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14 J ) AslcoogçaY;se::ituar op œ:unlvefsa Independeote dele Acontece o mesmo no dœnlnio da cabusall-q f :? da j e e dotenpo/ ; Durontea preseote fase as slrlescousals ultrapassam com efeito y a: reia- qoss & im plesmvnte globalj enrre a aklvidade prdprla eosmovlmeotosexterloresparase obletl- varem e especlallzaranem outras palavrasécausede anfen3meno qualquer delxa deser identl 7: flcadapelacrlançaçanosentlmento queelapossuradeagîrsobreessefen8mebiko suleitoco- reça a de%cobrlrque existe un cbntato espçclalentre a causa e oefeltq e queasslmqualquer obleto pode %er upa fonte de atlvidadt (e n;oapena:o corqo do sulelto)consequentemente as L s:rie: telnpora 1s toncçam por seu yurnoa sgrem ordvnodas em funçzo dasucessso dos eventos e JI:gpen*: 4m1fun1so uos aç3es AsslmJ5 1posslvelentreverkœpa atooruenaçsomûtua dosesquemas secundalrlos faa &* acœlpanhar deunprogres:o correlatlvo no tocante Jelaboraçlo dascategorlas Hrealsdda ln* te1q j; nc l19 a ; Na forfxçio do Slglbolo Piavetno: dlz:1ia adaptaçlo senqlrio-motorp dusde osdezolto : prlmeirosmescs levaj constèuçlo ue an unlversoprlklco pr3xlmo por uneculllbrlo progresslvo entre * assimilaçio dascoblsasaosesquemasda atlvldade pr3prla e %acomodaçio destes aos da- 10$da experipnciaa adaptaçlo representatlva prolooga nunsentidoexatamente este processo porim amalores distlnclas espaço-tempor4lstornadaspossfvelsuraças; evocalio dosobletos e dty:aconteclmentos fora do campo perceptlvopormelo das imagens simb6llcasdop slqnos e do pensamento Em outraspalavrasalêm dosobletospr3ximose perceptfvelse1a tem que adaptar- se ao vniverso lonqrpfquo no espaço e no ta ipo bem como ao uoiverso dos outrosdl ora no caso das categorias realsouespaço - twnporalscomo seefetuaesta adaptz çlo?por ona extenslo progressiva dosesquemas sensörlo-motdresouanoutraspalavrasdoses- 4teas deiloviflenlos ut percepçles:asi aactxlpouallo prlpria a esse esquelnasquegeroa I-* malem e çonstiluiassim osslqnifitantes sodlvlduals que servem de suporte âasslmllaçlo repra Sentativa1 portanto muito naturplque:una vezdissoclados de seu ponto decontato cœlo real perçepçso e do movlmentoatualsosesqutmasasslm empregados quee tltulo de slqnîflcantesquera tftulo de slgolficaç3esperdemasslmllando novosdœnrnlfas o equllibrlo Noe es caracteriza no terreno de partlda * n5o 4 menos compreensrvql que a maneira pela qualo equillbrlo se encontrarlproqrisslvament eqtrea acomodaçso * a asslmllaçâo representatlvasreproduzlrl entioan Ilohas fasesda constrpçio sezs3rlo-motora * As prlmelral fraqes diz Piavelgparecem dublara coordenaçlo dos esquemas Isolaa do o esquona lnerente i pripria açio de u: esquema represeotatlvoque i sua traduçsoem ula espicle de conceito Essespri-conceitoqs;o alnda bem mais representaç8esdosesquomasque verdadeiro:conceitoseles njo tonalnda oem generalldad nem Indlvldualldade verdadelras e n;o MJ Iuentidade no çaqpo A experi:ncla senlsntita repouqa sobre a pgsslbllldade de açso do homemidiz Tullol Be MauroQ signlflcauocontinua ele;depende doidato slgnlflcadore este ato slqnlfltador & Gîe manelrade aglr sobreo mundoûrao prlmelro ato slgnlflcador; odesuvar*de onde surqo e pelmelro esquema e as prlmelras asslmllaç3espiagetcaracterlzao esquonade aç:o como un # conce lto prltlçof:na medldaque e1e deflneosobletospelo seuusoôsoblelostem sentldopo- re crlança na meuida em que sjo passivelsde serem asslmllodos poresquema de açsoao nlvelda demxnlnalio b: atrlbulçso de ua none ls colsasno entanto essa atrlbulçso se apresentacomo o enunclado ue waa aç:o qoe traduzosesqocmasj$ possuldosno prlncrplo da vlda dacrlança os 11m1$*$de seu:esquemas deaçio llmlre:deseumundod pe outro lauo qostarîacos de colotoroaaquestlolo5o serla a estruturaçio do realpa - 1Q-

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17 - i - - OW l q : : J J :! V ) dopslç4logosobreosjmpçodosatlvös:oparècmmtomo * oparalelo:pedùjo:* Icode todasasproposta: u j ;? dp sistema çe fereotes âpreced:nclada àçlo efetivapo deèurso do desenvolvloentoke ao escale namento d::ttapasq<e* tr*nsformaù em açao operat3rlana baseestso concel i li! uad (llbra = ao 1$un1 anuo ol poblemas ua rellç:o auaptatlva 7 e ölnlplca*n-! to exp ct yo equ ç n r t : treo organlsmo *o m*1oo :ulelto eo fagllmlnte éo clso elpecllf dasrelac3esentreo educpndp eo ambleote educatlvqtamb:m quando Plagetaprésentacopo ùble- : i tivosâ educaçio o preparo depersonalldade: j criatlvasinventlvàse descobrldoras j (A) culas mentecr Itîcas selam capaze:de verlflcaçio e Imuncs5 slmplesabsurçio permanece oo coniexto de suas lndagaçbes te3rlcasquepretèndem obierexpllcatbes1 questio eplsieoolog - lca fundamen- : Sa1: ç(>1x>étzlepsam oskonlecljluntosa âs re%po:tasque encontrapara Iesolvêœ1*usarkoco- : flo mltodo * Ilve:t1gaçiop:1co-qenlt1ca! )* : J ; CItarela segulrialguns exemplosprivl1e91adosde questöes pedage Ica&qte t- si- Ik do trabalhadasa partirdemodelos piagetianos(nprlmeiro Iuvar Iembrq o setor da Prl-Escola j & $ que tem sldoobleto de proletosöeenslno pslto-genitlcoe cbṃ a pecùllarl w dade de termerec ld o una ootve J 1 tentatlva de seleçgo de obletlvokvcomportœaentals:de tlpo e # coqnitlvp t5)talvezselammai:flcllaelaboraçsogeuacurrrculohlaqetsanonessafasedae- * ducaçso em que s;o poucasou nulasas exlqlncla:normatlvasoutermosde contegdoa apren- - u L dercutro setorno qupldesenvolvem-sepesqulsas sobre kurrrtvlose m4todosna perspectlvapsi - ; co -g enitlcai o do enslnodematem ltlcé- 4 dé clinclas A presença de F#rbellnhelderla conhecl : - a conferêocia dewoodsmole (Cabo Cod-U&A)no ano de 1959na qua1se discutîuo aperfeiçoa- mento ua educaçiocientlflca nasescolasamerlcanas folmircantekcaaa estl relatado oo llvro - ; de ôruner0 processo daeducalâoe sabc-se tombll cooo encontro dé plaqetcoxo qrupo dos Boorbaklalterouos ruwosuo eosloo damatemltlclkârlaspropostasodecurrfcufos ede metodol a1a no Jmblto das cl4nclas guailatvnltlca t:nprocurado funuanentbs q cognltlvos/c probl--- da : : educaçso noralcula: bases $;o encontradasna obra de Plaget olulqœnento-oralna crlança9 7 foii*vado avant sobrotudo por Kohlblrg; E:t4 uieseaplo do porw*trl- balbo de Piaget* toda una g re*de pelqulsa gr ; y - E- sunapode-se dlzerquecomparatlvauelteoo quedi> respeltoaoscontegdos dq * nsinoak clênclashuuahasnso forœnainuaobletode tlo nuperosos estudos quanto as sreasdas n ci:nciasnaturaiseda matemlticado mesmo modotratando-se denrvelbeeasinox: a escola sz periorqve ainda njo foltrabalhada cœa fundomento pslcogenitlcorpoucop aloda top sido felto <Y no :mblto doenslno de estepclonalsnjo obstapte un:poucos estudos revelenposslbllldédes In* v) teressantes nesse setor Noprlmelro csopoder-se-ia svporqueo enslno da* clsnclls -a- temstlca 1 beneflclado pelosextensos çrabalbo:depesqulsa:e Se3rlcosiue Investlgàpeœ Genz ira # conteltosque pertentem a essescampos: tempospaço velocluade força vetoce* por exemplo Quanto $matemltlca* proprla naturezadasoperaç3es cognltlvas- 10:* lco> t- itlcas * façlllto $ua aproprlaçso por essa dlsclpllna Per outro Iado seodo -*1 dlfrcel* * eenos nx--- rosososeltudossobrea Inteliglncla adultaeste foto poders expllcar * tl-ldeana apllcaçao da teorla ao enslno superlor - Tendo a flrme convlcçso de que o slst- de ceàebra tràa qrandes cootrlbvlçbew: edz caç3o em qerale ao enslno em partlcular acredlto na necessldade de â-a appla cooperaç:o eotre apslcologla eascl:nclase t:çnlcasda educaçiopara a constltulçio de u>corpo de mpesqulsa dg teorizoçio que proporclonea efetlvaçlo de upaperfelçoamento edocaclooai Açredlto tae- E bémque a teorlaplagetlana njo nos proporclonawnmedelo edpcaclonalnneutro mas Inserl4of * nwna determinada fllosofla educaclonal revelada pelasexposlç3es do PslcBloqo aterca dos flns / ; 1 aaeducaçlos acredltamosnessesobletlvosforçoso seçg : V : 13 C : 1: : u q Njp

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