A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada

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1 A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada As mudanças com a TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO INTEGRADA nos serviços de Garantia de Direitos

2 Quais as mudanças percebidas na garantia de direitos dos serviços CRAS/CREAS a partir da tipificação e do protocolo de gestão integrada?

3 O que é o SUAS? Sistema hierarquizado de proteção social (básica e especial de média e alta complexidade), que se organiza através de um complexo de programas, projetos, benefícios e serviços, levando em consideração o porte dos municípios, o planejamento técnico e financeiro e o processo de aquisição do vínculo SUAS CRAS CREAS

4 Breve Histórico: Na reunião ordinária da CIT (Comissão Intergestores Tripartite) realizada em março de 2008 foi abordada a necessidade de elaboração de um Protocolo de Gestão voltado à integração dos serviços, benefícios e transferências de renda. Este Protocolo foi elaborado conjuntamente pela Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (SENARC) e debatido com gestores municipais e estaduais. A proposta do Protocolo foi amplamente divulgada e debatida no ano de Em reunião da CIT, realizada em setembro de 2009, foi pactuado o Protocolo, nos termos da resolução CIT nº 7.

5 O Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social SUAS - tem por foco a integração/ articulação entre os benefícios socioassistenciais, transferência de renda e serviços ofertados no SUAS.

6 O Protocolo tem como objetivo final a Atenção Integral às famílias e indivíduos Segurança de convívio familiar, desenvolvimento de autonomia (acompanhamento familiar) Atenção integral às famílias e indivíduos Segurança de renda (BPC, PETI, PROJOVEM e PBF)

7 Está previsto no Protocolo Construir possibilidades de atendimento intersetorial; Qualificar o atendimento a indivíduos e famílias; Potencializar estratégias para a inclusão social, o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários; e Acesso à renda e garantia de direitos socioassistenciais.

8 Protocolo de Gestão Integrada Normatizar gestão: Dispõem sobre as responsabilidades dos entes federativos sobre a operacionalização da gestão integrada; Dispõem sobre os fluxos de repasse e gestão de informações; Dispõem sobre os procedimentos referentes ao atendimento às famílias.

9 Público Prioritário: Algumas priorizações no acompanhamento familiar: I -As famílias que vivenciam situações de vulnerabilidade e risco social; II - As famílias do PBF que estão em descumprimento de condicionalidades, na repercussão: suspensão do benefício por dois meses, a fim de garantir a segurança de renda das famílias; III As demais famílias do PBF em situação de descumprimento de condicionalidades; IV - As famílias com beneficiários do BPC que se encontrem em situação de maior vulnerabilidade;

10 Fluxograma de Operacionalização do Acompanhamento Familiar Acesso aos dados Lista de famílias prioritárias para acompanhamento PAIF ou PAEFI Territorialização- Referenciamento da lista de famílias Lista de famílias referenciadas por CRAS ou CREAS Serviços da Proteção Social Básica Serviços da Proteção Social Especial Busca Ativa Coleta de dados para diagnóstico da situação familiar Encaminhamentos e comunicações para demais políticas Avaliação do Acompanhamento Familiar Apoiada por instrumentos padronizados Acompanhamento ou Atendimento Encaminhamentos e comunicações para órgãos do Sistema de Garantia de Direitos Manter Desligar

11 RESOLUÇÃO No. 109, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009 Aprova a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais

12 TIPIFICAÇÃO NACIONAL DE SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS Os serviços socioasssitenciais devem estar organizados na perspectiva do desenvolvimento humano, social e da universalização do direito: - Caráter continuado - Organicidade - Consistência - Qualidade

13 TIPIFICAÇÃO Denominações comuns: Ajuda a definir critérios de qualidade de serviço e a construção de indicadores de avaliação; Permite visibilidade à oferta de serviços; Cria condições de continuidade de atendimento a partir de uma matriz nacional; Possibilita compromissos e articulações das ações, serviços, programas, projetos e benefícios, bem como com outras políticas.

14 Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA - Serviço de Proteção Integral à Família(PAIF). Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (0-6; 07-15; 15-18; Idosos e Pessoas com Deficiência) e o Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio Para Pessoas com Deficiência e Idosos. PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE- Serviço de Proteção e Atendimento Especializado à Famílias e Indivíduos(PAEFI); Serviço Especializado em Abordagem Social; Serviço de Proteção Social à Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas de LA e PSC; Serviço de Proteção Especial para Pessoas com Deficiência, Idosos e suas Famílias; Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. PROTEÇÃO ESPECIAL DE ALTA COMPLEXIDADE Serviço de Acolhimento Institucional (Abrigo, Casa Lar, Casa de Passagem e Residência Inclusiva); Serviço de Acolhimento em República; Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora; Serviço de Proteção em Situação de Calamidade Públicas e de Emergência.

15 Providências importantes para execução e implementação dos Serviços Mapa e diagnóstico de vulnerabilidades do território; Mapeamento da rede Socioassistencial;

16 NECESSIDADES PRESENTES: Grupos de família com ações voltadas (não exclusivamente) para o responsável pela família; Materialização do protocolo de gestão integrada entre serviços e benefícios; Cadúnico como ferramenta de busca ativa; (Principais vulnerabilidades: descumprimento de condicionalidades e jovens em situação de risco social)

17 INTERSETORIALIDADE E INTEGRALIDADE: A IMPORTÂNCIA PARA EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS SOCIOASSISTENCIAS DOS USUÁRIOS PROTEÇÃO SOCIAL E SEUS PROGRAMAS

18 O Centro de Referência de Assistência Social CRAS como unidade pública estatal CRAS Descentralizada da política de assistência social; Capilaridade nos territórios; Principal porta de entrada do SUAS; Possibilita o acesso de um grande número de famílias à rede de proteção social.

19 OFERTA DOS SERVIÇOS A oferta dos serviços no CRAS deve ser planejada e depende de um bom conhecimento do território e das famílias que nele vivem, suas necessidades, potencialidades, bem como do mapeamento da ocorrência das situações de risco e de vulnerabilidade social e das ofertas já existentes.

20 REFERÊNCIA E CONTRA-REFERÊNCIA Ao afirmar-se como unidade de acesso aos direitos socioassistenciais, o CRAS efetiva a referência e a contrareferência do usuário na rede socioassistencial do SUAS: CRAS REFERÊNCIA CREAS A função de referência se materializa quando a equipe processa, as demandas oriundas das situações de vulnerabilidade e risco social detectadas no território, de forma a garantir ao usuário o acesso à renda, serviços, programas e projetos, conforme a complexidade da demanda, ou por meio do encaminhamento do usuário ao CREAS

21 CONTRA-REFERÊNCIA A contra-referência é exercida sempre que a equipe do CRAS recebe encaminhamento do nível de maior complexidade (proteção social especial) e garante a proteção básica, inserindo o usuário em serviço, benefício, programa e/ou projeto de proteção básica. CREAS CONTRA-REFERÊNCIA CRAS O CRAS é, assim, uma unidade da rede socioassistencial de proteção social básica que se diferencia das demais, pois além da oferta de serviços e ações, possui as funções exclusivas de oferta pública do trabalho social com famílias do PAIF e de gestão territorial da rede socioassistencial de proteção social básica.

22 PROMOÇÃO DA ARTICULAÇÃO INTERSETORIAL A promoção da articulação intersetorial no território de abrangência do CRAS é uma ação coletiva, compartilhada e integrada a objetivos e possibilidades de outras áreas, tendo por objetivo garantir a integralidade do atendimento aos segmentos sociais em situação de vulnerabilidade e risco social.

23 Para que a intersetorialidade ocorra, é necessário que os setores dialoguem entre si, se conheçam e construam forma(s) de trabalhar conjuntamente. No caso da Assistência Social, a interlocução com os demais setores e a construção de agendas comuns dependem de uma boa compreensão por parte dos demais setores, da PNAS, do SUAS, das NOB-SUAS e RH; bem como das funções do CRAS. Serviços ofertados, prioridades de acesso, fluxos de encaminhamento etc.

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