PROCEDIMENTOS E TÉCNICAS DE ENFERMAGEM SINAIS VITAIS. SSVV São os sinais das funções orgânicas básicas, sinais clínicos de vida.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCEDIMENTOS E TÉCNICAS DE ENFERMAGEM SINAIS VITAIS. SSVV São os sinais das funções orgânicas básicas, sinais clínicos de vida."

Transcrição

1 PROCEDIMENTOS E TÉCNICAS DE ENFERMAGEM Prof. Reginaldo Figueiredo SINAIS VITAIS SSVV São os sinais das funções orgânicas básicas, sinais clínicos de vida. Refletem equilíbrio/desequilíbrio(fisiológico/fisiopatológico). Existência humana = SSVV. Evidenciam o funcionamento e as alterações da função corporal. Auxiliam no exame clínico e diagnóstico, na coleta de dados e instrumentalizam a equipe de saúde na tomada de decisões em intervenções específicas. TÉCNICA DE VERICAÇÃO DA P.A DIVISÃO DOS INSTRUMENTOS Manguito deve possuir largura que corresponda a 40% da circunferência do braço e comprimento de 80%. Manguitos estreitos, curtos e frouxos no braço fornecem leituras falsamente elevadas. Tipos: mercúrio ou aneroíde. Aparelhos semi-automáticos grau de confiabilidade variável alterações na calibração. 1

2 FATORES QUE INFLUENCIAM NA P.A TÉCNICA DC = DÉBITO CARDÍACO VS = VOLUME SANGUÍNEO RVP = RESISTÊNCIA VASCULAR PERIFÉRICA Outros fatores:: Distensibilidade, Volemia, Viscosidade. Clientedeveestaremrepousoporpelomenos5min. Abstençãodefumoecafeínapor30min. Braço livre de vestimentas, relaxado e mantido ao nível do coração(4º EIC). Artéria braquial abaixo do nível do coração = PA falsamente elevada. Palpar pulso braquial(diagnóstico de integridade). Margem inferior do manguito deve estar 2,5cm acima da prega anti-cubital. Posicionar o braço de forma a permanecer levemente fletido. TÉCNICA MÉTODOS Palpatório: Insuflar a pêra até o desaparecimento do pulso radial. Verifica-se o valor e insufla-se mais 30mmHg. Desinsulflar lentamente e completamente o manguito até o aparecimento do pulso(pa sistólica). Em seguida desinsufla-se rapidamente o manguito. Auscultatório: Posicionar o diafragma na artéria braquial. Insuflar o manguito até o nível previamente determinado. Desinsuflar lentamente(2 a 3 mmhg) por segundo. MÉTODOS OBSERVAÇÕES QUANTO AO DESENVOLVIMENTO DA TÉCNICA Auscultatório: Início dos ruídos de Korotkoff (PA sistólica). Abafamento das bulhas = PA diastólica. Pressão de pulso = diferença entre PA sistólica e diastólica. Hiato auscultatório = ausência temporária dos mesmos (HAS graves e patologias de valvas aórtica). Clientes obesos, verificar em antebraço, com estetoscópio sobre a artéria radial (a maior circunferência do braço determina resultados falsamente elevados). Em cçasa PA diastólica é determinada levando-se em conta a diminuição dos ruídos de Korotkoff(o desaparecimento pode não ocorrer). 2

3 IDENTIFICANDO OS SONS DE KOROTCOFF Classificação da pressão arterial segundo os valores da pressão arterial sistólica e da pressão diastólica, segundo as V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial Classificação da PA PAS (mmhg) PAD (mmhg) Ótima <120 e <80 Normal <130 e <85 Limítrofe 130 a 139 ou 85 a 89 Estágio a 159 ou 90 a 99 Estágio a179 ou 100 a 109 Estágio ou 110 HSI >140 e <90 Fonte: V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, Classificação da pressão arterial segundo os valores da pressão arterial sistólica e da pressão diastólica, segundo o VII Joint National Committee Classificação da PA PAS (mmhg) PAD (mmhg) Normal <120 e <80 Pré-hipertensão 120 a 139 ou 80 a 89 Hipertensão estágio a 159 ou 90 a 99 Hipertensão estágio ou 100 Fonte: Modificadode ChobanianAV, BakrisGL, Black HR et al. The seventh report of the Joint National Committee on prevention, detection, evaluation, and treatment of high blood pressure. JAMA 2003; 289: TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DO PULSO Proveniente da contração do ventrículo esquerdo. Principais locais de verificação: radial, carotídeo, braquial, femoral, pediosa, temporal, poplítea e tibial anterior. Deve ser avaliado: Estado da parede arterial; Frequência; Ritmo; Amplitude (obs.: pulso dicrótico); Tensão; Comparação com a artéria contra lateral Pulso direito, mão esquerda pulso esquerdo, mão direita Pulso Radial: Local: apófise estilóidedo rádio e o tendão dos flexores. Utilizando: dedo indicador e médio. Pulso carotídeo: Local: medialmente ao músculo esternocleidomastóideo. Utilizando: polegar e/ou indicador e médio. Pulso braquial: Local: espaço medial ao tendão do músculo bíceps. Utilizando: mão oposta por baixo do cotovelo do cliente e utilizar polegar para palpar a artéria braquial. Pulso apical: 5º espaço intercostal, verificado mais em cças, se regular pode ser verificado em 30 segundos x 2. TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DO PULSO APICAL 3

4 TÉCNICA TÉCNICA CARÓTIDA CARÓTIDA RADIAL FEMORAL TÉCNICA VARIAÇÃO DOS VALORES DO PULSO Poplítea Variação de acordo com a idade Lactentes 120 a 160 Infantes 90 a 140 Pré-escolares 80 a 110 Adolescentes 60 a 90 Adultos 60 a 100 (média de 80 bpm) OBSERVAÇÕES IMPORTANTES Parede arterial: A parede do vaso não deve apresentar tortuosidades. Facilmente depressível. Traquéia de passarinho = arterosclerose. A contagem deve ser feita durante 1 min. Comparação contra lateral. Frequência: Taquicardia = ou taquisfigmia. Bradicardia = ou bradisfigmia. TEMPERATURA Locais de verificação: Axila, boca, reto e prega inguinal. Tipos: Axilar: 35,8 a 37,2 ⁰C. Bucal: 36,0 a 37,4 ⁰C. Retal: 36,2 a 37, 8 ⁰C. Intensidade: febre leve ou febrícula-até 37 a 37,5 graus. febre moderada-de 37,6 até 38 graus. febre alta ou elevada-acima de 38 graus. 4

5 CLASSIFICAÇÃO DA HIPOTERMIA VARIAÇÕES DA FC Lactentes: 120 a 160bpm. Infantes: 90 a 140bpm. Leve 34⁰C a 36 ⁰C. Moderada -30 ⁰C a 34 ⁰C. Grave - < 30 ⁰C. Pré-escolares: 80 a 110bpm. Escolares: 75 a 100bpm. Adolescentes: 60 a 90bpm. Adultos: 60 a 100bpm. Classificação e Definições CURATIVOS Ferida: É a perda da continuidade dos tecidos, podendo ser superficial ou profunda, devendo se fechar em até seis semanas. Úlcera: É a transformação da ferida em úlcera após seis semanas de evolução sem intenção de cicatrizar. Grau de contaminação Limpas: Sem presença de infecção. Podendo haver ou não a presença de exsudato(cor clara ou transparente). Contaminadas: Quando há a presença de microrganismos, mas sem presença de infecção instalada. Não há presença de sinais flogísticos. Ferimento limpo superior a 6 horas. Infectadas: Feridas com presença e multiplicação de microrganismos. Há presença de sinais flogísticos. 5

6 Tecido necrosado Classificação quanto ao tipo de tecido Dificulta o fornecimento de sangue; Atua como meio de cultura de microrganismos; Inibeaaçãodecélulasdedefesa; Aumenta a possibilidade de infecção sistêmica; Inibe a migração de células epiteliais (2º fase de cicatrização); Inibe a atuação de substâncias antibacterianas administradas topicamente; Esconde a extensão e profundidade da ferida. Tecido necrótico Restrito a uma área; Presença de isquemia; Redução da circulação; Escara e Esfacelo; Tecido não viável. Tecido necrótico Classificação quanto ao tipo de tecido Classificação quanto ao tipo de tecido Escara Escara Esfacelo Esfacelo Coloração marrom ou preta; Consistência dura e seca. Cor amarelo ou cinza; Consistência mucóide e macia; Pode ser frouxo ou firme ao leito da ferida; Formado por fibrina (proteína) e fragmentos celulares. Classificação quanto ao tipo de tecido Classificação quanto ao tipo de tecido Tecido de granulação Tecido de granulação Epitelização Epitelização Presente com o aumento da vascularização; Redução da vascularização; Aumento do colágeno; Tecido de cor vermelho vivo. Contração da ferida; Tecido róseo. 6

7 Fases da cicatrização Fases da cicatrização Fase inflamatória Fase inflamatória Fase proliferativa Fase proliferativa Inicia-se com o surgimento da ferida; Dura em torno de 3 dias; Deve-se controlar o sangramento ; Limpeza abundante da lesão; Células de defesa estão intensamente presentes nesta fase. Ocorre por volta do 3º dia pós-trauma e tem duração média de 3 a 24 dias; Há formação de tecido de granulação; Fase rica em presença de fibroblastos e miofibroblastos (fechamento da ferida). Fases da cicatrização Tipos de cicatrização Fase maturação Fase maturação Cicatrização por 1º intenção Cicatrização por 1º intenção Diminui-se a vascularização e a força de contração; Tecido de granulação muda de avermelhado para branco pálido, avascularizado; Esta fase dura de 20 dias a 01 ano. Incisão limpa em que as bordas estão aproximadas; Existe pouca perda de tecido; Pouco ou nenhum exsudato. Tipos de cicatrização Tipos de cicatrização Cicatrização por 2º intenção Cicatrização por 2º intenção Cicatrização por 3º intenção Cicatrização por 3º intenção Permanece aberta; Perda significante de tecido; Fases de cicatrização são bastante marcadas; Inflamação evidente; Maior extensão de tecido de granulação; Contração do ferimento; Epitelização visível. Permanece aberta por um período determinado (infecção); Reaproximação das bordas. 7

8 ÚLCERAS DE PRESSÃO Tipos de curativos Abertos: Utilizados em algumas feridas agudas. Semi-oclusivos: Absorvem e isolam o exsudato, permitem exposição da ferida ao ar. Oclusivos: Vedam e impedem a perda de fluido. Compressivos: Reduzem o fluxo sanguíneo e promovem a hemostasia. Vantagens do curativo em meio úmido Estimula a epitelização, tecido de granulação e maior vascularização; Facilita a remoção de tecido necrosado; Impede a formação de fibrina; Promove a diminuição da dor; Mantém a temperatura corpórea. Cuidados a serem observados ao realizar curativos A SF 0,9% ou ADE deve ser aquecida previamente (37º C) para evitar o choque térmico; Deve-se utilizar material e procedimento estéril; Utilizar técnica do jato para tecidos de granulação; Esparadrapos devem ser retirados com o auxílio de SF 0,9% e dar preferência para oclusão com esparadrapos hipoalérgico; Curativos de feridas limpas iniciar do centro do ferimento para as bordas; Feridas limpas não exige curativo diário; Feridas contaminadas e infectadas iniciar procedimento das bordas para o centro da ferida. Desbridamento/Debridamento Desbridamento cirúrgico. Desbridamento mecânico. Desbridamento por autólise. Produtos e coberturas utilizados nos curativos Tipos de anti-sépticos: Bactericidas: podem destruir os microrganismos. Bacteriostáticos: inibem o crescimento dos microrganismos. Anti-sépticos: PVPI; Sulfadiazina de prata 1%; Carvão ativado; Alginato de cálcio; 8

9 Produtos e coberturas utilizados nos curativos Desbridantes: Colagenase; Papaína; Hidrogel; Gazes. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Medicamentos favoráveis a granulação; Ácido graxos essenciais (AGE); Hidrocolóide; Própolis; Hidropolímero; Filmes transparentes; Petrolato. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENTERAL PARENTERAL: São todas as vias que não sofrem absorção pelo sistema gastrintestinal. ENTERAL: São todas as vias que sofrem absorção enteral. VIA ORAL (VO) É uma via: Segura; Econômica; Não requer técnica estéril; São absorvidas no trato intestinal atingindo a circulação sistêmica. VIA ORAL (VO) ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENTERAL ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENTERAL VIA ORAL (VO) VIA ORAL (VO) VIA ORAL (VO) VIA ORAL (VO) APRESENTAÇÃO: Comprimidos; Drágeas; Cápsulas; Soluções. São absorvidos principalmente no estômago e intestino. CONTRA INDICAÇÕES: Náuseas; Vômitos; Diarreias; Dificuldade de deglutição. 9

10 ADMINISTRAÇÃO POR SNG OU SNE ADM POR SNG/SNE Utilizar mesmos critérios da medicação VO. Diluir ou reconstituir em seringas de 10 ml e 20 ml. Antes de ADM medicamentos em comprimido verificar se o mesmo não é apresentável em solução venosa. Utilizar pilão e cadinho para macerar o comprimido. Após a ADM a sonda deve ser lavada com água filtrada em 10 ml e 20 ml em bolus. ADM POR SNG/SNE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA SUBLINGUAL VIA SUBLINGUAL (SL) Devem ser colocados sob a língua do cliente. O medicamento deve permanecer sob a língua até a absorção total. Não há metabolismo de primeira passagem. VIA SUBLINGUAL (SL) ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA PARENTERAL EPI sutilizados PARA PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA PARENTERAL GRADUAÇÃO DE SERINGAS 50ml 20ml 10ml 05ml 03ml 01ml (Tuberculina) 100UI/01ml(Unidades) UTILIZAÇÃO ADM EV ADM EV ADM EV ADM EV (PEDIATRIA)/IM/ID/SC ADM EV (PEDIATRIA)/IM/ID/SC ADM EV (NEONATOLOGIA)/ID/SC ADM EV (NEONATOLOGIA)/IM/ID/SC DIVISÃO DA SERINGA CLASSIFICAÇÃO DAS AGULHAS 10

11 APRESENTAÇÃO DAS MEDICAÇÕES PARENTERAIS VIAS DE ADMINISTRAÇÃO PARENTERAL AMPOLAS FRASCO/AMPOLA Intradérmica (ID) Subcutânea (SC) Intramuscular (IM) Venosa (EV/IV) Empregada para fins diagnósticos. Testes alérgicos, reação a tuberculose (PPD). Produz pouca absorção sistêmica. Efeito local. Volume máximo indicado 0,1 ml a 0,5 ml. Local: face anterior do antebraço. VIA INTRADÉRMICA (ID) Depositada em tecido adiposo. Absorção lenta (capilares). Medicamentos que necessitem de absorção lenta, segura e contínua. Indicados na ADM de vacinas, anticoagulantes e hipoglicemiantes. Volume indicado de 0,1 ml até 2,0 ml. VIA SUBCUTÂNEA (SC) LOCALIZAÇÃO DO TECIDO SUBCUTÂNEO LOCAIS PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS SUBCUTÂNEOS Abdomen, na região periumbilical, cristas ilíacas e rebordos costais. Região anterior das coxas. Região superior externa dos braços 11

12 ANGULAÇÃO PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO SUBCUTÂNEO VIA INTRAMUSCULAR (IM) INDIVÍDUOS MAGROS ANGULAÇÃO 30⁰ Possibilita a administração em graus de profundidade variados. NORMAIS OBESOS AGULHAS 10 x5 45⁰ 90⁰ 90⁰ Via utilizada para administrar suspensões aquosas e soluções oleosas. Garante absorção a longo prazo. VIA INTRAMUSCULAR (IM) Cuidados: Quantidade a ser administrada. Adultos toleram bem 3ml. Idosos e cças2ml. Região glútea e vasto lateral da coxa toleram bem até 5ml. Avaliar área de aplicação e certificar do volume que o local pode receber. LOCAIS PARA ADM: VIA INTRAMUSCULAR (IM) Vasto Lateral (2º escolha). Dorso glútea (3º escolha). Ventroglútea(1º escolha). Deltóide (utilizado para vacina). VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO VASTO LATERAL) Desprovido de grandes nervos e vasos. Fácil acesso para o pctee profissional. Facilita a autoaplicação. Posicionar o cliente sentado VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO VASTO LATERAL) Local: Terço médio do vasto lateral da coxa ou região anterolateral. Localização: 12 cm da parte superior do joelho e 15 cm abaixo da região inguinal (articulação coxofemural). Área rachurada. 12

13 VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO DORSOGLÚTEA) Composta por três principais músculos: glúteo máximo, médio e mínimo. Vascularizado por diversas veias e artérias, a artéria e veia glútea são as principais. Possui bastante inervações, a principal é o nervo ciático. VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO DORSOGLÚTEA) Local: glúteo máximo. Localização: ângulo externo do quadrante superior externo. O local de ADM deve ser obedecido rigorosamente para prevenir lesões de vasos ou nervos que compõem a região. PARA NÃO ESQUECER (REGIÃO DORSOGLÚTEA) VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO DELTÓIDE) Utilização criteriosa. ADM errada pode provocar complicações vasculonervosas. Deve ser a via de última escolha e se possível evitada. Via de primeira escolha para vacinas em adultos. VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO DELTÓIDE) PARA NÃO ESQUECER (REGIÃO DELTÓIDE) Local: deltóide. Localização: porção média. Posição: em pé com os braços estendidos ao longo do corpo. 13

14 VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO VENTROGLÚTEA/HOCHSTETTER) Formado pelos músculos médio e mínimo. Não apresenta contraindicações. Segura para qualquer faixa etária. VIA INTRAMUSCULAR (REGIÃO VENTROGLÚTEA/HOCHSTETTER) Local: região ventroglútea. Localização: entre a espinha ilíaca ântero-superiore crista ilíaca. Posição: sentado, decúbito lateral, ventral, dorsal ou em pé. Técnica diferenciada entre o lado direito e esquerdo. VIA INTRAMUSCULAR (TÉCNICA EM Z) Indicada para injeções profundas de fármacos irritantes. Permite criar um caminho em zigue-zague, formando um tampão e impedindo o retorno do medicamento para o subcutâneo. Outras indicações: clientes hemofílicos. Local: região dorsoglútea. PARA NÃO ESQUECER (TÉCNICA EM Z) VIA VENOSA (EV/IV) Possibilita a disposição do medicamento diretamente na corrente sanguínea. Pode variar de uma única dose a infusão contínua. Não há absorção. A resposta é imediata. Primeira via de escolha em emergências. 14

15 VIA VENOSA (EV/IV) VIA VENOSA (EV/IV) Acesso venoso periférico Acesso venoso central LOCAIS INDICADOS DORSO DA MÃO Dorso da mão: Veia basílica. Veia cefálica. Veias metacarpianas dorsais. VIA VENOSA (EV/IV) VIA VENOSA (EV/IV) LOCAIS INDICADOS MMSS LOCAIS INDICADOS REGIÃO CEFÁLICA MMSS Veia cefálica acessória. Veia cefálica. Veia basílica. Veia mediana do cotovelo. Veia intermédia do antebraço. Região cefálica: Veia temporal superficial Veia auricular. Veia occipital. Veia jugular externa. Veia jugular interna VIAS DE ADMINISTRAÇÃO CATETERISMOS 15

16 CATETERISMO É o procedimento pelo qual utiliza-se uma sonda que é introduzida em um canal ou cavidade para fins propedêuticos. Podem ser flexisiveis ou rígidas e possuem como principais funções: Determinam a presença de estenose; Corpo estranho ou outra situação mórbida; Explorar ou dilatar um canal natural; Introdução e retirada de líquidos; Separar tecidos de dissecção. Tipos de sondas flexisiveis: látex, silicone e polivinil. CATETERISMO GÁSTRICO É introdução de uma sonda flexível, pela boca (SOG) ou nariz(sng) até o estômago ou duodeno(sne). Objetivos: Estabelecer uma via para alimentação do cliente; Examinar o conteúdo gástrico; Administrar drogas; Preparar para cirurgias e exames; Aspirar ou esvaziar o conteúdo gástrico; Nas cirurgias e afecções da boca; Estabelecer um meio de drenagem de conteúdo gástrico; Aliviar distensão abdominal. SONDAS NASOGÁSTRICAS/NASOENTÉRICAS SONDAS NASOGÁSTRICAS/NASOENTÉRICAS SONDA DE LEVINE Utilizada para remover líquidos e gases do trato gastrointestinal superior em adultos, amostra, ADM de medicamentos e alimentos. SONDA DE LEVINE SONDAS DOBHOFF Usada para alimentação. Localização final: DUODENO. A introdução transpilórica ocorreentre24e48h. SONDAS DOBHOFF Utilizada também para administração de dietas. Retirar fio guia após confirmação. SONDAS NASOGÁSTRICAS/NASOENTÉRICAS SONDAS NASOGÁSTRICAS/NASOENTÉRICAS SONDAS MILLER-ABBOTT Longa, com luz dupla e balão na extremidade. Localização final: PILORO. Utilizada para localizar e tratar processos obstrutivos do intestino delgado. SONDAS MILLER-ABBOTT SONDA DE BLAKEMORE Possui dois balonetes infléveis. Localização final no esôfago e estômago. Possui uma luz para lavagem gástrica. Utilizado para tratar hemorragias de esôfago. SONDA DE BLAKEMORE 16

17 TU de mediastino; Estenose de esôfago; Varizes de esôfago. CONTRA INDICAÇÕES OBSERVAÇÕES QUANTO AO CATETERISMO NASOGÁSTRICO E NASOENTÉRICO Passar a sonda com o cliente preferencialmente em posição de Fowler; Escolher a narina menos obstruída; Não forçar a sonda ao encontrar resistência; Verificar se a sonda está no local correto: técnica do copo com água, estetoscópio e aspirado gástrico. CUIDADOS IMPORTANTES Caso o cliente apresente tosse no momento de passagem da sonda, interromper o procedimento, e se houver persistência, retirar toda a sonda; Anotar volume e aspecto da secreção gástrica quando a sonda permanecer aberta; Limpar as narinas sempre que houver sujidades; Trocar a fixação diariamente; Testar a sonda antes de administração de dietas e medicamentos; A radiografia é o único meio seguro de se verificar a posição correta da sonda. GAVAGEM Introdução de alimentos através de uma sonda gástrica. Objetivos: Ofertar alimentos; Clientes com debilidade excessiva; Obstrução do esôfago; Cirurgias do trato gastrointestinal. CUIDADOS IMPORTANTES ALIMENTAÇÃO POR GASTROSTOMIA Conferir se a dieta está correta; Colocar o alimento aquecido (verificar temperatura); Proceder o aspirado antes de administrar a dieta; Não deixar entrar ar; Administrar a dieta preferencialmente em Semi-Fowler ou Fowler. GASTROSTOMIA É a administração de alimentos diretamente no estômago; O procedimento é realizado através da parede abdominal; O procedimento de alimentação segue os mesmos princípios da gavagem. GASTROSTOMIA 17

18 LAVAGEM GÁSTRICA CATETERISMO VESICAL É a limpeza do estômago realizada através de uma sonda gástrica. Objetivos: Remover substâncias tóxicas irritantes; Preparar clientes para as cirurgias e/ou exames; Auxiliar no tratamento de hemorragia gástrica. É a introdução de uma sonda na bexiga através do meato urinário. Deve-se utilizar técnica rigorosamente asséptica. Objetivos: Aliviar a distensão vesical pela retenção de urina; Evitar a constate umidade em clientes com incontinência urinária; Proceder ao preparo pré-operatório de algumas cirurgias; Possibilitar o controle rigoroso da diurese; Obter amostra estéril de urina. CATETERISMO VESICAL TIPOS DE SONDAS PARA CATETERIZAÇÃO VESICAL Métodos: Intermitente. Demora. SONDA FOLEY SONDA NELATON Tipos: Nelatonou de alívio. Foleyou de borracha. Riscos de infecção e cuidados importantes. Autocateterização intermitente. Lavagem vesical. CALIBRES SVA SVD MULHERES 08 ou 10 HOMENS 12 ou 14 MULHERES 12,14 ou 16 HOMENS 16, 18 ou 20 18

Orientações para tratamento de feridas (ultima atualização Novembro de 2007)

Orientações para tratamento de feridas (ultima atualização Novembro de 2007) Orientações para tratamento de feridas (ultima atualização Novembro de 2007) Hospital Municipal Miguel Couto 1 Objetivos: Oferecer informações técnicas e científicas atualizadas para as equipes médicas

Leia mais

Administração de Medicamentos. Professora Daniele Domingues dani.dominguess@gmail.com

Administração de Medicamentos. Professora Daniele Domingues dani.dominguess@gmail.com Professora Daniele Domingues dani.dominguess@gmail.com FATORES QUE DETERMINAM A ESCOLHA VIA Tipo de ação desejada Rapidez de ação desejada Natureza do medicamento CLASSIFICAÇÃO Enterais Parenterais Tópica

Leia mais

Sondagens Gastro Gastro-intestinal Vesical Retal Priscilla Roberta Rocha Enfermeira - Especialista em Clínica Médica DEFINIÇÕES SONDA - Tubo que se introduz no organismo em canal natural ou não, para reconhecer-

Leia mais

Administração de Medicamentos Condutas de Enfermagem

Administração de Medicamentos Condutas de Enfermagem Administração de Medicamentos Condutas de Enfermagem SUBSECRETARIA DE ESTADO DE DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE Cap BMQOS/Enf/02 Vívian Marinho

Leia mais

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Administração de medicamentos é o processo de preparo e introdução de medicamentos no organismo humano, visando obter efeitos terapêuticos. Segue normas e rotinas

Leia mais

CATETERISMO SONDA NASOGÁSTRICA. Introdução

CATETERISMO SONDA NASOGÁSTRICA. Introdução CATETERISMO SONDA NASOGÁSTRICA Introdução A sonda é um instrumento para ser introduzido em um canal ou cavidade para fins propedêuticos (determinar a presença de estenose, corpo estranho ou uma outra situação

Leia mais

Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida.

Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida. 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer padrões para a realização de curativo nos diversos tipos de lesão ou ferida. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO Curativo - Curativo ou penso é um material aplicado diretamente sobre feridas

Leia mais

Faculdade de Imperatriz FACIMP

Faculdade de Imperatriz FACIMP Faculdade de Imperatriz FACIMP Disciplina: Farmacologia Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro 5 o Período de Farmácia e Bioquímica 1 o Semestre de 2007 Prof. Paulo Roberto 1 FARMACOLOGIA 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

CURATIVOS E ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM

CURATIVOS E ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM CURATIVOS E ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM Dagma Costa Enfermeira saúde da criança e adolescente Pollyane Silva Enfermeira saúde do adulto Roberta Tirone Enfermeira saúde do idoso Residencia Integrada multiprofissional

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM MINICURSO: Assistência de enfermagem ao cliente com feridas Ferida cirúrgica 1º Semestre de 2013 Instrutora:

Leia mais

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito:

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito: Doenças Vasculares Tromboflebiteé uma afecção na qual se forma um coágulo numa veia, em conseqüência de flebite ou devido à obstrução parcial da veia. Flebiteé a inflamação das paredes de uma veia. Causas:

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,

Leia mais

VERIFICAÇÃO DE SINAIS VITAIS

VERIFICAÇÃO DE SINAIS VITAIS Página Responsáveis Preparado por: Enfermeiros Analisado por: Serviço de Enfermagem Aprovado por: DAS. Objetivos. Aplicação Padronizar as técnicas de avaliação dos Sinais Vitais a fim de otimizar o serviço

Leia mais

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA SONDAGEM VESICAL SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA MATERIAL: Bandeja com pacote de cateterismo vesical; Sonda vesical duas vias(foley) de calibre adequado (em geral n. 14); Xylocaína gel, gazes, luvas estéreis;

Leia mais

Módulo:Princípios de Farmacologia

Módulo:Princípios de Farmacologia Módulo:Princípios de Farmacologia Vias de Administração de Fármacos Prof. Dr. Ronaldo A. Ribeiro! "! # ",-( $% & ' ADMINIS TRAÇÃO COM ABSORÇÃO ABSORÇÃO ADMINIS TRAÇÃO SEM ABS ORÇÃO Memb rana Tecidos: gordura,

Leia mais

Administração de medicamentos via parenteral. Profª Leticia Pedroso

Administração de medicamentos via parenteral. Profª Leticia Pedroso Administração de medicamentos via parenteral Profª Leticia Pedroso INJETÁVEIS- VIA PARENTERAL É a administração de medicamentos através das vias: Endovenosa (EV), intramuscular (IM, subcutânea (SC) e Intradérmica

Leia mais

Sondagem é a introdução de sondas/catéteres nos orifícios naturais do organismo ou através de

Sondagem é a introdução de sondas/catéteres nos orifícios naturais do organismo ou através de Sondagem é a introdução de sondas/catéteres nos orifícios naturais do organismo ou através de abertura. Sua função é determinada de acordo com a necessidade do paciente, podendo ser tanto para introdução

Leia mais

Técnica de aferição da pressão arterial

Técnica de aferição da pressão arterial Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Sub-Secretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Gerência do Programa de Hipertensão Técnica de aferição da pressão arterial O esfigmomanômetro

Leia mais

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL SISTEMA DIGESTÓRIO Formado pelo tubo digestivo e as glândulas anexas; Subdividido em: -cavidade oral - esôfago - estômago - intestino

Leia mais

DELIBERAÇÃO COREN-MG -65/00

DELIBERAÇÃO COREN-MG -65/00 DELIBERAÇÃO COREN-MG -65/00 Dispõe sobre as competências dos profissionais de enfermagem na prevenção e tratamento das lesões cutâneas. O Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais, no exercício de

Leia mais

Punção Venosa Periférica CONCEITO

Punção Venosa Periférica CONCEITO Punção Venosa Periférica CONCEITO É a criação de um acesso venoso periférico a fim de administrar soluções ou drogas diretamente na corrente sanguínea, para se obter uma ação imediata do medicamento. Preparar

Leia mais

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão DRENOS CONCEITO É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar ali presentes. OBJETIVOS DOS DRENOS Permitem

Leia mais

09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos

09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos 09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos como os resíduos nos estados sólidos e semissólido,

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM SODA VESICAL E NASO ENTERAL Prof: Elton Chaves. DÉBITO URINÁRIO Anúria diurese inferior a 100ml Oligúria diurese inferior a 400ml Poliúria- diurese superior a 2.500ml 1 DÉBITO

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PORTADORES DE ALTERAÇÕES DO TECIDO CUTÂNEO EDINELMA CARVALHO

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PORTADORES DE ALTERAÇÕES DO TECIDO CUTÂNEO EDINELMA CARVALHO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PORTADORES DE ALTERAÇÕES DO TECIDO CUTÂNEO EDINELMA CARVALHO REVISÃO DA ANATOMIA E FISIOLOGIA DA PELE É o maior órgão do corpo humano; Principais funções: - proteção contra

Leia mais

Tecnologias Atuais para o Tratamento de Feridas Hidrogel Hidrocolóide e Espuma com Prata. Prof. Antonio Marinho UERJ/ABAH/UFRJ Ano: 2008

Tecnologias Atuais para o Tratamento de Feridas Hidrogel Hidrocolóide e Espuma com Prata. Prof. Antonio Marinho UERJ/ABAH/UFRJ Ano: 2008 Tecnologias Atuais para o Tratamento de Feridas Hidrogel Hidrocolóide e Espuma com Prata Prof. Antonio Marinho UERJ/ABAH/UFRJ Ano: 2008 Hidrogéis Definição/ação: São redes tridimensionais de polímeros

Leia mais

PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS

PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS NEONATOLOGIA ISRAEL FIGUEIREDO JUNIOR israel@vm.uff.br VIAS AÉREAS e VENTILAÇÃO Intubação Traqueal Seqüência Intubação Traqueal Técnica de Intubação Oxigenação com ambu com O2

Leia mais

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM HOSPITALAR Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Chefia do Serviço de Enfermagem Supervisor de Enfermagem Enfermeiro Encarregado de Unidade/Setor Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MEDICAMENTOSA: VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIFERENTES VIAS DRUG ADMINISTRATION: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES OF DIFFERENT WAYS

ADMINISTRAÇÃO MEDICAMENTOSA: VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIFERENTES VIAS DRUG ADMINISTRATION: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES OF DIFFERENT WAYS ADMINISTRAÇÃO MEDICAMENTOSA: VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIFERENTES VIAS DRUG ADMINISTRATION: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES OF DIFFERENT WAYS MONTANHA, Francisco Pizzolato Docente do curso de Medicina

Leia mais

HOSPITAL FÊMINA. Administração de Medicamentos Injetáveis

HOSPITAL FÊMINA. Administração de Medicamentos Injetáveis HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO HOSPITAL FÊMINA COMISSÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCO - HNSC Administração de Medicamentos Injetáveis ENFª GRAZIELLA GASPAROTTO BAIOCCO ORIENTAÇÕES HOSPITAL GERAIS FÊMINA

Leia mais

ARTÉRIAS E VEIAS. Liga Acadêmica de Anatomia Clínica. Hugo Bastos. Aula III

ARTÉRIAS E VEIAS. Liga Acadêmica de Anatomia Clínica. Hugo Bastos. Aula III ARTÉRIAS E VEIAS Aula III Liga Acadêmica de Anatomia Clínica Hugo Bastos Salvador BA 23 de Agosto de 2011 Sistema circulatório Responsável pelo transporte de líquidos (sangue ou linfa) por todo o corpo.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL AUXILIAR DE ENFERMAGEM

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL AUXILIAR DE ENFERMAGEM PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL AUXILIAR DE ENFERMAGEM 1. Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira: (1) bile ( ) estômago (2) suco pancreático ( ) fígado (3) amilase

Leia mais

Vias de administração

Vias de administração Vias de administração Parenteral Intravenosa: I.V. Intraperitoneal: I.P. Intramuscular: I.M. Subcutânea: SC Intradérmica: ID Infiltração Local Aplicação tópica Considerações Antes de tudo: Observação Treinamento

Leia mais

União de Ensino Superior de Campina Grande Curso Fisoterapia Disciplina: Farmacologia Vias de Administração de Fármacos

União de Ensino Superior de Campina Grande Curso Fisoterapia Disciplina: Farmacologia Vias de Administração de Fármacos União de Ensino Superior de Campina Grande Curso Fisoterapia Disciplina: Farmacologia Vias de Administração de Fármacos Yanna C. F. Teles yannateles@gmail.com FARMACOCINÉTICA Estuda o caminho que os fármacos

Leia mais

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto

Leia mais

Hemodinâmica. Cardiovascular. Fisiologia. Fonte: http://images.sciencedaily.com/2008/02/080226104403-large.jpg

Hemodinâmica. Cardiovascular. Fisiologia. Fonte: http://images.sciencedaily.com/2008/02/080226104403-large.jpg Fonte: http://images.sciencedaily.com/2008/02/080226104403-large.jpg Fisiologia Cardiovascular Hemodinâmica Introdução O sistema circulatório apresenta várias funções integrativas e de coordenação: Função

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0 EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0 1- Que órgão do sistema nervoso central controla nosso ritmo respiratório? Bulbo 2- Os alvéolos são formados por uma única camada de células muito finas. Explique como

Leia mais

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna 10 Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna As úlceras tróficas de perna constituem uma doença mutilante comum, que surge geralmente a partir de um pequeno trauma ou de uma infecção secundária em regiões da

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

Drenos. Prof. Claudia Witzel

Drenos. Prof. Claudia Witzel Drenos 1 Conceito É um material que quando necessário ;e colocado em uma cavidade, ou ferida, para saída de líquidos, secreções, e ou ar, pois estes não deveriam estar presentes no local. 2 Objetivos dos

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA

ANATOMIA E FISIOLOGIA ANATOMIA E FISIOLOGIA SITEMA DIGESTÓRIO Enfª Renata Loretti Ribeiro 2 3 SISTEMA DIGESTÓRIO Introdução O trato digestório e os órgãos anexos constituem o sistema digestório. O trato digestório é um tubo

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

Bulhas e Sopros Cardíacos

Bulhas e Sopros Cardíacos O conceito de pressão máxima e pressão mínima Quando se registra uma pressão de 120 mmhg por 80 mmhg, indica-se que a pressão sistólica é de 120 mmhg e a pressão diastólica é de 80 mmhg, ou seja, que estas

Leia mais

A lavagem de mãos é um procedimento indispensável em todos os procedimentos relacionados a terapia intravenosa.

A lavagem de mãos é um procedimento indispensável em todos os procedimentos relacionados a terapia intravenosa. A lavagem de mãos é um procedimento indispensável em todos os procedimentos relacionados a terapia intravenosa. Projeto coordenado por Profa. Dra. Denise Costa Dias 1. Selecionar a veia e os materiais

Leia mais

SISTEMA CARDIOVASCULAR

SISTEMA CARDIOVASCULAR SISTEMA CARDIOVASCULAR Professora: Edilene biologolena@yahoo.com.br Sistema Cardiovascular Sistema Cardiovascular Composto pelo coração, pelos vasos sanguíneos e pelo sangue; Tem por função fazer o sangue

Leia mais

cateter de Swan-Ganz

cateter de Swan-Ganz cateter de Swan-Ganz Dr. William Ganz Dr. Jeremy Swan A introdução, por Swan e Ganz, de um cateter que permitia o registro de parâmetros hemodinâmicos na artéria pulmonar a partir de 1970 revolucionou

Leia mais

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterismo Vesical APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterização intermitente Alivio do desconforto da distensão da bexiga, provisão da descompressão Obtenção de amostra de urina estéril

Leia mais

Histórico SEMIOTÉCNICA NA AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS. Conceito. Perguntas e Respostas. Perguntas e Respostas

Histórico SEMIOTÉCNICA NA AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS. Conceito. Perguntas e Respostas. Perguntas e Respostas SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I SEMIOTÉCNICA NA AFERIÇÃO DOS SINAIS VITAIS Histórico A atenção especial aos sinais vitais foi defendida desde a antiguidade por Hipócrates como um dos mais importantes dados

Leia mais

SINAIS VITAIS. Base teórica

SINAIS VITAIS. Base teórica Base teórica SINAIS VITAIS Os sinais vitais são informações básicas colhidas pelo enfermeiro para avaliação do estado de saúde do cliente. O enfermeiro(a) deve saber avaliar e orientar a equipe quanto

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado por: Lícia Mara

Leia mais

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL 1. Consultoria I 2. Assessoria I Livre ADMINISTRATIVAS 3. Auditoria I manifestação 4. Planejamento

Leia mais

Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014

Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014 Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014 Cateterismo Vesical Termo correto = CATETERIZAÇÃO VESICAL Cateter: dispositivo tubular com luz, mais utilizados para drenagem de líquidos ou infusão

Leia mais

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar FÍGADO É o maior órgão interno È a maior glândula É a mais volumosa de todas as vísceras, pesa cerca de 1,5 kg no homem adulto, e na mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg Possui a coloração arroxeada, superfície

Leia mais

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Atividades Administrativas 1. Consultoria I 2. Assessoria I 3. Auditoria I 4. Planejamento I 5. Supervisão I Livre negociação entre as partes a partir de 72,31

Leia mais

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR Andreza de Jesus Dutra Silva Mestre em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente - UniFOA; Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva - USS; MBA em Administração

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II Professor: Petrúcia Maria de Matos E-mail: petruciamatos@hotmail.com Código: Carga Horária:

Leia mais

Norma - Algaliação. Terapêutica Permitir a permeabilidade das vias urinárias. Diagnóstica Determinar por exemplo o volume residual

Norma - Algaliação. Terapêutica Permitir a permeabilidade das vias urinárias. Diagnóstica Determinar por exemplo o volume residual Norma - Algaliação DEFINIÇÃO Consiste na introdução de um cateter da uretra até á bexiga. É uma técnica asséptica e invasiva. Sendo uma intervenção interdependente, isto é, depende da prescrição de outros

Leia mais

Trabalho de Campo II 2º Semestre de 2011. Sinais Vitais e outras técnicas básicas

Trabalho de Campo II 2º Semestre de 2011. Sinais Vitais e outras técnicas básicas Trabalho de Campo II 2º Semestre de 2011 Sinais Vitais e outras técnicas básicas Moema Guimarães Motta Sonia Leitão 1. Introdução As técnicas de medidas antropométricas e a verificação de sinais vitais,

Leia mais

EXAME FÍSICO ASPECTOS GERAIS

EXAME FÍSICO ASPECTOS GERAIS EXAME FÍSICO ASPECTOS GERAIS Profª Alyne Nogueira Exame Físico Um exame físico é a revisão cefalocaudal de cada sistema do corpo que ofereça informações objetivas sobre o cliente. Exame Físico Julgamento

Leia mais

- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR. 3) ANATOMIA DO CORAÇÃO HUMANO - O coração é um órgão oco localizado no meio do peito, na cavidade torácica;

- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR. 3) ANATOMIA DO CORAÇÃO HUMANO - O coração é um órgão oco localizado no meio do peito, na cavidade torácica; - CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR 1) FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR - Propulsão do sangue por todo o organismo; - Transporte de substâncias como o oxigênio (O 2 ), dióxido de carbono ou gás carbônico

Leia mais

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Definição Sondagem Nasoenteral é a introdução através da cavidade nasal/oral de uma sonda de poliuretano ou outro material, posicionada

Leia mais

SISTEMA CIRCULATÓRIO

SISTEMA CIRCULATÓRIO SISTEMA CIRCULATÓRIO FUNÇÕES DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: Transporte de substâncias : * Nutrientes para as células. * Resíduos vindos das células. *Gases respiratórios. * Hormônios. OBS: O sangue também pode

Leia mais

Como administrar Nebido com segurança (ampolas)

Como administrar Nebido com segurança (ampolas) Como administrar Nebido com segurança (ampolas) Informação para profissionais de saúde Este folheto fornece informações sobre certos aspetos da administração de Nebido, a fim de ampliar o seu conhecimento

Leia mais

CUIDADOS COM A PELE DO

CUIDADOS COM A PELE DO CUIDADOS COM A PELE DO ENFERMAGEM RECÉM-NASCIDO Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro A pele do recém-nascido (RN) apresenta algumas peculiaridades que a

Leia mais

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese.

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. PÁG:1 CONCEITO Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. FINALIDADE - Promover a drenagem urinária. -Realizar o controle rigoroso do

Leia mais

O que são varizes? IX Semana Estadual de Saúde Vascular

O que são varizes? IX Semana Estadual de Saúde Vascular O que são varizes? Varizes são veias que se tornaram dilatadas e tortuosas ao longo das pernas. Algumas varizes são calibrosas e evidentes na pele. Outras, de menor calibre, chamadas de microvarizes ou

Leia mais

Aplicação de injetáveis. Hotoniel Drumond

Aplicação de injetáveis. Hotoniel Drumond Aplicação de injetáveis Hotoniel Drumond Resolução CFF 499/2008 Dispõe sobre a prestação de serviços farmacêuticos, em farmácias e drogarias Seção V Da aplicação de injetáveis: Art 21 ao 24 Outras legislações

Leia mais

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL Definição: Infecção urinária sintomática associada ao cateter: Febre > 38 o C ou sensibilidade suprapúbica e cultura positiva

Leia mais

Farmacologia Formas farmacêuticas e administração

Farmacologia Formas farmacêuticas e administração PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação Departamento de Biologia Farmacologia Formas farmacêuticas e administração Prof. Raimundo Jr, M.Sc Desenvolvimentos dos fármacos 1. Síntese

Leia mais

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES 1 UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES PERÍODO LETIVO 2013.1 A Coordenação do Curso de Graduação

Leia mais

TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 21/MAIO/2006 TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Nome. Assinatura CPF _. _. _-

TÉCNICO TÉCNICO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 21/MAIO/2006 TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Nome. Assinatura CPF _. _. _- TÉCNICO CONCURSO PÚBLICO ADMINISTRATIVO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Reservado ao CEFET-RN 21/MAIO/2006 Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome e o número do seu CPF no espaço indicado

Leia mais

ANEXO NORMA TÉCNICA PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA NUTRICIONAL

ANEXO NORMA TÉCNICA PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA NUTRICIONAL ANEXO NORMA TÉCNICA PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA NUTRICIONAL 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação da equipe de enfermagem em Terapia Nutricional, a fim de assegurar uma assistência

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. fernandabrito@vm.uff.br

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. fernandabrito@vm.uff.br PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br CONCEITOS ABSORÇÃO Passagem da droga do local de administração p/ a corrente sangüínea FÍGADO TGI METABOLISMO PLASMA PULMÃO RIM METABOLISMO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO PARA TÉCNICO DE ENFERMAGEM 08 DE NOVEMBRO DE 2009... (NOME COMPLETO EM LETRA DE FORMA) INSTRUÇÕES

Leia mais

Aparelho Circulatório

Aparelho Circulatório Visão geral das funções dos Vasos Sanguíneos Os vasos sanguíneos formam um sistema tubular fechado que transporta o sangue do coração (artérias), aos tecidos do corpo (arteríolas, capilares e vénulas),

Leia mais

Abordagem. Fisiologia Histologia. Aspectos Clínicos. ANATOMIA -Partes constituintes -Vascularização e Inervação -Relações

Abordagem. Fisiologia Histologia. Aspectos Clínicos. ANATOMIA -Partes constituintes -Vascularização e Inervação -Relações Intestino Delgado Abordagem ANATOMIA -Partes constituintes -Vascularização e Inervação -Relações Fisiologia Histologia Aspectos Clínicos Anatomia Do estômago ao intestino grosso Maior porção do trato digestivo

Leia mais

AFECÇÕES CIRÚRGICAS DA REGIÃO INGUINAL

AFECÇÕES CIRÚRGICAS DA REGIÃO INGUINAL AFECÇÕES CIRÚRGICAS DA REGIÃO INGUINAL MALFORMAÇÕES NA REGIÃO INGUINAL As afecções congênitas da região inguinal correspondem, na sua maioria, a alterações dependentes da persistência de uma estrutura

Leia mais

Você saberia responder aos questionamentos de forma cientificamente correta?

Você saberia responder aos questionamentos de forma cientificamente correta? Você saberia responder aos questionamentos de forma cientificamente correta? Como as fezes são formadas? Como a urina é formada no nosso corpo? Sistema Cardiovascular Funções Gerais: Transporte de nutrientes,

Leia mais

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS Parte IV P R O T O C O L O S D E T R A U M A [213] rotina consiste em infundir 20 ml/kg em bolus de solução de Ringer e reavaliar o paciente em seguida. Manter a pressão sistólica entre 90 e 100 mmhg.

Leia mais

Administração de medicamentos em enfermagem. Prof Giselle

Administração de medicamentos em enfermagem. Prof Giselle Administração de medicamentos em enfermagem Prof Giselle Administração de medicamentos È uma atividade séria que envolve muita responsabilidade. Neste contexto o enfermeiro deve agir com segurança responsabilidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA PÓS PARTO HEMORRAGIA PAULO ROBERTO MUNIZ DANTAS Universidade Federal da Paraíba CONSIDERAÇÕES HEMORAGIA PÓS PARTO SITUAÇÃO DRAMÁTICA

Leia mais

PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE

PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE PRINCÍPIOS GERAIS DA HEMODINÂMICA: FLUXO SANGUÍNEO E SEU CONTROLE Hemodinâmica = princípios que governam o fluxo sanguíneo, no sistema cardiovascular. Fluxo, Pressão, resistência e capacitância*: do fluxo

Leia mais

EXAMES MICROBIOLÓGICOS. Profa Dra Sandra Zeitoun

EXAMES MICROBIOLÓGICOS. Profa Dra Sandra Zeitoun EXAMES MICROBIOLÓGICOS Profa Dra Sandra Zeitoun Exames microbiológicos Os microorganismos que causam doenças infecciosas são definidos como patógenos, pois se multiplicam e causam lesão tecidual. Todos

Leia mais

Úlcera venosa da perna Resumo de diretriz NHG M16 (agosto 2010)

Úlcera venosa da perna Resumo de diretriz NHG M16 (agosto 2010) Úlcera venosa da perna Resumo de diretriz NHG M16 (agosto 2010) Van Hof N, Balak FSR, Apeldoorn L, De Nooijer HJ, Vleesch Dubois V, Van Rijn-van Kortenhof NMM traduzido do original em holandês por Luiz

Leia mais

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO Mário Yoshihide Kuwae 1, Ricardo Pereira da Silva 2 INTRODUÇÃO O antebraço e cotovelo apresentam características distintas quanto a cobertura cutânea, nas lesões

Leia mais

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL CATÉTERES Trataremos das indicações e das técnicas de introdução do catéter de artéria e veia umbilical e do catéter percutâneo. Nos casos de cataterização umbilical, tanto arterial quanto venosa está

Leia mais

Educação Física 1.ª etapa- 9. o ano

Educação Física 1.ª etapa- 9. o ano Educação Física 1.ª etapa- 9. o ano CONHECENDO MEU CORPO DURANTE O EXERCÍCIO DESCUBRA PORQUE É TÃO IMPORTANTE ACOMPANHAR OS BATIMENTOS CARDÍACOS ENQUANTO VOCÊ SE EXERCITA E APRENDA A CALCULAR SUA FREQUÊNCIA

Leia mais

maleato de trimebutina

maleato de trimebutina maleato de trimebutina Althaia S.A. Indústria Farmacêutica Cápsulas Gelatinosas Mole 200 mg maleato de trimebutina Medicamento genérico Lei n o 9.787, de 1999. I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO APRESENTAÇÃO:

Leia mais

Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais

Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais Marcella M. Terra Biomédica 2013 1 Pesquisa Pré-Cliníca - Importância Melhorar a Qualidade de Vida Buscar a cura

Leia mais

O SANGUE. Constituintes do Sangue e suas funções

O SANGUE. Constituintes do Sangue e suas funções O SANGUE Constituintes do Sangue e suas funções AS HEMÁCIAS OU GLÓBULOS VERMELHOS Células sanguíneas sem núcleo que contém hemoglobina, que é a substância responsável pela cor vermelha. São as células

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Avaliação de feridas e protocolo: uso de coberturas

Avaliação de feridas e protocolo: uso de coberturas Avaliação de feridas e protocolo: uso de coberturas Escolha da cobertura 1º passo: avaliação do cliente Anamnese e exame físico: Doenças de base e condições: nível de consciência estado nutricional, mobilidade,

Leia mais

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos

Leia mais

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de

Leia mais

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador aminidicionário DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador Ao paciente e seus familiares, este pequeno dicionário tem a intenção de ajudar no entendimento da doença que passou a fazer parte das suas vidas.

Leia mais

Úlceras de pressão. Profº. Jorge Bins-Ely - MD - PhD

Úlceras de pressão. Profº. Jorge Bins-Ely - MD - PhD UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO SERVIÇO DE CIRURGIA PLÁSTICA HU/UFSC DISCIPLINA DE TÉCNICA OPERATÓRIA E CIRURGIA EXPERIMENTAL - TOCE Úlceras de pressão Profº. Jorge Bins-Ely

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA AULA 9 EXAME FÍSICO GERAL III PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 7ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014, 1413

Leia mais