A ESTRUTURA DA DÍVIDA PÚBLICA NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ESTRUTURA DA DÍVIDA PÚBLICA NO BRASIL"

Transcrição

1 A ESTRUTURA DA DÍVIDA PÚBLICA NO BRASIL Trabalho apresentado ao IV PRÊMIO DE MONOGRAFIA - TESOURO NACIONAL, para concorrer na área DÍVIDA PÚBLICA.

2 SUMÁRIO Introdução I - A dívida pública enquanto agregado macroeconômico II - O crescimento da dívida pública no período do real III - Duração e estrutura da dívida pública IV - Indicadores de fragilidade financeira V - Conclusões Referências bibliográficas Anexos

3 INTRODUÇÃO Em sentido amplo, a dívida pública de uma federação compreende a dívida interna e externa, da administração direta e indireta, federal, estadual e municipal, em suas formas monetária, mobiliária e contratual. Pode-se afirmar, contudo, que tal conceito é constituído de elementos acentuadamente heterogêneos, de tal modo que os estudos acerca do tema normalmente desmembram aquele conceito amplo conforme os objetivos pretendidos. Este trabalho aborda a dívida pública interna enquanto agregado macroeconômico. A dívida pública externa, por sua vez, é um agregado cujas implicações macroeconômicas são de caráter distinto, estando relacionada fundamentalmente com o comportamento de fluxos cambiais de diversas naturezas, embora, enquanto endividamento do setor público, possa vir a exigir algumas medidas de ajuste semelhantes às necessárias para corrigir desequilíbrios na dívida pública interna. Todavia, embora tenha sido um dos principais problemas da economia brasileira nos anos oitenta, a dívida pública externa não vem causando preocupações na atual conjuntura. Por outro lado, pode-se dizer que o comportamento da dívida pública interna está no centro das presentes dificuldades 3

4 macroeconômicas nacionais. Ajustar os fundamentos requer, necessariamente, substancial reestruturação dessa dívida. A maior parte dos analistas concentra-se na avaliação do comportamento da dívida pública em relação ao PIB. No presente trabalho tal relação também será utilizada, mas pretende-se atingir caracterização mais completa através de indicadores adicionais da situação financeira do setor público. Na seção I, apresenta-se o que, de nosso ponto de vista, seria a medida mais adequada da dívida pública interna para análises macroeconômicas. Na seção seguinte, apresenta-se um modelo de crescimento do estoque da dívida em relação ao PIB, que será utilizado para avaliar o crescimento desse indicador macroeconômico desde a introdução do atual padrão monetário. Na seção III, o conceito de duração será apresentado como base para analisar o alongamento e a volatilidade da dívida mobiliária federal em anos recentes. Na seção posterior, propõe-se indicadores de fragilidade financeira aplicáveis às finanças públicas, obtidos a partir de conceitos de fragilidade e duração utilizados em finanças corporativas. 4

5 I - A DÍVIDA PÚBLICA ENQUANTO AGREGADO MACROECONÔMICO O objetivo da presente seção é indicar, dentre as várias formas de mensuração da dívida pública, uma que gere um agregado que represente adequadamente aquele estoque do ponto de vista macroeconômico, ou seja, que produza uma medida de dívida pública que possa ser utilizada satisfatoriamente em análises macroeconômicas. Com relação à dívida pública estadual e municipal, seus reflexos sobre a dívida federal serão evidentes em qualquer medida com abrangência satisfatória, mesmo se não considerada diretamente no indicador de endividamento adotado. A discussão sobre o endividamento estadual e municipal é adequadamente colocada em Ferreira (1999), com base na qual pode-se identificar as necessidades de se ampliar as fontes de financiamento dos gastos com infra-estrutura e serviços públicos, dado que são essenciais ao desenvolvimento sócio-econômico dos estados e municípios, e, ao mesmo tempo, de se desenvolver mecanismos de controle da utilização das oportunidades de endividamento. Ainda que políticos e cidadãos eventualmente tenham atitudes civilizatórias, certamente os interesses pessoais têm predominado em todas as sociedades até o presente. Uma implicação desse predomínio dos 5

6 interesses privados, do ponto de vista do político atuando na esfera estadual ou municipal, é o endividamento realizado sem maiores preocupações com seus impactos macroeconômicos, cuja responsabilidade é em geral atribuída ao governo federal. Conforme Resende (1995), a desvinculação da decisão de gastar, que traz um bônus político, da decisão de instituir um tributo necessário ao financiamento do gasto, que traz um ônus político, propicia um ambiente favorável ao descontrole e ao desperdício 1. Na prática, o governante local que não fizer uso de todas as fontes de financiamento disponíveis, perderá oportunidades de realizações em seu próprio governo, além de correr o risco de enfrentar restrições, do mercado ou da esfera federal, em função do nível de endividamento público provocado por outros estados e municípios, sem que dele tenha se beneficiado. À medida em que os estados e municípios vão se tornando insolventes, tanto os riscos de crédito para os emprestadores vão crescendo, quanto serviços públicos, essenciais à população, e gastos em infra-estrutura, indispensáveis ao desenvolvimento, vão ficando comprometidos. A partir de um dado nível de insolvência, não resta outra alternativa à renegociação da dívida, com o governo federal assumindo o risco de emissões realizadas pelos demais níveis de governo. A expectativa de tal desfecho, por parte dos governos 6

7 locais, torna suas disciplinas financeiras ainda mais incipientes. Pode-se dizer, portanto, que o endividamento estadual e municipal tende a ser sincronizado e cíclico. Desse modo, na ausência de leis que limitem o endividamento estadual e municipal e que proíbam o governo federal de socorrê-los, e sem que existam condições institucionais que garantam um mínimo de disciplina de mercado nas emissões dos títulos, o governante local que não adotar o comportamento dos demais, no que se refere ao endividamento público, estará agindo contra seus próprios interesses e os interesses de seus governados. Quanto à dívida pública federal, alguns analistas consideram apenas a emitida pelo Tesouro Nacional, que corresponde a uma das fontes de financiamento para os gastos constantes no orçamento da União, enquanto os títulos emitidos pelo Banco Central seriam para fins de política monetária. Na verdade, contudo, embora o Tesouro Nacional tenha como missão executar a política fiscal da União, o Banco Central tem funções estatais não menos relevantes, tais como o controle da liquidez macroeconômica, das taxas de juros e de câmbio, bem como a realização de operações de assistência financeira, sendo o principal responsável pelas chamadas atividades quase-fiscais do Estado. 1 Ferreira (1999), p.20. 7

8 Com relação à assistência financeira realizada pelo Banco Central, como os programas de reestruturação de bancos insolventes (PROER) e de dívidas estaduais (PROES), vale destacar que são operações de interesse público e de natureza típica de Estado, não se tratando de favorecimento a grupos privados. Pode-se argumentar que a supervisão bancária deveria ser mais eficiente, ou que a continuidade deste tipo de operações gera problemas de moral hazard, ou ainda que as formas de saneamento poderiam ser menos onerosas à sociedade; mas esse dispêndio público é realizado como forma de contornar uma problema já existente, com objetivo de evitar consequências mais trágicas, em termos de perda de poupança dos clientes e de fechamento de empresas, com decorrente aumento do desemprego, no caso dos bancos insolventes, ou os resultados já comentados, no caso das dívidas estaduais. Quanto à emissão de dívida mobiliária pelo Banco Central, vale enfatizar que apesar das finalidades poderem ser diferentes das do Tesouro Nacional, o seu impacto macroeconômico é idêntico. No mesmo sentido, existe estreita relação entre a dívida emitida pela autoridade monetária e pelo Tesouro Nacional, que pode ser melhor entendida quando se conhece as regras que balizam o relacionamento financeiro entre os dois agentes. Dentre tais regras, destacam-se as seguintes: - Os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional que estiverem na carteira do Banco Central continuam a gerar os mesmos encargos que teriam na 8

9 carteira de outro agente. Até 1987, o Tesouro Nacional não pagava encargos sobre os títulos de sua emissão recolhidos à carteira da autoridade monetária. - A partir da promulgação da Constituição de 1988, as disponibilidades de caixa do Tesouro Nacional passaram a ser depositadas no Banco Central. Atualmente essas disponibilidades são remuneradas à taxa média de rentabilidade de seus títulos em poder da autoridade monetária, como forma de equalizar o rendimento de ativos e passivos do Tesouro Nacional no patrimônio do Banco Central. - Conforme determina a Medida Provisória n /99, o resultado apurado no balanço anual do Banco Central, se positivo deve ser transferido para o Tesouro Nacional, se negativo gera obrigação da União para com o Banco Central, podendo ser paga em títulos do Tesouro Nacional. - A destinação dos resultados do Banco Central transferidos para o Tesouro Nacional está regulamentada na mesma Medida Provisória, que estabelece que tais recursos sejam utilizados exclusivamente para o pagamento de sua dívida mobiliária, devendo ser amortizada, prioritariamente, aquela existente junto à autoridade monetária. 9

10 Tais regras conferem transparência satisfatória no relacionamento financeiro e, ao mesmo tempo, estabelecem conexões entre as dívidas monetária e mobiliária dos referidos agentes, reconhecendo sua unicidade. Nesse sentido, as disponibilidades do Tesouro Nacional são remuneradas à taxa média de sua dívida, evitando-se ganhos ou perdas encobertas por diferenciais de taxas. Do mesmo modo, resultados positivos e negativos do Banco Central passaram a ter tratamento simétrico a partir de Anteriormente, o Decreto-Lei n 2.376/87 determinava que apenas os resultados positivos seriam objeto de transferência, os prejuízos constituiriam direitos realizáveis em exercícios posteriores. Adicionalmente, a caracterização da dívida pública enquanto agregado macroeconômico requer considerações acerca das formas dessa dívida. Nesse sentido, pode-se classificá-la em monetária, mobiliária e contratual. A dívida pública monetária é emitida exclusivamente pelo Banco Central, consistindo do papel moeda em circulação, das reservas bancárias e demais depósitos em espécie junto à autoridade monetária. Trata-se de moeda legal, de curso forçado, com prerrogativa jurídica para liquidar quaisquer dívidas, públicas ou privadas, dentro do país. É um passivo estatal de custo nulo, mas não é irresgatável como costuma-se a dizer. Metas de taxas de juros, formalizadas ou informais, têm predominado sobre o controle quantitativo das emissões monetárias. Tal 10

11 comportamento da autoridade monetária implica em provimento da quantidade de moeda que for demandada à taxa de juros preestabelecida. A quantidade de moeda demandada pelo mercado, por sua vez, é extremamente variável, geralmente em decorrência do comportamento sazonal da demanda por papel-moeda, que é marcante dentro da semana, do mês e do ano; em função das estratégias dos bancos para o cumprimento das exigibilidades em espécie, expressa na volatilidade das reservas bancárias na presença de expectativas de alterações nas taxas básicas de juros; em resposta a inovações no arranjo institucional que afetem a demanda por moeda, tais como alterações na tributação sobre movimentações financeiras e nas alíquotas dos recolhimentos compulsórios. Consequentemente, dívida pública monetária e mobiliária federal são constantemente trocadas, conforme preferências do mercado, o que torna inadequada a consideração isolada de uma dessas formas de dívida. A dívida pública contratual, entretanto, não se constitui substituto próximo das demais formas de dívida, nem possui liquidez e mobilidade capazes de influenciar significativamente variáveis macroeconômicas relevantes. Uma diferença importante entre dívida pública contratual e mobiliária é que esta última, se não resgatada em seu vencimento, pode ser utilizada no pagamento de tributos. 11

12 Do exposto, pode-se concluir que não é recomendável, para análises macroeconômicas, que se considere todo o passivo do setor público, muito menos apenas a dívida do Tesouro Nacional, e nem mesmo é adequado considerar tão somente a dívida mobiliária federal. Para representar, de forma satisfatória, a dívida pública enquanto variável macroeconômica, o agregado proposto consiste da dívida monetária e mobiliária federal em poder do mercado. A não inclusão da dívida estadual e municipal deve-se ao fato de sua maior parte ser contratual e, ao mesmo tempo, ter semelhante potencial desequilibrador sobre as finanças públicas que a parte mobiliária, ou seja, está última parcela, se considerada isoladamente no conceito de dívida pública aqui proposto, mensuraria apenas parte de um passivo que, para os propósitos deste trabalho, seria indissociável. Na última reestruturação das dívidas estaduais, no âmbito do PROES, por exemplo, a maior parte do passivo trocado por títulos federais era constituído por dívida contratual. Portanto, a dívida pública estadual e municipal será considerada em seus impactos sobre o conceito de dívida pública interna federal proposto. A tabela 01 apresenta o agregado proposto, em termos absolutos e em relação ao PIB, de junho de 1994 a setembro de

13 Tabela 01: Dívida pública interna federal Saldos em final de período R$ bilhões Período Dívida Dívida mobiliária Total PIB acum. Dívida monetária em poder do mercado da dívida 12 meses em rel. Banco Tesouro Total val. IGP-C ao PIB Central Nacional 1994 Jun 10,5 22,7 39,0 61,8 72,3 472,2 15,3 Jul 16,8 17,8 41,7 59,5 76,4 477,5 16,0 Ago 19,6 21,0 39,4 60,4 80,0 488,5 16,4 Set 24,5 25,6 36,9 62,5 87,0 498,3 17,5 Out 24,7 27,9 37,3 65,1 89,8 511,2 17,6 Nov 27,4 27,8 36,7 64,6 92,0 519,1 17,7 Dez 33,3 26,5 35,3 61,8 95,0 525,0 18, Jan 33,2 25,3 38,1 63,4 96,6 539,7 17,9 Fev 33,2 25,8 39,2 65,1 98,2 555,9 17,7 Mar 33,4 24,2 41,2 65,3 98,8 576,2 17,1 Abr 32,2 21,6 44,8 66,4 98,6 592,5 16,6 Mai 33,0 22,8 46,1 68,9 101,9 608,3 16,7 Jun 33,8 20,8 48,7 69,5 103,4 630,0 16,4 Jul 35,5 30,2 52,0 82,2 117,8 647,7 18,2 Ago 36,1 39,7 52,6 92,3 128,4 652,7 19,7 Set 31,5 43,7 54,7 98,5 130,0 653,8 19,9 Out 31,5 46,4 56,8 103,2 134,7 663,1 20,3 Nov 33,1 52,2 56,8 109,0 142,2 673,2 21,1 Dez 39,5 49,3 59,1 108,5 148,0 683,4 21, Jan 40,2 56,6 60,1 116,7 156,9 693,5 22,6 Fev 35,1 64,4 63,0 127,3 162,4 700,1 23,2 Mar 34,5 68,6 65,0 133,6 168,1 704,6 23,9 Abr 33,4 69,9 68,0 138,0 171,4 716,4 23,9 Mai 34,6 75,4 75,8 151,2 185,9 732,5 25,4 Jun 35,1 77,3 77,0 154,3 189,3 744,7 25,4 Jul 36,9 80,2 78,2 158,4 195,3 756,2 25,8 Ago 34,4 80,7 81,4 162,1 196,5 764,8 25,7 Set 39,8 80,8 81,4 162,2 202,0 773,0 26,1 Out 37,9 82,7 84,4 167,2 205,0 782,7 26,2 Nov 41,8 81,6 90,4 172,0 213,8 793,2 27,0 Dez 48,7 80,9 93,1 174,0 222,7 809,4 27, Jan 51,8 73,8 99,0 172,7 224,5 821,7 27,3 Fev 46,0 78,2 102,6 180,8 226,8 830,5 27,3 Mar 48,4 83,1 103,8 186,9 235,3 839,7 28,0 Abr 53,6 80,1 105,6 185,8 239,4 846,8 28,3 Mai 49,8 87,2 105,9 193,1 242,9 853,5 28,5 Jun 53,5 87,0 106,3 193,3 246,8 861,0 28,7 Jul 54,1 86,2 111,3 197,6 251,7 861,7 29,2 Ago 52,0 89,7 113,4 203,2 255,2 864,2 29,5 Set 55,3 90,4 119,6 210,0 265,4 870,3 30,5 Out 58,6 85,7 122,9 208,7 267,2 878,3 30,4 Nov 56,2 87,7 120,6 208,3 264,6 885,8 29,9 Dez 66,2 65,2 190,3 255,5 321,7 891,8 36, Jan 65,6 104,7 159,6 264,3 329,9 896,0 36,8 Fev 65,3 104,5 166,9 271,4 336,8 897,0 37,5 Mar 66,1 117,7 170,1 287,8 353,9 899,3 39,4 Abr 67,1 125,9 165,0 290,9 358,0 901,0 39,7 Mai 67,9 126,8 167,5 294,3 362,2 905,2 40,0 Jun 74,5 121,9 175,1 297,1 371,5 905,2 41,0 Jul 70,9 115,1 189,9 304,9 375,8 904,1 41,6 Ago 73,2 118,9 183,4 302,3 375,5 903,6 41,6 Set 64,0 114,1 178,7 292,7 356,8 902,7 39,5 Out 52,3 105,7 208,6 314,3 366,6 898,6 40,8 Nov 59,3 104,3 215,6 319,9 379,2 901,2 42,1 Dez 59,1 104,7 219,2 323,9 383,0 910,6 42, Jan 59,9 120,4 244,0 364,5 424,4 934,9 45,4 Fev 57,7 128,0 251,5 379,5 437,2 964,6 45,3 Mar 57,2 121,3 244,4 365,6 422,8 975,4 43,3 Abr 56,1 104,0 261,3 365,3 421,4 973,9 43,3 Mai 60,2 91,6 281,4 373,0 433,1 975,3 44,4 Jun 52,8 93,1 290,0 383,1 436,0 988,0 44,1 Jul 60,7 90,1 294,1 384,2 444,9 1001,6 44,4 Ago 49,9 98,7 303,3 402,0 451,9 1016,9 44,4 Set 51,7 90,8 312,7 403,5 455,3 1028,4 44,3 13

14 II - O CRESCIMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA NO PERÍODO DO REAL Na presente seção, o comportamento do estoque da dívida pública em relação ao PIB, a partir da introdução do atual padrão monetário, será analisado. Para tanto, apresentaremos inicialmente um modelo de crescimento para o referido estoque. A expressão (1) descreve os fatores condicionantes da dívida pública: (1) D t = i t D t-1 + TN t + SE t + AF t ; onde: - i t é a taxa em que a dívida preexistente é atualizada no período corrente; - TN t é o movimento primário líquido - que não inclui o impacto das operações com títulos - da conta única do Tesouro Nacional; - SE t é a aquisição líquida de moeda estrangeira pelo Banco Central, no mercado à vista e futuro de câmbio; 14

15 - AF t são as emissões especiais de dívida mobiliária ou monetária, aqui definidas como aquelas efetuadas em troca de ativo não integrante da dívida pública considerada, com a finalidade de conceder assistência financeira a agente cuja insolvência pretende-se evitar. Observe-se que a assistência concedida com vinculação de títulos federais é considerada neste trabalho como sem impacto sobre a dívida pública, dado que tais títulos vinculados foram deduzidos no levantamento da dívida mobiliária em poder do mercado. Em TN t, SE t e AF t inclui-se a atualização, dentro do período corrente, dos títulos que neutralizaram variações indesejadas na parte monetária e que foram emitidos para assistência financeira. Desconsiderando essa atualização, operando (1) algebricamente, dividindo ambos os lados pelo PIB e aplicando a identidade: Y t = Y t-1 (1+g t ), onde gt = Yt Yt 1, chegamos a: (2) Dt Yt Dt 1 ( 1+ it) TNt + SEt + AFt = + Yt 1 ( 1+ gt ) Yt ; Com base na expressão (2), a dívida pública cresce em relação ao PIB nas seguintes circunstâncias: - A taxa de atualização da dívida é maior que a taxa de crescimento do PIB no período. Neste caso, a dívida teria um crescimento endógeno, causado pela 15

16 rolagem de seus próprios encargos financeiros, sem que nenhum financiamento novo precise ser realizado; - O Tesouro Nacional gera fluxo de despesas superior às receitas recebidas no período, ambas em termos primários; - As compras de moeda estrangeira pelo Banco Central, no mercado à vista e futuro, são superiores às suas vendas; - O Banco Central concede assistência financeira sem garantias que integrem a dívida pública considerada - uma vez que as devidas deduções evitariam o impacto em montante superior aos pagamentos da assistência concedida anteriormente nas referidas condições. Na tabela 02 a variação da dívida é decomposta em fatores condicionantes. De uma maneira geral, no período coberto pelos dados a atualização da dívida - que inclui capitalização de juros e correção cambial juntamente com as operações de assistência financeira, têm tido peso substancialmente maior na variação da dívida que o movimento financeiro primário do Tesouro Nacional incluindo-se os impactos do programa de privatizações e a atuação do Banco Central no mercado de câmbio. Dentre as operações de assistência financeira, destaca-se o impacto da reestruturação da dívida do estado de São Paulo, em dezembro de 1997, enquanto em relação às 16

17 Tabela 02: Fatores cond. dívida interna federal Fluxos acumulados no período R$ milhões Período Tesouro Setor Assistência Variação Nacional Externo Financeira e da dívida Atualização 1994 Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set

18 50 Gráfico 01: Dívida interna federal / PIB (%) Set/99 Jun/99 Mar/99 Dez/98 Set/98 Jun/98 Mar/98 Dez/97 Set/97 Jun/97 Mar/97 Dez/96 Set/96 Jun/96 Mar/96 Dez/95 Set/95 Jun/95 Mar/95 Dez/94 Set/94 Jun/94 atualizações, o maior impacto de curto prazo ocorreu em janeiro de 1999, como resultado da flutuação da taxa de câmbio. Quanto às operações com o setor externo, o impacto mais agudo foi provocado pela fuga de capitais associada à crise financeira russa, em setembro de A partir do gráfico 01 pode-se identificar quatro períodos em que a dívida pública em relação ao PIB assumiu comportamento distinto. No primeiro ano do real de julho de 1994 a junho de 1995 não se percebe tendência definida daquela relação. O crescimento vegetativo da dívida mobiliária no período, assim como as operações de assistência financeira realizadas com LBC-E títulos vendidos a termo garantidos com títulos 18

19 5,0 Gráfico 02: Taxas efetivas de juros e crescimento média móvel (t-2,t-1,t) 4,5 4,0 3,5 3,0 (%) 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0-0,5 Set/99 Jul/99 Mai/99 Mar/99 Jan/99 Nov/98 Set/98 Jul/98 Mai/98 Mar/98 Jan/98 Nov/97 Set/97 Jul/97 Mai/97 Mar/97 Jan/97 Nov/96 Set/96 Jul/96 Mai/96 Mar/96 Jan/96 Nov/95 Set/95 Jul/95 Mai/95 Mar/95 Jan/95 Nov/94 Set/94 PIB acumulado em 12 meses SELIC estaduais foram compensados pelo crescimento da renda nominal, movimento primário do Tesouro Nacional e vendas líquidas de moeda estrangeira pelo Banco Central. O período seguinte se estende até o início do último programa de reestruturação das dívidas estaduais (PROES) de julho de 1995 a novembro de 1997 caracterizando-se por crescimento moderado da dívida em relação ao PIB. A capitalização de juros ocorrida, ao lado das operações de assistência financeira a bancos insolventes (PROER) e do acúmulo de reservas internacionais, não foram integralmente compensados por elevações de renda nominal. 19

20 No período posterior de dezembro de 1997 a fevereiro de 1999 que compreende os impactos da reestruturação das dívidas estaduais, de altas taxas de juros, da crise financeira russa e da desvalorização associada à mudança do regime cambial, pode-se dizer que a dívida pública apresentou volatilidade bem acima do que seria conveniente para o funcionamento da economia. A partir de março de 1999, contudo, embora ainda não se possa assegurar que a relação da dívida com o PIB esteja estabilizada, a volatilidade do período anterior foi revertida. Neste período, o movimento primário do Tesouro Nacional e a elevação do nível de preços têm compensado o crescimento vegetativo da dívida. O gráfico 02 mostra que apenas a capitalização de juros já imprimiria a trajetória explosiva ainda não afastada para a dívida pública. Sem substancial redução nos níveis de taxas de juros, não será possível estabilização sustentável da dívida em relação ao PIB. 20

21 III - DURAÇÃO E ESTRUTURA DA DÍVIDA PÚBLICA Na presente seção introduz-se o conceito de duração 2 para analisar a estrutura da dívida pública. A partir desse indicador, derivam-se medidas de prazo médio, elasticidade-juros e estabilidade de uma carteira. Começa-se enunciando algumas definições relativas a títulos: - prazo para resgate (j): corresponde ao número de períodos restante de vigência de um papel; - principal (M): é o montante sobre o qual incide eventuais juros; - cupom (C): é a quantia paga periodicamente aos possuidores de determinados papéis, a título de juros; - rendimento (y): é a taxa através da qual o valor presente do fluxo de caixa futuro de um título pré-fixado será igual ao seu preço de mercado corrente; - indexador (r) : é uma taxa, determinada exogenamente, que reajustará um título pós-fixado. 2 Proposto em Macaulay(1938). 21

22 Posto isso, pode-se apresentar uma relação fundamental sobre os fluxos financeiros dos títulos. Para os pré-fixados: (3) Pt = Ct+ 1 Ct+ 2 Ct+ j + M , j t t ( y 2 1+ t) ( 1+ y ) ( 1+ y ) para títulos pós-fixados, aqui considerados sem cupom: (4) P t = M 0 [(1+r 1 )(1+r 2 )... (1+r t )], onde P t é o preço do título no período t. É importante observar que a relação é válida para qualquer período inicial escolhido, não dependendo da data de emissão do título. A partir da relação (3), podemos observar que o preço de mercado do título pré-fixado num dado período dependerá do prazo para resgate, do número e valor dos cupons futuros e da expectativa do mercado para as taxas de juros durante o seu prazo para resgate - que influenciará diretamente o rendimento do título e é tão próximo a tal rendimento quanto mais competitivo for o mercado. Conforme relação (4), o preço de um título pós-fixado dependerá do comportamento passado e presente do indexador, não dependendo da expectativa de seu comportamento futuro. 22

23 A duração de um título é definida por: (5) ( + M) Ct C j C 1 t t j Dt = P t ( 1+ y) 2 j ( 1+ y) ( 1+ y) A equação (5) define duração como o prazo médio para resgate do fluxo de caixa futuro do título ponderado pelo valor presente de cada pagamento. P t 0 t 1 C C C t 2 M+C A figura acima representa o fluxo de caixa de um título pré-fixado com cupom. A duração deste título no instante t 1 é a média dos prazos a decorrer para o pagamento dos juros vincendos e do principal, ponderada pelos respectivos montantes, o que corresponde ao período (t 2 - t 1 ). Quanto maior o montante total de pagamentos realizados antes do vencimento do papel, mais distante o prazo para resgate estará daquele indicador. Obviamente, um título sem cupom, 23

24 quando o principal e os juros só são pagos na data de vencimento, terá sua duração sempre equivalente ao seu prazo para resgate. Portanto, a duração de um título pré-fixado num dado instante pode ser entendida como o seu prazo para o resgate final ajustado pelo fluxo futuro de pagamentos anterior a seu vencimento. Em outras palavras, o seu valor corresponde ao prazo para resgate de um título equivalente sem cupom. Assim, a utilização do indicador permite comparar prazos para resgate de títulos com diferentes fluxos de caixa, possibilitando, por exemplo, a estimação de um indicador do prazo médio de vencimento de uma carteira de títulos num dado momento. Ainda no caso de títulos pré-fixados, a sua duração pode ser utilizada como uma medida da sensibilidade de seu preço a alterações na expectativa de taxa de juros em seu prazo para resgate. A elasticidade-juros do preço de mercado de um título, que mensura a sensibilidade do preço do papel a variações na expectativa de taxa de juros (i e ), em unidade de tempo de capitalização é dada por: (6) ξ P t ( 1+ i e t ) = Pt e i t e ( 1+ i t ) Pt, 24

25 assumindo que o processo seja contínuo, para um título sem indexador teremos: P 2 3 (7) C( y) C( y) j( C M)( y) ( j+ 1 = ) y..., normalizando (7) em relação ao preço do título: (8) P C = + y P + + ( 1 y) P ( 1 y) ( + y) 2C j( C + M) ( 1+ y) j, supondo um mercado financeiro perfeitamente competitivo (y = i e t ), e substituindo as versões contínuas de (5) e (6) em (8), chegaremos a: (9) ( + i e ) D = ξ. P 1 Desse modo, uma interpretação para a duração é que ela corresponde à elasticidade-juros do preço de mercado do título pré-fixado. Então, quanto maior o seu valor, maior a volatilidade do preço do título em relação à taxa de juros. Este resultado também pode ser entendido de um ponto de vista mais intuitivo, a partir do fato de que a taxa de juros possui uma dimensão temporal - o preço da espera - o que faz com que um título pré-fixado 25

26 de maior prazo para resgate sofra uma influência maior de uma alteração nas expectativas de taxas de juros. A sensibilidade do preço dos títulos pós-fixados a alterações nas expectativas de seu indexador, por sua vez, corresponde ao restante do período em que o indexador é atualizado. Uma interpretação intuitiva para tal fato é que a sensibilidade do preço dos títulos pós-fixados a alterações no indexador futuro esperado é que após o restante do período de atualização o título incorporará o novo patamar - é como se cada período de atualização fosse um prazo de maturação completo de um título pré-fixado. A duração de um título, conforme definida em (4), só corresponderá também à sua elasticidade a um dado indexador quando o mesmo não utilizá-lo. Quando uma carteira contiver títulos pós-fixados, sua duração média não poderá ser usada como indicador de sensibilidade ao seu indexador, mas apenas como uma medida de alongamento dos seus fluxos financeiros. A mensuração de aspectos estruturais da dívida mobiliária federal, a partir da duração, 3 é realizada por meio dos seguintes indicadores: 3 A utilização desse indicador de finanças corporativas em análises macroeconômicas para o Brasil pode ser encontrada em Lopes (1997). 26

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA

5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA 5 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA Os sinais de redução de riscos inflacionários já haviam sido descritos na última Carta de Conjuntura, o que fez com que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidisse

Leia mais

DIAGNÓSTICO SOBRE O CRESCIMENTO DA DÍVIDA INTERNA A PARTIR DE 1/1/95

DIAGNÓSTICO SOBRE O CRESCIMENTO DA DÍVIDA INTERNA A PARTIR DE 1/1/95 DIAGNÓSTICO SOBRE O CRESCIMENTO DA DÍVIDA INTERNA A PARTIR DE 1/1/95 JOÃO RICARDO SANTOS TORRES DA MOTTA Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico,

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Diretoria de Política Econômica Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais. Indicadores Fiscais

Diretoria de Política Econômica Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais. Indicadores Fiscais Diretoria de Política Econômica Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais Indicadores Fiscais com informações até março de 2015 S é r i e Perguntas Mais Frequentes Indicadores

Leia mais

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 Desde março do ano passado, a partir da reversão das expectativas inflacionárias e do início da retomada do crescimento econômico, os juros

Leia mais

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking

Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking 1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros

Leia mais

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia Prof.: Antonio Carlos Assumpção Contabilidade Nacional Balanço de Pagamentos Sistema Monetário 26- Considere a seguinte equação: Y = C + I + G

Leia mais

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia Disciplina: Economia ECN001 Macroeconomia Orçamento do Setor Público É a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas por um Governo em um determinado exercício (geralmente um ano).

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias 1 - Os títulos e valores mobiliários adquiridos por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

Indicadores de Sustentabilidade Fiscal e Externa

Indicadores de Sustentabilidade Fiscal e Externa Indicadores de Sustentabilidade Fiscal e Externa A instabilidade registrada nos mercados financeiros internacionais de maio a junho de 26, a exemplo da turbulência observada recentemente, impactou negativamente

Leia mais

ADM020 Matemática Financeira

ADM020 Matemática Financeira Sumário 1. Objetivo da Aula 13 ADM020 Matemática Financeira 2. CDB e RDB 3. Debêntures 4. Obrigações Produtos do mercado financeiro ADM020 Matemática Financeira Aula 13 29/11/2009 2 2. Objetivo da Aula

Leia mais

Material Explicativo sobre Títulos Públicos

Material Explicativo sobre Títulos Públicos Material Explicativo sobre 1. Definições Gerais Os são emitidos pelo Tesouro Nacional, servindo como um instrumento de captação do Governo Federal para execução e financiamento de suas dívidas internas,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Brasília 22 de Junho 0

Brasília 22 de Junho 0 Brasília 22 de Junho 0 Princípios da Gestão da Dívida Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Perfil do Investidor Código de Ética STN Mudanças Recentes 1 O

Leia mais

Custo Líquido dos Empréstimos do Tesouro ao BNDES

Custo Líquido dos Empréstimos do Tesouro ao BNDES Custo Líquido dos Empréstimos do Tesouro ao BNDES Nota Conjunta APE e AF Agosto de 2015 As operações de empréstimo do Tesouro Nacional ao BNDES suscitam discussões acerca de seus méritos e seus impactos

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Gestão Financeira Prof. Marcelo Cruz Fundos de Investimento 3 Uma modalide de aplicação financeira Decisão de Investimento 1 Vídeo: CVM Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o 101, de

Leia mais

NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07

NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07 NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07 José Félix de Souza Júnior Objetivo e Alcance Deve ser aplicado na contabilização e na divulgação de subvenção governamental

Leia mais

Frederico Araujo Turolla 2

Frederico Araujo Turolla 2 A DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA: CONCEITOS, PERFIL, EVOLUÇÃO E PERSPECTIVAS 1 Frederico Araujo Turolla 2 I. QUAL O TAMANHO DA DÍVIDA PÚBLICA?... 2 II. COMPARAÇÃO INTERNACIONAL... 3 III. OS PRINCIPAIS COMPONENTES

Leia mais

Política Fiscal do Brasil: pós-crise x pré-crise?

Política Fiscal do Brasil: pós-crise x pré-crise? Política Fiscal do Brasil: pós-crise x pré-crise? José Roberto R. Afonso ANBIMA 14/6/213 2 Pós-Crise Metas Fiscais: contabilidade criativa esconde mudanças mais profundas como modelo de crescente endividamento

Leia mais

Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente

Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Roberto Meurer * RESUMO - Neste artigo se analisa a utilização dos depósitos compulsórios sobre depósitos à vista

Leia mais

Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa

Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa Antônio Gustavo Matos do Vale Diretor de Liquidações e Desestatização 4 de outubro de 2010 1 Evolução recente da economia brasileira O momento

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

Classificação da Informação: Uso Irrestrito

Classificação da Informação: Uso Irrestrito Cenário Econômico Qual caminho escolheremos? Cenário Econômico 2015 Estamos no caminho correto? Estamos no caminho correto? Qual é nossa visão sobre a economia? Estrutura da economia sinaliza baixa capacidade

Leia mais

Crise Financeira Internacional Atuação do governo brasileiro no fornecimento de liquidez em moeda estrangeira

Crise Financeira Internacional Atuação do governo brasileiro no fornecimento de liquidez em moeda estrangeira Crise Financeira Internacional Atuação do governo brasileiro no fornecimento de liquidez em moeda estrangeira O agravamento da crise financeira internacional decorrente da falência do banco Lehman Brothers,

Leia mais

CRITÉRIOS / Indicadores

CRITÉRIOS / Indicadores CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com

Leia mais

A Importância dos Fundos de Investimento no Financiamento do Governo

A Importância dos Fundos de Investimento no Financiamento do Governo A Importância dos Fundos de Investimento no Financiamento do Governo A importância dos Fundos de Investimento no Financiamento do Governo Prof. William Eid Junior Professor Titular Coordenador do GV CEF

Leia mais

INFORMATIVO DA DÍVIDA PÚBLICA

INFORMATIVO DA DÍVIDA PÚBLICA INFORMATIVO DA DÍVIDA PÚBLICA Considerações Iniciais O propósito deste informativo é apresentar aspectos introdutórios da dívida pública, a fim de fornecer subsídios que permitam discutir o assunto no

Leia mais

Sistema Monetário. Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos

Sistema Monetário. Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos Sistema Monetário Aula: Conceitos de Meios de Pagamentos Professor Fabiano Abranches Silva Dalto Departamento de Economia da UFPR Disciplina Economia Monetária e Financeira Bibliografia Utilizada: CARVALHO,

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Analistas indicam quais cuidados tomar no mercado financeiro em 2012 e quais investimentos oferecem menor probabilidade

Leia mais

Financiamento do Investimento no Brasil

Financiamento do Investimento no Brasil ESTUDOS E PESQUISAS Nº 407 Financiamento do Investimento no Brasil Carlos A. Rocca * Fórum Especial Na Grande Recessão Novo Modelo de Desenvolvimento e Grandes Oportunidades (Como em 1929): New Deal Verde.

Leia mais

O Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional 1 O Sistema Financeiro Nacional Foi constituído com base nas leis: 4595 de 31-12-64 Estrutura o Sistema Financeiro Nacional 4728 de 14-7- 65 Lei do Mercado de Capitais O Sistema

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo I Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2013, em cumprimento

Leia mais

Relatório Anual da Dívida Pública 2010 Plano Anual de Financiamento 2011

Relatório Anual da Dívida Pública 2010 Plano Anual de Financiamento 2011 Dívida Pública Federal Brasileira Relatório Anual da Dívida Pública 2010 Plano Anual de Financiamento 2011 Fevereiro 2011 B R A S Í L I A D Í V I D A P Ú B L I C A F E D E R A L B R A S I L E I R A Dívida

Leia mais

1. Esta Norma deve ser aplicada na contabilização dos custos dos empréstimos.

1. Esta Norma deve ser aplicada na contabilização dos custos dos empréstimos. NBC TSP 5 Custos de Empréstimos Objetivo Esta Norma indica o tratamento contábil dos custos dos empréstimos. Esta Norma geralmente exige o reconhecimento imediato no resultado do exercício dos custos dos

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros Matemática Financeira Aula 03 Taxa Real de Juros Inflação É o fenômeno conhecido como o aumento persistente dos preços de bens e serviços Fatores: Escassez de produtos, déficit orçamentário, emissão descontrolada

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Parte III Política Cambial

Parte III Política Cambial Parte III Política Cambial CAPÍTULO 5. A GESTÃO DO REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE NO BRASIL CAPÍTULO 6. A RELAÇÃO ENTRE A TAXA DE CÂMBIO E O DESENVOLVIMENTO Regimes e Política Cambial Apesar da adoção quase

Leia mais

André Proite. Novembro de 2012

André Proite. Novembro de 2012 Tesouro Direto André Proite Rio de Janeiro, Novembro de 2012 Princípios da Gestão da Dívida Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Simulador do Tesouro Direto

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE CEMEC

MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE CEMEC 10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Financiamento de Investimentos no Brasil e nas Empresas São Paulo 29/Novembro/2011 10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO

Leia mais

O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander. ANÁLISE COMPARATIVA RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2013 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10. Pagamento Baseado em Ações

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10. Pagamento Baseado em Ações COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10 Pagamento Baseado em Ações Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 2 Descrição Item Objetivo 1 Escopo 2 6 Reconhecimento

Leia mais

inflação de 2001. Supera a Meta 15 C ONJUNTURA FLÁVIA SANTOS DA SILVA* LUIZ ALBERTO PETITINGA**

inflação de 2001. Supera a Meta 15 C ONJUNTURA FLÁVIA SANTOS DA SILVA* LUIZ ALBERTO PETITINGA** 15 C ONJUNTURA Inflação de 2001 Supera a Meta A inflação em 2001, medida pelo IPCA, atingiu o patamar de 7,67%, superando a meta de 6% estabelecida pelo Banco Central. Choques internos e externos à economia

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real

CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real Capítulo utilizado: cap. 13 Conceitos abordados Comércio internacional, balanço de pagamentos, taxa de câmbio nominal e real, efeitos

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Outubro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Outubro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Outubro 2014 A Evolução do Funding e as Letras Imobiliárias Garantidas Filipe Pontual Diretor Executivo da ABECIP O crédito imobiliário

Leia mais

RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL. Abril 2015

RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL. Abril 2015 RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL Abril 2015 Equipe Técnica: Diretor: Carlos Antônio Rocca Superintendente: Lauro Modesto Santos Jr. Analistas: Elaine Alves Pinheiro e Fernando

Leia mais

1. Público-alvo. 2. Objetivos

1. Público-alvo. 2. Objetivos LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento

Leia mais

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015, em cumprimento

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

TABELA 2.6.1.a DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL DE RESPONSABILIDADE DO TESOURO NACIONAL. Mapa Analítico - DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL - CONSOLIDADO

TABELA 2.6.1.a DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL DE RESPONSABILIDADE DO TESOURO NACIONAL. Mapa Analítico - DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL - CONSOLIDADO 2.6 - GESTÃO DA DÍVIDA PÚBLICA 2.6.1. Variação do Estoque da Dívida Pública Federal A Dívida Pública Federal DPF de responsabilidade do Tesouro Nacional apresentou, no ano de 2009, crescimento nominal

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 partes

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

Teoria dos ciclos de investimento

Teoria dos ciclos de investimento Teoria dos ciclos de investimento elaborada por Kalecki KALECKI, Michal. Teoria da dinâmica econômica. São Paulo, Abril Cultural, 1976. (original de 1954). COSTA (2000), Lição 6.3: 241-245. http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/

Leia mais

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL JANEO 2013 INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL MEDIDA PROVISÓRIA 601/2012: BENEFÍCIOS FISCAIS DE FIDCS DE PROJETOS DE INVESTIMENTO (INCLUSIVE INFRAESTRUTURA) A. Introdução 1. A fim de aprimorar os

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.088, DE 31 DE OUTUBRO DE 1990. Mensagem de veto Dispõe sobre a atualização do Bônus do Tesouro Nacional e dos depósitos de

Leia mais

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007. Autor - Manoel Moraes Jr

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007. Autor - Manoel Moraes Jr DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007 Autor - Manoel Moraes Jr OBJETIVOS DA DOAR Apresentar de forma ordenada e sumariada as informações relativas

Leia mais

Construção do. Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP

Construção do. Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP Construção do Modelo IS-LM-BP Incidência da abertura externa sobre IS-LM Construção, interpretação e deslocamento da curva BP http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Modelo IS-LM MODELO IS-LM: mostra

Leia mais

INFLAÇÃO, A TAXA SELIC E A DÍVIDA PÚBLICA INTERNA

INFLAÇÃO, A TAXA SELIC E A DÍVIDA PÚBLICA INTERNA INFLAÇÃO, A TAXA SELIC E A DÍVIDA PÚBLICA INTERNA José Luiz Miranda 1 Desde o ano de 2014 o cenário de inflação tem se acentuado no país. Esse fato tem se tornado visível no dia a dia das pessoas em função

Leia mais

Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução

Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES. 1. Introdução 1 Estrutura de gestão do Risco de Mercado no BNDES 1. Introdução A Gestão de Riscos de Mercado é a atividade por meio da qual uma instituição financeira administra os riscos resultantes de variações nas

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA. Outubro

CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA. Outubro CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA Outubro 2011 ÍNDICE 1. Objetivo do Relatório... 3 1. Análise da Poupança

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais 1. Calcule o Valor Presente Líquido do fluxo de caixa que segue, para as taxas de desconto de 8% a.a., 10% a.a.

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (C.N.P.J. nº 04.890.401/0001-15) (Administrado pelo Banco J. Safra S.A.

Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (C.N.P.J. nº 04.890.401/0001-15) (Administrado pelo Banco J. Safra S.A. Safra Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco J. Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 30 de setembro de 2015 e relatório dos auditores independentes Relatório dos

Leia mais

Rodobens Locação de Imóveis Ltda.

Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos

Leia mais

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03

BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 BANRISUL AUTOMÁTICO FUNDO DE INVESTIMENTO CURTO PRAZO CNPJ/MF nº 01.353.260/0001-03 PROSPECTO AVISOS IMPORTANTES I. A CONCESSÃO DE REGISTRO PARA A VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA

Leia mais

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados;

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados; Guia de Fundos de Investimento A CMA desenvolveu o Guia de Fundos de Investimento para você que quer se familiarizar com os princípios básicos do mercado financeiro, ou que tem interesse em aprofundar

Leia mais

Taxa de Câmbio. Recebimento de juros Recebimentos de lucros do exterior Receita de rendas do trabalho

Taxa de Câmbio. Recebimento de juros Recebimentos de lucros do exterior Receita de rendas do trabalho Taxa de Câmbio TAXA DE CÂMBIO No Brasil é usado a CONVENÇÃO DO INCERTO. O valor do dólar é fixo e o variável é a nossa moeda. Por exemplo : 1 US$ = R$ 3,00 Mercado de Divisa No mercado de câmbio as divisas

Leia mais

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011 Visão do Desenvolvimento nº 96 29 jul 2011 O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada Por Fernando Puga e Gilberto Borça Jr. Economistas da APE BNDES vem auxiliando

Leia mais

PERFIL DE INVESTIMENTOS PERFIL DE INVESTIMENTO

PERFIL DE INVESTIMENTOS PERFIL DE INVESTIMENTO PERFIL DE INVESTIMENTOS O QUE É? É a opção dada ao participante para que indique os percentuais de seu saldo que devem ser alocados em Renda Fixa e em Renda Variável (ações), de acordo com a sua aptidão

Leia mais

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade Metas Fiscais e Riscos Fiscais Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade 2012 Curso Multiplicadores 2012 Programa do Módulo 2 Metas Fiscais e Riscos Fiscais CH: 04 h Conteúdo: 1.

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCO, DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA EXIGIDO E DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA. Setembro de 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCO, DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA EXIGIDO E DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA. Setembro de 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCO, DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA EXIGIDO E DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA Setembro de 2012 SUMÁRIO 1 Introdução 03 1.1 O Banco do Nordeste 03 2 Gestão de Risco do BNB 05 2.1 Risco

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA. Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 %

ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA. Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 % ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA A partir de 2005 foi iniciado um processo de alongamento dos prazos das carteiras de renda fixa da PSS, que propiciou bons ganhos por oito anos seguidos até o final

Leia mais

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68 Sumário CAPÍTULO l As CONTAS NACIONAIS * l Os agregados macroeconômicos e o fluxo circular da renda 2 Contas nacionais - modelo simplificado 4 Economia fechada e sem governo 4 Economia fechada e com governo

Leia mais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais Investimento internacional Fluxos de capitais e reservas internacionais Movimento internacional de fatores Determinantes da migração internacional: diferencial de salários; possibilidades e condições do

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda Ministério da Fazenda Belo Horizonte, outubro de 2006 Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Calculadora do Tesouro Direto O que é Tesouro Direto? Em 07 de

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

Perspectivas para o mercado de títulos de dívida no Brasil 1 Luiz Fernando de Paula João Adelino de Faria

Perspectivas para o mercado de títulos de dívida no Brasil 1 Luiz Fernando de Paula João Adelino de Faria Perspectivas para o mercado de títulos de dívida no Brasil 1 Luiz Fernando de Paula João Adelino de Faria RESUMO - Este artigo analisa os fatores condicionantes que estimularam e restringiram o crescimento

Leia mais

Cálculo da Rentabilidade dos Títulos Públicos ofertados no Tesouro Direto. Tesouro Selic (LFT)

Cálculo da Rentabilidade dos Títulos Públicos ofertados no Tesouro Direto. Tesouro Selic (LFT) Cálculo da Rentabilidade dos Títulos Públicos ofertados no Tesouro Direto Tesouro Selic (LFT) O Tesouro Selic (LFT) é um título pós fixado, cuja rentabilidade segue a variação da taxa SELIC, a taxa básica

Leia mais

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional Gráfico 1 Produção da construção civil e PIB Variações anuais % 1 8 6 4 2-2 -4 1999 2 21 22 23 24 25 26 27 28 Construção civil PIB A indústria

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

O que é o Mercado de Capitais. A importância do Mercado de Capitais para a Economia. A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro

O que é o Mercado de Capitais. A importância do Mercado de Capitais para a Economia. A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro 1 2 O que é o Mercado de Capitais A importância do Mercado de Capitais para a Economia A Estrutura do Mercado de Capitais Brasileiro O que é Conselho Monetário Nacional (CNM) O que é Banco Central (BC)

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T15

Divulgação de Resultados 1T15 São Paulo - SP, 06 de Maio de 2015. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private equity

Leia mais

OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE CURTO PRAZO - PARTE I

OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE CURTO PRAZO - PARTE I OPERAÇÕES FINANCEIRAS DE CURTO PRAZO - PARTE I O QUE SÃO OPERAÇÕES PRÉ E PÓS FIXADAS? OS PRINCIPAIS INDEXADORES E SUAS CARACTERÍSTICAS ASPECTOS TRIBUTÁRIOS PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE CURTO PRAZO Autores:

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01. Entidades de Incorporação Imobiliária

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01. Entidades de Incorporação Imobiliária COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01 Entidades de Incorporação Imobiliária Descrição Item Objetivo e alcance 1 Formação do custo do imóvel, objeto da incorporação imobiliária 2-9 Despesas

Leia mais

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914

ESTUDO DE CASO MÓDULO XI. Sistema Monetário Internacional. Padrão Ouro 1870 1914 ESTUDO DE CASO MÓDULO XI Sistema Monetário Internacional Padrão Ouro 1870 1914 Durante muito tempo o ouro desempenhou o papel de moeda internacional, principalmente por sua aceitabilidade e confiança.

Leia mais

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

ANÁLISE DA ARRECADAÇÃO DAS RECEITAS FEDERAIS SETEMBRO DE 2002

ANÁLISE DA ARRECADAÇÃO DAS RECEITAS FEDERAIS SETEMBRO DE 2002 MF-SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL COORDENAÇÃO-GERAL DE POLÍTICA TRIBUTÁRIA COORDENAÇÃO DE PREVISÃO E ANÁLISE DAS RECEITAS ANÁLISE DA ARRECADAÇÃO DAS RECEITAS FEDERAIS SETEMBRO DE I. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais