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1 ejj jas dignas de crédito. E Emperador vníoeríal,8c reconhccido de todos os Reys 8c fenhc es de lap r>. mo \J Xagu, Vrft^l-l J ou.cubo, V».» ) que os annos pallados, J o qual l.co.no he t; u A iii.nr-iv. Lx 'nriltandade, quanto maisfegurofe véemleu eüado, táto m. T.üdta;,--"!.:v: ra ^ a perfeguir, jj*.. l CjV. > matando ', '' os ~ esforzados ' J ConfeíTores de Chriflo.tom ~ ex 1 j do tormentas. No anno de i 6x9. ' forao martirizados ' " J emd J ' p P. Í5 ic Dios, acrecentamentoda Igrejamilitante,&triumphan c'pa Gen- ',p"ñtjiwnaíache5. queinudos viuós, & ir. degrades. Dos qucyniado»c.;6 l.aw ".r;, & L ovirdo Upaó da Comp nhia'de leíqs,grande prégador de noíta Sanfta Fcj entro. Dnn»m oí o 0 rtu?ue natural de Ssm Romáo.termode Aginar de Sonta entre Dout o, üc. Iv u k>,, q '' "rihor efeolheo para Capitaode fualgreja depois deferuir de toldado na India = «orne em Ümuraeílauáo prefos cora grande apertodous Relig ofos dogloriofopr 1 's % hiun desam Francifco, corapanhevrcfcde dous,cáda hum das ditas orden, atrastbraó ra irciriwdos. No racimo Carcere eftauáo dous Padres da Companhxadc, >%aoi ll a, n h- o y adre Carolo Spinola Genoues, mais illuure pello que padece por Chr». ;, </ r"i n -ue- amhe morreo do trabaiho da prizamfeu Companheiroo Iriiyu? Amo; o-w <.-, <» fr" n irur úde hdi» do-bifpadodo Porto deidade de «8. annos,grade parte dosquaisemprcg nnelh CWhndade. Na mcfma Cidade fe cortaran! as caberas a tres Chriüáos, por nc^-v-, rúas esmolas sos íobredito, prefos. Era Bugem, a hum; no Rey no de Bungo a dous, p '' ',1olee'':... 1 annos mu, b, m logrados. E porquefaltaua a Cidade do Muco, cabera daquelles 1 g do r-rm de Mártires naturais leus permitió Déos, que em hum día fofiem nella & Oí 10'20 lotfoqnim.idos ailv'llu WUS Vviuos a ávillade 1 todoo --CT-T lapam $j.qnal >> 1 expeéhctiló í ^. nunca,,, Rcnaav,. P. *., c,.f^fnr)nefr«t mnifnnaraver huavaler Macona ci Sus Ñeros 6t Droclecianos. Entre todos fot multo para ver hua valer-a Macona ch,r: n re fea marido, & feos filhos.a hu dos quauppr.fcr rauito cmn? a tr ;ha ape; doer, s, '& ns d^poiade morta,scqueimada largauaoutro aínda era fuas entrat ha-:,?, m-; D é o s - -_ - ^^pft meiro a glo ria ^f o m údo, 8. inorreráo po carce re do apertc> fc e ra -; o ít? to delle.erafuxi'', mi f x!i martirizado hu; & em outro Reyno hua dózelacathecarnena > em derenlao de fuá caílidade, ^EftaSXorae Nanos Dlandefes confederados cora os I#oes pera todos ebrera fcbre a Ci» dade ckmacíwo com intento de a toraarera aos Portugués, ^defenganoa o.reyne íapara, que n^pu n i & nao viuiaó fe nao de roubos, & cruekuks. Porque «íoube que traham too* N,luios,quehiamperaSiara J Champa,C.mbo.a&Cochmcu 1 n i... ida deram fundo a toda á gente pera nio fe iaberjdefnas maldades. -gmr ' raorte, que ninguem os.idmitiítem erafeus porros, nem íntrafl( v. Mamo,, ffem m inti inent,os,ou. tr.uni^oens,a qual leyic guarda cora tanto r;..^.^ srofm,, C idos por tereni trato' com elles, com o que crt.cs.mangos facam aialnaotfíimo?, & o qn«* ' tlalueo P conr pouco remedio porque de Upara Ihe leuauara p^mv^to k munkoe,. 4 '. m -hao aínda no ten^j da liga eflauacora bom ani mo, porque f: xluiuapcora mais. nií mofqucteiros rauitodeítros,dos quais os mais erara Portugveiey. =; ; : ini ic fe i-efoluerara Kiuiu»,'.».. es de Machao - em nao mandarem a a Iapam a nana do réoi untos os Coffairos, - ^ <~ fe nao feis Nauiqs M...:^ i; u ss \ i oi r i loco --o deferabocaedas,lhas í;íkoiuravara.co hu ^dibigtand,2. li'ado,qiicfeítreaeo acometellcs. fe iaftpjamacih o:vxmx pti-vs,. : ín fe podfriusa; b, m da art<lhartao ábilroaram. U que imto demra ' ""l, ' " dos Hvi"; _ I i.u i. poluora nr.ovfcmo «o,., ir-r-w» - incida.lili» dnr dur. > O > >'.'. pe - "i í-'cus ci^.ddi.n br,qu"eaen.iuiopaíí^..b.pp'aide mais foíopas, qoe tem na Inuavicrarcrri! ^, (atentas. «i<ab -'.>.1 b n ú olwítt : i re; tura 2d'-m I>aCQnfideracam.itentrectlesha.n filhodcham^twác & a Oefief^ ;mc"> o í. i,dara nio-ulias partes; outeos gara dar oeda^a tasefenv^s ionrvs. i '"U-iios,osq

2 para cargos femelhaftres. Os que eftauam no lapsm fentirsm tanto eíla noua, que diziam, que fj ineia Qlanda fe perderá, nao fe perderá tanto,para leus intentos como naquelle Nauio. Te ni fe por coufa certa que os Caltelhanos ñas Philippinas alcan^aram dos Olandefes hüa grande Vitoria em que ihe desbarataran! treze embarca^oens, & em MalucoIhe tomarama fortaleza de Amboino que íbi nolia muiros annos, & nella muito fato, & riquezas. Parece que vai Déos abrindo as portas da Ch ma, até agora tam ferradas, ailbo comercio dos Portiíguales, como ao Euangelho. Entre outras pefíbas de muito porte, & letras,que os Padres da Companhiaconuerteram antes deferem Janeados da China,foihum Mandarina principaba quem chamaram o Douftor P.iulo, o qual no zelo fe parece com o Apoilolo, de quem tomou o nome, Se no esforzó a ninguem da ventagem..0 Rey que he mancebo, & muí afeitado a elle lhe cncan gouquedepequim,que hea Corte da China tiueíle o aííumptode todoo prouimento ncceítario pora o leu exercito, que ha tres annos anda en campo contra os Tartaros, que entraram polla China dentro, & lhe tem ja tomado hüa Prouincia,& outras Cidades. Mas elle pedio licenga pera afluí ir na guerra. E o Rey o nomtou por Generaliffimo de toda ella, em quedeu moflrasdc muito prudencia., particularmente em mudara correntede hum Ryo ajuntandoo com entro, c^tris-; pou tam fundo, que nao puderam os Jarearos pallar. A qual obra & fucciíb o Dcutor Pau. f buioa pratica & noticia, que tinhadoj Portugueses por mciodos padres da Companhia, weacaoou como Rey que paliarte Prouiíbespara os ditos Padres íerem declarados por innocentes & reílituidos.e que pediíle aos Purtuguefcs de Machao algüa artelharn,eombarden os,& foldado^, com intento de acreditar a ley de Déos, & aos Portuguefes que os Chinas tein por barbaros em iba compara am,como os Gregos anuamente a todas as den ais Nacoes, & aínda que os Maadarins de Canram nam deixararn pillaros Bombardeiros,fendo auiíadoo Dou or Pauití fez pallar Prouifoés em forma, que nao ouue mais rehilen cía. A Gdade lhe mandou quatro pecai groím, aunando que perro dali eftauam írinta & feis de hüa Nao Ingreza, que dera á coila. Foraiii tambe,ij^. roo. íoidados Portuguefes molqueteiros com feus criados dandofe logo a cada hum po! r prmr de paga?.oo. Taes, que tem 450. pardaos Xcrafins, & aos criados 40. faes, com os folclados entrara TI cinco Padres da Companhia, dos quaeshcaram tres em Pequim, & os deus paffaram com elles ao 84 xercito,a onde fe derem boa conta de G ñas armas, principalmente r.os coíiumesvpodefe efperar có muitó fundamento, que cedo fe conüerta toda a China,- porque os deiia an>ao & refpeitam aofeu Re.y como a Déos. Eeltehemui afeitado aos Mandanns Chriítáos. E cuioafe, que o Doutbr Paulo he feu meftre, oqual lhe tem dito'por muitas vezes, que para í<$s va~ lalos ihe lerem íieis nao ha milhor remedio,que ferem todos Chriítáos ; porque os Padres, que fam, htlj. -u.w v U n, rui, a u LI unjuuhuijuuar em uoemnemna, que ftchum Keynode gennosentrea China,&Malaca,mui frequentadode Portugueses,Chinas,& Iapoés por ier muí abundante de ouro, de Aquilla,& do verdadeiro Olamba & outras mercaderías comeando os Padres pregar aquí noffá Sanfia ley tiueramao principio grande contradicam, poroue auendo hua grandefeca que pos a térra em grande aperto fe peifuadio o pono ignorante, que- a ley de Déos era- caula della, & o Rey mitigado tambera pellos Olandezes, o, mandou fair'da fe. n Mas o tempofoi defeobrindoa verdade,&o Rey faz muita honra aos Padres, & hetera pailad rrouiiarp pura poderes pregar hu remen te em todo o feu Reyn & os Iapoés Chriíláos,queVm fna térra nao tem Iiberdade para ouuir Milfa Pi égacam, & comungarem acodemaeíies porros" ma,s para bulcarem o proueito de fuas almas, que a mercancía. Em quanto em Machao fe nao foube, que eiíá disfeita a liga dos Olandefes com os Iapoés fe ferepreza ñas galeotas no anno afras q foram da India,as quais com otras que de nouo fe mandaran^ partrram pa r a India n'ofim de Nóueníbro de ría i. Mas no Golfamde A<Vnam lhe deuhum temporal tam e.'prna.ío, que as deílro? ou a tod.s, & fez íicariem mal!ros, porque ou jhbs-quebró. 1 oii forcoh aoscortarern Amainanck..peftadelhe frbreueiooutra pior de duas WoJandeS, de. g.que d.zem ándam naqueih,gem. í>a s bem zobaramas síal,otas fe nao eítiueram decepad anraa afii mataratr - ;, gente das lanchas, que f adiantar. i:, rúas vendo- chgand, as J os mana ram os Portug- les muito ouro & fato para liña en.b ire ca-n de TuT omt ntogue* /para Solor, ác deramiogo a algüasgaleotas, & ai fato, qu= aellas v X ma S. sos

3 f> eos<)dp. /»gafátti'&tomaran» ;. " o. A * d ouhüa mui delineada,a oütrasle nao labe. Vinha e ; ' - : como de orn o. Os Rey dtivii ganando com ei'tespiraba a,,"?,, i. - s por quem íam. Ñas par; >: jj.v. ami! andaramem Outubro, & Nouembrotomando militas embarca. - ' <- olieras, a tnaior parte das quais era do Idalcan, Melique, & Mogor. O quai mandou,que em Se ti-'votfetyi preíos quantos achafíém em térra,&lhe lanfafíem maó de fuá» fazendas do que elles ti a.* -«vua polla Te acolheratn. re da Andrauc fez o anno pallado coufas marauilhofas no Sino Perfico,& por todaa o >[', i, onde pelejou com os íngreíes, aos quais poflo, que era inferior em numero de gen, : haría,& muni^oés, com tudo no animo, & esforco fe ouue de rra 'V<*wrat m feu General com muita gente,ceixandoos tam pafniaeos qu maní Máximo, outros Ruy Ferro. De nouoeram idos fobreelleos mefn N os, cíe alguns'pataxos que por todas faznn nouc embarcacoens. Mas nt i' cada co n cibus galeoens t'armofi(limos, & hum pataxo, que a Gouernador ; ' íeteiir tantas pecas de mui grandes bailas. No Ianei'ro pallado fe auia de ái '4 :!iope.'eiráque foi Capttam na Coftade Melinde,& o anno pallada caulas escellencts, queimando multas pouoacoés, & embarcacoés de Moi pu*s Naos que tinta em eitaieno. Tambem no cabo de Comorim tomen vmha d: Meca muito rica com dozeou quatorzepecas,& attelheii o.-. Olar conmuto animo, que o meímofoi vela que Vencella, & léñala a Cochin. ' hotaslem.ua comligopara Orn.uz, treze,ou quatorze embarcacoés, & t apollados.. ' No mefmo tempo, o Perfiano meteo muita gente em queixume para n Portuguefes fe prouem em Ormuzdizendo,quc os auia de ter como paííliri Rui Freiré lhe matou grande parte della,& deu principio a fortaleza, que fi don fazer uto da aguada,para mais asegurar,a qual laio tal que dizé he ln,. pollo,que ah lhe morreo muita gente de doen^a. Defpois deu o dita ña parte da Perfia tomando, & queimando militas pouoacoés,8c ma tenadas, as quaishúas queimou,& outras tomou, 8c diüruio,que fac. da Arabia tomou a Fortaleza de Iulfoi,queemoutro tempo foinof do Peruano, ou de quem a tinha de fuá maó. Iunto della tomou outra,& lhe qucimomsc cortou grandes palmares. Elperafe, que os dous Capitaes tenhao alcanzado hua grande Vitoria dos m.migos, porque lao muí reihlutos, & valerofos fem obriga? aóde moiher, & filfcosque naqudlas panes is anda- ' - -aisatiento do que pedem asocafioés. As mefmascondicoes tem Conítanti ü.- general ió. & Phelippe de Oliueira Capitáo Mor no Reynode lafanapataó, os qu. cem alo grandes Vitorias dos Inimigos. _ i. mperador de Ethyopia ella em paz, & todo empregado na reducao de feu a Igreja a:feus lrmáos ftója todoscatolicos.é os maisdosviíorets,&gouernadorc i- mpeno. e todos vai o principal de feus Irmaós por nomeerafcelachrilios^ em esto, co-pavec;. outio.. ai xelo de Rclisriaó outro S. Paulo. Acaboua Igreja, que a fuá cuita tmha ccmecarío ao aa S e Europa, a qual he vifitadadetodasas partes de í thyopia, & ate os Schilmatkos ihe >caí' do Ceo O Emperador, 8coutros grandes tratao de tazer outras maiores aamit.c.o fco dous Padres da Cotnpanhia de lefusda india a Ethyopia.para ajudarem os cuíco '.dán»6 (os quaiscom grandes inílancias tem pedido, & pedem a feus Superiores compa-

4 Bp = amaine os Jcomp.nhaffem.ate os meterán ñas térras íeje;t: S ;ofmp r-dci defthvrroi* tudo ecompnoanlca. Hntraraó os ditos Padres em Etfcyopi, a ordeler aqm Ligente ais, Ctholicos como Saimaticos con, grandls móí 1,mor üs &, Jo feu líe C " } /0 ' T ^ C m i T : a rccebcllos pe da Scrral ni c O a S «adeam5to por nao, e;xarcm a O hla,& c cjanhia confquch.aó fizcramlhe t S " rz pc ;r m,1s ' & a - pnn r P? 1 ie era S lm! Jeiles cfpatriarcha. O animo com que S ces o. Chegaraooso^us Padresapnmeira refidencia que os Padrada Cc«p1«h atcm n e le Imper,o a onze de íunno do dúoanno em que eílaua hum so Padre, & doente,o nial torno dví a pouco tempo, & parece que os ícuon Déos tam paperamente, aii.m pssrtm em f n W 2 w o i? ^ em Iunho, & acaba emsetembroj depoisdefercm viiitados por c n X & cu as no Ii:..peratSor, & feus grandes íe toraó a Corte aonde foi grande o aluoroco de toda el 1 &.nexphc,ud o godo do Emperador, & íe, Írma5 vendo acrecentado «C ^ N, Prouncia dos Agaos, que he mui larga, & abundante de todosos mantimentos, fojeiw ao nieijito..jrpera'lor, conuerteraodous Padres em hnm anno, & bautizaran mais de anco m í at, nv:s. Lneta; a mípofi^o daquella térra, Sede outras.quecom ella confinétuaui" So"dito. ' Paürcs * nc ío^nhein* baílaraó para os muitos 3 Je pedem o De rn^cue nunca as couus ac hthiopu cheg^raó a tal eílado, o qual fe Déos cól uar com a ysa d o S dor, * lr?a o.elachnllos pódele eíperar de fuá diurna clemenaa, queem baucírffios a9 Sor e eí5l n "-nt 3 bcdiec,a3 R 0 r m ' & S Gentiosfec0,1 uer ter a6 a r oídi Santa F \ Do estado je u>lne,que nunca o Oriente efteue mais difpoflo para nellc le a ih m a Reliado úfrli,i ',l ' llc l (r > r ' e mteu?as poitas mais abertaspara<>cojncrck> do que toca ac andau.ampo dos Piratas Europeos. ao Sertaó, te o mar. 1 % rnotmsi ỤraC ntra1,0,6 SíDU " Jjp Odefe Imprimir» JP Sta conforme com o Original Aixafe efta Rela^aó em 4. reís. K fp#, i -<Ferrar?. Wtáz-ár tóc0ft P d e f e Oprimir eftarelagaó. Lisboa denouemíxo <leín- fregar* j ps: «1 Mwkj, 25. de Mello, üáuízer Jlíurcz-. Ignacio F Í / i w a E M Com todas as Iiccn^s necesarias. LISBOA, Por Giralda da Viaha. Ana iáz2

5 IT tí Si) Novo dos- cola inn'iilo do C.ram f.athayo. ov reinos do Tibet,pello Padre Antonio de Andrade da Com panii ia delesv, Portu- guez, no Anno de Com Indas ax liccnras nerasarias. F.m Lisboa, por Maltheus I'inheiro..iaiio de )C,20. In-4., de JS 11?. num. pela frente, o sem II. de rosto. E'sta rara relaeáo fui traducida em varias 1 inptías, e anda transcripta na maycm da virtude do p. Antonio Franco.

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