UNIVERSIDADE ANHANGUERA - UNIDERP PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM PRODUÇÃO E GESTÃO AGROINDUSTRIAL

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1 UNIVERSIDADE ANHANGUERA - UNIDERP PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM PRODUÇÃO E GESTÃO AGROINDUSTRIAL STHEFANY CAROLINE BEZERRA DA CRUZ SILVA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA SOBRE FITOPATÓGENOS DA SOJA, MORFOANATOMIA E ESTUDO QUÍMICO DAS FOLHAS DE Randia nitida (KUNTH.) D.C. CAMPO GRANDE MS 2012

2 STHEFANY CAROLINE BEZERRA DA CRUZ SILVA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA SOBRE FITOPATÓGENOS DA SOJA, MORFOANATOMIA E ESTUDO QUÍMICO DAS FOLHAS DE Randia nitida (KUNTH.) D.C. Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Nível de Mestrado Profissional em Produção e Gestão Agroindustrial, da Universidade Anhanguera-Uniderp, como parte dos requisitos para obtenção do título de Mestre em Produção e Gestão Agroindustrial Orientação: Profª. Drª. Juliane Ludwig CAMPO GRANDE MS 2012

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Anhanguera Uniderp S583a Silva, Sthefany Caroline Bezerra da Cruz. Atividade antifúngica sobre fitopatógenos da soja, morfoanatomia e estudo químico das folhas de Randia nítida (kunth.) D.C.. / Sthefany Caroline Bezerra da Cruz Silva. -- Campo Grande, f.: il. color Dissertação (mestrado) Universidade Anhanguera - Uniderp, Orientação: Profa. Dra. Juliane Ludwig. 1. Veludo-de-espinho 2. Estrutura anatômica 3. Metabólitos secundários 4.

4 i

5 Ao meu pai, minha mãe e meus irmãos, pelo amor, paciência e incentivo em todos os momentos da minha vida. Ao Joanir, meu esposo, meu amor, por toda a ajuda, dedicação, paciência e carinho. Aos professores, amigos e todos que moram no meu coração. DEDICO ii

6 AGRADECIMENTOS A Deus que me iluminou e permitiu toda a minha caminhada. A meus pais Joel Rodrigues da Cruz e Edna Bezerra da Cruz, fontes da minha vida, formação e caráter, sem os quais não teria chegado até a realização deste sonho, por sempre acreditarem em mim e não pouparem esforços para a realização de todos os meus sonhos. Aos meus irmãos, Guilherme Alexandre Bezerra da Cruz e Gyovanna Giulia Bezerra da Cruz, importantes fontes de incentivo e companheirismo; Ao Joanir Teodolino da Silva, pela paciência, amor, incentivo, pela cumplicidade de todos os momentos. Aos avôs, avós, tios, tias, primos, primas (não escrevo o nome de todos por falta de espaço), cunhado (Wandir), cunhadas (Elaine e Elisa), sobrinha (Myllaine), sogro (Jair) e sogra (Isalda), pelo apoio, por acreditarem em mim e sempre colaborarem no possível, e fornecer sempre momentos de felicidade e pura alegria na minha vida, que recarregavam minhas energias nos momentos mais difíceis. A todos os colegas, amigos e professores, pela ajuda num momento tão delicado, sem os quais não chegaria onde cheguei hoje, completando mais essa jornada na minha vida; Aos caríssimos amigos do mestrado: Francisca Lucileide Alves da Silva; Valdir da Costa Pereira; Reginaldo José da Silva; Daniel Paixão Beretta; Marcos de Moraes Pereira; Paulo Guilherme de Arruda, entre outros, pela sincera amizade, prazerosa convivência, carinho, apoio nas horas difíceis, incentivo, cumplicidade, conversas e sorrisos, saibam que sempre estarão presentes num lugar especial na minha vida; A Universidade Anhanguera Uniderp e A Coordenação do Programa de Mestrado Profissional em Produção e Gestão Agroindustrial pela oportunidade de realizar esse sonho; iii

7 A todos os professores ligados ou não ao Programa, pelos ensinamentos transmitidos durante toda minha jornada acadêmica, desde a graduação; A Prof.ª Dr.ª Juliane Ludwig, minha orientadora, pela confiança, paciência, amizade e orientação; A Prof.ª Dr.ª Rosemary Matias e Prof.ª Dr.ª Denise Pedrinho, pela disponibilidade, apoio, dedicação e orientação durante este estudo; Ao Prof.º Dr.º José Maior Bono pela colaboração nas análises estatísticas. A Prof.ª Dr.ª Eloty Justina Dias Schleder, pelo apoio, disponibilidade e identificação botânica. A Sueli Marques de Mattos, pela cumplicidade e ajuda na parte anatômica; A Karen dos Santos, pela amizade e ajuda na parte química; A Ellen Capurro, pelo companheirismo e ajuda na parte antifúngica; Aos professores membros das bancas do exame de qualificação e defesa da dissertação, pela colaboração e pelas riquíssimas sugestões; A todos os meus amigos, os de perto e os de longe, os antigos e os novos, que sempre torceram e que continuam torcendo por mim. E a todos que, direta ou indiretamente, me ajudaram na conquista de mais essa etapa da minha vida. iv

8 SUMÁRIO 1-INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA A cultura da soja Doenças na cultura da soja: patógenos, sintomas e controle Uso de agrotóxicos Controle alternativo REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARTIGO 1: ANATOMIA, ESTUDO QUÍMICO E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DAS FOLHAS DE Randia nitida (Kunth.) DC. (Rubiaceae) RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS E DISCUSSÕES v

9 1 3.4 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARTIGO 2: ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DE Randia nitida (Kunth.) DC. (Rubiaceae), SOBRE FITOPATÓGENOS DA SOJA RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS vi

10 1 1 INTRODUÇÃO GERAL O Brasil é reconhecido como um dos maiores produtores mundiais de grãos, e dentre eles destaca-se a soja. Dados da CONAB (2012) apontam que a cultura ocupa hoje, no país, uma área de aproximadamente 24 milhões de hectares cuja expectativa de produção gira em torno de 71 milhões de toneladas. Entre os fatores que limitam a obtenção de produtividades ainda maiores, causando perdas estimadas entre 15 a 20% ao ano, estão às doenças (YORINORI, 1998). No Brasil há aproximadamente 50 patógenos associados à sojicultura, contando fungos, nematóides, vírus e bactérias (ALMEIDA et al., 2005). Como exemplo mais significativo das doenças causadas por fungos temos a ferrugem asiática causada por Phakopsora pachyrhizi Sydow, devido a sua grande capacidade de provocar o amarelecimento e queda prematura de folhas, prejudicando a plena formação dos grãos (YORINORI, 1977). Nos Cerrados as doenças fúngicas mais importantes são: mofo branco, a antracnose e a mela, causados pelos fungos Sclerotinia sclerotiorum, Colletotrichum dematium var. truncata e Rhizoctonia solani respectivamente. Essas doenças podem afetar todos os estádios de desenvolvimento da cultura tornando-se os principais problemas em áreas de soja localizadas nos Cerrados (LEITE, 2005). Conforme aumenta a incidência dessas doenças, aumenta-se o uso de agrotóxicos para seu controle. Porém essa forma de controle apesar de mais fácil execução e acessibilidade, eleva os custos de produção, expõe o aplicador à intoxicações, polui o meio ambiente e contamina os alimentos. Mundialmente, busca-se alternativas para o controle de doenças em plantas, favorecendo o desenvolvimento de uma agricultura ecologicamente

11 2 correta e baseada na sustentabilidade de todo sistema (ZADOKS, 1992). Para que se consiga um eficiente controle desses patógenos reduzindo ou mesmo eliminando o uso de agrotóxicos destaca-se o uso de extratos de plantas. Estudos realizados com extratos de várias plantas mostraram-se efetivos contra fitopatógenos além de serem inofensivos ao meio ambiente quando comparados com derivados sintéticos, podendo superá-los em sua ação de controle (STANGARLIN et al.,1999). Essas plantas fornecem ingredientes ativos tóxicos aos microorganismos fitopatogênicos como um mecanismo de defesa natural que envolve frequentemente os metabólitos secundários (ROEL, 2001). Assim, estudos fitoquímicos de extratos de plantas podem ser utilizados como uma alternativa na busca por fungicidas naturais. Há vários estudos realizados com plantas medicinais, porém no Brasil ainda há repositórios de plantas nativas pouco exploradas, tanto em relação a sua composição química, quanto à atividade biológica, como exemplos podemos citar a Amazônia, Pantanal e o Cerrado, entre outros. Segundo estimativas mais recentes o Pantanal e o Cerrado possuem a maioria de suas espécies vegetais aguardando indagações científicas, fato este que motiva pesquisadores a buscar as potencialidades das plantas pantaneiras e do cerrado como uma matéria prima a ser explorada de forma cientifica, na busca de produtos aplicados a agropecuária e a outros setores produtivos da região mato-grossense e sul-mato-grossense. Na flora desses biomas destaca-se a família Rubiaceae, devido a diversidade de espécies e representação quanto à riqueza florística (RODRIGUES; NAVE, 2000), sendo representada por cerca de 120 gêneros e 2000 espécies (SOUZA; LORENZI, 2008). Outra característica que merece destaque nessa família é a ampla variedade de compostos produzidos, incluindo alcalóides, especialmente os indólicos, iridóides e antraquinonas, que também são considerados marcadores quimiotaxonômicos desta família (MONTANARI; BOLZANI, 2001). Dentre seus representantes mais importantes aparece o gênero Randia, que em sua composição química, mostrou a presença de iridóides e triterpenos glicosilados como principais constituintes além de cumarinas e flavonóides (HAMERSKI et al., 2003; JUDD et al., 2008).

12 3 Por outro lado, com relação a espécie R. nitida, representante do gênero nos Cerrados e Pantanal (POTT; POTT, 1994), não foram encontradas referências quanto a composição química ou relatos do potencial antimicrobiano, antifúngico ou nematicida do seu extrato. Desta forma, estudos que possibilitem o isolamento, identificação e potencial de uso de substâncias biologicamente ativas nessa e em outras espécies vegetais dos biomas Pantanal e Cerrado, são fundamentais no sentido de agregar valor a espécies nativas da região, contribuindo de forma direta e/ou indireta para o desenvolvimento da região pantaneira.

13 4 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 A CULTURA DA SOJA A soja (Glycine max. (L). Merrill) é considerada a mais importante oleaginosa cultivada no mundo. Seu alto teor de proteínas proporciona múltiplas utilizações e a formação de um complexo industrial destinado ao seu processamento (ROESSING, 1996). Atualmente o maior produtor mundial dessa oleaginosa é os Estados Unidos, que na safra 2011 atingiram 90,6 milhões de toneladas (USDA, 2012). A soja é a principal commodity de exportação no Brasil, dados da CONAB (2012) apontam que, na safra 2011/12, a cultura ocupou uma área de 25 milhões de hectares que produziram em torno de 66 milhões de toneladas. No Brasil, o início do desenvolvimento dessa cultura ocorreu por volta da década de 30, no Sul do país, sendo cultivada com o objetivo de ser utilizada na alimentação animal ou como adubo verde (HASSE, 1996). Por volta dos anos de 1960 o governo lançou uma série de políticas de incentivos às exportações o que propiciou o crescimento significativo da produção de soja (SANTOS, 2000). Um desses incentivos foi à criação do Programa de Desenvolvimento do Centro Oeste que promovia o desenvolvimento da Região e a ocupação do Cerrado brasileiro aproveitando as condições edafoclimáticas favoráveis e a presença de terras baratas (CASTRO 1979 citado por MENEGATTI, 2006). Vários são os aspectos agronômicos que exercem influência direta sobre a produtividade da soja. Dentre esses podemos citar a deficiência hídrica

14 5 (EMBRAPA, 1999), temperatura (HOEFT, 2003), adubação, principalmente na região dos Cerrados (BROCH; RANNO, 2009). A soja também está sujeita a interferência de inúmeras plantas daninhas, no entanto, o advento de cultivares resistentes ao herbicida glifosato, possibilitou aos sojicultores uma ampliação do espectro de controle de plantas daninhas na soja (DVORANEN et al., 2008). Com relação às pragas, destacam-se as lagartas desfolhadoras e os percevejos (GALLO et al., 2002). A ocorrência de doenças também tem limitado a obtenção de maiores rendimentos na cultura da soja. Segundo Barros (2011), o aumento dos danos relacionados ao ataque de fitopatógenos é decorrente da expansão da cultura para novas fronteiras agrícolas, além da oferta de cultivares com pouca variabilidade genética bem como ao sistema de monocultura empregado em algumas regiões. No Brasil há aproximadamente 50 patógenos, contando fungos, nematóides, vírus e bactérias, associados à sojicultura. Entre as doenças causadas por fungos podemos a ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que se destaca pelos grandes prejuízos já causados (ALMEIDA et al., 2005). Nos Cerrados, devido às condições propensas, as doenças de maior interesse são: a mela, o mofo branco e a antracnose. 2.2 DOENÇAS NA CULTURA DA SOJA: PATÓGENOS, SINTOMAS E CONTROLE Como fatores que limitam a obtenção de altos rendimentos em soja encontram-se as doenças, sendo que, no Brasil, já foram identificadas cerca de 50 patógenos associados à sojicultura (ALMEIDA et al., 2005). Dentre esses patógenos aparecem os nematóides, principalmente os formadores de galha do gênero Meloidogyne, o nematóide do cisto da soja Heterodera glycines Ichinohe, o nematóide reniforme, Rotylenchus reniformis Linford e Oliveira e os nematóides das lesões radiculares do gênero Pratylenchus (Godfrey) Filipjev e S.Stekhoven (LORDELLO, 1988). A parte aérea de plantas afetadas pode apresentar clorose ou murchamento durante a estação seca,

15 6 refletindo em perda da produção. Quando o ataque é severo, pode ocorrer desfolha total da planta. Em Mato Grosso do Sul, levantamento feito por Asmus (2004), constatou expressiva presença de Pratylenchus brachyurus nas cidades de Chapadão do Sul, Costa Rica e São Gabriel do Oeste com frequência de 82, 79 e 87%, respectivamente. Os fungos participam do grupo que mais se associa às plantas de soja. Os que merecem são: destaque Phakopsora pachyrhizi (Sydow & P. Sydow) agente etiológico da ferrugem asiática, Sclerotinia sclerotiorum (Lib) de Bary que é o agente causal do mofo branco, Rhizoctonia solani Kuhn. agente causal da mela e Colletotrichum truncatum (Schw). Andrus & Mooreagente (sinonímia C. dematium var. truncata) agente etiológico da antracnose (HARTMAN et al., 1999; BALARDIN, 2002). Evoluções acentuadas na severidade dessas doenças estão relacionadas ao uso constante de sementes infectadas ou sem tratamento, ao plantio da soja na mesma área, a adubação desequilibrada além do uso de variedades com baixos níveis de resistência e a aplicação de fungicidas sem o devido monitoramento da lavoura (MACHADO; CASSETARI NETO, 2012). O controle dessas doenças exige a integração de todas as medidas capazes de reduzir o inóculo dos patógenos na lavoura. Uma dessas medidas é o uso do sistema de plantio direto, que, pressupondo a adoção da rotação de culturas, propicia a redução da maioria das doenças (GOULART, 2009). Outra é o vazio sanitário, medida de controle legislativo, segundo Instrução Normativa nº2 de 29 de janeiro de 2007, que determina que a lavoura permaneça um período sem plantas de soja vivas (BRASIL, 2007), fazendo com que os patógenos biotróficos tenham seu ciclo quebrado. Pode-se ainda lançar mão da resistência genética, a forma mais econômica e aceita atualmente pelos produtores. A escolha de cultivares resistentes é uma das mais eficientes formas de prevenção, no entanto para as doenças de final do ciclo como mofo branco, tombamento e podridão radicular de rizoctonia, não existem cultivares resistentes ou para outras como nematóides de galhas e nematóide de cisto o número de cultivares resistentes é limitado (CAMARGO; YUYAMA, 2001). Apesar dos esforços na obtenção de cultivares resistentes, ainda não se pode abrir mão da proteção química com aplicação de fungicidas na parte aérea para o controle das doenças na soja (DALLAGNOL et al., 2006). Os

16 7 fungicidas mais utilizados são, geralmente, baseados na mistura de dois grupos as estrobilurinas e triazóis (ROESE; LIMA FILHO, 2010) o que diminui as chances do patógeno gerar novas populações menos sensíveis às moléculas (REIS et al., 2007) além de proporcionar benefícios fisiológicos às plantas (VENÂNCIO et al., 2003). Os benefícios incluem, entre outros, aumento no teor de clorofila, incremento na assimilação de nitrogênio via enzima nitrato redutase, diminuição na síntese de etileno, tendo como consequência aumentos significantes na produtividade da lavoura (GROSSMANN; RETZLAFF, 1997; GLAAB; KAISER, 1999; RODRIGUES, 2009) ANTRACNOSE (Colletotrichum truncatum (Schw). Andrus & Mooreagente (sinonímia C. dematium var. truncata)) O fungo Colletotrichum truncatum (Schw). Andrus & Mooreagente (sinonímia C. dematium var. truncata) é o agente etiológico da doença conhecida como antracnose na soja. Este fungo é caracterizado pela formação de acérvulos escuros, com forma oval a alongada, com presença de numerosas setas. Possui conídios hialinos, unicelulares e curvos, no interior do acérvulo encontram-se os conidióforos (MANANDHAR; HARTMAN, 1999). Barros (2011) relata que nos últimos anos essa doença tem emergido como destaque quanto à incidência e os danos que têm causado, sendo um dos principais problemas em áreas de soja nos Cerrados, devido à elevada precipitação aliada às altas temperaturas e o adensamento de plantas. Esse patógeno causa apodrecimento e queda das vagens, abertura das vagens imaturas e germinação dos grãos em formação (EMBRAPA, 2005). Os sintomas do patógeno nas sementes são o enrugamento e a presença de manchas marrons escuras e deprimidas (SINCLAIR; BACKMAN, 1989). Quando a semente germina, os sintomas também podem ser visualizados nos cotilédones, que apresentam necrose logo após a emergência (GOULART, 1991). Plantas adultas mostram lesões de coloração avermelhada nas nervuras,

17 8 pecíolos e ramos que em condições de alta umidade apresentam ainda pontuações negras que são frutificações do fungo (YORINORI, 1977). Entre as principais medidas de controle dessa doença preconiza-se o uso de sementes tratadas ou livres do patógeno, rotação de cultura, maior espaçamento entre linha (ALMEIDA et al., 2005) e a aplicação de fungicidas no período compreendido do início do florescimento até o enchimento dos grãos (SINCLAIR; BACKMAN, 1989) MELA (Rhizoctonia solani Kuhn.) A doença com nome generalizado de rizoctoniose é causada pelo fungo Rhizoctonia solani Kuhn. É caracterizado pela ausência de esporos, micélio na cor marrom e hifas septadas com ramificações em 90ºC (GOULART, 1997). Sendo um fungo necrotrófico e habitante do solo, R. solani ataca diversas espécies vegetais mundialmente, levando ao tombamento e podridões de raiz e de colo (FENILLE; SOUZA, 1999), podendo infectar ainda espécies daninhas (MEYER et al., 1998). Nas folhas de soja causa o sintoma característico de queima ou mela (JONES; BELMAR, 1989). Nos Cerrados este fungo é uma das principais causas de doenças, uma vez que necessita de temperatura em torno de 25ºC e 30 C e umidade relativa do ar acima de 80% (HWANG et al., 2007) condições encontradas na região. Segundo o mesmo autor, o patógeno sobrevive através de escleródios ou saprofiticamente em restos culturais. Autores como Goulart (2005), afirmam que os primeiros sintomas aparecem na fase inicial de desenvolvimento da cultura caracterizados pelo menor porte das plântulas, posteriormente essas escurecem, murcham e morrem. O controle dessa doença só eficiente quando se adotam medidas integradas, envolvendo práticas como nutrição equilibrada, adequação de população de plantas e espaçamento entre linhas, utilização de sementes de boa qualidade e eliminação de plantas daninhas (HWANG et al., 2007), não sendo registradas, ainda, cultivares com ampla resistência.

18 MOFO BRANCO (Sclerotinia sclerotiorum (Lib) de Bary) O fungo S. sclerotiorum esta presente em todas as regiões produtoras do mundo sendo considerado um dos patógenos de maior importância (LEITE, 2005). Resiste no solo e é polífago podendo infectar espécies de grande interesse econômico como soja, feijão, algodão e girassol (BOLTON et al., 2006). Nessas culturas provoca um sintoma típico que se caracteriza por uma podridão úmida coberta por um micélio branco algodonoso na superfície do solo e/ou tecido hospedeiro produzindo eventualmente estruturas de resistência denominadas escleródios (CARDOSO, 1990) Em condições de alta umidade e temperaturas amenas os escleródios que caíram ao solo germinam e desenvolvem apotécios que produzem ascósporos os quais são liberados ao ar e são responsáveis pela infecção das plantas (GRAU ; HARTMAN, 1999). Pode ocorrer também a transmissão por semente, ocorrendo tanto através de micélio dormente (interno) quanto por esclerócios misturados às sementes (HENNEBERG et al., 2011). Uma vez introduzido em uma área, o patógeno é de difícil erradicação devido à sua ampla gama de hospedeiros e a longa sobrevivência dos esclerócios no solo, podendo chegar a 8 anos (BIANCHINI et al., 2005). Dentre as medidas de controle preventivas preconizadas para o mofo branco, em diversas culturas, destaca-se a adoção de um sistema de rotação de culturas com espécies não hospedeiras, uma vez que inexistem cultivares resistentes ao patógeno (LI et al., 2003). O controle químico só é eficaz preventivamente e nem sempre é viável economicamente (CANTERI et al.,1999) 2.3 USO DE AGROTÓXICOS As doenças em plantas causam redução da produção e do fornecimento de alimentos para a população, sendo assim o uso de um manejo ecológico dessas é essencial para se reduzir o uso de fungicidas, que por sua vez causam danos ao homem e ao meio ambiente (TALAMINI; STADNICK, 2004).

19 10 Quando utilizados sem controle, de forma irresponsável, os agrotóxicos provocam acúmulo de substâncias nocivas no solo e na água, além de possibilitar o surgimento de populações de patógenos resistentes aos compostos químicos além do desequilíbrio ambiental, devido a não seletividade dos produtos químicos utilizados. O aumento do consumo não associado à expansão da área de cultivo incita a busca de ferramentas efetivas e economicamente viáveis de controle de doenças em plantas (CAMPANHOLA; BETTIOL, 2003). No ambiente, os agrotóxicos agem de duas maneiras: acumulam-se na biota e contaminam a água e o solo, além disso, a dispersão de agrotóxicos no ambiente pode causar um desequilíbrio ecológico na interação natural entre duas ou mais espécies (SOARES; PORTO, 2007). Alguns tipos de agrotóxicos como os organoclorados, já amplamente proibidos, porém com passivo ambiental decorrente de sua elevada persistência se acumulam ao longo da cadeia alimentar por meio da biomagnificação, que é o aumento do nível trófico (TAVELLA et al., 2011). A partir da revolução verde, ocorrida na década de 50, o processo produtivo do meio rural tem enfrentado modificações profundas que visam a atender à competitividade do agronegócio, como a mecanização das lavouras e a implementação de técnicas associadas ao aumento da utilização de agentes químicos (NUNES, 2007). Essas mudanças contribuem para aumentar a exposição dos trabalhadores do meio rural a riscos de acidentes e doenças relacionados ao trabalho, principalmente quando o assunto refere-se ao uso de agrotóxicos. Segundo Moreira et al. (2002), os índices registrados de intoxicação e óbito são preocupantes, no entanto, é notória a subnotificação dessas ocorrências pelas instituições de saúde. O aumento do uso de agrotóxicos, porém, não ocorreu na mesma medida que a implantação de programas de qualificação da força de trabalho, sobretudo nos países em desenvolvimento, expondo as comunidades rurais a um conjunto de riscos ainda desconhecidos, originado pelo uso extensivo de um grande número de substâncias químicas perigosas (MOREIRA et al., 2002). A utilização de agrotóxicos abrange um amplo uso nas mais diversas culturas de importância econômica, fazendo com que a população esteja cada vez mais exposta ao risco de contaminação (PERES, 2005). O uso destes traz

20 11 vantagens como o aumento da produtividade agrícola, no entanto, o uso indiscriminado de agrotóxicos pode trazer prejuízos à saúde humana e animal, e ao meio ambiente (DOMINGUES et al., 2004). Outra preocupação com o grande e crescente consumo e disponibilização de agrotóxicos se deve em relação à produção orgânica, que não possui alternativas variadas para controlar as doenças, levando-se em conta que a maioria dos produtos para controle não pode ser utilizada (MEDICE et al., 2007). Juntando-se a isso tem-se o fato de que cada vez mais cresce a exigência por parte dos consumidores por alimentos livres de agrotóxicos. Nesse sentido urge a necessidade de realização de pesquisas voltadas para a busca de produtos fitossanitários naturais (SOUZA JUNIOR et al., 2009). 2.4 CONTROLE ALTERNATIVO No Brasil e no mundo buscam-se alternativas para o controle de doenças em plantas, favorecendo o desenvolvimento de uma agricultura ecologicamente correta e baseada na sustentabilidade de todo sistema (ZADOKS, 1992). Para que se consiga um eficiente controle desses patógenos há várias alternativas que permitem reduzir ou mesmo eliminar o uso de agrotóxicos destacando-se o uso de extratos de plantas (HERNANDEZ et al., 1998; OWOLADE et al., 2000; SOUZA et al., 2002; MORAIS, 2004). Estudos realizados com extratos de várias plantas comprovam a eficiência desses contra fitopatógenos de origem fúngica (CARNEIRO et al., 2008; CELOTO et al., 2008; ROZWALKA et al., 2008; VENTUROSO, 2009). Esses extratos são praticamente inofensivos ao meio ambiente quando comparados com derivados sintéticos, podendo, inclusive, superá-los em sua ação de controle (STANGARLIN et al., 1999). Essas plantas fornecem ingredientes ativos tóxicos aos microorganismos fitopatogênicos como um mecanismo de defesa natural que envolve, freqüentemente, metabólitos secundários (ROEL, 2001). Assim, estudos fitoquímicos de extratos de plantas podem ser utilizados como uma alternativa na busca por fungicidas e nematicidas naturais. Há vários estudos realizados com plantas medicinais, porém no Brasil ainda há

21 12 repositórios de plantas nativas pouco exploradas, quanto a sua composição química e atividade biológica. Entre esses repositórios podemos citar a Amazônia, Pantanal e o Cerrado, entre outros. O Pantanal e o Cerrado possuem a maioria de suas espécies vegetais aguardando indagações científicas, fato este que motiva pesquisadores a buscar as potencialidades das plantas pantaneiras e do cerrado como uma matéria prima a ser explorada de forma cientifica, na busca de produtos aplicados a agropecuária e a outros setores produtivos da região mato-grossense e sulmato-grossense Família Rubiaceae: Randia nitida No Pantanal e Cerrado sul-mato-grossense uma das famílias mais presentes é a família Rubiaceae. Nacionalmente ela destaca-se com relação à diversidade de espécies e é uma das famílias de melhor representação quanto à riqueza florística, nas florestas ripárias do Brasil extra-amazônico (RODRIGUES; NAVE, 2000). É uma das principais famílias da nossa flora, reunindo aproximadamente 120 gêneros e 2000 espécies, distribuídas nos mais variados ecossistemas como a Amazônia, Floresta Atlântica e Cerrado (CHIQUIERI et al., 2004, DELPRETE et al. 2004; SOUZA; LORENZI, 2008). Outra característica que merece destaque nessa família é a ampla variedade de compostos produzidos, incluindo alcalóides, especialmente os indólicos, iridóides e antraquinonas, que também são considerados marcadores quimiotaxonômicos desta família (MONTANARI; BOLZANI, 2001). Dentre seus representantes mais importantes aparece o gênero Randia que, segundo levantamento bibliográfico realizado com relação à sua composição química, mostrou a presença de iridóides e triterpenos glicosilados como principais constituintes, além de cumarinas e flavonóides (HAMERSKI et al., 2003). Segundo Nazari et al. (2003), o gênero caracteriza-se pela presença de iridóides e saponinas. Dos compostos isolados de espécies de Randia,

22 13 apresenta-se em destaque os iridóides glicosilados e os triterpenos glicolisados (QUADRO 1). QUADRO 1: Metabólitos isolados de espécies do gênero Randia. ESPÉCIE METABÓLITOS ISOLADOS LOCAL AUTOR (ES) R. canthioides Iridóides Folhas UESATO et al., 1982 R. dumetorum Iridóides Folhas SATI et al., 1986 R. ruiziana Iridóides Folhas e DAVIOUD; Flores BAILLEUL, 1988 R. formosa Iridóides Frutos SAINTY et al., 1982 R. spinosa Iridóides Caule HAMERSKI et al., 2003 R. uliginosa Triterpenos Frutos SATI et al., 1989 R. dumetorum Triterpenos Frutos MURTY et al R. dumetorum Triterpenos Frutos SOTHEESWARAN et al., 1989 R. formosa Triterpenos Folhas e SAHPAZ et al., Frutos 2000 R. longiflora Triterpenos Folhas TALAPRATA et al., 1989 R. nilotica Triterpenos Frutos LEMMICH et al., 1995 R. siamensis Triterpenos Frutos JANSAKUL et al., 1999 R. nilotica Cumarinas Folhas BASHIR et al., 1981 R. longispina Cumarinas Folhas PANDA, 1999 R. uliginosa Cumarinas Cascas NAGAIAH et al., 1992 No Pantanal e Cerrado sul-mato-grossense, é encontrada como representante do gênero a espécie Randia nitida, conhecida no Pantanal como roseta ou veludo-de-espinho, (POTT; POTT, 1994). Ela apresenta como basiônimo Gardenia armata Sw. e várias sinonímias, entre elas Basanacantha spinosa (Jacq.) K. Schum., Gardenia humboldtiana Roem. & Schult., Mussaenda humboldtiana (Roem. & Schult.) Steud., M. pubescens Kunth., M. spinosa Jacq., Randia armata (Kunth) DC., R. ovata Duchass. ex Griseb. e R. spinosa (Jacq.) H. Karst. (TROPICOS, 2009).

23 14 Apesar da importância dos metabólitos isolados do gênero, não foram encontradas referências quanto à composição química ou relatos do potencial antimicrobiano, antifúngico ou nematicida do seu extrato. Esses fatos motivam a busca por potencialidades em plantas desse gênero, em especial desta espécie presente na região, principalmente no que se refere à presença de substâncias bioativas, que possam vir a ser exploradas e utilizadas na agricultura como alternativa no controle de fitopatógenos, além de agregar valor a espécies nativas da região, contribuindo de forma direta e/ou indireta para o desenvolvimento da região pantaneira.

24 15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, A.M.R.; FERREIRA, L.P.; YORINORI, J.T.; SILVA J.E.V.; HENNING A.A.; GODOY, C.V.; COSTAMILAN, L.M.; MEYER, M.C. Doenças da soja (Glycine max (L) Merril). In: KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO L.E.A. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 4. ed. São Paulo: Agronômica Ceres, v. 2. p ASMUS, G.L. Ocorrência de nematóides fitoparasitos na cultura do algodoeiro no Estado de Mato Grosso do Sul. Nematologia Brasileira, Piracicaba, v. 28, p , jun BALARDIN, R.S. Doenças da soja. Santa Maria: Ed. Autor, p. BARROS, R. Doenças da cultura da soja. Tecnologia e Produção: Soja e Milho 2010/ , 167p. (Caderno técnico 2010/2011). BASHIR, A. K., ROSS, M. S. F., TURNER, T. D.. Coumarins of Randia nilotica. Fitoterapia, Novara, v. 52, p , BIANCHINI, A., MARINGONI, A.C.; CARNEIRO, S.M.P.G. Doenças do feijoeiro (Phaseoluls vulgaris L.). In: KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO L.E.A. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 4.ed. São Paulo: Agronômica Ceres v. 2. p BOLTON, M.D.; THOMMA, B.P.H.J.; NELSON, B.D. Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) de Bary: biology and molecular traits of a cosmopolitan pathogen. Molecular Plant Pathology, Bristol, v. 7, p. 1-16, jan BRASIL. Instrução normativa n.2, de 29 de janeiro de Institui o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS) no Departamento de Sanidade Vegetal (DSV), junto à Coordenação-Geral de Proteção de Plantas (CGPP). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 30 jan Seção 1, p. 15. Disponível em: <http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis- consulta/ consultar Legislacao. do?op eracao= visualizar&id=17600>. Acesso em : 30 jun BROCH, D.L.; RANNO, S.K. Fertilidade do Solo, Adubação e Nutrição da Cultura da Soja. In: Tecnologia e Produção: soja milho 2008/2009. Mato Grosso do Sul: Fundação - MS, p Disponível em < 02-D1A25E023F03%7D_02_fertilidade_do_solo_cultura_da_soja.pdf>. Acesso em: 28 ago CAMARGO, T.V.; YUYAMA, M.M. Controle de doenças de final de ciclo da soja (Septoria glycines e Cercospora kikuchii). Fitopatologia Brasileira, Lavras, v. 26 p. 330, Suplemento.

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