Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FAO PROJETO FAO UTF/BRA/064/BRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FAO PROJETO FAO UTF/BRA/064/BRA"

Transcrição

1 Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FAO PROJETO FAO UTF/BRA/064/BRA CONSULTORIA NACIONAL PARA REALIZAR ESTUDOS DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS Documento técnico e analítico contendo a consolidação dos relatórios estaduais e avaliação do conjunto das propostas e recomendações para a melhoria do PAA. Sexto Produto Objetivo: consolidação dos relatórios estaduais e avaliação do conjunto das propostas de todos os consultores do PAA, acompanhado de recomendações para a melhoria do Programa. Consultor: SERGIO PAGANINI MARTINS Fevereiro de 2010

2 SUMÁRIO Antecedentes Apresentação Principais desafios da execução do PAA Descrição dos principais problemas da operação do PAA Processamento dos problemas do PAA Estratégias e ações Considerações finais

3 Principais siglas utilizadas neste relatório AF: Agricultor Familiar ATER: Assistência Técnica e Extensão Rural CACS: Conselho de Acompanhamento e Controle Social CD: Compra Direta da Agricultura Familiar (modalidade do PAA) CDL: Compra Direta Local da Agricultura Familiar (modalidade do PAA) CS: Controle Social Conab: Companhia Nacional de Abastecimento DP: Diagnóstico Participativo DRP: Diagnóstico Rápido Participativo DS: Doação Simultânea pela Agricultura Familiar (modalidade do PAA) DRS: Desenvolvimento Rural Sustentável EAS: Entidade de assistência Social FE: Formação de Estoque pela Agricultura Familiar (modalidade do PAA) ICS: Instância de Controle Social MDA: Ministério do Desenvolvimento Agrário MDS: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome ONG: Organização Não Governamental PAA: Programa de Aquisição de Alimentos Pronaf: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar SESAN: Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional Sureg: Superintendência Regional da Conab TOR: Termo de Referência UF: Unidade da Federação 3

4 Resumo Este relatório consolida os relatórios estaduais e realiza a avaliação do conjunto das propostas de todos os consultores do PAA, acompanhado de recomendações para a melhoria do do PAA. Antecedentes O Termo de Referência expedido pela SESAN/MDS em parceria com a FAO estabeleceu como objetivo desta Consultoria Nacional o acompanhamento da gestão do PAA, nos locais de abrangência do programa, de modo a acompanhar e sistematizar o resultado das atividades dos consultores que trabalharão em campo monitorando a sua operacionalização. O trabalho dos consultores estaduais até o presente momento tem contribuído para conhecer as particularidades da operação das modalidades do PAA em cada estado e para desenvolver atividades de monitoramento, controle e mobilização social. O principal objetivo dessas ações visa ampliar os processos de controle social do PAA, tanto na ponta dos agricultores familiares fornecedores do programa quanto das famílias e entidades beneficiárias que recebem as doações. O conjunto de ações desencadeadas compõe um estudo planejado e sistematizado pelo Consultor Nacional, que se desenvolve com a elaboração de cinco produtos, os quais são descritos da seguinte forma: 1. Documento técnico e analítico contendo o método de gestão e desenvolvimento de instrumentos de acompanhamento/supervisão/monitoramento e avaliação que deverão ser aplicados pelos consultores nas atividades do PAA. 2. Documento técnico e analítico de capacitação dos consultores estaduais para monitoramento e operacionalização do PAA, etapa I (sobre as políticas públicas de SAN e ao PAA, metodologia de Diagnóstico Rápido Participativo - DRP e outras técnicas participativas) e respectivo relatório de atividades. 3. Documento técnico e analítico contendo sistematização dos DRPs (Diagnósticos Rápidos Participativos) elaborados pelos consultores estaduais do PAA. 4. Documento técnico e analítico contendo o planejamento das oficinas bem como a estruturação, consolidação dos cronogramas e resultados das oficinas de controle social a serem realizadas nos Estados. 5. Documento técnico e analítico de realização de capacitação dos consultores estaduais, etapa II, avaliando os resultados alcançados na 1ª. Fase do trabalho e realizando a qualificação dos mesmos para a fase final dos trabalhos. 6. Documento técnico e analítico final contendo consolidação dos relatórios estaduais e avaliação do conjunto das propostas de todos os consultores do PAA, acompanhado de recomendações para a melhoria do Programa. O primeiro produto descreveu os aspectos metodológicos que orientaram a execução de todas as atividades desta consultoria e a metodologia empregada pelos Consultores Estaduais para a elaboração de cada um dos relatórios propostos. Apresentou os instrumentos de coleta de dados e informações para serem utilizadas junto aos gestores e atores locais e entidades de representação dos agricultores familiares, participantes da execução do PAA nos estados. Com base no seu conteúdo 4

5 foi elaborado o Manual para o M & A do PAA, disponibilizado para subsidiar as atividades cotidianas dos Consultores Estaduais. O segundo produto esteve voltado para a avaliação da capacitação dos Consultores Estaduais com a apresentação da síntese conceitual da visão da metodologia de DRP, utilizada para orientar a avaliação participativa das diferentes modalidades do PAA. O terceiro produto tratou do diagnóstico detalhado da execução das diferentes modalidades do PAA pelos agentes operadores: i) Conab; ii) Estados; e, iii) Municípios. Foi feita uma síntese do processo de avaliação participativa apresentado pelos consultores estaduais, considerando os Diagnósticos de Gestão e os Diagnósticos Rápidos Participativos, das diferentes modalidades, elaborados pelos consultores estaduais. O produto 4 tratou do planejamento das oficinas de controle social do PAA, detalhando passo a passo a ação dos consultores estaduais, responsáveis pela sua coordenação. Além disso, apresentou os resultados dessas oficinas estaduais. Foi elaborado após a realização da oficina de controle social, para atender ao escopo definido para o produto no Termo de Referência.. O quinto produto foi referente a fase II da capacitação dos consultores, instrumentalizando-os para a etapa final dos trabalhos, voltada para o monitoramento e mobilização social e a ampliação dos processos de controle social do PAA. Com base no conteúdo deste produto foi elaborado um material de subsidio para os consultores estaduais, apoiando a adequada execução das atividades da oficina estadual de controle social. Este produto final contém uma síntese das principais sugestões coletadas ao longo do processo de diagnóstico e avaliação participativa, acompanhado de recomendações para a melhoria do Programa. 5

6 1. Apresentação Este é o sexto e último produto da consultoria voltada para realizar estudos de avaliação e monitoramento do Programa de Aquisição de Alimentos - PAA. Para a concretização deste objetivo a SESAN no âmbito do Projeto FAO estruturou uma equipe composta por um consultor nacional e 15 consultores com atuação em diferentes estados da federação onde é desenvolvido o PAA. Este Consultor Nacional realizou o acompanhamento e a sistematização dos resultados das atividades dos consultores estaduais que atuaram em atividades de monitoramento e mobilização voltadas para o aprimoramento do controle social do PAA e no acompanhamento da sua gestão. Também coordenou o processo de qualificação dos consultores estaduais para o desenvolvimento das atividades previstas. Este produto representa um fechamento de todo o trabalho realizado, tendo um enfoque predominantemente qualitativo, direcionado para a sistematização dos principais problemas identificados. Com a estruturação desta síntese foi possível a realização de uma avaliação organizada da execução das principais modalidades do PAA, sendo elaborado um conjunto de propostas englobando as sugestões para a melhoria do Programa, coletadas pelos consultores estaduais ao longo da realização dos diagnósticos e avaliações participativas. Neste processo desenvolvido ao longo dos últimos 8 meses foram realizados 59 diagnósticos de gestão, 81 reuniões e oficinas de avaliação participativa sobre a execução de diferentes modalidades do PAA e produzidos 24 Estudos de Caso, retratando a execução de determinadas modalidades do PAA em algumas localidades. Este conjunto de elementos esteve distribuído em 76 relatórios, analisados integralmente pelo Consultor Nacional. O acúmulo de conhecimentos e informações ao longo deste processo e o alicerce sobre o qual se deu a construção deste relatório. Este relatório está estruturado com a apresentação dos principais desafios da operação do PAA. Estes desafios foram agregados por afinidade temática num conjunto de problemas estruturados. Para aprofundar a compreensão dos mesmos, foi feito o seu processamento, com a abordagem das causas, manifestações e conseqüências. O capitulo seguinte trata da proposição de estratégias e ações capazes de enfrentar os problemas apontados e minorar os impactos negativos sobre a execução do PAA. As sugestões apresentadas visam ampliar o acesso e melhorar a gestão do PAA tanto no âmbito nacional quanto local. O que fica evidente é que a maior parte dos problemas emerge de déficits importantes nos processos de regulamentação, regulação dos processos de execução e no suporte a gestão. Além disso, há problemas operacionais importantes que afetam a execução do PAA, cuja compreensão é fundamental para a devida superação. Para finalizar este relatório são apresentadas algumas considerações finais de caráter geral relacionadas a necessidade de discussão mais aprofundada dos problemas e estratégias propostas, visando a posterior adoção das medidas. Assim, os méritos deste relatório estão afetos a capacidade de organizar os problemas identificados ao longo de um extenso processo de atividades de diagnóstico e avaliação participativa, de forma estruturada e apresentar estratégias, para serem submetidas a um processo mais amplo de discussão, validação e colocação em prática. 6

7 2. Principais desafios da execução do PAA O PAA apresenta uma multiplicidade de agentes operadores e de formas de operacionalização das suas modalidades que configuram um cenário de grande diversidade na sua operacionalização. Essa diversidade é uma das suas principais virtudes, conferindo-lhe flexibilidade e capacidade de adaptação às diferentes realidades locais para promover o atendimento aos diversos públicos. Assim, o PAA possui importante capacidade de oferecer respostas imediatas às crises localizadas, resultantes, sobretudo, de suas diferentes modalidades e diversidade das operações, capaz de promover e apoiar o surgimento de novos e importantes arranjos produtivos. Se por um lado esta característica se constitui numa virtude para a operação do PAA, por outro torna extremamente complexo seu processo de gestão. O intensivo processo de diagnóstico de gestão e de avaliação participativa da execução das diferentes modalidades do PAA sob coordenação do MDS, junto aos seus agentes operadores (unidades da Conab, gestores municipais e estaduais) permitiu identificar e aprofundar a compreensão de muitos desafios que se apresentam para o aprimoramento da gestão do PAA. De um modo geral esses desafios estão presentes em todas as etapas do processo e são de responsabilidade de todos os participantes na execução da modalidade e principalmente dos envolvidos no seu processo de gestão. Desta forma, não se pode pretender que eles se constituam em novidade para os técnicos e gestores da SESAN, bastante familiarizados com os diferentes aspectos relativos a operação do PAA. Ao contrário, a quase totalidade dos mesmos é bastante conhecida, mas seu equacionamento não é tarefa trivial. Requer uma compreensão aprofundada de todos os aspectos envolvidos. 2.1 Os 10 principais problemas da operação do PAA O PAA é um programa complexo, de grande magnitude, operado em um conjunto amplo e diversificado de municípios brasileiros. Na sua execução intervêm muitos atores, além dos diversos parceiros que desempenham funções operacionais. Esta sistemática de execução descentralizada, faz com que várias externalidades negativas, muitas delas advindas das culturas organizacionais e da forma de operação dos parceiros, sejam incorporadas a operacionalização das modalidades. Claro que nem só aos parceiros podem ser creditadas as responsabilidades pelas dificuldades enfrentadas. Na relação das mais importantes, pode-se identificar algumas que remetem a origem do Programa, e outras que foram ganhando magnitude e importancia em função da ampliação da sua escala. Com base em tudo que foi levantado pelos consultores estaduais na sistematização dos diagnósticos e avaliações participativas, os principais problemas foram caracterizados da seguinte forma: 1. Planejamento: ausência de um método anual transparente, com a participação dos parceiros, capaz de programar a execução anual de todas as modalidades do PAA; 2. Comunicação: não existe um projeto de comunicação para o PAA, capaz de assegurar uma identidade para a população; 3. Regulamentação: a lei de criação do PAA não foi alterada desde a sua criação e atualmente há uma grande necessidade de aprimoramento de sua gestão, o que impõe maior detalhamento da norma, e sugere a a necessidade de elaboração de uma nova lei para definir regras para a sua execução; 4. Qualificação dos parceiros: os processos de qualificação dos parceiros têm sido timidos e insuficientes para apoiar a gestão adequada de um programa bastante complexo, como o PAA; 7

8 5. Sistema de apoio a gestão: todos os parceiros se ressentem de um sistema informatizado nacional, capaz de dar suporte a gestão das diversas modalidades do PAA; 6. Articulação e complementaridade: ainda há déficits de articulação do PAA com outras políticas, programas e ações no âmbito local, notadamente com a ATER para os AFs; 7. Controle Social: os mecanismos de controle social sobre a execução do PAA são muito tênues e praticados de modo protocolar, não se aplicando a todas as suas modalidades; 8. Monitoramento e avaliação: não há uma metodologia de monitoramento sobre a execução do PAA; 9. Atrasos nos pagamentos: o mais recorrente problema apontado em realçao a operação do PAA se refere ao atraso no pagamento dos agricultores familiares beneficiários. Este problema é especialmente importante nas modalidades Leite e CDLAF, nas quais os recursos para as aquisições são repassados ao parceiro, para que este efetue o pagamento dos Afs. Desta forma, todas as ineficiências de seus sistemas de compras, empenho e pagamento são incorporados a execução da modalidade, com graves consequências para a imagem do PAA; 10. Entraves operacionais: além do atraso no pagamento aos Afs, o maior e mais comum problema enfrentado pelo PAA no âmbito local, existem outros tantos problemas operacionais que requerem sistematização, estruturação e processamento, visando aprimorar a execução do PAA. 2.2 Processamento dos problemas do PAA A operação do PAA gera problemas que afetam os beneficiários em geral, com os quais os técnicos e gestores da SESAN têm que lidar. Importante é que para a sua superação os problemas devem ser corretamente identificados e interpretados sob os vários pontos de vista dos atores sociais envolvidos. A análise e a proposição de estratégias para a superação dos problemas requer que eles sejam descritos e processados. Uma verificação das relações causais entre eles, ou seja, a análise de quais deles configuram como sendo causa ou conseqüência, leva a sua correta identificação e a proposição de alternativas para a sua resolução eficiente, com ações que possam atacar diretamente suas causas. Para melhor compreender os problemas que interferem na operacionalização do PAA é preciso realizar o seu processamento, o que significa identificar suas causas, manifestações e conseqüências. Só a partir desta sistematização é possível apontar sugestões visando o seu equacionamento. O processamento dos principais problemas identificados pela avaliação participativa das modalidades está sistematizado nos quadros seguintes. Apesar de trabalhar por problemas, a abordagem adotada evitou a fragmentação da realidade e a perda da visão global, buscando uma abordagem integral da execução do PAA, por meio de uma construção sistêmica e abrangente de todas as variáveis que requerem análise. 8

9 PROBLEMA 1: INEXISTÊNCIA DE UMA SISTEMÁTICA ANUAL DE PLANEJAMENTO, COMPARTILHADA COM PARCEIROS E COM INSTRUMENTOS PREVIAMENTE DEFINIDOS. Atualmente não existe uma sistemática anual de planejamento da execução do PAA, compartilhada com os parceiros executores, apesar da disponibilidade de dados e do acúmulo de experiência operacional. A implantação de uma sistemática consolidada de planejamento para o PAA contribuiria para criar maior sinergia com outros programas e ações e para o fortalecimento da sua execução junto aos parceiros operadores. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Inexistência de método e instrumentos para o planejamento anual da alocação de recursos no PAA; Ausência de uma lógica sistematizada de definição da alocação de recursos por UF, sobretudo, nas modalidades DS e FE; Ausência de instrumentos de planejamento anual quanto à utilização dos recursos do PAA; Ausência de uma sistemática anual de planejamento da utilização dos recursos do PAA, por estado; Falta de critério consolidado quanto à alocação de recursos do MDA ou MDS na modalidade que compartilham FE. Insuficiência de indicadores quanto à necessidade de recursos para as modalidades DS e FE nos estados; Suregs não sabem a priori, os recursos que dispõem e as diretrizes e prioridades para a alocação de recursos na DS e FE; Liberação de recursos em descordo com as necessidades e prazos relacionados à safra dos diferentes produtos nas UF; Ausência de critérios consolidados para a priorização da alocação de recursos nas modalidades do PAA e nas UFs; Suregs utilizam recursos de MDS e MDA modalidade FE conforme sua conveniência. Dificuldade em planejar a utilização dos recursos disponíveis; Dependência total das informações da Conab para o planejamento da execução das modalidades DS e FE; Desequilíbrio regional e nos estados na alocação dos recursos; Ineficiência na utilização dos recursos disponíveis; Dificuldade em fazer valer as prioridades estabelecidas pelo MDS para o PAA; Dificuldades em assegurar a continuidade de execução de propostas importantes; Perda de eficiência na execução das diferentes ações do PAA no âmbito local. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; DIGEM/CONAB; SUREGs; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS PROBLEMA 2: INEXISTÊNCIA DE UM PROJETO DE COMUNICAÇÃO PARA O PAA, INTEGRADOR DE SUAS MODALIDADES E DE ABRANGÊNCIA NACIONAL. O PAA se ressente da falta de um projeto de comunicação originado no Governo Federal capaz de assegurar a sua identidade nacional. Ademais é preciso criar uma orientação e coordenar a comunicação com parceiros, beneficiários e sociedade em geral e assegurar uma identidade visual para o PAA que reforce a sua marca. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Social Inexistência de um projeto nacional de comunicação Diversidade de denominações das modalidades do PAA em Baixa vinculação do PAA como uma ação do Governo 9

10 para o PAA; Inexistência de uma mídia nacional para a comunicação do PAA para beneficiários e sociedade em geral; Ausência de um manual de identidade visual para a marca, que oriente a sua utilização em postos de distribuição, rótulos dos produtos, veículos, material de divulgação, etc; cada local de operação; Baixo grau de identificação das estruturas e postos de distribuição do PAA com a sua identidade visual; O PAA não possui uma identidade nacional capaz de integrar suas diferentes modalidades sob uma marca única; Divulgação local do PAA excessivamente direcionada para as entidades de representação dos Afs; Existência de disputa local pela paternidade do PAA, sem que haja o devido esclarecimento do papel de cada ator no seu desenvolvimento; Muitas organizações participantes desconhecem o funcionamento do PAA; Federal; Fragmentação do PAA sob diferentes denominações; Impactos sobre a credibilidade, dificultando a comunicação local do PAA; Baixa identidade do PAA para o seu controle social, enfraquecendo a percepção da população quanto a concepção de segurança alimentar adotada pelo Governo Federal; Vinculação personalista e paternal do PAA a um benfeitor, o que o fragiliza como política pública de estado. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA; DIGEM/CONAB; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS. Institucional Pouca interlocução direta da SESAN com as cooperativas e organizações de Afs participantes. Insuficiente orientação estratégica para a atuação dos parceiros quanto à execução das modalidades do PAA. Ausência de uma diretriz unificada e de um plano claro de comunicação para beneficiários e parceiros. Baixo grau de uniformidade na execução das diferentes modalidades do PAA de acordo com a localidade; Cada parceiro operador comunica de modo particular o PAA para beneficiários e parceiros; Os parceiros se ressentem da demora no processo de comunicação com a SESAN. O potencial de comunicação do PAA não é plenamente explorado; PAA operado em desacordo com as orientações do MDS; Compreensão inadequada quanto à execução das modalidades do PAA; Funcionamento inadequado do PAA em diversas localidades. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA. PROBLEMA 3: A REGULAMENTAÇÃO ATUALMENTE VIGENTE DO PAA NÃO ATENDE A TODAS AS SUAS NECESSIDADES PARA A OPERAÇÃO CONTINUADA E SIMPLIFICADA. 10

11 Seria desejável uma regulamentação mais abrangente para o PAA, capaz de contribuir para o aprimoramento de sua operação, eliminando o risco da sua descontinuidade e simplificando a relação com os parceiros no repasse de recursos a partir de indicadores de eficiência operacional. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Regulamentação inadequada do PAA para a sua operação continuada; Repasse de recursos mediante a celebração de convênios é inadequada para o PAA; A celebração de convênio requer um excessivo grau de detalhamento na elaboração da proposta de participação e no Plano de Trabalho apresentado ao MDS; Os convênios implicam em restrições quanto às contrapartidas aceitáveis na execução do PAA; Há importantes componentes ausentes na Lei do PAA, como a regulamentação do CS e a identificação de indicadores de execução. Descontinuidade das operações em decorrência da necessidade de renovar convênios e na liberação anual do orçamento; Necessidade de apontar AFs e respectivos produtos adquiridos nos convênios celebrados com o MDS, elementos muito dinâmicos; Parceiros com dificuldades em reunir as informações requeridas para a prestação de contas. Os parceiros incorrem em muitas despesas na operação do PAA que não são aceitas pelo MDS como contrapartida; Interrupção das compras e da distribuição de alimentos pelo PAA; Falta de recursos para a operacionalização adequada do PAA no âmbito local; Custos elevados dos parceiros para operacionalização do PAA; Dificuldade na aprovação da prestação de contas parcial em face de pequenas mudanças ocorridas na execução do PAA e de receber a parcela de recursos; Dificuldade em realizar a Prestação de Contas de forma satisfatória; Baixo número de convênios encerrados e aprovados; RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA; CASA CIVIL; GRUPO GESTOR. PROBLEMA 4: MECANISMOS DE QUALIFICAÇÃO DOS PARCEIROS INSUFICIENTE, CONSIDERADA A COMPLEXIDADE DO PAA E OS DIFERENTES REQUISITOS PARA A SUA ADEQUADA GESTÃO. Aos parceiros na operação do PAA, além das atividades relativas a gestão da modalidade incumbe a articulação entre produção e consumo no âmbito local, o que não é trivial e requer uma grande capacidade de planejamento para funcionar satisfatoriamente. O desempenho dessas atribuições requer a qualificação dos técnicos e gestores. Seria desejável que houvesse um processo sistemático e compulsório de qualificação para adesão ao PAA, extensivo a um número significativo de gestores e técnicos envolvidos na sua operação. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS O PAA é um programa relativamente novo e requer a incorporação de Inovações aos conceitos de gestão Técnicos e gestores dos parceiros com baixo grau de qualificação para operar o Parceiros despreparados para a operacionalização do PAA; Dificuldade pelo parceiro em 11

12 pública pelos parceiros para sua operação; Baixa experiência acumulada dos parceiros na operação do PAA; O PAA requer uma elevada capacidade de articulação entre produção e consumo que os municípios não realizam de forma rotineira; Os municípios não possuem estrutura e procedimentos adequados a gestão e operação do PAA; Além dos estados e municípios parceiros, há uma baixa disponibilidade de qualificação para as organizações de Afs. PAA; Dificuldades de técnicos e gestores em operacionalizar o PAA nos termos preconizados pela SESAN; Período muito grande de tempo entre a assinatura do convênio com o MDS e o inicio da operação; Patamares bastante reduzidos de aplicação de recursos no curto e médio prazo desde a celebração do convênio; Os arranjos institucionais montados para a execução das modalidades do PAA são bastante diferenciados entre os estados, dentando a necessidade de suprir diferentes necessidades, com atribuições dispersas em diferentes órgãos. operar o PAA mesmo após receber os recursos do MDS; Baixos níveis de aplicação de recursos do PAA; PAA operacionalizado em desacordo com as diretrizes preconizadas; Baixo grau de compreensão por parte dos atores envolvidos quanto ao funcionamento do PAA; Muitos executores das modalidades do PAA promovem a inclusão de Afs no PAA orientados pela lógica do abastecimento de produtos, secundarizando a inclusão daqueles com maiores dificuldades de inserção no mercado e contribuido para uma focalização indevida dos beneficiários fornecedores. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA; DIGEM/CONAB; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS; ORGANIZAÇÕES DE AFS; ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. PROBLEMA 5: INEXISTÊNCIA DE UM SISTEMA INFORMATIZADO DE APOIO À GESTÃO DISPONIVEL PARA TODOS OS PARCEIROS E DE FÁCIL ALIMENTAÇÃO E USO. Para um programa complexo como o PAA a ausência de um sistema informatizado de suporte a gestão é um entrave importante. Um sistema de gestão para o PAA deve ser capaz de conciliar as atribuições das diferentes instituições envolvidas e ser dotado das funcionalidades requeridas no controle dos principais parâmetros de execução, tais como o limite de aquisição de mercadorias para cada AF e ser capaz de gerar os relatórios gerenciais necessários, possibilitando o estabelecimento dos vínculos entre as operações e assegurando a sua fluidez. Um sistema deste porte deve ser amigável e operar via web. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Não desenvolvimento pelo MDS de um sistema de gerenciamento integral para o PAA, abarcando as suas diferentes modalidades. Falta de dados sistematizados, em tempo real, sobre a operação do PAA; Dificuldades dos parceiros operadores em realizar os controles necessários entre as modalidades; Falta de controle e tempo real quanto à execução do PAA; Os parceiros têm dificuldades em realizar a gestão do PAA; Apenas algumas modalidades contam com algum sistema informatizado de apoio a sua 12

13 Pagamento em desconformidade com as regras do PAA para alguns Afs beneficiários; Limitações dos parceiros em repassar ao MDS as informações sobre a execução do PAA; Desenvolvimento de sistemas próprios de gestão pelos parceiros sem todas as funcionalidades desejáveis. gestão, mas ainda incompletamente desenvolvidos; Insuficiência de instrumentos para o controle do limite de compras por AF participante; Os sistemas existentes não atendem a todos os requisitos que seriam desejados de um sistema de suporte informatizado. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS. PROBLEMA 6: A ARTICULAÇÃO DO PAA COM OUTRAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E AÇÕES NO ÂMBITO LOCAL AINDA NÃO É CAPAZ DE ATENDER A TODO O ESPECTRO DE SUAS NECESSIDADES. Apesar dos inegáveis avanços alcançados ao longo destes anos de operacionalização, ainda há importantes déficits de articulação do PAA com outras políticas, programas e ações no âmbito local, notadamente com a ATER para os AFs e as estruturas de desenvolvimento social. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Inexistência de iniciativas para a articulação do PAA com as políticas em cursos no estado para a AF, ações e parceiros locais. Oferta de Ater aquém das necessidades das organizações de Afs para as modalidades do PAA; Organizações de AFs despreparadas para o PAA; Pouca internalização do PAA pelas estruturas dos governos locais; Desconhecimento do PAA por parte de muitos órgãos locais. Muitas instituições desconhecem o PAA e sua importância para a AF e a SAN; Pouca articulação do PAA com outros programas e ações voltados para a AF e o desenvolvimento social no âmbito local; Produção de baixa qualidade ou inadequada para o PAA; Comercialização ineficiente da produção pelo PAA; Planejamento inadequado da produção para o PAA; Estrutura das organizações beneficiárias inadequadas para o integral aproveitamento dos Ausência de determinados produtos na pauta do PAA; Prejuízos para os Afs e suas organizações; Ineficiências das organizações de Afs na comercialização e/ou processamento da produção; PAA não cria todas as sinergias possíveis no âmbito local; Baixo grau de envolvimento de órgãos de desenvolvimento social na operacionalização do PAA; Menor eficiência e eficácia na implementação do PAA. 13

14 benefícios do PAA. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA; DIGEM/CONAB; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS. PROBLEMA 7: O CONTROLE SOCIAL SOBRE A EXECUÇÃO DO PAA É INSUFICIENTE PARA AS SUAS NECESSIDADES, SENDO FRAGMENTADO E PROTOCOLAR NA IMENSA MAIORIA DOS CASOS. Não há uma regulamentação clara sobre o CS do PAA e seu exercício se confronta com a fragilidade organizacional dos conselhos locais. O aprimoramento da gestão do PAA requer uma regulamentação adequada de seu controle social e, sobretudo, a adequada constituição e estruturação das ICS para o pleno exercício de suas atribuições. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Ausência de regulamentação legal de nível elevado para o tema; Desinteresse dos parceiros em criar as ICS; Insuficiência de capital social no âmbito local. Baixo grau de acompanhamento das organizações participantes das modalidades do PAA; CS sobre o PAA executado de forma protocolar visando a aprovação das Propostas de Participação; Ações típicas do CS pouco exercitadas em relação às modalidades do PAA; Expectativas e visões muito diferenciadas em relação ao controle social do PAA. Baixo grau de controle sobre a execução do PAA; Baixo número de visitas realizadas nas organizações participantes; Desvirtuamentos na execução do PAA. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA; DIGEM/CONAB; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS; ÓRGÃOS COLEGIADOS DE CONTROLE SOCIAL. PROBLEMA 8: AUSÊNCIA DE UMA SISTEMÁTICA CONSOLIDADA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO, COMPARTILHADA PELOS DIVERSOS OPERADORES DO PAA. Uma das virtudes do PAA está no atendimento plural que propicia, beneficiando além de AFs, entidades assistenciais, escolas, creches, asilos e outras tantas instituições que prestam assistência às famílias carentes. O M&A do PAA, além de um elevado grau de articulação em nível local requer um sistema que facilite o acompanhamento do desempenho e forneça as informações gerais em tempo, para aprimorar a sua gestão. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS No desenho do PAA não foi observado nenhum mecanismo eficiente de monitoramento que tornasse Baixo grau de monitoramento da execução do PAA; Ausência de informações Falta de coordenação sobre a execução do PAA; Impossibilidade de atuar em 14

15 a sua gestão controlada; Há importante superposição de atuação entre modalidades no âmbito local, o que fortalece a necessidade de mecanismos de interação entre os executores. sobre como está ocorrendo a utilização dos recursos ao longo do exercício; Execução desequilibrada e desigual do PAA entre as regiões e UF. tempo para corrigir rumos ao longo do exercício. Indefinição de indicadores de M&A e de uma estratégia simples (por ser balizada por metas e objetivos claramente definidos a priori) de monitoramento e avaliação estratégica contínua. Baixa eficiência na utilização dos recursos disponíveis. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; SAF/MDA. PROBLEMA 9: ATRASO NO PAGAMENTO AOS AFs FORNECEDORES Nas modalidades nas quais o pagamento dos AFs participantes é uma atribuição dos parceiros, estes são realizados sob a mesma lógica e estrutura burocrática dos demais pagamentos, incorrendo em atrasos significativos que impactam negativamente a execução do programa. A resolução deste problema requer uma nova lógica de operação para o PAA, devidamente regulamentada e apoiada num sistema de gestão adequado a sua magnitude. Atualmente, nenhum parceiro consegue cumprir o prazo estipulado de 10 dias para o pagameto do agricultor. Já há casos de desistência da participação dos Afs no PAA em face do atraso no pagamento. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Estrutura organizacional e procedimentos administrativos dos parceiros inadequados para a realização de pagamentos com a agilidade requerida; Pouca disponibilidade dos parceiros para promover mudanças procedimentais e de estrutura para operar adequadamente o pagamento do PAA. Inexistência de uma sistemática centralizada de pagamento aos AFs do PAA que supere as ineficiências das estruturas municipais e estaduais. O atraso no pagamento aos Afs é o maior e mais comum problema enfrentado pelo PAA no âmbito local; Descumprimento do prazo de 10 dias para pagamento estabelecido na regulamentação do PAA; Desistencia de Afs em participar de determinadas modalidades do PAA. Perda de credibilidade do PAA junto aos AFs fornecedores; Perda de efetividade do PAA para melhorar a renda dos AFs; Comprometimento da imagem do PAA perante os participantes. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS 15

16 PROBLEMA 10: EXISTÊNCIA DE ASPECTOS OPERACIONAIS NÃO COMPLETAMENTE ADEQUADOS A EXECUÇÃO DO PAA QUE REPRESENTAM ENTRAVES PARA O SEU DESENVOLVIMENTO. A operação das modalidades do PAA suscita uma série de entraves operacionais: acesso a DAP; metodologia de formação de preços; necessidade de normatização sanitária adequada a produção da agricultura familiar; tributos; emissão da Nota Fiscal; logística de transporte e distribuição dos produtos; tipos de produtos adquiridos, dentre outras. O equacionamento satisfatório destas questões passa pela discussão aprofundada de cada um, com a participação dos parceiros, tendo clareza de que a solução de muitas dessas questões pode impulsionar o processo de desenvolvimento em nível local e elevar a participação da AF nesse processo. CAUSAS MANIFESTAÇÃO CONSEQÜÊNCIAS Limitação de acesso à DAP por parte de grupos de beneficiários fornecedores AFs sem conseguir obter a DAP; Irregularidades na concessão da DAP; Órgãos responsáveis pela emissão de DAP desaparelhados para o atendimento das necessidades do PAA. Dificuldades de obtenção da DAP em vários estados, principalmente quando a sua emissão depende do INCRA; Existência de duas DAPs na mesma unidade familiar; AFs impedidos de participar do PAA por falta de DAP. Restrição de participantes de Afs e assentados no PAA; Focalização indevida do PAA; Burla oa sistema de cotas por AF. RESPONSÁVEIS SAF/MDA; INCRA Metodologia de Formação de Preços não assimilada e questionada pelos parceiros Falta de um critério claro e unificado para a definição de preços dos produtos; Sistema inadequado incapaz de refletir a realidade do mercado local. Reclamações em relação aos preços estabelecidos; Utilização de metodologias diferentes para a definição de preços no PAA; Modalidades praticando preços diferenciados; Limitação a inclusão de produtos na pauta; Preços díspares do PAA entre modalidades, estados e municípios. RESPONSÁVEIS DIGEM/CONAB; SESAN/MDS; GRUPO GESTOR Normatização das questões sanitárias inadequadas a estrutura e necessidades da AF. Legislação sanitária inadequada a produção da AF. Produção da AF não atende as exigências legais; Exclusão de produtos e produtores do PAA. Restrição a comercialização de determinados produtos; PAA trabalha com produtos sem atender a todos os requisitos da legislação sanitária. RESPONSÁVEIS SAF/MDA; MAPA 16

17 Dificuldade dos AFs em recolher os tributos relativos ao processo de comercialização Inexistência de legislação especifica para a AF em alguns estados; Desconhecimento da sistemática pelos parceiros operadores; Custos operacionais elevados; Não recolhimento correto dos tributos; Excesso de burocracia para realizar os recolhimentos; Dificuldades operacionais em realizar os recolhimentos. Insatisfação dos AFs com as providências relativas ao recolhimento dos tributos; Perda de tempo no processamento dos pagamentos do PAA. RESPONSÁVEIS ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS Dificuldades para a Emissão da Nota Fiscal pelo AF Dificuldades de logística e burocráticas para o AF na emissão da NF; Custos elevados para emissão da NF; Dificuldade em obter NFs avulsas para os AFs. Vários obstáculos para a juntada da NF aos processos de pagamento; Procedimentos incorretos por parte dos parceiros. Insatisfação dos AFs com as providências relativas ao recolhimento dos tributos; Perda de tempo no processamento dos pagamentos do PAA. RESPONSÁVEIS ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS Logística de transporte inadequada para a operação das modalidades do PAA Falta de frota adequada para atender as necessidades do PAA. Dificuldades em realizar o transporte das mercadorias dos AFs; Dificuldades em proceder a distribuição dos produtos adquiridos pelo PAA. Insatisfação dos AFs com os custos de transporte; Custos elevados na execução do PAA; Restrição a participação de AFs no PAA; Perda de qualidade dos produtos do PAA. RESPONSÁVEIS ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS Insuficiente e deficiente rede de Postos e Centrais de Distribuição para os produtos do PAA Falta de infra-estrutura adequada para atender as necessidades do PAA; Pequena quantidade de postos e centrais de distribuição; Postos e centrais de distribuição inadequadamente Postos e Centrais de Distribuição com fortes limitações para atender as necessidades do PAA; Rede de postos e centrais de distribuição em quantidade insuficiente para o adequado atendimento do PAA. Custos elevados na execução do PAA; Restrição a participação de AFs no PAA; Perda de qualidade dos produtos do PAA; Prejuízos para a imagem do 17

18 aparelhados para cumprir suas atribuições. PAA junto ao público RESPONSÁVEIS ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS Produtos adquiridos em desconformidade com a regulamentação do PAA Aquisição de produtos (panificados e massas p. Ex.) não fabricados em agroindústria familiar ou com matéria prima não oriunda da agricultura familiar, coloca-se em desacordo com as normas vigentes; Compra da multimistura (MG e BA) que não é produto da agricultura familiar e de papel questionável na nutrição da população; Questionamentos de alguns setores quanto a determinadas aquisições; Solicitação para a aquisição de ervas medicinais para chás e para fitoterapia pelo PAA. Eventuais questionamentos advindos de fiscalizações no programa; Eventual queixa quanto a efeitos indesejaveis de determinados produtos na alimentação dos beneficiários; Ausencia de critérios claros quanto a inclusão de produtos na pauta. RESPONSÁVEIS SESAN/MDS; DIGEM/CONAB; ESTADOS E MUNICIPIOS PARCEIROS 3. Estratégias e Ações São propostas a seguir estratégias e ações capazes de enfrentar os problemas apontados. ESTRATÉGIA 1 IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SISTEMÁTICA DE PLANEJAMENTO ANUAL PARA A EXECUÇÃO DO PAA. AÇÕES Implantar um sistema informatizado de aferição da demanda dotado de dados de AFs fornecedores e entidades beneficiárias, por município, com elementos que delimitem sua capacidade de produção, estocagem e armazenamento de produtos; Elaborar cadastro com todas as entidades que participaram do PAA, desde 2003, apontando sua capacidade de estocagem e/ou processamento e produção e volumes e atendimento a pessoas em situação de insegurança alimentar; Definir calendário anual de planejamento e execução do PAA, envolvendo o tratamento de informações e a realização de reuniões que permitam projetar a demanda e planejar a alocação de recursos com a antecedência requerida; Definir prioridades de atuação anualmente, quanto a territórios, beneficiários e produtos a serem apoiados pelo PAA, orientando a busca ativa dos parceiros; Comunicar todas as prioridades de execução aos parceiros executores, estabelecendo metas de trabalho e buscando a convergência das ações em torno de metas comuns. EXECUTOR SAF/MDA 18

19 ESTRATÉGIA 2 DEFINIÇÃO DE UM PLANO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO PARA O PAA AÇÕES Elaborar um Plano de Mídia Nacional para o PAA, visando difundir sua concepção e apoiar a integração das diversas modalidades sob uma lógica única; Elaborar um Manual de Comunicação para o PAA, contendo regras claras quanto ao uso da marca, as diferentes situações e a aplicação da mesma em prédios, veículos, materiais impressos, etc.; Atualizar anualmente o Manual de Operações de forma detalhada contendo capítulos sobre o direcionamento de cada modalidade, requisitos das organizações para participação, etc., de modo que o mesmo possa auxiliar efetivamente para que as operações sejam bem sucedidas; Elaborar material de divulgação, direcionado para as organizações de Afs, contendo apresentação padrão (em Power Point) para reuniões e seminários e material impresso. Estabelecer diretrizes para a comunicação com instituições parceiras e com as organizações de Afs, potenciais beneficiárias e para as entidades socioassistenciais. Disseminar essas diretrizes de forma igualitária para todos os parceiros executores. EXECUTOR SESAN/MDS e SAF/MDA. ESTRATÉGIA 3 APRIMORAMENTO DA REGULAMENTAÇÃO PARA O PAA AÇÕES Proposição de Projeto de Lei para o PAA regulamentando dentre outros os seguintes aspectos: i) mecanismos de execução centralizada para determinados pontos, como o pagamento aos AFs; ii) formas simplificadas de transferência de recursos; iii) introdução de indicadores de execução para o PAA; iv) sistemática de controle social; v) mecanismos de fiscalização da sua execução; vi) instâncias de gestão e vii) continuidade do programa; Estabelecer na regulamentação o pagamento centralizado aos AFs beneficiários, através do operador financeiro; A partir do Projeto de Lei, definir o Decreto regulamentador da mesma, aprofundando alguns aspectos da sua operacionalização; Elaborar resolução conjunta MDA MDS sobre a utilização dos recursos da FE provenientes de cada um dos Ministérios; Definir Instruções Normativas que regulamentem determinados aspectos específicos, tais como o Controle Social. EXECUTOR SESAN/MDS; SAF/MDA; CASA CIVIL; GRUPO GESTOR. ESTRATÉGIA 4 CRIAR UMA DINÂMICA PERMANENTE DE CAPACITAÇÃO DOS GESTORES DE ESTADOS E MUNICÍPIOS PARA A OPERAÇÃO DO PAA 19

20 AÇÕES Formatar cursos de capacitação dos gestores de estados e municípios, antes mesmo da liberação dos recursos do PAA, preferencialmente em etapas, fazendo com que os aportes de informações e orientações ocorram em tempo e num volume adequado que possibilite a sua assimilação e apropriação, dando conseqüências práticas e facilitando a sua aplicação no dia-adia da operação do PAA; Desenvolver um portal do PAA que disponibilize material de apoio a operação e que contenha também um Observatório de Boas Práticas do PAA que destaque bons exemplos de execução das diferentes modalidades de modo a estimular a troca de experiências; Como conteúdo da capacitação a ser realizada com os parceiros, desenvolver um módulo específico para a prestação de contas. A prestação de contas da execução das diferentes modalidades do PAA é complexa, quer pela diversidade de operadores, quer pela documentação requerida. É possível enumerar os principais pontos de estrangulamento, destacando: i) o controle do teto de aquisição de cada AF fornecedor; ii) os documentos exigíveis como as notas fiscais do produtor e o termo de recebimento e aceitabilidade; iii)a diversidade dos sistemas operacionais utilizados pelos operadores, com graus de exigência diferenciados. EXECUTOR SESAN/MDS ESTRATÉGIA 5 DESENVOLVER UM SISTEMA INFORMATIZADO DE APOIO A GESTÃO DO PAA AÇÕES Criação de um Sistema Nacional de Gestão da Informação do PAA, com coordenação centralizada, e com módulos integrados para os gestores descentralizados; Criação de um canal ágil de comunicação via Internet, entre gestores locais das modalidades do PAA e os técnicos da SESAN para perguntas e respostas, no qual possam ser sanadas as dúvidas; Dotar o sistema informatizado a ser criado de módulos contendo o cadastro de agricultores familiares e de entidades sócioassistenciais; Além disso, tal sistema deverá fazer a gestão integrada de Informações referentes a prestação de contas, gestão financeira, monitoramento, cadastros, etc. EXECUTOR SESAN/MDS ESTRATÉGIA 6 INCENTIVO A ARTICULAÇÃO DO PAA COM OUTRAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E AÇÕES DESENVOLVIDOS NO ÂMBITO LOCAL AÇÕES Elaborar material de divulgação qualificado do PAA, voltado para as Secretarias Estaduais e Municipais, Gestores dos Programas Estaduais de Combate à Pobreza e Desenvolvimento Produtivo e outros parceiros esclarecendo sobre as finalidades do PAA, seu histórico e 20

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA - DIAGNÓSTICO Prevalência de situação de segurança alimentar em domicílios particulares, por situação do domicílio

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria Financeira de conciliação das informações repassadas pelos

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Agrário MISSÃO Promover a política de desenvolvimento do Brasil rural, a democratização do acesso à terra, a gestão territorial da estrutura fundiária, a inclusão produtiva

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

Sistemas de monitoramento

Sistemas de monitoramento Sistemas de monitoramento Prof. Marcos Pó Avaliação e Monitoramento de Políticas Públicas Definições Monitoramento: um processo sistemático e contínuo que, produzindo informações sintéticas e em tempo

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Art. 14. da Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo trinta por cento deverá ser utilizado na aquisição de gêneros

Leia mais

PAA 5 ANOS: BALANÇO E PERSPECTIVAS

PAA 5 ANOS: BALANÇO E PERSPECTIVAS PAA 5 ANOS: BALANÇO E PERSPECTIVAS Documento Síntese do Seminário PAA 5 Anos: Balanço e Perspectivas, realizado em Brasília, no período 16 a 18 de junho de 2008 Os (as) participantes do II Seminário do

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Compras Institucionais. Programa de Aquisição de Alimentos

Compras Institucionais. Programa de Aquisição de Alimentos Compras Institucionais Programa de Aquisição de Alimentos Brasil Sem Miseria: Rota de Inclusao Produtiva Termo de compromisso ABRAS Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Compras Privadas Promoção Comercial

Leia mais

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA TERRITÓRIOS RIOS DA CIDADANIA Objetivos Os Territórios TERRITÓRIOS RIOS Os Territórios Rurais se caracterizam por: conjunto

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

Resultados, mudanças e desafios do PAA: uma pauta para o aprimoramento do Programa na Bahia

Resultados, mudanças e desafios do PAA: uma pauta para o aprimoramento do Programa na Bahia Resultados, mudanças e desafios do PAA: uma pauta para o aprimoramento do Programa na Bahia Foto: ASCOOB Guilherme Cerqueira Martins e Souza 1 Wilson Vasconcelos Dias 2 1 Economista, UFBA, Consultor do

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade.

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são a totalidade de ações, metas e planos que os governos

Leia mais

Proposta de Pacto Federativo pela Alimentação Adequada e Saudável: uma agenda para os próximos anos

Proposta de Pacto Federativo pela Alimentação Adequada e Saudável: uma agenda para os próximos anos Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional - CAISAN Secretaria-Executiva Proposta

Leia mais

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios

Sumário. Antecedentes legais. Atividades relevantes. O que é o SIGAP. Estrutura simplificada do SIGAP. Principais benefícios Sumário Antecedentes legais Atividades relevantes O que é o SIGAP Relevância do SIGAP para o acompanhamento de projetos Estrutura simplificada do SIGAP Principais benefícios Atividades em desenvolvimento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para aprimoramento das estratégias e metodologias

Leia mais

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Objetivo da Apresentação Possibilitar a compreensão das políticas públicas relacionadas e/ou

Leia mais

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR 1 Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR A Definição e organização do sistema: 1 O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos PAA

Programa de Aquisição de Alimentos PAA Programa de Aquisição de Alimentos PAA PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA O PAA, instituído pela Lei federal 10.696 em 2003, consiste na compra de alimentos da agricultura familiar com dispensa de

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

PRONAF SUSTENTÁVEL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA UNIDADE FAMILIAR

PRONAF SUSTENTÁVEL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA UNIDADE FAMILIAR PRONAF SUSTENTÁVEL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA UNIDADE FAMILIAR ANTECEDENTES DO PRONAF SUSTENTÁVEL RESGATANDO OS OBJETIVOS DO PRONAF... Estimular o incremento ordenado dos investimentos rurais,

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

Relatório Preliminar

Relatório Preliminar Relatório Preliminar O V Seminário Nacional do Crédito Fundiário, realizado no período de 11 a 14 de dezembro de 2012, em Pirenópolis-Go, teve por objetivos a avaliação de propostas e a construção de estratégias

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Projeto. Das Roças e Florestas dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar

Projeto. Das Roças e Florestas dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Projeto Das Roças e Florestas dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Nutritivo para alimentação escolar Nutrição como Sustento e Sustentabilidade Nutrimento

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos

Programa de Aquisição de Alimentos Programa de Aquisição de Alimentos Programa de Aquisição de Alimentos Produção Consumo Rede Socioassistencial Agricultura Familiar Inclui: Agricultores Familiares; Assentados; Povos e Comunidades Tradicionais;

Leia mais

Este termo de referência visa à contratação de consultoria especializada para

Este termo de referência visa à contratação de consultoria especializada para TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS TR nº MODALIDADE PROCESSO SELETIVO RBR-02/2014 Produto 2014 FUNDAMENTO LEGAL Decreto nº 5.151, de 22/7/2004, e Portaria MDA nº 48/2012, de 19/07/2012. O Ministério

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013 Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 07/08/2013-18:06:16 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 041/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: CARTEIRA DE LONGO PRAZO O Projeto BRA/06/032

Leia mais

P11 Proposta da equipe. Abril/2013

P11 Proposta da equipe. Abril/2013 P11 Proposta da equipe Abril/2013 Matriz SWOT AMBIENTES Interno FORÇAS Comprometimento da Diretoria com as questões ambientais; Capacidade da ANTAQ em interagir com os demais setores; Possibilidade da

Leia mais

A Lei 13.019/2014 O ponto de vista das organizações. Porto Velho, 02.12.2015

A Lei 13.019/2014 O ponto de vista das organizações. Porto Velho, 02.12.2015 A Lei 13.019/2014 O ponto de vista das organizações. Porto Velho, 02.12.2015 INTRODUÇÃO As organizações do Terceiro Setor vêm recebendo grande destaque nas políticas públicas. A autora Monica Bose realizou

Leia mais

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero Andrea Butto Ministério do Desenvolvimento Agrário Temas abordados Estados assumiram compromissos que

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos

Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Agência Nacional de Vigilância Sanitária Projeto de Ação Conjunta de Inspeções em Distribuidoras de Medicamentos Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos Gerência de Investigação

Leia mais

PROGRAMA DO: Governo da República Federativa do Brasil (Ministério das Cidades Ministério do Meio Ambiente)

PROGRAMA DO: Governo da República Federativa do Brasil (Ministério das Cidades Ministério do Meio Ambiente) PROGRAMA DO: Governo da República Federativa do Brasil (Ministério das Cidades Ministério do Meio Ambiente) COM APOIO DO: Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) e o Programa

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Art. 2º Ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - compete:

Art. 2º Ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - compete: LEI Nº 12.911, de 22 de janeiro de 2004 Dispõe sobre a criação do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - e do Fundo Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - FUNSEA-SC

Leia mais

(E-MAIL): marfa.alessandra@seagro.to.gov.br. Fortalecimento dos Serviços Públicos Selecionados

(E-MAIL): marfa.alessandra@seagro.to.gov.br. Fortalecimento dos Serviços Públicos Selecionados NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS Nº ACORDO EMPRÉSTIMO: 8185-0/BR NÃO OBJEÇÃO - (TERMO DE REFERÊNCIA) Nº DO TDR: 02/2015 DATA: 01/02/2015 COMPONENTE: SUBCOMPONENTE:

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 O Presidente do Instituto Pauline Reichstul-IPR, torna público que receberá inscrições para o processo seletivo de pessoal para atuação no projeto Ações Integradas

Leia mais

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma: CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ATORES RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:» Intersetorial: com os responsáveis

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE.

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE. Impresso por: ANGELO LUIS MEDEIROS MORAIS Data da impressão: 07/10/2013-10:07:01 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2703 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO

Leia mais

Apoio à comercialização da agricultura familiar

Apoio à comercialização da agricultura familiar Apoio à comercialização da agricultura familiar Programa de Aquisição de Alimentos 1. Contexto Liberalização dos mercados de produtos agrícolas (anos 90) Intenso processo de concentração de capitais no

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades

Leia mais

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) Presidência da República Controladoria-Geral da União Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (PETI) O PETI é um programa do Governo Federal que

Leia mais

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA Marco Legal Art 19. da Lei nº10.696/2003 Fica instituído o Programa de Aquisição de Alimentos com a finalidade de incentivar a agricultura familiar, compreendendo

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

A Vigilância Socioassistencial e a Implantação da NOB SUAS 2012

A Vigilância Socioassistencial e a Implantação da NOB SUAS 2012 A Vigilância Socioassistencial e a Implantação da NOB SUAS 2012 Luis Otavio Farias Coordenador Geral dos Serviços de Vigilância Social Departamento de Gestão do SUAS Secretaria Nacional de Assistência

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2)

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Ministério do Meio Ambiente MMA Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA Termo de Referência PNMA nº 02/2013 O presente

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 Estabelece instruções sobre Benefício de Prestação Continuada-BPC referentes a dispositivos

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS COAP 06/13 ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS 1.0 O que é o Contrato Organizativo da Ação Pública - COAP? O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os três entes federativos, no âmbito de uma Região de

Leia mais

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS O Cadastro Único e a Gestão do SUAS: Essa ferramenta auxilia no processo de planejamento das ações socioassistenciais?

Leia mais

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública

Implantação do Sistema de Divulgação de Melhores Práticas de Gestão na Administração Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Programa 0792 GESTÃO PÚBLICA EMPREENDEDORA Objetivo Promover a transformação da gestão pública para ampliar os resultados para o cidadão e reduzir custos. Indicador(es)

Leia mais

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho 1 2 Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretário da Saúde Jorge Solla Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho Equipe Técnica: Celurdes Carvalho Flávia Guimarães Simões

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Controle Externo

Tribunal de Contas da União. Controle Externo Tribunal de Contas da União Controle Externo 1224 Controle Externo Objetivo Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos federais em benefício da sociedade e auxiliar o Congresso Nacional

Leia mais

Texto 2. Conhecendo o Índice de Gestão Descentralizada do Programa Bolsa Família (IGD-PBF) e o seu gerenciamento

Texto 2. Conhecendo o Índice de Gestão Descentralizada do Programa Bolsa Família (IGD-PBF) e o seu gerenciamento Texto 2 Conhecendo o Índice de Gestão Descentralizada do Programa Bolsa Família (IGD-PBF) e o seu gerenciamento Após estudarmos sobre o contexto histórico em torno do repasse de recurso financeiro por

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) nº 001/2009

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) nº 001/2009 TERMO DE REFERÊNCIA (TR) nº 001/2009 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultor (a) para desenvolver, treinar e implantar o Sistema de Gestão de Projetos do IBAMA. 2 JUSTIFICATIVA 2.1 Contextualização: O

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE Ministério da Educação Novembro de 2013 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 Base Legal 1.3 Justificativa 2.

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Sumário 1. Introdução:...3 2. Abrangência:...3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:...3 3.1. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional:...4

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012 GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY Oficina de Planejamento 2010-2012 Paraty, agosto de 2010 Objetivo da oficina Elaborar o Direcionamento Estratégico da Gastronomia Sustentável de Paraty para os próximos

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR Com a aprovação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, e da Resolução FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, as escolas

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais