FUNDAMENTOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNAMENTAIS

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1 FUNDAMENTOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNAMENTAIS Teobaldo de Andrade O importante num programa de Relações Públicas Governamentais está na sinceridade das informações, pois o governo deve dizer tudo o que fez, inclusive seus erros e as medidas tomadas para corrigi-los. A utilização dos meios de comunicação pelo governo, para fins que não exclusivamente o de informar e esclarecer, constitui um crime gravíssimo, especialmente num país como o Brasil, onde metade da população é analfabeta. 1 Uma das características do mundo moderno é aquela consciência que tem cada cidadão que cada cidadão contribui para a obra coletiva, eliminadas que foram, com o advento do regime democrático, as barreiras entre os homens que governam e aqueles que são governados. É que a democracia conseguiu atrair para o Governo, atrair para a coisa pública, todos os indivíduos, trazendo para o Governo, em sua acepção mais larga, os próprios homens que são governados, se não com uma participação direta, pelo menos com esse direito elementar de poder escolher os governantes. (Teoria do Estado, Themístocles Brandão Cavalcanti, Rio de Janeiro, 1958, p. 5.) 2 O modo de evitar rebeliões proclamava o terceiro presidente norte-americano Thomas Jefferson consiste em: dar ao povo plena informação de seus negócios, mediante canais da imprensa, e imaginar meios que permitam esses escritos penetrar toda a massa do povo. Assim, no aspecto da segurança pública, como também em qualquer outro, a chave de qualquer regime está na informação dada ao povo, não como um ato de liberalidade, mas como cumprimento de uma incumbência sagrada de prestar contas a quem deve seu consentimento para gerir as coisas públicas. 3 O direito do governado à informação e o dever de informar dos governantes estão sustentados pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, da ONU. A informação é unanimemente reconhecida como direito universal, inviolável e inalienável, do homem moderno, correspondente a uma profunda necessidade de sua natureza racional. disse o papa Paulo VI, em alocução proferida no Seminário Europeu das Nações Unidas, em abril de 1964.

2 2 4 A separação entre governantes e governados é conseqüência, principalmente, da falta de informações. A Administração Pública pode funcionar sem a compreensão popular de suas atividades e processos, pois o poder público depende do consentimento do povo frente às políticas governamentais. Porém, os Governos em geral, como se não precisassem dos cidadãos, não cuidam de estabelecer um aparelhamento de informações, capaz de permitir o esclarecimento do povo a respeito da motivação e dinâmica administrativas. 5 Cabe ao Estado democrático proteger e facilitar a formação da opinião pública contra influências perniciosas que se destinam a criar embaraços de toda ordem, impedindo que os cidadãos se manifestem livremente, sem a presença indébita de injunções de qualquer natureza. Ao Governo compete manter abertas as fontes de informação e os caminhos da comunicação, limpando-os dos obstáculos e armadilhas colocados pelos grupos de pressão. 6 Não basta que os governos democráticos proclamem que adotaram uma política aberta de informação, mas que, realmente, dêem oportunidade e condições eficazes para que o homem do povo possa participar da administração governamental, em todos os seus ramos e áreas. O ideal, talvez, fosse o que propunha Aristóteles, quando dizia que a população de uma cidade não deveria ser superior ao número de pessoas que pudessem estar reunidas em uma assembléia, dentro do alcance da voz humana, para a manifestação conjunta de suas opiniões. Mas hoje, a não ser excepcionalmente, não existem mais as cidades-estado, muito embora se deva lembrar que o progresso dos veículos de comunicação permite um alcance quase ilimitado da voz humana. 7 O direito à informação é o primeiro direito de uma sociedade democrática. O cidadão, que paga impostos tem o direito de saber como os governantes o aplicam; o operário tem o direito de ser informado; das atividades, planos, projetos e lucros da empresa que o emprega e do sindicato a que se filia; o empresário tem o direito de conhecer, no regime de livre competição, as disposições de governo que afetem os seus negócios; o estudante tem o direito de antever as perspectivas do futuro que o espera; o acionista que investe sua poupança que é renúncia e sacrifício tem o direito à informação sobre a gestão da empresa, seus programas de atividades e suas receitas; os usuários de serviços públicos têm o direito de ser. informados sobre operações, custos e tarifa dos serviços de que utilizam. A informação, pois, instrui e elucida, orienta e educa. Por isso, a liberdade de informar ou de opinar não pode estar a serviço de privilégios, de minorias ou elites, sejam econômicas, políticas, raciais ou religiosas (Governador Abreu Sodré, Diário Oficial do Estado, São Paulo, 5 mar. 1968, p 2.) 8 Sendo constituído principalmente de técnicas e tendo à sua cabeça uma personalidade não muito 'política' apesar das simpatias que sua retidão de caráter e suas boas intenções suscitam geralmente o atual governo se ressente da ausência de um 'public relations', função que talvez devesse caber ao seu ministro da Justiça ou a mais um ministro extraordinário com funções específicas de relações públicas (Governo não tem Relações Públicas, Folha de São Paulo, 13 set. 1964, caderno econ./financ., p.

3 3 4). Por essa época, Ney Peixoto do Vale, então presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Relações Públicas, em conferência pública em São Paulo, dizia: O governo revolucionário não deve ficar à espera de que o povo entenda suas intenções por telepatia. 9 Como não há um programa amplo de divulgação que encoraje à confiança nos planos que se efetivam dia a dia, não são poucas as sugestões para providências que, afinal, já estão em curso. A prática demonstra que o noticiário amplo e bem coordenado naturalmente sem os resquícios demagógicos tão do gosto de governantes agitadores é providência, de grande valia que sustenta a confiança popular. Enquanto o Governo, profundamente preocupado em realizar, silencia, os descontentes utilizam-se das mínimas oportunidades na propaganda de seus propósitos derrotistas. O povo quer saber. Quer opinar. E deseja motivação para defender ou acusar o Governo, direito e privilégio que democracia lhe garante. Qualquer realização, quando divulgada com amplitude seja por quem for, provoca verdadeira enxurrada de correspondência sobre o mesmo assunto (Depoimento senhor Carlos Costa, secretário particular ao Presidente Costa e Silva, Folha de São Paulo, São Paulo, 21 abr. 1968, caderno esp., p. 18.) 10 Se existe uma regime político que necessite de Relações Públicas é precisamente o democrático. Participação do povo no governo é o principio fundamental da democracia. Participação ampla e efetiva, para que todos possam, realmente, influir nas decisões oficiais. Ninguém deve ser excluído da responsabilidade de contribuir para a formulação e solução dos problemas ligados aos negócios públicos. Para seu êxito, a administração governamental depende da atitude e opinião populares. 11 Francisco Sá Filho, em seu livro Relações entre os poderes do Estado, escrevia: Outro aspecto relevante da participação popular na conduta dos negócios públicos consiste na provocação de grandes movimentos de opinião, nos amplos inquéritos e consultas populares, que servem de esclarecimentos, prova e orientação para os.homens de Estado, tanto da legislatura, como da administração (Rio de Janeiro, Borsoi, 1969, p. 75.) 12 O poder público depende do apoio popular. O administrador governamental, mais do que ninguém, está sujeito a críticas e incompreensões de toda espécie. O governo precisa, além de educar, esclarecer, para que seus planos e programas obtenham, primeiramente, compreensão e depois apoio. À crescente complexidade dos processos governamentais, tanto em dimensão, como em atividades, aumenta a dificuldade da compreensão pública. Muitas vezes, medidas e projetos oficiais, justos e imprescindíveis, são mal compreendidos pelo povo em razão da falta de comunicações. Às entidades públicas precisam reconhecer a obrigação que têm de esclarecer, o povo quanto ao seu funcionamento, suas realizações e seus programas.

4 4 13 Se o povo desconhece o que este sendo feito e o por quê, bem como por que não se faz, ele não poderá compreender a dinâmica das atividades governamentais e nem mesmo poderá agir, com efetividade, no seu papel natural de fiscal e orientador. E assim, pouco a pouco, os governantes deixam de representar aquele próprio povo que os conduziu aos postos diretivos da Administração Pública. Além disso, frente a esse estado, de coisas, criam-se condições ideais para a proliferação do desinteresse, da sátira e até mesmo da hostilidade. 14 Existe uma interdependência entre governo e povo muito maior do que entre qualquer corporação ou indústria e seus públicos. Por esta razão, é necessário que o organismo público conduza um programa de Relações Públicas, de modo que seus objetivos e pontos de vista possam estar à disposição das pessoas, no comparar com as informações e opiniões procedentes de outras fontes (Public Relations, Theodore R. Sill, Chicago, 1951, p. 237.) 15 Em seu depoimento, no IV Congresso Mundial de Relações Públicas (1967), o representante da Guiana Francesa, Jacques Mesnier, disse que há muitas formas de conquistar a opinião pública. Ao longo da história, o apoio público foi alcançado através de diversos métodos: crenças, temor, força, esperança, ideologia, promessas. Hoje, na Franca, as Relações Públicas têm sido muito solicitadas para conseguir o apoio público, pois elas têm uma finalidade social inegável e, assim, por justiça, cabe a elas esse papel. Em razão disso, o desenvolvimento de Relações Públicas no campo governamental é espetacular: existem vários serviços de RR.PP. funcionando nos poderes públicos. 16 Em face da imensa competição pela notícia, tanto no plano internacional quanto nos mercados internos, já não há governo que não se preocupe cem a organização de seu sistema de informação ao público. A questão atualmente gira apenas em torno de que critérios marcarão a qualidade desses serviços. Mesmo os países socialistas do tipo marxista já compreenderam o risco das tentativas de massificação mistificadora ou das omissões pelo silêncio e iniciam-se nos processos de integração de Relações Públicas, conforme o demonstram as conferencias pronunciadas pelos representantes de algumas dessas Repúblicas na série que resultou na obra L'opinlon publique (Presses Universitaires de France, 1957) (Conceituação de Opinião Pública e Relações Públicas, Walter Ramos Poyares, Rio de Janeiro, Agir, 1967, p. 47). 17 A maior dificuldade para a obtenção do apoio público reside, na verdade, nos estereótipos acerca da Administração Governamental (gastos excessivos, filhotismo, pouca eficiência dos servidores, suborno generalizado, obsoletismo, burocracia desenfreada etc.), que aparecem na mente dos cidadãos de qualquer país, com maior ou menor intensidade. Será assim difícil convencer os homens de empresa da necessidade e da vantagem da iniciativa pública em atividades essencialmente ligadas ao progresso social e segurança nacional. Reorientar esse sentimento coletivo a esse respeito constitui a primeira missão das Relações Públicas no âmbito governamental.

5 5 18 Relações Públicas Governamentais é o esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração pública, para estabelecer e manter uma mútua compreensão entre governantes e governados (adaptação da definição oficial de Relações Públicas da Associação Brasileira de Relações Públicas). Ou ainda, Relações Públicas Governamentais é o método de ação que, através do diálogo planificado e permanente entre governantes e governados, procura identificar o interesse social. 19 Dois argumentos principais podem ser adiantados em favor das Relações Públicas Governamentais. O primeiro poderia ser chamado de argumento da informação. Um governo democrático precisa informar o povo. Isto não envolve, necessariamente, qualquer elemento de persuasão. O segundo chamaríamos de argumento administrativo. Certas medidas administrativas não terão sucesso, a menos que o público ou setores do público estejam adequadamente informados acerca dos seus direitos e deveres a política exterior em alguns de seus aspectos é bom exemplo pois é da compreensão que surge a aquiescência (Public Relations and American Democracy, J. A. R. Pimlott, New Jersey, 1951, p. 76.) 20 O importante num programa de Relações Públicas Governamentais está na sinceridade das informações, pois o governo deve dizer tudo o que fez, inclusive seus erros e as medidas que foram tomadas para corrigi-los. Muito embora a responsabilidade da informação governamental fique a cargo de um serviço ou de profissionais especialmente contratados, é preciso não esquecer que todos os servidores públicos devem contribuir para a execução das tarefas de Relações Públicas. 21 Leone Baster, delegada dos Estados Unidos da América, no IV Congresso Mundial de RR.PP., lembrou que nenhum outro aspecto de Relações Públicas afeta a todos mais significativamente e é menos compreendido do que o uso e abuso dos instrumentos e técnicas de RR.PP. no setor político-governamental. Disse ainda que a força política construída pela técnica de comunicação e, hoje orientada pelas Relações Públicas, tanto pode ser domesticada para um serviço público sério, como pode cair em mãos de irresponsáveis e resultar em ação explosiva. E concluiu: Os profissionais de Relações Publicas seriam levianos, se pretendessem ignorar essa realidade. 22 O delegado uruguaio, Roman Perez Senac, no mesmo congresso, afirmou: Quando falamos em Relações Públicas no Governo, estamos falando na possibilidade de manejar todo o povo. Assim, as Relações Públicas estão sendo chamadas a desempenhar um papel cada vez mais importante, pois o homem comum deve ser informado, imparcial e exaustivamente, a fim de que possa julgar, não pela emoção, mas pela razão. Como disse Ward Steyenson, ninguém pode trabalhar em RR.PP. sem antes possuir um profundo respeito pela Opinião Pública. 23 Segundo Harwood L. Childs, no Curso de RR.PP. ministrado na Fundação Getúlio Vargas: todos os governos devem atentar para estes pontos capitais, que integram um programa eficiente de Relações Públicas: a) procurar a cooperação de todos os cidadãos para os processos e regulamentos governamentais; b) bem informar os cidadãos sobre o que realizava em seu beneficio e pedir sua participação nessas

6 6 atividades para que eles possam lograr maiores benefícios; c) evitar a crescente complexidade do sistema de governo, exigindo leis e reformas ditadas pelas necessidades da técnica; d) aceitar as Relações Públicas para o Governo como ponto essencial ao desenvolvimento de uma sólida política, evitando-se a interferência:dos interesses partidários nas funções governamentais específicas; e) demonstrar ao povo que ele tem direito a participação no progresso do governo, em seus níveis mais elevados. 24 Naquela análise do professor da Universidade de Princeton (USA), inegavelmente, estão colocadas todas as diretrizes gerais que devem nortear o trabalho de Relações Públicas no campo.governamental. Interessante notar o item c dos pontos capitais apresentados por H. Childs, pois, na verdade, a excessiva variedade e complexidade das funções públicas, a par da inflada burocracia, cria problemas que podem fazer naufragar o melhor planejamento de Relações Públicas. 25 À medida que um Governo cresce em extensão e poder, faz-se mais premente a necessidade de estabelecer comunicações adequadas entre o público oficial e os cidadãos. Contudo, certas forças ocultas tendem a separar esses grupos cada vez mais. As Relações Públicas ocupam-se, de certo modo, desse problema (Relaciones públicas, Scott M. Cutlip e Allen H. Center, Madrid, RIALP, 1961, p. 485). 26 É curioso observar que, enquanto para Cutlip e Center, a burocracia constitui a melhor representação das chamadas forças ocultas, para outros estudiosos de Relações Públicas, a atuação dos grupos de pressão é que assinala o poderio dessas forças e sua deletéria presença no âmbito da informação governamental. E a instrumentação utilizada por esses grupos está contida no trabalho dos lobbystmen. 27 Muitas vezes, a política e os interesses dos partidos políticos criam e mantêm atividades que poderiam ser confundidas com Relações Públicas Governamentais. Haverá sempre lugar para argumentos contrários ao uso de Relações Públicas na dinâmica governamental. 28 O perigo do uso ilegítimo das Relações Públicas para vantagens dos partidos políticos é maior em um sistema que não tenha arraigada tradição de serviço público e onde ainda não esteja perfeitamente estabelecida a distinção entre Governo entidade em funcionamento continuo e Governo partido que ocupa o poder (Public Relations and American Democracy, J. A. R. Pimlott, New Jersey,1951, p. 74). 29 A informação oficial visando a fins político-partidários tem curta duração, pois a imprensa em geral e a oposição, facilmente, levarão ao descrédito esse tipo de propaganda. Pode-se mesmo dizer que essa propaganda atuará como a conhecida arma australiana, o boomerang, voltando-se contra aqueles que a lançaram. Essa forma de propaganda, inútil, senão extemporânea, acarreta para o serviço público, além de desprestígio, um dispêndio enorme de verbas, que melhor poderiam ser aproveitadas em outras atividades.

7 7 30 A utilização de extraordinária arma de comunicações para fins que não sejam exclusivamente o de informar e esclarecer, honesta e criteriosamente, é um crime tão sério que poderia ser capitulado entre as mais graves transgressões. Num país como o Brasil, onde a metade da população é analfabeta, e vê e ouve através de terceiros, a deformação da verdade dificulta a própria educação da coletividade. Governos bem intencionados dariam um grande passo no sentido do reconhecimento e da confiança pública se estabelecessem, para os diversos setores da administração, normas rígidas para a utilização dos meios de comunicação ( O administrador deve informar, mas sem fazer propaganda pessoal, Ney Peixoto do Vale, Revista PN, Rio de Janeiro, 22 maio 1958, p. 28).

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