E-Schooling. Disciplina de Opção III. Pedro José Pinheiro Ribeiro, Rui Daniel Monteiro Lopes, Rui Miguel Fernandes Varela, 29253

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "E-Schooling. Disciplina de Opção III. Pedro José Pinheiro Ribeiro, 33215 Rui Daniel Monteiro Lopes, 30255 Rui Miguel Fernandes Varela, 29253"

Transcrição

1 Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Informática Disciplina de Opção III Ano Lectivo de 2004/2005 E-Schooling Pedro José Pinheiro Ribeiro, Rui Daniel Monteiro Lopes, Rui Miguel Fernandes Varela, Supervisão: Nuno Miguel Feixa Rodrigues Janeiro, 2005

2 Data de Recepção Responsável Avaliação Observações E-Schooling Pedro José Pinheiro Ribeiro Rui Daniel Monteiro Lopes Rui Miguel Fernandes Varela Janeiro, 2005

3 Dedicamos este trabalho ao nosso orientador de projecto Nuno Rodrigues por nos dar esta oportunidade de conhecer ferramentas tecnológicas importantes para o nosso futuro profissional e pela sua disposição em ajudar-nos sempre que precisamos. A ele prestamos o nosso sincero agradecimento. Também prestamos a nossa gratidão ao professor Orlando Belo pela forma como nos aproximou a sistemas de bases de dados, nomeadamente na análise e construção de base de dados relacionais e no uso do SQL Server.

4 Resumo Este trabalho enquadra-se nos sistemas E-Schooling orientado ao ensino secundário. Foi efectuada uma análise ao processo de ensino em vigor e, de acordo com essa análise, modulamos um sistema (portal) que se adequa aos padrões estudados. Começou-se então por decidir quais os objectivos deste trabalho. Ficou estabelecido que o sistema deveria ser uma projecção e expansão às aulas dadas, no sentido de permitir aos alunos de uma escola ter acesso on-line aos conteúdos de cada disciplina, mais em concreto, ao conteúdo de cada aula dada e também informações gerais inerentes a cada disciplina e à escola em geral. Foi nossa preocupação também disponibilizar informação online aos encarregados de educação para um melhor acompanhamento por parte deste às actividades escolares e ao desempenho do(s) seu(s) educando(s). Depois dos objectivos estabelecidos passou-se à fase de planeamento onde ficaram estabelecidas as várias etapas de concepção e datas associadas. Foram identificadas três etapas: Análise Geral do Projecto (etapa um), Construção da Base de Dados (etapa dois), Construção do Portal (etapa três). Em cada etapa foram discutidas várias abordagens ao problema proposto, desde os conceitos até aos pormenores, associados à modulação. Os objectivos principais foram cumpridos. Através do portal realizado conseguimos atingir os objectivos propostos, ou seja, disponibilização on-line dos conteúdos leccionados e das informações gerais relativas às disciplinas e à escola. Têm acesso ao portal três tipos de utilizadores: Professores, Alunos e Encarregados de Educação. Temos também consciência que haveria muito mais a fazer no sentido de aumentar a utilidade deste portal, no entanto o tempo disponível para a sua realização foi escasso tendo em conta a dimensão do projecto. Área de Aplicação: Análise e Implementação de um portal E-Schooling para o ensino secundário. Palavras-Chave: IIS, Tecnologia.Net, ASP.NET, C#, HTML, Cascade Style Sheet, Starter Kits, JavaScript, SQL Server, Store Procedures. i

5 Índice Resumo i Índice ii Índice de Figuras iv 1. Introdução Contextualização Apresentação do Caso de Estudo Motivação e Objectivos Estrutura do Relatório 2 2. Análise Geral do Projecto Arquitectura do Projecto Tecnologias Utilizadas SQL Server Tecnologia.Net JavaScript Cascade Style Sheet 9 3. Construção da Base de Dados Análise do problema Tabelas Criadas Relacionamento entre Tabelas Construção do Portal Starter Kit Portal CSVS Visão personalizada do sistema Visão Aluno Visão Docente Visão Encarregado de Educação 26 ii

6 5. Conclusões e Trabalho Futuro 28 Bibliografia 29 Referências WWW 30 Lista de Siglas e Acrónimos 32 iii

7 Índice de Figuras Figura 1 - Arquitectura do sistema 5 Figura 2 - Enterprise Manager SqlServer Figura 3 - Visual Studio.NET 7 Figura 4 - Tree view criada em JavaScript 8 Figura 5 - Esquema da base de dados 18 Figura 6 - Starter Kit Portal CSVS 19 Figura 7- Informação pessoal de um aluno 21 Figura 8 - Informações sobre a uma disciplina 21 Figura 9 - Sumário de uma aula 22 Figura 10 - Visualizar um item de uma aula 22 Figura 11 - Visualizar as notas 23 Figura 12 - Inserção de itens no programa de uma disciplina 24 Figura 13 - Notas do educando 26 Figura 14 - Faltas do educando 27 iv

8 1. Introdução 1.1. Contextualização No âmbito da sociedade de informação, está subjacente a interligação de diversos sistemas de informação, de forma a proporcionar aos intervenientes um importante auxílio na aquisição de conhecimento e execução de tarefas. Numa visão utópica da sociedade de informação através da tecnologia, seria possível efectuar e monitorizar todo o tipo de tarefas, de uma forma simples e rápida recorrendo a um único dispositivo computacional. Uma das áreas que se tem aproximado desta visão é o ensino, onde cada vez mais, a relação entre alunos, docentes e encarregados de educação converge para a utilização de sistemas de informação numa óptica de tornar a acessibilidade à informação mais fácil, aproximando todos os intervenientes do processo de ensino Apresentação do Caso de Estudo Desta forma, surge o projecto de E-Schooling, que se enquadra no conceito de sociedade de informação, como um processo onde um aluno poderá possuir a mais diversa informação relativa à sua aprendizagem, bem como possuir todo o apoio dos professores, e ser monitorizado pelo seu encarregado de educação. Esta informação é disponibilizada através de um portal e, de acordo com o tipo de utilizador, serão evidenciadas várias vistas do sistema. Assentando numa plataforma de ensino personalizada, o portal E-Schooling torna acessíveis os conteúdos programáticos disponibilizados pelos docentes para cada uma das disciplinas, recorrendo à integração de vários tipos de documentos tornando a aprendizagem num processo activo, no qual o aluno poderá aprender ao seu ritmo e de uma forma mais flexível. Os conteúdos encontram-se estruturados sob a forma de aulas. O aluno é levado a interagir com o sistema, tornando-se um agente activo do processo de aprendizagem. Cada aula integra os mais diversos elementos de informação, aqueles que os docentes desejarem. Essa informação pode ter o objectivo de expor, ilustrar e explicar os conceitos abordados, ou poderão ser exercícios, bem como qualquer outro elemento que o decente entenda integrar na disciplina. 1

9 A existência de ferramentas de monitorização que registam eventos relativos a faltas ou avisos e a disponibilização on-line de informações respeitantes ao aluno, possibilita também que os encarregados de educação analisem a evolução do desempenho do seu educando com mais proximidade Motivação e Objectivos As tecnologias baseadas em Internet e vocacionadas para o ensino estão em franca difusão e utilização, pelas vantagens que as mesmas trazem. A flexibilidade no ensino, bem como a maior abrangência que este tipo de formação permite, em termos de deslocalização geográfica da oferta, têm contribuído para o seu sucesso. A utilização de modernas tecnologias de informação e comunicação para o ensino à distância apresenta-se como uma resposta às necessidades de constante especialização dos recursos humanos que actuam em todos os níveis organizacionais, permitindo uma ampliação na oferta de cursos que podem ser realizados pela própria organização interessada. No entanto, se atentarmos na situação da maioria das várias escolas e centros de formação espalhados pelo país, entendemos que existe um problema comum, que se prende com o facto de a implementação destes sistemas constituir um encargo financeiro, que pela dimensão das instituições referidas, se torna insustentável. O problema da inexistência de recursos humanos especializados e do know-how necessário à sua realização também não constitui um obstáculo menor, pois a sua carência nas referidas instituições é uma realidade. Foi nosso objectivo construiu um modelo de ensino à distância baseado na disponibilização de serviços via web, que permita a instituições de ensino poderem utilizar o canal Internet como um canal de formação personalizado adicional ou único em que, sob o ponto de vista do aluno o fornecedor do serviço é invisível. Através deste portal consegue-se melhorar a qualidade de ensino, a qualidade administrativa das escolas, e consegue-se melhorar o próprio relacionamento dos intervenientes no processo de ensino. Por último, constatamos também que este tipo de sistemas de informação aproxima, de um modo geral, a sociedade às tecnologias da informação, sendo este facto do agrado de todos Estrutura do Relatório O relatório está organizado de acordo com as várias etapas de desenvolvimento do projecto. A primeira etapa foi a análise geral do problema, onde serão descritas as barreiras tecnológicas com que nos deparamos, bem como a arquitectura do projecto. Depois deste 2

10 estudo inicial, foi construída uma base de dados para suporte à informação do portal. Por último, efectuou-se a construção do portal. 3

11 2. Análise Geral do Projecto 2.1. Arquitectura do Projecto De forma a iniciar o projecto, foi estudada a arquitectura que deveria suportar o portal. O grande desafio no desenvolvimento de software é criar sistemas seguros, eficientes, de fácil manutenção e reutilizáveis. Com o advento da Internet houve uma tendência para separar a lógica do negócio, da interface com o utilizador (camada de apresentação). A separação em camadas lógicas, torna os sistemas mais flexíveis permitindo que as diferentes camadas possam ser alteradas de forma independente. O paradigma da programação orientada aos objectos tem sido bastante adoptado de modo a preencher esses requisitos. O sucesso para o desenvolvimento de aplicações com tecnologia orientada aos objectos está intimamente ligada à arquitectura que foi usada na construção deste portal. Seguiu-se um modelo de três camadas para a implementação do portal: Camada de Apresentação - Não tem qualquer responsabilidade na obtenção da informação da base de dados, apenas a exibe. É a camada de interface com o utilizador. É usada para receber a entrada de dados e apresentar resultados. Modela os dados e o comportamento associado a eventos. Camada de Middleware Responsável pela comunicação entre a camada de apresentação e a camada de dados. Preocupa-se apenas com o armazenamento, manipulação e geração de dados. É um encapsulamento de dados independente da camada de apresentação. Camada de Dados Repositório de dados. Base de dados E-Schooling Base de dados Portal (Base de dados criada pelo Portal CSVS que será explicado mais tarde) 4

12 A organização em camadas é a chave para a independência entre os componentes e esta independência é que vai atingir os objectivos de eficiência, escalabilidade, reutilização e facilidade de manutenção. A figura 1 demonstra a arquitectura usada. Portal E-Schooling Camada de Apresentação IIS ASP.NET HTML JavaScript C# Camada de Middleware C# Sql Server 2000 Camada de Dados Figura 1 - Arquitectura do sistema 5

13 2.2. Tecnologias Utilizadas No desenvolvimento deste projecto usamos diversas tecnologias e foi, portanto, necessário um período de adaptação. Como atrás foi referido, o projecto pode ser visto como possuindo três camadas: a camada de dados, a camada de middleware, e a camada de apresentação. Na camada de dados o motor de base de dados usado foi o SQLServer 2000 da Microsoft. É um motor de elevado poder funcional, e com ferramentas bastante intuitivas. Nas camadas de middleware e apresentação, usamos a tecnologia.net da Microsoft. A linguagem adoptada foi o C# e o ASP.NET que utiliza como servidor web o Internet Information Server (IIS). Na camada de apresentação também foi utilizada a linguagem JavaScript embebido em HyperText Markup Language (HTML), bem como o uso de Cascade Style Sheet (CSS) para o design do portal. Todo o projecto foi desenvolvido usando o Visual Studio.Net, que oferece uma elevada facilidade para desenvolvimento de projectos de média/grande dimensão SQL Server 2000 É indispensável a utilização de um motor de base de dados em aplicações onde é necessário armazenar as transacções, inserções e alterações com eficácia e segurança a falhas. O suporte de dados utilizado no portal E-Schooling é o Microsoft SQL Server 2000, um motor de base de dados relacional, concebido para suportar grandes volumes de informação, implementando os mais rigorosos mecanismos de segurança e garantindo escalabilidade desde um pequeno número de utilizadores até centenas ou milhares de utilizadores em simultâneo. De modo a aumentar o desempenho do portal, implementamos store procedures, para possibilitar acessos mais rápidos na rede. Figura 2 - Enterprise Manager SqlServer

14 2.2.2 Tecnologia.Net.NET é uma plataforma de software. É um ambiente independente de linguagem para criação de programas que possam funcionar facilmente e de forma segura. Em vez de serem desenvolvidos para uma combinação particular de hardware/software, os programas são desenvolvidos para a plataforma.net, funcionando em qualquer lugar (excepto onde não seja possível o uso da.net Framework). Os vários componentes da plataforma.net dão origem à.net Framework. O.NET Framework é constituído por duas partes principais: A Common Language Runtime (CLR). Um conjunto hierárquico de biblioteca de classes. A CLR é descrita como o motor de execução do.net e fornece o ambiente dentro do qual os programas são executados. As suas características principais são: Conversão de linguagem de baixo-nível, Intermediate Language (IL), para código nativo da plataforma onde está a ser executado. Gestão de memória, incluindo garbage collection. Verificação e reforço de restrições de segurança no código em execução. Execução de programas, com controlo de versão. Através do vasto conjunto de classes e usando as linguagens ASP.NET e C#, procedemos à implementação deste portal. Figura 3 - Visual Studio.NET 7

15 2.2.3 JavaScript Javascript é uma linguagem criada pela Netscape que serve basicamente para aumentar os recursos do browser. Todas as páginas escritas com HTML são estáticas, ou seja, o browser apenas lê o que está no código e reproduz aquele conjunto de instruções sem ter a noção de estado. Um dos principais recursos do Javascript é a possibilidade de fazer com que a página HTML seja dinâmica, isto é, capaz de fazer com que o utilizador possa interagir com a página. Deste modo, permite que uma página HTML se altere sem necessidade de um novo PostBack. Javascript é uma linguagem de programação que funciona interactivamente com o código HTML, pois consegue ler, entender e manipular os objectos de uma página HTML, tendo a capacidade para altera-los automaticamente. No nosso projecto foi necessário recorrer ao javascript, pois necessitamos das funcionalidades descritas, nomeadamente no uso de uma tree view. O utilizador poder interagir com a tree view sem que seja necessário fazer um PostBack no servidor e, quando tal acontece (devido a outras operações), o estado da tree view é mantido inalterado (através de cookies implementados em javascript). Figura 4 - Tree view criada em JavaScript 8

16 2.2.4 Cascade Style Sheet Cascade Style Sheet (CSS) é uma linguagem para descrição de estilos e permite associar estilos a um documento já estruturado. A vantagem principal é que cada folha de estilos definida pode ser reutilizada, não sendo necessário voltar a definir os estilos todas as vezes que são utilizados. Ou seja, é possível utilizar a mesma folha de estilos para documentos diferentes. Uma grande vantagem do CSS é a propriedade de "context sensitive". Isto significa que pode-se definir um estilo para um elemento em particular ou um estilo global. Neste projecto são utilizadas duas folhas de estilo: uma para o portal em geral e outra especificamente para as páginas embebidas no portal referentes ao E-Schooling. Desta forma conseguiu-se um design padronizado e apelativo. 9

17 3. Construção da Base de Dados 3.1. Análise do problema Um dos processos mais importantes na elaboração de um projecto é a análise das especificações do problema, pois uma análise menos exaustiva do problema pode levar ao fracasso do projecto, ainda que outros factores estejam vocacionados para o sucesso. Deste modo dedicamos especial atenção a esta etapa. Neste sistema existem diversas entidades envolvidas, em especial, os alunos, os respectivos docentes e encarregados de educação, as disciplinas, as turmas, as aulas e os cursos. De modo a demonstrarmos algum raciocínio exercido na construção da base de dados, faremos uma viagem pelas principais entidades de forma a vermos o modo como elas se relacionam. Sendo assim, um aluno está inserido num determinado curso (ex. Agrupamento I - Cientifico-Natural) fazendo parte de uma determinada turma. A cada curso estão associadas diversas disciplinas que podem mudar ao longo do tempo. Cada disciplina é diferenciada através do ano escolar a que pertence, ou seja, embora uma disciplina possua o mesmo nome ao longo dos vários anos escolares, é uma disciplina diferente em cada ano escolar (por exemplo, matemática do 10º ano é uma disciplina diferente da disciplina de matemática do 11º ano). No entanto, uma disciplina de um determinado ano escolar é única, independentemente de pertencer a vários cursos (por exemplo, matemática do 10º ano no curso tecnológico de química e matemática do 10º ano no curso tecnológico de informática são a mesma disciplina, contendo programas idênticos). Foram estabelecidas duas componentes relativas ao conteúdo de cada disciplina, isto é, o conteúdo de cada disciplina foi dividido em duas partes: conteúdo funcional e conteúdo pedagógico. O conteúdo funcional é composto pela informação estrutural da disciplina, como sendo a avaliação, atendimento e o programa. Na componente pedagógica temos os conteúdos das aulas dadas, que assumem a forma de itens (documentos), isto é, cada aula é constituída pelo respectivo sumário e um conjunto de itens. Fica assim patente a nossa intenção clara de diferenciar as diferentes turmas em cada ano escolar, bem como cada aula associadas a essas turmas. Isto teve fortes implicações na construção da base de dados, pois foi necessário estabelecer relações entre tabelas que à partida não se relacionavam. 10

18 Relativamente às informações respeitantes ao desempenho do aluno, foram introduzidas tabelas contendo informação relativa às faltas, notas, avisos e disciplinas efectuadas em anos anteriores. Cada aluno possui um encarregado de educação que poderá monitorizar o desempenho do educando, através da informação acima referida. Estas especificações do problema, resultaram na construção das tabelas e relacionamentos apresentadas nas secções seguintes Tabelas Criadas Nesta secção serão apresentadas, em detalhe, todas as tabelas necessárias ao suporte da informação do portal. Para cada tabela será apresentada uma breve descrição acerca do seu conteúdo, bem como o papel de cada campo. Por último, é apresentado um registo de cada tabela a título de exemplo. Tabela Alunos Descrição: Tabela onde se encontram as informações pessoais do aluno Cod_Aluno: código do aluno. Nome: nome do aluno. BI: número do bilhete de identidade. Validade: validade do bilhete de identidade. Local_Emissão: local de emissão do bilhete de identidade. Data_Nasc: data de nascimento do aluno. Nacionalidade: nacionalidade do aluno. Num_Contr: número de contribuinte. Rua_Lugar: morada. Cod_Postal: código postal. Cod_Pais: código do país. Telemóvel: número de telemóvel Cod_Encarregado: código do encarregado de educação. Cod_Turma: código da turma a que pertence. Exemplo: Cod_Aluno: 1. Nome: Rui Daniel Monteiro Lopes. BI: Validade:

19 Local_Emissão: Braga. Data_Nasc: Nacionalidade: portuguesa. Num_Contr: Rua_Lugar: Rua Nova de Santa Cruz - Braga. Cod_Postal: Cod_Pais: 1. Telemóvel: Cod_Encarregado: 23. Cod_Turma: 8. Tabela Encarregados de Educação Descrição: Tabela onde se encontram as informações pessoais dos encarregados de educação Cod_Enc: código do encarregado de educação. Nome_Enc: nome do encarregado de educação. Rua_Lugar: morada do encarregado de educação. Cod_Postal: código postal do encarregado de educação. Telemóvel: número de telemóvel Exemplo: Cod_Enc: 1. Nome_Enc: Maria Ida. Rua_Lugar: Rua Nova de Santa Cruz - Braga. Cod_Postal: Telemóvel: Tabela Docentes Descrição: Tabela onde se encontram as informações pessoais dos docentes Cod_Docente: código do docente. Nome_Docente: nome do docente. Rua_Lugar: morada do docente. 12

20 Cod_Postal: código postal do docente. Link_Curriculo: apontador para o currículo do docente (opcional) do docente. Exemplo: Cod_Enc: 1. Nome_Enc: Maria Ida. Rua_Lugar: Rua Nova de Santa Cruz - Braga. Cod_Postal: Telemóvel: Tabela Turmas Descrição: Tabela onde se encontram as informações de cada turma Cod_Turma: código da turma. Nome_Turma: nome da turma. Ano_Turma: ano escolar da turma. Cod_Curso: código do curso a que pertence a turma. Exemplo: Cod_Turma: 1. Nome_Turma: 11-1C2. Ano_Turma: 11. Cod_Curso: 4. Tabela Inscrições Descrição: Tabela onde se encontram as informações relativas as inscrições dos alunos nas respectivas disciplinas. Cod_Aluno: código do aluno. Cod_Disciplina: código da disciplina. Nota1: avaliacao do primeiro período. Nota2: avaliacao do segundo período. Nota3: avaliacao do terceiro período. Exemplo: 13

21 Cod_Aluno: 231. Cod_Disciplina: 15. Nota1: 13. Nota1: 14. Nota3: 0.(em decurso) Tabela Disciplinas Descrição: Tabela onde se encontram as disciplinas. Cod_Disciplina: código da disciplina. Nome_Disc: nome da disciplina. Ano: ano escolar da disciplina. Exemplo: Cod_Disciplina: 21. Nome_Disc: Matemática. Ano: 10. Tabela DisciplinasEfectuadas Descrição: Tabela onde se encontram as disciplinas efectuadas de cada aluno. Cod_Aluno: código do aluno. Cod_Disciplina: código da disciplina. Ano_Realizada: ano em que a disciplina foi efectuada NotaFinal: avaliação final à disciplina. Exemplo: Cod_Aluno: 231. Cod_Disciplina: 21. Ano_Realizada: NotaFinal: 14. Tabela Programas Descrição: Tabela onde se encontram os programas de cada disciplina. Cod_Disciplina: código da disciplina. 14

22 Item_Programa: código para o item de um programa. Descricao_Item: descrição do item do programa. Link_Associado: link associado a este item do programa (opcional). Exemplo: Cod_Disciplina: 231. Item_Programa: 2. Descricao_Item: Poesia - Fernando Pessoa. Link_Associado: Tabela Avisos Descrição: Tabela onde se encontram os avisos referentes a cada turma. Cod_Disciplina: código da disciplina. Item_Programa: código para o item de um programa. Descricao_Item: descrição do item do programa. Link_Associado: link associado a este item do programa (opcional). Exemplo: Cod_Disciplina: 231. Item_Programa: 2. Descricao_Item: Poesia - Fernando Pessoa. Link_Associado: Tabela ConteudoFuncionalDisc Descrição: Tabela onde se encontram os conteúdos funcionais referentes a cada disciplina. Cod_Disciplina: código da disciplina. Avaliação: modo de avaliação da disciplina Atendimento: atendimento disponível a esta disciplina. Exemplo: Cod_Disciplina: 231. Avaliação: (1º teste ) * 0,25 + (2º teste) * (3º teste) * participação *0.25. Atendimento: Sexta -feira da 10-13:30 Horas. 15

23 Tabela Aulas Descrição: Tabela onde se encontram as informações relativas às aulas dadas. Cod_Aula: código da aula. Data_Aula: data da aula. Sumario: sumário da aula. Cod_Turma: código da turma a que pertence a aula. Cod_Disciplina: código da disciplina a que pertence a aula. Exemplo: Cod_Aula: 142. Data_Aula: 10/12/2004. Sumario: Sistemas de Equações. Cod_Turma: 14. Cod_Disciplina: 23. Tabela ItemsDocentes Descrição: Tabela onde se encontram as informações relativas aos itens (conteúdos) criados pelos docentes. Cod_Item: código do item. Descricao_Item: descrição do item.. LinkPath_Item: caminho associado ao item. Cod_Docente: código do docente que criou o item. Cod_Disciplina: código da disciplina a que pertence o item. Exemplo: Cod_Item: 231. Descricao_Item: A fisica e a Astronomia. LinkPath_Item: ~/Uploads/D.doc. Cod_Docente: 38. Cod_Disciplina: 15. Tabela Cursos Descrição: Tabela onde se encontram os cursos existentes. 16

24 Cod_Curso: código do curso. Nome_Curso: nome do curso. Exemplo: Cod_Curso: 1. Nome_Curso: Agrupamento I Curso Tecnológico de Informática Tabela Faltas Descrição: Tabela onde se encontram as faltas dos alunos. Cod_Aluno: código do aluno. Cod_Aula: código da aula. Exemplo: Cod_Aluno: 241. Cod_Aula: Tabelas Pontes Descrição: Tabelas auxiliares onde se estabelecem relações de muitos para muitos entre duas tabelas. As duas tabelas relacionadas fazem parte do nome da tabela que faz de ponte: PonteDocenteTurma PonteCursoDiscilpinas PonteDisciplinasDocentes PonteAulasItems Os campos destas tabelas são apenas códigos (relacionando as tabelas) e têm os mesmos nomes que se encontram nas tabelas que relacionam respectivamente (são as chaves primárias). 17

25 3.3. Relacionamento entre Tabelas Após a criação das tabelas, procedeu-se à criação de relacionamentos entre as mesmas de modo a garantir a consistência da informação. A Figura 5 mostra o esquema de relacionamentos final da base de dados: Figura 5 - Esquema da base de dados 18

26 4. Construção do Portal 4.1. Starter Kit Portal CSVS Para o desenvolvimento do portal tivemos como ponto de partido, um Starter Kit da Microsoft, o Portal CSVS. Este portal demonstra como podemos usar o ASP.NET da plataforma.net, para criar aplicações web (CSVS é a versão em C# e para desenvolver no Visual Studio.Net). É um portal bastante modular permitindo uma integração do nosso projecto. A arquitectura deste portal enquadra-se na arquitectura de três camadas do nosso projecto, o que tornou o processo de integração bastante intuitivo. A informação relativa ao Portal CSVS está numa base de dados também no Sql Server. Este portal possui também documentação bastante detalhada, facilitando o seu uso. Figura 6 - Starter Kit Portal CSVS 19

27 4.2. Visão personalizada do sistema Este portal possui uma visão personalizada, orientada ao tipo de utilizador, ou seja para cada interveniente (aluno, docente encarregado de educação) serão apresentados diferentes tipos de informação, mediante os seus interesses. Desta forma surge assim a visão do aluno, a visão do docente e a visão do encarregado de educação. Com esta abordagem pretendeu-se a utilização bastante intuitiva do portal, sendo essa uma preocupação constante do nosso projecto Visão Aluno Este portal permite ao aluno acompanhar as matérias escolares, leccionadas nas diferentes aulas. Esta visão possui como principal objectivo apresentar a todos os alunos um método de estudo mais atractivo, estimulante e acessível. Para aceder ao portal, o aluno deverá introduzir a sua identificação (login e palavrachave) e a sua home page será apresentada, a qual tem informações pessoais (figura 7). O sistema identifica as disciplinas a que está inscrito e dinamicamente constrói uma tree view, permitindo ao aluno ter acesso a essas disciplinas e às suas informações pessoais. Através desta tree view, o portal E-Schooling simula a vista do Explorador do Windows,ou seja, do lado esquerdo é mostrada a hierarquia de toda a informação a que tem acesso, e do lado direito é mostrada a informação relativa a cada nodo da tree view. Dentro de cada disciplina existe informação associada, referente ao conteúdo estrutural (figura 8) e à informação das várias aulas leccionadas, onde o aluno poderá ver os sumários (figura 9) e os itens (figura 10) que o docente da disciplina considerou relevantes ao estudo. Também existe uma página referente às disciplinas efectuadas nos anos anteriores. Deste modo, o aluno, em qualquer local e a qualquer momento (desde que tenha uma ligação à Internet) poderá ter acesso a todas as informações respeitantes à escola, essencialmente às matérias leccionadas nas aulas. As imagens seguintes mostram algumas funcionalidades do módulo alunos. 20

28 Figura 7- Informação pessoal de um aluno Figura 8 - Informações sobre a uma disciplina 21

29 Figura 9 - Sumário de uma aula Figura 10 - Visualizar um item de uma aula 22

30 Figura 11 - Visualizar as notas 23

31 4.2.2 Visão Docente Tal como na visão alunos, a partir do login do docente, o sistema identifica as disciplinas e turmas em que lecciona e automaticamente é disponibilizada ao docente toda a manutenção inerente à leccionação dessas disciplinas a essas turmas. Como atrás foi referido, a gestão de cada disciplina está divida em duas componentes: componente funcional e componente pedagógica. São os docentes que fazem toda a gestão destas componentes. Na componente funcional realiza-se toda a gestão invariável da disciplina, ou seja, aquilo que fica definido no início do ano lectivo e raramente sofre alterações ou incrementos. Nesta componente incluímos a gestão do programa, atendimento, avaliação e avisos. A figura 12 demonstra um formulário para a gestão do programa de uma disciplina. Figura 12 - Inserção de itens no programa de uma disciplina 24

32 Para a componente pedagógica o docente faz toda a gestão de conteúdos associados a cada aula de cada turma. Conseguimos implementar um sistema em que existe diferenciação de turmas e de aulas (mesmo que existam aulas idênticas, elas são diferenciadas), isto é, cada aula é única. O conteúdo das aulas está organizado de forma bastante intuitiva através de itens. Ou seja, para cada aula temos um conjunto de itens associados, os quais representam conteúdos. Esses itens não são mais do que links para documentos guardados no servidor. Embora os itens estejam no servidor, a sua criação, por parte dos docentes é muito fácil. Apenas é preciso indicar uma descrição para o item (essa descrição será o nome do link associado ao ficheiro) e o ficheiro associado. O upload para o servidor, bem como toda a manutenção na base de dados inerente a essa gestão de itens é assegurado pelo simples clique no botão Enviar. É possível ao docente planear as aulas de forma mais eficiente, através da Memória de Itens. Como o próprio nome deixa adivinhar, esta Memória de Itens é uma especificação do sistema que permite armazenar todos os itens criados pelo docente. Assim, o docente poderá criar vários itens e só mais tarde disponibilizá-los. A Memória de Itens fica configurada de acordo com o docente e disciplina em que um determinado item é criado. Isto é, um docente apenas tem acesso aos itens criados por si e, por outro lado, só são disponibilizados os itens pertencentes à disciplina em que o docente se encontra actualmente a fazer a gestão. De notar que, disciplinas com o mesmo nome, mas pertencentes a diferentes anos (e.g. matemática) são consideradas como disciplinas diferentes. Assim evitam-se possíveis confusões na gestão de itens. Com este sistema, o docente não precisa de criar os mesmos itens para aulas diferentes, isto é, apenas é necessário criar um item uma única vez. A partir daí, esse item fica disponível na Memória de Itens. Se várias aulas contêm o mesmo item, basta transferi-lo da Memória de Itens para os Itens da Aula. 25

E-Schooling. Disciplina de Opção III. Pedro Quinteiro Marques Rui Filipe Carvalho da Silva

E-Schooling. Disciplina de Opção III. Pedro Quinteiro Marques Rui Filipe Carvalho da Silva Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Informática Disciplina de Opção III Ano Lectivo de 2004/2005 E-Schooling Pedro Quinteiro Marques Rui Filipe

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

3 ao Quadrado - Agenda Web

3 ao Quadrado - Agenda Web 3 ao Quadrado - Agenda Web Relatório de Gestão de Projectos de Software - Grupo A - LEIC 2001/2002 http://gnomo.fe.up.pt/gps01a João Montenegro - ei97023@fe.up.pt André Teixeira - ei97024@fe.up.pt Carlos

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

1.2.4. Organizar a estrutura do site

1.2.4. Organizar a estrutura do site 1.2.4. Organizar a estrutura do site 1 Organizar a estrutura do site A organização da estrutura do site passa pela definição das ligações entre as páginas que o compõem Esta organização deve ser intuitiva

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1.

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Unidade 4 Concepção de WEBSITES Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Sobre o conteúdo 1 Regras para um website eficaz sobre o conteúdo Um website é composto

Leia mais

7 Conclusões. 7.1 Retrospectiva do trabalho desenvolvido. Capítulo VII

7 Conclusões. 7.1 Retrospectiva do trabalho desenvolvido. Capítulo VII Capítulo VII 7 Conclusões Este capítulo tem como propósito apresentar, por um lado, uma retrospectiva do trabalho desenvolvido e, por outro, perspectivar o trabalho futuro com vista a implementar um conjunto

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO Técnico de Eletrotecnia e Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos / 2015/2018 DISCIPLINA: Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

SICOP Sistema de Inovação, Controlo e Optimização de Produtos

SICOP Sistema de Inovação, Controlo e Optimização de Produtos SICOP Sistema de Inovação, Controlo e Optimização de Produtos Célia Alves, Liliana Monteiro, Fernanda Barbosa, Ana Borges, Jorge Barbosa* Resumo De modo a facilitar e estandardizar o ciclo de desenvolvimento,

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) /curriculum Julho de 2008 Versão 1.1 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador da Plataforma

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Objectivos: Criar uma base de dados vazia. O Sistema de Gestão de Bases de Dados MS Access Criar uma base dados vazia O Access é um Sistema de Gestão de Bases

Leia mais

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes Ambiente de Programação Visual Framework.NET Prof. Mauro Lopes 1-31 13 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net. Ao final desta aula, o aluno terá compreendido a Arquitetura de uma aplicação.net.

Leia mais

SEO LINKEDIN FACEBOOK GOOGLE REDES SOCIAS E-COMMERCE TWITTER UNICRE PAY PAL 6.0 PLATAFORMA INTEGRADA DE NEGÓCIO E COMUNICAÇÃO ONLINE

SEO LINKEDIN FACEBOOK GOOGLE REDES SOCIAS E-COMMERCE TWITTER UNICRE PAY PAL 6.0 PLATAFORMA INTEGRADA DE NEGÓCIO E COMUNICAÇÃO ONLINE LINKEDIN FACEBOOK TWITTER GOOGLE REDES SOCIAS E-COMMERCE PAY PAL SEO UNICRE 6.0 PLATAFORMA INTEGRADA DE NEGÓCIO E COMUNICAÇÃO ONLINE ACTUALIZE O SEU SITE VENDAS ONLINE MARKETING ONLINE A PLATAFORMA GCM

Leia mais

19/05/2009. Módulo 1

19/05/2009. Módulo 1 ASP.NET Módulo 1 Objetivo Mostrar os conceitos fundamentais da plataforma Microsoft.Net e suas ferramentas; Apresentar os conceitos fundamentais de aplicações web e seus elementos; Demonstrar de forma

Leia mais

Enunciado do Projecto

Enunciado do Projecto C O M P U T A Ç Ã O M Ó V E L 2 0 0 7 / 2 0 0 8 Enunciado do Projecto 17 de Março de 2008 1. Objectivos Desenvolver uma aplicação num domínio aplicacional específico que envolva replicação e sincronização

Leia mais

Manual do Utilizador Aluno

Manual do Utilizador Aluno Manual do Utilizador Aluno Escola Virtual Morada: Rua da Restauração, 365 4099-023 Porto PORTUGAL Serviço de Apoio ao Cliente: Telefone: (+351) 707 50 52 02 Fax: (+351) 22 608 83 65 Serviço Comercial:

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Realizado por: o Bruno Martins Nº 17206 o Cátia Chasqueira Nº 17211 o João Almeida Nº 17230 1 Índice 1 Índice de Figuras... 3 2 Versões... 4 3 Introdução... 5 3.1 Finalidade...

Leia mais

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Alunos: Justino Santos, Paulo Neto E-mail: eic10428@student.estg.ipleiria.pt, eic10438@student.estg.ipleiria.pt Orientadores: Prof. Filipe Neves, Prof. Paulo Costa

Leia mais

SGAV Software de Gestão de Actividade de Vendedores

SGAV Software de Gestão de Actividade de Vendedores SGAV Software de Gestão de Actividade de Vendedores Luís Morgado, Pedro Sousa, Ana Borges, Fernanda Barbosa, Jorge Barbosa Resumo Descreve-se uma aplicação desenvolvida para o controlo, gestão e actividade

Leia mais

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Base de Dados para Administrações de Condomínios Base de Dados para Administrações de Condomínios José Pedro Gaiolas de Sousa Pinto: ei03069@fe.up.pt Marco António Sousa Nunes Fernandes Silva: ei03121@fe.up.pt Pedro Miguel Rosário Alves: alves.pedro@fe.up.pt

Leia mais

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos 1. Introdução O objectivo deste documento é a criação de um memorando que sirva de apoio à instalação e manutenção do

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicação Windows Mobile Acessando um WebService

Desenvolvimento de Aplicação Windows Mobile Acessando um WebService Faculdade de Negócios e Administração de Sergipe Disciplina: Integração Web Banco de Dados Professor: Fábio Coriolano Desenvolvimento de Aplicação Windows Mobile Acessando um WebService Professor: Fabio

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

Fundament n os s da platafo f rm r a. NE N T André Menegassi

Fundament n os s da platafo f rm r a. NE N T André Menegassi Fundamentos da plataforma.net André Menegassi O que é o.net Framework?.NET é uma plataforma de software para desenvolvimento de aplicações que conecta informações, sistemas, pessoas e dispositivos através

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) Ano Letivo de 2014/2015 MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Ensino Regular Diurno Disciplina: T.I.C. Professores: Margarida Afonso Curso Profissional - Técnico de Auxiliar de Saúde Ano: 10.º Turma(s): TAS MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO OBJECTIVOS Indicar as principais

Leia mais

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Índice Introdução... 1 Sobre a linguagem XML... 2 O que é XML (extensible Markup Language)?... 2 Características da Linguagem...3 Sobre o seu uso...

Leia mais

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes

Ambiente de Programação Visual. Framework.NET. Prof. Mauro Lopes. Ambiente de Programação Visual Prof. Mauro Lopes Ambiente de Programação Visual Framework.NET Prof. Mauro Lopes 1-31 16 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net. Ao final desta aula, o aluno terá compreendido a Arquitetura de uma aplicação.net.

Leia mais

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo

PÁGINAS WEB. António Ginja Carmo PÁGINAS WEB António Ginja Carmo Índice 1 - Titulo 2 2 Enquadramento 2 3 - Descrição 3 4 - Objectivos 3 5 Público-Alvo 3 6 - Conteúdos 4 7 - Calendário das Actividades 5 8 - Estratégias Pedagógicas 8 9

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

A interface do Microsoft Visual Studio 2005

A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Tarefa Orientada 1 A interface do Microsoft Visual Studio 2005 Objectivos: Introdução à framework.net Iniciar o Visual Studio 2005. Criar um novo projecto de Windows Forms em Visual Basic Introdução à

Leia mais

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição

ANEXO 1. Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI. Instituição de acolhimento. Supervisor nomeado pela instituição INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Departamento de Ciências e Tecnologias de Informação DCTI Formulário de Candidatura da Instituição Projecto Final de Curso de IGE/ETI ANEXO 1 Instituição

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES

RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE FORMAÇÃO E ADAPTAÇÕES TECNOLÓGICAS RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES 2006 ÍNDICE 1. Nota Introdutória...

Leia mais

Rock In Rio - Lisboa

Rock In Rio - Lisboa Curso de Engenharia Informática Industrial Rock In Rio - Lisboa Elaborado por: Ano Lectivo: 2004/05 Tiago Costa N.º 4917 Turma: C Gustavo Graça Patrício N.º 4757 Turma: C Docente: Professora Maria Estalagem

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1 DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AULA 1 CAMPUS SANTO ANDRÉ CELSO CANDIDO SEMESTRE 2014 1 Características da Plataforma.NET A plataforma.net Framework 4.0 (.NET 4.0) é uma plataforma de softwares que fornece

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

X10, Protocolo de comunicação X10, GPIO, Raspberry Pi, Interfaces X10, XHTML, CSS, PHP, JAVA, XML, XOM

X10, Protocolo de comunicação X10, GPIO, Raspberry Pi, Interfaces X10, XHTML, CSS, PHP, JAVA, XML, XOM Lista de Projetos Esta lista pretende mostrar alguns projetos realizados durante a licenciatura em Engenharia Informática, sendo que alguns projetos forma omitidos devido a sua menor importância CIICESI

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G Escola Superior de Gestão de Santarém Pedido de Registo do CET Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Peça Instrutória G Conteúdo programático sumário de cada unidade de formação TÉCNICAS

Leia mais

1. Introdução ao. Crystal Reports

1. Introdução ao. Crystal Reports 1. Introdução ao Crystal Reports Como é sabido e geralmente aceite por todos nós, vivemos um período onde a complexidade dos negócios é cada vez maior, tal como o prova a intensificação da concorrência,

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

EXCEL. Listas como Bases de Dados

EXCEL. Listas como Bases de Dados Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL Listas como Bases de Dados (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina

Leia mais

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C#

Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Linguagem de Programação 3 Framework.NET, Microsoft Visual C# 2010 Express e Elementos da Linguagem C# Prof. Mauro Lopes 1-31 35 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a tecnologia.net, o ambiente de desenvolvimento

Leia mais

Manual de Utilizador

Manual de Utilizador Mestrado em Engenharia Informática e Computação Need2Explore - Porto City 29 de Dezembro de 2012 LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Autores: Bruno FERNANDES - 080509042 - ei08042@fe.up.pt Eduardo

Leia mais

Escola Secundária de Camarate

Escola Secundária de Camarate Escola Secundária de Camarate Ano Lectivo 2014/2015 Planificação da Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde e Técnico de Restauração e Bar

Leia mais

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo.

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo. Caso de Sucesso Microsoft Finsolutia cria solução completa de suporte ao negócio com.net Framework 3.5 Sumário País: Portugal Indústria: Banking&Finance Perfil do Cliente A Finsolutia é uma joint venture

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) http://curriculum.degois.pt Março de 2012 Versão 1.5 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado Escola Básica e Secundária de Velas Planificação de TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Curso Profissional de Técnico de Secretariado 10º C MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Microsoft Excel Conteúdos

Leia mais

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES INTRODUÇÃO O principal objetivo deste livro é auxiliar o leitor na sua aprendizagem sobre os recursos avançados do Excel em especial na interligação com o Visual Basic for Applications (VBA). Pretende-se

Leia mais

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Willian Magalhães 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Curso Introdução à Informática Ano/Semestre Ano Lectivo Área Científica Dpt. EMP 1ºAno / 1ºS 2005/06 Informática DSI Professor Responsável da Disciplina Miguel Boavida Docente Co-Responsável Martinha Piteira

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 1ª edição: Outubro de 2003 ISBN: 972-8426-76-3 Depósito legal: 202574/03 FICHEIROS COM EXEMPLOS Envie um e-mail* para software@centroatlantico.pt para conhecer os endereços de Internet de onde poderá fazer o download dos ficheiros com os exemplos deste livro. * O leitor consente,

Leia mais

LNDnet. Lançamento de notas pelos docentes. Portal académico

LNDnet. Lançamento de notas pelos docentes. Portal académico LNDnet Lançamento de notas pelos docentes Portal académico A base para elaboração do presente manual foi o manual da Digitalis (SIGES.11.0.0 Manual de Utilizador) ao no qual foram registada as adaptações

Leia mais

Introdução ao C# . Visão geral do.net Framework

Introdução ao C# . Visão geral do.net Framework Introdução ao C# Microsoft.NET (comumente conhecido por.net Framework - em inglês: dotnet) é uma iniciativa da empresa Microsoft, que visa uma plataforma única para desenvolvimento e execução de sistemas

Leia mais

Guia de Prova de Aptidão Profissional

Guia de Prova de Aptidão Profissional Guia de Prova de Aptidão Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Fábio Alexandre Lemos Ferreira Fábio Cardante Teixeira 2010/2011 Índice I. Apresentação permanente do projecto...

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de

Leia mais

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Wyllian Fressatti 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Extracto on Line Aplicação Local Guia do Utilizador Índice 1. Sobre o Guia... 4 1.1 Objectivo... 4 1.2 Utilização do Guia... 4 1.3 Acrónimos e Abreviações... 4 2. Introdução ao Extracto on Line Aplicação

Leia mais

Mobile Business. Your sales on the move.

Mobile Business. Your sales on the move. Pág/02 O PRIMAVERA é um produto destinado a empresas que utilizem processos de auto-venda e/ou pré-venda com Equipas de Vendas que necessitem de um conjunto de informação e funcionalidades avançadas, disponíveis

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS ESCOLA SECUNDÁRIA DE MANUEL DA FONSECA Curso Profissional: Técnico de Gestão e Equipamentos Informáticos PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS GRUPO 550 CICLO DE FORMAÇÃO 2012/2015 ANO LECTIVO 2012/2013 DISCIPLINA:

Leia mais

An enterprise distributed system

An enterprise distributed system An enterprise distributed system 2º Trabalho Prático Tecnologias de Distribuição e Integração 4º Ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação João Carlos Figueiredo Rodrigues Prudêncio

Leia mais

Google Sites. A g r u p a m e n t o C a m p o A b e r t o 2 0 1 0 / 2 0 1 1

Google Sites. A g r u p a m e n t o C a m p o A b e r t o 2 0 1 0 / 2 0 1 1 Google Sites A g r u p a m e n t o C a m p o A b e r t o 2 0 1 0 / 2 0 1 1 1. Google Sites A Google veio anunciar que, para melhorar as funcionalidades centrais do Grupos Google, como listas de discussão

Leia mais

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r i t i l advanced Todos os direitos reservados à Constat. Uso autorizado mediante licenciamento Qualitor Porto Alegre RS Av. Ceará, 1652 São João 90240-512

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Noções Básicas de Informática Componentes de hardware Monitor : permite visualizar informação na forma de imagem ou vídeo; todo o trabalho desenvolvido com o computador pode ser

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

YTV. Porque o mundo evoluiu. YCommerceTV. Plataforma de Desenvolvimento de Televisoes online

YTV. Porque o mundo evoluiu. YCommerceTV. Plataforma de Desenvolvimento de Televisoes online YTV YCommerceTV Plataforma de Desenvolvimento de Televisoes online Porque o mundo evoluiu. O Projecto A empresa PARTTEAM foi fundada em 2000 e é uma empresa global de soluções web e multimédia. Em 2001

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Facilidade e flexibilidade na web

Facilidade e flexibilidade na web Facilidade e flexibilidade na web palavras-chave: acessibilidade, usabilidade, web 2.0 Tersis Zonato www.tersis.com.br Web 2.0 o termo de marketing x a nova forma de conhecimento Web 2.0 O conceito começou

Leia mais

Sistemas de Bases de Dados

Sistemas de Bases de Dados Sistemas de Bases de Dados Carlos Viegas Damásio José Alferes e Carlos Viegas Damásio Sistemas de Bases de Dados 2014/15 Objectivos - Em Bases de Dados (2º ano) pretendia-se: Que os estudantes fossem capazes

Leia mais

manual instalação e configuração v13 1

manual instalação e configuração v13 1 manual instalação e configuração v13 1 Conteúdo Introdução... 3 Conteúdo do DVD:... 3 Instalação e configuração do ERP... 4 Instalação do ERP... 4 Configuração do ERP... 6 Como actualização de versão...

Leia mais

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma Índice Bases de Dados Pedro Quaresma Departamento de Matemática Universidade de Coimbra 2010/2011 1. Parte I Componente Teórica 1.1 Introdução 1.2 Modelo ER 1.3 Modelo Relacional 1.4 SQL 1.5 Integridade

Leia mais

Open Operational Platform

Open Operational Platform Open Operational Platform Visão Tecnológica 20.01.2009 Agenda Enquadramento Arquitectura Características Diferenciadoras Case Study 2 Enquadramento 3 Mobilidade Optimização Processos Tecnologia Operações

Leia mais

Laboratórios de Engenharia de Software

Laboratórios de Engenharia de Software Laboratórios de Engenharia de Software S1 - Configuração do Curso Relatório de Desenho de Alto Nível Turma 4LEIC3 André Fidalgo Moniz {ei99041@fe.up.pt} José António Fonseca {ei99032@fe.up.pt} Mário Filipe

Leia mais

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006 EIC Engenharia de Informática e Comunicações Morro do Lena, Alto Vieiro Apart. 4163 2401 951 Leiria Tel.: +351 244 820 300 Fax.: +351 244 820 310 E-mail: estg@estg.iplei.pt http://www.estg.iplei.pt Engenharia

Leia mais

Estrutura de ensino/aprendizagem da Unidade Curricular Programação na Internet (PI)

Estrutura de ensino/aprendizagem da Unidade Curricular Programação na Internet (PI) Estrutura de ensino/aprendizagem da Unidade Curricular Programação na Internet (PI) Resumo A Unidade Curricular (UC) de PI trata a componente de distribuição e actualização da UI em aplicações Web. Estudam-se

Leia mais

ICEP@CONTACTO. EFTWeb. Ensino, Formação e Treino na World Wide Web. Relatório Final do Projecto

ICEP@CONTACTO. EFTWeb. Ensino, Formação e Treino na World Wide Web. Relatório Final do Projecto ICEP@CONTACTO EFTWeb Ensino, Formação e Treino na World Wide Web Relatório Final do Projecto Dezembro de 1999 Capítulo 1 Introdução Novos meios e formas de comunicar A qualificação dos recursos humanos,

Leia mais

MedEl: Uma solução de E-Learning utilizando tecnologia Microsoft ASP.NET

MedEl: Uma solução de E-Learning utilizando tecnologia Microsoft ASP.NET MedEl: Uma solução de E-Learning utilizando tecnologia Microsoft ASP.NET Átila Correia Cunha 1, 2, Glaucon Henrique Mauricio Maia 1, 2, Waner Ferreira Tavares 1, 2, Jorge Bergson¹, Rui Gomes Patrício 3

Leia mais

.Net Remoting Pizzaria

.Net Remoting Pizzaria .Net Remoting Pizzaria 1º Trabalho Prático Tecnologias de Distribuição e Integração 4º Ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação João Carlos Figueiredo Rodrigues Prudêncio ei07111@fe.up.pt

Leia mais

1. Introdução. 2. A área de trabalho

1. Introdução. 2. A área de trabalho Curso Criiar web siites com o Dreamweaver Parrttee II 1. Introdução O Macromedia DreamWeaver é um editor de HTML profissional para desenhar, codificar e desenvolver sites, páginas e aplicativos para a

Leia mais

PUBLICIDADE DIGITAL E NEW MEDIA 2009-2010 / 6º SEMESTRE

PUBLICIDADE DIGITAL E NEW MEDIA 2009-2010 / 6º SEMESTRE PUBLICIDADE DIGITAL E NEW MEDIA 2009-2010 / 6º SEMESTRE PRÓXIMA AULA: APRESENTAÇÃO DE PLANO DE COMUNICAÇÃO E O FILME DO YOUTUBE? AULA 12 A. EMAIL MARKETING - Objectivos e problemas - Ideias - Vantagens

Leia mais

Iniciar. guia de utilização

Iniciar. guia de utilização Iniciar guia de utilização versão 2011.09 Setembro 2011 Ficha técnica Título biblio.net Iniciar : guia de utilização Autor António Manuel Freire Co-Autor Licínia Santos Colaboração Rui Pina, Paulo Almeida

Leia mais

JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem

JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem 1 JSP trata-se de uma tecnologia que possibilita o desenvolvimento de páginas web dinâmicas utilizando todas as potencialidades do Java como linguagem orientada a objectos. Tal como em ASP e PHP, os ficheiros

Leia mais

Conference For You C4U v. 0.13

Conference For You C4U v. 0.13 Departamento de Informática Conference For You C4U v. 0.13 Projecto Integrador 2012/2013 Licenciatura em Engenharia Informática Preparado por: João Regateiro nº 28994 Miguel Silva nº 28508 Ricardo Monteiro

Leia mais

e Campus do ISPA Instituto Universitário

e Campus do ISPA Instituto Universitário e Campus do ISPA Instituto Universitário Manual de utilização do Moodle Perfil utilizador: Docente Versão: Agosto 2010 Índice Índice... 2 Índice de Figuras... 3 Introdução... 4 1. Primeiros passos... 5

Leia mais