ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO EM MÍDIAS DIGITAIS PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DO CONSÓRCIO CEDERJ.

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1 ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO EM MÍDIAS DIGITAIS PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DO CONSÓRCIO CEDERJ. Agnaldo da Conceição Esquincalha (CEDERJ/UAB) Diego Mota Lima (CEDERJ/PUC-RIO) Luisa Mara Silva de Oliveira (CEDERJ/UFF) Andrea Santos Alves (CEDERJ/FAETEC) Isabela Pinheiro Israel (CEDERJ/UERJ) Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro Universidade Aberta do Brasil Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Universidade Federal Fluminense Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 55(21) , 55(21) Rio de Janeiro RJ Brasil O presente artigo visa descrever o processo de elaboração de materiais didáticos em mídias digitais pela equipe Web Matemática da Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ. O Consórcio CEDERJ reúne a Fundação CECIERJ e as Universidades públicas sediadas no Estado do Rio de Janeiro para a oferta de cursos de graduação na modalidade semipresencial. A Licenciatura em Matemática é um dos cursos de graduação oferecido pelo Consórcio CEDERJ, que tem sua gestão acadêmica feita pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professores do Instituto de Matemática da UFF elaboram material didático impresso para apresentação dos conteúdos das disciplinas da grade curricular do Curso aos alunos, e cabe a Web Matemática, construir objetos de aprendizagem com o objetivo de tornar mais claros os conteúdos apresentados, isso pode se dar por meio da apresentação do histórico dos conteúdos, suas aplicações no cotidiano etc. Estes objetos de aprendizagem (chamados no Consórcio CEDERJ de Aulas Web) são conjuntos de animações em duas e três dimensões, que apresentam conteúdos matemáticos de modo contextualizado, com linguagem coloquial e adequada para a web e exercícios interativos, com o objetivo de realizar a fixação dos conteúdos. As Aulas Web não são necessariamente a pura transposição do material impresso para mídias digitais, mas um complemento para as mesmas. Palavras-chave: Elaboração de material didático em mídias digitais; ensino de Matemática à distância; contextualização e objetos de aprendizagem na formação inicial do professor de Matemática.

2 1. Introdução O Consórcio CEDERJ reúne o Governo do Estado do Rio de Janeiro por meio da Fundação CECIERJ (Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro) e as seis universidades públicas sediadas no Estado, para a oferta de cursos gratuitos de graduação e extensão na modalidade semipresencial. O avanço da tecnologia nas áreas de comunicação e informação vem oferecendo novas possibilidades para os processos de ensino-aprendizagem à distância. Novas abordagens surgem pela utilização crescente de multimídias e ferramentas de interação à distância no processo de produção de cursos. Devido ao avanço das mídias digitais e da expansão da Internet, torna-se possível o acesso a um grande número de informações e a interação e colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas em contextos diferenciados. Esta constatação indica a necessidade de desenvolver ações permanentes de inserção de novas tecnologias no processo educativo. Dentre os recursos didáticos utilizados nas disciplinas do Curso de Licenciatura em Matemática, oferecido pelo Consórcio, e diplomado pela Universidade Federal Fluminense e pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, destacam-se as Aulas Web (AW). Este recurso integra o Ambiente Virtual de Aprendizagem utilizado pelo Consórcio, e é capaz de gerenciar aulas com muitas páginas, animações e jogos educativos, com uma linguagem diferente do material impresso, respeitando a adequação para a web do conteúdo proposto para a disciplina. Estas aulas são desenvolvidas por uma equipe chamada Web Matemática, composta por um coordenador/supervisor de conteúdo, professores-roteiristas, ilustradores, animadores, programadores e revisores de texto. Para adequação de conteúdo às mídias digitais é preciso criar um roteiro onde são criadas condições para que o aluno seja autor de seu próprio conhecimento, por meio de estratégias e estímulos, como a visualização de contextos de aplicação de conteúdos explorados no material impresso. Depois de aprovado, o roteiro é encaminhado aos revisores de texto, para que façam a correção textual e a adequação da aula para a web, e para os ilustradores, para que façam as ilustrações necessárias, e em seguida, aos animadores e programadores, que fazem sua transposição para a mídia digital. Uma AW é um conjunto de vários roteiros animados, que englobam apresentação de conteúdo, exercícios interativos e simuladores que permitem aos alunos se autoavaliarem e enviarem à equipe um feedback sobre a aula.

3 2. A elaboração do roteiro O processo de criação de uma AW começa com o professor-roteirista, que é responsável pela contextualização do material impresso, que é elaborado pelos professor-conteudista, em geral, professores das Universidades Consorciadas. O professor-roteirista se preocupa em criar condições para que a AW seja uma ferramenta que contribuirá para um melhor aprendizado do conteúdo proposto pelo material impresso. É muito importante que o professor-roteirista pense em estratégias que farão com que o aluno consiga desenvolver o espírito investigativo, despertando a curiosidade e a vontade de pesquisar. Em cursos oferecidos na modalidade semipresencial, os alunos precisam ser autônomos e com iniciativa, características importantes para o crescimento de um profissional qualificado, e a AW permite o desenvolvimento destas competências por meio de indagações e questionamentos históricos e atuais que levam o aluno à reflexão, e consequentemente, organização na forma de pensar. Muitos alunos se sentem pouco estimulados com alguns asuntos abordados no material impresso por motivos de difícil compreensão ou por não entenderem o porquê de estudarem tal conteúdo. Esta situação faz com que o professorroteirista pense em uma AW de fácil compreensão e contextualizada, que muitas vezes é um processo que exige tempo, pesquisa e muita inspiração. O professorroteirista está sempre pensado no aluno, muitas vezes se colocando no lugar dele, preocupado com seu aprendizado e com seu crescimento profissional e social. Para adequar o conteúdo às AW é preciso criar um roteiro (ou storyboard) que irá direcionar o trabalho de todos envolvidos no processo de criação. Este roteiro precisa ter alguns cuidados fundamentais para um bom andamento do processo de criação de uma AW: Utilizar uma linguagem de roteiro de uma arte sequencial, que se aproxime do jargão dos animadores e programadores, isto visa facilitar a comunicação animador-professor-programador; Pesquisar imagens que ajudarão aos ilustradores e animadores a entenderem a ideia do roteiro; Descrever com detalhes as cenas ou atividades que exigem algum tipo de programação; Chamar a atenção para as expressões matemáticas que não são comuns para animadores e programadores. Antes da elaboração do roteiro, o professor realiza uma análise do conteúdo verificando como o mesmo é abordado no material didático impresso, que inspira as AW, e quais os objetivos a serem alcançados. É importante mencionar que os professores-roteiristas recebem este material impresso pronto, e não têm poder para alterá-los.

4 Após analisar o material impresso, começa o processo de pesquisa, que possui um caráter de inspiração, onde o professor roteirista busca alternativas para contextualizar o conteúdo ou alimentar uma ideia inicial. Muitas vezes encontrar um exemplo prático que contribua para o ensino-aprendizagem da teoría apresentada no material impresso é um desafio. Mas com auxilio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), com a experiência dos profesores roteiristas e com o apoio da coordenação é possível encontrar uma forma de contextualizar o conteúdo. Fig. 1. Aula Web com motivação histórica. Neste processo de contextualização, o professor-roteirista precisa conhecer as ferramentas tecnológicas disponíveis para definir o nível das AW. Atualmente, temos à disposição ferramentas que possibilitam criar uma AW em três dimensões, permitindo um ganho visual e uma aproximação com a realidade. Após ter uma ideia concreta e um embasamento teórico confiável, de fonte segura, começa-se a esboçar o roteiro. Na verdade, é a primeira tentativa de junção da ideia lúdica com o conteúdo matemático formalizado. É uma busca da concretização do conceito matemático, em geral tão abstrato, e aparentemente, descontextualizado. Rascunha-se a AW inicialmente no papel ou no próprio software de animação, cena por cena, colocando imagens livres de direitos autorais, e que irão facilitar o trabalho do animador e do ilustrador, podendo ainda anexar alguma animação de uma AW anterior para ajudar como referência. Os textos das AW podem ser apresentados na forma de balão de texto, texto de barra, pop up ou

5 ainda como um botão saiba mais, fazendo uma complementação ao que está sendo passado na cena. A linguagem da AW é própria e inovadora. Tem como objetivo criar uma linguagem alternativa para aquelas maneiras formais encontradas nos livros e nas aulas tradicionais de Matemática. Os textos são escritos com uma linguagem coloquial e questionadora, de forma a dinamizar e tornar atrativo o acompanhamento da aula. O aluno vai construindo o conhecimento passo a passo conforme o andamento da animação, podendo ainda ser levado a concretizar suas ideias através de pesquisas sugeridas nas mesmas. O roteiro nada mais é que uma oficialização do rascunho, já aprovado pelo supervisor de conteúdo e coordenador da equipe, que, junto ao professorroteirista, e de forma mais criteriosa, revê tudo o que foi feito, verificando se está realmente fazendo sentido, melhorando os textos e colocando o máximo de detalhes possíveis no campo ação (vide anexo), para que o animador possa executar o seu trabalho de forma correta e no menor espaço de tempo possível. Ao longo do processo de animação, o papel do professor-roteirista é de acompanhar o trabalho do animador e do programador, dando-lhes o suporte necessário para algo que não esteja claro no roteiro apresentado. Após a animação dada como finalizada, cabe ao professor-roteirista verificá-la. Dando todo este processo como finalizado, encaminha-se então a AW para uma última revisão de texto e conceitual, e então é encaminhada para um Web Developer que a coloca no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) utilizado. Fig. 2. Aula Web com motivação contemporânea.

6 3. A importância das animações Depois do roteiro elaborado, aprovado pela coordenação e a linguagem adequada para a web, o mesmo é encaminhado aos ilustradores e em seguida aos animadores e programadores, que fazem a transposição do roteiro para a mídia digital. A figura do professor, nas animações, normalmente é transportada para personagens que no seu andamento, gerenciam a exposição do conteúdo. As aulas são ilustradas, expondo de forma clara a teoria de cada disciplina. São concebidas segundo um modelo pedagógico centrado no aluno, procurando com o auxílio do material multimídia captar sua atenção e desenvolver sua percepção, raciocínio, memória, pensamento e linguagem. Personagens, vídeos, fotos, sons diversos, incluindo narrações, são utilizados para aguçar a percepção do aluno. As animações além de expositivas solicitam a interação do aluno, quando este é estimulado a responder perguntas que direcionam sua navegação pela aula. O conteúdo é apresentado de forma progressiva e didática levando o aluno à construção do conhecimento. As animações ajudam o aluno a construir de forma autônoma o seu conhecimento. A participação ativa nos exercícios e atividades propostas é fundamental para o sucesso da aprendizagem de cada um. No decorrer das animações, os temas são apresentados e testados através de perguntas e exercícios que auxiliam o aluno a identificar o que domina e o que ainda precisa se aprofundar para o seu aprendizado efetivo. De forma a atender os diferentes estilos cognitivos de aprendizagem os conteúdos dispostos no AVA da Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ são concebidos e disponibilizados na sua maior parte em suporte digital contemplando documentos em formato texto e/ou formato audiovisual. Na metodologia do ensino a distância faz-se necessário à utilização de ferramentas tecnológicas diferenciadas, que aproveitem as vivências e experiências do professor e do aluno no processo de ensino-aprendizagem. A AW serve como recurso didático mediado pela tecnologia, como ferramenta de construção progressiva e orientada da aprendizagem online. O acesso ao conhecimento disponibilizado pelas ações educativas do ensino a distância, facilitado pelas TIC, devem promover a utilização de ferramentas que não permitam que a distância rompa o laço de afeto da parceria aluno-professor. Algumas vezes os próprios roteiristas são transformados em personagens (personagens-professores) da animação visando essa manutenção. As lembranças mais marcantes que temos estão relacionadas com vivências afetivas a elas ligadas. Trazendo esta ideia para o ambiente virtual, podemos pensar nas animações com recurso para contextualizar essas vivências

7 que farão com que os alunos se recordem mais efetivamente dos conhecimentos que foram trabalhados, construídos em ambientes marcados por uma afetividade positiva. Fig. 3. Aula Web utilizando formas de objetos para o estudo de gráficos.

8 Fig. 4. Do cotidiano para a sala de aula. 4. Linguagem educacional para web Ao pensarmos em linguagem nos vem à mente a comunicação entre as pessoas de uma sociedade, entretanto linguagem vai além disso, pois nela está englobada não somente a língua (conjunto de signos e leis combinatórias a gramática por meio do qual as pessoas de um determinado povo se comunicam), mas também os símbolos, as imagens, os gestos, a música etc. Assim, para melhor esclarecermos estes conceitos seguem as definições de língua e linguagem do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Língua. 3. Conjunto das palavras e expressões, faladas ou escritas, usadas por um povo, por uma nação e o conjunto de regras de sua gramática. Linguagem. 1. O uso da voz e outros sons que se articulam formando palavras (as quais podem se articularem em frases maiores) para expressões e comunicações entre as pessoas. 2. A forma de expressão pela linguagem (1), ou por sua representação escrita, e que é própria de um indivíduo, grupo, classe, etc. (FERREIRA, 2008: 315) Depois de conceituarmos língua e linguagem vamos refletir sobre a linguagem na Educação a Distância (EAD). Antes, porém, devemos entender que em uma AW, podemos representar ideias por meio de linguagem seja ela verbal (com palavras) ou não-verbal (com imagens), mas para que haja uma discussão sobre os conceitos apresentados é necessário o uso da língua, por essa ser, como já foi dito, o código linguístico comum de um povo. Portanto, ao produzirmos material para ensino a distância na web há de se compreender que a EAD é uma particularidade e que tem uma linguagem própria, linguagem essa que deve diminuir a distância entre o produtor das aulas (roteristas) e o receptor do conteúdo (o aluno). Tem que se lembrar sempre que o professor da EAD não está olhando o aluno pessoalmente e vendo em sua expressão facial a compreensão ou não do conteúdo apresentado. Por isso, a linguagem deve ser clara, objetiva, precisa, sem rodeios, que transmita as informações que o aluno precisa realmente saber. No livro Planejamento e elaboração do material didático impresso para ensino a distância, na aula 05, nos falam Ana Paula Abreu Fialho e José Meyohas que são cinco os pontos essenciais para uma aula de EAD alcançar o sucesso comunicativo esperado, conforme destacado no trecho abaixo. O texto claro, preciso, rápido, múltiplo e consciente é aquele em que o aluno visualiza os caminhos pelos quais

9 pode expandir seus conhecimentos, sua imaginação. (FIALHO & MEYOHAS, 2007: 80) Fig. 5. Simulador para obtenção dos pontos notáveis de um triângulo. Outro ponto relevante, destacado no trecho anterior, é o fato do texto voltado para a EAD dialogar não somente com o aluno, mas com outros textos e mídias, pois assim o aluno enxerga caminhos para ampliar seus conhecimentos. Quanto à estrutura textual propriamente dita, deve se deter em ser um texto dialógico, recurso esse que estimula o aluno a refletir e responder com autonomia as questões, além de aproximar professor e aluno em uma linguagem em tom de conversa. As frases e períodos devem ser curtos, o vocabulário contextualizado à realidade dos alunos para que esse se sinta de fato em uma aula. Além disso, as frases negativas não são de bom tom para as Aulas Web, já que muitos alunos apresentam dificuldades nessas construções, por isso devemos priorizar as afirmações curtas e diretas. Dessa forma, cabe ao revisor de texto analisar não somente os erros ortográficos das aulas, mas auxiliar professores-roteristas a alcançarem esta linguagem descrita que é específica para o sucesso desta modalidade de ensino. Observar que a linguagem deve ser informal, mas não repleta de coloquialismos desnecessários, é mais uma das funções do revisor. Sabemos, portanto, que todo escritor ao produzir um texto pensa no público leitor que pretende alcançar. Assim, não é diferente na EAD, na qual devemos conhecer aquele para o qual estamos escrevendo e com isso, buscar a variedade linguística que melhor irá comunicar-se com o interlocutor na situação comunicativa. Com isso, o leitor será provocado a refletir sobre o tema proposto,

10 com embasamento teórico, em uma linguagem acessível e com informações que o faça pensar além do texto. 5. Conclusão Fig. 6. Exercício interativo com contextualização do conteúdo. A AW é responsável por facilitar a aprendizagem dos conteúdos matemáticos apresentados no material didático impresso, tantas vezes de difícil compreensão dos alunos, por meio de uma complementação lúdica e divertida. Esta complementação é feita dentro do rigor matemático exigido pela Academia, mas com o uso de linguagem mais coloquial, adequada para a web, e com a contextualização dos conteúdos matemáticos, explorando-os com motivações históricas e interdisciplinares. Ao longo do último ano, mais de 90% destes feedbacks foram positivos, ratificando a importância deste recurso na construção do conhecimento do licenciando em Matemática do Consórcio CEDERJ. Agnaldo da Conceição Esquincalha Licenciado em Matemática pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Especialista em Instrumentação para o Ensino de Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestre em Modelagem Computacional pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). É Coordenador Geral de Tutoria dos Cursos de Pós-Graduação do Laboratório de Novas Tecnologias de Ensino do Instituto de Matemática da UFF, oferecidos no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB); Coordenador e Supervisor de Conteúdo do Setor Web Matemática da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ) e bolsista da Fundação de Apoio à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) para implantação de Cursos do Sistema UAB. Lecionou no Departamento de Didática da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); no Departamento de Formação de Professores/Educação Matemática da UERJ; no Departamento de Matemática da UFRRJ, no Instituto de Engenharias do Centro Universitário Geraldo di Biasi (UGB) e na Rede Pública Estadual do Rio de Janeiro. Tem

11 experiência com Formação Inicial e Continuada do Professor de Matemática, Implementação e Gestão de Cursos a Distância, Tecnologia Educacional, e Produção de Material Didático em Mídias Digitais. Currículo completo em 6. Referências FIALHO, Ana Paula Abreu & MEYOHAS, José. Aula 05: O uso da linguagem: Por que tanta preocupação e tanto cuidado? In: Planejamento e elaboração de material didático impresso para Ensino a Distância. Oganizadora: Cristiane Costa Barreto. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, (71-90) RODRIGUES, Sonia. Aula 04: Linguagem: significados e funções. In: Planejamento e elaboração de material didático impresso para Ensino a Distância. Oganizadora: Cristiane Costa Barreto. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, (51-70) FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Aurélio: o dicionário da Língua Portuguesa. Curitiba: Positivo, SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. São Paulo: Cortex, 2006.

12 ANEXO Modelo de Roteiro no software de animação Adobe Flash

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