ANAIS DA JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA CURSOS: JORNALISMO PUBLICIDADE E PROPAGANDA

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1 ANAIS DA JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA CURSOS: JORNALISMO PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 DE 28/05 A 01/06/2012

2 FACULDADE ARAGUAIA Unidade Centro Endereço: Rua 18 nº 81 - Centro - Goiânia-GO, CEP: Fone: (62) Unidade Bueno Endereço: Av. T-10 nº 1.047, Setor Bueno - Goiânia-GO, CEP: Fone: (62) Site Institucional Diretoria Geral: Prof. Arnaldo Cardoso Freire Diretoria Financeira: Profª. Adriana Cardoso Freire Diretora Administrativa Profª. Ana Angélica Cardoso Freire Diretoria Pedagógica: Profª. Ms. Rita de Cássia R.Del Bianco Diretor de Pós-Graduação: Profª. Hernalde Menezes Coordenadora do Curso de Jornalismo: Profª. Mesd. Núbia da Cunha Simão Coordenadora do Curso de Publicidade e Propaganda: Profª. Espec. Cláudia Temponi

3 Colegiado Docente Profº. Dr. Marcus Vinícius Minuzzi Profª. Mstd. Núbia da Cunha Simão Profª. Ms. Roberta Elaine de Souza Nascimento Barros 3 Profª. Ms. Gildésio Bonfim de Oliveira Profª. Ms. Welliton Carlos da Silva Profª. Ms.Adailton Lopes Torres da Silva Profª. Mstd. Francislanda Rodrigues da Penha Profª. Ms. Flávio Gomes de Oliveira Profª. Ms. Gabriella Luccianni Morais Souza Profª. Ms.Lívia Santos Brisolla Profª. Ms. Milton Luiz Pereira Profª. Esp. Márcio Venício Nunes Prof. Esp. Patrícia Drummond Gonçalves Profª. Ms. Paola Regina Carloni Profª. Ms. Sandra Regina Paro Profª. Ms. Silvana Rodrigues Monteiro Prof. Esp. Uiara Ferreira Machado Profª. Ms. Welliton Carlos da Silva

4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 7 PROGRAMAÇÃO DO EVENTO RESUMO DOS TRABALHOS Propaganda e Meio Ambiente: uma análise do discurso ecologicamente correto nas propagandas para o público infantil Um olhar sobre a estética da resistência: ampliando as práticas do ver O papel da imprensa na construção e queda de um mito: análise do filme Simonal: ninguém sabe o duro que dei Consumo e desejo através do estímulo sonoro Folk Comunicação Nova música independente brasileira O Rock em Goiânia A imagem da mulher no funk brasileiro: de 2000 a A música como crítica social durante a Ditadura Militar no Brasil Cultura Popular Musical em Goiás: limites do projeto Grande Hotel revive o choro Estandardização e Música Sertaneja: o que é Sertanejo Universitário A representação social do publicitário na cinematografia brasileira: uma análise fílmica de "Se eu fosse você 1" e "Cilada.com" A representação do alcoolismo na telenovela brasileira Samba, a imagem do Brasil Música tema: The time of my life - do filme Dirty Dancing, Rítmo-Quente A imagem de Lady Gaga na música Pop Imagens do Regime Militar no Brasil e as músicas de Chico Buarque... 28

5 Sobre Música Popular O Material Musical: as duas esferas da música Música, Comunicação e Mercado Características da Música Popular Características da Música Séria O marketing nas empresas brasileiras: a responsabilidade social enquanto argumento publicitário O Youtube enquanto um instrumento para Publicidade e Propaganda: cases que ilustram estratégias bem sucedidas O papel da propaganda na aceitação das marcas regionais: estudo de caso da empresa M Como uma marca pode se tornar um objeto de desejo O mito do herói jornalista nos quadrinhos: Superman, Homem Aranha e Miracleman O uso do Facebook como fonte jornalistica na imprensa goiana O programa Profissão Repórter e a imagem do jornalista brasileiro..., 40 Mídia e moda: uma análise de conteúdo dos blogs de plus size Livro-reportagem sobre a vida do contador de causos Geraldinho Nogueira: produção editorial impressa com embasamento teórico Comunicação Comunitária: a elaboração de um jornal impresso para a Associação de Idosos do Brasil Jornalismo Popular: o caso do Jornal da Linha A comunicação e sua função social: o jornalismo e a emancipação do homem Cobertura Jornalística Goiana sobre Crack: o discurso silenciador dos jornais Marquetin Viral nas Redes Sociais: o caso dos Pôneis Malditos e da chuva de Twix Um estudo sobre valores notícia A recepção do folhetin Mulheres Apaixonadas Uma reflexão crítica sobre a TV Globo... 50

6 Estudo sobre Flash Mob: a materialização da virtualização As transformações da música sertaneja a partir da indústria cultural: um estudo semiótico

7 APRESENTAÇÃO O curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia tem na sua matriz, reformulada em 2008, a disciplina Seminários Temáticos Integradores, que representa, especialmente, o incentivo à leitura, à escrita e à pesquisa acadêmica. Através dessa disciplina, tem-se a articulação do Eixo temático que elege um tema central e partir daí trabalha a interdisciplinaridade nas diversas disciplinas do curso. 7 Também cresce, a cada período, o trabalho de pesquisa científica nas disciplinas norteadoras do Eixo e demais disciplinas, especialmente com o advento da revistas científicas da Faculdade Araguaia - a Renefara e o Anuário Acadêmico. Os debates vêm sendo enriquecidos com as constantes leituras e pesquisas na área que podem ser conferidas nas publicações científicas presentes na revista. É crescente também a participação de docentes e discentes nos eventos científicos da área com destaque para o Intercom Regional e Nacional realizado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, que este ano será no Mato Grosso do Sul e em Fortaleza, cujas participações científicas de docentes já foram confirmadas. Neste semestre o curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia, representado por seu corpo docente e também por seu corpo discente representado pelo Centro Acadêmico de Comunicação, com apoio dos estudantes escolheu como tema Música e Comunicação. O tema foi amplamente trabalho nos períodos por diversas disciplinas, especialmente Seminários Temáticos Integradores..

8 I - Justificativa O tema Música e Comunicação foi escolhido tendo por base o texto Sobre Música Popular de Theodor Adorno (1986). No texto o autor faz um apelo para que discutam as questões de estética presentes na música e que exercem influência social, política, econômica e cultural sobre os indivíduos de determinada sociedade. 8 Importante ressaltar que Adorno discute a música partindo do conceito de estética. Para ele, todo padrão que se quer estético tem uma leitura política que deve ser feita, quando ao momento histórico em que o produto cultural foi produzido e as condições sócio-históricas do agente produtor. O autor faz uma discussão muito atual sobre músicas estandardizadas e músicas puras. As primeiras são aquelas feitas para serem comercializadas, como um produto, em que se definindo o público alvo faz-se uma pesquisa e produz-se algo que tem ampla aceitação e, portanto traga lucro. A este tipo de música Adorno chama de estandardizadas. Já as músicas puras são aquelas em o músico cria, compõe algo novo e a partir do movimento de criação surge então um público, que no início pode ser restrito apenas a ele próprio, mas que possui relevância para no futuro ser criado um público. É uma opção claramente política. Porém, ao discutir a estética como elemento político, Adorno explora a estrutura, ou seja, o arranjo dado às notas

9 musicais, como uma escolha que pode conduzir tanto à alienação quanto à emancipação humana. Portanto, o tema Música e Comunicação foi proposto para agregar o conhecimento sobre estética enquanto decisão política, tão caro à formação do Jornalista enquanto profissional que de uma maneira ou de outra termina por colaborar com a formação das opiniões de boa parte dos grupos sociais. 9

10 PROGRAMAÇÃO DO EVENTO CURSOS: PUBLICIDADE E PROPAGANDA E JORNALISMO COORDENADORES DO EVENTO: Professoras Núbia Simão e Cláudia Temponi LOCAL: Faculdade Araguaia - unidade Bueno HORÁRIO COMUNICAÇÔES ORAIS TURMAS SALA ORIENTADOR 10 18h30-20h20 20h30-22h00 O papel da imprensa na construção e queda de um mito: análise do filme Simonal: ninguém sabe o duro que dei. Um olhar sobre a estética da resistência: ampliando as práticas do ver Consumo e desejo através do estímulo sonoro Folk Comunicação Nova música independente brasileira 1º JO 2º JO 201 Gildésio Bomfim Gildésio Bomfim Lívia Brisola Lívia Brisola Lívia Brisola O Rock em Goiânia Lívia Brisola 18h30-20h20 A imagem da mulher no funk brasileiro: de 2000 a 2012 A música como crítica social durante a Ditadura Militar no Brasil Cultura Popular Musical em Goiás: limites do projeto Grande Hotel revive o choro Estandardização e Música Sertaneja: o que é Sertanejo Universitário A representação social do publicitário na cinematografia brasileira: uma análise fílmica de "Se eu fosse você 1" e "Cilada.com" Propaganda e Meio Ambiente: uma análise do discurso ecologicamente correto nas propagandas para o público infantil A representação social do alcoólatra na telenovela brasileira 3º JO 321 Lívia Brisola Dérika Kiara Roberta Barros Roberta Barros Roberta Barros Roberta Barros Roberta Barros Samba, a imagem do Brasil Sandra Paro 20h30-22h00 Música tema: The time of my life - do filme Dirty Dancing, Rítmo-Quente A imagem de Lady Gaga na música Pop 4º JO 321 Sandra Paro Sandra Paro 18h30-20h20 Imagens do Regime Militar no Brasil e as músicas de Chico Buarque Sobre Música Popular O Material Musical: as duas esferas da música Música, Comunicação e Mercado 5º JO 312 Sandra Paro Núbia Simão Núbia Simão Características da Música Popular Núbia Simão

11 Característica da Música Seria Núbia Simão O marketing nas empresas brasileiras: a responsabilidade social enquanto argumento publicitário Paola Carloni 20h30-22h00 18h30-20h20 20h30-22h00 O Youtube Enquanto um Instrumento para Publicidade e Propaganda: cases que ilustram estratégias bem sucedidas O papel da propaganda na aceitação das marcas regionais: estudo de caso da empresa M Como uma marca pode se tornar um objeto de desejo O mito do herói jornalista nos quadrinhos: Superman, Homem Aranha e Miracleman O uso do Facebook como fonte jornalistica na imprensa goiana O programa Profissão Repórter e a imagem do jornalista brasileiro Mídia e moda: uma análise de conteúdo dos blogs de plus size Livro-reportagem sobre a vida do contador de causos Geraldinho Nogueira: produção editorial impressa com embasamento teórico Comunicação Comunitária: a elaboração de um jornal impresso para a Associação de Idosos do Brasil Jornalismo Popular: estudo de caso do Jornal da Linha A comunicação e sua função social: o jornalismo e a emancipação do homem Cobertura Jornalística Goiana sobre Crack: o discurso silenciador dos jornais Marquetin Viral nas Redes Sociais: o caso dos Pôneis Malditos e da chuva de Twix 8º PP 312 8º JO 325 7º JO 325 Paola Carloni Paola Carloni Paola Carloni Marcus Minuzzi Marcus Minuzzi Marcus Minuzzi Marcus Minuzzi Marcus Minuzzi Roberta Barros Roberta Barros Roberta Barros Roberta Barros Roberta Barros 11 Um estudo sobre valores notícia Welliton Carlos A recepção do folhetin Mulheres Apaixonadas Welliton Carlos 18h30-20h20 Uma reflexão crítica sobre a TV Globo Estudo sobre Flash Mob: a materialização da virtualização As transformações da música sertaneja a partir da indústria cultural: um estudo semiótico 8º JO Laboratório de TV Welliton Carlos Welliton Carlos Welliton Carlos

12 RESUMO DOS TRABALHOS IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO Autor: Polyanna Cristina Costa Alves; Roberta Barros Modalidade de Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Comunicação e Meio Ambiente Orientador (es): Profª. Roberta Elaine de Souza Nascimento Barros 12 Propaganda e Meio Ambiente: uma análise do discurso ecologicamente correto nas propagandas para o público infantil Alves, P 1.; Barros, R 2. A proposta inicial deste trabalho se embasa na análise e no estudo do discurso ecologicamente correto nas propagandas para o público infantil. O consumismo é fato notório na sociedade contemporânea, e foi crescendo na medida em que a sociedade foi evoluindo, ocasionando aumento da demanda, levando ao fato de que o consumo atualmente não supre apenas necessidades básicas, se tornando algo supérfluo também. Muito se tem discutido sobre a influência do consumismo nas crianças, que hoje desenvolvem autonomia suficiente na hora da compra de um produto. Tal incentivo em um consumo tão precoce pode não ser muito favorável à sustentabilidade do planeta, pois uma criança que aprende desde a infância a ser consumista carrega essa ideia em toda sua evolução. A questão de um discurso ecologicamente correto para o público infantil chama atenção, pois une dois atuais pontos de discussão presentes na publicidade, o consumo infantil e a sustentabilidade. Palavras-chave: Propaganda; Meio-ambiente; Consumo; Ecologia 1 Aluna do 8º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 2 Professora Ms. dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia É formada em Jornalismo e Direito.

13 Autor (es): Diouser Pereira, Gildésio Bomfim, Maria Lorrani Cardoso, Antonio Bezerra Júnior, Debora Martins Modalidade do Trabalho: Exposição oral Área do Conhecimento: Comunicação Social Publicidade e Propaganda Orientador (res): Gildésio Bomfim de Oliveira Um olhar sobre a estética da resistência: Ampliando as práticas do ver Oliveira, GB 3 ; Pereira, D 4 ; Cardoso, ML 5 ; Bezerra Júnior, A Ao longo da história da arte as práticas do ver têm sido relacionadas a um modelo eurocêntrico e, portanto ocidental, que se tornou por forças impositivas, padrão hegemônico de avaliação para se considerar um objeto belo ou artístico. Na contramão das hegemonias, há uma variedade de estéticas alternativas que desafiam as convenções formais, em favor de estratégias como o grotesco, o dissonante, o carnavalesco, a antropofagia. Conforme Robert Stam (2006), essa variedade inclui filmes e vídeos e exploram narrativas não ocidentais, com ênfase no corpo, na sensualidade e no cotidiano coletivo, principalmente no terceiro mundo. Neste trabalho, ampliamos nossa percepção sobre as estéticas da resistência, procurando observar em outras práticas visuais formas de oposição e modelos contra-hegemônicos, que rompem com os determinismos históricos e nos fazem pensar a respeito do papel do publicitário na produção das imagens, as quais representam nossa vida cotidiana. O trabalho partiu da realização de um seminário que teve como foco a leitura de Robert Stam (Idem), trazendo à tona discussões e visões de toda a sala em relação aos conceitos de beleza herdados por nós ocidentais, demonstrando o uso freqüente deste padrão em campanhas publicitárias, filmes e na televisão. Paralelo a isso procuramos criar uma atmosfera de interrelações com outras disciplinas como a Historia da Arte, observando a influência Greco Romana em nosso julgamento do que é belo e na própria noção de arte. Em relação à sociologia, há conexões também com as idéias de Durkheim, principalmente no que diz respeito aos fatores que implicam na percepção de como os padrões de beleza pré estabelecidos pela sociedade agem sobre nós e nos moldam diante do novo e inesperado.para tratar deste tema partimos da leitura de textos afins, tentando criar conexões com a publicidade e propaganda transformando toda a apresentação em um vídeo de bolso, em que todas estas questões são expostas e debatidas por todo o grupo. Dessa forma exploramos imagens do cotidiano e citamos exemplos de filmes e outros produtos culturais, que romperam com as hegemonias, desconstruindo discursos e propondo novas formas de ver e de sentir, desafiando o espectador a deslocar-se do centro à periferia. Palavras chave: Estética, Beleza, Arte, Publicidade. 3 Professor Ms. dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 4 Acadêmico do 1º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 5 Acadêmico do 1º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 6 Acadêmico do 1º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia.

14 Autor (es): Bruno Dourado da Silva, Gildésio Bomfim Modalidade do Trabalho: Exposição oral Área do Conhecimento: Comunicação Social Jornalismo Orientador (res): Prof. Gildésio Bomfim de Oliveira O papel da imprensa na construção e queda de um mito: Análise do filme, Simonal: ninguém sabe o duro que dei Oliveira, GB 7 ; Da Silva, BD O objetivo deste trabalho é desenvolver uma resenha crítica acerca do documentário Simonal: Ninguém sabe o duro que dei. Com o olhar analítico, busca-se aprofundar o conteúdo do filme procurando entender, principalmente, como se deu a origem, auge e queda de um mito da música popular brasileira. A análise se dá a partir do vídeo, das discussões em sala de aula, principalmente na disciplina de Seminários Temáticos Integradores I e da trajetória do cantor. Essas relações são feitas tendo como referências as ideias de Bill Nichols (2007) e Almeida Filho (2009), que nos ajudam a compreender o papel do documentário na construção de narrativas biográficas. Assim sendo, o filme documentário é visto como importante instrumento para captação de uma dada realidade do mundo social. Esse é o objetivo do documentário: registrar fragmentos da realidade com a menor intervenção possível, por parte de seu realizador. No caso da trajetória de Wilson Simonal, o documentário dirigido por Claudio Manoel, Micael Langer, Calvito Leal, de 2008, busca através de depoimentos de quem conviveu com o artista e inclusive de seus dois filhos, intercalando com imagens de shows e músicas do cantor demonstrar a ascensão e queda de um verdadeiro mito da música popular brasileira em sua época. A resenha foca no papel da imprensa na construção e desconstrução da carreira do cantor, ídolo dos anos 60. Nesse sentido, a análise indica que houve equívocos na cobertura do fato que teria levado Wilson Simonal ao ostracismo. Sua suposta relação com a ditadura militar, acusado de favorecer o regime como delator, o levou a ser esquecido pela mídia. O documentário lança uma grande dúvida: Simonal teria mesmo contribuído com o regime militar? Palavras-chave: Documentário, mídia, mito. 7 Professor Ms. dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 8 Acadêmico do 1º período do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia.

15 Autor (es): Bruna Araújo, Charlie Rabelo, Fabiana Júlia, Lívia Brisola, Thiago Xistus, Pâmala Trezze Modalidade do Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Música e Comunicação Orientador (res): Prof. Lívia Brisolla Consumo e desejo através do estímulo sonoro 15 Brisolla, LS 9 ; Araújo, B 10 ; Rabelo, C 11 ; Júlia, F 12 ; Xistus, T 13 ; Trezze, P 14. Este estudo propõe discutir sobre as músicas ambientes em shoppings e também as músicas tocadas nos interiores das lojas, levando a compreensão das variáveis que influenciam o comportamento do consumidor, para crescimento da empresa. O objetivo do estudo é entender como essas músicas ambientes podem influenciar no comportamento dos clientes e como isso leva as empresas que adotam ao um maior crescimento. A discussão nos leva a analisar que essas estratégias de músicas ambientes em lugares comerciais entra em um contexto de marketing, onde os consumidores acabam sendo atraídos pelo ambiente que muitas vezes se tornam mais aconchegantes e agradáveis para realizarem suas compras. Cada loja que adota esse modo de trabalho com as músicas ambientes possuem estilos diferentes. Em lugares mais sofisticados são preferidos músicas mais calmas e mais leves, no qual o público alvo são os jovens. O marketing sensorial são músicas modernas que estão em evidencia no mercado. Porém apesar de diferentes músicas e público alvo, a música ambiente tem sido cada vez mais utilizada no marketing das empresas, buscando agradar os seus clientes e atrair clientes novos. Palavras-chave: música, ambientes e comportamento 9 Professora dos cursos de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. Cursa doutorado em educação pela Universidade Federal de Goiás UFG. 10 Acadêmico do 3 o período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia 11 Acadêmico do 3 o período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia 12 Acadêmico do 3 o período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia 13 Acadêmico do 3 o período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia 14 Acadêmico do 3 o período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia

16 Autor (es): Lívia Brisolla, Nathany Silva Rodrigues Modalidade do Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Música e Comunicação Orientador (res): Prof.ª Lívia Brisolla Folk Music Brisolla, LS 15 ; Rodrigues, NS Durante o século XX, o termo "folk music" recebeu um segundo significado: um tipo específico de música popular que é descendência cultural da música tradicional rural, ou de outro modo influenciada por ela. A música folclórica sobrevive melhor em zonas onde a sociedade, geralmente rural, ainda não é afetada pela comunicação de massas e pela comercialização da cultura. Assim, muitas destas canções expressam crenças religiosas ou políticas de um povo ou descrevem sua história. A melodia e a letra de uma canção popular podem sofrer modificações no decorrer de um tempo, pois normalmente a transmissão é oral e passam de geração em geração. A presente pesquisa busca refletir sobre o conceito e lugar que o folk music ocupa no cenário globalizado e sua relação com as diferentes culturas. Para tanto destaca a força da música popular e sua influência sobre a cultura de uma sociedade. Palavras-chave: folk music, música popular, cultura 15 Professora dos cursos de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. Cursa doutorado em educação pela Universidade Federal de Goiás UFG. 16 Acadêmica do 2º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia.

17 Autor (es): Daniele Aline, Guilherme Almeida, Lívia Brisola, Renan Bragança Modalidade do Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Música e Comunicação Orientador (res): Profª. Lívia Brisolla Nova música independente brasileira Brisolla, LS 17 ; Aline, D 18 ; Almeida, G 19 ; Bragança, R Cada vez mais, muito vem se falando sobre música independente e toda a cultura que a cerca: selos, shows e festivais. Mas, o que é música independente? Quando um artista pode ser considerado independente? Por definição, uma banda é independente se não for vinculada a nenhuma gravadora multinacional, as denominadas majors. Uma banda independente tem facilidade de produção e divulgação, mas ainda tem a questão da distribuição do trabalho. Percebe-se que a internet é o meio mais utilizado para divulgação da música independente no país, pois proporciona maior facilidade de acesso e por atingir um público específico e conseqüentemente por estimular um novo meio de fazer música. O que se propõe é traçar um panorama da música independente no Brasil, assim como verificar como a internet vem contribuindo para o seu crescimento. Será feito um levantamento dos sites de músicas independentes no Brasil e a partir desses dados discutiremos o conceito de música independente, as principais bandas e sua organização no cenário digital. Palavras-chave: Música, Internet, Música independente 17 Professora dos cursos de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. Cursa doutorado em educação pela Universidade Federal de Goiás UFG. 18 Acadêmica do 2º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 19 Acadêmico do 2º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 20 Acadêmico do 2º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia.

18 Autor (es): Cristielen Rocha, Dayane Gonçalves, Fernando Costa, Lívia Brisola e Kamila Karen Modalidade do Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Música e Comunicação Orientador (res): Profª.Lívia Brisolla O Rock em Goiânia Brisolla, LS 21 ; Rocha, C 22 ; Gonçalves, D 23. ; Costa, F 24 ; Karen, K O trabalho acadêmico propõe discutir sobre o tema do eixo temático Música. O estudo busca investigar o gênero musical Rock, pois é considerado agressivo e revolucionário por alguns autores. O foco consiste em refletir sobre a imagem do Rock na sociedade goiana. O objetivo é traçar um histórico do Rock na sociedade goiana, citando suas influências musicais para a sociedade e o espaço que se busca em Goiânia. Esse trabalho acadêmico tem o foco de apresentar não só a historia e conceitos do Rock, mas também expor o Rock como um gênero musical que visa se expressar com letras de protestos, com um visual agressivo e atitudes machistas para chamar a atenção da sociedade. Palavras-chave: Rock, história, música 21 Professora dos cursos de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. Cursa doutorado em educação pela Universidade Federal de Goiás UFG. 22 Acadêmica do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 23 Acadêmica do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 24 Acadêmico do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 25 Acadêmica do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia.

19 Autor (es): Glauciene Ramos; Halyni de Paula; José Lucas; Luiz Roberto; Lívia Brisolla, Mayloon Oliveira, Poliana Rocha Modalidade do Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Música e Comunicação Orientador (res): Prof.ª Lívia Brisolla A imagem da mulher no funk brasileiro, de 2000 a Brisolla, LS 26 ; Ramos, G 27 ; de Paula, H 28 ; Lucas, J 29 ;Roberto, L 30 ; Oliveira, M 31 ; Rocha, P 32 O funk surgiu nos Estados Unidos da América e foi trazido para o Brasil por volta dos anos 90, com influências do rock e do jazz, somados ao axé. Quando o funk começou a ser inserido na cultura brasileira, as letras eram criadas de acordo com a realidade da massa, e com o passar dos anos essas músicas se popularizaram não somente entre as classes sociais menos abastadas economicamente, mas também entre a elite, passaram a diferir das premissas iniciais e começaram a ser carregadas de sugestões ou mesmo exclamações ao: tráfico, dinheiro, poder, armas e a vulgarização da imagem da mulher. Com esse estudo pretende-se entender qual é o real impacto da imagem da mulher no funk brasileiro e como as mulher tem se comportado diante de tal situação. A imagem da mulher foi sendo inserida aos poucos nas letras das músicas e também no contexto social onde o ritmo está presente. O objetivo e fazer um estudo das letras de algumas músicas e refletir a partir dessas letras o comportamento das mulheres ao som dessas músicas. Palavras-chave: funk, mulher, imagem 26 Professora dos cursos de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. Cursa doutorado em educação pela Universidade Federal de Goiás UFG. 27 Acadêmica do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 28 Acadêmica do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 29 Acadêmico do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 30 Acadêmico do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 31 Acadêmico do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 32 Acadêmica do 3º período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia.

20 Autor (es): Dérika Kiara, Flávyo Santos Teles, Guilherme Iago dos Santos, Letícia de Lima Souza e Patrick Cândido de Oliveira Modalidade do Trabalho: Exposição Oral Área do Conhecimento: Política, música e comunicação Orientador (res): Prof.ª Dérika Kyara de Oliveira Carrijo A música como crítica social durante a Ditadura Militar no Brasil Carrijo, DKO 33 ; Teles, FS 34 ; dos Santos, GI 35 ; Souza, LL 36 ; de Oliveira, PC A Ditadura Militar no Brasil, que aconteceu de 1964 à 1985, foi marcada por momentos de crises e opressões em toda a na sociedade da época, além da censura para com os Meios de Comunicação. O objetivo geral do presente estudo foi determinar a relação existente entre música, política e comunicação, tendo como referência este período, tido como momento relevante no quadro da história política brasileira. Enquanto a opressão, consequência de um regime autoritário norteava a população, a imprensa e a música eram tidas como transformadora, a qual os artistas e a população acreditavam que por meio de sua letra e melodia poderiam transformar o regime presente na sociedade. Entre os anos de 1968 e 1981, o autoritarismo atingiu grande parte do cenário musical brasileiro, bem como o controle do Estado autoritário sobre os músicos. A justificativa se concentrava em controlar o espaço público. Uma das canções mais famosas durante a ditadura foi Pra não dizer que não falei das flores``, de Geraldo Vandré. As pessoas buscavam se expressar através da música. Outros compositores também criticados pelo regime foram: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Em 1968, aconteceu o III Festival Internacional da Canção, realizado pela TV Globo, verificou-se neste ato, uma relação próxima entre a emissora e o governo da ditadura militar. O governo da época fazia vistas grossas para possíveis parcerias com empresas estrangeiras, no caso da Rede Globo, houve através de um acordo firmado com uma empresa estrangeira uma expansão da sua marca por todo o território brasileiro. O desejo de liberdade e de expressão deve ser visto como um elemento indispensável na vida do homem em seu espaço social. E a música se insere nesse contexto. Palavras-chave: Ditadura, Política, Comunicação. 33 Bacharel em Comunicação, habilitação em Jornalismo; Especialista em Assessoria Linguística e Revisão Textual e Tutora em EaD na Faculdade Araguaia. 34 Acadêmico do 5º período de Jornalismo da Faculdade Araguaia. 35 Acadêmico do 5º período de Jornalismo da Faculdade Araguaia. 36 Acadêmico do 5º período de Jornalismo da Faculdade Araguaia. 37 Acadêmico do 5º período de Jornalismo da Faculdade Araguaia.

21 Autor (es): Charleston Fernandes, Rayana Caetano, Roberta Barros, Taís Dutra e Yana Maia. Modalidade do Trabalho: Projeto de Pesquisa Área do Conhecimento: Cultura, Música e Comunicação Orientadora: Profª. Roberta Elaine de Souza Nascimento Barros Cultura Popular Musical em Goiás: limites do Projeto Grande Hotel Vive o Choro 21 Barros, R 38.; C. Fernandes 39 ; Caetano. R 40.; Dutra, T. 41 ; Y. Maia 42 Tendo em vista o Tema Integrador do semestre: Música e Comunicação, as turmas de terceiro período do Curso de Jornalismo e Publicidade e Propaganda apresentaram Seminários e produziram Pré-Projetos de Pesquisa. Este trabalho se insere nesta proposta e apresenta a temática do Chorinho como manifestação cultural popular autêntica e discute também a necessidade de ações públicas para garantir o acesso da população da cidade de Goiânia. Destaca-se a cultura como um bem inalienável e como direito constitucional de todo cidadão brasileiro ter amplo acesso às manifestações culturais. Propõe-se a análise específica do Chorinho como manifestação cultural em Goiânia e, detidamente, do evento cultural chamado Projeto Grande Hotel Vive o Choro, em face da atual instabilidade que acomete o projeto. Visa-se a discussão das questões pertinentes ao tema, elencando os principais problemas para a continuidade do projeto e buscando junto aos responsáveis as possíveis soluções e políticas pertinentes que possam não só manter o Projeto Grande Hotel Vive o Choro, mas ampliar o acesso da população a ele. Palavras-chave: Cultura popular; Manifestação cultural; Manifestação popular 38 Professor Ms. dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. 39 Acadêmico do 3º período do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia. 40 Acadêmica do 3º período do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia. 41 Acadêmica do 3º período do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia. 42 Acadêmica do 3º período do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia.

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