, Suellen Cristina S. Oliveira, Vanessa Suziane Probst, Antonio Fernando Brunetto, Fábio Pitta Introdução: A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) apresenta diversas manifestações sistêmicas dentre as quais estão as alterações na composição corporal. Protocolos de treinamento de alta intensidade (TAI, envolvendo treinamento de endurance e força) de baixa intensidade (TBI, envolvendo a readequação do complexo tóraco-pulmonar) têm se mostrado benéficos por melhorar a capacidade de exercício e qualidade de vida em pacientes com DPOC. No entanto, os efeitos de diferentes tipos de protocolo de treinamento sobre a composição corporal ainda não foram profundamente estudados em pacientes com DPOC. Objetivos: Comparar as alterações na composição corporal após treinamento de alta e baixa intensidade em pacientes com DPOC. Materiais e métodos: Após avaliação inicial, 31 pacientes com DPOC (66±8 anos, 41±14 VEF1 %predito, IMC 26±6 Kg/m2) foram divididos aleatoriamente em dois grupos: 16 pacientes realizaram TAI (treino em bicicleta, esteira e fortalecimento muscular), enquanto 15 pacientes realizaram TBI (exercícios respiratórios e calistênicos). Ambos os grupos realizaram três sessões semanais durante 12 semanas. A composição corporal foi avaliada através da bioimpedância elétrica (Biodynamics, Brasil) de acordo com o protocolo de Lukaski et al. (1986). Análise estatística: O teste t pareado foi utilizado para análise das mudanças intra-grupos, enquanto o teste t não pareado foi utilizado para a comparação das mudanças inter-grupos. Resultados: Não houve mudanças estatisticamente significantes entre as avaliações pré e pós-tratamento na análise intra-grupos. No entanto, foi observada uma tendência de aumento da porcentagem (p=0,07) e peso (p=0,09) da gordura no grupo TBI. A comparação inter-grupos mostrou diferenças na porcentagem de gordura (p=0,04) que se apresentou aumentada no grupo TBI (2±4 %) e diminuída no grupo TAI (-0,7±3 %). Com relação ao peso da gordura, ocorreu aumento no TBI (1,1±2 Kg) e diminuição no grupo TAI (-0,8±3 Kg) (p=0,048). Houve também tendência (p=0,06) de perda de massa magra no grupo TBI (-2±4 %) por meio da análise da porcentagem dos valores preditos por Kyle et al. (1998), o que não ocorreu no grupo TAI (0,5±3 %). Conclusões: Quando analisados separadamente, tanto o treinamento de alta intensidade quanto de baixa intensidade não causaram mudanças significativas na composição corporal após três meses. Quando os dois protocolos foram comparados, demonstrou-se uma tendência à perda de massa magra e aumento de gordura no grupo treinado em baixa intensidade. Apesar de consistentes, os reduzidos valores dessas mudanças não parecem implicar em perda clinicamente importante. 052 Efeitos da respiração com freno-labial na hiperinsufl ação dinâmica e no padrão respiratório de pacientes com DPOC no repouso e durante o exercício $

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