O Modelo de Black e Scholes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Modelo de Black e Scholes"

Transcrição

1 O Moelo e Black e Scholes Prf. José Fajaro FGV-EBAPE Premio Nobel e Economia 1997 Merton, R.C.: heory of Rational Option Pricing, Bell Jounal of Economics an Management Science, 4(1973), Black, F., an M. Scholes,: he Pricing of Options an Corporate Liabilities, Journal of Political Economy, 81(1973), axa e Retornos One S t é o preço o ativo no tempo t e R t a taxa e retorno no tempo t. Agora enotemos o lao ireito por:

2 axa e Retornos Bachelier(19) S Samuelson(1964) Moelo para Preços t S t t ( X X ) 1 S t S Em ambos casos X t é uma variável aleatória com istribuição Normal e X t Vantagems Neste caso usano equação para a taxa e retorno obtenremos: St R log t S t1 S e log S Xt Xt1 e X X È izer, a taxa e retorno também estará Normalmente istribuia t t1

3 No se puee mostrar la imagen en este momento. A Suposição o Preço o Ativo Consiere um ativo cujó preço é S Num períoo curto e tempo e longitue t a variação no preço o ativo é assumio ser normal com méia µs t e esvio parão: S t µ é o retorno esperao e é a volatitilae o ativo: S µ S t + S ε, one ε é N(, t) A Suposição o Preço o Ativo R t+ t St+ t St S µ t + ε, S S t O retorno é uma taxa eterministica mas um choque normal!. Quano t temos a seguinte Equação Diferencial Estocástica: S µ St + SB, one B é N(, t ) t t Simulano a Equação o Preço

4 Solução a EDE A Solução a EDE com conição inicial S S S e ( µ ) + B A Proprieae Lognormal Desta suposição segue: ln S ln S φ µ, or ln S φ ln S + µ, Como o logaritmo e S é normal, S esta istribuia e forma lognormal A Distribuição Lognormal E( S ) S e µ VarS ( ) S µ e ( e 1)

5 A Volatiliae A Volatiliae é o esvio parão a axa e Retorno Continuamente Composta em 1 ano. Estimano a Volatiliae com Daos Históricos 1. ome observações S, S 1,..., S n em intervalos e τ anos. Defina el retorno continuamente composto como: u i S ln S 3. Calcule o esvio parão, s, os u i s 4. A Volitiae Historica estimaa é: i i 1 * s τ Os Conceitos Subjacentes a Black-Scholes O preço a opção & o preço o ativo epenem o mesmo recurso subjacente e incerteza Nos poemos formar uma carteira que consista e um ativo e e uma opção que elimine este recurso e incerteza. A carteira é instantaneamente sem risco e tem que ganhar instantaneamente à taxa livre e risco. Isto nos a a Equação iferencial e Black- Scholes.

6 A Derivação a Equação Diferencial e Black-Scholes S µ S t + S B...(1) ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ µ S + + ½ S t + S B...() S t S S Construimos uma Carteira : 1: Derivativo ƒ + : Uniaes S A equação () é conhecia como a formula e Ito para uma função f(s). A Derivação a Equação Diferencial e Black-Scholes O valor a carteira Π é ƒ Π ƒ + S S ao por : A taxa e variação o valor no tempo ƒ Π ƒ + S S t é aa por : Equação Diferencial e Black & Scholes A taxa e retorno Π r Π t Substituim os ƒ e S por (1) e () na equação Equação Diferência l e Black -Scholes : a carteira eve ser a taxa livre e risco. ƒ ƒ ƒ + rs + ½ S rƒ t S S para obter Daqui a

7 Avaliação Neutra ao Risco A varíavel µ não aparece na equação e Black-Scholes A equação é inepenente e toas as variáveis afetaas pelo risco as preferências Logo a solucão a equação iferencial será a mesma num muno livre e risco como no muno real. Isto nos leva a uma avaliação Neutra em relação ao Risco Aplicano Avaliação Neutra ao Risco 1. Asuma que o retorno esperao o preço o ativo é a taxa livre e risco. Calcule o pago esperao o erivativo 3. Desconte a taxa livre e risco Q r f E ( e f ( S )) Formula e Black e Scholes A solução a Equação iferencial e Black e Scholes, epene a conição e contorno. No caso e uma opção e compra e vena Európéia, temos que f(s )max{s -X,} ou f(s )max{x-s,} Com esta conição e contorno é possível obter uma forma explícita para a solução!

8 As Formulas e Black-Scholes r X S r X S N S N e X p N e X N S c r r ) / ( ) / ln( ) / ( ) / ln( one ) ( ) ( ) ( ) ( As Formulas e Black-Scholes X e S X e S r r / ) / ln( / ) / ln( one Ou também Parâmetros Da Formula e Black e Scholes, toos os parâmetros necesários para calcular o preço são observaos, excepto 1, a volatiliae. Poemos usar a volatiliae histórica. Ou a volatiliae Implícita

9 Volatiliae Implícita A Volatiliae Implicita e uma Opção é a volatiliae para a qual o preço e Black-Scholes é egual ao preço e mercao Existe uma corresponencia 1 a 1 entre preços e volatiliaes implicitas raers e brokers usualmente cotam volatiliae implícita mas que preços. Causas e Volatiliae Volatiliae é usualmente maior quano o mercao esta aberto (i.e. o ativo é negociao) que quano esta fechao Por esta razão o tempo é meio em traing ays e não ías o calenario quano uma opção é avaliaa Calculano o Preço e Uma Opção e Compra Daos: Preço Exercício (k) 56, Preço a Ação (S) 54,9 axa e juros ( r ),11 % a ou,11 Volatiliae ( ) 4, % ou,4 Prazo maturiae (n) 44 ias Pee-se: Calcule o preço a Opção utilizano-se a Fórmula e Black & Scholes

10 Exemplo Faça r5*ln(1+i) Então r5*ln(1,11),77 Logo 1(ln(54,9/56)+(,77+.4^/)*44/5)./(.4*(44/5)^1/) *(44/5)^1/.8715 N(1),6 N(),5347 C54,9*N(1)-56*e^(-.77*44/5)*N()4,495 Calculano o Preço e Uma Opção e Compra(Mercao) C(S, n, k, r, ) S.N( 1 ) - k / (1+ r ) n. N( ) C(S, n, k, r, ) 54,9.N( 1 ) - 56/ (1+,11) 44. N( ) C(S, n, k, r, ) 54,9.N( 1 ) - 53,35. N( ) 1 [Log (S/ (k / ( 1 + r) n ) + /. n/5] /[. (n/5) 1/ ] 1 [Log(54,9/53,35)+(,4) /.44/5]/[,4.(44/5) 1/ ] 1,54,54 -,4. (44 / 5) 1/,8715 Calculano o Preço e Uma Opção e Compra C(S, n, k, r, ) 54,9.N( 1 ) - 53,35. N( ) C(S, n, k, r, ) 54,9.N(,54 ) - 53,35. N(,8715 ) C(S, n, k, r, ) 54,9.,64-53,35.,5347 C(S, n, k, r, ) 4,43

11 Volatiliae Implicita VALED3 So7,5 Rln(1,115) 1/5 X3 cmax,79,cmin,59 Sigma? Limitações o Moelo B&S A Log-Normaliae Eviência Empírica: Os preços os ativos apresentam muitos outliers para poer ser consistente com a variância constante a istribuição log-normal. Os retornos são leptokurticos (Manelbrot [1963]). A volatiliae não é constante no tempo. Problemas com B&S Vale Empiric Normal Hyperbolic NIG GH 3 5 Density LogReturns

12 Problemas com B&S Vale 5 Empiric Normal Hyperbolic NIG GH 1 LogDensity LogReturns Problemas com B&S Ibovespa- 1/3-3/6

13 Ibovespa- 1/3-3/6 Limitações o Moelo B&S A axa e Juros Constante Na prática a menos que a opção esteja longe o seu vencimento, incerteza na taxa e juros não têm muito impacto no preço a opção. Limitações o Moelo B&S Não Existem Divienos O pago e ivienos causa quea no preço o ativo. No caso e ivienos contínuos, a taxa δ, o preço crecerá a uma taxa menor. Por tanto poemos usar a fórmula e Black e Scholes, colocano Se -δ no lugar e S. E no caso iscreto usamos S-D, no lugar e S, one D é o valor presente os ivienos pagos até

14 Limitações o Moelo B&S Mercaos sem Frições Custos e transação axas e juros para empréstimos iferentes Asimétria e Informação Restrições ao créito Líquiez Exercícios ) Suponha que temos a seguinte sequência e retornos anuais e uma tivo: 15%,%,3%,-% e 5% A méia aritmética estes retornos é 14%. Qual é o veraero retorno méio, obtio neste ativo? Exercícios 3) Suponha que a volatiliae e um ativo é,3 ou 3% por ano. Quanto será o esvio parão este ativo numa semana?

15 Exercícios 4) Suponha que se tem aos os preços e um ativo e 1 ias e negócios seguios, após calculo a serie u i ln(s i /S i-1 ), obtivemos os seguintes aos: Σ u i,9531 e Σ u i,36 Encontre a volatiliae. Exercícios 5) O preço avista e um ativo é 4, o preço e exercício e uma opção que vence em 6 mesês é 4, a taxa livre e risco é 1% a.a. e a volatiliae é %. Encontre o preço esta opção caso seja call ou put. Exercícios 6) Encontre o preço e uma call européia num ativo que paga ivienos e.5 em e 5 mesês. O preço o ativo hoje é 4, o preço e exercício é 4, a volatiliae é 3%, a taxa livre e risco é 9% a.a e a maturiae é 6 mesês.

16 Exercícios 7) No contexto o exercício anteriror, sobre a hip. De normaliae, encontre o preço e um erivativo que paga 1 reais aqui a 1mês se o ativo pasa os 45 reais e zero caso contrario.

Opções. Opção. Tipos de Opções. Uma opção de compra (call) é um contrato que te da o direito de comprar

Opções. Opção. Tipos de Opções. Uma opção de compra (call) é um contrato que te da o direito de comprar Opções Prf. José Fajardo EBAPE-FGV Opção É um contrato que da o direito, mais não a obrigação de comprar ou vender um determinado ativo subjacente a um determinado preço Tipos de Opções Uma opção de compra

Leia mais

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM. Matemática Aula: 07 e 08/10 Prof. Pero Souza UMA PARCERIA Visite o Portal os Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistaeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO

Leia mais

volatilidade Josué Xavier de Carvalho Rosane Riera Freire Luca Moriconi Pontifícia Universidade Católica - Rio Universidade Federal do Rio de Janeiro

volatilidade Josué Xavier de Carvalho Rosane Riera Freire Luca Moriconi Pontifícia Universidade Católica - Rio Universidade Federal do Rio de Janeiro Opções: cálculo a partir da flutuação empírica da volatilidade Josué Xavier de Carvalho Rosane Riera Freire Luca Moriconi Pontifícia Universidade Católica - Rio Universidade Federal do Rio de Janeiro 2010

Leia mais

As Letras Gregas. Exemplo. Posição Coberta e Descoberta. Prf. José Fajardo FGV-EBAPE

As Letras Gregas. Exemplo. Posição Coberta e Descoberta. Prf. José Fajardo FGV-EBAPE As Prf. José Fajardo FGV-EBAPE Exemplo Um Banco há vendido por $300,000 uma Call Européia em 100.000 unidades de um ativo que não paga dividendos S 0 = 49, X = 50, r = 5%, σ = 20%, T = 20 semanas, µ =

Leia mais

Veja na figura 1 o fluxo de caixa (em $1.000) que pode exprimir as entradas e saídas de caixa de um desenvolvimento de um novo produto:

Veja na figura 1 o fluxo de caixa (em $1.000) que pode exprimir as entradas e saídas de caixa de um desenvolvimento de um novo produto: CAPÍTULO 8 OPÇÕES REAIS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Segundo Copeland, Koller e Murrin Os métodos de precificação de opções são superiores às abordagens DCF (Discounted Cash Flow) tradicionais porque captam

Leia mais

The Midas Formula BBC 1999

The Midas Formula BBC 1999 The Midas Formula BBC 1999 Raquel M. Gaspar ISEG, UTL Workshop de Mercados e Investimentos Financeiros 3 e 4 Dezembro 2007 Os mercados têm risco 1 O que são opções? São contractos financeiros que, a troco

Leia mais

Análise das Probabilidades Neutras a Risco da Taxa de Câmbio do Dólar Comercial, Implícitas nos Preços das Opções de Compra Negociadas na BM&F

Análise das Probabilidades Neutras a Risco da Taxa de Câmbio do Dólar Comercial, Implícitas nos Preços das Opções de Compra Negociadas na BM&F UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS INSTITUTO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO - COPPEAD Análise as Probabiliaes Neutras a Risco a Taxa e Câmbio

Leia mais

Objectivo. Ephi-ciência Financeira Principios de Avaliação de Opções. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação

Objectivo. Ephi-ciência Financeira Principios de Avaliação de Opções. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação Principios de Avaliação de Opções Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner 1 ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS Perfis de Resultados

Leia mais

Opções Reais. Processos Estocásticos. Processos Estocásticos. Modelando Incerteza. Processos Estocásticos

Opções Reais. Processos Estocásticos. Processos Estocásticos. Modelando Incerteza. Processos Estocásticos Modelando Incerteza Opções Reais A incerteza em um projeto pode ter mais do que apenas dois estados. Na prática, o número de incertezas pode ser infinito Prof. Luiz Brandão brandao@iag.puc-rio.br IAG PUC-Rio

Leia mais

Objectivo. Ephi-ciência Financeira Tópicos Avançados sobre Opções -III. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação

Objectivo. Ephi-ciência Financeira Tópicos Avançados sobre Opções -III. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação Tópicos Avançados sobre Opções -III Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner 1 ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS MODELO BLACK-SCHOLES

Leia mais

O preço de uma opção de compra segundo a teoria de Black, Scholes e Merton

O preço de uma opção de compra segundo a teoria de Black, Scholes e Merton O preço de uma opção de compra segundo a teoria de Black, Scholes e Merton Há opções de compra e de venda, do tipo europeu e do tipo americano. As do tipo americano podem ser exercidas a qualquer momento,

Leia mais

UMA CONTRIBUIÇÃO DA TEORIA DE OPÇÕES PARA A AVALIAÇÃO DOS CUSTOS MÁXIMOS DE AGÊNCIA RESUMO INTRODUÇÃO

UMA CONTRIBUIÇÃO DA TEORIA DE OPÇÕES PARA A AVALIAÇÃO DOS CUSTOS MÁXIMOS DE AGÊNCIA RESUMO INTRODUÇÃO ENSAIO UMA CONTRIBUIÇÃO DA TEORIA DE OPÇÕES PARA A AVALIAÇÃO DOS CUSTOS MÁXIMOS DE AGÊNCIA RESUMO Herbert Kimura (*) Alexandre Carlos Lintz (**) Alberto Sanyuan Suen (***) O artigo apresenta uma metodologia

Leia mais

O F Í C I O C I R C U L A R

O F Í C I O C I R C U L A R 5 de outubro de 00 143/00-DG O F Í C I O C I R C U L A R Membros de Compensação, Corretoras Associadas e Operadores Especiais Ref.: Limites Mínimo e Máximo para Prêmios, Preços de Exercício e Preços de

Leia mais

Conceitos de Gestão de Estoques Análise Probabilística

Conceitos de Gestão de Estoques Análise Probabilística Conceitos e Gestão e Estoques Análise Probabilística Prof. Ruy Alexanre Generoso CONCEITOS BÁSICOS DE ESTOQUE Estoques: acúmulo e recursos materiais em um sistema e transformação Fase 1 estoque Fase 2

Leia mais

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2.

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2. Interação Gravitacional Vimos que a mola é esticaa quano um corpo é suspenso na sua extremiae livre. A força que estica a mola é e origem eletromagnética e tem móulo igual ao móulo o peso o corpo. O peso

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS APREÇANDO OPÇÕES VIA MÉTODO DE MONTE-CARLO BRUNO VIACELLI PONTELLO PORTO ALEGRE 2010 1 BRUNO

Leia mais

Aspectos básicos do modelo de avaliação de opções reais

Aspectos básicos do modelo de avaliação de opções reais Aspectos básicos do modelo de avaliação de opções reais Valter Saurin* Resumo No desenvolvimento do texto, apresentam-se os aspectos básicos e exemplos do emprego do Modelo de Avaliação de Opções (Option

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS RESSEGUROS. Adrian Hinojosa e Aniura Milanés. Departamento de Estatística ICEx. UFMG.

INTRODUÇÃO AOS RESSEGUROS. Adrian Hinojosa e Aniura Milanés. Departamento de Estatística ICEx. UFMG. INTRODUÇÃO AOS RESSEGUROS Arian Hinojosa e Aniura Milanés Departamento e Estatística ICEx. UFMG. Sumário Capítulo 1. As probabiliaes e a teoria o risco 1 1. Por que as probabiliaes? 1 2. Probabiliaes

Leia mais

Negociação de Volatilidade no Mercado Brasileiro de Opções sobre Taxa de Câmbio

Negociação de Volatilidade no Mercado Brasileiro de Opções sobre Taxa de Câmbio Negociação de Volatilidade no Mercado Brasileiro de Opções sobre Taxa de Câmbio Sandro Hüttner Chimisso (FISUL) coordcurso@fisul.edu.br Gilberto de Oliveira Kloeckner (UFRGS) gokloeckner@ppga.ufrgs.br

Leia mais

Leis de Newton. 1.1 Sistemas de inércia

Leis de Newton. 1.1 Sistemas de inércia Capítulo Leis e Newton. Sistemas e inércia Supomos a existência e sistemas e referência, os sistemas e inércia, nos quais as leis e Newton são válias. Um sistema e inércia é um sistema em relação ao qual

Leia mais

3 Os impostos sobre dividendos, ganhos de capital e a legislação societária brasileira

3 Os impostos sobre dividendos, ganhos de capital e a legislação societária brasileira 30 3 Os impostos sore ivienos, ganhos e capital e a legislação societária rasileira As legislações societárias e fiscais o Brasil iferem muito quano comparamos ao sistema americano. Neste capítulo aoraremos

Leia mais

Material complementar à série de videoaulas de Opções.

Material complementar à série de videoaulas de Opções. Apostila de Opções Contatos Bradesco Corretora E-mail: faq@bradescobbi.com.br Cliente Varejo: 11 2178-5757 Cliente Prime: 11 2178-5722 www.bradescocorretora.com.br APOSTILA DE OPÇÕES Material complementar

Leia mais

2 Teoria das Opções Reais

2 Teoria das Opções Reais 2 Teoria das Opções Reais 2.1. Introdução Este capítulo descreve os conceitos da teoria de opções reais utilizada para a avaliação de ativos reais, tais como projetos de investimento, avaliação de projetos

Leia mais

Módulo 11 - Extensões ao Modelo de Black-Scholes

Módulo 11 - Extensões ao Modelo de Black-Scholes Módulo 11 - Extensões ao Modelo de Black-Scholes ISEG Universidade Técnica de Lisboa 20 de Maio de 2005 Extensões ao Modelo de Black-Scholes Opções Europeias sobre Acções que Pagam Dividendos Dividendos

Leia mais

Apreçamento de Opções através do Modelo de árvore Trinomial Implícita: Aplicação no Mercado Acionário Brasileiro

Apreçamento de Opções através do Modelo de árvore Trinomial Implícita: Aplicação no Mercado Acionário Brasileiro Apreçamento de Opções através do Modelo de árvore Trinomial Implícita: Aplicação no Mercado Acionário Brasileiro Paulo Roberto Lima Dias Filho plima82@globo.com IAG/PUC-Rio Luciana Lima lucianasouli@yahoo.com.br

Leia mais

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO HEDGE EM CARTEIRAS DE OPÇÕES EXÓTICAS NO BRASIL WILLIAM LOPES NASCIMENTO SÃO PAULO 2015 WILLIAM LOPES NASCIMENTO HEDGE EM CARTEIRAS DE OPÇÕES EXÓTICAS

Leia mais

Equilíbrio Químico. Prof. Alex Fabiano C. Campos

Equilíbrio Químico. Prof. Alex Fabiano C. Campos 6/09/010 Equilíbrio Químico rof. Alex Fabiano C. Campos rocessos Reversíveis e Irreversíveis Algumas reações são irreversíveis, ou seja, uma vez obtios os proutos não há previsão espontânea e regeneração

Leia mais

Documentação Técnica Box de Duas Pontas

Documentação Técnica Box de Duas Pontas Documentação Técnica Box de Duas Pontas Ref.: CETIP-RANGER-DT-0001/2006 maio de 2006 1. INTRODUÇÃO...3 2. REGISTRO...3 2.1. ANÁLISE DAS OPÇÕES ISOLADAMENTE (PARA A CALL E PARA A PUT)...3 2.1.1. ETAPAS...3

Leia mais

IND 2072 - Análise de Investimentos com Opções Reais

IND 2072 - Análise de Investimentos com Opções Reais IND 2072 - Análise de Investimentos com Opções Reais PROVA P2 1 o Semestre de 2007-03/07/2007 OBS: 1) A prova é SEM CONSULTA. Nota da prova = mínimo{10; pontuação da P2 + crédito da P1} 2) Verdadeiro ou

Leia mais

8- Controlador PID. PID = Proporcional + Integral + Derivativo

8- Controlador PID. PID = Proporcional + Integral + Derivativo Controlaor PID 154 8- Controlaor PID PID = Proporcional + Integral + Derivativo É interessante assinalar que mais a metae os controlaores inustriais em uso nos ias atuais utiliza estratégias e controle

Leia mais

Autoria: Jaqueline Terra Moura Marins, Josete Florencio dos Santos, Eduardo Saliby

Autoria: Jaqueline Terra Moura Marins, Josete Florencio dos Santos, Eduardo Saliby Precificação de Opções de Compra do Tipo Asiática usando imulação de Monte Carlo: uma Comparação entre Diferentes Métodos Amostrais Autoria: Jaqueline Terra Moura Marins, Josete Florencio dos antos, Eduardo

Leia mais

Metanálise MTC: o uso combinado de evidência direta e indireta

Metanálise MTC: o uso combinado de evidência direta e indireta Metanálise MTC: o uso combinao e eviência ireta e inireta na comparação e múltiplos tratamentos Patrícia Klarmann Ziegelmann Universiae Feeral o Rio Grane o Sul Em estuos e avaliação tecnológica em saúe

Leia mais

Avaliação de Opções Barreira segundo o Modelo CEV

Avaliação de Opções Barreira segundo o Modelo CEV Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Departamento de Finanças do ISCTE Departamento de Matemática da FCUL Avaliação de Opções Barreira

Leia mais

PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES DE COMPRA NO MERCADO BRASILEIRO: UMA ABORDAGEM RELATIVA DE MÉTODO NUMÉRICO FRENTE AO MODELO DE BLACK & SCHOLES.

PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES DE COMPRA NO MERCADO BRASILEIRO: UMA ABORDAGEM RELATIVA DE MÉTODO NUMÉRICO FRENTE AO MODELO DE BLACK & SCHOLES. 1 1 INTRODUÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO DO TEMA O mercado financeiro tem refletido celeremente às mudanças no ambiente empresarial. Incorporando novas ferramentas computacionais a tradicionais modelos matemáticos,

Leia mais

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL 8 a 11 de novembro de 2002, Rio de Janeiro/RJ A PESQUISA OPERACIONAL E AS CIDADES

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL 8 a 11 de novembro de 2002, Rio de Janeiro/RJ A PESQUISA OPERACIONAL E AS CIDADES AVALIAÇÃO DE TÍTULOS CONVERSÍVEIS COM OPÇÕES DE COMPRA E VENDA Carlos Patricio Samanez PUC-RJ: Rua Marquês de São Vicente, 225- Gávea, Cep:22453-900 Rio de Janeiro E-mail: cps@ind.puc-rio.br Giuliano Iorio

Leia mais

ISEP - LEI - AMATA - 1S. 2009/10 CÁLCULO INTEGRAL EM IR

ISEP - LEI - AMATA - 1S. 2009/10 CÁLCULO INTEGRAL EM IR ISEP - LEI - AMATA - S. 009/0 ÁLULO INTEGRAL EM IR álclo Integral em IR Primitiva No cálclo iferencial a qestão fnamental era: Daa ma fnção f(), como eterminar a sa erivaa f ()? Agora a qestão qe se coloca

Leia mais

Índice. Introdução 15

Índice. Introdução 15 Índice Introdução 15 Capítulo 1 OPÇÕES FINANCEIRAS E A MODERNA TEORIA DAS FINANÇAS 1. A moderna teoria das finanças e os derivados financeiros 17 2. Teorias de base da moderna teoria das finanças 19 3.

Leia mais

PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES FINANCEIRAS: UM ESTUDO SOBRE OS MODELOS DE BLACK SCHOLES E GARCH

PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES FINANCEIRAS: UM ESTUDO SOBRE OS MODELOS DE BLACK SCHOLES E GARCH UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS MESTRADO EM ECONOMIA MARTINHO DE FREITAS SALOMÃO PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES FINANCEIRAS: UM ESTUDO SOBRE OS MODELOS DE BLACK

Leia mais

Equilíbrio Químico. Processos Reversíveis e Irreversíveis

Equilíbrio Químico. Processos Reversíveis e Irreversíveis Equilíbrio Químico rocessos Reversíveis e Irreversíveis rocessos Reversíveis e I Algumas reações são irreversíveis, ou seja, uma vez obtios os proutos não há previsão espontânea e regeneração os reagentes.

Leia mais

Como podemos prever a evolução do preço das acções cotadas na bolsa?

Como podemos prever a evolução do preço das acções cotadas na bolsa? Como podemos prever a evolução do preço das acções coadas na bolsa? Cláudia Nunes Philippar cnunes@mah.is.ul.p Início da Hisória The Royal Swedish Academy of Sciences has decided o award he Bank of Sweden

Leia mais

AVALIAÇÃO DE MÉTODOS NUMÉRICOS PARA PRECIFICAÇÃO DE DERIVATIVOS: REVISÃO E APLICAÇÃO À OPÇÃO DE COMPRA DE TELEBRÁS PN 1

AVALIAÇÃO DE MÉTODOS NUMÉRICOS PARA PRECIFICAÇÃO DE DERIVATIVOS: REVISÃO E APLICAÇÃO À OPÇÃO DE COMPRA DE TELEBRÁS PN 1 DERIVATIVOS: REVISÃO E APLICAÇÃO À OPÇÃO DE COMPRA DE TELEBRÁS PN 1 Richard Saito E-mail: rsaito@finenge.com FGV-EAESP/Brasil Ricardo Ratner Rochman E-mail: Ricardo.Rochman@fgv.br FGV-EAESP/Brasil RESUMO

Leia mais

Modelo de Black Scholes na precificação de Opções Europeias

Modelo de Black Scholes na precificação de Opções Europeias - 1 - Ministério da Educação Brasil Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM Minas Gerais Brasil Revista Vozes dos Vales: Publicações Acadêmicas Reg.: 120.2.095 2011 UFVJM ISSN: 2238-6424

Leia mais

Gran Cursos. Matemática Financeira Walter Sousa. Rendas Certas financiamentos e capitalizações. 1) Fluxo de Caixa. 1.1) Fluxo de Caixa Padrão

Gran Cursos. Matemática Financeira Walter Sousa. Rendas Certas financiamentos e capitalizações. 1) Fluxo de Caixa. 1.1) Fluxo de Caixa Padrão Matemática Financeira Walter Sousa Gran Cursos Rendas Certas financiamentos e capitalizações 1) Fluxo de Caixa Representa uma série de pagamentos ou recebimentos que ocorrem em determinado período de tempo.

Leia mais

Exercícios Segunda Lei OHM

Exercícios Segunda Lei OHM Prof. Fernano Buglia Exercícios Seguna Lei OHM. (Ufpr) Um engenheiro eletricista, ao projetar a instalação elétrica e uma eificação, eve levar em conta vários fatores, e moo a garantir principalmente a

Leia mais

Uma Comparação entre o Desempenho de Metodologias de Cálculo do Valor em Risco Aplicadas à Carteiras Lineares e Opções de Compra

Uma Comparação entre o Desempenho de Metodologias de Cálculo do Valor em Risco Aplicadas à Carteiras Lineares e Opções de Compra Uma Comparação entre o Desempenho de Metodologias de Cálculo do Valor em Risco Aplicadas à Carteiras Lineares e Opções de Compra Autoria: Patrícia Barros Ramos, Josete Florencio dos Santos, Eduardo Luiz

Leia mais

A Estrutura a Termo das Taxas de Juros (ETTJ)

A Estrutura a Termo das Taxas de Juros (ETTJ) Conteúdo A Estrutura a Termo das Taxas de Juros (ETTJ) Mônica Barros, D.Sc. Março o de 2008 Definições Básicas Representação Gráfica da ETTJ Como construir a ETTJ no Brasil? O que explica as diferentes

Leia mais

5/3/2012. Derivativos. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho

5/3/2012. Derivativos. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho. Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho Derivativos Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho 1 Prof. Dr. Bolivar Godinho de Oliveira Filho Currículo Economista com pós-graduação em Finanças pela FGV-SP, mestrado em Administração pela PUC-SP

Leia mais

EXERCÍCIOS GRAVITAÇÃO

EXERCÍCIOS GRAVITAÇÃO EXERCÍCIOS GRAVITAÇÃO TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Em setembro e 010, Júpiter atingiu a menor istância a Terra em muitos anos. As figuras abaixo ilustram a situação e maior afastamento e a e maior aproximação

Leia mais

RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL

RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL Física Prof. Rawlinson SOLUÇÃO AE. 1 Através a figura, observa-se que a relação entre os períoos as coras A, B e C: TC TB T A = = E a relação entre as frequências: f =. f =

Leia mais

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA EETROMAGNETSMO 105 1 SOENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores ou por uma única espira são bastante fracos para efeitos práticos. Assim, uma forma e se conseguir

Leia mais

10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA

10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10.1 INTRODUÇÃO A armaura posicionaa na região comprimia e uma viga poe ser imensionaa a fim e se reuzir a altura e uma viga, caso seja necessário.

Leia mais

Fábio Henrique de Sousa Coelho. Avaliação de opções exóticas por Simulação de Monte Carlo com Técnicas de Redução de Variância

Fábio Henrique de Sousa Coelho. Avaliação de opções exóticas por Simulação de Monte Carlo com Técnicas de Redução de Variância Fábio Henrique de Sousa Coelho Avaliação de opções exóticas por Simulação de Monte Carlo com Técnicas de Redução de Variância COPPEAD / UFRJ 004 ii Avaliação de opções exóticas por Simulação de Monte Carlo

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA Relatório Parcial Trabalho de Graduação II Avaliação de modelos matemáticos no cálculo do Value-at-Risk (VaR) em carteiras de instrumentos

Leia mais

Herança. Herança. Especialização. Especialização

Herança. Herança. Especialização. Especialização Herança Herança Em muitos casos, um tipo e entiae tem vários subconjuntos e entiaes que são significativos para a aplicação. Exemplo: as entiaes e um tipo e entiae Empregao poem ser agrupaas em Secretária,

Leia mais

Capacitores. Figura 7.1

Capacitores. Figura 7.1 Capítulo 7 Capacitores 7.1 Introução Capacitor é um ispositivo que armazena energia potencial. Capacitores variam em forma e tamanho, mas a configuração básica consiste e ois conutores e cargas opostas.

Leia mais

Futuros de Swap de Variância e Volatilidade Na BM&F - Apreçamento e Viabilidade de Hedge Richard John Brostowicz Junior. Márcio Poletti Laurini

Futuros de Swap de Variância e Volatilidade Na BM&F - Apreçamento e Viabilidade de Hedge Richard John Brostowicz Junior. Márcio Poletti Laurini Futuros de Swap de Variância e Volatilidade Na BM&F - Apreçamento e Viabilidade de Hedge Richard John Brostowicz Junior Márcio Poletti Laurini Insper Working Paper WPE: 181/2009 Copyright Insper. Todos

Leia mais

OPÇÕES COM PREÇO DE EXERCÍCIO ESTOCÁSTICO: UMA ABORDAGEM BINOMIAL

OPÇÕES COM PREÇO DE EXERCÍCIO ESTOCÁSTICO: UMA ABORDAGEM BINOMIAL OPÇÕES COM PREÇO DE EXERCÍCIO ESTOCÁSTICO: UMA ABORDAGEM BINOMIAL Hugo Daniel de Oliveira Azevedo IBMEC Business School e ASM Asset Management Rua da Assembléia 77, 17º Centro Rio de Janeiro RJ CEP 20011.001

Leia mais

Cálculos Utilizados no Sistema SI-Fundos

Cálculos Utilizados no Sistema SI-Fundos Cálculos Utilizaos no Sistea SI-Funos Metoologia Objetivo A fi e garantir ua uniforiae na inústria e funos, a ANBIMA eterinou ua paronização no cálculo a rentabiliae os funos e investiento. Inepenente

Leia mais

AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO NO SETOR DE MINERAÇÃO UTILIZANDO ANÁLISE POR OPÇÕES REAIS

AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO NO SETOR DE MINERAÇÃO UTILIZANDO ANÁLISE POR OPÇÕES REAIS 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS Leandro Paloschi Dick AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO NO SETOR DE MINERAÇÃO UTILIZANDO ANÁLISE POR

Leia mais

Value at Risk (VaR) Introdução. Introdução. Prf. José Fajardo FGV-EBAPE

Value at Risk (VaR) Introdução. Introdução. Prf. José Fajardo FGV-EBAPE Value at Risk (VaR) Prf. José Fajardo FGV-EBAPE Introdução Quando estamos usando VaR, o administrador de uma carteira de instrumentos financeiros esta interessado em fazer uma afirmação da seguinte forma:

Leia mais

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 17:23. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica,

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 17:23. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Exercícios Resolvios e Física Básica Jason Alfreo Carlson Gallas, professor titular e física teórica, Doutor em Física pela Universiae Luwig Maximilian e Munique, Alemanha Universiae Feeral a Paraíba (João

Leia mais

Análise de Sensibilidade

Análise de Sensibilidade Análise de Risco de Projetos Análise de Risco Prof. Luiz Brandão Métodos de Avaliação de Risco Análise de Cenário Esta metodologia amplia os horizontes do FCD obrigando o analista a pensar em diversos

Leia mais

Somatórias e produtórias

Somatórias e produtórias Capítulo 8 Somatórias e produtórias 8. Introdução Muitas quantidades importantes em matemática são definidas como a soma de uma quantidade variável de parcelas também variáveis, por exemplo a soma + +

Leia mais

FA.RS - Fundação dos Administradores do Rio Grande do Sul. TCC - Trabalho de Conclusão de Curso MBA. GPEN11 - Ago/2007 Dez/2008

FA.RS - Fundação dos Administradores do Rio Grande do Sul. TCC - Trabalho de Conclusão de Curso MBA. GPEN11 - Ago/2007 Dez/2008 FA.RS - Funação os Aministraores o Rio Grane o Sul TCC - Trabalho e Conclusão e Curso MBA GPEN11 - Ago/27 Dez/28 A ESCOLA DA VISÃO uma escola e investimento baseaa na visão e futuro Aluno: Rogério Figurelli

Leia mais

COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA

COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA O que são opções? Precificação de opções Exemplo de árvore recombinante Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV.

Leia mais

2 Opções e Carteiras não lineares

2 Opções e Carteiras não lineares 22 2 Opções e Carteiras não lineares 2.1 Distinção entre derivativos lineares e não-lineares No capítulo 1 foram apresentados os principais derivativos utilizados no mercado de petróleo e derivados. Neste

Leia mais

COMPRANDO AÇÕES E VENDENDO OPÇÕES

COMPRANDO AÇÕES E VENDENDO OPÇÕES UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MERCADO DE CAPITAIS REMO GEDIEL SONEGO COMPRANDO AÇÕES E VENDENDO OPÇÕES Porto

Leia mais

Introdução. Matemática Financeira

Introdução. Matemática Financeira Introdução à Matemática Financeira Ano Lectivo de 2012/2013 Luís Nunes Vicente Departamento de Matemática da F.C.T.U.C. Estes apontamentos foram escritos para as disciplinas Matemática Financeira (Aulas

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS PELO MODELO DE APREÇAMENTO DE OPÇÕES COM O USO DE VOLATILIDADE IMPLÍCITA SETORIAL DE ATIVOS: UM ESTUDO EMPÍRICO

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS PELO MODELO DE APREÇAMENTO DE OPÇÕES COM O USO DE VOLATILIDADE IMPLÍCITA SETORIAL DE ATIVOS: UM ESTUDO EMPÍRICO AVALIAÇÃO DE EMPRESAS PELO MODELO DE APREÇAMENTO DE OPÇÕES COM O USO DE VOLATILIDADE IMPLÍCITA SETORIAL DE ATIVOS: UM ESTUDO EMPÍRICO ARTIGO Leonel Molero Pereira Mestre em Administração pela Faculdade

Leia mais

Análise e Resolução da prova de Analista do Tesouro Estadual SEFAZ/PI Disciplinas: Matemática Financeira e Raciocínio Lógico Professor: Custódio

Análise e Resolução da prova de Analista do Tesouro Estadual SEFAZ/PI Disciplinas: Matemática Financeira e Raciocínio Lógico Professor: Custódio Análise e Resolução da prova de Analista do Tesouro Estadual SEFAZ/PI Disciplinas: Matemática Financeira e Raciocínio Lógico Professor: Custódio Nascimento Análise e Resolução da prova de ATE SEFAZ/PI

Leia mais

Aula 1- Distâncias Astronômicas

Aula 1- Distâncias Astronômicas Aula - Distâncias Astronômicas Área 2, Aula Alexei Machao Müller, Maria e Fátima Oliveira Saraiva & Kepler e Souza Oliveira Filho Ilustração e uma meição e istância a Terra (à ireita) à Lua (à esquera),

Leia mais

Opções com preço de exercício estocástico: uma abordagem binomial

Opções com preço de exercício estocástico: uma abordagem binomial Opções com preço de exercício estocástico: uma abordagem binomial Hugo Daniel de Oliveira Azevedo José Santiago Fajardo Barbachan Neste artigo, apresenta-se modelo de apreçamento de opções que tenham seus

Leia mais

Hedge em Carteira de Opções Exóticas no Brasil. Resumo

Hedge em Carteira de Opções Exóticas no Brasil. Resumo Hedge em Carteira de Opções Exóticas no Brasil Marcelo Fernandes (FGV-EESP) William Lopes Nascimento (FGV-EESP) Resumo O objetivo deste trabalho é efetuar uma análise empírica de estratégias de hedge no

Leia mais

O USO DE ANALOGIAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO

O USO DE ANALOGIAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO O USO DE ANALOGIAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO UM EXEMPLO DA SUA APLICAÇÃO A PILARES DE PONTES VITOR SILVA e MÁRIO M TALAIA, ISCIA Instituto Superior e Ciências a Informação e a Aministração,

Leia mais

www.convexity.net.br http://www.convexity.net.br/treinamentos/in stituto-educacional-bmfbovespa-fazendo-adiferenca/

www.convexity.net.br http://www.convexity.net.br/treinamentos/in stituto-educacional-bmfbovespa-fazendo-adiferenca/ www.convexity.net.br A Convexity possui uma parceria com o Instituto Educacional BM&FBOVESPA. A parceria abrange os seguintes aspectos: - Os treinamentos Convexity são certificados pelo Instituto Educacional.

Leia mais

Este capítulo é divido em duas seções, a primeira seção descreve a base de

Este capítulo é divido em duas seções, a primeira seção descreve a base de 30 3. Metodologia Este capítulo é divido em duas seções, a primeira seção descreve a base de dados utilizada, identificando a origem das fontes de informação, apresentando de forma detalhada as informações

Leia mais

Mercado de Opções Agropecuárias: Estratégias para o Lançador de Opções de Café

Mercado de Opções Agropecuárias: Estratégias para o Lançador de Opções de Café Mercado de Opções Agropecuárias: Estratégias para o Lançador de Opções de Café Vitor Caminha Faustino Dias 1 Leonardo Francisco Leonice Rosina 3 Flavia Rover Leão 4 Figueiredo Neto 2 vitorcfd@yahoo.com.br

Leia mais

XV COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS- IBAPE/SP -2009 NATUREZA DO TRABALHO: AVALIAÇÃO

XV COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS- IBAPE/SP -2009 NATUREZA DO TRABALHO: AVALIAÇÃO XV COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS- IBAPE/SP -2009 NATUREZA DO TRABALHO: AVALIAÇÃO RESUMO Os investimentos em projetos da construção imobiliária vêm sofrendo uma instabilidade

Leia mais

A MAIOR FEIRA GRÁFICA DA AMÉRICA LATINA

A MAIOR FEIRA GRÁFICA DA AMÉRICA LATINA A MAIOR FEIRA GRÁFICA A AMÉRICA LATINA THE LARGEST EVENT OF THE GRAPHIC ARTS INUSTRY IN LATIN AMERICA EL MAYOR EVENTO E LA INUSTRIA GRÁFICA EN AMÉRICA LATINA MANUAL MERCHANISING Realização: Promoção e

Leia mais

CREDIBILIDADE DA POLÍTICA CAMBIAL E AS OPÇÕES CAMBIAIS*

CREDIBILIDADE DA POLÍTICA CAMBIAL E AS OPÇÕES CAMBIAIS* TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 581 CREDIBILIDADE DA POLÍTICA CAMBIAL E AS OPÇÕES CAMBIAIS* Katia Maria Carlos Rocha** Ajax R. Bello Moreira** Rio de Janeiro, agosto de 1998 * Os autores agradecem a assistência

Leia mais

www.leandrostormer.com.br

www.leandrostormer.com.br 1 OPERANDO OPÇÕES: CONCEITOS E ESTRATÉGIAS I. Introdução: Em primeiro lugar gostaria de deixar claro que este é apenas um resumo, uma pequena introdução a uma forma diferente de operar no mercado financeiro,

Leia mais

DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE

DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE i1 Introdução Uma distribuição de probabilidade é um modelo matemático que relaciona um certo valor da variável em estudo com a sua probabilidade de ocorrência. Há dois tipos

Leia mais

XVII COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS IBAPE/SC 2013 TRABALHO DE AVALIAÇÃO ÁREA TEMÁTICA: EMPREENDIMENTOS

XVII COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS IBAPE/SC 2013 TRABALHO DE AVALIAÇÃO ÁREA TEMÁTICA: EMPREENDIMENTOS XVII COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS IBAPE/SC 2013 TRABALHO DE AVALIAÇÃO ÁREA TEMÁTICA: EMPREENDIMENTOS 1. RESUMO Recentemente críticas têm sido direcionadas às técnicas

Leia mais

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico Móulo III Clauia Regina Campos e Carvalho Móulo III Carga létrica, orça e Campo létrico Carga létrica: Denomina-se carga elétrica a proprieae inerente a eterminaas partículas elementares, que proporciona

Leia mais

Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento

Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Neste artigo, faremos a análise das questões de cobradas na prova

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA. Walter Fernando da Silva Arauz

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA. Walter Fernando da Silva Arauz UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA Walter Fernando da Silva Arauz PROPOSTA DE MÉTODO PARA DESENVOLVIMENTO DE SIMULAÇÃO DE ESTRATÉGIA DE

Leia mais

Contabilidade Avançada Ajuste a valor presente e mensuração ao valor justo

Contabilidade Avançada Ajuste a valor presente e mensuração ao valor justo Contabilidade Avançada Ajuste a valor presente e mensuração ao valor justo Prof. Dr. Adriano Rodrigues Assuntos abordados nesse tópico: Ajuste a valor presente: Fundamentação Mensuração ao valor justo

Leia mais

Apreçamento de opções de IDI usando distribuições hiperbólicas generalizadas*

Apreçamento de opções de IDI usando distribuições hiperbólicas generalizadas* Apreçamento de opções de IDI usando distribuições hiperbólicas generalizadas* José Santiago Fajardo Barbachan José Renato Haas Ornelas RESUMO Este trabalho propõe uma metodologia para precificar a opção

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS DE OPÇÕES COBERTAS UTILIZANDO A TEORIA DE MARKOWITZ

OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS DE OPÇÕES COBERTAS UTILIZANDO A TEORIA DE MARKOWITZ OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS DE OPÇÕES COBERTAS UTILIZANDO A TEORIA DE MARKOWITZ LUIZ FERNANDO DE ALMEIDA PEREIRA - FATEC BP REGINALDO DIAS GRUNWALD NETO - FATEC BP GUILHERME CAMARGO DE ANDRADE - FATEC BP RESUMO

Leia mais

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo :

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo : Título : B2 Matemática Financeira Conteúdo : A maioria das questões financeiras é construída por algumas fórmulas padrão e estratégias de negócio. Por exemplo, os investimentos tendem a crescer quando

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO...1 CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS..5 CAPÍTULO 3 MERCADO FUTURO DE DÓLAR COMERCIAL...

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO...1 CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS..5 CAPÍTULO 3 MERCADO FUTURO DE DÓLAR COMERCIAL... SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO..................................1 CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS..5 2.1 Introdução...........................................5 2.2 Posições.............................................6

Leia mais

TT62 VALOR DA FLEXIBILIDADE NAS AVALIAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA ABORDAGEM DE OPÇÃO REAIS

TT62 VALOR DA FLEXIBILIDADE NAS AVALIAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA ABORDAGEM DE OPÇÃO REAIS TT62 VALOR DA FLEXIBILIDADE NAS AVALIAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA ABORDAGEM DE OPÇÃO REAIS EDUARDO KOITI YOSHIMURA MESTRANDO EM ENGENHARIA CIVIL, CREA 060088910-7 FACULDADE DE ENGENHARIA

Leia mais

APREÇAMENTO DE OPÇÕES ATRAVÉS DO MODELO DE ÁRVORE TRINOMIAL IMPLÍCITA: UMA APLICAÇÃO NA VALE E NA PETROBRÁS

APREÇAMENTO DE OPÇÕES ATRAVÉS DO MODELO DE ÁRVORE TRINOMIAL IMPLÍCITA: UMA APLICAÇÃO NA VALE E NA PETROBRÁS 64 APREÇAMENTO DE OPÇÕES ATRAVÉS DO MODELO DE ÁRVORE TRINOMIAL IMPLÍCITA: UMA APLICAÇÃO NA VALE E NA PETROBRÁS OPTION PRICING USING THE IMPLIED TRINOMIAL TREE MODEL: NA APPLICATION IN VALE AND PETROBRÁS

Leia mais

Adail Marcos Lima da Silva (UFCG) - adail.marcos@hotmail.com. Resumo:

Adail Marcos Lima da Silva (UFCG) - adail.marcos@hotmail.com. Resumo: Aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais no Brasil para empresas lucro real, lucro presumio e simples nacional Aail Marcos Lima a Silva (UFCG) - aail.marcos@hotmail.com

Leia mais

Força Elétrica. 6,0 C, conforme descreve a figura (Obs.: Q 4 é negativo)

Força Elétrica. 6,0 C, conforme descreve a figura (Obs.: Q 4 é negativo) Força Elétrica 1. (Ueg 01) Duas partículas e massas m 1 e m estăo presas a uma haste retilínea que, por sua vez, está presa, a partir e seu ponto méio, a um fio inextensível, formano uma balança em equilíbrio.

Leia mais

Banco Fator S.A. Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS

Banco Fator S.A. Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS Banco Fator S.A. Demonstrações Financeiras Consolidadas em IFRS 31 de dezembro 2013 e 2012 BANCO FATOR S.A. BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores expressos em

Leia mais

OPÇÕES FINANCEIRAS - Exame (resolução)

OPÇÕES FINANCEIRAS - Exame (resolução) OPÇÕES FINANCEIRAS - Exame (resolução) 1/0/006 1. (a) Aplicando o lema de Itô ao processo obtém-se: y (t) :=exp( bt) X (t), (1) dy (t) = be bt X (t) dt + e bt {[a + bx (t)] dt + W (t) dw (t)} = ae bt dt

Leia mais

SOBRE O FUNCIONAMENTO DOS FUNDOS GARANTIDOS

SOBRE O FUNCIONAMENTO DOS FUNDOS GARANTIDOS TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 561 SOBRE O FUNCIONAMENTO DOS FUNDOS GARANTIDOS Sandro Canesso de Andrade * Rio de Janeiro, maio de 1998 * Da Diretoria de Pesquisa do IPEA. O IPEA é uma fundação pública vinculada

Leia mais

DESVIOS EM RELAÇÃO AO MODELO DE BLACK & SCHOLES: ESTUDOS RELACIONADOS À VOLATILIDADE DOS ATIVOS SUBJACENTES ÀS OPÇÕES.

DESVIOS EM RELAÇÃO AO MODELO DE BLACK & SCHOLES: ESTUDOS RELACIONADOS À VOLATILIDADE DOS ATIVOS SUBJACENTES ÀS OPÇÕES. DESVIOS EM RELAÇÃO AO MODELO DE BLACK & SCHOLES: ESTUDOS RELACIONADOS À VOLATILIDADE DOS ATIVOS SUBJACENTES ÀS OPÇÕES. Cláudio Santoro Lanari Antônio Artur de Souza João Luis Correia Duque NUFI Núcleo

Leia mais