Distribuição espacial da demanda de serviços da Unidade Técnica Pericial Ambiental do Ministério Público do Estado de Goiás

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Distribuição espacial da demanda de serviços da Unidade Técnica Pericial Ambiental do Ministério Público do Estado de Goiás"

Transcrição

1 Distribuição espacial da demanda de serviços da Unidade Técnica Pericial Ambiental do Ministério Público do Estado de Goiás Getúlio Gracelli Júnior 1, 2 Nilson Celestino Ferreira³ ¹ Universidade Federal de Goiás UFG/IESA Campus Samambaia, CEP: Goiânia GO, Brasil ²Ministério Público do Estado de Goiás MPGO Rua 23, Qd. A06, Lts. 15/24, Jardim Goiás CEP: Goiânia GO, Brasil ³ Universidade Federal de Goiás UFG/EEC Praça Universitária s/n, Setor Universitário, CEP: Goiânia GO, Brasil Abstract: This paper presents an analysis of the demand for the work of the Environmental Technical and Expert Unit (UTPA, in portuguese acronym) of the Public Ministry of the State of Goiás (MP-GO). For this, it was used data registered at UTPA between February 2009 and March 2012, organized by city and presented in maps, graphs and tables. The distribution in administrative regions was also discussed, considering a taxonomy that defines the type of work to be done. In general, the greater demand for UTPA's work is relationated to industries, power generation and mining, the type of work that makes up 30% of the demand. Then the deforestation is the activity that has more requirements for the work of UTPA with 24%. Sanitation is responsible for 19% of demand and allotments accounts 8%. The results suggest that there is a regionalization of demands, considering spatial concentrations and different compositions in demands for each administrative region. It was also perceived that some cities have a much higher demand from the others, as well as a large number of cities (130) does not have procedures. It is proposed to conduct further analyzes to better understand the distribution of UTPA s work demand, as the realization of spatially weighted regression, considering population, gross domestic product (GDP), human development index (HDI) and Gini coefficient. Palavras-chave: Distribuição espacial, Meio Ambiente, Ministério Público do Estado de Goiás 1.Introdução Em seu artigo 129, ao indicar as funções do Ministério Público, a Constituição Federal do Brasil incumbe-lhe de defender o meio ambiente: Art São funções institucionais do Ministério Público: ( ) III. Promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; Não por acaso, esta instituição tem se tornado referência na luta da sociedade por um meio ambiente equilibrado. Na medida em que a questão ambiental toma importância e passa a ser um assunto presente nos diversos níveis sociais, é esperado que o Ministério Público esteja mais apto para responder aos anseios da sociedade, melhorando seu arcabouço técnico 2479

2 sobre o tema. Em Goiás, o Ministério Público Estadual (MP-GO) possui a Unidade Técnica Pericial Ambiental (UTPA), um órgão auxiliar incluído na Coordenação de Apoio Técnico Pericial (CATEP). Na UTPA, em virtude da atuação em atividades variadas como indústrias, fazendas, mineração, saneamento e loteamentos, existem profissionais de diferentes formações, as quais: Biologia, Engenharia Agronômica, Engenharia Ambiental, Engenharia Sanitária e Geografia. A atuação da UTPA se dá por todo o Estado, num total de 129 comarcas e 246 municípios. Cada comarca possui, pelo menos, uma Promotoria de Justiça atuando com relação ao meio ambiente. Estas Promotorias de Justiça requerem a atuação da UTPA quando o objeto de uma denúncia contém um caráter técnico para além do viés jurídico. Cada uma dessas solicitações geram um procedimento, registrado sob um número. Com o passar do tempo, identificou-se que havia um padrão nas atividades, e que os procedimentos podiam ser agrupados pelos tipos de atuação. Cada um desses tipos é reflexo das atividades existentes nos municípios, e a identificação de padrões regionais de distribuição dessas atividades pode auxiliar no planejamento e execução dos trabalhos. O objetivo geral deste trabalho é espacializar a demanda de serviço da UTPA. Para tanto, faz-se necessário o cumprimento dos seguintes objetivos específicos: i) Construção de um banco de dados com a demanda de serviço; ii) Definição das classes de demandas; iii) Classificação das demandas; iv) Criação de mapas e gráficos que demonstrem a distribuição da demanda dos serviços da UTPA. 2. Metodologia do Trabalho Para este trabalho, utilizou-se os softwares BrOffice.org Calc 3.1 (editor de planilhas eletrônicas) e o pacote de soluções ArcGIS 9.3. Os dados sobre a demanda de serviço da UTPA foram organizados a partir de planilhas da CATEP, que continham informações necessárias ao gerenciamento de documentos e da produtividade. Utilizou-se também a divisão municipal do Estado de Goiás, baixados do website do Sistema Estadual de Estatística e de Informações Geográficas do Estado de Goiás (SIEG), em formato shapefile (.shp). A construção do banco de dados, feita a partir dos dados existentes nas planilhas da CATEP, foi realizada a partir da seleção dos dados de interesse (nº de registro, data, comarca, município e descrição sucinta do pedido) e sua inserção na planilha PROCED no software BrOficce.org Calc 3.1., a partir da descrição dos pedidos, foi feita a classificação dos procedimentos. A definição da taxonomia das demandas foi feita através de uma simplificação de taxonomia utilizada na própria UTPA, criada originalmente para cadastro dos processos. Esta simplificação reduziu a quantidade de táxons de 13 para 5, agrupando atividades com características semelhantes. As classes utilizadas são as descritas no quadro 1. QUADRO 1 Tipos de trabalhos desenvolvidos pela Unidade Técnica Pericial Ambiental (UTPA) Nº Táxon O que é 1 Supressão Vegetal Desmatamentos, queimadas, RL¹, APP² e Revegetações. 2 Saneamento Qualidade de água, esgoto, resíduos sólidos, drenagem, irrigação e agrotóxicos. 3 Indústrias Hidrelétricas, mineração e indústrias. 4 Parcelamento dos solos Loteamentos, chácaras, cemitérios e parques. 5 Outros Todos os demais objetos. ¹ Reserva Legal; ² Área de Preservação Permanente. 2480

3 Construiu-se uma planilha que compila as informações por município, chamada MUNIC. O arquivo com as planilhas PROCED e MUNIC foi salvo como pasta de trabalho do excel (extensão.xls). Nesta planilha constam os nomes do município, código do IBGE, comarca a que pertence, região administrativa a que pertence e a soma dos procedimentos por classe. No software ArcMap, integrante do pacote ArcGIS, foi realizada a associação da planilha MUNIC com o arquivo com os limites municipais (.shp), possibilitando a visualização dos dados. Inicialmente, pensou-se em realizar o mapeamento em três diferentes níveis: i) regiões administrativas; ii) comarcas; e iii) municípios. A análise, partindo da distribuição por regiões administrativas, seria interessante para verificar a existência da regionalização da demanda da unidade técnica ambiental. A análise, iniciando-se pelas comarcas, permitiria entender as demandas a partir da divisão territorial adotada pelo Ministério Público para gerenciar sua atuação. Entretanto, para Câmara et all. (2004), na análise espacial de dados agregados por áreas, o estudo de uma mesma população pode variar, quando se modifica os limites das áreas. Isto fica mais evidente em áreas heterogêneas. Nesta situação, o ideal é que se utilize a maior escala espacial possível (os municípios), podendo ser feita agregação em regiões maiores posteriormente. A desagregação em áreas menores, entretanto, é impossível. Além da divisão espacial, outra importante contribuição de Câmara et all. (2004) para este trabalho diz respeito aos limites das classes usadas nas representações cartográficas. Pontos de corte diferentes induzem a visualização de aspectos diferentes da distribuição espacial de algum fenômeno. No software ArcGIS existem 6 (seis) métodos de classificação: i) intervalos iguais; ii) intervalos definidos; iii) quantil (percentil); iv) quebras naturais; v) intervalos geométricos; e vi) desvios-padrão. A escolha pelo método de classificação quebras naturais é justificada pelo fato de ser a que melhor permite a identificação de valores extremos e identificação de áreas críticas. Neste método, um algoritmo identifica quebras na série em questão automaticamente, indicando grupos com valores similares. Cabe ao operador do sistema determinar a quantidade de classes. Fez-se a opção por limitar em 5 (cinco) o número de classes, para facilitar a visualização em um mapa que contempla 246 municípios. Para se fazer uma análise baseada nas regiões administrativas do Estado de Goiás, optouse por utilização de tabela, indicando a participação de cada região na demanda (total e por táxon) do serviço da UTPA e também as demandas por táxons em cada região. 3. Resultados e Discussão Ao considerar o total de procedimentos demandando a atuação da Unidade Técnica Pericial Ambiental do Ministério Público do Estado de Goiás, no período estudado, têm-se a distribuição pelos municípios de acordo com a figura 1. Percebe-se que a classe mais representada é a com até 4 (quatro) procedimentos, com total de 246 municípios. É interessante perceber que entre todos os municípios, 129 (cento e vinte e nove) não demandaram a atuação da UTPA nenhuma vez. O Município de Goiânia é o que possui maior demanda, com 198 (cento e noventa e oito) procedimentos no total. Em seguida aparece Santa Helena de Goiás, com 84 (oitenta e quatro) procedimentos. Os dois municípios aparecem com número de procedimentos muito acima dos demais. Rio Verde, com 44, é o município seguinte, seguido por Iporá (40), Bela Vista de Goiás (39) e Caçu (33). Os municípios seguintes têm o número de procedimentos reduzido gradualmente. 2481

4 Figura 1. Distribuição de todos os procedimentos da UTPA pelo Estado de Goiás A figura 2 apresenta a quantidade de procedimentos no Estado de Goiás, divididos por táxons. TIPO % TIPO % TIPO4 78 8% TIPO % TIPO % Figura 2. Procedimentos da UTPA no Estado de Goiás, por táxon. Os trabalhos relacionados com supressão vegetal (Tipo 1) compõem 24% do total de procedimentos que requerem o trabalho da UTPA. Procedimentos sobre saneamento (Tipo 2) são 19% do total das atividades requeridas. Atividades industriais, de mineração ou geração de energia elétrica (Tipo 3) são responsáveis por 30% das atividades desenvolvidas na UTPA. O parcelamento do solo (Tipo 4) representam 8% da demanda de trabalho. Os demais tipos integram os 19% restantes dos procedimentos. Mas como ocorre a distribuição de 2482

5 procedimentos dos diferentes Táxons pelo Estado de Goiás? Quais são as composições da demanda de cada região administrativa? 3.1. Distribuição Estadual dos Procedimentos por Táxons As distribuições dos procedimentos dos diferentes táxons pelos municípios do Estado são visualizadas nas figuras 3 a 6. Na figura 3, percebe-se a distribuição dos procedimentos do Tipo 1, relacionados com supressão vegetal. A grande maioria dos municípios possui no máximo 1 procedimento. Destacam-se os municípios de Santa Helena de Goiás, com 73 procedimentos e Bela Vista de Goiás, com 24. Percebe-se uma concentração dos procedimentos deste tipo no centro-sul do Estado, em especial nas regiões administrativas sudoeste e sul. Figura 3. Distribuição dos procedimentos relacionados à supressão vegetal no Estado de Goiás. Os procedimentos relacionados à coleta e tratamento de esgoto, drenagem das águas pluviais, resíduos sólidos e efluentes industriais são distribuídos no Estado de Goiás de acordo com a figura 4. Percebe-se um destaque para Goiânia, com 45 procedimentos. Anápolis, com 9 procedimentos, Bela Vista de Goiás, com 8 e Rio Verde e Mineiros, com 7 procedimentos cada, também se destacam. A grande concentração ocorre nas regiões administrativas do Sudoeste, na Região Metropolitana e no entorno do Distrito Federal. A figura 5 mostra a distribuição dos procedimentos relacionados com indústrias, geração de energia elétrica e mineração (Tipo 3). Estes procedimentos apresentam concentração em municípios, nos quais este tipo de atividade se desenvolve necessariamente. Desta maneira, explica-se a concentração de procedimentos em Rio Verde e Iporá, com 33 procedimentos, cada um. Na seqüência tem-se Caçu, com 21 procedimentos. Goiânia e Cavalcante aparecem em seguida, com 17 procedimentos cada. 2483

6 Figura 4. Distribuição dos procedimentos relacionados a saneamento pelo Estado de Goiás. Figura 5. Distribuição de procedimentos de Indústrias, geração de energia elétrica e mineração pelo Estado de Goiás. 2484

7 Os procedimentos relacionados com parcelamento do solo (Tipo 4) são distribuídos pelo Estado de acordo com a figura 6. Os destaques são para os municípios de Goiânia, com 12 procedimentos e Nerópolis, com 8. Anápolis e Bela Vista de Goiás, com 5 cada, e Cidade Ocidental e Itaberaí, com 4, também se destacam. Considerando as regiões administrativas, os procedimentos se originam principalmente no Sudoeste do Estado, na região metropolitana, no entorno do Distrito Federal e no Sul Goiano. Figura 6. Procedimentos acerca do parcelamento do solo. Para se perceber a composição de cada táxon em cada uma das regiões administrativas do Estado, a tabela 1 apresenta a distribuição dos procedimentos para cada região do Estado. TABELA 1 Número de procedimentos de cada tipo, por região administrativa do Estado de Goiás REGIÁO TIPO 1 TIPO 2 TIPO 3 TIPO 4 TIPO 5 TOTAL Centro Goiano Metropolitana Nordeste de Goiás Noroeste Goiano Norte Goiano Oeste Goiano Sudeste Goiano Sudoeste Goiano Sul Goiano Entorno do D.F

8 4. Conclusão Os resultados sugerem que a demanda pelo trabalho da Unidade Técnica Ambiental do Ministério Público do Estado de Goiás é regionalizada, considerando concentrações da demanda dos pedidos e concentrações diferentes para cada tipo de trabalho. Isto era esperado, uma vez que cada região administrativa apresenta diferentes características naturais, econômicas e sociais. Percebeu-se que 130 municípios, para o período estudado, não apresentam qualquer demanda pelo serviço da UTPA. Tal fato pode ser justificado por alguns motivos: i) não há problemas ambientais no município; ii) os problemas ambientais existem, mas a denúncia não chega até ao Ministério Público (é solucionada por outras esferas do poder público; a população tem medo ou não se interessa em denunciar o problema; os cidadãos não conhecem o Ministério Público ou não acreditam que esta Instituição possa ajudar na solução do problema); ou iii) a denúncia chega até o Ministério Público, mas o Promotor de Justiça tem uma linha de atuação que prescinde da atuação da UTPA ou não acredita que esta unidade poderia ajudar na solução. Alguns municípios apresentam uma demanda pela atuação da UTPA muito maior que a média, o que se considera uma anomalia. Esta anomalia se dá pela atuação do Promotor de Justiça, que confia no trabalho da equipe em detrimento das informações apresentadas por outros órgãos, ou espera que a unidade interprete todas as informações prestadas, indicando recomendações técnicas para solução do problema. Para entender melhor a regionalização da demanda de trabalho da UTPA, sugerem-se novas análises, que incluam a verificação de relação existente entre a demanda e população, produto interno bruto (PIB), índice de desenvolvimento humano (IDH) e índice de Gini. A verificação desta relação pode ser feita através de regressão espacialmente ponderada. 5. Referências Bibliográficas BRASIL, Constituição Federal de CAMARA, G; Carvalho, M. S; Cruz, O. G; Correa, V. Análise Espacial de Áreas. In: DRUCK, S; CARVALHO, M. S; CÂMARA, G; MONTEIRO, A. M. V. Análise Espacial de Dados Geográficos. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados,

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL NO BRASIL

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL NO BRASIL DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL NO BRASIL Maria Cecília Bonato Brandalize maria.brandalize@pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curso

Leia mais

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT Elaine Barbosa da SILVA¹ Laerte Guimarães FERREIRA JÚNIOR¹ Antonio Fernandes dos ANJOS¹ Genival Fernandes

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS SETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS E A OFERTA DE VAGAS E CURSOS DAS PRINCIPAIS MODALIDADES DE ENGENHARIA NO BRASIL

RELAÇÃO ENTRE OS SETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS E A OFERTA DE VAGAS E CURSOS DAS PRINCIPAIS MODALIDADES DE ENGENHARIA NO BRASIL RELAÇÃO ENTRE OS SETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS E A OFERTA DE VAGAS E CURSOS DAS PRINCIPAIS MODALIDADES DE ENGENHARIA NO BRASIL Fernando A. Azevedo Pereira fernando.antonio@engenharia.ufjf.br Dayane

Leia mais

O CRESCIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA-GO/BRASIL E SUA RELAÇÃO COM O FENÔMENO DE ILHAS DE CALOR

O CRESCIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA-GO/BRASIL E SUA RELAÇÃO COM O FENÔMENO DE ILHAS DE CALOR O CRESCIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA-GO/BRASIL E SUA RELAÇÃO COM O FENÔMENO DE ILHAS DE CALOR M.e Diego Tarley Ferreira Nascimento ¹; Dr. Ivanilton José de Oliveira ². ¹ Professor substituto da

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DO BRASIL MOURA, A. L. A. 1 ; SÁ, L. A. C. M 2 RESUMO - A presente pesquisa está sendo desenvolvida com o objetivo de formular uma base de dados espaciais

Leia mais

Mapa da desvantagem ambiental no município de Uberaba (MG) perímetro urbano

Mapa da desvantagem ambiental no município de Uberaba (MG) perímetro urbano Mapa da desvantagem ambiental no município de Uberaba (MG) perímetro urbano Ricardo Vicente Ferreira 1 Marcos Roberto Martines 2 Alexandre Carvalho Comodaro Bueno 1 Hygor Evangelista Siqueira 3 1 Universidade

Leia mais

CRESCIMENTO DAS CIDADES MÉDIAS

CRESCIMENTO DAS CIDADES MÉDIAS CRESCIMENTO DAS CIDADES MÉDIAS Diana Motta* Daniel da Mata** 1 ANTECEDENTES As cidades médias desempenham o papel de núcleo estratégico da rede urbana do Brasil, constituindo elos dos espaços urbano e

Leia mais

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Título: A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Projeto de pesquisa: ANÁLISE REGIONAL DA OFERTA E DA DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE NOS MUNICÍPIOS GOIANOS: GESTÃO E EFICIÊNCIA 35434 Autores: Sandro Eduardo

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC)

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Descrição do contexto

Leia mais

EIXO TEMÁTICO: Cidades sustentáveis

EIXO TEMÁTICO: Cidades sustentáveis CARACTERIZAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL: AVANÇOS E DIFICULDADES CHARACTERIZATION OF SOLID RESIDUE WASTE SORTING IN BRAZIL: ADVANCES AND DIFFICULTIES EIXO TEMÁTICO: Cidades sustentáveis

Leia mais

Geração de cadastro técnico ambiental no município de Rio Verde - GO utilizando como apoio geotecnologias

Geração de cadastro técnico ambiental no município de Rio Verde - GO utilizando como apoio geotecnologias Geração de cadastro técnico ambiental no município de Rio Verde - GO utilizando como apoio geotecnologias Wellington Nunes de Oliveira 1 Bernard Silva de Oliveira 2 Helber de Carvalho 3 Helci Ferreira

Leia mais

O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO - MUNICÍPIO DO NATAL/RN

O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO - MUNICÍPIO DO NATAL/RN p. 001-005 O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS EM SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO - MUNICÍPIO DO NATAL/RN ELIEZER MAZZETTI ROSA *Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico

Leia mais

IBEU da Região Metropolitana de Goiânia

IBEU da Região Metropolitana de Goiânia IBEU da Região Metropolitana de Goiânia Marina Lemes Landeiro 1 Recentemente as 15 principais regiões metropolitanas brasileiras foram contempladas com o livro e também e-book Índice de Bem-estar Urbano

Leia mais

Diagnóstico Ambiental Município de Apiacás MT

Diagnóstico Ambiental Município de Apiacás MT Diagnóstico Ambiental Município de Apiacás MT 2011 Diagnóstico Ambiental do Município de Apiacás MT Carolina de Oliveira Jordão Vinícius Freitas Silgueiro Leandro Ribeiro Teixeira Ricardo Abad Meireles

Leia mais

CAPACITAÇÕES DE MULTIPLICADORES DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

CAPACITAÇÕES DE MULTIPLICADORES DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância Sanitária Gerência de Desenvolvimento Técnico em Produtos Coordenadoria de Alimentos UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Faculdade

Leia mais

GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE

GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE GRAU DE COBERTURA DOS PLANOS DE SAÚDE E DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DO GASTO PÚBLICO EM SAÚDE Samuel Kilsztajn* Dorivaldo Francisco da Silva** Marcelo Bozzini da Câmara** Vanessa Setsuko Ferreira** RESUMO: O

Leia mais

O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA ANÁLISE DA REALIDADE SOCIAL NO RIO GRANDE DO NORTE

O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA ANÁLISE DA REALIDADE SOCIAL NO RIO GRANDE DO NORTE O USO DO GEOPROCESSAMENTO NA ANÁLISE DA REALIDADE SOCIAL NO RIO GRANDE DO NORTE COSTA, A.M.B. 1 ; AMORIM, R.F. 2 ; GOMES, C. 3 ; ALMEIDA, S. A. S. 4 ; CUELLAR, M. 5 ; CARVALHO, M. J. M. 6 ; SILVA, F. M.

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

BOLETIM. Taxa de desemprego anual na RMSP é a menor em 20 anos

BOLETIM. Taxa de desemprego anual na RMSP é a menor em 20 anos A taxa média anual de desemprego, na Região Metropolitana de São Paulo RMSP, diminuiu de 11,9% para 10,5%, entre 2010 e 2011, atingindo seu menor valor nos últimos 20 anos. Essa é uma das informações divulgadas

Leia mais

BRASIL REGIONALIZAÇÕES. Mapa II

BRASIL REGIONALIZAÇÕES. Mapa II BRASIL REGIONALIZAÇÕES QUESTÃO 01 - Baseado na regionalização brasileira, apresentados pelos dois mapas a seguir, é INCORRETO afirmar que: Mapa I Mapa II A B D C a. ( ) O mapa II apresenta a divisão do

Leia mais

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada OS ATLAS ELETRÔNICOS E O DESENVOLVIMENTO DO APLICATIVO PARA A PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL TerraViewWeb

Leia mais

INTERPOLADOR GEOESTATÍSTICO COMO FERRAMENTA DE PREDIÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA EM ÁREAS ANTROPIZADAS NO BIOMA CERRADO EM GOIÁS E NO DISTRITO FEDERAL

INTERPOLADOR GEOESTATÍSTICO COMO FERRAMENTA DE PREDIÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA EM ÁREAS ANTROPIZADAS NO BIOMA CERRADO EM GOIÁS E NO DISTRITO FEDERAL INTERPOLADOR GEOESTATÍSTICO COMO FERRAMENTA DE PREDIÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA EM ÁREAS ANTROPIZADAS NO BIOMA CERRADO EM GOIÁS E NO DISTRITO FEDERAL Cassio Henrique Giusti CEZARE 1 Nilson Clementino FERREIRA

Leia mais

Cerrado Online: Plataforma de Distribuição de Informações Geográficas Produzidas pelo Programa de Monitoramento de Desmatamentos do Bioma Cerrado

Cerrado Online: Plataforma de Distribuição de Informações Geográficas Produzidas pelo Programa de Monitoramento de Desmatamentos do Bioma Cerrado Cerrado Online: Plataforma de Distribuição de Informações Geográficas Produzidas pelo Programa de Monitoramento de Desmatamentos do Bioma Cerrado Levindo Cardoso de Medeiros 1 Nilson Clementino Ferreira

Leia mais

OS POLOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, SUA DISTRIBUIÇÃO E ABRANGÊNCIA uma pesquisa sobre a otimização de recursos tecnológicos e impactos sociais

OS POLOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, SUA DISTRIBUIÇÃO E ABRANGÊNCIA uma pesquisa sobre a otimização de recursos tecnológicos e impactos sociais OS POLOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, SUA DISTRIBUIÇÃO E ABRANGÊNCIA uma pesquisa sobre a otimização de recursos tecnológicos e impactos sociais Andrino Fernandes¹, Caroline Neis Machado, Débora Inácio do

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA REGIÃO NORTE NA ECONOMIA PARANAENSE

A IMPORTÂNCIA DA REGIÃO NORTE NA ECONOMIA PARANAENSE A IMPORTÂNCIA DA REGIÃO NORTE NA ECONOMIA PARANAENSE Autores: Fernanda H. Mansano, Mestranda em Economia. Universidade Estadual de Maringá. E-mail: fernanda.mansano7@gmail.com Leonardo da C. Urt. Graduando

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO E CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: EM BUSCA DE CORRELAÇÕES

DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO E CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: EM BUSCA DE CORRELAÇÕES DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO E CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: EM BUSCA DE CORRELAÇÕES Sylvio Bandeira de Mello e Silva Programa de Pós-graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social/UCSAL

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Marconi Ferreira Perillo Júnior. SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO Leonardo Moura Vilela

GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Marconi Ferreira Perillo Júnior. SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO Leonardo Moura Vilela Maio - 2014 1 GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Marconi Ferreira Perillo Júnior SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO E PLANEJAMENTO Leonardo Moura Vilela CHEFE DO GABINETE ADJUNTO DE PLANEJAMENTO Júlio Alfredo Rosa

Leia mais

SISTEMA CR CAMPEIRO 7

SISTEMA CR CAMPEIRO 7 SISTEMA CR CAMPEIRO 7 Tópico 2 Estrutura de Gestão Conceitos e Procedimentos 1. Introdução: A Estrutura de gestão empregada no Sistema CR Campeiro 7, obedece a uma hierarquia, que consiste no registro

Leia mais

Análise Sócio-Econômica da Região Metropolitana de Londrina e Arco Norte. 1

Análise Sócio-Econômica da Região Metropolitana de Londrina e Arco Norte. 1 Análise Sócio-Econômica da Região Metropolitana de Londrina e Arco Norte. 1 Gustavo Nascimento 2 Universidade Estadual de Londrina gustavo_njj@hotmail.com Prof. Dr. Omar Neto Fernandes Barros 3 - Universidade

Leia mais

Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR. O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR

Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR. O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR Relatório Metodológico da Tipologia dos Colegiados de Gestão Regional CGR Apresentação O presente relatório tem por objetivo apresentar uma tipologia dos CGR Colegiados de Gestão Regional do Brasil segundo

Leia mais

DIFICULDADES PARA O APRENDIZADO DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

DIFICULDADES PARA O APRENDIZADO DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS DIFICULDADES PARA O APRENDIZADO DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Sergio Gavazza gavazza@ugf.br Universidade Gama Filho, Curso de Engenharia Civil Rua Manoel Vitorino, 369 - Piedade CEP: 20748-900 - Rio de

Leia mais

Utilização de SIGs na Análise de Irregularidades na Distribuição do Eleitorado no Estado do Rio Grande do Norte nas Eleições Municipais de 2008

Utilização de SIGs na Análise de Irregularidades na Distribuição do Eleitorado no Estado do Rio Grande do Norte nas Eleições Municipais de 2008 Utilização de SIGs na Análise de Irregularidades na Distribuição do Eleitorado no Estado do Rio Grande do Norte nas Eleições Municipais de 2008 Francisco Márcio de Oliveira 2, Igor Saraiva Brasil 1 1 Programa

Leia mais

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS ESPACIAL DA INCIDÊNCIA DE POBREZA NA ILHA DE SANTIAGO DE CABO VERDE ANTÓNIO JOSÉ MEDINA DOS SANTOS BAPTISTA; CRISTIANE MÁRCIA SANTOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

O uso do gvsig na Identificação de locais estratégicos para instalação de uma loja de confecções

O uso do gvsig na Identificação de locais estratégicos para instalação de uma loja de confecções O uso do gvsig na Identificação de locais estratégicos para instalação de uma loja de confecções Dionísio Costa Cruz Junior dionisiojunior@iquali.com.br (orientador) Ismael Fiuza Ramos maelfiuza@gmail.com

Leia mais

Dimensão ambiental. Saneamento

Dimensão ambiental. Saneamento Dimensão ambiental Saneamento Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 135 18 Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico Apresenta a parcela da população atendida pelos serviços de coleta

Leia mais

Participação. Micro e Pequenas Empresas na Economia Brasileira REGIÃO CENTRO-OESTE

Participação. Micro e Pequenas Empresas na Economia Brasileira REGIÃO CENTRO-OESTE Elaboração de Estudo sobre a Participação das Micro e Pequenas Empresas na Economia Nacional e nas Unidades da Federação Sebrae Nacional Participação Dezembro de 2014 das Micro e Pequenas Empresas na Economia

Leia mais

ANÁLISE DE MÉTODOS DE CLASSIFICAÇÃO SUPERVISIONADA APLICADA AO DESMATAMENTO NO MUNICÍPIO DE MARABÁ UTILIZANDO IMAGENS CCD - CBERS

ANÁLISE DE MÉTODOS DE CLASSIFICAÇÃO SUPERVISIONADA APLICADA AO DESMATAMENTO NO MUNICÍPIO DE MARABÁ UTILIZANDO IMAGENS CCD - CBERS V Co ló qu i o B ra si l ei ro d e Ci ên ci a s Geo d ési ca s ISSN 1981-6251, p. 910-914 ANÁLISE DE MÉTODOS DE CLASSIFICAÇÃO SUPERVISIONADA APLICADA AO DESMATAMENTO NO MUNICÍPIO DE MARABÁ UTILIZANDO IMAGENS

Leia mais

Crescimento Demográfico no Estado da Bahia, 2000 A 2010:Uma Contribuição Estatístico-Cartográfica

Crescimento Demográfico no Estado da Bahia, 2000 A 2010:Uma Contribuição Estatístico-Cartográfica Barbara-Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós-graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social/UCSAL e do Programa de Pós-graduação em Geografia/UFBA. Pesquisadora/CNPq Grupo

Leia mais

ELABORAÇÃO DO BANCO DE METODOLOGIAS DE INDICADORES MUNICIPAIS

ELABORAÇÃO DO BANCO DE METODOLOGIAS DE INDICADORES MUNICIPAIS ELABORAÇÃO DO BANCO DE METODOLOGIAS DE INDICADORES MUNICIPAIS Maria Inês Pedrosa Nahas Pesquisadora do IDHS/PUC Minas No período entre janeiro a agosto de 2005, organizamos para o Ministério das Cidades

Leia mais

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) definiu a classificação do porte, com base no número de empregados de cada estabelecimento.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) definiu a classificação do porte, com base no número de empregados de cada estabelecimento. QUEM SÃO AS EMPRESAS DE MICRO, PEQUENO E MÉDIO PORTES? Critérios de Classificação: São dois os principais critérios para classificação da empresa por porte. Um é baseado na receita operacional bruta anual,

Leia mais

Natália da Costa Souza. Ana Paula Camargo Larocca

Natália da Costa Souza. Ana Paula Camargo Larocca USO DE GEOTECNOLOGIAS APLICADO AO ESTUDO DA SUSCETIBILIDADE E ANÁLISE DE RISCO DE PROCESSOS EROSIVOS EM FAIXAS DE DOMÍNIO DE LINHAS FÉRREAS - SUBSÍDIO AOS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO OPERACIONAL E AMBIENTAL

Leia mais

Ferramentas da MI Social Departamento de Gestão da Informação DGI / SAGI

Ferramentas da MI Social Departamento de Gestão da Informação DGI / SAGI Departamento de Gestão da Informação DGI / SAGI MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME O que esta apresentação abordará? Apresentação, formas de acesso e aplicabilidade das ferramentas

Leia mais

ANÁLISE ESPACIAL DOS POÇOS ARTESIANOS E O RENDIMENTO HIDRODINÂMICO DA CAPTAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BELÉM PA

ANÁLISE ESPACIAL DOS POÇOS ARTESIANOS E O RENDIMENTO HIDRODINÂMICO DA CAPTAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BELÉM PA ANÁLISE ESPACIAL DOS POÇOS ARTESIANOS E O RENDIMENTO HIDRODINÂMICO DA CAPTAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BELÉM PA Carlos Eduardo Aguiar de Souza Costa 1 ; Artur Sales de Abreu Vieira 2 ; Antonio Jorge Silva Araujo

Leia mais

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO UTILIZAÇÃO DE GEOPROCESSAMENTO PARA ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE A EQUIPAMENTOS PÚBLICOS DE ENSINO FUNDAMENTAL EM ÁREAS DE EXPANSÃO URBANA: BACIA HIDROGRÁFICA DO ARROIO DO SALSO PORTO ALEGRE/RS PEDRO GODINHO

Leia mais

Metrópoles em Números. Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 2001/2011. Observatório das Metrópoles

Metrópoles em Números. Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 2001/2011. Observatório das Metrópoles Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 21/211 Observatório das Metrópoles Elaboração: Juciano Martins Rodrigues Doutor em Urbanismo (PROURB/UFRJ), Pesquisador do INCT

Leia mais

04 a 06 de Novembro de 2015 Cuiabá - MT

04 a 06 de Novembro de 2015 Cuiabá - MT 04 a 06 de Novembro de 2015 Cuiabá - MT Padrões de evolução de atividades agropecuárias em regiões adjacentes ao Pantanal: o caso da série histórica da agricultura e da produção animal na bacia do Rio

Leia mais

Análise da Freqüência das Velocidades do Vento em Rio Grande, RS

Análise da Freqüência das Velocidades do Vento em Rio Grande, RS Análise da Freqüência das Velocidades do Vento em Rio Grande, RS Maria Fernanda S. Braga Nisia Krusche Fundação Universidade do Rio Grande Abstract This paper analyses the distributions of the wind velocities

Leia mais

Manual Site do ObservaPOA

Manual Site do ObservaPOA Manual Site do ObservaPOA Este manual tem como finalidade auxiliar no manuseio do site do Observatório da Cidade de Porto Alegre. O site disponibiliza informações sobre a cidade de Porto Alegre privilegiando

Leia mais

CONVÊNIO. Convênio n 027/2010 MPGO DAS PARTES:

CONVÊNIO. Convênio n 027/2010 MPGO DAS PARTES: Convênio n 027/2010 MPGO CONVÊNIO CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS E A FACULDADE MONTES BELOS FMB, POR INTERMÉDIO DA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA, VISANDO A CONCESSÃO

Leia mais

Etapas para Desenvolvimento de Base DevInfo 6.0

Etapas para Desenvolvimento de Base DevInfo 6.0 Etapas para Desenvolvimento de Base DevInfo 6.0 OBJETIVOS Orientar a criação de bases de dados para utilização no sistema DevInfo, semelhantes à encontrada no Portal ODM. (Disco I) Antes de iniciar o desenvolvimento

Leia mais

Anais III Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Aracaju/SE, 25 a 27 de outubro de 2006

Anais III Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Aracaju/SE, 25 a 27 de outubro de 2006 GEOPROCESSAMENTO E FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADOS À ANÁLISE DAS TRANSFORMAÇÕES SOCIOECONÔMICAS E ESPACIAIS PROVOCADAS PELO TURISMO NAS COMUNIDADES MASSAGUEIRA/RUA NOVA, MARECHAL DEODORO, ALAGOAS ARAUJO, L.

Leia mais

TF096767 Projeto Políticas para o Cerrado e Monitoramento do Bioma Iniciativa Cerrado Sustentável MMA TERMO DE REFERÊNCIA N 2013.0122.

TF096767 Projeto Políticas para o Cerrado e Monitoramento do Bioma Iniciativa Cerrado Sustentável MMA TERMO DE REFERÊNCIA N 2013.0122. TF096767 Projeto Políticas para o Cerrado e Monitoramento do Bioma Iniciativa Cerrado Sustentável MMA TERMO DE REFERÊNCIA N 2013.0122.00032-0 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PESSOA FÍSICA ESPECIALIZADA

Leia mais

ESTUDO SOBRE O POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DA ENERGIA EÓLICA PARA SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JAGUARIBE

ESTUDO SOBRE O POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DA ENERGIA EÓLICA PARA SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JAGUARIBE ESTUDO SOBRE O POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DA ENERGIA EÓLICA PARA SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JAGUARIBE A. C. Praciano 1 ; R. A. de O. Leão 2 ; D. Albiero 3 ; L. de A. Monteiro

Leia mais

As Metrópoles no Censo 2010: novas tendências? 1

As Metrópoles no Censo 2010: novas tendências? 1 P á g i n a 1 As Metrópoles no Censo 2010: novas tendências? 1 Os primeiros resultados do Censo 2010 já permitem algumas reflexões sobre mudanças e permanências da posição das metrópoles na rede urbana

Leia mais

PDR - Critério de classificação de microrregiões

PDR - Critério de classificação de microrregiões PDR - Critério de classificação de microrregiões Na definição deste critério, procurou-se inspiração na metodologia desenvolvida por ocasião da elaboração da Política Nacional de Desenvolvimento Regional

Leia mais

OBTENÇÃO DE IMAGEM DO GOOGLE EARTH PARA CLASSIFICAÇÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

OBTENÇÃO DE IMAGEM DO GOOGLE EARTH PARA CLASSIFICAÇÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO OBTENÇÃO DE IMAGEM DO GOOGLE EARTH PARA CLASSIFICAÇÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ROGER TORLAY 1 ; OSVALDO T. OSHIRO 2 N 10502 RESUMO O sensoriamento remoto e o geoprocessamento trouxeram importantes avanços

Leia mais

Anais XVI Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 13 a 18 de abril de 2013, INPE

Anais XVI Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 13 a 18 de abril de 2013, INPE Diagnóstico ambiental no perímetro urbano do município de Marabá, estado do Pará, utilizando imagens de alta resolução Raphael de Souza Vale 1 Cíntia Pedrina Palheta Balieiro 2 1 Universidade do Estado

Leia mais

Fundação SEADE. www.seade.gov.br

Fundação SEADE. www.seade.gov.br Outubro de 0 N o Monitoramento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODMs Consulte A Fundação Seade disponibilizará, anualmente, as séries históricas do conjunto de indicadores dos ODMs

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

Orçamento ANEXO III ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO

Orçamento ANEXO III ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária

Leia mais

Ailton Francisco da Rocha 2 ; Genival Nunes Silva 3

Ailton Francisco da Rocha 2 ; Genival Nunes Silva 3 ESTUDO DE CASO D0 PROJETO DE GESTÃO INTEGRADA DE ÁGUAS URBANAS DO MUNICÍPIO DE ARACAJU/SE 1 Ailton Francisco da Rocha 2 ; Genival Nunes Silva 3 RESUMO: A definição de saneamento básico dada pela Lei nº

Leia mais

PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA

PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA 1- DO CURSO O Curso de Especialização em Gestão em Análise Sanitária destina-se a profissionais com curso superior em áreas correlatas

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

Ensino Médio 3ª Série.

Ensino Médio 3ª Série. Ensino Médio 3ª Série. Divisão e Dinâmica Regional Brasileira INTRODUÇÃO 1ª PARTE: DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL 2ª PARTE: DINÂMICA REGIONAL BRASILEIRA Regionalização A divisão de um espaço ou território

Leia mais

A desigualdade de renda inter-regional paulista: 1990-2007

A desigualdade de renda inter-regional paulista: 1990-2007 A desigualdade de renda inter-regional paulista: 1990-2007 Rosycler Cristina Santos Simão 1 Sandro Eduardo Monsueto 2 Resumo Este artigo tem por objetivo fazer uma breve descrição da distribuição de renda

Leia mais

Mikaelly Nayara Santos (*), Alessandra Ribeiro de Moraes * Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), mikaellynayara@hotmail.

Mikaelly Nayara Santos (*), Alessandra Ribeiro de Moraes * Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), mikaellynayara@hotmail. ANÁLISE DOS TRABALHOS APRESENTADOS NAS EDIÇÕES DO CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL SOBRE OS TEMAS GESTÃO AMBIENTAL EM SANEAMENTO E RECURSOS HÍDRICOS. Mikaelly Nayara Santos (*), Alessandra Ribeiro

Leia mais

Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários

Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários P r o f. Ti a g o B a d r e M a r i n o G e o p r o c e s s a m e n t o D e p a r t a m e n t o d e G e o c i ê n c i a s I n s t i t u t o d e A g r o

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 03/2015

ESTUDO TÉCNICO N.º 03/2015 ESTUDO TÉCNICO N.º 03/2015 Ações de Inclusão Produtiva segundo Censo SUAS 2013: uma análise sob diversos recortes territoriais. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO REGIONAL, CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA E INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL

DESENVOLVIMENTO REGIONAL, CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA E INDICADORES SOCIAIS NO BRASIL CONVÊNIOS CNPq/UFU & FAPEMIG/UFU Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação DIRETORIA DE PESQUISA COMISSÃO INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2008 UFU 30 anos DESENVOLVIMENTO

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DO DESMATAMENTO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE POR MEIO DE IMAGENS DO SATÉLITE CBERS

SISTEMA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DO DESMATAMENTO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE POR MEIO DE IMAGENS DO SATÉLITE CBERS SISTEMA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DO DESMATAMENTO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE POR MEIO DE IMAGENS DO SATÉLITE CBERS CRUZ, P. F. 1 ; BEZERRA, I. DE M. 2 RESUMO: O projeto desenvolvido teve como objetivo

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 01/2013

ESTUDO TÉCNICO N.º 01/2013 ESTUDO TÉCNICO N.º 01/2013 MONIB: Painel de Indicadores de Monitoramento do Plano Brasil Sem Miséria concepção e funcionalidades MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

ANÁLISE ESPACIAL DE PROPRIEDADES RURAIS CADASTRADAS NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE MARABÁ E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA

ANÁLISE ESPACIAL DE PROPRIEDADES RURAIS CADASTRADAS NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE MARABÁ E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA ANÁLISE ESPACIAL DE PROPRIEDADES RURAIS CADASTRADAS NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE MARABÁ E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA Raphael de Souza Vale 1, Cintia Pedrina Palheta Balieiro 2 1 Graduando

Leia mais

SISTEMA INTELIGENTE PARA PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO E AMBIENTAL

SISTEMA INTELIGENTE PARA PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO E AMBIENTAL SISTEMA INTELIGENTE PARA PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO E AMBIENTAL Autores Lino Carlos Borges Email: lino@lis.eee.ufg.br Vínculo: Agência Goiana de Desenvolvimento Rural e Fundiário Endereço: Rua F Qd 806

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO.

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO. DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO. Vivian Fernanda Mendes Merola vfmerola1@gmail.com Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia

Leia mais

SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA MUNICIPAL BASEADO EM LÓGICA NEBULOSA

SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA MUNICIPAL BASEADO EM LÓGICA NEBULOSA p. 001-009 SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA MUNICIPAL BASEADO EM LÓGICA NEBULOSA AILTON JOSÉ LIMA MARTINS FURTADO 1,2 1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria

Leia mais

A LOCALIZAÇÃO E AS MUDANÇAS NA DISTRIBUIÇÃO SETORIAL DO PIB NOS ESTADOS DA REGIÃO SUL 1970/1998

A LOCALIZAÇÃO E AS MUDANÇAS NA DISTRIBUIÇÃO SETORIAL DO PIB NOS ESTADOS DA REGIÃO SUL 1970/1998 A LOCALIZAÇÃO E AS MUDANÇAS NA DISTRIBUIÇÃO SETORIAL DO PIB NOS ESTADOS DA REGIÃO SUL 1970/1998 Carlos Alberto Piacenti Jandir Ferrera de Lima Moacir Piffer Lucir Reinaldo Alves RESUMO: O obetivo deste

Leia mais

PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A atuação do TCE-RS. Arq. Andrea Mallmann Couto Eng. Flavia Burmeister Martins

PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A atuação do TCE-RS. Arq. Andrea Mallmann Couto Eng. Flavia Burmeister Martins PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A atuação do TCE-RS Arq. Andrea Mallmann Couto Eng. Flavia Burmeister Martins BASE LEGAL Lei Federal 11.445/2007 e Decreto 7.217/2010 Lei Federal

Leia mais

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás Dalton Lopes Martins (UFG) dmartins@gmail.com Arlon Silva (UFG)

Leia mais

Vulnerabilidade Regional às Mudanças do Clima

Vulnerabilidade Regional às Mudanças do Clima Vulnerabilidade Regional às Mudanças do Clima 8ª Semana de Integração Tecnológica - EMBRAPA 26/05/2015 Plano de Energia e Mudanças Climáticas Energia Cooperação internacional Processo Participativo Agricultura,

Leia mais

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás O presente informe técnico tem o objetivo de mostrar a importância da micro e pequena empresa para o Estado de Goiás, em termos de geração de emprego

Leia mais

Organização da Aula. Política de Desenvolvimento Econômico. Aula 2. Contextualização

Organização da Aula. Política de Desenvolvimento Econômico. Aula 2. Contextualização Política de Desenvolvimento Econômico Aula 2 Prof. Nivaldo Vieira Lourenço Organização da Aula Aspectos conceituais do desenvolvimento regional Mudanças no conceito de região Regionalização brasileira

Leia mais

Aplicação do algoritmo SimpleKMeans em experimento de milho verde

Aplicação do algoritmo SimpleKMeans em experimento de milho verde Aplicação do algoritmo SimpleKMeans em experimento de milho verde Wesley Viana 1, Prof. MSc. Marcos de Moraes Sousa 1, Prof. MSc. Júnio César de Lima 1 Prof. Dr. Milton Sérgio Dornelles 1 1 Instituto Federal

Leia mais

Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil

Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil VIII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí I Seminário dos Estudantes de Pós Graduação Comparação dos sistemas de gestão e legislações de saneamento na França, Estados Unidos e Brasil 1

Leia mais

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto 15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida

Leia mais

INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL

INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL ANTECEDENTES Em continuidade aos trabalhos do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro (GERCO), o Ministério do Meio

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE DE ADMINISTRAÇÃO RURAL EM MATO GROSSO

UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE DE ADMINISTRAÇÃO RURAL EM MATO GROSSO 65 UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE DE ADMINISTRAÇÃO RURAL EM MATO GROSSO SIMIÃO, Sérgio Adão 1 RESUMO: A agropecuária no Estado de Mato Grosso tem apresentado altos índices de crescimento em área e produtividade

Leia mais

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Este relatório tem como objetivo apresentar as atividades executadas pelo grupo de pesquisa da Faculdade

Leia mais

Sensoriamento remoto e SIG

Sensoriamento remoto e SIG Multidisciplinar Sensoriamento remoto e SIG aplicados ao novo Código Florestal Allan Arnesen Frederico Genofre Marcelo Curtarelli Matheus Ferreira CAPÍTULO 3 Mapeamento de APP e Reserva Legal APP de corpos

Leia mais

JOSÉ CONSTANTINO SILVEIRA JÚNIOR DIÓGENES SALAS ALVES MARIA ISABEL ESCADA

JOSÉ CONSTANTINO SILVEIRA JÚNIOR DIÓGENES SALAS ALVES MARIA ISABEL ESCADA Utilização de Técnicas de Análise Espacial no Estudo da Correlação entre Expansão das Áreas Desflorestadas e da Fronteira Agropecuária no Estado do Mato Grosso JOSÉ CONSTANTINO SILVEIRA JÚNIOR DIÓGENES

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002 (versão para informação e comentários) Versão 1 Apresentação O Instituto

Leia mais

Dimensão econômica. Quadro econômico

Dimensão econômica. Quadro econômico Dimensão econômica Quadro econômico Dimensão econômica 42 Produto interno bruto per capita O Produto Interno Bruto per capita indica a renda média da população em um país ou território e sua variação é

Leia mais

MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA RURAL

MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA RURAL MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA RURAL Mensagem do Ministério Público do Estado de Goiás O Ministério Público do Estado de Goiás MPGO tem a missão de defender a ordem jurídica, o regime democrático e

Leia mais

Curso Unidade Acadêmica Câmpus Endereço. Agronomia EA Samambaia

Curso Unidade Acadêmica Câmpus Endereço. Agronomia EA Samambaia Curso Unidade Acadêmica Câmpus Endereço Agronomia EA Samambaia Engenharia de Alimentos EA Samambaia Escola de Agronomia Campus Samambaia - Rodovia Goiânia / Nova Veneza, Km 0 - Caixa Postal 131, CEP 74690-900,

Leia mais

FORMAÇÃO EM ENGENHARIA NO BRASIL: DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DE VAGAS E CURSOS COMPARADOS À POPULAÇÃO E AO PIB

FORMAÇÃO EM ENGENHARIA NO BRASIL: DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DE VAGAS E CURSOS COMPARADOS À POPULAÇÃO E AO PIB FORMAÇÃO EM ENGENHARIA NO BRASIL: DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DE VAGAS E CURSOS COMPARADOS À POPULAÇÃO E AO PIB Dayane M. Carvalho dayane.carvalho@engenharia.ufjf.br Fernando A. Azevedo Pereira fernando.antonio@engenharia.ufjf.br

Leia mais

SALVADOR E SUA REGIÃO METROPOLITANA: MUDANÇAS RECENTES, CONFLITOS E PERSPECTIVAS INSTITUCIONAIS

SALVADOR E SUA REGIÃO METROPOLITANA: MUDANÇAS RECENTES, CONFLITOS E PERSPECTIVAS INSTITUCIONAIS Tema 2 Salvador metropolitana: configuração urbana e mobilidade espacial SALVADOR E SUA REGIÃO METROPOLITANA: MUDANÇAS RECENTES, CONFLITOS E PERSPECTIVAS INSTITUCIONAIS Prof. Dr. Sylvio Bandeira de Mello

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA ESTATÍSTICA

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA ESTATÍSTICA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA ESTATÍSTICA Giancarlo de França Aguiar giancarl@up.com.br Universidade Positivo - UP, Engenharia da Computação Rua Pedro Viriato

Leia mais

O USO DAS TECNOLOGIAS DE GEOPROCESSAMENTO APLICADAS À GESTÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS SIG APPLIED IN THE MANAGEMENT OF THE URBAN TRANSPORTS

O USO DAS TECNOLOGIAS DE GEOPROCESSAMENTO APLICADAS À GESTÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS SIG APPLIED IN THE MANAGEMENT OF THE URBAN TRANSPORTS O USO DAS TECNOLOGIAS DE GEOPROCESSAMENTO APLICADAS À GESTÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS SILVEIRA, T. A. 1 ; BARROS FILHO, M. B. B. 2. RESUMO: Uma das grandes dificuldades relacionadas à gestão dos transportes

Leia mais

OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II

OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II NIVELAMENTO DAS INFORMAÇÕES DIRIMIR DÚVIDAS COLHER SUGESTÕES MINHA CASA, MINHA VIDA Ampliação das oportunidades de acesso das famílias

Leia mais

Panorama do Saneamento Básico no Brasil: situação em 2008 e os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014

Panorama do Saneamento Básico no Brasil: situação em 2008 e os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014 Panorama do Saneamento Básico no Brasil: situação em 2008 e os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014 INTRODUÇÃO Reconhecendo a importância da oferta de saneamento para a melhoria da infraestrutura

Leia mais