FUNDAMENTOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNAMENTAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FUNDAMENTOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNAMENTAIS"

Transcrição

1 FUNDAMENTOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS GOVERNAMENTAIS Teobaldo de Andrade O importante num programa de Relações Públicas Governamentais está na sinceridade das informações, pois o governo deve dizer tudo o que fez, inclusive seus erros e as medidas tomadas para corrigi-los. A utilização dos meios de comunicação pelo governo, para fins que não exclusivamente o de informar e esclarecer, constitui um crime gravíssimo, especialmente num país como o Brasil, onde metade da população é analfabeta. 1 Uma das características do mundo moderno é aquela consciência que tem cada cidadão que cada cidadão contribui para a obra coletiva, eliminadas que foram, com o advento do regime democrático, as barreiras entre os homens que governam e aqueles que são governados. É que a democracia conseguiu atrair para o Governo, atrair para a coisa pública, todos os indivíduos, trazendo para o Governo, em sua acepção mais larga, os próprios homens que são governados, se não com uma participação direta, pelo menos com esse direito elementar de poder escolher os governantes. (Teoria do Estado, Themístocles Brandão Cavalcanti, Rio de Janeiro, 1958, p. 5.) 2 O modo de evitar rebeliões proclamava o terceiro presidente norte-americano Thomas Jefferson consiste em: dar ao povo plena informação de seus negócios, mediante canais da imprensa, e imaginar meios que permitam esses escritos penetrar toda a massa do povo. Assim, no aspecto da segurança pública, como também em qualquer outro, a chave de qualquer regime está na informação dada ao povo, não como um ato de liberalidade, mas como cumprimento de uma incumbência sagrada de prestar contas a quem deve seu consentimento para gerir as coisas públicas. 3 O direito do governado à informação e o dever de informar dos governantes estão sustentados pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, da ONU. A informação é unanimemente reconhecida como direito universal, inviolável e inalienável, do homem moderno, correspondente a uma profunda necessidade de sua natureza racional. disse o papa Paulo VI, em alocução proferida no Seminário Europeu das Nações Unidas, em abril de 1964.

2 2 4 A separação entre governantes e governados é conseqüência, principalmente, da falta de informações. A Administração Pública pode funcionar sem a compreensão popular de suas atividades e processos, pois o poder público depende do consentimento do povo frente às políticas governamentais. Porém, os Governos em geral, como se não precisassem dos cidadãos, não cuidam de estabelecer um aparelhamento de informações, capaz de permitir o esclarecimento do povo a respeito da motivação e dinâmica administrativas. 5 Cabe ao Estado democrático proteger e facilitar a formação da opinião pública contra influências perniciosas que se destinam a criar embaraços de toda ordem, impedindo que os cidadãos se manifestem livremente, sem a presença indébita de injunções de qualquer natureza. Ao Governo compete manter abertas as fontes de informação e os caminhos da comunicação, limpando-os dos obstáculos e armadilhas colocados pelos grupos de pressão. 6 Não basta que os governos democráticos proclamem que adotaram uma política aberta de informação, mas que, realmente, dêem oportunidade e condições eficazes para que o homem do povo possa participar da administração governamental, em todos os seus ramos e áreas. O ideal, talvez, fosse o que propunha Aristóteles, quando dizia que a população de uma cidade não deveria ser superior ao número de pessoas que pudessem estar reunidas em uma assembléia, dentro do alcance da voz humana, para a manifestação conjunta de suas opiniões. Mas hoje, a não ser excepcionalmente, não existem mais as cidades-estado, muito embora se deva lembrar que o progresso dos veículos de comunicação permite um alcance quase ilimitado da voz humana. 7 O direito à informação é o primeiro direito de uma sociedade democrática. O cidadão, que paga impostos tem o direito de saber como os governantes o aplicam; o operário tem o direito de ser informado; das atividades, planos, projetos e lucros da empresa que o emprega e do sindicato a que se filia; o empresário tem o direito de conhecer, no regime de livre competição, as disposições de governo que afetem os seus negócios; o estudante tem o direito de antever as perspectivas do futuro que o espera; o acionista que investe sua poupança que é renúncia e sacrifício tem o direito à informação sobre a gestão da empresa, seus programas de atividades e suas receitas; os usuários de serviços públicos têm o direito de ser. informados sobre operações, custos e tarifa dos serviços de que utilizam. A informação, pois, instrui e elucida, orienta e educa. Por isso, a liberdade de informar ou de opinar não pode estar a serviço de privilégios, de minorias ou elites, sejam econômicas, políticas, raciais ou religiosas (Governador Abreu Sodré, Diário Oficial do Estado, São Paulo, 5 mar. 1968, p 2.) 8 Sendo constituído principalmente de técnicas e tendo à sua cabeça uma personalidade não muito 'política' apesar das simpatias que sua retidão de caráter e suas boas intenções suscitam geralmente o atual governo se ressente da ausência de um 'public relations', função que talvez devesse caber ao seu ministro da Justiça ou a mais um ministro extraordinário com funções específicas de relações públicas (Governo não tem Relações Públicas, Folha de São Paulo, 13 set. 1964, caderno econ./financ., p.

3 3 4). Por essa época, Ney Peixoto do Vale, então presidente do Conselho Nacional da Associação Brasileira de Relações Públicas, em conferência pública em São Paulo, dizia: O governo revolucionário não deve ficar à espera de que o povo entenda suas intenções por telepatia. 9 Como não há um programa amplo de divulgação que encoraje à confiança nos planos que se efetivam dia a dia, não são poucas as sugestões para providências que, afinal, já estão em curso. A prática demonstra que o noticiário amplo e bem coordenado naturalmente sem os resquícios demagógicos tão do gosto de governantes agitadores é providência, de grande valia que sustenta a confiança popular. Enquanto o Governo, profundamente preocupado em realizar, silencia, os descontentes utilizam-se das mínimas oportunidades na propaganda de seus propósitos derrotistas. O povo quer saber. Quer opinar. E deseja motivação para defender ou acusar o Governo, direito e privilégio que democracia lhe garante. Qualquer realização, quando divulgada com amplitude seja por quem for, provoca verdadeira enxurrada de correspondência sobre o mesmo assunto (Depoimento senhor Carlos Costa, secretário particular ao Presidente Costa e Silva, Folha de São Paulo, São Paulo, 21 abr. 1968, caderno esp., p. 18.) 10 Se existe uma regime político que necessite de Relações Públicas é precisamente o democrático. Participação do povo no governo é o principio fundamental da democracia. Participação ampla e efetiva, para que todos possam, realmente, influir nas decisões oficiais. Ninguém deve ser excluído da responsabilidade de contribuir para a formulação e solução dos problemas ligados aos negócios públicos. Para seu êxito, a administração governamental depende da atitude e opinião populares. 11 Francisco Sá Filho, em seu livro Relações entre os poderes do Estado, escrevia: Outro aspecto relevante da participação popular na conduta dos negócios públicos consiste na provocação de grandes movimentos de opinião, nos amplos inquéritos e consultas populares, que servem de esclarecimentos, prova e orientação para os.homens de Estado, tanto da legislatura, como da administração (Rio de Janeiro, Borsoi, 1969, p. 75.) 12 O poder público depende do apoio popular. O administrador governamental, mais do que ninguém, está sujeito a críticas e incompreensões de toda espécie. O governo precisa, além de educar, esclarecer, para que seus planos e programas obtenham, primeiramente, compreensão e depois apoio. À crescente complexidade dos processos governamentais, tanto em dimensão, como em atividades, aumenta a dificuldade da compreensão pública. Muitas vezes, medidas e projetos oficiais, justos e imprescindíveis, são mal compreendidos pelo povo em razão da falta de comunicações. Às entidades públicas precisam reconhecer a obrigação que têm de esclarecer, o povo quanto ao seu funcionamento, suas realizações e seus programas.

4 4 13 Se o povo desconhece o que este sendo feito e o por quê, bem como por que não se faz, ele não poderá compreender a dinâmica das atividades governamentais e nem mesmo poderá agir, com efetividade, no seu papel natural de fiscal e orientador. E assim, pouco a pouco, os governantes deixam de representar aquele próprio povo que os conduziu aos postos diretivos da Administração Pública. Além disso, frente a esse estado, de coisas, criam-se condições ideais para a proliferação do desinteresse, da sátira e até mesmo da hostilidade. 14 Existe uma interdependência entre governo e povo muito maior do que entre qualquer corporação ou indústria e seus públicos. Por esta razão, é necessário que o organismo público conduza um programa de Relações Públicas, de modo que seus objetivos e pontos de vista possam estar à disposição das pessoas, no comparar com as informações e opiniões procedentes de outras fontes (Public Relations, Theodore R. Sill, Chicago, 1951, p. 237.) 15 Em seu depoimento, no IV Congresso Mundial de Relações Públicas (1967), o representante da Guiana Francesa, Jacques Mesnier, disse que há muitas formas de conquistar a opinião pública. Ao longo da história, o apoio público foi alcançado através de diversos métodos: crenças, temor, força, esperança, ideologia, promessas. Hoje, na Franca, as Relações Públicas têm sido muito solicitadas para conseguir o apoio público, pois elas têm uma finalidade social inegável e, assim, por justiça, cabe a elas esse papel. Em razão disso, o desenvolvimento de Relações Públicas no campo governamental é espetacular: existem vários serviços de RR.PP. funcionando nos poderes públicos. 16 Em face da imensa competição pela notícia, tanto no plano internacional quanto nos mercados internos, já não há governo que não se preocupe cem a organização de seu sistema de informação ao público. A questão atualmente gira apenas em torno de que critérios marcarão a qualidade desses serviços. Mesmo os países socialistas do tipo marxista já compreenderam o risco das tentativas de massificação mistificadora ou das omissões pelo silêncio e iniciam-se nos processos de integração de Relações Públicas, conforme o demonstram as conferencias pronunciadas pelos representantes de algumas dessas Repúblicas na série que resultou na obra L'opinlon publique (Presses Universitaires de France, 1957) (Conceituação de Opinião Pública e Relações Públicas, Walter Ramos Poyares, Rio de Janeiro, Agir, 1967, p. 47). 17 A maior dificuldade para a obtenção do apoio público reside, na verdade, nos estereótipos acerca da Administração Governamental (gastos excessivos, filhotismo, pouca eficiência dos servidores, suborno generalizado, obsoletismo, burocracia desenfreada etc.), que aparecem na mente dos cidadãos de qualquer país, com maior ou menor intensidade. Será assim difícil convencer os homens de empresa da necessidade e da vantagem da iniciativa pública em atividades essencialmente ligadas ao progresso social e segurança nacional. Reorientar esse sentimento coletivo a esse respeito constitui a primeira missão das Relações Públicas no âmbito governamental.

5 5 18 Relações Públicas Governamentais é o esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração pública, para estabelecer e manter uma mútua compreensão entre governantes e governados (adaptação da definição oficial de Relações Públicas da Associação Brasileira de Relações Públicas). Ou ainda, Relações Públicas Governamentais é o método de ação que, através do diálogo planificado e permanente entre governantes e governados, procura identificar o interesse social. 19 Dois argumentos principais podem ser adiantados em favor das Relações Públicas Governamentais. O primeiro poderia ser chamado de argumento da informação. Um governo democrático precisa informar o povo. Isto não envolve, necessariamente, qualquer elemento de persuasão. O segundo chamaríamos de argumento administrativo. Certas medidas administrativas não terão sucesso, a menos que o público ou setores do público estejam adequadamente informados acerca dos seus direitos e deveres a política exterior em alguns de seus aspectos é bom exemplo pois é da compreensão que surge a aquiescência (Public Relations and American Democracy, J. A. R. Pimlott, New Jersey, 1951, p. 76.) 20 O importante num programa de Relações Públicas Governamentais está na sinceridade das informações, pois o governo deve dizer tudo o que fez, inclusive seus erros e as medidas que foram tomadas para corrigi-los. Muito embora a responsabilidade da informação governamental fique a cargo de um serviço ou de profissionais especialmente contratados, é preciso não esquecer que todos os servidores públicos devem contribuir para a execução das tarefas de Relações Públicas. 21 Leone Baster, delegada dos Estados Unidos da América, no IV Congresso Mundial de RR.PP., lembrou que nenhum outro aspecto de Relações Públicas afeta a todos mais significativamente e é menos compreendido do que o uso e abuso dos instrumentos e técnicas de RR.PP. no setor político-governamental. Disse ainda que a força política construída pela técnica de comunicação e, hoje orientada pelas Relações Públicas, tanto pode ser domesticada para um serviço público sério, como pode cair em mãos de irresponsáveis e resultar em ação explosiva. E concluiu: Os profissionais de Relações Publicas seriam levianos, se pretendessem ignorar essa realidade. 22 O delegado uruguaio, Roman Perez Senac, no mesmo congresso, afirmou: Quando falamos em Relações Públicas no Governo, estamos falando na possibilidade de manejar todo o povo. Assim, as Relações Públicas estão sendo chamadas a desempenhar um papel cada vez mais importante, pois o homem comum deve ser informado, imparcial e exaustivamente, a fim de que possa julgar, não pela emoção, mas pela razão. Como disse Ward Steyenson, ninguém pode trabalhar em RR.PP. sem antes possuir um profundo respeito pela Opinião Pública. 23 Segundo Harwood L. Childs, no Curso de RR.PP. ministrado na Fundação Getúlio Vargas: todos os governos devem atentar para estes pontos capitais, que integram um programa eficiente de Relações Públicas: a) procurar a cooperação de todos os cidadãos para os processos e regulamentos governamentais; b) bem informar os cidadãos sobre o que realizava em seu beneficio e pedir sua participação nessas

6 6 atividades para que eles possam lograr maiores benefícios; c) evitar a crescente complexidade do sistema de governo, exigindo leis e reformas ditadas pelas necessidades da técnica; d) aceitar as Relações Públicas para o Governo como ponto essencial ao desenvolvimento de uma sólida política, evitando-se a interferência:dos interesses partidários nas funções governamentais específicas; e) demonstrar ao povo que ele tem direito a participação no progresso do governo, em seus níveis mais elevados. 24 Naquela análise do professor da Universidade de Princeton (USA), inegavelmente, estão colocadas todas as diretrizes gerais que devem nortear o trabalho de Relações Públicas no campo.governamental. Interessante notar o item c dos pontos capitais apresentados por H. Childs, pois, na verdade, a excessiva variedade e complexidade das funções públicas, a par da inflada burocracia, cria problemas que podem fazer naufragar o melhor planejamento de Relações Públicas. 25 À medida que um Governo cresce em extensão e poder, faz-se mais premente a necessidade de estabelecer comunicações adequadas entre o público oficial e os cidadãos. Contudo, certas forças ocultas tendem a separar esses grupos cada vez mais. As Relações Públicas ocupam-se, de certo modo, desse problema (Relaciones públicas, Scott M. Cutlip e Allen H. Center, Madrid, RIALP, 1961, p. 485). 26 É curioso observar que, enquanto para Cutlip e Center, a burocracia constitui a melhor representação das chamadas forças ocultas, para outros estudiosos de Relações Públicas, a atuação dos grupos de pressão é que assinala o poderio dessas forças e sua deletéria presença no âmbito da informação governamental. E a instrumentação utilizada por esses grupos está contida no trabalho dos lobbystmen. 27 Muitas vezes, a política e os interesses dos partidos políticos criam e mantêm atividades que poderiam ser confundidas com Relações Públicas Governamentais. Haverá sempre lugar para argumentos contrários ao uso de Relações Públicas na dinâmica governamental. 28 O perigo do uso ilegítimo das Relações Públicas para vantagens dos partidos políticos é maior em um sistema que não tenha arraigada tradição de serviço público e onde ainda não esteja perfeitamente estabelecida a distinção entre Governo entidade em funcionamento continuo e Governo partido que ocupa o poder (Public Relations and American Democracy, J. A. R. Pimlott, New Jersey,1951, p. 74). 29 A informação oficial visando a fins político-partidários tem curta duração, pois a imprensa em geral e a oposição, facilmente, levarão ao descrédito esse tipo de propaganda. Pode-se mesmo dizer que essa propaganda atuará como a conhecida arma australiana, o boomerang, voltando-se contra aqueles que a lançaram. Essa forma de propaganda, inútil, senão extemporânea, acarreta para o serviço público, além de desprestígio, um dispêndio enorme de verbas, que melhor poderiam ser aproveitadas em outras atividades.

7 7 30 A utilização de extraordinária arma de comunicações para fins que não sejam exclusivamente o de informar e esclarecer, honesta e criteriosamente, é um crime tão sério que poderia ser capitulado entre as mais graves transgressões. Num país como o Brasil, onde a metade da população é analfabeta, e vê e ouve através de terceiros, a deformação da verdade dificulta a própria educação da coletividade. Governos bem intencionados dariam um grande passo no sentido do reconhecimento e da confiança pública se estabelecessem, para os diversos setores da administração, normas rígidas para a utilização dos meios de comunicação ( O administrador deve informar, mas sem fazer propaganda pessoal, Ney Peixoto do Vale, Revista PN, Rio de Janeiro, 22 maio 1958, p. 28).

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado,

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado, Declaração sobre o Direito e o Dever dos Indivíduos, Grupos e Instituições de Promover e Proteger os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais Universalmente Reconhecidos 1 A Assembléia Geral, Reafirmando

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

Perversidade contra o Criança Esperança

Perversidade contra o Criança Esperança Perversidade contra o Criança Esperança Sei que alguns irão me criticar e até questionar, depois que aquele programa... da Rede Globo, fez contra você ainda tem coragem de divulgar isso!!? Então, digo,

Leia mais

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO

OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO FOLHETO CICV O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho O Movimento Internacional

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca o futuro, sem esquecer as nossas

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa cidade. Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma Bruno Oliveira O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada um país

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Declaração Universal dos Direitos do Homem Declaração Universal dos Direitos do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

Código de Ética dos Profissionais da Propaganda Outubro de 1957

Código de Ética dos Profissionais da Propaganda Outubro de 1957 Código de Ética dos Profissionais da Propaganda Outubro de 1957 Define os princípios éticos que devem nortear a publicidade I. A propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado

Leia mais

DENISE AVELAR AMENDOLA DENUNCIAS DE IRREGULARIDADES NA UNIÃO DAS FACULDADES FRANCANAS

DENISE AVELAR AMENDOLA DENUNCIAS DE IRREGULARIDADES NA UNIÃO DAS FACULDADES FRANCANAS DENISE AVELAR AMENDOLA DENUNCIAS DE IRREGULARIDADES NA UNIÃO DAS FACULDADES FRANCANAS Denise Avelar Amêndola, sócia da Associação Cultural e Educacional de Franca- ACEF, mantenedora da União das Faculdades

Leia mais

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial,

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial, 192 Assembleia Geral 39 a Sessão suas políticas internas e exteriores segundo as disposições básicas da Convenção, Tendo em mente o fato de que a Convenção está sendo implementada em diferentes condições

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM com a Independência dos E.U.A. e a Revolução Francesa, a Declaração Universal dos Direitos do Homem é um documento extraordinário que precisa ser mais conhecido

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão Votada definitivamente em 2 de outubro de 1789

Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão Votada definitivamente em 2 de outubro de 1789 Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão Votada definitivamente em 2 de outubro de 1789 Os representantes do Povo Francês constituídos em Assembléia Nacional, considerando, que a ignorância o olvido

Leia mais

AULA 9. Ação pelo Ambiente

AULA 9. Ação pelo Ambiente AULA 9 Ação pelo Ambiente Roberto e o seu grupo do meio ambiente estão se preparando para a Grande Reunião que irá tratar dos problemas ambientais do planeta. Ele pede ajuda à Sofia para bolar um plano

Leia mais

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council CONSELHO INTERACÇÃO Criado em 1983 Declaração Universal dos Deveres do Homem Setembro de 1997 InterAction Council Declaração Universal dos Deveres do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

"É possível levar energia renovável para todos"

É possível levar energia renovável para todos "É possível levar energia renovável para todos" Por Daniela Chiaretti De Nairóbi, Quênia Connie Hedegaard: "Acho que quando temos uma crise global como a que estamos vivendo, é uma oportunidade excelente

Leia mais

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Preâmbulo Considerando

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA Adoptada pela Resolução No. 44/25 da Assembleia Geral das Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 PREÂMBULO Os Estados Partes da presente Convenção, Considerando

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros

Leia mais

Declaração Universal dos. Direitos Humanos

Declaração Universal dos. Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Ilustrações gentilmente cedidas pelo Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos Apresentação Esta é mais uma publicação da Declaração Universal dos Direitos

Leia mais

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série 1 - DEFINIÇÃO Direitos e deveres civis, sociais e políticos usufruir dos direitos e o cumprimento das obrigações constituem-se no exercício da

Leia mais

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial

1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial Décima Oitava Sessão Agenda item 43 Resoluções aprovadas pela Assembléia Geral 1904 (XVIII). Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial A Assembléia Geral,

Leia mais

Educação e Desenvolvimento Social

Educação e Desenvolvimento Social Educação e Desenvolvimento Social Luiz Antonio Cunha Os Princípios Gerais do Liberalismo O liberalismo é um sistema de crenças e convicções, isto é, uma ideologia. Todo sistema de convicções tem como base

Leia mais

[CONFIDENCIAL] Aprenda com o SAGAZ. Primeiros passos para investir na Bolsa.

[CONFIDENCIAL] Aprenda com o SAGAZ. Primeiros passos para investir na Bolsa. 1 Aprenda com o SAGAZ Primeiros passos para investir na Bolsa. Está pensando em investir em ações e não sabe por onde começar? Fique tranqüilo, você está no lugar certo. Aqui você terá a melhor orientação

Leia mais

Teoria Geral de Administração Pública

Teoria Geral de Administração Pública Teoria Geral de Administração Pública Robert B. Denhardt GRUPO 4 Disciplina Débora Cabral Nazário Fabíola Ferreira de Macedo Rafael Arns Stobbe Governo Eletrônico Professor Aires José Rover Eduardo Costa

Leia mais

Relatório de Comunicação e Engajamento COE Instituto Venturi Para Estudos Ambientais

Relatório de Comunicação e Engajamento COE Instituto Venturi Para Estudos Ambientais Relatório de Comunicação e Engajamento COE Instituto Venturi Para Estudos Ambientais Declaração de Apoio Continuo da Presidente 23/10/2015 Para as partes interessadas: É com satisfação que comunicamos

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC gdelbem@tre-sc.gov.br ; gdelbem@yahoo.com.br Proposta de valores no Planejamento Estratégico da Justiça Eleitoral Gestão

Leia mais

Estatuto. Sociedade Baden Sul do Brasil. Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício

Estatuto. Sociedade Baden Sul do Brasil. Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício Estatuto Sociedade Baden Sul do Brasil Cláusula 1ª Da denominação, da sede e do exercício A Associação é constituída sob a denominação Sociedade Baden Sul do Brasil. A Associação será registrada no Registro

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras adotada em 12 de novembro de 1997 pela Conferência Geral da UNESCO

Leia mais

Do contrato social ou Princípios do direito político

Do contrato social ou Princípios do direito político Jean-Jacques Rousseau Do contrato social ou Princípios do direito político Publicada em 1762, a obra Do contrato social, de Jean-Jacques Rousseau, tornou-se um texto fundamental para qualquer estudo sociológico,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. ANS nº 41431.0

CÓDIGO DE ÉTICA. ANS nº 41431.0 CÓDIGO DE ÉTICA Aprovado pelo Conselho Consultivo da Saúde BRB Caixa de Assistência em sua 37ª Reunião Extraordinária, realizada em 10.12.2010. Brasília, 22 de fevereiro de 2011 I - APRESENTAÇÃO CÓDIGO

Leia mais

Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Brasil

Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Brasil Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Brasil Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)

Leia mais

Definição pela ONU da água e saneamento como Direitos Humanos Fundamentais

Definição pela ONU da água e saneamento como Direitos Humanos Fundamentais Definição pela ONU da água e saneamento como Direitos Humanos Fundamentais Luiz Otávio Rodrigues Coelho, advogado coelho@capadvocacia.com.br (27) 3314-3585 Duas informações prévias: O que é a ONU? A importância

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO A Carta Europeia do Desporto do Conselho da Europa é uma declaração de intenção aceite pelos Ministros europeus responsáveis pelo Desporto. A Carta Europeia do Desporto

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Objectivo da Carta... 3 Definição e âmbito de aplicação da Carta... 3 O movimento desportivo... 4 Instalações e actividades... 4 Lançar as bases... 4 Desenvolver a participação...

Leia mais

A Família e o Movimento pela Inclusão

A Família e o Movimento pela Inclusão A Família e o Movimento pela Inclusão (Mônica Pereira dos Santos) 1 Já sabemos que a luta pelos direitos dos portadores de deficiência não é recente. No Brasil, se traçarmos uma demarcação temporal, podemos

Leia mais

Distinção entre Norma Moral e Jurídica

Distinção entre Norma Moral e Jurídica Distinção entre Norma Moral e Jurídica Filosofia do direito = nascimento na Grécia Não havia distinção entre Direito e Moral Direito absorvia questões que se referiam ao plano da consciência, da Moral,

Leia mais

NORMAS ORIENTADORAS DA SUBCOMISSÃO DE ÉTICA PARA AS CIÊNCIAS DA VIDA E DA SAÚDE (SECVS)

NORMAS ORIENTADORAS DA SUBCOMISSÃO DE ÉTICA PARA AS CIÊNCIAS DA VIDA E DA SAÚDE (SECVS) (SECVS) (Aprovadas pelo Despacho RT-76/2012, de 28 de novembro) Capítulo I Definição, missão e atribuições Artigo 1º Objeto Artigo 2º Definição e missão Artigo 3º Âmbito e competências Artigo 4º Emissão

Leia mais

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE

DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE DECRETO Nº 6.617, DE 23 DE OUTUBRO DE 2008: Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República da África do Sul no Campo da Cooperação Científica e Tecnológica,

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO CARTILHA DE ORIENTAÇÃO SOBRE A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL 1. O que é a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)? A Lei de Responsabilidade Fiscal é um código

Leia mais

Globalização e solidariedade Jean Louis Laville

Globalização e solidariedade Jean Louis Laville CAPÍTULO I Globalização e solidariedade Jean Louis Laville Cadernos Flem V - Economia Solidária 14 Devemos lembrar, para entender a economia solidária, que no final do século XIX, houve uma polêmica sobre

Leia mais

ÉTICA APLICADA Ética e Moral

ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações.

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Legislação Federal LEI N 7.804, de 18 de julho de 1989 Altera a Lei n 6.938 de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação

Leia mais

Exercícios de Iluminismo e Independência dos EUA

Exercícios de Iluminismo e Independência dos EUA Exercícios de Iluminismo e Independência dos EUA 1. (Enem) É verdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer, mas a liberdade política não consiste nisso. Deve-se ter sempre presente em mente

Leia mais

Alimentação e Saúde a responsabilidade de cada um e de todos nós

Alimentação e Saúde a responsabilidade de cada um e de todos nós Alimentação e Saúde a responsabilidade de cada um e de todos nós Elisabetta Recine Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição OPSAN/UnB Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos

Leia mais

DIREITO DE ACESSIBILIDADE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA

DIREITO DE ACESSIBILIDADE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA 1 DIREITO DE ACESSIBILIDADE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA Cezar E. Martinelli 1 RESUMO: O artigo fala sobre o Direito de Acessibilidade e sua importância, ligado aos movimentos sociais que promovem

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca ASSINATURA DO SEGURO-DESEMPREGO E

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Por estar inserida em uma sociedade, a Interact Solutions preza por padrões de conduta ética em suas atividades, quando se relaciona com clientes, fornecedores, canais de distribuição,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014

CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014 CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR SODEXO APRIL 2014 Índice INTRODUÇÃO INTEGRIDADE NOS NEGÓCIOS DIREITOS HUMANOS E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO TRABALHO Eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

AMAJUM. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

AMAJUM. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Produção: Ação conjunta: Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso Parceiro:

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral Abril 2013 TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Presidente Desembargadora Letícia De Faria Sardas Corregedor

Leia mais

Lidiane Malagone Pimenta Mestre em Comunicação Midiática pela Universidade Estadual Paulista (Unesp Bauru/SP)

Lidiane Malagone Pimenta Mestre em Comunicação Midiática pela Universidade Estadual Paulista (Unesp Bauru/SP) Relações Públicas Governamentais: Novas Tendências para o Relacionamento entre Governo e Cidadãos 1 Lidiane Malagone Pimenta Mestre em Comunicação Midiática pela Universidade Estadual Paulista (Unesp Bauru/SP)

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br RELAÇÃO DOS MÉDICOS COM A INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS, ÓRTESES/ PRÓTESE E EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES Conhecer

Leia mais

Por que defender o Sistema Único de Saúde?

Por que defender o Sistema Único de Saúde? Por que defender o Sistema Único de Saúde? Diferenças entre Direito Universal e Cobertura Universal de Saúde Cebes 1 Direito universal à saúde diz respeito à possibilidade de todos os brasileiros homens

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 61 Discurso na cerimónia de criação

Leia mais

O direito humano ao envelhecimento e o impacto nas políticas públicas

O direito humano ao envelhecimento e o impacto nas políticas públicas Seminário Nacional Envelhecimento e Subjetividade: Desafios para uma cultura de compromisso social O direito humano ao envelhecimento e o impacto nas políticas públicas Comunicação: instrumento de formação

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Dispõe sobre a criação, a organização e as atribuições da Ouvidoria do Ministério Público Federal. O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS Universidade Federal da Bahia Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS Reunião de 18 de junho de 2010 Resumo

Leia mais

Código de Conduta FBN Brasil Instituto de Negócios Familiares (The Family Business Network - Brasil)

Código de Conduta FBN Brasil Instituto de Negócios Familiares (The Family Business Network - Brasil) Código de Conduta FBN Brasil Instituto de Negócios Familiares (The Family Business Network - Brasil) Revisado em Novembro de 2009. 1. Apresentação O FBN Brasil (The Family Business Network Brasil), cuja

Leia mais

LIDERANÇA INTEGRAL CONTEÚDO

LIDERANÇA INTEGRAL CONTEÚDO TREINAMENTO Levando em consideração que as empresas e pessoas têm necessidades diferentes, os programas de treinamento são personalizados para atender a demandas específicas. Os treinamentos são focados

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013 Política de Responsabilidade Corporativa Março 2013 Ao serviço do cliente Dedicamos os nossos esforços a conhecer e satisfazer as necessidades dos nossos clientes. Queremos ter a capacidade de dar uma

Leia mais

de Propaganda PARTE 2 UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 14 e 28.04.11

de Propaganda PARTE 2 UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 14 e 28.04.11 Etapas Planejamento de Campanha de Propaganda PARTE 2 UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 14 e 28.04.11 Agenda: Tipos de Campanhas Objetivo: Apresentar

Leia mais

Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos

Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos No dia 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou

Leia mais

DVD TRAINING WORKSHOP

DVD TRAINING WORKSHOP DVD TRAINING WORKSHOP BOX - NEGOCIANDO PARA GANHAR Estilo: Negociação Formato: 5 DVD s com aproximadamente 150 min de duração Investimento: R$399,00 + frete Principais tópicos: Como ouvir melhor tudo pode

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS A Conferência Geral, Lembrando que o Preâmbulo da Carta da Unesco refere-se a os princípios democráticos de dignidade, igualdade e respeito

Leia mais

Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto

Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto Declaração de Brighton sobre Mulheres e Desporto A I Conferência Mundial sobre Mulheres e Desporto realizou-se em Brighton, no Reino Unido, entre os dias 5 e 8 de Maio de 1994, reunindo à mesma mesa políticos

Leia mais

SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO

SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO SUGESTÕES PARA O DEBATE SOBRE O REGIMENTO INTERNO Os Fóruns estão começando a rever seus Regimentos Internos e conferindo se estes estão colaborando da melhor forma possível para seu funcionamento. Este

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO Este Código de Ética é público e reúne diretrizes que norteiam o comportamento dos Conselheiros, Dirigentes e Colaboradores

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com

Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com Reflexões sobre Empresas e Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com PRINCÍPIOS ORIENTADORES SOBRE EMPRESAS E DIREITOS HUMANOS (ONU, 2011): 1. PROTEGER 2. RESPEITAR 3. REPARAR Em junho de 2011, o

Leia mais

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964.

ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. ACORDO BÁSICO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA Assinado no Rio de Janeiro, a 29 de dezembro de 1964. Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 11, de 1966. Entrada em vigor (art. 6º, 1º) a 2 de maio de 1966. Promulgado

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios. www.siemens.

Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios. www.siemens. Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios www.siemens.com/compliance "A cultura de uma empresa e seus valores fazem a diferença.

Leia mais

DEMOCRÁTICA CARTA INTERAMERICANA

DEMOCRÁTICA CARTA INTERAMERICANA DEMOCRÁTICA CARTA INTERAMERICANA A ASSEMBLÉIA GERAL, CONSIDERANDO que a Carta da Organização dos Estados Americanos reconhece que a democracia representativa é indispensável para a estabilidade, a paz

Leia mais

DISCURSO DE FRANCIS BOGOSSIAN

DISCURSO DE FRANCIS BOGOSSIAN DISCURSO DE FRANCIS BOGOSSIAN na solenidade de posse do Conselho Consultivo e do presidente executivo da AEERJ Dia 28 de julho de 2014 Centro de Convenções da Firjan Minhas Senhoras e Meus Senhores, Gostaria

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 6 Comunidade Global Tema Direitos fundamentais do : Declaração Universal dos Direitos do OBJECTIVO: Participa consciente e sustentadamente na comunidade global 1. Leia, com atenção, a Declaração Universal

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta Ética das Empresas Concremat contempla os princípios que devem estar presentes nas relações da empresa com seus colaboradores, clientes,

Leia mais

Anexo II A ONU e as pessoas com deficiências

Anexo II A ONU e as pessoas com deficiências Anexo II A ONU e as pessoas com deficiências O compromisso das Nações Unidas para a melhoria do Estado das pessoas com deficiências Mais de quinhentos milhões de pessoas são portadoras de deficiências,

Leia mais