Universidade Federal do Rio de Janeiro INTELECTUAIS E TESTEMUNHAS NO MÉXICO CONTEMPORÂNEO EM EL TESTIGO DE JUAN VILLORO. Simone Silva do Carmo

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1 Universidade Federal do Rio de Janeiro INTELECTUAIS E TESTEMUNHAS NO MÉXICO CONTEMPORÂNEO EM EL TESTIGO DE JUAN VILLORO Simone Silva do Carmo Rio de Janeiro 2013

2 INTELECTUAIS E TESTEMUNHAS NO MÉXICO CONTEMPORÂNEO EM EL TESTIGO DE JUAN VILLORO SIMONE SILVA DO CARMO Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação de Letras Neolatinas da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro como requisito para a obtenção do título de Mestre em Letras Neolatinas (Área de concentração: Estudos Literários Opção Literaturas Hispânicas) Orientador: Professor Doutor Víctor Manuel Ramos Lemus. Rio de Janeiro Janeiro de 2013

3 FICHA CATALOGRÁFICA C287i Carmo, Simone Silva do. Intelectuais e testemunhas no México contemporâneo em El testigo de Juan Villoro / Simone Silva do Carmo. -- Rio de Janeiro: UFRJ/Faculdade de Letras, f. : il. ; 30 cm. Orientador: Prof.º Dr. Víctor Manuel Ramos Lemus. Dissertação (mestrado) UFRJ / Programa de Letras Neolatinas (Faculdade de Letras), Literatura mexicana. 2. Vanguardas mexicanas. 3. Juan Villoro. 4. Ramón López Velarde. I. Lemus, Victor Manuel Ramos. II. Universidade Federal do Rio de Janeiro. III. Intelectuais e testemunhas no México contemporâneo em El testigo de Juan Villoro. CDD 860.9

4 Intelectuais e testemunhas no México contemporâneo em El testigo de Juan Villoro Simone Silva do Carmo Orientador: Professor Doutor Víctor Manuel Ramos Lemus Dissertação de Mestrado submetida ao Programa de Pós-Graduação em Letras Neolatinas da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Mestre em Letras Neolatinas (Área de concentração: Estudos Literários Opção: Literaturas Hispânicas). Aprovada por: Presidente, Prof. Doutor Víctor Manuel Ramos Lemus - UFRJ Prof. Doutor Ary Pimentel - UFRJ Prof. Doutor Juan Pablo Chiappara Cabrera - UFV Prof. Doutor Miguel Ángel Zamorano Heras - UFRJ, Suplente Prof. Doutor Luis Alberto Nogueira Alves UFRJ, Suplente Rio de Janeiro Janeiro de 2013

5 A Luís Paulo Faria do Carmo, esposo e companheiro que esteve sempre presente em todos os momentos importantes de minha vida. Nunca estarei suficientemente agradecida pela confiança e apoio nos momentos mais difíceis. A Paulo Vinícius e Nycollas Henrique, meus amados filhos, pelo carinho e compreensão de minhas ausências na construção deste sonho.

6 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus que permitiu a realização deste sonho. Aos meus pais Lúcia, Diorge e a minha avó Altiva, como tantos outros brasileiros desse imenso país não tiveram a oportunidade de estudar, mas nunca deixaram de me apoiar e incentivar, com certeza parte deles está aqui neste trabalho. Aos meus seis irmãos: Sergio, Eduardo, Janete, Ricardo, Rodrigo e Rafael que me apoiaram ao longo da vida. A quatro incríveis mulheres, minhas grandes amigas que foram meu ombro sempre que precisei: Alessandra, Lúcia, Luciára e Zenilma meus sinceros agradecimentos. Ao Professor Doutor Víctor Manuel Ramos Lemus não há palavras para agradecer as palavras certeras e as broncas na hora certa para trilhar esse caminho até aqui. Com certeza, ele se tornou menos árduo graças a sua orientação precisa e segura desde a Especialização. Aos Professores Doutores Julio Aldinger Dalloz e Ary Pimentel um agradecimento especial pelo incentivo e generosidade desde a Especialização. À Professora Doutora Helena Parente Cunha pelo delicado acolhimento de compartilhar comigo tanta sabedoria. À Professora Doutora Elena Palmero González, agradeço a descoberta que me permitiu deslocar por muitos lugares. Ao Professor Doutor Marco Luchesi pela ampliação dos conhecimentos sobre a filosofia da história, tema relevante para o amadurecimento deste trabalho. Aos Professores Doutores Pedro Paulo Garcia Ferreira Catharina e Maria Aurora Consuelo Lagorio, pelas primeiras observações a respeito deste texto que permitiram desenvolvê-lo de forma organizada. Ao amigo distante Sergio Gutiérrez Negrón que com tamanha generosidade e desprendimento indicou um sólido caminho, meus sinceros agradecimentos. Aos meus amigos e companheiros de jornada do Café Maria Sabina : Sylvia Helena de Carvalho Arcuri, Tarciso Gomes do Rego, Mario Rodríguez, Rodrigo Valdés, Diego Almada Pires, Viviane Soares Fialho de Araújo e Taiana Cristina da Rocha Braga muito obrigada pelo ombro amigo, pelas preciosas palavras e empréstimo de textos teóricos ao longo desta pesquisa.

7 Todos absolutamente todos los pueblos de América, desde el Mississipi hasta Canelones, tienen un pozo. Si no es en una calle es en el alma. Mario Delgado Aparaín

8 RESUMO CARMO, Simone Silva do. Intelectuais e testemunhas no México contemporâneo em El testigo de Juan Villoro. Rio de janeiro, Dissertação (Mestrado em Letras Neolatinas (Área de concentração: Estudos Literários Neolatinos - Opção: Literaturas Hispânicas) Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro. El testigo do escritor mexicano Juan Villoro, publicado em 2004, tece uma reflexão sobre a testemunha, figura colocada em questão por diversas tendências contemporâneas. Composto quase todo no estrangeiro após a derrota eleitoral do PRI ( Partido Revolucionario Institucional) nas eleições presidenciais de 2000, fato que, a princípio, colocaria fim à hegemonia de 71 anos do governo da Revolução Mexicana, trata-se de um romance que aproveita a forma romanesca do século XIX para traçar um panorama do México, incluindo o campo e a cidade, os ricos e os pobres, o antigo e o moderno, procurando discutir a nação. Para tanto, Villoro retorna ao início da poesia mexicana moderna e à tradição da narrativa literária do meio do século, invocando escritores e temas desses períodos. No entanto, desde o início, sabe-se, por diversas marcas e indícios, que essa obra está situada após o ano de 2000, num contexto que parece tirar de cena a figura do intelectual, passando por isso mesmo, inicialmente, a tratar os personagens como testemunhas. Deste modo, este trabalho demonstra que, no romance em que aparecem muitos personagens ocupando o papel de testemunha e no qual o termo intelectual não é destacado, é desta figura que, na verdade, se tece uma reflexão. Para tal, discute-se a relação do intelectual mexicano com a história e com o poder num contexto caracterizado pela violência do narcotráfico, pela contínua manipulação dos meios de comunicação a favor do poder hegemônico e pela interferência da Igreja no contexto social e político do México. É, portanto, a figura do intelectual que permite entender o porquê da reflexão sobre o poeta Ramón López Velarde, a recuperação das vanguardas mexicanas e a colocação de personagens caracterizados como produtores de discurso. Palavras-chave: Juan Villoro, Literatura Mexicana, Intelectual, Testemunha, Ramón López Velarde, Vanguardas mexicanas.

9 RESUMEN SILVA do CARMO, Simone. Intelectuales y testigos en el México contemporáneo en El testigo de Juan Villoro. Rio de janeiro, Disertación sometida al Programa de Postgrado en Letras Neolatinas en la Universidad Federal de Rio de Janeiro UFRJ, como parte de los requisitos necesarios para la obtención del título de Master en Letras Neolatinas (Área de concentración : Estudios Literarios Neolatinos - Opción: Literaturas Hispánicas). El testigo del escritor mexicano Juan Villoro, publicado en 2004, hace una reflexión sobre el testigo, figura cuestionada por diversas tendencias contemporáneas. Compuesto casi todo en el extranjero después de la derrota electoral del PRI (Partido Revolucionario Institucional) en las elecciones presidenciales de 2000, hecho que, al principio, pondría fin a la hegemonía de 71 años del gobierno de la Revolución Mexicana, es una novela que trata de la forma novelística decimonónica para hacer un dibujo de México, incluyendo el campo y la ciudad, los ricos y los pobres, lo antiguo y lo moderno. Por lo tanto, Villoro vuelve al principio de la poesía mexicana moderna y la tradición de la narrativa literaria de mediados de siglo, invocando escritores y temas de esos períodos. Sin embargo, desde el inicio, es sabido por diversas marcas e indicaciones que esta novela está ubicada después del año 2000, contexto que parece quitar la figura del intelectual de la escena y, por consiguiente, los personajes son inicialmente tratados como testigos. Así este estudio demuestra que en la novela donde aparecen muchos caracteres ocupando el papel de testigo, y en la cual el término intelectual no es destacado, de hecho, es realmente acerca de esta figura que se hace una reflexión. Con este fin, se discute la relación del intelectual mexicano con la historia y con el poder en un contexto caracterizado por la violencia del narcotráfico, la manipulación constante de los medios de comunicación en favor del poder hegemónico y la injerencia de la Iglesia en el contexto político y social de México. Por lo tanto, es la figura del intelectual que permite entender el porqué de la reflexión sobre el poeta Ramón López Velarde, la recuperación de las vanguardias mexicanas y la colocación de personajes que se caracterizan como productores de discurso. Palabras-clave: Juan Villoro, Literatura Mexicana, Intelectual, Testigo, Ramón López Velarde, Vanguardias mexicanas.

10 ABSTRACT CARMO, Simone Silva do. Intellectuals and witnesses in Mexico's contemporary El Testigo of Juan Villoro. Rio de Janeiro, Thesis (MA in Romance Languages Literature (Major: Literary Studies Neolatinos - Option: Hispanic Literatures) Faculty of Arts, University Federal of Rio de Janeiro. El Testigo of the Mexican writer Juan Villoro, published in 2004, makes a reflection on the witness, figure into questions by several contemporary tendencies. Written almost all abroad, after the electoral defeat of the PRI (Partido Revolucionario Institucional) in the presidential elections of 2000, a fact that, at first, would put an end to the hegemony of 71 years of "government of the Mexican Revolution," this is a novel that takes advantage of the nineteenth-century novel way to draw a picture of Mexico, including country and city, rich and poor, old and new, in order to discusses the nation. Therefore, Villoro returns to the beginning of modern Mexican poetry and tradition of literary narrative mid-century, invoking writers and themes of these periods. However, from the beginning, it is known by various marks and signs that this book was written before the year 2000, in a context that seemed to abolish the intellectual, and began to treat the characters initially as witnesses. Nevertheless, the idea of a complete witness, one that could go to the end of an event where there was a total destruction, is not possible. Thus, the text puts producers and promoters of speeches in order to fill that role as witness. Therefore, as the intellectual term is not mentioned, this study intends to reflect on the witness, since many characters occupy this role. To this end, he discusses the relationship between the history of the Mexican intellectual with the power, in a place characterized by violence of drug trafficking, the ongoing manipulation of the media in favor of hegemonic power and the interference of the Church in social and political context of Mexico. It is therefore the figure of the intellectual that allows us to understand the reason for reflection on the poet Ramón López Velarde, the recovery of the Mexican avant-garde and the placing of characters posed as producers of discourse. Keywords: Juan Villoro, Mexican Literature, Intellectual, Witness, Ramón López Velarde, Mexican Vanguards.

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 11 CAPÍTULO 1 - Juan Villoro: obra e crítica Panorama da narrativa de Juan Villoro no contexto literário mexicano A trajetória intelectual de Juan Villoro El testigo diante da crítica 70 CAPÍTULO 2 Ramón López Velarde: vanguarda como nação intelectual em El testigo Os intelectuais e o período revolucionário mexicano Ramón López Velarde e as vanguardas mexicanas no início do século XX 2.3 Ramón López Velarde em El testigo 100 CAPÍTULO 3 - Literatura e testemunho em El testigo Testemunho: ficção, poder e realidade Julio Valdivieso O vínculo com a Igreja O envolvimento com a mídia Aproximação ao narcotráfico Flaco Cerejido 160 CAPÍTULO 4 - O intelectual no México contemporâneo A Cidade letrada como testemuha Os intelectuais e o poder no México contemporâneo A figura do intelectual no México contemporâneo de El testigo de Juan Villoro 186 CONCLUSÂO 201 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 215 ANEXOS

12 11 INTRODUÇÃO La novela mexicana vista desde un contexto socio-político y económico ha sido un vehículo de conocimiento de la realidad de Latinoamérica en crisis. La novela raramente es entretenimiento, al contrario, la mayoría de las veces es una densa exploración de lo real. Jorge Ruffinelli Um dos fenômenos a que se assiste nas últimas décadas, principalmente na América Latina, é o debate sobre a recuperação da memória como estratégia política e cultural numa tentativa de iluminar o futuro. Esse resgate da memória, entretanto, não se dá de maneira pacífica. Após longos períodos ditatoriais, como ocorreu em muitos países latino-americanos, diversos grupos reivindicam para si a legitimidade de representação do passado para contrapor-se a uma versão da chamada história oficial. Assim, quando se trata de analisar a história, utilizar-se da memória como uma forma de disputa pelo poder é bastante usual. Desta forma, o tema da memória é central para o debate das mudanças no presente, pois obriga a uma releitura do passado, a uma nova interpretação. Isso porque o fato histórico interessa mais ao presente que ao passado. Nesse contexto, a tensão memória-história vem sendo amplamente discutida, não só pelos historiadores, mas também por críticos literários. Essa tensão provoca uma disputa entre diferentes grupos de poder uma vez que cada qual quer ser o representante da história verdadeira, narrando-a ou tentando narrá-la de seu ponto de vista e questionando as versões apresentadas pelos outros grupos. Afinal, disso depende a hegemonia social, a imposição da agenda histórica e dos interesses de cada um desses grupos. Sendo assim, durante os períodos ditatoriais, mais ainda do que em outros, a história é representada pela palavra dos que estão no poder, tornando-a sinônimo

13 12 de história oficial. Deste modo, a figura da testemunha ganha relevada importância no período da pós-ditadura, pois essa voz pretende resgatar e reinterpretar o que o discurso oficial tenta omitir ou manipular, possibilitando o resgate de perspectivas e interesses da história conhecida até o momento. No entanto, cabe destacar que a testemunha ocupa uma posição problemática, pois algumas vezes não apresenta um posicionamento crítico, havendo também o oportunismo como tentativa de legitimação. Destaque-se que seu discurso, não rara vez, é reduzido ao subjetivo e, quando aceito para debate, vem mediado pela figura do intelectual. Nesse contexto, encontra-se o romance El testigo 1 (2004), do escritor mexicano Juan Villoro, composto quase todo no estrangeiro após a derrota eleitoral do Partido Revolucionario Institucional (PRI) 2 nas eleições presidenciais ocorridas no México no ano 2000, fato que, na teoria, colocaria fim à hegemonia do governo da Revolução Mexicana. Juan Villoro nasceu no Distrito Federal da cidade mais povoada do continente e pertence a uma geração que se distancia dos desafios literários ao qual estavam submetidos os escritores dos anos cinquenta e sessenta: de la ambición de novelar los grandes conflictos sociopolíticos del continente. En cambio, como muchos intelectuales de su edad, padece la fascinación por la cultura popular: la música rock, las tiras de cómic, los deportes de masas. (DÉS, 2005, p. 2) A obra em questão marca, em sua estrutura narrativa, dois períodos importantes da história do México, através de dois personagens. No caso do 1 Daqui em diante todas as vezes que se tratar de El testigo se estará referindo à edição de 2004 de Juan Villoro publicado pela Editora Anagrama. 2 O PRI foi fundado em 4 de março de 1929 pelo então presidente Plutarco Elías Calles sob o nome de Partido Nacional Revolucionario (PNR). Nove anos depois, em 1938, o também presidente Lázaro Cardenas muda o nome para Partido de la Revolución Mexicana (PRM). Finalmente em 18 de janeiro de 1946, Miguel Alemán nomeia da maneira que é conhecido atualmente. (DISCUTAMOS MÉXICO, 2010, programa 44).

14 13 primeiro, trata-se do personagem histórico Ramón López Velarde, o poeta nacional por excelência, o qual, em sua curta vida, foi extremamente criticado por ser: un hombre que iba a la vanguardia del arte y a la retaguardia de la política. (GONZÁLEZ ROJO, 2008, p. 28). Foi, enfim, um intelectual mexicano que viveu num período de mudanças ocasionadas, em grande parte, pela Revolução. Em relação ao segundo, trata-se do protagonista do romance, Julio Valdivieso, o filho intelectual de uma família de fazendeiros. É um personagem complexo, cuja história pessoal e familiar se confunde com a nacional, visto atravessar esse complicado período de transição para a democracia. Ambos são intelectuais e testemunhas de períodos de euforia e desilusão. No entanto, cabe salientar que El testigo, não se coloca como um romance de testemunho, no estilo de Hasta no verte Jesús mío (1969) de Elena Poniatowska ou Me llamo Rigoberta Menchú y así me nació la conciencia (1985) de Elizabeth Burgos-Debray e Rigoberta Menchú, serve como um balanço do México visto do ângulo dos primeiros anos do século XXI, debruçado sobre o seu processo histórico pós-revolucionário. Considerando aqui que essa testemunha não é mais o subalterno, aquele que tem o intelectual como mediador, já que, nessa obra, o próprio intelectual é chamado a dar fé, a prestar testemunho, até que ponto se pode aceitar como verdade aquilo que diz a testemunha? Através do romance, pode-se observar, numa fragmentação apresentada por diversos personagens, como se dá a multiplicidade de visões que exploram as distintas faces da testemunha. A temática que guiará esta dissertação é tentar responder a uma pergunta que percorre todo o romance: é preciso ter visto ou ter vivido o horror para ser testemunha? O que se destacará, no entanto, não é o gênero testemunhal, nem a

15 14 figura do intermediário, do mediador, mas da problemática figura da testemunha, cuja fidedignidade é questionada o tempo todo no romance. No que tange as eleições presidenciais ocorridas no México no dia 2 de julho de 2000 marcam o fim de um sistema político que se apresentava como democrático ao longo de 71 anos. Afinal, havia uma alternância presidencial através de eleições, e esse fato escondia que se tratava de uma ditadura de partido, representando os interesses de alguns setores das elites mexicanas. Entretanto, decorrente de um acordo entre as elites (já que quem arquiteta as eleições são elementos da máquina eleitoral montada pelo PRI ao longo de décadas), venceu Vicente Fox, o candidato do Partido de Acción Nacional (PAN). É preciso lembrar, porém, que a disputa pelo poder e pela memória-história tornou-se ainda mais acirrada do que quando o PRI estava no comando da política nacional. Aliás, esse partido, como menciona Igor Fuser em seu livro México em transe (1995), ressaltando o discurso de Mario Vargas Llosa em visita ao México em 1990, como se observa nesse trecho: Um partido que é inamovível, um partido que concede espaço à crítica na medida em que esta lhe serve, porque confirma que é um país democrático, mas suprime por todos os meios, inclusive os piores, aquela crítica que de alguma maneira põe em perigo sua permanência no poder. (VARGAS LLOSA apud FUSER, 1995, p. 14) Desde a consolidação da Revolução Mexicana, o México passou a ter o PRI como único partido a ocupar o poder. Formado por membros vitoriosos do movimento armado em 1910, tal partido fundamentou-se na obrigatoriedade de filiação para todos os funcionários públicos e sindicalistas, dentre outros indivíduos. Com o irrestrito apoio do Congresso, tornou-se absoluto, conseguindo exercer poder total sobre os Três Poderes, as Forças Armadas, a mídia, as associações de trabalhadores, os empresários, os sindicatos e os camponeses.

16 15 Inicialmente concebido como um partido de massas, defensor dos direitos dos trabalhadores, da reforma agrária e da estatização, o PRI mudou radicalmente nos anos oitenta e noventa, voltando-se para uma política neoliberal alinhada com seu vizinho do norte, os Estados Unidos. Desde sua independência em 1821, até os dias atuais, o México convive com as incontáveis interferências desse gigante na sua política interna e externa. Essa situação ficou muito clara na famosa frase de Porfirio Díaz: Pobre México, tan lejos de Dios y tan cerca de Estados Unidos. (DÍAZ apud SPECKMAN GUERRA, 2007, p. 205) Entre as mais relevantes interferências, podem-se destacar a perda de parte de seu território na guerra do século XIX 3, diversas investidas durante a Revolução de 1910 e, mais recentemente, no revezamento de forças políticas do PRI, que lutavam para manter-se no poder à custa de grandes concessões, resultando, finalmente, a aprovação, pelo Congresso dos EUA a entrada do México no Tratado de Livre Comércio Norte-Americano (TLCAN) 4 em dezessete de novembro de mil novecentos e noventa e três. É preciso considerar também que o PRI, muitas vezes, com uma política interna e externa ambígua, intercalou linhas de direita e esquerda, pois, como membro atuante da Internacional Socialista, recebeu refugiados políticos europeus e latino-americanos, mas manteve uma dura política interna de combate às contestações sociais, além de transformar os sindicatos em máfias e ter membros de seu alto escalão envolvidos com o tráfico internacional de drogas. Não obstante, ao longo dos anos, o poder do PRI começou a diminuir em decorrência de episódios 3 Na Guerra contra os Estados Unidos da América ocorrida entre 1846 e 1848, o México perdeu grande parte de seu território, as regiões que hoje compreendem os estados: Califórnia, Nevada, Texas, Novo México, Arizona além de partes de Utah e Colorado. (CALDAS, 2009, p.1) 4 Esse termo apresenta siglas diferentes de acordo com o idioma. Em inglês: North American Free Trade Agreement (NAFTA); Opta-se aqui pela sigla em espanhol para Tratado de Libre Comercio de América del Norte (TLCAN). (PADILLA TORRES, 2008, p.1)

17 16 como a Matança de Tlatelolco, a grave crise econômica a partir de 1970 e as eleições federais de Essa matança aconteceu quando, dias antes dos Jogos Olímpicos de 1968, estudantes protestaram contra a instabilidade política do país. O então presidente Gustavo Díaz Ordaz ordenou que o exército invadisse a Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), onde os jovens se haviam refugiado. O número de mortos é impreciso, variando entre duzentos e trezentos. A grave crise econômica instalada a partir de 1970 é, certamente, uma das consequências para a diminuição do poder aquisitivo da população, gerando desvalorizações, desemprego e ampliação da pobreza. No caso das eleições federais de 1988, foi marcante o episódio da queda do sistema durante a contagem de votos, pois esse saiu do ar no momento em que o candidato Cuauhtémoc Cárdenas do Partido de la Revolución Democrática (PRD) levava vantagem. No dia seguinte, o sistema voltou a funcionar com larga vantagem para o candidato do PRI, Carlos Salinas de Gortari, que acabaria por vencer as eleições. Certamente a obra em questão não é uma crônica jornalística do que ocorreu no México após a derrota do PRI. Apresenta, entretanto, um pano de fundo político, cuja leitura toca em temas relacionados com o México contemporâneo, como as feridas abertas pela guerra cristera na história recente, reflexões sobre os meios de comunicação, principalmente a televisão, e a influência do narcotráfico no contexto cultural, político e social do país. Em linhas gerais, o romance narra a história de um professor universitário, Julio Valdivieso, que vive há vinte e quatro anos na Europa. Ele é casado com a tradutora italiana Paola (que traduz os best-sellers de Constantino Portella), com quem tem duas filhas: Claudia e Sandra. Em sua juventude, Valdivieso foi

18 17 apaixonado por sua prima Nieves, porém, quando o romance começa, ela já havia falecido num acidente de carro com o marido, deixando aos cuidados dos tios Donasiano e Florinda seus dois filhos: Alicia e Luciano. Assim que chega ao país, o professor é abordado pelos antigos amigos da Oficina Literária da qual fizera parte: Juan Ruiz (El Vikingo), Ramón Centollo, Félix Rovirosa, Olga Rojas e Flaco Cerejido, sendo que os dois primeiros são assassinados durante o desenvolvimento do romance. Além desses personagens mais próximos do protagonista, outros também são importantes, como o dono da rede de TV, José Atanasio Gándara, o padre Monteverde e os policiais que investigam as mortes dos personagens: Ogarrio e Rayas. Já o personagem histórico-narrativo Ramón López Velarde atravessa todo o romance com passagens de sua biografia e inclusão de trechos dos seus poemas. Desta forma, acredita-se que esse romance, situado entre o documental, o histórico e o ficcional, considerado por críticos como Mihály Dés e Christopher Domínguez Michael, uma obra da maturidade, apresenta uma crítica ao não posicionamento do intelectual que assiste ao horror na condição de testemunha. É o que se pode depreender a partir do peculiar matiz sarcástico e irônico de Villoro ao apresentar muitos personagens ocupando o papel de testemunha, sem destacar, porém, o termo intelectual, mas tecendo uma reflexão da imagem projetada por essa figura. A questão do testemunho na América Latina, tendo como ponto de partida a experiência histórica da ditadura, a repressão das minorias e a exploração econômica, apresenta muito mais um peso de política partidária do que cultural, num posicionamento a favor da luta de classes e da defesa dos oprimidos. Neste caso, o discurso da testemunha, bem diferente do que ocorre na reflexão sobre testemunho em âmbito europeu e norte-americano, onde o trabalho da memória está

19 18 estruturado em torno das experiências traumáticas da Segunda Guerra Mundial e da Shoah 5, vem geralmente mediado pela figura do intelectual. Com base nessa concepção, quando se trata de analisar o testemunho literário, é natural a sua vinculação à historiografia, ao estudo etnográfico, biográfico ou autobiográfico. No entanto, não se pode desconsiderar que o termo testemunho apresenta também uma ligação jurídica e religiosa. Em ambos os campos, esse termo está muito bem definido; no campo literário, porém, provoca dúvidas e controvérsias. Sendo assim, tanto a testemunha quanto o intelectual são figuras que ocupam a tribuna de debate nas últimas décadas na América Latina, provocando inúmeras críticas, autoelogios e incontáveis polêmicas. Deste modo, são diversas as questões levantadas, principalmente com relação ao seu engajamento, comprometimento e participação na sociedade. Cabe ressaltar que a escrita literária teve, durante boa parte do século XX, o papel de formar opinião e até de usurpar as funções do discurso historiográfico, político e jornalístico. Por sua natureza, essa escrita é ambígua e metafórica, essencialmente esquiva, por mais literal que se pretenda. Desta forma, o que El testigo propõe é uma reflexão sobre o posicionamento da figura do intelectual nesse período de mudança, demonstrando que, tanto numa era de ditadores como na de um governo institucionalizado, os intelectuais ocupam um importante espaço como interlocutores entre o poder e os cidadãos. É, portanto, a figura do intelectual que permite entender o porquê da reflexão sobre o poeta 5 Adota-se aqui o termo Shoah em lugar de Holocausto, pois o grego holócauston significa queimar totalmente, e era usado para denominar o sacrifício ritual; já o termo hebraico Shoah é aceito por muitos estudiosos e também pela maioria dos judeus e significa catástrofe, destruição e aniquilamento. (SELIGMANN-SILVA, 2005, p. 41)

20 19 Ramón López Velarde, a recuperação das vanguardas mexicanas e a colocação de personagens que se caracterizam como produtores de discurso. No entanto, nesse país em que a mídia continua controlada, os partidos políticos são marcados por escândalos de corrupção, a violência do poder paralelo do narcotráfico se acentua e a influência da Igreja Católica, fortemente abalada pelo processo revolucionário, havia sido reativada, forças, que parecem incrustadas em várias esferas de poder, torna isso problemático. Afinal, tudo que o protagonista descobre, ou conhece via testemunha a respeito desse período do qual esteve ausente por tanto tempo, retira dele a responsabilidade, tanto no acontecido como na práxis que está por vir. O crítico mexicano e autor da Antología de la narrativa mexicana del siglo XX (1996), Christopher Domínguez Michael, comenta em seu artigo La vitalidad histórica de los muertos mexicanos: El testigo de Juan Villoro (2011), que Villoro: se atrevió a presentar una imagen novelesca de México a la manera decimonónica. (DOMÍNGUEZ MICHAEL, 2011, p.191), ou seja, em pleno século XXI, esse autor opta por produzir um romance com as características da tradição literária do século XIX, que valoriza as contradições das relações humanas e a reflexão do mundo vivido, ao mesmo tempo em que estabelece uma literatura engajada, na qual aparece um equilíbrio entre o erudito e o popular, na passagem para a chamada cultura de massa. Esse autor educado en la mejor escuela balzaquiana, aquella que concibe la novela como el envés de la sociedad. (DOMÍNGUEZ MICHAEL, 2011, p. 192) produz um romance com a pretensão de narrar a nação, a cultura, a política, a sociedade e o sistema literário, principalmente a partir da segunda metade do século XX, fato que o romance contemporâneo, em sua maioria, já não alcança.

21 20 Para tanto, Villoro convoca, ainda que não explicitamente, as escolas literárias, desde as vanguardas da década de 1920 e 1930, passando pela literatura do meio do século, com Juan Rulfo, Juan José Arreola, José Revueltas, Carlos Fuentes e os poetas infrarrealistas dos anos 70, até a literatura nortenha mexicana, com David Toscana, Eduardo Antonio Parra e Luis Humberto Crosthwaite. Isso fica bem claro a partir do momento em que se constata ser um dos personagens do romance o poeta modernista Ramón López Velarde, e é justamente ele quien permite dar cuenta de la transición del modernismo a la vanguardia. (SÁNCHEZ - PRADO, 2006, p. 28) Desse modo, será traçado, no primeiro capítulo, um breve panorama da narrativa mexicana a partir da segunda metade do século XX, procurando vincular o romance corpus dessa pesquisa às questões levantadas nas narrativas desse período, destacando, principalmente, a trajetória intelectual de Juan Villoro e a crítica literária em torno de El testigo. A relevância de iniciar essa pesquisa com tal proposta leva em consideração que, tanto o protagonista quanto o escritor do romance nasceram e produziram a partir de referida data e que várias questões presentes nas obras desse período foram retomadas por Villoro nesse romance. A disputa pela interpretação do passado no romance está representada pela figura do poeta nacional, tido como um dos pilares da literatura mexicana moderna. O poeta Ramón López Velarde é a figura da pátria, o leitmotiv que dá legitimidade à questão dos intelectuais, percorrendo todo o romance. Muitas dúvidas em El testigo, entretanto, pairam sobre o posicionamento político desse poeta, falecido no fim da Revolução Mexicana. Na verdade, discute-se se ele teria tido tempo ou não para se manifestar contra ou a favor de algumas das posições em disputa, transformando-se no poeta nacional e gerando em diversos grupos especulações de posições que

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